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QUALIDADE DE VIDA E A RELAÇÃO ENTRE PERCEPÇÃO DE SAÚDE E ESPIRITUALIDADE EM PACIENTES RENAIS CRÔNICOS QUE REALIZAM HEMODIÁLISE Paula de Barros Manfrim1,Thamara Müller Santos1, Isabela Malaguti1, Layane Lopes Napoleão2, Fabiano Francisco de Lima2, Regina Coeli Vasques de Miranda3,Susimary Aparecida Trevizan Padulla3 1
Aluno do Curso de Graduação em Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia ‐ FCT/UNESP, Presidente Prudente. 2Aluno do Programa de Pós Graduação em Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia ‐ FCT/UNESP, Presidente Prudente. 3Docente do Departamento de Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia ‐ FCT/UNESP, Presidente Prudente. Email: [email protected] RESUMO Pacientes com doenças crônicas apegam‐se a fé como forma de encontrar um apoio no enfrentamento de sua doença, refletindo na melhora da qualidade de vida. O objetivo foi analisar a relação entre os scores de espiritualidade/religiosidade com a QV e a percepção de saúde. Foram selecionados 115 pacientes de ambos os sexos em tratamento no Instituto do Rim da Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente‐SP, com média de idade de 57,6 anos.Foram utilizados os questionários: SF‐36, Escala de Avaliação da Espiritualidade e Índice de Barthel. Maiores escores de espiritualidade foram relacionados a maiores escores nos domínios vitalidade, saúde mental e qualidade de vida geral.Foi possível identificar que quanto maior a “esperança no futuro” e a “crença de que a vida melhorou” melhor foi à percepção de saúde. A espiritualidade, se mostra relacionada com pontos importantes na própria percepção da saúde, melhora na qualidade de vida e enfrentamento da doença. Palavras‐chave: Doença Renal Crônica, Qualidade de Vida, Percepção de Saúde, Espiritualidade/religiosidade, Dependência Funcional INTRODUÇÃO A fisiopatologia da Doença Renal Crônica (DRC) se resume pela deterioração e destruição dos néfrons com perda progressiva da função renal. Os néfrons restantes se hipertrofiam à medida que são obrigados a filtrar maior quantidade de soluto, que em conseqüência diminui a capacidade dos rins de concentrar a urina1. Os fatores de risco para essa doença estão relacionados à idade, sexo, obesidade, anemia, fumo, fatores étnicos e baixo nível socioeconômico 2,3. Os tratamentos disponíveis para as doenças renais terminais substituem parcialmente a função renal e aliviam os sintomas da doença, porém nenhum deles é curativo. Um dos tratamentos mais utilizados é a hemodiálise. No Brasil, aproximadamente 54,5 mil pessoas encontram‐se em terapia dialítica, das quais cerca de 49 mil em hemodiálise e 5,5 mil em diálise peritoneal. Esse número cresce, em média, 10% ao ano4. Colloquium Vitae, vol. 4 n. Especial, jul–dez, 2012 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 217
O portador de DRC se depara com dificuldades que vão além do quadro clínico provocado pela doença que acaba impondo ao indivíduo uma série de mudanças e novas perspectivas de vida5. Algumas destas dificuldades são os isolamentos sociais, a perda de emprego, afastamento dos amigos, impossibilidade de passeios e viagens prolongadas, diminuição da atividade física e a disfunção sexual 6‐9. E segundo PERES et al. 200710, emoções negativas como depressão e ansiedade correlacionam‐se com piora na percepção da dor de cada indivíduo e ignorar qualquer uma dessas dimensões torna a abordagem do paciente incompleta. Os pacientes que possuem doenças crônicas e muitas vezes incuráveis apegam‐se a fé e ao ato religioso como forma de encontrar um apoio e alívio para sua dor11. Espiritualidade é definida por Koenig como "busca pessoal para entender questões finais sobre a vida, sobre seu sentido, sobre as relações com o sagrado ou transcendente, que pode ou não levar ao desenvolvimento de práticas religiosas ou formações de comunidades religiosas". Já religiosidade é entendida como “extensão na qual um indivíduo acredita, segue e pratica uma religião, podendo ser organizacional (participação na igreja ou em templo religioso) ou não organizacional (rezar, ler livros, assistir a programas religiosos na televisão)”12. Como no Brasil 92,6% da população possui uma religião e aproximadamente 90% costumam frequentar a igreja13, além do alto número de pacientes estimados que realizam tratamento dialítico, torna‐se importante verificar a relação entre espiritualidade/religiosidade e qualidade de vida destes pacientes que realizam hemodiálise. OBJETIVOS • Analisar o relacionamento entre escores de espiritualidade e suas possíveis relações com qualidade de vida em pacientes submetidos à hemodiálise • Analisar a expectativa de vida em relação ao futuro dos pacientes submetidos à hemodiálise. MATERIAIS E MÉTODOS Este estudo foi realizado no Instituto do Rim da Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente‐SP onde 115 pacientes de ambos os sexos, com o diagnóstico de DRC em programa de hemodiálise, foram selecionados e convidados a participar da pesquisa. Estes assinaram um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, sendo garantido o anonimato e o direito de desistência em qualquer fase da mesma. O critério de exclusão para a seleção dos pacientes foi possuir doenças neurológicas e doenças ou complicações, que incapacitasse a aplicação dos questionários. Colloquium Vitae, vol. 4 n. Especial, jul–dez, 2012 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 218
Conforme a Resolução 196/96, que regulamenta a pesquisa com seres humanos, o projeto de pesquisa foi avaliado e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa Humana da Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, campus Presidente Prudente (UNESP) com o protocolo de n. 97/2011. Também, em cumprimento às exigências éticas, o projeto recebeu da Instituição do Rim da Santa Casa de Misericórdia de Presidente Prudente ‐ SP, o consentimento formal para a realização da pesquisa. Um dos questionários aplicado foi o SF‐36, formado por 36 itens englobados em 8 escalas ou domínios: capacidade funcional (10 itens), aspectos físicos (4 itens),dor (2 itens), estado geral de saúde (5 itens), vitalidade (4 itens), aspectos sociais(2 itens), aspectos emocionais (3 itens), saúde mental (5 itens) e mais uma questão de avaliaçao comparativa entre as condições de saúde atual e a de um ano atrás. Outro instrumento utilizado foi a Escala de Avaliação da Espiritualidade que avalia a dimensão da espiritualidade. Este questionário é composto por cinco questões com quatro possibilidades de resposta (escala de Likert, na qual 1= “eu não concordo” e 4= “plenamente de acordo”). Dessa forma, através do escore alcançado, será verificado o quanto a espiritualidade afeta a qualidade de vida dos pacientes que realizam hemodiálise. Para complementar a análise do desfecho em questão, os pesquisadores retiraram mais cinco questões pontuais da escala Coping Religioso‐Espiritual14 . Esta escala abrange conceitos de espiritualidade da perspectiva pessoal que o paciente vivenciou durante o tratamento de hemodiálise. As questões elaboradas na escala estão centradas na atribuição de sentido/significado da vida (“As minhas crenças espirituais /religiosas dão sentido à minha vida?” e “A minha fé e crenças dão‐me forças nos momentos difíceis?”) e esperança/perspectiva de vida positiva (“Vejo o futuro com esperança?”, “Sinto que a minha vida mudou para melhor?” e “Aprendi a dar valor às pequenas coisas da vida?”). As possibilidades de resposta serão trabalhadas também em escala likert como descrito acima para o primeiro instrumento. RESULTADOS As variáveis numéricas foram apresentadas como mediana, média, diferença interquartil (DI) com intervalos de confiança de 95% (IC95%). Os coeficientes de correção de Spearman foram utilizados em decorrência de algumas variáveis numéricas serem de origem discreta. Um modelo multivariado foi construído utilizando a regressão linear (expressa por valores de beta [β] e seus respectivos IC95% [βIC95%]), a qual foi ajustada por fatores de confusão. Todos os procedimentos Colloquium Vitae, vol. 4 n. Especial, jul–dez, 2012 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 219
estatísticos foram efetuados no software BioEstat (5.0) e os valores de significância estatística (p) foram considerados significativos quando inferiores a 0.05. A Tabela 1 apresenta a estatística descritiva das variáveis envolvidas no estudo, bem como, estabelece comparações entre os sexos. A média de idade foi 57,6 anos. Como mostra a tabela homens apresentaram maiores escores para os domínios: funcional e dor do questionário SF‐36 enquanto que as mulheres apresentaram maiores valores para EVA. Maior idade foi relacionada com menores valores do escore funcional (r= ‐0.44) e físico (r= ‐0.20) do SF‐36 (Tabela 2). Maior percepção de dor identificada pela EVA relacionou‐se negativamente com a grande maioria dos domínios do SF‐36, exceto o físico (r= ‐0.09) e a vitalidade (r= ‐0.15). O escore de Barthel não relacionou‐se positivamente apenas como os domínios vitalidade (r= 0.04) e geral (r= 0.13). O escore de espiritualidade relacionou‐se com a grande maioria dos domínios do SF‐36, na realidade, foi à única variável relacionada significativamente com a vitalidade (r= 0.19) e qualidade de vida geral (r= 0.23). Por fim, a relação entre espiritualidade e os domínios da qualidade de vida foi ajustada por diferentes fatores de confusão (Tabela 3). A relação entre espiritualidade e os domínios funcional (p= 0,599) e emocional (p= 0,089) perderam sua significância após os ajustes realizados. Por outro lado, maiores escores de espiritualidade foram relacionados a maiores escores nos domínios vitalidade (β: 0,964 [βIC95%: 0,084; 1,844]; p= 0,032), saúde mental (β: 1,551 [βIC95%: 0,387; 2,714]; p= 0,009) e qualidade de vida geral(β: 1,605 [βIC95%: 0,350; 2,861]; p= 0,013), mesmo após os ajustes por sexo, idade, EVA e escore de Barthel. Tabela 1. Características gerais da amostra estratificadas por sexo. Variáveis Idade (anos) Escore de Barthel EVA Espiritualidade§ SF‐36 Funcional Físico Emocional Dor Vitalidade Saúde Mental Social Geral Mediana (DI) 59 (20) 85 (10) 1,5 (0,5) 16 (5) 60 (51) 25 (50) 50 (100) 61 (46) 65 (25) 72 (32) 75 (50) 52 (30) Média (IC95%) 57,6 (54,7 – 60,4) 78,1 (75,3 – 80,6) 3,1 (2,4 – 3,7) 15,6 (15,1 – 16,2) 55,7 (50,1 – 61,3) 30,2 (23,6 – 36,8) 52,1 (43,6 – 60,4) 61,1 (55,5 – 66,7) 61,5 (58,8 – 64,2) 70,2 (66,2 – 74,3) 67,2 (61,8 – 72,7) 53,2 (49,3 – 57,2) Mann‐Whitney (p) 0,277 0,140 ♀* 0,165 ♂* 0.942 0,717 ♂* 0,658 0,144 0,673 0,184 ♀*= valores superiores para o sexo feminino; ♂*= valores superiores para o sexo masculino; §= somatória das questões relacionadas à espiritualidade; EVA= escala visual análoga. Colloquium Vitae, vol. 4 n. Especial, jul–dez, 2012 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 220
Tabela 2. Relacionamento entre qualidade de vida e diferentes indicadores em pacientes em diálise. Qualidade de vida SF‐36 Funcional Físico Emocional Dor Vitalidade Saúde Mental Social Geral Idade ‐0.44** ‐0.20* ‐0.13 ‐0.11 0.06 ‐0.10 ‐0.06 0.05 Coeficiente de Correlação de Spearman EVA Barthel Espititualidade§ ‐0.23* 0.68** 0.18* ‐0.09 0.48** ‐0.03 ‐0.29** 0.30** 0.20* ‐0.18** 0.26** 0.10 ‐0.15 0.04 0.19* ‐0.32** 0.24** 0.26** ‐0.30** 0.22* 0.12 ‐0.17 0.13 0.23* * p< 0,05; ** p< 0,01; §= somatória das questões relacionadas à espiritualidade; EVA= escala visual análoga. Tabela 3. Modelo multivariado com ajuste para expressar a relação entre qualidade de vida e espiritualidade entre pacientes em diálise. Qualidade de vida (SF‐36) Funcional Emocional Vitalidade Saúde Mental Geral Regressão Linear (Espiritualidade§) βIC95% p βajustado ± EPM 0,348 ± 0,661 (‐0,962; 1,659) 0,599 2,223 ± 1,293 (‐0,341; 4,787) 0,089 0,964 ± 0,444 (0,084; 1,844) 0,032 1,551 ± 0,587 (0,387; 2,714) 0,009 1,605 ± 0,633 (0,350; 2,861) 0,013 §= somatória das questões relacionadas à espiritualidade; IC95%= intervalo de confiança de 95%; EPM= erro‐padrão da média; βajustado= coeficiente ajustado por sexo, idade, escala visual análoga e escore de Barthel. DISCUSSÃO Do ponto de vista sócio‐demográfico, foi observado que durante a pesquisa, dados referentes ao sexo e faixa etária, mostraram que dos pacientes portadores de insuficiência renal crônica em terapia por hemodiálise, os homens apresentaram maiores escores para os domínios: funcional e dor do questionário SF‐36 e as mulheres apresentaram maiores valores para EVA. A faixa etária teve média de 57,6 (54,7– 60,4). De acordo com estudo realizado por Kusumota et al.15, há maior incidência na população adulta do sexo masculino, demonstrando tendência geral de aumento contínuo e progressivo de idosos com doença renal crônica, visto que a idade avançada é considerada um dos fatores que justificam o aumento de pacientes em hemodiálise. Analisando os domínios da qualidade de vida vistos pelo questionário SF‐36, em nosso estudo, níveis maiores de satisfação foram encontrados nos domínios saúde mental e aspectos Colloquium Vitae, vol. 4 n. Especial, jul–dez, 2012 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 221
sociais, e o domínio físico apresentou‐se com maior defasagem, indicando uma pior qualidade de vida nesse indicador. O menor valor médio perante a literatura é o do componente saúde física, que enquadra as dimensões: capacidade funcional, limitações por aspectos físicos, dor e estado geral de saúde; já a melhor pontuação é representada pelo componente saúde mental, que engloba as dimensões: vitalidade, aspectos sociais, limitações por aspectos emocionais e saúde mental, o que corroboram com os resultados deste estudo 16. Quanto a espiritualidade, esta foi correlacionada com quase todos os domínios e após os ajuste realizados, permaneceu a sua relação com os domínios vitalidade, saúde mental e qualidade de vida geral. O aumento da espiritualidade é uma fonte importante de suporte emocional, e repercute nas áreas da saúde física e mental, interferindo na qualidade de vida, além disso, alguns pacientes no estudo de Marchesan 201117 em tratamento na hemodiálise, quando questionados sobre o que seria a qualidade de vida, acreditam que ter qualidade de vida é ter uma religião, entendida neste contexto como espiritualidade. Os estudos abordados na revisão feita por Lucchetti 201012 demonstram uma relação positiva entre espiritualidade e qualidade de vida, maior suporte social, e mais satisfação com a vida e com o tratamento realizado, e menor níveis de depressão e dor naqueles que se apóiam na fé. Além disso, a maior espiritualidade foi fator de enfrentamento tanto para os pacientes em diálise como para seus familiares. Assim a relação entre qualidade de vida e espiritualidade certamente necessita ser explorada em maiores detalhes, visto ser tão difícil conseguir um impacto positivo na qualidade de vida de pacientes em diálise. CONCLUSÃO A espiritualidade possui um papel importante para o paciente em diálise. Mostra‐se relacionada com pontos importantes na própria relação médico‐paciente, na qualidade de vida e enfrentamento a doença, devendo ser considerada pelos profissionais que assistem a esse tipo de paciente. REFERÊNCIAS 1. Guyton A, Hall J. Tratado de fisiologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Colloquium Vitae, vol. 4 n. Especial, jul–dez, 2012 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 222
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