MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DA REDE IFES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL Planejamento Anual de Atividades – 2012 (01 de janeiro de 2012 a 31 de dezembro de 2012) Os grupos criados em 2010 deverão manter, no preenchimento do formulário, as atividades definidas na proposta que encaminharam a SESU/MEC por ocasião do referido Edital. 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1. 1.2. 1.3. 1.4. 1.5. Instituição de Ensino Superior: Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) Grupo: PET Ambiental (Curso de Engenharia Ambiental) Home Page do Grupo: http://www.em.ufop.br/ceamb/petamb Data da Criação do Grupo: Janeiro de 2009 Natureza do Grupo: ( x ) Curso de graduação: Curso de Engenharia Ambiental ( x ) Multi/Inter-disciplinar: Meio ambiente e uso sustentável dos recursos naturais ( ) Área do Conhecimento........................................ (cursos relacionados) ( ) Institucional.......................................................... (nome do Câmpus) 1.6. 1.7. 1.8. 1.9. Nome do (a)Tutor (a) José Francisco do Prado Filho e-mail do (a)Tutor (a) [email protected] Titulação e área: Doutor – Ciências da Engenharia Ambiental Data de ingresso do (a) Tutor (a) (mês/ano): Janeiro de 2009. 2. ORIENTAÇÕES GERAIS Observar atentamente as diretrizes abaixo, tomando-as como orientação para a elaboração e redação do presente planejamento, de forma a evidenciar e retratar com clareza as atividades do grupo e do tutor quanto ao atendimento dos objetivos do Programa: • • • • • O programa tem como objetivo, entre outros, a formulação de novas estratégias de desenvolvimento e modernização do ensino superior no país, contribuindo para a redução da evasão escolar. As atividades do grupo devem ser orientadas pelo princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Desta forma, devem necessariamente contemplar, ao menos, todas estas três áreas da formação acadêmica, de forma equilibrada, contribuindo para a reflexão e autonomia intelectual do estudante; Quanto às atividades de Ensino, além do alinhamento com o Projeto Político Pedagógico Institucional, recomenda-se que as mesmas aprimorem a formação voltada ao processo ensino-aprendizagem, bem como busquem inovações metodológicas; Quanto às atividades de Extensão, recomenda-se que as mesmas aprimorem a formação voltada às demandas da sociedade, do contexto profissional e da responsabilidade social. Neste contexto, cabe lembrar que o assistencialismo não se caracteriza como atividade de Extensão; Quanto às atividades de Pesquisa, recomenda-se que as mesmas aprimorem a formação voltada à reflexão sobre prioridades de pesquisa, aos métodos e metodologias de produção de conhecimento novo e análise crítica dos resultados; Sugere-se que tais atividades de Ensino, de Extensão e de Pesquisa sejam devidamente registradas nas instâncias específicas no âmbito da IES; • • • O modelo adotado pelo Programa prevê atividades de natureza coletiva e interdisciplinar. Logo, o grupo deve atentar para a formação voltada para o trabalho em equipe, cuidando para o não excesso de atividades de caráter individual. Quanto à interdisciplinaridade, as atividades devem contemplar ampla abrangência de temas no contexto de atuação do grupo; Entre os objetivos do Programa estão a contribuição para a elevação da qualidade da formação acadêmica dos alunos de graduação, tendo como estratégia o efeito multiplicador do petiano sobre os seus colegas estudantes da IES, principalmente aqueles do primeiro ano de graduação; Quanto às estratégias para a formação diferenciada e qualificada dos estudantes estão o estímulo ao espírito crítico, a atuação profissional pautada pela cidadania e pela função social da educação superior bem como o estímulo da formação de profissionais e docentes de elevada qualificação técnica, científica, tecnológica e acadêmica. 3. ATIVIDADES PROPOSTAS No planejamento geral das atividades considerar: A. A descrição da atividade em si; quais os objetivos da mesma; como a atividade será realizada. B. Quais os mecanismos de avaliação. C. Quais os resultados que se espera com a atividade: o Resultados / produtos esperados com a atividade: melhorias para o Curso, para a Educação, para a sociedade, meios para a socialização dos resultados, publicações etc. o Resultados esperados na formação dos petianos: habilidades, competências, conhecimentos, saberes, reflexões instaladas etc. Observação: Para cada uma das atividades, a descrição dos seus itens A, B e C deverá ser realizada em até mil palavras. 3.1. Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão 3.1.1 – Seminários e trabalhos individuais a serem apresentados pelos bolsistas Todos os bolsistas (12) irão apresentar um seminário por semestre sobre temas relacionados à Engenheira Ambiental e de temas de interesse para a formação profissional e cidadã. Os temas serão escolhidos nas reuniões semestrais iniciais do Grupo. As apresentações ocorrerão no período noturno em sala de aula da Escola de Minas. Uma lista com mais de duas dezenas de temas atuais da área ambiental foi preparada pelo tutor e outros temas de interesse focalizado em situações ambientais atuais poderão ser incorporadas à lista. Como exemplos, citam-se temas como ocupação de áreas de preservação permanente e riscos geológicos e ambientais associados, licenciamento ambiental de empreendimentos polêmicos sobre o ponto de vista socioambiental (Licenciamento Ambiental da Usina Hidroelétrica de Belo Monte (PA) – janeiro e março de 2011); Reformulação do Código Florestal pelo Congresso Nacional – 2010-2011), áreas contaminadas, Rio + 20 etc. Participantes: todos os componentes do Grupo. Mecanismos de avaliação: apresentação oral do tema, conhecimento adquirido, postura e desenvolvimento da linguagem técnica e material audiovisual usado. Nesse caso, um petiano e o tutor farão uma avaliação da apresentação do colega. Resultados esperados: melhoria na formação complementar dos petianos no que tange a habilidades de estudo e explanação sobre tema, agregação de competências e conhecimentos. 3.1. 2 - Mural do PET Ambiental Instalado próximo ao setor de ensino da Escola de Minas (local com grande afluxo de estudantes das engenharias) existe um mural do PET Ambiental que é atualizado frequentemente. O objetivo desse instrumento é divulgar as atividades preparadas e realizadas pelo PET Ambiental (palestras, seminários do PET, notícias científicas e atuais sobre o temário ambiental, políticas e informes de interesse da comunidade acadêmica da engenharia ambiental). Responsáveis pelo mural: Participantes: todos os componentes do grupo. Planejamento de Atividades Mecanismos de avaliação: atualização científica e profissional do grupo em temas ambientais e da profissão, qualidade do material postado. Resultados esperados: maior divulgação para a comunidade estudantil de assuntos da área ambiental. 3.1.3 – Estudo de língua estrangeira Todos os bolsistas deverão estar matriculados em um curso de língua estrangeira, inclusive a Fundação Gorceix (Fundação de apoio à Escola de Minas) oferece semestralmente e de forma gratuita aos alunos essa oportunidade. Mecanismos de avaliação: conduzida pelo curso em que o aluno está matriculado. Resultados esperados: maior habilidade na leitura de textos científicos internacionais e maior possibilidade de oportunidades futuras de colocação no mercado. 3.1.4 – Colaboração na Organização da Semana de Estudos Participação na organização da Semana de Estudos da Engenharia Ambiental que tradicionalmente é realizada pelo Centro Acadêmico da Engenharia Ambiental - CAEA. Esse evento já é tradicional no âmbito da Escola de Minas e é totalmente organizado pelos alunos. Prevê-se que o PET Ambiental colabore na organização do evento tanto nos aspectos operacionais como na seleção e identificação e indicação de nomes de especialistas e técnicos para ministrarem palestras e mini-cursos durante o evento. Bolsistas participantes: todos os componentes. Mecanismos de avaliação: disponibilidade de participação e envolvimento com outros grupos estudantis. Resultados esperados: oferecimento de opções de temas e nomes de especialistas, ex-alunos atuantes no mercado, e maior integração com profissionais e instituições no campo ambiental. 3.1.5 – Realização de Palestras Temáticas Realização de pelo menos duas palestras temáticas por semestre no campo científico, científico ambiental, filosófico e ético e cidadã. Bolsistas participantes: todos os componentes Mecanismos de avaliação: participação obrigatória e discussões posteriores sobre os assuntos tratados. Resultados esperados: melhoria na formação complementar dos petianos no que tange a agregação de competências e conhecimentos em assuntos complementares. 3.1.6 – Oferecimento de cursos de complementação e atualização no campo ambiental Proposta em vias de entendimento e consolidação com especialistas de renomada instituição pública do estado de Minas Gerais o planejamento para a realização de cursos de atualização que focam em temas em que o curso de engenharia ambiental da Escola de Minas tem importante deficiência. São eles: Valoração Econômica de Recursos Ambientais, Perícias Ambientais e Avaliação e Medição de Ruídos. Tais cursos serão realizados em período que atenda aos alunos do PET e a comunidade do curso de engenharia ambiental. Os temas previstos são oriundos de demandas já manifestadas pelas entidades estudantis da engenharia ambiental. Prevê-se a realização de pelo menos um curso deste tipo por semestre. Mecanismos de avaliação: avaliação do conhecimento adquirido e discussões complementares e repasse aos alunos do curso. Planejamento de Atividades Resultados esperados: melhoria na formação complementar dos petianos e demais graduandos em assuntos poucos explorados em disciplinas integrantes da grade curricular. Melhorias nas competências e maior conhecimento na área. 3.1.7 – Atividades Receptivas aos Calouros Organização, juntamente com o Centro Acadêmico da Engenharia Ambiental – CAEA de atividades culturais, esportivas e acadêmicas visando a recepção e integração dos calouros do curso. A atividade está prevista para o segundo semestre de 2012, já que o curso de engenharia ambiental da Escola de Minas tem entrada anual e ocorre sempre no meio de cada ano (segundo vestibular). Prevê-se a elaboração de um caderno com informações do curso, da profissão, regulamentação e colocação do engenheiro ambiental no mercado. Bolsistas participantes: todos os componentes Mecanismos de avaliação: autoavaliação do grupo e feedback dos calouros Resultados esperados: maior integração dos discentes que cursam as diferentes séries. 3.1.8 – Visitas técnicas Serão realizadas pelo menos duas visitas técnicas orientadas com o grupo. Prevê-se visitar uma indústria siderúrgica de grande porte da região, dotada de sistema de gestão ambiental (SGA), certificada por seguir norma internacional de SGA (ISO 14001), o Instituto de Arte Contemporânea e Jardim Botânico – INHOTIM em Brumadinho (MG), Museu de Ciência e Técnica da Escola de Minas/UFOP/EM, Observatório Astronômico da EM/UFOP. As visitas serão acompanhadas de docentes e responsáveis da UFOP que atuam na área específica. Bolsistas participantes: todos os componentes do grupo. Mecanismos de avaliação: avaliação do conhecimento adquirido e relatórios. Resultados esperados: melhoria na formação complementar dos petianos em assuntos poucos explorados em disciplinas integrantes da grade curricular e atualização de conhecimento em outros assuntos. Melhorias nas competências e maior conhecimento técnico e específico. 3.1.9 – Seleção e Leitura de Artigo Científico de Revista Qualis CAPES (A ou B) na área da engenharia ambiental - engenharia I Todos os bolsistas irão selecionar e apresentar um seminário por semestre de artigo científico selecionado de Periódico Ambiental. Os artigos serão escolhidos pelos alunos e apresentados ao grupo em reuniões definidas para tal. As apresentações ocorrerão no período noturno em uma sala de aulas da Escola de Minas. Uma lista com os principais Periódicos Nacionais no campo da engenharia ambiental foi disponibilizada no site do PET Ambiental. Bolsistas participantes: todos os componentes. Mecanismos de avaliação: avaliação do conhecimento adquirido, apresentação oral e discussões. Resultados esperados: melhoria na formação complementar dos petianos em assuntos poucos explorados em disciplinas integrantes da grade curricular. Melhorias nas competências, maior conhecimento técnico e científico, e melhorias na habilidade de expressão oral. 3.1.10 – Participação do Grupo na VI Mostra de Profissões da UFOP Planejamento de Atividades A Mostra de Profissões da UFOP é realizada anualmente desde 2006 e tem por objetivo apresentar aos alunos do ensino médio da região de abrangência da UFOP os cursos oferecidos pela Universidade. A sala interativa do Curso de Engenharia Ambiental é tradicionalmente bem movimentada e concorrida pelos visitantes e visa a informar aos vestibulandos as principais atribuições profissionais e as áreas de atuação do Engenheiro Ambiental e as particularidades do curso. A Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD UFOP) é parceira da realização dessa atividade que já chegou a registrar a participação de mais de 5000 estudantes do ensino médio. É uma grande oportunidade de interação dos bolsistas e outros alunos do curso com os futuros calouros. Bolsistas participantes: todos os componentes Mecanismos de avaliação: a avaliação é feita pela PROGRAD por meio de questionário distribuído aos participantes da mostra. Resultados esperados: Maior divulgação do curso nas escolas de ensino médio com reflexos positivos na relação candidato/vaga no processo seletivo. 3.1.11. – Semana Nacional de Ciência e Tecnologia -SNCT Direcionada aos alunos do ensino fundamental das escolas públicas de Ouro Preto, o Grupo PET Ambiental participou pela segunda vez dessa atividade em 2011. Na oportunidade, as atividades se deram na Escola Municipal Juventina Drumond focando o tema da SNTC que relacionou Mudanças Climáticas e Desastres Naturais. Em 2012, prevê-se novamente a participação do PET ambiental nessa semana que é uma iniciativa do governo federal. O tema ainda não está divulgado. Bolsistas participantes: todos os componentes do grupo. Mecanismos de avaliação: a avaliação é feita pela PROGRAD por meio de questionário distribuído aos participantes. Resultados esperados: socialização de conhecimentos adquiridos na universidade, divulgação em escolas de ensino fundamental sobre a importância da ciência e tecnologia para a as pessoas e para o País. Preparação dos discentes do curso de engenharia ambiental para contatos institucionais e comunicação com jovens do ensino fundamental. 3. 1.12 – Manutenção e atualização da página na internet do Grupo PET Ambiental A página do PET Ambiental, hospedada na página eletrônica da Escola de Minas, descreve o histórico do grupo e objetivos do Programa de Educação Tutorial - PET, disponibiliza o planejamento anual de atividades do Grupo, indica links importantes (órgãos ambientais, empresas de saneamento e meio ambiental, órgãos do governo relacionados ao campo ambiental, ONGs ambientais, etc), oferece publicações ambientais de domínio público para serem baixadas, disponibiliza o endereço eletrônico de revistas científicas ambientais brasileiras, informa as atividades realizadas pelo grupo, disponibiliza notícias relacionadas à prática da Engenharia Ambiental, cadastro de alunos, dentre outros assuntos de interesse dos estudantes do curso. Bolsista responsável pela manutenção: Klaus Paz e demais componentes. Endereço: http://www.em.ufop.br/ceamb/petamb Mecanismos de avaliação: envolvimento da responsável na tarefa e feedback geral dos usuários Resultados esperados: socialização via WEB das atividades realizadas e planejadas do GRUPO, uso pela comunidade eletrônica do material didático e das informações ambientais disponíveis no site, divulgação do Grupo, maior incentivo para os alunos do curso na participação do PET etc. 3.1.13 – Participação em cursos diversos oferecidos no âmbito da UFOP e da Fundação Gorceix. Planejamento de Atividades A Fundação de apoio aos estudantes da Escola de Minas da UFOP semestralmente oferece um elenco de cursos de formação complementar em várias áreas, tais como: autoCad (2011, 3D), Microsoft Excel e Microsof Project, línguas estrangeiras (inglês, francês, espanhol), comportamento empreendedor, redação científica, minitab etc. Dentro dessas possibilidades, a tutoria incentiva os petianos a se inscreverem semestralmente nos cursos que mais se interessarem, dependendo das disponibilidades de horário. Mecanismos de avaliação: desenvolvido pela Fundação Gorceix Resultados esperados: melhoria na formação pessoal e complementar dos petianos. Melhorias nas competências e maior conhecimento de ferramental de uso na área da engenharia. 3.1.14 – Pesquisa sobre a readequação ambiental do antigo depósito de rejeitos da fabricação de alumínio - Lago do Azedo no Bairro Jardim Alvorada,Ouro Preto. Em Ouro Preto, durante as décadas de sessenta e cinqüenta a fábrica de alumínio da Alcan instalada no município (hoje Novelis), usou para disposição de rejeitos da fabricação de alumina uma área situada, à época, fora do perímetro urbano – o lado do Azedo. Após anos de operação, o depósito de rejeito teve sua capacidade exaurida ficando a área degradada sem receber nenhum tipo de medida para recuperação e readequação ambiental. Após os anos setenta, Ouro Preto experimentou significativo crescimento econômico e populacional exigindo que novas áreas adjacentes ao perímetro histórico tombado pela UNESCO, como Patrimônio Histórico da Humanidade, fossem destinadas para instalação de novos bairros. Assim, surgiu nas proximidades do Lago do Azedo o Bairro Jardim Alvorada, caracterizado como bairro de boas construções de moradias e de classe média. Acontece que atualmente a área do lago (hoje totalmente assoreada e degradada) está incorporada pelo referido bairro e pelo Bairro Nossa Senhora de Lourdes. Bolsistas participantes: Diogo AraujoTeixeira e Elis Regina Pessin Albieri Orientador: Prof. Dr. Alberto de Freitas Castro Fonseca (DEAMB/EM/UFOP), participação do Tutor como co-orientador. Mecanismos de avaliação: Elaboração de relatório e trabalhos técnico-científicos, a serem divulgados, sobre o tema. Resultados esperados: resgatar cartograficamente a evolução da ocupação local, obter dados sobre a formação do lago de rejeitos e os impactos ambientais e sugerir formas de reincorporação/recuperação da área ao ambiente urbano local, levantar quais seriam os futuros usos que a população dos bairros adjacentes aponta para o local. Além disso, o projeto permitirá aos alunos envolvidos o conhecimento técnico da área degradada e a proposição de formas de integração do ambiente de acordo com os interesses da comunidade local. 3.1.15 - Percepções, atitudes e motivações da população quanto à gestão dos resíduos sólidos e a participação nos programas de coleta seletiva: estudo de caso na microrregião de Ouro Preto. Na microrregião de Ouro Preto, que inclui além de Ouro Preto, as cidades de Mariana, Itabirito e Catas Altas, verifica-se que o sistema de coleta seletiva é ineficiente. Para que se possa fomentar na população uma participação individual favorável, é necessário conhecer a percepção e as atitudes da população no contexto socioambiental, bem como fatores que motivam o comportamento individual. Diante disso o estudo tem como objetivo avaliar a percepção, a intenção, o interesse e os fatores que motivariam a população de Ouro Preto em participar do programa de coleta seletiva, bem como a percepção, o conhecimento, as expectativas e a satisfação dos indivíduos quanto à qualidade ambiental e ao atual programa de resíduos sólidos do município. Para o levantamento de dados, será realizada uma pesquisa descritiva direta e estruturada (survey). Os dados serão obtidos por entrevista direta, através da aplicação de questionários estruturados. Os dados serão categorizados e analisados, de forma descritiva, utilizando o programa estatístico SPSS. Bolsistas participantes: Clara Silva e Nathália Duarte Braz Vieira Orientador: Prof. Dr. José Francisco do Prado Filho (DEAMB/EM/UFOP) Planejamento de Atividades Mecanismos de avaliação: Elaboração de relatório e trabalhos técnico-científicos, a serem divulgados, sobre o tema. Resultados esperados: possibilitar a formulação de estratégias para tomadas de decisões e ações futuras dos órgãos governamentais locais contribuindo para fomentar a atitude individual em separar o lixo melhorando a eficiência do sistema em operação nos municípios. 3.1.16 – Uso e ocupação do solo na região do Anticlinal de Mariana: Subsídios para o ordenamento territorial e preservação ambiental O estudo proposto aborda a região sudeste do Quadrilátero Ferrífero, Minas Gerais, no domínio estrutural conhecido como Anticlinal de Mariana. Nos últimos 40 anos o crescimento desordenado das áreas urbanas de Ouro Preto e Mariana, principalmente da primeira, foi direcionado para estes locais, que têm más características geotécnicas e geomorfológicas, gerando assim muitas situações de risco. Estes locais devem ser melhor estudados e mapeados para que seja possível a adoção de práticas de uso e ocupação adequadas. Bolsistas Participantes: Valéria Pires Rodrigues Orientador: Frederico Garcia Sobreira (DEAMB/EM/UFOP) Mecanismos de avaliação: Elaboração de relatórios e trabalhos técnico-científicos, a serem divulgados, sobre o tema. Resultados Esperados: Os estudos trarão contribuições ao poder público no tocante ao ordenamento territorial, segurança da população e preservação ambiental e patrimonial, uma vez que terão uma abordagem ampla do meio físico que servirá direta e indiretamente para a implementação de políticas públicas. Academicamente, espera-se dentro das atividades o desenvolvimento de trabalhos de mestrado (2) e de iniciação científica (2) dando continuidade à linha de pesquisa consolidada no âmbito da UFOP. 3.1.17 – Pesquisa sobre os efeitos de atividades minerárias na biogeoquímica de lagos continentais Com o contínuo crescimento populacional e a demanda excessiva por matérias primas, sem os devidos estudos de impactos sobre a fauna, flora e minerais, apresentam-se como um fator negativo frente à disponibilidade dos recursos naturais. O estudo visa qualificar as influências físico-químicas e nos organismos fitoplanctônicos (biomassa), da mineração em três lagos no município de itabirito – MG, por meio de coletas com analises in situ e ex situ, sendo as ex situ em laboratórios nas dependências da UFOP, as hipóteses são que o lago “F” sobre influência da mineração de ferro o lago “C” que sofre influência de Caulim e um lago “S” sem influência da mineração. O estudo visa caracterizar os diferentes tipos e influências da mineração usando parâmetros geoquímicos, físicos e (biomassa) clorofila a. Tomando como referência o lago sem influência da mineração já que estes se localizam na mesma bacia hidrográfica. Bolsistas Participantes: Klaus Paz Orientador: Profª Eneida Maria Eskinazi Sant’Anna (DECBI/ICEB/UFOP) Mecanismos de avaliação: Elaboração de relatórios e trabalhos técnico-científicos, a serem divulgados, sobre o tema. Resultados Esperados: Caracterizar geoquimicamente as águas, os sedimentos de fundo, os sedimentos em suspensão e parâmetros de clorofila a nos três lagos da bacia do ribeirão Mata Porcos, a partir de pontos selecionados estrategicamente através de monitoramento semestral; realizar a caracterização química inorgânica do material particulado em suspensão; avaliar a contribuição de diferentes minas para a manutenção/alteração da qualidade das águas superficiais e nos sedimentos; contribuir para o monitoramento da qualidade das águas e sedimentos nos três lagos da bacia do ribeirão Mata Porcos, zona de amortecimento de unidades de conservação de proteção integral. Planejamento de Atividades 3.1.18 – Caracterização geoquímica das águas de antigas minas auríferas utilizadas para consumo pela Comunidade de Passagem de Mariana (MG) O distrito de Passagem de Mariana, localizado na porção sudeste do Quadrilátero Ferrífero, MG, caracteriza-se pela ocorrência de diversas minas antigas de ouro e constitui uma área intensamente afetada pela exploração aurífera desde o século XVIII. As minas antigas expõem minerais sulfetados à oxidação, liberando lentamente elementos-traço para águas subterrâneas e superficiais. Dentre estes elementos o arsênio se destaca devido à sua ocorrência frequente em águas e sedimentos da região. O abastecimento de determinadas residências desse distrito é feito através de captação de águas de minas abandonadas, isentas de tratamento e monitoramento de qualidade. O arsênio é agente causador de cânceres bem conhecidos e também tem sido associado com defeitos congênitos, por isso serão realizados estudos detalhados envolvendo a avaliação da exposição da comunidade de Passagem de Mariana ao elemento-traço, através de análises de urina e cabelo da população. Bolsistas Participantes: Janaína Mattiello Alves Orientador: Prof.ª Adivane Teresinha Costa (DEGEO/EM/UFOP) Mecanismos de avaliação: Elaboração de relatórios e trabalhos técnico-científicos, a serem divulgados, sobre o tema. Resultados Esperados: Conhecer a concentração e o nível de exposição da população de Passagem de Mariana ao arsênio dissolvido em água. Os resultados encontrados serão divulgados á população e as autoridades locais, para que se possa discutir melhorias no processo de abastecimento de água nas residências. 3.1.19 – Pesquisa sobre tratamento de águas naturais de abastecimento em Ouro Preto. O tratamento de água constitui-se de um conjunto de procedimentos físicos e químicos aplicados na água para que esta fique em condições adequadas para o consumo, ou seja, para que se torne potável. Com esta finalidade serão realizados testes utilizando duas fontes naturais de água na região de Ouro Preto, uma com presença de arsênio e a outra contendo manganês. Essas águas possuem, naturalmente, concentrações desses metais na ordem de microgramas (µg). Também será testado a eficiência do tratamento para a remoção de fármacos, para isso serão adicionados a água nove fármacos, são eles: sulfametoxazol, trimetoprima, bezafibrato, diclofenaco, bisfenol-A, estrona, estradiol, etinilestradiol, nonilfenol. Os ensaios de tratabilidade visam atingir os melhores cenários de remoção de turbidez, metais e fármacos. Bolsistas participantes: Tamile Dafne Marinho Orientador: Prof. Sérgio Francisco de Aquino (DEQUI/ICEB/UFOP) Mecanismos de avaliação: Elaboração de relatórios e trabalhos técnico-científicos, a serem divulgados, sobre o tema. Resultados esperados: Desenvolvimento de técnicas para a remoção de turbidez, metais e fármacos em águas de abastecimento. 3.1.20 – Tratamento anaeróbio do efluente oriundo da produção de biodiesel visando a redução da carga orgânica residual e produção de metano para fins energéticos. A pesquisa visa investigar a degradação anaeróbica e a viabilidade de produção de metano a partir do glicerol presente no resíduo do processo de produção de biodiesel. O trabalho contribuirá para a divulgação do desenvolvimento de uma tecnologia sustentável que promoverá simultaneamente a redução da carga poluente do processo industrial, bem como a produção de um gás combustível de alto valor Planejamento de Atividades energético. Bolsista participante: Carla Cristina Gonçalves Orientador: Profª. Dra. Silvana de Queiroz Silva Mecanismos de avaliação: Elaboração de relatórios e trabalhos técnico-científicos, a serem divulgados, sobre o tema. Resultados esperados: Conhecimento sobre técnicas de tratamento anaeróbio do efluente da produção de biodiesel. 3.1.21 - Análise técnica e jurídica do processo de licenciamento ambiental simplificado nos Estados da Região Sudeste O licenciamento ambiental, no Brasil, é uma exigência legal que busca autorizar empreendimentos e atividades que façam uso de recursos naturais, possuam potencial poluidor e/ou sejam capazes de gerar degradação ambiental. A Resolução CONAMA 01/86 estabelece quais empreendimentos dependem de elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para seu licenciamento, e a Resolução CONAMA 237/97 deixa a cargo do órgão ambiental definir os estudos necessários ao licenciamento de empreendimentos que não possuem significativo potencial de degradação ambiental. Visto ser o licenciamento convencional extremamente moroso e dispendioso devido à grande burocracia do sistema brasileiro, o presente trabalho busca analisar, comparar e entender por meios de consultas aos instrumentos regulatórios existentes nos sistemas dos órgãos ambientais, as metodologias utilizadas pelos quatro Estados da Região Sudeste (ES, MG, RJ e SP) no processo de licenciamento simplificado, as tendências e os tipos de empreendimento submetidos a este procedimento, além de mostrar divergências dos sistemas. Bolsista participante: Francysmary Sthéffany Dias Oliveira. Orientador: Prof. Dr. José Francisco do Prado Filho (DEAMB/EM/UFOP) Mecanismos de avaliação: Elaboração de relatórios e trabalhos técnico-científicos, a serem divulgados, sobre o tema, e desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso (monografia) que deverá ser avaliado por banca de professores como estabelece as normas do CEAMB. Resultados esperados: Conhecer detalhadamente o processo de licenciamento ambiental simplificado em cada Estado da Região Sudeste, identificar as questões mais polêmicas e suas singularidades. 3.1.22 – Pesquisa sobre o perfil do aluno da Engenharia Ambiental da EM/UFOP O curso de engenharia ambiental da Escola de Minas completou em 2010 dez anos de existência, tendo já formado, desde 2005 (primeira turma) aproximadamente 180 engenheiros, contando hoje com aproximadamente 150 alunos matriculados. Com a finalidade de se conhecer como o acadêmico tem se dedicado à graduação e às atividades extracurriculares dentro da Universidade, o PET Ambiental planeja desenvolver um levantamento sobre questões relativas à sua formação básica, percepção do estudante com relação ao curso, a profissão e atividades desenvolvidas na própria universidade. Buscar-se-á também conhecer os tipos de atividades extra-classe realizadas, nos ramos de pesquisa, ensino, extensão, estágios, correlacionando-as com os respectivos departamentos da UFOP. Ao final da pesquisa, será possível levantar um perfil do aluno, seu interesses acadêmicos e de complementação da formação. Bolsistas participantes: todos os componentes do grupo. Orientador: Prof. Dr. José Francisco do Prado Filho (DEAMB/EM/UFOP) Mecanismos de avaliação: Elaboração de relatórios a ser enviado ao Colegiado de Curso (CEAMB). Planejamento de Atividades Resultados esperados: conhecimento do perfil do aluno da Engenharia Ambiental da UFOP, suas atividades e percepções sobre a área ambiental. 3.1. 23 - Produção e Assistência ao Núcleo de Educação Inclusiva (NEI) da UFOP O NEI – Núcleo de Educação Inclusiva visa oferecer alternativas à permanência dos alunos da UFOP com necessidades especiais. Realiza-se produção de material em formato mp3 e Braille para alunos cegos, salve outras demandas como aplicação de provas para necessidades temporárias. O NEI atua na área de extensão com o programa comunidade local denominado Sala Acessível, o qual objetiva a promover a inclusão digital de pessoas deficientes da Universidade. Participantes: Diogo Araújo Teixeira e Klaus Paz 3.1. 24 – Elaboração de projeto a ser submetido à FAPEMIG, edital 10/2012, que visa a “Financiar projetos temáticos de Programas de Educação Tutorial – PET que envolvam a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, a serem executados em Minas Gerais”. A data prevista para submissão das propostas é 19 de maio de 2012 e o projeto ora em elaboração pelo PET Ambiental tem como tema principal a elaboração de um levantamento geoambiental global e de saneamento básico do distrito de Antonio Pereira, do município de Ouro Preto, com vistas ao suporte para orientação da administração pública e da população local para norteamento de ações visando melhoria ambiental e da qualidade de vida. Trata-se de distrito onde as atividades minerárias remontam ao século XVII e que atualmente, num novo ciclo minerário, o do minero de ferro, abriga importantes atividades minerarias de grandes empresas de mineração e que, por conta disso, sofre impactos ambientais diversos e arrecada significativos montantes de arrecadação de impostos e royalties. Por outro lado, por questões geográficas, Antonio Pereira é um distrito “historicamente distante dos olhos das administrações públicas de Ouro Preto” o que faz a qualidade de vida e condições ambientais locais serem prejudicadas por ser um distrito desprovido de ações sistemáticas de cunho de planejamento ambiental. A proposta terá a participação do Prof. Dr. Frederico Garcia Sobreira do DEAMB/EM/UFOP. 3.1. 25 – Participação no programa Cátedra da UNESCO: Águas, Mulheres e Desenvolvimento. A Cátedra UNESCO Água, Mulheres e Desenvolvimento foi criada em 17 de Fevereiro de 2006, por meio de acordo firmado entre a Universidade Federal de Ouro Preto e a UNESCO. A Cátedra, promovendo a articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão, visa a integração entre todos os departamentos universitários e a cooperação entre as cátedras, no Brasil e no exterior, através da apresentação de assuntos ambientais atuais com o objetivo de conscientização e qualificação profissional da população em condições de vulnerabilidade social, principalmente mulheres. Nesse contexto, por convite da Coordenadora da Cátedra UNESCO/UFOP, foi solicitado o apoio e colaboração do PET Ambiental, que abordará os seguintes assuntos: água e seu perfil no mundo, desperdício de água, principais doenças de veiculação hídrica, poluentes em água, resíduos sólidos domésticos, coleta seletiva, compostagem, reciclagem, doenças transmitidas pelo lixo, conceitos de saneamento básico, construção de fossa, água e gênero. Bolsistas participantes: todos os componentes do grupo. Orientadora/ Coordenadora: Profª Vera de Miranda Guarda Mecanismos de avaliação: Feedback dos participantes do Cátedra UNESCO Resultados esperados: Criar uma rede de mulheres com conhecimento em assuntos relativos à água, e que sejam capazes de intervir nos comportamentos e vivências referentes ao uso adequado da água em suas comunidades. 3.1. 26 – Apresentação de Artigo no XV Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (2012). O XV Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental ocorrerá entre os dia 18 e 22 de Março de 2012, em Belo Horizonte - MG. Trata-se de uma iniciativa conjunta da ABES - Associação Planejamento de Atividades Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, com a APRH - Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos e a APESB - Associação Portuguesa para Estudos de Saneamento. O evento ocorre alternadamente, em ambos os países e, ao longo de 30 anos, consolidou-se com um dos principais eventos para debates e atualização profissional entre especialistas brasileiros e portugueses na área de saneamento e meio ambiente. Nesta oportunidade será apresentada a pesquisa realizada em 2011 pelo PET Ambiental, intitulada de “INSERÇÃO DO ENGENHEIRO AMBIENTAL DA ESCOLA DE MINAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO (UFOP) NO MERCADO DE TRABALHO”, através da publicação do artigo nos anais do evento e de apresentação oral em sessão técnica. O presente trabalho traz um levantamento do perfil do Engenheiro Ambiental da Escola de Minas/UFOP, apontando questões como dificuldades encontradas na profissão, tempo de ingresso e colocação no mercado de trabalho, e deficiências/diferenciais da graduação. Bolsistas Participantes: Nathália Duarte Braz Vieira e Elis Regina Pessin Albieri e Klaus Paz Orientador: Prof. Dr. José Francisco do Prado Filho (DEAMB/EM/UFOP) Mecanismos de avaliação: Apresentação oral no Simpósio, questionamentos e discussões. Resultados esperados: Divulgação dos resultados da pesquisa, do grupo PET Ambiental e do curso de graduação em Engenharia Ambiental da UFOP a outros profissionais do meio. 3.1. 27 – Treinamento de alunos para atuar como monitores do ArcGIS 10.0 O ArcGIS é uma ferramenta de Sistema de Informações Geográficas, e permite ao usuário desenvolver mapas temáticos, fazer análises espaciais e em imagens, gerar relatórios e gráficos, consultar dados, atualizar feições, entre outras funcionalidades muito importantes para o profissional de Engenharia Ambiental. Um treinamento em ArcGIS será oferecido pela Fundação Gorceix e ministrado pela Academia GIS Imagem, empresa autorizada pela ESRI (fabricante do ArcGIS). A primeira etapa do treinamento será sobre ArcGIS Desktop I e II, que ensinará aos alunos as principais ferramentas e funcionalidades do ArcGIS. Na segunda semana, será dado o ArcGIS Desktop II, cujo objetivo é trabalhar com análise e fluxo de trabalho SIG, e também a construção de geodatabase no ArcGIS 10. E na última semana o tópico será introdução ao geodatabase multi-usuário, ArcGIS sever: administração web com Microsoft .Net Framework e análise espacial (tratamento de imagens). O treinamento terá uma duração total de 120 horas, e após seu término, os bolsistas participantes irão oferecer aos outros petianos um curso para transmitir o conhecimento adquirido e no segundo semestre do ano será oferecido este curso aos alunos do curso de Engenharia da Universidade Federal de Ouro Preto. Deve-se salientar ainda que anteriormente a realização do curso oferecido pela Fundação Gorceix, todos os petianos participarão de um mini-curso de ArcGIS 10 a ser ministrado pelo mestrando em Engenharia Ambiental do PROAMB/UFOP Erik Sartori Jeunon Gontijo. Bolsistas Participantes: Carla Cristina Gonçalves, Clara Silva e Klaus Paz. Mecanismos de avaliação: A critério da Fundação Gorceix e da ESRI. Resultados esperados: Ampliar os conhecimentos dos alunos a cerca do ArcGIS e transmissão desse conhecimento aos demais alunos do PET e da Engenharia Ambiental, a fim de ampliar as possibilidades de atuação dos interessados na área de SIG. 3.1. 28 – Curso Básico de EXCEL O Microsoft Excel é um programa de planilha eletrônica que possue entre seus recursos uma interface intuitiva e capacitadas ferramentas de cálculo e de construção de gráficos. Nesse contexto é essencial que engenheiros saibam manejar tal ferramenta, por isso, o bolsista do PET Ambiental Klaus Paz ministrará um curso básico de Excel para os demais membros do grupo. Bolsistas Participantes: Todos os bolsistas Mecanismos de avaliação: Realização de atividades práticas a fim de exercitar as ferramentas aprendidas. Resultados esperados: Melhoria do conhecimento e do manuseio dos alunos no tocante as ferramentas do Planejamento de Atividades Excel, e facilitação de diversas análises matemáticas. 3.1. 29 – Curso de Gestão de Áreas Contaminadas (Seminários PET) Aos alunos que ingressaram no curso de Engenharia Ambiental a partir do segundo semestre de 2009 são requeridas para integralização da grade curricular do curso à realização de 60 horas de Atividades Acadêmicas, Científicas e Culturais (AACC) obrigatórias. Para tanto, o PET Ambiental propõe a realização anual de cursos relacionados a temas de relevante interesse ambiental, na forma de seminários sucessivos a serem ministrados pelos petianos. Num primeiro momento será oferecido um curso sobre Gestão de Áreas Contaminadas. Essa atividade constitui-se uma colaboração do PET Ambiental na formação dos discentes do curso e se constituem também como atividades de ensino do grupo. Planeja-se nessa primeira edição um curso de 20h. Esta proposta será apresentada ao CEAMB que analisará a pertinência validade para fins de obtenção de horas AACC. Bolsistas Participantes: Todos os bolsistas Orientador: Prof. Dr. José Francisco do Prado Filho (DEAMB/EM/UFOP) Mecanismos de avaliação: Realização de atividades em sala a fim de exercitar as ferramentas aprendidas. Resultados esperados: Ampliação do conhecimento e treinamento dos discentes quanto a gestão de áreas contaminadas e aperfeiçoamento do grupo em apresentações coletivas. 3.1. 30 – Participação no evento INTERPET Os grupos de Programa de Educação Tutorial da Universidade Federal de Ouro Preto (PET/UFOP), promoverão em 2012 o evento INTERPET. O Encontro tem como principal objetivo promover uma maior interação entre os grupos, bem como a socialização de saberes produzidos por eles, através de oficinas realizadas por cada grupo PET. O evento também contará com palestrantes ligados aos grupos PET (tutores e ex-tutores). O INTERPET é uma oportunidade de aprendizagem, uma vez que exige o desenvolvimento de trabalho em equipe, bem como a solução de problemas. Bolsistas Participantes: todos os componentes do grupo. Resultados esperados: Integração entre os grupos PET da UFOP, organização intergrupos de atividades de interesse coletivo. 3.2. Atividades de Caráter Coletivo e Integrador – até mil palavras (atividades integradas com demais estudantes / grupos, participação em eventos do Programa ou não, entre outros) As atividades de caráter coletivo e integrador são desenvolvidos regularmente no PET Ambiental: se caracterizam pelas reuniões do grupo, atividades em que são necessárias organização, discussões e preparações das ações que demandam idéias e estabelecimento de responsabilidades. A seguir citam-se as atividades coletivas e integradoras para 2012: 1) Reuniões semanais com duração de duas horas entre bolsistas e tutor para planejamento e discussão das atividades e de assuntos de interesse do PET e da profissão. Nessas reuniões também são apresentados seminários, filmes, discussão de artigos e palestras. 2) Reuniões mensais do Inter-PET da UFOP. O PET Ambiental indica dois alunos para a composição dessa organização que visa a integração dos PETs da UFOP. Planejamento de Atividades 3) Participação de dois alunos no Sudeste PET a ser realizado em Vitória (ES) entre os 5 a 8 de abril de 2012. 4) Participação no ENAPET que ocorrerá em São Luís – MA, nos dias 22 a 27 de julho de 2012. 5) Participação em eventos internos e externos da área Ambiental (simpósios, congressos, etc) que eventualmente ocorrerem na UFOP e universidades vizinhas. 6) Participação em eventos com apresentação de trabalho (XX SIC da UFOP, Congressos, Simpósios e afins) dos alunos que eventualmente tenham resultados a mostrar. 7) Participação na Semana Nacional da Ciência e da Tecnologia (datas e temas por definir). 8) Todos os alunos que não possuem formação em língua estrangeira deverão estar matriculados em curso dessa natureza. 9) A página eletrônica e o mural do PET Ambiental têm atualização periódica pelos componentes do PET Ambiental. 10) A sala do PET ambiental além de ser utilizada pelo grupo tem sido frequentemente utilizada por alunos do curso o que faz haver boa integração entre os discentes. 11) O PET ambiental prevê o oferecimento de atividades acadêmicas e de ensino para os alunos do curso como forma de colaboração na formação na formação dos colegas. 12) A sala do PET ambiental é do curso de engenharia ambiental e portanto serve para atividades de estudos e atividades discentes. 4. OUTRAS AÇÕES QUE O GRUPO CONSIDERAR PERTINENTE – até mil palavras (processos seletivos, reuniões, organização de documentação, mecanismos de divulgação intra e extra Curso, entre outros) Parte das atividades programadas para o grupo é aberta para outros alunos interessados, tais como palestras, visitas, cursos etc. Toda documentação do PET Ambiental desde a sua criação, em 2009, está devidamente arquivada junto ao tutor. Há um livro de registros onde estão anotados os dados de todos os integrantes do grupo (nome, data de ingresso e desligamento etc), com a finalidade de manter-se documentalmente todas as alterações na constituição do grupo. Todos os documentos relativos à seleção de novos bolsistas ficam arquivados com o tutor. O site do PET Ambiental é bastante atualizado e possui informações e publicações de interesse para a comunidade do curso. O processo seletivo para o ingresso no PET Ambiental é amplamente divulgado no segmento discente do curso. Normalmente esse processo constitui-se na elaboração de redação de tema ambiental, de entrevista individual, dinâmica de grupo e apresentação de seminário de tema livre na área ambiental. A banca avaliadora geralmente é constituída de ex tutores de PETs da UFOP, do tutor e de integrantes do grupo. 5. DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE TUTORIA – até mil palavras (planejamento quanto à participação/contribuição do (a) tutor (a) nas atividades e na formação dos petianos: definição das atividades e seus objetivos, acompanhamento e avaliação individual e coletiva, entre outros) Planejamento de Atividades As atividades que vêm sendo desenvolvidas pelo grupo, desde seus momentos de criação, revestem-se de grande importância na complementação da formação do engenheiro ambiental da UFOP, já que se busca com elas a integração das atividades o ensino, pesquisa e extensão como estabelece a filosofia do Programa de Educação Tutorial do MEC/SESu. Vale ressaltar, porém, que a indissociabilidade entre tais atividades ainda é um grande desafio na Universidade Brasileira e, obviamente, do PET Ambiental, pois para se concretizar esse viés acadêmico é necessário o desenvolvimento de projetos e estudos que já possuam certa maturidade, consolidação e massa crítica envolvida. Assim sendo, neste momento, ainda considerado de construção do PET Ambiental, as atividades que vêm sendo desenvolvidas no âmbito do grupo possuem o caráter de ensino, pesquisa e extensão, porém ainda não completamente integradas como se idealiza quando fala desse tripé que deve nortear a Universidade. Nesse cenário a tutoria do PET Ambiental leva em consideração as orientações do manual de orientações básicas do PET e a mesma se faz por meio de reuniões semanais, orientações individuais e coletivas e participação em todas as atividades realizadas pelo grupo. Na tutoria é incentivada a formação e organização do grupo, divisões de tarefas e o cumprimento das responsabilidades individuais. Além do mais, o tutor insiste sempre na pró-atividade dos integrantes. Ao final de cada semestre o tutor e os petianos fazem uma auto-avaliação por escrito de suas participações no grupo, as quais ficam arquivadas para fins de acompanhamento e avaliação da evolução. Questões comunitárias, de cidadania e ética fazem parte das preocupações do tutor para com os integrantes do grupo. Periodicamente realizam-se também integrações sociais dos componentes do grupo em diferentes ambientes da cidade de Ouro Preto com a intenção de maior integração e aproximação entre os membros. No entanto, para que as atividades programadas pelo grupo sejam efetivamente executadas e conduzidas pelo tutor é necessário que os recursos financeiros prometidos pela SESu e CAPES (AUX-PE) sejam repassados em tempo para que a programação planejada seja realizada dentro do previsto e sem sobressaltos. Vale ressaltar que em 2011 o PET Ambiental, não recebeu a parcela dos recursos prometidos (R$ 8400,00) para o desenvolvimento das atividades previstas no planejamento para o ano. 6. CRONOGRAMA PROPOSTO PARA REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DO GRUPO ATIVIDADES PLANEJADAS Seminários e Trabalhos Individuais Mural do PET Ambiental Estudo de língua estrangeira Colaboração na Semana de Estudos Realização de Palestras Temáticas Oferecimento de cursos de complementação e atualização no campo ambiental Atividades Receptivas aos calouros Visitas Técnicas Seleção, leitura e apresentação de Artigo Científico de Revista Qualis CAPES (A ou B) na área da engenharia ambiental – Eng. I Participação do Grupo na VI Mostra de Profissões da UFOP Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – SNCT Manutenção e atualização da página na internet do Grupo PET Ambiental Participação em cursos diversos oferecidos no âmbito da UFOP e da Fundação Gorceix. Pesquisa sobre a readequação Planejamento de Atividades I TRIMESTRE XXX II TRIMESTRE XXX III TRIMESTRE XXX IV TRIMESTRE XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XX XXX XXX X X XXX X X X X XXX X X XXX XXX X X XXX XXX XXX XXX X X X X XXX XXX ambiental do antigo depósito de rejeitos da fabricação de alumínio Lago do Azedo no Bairro Jardim Alvorada,Ouro Preto. Pesquisa sobre o perfil do aluno da Engenharia Ambiental da EM/UFOP. Percepções, atitudes e motivações da população quanto a gestão dos resíduos sólidos e a participação nos programas de coleta seletiva: estudo de caso na microrregião de Ouro Preto. Uso e ocupação do solo na região do Anticlinal de Mariana: Subsídios para o ordenamento territorial e preservação ambiental Pesquisa sobre os efeitos de atividades minerárias na biogeoquímica de lagos continentais Caracterização geoquímica das águas de antigas minas auríferas utilizadas para consumo pela Comunidade de Passagem de Mariana (MG) Pesquisa sobre tratamento de águas naturais de abastecimento. Tratamento Anaeróbio do Efluente de Processo de Biodiesel visando à redução da carga orgânica residual e produção de metano para fins energéticos. Análise técnica e jurídica do processo de licenciamento ambiental simplificado nos Estados da Região Sudeste (Monografia de final de curso). Produção e Assistência ao Núcleo de Educação Inclusiva (NEI) da UFOP Avaliação semestral - tutor e componentes do grupo. Programa Cátedra da UNESCO: Água, Mulheres e Desenvolvimento Apresentação de Artigo no XV Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental Treinamento de Alunos para atuar como monitores do ArcGIS 10.0 Participação no evento INTERPET Curso básico de EXCEL Mini-curso de Gestão de Áreas Contaminadas (Seminários PET) Elaboração de projeto a ser submetido à FAPEMIG, Edital 10/2012_ Fomento de atividades de Grupos PET Planejamento de Atividades XXX X XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX XXX X XXX XX XXX X X X XXX X XXX XXX X X XX XX XXX XXX XXX X XX X XX Local e Data: Ouro Preto, 31 de março de 2012 _______________________________________________ Tutor (a) Local e Data: _______________________________________________ Presidente do Comitê Local de Acompanhamento Local e Data: _______________________________________________ Pró-Reitor(a) responsável pelo PET Planejamento de Atividades