PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS – PGRS DO MUNICÍPIO DE VERA CRUZ DO OESTE/PR Vera Cruz do Oeste/PR, Maio de 2011. 1 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho LISTA DE FIGURAS Figura 1: Imagem do atual caminhão responsável pela recolha dos resíduos do município de Vera Cruz do Oeste.............................................. Figura 2: Imagem da caçamba do caminhão responsável pala recolha dos resíduos no município de Vera Cruz do Oeste.............................................. Figura 3: Imagem da atual situação do aterro municipal de Vera Cruz do Oeste............................................................................................................. Figura 4: Imagem da área de implantação do novo aterro sanitário de Vera Cruz do Oeste................................................................................................ Figura 5: Imagem interna do barracão da ACMR.......................................... Figura 6: Imagem da prensa utilizada na ACMR........................................... Figura 7: Imagem do carrinho elétrico e ao fundo carrinho manual, utilizados na coleta de materiais pela ACMR................................................ Figura 8: Modelo de contêiner para acondicionamento de resíduos............. Figura 9: Contêiner com rodas...................................................................... Figura 10: Contêineres estacionários............................................................ Figura 11: Imagens ilustrativas de modelos de papeleiras para colocação em vias públicas............................................................................................ Figura 12: Contêiner metálico para resíduos de construção civil.................. Figura 13: Caixas para armazenamento de lâmpadas fluorescentes............ Figura 14: Embalagens para resíduos hospitalares...................................... Figura 15: Equipamentos para varrição......................................................... Figura 16: Veículo compactador.................................................................... Figura 17: Veículo coletor sem compactação................................................ Figura 18: Caminhão de içamento de contêineres metálicos estacionários.. Figura 19: Veículo para coleta de resíduos de serviço de saúde.................. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 15 15 17 18 21 21 22 59 60 60 62 63 64 68 73 74 75 76 78 2 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho SUMÁRIO 1.JUSTIFICATIVA.......................................................................................... 4 2.OBJETIVOS................................................................................................ 5 3.DESCRIÇÃO DA ÁREA DE INFLUÊNCIA................................................. 6 4.DIAGNÓSTICO ATUAL DOS RESÍDUOS DO MUNICÍPIO....................... 14 5.EMPREENDIMENTOS EXISTENTES NO MUNICÍPIO.............................. 26 6.LEGISLAÇÕES DE INTERESSE............................................................... 34 7.IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS............................................................ 41 8.COMPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS.............................................. 43 9.SEGREGAÇÃO........................................................................................... 46 10.ACONDICIONAMENTO............................................................................ 56 11.COLETA E TRANSPORTE DO RESÍDUOS SÓLIDOS........................... 70 12.TRATAMENTOS DOS RESÍDUOS.......................................................... 79 13.DISPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS............................................................... 83 14.CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................................................... 94 BIBLIOGRAFIA............................................................................................. 95 ANEXOS........................................................................................................ 97 LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 3 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho SIGLAS E NOMECLATURAS DE INTERESSE ACMR – Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Vera Cruz do Oeste ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente COOAAFI – Cooperativa de Agentes Ambientais de Foz do Iguaçu CRAS – Centro de Referencia da Assistência Social EMATER – Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural FUNASA – Fundo Nacional de Saúde IAP – Instituto Ambiental do Paraná IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística KG – Quilogramas, unidade de medida L – Litros, unidade de medida M – Metros, unidade de medida NBR – Denominação de norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas PAIF – Programa de Atenção Integral a Família PEV – Programa de Entrega Voluntária PGRS – Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos PET – Polietileno Tereftalato SANEPAR – Companhia de Saneamento do Paraná UNIOESTE – Universidade Estadual do Paraná VIGIAGUA – Vigilância em Saúde Ambiental relacionada à qualidade da água para consumo humano LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 4 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 1. JUSTIFICATIVA A elaboração e execução do PGRS tem por objetivo atender a Lei Estadual N°. 12.493 de 22 de Janeiro de 2009 que estabelece princípios, procedimentos, normas e critérios referentes à geração, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos no Estado do Paraná, visando controle da poluição, da contaminação e a minimização de seus impactos ambientais e adota outras providências. Segundo Lei Estadual 12.493, resíduos sólidos são: Art. 2º. Para os fins desta lei, entende-se por resíduos sólidos qualquer forma de matéria ou substância, nos estados sólido e semi-sólido, que resulte de atividade industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços, de varrição e de outras atividades da comunidade, capazes de causar poluição ou contaminação ambiental. Parágrafo único. Ficam incluídos entre os resíduos sólidos definidos no caput deste artigo, os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água e os gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como os líquidos cujas características tornem inviável o seu lançamento em rede pública de esgotos ou corpos d' água ou exijam, para tal fim, solução técnica e economicamente inviável, em face da melhor tecnologia disponível, de acordo com as especificações do Instituto Ambiental do Paraná - IAP. Não bastante, todo gerador de resíduos sólidos deve, em forma de Lei Estadual, oportunizar meios de diminuir a geração, reutilizar materiais e ao mesmo tempo ser um facilitador a reciclagem de materiais passiveis dos mesmos. Art. 3°. I - a geração de resíduos sólidos, no território do Estado do Paraná, deverá ser minimizada através da adoção de processos de baixa geração de resíduos e da reutilização e/ou reciclagem de resíduos sólidos, dando-se prioridade à reutilização e/ou reciclagem a despeito de outras formas de tratamento e disposição final, exceto nos casos em que não exista tecnologia viável; LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 5 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 2. OBJETIVOS O objetivo do PGRS é contribuir para a redução da geração de resíduos sólidos no Município de Vera Cruz do Oeste/PR, orientando o correto acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e destinação final. Além de levantamento qualitativo e quantitativo dos resíduos gerados no município, assim como levantamento de suas principais características, este PGRS irá apontar e descrever as ações relativas ao manejo de resíduos sólidos, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final do Município de Vera Cruz do Oeste. Ainda será feita a proposição de campanhas de Educação Ambiental para toda a população do Município, desta forma, delegando responsabilidades aos próprios geradores de resíduos. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 6 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 3. DESCRIÇÃO DA ÁREA DE INFLUÊNCIA A área de influência direta deverá ser considerada todo o Município de Vera Cruz do Oeste, localizado no Oeste do Paraná. 3.1. HISTÓRICO A Região Oeste do Paraná iniciou efetivamente o seu desenvolvimento a partir da década de 1950. Uma das medidas importantes de colonização e do povoamento foi a criação do Território Federal do Iguaçu, fundado em 1943 e extinto em 1946, cuja capital foi Laranjeiras do Sul. Este fato incrementou o movimento migratório de famílias sulinas para a região. Evento importante para a história da região foi a passagem da “Coluna Prestes”, 1924 a 1925, movimento que desencadeou a implementação de políticas públicas para ocupação e uso dessa parte do território. As cidades foram surgindo inicialmente às margens da estrada aberta ainda no século XIX entre Guarapuava e Foz do Iguaçu (atual BR 277). Vera Cruz do Oeste teve seu início com a chegada das primeiras famílias na década de 1950. Em 1960, no Norte do Município de Céu Azul, houve uma grande corrente migratória do Norte do Estado do Paraná e do país. Antonio Vilas Boas, fundador do Município, pretendia fundar o povoado para oferecer melhores condições para seus moradores. Iniciou então, o processo de divisão de áreas para colonização, pela empresa Bentem e Banco do Estado do Paraná. Traçado o loteamento de sua gleba, no ano de 1964, deu-se o início da cidade. A 22 de setembro de 1965, celebrou-se a primeira missa, tendo as mesmas características da primeira missa do Brasil, por isso seu fundador resolveu prestar uma homenagem à nossa pátria, dando-lhes um de seus nomes, e às ruas nomes de personagens brasileiros inesquecíveis. O registro legal do Patrimônio, com uma área de 730.247,4m2 (Céu Azul e Vera Cruz do Oeste) deu-se em 22 de setembro de 1966, e em menos de um ano é criado o Município de Céu Azul e o Distrito Administrativo e Judiciário de Vera Cruz do Oeste, aprovado pela Lei Estadual nº 5.572/67. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 7 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Alguns dados do Município de Vera Cruz do Oeste devido a algumas características pessoais de seu fundador Antonio Vilas Boas, que nasceu em Santa Rita de Sapucaí (MG), em 25 de novembro de 1908, que por ser devoto de Santa Catarina, quis colocar à cidade, que acabara de fundar, sob a proteção da Santa, dando sua data ao nome da Paróquia, que conserva até os dias de hoje. O povoamento cresceu rapidamente havendo a necessidade de ampliar o número de salas de aula e implantação da infra-estrutura básica para atendimento à população nos diversos setores. Como a população do Distrito Administrativo de Vera Cruz do Oeste ultrapassou o número de habitantes da sede (Céu Azul), sendo inclusive o prefeito eleito Geraldo Batista Chaves, residente no distrito de Vera Cruz do Oeste. Iniciado o movimento de emancipação, criou-se o Município pela Lei Estadual nº 7.269 de 27 de dezembro de 1979, e instalado em 1º de fevereiro de1983. Pelo Decreto Municipal nº 25/83, foi declarado feriado municipal o dia 25 de novembro, consagrado ao dia da Padroeira do Município, Santa Catarina. 3.2. GEOGRAFIA Situação Geográfica: região Oeste do Estado do Paraná. Situada junto às rodovias estaduais PR-488 e PR-585, a 54 quilômetros de Cascavel e a 550 quilômetros de Curitiba. Limites: ao Norte, com o Município de São Pedro do Iguaçu, ao Leste e Sul, com o Município de Céu Azul, e ao Oeste, com o Município de Diamante do Oeste e Matelândia. (ANEXO 1) 3.3. ÁREA TERRITORIAL TOTAL A área total do Município segundo Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste é de 332,625 Km2, sendo que a área urbana é de aproximadamente 14.500 Km² e a área rural de 318.125 Km². (ANEXO 2) LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 8 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 3.4. RELEVO O Município apresenta topologia ligeiramente ondulada. Faz parte do 3º Planalto do Paraná ou Planalto de Guarapuava. Altitude: a sede do Município está situada a uma altitude de 620 metros acima do nível do mar. O solo do Município caracteriza-se por solos argilosos (terra roxa), próprios a todas as culturas. 3.5. CLIMA Geograficamente classificado como Clima Subtropical, tem características predominantes de clima tropical com regular índice pluviométrico e temperaturas médias anuais entre 18°C e 22°C. 3.6. VEGETAÇÃO Predominância de matas pluvio tropicais. Segundo Mantovani (1993, apud Adams, 2000), a floresta encontrada sobre serrarias costeiras denomina-se Floresta Pluvial Tropical, Floresta Ombrófila Densa ou, genericamente, Mata Atlântica. A Mata Atlântica é a segunda floresta neotropical em tamanho, depois da Floresta Amazônica (Adams, op.cit.). Localiza-se sobre uma antiga cadeia de montanhas, que se estende ao longo da costa brasileira. Os primeiros estudos e registros sobre a Mata Atlântica, desenvolvidos a partir do Século XIX, mostram que esta floresta cobria boa parte do litoral brasileiro, estendendo-se desde o Rio Grande do Norte até o Rio Grande do Sul, de forma quase contínua. Atualmente, seus remanescentes correspondem a menos de 8% da cobertura original (SOS Mata Atlântica, 1995), sendo que as maiores áreas estão nas regiões Sul e Sudeste. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 9 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 3.7. HIDROGRAFIA Os principais rios são: Corvo Branco, São Francisco Falso-Braço Norte, São Francisco Falso-Braço Sul, São Pedro, Barro Preto, Santa Inês, Ramona e Pavão. 3.8. ABASTECIMENTO DE ÁGUA A Empresa concessionária SANEPAR é responsável dentro do saneamento básico pela captação, tratamento e distribuição de água no Município de Vera Cruz do Oeste como também coleta, tratamento e lançamento de esgoto sanitário. A Secretaria Municipal de Administração acompanha o contrato de concessão com a SANEPAR, sendo a Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Recursos Hídricos responsável pelo suporte técnico e monitoramento junto a esta concessionária. O abastecimento de água na maioria das comunidades é realizado por poço artesiano. A Secretaria Municipal de Saúde por meio do setor de Vigilância Sanitária realiza mensalmente o controle da qualidade da água consumida pela população destas localidades através do Programa VIGIAGUA do Ministério da Saúde. Segundo a Portaria 518/2004 do Ministério da Saúde é estabelecido para o Município a realização de cinco exames amostrais mensais de água coletadas em pontos cadastrados no sistema, que são realizados no Laboratório credenciado da UNIOESTE. Os exames realizados são: Cloro Residual Livre – CRL, Turbidez – TB, Flúor – FL, Contagem Total Bacteriana – CT e Escherichia coli – EC. A Vigilância Sanitária analisa os resultados das amostras e verifica a necessidade de condutas cabíveis frente às amostras que apresentaram resultados insatisfatórios. O Departamento de Engenharia da Prefeitura Municipal é responsável pela parte de drenagem urbana do município. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 10 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 3.9. POPULAÇÃO Segundo dados do IBGE, 2010: População recenseada: 8.973 Homens: 4.411 (49,16%) Mulheres: 4.562 (50,84) População Urbana: 6.897 (76,87%) População Rural: 2.076 (23,13%) TABELA 1: Número de habitantes recenseados no Município de Vera Cruz do Oeste. Taxas e Indicadores 1991 1996 2000 2007 2009 2010 Demográficos População Total Média de moradores por domicílio Razão de sexo Razão de dependência 11.370 10.302 9.651 9.099 9.257 8.973 4,26 3,86 3,59 3,38 - 3,12 101,81 101,98 99,36 97,8 - 96,69 0,59 0,6 0,57 0,53 - 0,5 - -1,95 -1,82 -0,88 - -0,73 Taxa de urbanização 0,58 0,65 0,72 0,75 - 0,76 Percentual de pessoas com mais 2,55 3,66 4,61 5,66 - 6,75 6,09 6,22 5,22 4,02 - 3,72 Taxa de crescimento anual de 69 anos Percentual de pessoas menores de 3 anos Fonte: IBGE. Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste, 2011. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 11 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho TABELA 2: Domicílios existentes no Município de Vera Cruz do Oeste. Domicílios Particulares 1991 1996 2000 2007 2010 Particulares Permanentes 2.657 2.670 2.654 2.683 2.872 Particulares Improvisados - 14 2 2 2 0 0 2 4 0 Domicílios Vagos 193 229 320 184 160 Domicílios de Uso Ocasional 19 21 29 16 59 Domicílios Coletivos com Morador 0 0 7 3 3 Domicílios Coletivos sem Morador - - - - 1 Domicílios Ocupados Domicílios Ocupados Domicílios Fechados Domicílios Coletivos Fonte: IBGE. Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste, 2011. O Município de Vera Cruz do Oeste não possui nenhum distrito legalmente constituído, o que existe são apenas comunidades e vilas localizadas na zona rural. A seguir disponibilizamos uma tabela com o número de domicílios rurais e infra-estrutura disponível na área rural do Município segundo dados da Secretaria Municipal de Assistência Social, ano 2010: LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 12 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho TABELA 3: Dados das comunidades existentes do Município de Vera Cruz do Oeste. Zona Rural Número de Número de Água Luz Saneamento Transporte propriedades Moradias Placa São Pedro 95 80 22 Sim Não Escolar Barro Preto 35 32 02 Sim Não Escolar Trinta e Dois 50 29 0 Sim Não Escolar Querubim 60 51 0 Sim Não Escolar Cherenga 15 11 01 Sim Não Escolar Jangada 35 29 0 Sim Não Escolar Jacutinga 90 85 0 Sim Não Escolar Água da Madeira 82 70 0 Sim Não Escolar São Sebastião 106 90 0 Sim Não Escolar Tonico Braga 47 42 28 Sim Não Escolar Cachoeirinha 20 17 0 Sim Não Escolar Feijão Cru 20 18 0 Sim Não Escolar Três Coroas 80 68 0 Sim Não Escolar Quatro S 80 68 0 Sim Não Escolar Fazenda Céu 30 25 0 Sim Não Escolar Ouro Fino 25 21 10 Sim Não Escolar Gramado 52 44 0 Sim Não Escolar Vila Rural 25 25 25 Sim Não Escolar 28 28 28 Sim Não Escolar Azul Amanhã Feliz Vila Rural Primavera Fonte: Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste, 2011. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 13 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Obs. Nota-se que nas zonas rurais ainda não há estrutura para coleta de efluentes sanitários que deveria seguir para uma estação de tratamento do esgoto. Atualmente o principal sistema utilizado é de apenas sumidouro. Desta formo propomos a Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste a conscientização para instalação de um sistema mais adequado para o tratamento deste efluentes, recomendamos a adoção de um sistema formado por fossa séptica, seguida de um filtro biológico com o destina final o sumidouro, este sistema e de fácil instalação e baixo custo, diminuindo de forma significativa os impactos provenientes dos esgotos domésticos e sanitários das residências rurais. Atendendo a Norma 7229/83 da ABNT nos aspectos construtivos e memoriais de dimensionamento. Os resíduos resultantes do sistema deverão ser coletados periodicamente ou conforme necessidade, estes devem ser armazenados em tambores próprios para este fim e destinados a empresa especializada para controle e destinação final. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 14 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 4. DIAGNÓSTICO ATUAL DOS RESÍDUOS NO MUNICÍPIO A Secretaria Municipal de Viação, Obras e Urbanismo é responsável pela realização da coleta e transporte dos Resíduos Sólidos do Município em especial os resíduos de varrição de rua, orgânicos, poda de árvores urbana e entulhos, como também na operacionalização do aterro sanitário. Segundo delegação de responsabilidades da Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste, fica sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, a elaboração, fiscalização implementação de programas, projetos e campanhas de conservação do meio ambiente. Seguindo, portanto a lei municipal em seu Artigo 30, in verbis: Art. 30°. – À Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente incumbe prestar assistência técnica aos agricultores e pecuaristas; promover programas educativos e de extensão rural, integrado aos órgãos federais e estaduais que atuam na área; promover programas de conservação de solos e água; e atuar, dentro dos limites da competência municipal, como elemento regularizador e fiscalizador do abastecimento da população. Esta secretaria por sua vez, trabalha fortemente em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte e Secretaria Municipal de Saúde, promovendo a Educação Ambiental nos estabelecimentos de ensino (rede formal) e comunidade (informal) por meio de palestras, visitas técnicas, divulgação, sensibilização porta a porta etc. com o objetivo de reduzir, reutilizar e reciclar a quantidade de materiais produzidos como também evitar/eliminar os focos do mosquito Aedes Aegypti. Inclusive na grade curricular municipal está prevista a disciplina de Educação Ambiental, o que certamente fortalece ainda mais as ações de separação e coleta de resíduos sólidos bem como os inúmeros trabalhos realizados em relação ao meio ambiente. O veículo de coleta segue nas imagens a seguir. (Figura 1 e 2): LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 15 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Figura 1: Imagem do atual caminhão responsável pela recolha dos resíduos do município de Vera Cruz do Oeste. Figura 2: Imagem da caçamba do caminhão responsável pala recolha dos resíduos no município de Vera Cruz do Oeste. A Associação de Catadores de Materiais Recicláveis do Município de Vera Cruz do Oeste – ACMR assessorada pela Secretaria Municipal de Assistência Social é a que auxilia a Prefeitura realizando coleta e separação dos materiais recicláveis. Esta associação de catadores recolhe o material reciclável todos os dias de forma alternada entre os bairros e o centro da cidade. A coleta de materiais LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 16 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho recicláveis na zona rural é realizada às sextas – feiras de acordo com o agendamento por parte dos produtores rurais. Os resíduos orgânicos das comunidades rurais são enterrados ou aproveitados para a compostagem e posterior utilização em hortas caseiras. Infelizmente ainda a queima de alguns resíduos (por exemplo, folhas de árvores e papéis usados) é prática comum de muitos agricultores e donas de casa. Atualmente, a disposição dos resíduos orgânicos na zona urbana do Município de Vera Cruz do Oeste é em Aterro Sanitário com Licença de Operação, o qual recebe diariamente materiais orgânicos provindos da coleta de resíduos na área urbana. Os materiais recicláveis são recolhidos separadamente, como descritos anteriormente, pela Associação de Catadores de Materiais Recicláveis – ACMR do Município. A coleta dos resíduos orgânicos na zona urbana é realizada uma vez ao dia, sendo feita continuamente no centro e alternada entre os bairros. Quanto ao sistema de varrição e limpeza de vias públicas, ocorre da seguinte forma. A varrição das vias públicas é realizada por meio de 6 (seis) varredores que realizam a limpeza de segunda – feira a sexta – feira em toda a cidade. Não existe um local específico nem cronograma definido dos pontos de varrição, Os varredores agem de forma rotacional dentro da área urbana. 4.1. ATERRO SANITÁRIO O Aterro Sanitário está localizado no Lote nº 35-L Gleba nº 7 Colônia Rio Quarto na Estrada para Ouro Fino, distante 2.500m da sede da Prefeitura Municipal, possuindo como coordenadas geográficas 250°04’19”S e 53058’09”O. A área útil do aterro Sanitário é de 12.100m2 ou 1,21ha. A data de desapropriação amigável da área consta de 20 de Setembro de 1999, com vida útil projetada para 10 anos a contar do início da operação. Como este prazo já se excedeu uma nova área ao lado do aterro está sendo adquirida pela Prefeitura Municipal e o Licenciamento LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 17 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Ambiental está sendo providenciado junto ao Instituto Ambiental do Paraná – IAP. (Figura 3) Figura 3: Imagem da atual situação do aterro municipal de Vera Cruz do Oeste. A nova área adquirida pela Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste para a implantação do novo Aterro Sanitário será no Lote Rural Nº. 35-A-1, desapropriação do Lote Rural nº 35-A, da Gleba Nº. 07 Colônia Rio Quarto, Polígono I. Com uma área total de 24.200m2 ou 2,4200 ha. Portanto, sendo uma provável vida útil de 20 anos, porem com correta operação poderá aumentar este prazo. (Figura 4). LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 18 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Figura 4: Imagem da área de implantação do novo aterro sanitário de Vera Cruz do Oeste. 4.2. COLETA A coleta, transporte e operação dos resíduos urbanos até o Aterro Sanitário é realizado pela Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste, especificamente pela Secretaria Municipal de Obras. A coleta de resíduos sólidos é realizada de forma contínua, todos os dias no período da tarde no centro da cidade seguindo para os demais bairros, atendendo 100% dos domicílios do município. A coleta de resíduos sólidos é realizada 1(uma) vez ao dia de acordo com o cronograma abaixo: LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 19 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho TABELA 4: Cronograma de recolha de resíduos sólidos do município de Vera Cruz do Oeste. Dias Bairros Período Segunda - feira Jardim América, Vila Graciosa, Vila Rural Manhã Manhã Feliz, BNH, Conjunto Habitacional 1º de Maio, CTG e Casa Familiar Rural Terça - feira Jardim Bandeirantes, Prefeitura Municipal e Jardim Manhã Olinda Quarta - feira Jardim América, Vila Graciosa, Vila Rural Manhã Manhã Feliz, BNH, Conjunto Habitacional 1º de Maio, CTG e Casa Familiar Rural Quinta - feira Jardim Bandeirantes, Prefeitura Municipal e Jardim Manhã Olinda Sexta - feira Jardim América, Vila Graciosa, Vila Rural Manhã Manhã Feliz, BNH, Conjunto Habitacional 1º de Maio, CTG e Casa Familiar Rural (Nos sítios coleta seletiva de acordo com a demanda de cada comunidade rural) Sábado Jardim Bandeirantes, Prefeitura Municipal e Jardim Manhã Olinda Fonte: Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste, 2011. No quadro funcional para realização das coletas, consta um Motorista, quatro coletores de lixo, os quais trabalham juntos percorrendo o Município. Ainda mais seis varredores que percorrem todos os bairros e um operador de pá carregadeira, o qual estará disponível junto ao Aterro Sanitário Municipal para movimentação e aterramento dos resíduos. Entre os materiais e insumos utilizados destaca-se o uso de combustíveis, e os equipamentos de segurança dos trabalhadores, tais como: luvas, sacarias e vassouras. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 20 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 4.3. COLETA DOS MATERIAIS RECICLÁVEIS O Município de Vera Cruz do Oeste possui o Projeto Coleta Solidária, que visa à coleta seletiva dos materiais recicláveis por meio da Associação de Catadores de Materiais Recicláveis – ACMR do Município, estes trabalhadores que, há mais de 50 anos coletavam nas ruas, hoje em Associações, coletam os materiais e encaminham para a reciclagem, daí tirando seu sustento e o de sua família. Além de contribuir com a economia dos recursos naturais, o trabalho dos catadores contribui com a limpeza da cidade, com a saúde pública, com o meio ambiente e com a vida útil dos aterros. O Projeto faz parte das ações do Programa Cultivando Água Boa da Itaipu Binacional em parceria com a Prefeitura Municipal. 4.4. ASSOCIAÇÃO DE CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS DE VERA CRUZ DO OESTE – ACMR No ano de 2000, com o início da readequação do espaço de destinação final dos resíduos sólidos, atendendo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, para aterros sanitários, tornou-se necessário a organização do trabalho dos catadores de materiais recicláveis. No Município de Vera Cruz do Oeste a ACMR – Associação de Catadores de Materiais Recicláveis foi fundada em 30 de Maio do ano de 2006. Ela se caracteriza por ser uma entidade de natureza civil, sem fins lucrativos. Está instalada no Parque Industrial do Município em um barracão cedido por comodato num período de 20 (vinte) anos pela Prefeitura Municipal. Em 26 de Agosto de 2009 a ACMR adquiriu por meio de projeto 04(quatro) carrinhos elétricos, 01(uma) balança, 01(uma) prensa e 6(seis) carrinhos manuais bem como 13(treze) kits de uniformes, que foram repassados pela COOAAFI – Cooperativa de Agentes Ambientais de Foz do Iguaçu e doados pela Itaipu Binacional por meio do Termo de Compromisso firmado que contempla apoio financeiro para o desenvolvimento do projeto Coleta Solidária – Programa Cultivando Água Boa. (Figura 5, 6 e 7) LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 21 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Figura 5: Imagem interna do barracão da ACMR. Figura 6: Imagem da prensa utilizada na ACMR. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 22 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Figura 7: Imagem do carrinho elétrico, e ao fundo carrinho manual, utilizados na coleta de materiais pela ACMR. Atualmente a ACMR encontra-se em pleno funcionamento, contando com CNPJ próprio, Estatuto e participação em vários eventos municipais. A partir de sua fundação, vários catadores ingressaram na Associação que conta hoje com dez integrantes. O trabalho na Associação funciona de forma compartilhada e com divisão igualitária dos lucros entre equipes especiais para coleta, transporte e seleção do material. O resultado da venda dos materiais é dividido entre os associados de acordo com a presença diária no trabalho. A renda mensal de cada catador corresponde a R$ 300,00 (trezentos reais). Valor este, que oscila de acordo com o volume coletado e o valor dos materiais vendidos. Os catadores ativos na ACMR são todos advindos de famílias extremamente carentes em vulnerabilidade e risco social, quase todos são analfabetos tendo como única renda o Bolsa Família e os ganhos adquiridos através da Associação. Nos últimos três anos pode-se afirmar que foram beneficiados diretamente aproximadamente 100 (cem) catadores e indiretamente 500 (quinhentas) pessoas. Segundo levantamento da Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, os materiais vendidos são: papelão, mistão, papel branco, plástico cristal, garrafa PET, sucata, sacola plástica, copinho, garrafinha colorida, LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 23 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho PET óleo, ráfia, latinha, alumínio, ferro, metal, isopor, leitoso, bloco, inox, bateria e motor. A área de atuação da Associação é em todo o município, tanto na zona rural como urbana. Recentemente um projeto foi elaborado para aquisição de um caminhão para a Associação a fim de melhorar a eficiência da coleta e o mesmo foi aprovado junto a FUNASA – Fundo Nacional de Saúde com previsão para liberação do recurso no início de 2011. Para facilitar o trabalho da coleta seletiva tanto para os catadores como para a comunidade foi desenvolvido um cronograma com dias de coleta por bairros, sendo assim definido: TABELA 5: Recolha nas comunidades rurais do município de Vera Cruz do Oeste. Dias Bairros Período Segunda - feira Jardim Bandeirantes Manhã Terça - feira Centro Manhã Quarta - feira Jardim América Manhã Quinta - feira Vila Graciosa e Vila Rural Manhã Sexta - feira Área Rural (sítios) Dia todo Fonte: Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste. 2011. Para o bom andamento das atividades de coleta seletiva no Município é fundamental compreender a realidade local permitindo um planejamento preciso e adequado a gestão dos resíduos sólidos. Para tanto, a Secretaria Municipal de Assistência Social é responsável pelo acompanhamento dos catadores e suas famílias por meio do Centro de Referência da Assistência Social – CRAS através do Programa de Atenção Integral à Família – PAIF bem como no assessoramento em relação à capacitação da Diretoria da ACMR no que diz respeito ao processo de negociação, comercialização e divisão da receita entre os associados. A Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte juntamente com a Secretaria Municipal de LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 24 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Agricultura, Meio Ambiente e Recursos Hídricos e Secretaria Municipal de Saúde, trabalham com a Educação Ambiental nos estabelecimentos de ensino (rede formal) e comunidade (informal) por meio de palestras, visitas técnicas, divulgação, sensibilização porta a porta etc. com o objetivo de reduzir, reutilizar e reciclar a quantidade de materiais produzidos como também evitar/eliminar os focos do mosquito Aedes Aegypti. Inclusive na grade curricular municipal está prevista a disciplina de Educação Ambiental, o que certamente fortalece ainda mais as ações de separação e coleta de resíduos sólidos bem como os inúmeros trabalhos realizados em relação ao meio ambiente. As principais vantagens da utilização de cooperativas de catadores são: Geração de emprego e renda; Resgate da cidadania dos catadores, em sua maioria moradores de rua; Redução das despesas com os programas de reciclagem; Organização do trabalho dos catadores nas ruas evitando problemas na coleta de lixo e o armazenamento de materiais em logradouros públicos; Redução de despesas com a coleta, transferência e disposição final dos resíduos separados pelos catadores que, portanto, não serão coletados, transportados e dispostos em aterro pelo sistema de limpeza urbana da cidade. Essa economia pode e deve ser revertida às cooperativas de catadores, não em recursos financeiros, mas em forma de investimentos em infraestrutura (galpões de reciclagem, carrinhos padronizados, prensas, elevadores de fardos, uniformes), de modo a permitir a valorização dos produtos catados no mercado de recicláveis. Um dos principais fatores que garantem o fortalecimento e sucesso de uma cooperativa de catadores é a boa comercialização dos materiais recicláveis. Para tanto é fundamental que sejam atendidas as seguintes condições: • Boa qualidade dos materiais contaminação por (seleção por tipo de impurezas e formas produto, baixa adequadas embalagem/enfardamento); LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] de 25 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho • Escala de produção e de estocagem, ou seja, quanto maior a produção ou o estoque à disposição do comprador, melhor será a condição de comercialização; • Regularidade na produção e/ou entrega ao consumidor final. Após a implantação de uma cooperativa de catadores é importante que o poder público continue oferecendo apoio institucional de forma a suprir carências básicas que prejudicam o bom desempenho de uma cooperativa, notadamente no início de sua operação. 4.5. DADOS QUANTITATIVOS E QUALITATIVOS DOS RESÍDUOS COLETADOS Segundo levantamento realizado pela Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Município de Vera Cruz do Oeste, apresenta-se os resíduos gerados: a) O PESO (KG/SEMANA); São gerados 19.236 Kg/semana de resíduos orgânicos e 1.000 Kg/semana de materiais recicláveis. b) VOLUME (m³/SEMANA); 3 3 São gerados 19,236 m /semana de resíduos orgânicos e 1 m /semana de materiais recicláveis c) PESO MÉDIO DIÁRIO (KG). São gerados 3.206 Kg/dia de resíduos orgânicos e 200 Kg/semana de materiais recicláveis. d) QUANTIDADE DE CAMINHÕES UTILIZADOS PARA A COLETA. Para a realização da coleta é utilizado 1(um) caminhão tipo caçamba. Com base nestes dados, pode-se realizar uma avaliação dos trabalhos realizados e a proposição de medidas corretivas e de melhoria continua. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 26 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 5. EMPREENDIMENTOS EXISTENTES NO MUNICÍPIO Após analise no Município de Vera Cruz do Oeste e com base em seus alvarás de funcionamento emitidos dos anos 2010/2011, conseguimos verificar os empreendimentos geradores de resíduos dentro do Município e seus principais resíduos. Separamos em grupos por periculosidade dos resíduos gerados, dando mais atenção a resíduos químicos e de serviço de saúde, após resíduos com características especiais e resíduos comuns, já identificando as devidas responsabilidades e destinação final adequada. Os métodos de segregação, acondicionamento, tratamento e destinação final devem seguir conforme texto atendendo as legislações federais, estaduais e municipais. Para um melhor entendimento e após considerações classificamos os resíduos segundo Lei Estadual 12.493, artigo 2°: LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 27 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho QUADRO 1 – Resíduos sólidos Agrícolas. CLASSIFICAÇÃO: AGRÍCOLA – Resíduos sólidos das atividades agrícolas e da pecuária, como, por exemplo, embalagens de adubos e agrotóxicos, defensivos agrícolas, ração, restos de colheita, etc. Em várias regiões do mundo, este tipo de lixo vem causando preocupação crescente, destacando-se as enormes quantidades de esterco animal gerados nas fazendas de pecuária intensiva. Também as embalagens de agroquímicos diversos, em geral tóxicos, tem sido alvo de legislações específicas. Propriedades rurais, Clinicas veterinárias, Revendedores GERADORES: de insumos e etc. CARACTERISTICAS Apresentam resíduos com qualidades especiais, como DOS RESÍDUOS: medicamentos e produtos químicos, necessitando segregação, tratamento e destinação final adequada e especializada. RESPONSABILIDADE: Cabe ao órgão ambiental (IAP) fiscalizar, e aos geradores e revendedores, conforme Lei Estadual 12.493, realizar a recolha de todas as embalagens de agrotóxicos e medicamentos, em seguida segregar e dar devida destinação final conforme legislação vigente. DESTINAÇÃO ADEQUADA: FINAL Segregação e contratação de empresa especializada para destinação final e/ou tratamento adequado. Fonte: Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste. LLA Engenharia e Assessoria Ambiental. 2011. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 28 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho QUADRO 2 – Resíduos sólidos industriais. CLASSIFICAÇÃO: INDUSTRIAL – É aquele originado nas atividades industriais, dentro dos diversos ramos produtivos existentes. O lixo industrial é bastante variado e pode estar relacionado ou não com o tipo de produto final de atividade industrial. É constituído por resíduos de cinzas, óleo, lodo, substâncias alcalinas ou ácidas, escórias, corrosivos, etc. Fábrica de móveis, Construtoras e artefatos de cimento, GERADORES: Pintores e gráficas, Pintores e gráficas, Revendedoras de celulares, Salões de beleza e cabeleireiros, Oficinas Mecânicas e auto elétricas, Lava carros e comércio de combustíveis, Transportadoras, Cerâmicas, Refrigeração e revenda de eletrônicos e etc. CARACTERISTICAS Apresentam resíduos com qualidades especiais, como DOS RESÍDUOS: inflamabilidade, corrosão e/ou potencial poluidor através de seus produtos utilizados, produzidos ou revendidos, necessitando de correta segregação, tratamento e destinação final adequada e/ou especializada. RESPONSABILIDADE: Cabe ao órgão ambiental (IAP) fiscalizar, e aos geradores segregar e dar devida destinação final conforme legislação vigente. DESTINAÇÃO ADEQUADA: FINAL Cabe aos empreendimentos geradores realizar a devida segregação e destinação final, podendo realizar a contratação de empresa especializada para destinação e/ou tratamento adequado. Fonte: Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste. LLA Engenharia e Assessoria Ambiental. 2011. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 29 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho QUADRO 3 – Resíduos sólidos especiais. CLASSIFICAÇÃO: ESPECIAL – É o lixo encontrado em portos, aeroportos, terminais rodoviários ou ferroviários. Constituído de resíduos sépticos, pode conter agentes patogênicos oriundos de um quadro de endemia de outro lugar, cidade, estado ou país. Estes resíduos são formados por material de higiene e anseio pessoal, restos de alimentação, etc. GERADORES: Terminal Rodoviário. CARACTERISTICAS Apresentam resíduos comuns que podem apresentar DOS RESÍDUOS: qualidades patogênicas, sendo considerados especiais. RESPONSABILIDADE: Do município, Vigilância Sanitária, regido pelo Ministério da Saúde. DESTINAÇÃO FINAL Incineração. ADEQUADA: Fonte: Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste. LLA Engenharia e Assessoria Ambiental. 2011. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 30 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho QUADRO 4 – Resíduos sólidos hospitalares. CLASSIFICAÇÃO: HOSPITALAR – Constituído de resíduos sépticos que contém ou potencialmente podem conter germes patogênicos. Este lixo é constituído de agulhas, seringas, gases, bandagens, algodões, órgãos e tecidos removidos, meios de cultura, animais usados em teste, sangue coagulado, remédios, luvas descartáveis, filmes radiológicos, etc. Clínicas médicas e odontológicas, Hospitais, Farmácias, GERADORES: Serviços funerários, etc. CARACTERISTICAS Perigosos, DOS RESÍDUOS: biológicos. riscos patogênicos, químicos, físicos e RESPONSABILIDADE: Dos próprios Geradores. DESTINAÇÃO ADEQUADA: FINAL Cabe, conforme a Lei Estadual 12.493, aos empreendimentos geradores realizar a segregação e destinação final adequada, poderá ser realizada a contratação de empresa especializada para destinação e/ou tratamento adequado. Fonte: Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste. LLA Engenharia e Assessoria Ambiental. 2011. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 31 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho QUADRO 5 – Resíduos sólidos públicos. CLASSIFICAÇÃO: PÚBLICO – É aquele originado de serviços de limpeza pública urbana, incluindo o resíduo de varrição das vias públicas, limpeza de praias, de galerias, córregos e terrenos baldios, podas de árvores, etc. Fazem parte ainda desta classificação a limpeza de locais de feiras livres ou eventos públicos. GERADORES: Prefeitura através de varrição e limpeza pública. CARACTERISTICAS Variáveis, resíduos comuns orgânicos e recicláveis, não DOS RESÍDUOS: recicláveis ou de características especiais a exemplo de pilhas e lâmpadas fluorescentes. RESPONSABILIDADE: Do município. DESTINAÇÃO ADEQUADA: FINAL Devem ser recolhidos, segregados, podendo ser dispostos no Aterro Municipal, repassados a ACMR ou dispostos como resíduos especiais sendo repassados a empresas especializadas para tratamento e destinação final. Fonte: Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste. LLA Engenharia e Assessoria Ambiental. 2011. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 32 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho QUADRO 6 – Resíduos sólidos comerciais e serviços. CLASSIFICAÇÃO: COMERCIAL E SERVIÇOS – É aquele originado nos estabelecimentos comerciais e de serviços, como supermercados, bancos, lojas, bares, restaurantes, etc. O lixo destes estabelecimentos tem um forte componente de papel, plástico, embalagens diversas, como papel-toalha, papel higiênico, etc. Borracharias GERADORES: financeiros e e Bicicletarias, engenharia, Escritórios Revenda de contábeis, peças e assessórios, Lanchonetes, bares, sorveterias, padarias, restaurantes, supermercados, Comércio de vidros e espelhos, Telecomunicações, internet, Escolas, lan house, provedores auto-escolas, escolas de idioma, Templos e Igrejas, Distribuidor de bebidas, Revenda de móveis e esquadrias, Bancos, etc. CARACTERISTICAS Variáveis, resíduos comuns orgânicos e recicláveis, não DOS RESÍDUOS: recicláveis ou de características especiais a exemplo de pilhas e lâmpadas fluorescentes. RESPONSABILIDADE: Dos Geradores, podendo ter auxilio da Prefeitura para os resíduos comuns. DESTINAÇÃO ADEQUADA: FINAL Devem ser recolhidos, segregados, podendo ser dispostos no Aterro Municipal, repassados a ACMR ou dispostos como resíduos especiais sendo repassados a empresas especializadas para tratamento e destinação final. Fonte: Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste. LLA Engenharia e Assessoria Ambiental. 2011. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 33 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho QUADRO 7 – Resíduos sólidos domiciliares. CLASSIFICAÇÃO: DOMICILIAR – É aquele originado na vida diária das residências, constituído por resto de alimento, produtos deteriorados, jornais, revistas, garrafas, embalagens, papel higiênico, fraldas descartáveis, ou ainda uma infinidade de itens domésticos. GERADORES: Residências urbanas e rurais. CARACTERISTICAS Variáveis, resíduos comuns orgânicos e recicláveis, não DOS RESÍDUOS: recicláveis ou de características especiais a exemplo de pilhas e lâmpadas fluorescentes. RESPONSABILIDADE: Município. DESTINAÇÃO ADEQUADA: FINAL Devem ser segregados diretamente nas fontes geradoras, seguida de coleta dos materiais recicláveis pela ACMR através de Programa de Coleta Porta a Porta, e nas zonas rurais através do Programa de Pontos de Entrega Voluntária. Os resíduos orgânicos podem ser utilizados para compostagem, sendo que atualmente são destinados juntamente com os resíduos não recicláveis ao Aterro Sanitário. Fonte: Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste. LLA Engenharia e Assessoria Ambiental. 2011. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 34 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 6. LEGISLAÇÕES DE INTERESSE Lei Nº 12.305 de 02 de Agosto de 2010, a qual Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Art. 1. § 1º- Estão sujeitas à observância desta Lei as pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, responsáveis, direta ou indiretamente, pela geração de resíduos sólidos e as que desenvolvam ações relacionadas à gestão integrada ou ao gerenciamento de resíduos sólidos. Ainda como incentivo a implementação do Plano, a lei supracitada dispõe o seguinte em seu Artigo 18: § 1o Serão priorizados no acesso aos recursos da União referidos no caput os Municípios que: I - optarem por soluções consorciadas intermunicipais para a gestão dos resíduos sólidos, incluída a elaboração e implementação de plano intermunicipal, ou que se inserirem de forma voluntária nos planos microrregionais de resíduos sólidos referidos no § 1o do art. 16; II - implantarem a coleta seletiva com a participação de cooperativas ou outras formas de associação de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis formadas por pessoas físicas de baixa renda. A elaboração e execução do PGRS têm por objetivo também, atender a Lei Estadual N°. 12.493 de 22 de Janeiro de 2009 que estabelece princípios, procedimentos, normas e critérios referentes à geração, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos sólidos no Estado do Paraná, visando controle da poluição, da contaminação e a minimização de seus impactos ambientais e adota outras providências. Alguns artigos desta lei delegam responsabilidades aos geradores de resíduos, sendo que a Prefeitura Municipal cabe: LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 35 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Art. 9º Os resíduos sólidos urbanos provenientes de residências, estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços, bem como os de limpeza pública urbana, deverão ter acondicionamento, coleta, transporte, armazenamento, tratamento e destinação final adequados, nas áreas dos Municípios e nas áreas conurbadas, atendendo as normas aplicáveis da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT e as condições estabelecidas pelo Instituto Ambiental do Paraná - IAP, respeitadas as demais normas legais vigentes. Art. 20. Todos os Municípios do Estado do Paraná, para fins de cumprimento da presente Lei, deverão disponibilizar áreas e/ou reservar áreas futuras para efetivação da destinação final dos resíduos sólidos urbanos, mediante prévia análise do Instituto Ambiental do Paraná - IAP. As instituições responsáveis pelos resíduos sólidos municipais e perigosos, no âmbito nacional, estadual e municipal, são determinadas através dos seguintes artigos da Constituição Federal de 1988, quais sejam: • Incisos VI e IX do art. 23, que estabelecem ser competência comum da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer das suas formas, bem como promover programas de construção de moradias e a melhoria do saneamento básico; • Já os incisos I e V do art. 30 estabelecem como atribuição municipal legislar sobre assuntos de interesse local, especialmente quanto à organização dos seus serviços públicos, como é o caso da limpeza urbana. Tradicionalmente, o que ocorre no Brasil é a competência do Município sobre a gestão dos resíduos sólidos produzidos em seu território, com exceção dos de natureza industrial, mas incluindo-se os provenientes dos serviços de saúde. As responsabilidades dos resíduos seguem determinação da Lei Estadual 12.493, assim citam-se abaixo. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 36 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Para empreendimentos industriais, revendedores ou prestadores de serviço que produzem resíduos cabe a responsabilidade de disposição final adequada, conforme descreve o Artigo 4°, in verbis: Art. 4º As atividades geradoras de resíduos sólidos, de qualquer natureza, são responsáveis pelo seu acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento, disposição final, pelo passivo ambiental oriundo da desativação de sua fonte geradora, bem como pela recuperação de áreas degradadas. Para serviços de grande circulação de pessoas e mercadorias como terminais rodoviários segue obrigações conforme Artigo 7°, in verbis: Art. 7º Os resíduos sólidos provenientes de portos, aeroportos e terminais rodoviários e ferroviários deverão atender as normas aplicáveis da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT e as condições estabelecidas pelo Instituto Ambiental do Paraná - IAP, respeitadas as demais normas legais vigentes. Para hospitais, laboratório de análises clinica, clínicas médicas e odontológicas, farmácias, etc. que utilizam e geram resíduos de Classe I – Perigosos, deve-se tomar maior atenção como enfatiza Artigo 8°: Art. 8º Os resíduos sólidos provenientes de serviços de saúde, portadores de agentes patogênicos, deverão ser adequadamente acondicionados, conduzidos em transporte especial, e deverão ter tratamento e destinação final adequados, atendendo as normas aplicáveis da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, e as condições estabelecidas pelo Instituto Ambiental do Paraná - IAP, respeitadas as demais normas legais vigentes. As empresas fabricantes e/ou importadoras de pneus assim como empresas produtoras e/ou comercializadoras de agrotóxicos, tem deveres de recolha dos devidos produtos inservíveis e frascos e/ou embalagens, condizendo com os Artigos 11 e 12, in verbis: LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 37 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Art. 11. As empresas fabricantes e/ou importadoras de pneus são responsáveis pela coleta e reciclagem dos produtos inservíveis, obedecidas as condições e critérios estabelecidos pelo Instituto Ambiental do Paraná IAP. Art. 12. As empresas produtoras e/ou comercializadoras de agrotóxicos, seus componentes e afins, em todo o território do Estado do Paraná, são responsáveis pelo estabelecimento de mecanismos de coleta e recebimento e pela destinação das embalagens vazias dos produtos por elas fabricados e/ou comercializados, bem como pelos produtos apreendidos pela ação fiscalizatória e pelos tomados impróprios para utilização, obedecidas as condições e critérios estabelecidos pelo Instituto Ambiental do Paraná - IAP. Sendo que todas estas atividades estão sujeitas a sanções da lei: Art. 17. As atividades geradoras de quaisquer tipos de resíduos sólidos ficam obrigadas a cadastrarem-se junto ao Instituto Ambiental do Paraná - IAP, para fins de controle e inventário dos resíduos sólidos gerados no Estado do Paraná. Art. 18. A responsabilidade pela execução de medidas para prevenir e/ou corrigir a poluição e/ou contaminação do meio ambiente decorrente de derramamento, vazamento, lançamento e/ou disposição inadequada de resíduos sólidos é: I - da atividade geradora dos resíduos, quando a poluição e/ou contaminação originar-se ou ocorrer em suas instalações; II - da atividade geradora de resíduos e da atividade transportadora, solidariamente, quando a poluição e/ou contaminação originar-se ou ocorrer durante o transporte; III - da atividade geradora dos resíduos e da atividade executora de acondicionamento, de tratamento e/ou de disposição final dos resíduos, solidariamente, quando a poluição e/ou contaminação ocorrer no local de acondicionamento, de tratamento e/ou de disposição final. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 38 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Art. 19. Sem prejuízo das sanções civil e penais, as atividades geradoras, transportadoras e executoras de acondicionamento, de tratamento e/ou de disposição final de resíduos sólidos, no Estado do Paraná, que infringirem o disposto na presente Lei, ficam sujeitas às seguintes penalidades administrativas, que serão aplicadas pelo Instituto Ambiental do Paraná - IAP: I - multa simples ou diária, correspondente no mínimo a R$ 500.00 e no máximo, a R$ 50.000.00, agravada no caso de reincidência específica: II - perda ou restrição de incentivos e benefícios fiscais concedidos pelo Poder Público; III - perda ou suspensão de participação em linhas de financiamento em estabelecimento oficial de crédito; IV - suspensão da atividade; V - embargo de obras; VI - cassação de licença ambiental. 6.1. LEGISLAÇÃO MUNICIPAL Lei Municipal N°. 24/1983 que estabelece o Código tributário do município, em seu Titulo III – Taxas, Capítulo II – Taxas de Serviços Urbanos, descreve in verbis: Art. 64. – As taxas de serviços urbanos compreendem: I. Taxa de coleta de lixo; II. Taxa de iluminação pública; III. Taxa de conservação de vias. Art. 66. – As taxas serão calculadas nas seguintes bases anuais: I. Coleta de lixo: a) Imóveis residenciais: 0,2% (zero vírgula dois por cento) da 2 Unidade de Referencias p m construído/ano); b) Comércio/serviço/indústria: 0,3% (zero vírgula três por cento) 2 da Unidade de Referencias p m construído/ano); II. Iluminação pública: 50% da Tarifa de Iluminação Pública; III. Conservação de vias: 0,7% (zero vírgula sete por cento) da 2 Unidade de Referencias p m construído/ano); LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 39 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Lei Municipal N°. 65/1985, institui o Código de Posturas do Município de Vera Cruz do Oeste, no Estado do Paraná. Art. 3°. – Constitui infração toda ação ou omissão contrária as disposições deste Código ou de outras leis, decretos e resoluções ou atos baixados pelo Governo Municipal no uso de seu poder de ficalização. Art. 4°. – Será considerado infrator todo aquele que constar mandar, constranger ou auxiliar alguém a praticar infrações e, os encarregados da execução das leis que, tendo conhecimento da infração deixaram de autuar o infrator. Art. 5°. – A pena, além de impor obrigações de fazer ou desfazer será pecuniária e constituirá em multa, observados os limites máximos estabelecidos neste código. Art. 7°. – As multas serão impostas em grau mínimo, médio e máximo. € Único – Na imposição de multa, e para graduá-la, ter-se-á em vista: a) A maior ou menor gravidade da infração; b) Na circunstancias atenuantes ou agravantes; c) Os antecedentes do infrator, com relação às disposições deste código. Art. 21°. – A fiscalização sanitária abrangera especialmente: a) A higiene de vias públicas; b) A higiene das habitações; c) A higiene de estabelecimentos em geral; d) A limpeza e desobstrução dos cursos de água e valas. Art. 23°. – O serviço de limpeza de ruas, praças e lagradouros públicos será executado diretamente pela prefeitura ou por concessão. Art. 31°. – O lixo das habitações será recolhido em vasilhames apropriados, providos de tampa, para ser removido pelo serviço de limpeza pública. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 40 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho € Único – Não são considerados como lixo: resíduos de fábricas, oficinas e estabelecimentos comerciais, restos de material de construção, entulhos provenientes de demolição, terra, folha, galhos e lama, que serão removidos a custa dos respectivos inquilinos ou proprietários. Art. 32°. - Os conjuntos de apartamentos e prédios de habitação coletiva deverão ser dotados de instalação própria para coleta de lixo, convenientemente disposta, perfeitamente vedada e dotada de dispositivos para limpeza e lavagem. Art. 104°. – Nenhum estabelecimento comercial, industrial ou prestador de serviços poderá funcionar dentro do Município, sem a devida licença a qual será concedida após observadas as disposições deste Código e normas legais e regulamentares pertinentes. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 41 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 7. IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS Quanto à classificação do lixo, os detalhes são obtidos através da nova NBR10004/04, esta norma trata da classificação dos rejeitos de uma forma ampla, dividindo-os em Classe I, perigosos, e Classe II, não perigosos, sendo que essa ultima está subdividida em Classe II A Não Inertes, e em Classe II B Inertes. Conforme a ABNT NBR 1004: 2004 • Resíduos Classe l – Perigosos: São aqueles que em função de suas propriedades físicas, químicas ou infecto-contagiosas, podem apresentar risco a saúde pública ou ao meio ambiente. Também apresentar características como: inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade. • Resíduo Classe ll – Não perigosos: São descritos a seguir, segundo o anexo H da ABNT NBR 10004:2004. São estes: resíduos de restaurante (restos de comida), sucatas de metais ferrosos, sucata de metais não ferrosos (latão, etc.), resíduo de papel e papelão, resíduos de plásticos polimerizados, resíduos de borracha, resíduos de madeira, resíduos de materiais têxteis, resíduos de minerais não-metálicos, areia de fundição, bagaço de cana e outros resíduos não perigosos. • Resíduo Classe ll A – Não inertes: São aqueles que não se enquadram nas classificações de resíduos classe l – Perigosos ou de resíduos classe ll B – Inertes. Os resíduos desta classe não podem apresentar propriedades de biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água. • Resíduos Classe ll B – Inertes: São os resíduos que, quando amostrados de uma forma representativa, segundo a ABNT NBR 10007:2004, e submetidos a um contato dinâmico e estático com água destilada e desionizada, à temperatura ambiente, conforme ABNT NBR 10006:2004, não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a 12 concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, excetuando-se aspecto, LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 42 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho cor, turbidez, dureza e sabor, conforme anexo G da ABNT NBR 10004:2004. 7.1. MATERIAIS RECICLÁVEIS Vidro: Garrafas, vidros de conserva, lâmpadas incandescentes, cacos de vidro. Objetos pontiagudos devem ser embalados em jornal, evitando acidentes de trabalho. Plástico: Embalagens de produtos de limpeza, garrafas plásticas, tubos e canos, potes de creme e xampu, baldes e bacias, restos de brinquedos, sacos, sacolas, copos descartáveis e saquinhos de leite. Papel: Jornais, listas telefônicas, folhetos comerciais, folhas de caderno, revistas, folhas de rascunho, papéis de embrulho, caixas de papelão, caixas de brinquedo, caixas de leite longa vida. Metais: tubos de pasta de dente, latinhas de cerveja e refrigerante, enlatados, objetos de cobre, alumínio, lata, chumbo, bronze, ferro, zinco. Lixos Úmidos ou Orgânicos: Serve como material para enriquecimento do solo através da compostagem e minhocultura’. Entre eles destacam-se: cascas de frutas, folhas secas, cascas de ovos, restos de alimentos, papéis molhados e engordurados. 7.2. MATERIAIS NÃO RECICLÁVEIS Lixo de Banheiro: Papel higiênico, lenço de papel, curativo com sangue, fraldas descartáveis, absorventes higiênicos. Outros: Cerâmicas, pratos, pirex e similares, trapos de roupas sujas, toco de cigarro, cinza e ciscos, acrílico, lâmpadas fluorescentes, papéis plastificados, metalizados ou parafinados, papel carbono, fotografias, fitas e etiquetas adesivas, espelhos, vidros planos, cristais, pilhas. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 43 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 8. COMPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS Segundo o IBGE, 2005, a média de produção de lixo do brasileiro oscila em torno de 1,2kg de lixo por habitante/dia. Segundo estudo realizado e apresentado por NUNESMAIA (2002) “Os dados da caracterização física dos resíduos das cidades estudadas apontam os principais materiais encontrados nos resíduos sólidos domiciliares: a fração orgânica (acima de 50%, na forma de restos de alimentos), seguida de papéis (acima de 10%), e plásticos (superior a 10%). Outras frações secas, potencialmente recicláveis, embora representem pequena parcela do total dos resíduos, têm valor econômico no mercado informal de reciclagem.” QUADRO 8 – Distribuição percentual de materiais potencialmente recicláveis contidos nos resíduos domiciliares de 5 cidades brasileiras. “O percentual médio de materiais recicláveis encontrados nos resíduos sólidos domésticos das 5 cidades é da ordem 27%. Os dados da caracterização física dos resíduos domiciliares de Curitiba foram obtidos com o lixo descarregado normalmente no aterro de Cachimba, representando uma diferença de 16 pontos percentuais em relação à média das outras 4 cidades. Justificado pela separação LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 44 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho na fonte (coleta seletiva municipal e coleta informal) dos materiais antes deles serem encaminhado ao aterro sanitário.” Desta forma, elaboramos algumas considerações: Com base nos estudos realizados e no número de habitantes existentes no Município de Vera Cruz do Oeste, o qual é um total de 8.973 habitantes segundo ultimo senso do IBGE, e sabedores que a produção média de lixo/habitante/dia é de 1,2 Kg, tem-se o valor aproximado de lixo gerado diariamente no Município: - Total de lixo gerado no Município = N° habitantes X Média de lixo gerado Kg/dia - Total de lixo gerado no Município = 8.973 habitantes X 1,2 Kg/dia - Total de lixo gerado no Município = 10.767,6 Kg/dia Desta forma, considerando conforme estudos realizados por NUNESMAIA (2002), que em média 27% do lixo é formado por materiais recicláveis, e ainda afirma que 50% do lixo domiciliar é formado por materiais orgânicos, o qual é um material ainda que poderá vir a ser aproveitado através de compostagem, (atualmente o município ainda não dispõe de área de pátio para realização do processo, os resíduos seguirão para o aterro municipal), desta forma, pode-se realizar algumas conclusões: LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 45 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho TABELA 6: Considerações sobre o lixo gerado em Vera Cruz do Oeste. TOTAL DE LIXO GERADO 10.767,6 Kg/dia Percentual a ser Quantidade considerado Kg/dia 27% Resíduo passível de 2.907,252 Kg/dia Destinação Final adequada Separação direta da fonte geradora seguindo para reciclagem Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis de Vera Cruz do Oeste 50% Material orgânico 5.383,8 Kg/dia Seguirá para o Aterro Municipal de Vera Cruz do Oeste. 23% Materiais 2.476,548 Kg/dia resultantes/não reciclável Seguirá para o Aterro Municipal de Vera Cruz do Oeste. LLA Engenharia e Assessoria Ambiental. 2011. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 46 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 9. SEGREGAÇÃO Com o aumento da cultura capitalista e consequentemente aumento do consumo de materiais industrializados acaba-se gerando uma quantidade maior de resíduos per capta. Ao se evidenciar isto, varias preocupações começaram a surgir no entorno do assunto, tanto por parte de ambientalistas como da sociedade civil. Desta forma, começaram a surgir normas e leis para diminuir a quantidade de resíduos assim como diminuir os impactos dos mesmos quando dispostos no meio ambiente. Analisando-se as alternativas disponíveis e avaliando a que melhor se adapta a realidade, nota-se que entre as alternativas de tratamento a que mais é aceita e interessa a população em geral, é a de Reciclagem. Os principais benefícios ambientais da reciclagem dos materiais existentes no lixo (plásticos, papéis, metais e vidros) são: • Economia de matérias-primas não-renováveis; • Economia de energia nos processos produtivos; • Aumento da vida útil dos aterros sanitários. Este método também desperta a consciência ambiental, envolvendo não só o tema de reciclagem, mas toda a revisão de proteção do meio ambiente, uma quebra de paradigma facilita outras mudanças de comportamento, facilitando adoção de mais práticas de proteção ambiental. Indica-se para o Município, formas de educação ambiental e conscientização da população, para realizar a separação direta nas fontes geradoras. Para atender este objetivo, alguns métodos devem ser empregados de forma a incentivar e educar a população. 9.1. COLETA SELETIVA PORTA A PORTA É o modelo mais utilizado atualmente, será empregado em toda a extensão da área urbana do Município. Este método propõe a separação pela população dos LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 47 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho resíduos produzidos, segregando os materiais recicláveis existentes dos resíduos domésticos para que os mesmos sejam mais facilmente recolhidos pelos meios específicos, ou seja, pelos catadores da ACMR ou veículos próprios da Prefeitura Municipal. A separação dos materiais recicláveis nas residências pode ser feita individualizando-se os materiais recicláveis e acondicionando-os em sacolas ou contêineres diferenciados ou agrupando-os em um único recipiente. Propõe-se, a utilização de sacos plásticos ou bolsas de volume 60 Litros, distribuídos pela Prefeitura Municipal em todas as moradias do centro urbano, para a colocação dos resíduos passiveis de reciclagem, a exemplo de papéis, plásticos, metais e vidros. Quanto aos resíduos orgânicos e não recicláveis, poderão ser dispostos em sacolas plásticas conforme descrição no item de Acondicionamento. Portanto, o modelo prevê que a população separe os resíduos domésticos em dois grupos: • Materiais orgânicos (úmidos), compostos por restos de alimentos e materiais não recicláveis (lixo). Devem ser acondicionados em um único recipiente e/ou contêiner e coletados pelo sistema de coleta de lixo domiciliar regular. • Materiais recicláveis (secos), compostos por papéis, metais, vidros e plásticos. Devem ser acondicionados em um único recipiente e/ou contêiner e coletados nos roteiros de coleta seletiva. Para este modelo, recomenda-se coleta semanal, com auxilio de carrinhos manuais ou elétricos, os quais, a ACMR já dispõe, e/ou caminhão com carroceria aberta. Após a coleta, os materiais devem seguir para o centro de triagem, equipado com mesas de catação, para que seja feita uma separação mais criteriosa dos materiais visando à comercialização dos mesmos. Este centro de triagem será alocado junto à cooperativa dos catadores de Vera Cruz do Oeste, ACMR. Estes por sua vez, realizarão os processos de seleção e destinação final dos resíduos recicláveis coletados e o devido encaminhamento aos não recicláveis, que seguirão para o Aterro Municipal. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 48 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Obs. A unidade de triagem será dotada de prensa para que os materiais recicláveis de menor peso específico (papéis e plásticos) possam ser enfardados para facilitar a estocagem e o transporte dos mesmos. É importante que a população seja devidamente orientada para que somente seja separado, como lixo seco, os materiais que possam ser comercializados, evitando-se despesas adicionais com o transporte e manuseio de rejeitos, que certamente serão produzidos durante o processo de seleção por tipo de material e no enfardamento. A coleta e transporte dos resíduos recicláveis, quando realizado com veículos da própria Prefeitura não se torna economicamente barata, para isso, conforme descrito anteriormente, os catadores da cooperativa ACMR, terão a disposição carrinhos elétricos e manuais para as coletas dentro da área urbana, realizando-a diariamente nas residências. 9.2. PONTOS DE ENTREGA VOLUNTÁRIA Será implementado nas zonas rurais do Município, propondo aos moradores, o sistema de pontos de entrega voluntária, que consiste na instalação de contêineres ou recipientes em locais públicos para que a população, voluntariamente, possa fazer o descarte dos materiais separados em suas residências. A segregação dos resíduos seguirá conforme planejado, separando os resíduos recicláveis dos demais. Estes materiais recicláveis, por sua vez deverão ser encaminhados a um local específico para consequentemente serem coletados por veículo próprio que será adquirido pela cooperativa de catadores. A cooperativa terá auxilio de um veículo caminhão, que será adquirido pela ACMR, sendo o recurso da FUNASA. Este fará o transporte de todos os resíduos recicláveis da zona rural até os centros de triagem. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 49 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho As coletas nas zonas rurais do Município seguirá cronograma específico, sendo semanalmente nas sextas-feiras. Os resíduos orgânicos gerados nas residências rurais poderão ser dispostos como adubo orgânico, nas hortas ou área de plantio da própria propriedade rural. Caso ocorrer maior geração, deve-se realizar a compostagem dos resíduos (este sistema deve ser orientado aos moradores por técnicos da própria Prefeitura). Segundo Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos, do Governo Federal, Define-se compostagem como o processo natural de decomposição biológica de materiais orgânicos (aqueles que possuem carbono em sua estrutura), de origem animal e vegetal, pela ação de microorganismos. Para que ele ocorra não é necessária a adição de qualquer componente físico ou químico à massa do lixo... ...O processo de compostagem aeróbio de resíduos orgânicos tem como produto final o composto orgânico, um material rico em húmus e nutrientes minerais que pode ser utilizado na agricultura como recondicionador de solos, com algum potencial fertilizante. Os materiais excedentes após a segregação dos resíduos sólidos, ou seja, os não recicláveis, como papéis higiênicos, fraldas, etc. serão coletados pelo veículo de coleta pública da Prefeitura e encaminhados até o Aterro Municipal, seguindo o mesmo cronograma. Os pontos de entrega devem ser bem definidos, evitando grandes deslocamentos por parte dos moradores, motivo pelo qual pode influenciar negativamente o processo. Lembrando que os moradores devem ser devidamente instruídos e realizar este trabalho de forma participativa, através de conscientização da população e demonstrativos de resultados. A separação deverá ocorrer conforme Resolução CONAMA nº 275, de 25 de Abril de 2001, que estabelece o código de cores para os diferentes tipos de LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 50 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva. QUADRO 9: Código de cores dos resíduos sólidos recicláveis. Fonte: Manual de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. Governo Federal. A instalação de PEV pode ser feita através de parcerias com empresas privadas que podem, por exemplo, financiar a instalação dos contêineres e explorar o espaço publicitário no local. Desta forma reduzindo os custos com a aquisição dos materiais. 9.3. SEGREGAÇÃO DE RESIDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE A segregação dos resíduos de Serviços de Saúde deve seguir conforme Resolução CONAMA N° 358/2005, sendo que as embalagens devem ser identificadas conforme simbologia de cada espécie de resíduo produzido, cabendo LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 51 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho aos geradores deste tipo de resíduo, a responsabilidade pela sua segregação, acondicionamento, tratamento e destinação final, sendo portanto: GRUPO A – Infectante ou Biológico - Segundo Resolução CONAMA 358/05 classificam-se como pertencentes ao GRUPO A (A1, A2, A3, A4, A5): Resíduos com possível presença de agentes biológicos, que podem apresentar risco de infecção. Imagem de Identificação GRUPO B – Resíduo Químico - Segundo Resolução CONAMA 358/05 classificam-se como pertencentes ao GRUPO B: Produtos hormonais e produtos antineoplasticos; antimicrobianos; citostáticos; imunossupressores; imunomoduladores; anti-retrovirais, quando digitálicos; descartados por serviços de saúde, farmácias, drogarias e distribuidores de medicamentos ou apreendidos e os resíduos e insumos farmacêuticos dos medicamentos controlados pela Portaria MS 344/98 e suas atualizações. Resíduos de saneantes, desinfetantes, desinfestantes, resíduos contendo metais pesados, reagentes para laboratório, inclusive os recipientes contaminados por estes. Efluentes de processadores de imagem (reveladores e fixadores). Efluente de equipamentos automatizados utilizados em analises clinica. Demais produtos considerados perigosos, conforme LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 52 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho classificação da NBR 10.004 da ABNT (tóxicos, corrosivos, inflamáveis e reativos). Imagem de Identificação. GRUPO C – Rejeito Radioativo - Segundo Resolução CONAMA 358/05, classificam-se como pertencentes ao GRUPO C: quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionucleotídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação especificam nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear – CNEN e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista. Imagem de Identificação. GRUPO D – Resíduo Comum - Segundo Resolução CONAMA 358/05 classificam-se como pertencentes ao GRUPO D: Resíduos LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 53 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico a saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares. Papel de uso sanitário e fralda, absorventes higiênicos, peças descartáveis de vestuário, resto alimentar de paciente, material utilizado em anti-sepsia e hemostasia de venóclises, equipo de soro e outros similares não classificados como A1. Sobras de alimentos e do preparo de alimentos. Resto alimentar de refeitório. Resíduos provenientes das áreas administrativas. Resíduos de varrição, flores, podas e jardins. Resíduos de gesso provenientes de assistência a saúde. Imagem de Identificação. GRUPO E – Perfurocortantes - Segundo Resolução CONAMA 358/05, classificam-se como pertencentes ao GRUPO E: Materiais perfurocortantes ou escarificantes, tais como: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas, tubos capilares, micropipetas, lâminas e lamínulas, espátulas, e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório (pipetas, tubos de coleta sanguínea e placas de Petri) e outros similares. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 54 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Imagem de Representação. 9.4. SEGREGAÇÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL A segregação dos resíduos de construção civil deve ser realizada desde a fonte geradora, seguindo a Resolução CONAMA N° 307, de 05 de Julho de 2002, in verbis: Art. 3º Os resíduos da construção civil deverão ser classificados, para efeito desta Resolução, da seguinte forma: I - Classe A - são os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como: a) de construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infra-estrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem; b) de construção, demolição, reformas e reparos de edificações: componentes cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento etc.), argamassa e concreto; c) de processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos, tubos, meios-fios etc.) produzidas nos canteiros de obras; II - Classe B - são os resíduos recicláveis para outras destinações, tais como: plásticos, papel/papelão, metais, vidros, madeiras e outros; III - Classe C - são os resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem/recuperação, tais como os produtos oriundos do gesso; LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 55 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho IV - Classe D - são os resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como: tintas, solventes, óleos e outros, ou aqueles contaminados oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros. As responsabilidades e custos com os resíduos gerados cabe a pessoa física ou jurídica geradora dos mesmos, conforme artigo 4° e artigo 12° da mesma Resolução 307/02: Art. 4º. Os geradores deverão ter como objetivo prioritário a não geração de resíduos e, secundariamente, a redução, a reutilização, a reciclagem e a destinação final. Art. 12°. Fica estabelecido o prazo máximo de vinte e quatro meses para que os geradores, não enquadrados no art. 7º, incluam os Projetos de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil nos projetos de obras a serem submetidos à aprovação ou ao licenciamento dos órgãos competentes, conforme § 1º e 2º do art. 8º. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 56 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 10. ACONDICIONAMENTO Acondicionar os resíduos sólidos domiciliares significa prepará-los para a coleta de forma sanitariamente adequada, como ainda compatível com o tipo e a quantidade de resíduos. A qualidade da operação de coleta e transporte de lixo depende da forma adequada do seu acondicionamento, armazenamento e da disposição dos recipientes no local, dia e horários estabelecidos pelo órgão de limpeza urbana para a coleta. A população tem, portanto, participação decisiva nesta operação. A importância do acondicionamento adequado está em: Evitar acidentes; Evitar a proliferação de vetores; Minimizar o impacto visual e olfativo; Reduzir a heterogeneidade dos resíduos (no caso de haver coleta seletiva); Facilitar a realização da etapa da coleta. A escolha do tipo de recipiente mais adequado deve ser orientada em função: Características do lixo; Geração do lixo; Freqüência da coleta; Tipo de edificação; Preço do recipiente. Os recipientes adequados para acondicionar o lixo domiciliar devem ter as seguintes características: • Peso máximo de 30 Kg, incluindo a carga, se a coleta for manual; • Dispositivos que facilitem seu deslocamento no imóvel até o local de coleta; • Serem herméticos, para evitar derramamento ou exposição dos resíduos; LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 57 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho • Serem seguros, para evitar que lixo cortante ou perfurante possa acidentar os usuários ou os trabalhadores da coleta; • Serem econômicos, de maneira que possam ser adquiridos pela população; • Não produzir ruídos excessivos ao serem manejados; • Possam ser esvaziados facilmente sem deixar resíduos no fundo. Analisando-se o anteriormente exposto, pode-se concluir que os sacos plásticos são as embalagens mais adequadas para acondicionar o lixo quando a coleta for manual, por que: • São facilmente amarrados nas "bocas", garantindo o fechamento; • São leves, sem retorno (resultando em coleta mais produtiva) e permitem recolhimento silencioso, útil para a coleta noturna; • Possuem preço acessível, permitindo a padronização. Pode-se tolerar o uso de sacos plásticos de supermercados (utilizados para embalar os produtos adquiridos), sem custo para a população. Obs. O saco plástico de polietileno, sendo composto por carbono, hidrogênio e oxigênio, não polui a atmosfera quando corretamente incinerado. Não é biodegradável, mas como os aterros sanitários são métodos de destino praticamente definitivos, não há maiores objeções ao uso de sacos plásticos de polietileno como acondicionamento para lixo domiciliar. Como já descrito anteriormente, para facilitar a separação dos resíduos orgânicos de materiais recicláveis, a Prefeitura irá dispor de sacos plásticos de volume 60 litros, para disposição de todos os materiais secos passiveis de reciclagem, desta forma os mesmos quando colocados junto as lixeiras em frente às moradias poderão facilmente ser identificados e coletados pelos catadores da ACMR, já os resíduos orgânicos e não recicláveis, podem ser mantidos nas embalagens plásticas comuns e dispostos nos lixeiros para futura coleta pública de responsabilidade do Município. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 58 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Ainda relacionado à importância do adequado acondicionamento do lixo para a coleta, um dado importante a se ressaltar é a questão da atratividade que os resíduos exercem para os animais. Nas áreas carentes e naquelas com menor densidade demográfica das cidades há, em geral, maior quantidade de animais soltos nas ruas, tais como cães, cavalos e porcos. Os cães costumam rasgar os sacos plásticos para ter acesso aos restos de alimentos; os cavalos sacodem violentamente os sacos plásticos, espalhando lixo em grande área; os porcos aprendem até a derrubar contêineres. Existem ainda os ratos que se alimentam e proliferam no lixo. Para reduzir a ação danosa desses animais, recomenda-se que: • A prefeitura promova regularmente ações de apreensão dos animais domésticos, estudando, inclusive, a possibilidade de esterilização dos mesmos; • A coleta das áreas carentes seja efetuada com maior freqüência, de preferência diariamente, e com regularidade no restante da cidade; • A população desses locais seja instruída a colocar as embalagens em cima dos muros ou de plataformas (que não resolve para os animais de porte alto como os eqüinos); 10.1. Contêineres de Plástico Destinam-se ao recebimento, acondicionamento e transporte de lixo domiciliar urbano e público. Podem ser utilizados também como carrinho para coleta de resíduos públicos e conduzidos pelos garis nos logradouros. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 59 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho São recipientes fabricados em polietileno de alta densidade (PEAD), nas capacidades de 120, 240 e 360 litros (contêineres de duas rodas) e 760 e 1.100 litros (contêineres de quatro rodas), constituídos de tampa, recipiente e rodas, contendo na matéria-prima um pouco de material reciclado e aditivos contra a ação de raios ultravioleta. (Figura 8) Devem ser utilizados em todos os prédios públicos, assim como podem ser assimilados pelas residências ou pontos de coletas localizados na zona rural, desta forma, acondicionam uma quantidade maior de resíduo evitando perturbações por forças da natureza ou animais. Figura 8: Modelo de contêiner para acondicionamento de resíduos. Fonte: Site. santaceciliaresiduos.com.br 10.2. Acondicionamento de Resíduos de Grandes Geradores Para a coleta do lixo domiciliar de grandes geradores ou de estabelecimentos públicos, estão disponíveis no Brasil duas classes de contêineres de grande porte (com capacidade superior a 360 litros): • Contêineres providos de rodas, que são levados até os veículos de coleta e basculados mecanicamente, fabricados em metal ou plástico (polietileno de alta densidade). As capacidades usuais são de 760, 1.150, 1.500 litros e outras. (Figura 9) LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 60 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Figura 9: Contêiner com rodas Fonte: maxicaixa.com.br • Contêineres estacionários (sem rodas), basculáveis nos caminhões ou intercambiáveis, em geral metálicos. O basculamento nos caminhões coletores de carregamento traseiro é feito por meio de cabos de aço acionados por dispositivos hidráulicos, podendo ter capacidade para até 5m3. (Figura 10) Figura 10: Contêineres estacionários Fonte: husmann-web.com LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 61 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Recomenda-se que estes contêineres sejam de cores diferentes aos utilizados em prédios e residências convencionais, para desta forma facilitar a fiscalização e monitoramento, se necessário. 10.3. ACONDICIONAMENTO DE RESÍDUOS PÚBLICOS 10.3.1. Papeleiras de Rua Esses recipientes são próprios para pequenos resíduos e refugos descartados por pedestres em trânsito nos logradouros. Devem ser instalados nas principais vias do município onde tiver maior numero de pedestres em circulação, assim como parques, praças, jardins, ruas, avenidas e demais locais públicos de trânsito de pessoas, com o objetivo de reduzir a quantidade de lixo disposta no solo e/ou ainda em locais onde haja descarte de resíduos em vias públicas conforme verificação por parte da Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste. Devem ser utilizadas cestas coletoras plástica, do tipo papeleira, com capacidade volumétrica útil de 50 litros, constituída de corpo para recebimento dos resíduos, tampa e soleira metálica para se apagar ponta de cigarro antes que seja jogado no seu interior e contendo na matéria-prima um pouco de material reciclado e aditivos contra a ação de raios ultravioleta. (Figura 11) As papeleiras devem ser separadas e identificadas pelas devidas cores, facilitando a separação dos resíduos: - Rejeitos/materiais não recicláveis identificados pela cor Preta; - Resíduos orgânicos identificados pela cor Marrom; e - Materiais recicláveis identificados pela cores da coleta seletiva, Plástico, Papel, Vidro e Metais. No caso de objetos cortantes recomenda-se o aconselhamento a população para que esses resíduos sejam enrolados em jornais antes da disposição nas LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 62 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho lixeiras, para que nenhuma pessoa que for manusear o seu lixo corra o risco de se cortar com o resíduo. Figura 11: Imagens ilustrativas de modelos de papeleiras para colocação em vias públicas. Além destas papeleiras citadas, recomenda-se a inclusão de mais uma papeleira, para coleta de pilhas e baterias, com capacidade volumétrica útil de 50 litros, devendo ser na cor verde, fabricada em polietileno de alta densidade, protegido contra a ação de raios ultravioleta, constituída de recipiente inferior e tampa, esta deve ser devidamente sinalizada e identificada sobre sua finalidade de acondicionamento, evitando a colocação de qualquer outro tipo de material. Esta se destina ao recebimento de exclusivamente pilhas e baterias, através de furo circular ou oblongo na parte frontal da tampa. As cestas devem ser instaladas nos parques, praças, jardins, ruas, avenidas e demais locais públicos de trânsito de pessoas para facilitar o recolhimento destes materiais. Baterias e pilhas têm em suas composições metais pesados altamente tóxicos, como cádmio, níquel, chumbo e mercúrio. Além de poluir o meio ambiente, contaminar o solo e as águas causa males aos homens, como problemas renais, mentais, pulmonares e até a morte. Na sequencia do processo, as pilhas e baterias serão repassadas a contêineres próprios, estes devem ser selados ou vedados para se evitar liberação do gás hidrogênio, que é explosivo em contato com o ar, devendo ficar sobre LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 63 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho estrados ou pallets para que as baterias se mantenham secas. O armazenamento dos contêineres deve ser feito em local arejado e protegido de sol e chuva. 10.3.2. Resíduos de Construção Civil Por causa de seu elevado peso específico aparente, o entulho de obras é acondicionado, normalmente, em contêineres metálicos estacionários de 4m3 ou 5m3, similares aos utilizados no acondicionamento do lixo público. (Figura 12) Um dos problemas enfrentados por este sistema se dá pela ocupação de espaço de pedestres ou vias públicos, interferindo diretamente no bem estar da comunidade, por isso, recomenda-se a utilização em espaços que não interfiram na facilidade de tráfego. Figura 12: Contêiner metálico para resíduos de construção civil. Fonte: dibpel.com.br 10.3.3. Lâmpadas Fluorescentes As lâmpadas fluorescentes contêm vapor de mercúrio e conforme a Resolução CONAMA Nº257, de 30 de julho de 1999, esses materiais devem ser LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 64 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho devolvidos às casas de comércio que serão responsáveis pela adoção de mecanismos adequados de destinação e seu respectivo armazenamento. Essas lâmpadas devem ser manuseadas por especialistas que fazem a coleta, transporte e reciclagem. Os procedimentos para o manuseio de lâmpadas que contêm mercúrio incluem as seguintes exigências: • Estocar as lâmpadas que não estejam quebradas em uma área reservada, em caixas, de preferência em uma bombona plástica para evitar que se quebrem; (Figura 13) • Rotular todas as caixas ou bombonas; • Não quebrar ou tentar mudar a forma física das lâmpadas; Quando ocorrer o envio das mesmas para a reciclagem, deve-se identificar o nome do fornecedor, transportador e reciclador, identificando o número de lâmpadas e mantendo estas notas em arquivo para futuras consultas. Em caso de quebra de alguma lâmpada, os cacos devem ser coletados e acondicionados de forma a não gerar riscos durante manuseio dos mesmo, e a área deve ser lavada com água e sabão neutro evitando contaminações. Figura 13: Caixas para armazenamento de lâmpadas fluorescentes. Fonte: grupolixotal.com.br LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 65 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 10.3.4. Pneus Conforme Resolução CONAMA nº 258, de 26 de Agosto de 1999, onde "as empresas fabricantes e as importadoras de pneumáticos ficam obrigadas a coletar e dar destinação final, ambientalmente adequada, aos pneus inservíveis existentes no território nacional". Como problemático do armazenamento de pneus esta o problema de acúmulo de água caso esteja disposto em ambiente com intempéries, propiciando a proliferação de vetores causadores de doenças. Neste sentido algumas medidas devem ser tomadas: • Nunca acumular pneus, dispondo-os para a coleta assim que se tornem sucata; • Se precisar guardá-los, fazê-lo em ambientes cobertos e protegidos das intempéries; • Jamais os queimar. 10.4. ACONDICIONAMENTO DE RESÍDUOS DE FONTES ESPECIAIS Dentre os resíduos de fontes especiais citam-se como principais geradores: 10.4.1. Indústrias Conforme Lei Estadual 12.493, em seu Artigo 4°, que descreve que todas as atividades geradoras de resíduos, têm responsabilidade pelo seu acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte, tratamento, disposição final adequada. Portanto cabe a ela a instalação de medidas para redução, reciclar e reaproveitar seus resíduos, isso pode ser alcançando elaborando um PGRS dentro de cada instituição geradora de resíduos sólidos. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 66 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Dentre as formas mais comuns para serem utilizadas pelos empreendimentos industriais cita-se: • Tambores metálicos de 200 litros para resíduos sólidos sem características corrosivas; • Bombonas plásticas de 200 ou 300 litros para resíduos sólidos com características corrosivas ou semi-sólidos em geral; • Caixas de papelão, de porte médio, até 50 litros, para resíduos a serem incinerados. 10.4.2. Serviços de Saúde O manuseio de resíduos de serviços de saúde está regulamentado pela norma NBR 12.809 da ABNT e compreende os cuidados que se deve ter para segregar os resíduos na fonte e para lidar com os resíduos perigosos. Conforme Lei Estadual 12.493, em seu Art. 8º Os resíduos sólidos provenientes de serviços de saúde, portadores de agentes patogênicos, deverão ser adequadamente acondicionados, conduzidos em transporte especial, e deverão ter tratamento e destinação final adequados. Para atendimento desta lei, deve-se salientar a segregação dentro dos ambientes de serviços de saúde, adotando normas específicas para cada grupo. (Figura 14) Ainda há de se considerar a Resolução CONAMA N° 358 de 29 de Abril de 2005, que dispõe em seus artigos, in verbis: Art. 4°. Os geradores de resíduos de serviços de saúde constantes do Art. 1° desta Resolução, em operação ou a serem implantados, devem elaborar e implantar o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de SaúdePGRSS, de acordo com a legislação vigente, especialmente as normas da vigilância sanitária. Art. 5°. O PGRSS deverá ser elaborado por profissional de nível superior, habilitado pelo seu conselho de classe, com apresentação de Anotação de LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 67 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Responsabilidade Técnica-ART, Certificado de Responsabilidade Técnica ou documento similar, quando couber. Art. 7°. Os resíduos de serviços de saúde devem ser acondicionados atendendo às exigências legais referentes ao meio ambiente, à saúde e à limpeza urbana, e às normas da Associação Brasileira de Normas TécnicasABNT, ou, na sua ausência, às normas e critérios internacionalmente aceitos. O acondicionamento segue conforme Resolução CONAMA N° 358/2005, segregando e acondicionando da seguinte maneira: GRUPO A – Infectante ou Biológico - Devem ser acondicionados em duplo saco plástico, com capacidade de 30 litros, impermeáveis e resistentes, de cor branca leitosa, com simbologia de resíduo infectante. GRUPO B – Resíduo Químico - Devem ser acondicionados, primeiramente na própria embalagem original, e colocado em saco plástico, com capacidade de 30 litros, impermeáveis e resistentes, de cor branca leitosa, com simbologia de resíduo infectante. Reveladores e fixadores são armazenados nas embalagens originais. GRUPO C – Rejeito Radioativo - Devem ser acondicionados em saco plástico amarelo com espessura entre 0,08 mm à 0,2 mm de 20 litros, inseridos em lixeira de acrílico (radionuclídeos de emissão beta) ou de chumbo (radionuclídeos de emissão gama). GRUPO D – Resíduo Comum - O lixo deve ser separado pelos funcionários direto na fonte geradora, quando chegam os fornecedores e/ou quando no manuseio dos equipamentos que venham a gerar qualquer tipo de resíduo sendo feito a separação conforme a classificação de cada tipo de resíduo: LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 68 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho -Rejeitos/materiais não recicláveis identificados pela cor Preta; -Resíduos orgânicos identificados pela cor Marrom; e -Materiais recicláveis identificados pela cores da coleta seletiva, Plástico, Papel, Vidro e Metais. GRUPO E – Perfurocortantes – Devem ser acondicionados em recipiente apropriado (caixa de papelão Descarpack) rígida, resistente à punctura, ruptura e vazamento, com tampa, devidamente identificado com símbolo de infectante/perfurocortante, atendendo aos parâmetros da norma ABNT NBR 13853/1997, sendo expressamente proibido o esvaziamento deste recipiente para o seu reaproveitamento. As agulhas descartáveis são acondicionadas juntamente com as seringas usadas. Figura 14: Embalagens para resíduos hospitalares. Fonte: seibermed.blogspot.com 10.4.3. Resíduos Radioativos O manuseio e o acondicionamento dos resíduos radioativos devem atender às seguintes características: LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 69 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho • O manuseio deve ser feito somente com o uso de equipamentos de proteção individual – EPI – mínimos exigidos, tais como aventais de chumbo, sapatos, luvas, máscara e óculos adequados; • Os recipientes devem ser confeccionados com material à prova de radiação (chumbo, concreto e outros). 10.4.4. Terminais Rodoviários Para serviços de grande circulação de pessoas e mercadorias como terminais rodoviários segue obrigações conforme Artigo 7° da Lei Estadual 12.493. Art. 7º Os resíduos sólidos provenientes de portos, aeroportos e terminais rodoviários e ferroviários deverão atender as normas aplicáveis da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT e as condições estabelecidas pelo Instituto Ambiental do Paraná - IAP, respeitadas as demais normas legais vigentes. Segundo Manual Gerenciamento Integrado do de Resíduos Sólidos expedido pelo Governo Federal, 2001. O manuseio e o acondicionamento desses resíduos, segue as mesmas rotinas e se utiliza dos mesmos recipientes empregados no acondicionamento do lixo domiciliar, a não ser em caso de alerta de quarentena, quando cuidados especiais são tomados com os resíduos das pessoas ou com as cargas provenientes de países em situação epidêmica. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 70 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 11. COLETA E TRANSPORTE DE RESÍDUOS SÓLIDOS A coleta e o transporte do lixo domiciliar produzido em imóveis residenciais, em estabelecimentos públicos e no pequeno comércio são, em geral, efetuados pelo órgão municipal encarregado da limpeza urbana. Para esses serviços, podem ser usados recursos próprios da prefeitura, de empresas sob contrato de terceirização ou sistemas mistos, como o aluguel de viaturas e a utilização de mão-de-obra da prefeitura. O lixo dos "grandes geradores" (estabelecimentos que produzem mais que 120 litros de lixo por dia) deve ser coletado por empresas particulares, cadastradas e autorizadas pela prefeitura. A coleta do lixo domiciliar deve ser efetuada em cada imóvel, sempre nos mesmos dias e horários, regularmente. Portanto, o sistema de coleta adotado pelo município vem a atender a demanda e necessidade de todas as residências, sendo este mantido. Caso sejam necessárias alterações, todos os moradores devem ser avisados utilizando-se de todos os meios de comunicação disponíveis. A coleta de resíduos sólidos é realizada de forma contínua, todos os dias no período da tarde no centro da cidade seguindo para os demais bairros, atendendo 100% dos domicílios do município. A coleta de resíduos sólidos é realizada 1(uma) vez ao dia de acordo com o cronograma existente do município conforme TABELA 4, deste Plano. Neste sentido, a coleta dos materiais recicláveis pelos coletores da ACMR seguirá sistema parecido, sendo que este poderá ser alterada, envolvendo toda a cidade com percursos menores, dispersando e alcançando maior número de geradores possíveis. Estes trabalhadores ainda poderão realizar a coleta nas papeleiras públicas, retirando os materiais passiveis de reciclagem auxiliando os trabalhadores responsáveis pela limpeza pública municipal. Já os resíduos orgânicos e não recicláveis serão coletados durante a coleta nos bairros pelos funcionários da própria Prefeitura. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 71 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 11.1. LIMPEZA DE LOGRADOUROS E VIAS PÚBLICAS A importância da limpeza dos logradouros e vias publica se da pelos seguintes motivos: Prevenir doenças resultantes da proliferação de vetores em depósitos de lixo nas ruas ou em terrenos baldios; Evitar danos à saúde resultantes de poeira em contato com os olhos, ouvidos, nariz e garganta; Aspectos estéticos; Aspectos de segurança. Para que se alcancem os objetivos de limpeza e qualidade dos serviços de varrição se recomenda a elaboração de um plano de varrição. O plano de varrição, contendo os roteiros realmente executados, deve ser verificado e conferido. Nesse plano devem constar os trechos de ruas varridos para cada roteiro, as respectivas extensões (expressas em metros lineares de sarjeta e passeio) e as guarnições. Ainda para avaliação dos serviços, há de se interpretar que cada cidade tem suas características, seus costumes e sua cultura, é conveniente realizar um teste prático para avaliar qual é a produtividade de varrição dos trabalhadores, ou seja, quantos metros de sarjeta e passeios podem ser varridos por trabalhador por turno. Desta forma, se torna mais fácil o estabelecimento de metas medindo a produtividade. Como já citado anteriormente, a varrição das vias públicas é realizada por meio de 6 (seis) varredores que realizam a limpeza de segunda-feira a sexta-feira de forma rotacional atendendo todos os bairros. Não existe um local específico nem cronograma definido dos pontos de varrição. Sabedores disso propõem que seja definido com urgência um plano com cronograma das atividades com os devidos bairros a serem atendidos com limites de tempo estabelecidos, com uma análise qualitativa dos serviços realizados. Vale ressaltar que a varrição só ocorre em vias asfaltadas. Os resíduos provenientes da varrição juntamente com as podas de árvores (trituradas) devem ser utilizados para a compostagem e posterior utilização em locais com necessidade LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 72 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho recomposição de nutrientes no solo, previstos pela Prefeitura Municipal. Atualmente os resíduos são dispostos no aterro municipal, diminuindo assim, a sua vida útil, fato que evidencia a necessidade de aquisição de área e contratação de pessoal para regularizar e tornar comum o processo de compostagem no âmbito municipal. Atualmente, apenas alguns moradores e algumas escolas realizam o processo, reutilizando normalmente em hortas de consumo próprio. As tarefas do varredor competem: Recolher lixo domiciliar espalhado na rua (não acondicionado); Efetuar a varrição do passeio e da sarjeta no roteiro determinado; Esvaziar as caixas coletoras de papéis (papeleiras); Arrancar o mato da sarjeta e ao redor das árvores e postes (recomendado uma vez cada 15 dias); Limpar os ralos do roteiro. Para limpeza em vias públicas é importante que a guarnição de trabalhadores realize a coleta sem deixar resíduos após a operação. Por isso é necessário o uso de uma vassoura de tamanho médio e de uma pá quadrada. Outros equipamentos e utensílios ainda são recomendados para a execução das tarefas: Vassoura grande – tipo "madeira" (usada no Rio de Janeiro) e tipo "vassourão", usada em várias cidades. Suas cerdas podem ser de piaçava ou de plástico; Vassoura pequena e pá quadrada, usadas para recolher resíduos e varrer o local; Chaves de abertura de ralos; Enxada para limpeza de ralos. (Figura 15) LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 73 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Figura 15: Equipamentos para varrição. Fonte: Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos, Governo Federal. Os resíduos de varrição podem ser transportados em carrinhos revestidos internamente com sacos plásticos ou em contêineres intercambiáveis. Em logradouros íngremes podem ser empregados carrinhos de mão. Os resíduos poderão ser coletados pelos caminhões da própria Prefeitura. 11.1.1. Como Reduzir o Lixo Público A quantidade de resíduos sólidos nos logradouros públicos pode ser reduzida, providenciando-se: Pavimentação lisa e com declividade adequada nos leitos das ruas, nas sarjetas e nos passeios; Dimensionamento e manutenção corretos do sistema de drenagem de águas pluviais; Arborização com espécies que não percam folhas em grandes quantidades, várias vezes por ano; LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 74 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Colocação de papeleiras nas vias com maior movimento de pedestres, nas esquinas, pontos de ônibus e em frente a bares, lanchonetes e supermercados; Varredura regular e remoção dos pontos de acúmulo de resíduos (“lixo atrai lixo”, enquanto “limpeza promove limpeza”); Campanhas de motivação da cidadania, em relação à manutenção da limpeza; Sanções para os cidadãos que desobedecem as posturas relativas à limpeza urbana. 11.2. VEÍCULOS DE COLETA As viaturas de coleta e transporte de lixo domiciliar podem ser de dois tipos: • Compactadores: no Brasil são utilizados equipamentos compactadores de carregamento traseiro ou lateral; (Figura 16) • Sem compactação: conhecidas como Baú ou Prefeitura, com fechamento na carroceria por meio de portas corrediças. (Figura 17) Figura 16: Veículo compactador. Fonte: tudovale.com.br LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 75 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Figura 17: Veículo coletor sem compactação. Fonte: aparecidadegoiania.olx.com.br Um bom veículo de coleta de lixo domiciliar deve possuir as seguintes características: Não permitir derramamento do lixo ou do chorume na via pública; Apresentar taxa de compactação de pelo menos 3:1, ou seja, cada 3m3 de resíduos ficarão reduzidos, por compactação, a 1m3; Apresentar altura de carregamento na linha de cintura dos garis, ou seja, no máximo a 1,20m de altura em relação ao solo; Possibilitar esvaziamento simultâneo de pelo menos dois recipientes por vez; Possuir carregamento traseiro, de preferência; Dispor de local adequado para transporte dos trabalhadores; Apresentar descarga rápida do lixo no destino (no máximo em três minutos); Possuir compartimento de carregamento (vestíbulo) com capacidade para no mínimo 1,5m3; Possuir capacidade adequada de manobra e de vencer aclives; Possibilitar basculamento de contêineres de diversos tipos; Distribuir adequadamente a carga no chassi do caminhão; Apresentar capacidade adequada para o menor número de viagens ao destino, nas condições de cada área. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 76 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Atualmente, a coleta no município é realizada por um caminhão caçamba convencional, neste caso, a necessidade de alteração neste sentido, adquirindo um veículo que atenda as características de veiculo de coleta adequado. 11.3. COLETA DOS CONTÊINERES DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL A coleta de contêineres metálicos estacionários de 4m3 ou 5m3, normalmente utilizado nas construções civis para coleta dos materiais excedentes e entulhos será coletada por veículo específico. O equipamento adequado é o Guindaste de acionamento hidráulico, com capacidade mínima de 7toneladas, montado em chassi de peso bruto total mínimo de 13,5toneladas para içamento e transporte de caixas tipo "Brooks" que acumulam resíduos sólidos (Figura 18). Para ser produtivo, esse equipamento deve operar pequenas distâncias, entre o local onde as caixas ficam estacionadas e o local de descarga. Figura 18: Caminhão de içamento de contêineres metálicos estacionários. Fonte: mapelltda.com.br LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 77 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 11.4. COLETA DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Os resíduos hospitalares após devidamente segregados, serão coletados de formas diferentes: • Resíduos orgânicos comuns – serão coletados pela prefeitura municipal e encaminhados ao aterro. • Resíduos recicláveis – serão coletados pelos coletores da ACMR. • Os materiais infectantes ou especiais – coleta por empresa especializada contratada pelo próprio serviço de saúde, sendo esta, devidamente licenciada e habilitada, cabendo ao hospital armazenar os resíduos corretamente e arquivar notas de envio dos resíduos para a destinação final adequada. Os veículos normalmente usados para essas coletas devem possuir adequações específicas de forma a evitar o rompimento dos sacos plásticos contendo resíduos infectantes, liberando líquidos ou ar contaminados, necessitando utilizar equipamentos de coleta que não possuam compactação e que, por medida de precaução adicional, sejam herméticos ou possuam dispositivos de captação de líquidos. Devem ser providos de dispositivos mecânicos de basculamento de contêineres. (Figura 19) Para o recolhimento de objetos cortantes ou perfurantes de farmácias, drogarias, laboratórios de análises, consultórios dentários e similares, é conveniente a utilização de furgões leves, com carroceria hermética e capacidade para cerca de 2m3 de resíduos. Poderão descarregar no vestíbulo de carga dos equipamentos maiores de coleta de resíduos de serviços de saúde. A freqüência de coleta pode variar, normalmente é semanal ou quinzenal, dependendo da necessidade, podendo ser diminuído este intervalo de tempo entre as coletas. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 78 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Figura 19: Veículo para coleta de resíduos de serviço de saúde. Fonte: limpebrasedescartados.blogspot.com Segundo Resolução N° 358, de 29 de Abril de 2005. Art. 8°. Os veículos utilizados para coleta e transporte externo dos resíduos de serviços de saúde devem atender às exigências legais e às normas da ABNT. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 79 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 12. TRATAMENTOS DOS RESÍDUOS 12.1. TRATAMENTO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL A forma mais utilizada atualmente é a segregação dos materiais, seguida de trituração e reutilização dos materiais na própria construção civil. O entulho reciclado pode ser usado como base e sub-base de rodovias, agregado graúdo na execução de estruturas de edifícios, em obras de arte de concreto armado e em peças pré-moldadas. A reciclagem dos resíduos da construção civil apresenta as seguintes vantagens: Redução de volume de extração de matérias-primas; Conservação de matérias-primas não-renováveis; Correção dos problemas ambientais urbanos gerados pela deposição indiscriminada de resíduos de construção na malha urbana; Colocação no mercado de materiais de construção de custo mais baixo; Criação de novos postos de trabalho para mão-de-obra com baixa qualificação. Para propiciar a reutilização destes materiais, e consequentemente redução no uso dos recursos naturais, recomenda-se o incentivo por parte da Prefeitura, a instalações de empresas que tenham interesse neste ramo de reciclagem. 12.2. TRATAMENTO DE PILHAS E BATERIAS Uma vez que as pilhas e baterias são resíduos perigosos Classe I, seu tratamento e destinação final são os mesmos descritos para os resíduos industriais Classe I. Portanto o tratamento necessita de empresas e equipamentos especiais e devidamente licenciados. Como já descrito cabe a empresas revendedoras a recolha LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 80 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho e devolução a empresas que fabricam as mesmas para fim de destinação final adequada. Segundo Resolução Nº 257, de 30 de Junho de 1999. Art. 1°. As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, necessárias ao funcionamento de quaisquer tipos de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos eletro-eletrônicos que as contenham integradas em sua estrutura de forma não substituível, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam ou à rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou importadores, para que estes adotem, diretamente ou por meio de terceiros, os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequada. 12.3. TRATAMENTO DE LÂMPADAS Por causa de sua elevada toxicidade e da dificuldade em se proceder ao seu controle ambiental, as lâmpadas fluorescentes devem ser recicladas ou gerenciadas como se fossem lixo tóxico. Necessitando manejo e destinação adequada. 12.4. TRATAMENTO DE PNEUS Após a publicação da Resolução CONAMA nº 258 (1999), as indústrias passaram a destinar seus rejeitos de produção em fornos de clinker das indústrias cimenteiras. Entretanto, nem todos os fornos foram adaptados para processar pneus, provocando alterações na qualidade do cimento produzido e emitindo efluentes gasosos fora dos limites dos órgãos ambientais. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 81 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Outro reuso de interesse é a trituração e reutilização para produção de asfaltos, tornando este com maior qualidade e vida útil, porem ainda é uma pratica de pouco uso no Brasil por ser de custo mais elevado comparada as práticas atuais. 12.5. TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS É comum proceder ao tratamento de resíduos industriais com vistas à sua reutilização ou, pelo menos, torná-los inertes. Contudo, dada a diversidade dos mesmos, não existe um processo preestabelecido, havendo sempre a necessidade de realizar uma pesquisa e o desenvolvimento de processos economicamente viáveis. Como principal medida recomenda-se a utilização de materiais no próprio processo produtivo para fins menos nobres e até mesmo como fonte de energia. Outra prática de interesse é o desenvolvimento de novos produtos, agregando valor a estes resíduos e os incorporando novamente ao mercado produtivo. 12.6. TRATAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Pela periculosidade dos resíduos de Serviços de Saúde, são poucas as práticas de tratamento, porém algumas tecnologias já são desenvolvidas para este fim, porém, qualquer que seja a tecnologia de tratamento a ser adotada, ela terá que atender às seguintes premissas: Promover a redução da carga biológica dos resíduos, de acordo com os padrões exigidos, ou seja, eliminação do bacillus stearothermophilus no caso de esterilização, e do bacillus subtyllis, no caso de desinfecção; Atender aos padrões estabelecidos pelo órgão de controle ambiental do estado para emissões dos efluentes líquidos e gasosos; Descaracterizar os resíduos, no mínimo impedindo o seu reconhecimento como lixo hospitalar; LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 82 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Processar volumes significativos em relação aos custos de capital e de operação do sistema, ou seja, ser economicamente viável em termos da economia local. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 83 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 13. DISPOSIÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS Como descrito, serão tomadas todas as medidas possíveis para segregação e reciclagem dos resíduos nos limites do município, considerando a eficiência das medidas adotadas os resíduos excedentes, serão encaminhados para destinação final, onde se tem a implantação do Aterro Sanitário Municipal de Vera Cruz do Oeste. A disposição em aterro sanitário é regulamentada pela Resolução CONAMA N° 404, de 11 de Novembro de 2008, que descreve em seu artigo 3, in verbis: Art. 3º Nos aterros sanitários de pequeno porte abrangidos por esta Resolução é admitida a disposição final de resíduos sólidos domiciliares, de resíduos de serviços de limpeza urbana, de resíduos de serviços de saúde, bem como de resíduos sólidos provenientes de pequenos estabelecimentos comerciais, industriais e de prestação de serviços. § 1º O disposto no caput somente será aplicado aos resíduos que não sejam perigosos, conforme definido em legislação especifica, e que tenham características similares aos gerados em domicílios, bem como aos resíduos de serviços de saúde que não requerem tratamento prévio à disposição final e aqueles que pela sua classificação de risco necessitam de tratamento prévio à disposição final, de acordo com a regulamentação técnica dos órgãos de saúde e de meio ambiente, conforme RDC Anvisa nº 306, de 2004 e Resolução Conama nº 358, de 2005. § 2º A critério do órgão ambiental competente, poderá ser admitida a disposição de lodos secos não perigosos, oriundos de sistemas de tratamento de água e esgoto sanitário, desde que a viabilidade desta disposição seja comprovada em análise técnica específica, respeitadas as normas ambientais, de segurança e sanitárias pertinentes. § 3º Não podem ser dispostos nos aterros sanitários de que trata esta resolução os resíduos perigosos que, em função de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade, mutagenicidade e perfurocortantes, apresentem risco à saúde pública e ao meio ambiente, bem como os resíduos da construção civil, os provenientes de atividades agrosilvopastoris, dos serviços de transportes, de mineração de serviço de saúde classificados na RDC Anvisa nº 306, de LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 84 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 2004 e Resolução CONAMA nº 385, de 2005 com exigência de destinação especial. Desta forma, cabe ao município e ao órgão ambiental fiscalizador, verificar a disposição dos resíduos no aterro sanitário, evitando que materiais que tenham legislação especifica e/ou apresente periculosidade de contaminação ao meio ambiente não sejam dispostos como lixo comum. Cabe também ao Município selecionar a área mais propicia assim como a realização de estudos de embasamento para seleção da área, atendendo aos critérios de: • Seleção preliminar das áreas disponíveis • Critérios de seleção: Critérios técnicos Critérios econômico-financeiros Critérios político-sociais • Priorização dos critérios de seleção • Seleção da melhor área Análise da área selecionada frente aos critérios utilizados Ponderação do atendimento aos critérios Escolha da melhor área Ainda devem ser observadas as condições do órgão ambiental paranaense (IAP), sendo que os responsáveis poderão responder penal e criminalmente pelo projeto executado. O projeto elaborado deverá atender aos seguintes condicionantes e documentação: Planta planialtimétrica do aterro em escala 1:5.000, com curvas de nível de metro em metro, mostrando a locação de acessos, platôs, edificações e pontos notáveis; Resultados das investigações e ensaios geotécnicos; LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 85 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Resultados das análises de qualidade dos corpos d'água do entorno, inclusive do lençol freático; Projeto das vias de acesso e de serviço, englobando geometria, movimentação de terra, pavimentação e drenagem; Projeto das edificações, incluindo o cálculo das fundações e das estruturas, arquitetura, paisagismo e instalações hidráulicas, elétricas, de comunicação, especiais e de segurança; Projetos das redes externas de abastecimento d'água, esgoto, suprimento de energia elétrica e drenagem de águas pluviais; Projeto geométrico e de terraplanagem do arranjo final do aterro sanitário, com a planta das etapas anuais do aterro e seções transversais; Projeto de coleta e tratamento do chorume, envolvendo as camadas de impermeabilização inferior e superior (se houver), rede de drenagem de fundo, elevatória e estação de tratamento; Projeto de drenagem superficial do aterro, abrangendo caimentos das plataformas, tanto para as fases intermediárias do aterro, como para a etapa final, drenagem das bermas definitivas, rápidos de descidas de água e estruturas de descarga; Plantas com delimitação dos lotes do aterro sanitário; Plantas do sistema de captação e queima do biogás, com respectivos cortes e detalhes; Plano de monitoramento ambiental, incluindo o projeto dos poços de monitoramento do lençol subterrâneo; Manual de operação do aterro compreendendo suas atividades rotineiras de disposição de resíduos, inclusive a operação da estação de tratamento de chorume e os cuidados com a manutenção da rede de drenagem de águas pluviais; Memória de cálculo dos estudos de estabilidade do aterro e demais construções; das estruturas das edificações; das redes hidráulicas de drenagem superficial e profunda; das instalações elétricas LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] e 86 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho hidráulicas; da rede de captação e queima do biogás; dimensionamento das máquinas, veículos e mão-deobra a serem utilizados na operação e manutenção do aterro; Especificações técnicas de todos os equipamentos, serviços e materiais a serem executados e aplicados na obra; Uma vez concluídas as obras de implantação e obtida à licença de operação, pode-se dar início efetivo ao recebimento das cargas de lixo no aterro, que deverá obedecer a um plano operacional previamente elaborado. O plano operacional deve ser simples, contemplando todas as atividades operacionais rotineiras em um aterro e garantindo uma operação segura. 13.1. DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS DE PORTOS E AEROPORTOS E TERMINAIS RODOVIÁRIOS O destino final obrigatório, por lei, para os resíduos de portos e aeroportos e terminais rodoviários, é a incineração. Assim toma-se como destino final dos resíduos da rodoviária do município encaminhamento a empresa especializada e incineração. 13.2. DISPOSIÇÃO DOS RESÍDUOS DE SERVIÇO DE SAÚDE Cabe as organizações geradoras destes resíduos dar correta destinação final, usando-se de empresas terceirizadas especializadas e licenciandas, conforme descreve artigo 10 da Resolução CONAMA N° 358/05. Art. 10. Os sistemas de tratamento e disposição final de resíduos de serviços de saúde devem estar licenciados pelo órgão ambiental competente para fins LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 87 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho de funcionamento e submetidos a monitoramento de acordo com parâmetros e periodicidade definidos no licenciamento ambiental. TABELA 7 - Identificação dos Resíduos de Serviços de Saúde (ANVISA RDC 306/2004). Código dos Descrição dos Resíduos Resíduos A1 Resíduo Infectante ou Biológico A2 A3 A4 A5 Destinação Final conforme Resolução CONAMA N°358 Art. 15. Os resíduos do Grupo A1, constantes do Anexo I desta Resolução, devem ser submetidos a processos de tratamento em equipamento que promova redução de carga microbiana compatível com nível III de inativação microbiana e devem ser encaminhados para aterro sanitário licenciado ou local devidamente licenciado para disposição final de resíduos dos serviços de saúde. Art. 16. Os resíduos do Grupo A2, constantes do Anexo I desta Resolução, devem ser submetidos a processo de tratamento com redução de carga microbiana compatível com nível III de inativação e devem ser encaminhados para: I - aterro sanitário licenciado ou local devidamente licenciado para disposição final de resíduos dos serviços de saúde, ou II - sepultamento em cemitério de animais. Parágrafo único. Deve ser observado o porte do animal para definição do processo de tratamento. Quando houver necessidade de fracionamento, este deve ser autorizado previamente pelo órgão de saúde competente. Art. 17. Os resíduos do Grupo A3, constantes do Anexo I desta Resolução, quando não houver requisição pelo paciente ou familiares e/ou não tenham mais valor científico ou legal, devem ser encaminhados para: I - sepultamento em cemitério, desde que haja autorização do órgão competente do Município, do Estado ou do Distrito Federal; ou II - tratamento térmico por incineração ou cremação, em equipamento devidamente licenciado para esse fim. Parágrafo único. Na impossibilidade de atendimento dos incisos I e II, o órgão ambiental competente nos Estados, Municípios e Distrito Federal pode aprovar outros processos alternativos de destinação. Art. 18. Os resíduos do Grupo A4, constantes do Anexo I desta Resolução, podem ser encaminhados sem tratamento prévio para local devidamente licenciado para a disposição final de resíduos dos serviços de saúde. Parágrafo único. Fica a critério dos órgãos ambientais estaduais e municipais a exigência do tratamento prévio, considerando os critérios, especificidades e LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 88 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho condições ambientais locais. Art. 19. Os resíduos do Grupo A5, constantes do Anexo I desta Resolução, devem ser submetidos a tratamento específico orientado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária-ANVISA. Art. 20. Os resíduos do Grupo A não podem ser reciclados, reutilizados ou reaproveitados, inclusive para alimentação animal. B Resíduo Químico Art. 21. Os resíduos pertencentes ao Grupo B, constantes do Anexo I desta Resolução, com características de periculosidade, quando não forem submetidos a processo de reutilização, recuperação ou reciclagem, devem ser submetidos a tratamento e disposição final específicos. § 1o As características dos resíduos pertencentes a este grupo são as contidas na Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos-FISPQ. § 2o Os resíduos no estado sólido, quando não tratados, devem ser dispostos em aterro de resíduos perigosos - Classe I. § 3o Os resíduos no estado líquido não devem ser encaminhados para disposição final em aterros. Art. 22. Os resíduos pertencentes ao Grupo B, constantes do Anexo I desta Resolução, sem características de periculosidade, não necessitam de tratamento prévio. § 1o Os resíduos referidos no caput deste artigo, quando no estado sólido, podem ter disposição final em aterro licenciado. § 2o Os resíduos referidos no caput deste artigo, quando no estado líquido, podem ser lançados em corpo receptor ou na rede pública de esgoto, desde que atendam respectivamente as diretrizes estabelecidas pelos órgãos ambientais, gestores de recursos hídricos e de saneamento competentes. C Resíduo Radioativo Art. 23. Quaisquer materiais resultantes de atividades exercidas pelos serviços referidos no art. 1° desta Resolução que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de isenção especificados na norma CNEN-NE-6.02 Licenciamento de Instalações Radiativas, e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista, são considerados rejeitos radioativos (Grupo C) e devem obedecer às exigências definidas pela CNEN. § 1o Os rejeitos radioativos não podem ser considerados resíduos até que seja decorrido o tempo de decaimento necessário ao atingimento do limite de eliminação. § 2o Os rejeitos radioativos, quando atingido o limite de eliminação, passam a ser considerados resíduos das categorias biológica, química ou de resíduo comum, devendo seguir as determinações do grupo ao qual pertencem. D Resíduos Comuns Art. 24. Os resíduos pertencentes ao Grupo D, constantes do Anexo I desta Resolução, quando não forem passíveis de processo de reutilização, recuperação ou reciclagem, devem ser encaminhados para aterro sanitário de resíduos sólidos urbanos, LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 89 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho devidamente competente. licenciado pelo órgão ambiental Parágrafo único. Os resíduos do Grupo D, quando for passível de processo de reutilização, recuperação ou reciclagem devem atender as normas legais de higienização e descontaminação e a Resolução CONAMA n° 275, de 25 de abril de 2001. E Materiais Perfuro Cortantes Art. 25. Os resíduos pertencentes ao Grupo E, constantes do Anexo I desta Resolução, devem ter tratamento específico de acordo com a contaminação química, biológica ou radiológica. § 1o Os resíduos do Grupo E devem ser apresentados para coleta acondicionados em coletores estanques, rígidos e hígidos, resistentes à ruptura, à punctura, ao corte ou à escarificação. § 2o os resíduos a que se refere o caput deste artigo, com contaminação radiológica, devem seguir as orientações contidas no art. 23, desta Resolução. § 3o os resíduos que contenham medicamentos citostáticos ou antineoplásicos, devem ser tratados conforme o art. 21, desta Resolução. § 4o os resíduos com contaminação biológica devem ser tratados conforme os arts. 15 e 18 desta Resolução. 13.3. DISPOSIÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS ORGÂNICOS Como principal forma de destinação final recomenda-se o sistema de compostagem para geração de composto que serve como adubo de alta qualidade, podendo ser utilizado para paisagismo urbano, doação a munícipes para usos diversos, utilização em viveiros de geração de mudas de espécies nativas, etc. Este processo já vem acontecendo no Município, em algumas moradias e escolas, sendo eficiente e obtendo bons resultados. Caso a compostagem não venha ocorrer, por motivos de natureza especial dos resíduos ou indisposição de área e pessoal para realização dos processos, os mesmos poderão ser dispostos junto com os resíduos não recicláveis no Aterro Municipal de Vera Cruz do Oeste. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 90 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 13.4. DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS NÃO RECICLÁVEIS Os mesmos serão coletados nos limites do Município conforme cronograma de coleta elaborado pelo próprio município, em seguida, encaminhado para o Aterro Municipal de Vera Cruz do Oeste para disposição final adequada conforme legislação vigente. 13.5. DISPOSIÇÃO FINAL DE PNEUS E EMBALAGENS DE AGROTÓXICOS Os pneus, conforme legislações devem ser recolhidos pelas empresas produtoras ou importadoras deste produto para fins de destinação final. Porem no Município pode vir a ocorrer imprevistos nesta recolha, podendo o próprio município realizar campanhas de recolha e destinação final. Segundo Resolução CONAMA N° 258, de 26 de Agosto de 1999. Art. 8°. Os fabricantes e os importadores de pneumáticos poderão efetuar destinação final, de forma ambientalmente adequada, dos pneus inservíveis de sua responsabilidade, em instalações próprias ou mediante contratação de serviços especializados de terceiros. Parágrafo único. As instalações para o processamento de pneus inservíveis e a destinação final deverão atender ao disposto na legislação ambiental em vigor, inclusive no que se refere ao licenciamento ambiental. Art. 9°. A partir da data de publicação desta Resolução fica proibida a destinação final inadequada de pneumáticos inservíveis, tais como a diposição em aterros sanitários, mar, rios, lagos ou riachos, terrenos baldios ou alagadiços, e queima a céu aberto. O município vem promovendo campanhas de conscientização e recolha dos pneus gerados e dispostos inadequadamente, definindo data e local de coleta para assim os moradores entregarem estes materiais dispondo de correto tratamento e disposição final. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 91 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho Quanto a embalagens de agrotóxicos, segue-se o mesmo padrão, cabendo as empresas revendedoras se responsabilizarem pela recolha de todas as embalagens, se o mesmo não ocorrer ou a entrega para as devidas organizações não for realizada, este resíduo poderá ser coletado pelo município e armazenado isolado de outros materiais, seguindo para empresa especializada para tratamento e destinação final, evitando riscos à saúde de munícipes e colaboradores do próprio sistema de coleta. 13.6. DESTINAÇÃO FINAL DE LÂMPADAS FLUORESCENTES As lâmpadas apresentam legislação especifica para controle e destinação final pelo alto grau de potencialidade de poluição do meio ambiente e saúde dos envolvidos, devendo ser encaminhadas a empresa especializada. Caso ocorra a quebra de lâmpadas, os cacos poderão vir a ser dispostos no Aterro Municipal sendo isolados com jornais ou outro tipo de material que evite acidente como cortes e perfurações durante o manejo ou disposição dos mesmos. 13.7. DISPOSIÇÃO FINAL DE PILHAS E BATERIAS Uma vez que as pilhas e baterias são resíduos perigosos Classe I, sua destinação final é a mesma indicada para os resíduos industriais Classe I, conforme Resolução Nº 257, de 30 de Junho de 1999. Art. 14. A reutilização, reciclagem, tratamento ou a disposição final das pilhas e baterias abrangidas por esta resolução, realizadas diretamente pelo fabricante ou por terceiros, deverão ser processadas de forma tecnicamente segura e adequada, com vistas a evitar riscos à saúde humana e ao meio ambiente, principalmente no que tange ao manuseio dos resíduos pelos seres humanos, filtragem do ar, tratamento de efluentes e cuidados com o solo, LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 92 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho observadas as normas ambientais, especialmente no que se refere ao licenciamento da atividade. Parágrafo Único. Na impossibilidade de reutilização ou reciclagem das pilhas e baterias descritas no art. 1°, a destinação final por destruição térmica deverá obedecer as condições técnicas previstas na NBR - 11175 Incineração de Resíduos Sólidos Perigosos - e os padrões de qualidade do ar estabelecidos pela Resolução CONAMA n° 03, de 28 de junho de l990. 13.8. DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL Como visto no capítulo referente a tratamento dos resíduos, a solução ideal para os resíduos da construção civil é a reciclagem. Entretanto, seu descarte em aterros sanitários pode se tornar uma solução interessante para regiões onde o material de cobertura do lixo disposto é escasso. Outro meio de muito utilizado e o uso como preenchimento parcial para pedreiras e cascalheiras, consequentemente a subsolagem com solo fértil e recuperação através de revegetação. Segundo Resolução CONAMA 307/02, segue a destinação: Art. 4º Os geradores deverão ter como objetivo prioritário a não geração de resíduos e, secundariamente, a redução, a reutilização, a reciclagem e a destinação final. § 1º Os resíduos da construção civil não poderão ser dispostos em aterros de resíduos domiciliares, em áreas de "bota fora", em encostas, corpos d`água, lotes vagos e em áreas protegidas por Lei, obedecidos os prazos definidos no art. 13 desta Resolução. § 2º Os resíduos deverão ser destinados de acordo com o disposto no art. 10 desta Resolução. Art. 10. Os resíduos da construção civil deverão ser destinados das seguintes formas: I - Classe A: deverão ser reutilizados ou reciclados na forma de agregados, ou encaminhados a áreas de aterro de resíduos da construção civil, sendo dispostos de modo a permitir a sua utilização ou reciclagem futura; LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 93 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho II - Classe B: deverão ser reutilizados, reciclados ou encaminhados a áreas de armazenamento temporário, sendo dispostos de modo a permitir a sua utilização ou reciclagem futura; III - Classe C: deverão ser armazenados, transportados e destinados em conformidade com as normas técnicas especificas. IV - Classe D: deverão ser armazenados, transportados, reutilizados e destinados em conformidade com as normas técnicas especificas. 13.9. DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS Cabe a indústria geradora de resíduos, sobre penas de lei, o correto tratamento e/ou destinação final dos resíduos produzidos durante a sua atividade produtiva. Os métodos de destinação final mais utilizados ou empregados são os seguintes: • Landfarming; • Aterros industriais: • Aterros classe II • Aterros classe I • Barragens de rejeito; LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 94 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho 14. CONSIDERAÇÕES FINAIS As ações descritas e propostas neste projeto irão contribuir para o Município de Vera Cruz do Oeste na prevenção à poluição é a redução máxima viável de todas as espécies de resíduos gerados nos locais de produção. Essas medidas envolvem a aplicação das melhores práticas de gerenciamento, uso correto de recursos por meio da redução na fonte, eficiência no uso de energia, reaproveitamento dos materiais. Conclui-se que uma política ambiental ideal seria aquela que incorporasse as diversas dimensões da vida humana em sociedade, o que inclui as suas dimensões ambientais, políticas e econômicas. O planejamento deve orientar-se em torno do princípio de sustentabilidade, entendido como o princípio que fornece as bases sólidas para um estilo de desenvolvimento humano que preserve a qualidade de vida. Há necessidade de possíveis revisões e adequações futuras deste projeto, atendendo as novas normativas e a busca pela melhoria continua e o acordo com o meio. A adoção da perspectiva ambiental significa reconhecer que todos os processos de ajuste setorial e de crescimento estão condicionados. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 95 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho BIBLIOGRAFIA ______ ABNT NBR 10004:2004 – Resíduos sólidos – Classificação. ______ ABNT NBR 12809:1993 - Manuseio de resíduos de serviços de saúde – Procedimento. ______ ABNT NBR 7229:83 - Capítulo 3 - Esgotamento Sanitário. ______ ABNT NBR 11175:90 - Incineração de Resíduos Sólidos Perigosos. ACONDICIONAMENTO, COLETA E DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE - Norma Técnica 42-60-0. Emissão Maio/03. Avaliação e ações prioritárias para a conservação da biodiversidade da mata atlântica e campos sulinos.por: Ministério do Meio Ambiente, Conservation International do Brasil, Fundação SOS Mata Atlântica, Fundação Biodiversitas, Instituto de pesquisas Ecológicas, Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, SEMAD/ Instituto Estadual de Florestas-MG.Brasília, 2000, 40p. GESTÃO AMBIENTAL DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL - A experiência do SindusCon-SP. São Paulo, 2005. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE. Censo 2000. Indicadores de desenvolvimento sustentável: disposição de resíduos sólidos urbanos, 2010. JARDIM, N. S.; WELLS, C. (Org.). Lixo Municipal: Manual de Gerenciamento integrado. São Paulo: IPT: CEMPRE, 1995. Lei Estadual Nº 12.493 – 22 de Janeiro de 1999, Publicado no Diário Oficial Nº 5430 de 05/02/1999. Lei Federal Nº 12.305, de 02 de Agosto de 2010. Lei Municipal N°. 24/1983 – Dispõe sobre o Código Tributário do Município e da outras providencias. Lei Municipal N°. 065/1985 – Institui o Código de Posturas do Município de Vera Cruz do Oeste, Estado do Paraná. LEVANTAMENTO SOCIOAMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE VERA CRUZ DO OESTE – PR. L. B. Santos a, D. Mondardo b, L. Luvizon c, P. P. Bellond, C. C. Meinerze, P. S. R. Oliveiraf. São Paulo/Brasil, 2009. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 96 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho MANUAL DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS SÓLIDOS – Governo Federal, 2001. PMSB – QUESTIONÁRIO SOBRE DADOS DAS PREFEITURAS – Prefeitura Municipal de Vera Cruz do Oeste, 2010. PROJETO: COLETA E RECICLAGEM DE MATERIAIS. Prefeitura de Vera Cruz do Oeste, 2010. REGISTRO DO ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS CATADORES DE MATERIAL RECICLÁVEL DE VERA CRUZ DO OESTE - Registro N2 -621, LIVRO A-02, Matelândia, 19.07.2007. Resolução CONAMA nº 275, de 25 de abril de 2001 - Estabelece o código de cores para os diferentes tipos de resíduos, a ser adotado na identificação de coletores e transportadores, bem como nas campanhas informativas para a coleta seletiva. Resolução CONAMA nº 257, de 30 de Junho de 1999 – Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão de Pilhas e Baterias. Resolução CONAMA n° 258, de 26 de Agosto de 1999 – Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão de Pneus e Pneumáticos. Resolução CONAMA nº 307, de 05 de Julho de 2002 – Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da construção civil. Resolução CONAMA n° 358, de 29 de Abril de 2005 – Dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências. Resolução CONAMA nº 404, de 11 de Novembro de 2008 - Estabelece critérios e diretrizes para o licenciamento ambiental de aterro sanitário de pequeno porte de resíduos sólidos urbanos. SOS Mata Atlântica – Clayton Ferreira Lino. Depoimento. Atlas da Mata Atlântica. LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 97 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho ANEXOS ANEXO 1 – CROQUI MAPA RODOVIÁRIO DO MUNICÍPIO ANEXO 2 – CROQUI DA ÁREA URBANA DO MUNICIPIO DE VERA CRUZ DO OESTE LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] 98 Engenharia & Assessoria Eng. Ambiental – Eng. de Segurança e Medicina do Trabalho ANEXO 1 – CROQUI MAPA RODOVIÁRIO DO MUNICÍPIO MAPA RODOVIÁRIO MUNICIPAL PED RO O SÃ D O CÉU TE AN E AM EST DI O DO AZUL IGUAÇU MA IA ND LÂ TE CÉU emap TDopografia AZUL SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO ADMINISTRAÇÃO: MARCOS VILLAS BOAS PESCADOR MILTON KULCHESKI FONE: 045 267-1444 9982 5036 [email protected] PLANTA REGIONAL DE LOCALIZAÇÃO VERA CRUZ DO OESTE - PR LLA ENGENHARIA E ASSESSORIA Av. Tiradentes, Nº. 2711/Centro/CEP: 85880-000/Itaipulândia/Paraná CNPJ: 05.017.195/0001-04/Fone/Fax: (45)3559-1433 [email protected] ANEXO 2 – CROQUI DA ÁREA URBANA DO MUNICIPIO DE VERA CRUZ DO OESTE C ID A D E D E V E R A C R U Z D O O E S T E G U A IR A T O LE D O 4 CRUZ 34,00 3 34 ,00 30, 50 60 14,60 34,00 48, 34,00 34 ,00 14,60 10 ,55 34,00 34,00 17,00 10,00 5,00 1 2,00 34,0 0 34,00 30,00 6 1,43 3, 00 LOTEAMENTO JARDIM AMÉRICA LOTEAMENTO VERA 3 9,00 5,00 2 18,006,00 34,00 39,00 34,00 34,00 17 ,00 1 7,00 17,00 08-B-1 0 13,0 0 5 2,00 13 ,00 39 ,00 13,0 0 3 9,00 13,00 13,00 1 3,00 39,00 39, 00 13 ,00 13, 00 13, 00 13 ,00 43 ,00 30,00 1 3,00 18,60 1 3,00 4 4,00 38 ,00 22 ,00 13 ,00 1 3,00 IRA 13, 00 13, 00 13 ,00 13,0 0 13,0 0 39 ,00 13 ,00 39, 52, 00 00 5 2,00 52, 00 OLIVE 0 13,00 1 3,00 13,0 1 3,00 13,00 13,0 0 13 ,00 0 1 3,00 13,00 0 13,0 13,0 13 ,00 DE 13,00 0 52 ,00 39,0 13 ,00 13,00 39 ,00 1 3,00 0 13,0 13,00 13 ,00 13 ,00 39,00 1 3,00 5 2,003 9,00 13,0 13 ,00 13, 00 52,00 0 13,0 1 3,00 13 ,00 13 ,00 13 ,00 ENTE 13,00 VIC 13,00 13,00 13 ,00 13,00 13 ,00 39,00 13, 00 23, 00 1 9,00 7,00 0 39,0 39,00 1 3,00 0 39,00 39,00 52,0 13,00 2 0,00 52,00 13,00 13,00 13 ,00 39 ,00 39,0 0 5 2,00 13 ,00 13,00 1 3,00 39,00 13,0 0 13,00 13 ,00 13 ,00 13,0 0 13,00 SÉ 13, 00 1 3,00 JO 13,00 13 ,00 13,00 13, 00 13 ,00 13,00 13, 00 RUA 13,0 0 1 3,00 13 ,00 1 3,00 13 ,00 1 3,00 1 3,00 52,0 0 13 ,00 39,00 39,00 0 39,0052 ,00 13,0 3 9,00 1 3,00 13 ,00 0 13 ,00 13,0 13,00 13, 00 13, 00 54, 00 13 ,00 13,00 1 3,00 13,00 13,00 13 ,00 1 3,00 13 ,00 13,00 13,0 0 13,0 0 13 ,00 13,00 13,00 39 ,00 13, 00 39, 52,0 0 00 13,00 13,00 13 ,00 1 3,00 LIS BO A 13,00 13,00 13, 00 1 3,00 1 3,00 13,00 13,00 13 ,00 52 ,00 39,00 13,00 39, 00 1 3,00 39,0 5 2,00 0 13, 00 13,00 13,00 13 ,00 13, 00 3 9,00 1 3,00 3 9,00 39 ,00 5 2,0039 ,00 13,00 52,00 13 ,00 13, 00 13, 00 13, 00 13,00 5 2,00 1 3,00 39 ,00 13,00 3 9,00 13,00 52,00 3 9,00 13,00 39, 00 1 3,00 39,00 52 ,00 13 ,00 A 13, 00 13,00 RU 13, 00 13,0 0 13,00 52, 00 1 3,00 13 ,00 39, 00 13 ,00 13, 00 13,00 1 3,00 23,00 13,00 48 ,00 36,00 39,00 13 ,00 39,00 13 ,00 52,00 39,00 52,003 9,00 13, 00 52,00 13 ,00 1 3,00 1 3,00 3 9,00 3 9,00 13,00 39,0052, 00 13,0 0 1 3,00 1 3,00 13,00 13, 00 1 3,00 13,00 13 ,00 13,00 13 ,00 13, 00 13,00 13,00 39, 00 13,0 0 13,00 52,00 39,0 0 1 3,00 1 3,00 1 3,00 13,00 13,00 1 3,00 2 2-B 52, 00 39,00 52,00 13,00 43,00 7,00 13,00 CABR AL 13,00 13, 00 1 3,00 13,00 13, 00 1 3,00 13 ,00 ÁL VA RES 13,00 13 ,00 39,00 13,0 0 13, 00 0 13,0 1 3,00 39,0 0 13 ,00 3 9,00 13 ,00 13 ,00 39, 0026,00 39, 00 13,00 1 3,00 13 ,00 13,0 0 13,00 PEDR 13 ,00 13, 00 II 2 2,00 1 3,00 13 ,00 13,00 13, 00 3 9,00 13,0 0 39,0 0 13,00 1 3,00 13, 00 1 3,00 13 ,00 13, 00 13,00 1 3,00 1 3,00 AVEN IDA 1 1,00 13, 00 13,00 O 13,00 1 3,00 13 ,00 1 3,00 22,43 13,00 13,00 PEDR 1 3,00 13 ,00 DO M 13,00 11,00 0 34,0 3 2,00 13,00 1 3,00 13 ,00 39,00 43 ,00 20, 00 22, 45 01-B RU A 1 3,00 14,43 01-A 22 ,43 13,0 0 13, 00 ST. IN A A RE T. INS EA AR 2 9,00 44,66 1 3,00 23,00 50,00 13,00 13,0 0 2 8,00 O AP IV EC CRUZ LOTEAMENTO JARDIM BANDEIRAN TES LOTEAMENTO VERA 32,00 0 14,0 21,0 0 11, 50 19 ,61 19 ,50 19 ,61 19 ,50 1 3,16 19 ,50 39,9 7 47, 00 7 4,00 11 5,42 88 ,00 14,00 13,00 14,00 14,00 1 3,00 13 ,00 13,00 1 4,00 13,00 36,60 13,00 38, 00 16, 00 40,00 20,00 2 1,30 21,50 2 9,00 18 ,60 18 ,50 1 4,40 14,10 2 2,00 13,00 1 3,00 13 ,00 56, 00 66,70 65 ,00 13, 00 13,0 0 1 3,00 1 3,00 13 ,00 13 ,00 13,00 1 1,00 13,00 26,00 17,0 0 39,87 3 9,00 3 9,00 13 ,00 13 ,00 13,00 3 ,20 13,00 13,00 13, 00 13 ,00 13,00 13,00 20,0 0 24,00 2 1,00 ANCHI ETA 24, 00 AVE NIDA 16,00 28,30 13, 00 13,00 1 3,00 26,50 13,00 13 ,00 13,0 0 1 3,00 13 ,00 44 ,75 13,00 13 ,00 13,00 44,75 13, 00 1 3,00 64,00 13 ,00 13,00 1 3,00 13,00 43, 00 49 ,50 PAD RE 4, 90 13,0 0 1 3,00 13, 00 1 3,00 13,00 13, 00 13,00 13,00 13 ,00 13,00 1 3,00 1 3,00 13,00 1 3,00 13, 00 13 ,00 1 3,00 13,00 13,00 1 3,00 13,00 1 3,00 13,00 1 3,00 13, 00 13, 00 42,00 45,00 ,00 29 ,20 30 25,15 23 ,50 26,00 22,00 21,39 20,00 17,00 18,00 17,70 12 ,72 12 ,00 13,00 23,00 22,25 22,00 A 54,90 LIM 94, 00 DE 13, 00 26,10 1 3,00 13,00 13 ,00 3 9,10 2 6,10 1 3,00 13,00 13,00 1 3,00 1 3,00 13,0 0 O 13, 00 13 ,00 13, 00 13,00 1 3,00 RIBEIR 1 3,00 13 ,00 13,00 1 3,00 13,00 13 ,00 13,00 AGENO R 1 3,00 13, 00 13 ,00 13 ,00 98,00 39, 00 39 ,00 33,00 13,0 0 28,00 15 3,00 16,70 15-A 15-A-15,70 13,00 13 ,00 13,00 1 3,00 10,0 0 9,00 13,00 13 ,00 13,00 13,00 13 ,00 13 ,00 72,00 69 ,00 13 ,00 OLI NO 1 3,00 13 ,00 13,0 0 1 3,00 13,0 0 13,00 13,0 0 1 3,00 RUA 13,00 13 ,00 12 11 10 06 07 16 15 09 10 14 13 12 11 04 03 10 7- A 05 06 07 13 , 00 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 1 3, 00 06 07 13 , 00 1 3 ,0 0 1 3, 00 08 1 3 ,0 0 1 0, 00 1 0, 00 13 1 0, 00 2 2 ,8 0 ÁG U 83 , 66 1 0 9, 74 08 09 87 -B 02 01 1 0, 00 1 3 ,0 0 05 1 07 -B 05 06 1 0, 00 12 1 3 ,0 0 100 5,79 13,00 3 4,00 05 1 07 3 9 ,0 0 5 2 ,0 0 5 2 ,0 0 3 9 ,0 0 4 6,00 3 4,00 04 04 1 3, 00 11 52,00 03 03 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 10 52,00 4 6,00 08 02 04 14 13 02 09 12,00 1 9 ,9 0 01 13 , 00 12,00 01 1 3 ,0 0 12, 00 17 18 1 0, 70 1 3, 00 12, 00 16 02 1 0, 70 01 1 3 ,0 0 1 2,00 15 03 1 1 ,2 0 1 0, 00 1 0, 00 1 3 ,0 0 13 , 00 1 2,00 1 1 ,2 0 7 , 73 02 1 1 ,2 0 1 3, 00 1 0, 00 13 52, 00 1 1 ,2 0 03 1 3 ,0 0 08 52, 00 46, 00 1 1 ,2 0 13 , 00 46, 00 34 ,00 04 03 ,34 124 19 , 50 1 1, 20 02 B A H IA 0 80,1 A DA MADE JA C UT IRA ING A 1 9 6 0 92,2 7 VE R G O IÁ S 1 1, 0 0 1 1 ,0 0 11 , 00 1 1 ,0 0 11 , 00 1 1 ,0 0 03 04 05 06 07 08 02 ÁR E A IN S T. 1 01 05 1 1 ,2 0 1 3, 00 07 R U A SE M N O M E 34 ,00 CAR 34,00 1 0, 7 0 10 8 1 9, 5 0 6,49 19,00 1 4 ,0 0 18, 00 19 ,00 09 1 1, 00 1 1 ,2 0 06 S A N TO JANEIRO 1 9, 50 12 ,00 08 10 1 3 ,5 0 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 06 46, 00 34,00 14 1 06 RUA 14, 00 12 1 9 ,5 0 11 1 4 ,0 0 1 2,00 RUA 07 11 13 , 00 05 1 3 ,0 0 52 ,00 1 1 ,0 0 8 7 -A 1 9 ,9 0 01 1 0, 00 12 1 3 ,0 0 52 ,00 46, 00 13,00 12, 00 04 1 0 ,7 0 17 15 ,00 1 4 ,0 0 1 3 ,5 0 13 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 99 1 2,00 1 1, 00 3 4 ,0 0 14 4,00 1 3,00 1 2,00 1 1 ,0 0 1 1 ,0 0 06 64,00 54 ,00 05 1 0 ,7 0 18 19 , 50 01 01 1 7, 5 0 08 04 1 2,00 12,0 0 10 ,00 05 34,00 34,00 3 3 ,0 0 1 1, 00 04 12 ,00 09 1 1 ,0 0 5 2 ,0 0 3 9 ,0 0 5 2,00 1 3, 00 3 9 ,0 0 5 2 ,0 0 5 2,00 4 6,00 3 4,00 03 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 4 6,00 3 4,00 1 3, 00 02 10 93 12, 00 1 2,00 12, 00 104,0 0 13, 00 1 3, 00 1 3 ,0 0 01 13 , 00 09 1 2,00 07 08 GERAIS 1 3,00 34 ,00 07 13 , 00 1 1 ,0 0 12,0 0 12,0 0 13 ,00 1 3, 00 4 6,00 34 ,00 1 3 ,0 0 52,00 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 06 1 0, 00 1 0, 00 52,00 4 6,00 1 1 ,0 0 03 3 4,00 3 4,00 13,00 1 0, 00 1 0, 00 12 1 3 ,0 0 1 2,00 1 2,00 11 13 , 00 05 13 , 00 98 4 66,8 13 06 01 20 1 7, 5 0 20,00 1 3,00 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 12, 00 12, 00 1 3 ,0 0 1 2,00 1 2,00 1 3 ,0 0 1 2-B 1 1, 00 1 1, 00 3 3 ,0 0 ,00 1 3,50 12 2 3,50 13 ,00 1 3, 00 5 2 ,0 0 3 9 ,0 0 52,0 0 20 12 -A 1 3, 0 0 1 1 ,0 0 1 1 ,0 0 20 11 07 1 0 ,7 0 19 PAULO 08 1 1 ,0 0 12, 00 1 9,00 07 1 9,00 26, 96 12,00 12 ,00 1 9 ,5 0 06 06 07 1 0, 50 1 0, 70 12,00 05 1 0, 70 DE 11, 00 1 2,00 13,00 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 5 2 ,0 0 52,0 0 46,0 0 11 34 ,00 39 , 00 1 3, 0 0 10 1 3 ,0 0 10 46,0 0 34 ,00 1 3 ,0 0 17, 00 13 , 00 34 ,00 16 1 3 ,0 0 34 ,00 4 6,00 15 17, 00 1 3 ,0 0 1 2,00 09 1 3, 00 1 2,00 1 3 ,0 0 08 12, 00 39 , 00 1 3, 00 07 1 3 ,0 0 105 S Ã O F R A N C IS C O RU A SÃO 11,00 04 11 0 13 02 1 0 ,5 0 ES P ÍR IT O 23, 50 1 1,00 03 14 12 ,00 12 ,00 04 02 1 9, 90 03 1 0 ,5 0 1 0, 7 0 21, 50 08 1 0, 50 105 04 1 0, 50 1 0 ,7 0 1 ° D E M A IO 1 4, 00 1 9 ,5 0 17 16 15 14, 00 13 ,00 04 1 3, 00 09 LAV R AD O R D E S T INA DO A O M UN ICÍP IO 20,00 RUA 7,8 8 11,00 11 1 01 03 01 11 ,81 05 1 8, 11 02 11, 00 11,0 0 1 9 ,5 0 18 11, 00 Á RE A IN S T. 2 2 ,3 4 ÁR E A IN S T. ALAGOAS 13,00 1 3 ,0 0 03 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 150, 1 0, 50 05 1 0 ,5 0 1 0 ,7 0 20,00 09 1 6,50 20 ,00 ÁR E A I N ST . 1 9 ,5 0 1 9, 50 2 3,50 1 4,00 17 , 22 6, 04 1 0 ,7 0 23, 50 10 RIO 06 RUA RUA PERNAMBUCO 1 3,00 13 1 3, 00 02 MINAS 19 1 3 ,0 0 1 9 4, 00 RUA 2 , 94 1 0 ,5 0 07 1 9 ,5 8 9, 41 1 1,00 A D M IN IS T R A Ç Ã O : M A R C O S V IL L A S B O A S P E S C A D O R G E S T Ã O 2 0 0 1 /2 0 0 4 08 1 3 ,0 0 01 13 , 00 22 2 3, 90 1 1,00 13,00 07 13 , 00 1 3 ,0 0 18 1 2,00 1 3 ,0 0 1 2,00 4 36,00 06 13 , 00 1 3 ,0 0 34 ,00 1 3 ,0 0 12 34 ,00 46,0 0 20 4 6,00 34 ,00 11 1 3 ,0 0 5 2 ,0 0 39 , 00 93 53,00 05 64,6 3 5,00 05 1 3 ,0 0 06 1 3, 0 0 39 , 00 39 , 00 5 2 ,0 0 13 , 00 1 14,00 13,00 1 3, 0 0 05 1 3 ,0 0 13 , 00 92 1 2,00 2,87 13 ,00 1 3 ,0 0 04 1 2,00 1 1 3,00 13 , 00 14 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 DO 34, 00 31, 94 44,5 13, 00 1 3 ,0 0 13 1 3 ,0 0 39 , 00 5 2, 0 0 5 2, 0 0 39 , 00 93 14, 35 13,00 12 1 3, 0 0 1 3 ,0 0 03 1 3, 00 39 , 00 E S T Á D IO M U N IC IP A L J O S É E L IA S P E R E IR A02 01 DE S T IN A DO A O M UN IC ÍP IO 16, 10 13 ,00 11 1 3 ,0 0 1 3, 00 02 46,0 0 34 ,00 10 1 3, 00 34 ,00 1 3 ,0 0 34 ,00 34 ,00 4 6,00 16 1 3 ,0 0 1 2,00 1 2,00 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 1 3, 00 15 21 1 2,00 1 3, 0 0 12, 00 09 17 12, 00 1 3, 0 0 08 1 2,00 1 2,00 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 1 12 ,00 13,00 1 3 ,0 0 0 1-B 1 2,00 07 1 3, 00 1 3 ,0 0 22 1 9 4 ,00 11,81 13 ,00 1 3 ,0 0 06 18 17,0 0 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 5 2, 00 3 9 ,0 0 82 2 1,77 13,00 05 3 9 ,0 0 5 2, 00 GROSSO 04 1 3, 00 37 , 00 01 RUA 1 3,00 1 3 ,0 0 04 1 3 ,0 0 34 ,00 1 3 ,0 0 03 1 1 ,0 0 19 1 3, 00 13 , 00 13 , 00 02 34 ,00 46,0 0 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 87 4 6,00 34 ,00 1 3 ,0 0 RUA 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 1 2,00 1 3, 00 3 1 ,0 0 3 9 ,0 0 5 2 ,0 0 5 2 ,0 0 3 9 ,0 0 0 1 1,00 9 ,19 13, 00 10 34,00 13 , 00 1 3, 00 46,0 0 34,00 16 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 SALE S 1 3, 00 1 3, 00 1 2,00 13 , 00 12 -A JANEIRO 1 3 ,0 0 08 4 2 ,0 0 46,0 0 34 ,00 20 1 2-B 34 ,00 11 22 34 ,00 34 ,00 4 6,00 10 1 2,00 1 2,00 16 21 1 2,00 39 , 00 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 15 12, 00 1 3 ,0 0 17 12, 00 09 1 3, 00 34 ,00 1 3 ,0 0 08 4 6,00 34 ,00 39 , 00 1 3, 00 07 1 3 ,0 0 13 , 00 1 2,00 1 2,00 2 9,00 1 3 ,0 0 06 18 1 2,00 5 2 ,0 0 39 , 00 DE 39 , 00 5 2 ,0 0 1 3, 00 34 ,00 1 3, 00 81 1 3 ,0 0 34 ,00 34 ,00 46,0 0 19 1 3 ,0 0 5 2 ,0 0 39 , 00 1 2,00 1 2,00 11 4 6,60 39 , 00 5 2 ,0 0 1 3 ,0 0 39 , 00 1 3 ,0 0 1 2,00 21 46,0 0 34 ,00 12, 00 17 12, 00 1 2,00 1 2,00 10 PAULO 34 ,00 09 3 9 ,0 0 34 ,00 76 12 68 ,20 7,00 1 3,00 P R - 5 85 P / T O LE D O 1 0, 00 1 0, 00 52, 00 15 5 2 ,0 0 3 9 ,0 0 1 0, 00 12 1 3 ,0 0 52, 00 46,0 0 1 3 ,0 0 12, 00 09 1 3, 00 1 3 ,0 0 04 97 12, 00 08 11 13 , 00 3 9 ,0 0 5 2 ,0 0 1 2,00 14 1 2,00 1 3 ,0 0 13 1 3, 0 0 1 3, 00 10 12,00 1 3 ,0 0 03 03 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 12,00 1 3, 0 0 02 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 1 3, 00 02 09 52 ,00 1 3 ,0 0 01 1 3, 00 1 3 ,0 0 01 13 , 00 52 ,00 46 ,00 13 , 00 1 3 ,0 0 13 , 00 46 ,00 3 4,00 05 3 4,00 1 3 ,0 0 04 20 34,00 1 3 ,0 0 34,00 46,0 0 14 39 , 00 1 3, 0 0 1 3 ,0 0 12, 00 07 1 3 ,0 0 12, 00 1 3, 00 13 1 3 ,0 0 5 2 ,0 0 39 , 00 13 , 00 1 2,00 1 3 ,0 0 22 RUA 1 3 ,0 0 39 , 00 1 3, 00 1 3 ,0 0 18 12,00 1 3 ,0 0 03 1 3, 00 39 , 00 12,00 1 3 ,0 0 5 2, 0 0 39 , 00 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 06 1 3, 0 0 39 , 00 3 4,00 1 3 ,0 0 02 1 3, 0 0 05 39 , 00 5 2 ,0 0 17,00 1 3, 00 01 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 04 1 3 ,0 0 13 , 00 91 C AM P O S 1 3 ,0 0 13 , 00 14 3 4,00 46 ,00 16 1 3 ,0 0 19 1 3 ,0 0 13 1 3 ,0 0 46,0 0 34,00 15 1 3, 0 0 1 3 ,0 0 39 , 00 5 2, 0 0 12, 00 09 1 3 ,0 0 03 1 3, 00 39 , 00 12,00 08 1 3, 00 1 3 ,0 0 02 21 46 ,00 3 4,00 07 1 3, 00 1 3, 00 01 17 34,00 1 3 ,0 0 46,0 0 1 3 ,0 0 08 1 3 ,0 0 1 3, 0 0 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 12, 00 13 , 00 07 13 , 00 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 JARDIM AMÉRICA 13 , 00 1 3 ,0 0 6 1 ,0 0 1 3 ,0 0 MATO 03 1 3 ,0 0 06 1 3 ,0 0 ESCOLA MUNICIPAL 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 05 1 3, 00 1 2,00 5 2 ,0 0 3 9 ,0 0 1 3, 00 1 3, 00 04 1 3 ,0 0 86 12,00 1 3 ,0 0 02 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 14 1 3 ,0 0 46,0 0 34,00 1 3 ,0 0 01 1 3, 00 1 3 ,0 0 13 12, 00 13 , 00 19 3 9 ,0 0 5 2 ,0 0 3 4,00 1 3, 0 0 12,00 12 1 3 ,0 0 34,00 11 34,00 10 1 3 ,0 0 13 , 00 RIO 34,00 46,0 0 1 3, 00 03 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 21 12, 00 12, 00 16 1 3 ,0 0 1 3, 0 0 02 17 12, 00 15 20 1 3 ,0 0 01 1 3, 00 1 2,00 1 3 ,0 0 39 , 00 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 22 1 3, 00 1 2,00 5 2 ,0 0 39 , 00 1 3, 00 13 , 00 18 01 -A 6 1 ,28 12, 00 12, 00 6 ,50 0 7,10 12,0 13,00 P A R A ÍB A B OA S 13 , 00 06 1 3 ,0 0 39 , 00 39 , 00 5 2 ,0 0 12,00 09 1 3, 00 05 12,00 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 08 1 3 ,0 0 04 12,00 07 1 3 ,0 0 5 2 ,0 0 39 , 00 39 , 00 1 3, 00 46,0 0 34,00 1 3 ,0 0 1 3, 00 80 12, 00 12 13 , 00 19 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 12,00 1 3 ,0 0 1 3, 00 14 1 3 ,0 0 RUA 1 3, 00 34 ,00 3 06 20 SÃO 29,7 1 3, 0 0 34,00 11 1 3, 0 0 1 3 ,0 0 34,00 10 1 3 ,0 0 05 12, 00 13 , 00 12, 00 16 13 , 00 04 1 2,00 15 1 3 ,0 0 1 2,00 09 3 9 ,0 0 13 , 00 1 3 ,0 0 13 3 4,00 1 3 ,0 0 39 , 00 5 2 ,0 0 3 4,00 46 ,00 03 1 3, 00 39 , 00 RUA 1 3 ,0 0 02 46 ,00 3 4,00 1 3, 00 01 1 3 ,0 0 21 22 0 52,0 04 6 7 ,2 2 VILL AS 1 3 ,0 0 17 18 12,00 08 1 3 ,0 0 1 3, 0 0 1 3 ,0 0 12,00 07 1 3, 00 5 2, 0 0 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 34,00 46,0 0 13 , 00 02 13 , 00 1 3 ,0 0 12, 00 12 2 0, 0 0 2 2,00 7 7 ,0 0 PARANÁ 7 5, 00 52 , 00 3 9 ,0 0 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 46,0 0 34,00 01 19 1 3, 00 8 , 00 61 07 0 12,0 0 12,0 13, 00 1 3 ,0 0 06 13 , 00 3 9 ,0 0 3 9 ,0 0 5 2, 0 0 3 4,00 13 , 00 05 12,00 34,00 34,00 13 , 00 12, 00 1 3 ,0 0 12, 00 11 12, 00 10 1 3 ,0 0 1 2,00 1 3, 0 0 1 2,00 16 1 3 ,0 0 20 1 3 ,0 0 71 5 3 4,00 1 3, 0 0 04 1 3, 0 0 13 , 00 3 4,00 46 ,00 1 3 ,0 0 14 12,00 1 5,00 7 2,92 A .P .A .E . 62,5 2 0 13,0 06 00 12, 13 ,00 6 7 ,2 2 A NT O NIO 13 , 00 13 RUA 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 52 , 00 46 ,00 3 4,00 03 3 4,00 1 3 ,0 0 02 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 21 33,40 I IN 00 39, 13,00 1 3, 00 0 13,0 0 52,0 0 0 67 , 22 1 3 ,0 0 01 1 3, 00 17 12,00 15 3 9, 00 1 3 ,0 0 22 12,00 13 , 00 1 3 ,0 0 13 , 00 18 RUA 09 5 2 ,0 0 3 9, 00 34,00 46,0 0 93 ,00 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 3 9, 00 3 9, 00 5 2 ,0 0 1 3, 0 0 12, 00 34,00 08 1 3 ,0 0 13 , 00 46,0 0 34,00 07 1 3 ,0 0 5 2 ,0 0 3 9, 00 3 9, 00 1 3 ,0 0 12, 00 12, 00 60 , 00 19 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 1 3, 0 0 71 05 12,0 30 14, L 13 , 00 06 3 4,00 05 RUA 1 3 ,0 0 04 3 4,00 46 ,00 1 3 ,0 0 46 ,00 3 4,00 1 3, 0 0 14 1 3 ,0 0 0 39,7 0 36,4 0 32,0 0 13,0 1 3,00 1 0 0, 83 1 3 ,0 0 13 13 , 00 3 9, 00 5 2 ,0 0 12,00 1 2,00 17,00 21 12,00 12,00 17 67 SUL 0 0 108,0 13 , 00 03 3 4,00 1 3 ,0 0 3 9, 00 3 4,00 02 3 4,00 46 ,00 3 4,00 34 ,00 1 3 ,0 0 01 1 3 ,0 0 46 ,00 3 4,00 17,00 98 ,08 34,0 0 34,0 14,3 0 78 , 80 1 3 ,0 0 27 ,00 0 13 ,00 1 3, 05 1 3, 00 CATARINA 3 7,50 DO 4 1, 00 0 70,0 34,0 104,0 15 , 00 EMATER A.P.M.I. 76 , 00 4 4 ,7 2 0 0 13,00 85 1 3, 0 0 12 20,0 0 0 34,0 MA NOE 2 2 -M T -0 1 -H 104 ,00 20 12 6,90 22 DO NO R TE 34 ,00 3 2,80 1 3 ,0 5 1 3, 0 0 18 1 2,00 11 12,0 0 1 3, 05 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 12 ,00 1 3 ,0 5 10 31, 80 16 13 ,0 5 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 3 9 ,0 0 5 2, 00 5 2, 00 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 1 3, 00 15 30, 60 42 ,60 1 3 ,05 12 6,90 1 3 ,0 0 66 13 , 00 1 3 ,0 0 09 0 11 -A 0 04 0 13,0 0 13,0 34,0 0 0 46,0 34,0 0 7,00 1 3,00 1 3, 00 13 , 00 1 2,00 1 3 ,0 5 0 34,0 0 0 30,0 12,0 N 13,00 1 3 ,0 0 5 2 ,0 0 3 9 ,0 0 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 45,8 0 12,0 34,0 0 46,0 00 12, 0 00 46, 34,0 A 0 1 3,00 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 3 9 ,0 0 5 2 ,0 0 08 17,2 -B 33 ,70 0 30,6 0 0 12,0 0 0 0 00 12, 12,0 34,0 0 46,0 Z 0 39,0 13,00 RUA R I O G RA ND E 2 2 -M T -0 1 -C -B 10 4 ,0 0 SANTA 21 19 12 ,00 17 07 27,20 0 34,0 S 34,0 0 0 0 13,0 13 ,00 02 PIAUÍ 06 26, 00 24 ,80 34,0 0 0 0 12,0 12,0 0 0 35,0 47,0 5,00 23,0 0 0 0 15,0 19,0 0 59,0 0 0 22,0 DA UA IRA Á G DE A M I 0 13, 00 03 05 PAR QU E I N D U S TR IA L 0 2 RUA 1 3, 0 0 05 4 1,50 0 52,0 0 34,0 34,0 0 12,0 LO 12,0 R 0 12,0 0 0 12,0 15,0 0 26,0 0 2 0 13,0 IO RUA 27 ,21 27, 27 1 3 ,0 0 04 40,50 2 8,50 35, 30 00 12, 0 12,0 A 0 0 0 12,0 0 0 46,0 34,0 0 0 34,0 12,0 0 34,0 25,0 39,0 0 0 13,0 P 13,0 0 13,0 1 3,00 24 2 4, 00 27, 34 27 ,41 27, 49 28,2 1 28,14 28,28 27 ,56 27 ,64 2 7,71 28,36 27 ,78 27 ,85 28,5 0 28,5 7 28,6 4 2 8,00 2 8,07 1 3, 00 14 1 2,00 1 2,00 GRANDE 12,0 0 1 7,00 0 0 0 0 34,0 46,0 12,0 C 12,0 0 12,0 12,0 46,0 0 34,0 12,0 0 0 0 0 LL 0 LIM 13,0 O IO 0 13, 00 2 4 ,0 0 360 ,00 1 3 ,0 0 13 12 ,00 12 ,00 12,0 12,0 0 12,0 0 0 0 34,0 46,0 12,0 0 34,0 00 34, 00 46, 12,0 0 12,0 34,0 0 12,0 0 34,0 12,0 39,0 13,0 R D 0 0 13,00 2 7,93 28 ,71 03 34, 00 13 , 00 03 1 8, 11 C .T .G . 02 CEARÁ PARQ UE IN D U S T R IA L 01 WC . . RA 2 2 -M T -0 1 -C -A 3 4,00 1 3 ,0 0 02 34, 00 46,00 1 3 ,0 0 01 0 52,0 0 52,0 0 0 0 12,0 0 0 0 34,0 0 12,0 0 12,0 0 0 0 0 46,0 34,0 0 12,0 0 13 6 2 ,3 7 28,7 9 2 2 -M T -0 1 -E 52,0 14 2 8,43 2 2 - M T -0 1 -F 1 3, 0 0 62 0 52,0 28, 86 2 2 -M T - 0 1 -G 360 ,00 1 3, 0 0 360 ,00 12,0 0 12 1 3 ,0 0 360 ,00 12 ,00 3 4,00 4 6,00 11 360 ,00 1 2,00 22 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 1 3, 00 09 10 28, 93 29 ,00 1 3, 0 0 18 20 1 3, 00 10 1 3, 00 1 3, 05 23,0 09 03 02 01 11 12 11 1 2 13 14 15 16 17 18 19 20 21 2 2 23 08 0 9 10 R UA 2 33,1 0 06 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 3 9 ,0 0 5 2, 00 5 2, 00 3 9 ,0 0 12,0 0 1 3 ,0 0 1 0 ,0 0 8 ,0 0 8 , 00 1 0 ,0 0 8 , 00 8 ,0 0 8, 00 8 , 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8 , 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8 , 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8 ,0 0 8, 00 8 , 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8 ,0 0 8 ,0 0 8 , 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8, 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8, 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8, 00 8 , 00 8 ,0 0 8, 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8, 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8, 00 8 ,0 0 8 ,0 0 RUA 1 2,00 1 3 ,0 0 16 13 , 00 8, 00 8 , 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8 , 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8 , 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8, 00 8 ,0 0 8 ,0 0 V IL A G R A C IO S A 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 2 5 34 ,00 1 3, 00 1 3 ,0 0 13 , 00 15 07 V IL A R U R A L M A N H Ã F E L IZ 8 ,0 0 8, 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8, 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8, 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8, 00 8 , 00 8 ,0 0 8, 00 8 , 00 8 ,0 0 8, 00 8 , 00 8 ,0 0 8, 00 8 , 00 8 ,0 0 8 ,0 0 8 , 00 8 ,0 0 2 2 -M T -0 1 -H 2 33,1 0 34 ,00 46, 00 1 3 ,0 0 04 05 06 1 3, 0 0 34, 00 34, 00 46 ,00 36 ,60 4 3,00 12,0 0 12,0 34,0 0 34,0 0 34,0 12,0 0 34,0 0 0 12,0 34,0 0 0 N 13,0 13,0 0 17 ,70 05 1 3 ,0 0 09 1 3 ,0 0 46,00 34, 00 34, 00 0 0 00 34, 0 12,0 34,0 0 12,0 0 46,0 00 34, 0 12,0 34,0 34,0 0 12,0 46,0 0 0 13,0 0 13,0 A 39,0 39,0 26,00 04 13 , 00 65 5 2 ,0 0 3 9 ,0 0 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 16 2 6 ,0 0 01 02 03 29,00 14 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 5 2 ,0 0 06 15 29,00 13 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 08 11 99,0 0 9,48 03 21 1 3, 00 18 09 17 , 00 01 21, 00 02 17 19 07 17 08 14 05 21, 00 01 07 13 04 RUA MARANHÃO 1 3, 0 0 10 12 03 8,00 8, 00 8,00 8,00 8 ,00 8,00 8 ,00 1 3, 0 0 1 3 ,0 0 1 9 ,0 0 01 02 8,0 0 8 ,00 8,00 8 ,00 8,00 8, 00 8,00 1 3 ,0 0 1 3, 00 17 , 00 8,44 8,44 8,44 8,44 8,44 8,44 8,44 8,44 12 ,00 12 1 3, 00 1 3 ,0 0 1 3, 00 6 7 ,2 2 8, 44 8, 44 8, 44 8, 44 8,4 4 8, 44 8, 44 8,4 4 9,4 8 1 2,00 12 ,00 12, 00 12, 00 20 1 3 ,0 0 13 , 00 1 3, 00 35 7 ,4 3 34,00 34,00 4 6,00 18 22 11 13 , 00 1 3 ,0 0 1 3,00 1 3,00 4 0 0 52,0 34,0 34,0 0 46,0 0 34,0 0 0 00 12, 12,0 0 0 0 46,0 34,0 12,0 0 0 0 34,0 46,0 0 34,0 0 0 0 12,0 34,0 0 63 4 9 ,0 0 52,0 0 34,0 0 0 0 12,0 12,0 0 00 46, 34,0 B 13,0 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 10 1 3 ,0 0 1 3 ,0 0 0 10 11,0 10 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 3 9 ,0 0 5 2, 00 5 2, 00 3 9 ,0 0 09 1 3 ,0 0 1 3, 00 17,0 0 0 13,0 0 0 08 1 3,00 34,0 0 0 34,0 12,0 12,0 0 34,0 0 46,0 12,0 0 12,0 34,0 0 12,0 0 0 34,0 0 12,0 34,0 0 46,0 0 0 30 0 13,0 0 13,0 0 13,0 13,0 13,0 00 52,0 13, 0 13,0 0 1 3 ,0 0 16 1 3 ,0 0 08 1 3, 00 1 3, 00 0 13,0 18 S 0 13,0 0 07 06 05 1 3,00 0 0 0 0 12,0 0 0 46,0 34,0 0 0 46,0 0 0 34,0 0 12,0 34,0 12,0 00 12, 01 LE 0 13,0 13,0 00 13, 0 00 52,0 13, 13,0 0 0 12,0 12,0 0 12,0 0 12,0 0 12,0 0 34,0 0 12,0 I 0 12,0 0 A 49,0 17 A 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 04 25 3 4 ,0 0 20 08 S 00 13, S 0 24 7,00 0 0 13,0 20,0 0 13,0 0 00 13, O 13,0 03 23 1 3,00 0 0 12,0 0 0 46,0 34,0 0 A K 12,0 0 12,0 0 0 0 00 46, 34,0 34,0 13 14 P 22 19 0 13,0 07 06 13,0 0 0 13,0 0 13,0 60 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 05 3 4 ,0 0 21 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 09 52,0 0 0 0 13,0 M 13,0 02 15 10 13,0 1 3 ,0 0 64 3 9 ,0 0 1 3 ,0 0 07 A VE N IDA 27 14 12 13,0 0 13 , 00 13 , 00 15 6 7 ,2 2 1 8 ,0 0 29 0 23,0 0 28 1 3,00 0 0 34,0 0 46,0 0 0 12,0 0 46,0 0 34,0 SA 34,0 0 12,0 34,0 0 46,0 0 0 12,0 12,0 U 04 3 9 ,0 0 5 2 ,0 0 5 2 ,0 0 3 9 ,0 0 67 , 22 L O T E A M EAN T O J A R D IM A M É R IC A .P.I.V 26 16 11 21 1 0 0, 83 0 25,0 13,0 0 13,0 52,0 17 19 1 3, 00 1 3, 00 09 0 33,6 30,0 0 34,0 12,0 IO 0 0 12,0 12,0 0 0 0 34,0 46,0 0 34,0 12,0 0 0 12,0 00 34, 0 0 A 0 13,0 R 0 52,0 34,0 0 12,0 0 0 0 12,0 12,0 0 12,0 0 0 46,0 34,0 12,0 C 13,0 25 0 13,0 0 0 0 15 0 13,0 00 13, 0 13,0 0 13,0 32 ,60 1 3, 00 0 0 13,0 13,0 0 19 16 0 13,0 22 ,2 13 ,0 0 33,7 13 03 13,0 0 20 0 39,0 0 13,0 13,0 18 0 00 13, 13 ,00 07 1 3 ,00 1 3,00 0 12,0 N 0 34,0 12,0 34,0 0 0 46,0 34,0 12,0 0 0 34,0 0 0 0 0 34,0 46,0 12,0 13,0 17 01 0 06 0 1 3,00 12,0 0 0 0 12,0 0 A 12,0 00 34, 00 46, 0 13,0 0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 1 3, 0 0 13 ,00 13 00 0 0 02 01 0 13,0 00 52, 0 39,0 02 0 16 52,0 03 06 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 R UA 1 3, 00 14 0 13,0 0 13 ,0 1 3,00 00 52, 0 52,0 0 12,0 12,0 12,0 O T 0 I 34,0 0 46,0 0 12,0 46,0 0 34,0 12,0 0 34,0 N E 0 12,0 0 12,0 0 12,0 34,0 13,0 0 13,0 0 0 39,0 1 0 0 13,0 0 00 12, 0 N 46,0 0 IN 34,0 0 12,0 34,0 0 0 00 12, 0 0 P 0 0 34,0 46,0 12,0 34,0 0 12,0 0 0 0 02 1 3, 0 0 05 1 3, 00 01 8 ,70 14 10, 00 1 3,00 0 12,0 A 0 0 34,0 46,0 0 12,0 12,0 0 0 46,0 34,0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 04 0 13,0 03 13,0 05 06 52,0 0 00 34, 0 34,0 12,0 H C 0 12,0 0 34,0 0 0 0 46,0 34,0 12,0 00 34, 12,0 0 07 04 0 13,0 0 34,0 0 34,0 0 46,0 0 N 0 0 12,0 34,0 0 0 12,0 046,00 34,0 0 34,0 0 12,0 0 12,0 12,0 IA 00 46, 0 34,0 0 0 34,0 0 46,0 0 12,0 12,0 0 0 34,0 12,0 0 34,0 39,0 00 26, 3,80 34,0 0 0 B 12,0 34,0 0 0 0 1 7, 69 0 08 0 39,0 0 13,0 0 13,0 02 59 05 0 13,0 0 13,0 22 39,0 0 1 3, 12 0 13,0 0 0 13 ,0 13 ,00 6 1,6 0 3 4,00 0 0 12,0 46,0 12,0 0 0 46,0 34,0 0 0 0 0 34,0 46,0 12,0 I 12,0 12,0 12,0 0 0 34,0 12,0 34,0 0 09 0 39,0 1 3,0 13,0 13,0 13,0 21 0 52,0 01 1 3,0 13 ,00 12 0 0 0 0 13,0 39,0 0 52,0 0 15 0 S18 13,0 13,0 11 0 13,0 0 39,0 00 4 7, 70 13,0 0 0 12 0 13,0 0 13,0 E 13,0 13,0 05 36,60 0 A 12,0 U 0 0 0 0 00 34, 12,0 0 0 46,0 34,0 52,0 00 39, 11 10 0 0 48,2 0 52,0 R 12,0 0 0 0 IJ 12,0 E 12,0 12,0 34,0 0 12,0 00 46,0 0 34,0 0 00 12, 34,0 0 1 7 ,6 9 12 0 52,0 4 0, 00 1 1 04 1 3 ,00 0 13,0 0 13,0 09 10 0 13,0 39,0 00 52, 0 13,0 0 13,0 D 13,0 0 0 13,0 06 13 ,0 16 13 ,0 19 R 0 0 0 13,0 13 0 4 7, 201 0 0 03 0 RIO 12,0 0 12,0 104, H O 0 0 0 34,0 46,0 0 S 34,0 12,0 N 0 12,0 0 0 12,0 34,0 0 46,0 1 7 ,6 9 13 4 0 13,0 00 39, 0 17 A 13,0 0 13,0 1 0 13,0 13,0 0 13,0 0 13 ,0 13,0 13,0 01 7 1 3 ,0 0 04 4 6,00 3 4,00 0 0 0 46,0 0 34,0 12,0 0 0 12,0 0 0 8 18 7 0 52,0 3 1,6 1 3 ,00 0 0 0 13,0 0 13,0 0 1 3, 00 14 12,0 0 0 12,0 34,0 0 0 34,0 46,0 0 34,0 34,0 12,0 12,0 12,0 0 02 03 04 3 8, 96 0 SÉ 0 0 12,0 0 0 46,0 34,0 0 0 12,0 32,0 00 39, 0 0 QUEI 01 13,0 0 13,0 0 26,0 0 00 34,0 0 46,0 0 0 12,0 0 0 0 34,0 12,0 12,0 0 0 13,0 13,0 AS CTG 13,0 0 13,0 0 13,0 15 16 1 0 0 R 13,0 12 0 0 08 0 13,0 0 13,0 0 13,0 18 13,0 39,0 11 20 N 21 E B 10 13,0 13,0 R 13,0 0 A 0 9 0 13,0 0 39,0 09 0 02 03 U 0 13,0 0 13,0 U 13,0 1 0 13,0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0 R 0 13,0 20 21 R 17 0 9 ,60 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0152,0 0 0 A 0 13,0 AS 1 3, 00 27 19 02 13,0 0 T 13,0 0 13,0 0 13,0 0 22 0 13,0 0 13,0 03 1 3, 2 5 ,20 23 13,0 0 52,0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 13 14 04 05 06 13,0 13,0 0 0 13,0 0 13,0 13,0 0 13,0 0 39,0 00 13, 0 13,0 13,0 03 13 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0 20 0 13,0 0 52,0 0 39,0 18 0 13,0 1 4,8 0 40,8 BO 0 24 00 13, 0 0 13,0 00 13, 17 0 39,0 0 13,0 0 52,0 22 01 02 14 04 05 06 13,0 0 21 0 52,0 13,0 0 0 39,0 20 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 12,0 104, 0 12,0 46,0 0 34,0 12,0 0 12,0 12,0 0 39,0 0 0 SO 13,0 CHURR 39,0 18 17 0 39,0 0 JO 34,0 0 0 FO 0 00 34,0 46, 12,0 A 0 0 12,0 34,0 39,0 0 13,0 0 0 O 0 52,0 0 22 01 13,0 34,0 ,00 0 0 0 0 0 034,00 13,0 0 EL HOR T 0 21 0 52,0 0 13,0 0 13,0 0 10,0 52,0 39,0 20 19 0 39,0 0 52,0 0 13,0 0 13,0 19 0 39,0 0 52,0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 0 21 13,0 0 39,0 0 13,0 38,3 0 14,5 0 8 -A 12 ,30 13 1 3, 00 21 ,20 0 0 13 ,00 11 00 7 ,40 0 40,0 3 7,0 04 05 06 07 08 0 13,0 0 16 11 12 13,0 07 08 13,0 13,0 0 04 13,0 0 13,0 09 0 00 13, 02 03 10 0 13,0 13,0 0 12,0 104 0 34,0 12,0 12,0 12,0 10,0 46,0 0 34,0 34,0 46,0 0 0 O TT 13,0 13,0 13,0 C . C. 05 1 9, 50 0 34,0 0 0 0 -1 A -2-034,00 8-C24,0 0 0 34,0 0 5 39,0 R 26,0 0 39,6 0 0 13,0 L IO 13,0 0 0 W 8 A EJ R TIZ IG R AT M 0 0 34,0 0 0 17,0 46,0 0 34,0 0 12,0 46,0 0 0 34,0 12,0 0 8-C 24,0 46,0 0 34,0 0 46,0 0 0 13,0 0 IA 26,0 U 0 13,0 39,0 0 13,0 14,0 0 14,0 0 26,0 0 0 0 15 0 13,0 13,0 0 15 16 07 08 09 0 13,0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 1 3, 0 14,5 17 13,0 0 0 13,0 0 1 3 ,0 0 13 1 3 ,0 0 1 3, 00 5 9,2 13 ,000 10 1 3, 00 15,1 1 4, 80 6,20 0 13 ,00 09 00 0 20 0 15,1 S 0 93,0 01 13,0 0 13,0 0 08 1 3, 00 12,0 0 60,5 17,0 0 17,0 00 12, 0 12,0 12,0 0 0 34,0 12,0 46,0 0 0 0 34,0 46,0 34,0 0 0 0 I 12,0 0 34,0 EL 06 14 1 3,0 1 3, 00 38,3 1 5, 48 5 2, 20 ,4 0 15 17 13 ,00 07 00 0 33, 0 0 52 ,00 3 9, 00 19 58 13 ,0020 ,00 13 ,00 06 1 3, 1 3,0 16 24 ,6 LA 1 3, 00 0 13 1 3,0 18 1 3, 00 1 3 ,00 00 1 3,0 0 15 ,10 0 17,0 8,75 0 A 12,0 12,0 U 0 0 34,0 0 46,0 12,0 0 H C 0 12,0 00 34, 12,0 IN 0 12,0 N 0 12,0 00 12, 0 ER 12,0 0 18 1 3, 00 6 0,0 00 0 0 0 13,0 0 04 0 12 1 3,0 19 12 ,00 A 0 12,0 U 0 34,0 34,0 0 P 12,0 0 29,0 01 4 0 ,0 0 0 1 3, 13 ,0 0 15 IZ LOU Ç Ã R IA IÁ S TA V E DO O R 24 13 , 00 03 1 3 ,0 0 3 9 ,0 0 20 0 1 5,10 R 34,0 0 12,0 R 0 12,0 0 0 0 29,0 0 3,25 0 0 34,0 0 0 12,0 34,0 12,0 02 17,5 0 12,0 0 46,0 0 34,0 34,0 0 46,0 0 12,0 12,0 IO ÁC 0 34,0 00 12, 0 23 0 14,6 12,0 0 0 34,0 46,0 0 34,0 34,0 0 12,0 0 IF 12,0 N 0 0 46,0 34,0 0 O 12,0 B 0 34,0 0 13,0 00 39, 0 13,0 1 3 ,0 0 17 0 39,0 0 13,0 13 ,0 1 3,0 3 8, 10 16 13 ,00 0 11 0 15 ,2 1 2,00 0 0 0 34,0 12,0 A 0 12,0 0 U 12,0 0 46,0 0 34,0 0 26,0 5 G 26,0 20 13, 13,0 0 13,0 0 0 LAG O 15,0 34,0 0 0 R 12,0 0 0 46,0 34,0 0 34,0 0 12,0 E 0 A 26,0 13,0 13,0 0 0 14,0 0 0 15,0 0 0 1 7, 50 21 13 00 1 3 ,0 0 02 1 2,00 0 12,0 0 34,0 8,35 0 0 46,0 34,0 0 0 36,0 V 0 I 0 50 C O O PAVEL 14,0 05 06 N 13,0 0 13,0 0 02 1 3 ,0 0 01 1 3, 00 34 ,00 1 8 -D 8-B 37 ,00 34,0 0 46,0 0 0 12,0 12,0 0 0 12,0 12,0 5 12,0 0 0 12,0 48,0 IE 0 13,0 3 0 18,5 13,2 13,0 0 S 0 0 76,0 14,0 4 6, 50 3 6,07 19 0 0 52,0 39,0 14 03 V IL ,00 13 ,0 10 1 3,0 20 1 8 -C 34 ,00 0 12,0 0 0 46,0 34,0 0 0 0 24,2 12,0 0 0 0 0 60,0 12,0 0 P 26,0 0 S 18,5 13,0 3 13,2 18,5 0 13,2 O 13,0 O 0 0 0 27,0 00 13, 0 0 13,0 05 13 ,0 13,0 02 03 13,0 0 0 0 13,0 00 39, 0 52,0 0 22 13,0 00 39, 00 26, 1 3, 1 3, 00 46 ,00 34 ,00 0 12,0 0 12,0 12,0 32,6 12,0 0 0 0 R 2 1 -I 0 13,0 13,0 07 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 00 52, 0 39,0 TO 13,0 13,0 17 0 39,0 0 13,0 0 13,0 13,0 G 13,0 0 39,0 0 13,0 0 0 0 0 13,0 0 39,0 0 10 0 0 13,0 1 11 13 0 13,0 13 14 04 05 06 0 IN 0 13,0 0 0 0 39,0 52,0 22 00 1 3, 0 15 1 3, 9,5 06 1 20 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 13,0 00 13, 0 13,0 08 09 15 16 13,0 0 13,0 0 39,0 20 03 H S 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 10 0 A 12 13,0 0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 13,0 01 0 13,0 21 00 39, 0 52,0 0 25 13,0 0 52,0 0 39,0 18 0 13,0 0 W 0 13,0 19 0 39,0 0 52,0 0 0 13,0 0 52,0 22 13,0 13,0 00 13, 0 13,0 13,0 0 13,0 11 13,0 14 04 05 06 13,0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 13,0 0 0 39,0 20 02 13 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 00 13, 0 A 12 0 13,0 39,0 13,0 0 13,0 13,0 U 0 13,0 03 04 17 0 39,0 0 13,0 13,0 0 0 0 R 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0 52,0 0 01 54,0 3 1,7 09 01- A 0 13 ,003 3,0 0 1 3, 00 0 20,0 0 13,2 0 8 -A 0 8 -B 0 1- B 0 5,20 11,0 0 13 ,0 03 10 00 16, 0 16,0 18,0 0 17 18 19 0 09 15 16 13,0 0 13,0 00 39, 0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0 0 4, 0010,0 0 A : 3.1 65,87 m² 10 11 12 21 13,0 52,0 18 0 0 0 0 39,0 22 0 13,0 02 13,0 13,0 05 06 03 14 04 0 13,0 13,0 01 02 17 0 39,0 0 13,0 0 0 38,5 12 0 0 16,0 4 -A 15, 1 5, -A 56 ,6 15 ,20 52 ,20 11 14 1 6 -A RUA 34,0 12,0 00 12, 0 0 0 12,0 0 06 39,0 0 13,0 18 0 13,0 03 13,0 0 13,0 0 13,0 84,7 15,0 0 39,0 0 13,0 0 14 04 05 0 39,0 13,0 13 34, 00 0 12,0 0 0 34,0 12,0 46,0 0 34,0 0 12,0 1,4 0 12,0 34,0 12,0 12,0 0 34,0 26,0 26,0 0 13,0 0 0 13,0 20,0 18,5 R G 0 3 15,0 0 13,2 0 15,0 0 14,0 0 14,0 17 0 39,0 13,0 13 0 13,0 21 0 52,0 13,0 0 0 13,0 0 A 0 0 0 0 34,0 46,0 0 0 0 0 0 0 13,0 31,0 A D 0 0 13,0 TO 13,0 01 4 0 ,0 0 21 0 52,0 13,0 0 0 39,0 0 13,0 0 19 0 39,0 0 52,0 0 27 13,0 0 52,0 0 39,0 20 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 0 0 13,0 0 52,0 19 0 52,0 0 TUR 32,0 00 12, 0 0 0 34,0 0 12,0 12,0 46,0 0 34,0 34,0 0 0 0 13,0 0 26,0 19 0 39,0 0 52,0 0 28 13,0 0 52,0 0 39,0 13,0 07 08 13,0 13,0 0 0 39,0 22 07 08 13,0 13,0 FEI 12,0 46,0 0 34,0 12,0 34,0 0 0 0 46,0 34,0 0 0 0 0 34,0 46,0 34,0 13,0 13,0 0 02 00 13, 00 13, 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 52,0 16 00 13, 13,0 09 15 16 13,0 0 13,0 0 39,0 20 0 13,0 0 21, 01 0 21,0 0 0 00 13, 26 0 38,218 23, 91 3,33 0 17,0 0 17,0 13,0 13,0 00 13, 8,5 0 0 16,0 0 0 2 ,7 1 0 13,0 0 0 13,0 13,0 0 0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 9 0,0 ,00 112 5 2 ,50 44 ,0 02 35 ,5 03 2 6 ,00 0 10,0 0 PRE 0 0 0 34,0 0 0 12,0 0 0 0 0 13,0 0 13,0 39,0 1 7 ,5 0 08 09 0 0 10 11 0 11 12 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 12 13,0 13,0 0 39,0 22 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 10 00 13, 13,0 0 5 0,0 CÂM ARA 25,0 0 34,0 00 34, 46,0 34,0 0 46,0 46,0 12,0 0 0 0 34,0 46,0 12,0 12,0 0 34,0 15 16 13,0 0 13,0 0 39,0 20 13,0 I 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0 00 13, R 13 U 1 2, 00 0 00 52, 1 3, 00 0 ,00 13,0 39,0 0 52,0 78 , 80 2 2 -M N -8 0 0 3 3 ,21 04 2 9 ,0 06 07 104 13,0 07 0 0 N IO 0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 12 ,0 05 04 12 ,0 08 E. 2 2 -M N -3 2 2 -M N -4 2 2 -M N -5 2 2 -M N -7 1 5, 00 02 16 ,5 08 0 09 1 2 ,00 7 5,0 1 2 ,00 A T0 7O 10 4 6 ,00 30 ,0 TO 30 A S 0 16 1 2 ,00 3 4, 00 09 B US 11 3 4, 00 12 13 3 4 ,0 4 6 ,00 0 14 15 16 13,0 O B 08 09 15 13,0 0 0 0 0 07 0 XI AS 10 12 ,0 03 19 2 2 -M N -6 01 0 03 1 2 ,00 46 ,00 34, 00 0 0 0 46,0 34,0 0 0 12,0 0 12,0 0 0 0 13,0 31,0 13,0 0 0 01 03 13,0 0 13,0 0 3 4 ,0 04 05 1 2, 00 IOTÉ CA 23,0 0 12,0 0 0 12,0 0 0 12,0 34,0 12,0 34,0 0 0 00 12, 13,0 45,5 0 26,0 00 13, 0 13,0 1 15,0 20,0 0 13,0 1 1 ,5 0 03 R 13,0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 02 14 05 06 13,0 0 4 6 ,003 4, 00 14 4 6, 00 05 04 12 ,0 S .E . 1 2,0 0 07 1 2, 00 N .E . S. 0 6 ,0 0 12 ,00 7,00 34,0 0 46,0 34,0 12,0 0 0 0 0 0 0 12,0 0 26,0 0 08 13,0 0 52,0 A 0 ,00 104 0 13,0 0 04 0 13,0 0 13,0 13,0 G RU P O E SVCIT OALLA R B R A S IL 0 17 0 39,0 0 13,0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 18 13,0 0 0 13,0 10 11 12 0 13,0 0 29 B 13,0 21 0 39,0 0 13,0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 04 05 06 22 0 31 0 13,0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 07 0 26,0 ,00 104 12 13 34 ,0 0 4 6, 00 14 15 1 2, 00 02 03 0 06 CA 46 3 4, 00 ,0 0 16 17 18 01 1 7, 50 1 2,0 BIBL 00 12, 0 0 12,0 34,0 0 34,0 17,0 12,0 0 0 46,0 34,0 12,0 0 59,0 05 06 0 13,0 0 0 13,0 I -B 0 13,0 0 0 19 0 12 ,0 0 02 X II 12 ,0 0 02 01 1 3, 00 12 ,0 0 06 46 ,0 0 1 2,0 0 3 4,0 0 3 4, 00 13,0 13,0 0 52,0 0 39,0 A 0 0 52,0 0 U 03 13,0 0 0 13,0 52,0 14 0 3 4, 00 04 00 13,0 0 0 12 ,0 AN 13,0 39,0 0 52,0 13 13 1 2,0 18 0 0 13,0 07 0 13,0 0 39,0 0 39,0 07 0 22 12 ,0 79,0 0 0 13,0 13,0 01 R 5 2, A 0 08 09 03 4 6,0 34 ,0 0 0 46 ,0 05 06 10 0 0 34 ,0 0 11 3 4 ,00 01 0 3 4 ,00 11 12 34 ,0 46 ,0 0 0 13 14 15 34 ,0 0 0 3 4 ,00 13,0 0 13,0 0 39,0 00 13, B IMI -A O 13 14 13,0 0 18 12 ,0 0 12 ,0 17 1 2, 00 12 ,0 20 1 2 ,00 0 02 03 0 13,0 R 0 13,0 0 39,0 0 13,0 13 0 13,0 0 13,0 13,0 0 13,0 0 4 6, 50 17 0 0 13,0 14 04 09 3 4,0 0 4 6 ,00 15 16 34 ,0 0 04 03 1 3 ,0 34 ,0 08 09 12 ,00 00 34, 0 34,0 12,0 34,0 046,00 É 0 0 0 0 12,0 01 21 00 39,0 52, 0 0 13,0 C 17 0 0 39,0 26,0 0 13,0 1 2, 00 12 ,0 0 22 1 2, 00 1 2 ,00 21 A 13,0 15 06 1 2, 00 20 1 2 ,00 19 13 14 4 6 ,00 05 06 34 ,0 01 02 3 4, 00 3 4 ,004 6, 00 10 11 1 2, 00 DE 17 04 1 5, 00 P IO 1 2 ,00 21 3 4, 00 07 46 ,0 3 4 ,0 0 0 1 2 ,00 18 1 2,0 0 1 2, 00 A 34 ,0 0 01 02 03 0 1 2,00 0 0 00 34, 34,0 0 0 46,0 00 34, 17,0 0 12,0 74,0 0 0 02 03 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 00 36, 0 13,0 0 13,0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 14 0 15,2 0 12,0 12,0 0 0 0 34,0 S 0 34,0 12,0 0 12,0 34,0 0 46,0 0 Á 12,0 0 04 19 0 39,0 0 52,0 0 32 13,0 0 39,0 00 13, 0 13,0 39,0 13,0 0 13,0 0 20 0 1 2,0 0 19 O 08 12 N ID 16 3 4,0 46 ,0 0 0 10 11 0 12 0 RU 12 ,0 0 17 1 2,0 34 ,0 0 0 12 ,0 0 1 2, 00 LD 1 2 ,0 20 0 21 05 12, 00 0 14,8 00 12, 0 12,0 12,0 0 12,0 34,0 0 0 0 0 12,0 S 0 17 0 39,0 13,0 13 0 05 13,0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 13,0 0 0 52,0 0 39,0 18 0 04 0 34 ,0 07 0 4 6, 00 12 ,0 19 0 12, 00 0 0 0 12,0 0 0 46,0 34,0 0 12,0 12,0 0 3 12,0 63,7 0 13,0 06 0 13,0 09 13,0 0 0 39,0 52,0 22 51 ,0 NA 0 E 08 09 34 ,0 12 34 ,0 AR 1 2 ,0 0 4 6,00 34,00 12,0 0 0 12,0 12,0 34,0 0 0 12,0 34,0 0 46,0 12,0 0 12,0 12,0 0 48,4 26,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 ,75 0 35,0 0 0 0 0 0 12,0 0 0 1 0 21 0 52,0 0 13,0 0 0 52,0 0 39,0 18 15 0 13,0 0 13,0 0 39,0 20 1 2 ,00 13 09 10 11 12 ,0 QU 15 46 ,0 34 ,0 4 6 ,00 0 34 ,0 DU 1 0, 006, 00 38 ,5 0 07 3 4, 00 08 3 4, 00 15 16 34,00 0 34,0 0 12,0 12,0 0 0 46,0 34,0 0 12,0 12,0 00 12, 46,0 0 12,0 34,0 LO 12,0 0 22,0 33,7 36,0 1 26,0 40,0 48 14, 0 0 13,0 10 S 0 46,0 0 0 12,0 0 0 12,0 R 34,0 0 0 4 A 14,4 46 0 14, 40,2 IN IC 0 46 13,0 V E 34,0 12,0 0 46,0 0 00 46, 0 34,0 0 0 0 34,0 46,0 4 29,0 15,7 29,0 P 30,0 14, 2 14,4 0 0 13,0 R 0 39,0 0 52,0 0 33 13,0 52,0 22 14,0 A 13,0 0 13,0 0 0 39,0 20 1 1 ,5 0 0 15,0 12,0 0 0 12,0 12,0 0 A 12,0 C 0 50 13, 0 2 6 , 00 01 07 08 00 13, 16 10 11 0 13,0 04 05 06 3 4, 00 01 02 03 3 4 6, 00 4,0 0 0 0 16 0 0 0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 13,0 0 3 4, 00 7 ,0 0 0 0 0 1 12 13,0 04 E05 D 06 13,0 0 13,0 0 25,0 0 35 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 13,0 0 11 13,0 0 13,0 0 13,0 19 13,0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 0 34,0 0 0 34,0 46,0 0 12,0 0 34,0 0 46,0 0 12,0 4 0 15,7 13,5 30,0 14,4 46 0 14, 16,2 E ID 4 14,0 0 16,2 A 02 4 15,2 0 12,0 0 12,0 0 34,0 0 7 4 13,3 15,7 16 10 11 0 13,0 0 13,0 0 0 03 13,0 52,0 0 47,0 34,0 34,0 34,0 46,0 0 34,0 0 0 0 34,0 46,0 12,0 S 0 17,0 0 4 A 5 2 14,4 N 14,8 34 15,0 10 15 0 13,0 12 13,0 04 05 0 EI 12 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 01 02 03 E 13,0 0 13,0 -A 0 21 27,0 0 0 0 13,0 39,0 18 0 39,0 0 52,0 21 0 0 52,0 0 0 0 0 13,0 0 13,0 13,0 00 52, 22 13,0 0 13,0 18 1 2 ,0 1 2 ,0 17 1 2 ,0 04 05 34 ,0 0 01 02 03 13 A VE 19 13,0 0 U IQ 13,0 0 0 0 00 13, 07 08 09 N 13,0 13,0 13,0 13,0 0 FR 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 06 13,0 1 8 ,5 0 03 13,0 0 26,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 E 0 13,0 13,0 0 0 39,0 20 0 13,0 13,0 13 H 14 R 04 05 06 13,0 0 0 A 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 1 2, 00 46 ,0 34 ,0 0 0 14 46 ,0 3 4, 00 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 39,0 13,0 0 36 0 0 52,0 0 39,0 18 0 13,0 0 22 1 2, 00 1 2 ,00 21 10 0 13,0 0 13,0 0 39,0 13,0 0 13,0 52,0 22 01 0 11 0 13,0 0 0 39,0 20 0 13,0 02 14 13,0 0 13,0 U 0 13,0 00 13, 0 39,0 0 17 0 39,0 00 13, 0 13,0 04 06 01 21 0 0 52,0 39,0 13 0 13,0 0 39,0 0 26,0 0 02 03 13,0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 52,0 0 0 0 07 19 0 39,0 0 52,0 0 13,0 39,0 18 13,0 R 9,00 0 39,0 0 13,0 37 13,0 0 39,0 0 13,0 0 11 12 13,0 -B 0714,0 0 8 -B 0 0 13,0 0 52,0 22 0 13 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 00 13, 08 17 0 39,0 13,0 14 04 05 0 13,0 0 13,0 0 0 0 0 34,0 46,0 0 12,0 0 34,0 34,0 34,0 0 15,0 15,7 21 0 52,0 13,0 0 13,0 06 01 02 03 69,0 34,0 0 0 JO 0 43,0 0 0 36,0 E 37,0 D 8 19 0 39,0 0 52,0 0 38 0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 0 16,0 13,0 0 0 15 13,0 17 0 08 0 1 2, 00 17 1 2, 00 0 3 4, 00 1 2, 00 19 1 2,0 0 1 3 ,00 1 3, 00 51 ,0 07 08 09 16 12 0 39,0 20 1 2, 00 21 0 10 21 0 0 12 ,0 13,0 0 19 0 52,0 09 0 15- B 20 1 2 ,00 12 ,0 34 ,0 12 ,0 0 0 13,0 0 13,0 39,0 0 52,0 0 10 11 12 3 4, 00 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 13,0 0 07 12 ,0 0 A 19 12 ,0 01 3 4 ,00 02 03 5 3,50 0 0 34,0 0 34,0 0 57 ,50 69,00 27,7 9 47,8 4 15,7 0 0 13,0 0 52,0 0 39,0 0 13,0 09 43 , 00 0 49,5 12,0 34,0 0 34,0 12,0 0 00 34, 12,0 59,0 0 13,0 0 3 13,0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 52,0 18 0 0 09 15 16 13,0 39,0 20 0 13,0 13,0 0 0 22 13,0 0 31,0 0 0 0 0 0 0 39,0 1 27,5 16,4 00 39, 0 13,0 14 13,0 0 13,0 0 12,0 12,0 0 34,0 12,0 12,0 12,0 0 12,0 A 0 0 12,0 72,00 13,0 0 27,4 00 13, 13 04 0 00 12, 0 12,0 U 0 0 46,0 34,0 0 0 1 0 13,0 39 00 13, 05 06 12,0 0 12,0 0 0 R 12,0 13,0 27,1 0 32,0 16 13,0 39,0 20 0 13,0 00 13, 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 12,0 12,0 12,0 0 12,0 12,0 0 0 0 15 0 0 13,0 0 39,0 0 17 14,0 06 0 0 46,0 34,0 0 0 0 34,0 12,0 12,0 12,0 13,0 52,0 1 9,50 19 ,50 7 ,00 17,0 0 0 13,4 H 13,0 0 52,0 0 39,0 18 00 12, 0 12,0 0 0 52,0 00 13, 21 0 0 0 39,0 52,0 22 19 0 0 52,0 39,0 13,0 01 3 9 ,0 0 0 0 12,0 12,0 0 46,0 0 34,0 0 12,0 0 12,0 0 0 15 ,00 1 13,0 35,3 13,0 0 13,0 0 20 0 39,0 14,0 1 11 12 13,0 13,0 0 39,0 0 52,0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 02 34,0 0 34,0 0 0 34,0 46,0 00 12, 46, 00 13,0 5 11 03 46,0 34,0 00 34, 0 0 0 13,0 29,50 13,0 0 EM 00 13, 0 00 13, 8 14,8 0 E 04 1 1 ,5 0 13,0 0 13,0 0 0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 14,0 9,00 0 16,0 0 13,0 0 07 08 09 15 0 4 6, 00 08 0 1 2, 00 1 2, 00 3 3, 00 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 16 12 34 ,0 3 4,0 07 08 09 34 3 3,0,0 0 1 5 - A0 16 3 4, 004 6,0 0 13,0 0 0 0 0 10 0 13,0 00 39, 0 1 9 ,0 01 0 4 6,0 0 16 34 ,0 46 ,0 0 0 10 11 0 13,0 13,0 0 0 RU 3 4 ,0 07 08 09 3 4 ,0 15 06 13,0 0 0 2 0 ,0 0 1 0 -B 0 A 3 4, 00 01 02 04 0 0 0 13,0 13,0 0 11 0 02 03 13,0 00 13, 10 RU 03 13,0 0 1 7 ,00 0 46 ,0 13,0 13,0 0 13,0 13,0 13,0 17 0 39,0 0 13,0 0 0 0 13,0 12 ,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 12 21 0 3 4, 00 06 0 8 -A 0 3 4, 00 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0 13,0 0 13,0 0 13 0 39,0 13,0 13 14 04 05 13,0 02 03 14 13,0 0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 00 13, 06 0 41 13,0 0 52,0 0 39,0 13,0 06 13,0 0 07 A 0 0 52,0 0 13,0 0 52,0 18 0 09 12 2 6 ,00 17 20 ,0 39,0 0 52,0 0 13,0 0 0 22 0 0 16 04 05 46 ,0 07 3 4,0 08- B 17 ,0 1 0 -A 19 01 L 13,0 R 13,0 16 13,0 39,0 20 0 13,0 0 39,0 0 3 4,0 01 02 03 3 4 6, 00 4,0 0 12 ,0 0 10 12 ,0 0 0 13,0 09 13,0 0 B 04 05 13,0 13,0 08 A 17 0 39,0 0 13,0 0 0 13,0 C 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 0 13,0 0 39,0 0 0 39,0 13,0 13,0 13,0 09 39,0 18 21 0 0 0 0 13,0 0 26,0 0 13,0 0 42 13,0 0 52,0 0 22 1 13,0 13,0 0 0 13,0 0 19 52,0 0 0 19,1 13,0 07 08 09 0 0 13,0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 R A13 LV 00 52,0 39, 0 13,0 0 13,0 0 0 0 13,0 15 05 06 0 39,0 0 52,0 13,0 26,0 S E03 14 Á 04 0 13,0 0 13,0 0 13,0 00 13, 13,0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 18 17 0 39,0 0 13,0 0 13,0 A 52,0 0 39,0 22 0 O 0 1- 21 0 39,0 0 52,0 0 13,0 0 0 19,9 00 13, 0 13,0 0 39,0 1 1 ,5 0 20 19 0 39,0 0 52,0 0 43 13,0 52,0 13,0 01 R 13,0 0 0 13,0 16 12 05 40 17 0 31,00 0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 13,0 0 13,0 0 0 1 11 12 13,0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 15 0 13,0 0 13,0 07 08 09 12 ,0 11 12 ,0 15 4 6, 00 07 08 09 1 2 ,00 11 1 2 ,00 11 3 4 ,00 12 13 14 3 4 ,00 0 13,0 0 13,0 0 12 0 46 ,0 0 1 2 ,00 0 13,0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 4 6,0 13 14 15 4 3 4, 00 6,0 0 16 17 18 3 4, 00 1 1, 85 01 13,0 0 13,0 0 0 13,0 00 13, 1 1, 00 0 13,0 0 13,0 0 15 0 0 13,0 02 03 0 13,0 0 13,0 16 20 01 02 03 04 05 15 ,0 0 14 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0 0 0 11 3 8 ,0 0 5 ,0 0 0 03 02 17 0 39,0 0 13,0 0 14 04 05 06 13,0 0 1 0 13,0 0 39,0 13,0 13 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 13,0 01 02 03 12 21 0 52,0 0 13,0 0 0 39,0 18 13,0 13,0 13,0 09 0 13,0 -B D 0 0 13,0 06 07 08 09 0 A 22,0 0 M 13,0 0 39,0 0 13,0 13,0 IN 12,2 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0 U 34,0 R 0 0 0 13,0 0 13,0 0 0 10 5 2, 00 P E 07 08 15 16 13,0 39,0 02 14 4,20 05 06 A 0 13,0 10 12,0 0 13,0 13,0 8 03 13,0 0 13,0 -A 0 39,0 5,00 0 24,1 -A 04 13,0 21 0 52,0 0 14 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 0 ID N 0 13,0 0 13,0 0 12,0 0 0 46,0 34,0 12,0 0 00 13, 00 39, 13,0 E 13,0 0 00 38, -B 19 0 39,0 0 52,0 44 33,0 0 52,0 0 39,0 13,0 0 V A 0 0 34,0 0 46,0 0 0 00 13, 02 03 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 00 13, 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 00 13, 52,0 18 0 13,0 0 28,0 14,0 0 14,0 01 0 13,0 13 14 04 05 06 13,0 05 06 07 13,0 0 0 0 13,0 0 13,0 0 0 12,0 12,0 13,0 12,2 5 14,8 EZ 5 15,0 Z 14,8 14 22 0 45 13,0 0 39,0 0 13,0 18 13,0 01 07 08 09 15 0 0 0 13,0 13,0 0 52,0 0 39,0 22 17 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 52,0 0 39,0 20 0 02 04 21 00 15, 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 21 46,0 0 0 12,0 0 00 0 0 13,0 26, S LT P/ E 05 04 13,0 R 5 2 16 15 08 39,0 13,0 0 13,0 00 13, 16 0 13,0 39,0 22 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 10 0 13,0 0 39,0 0 22 0 00 13, 0 0 39,0 0 52,0 0 47 13,0 52,0 52,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 11 13,0 0 39,0 00 13, 0 13,0 13 14 13,0 0 13,0 19 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 0 0 39,0 20 00 13, 0 00 13, 0 12 A 04 0 0 13,0 H 17 13,0 0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 05 13,0 0 13,0 0 00 13, IN M 06 0 0 0 13,0 10 00 13, 0 39,0 20 C 13,0 13,0 05 A 0 39,0 0 13,0 00 13, 0 13,0 0 13,0 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13,0 0 14,0 0 14,0 0 14,0 0 15,0 0 15,0 0 14,0 03 0 42,0 149 34,0 13,0 0 0 13,0 R 13,0 0 13,0 17 04 0 13,0 0 13,0 0 13,0 13,0 0 13,0 52,0 22 0 13,0 0 0 13,0 0 17 00 39, 00 13, 0 13,0 14 13,0 0 13,0 0 0 0 12,5 0 13 0 A 16 21 0 0 52,0 39,0 13 00 13, 0 39,0 0 13,0 13,0 01 02 03 13,0 1930,0 0 29,0 U 0 00 0 15,0 0 26,0 0 14,0 14,0 R 36,5 0 13,0 50 00 13, 0 52,0 0 18 8 13,0 0 0 15,0 00 15, 0 0 0 19 0 39,0 0 52,0 0 0 13,0 0 39,0 0 52,0 04 O 13,0 ER 0 0 15 14 00 16, 0 15,0 0 14,0 02 01 09 05 13,0 P 13,0 18 16 0 50,8 13 0 12,0 0 12,0 36, 30,0 0 53,2 10 51 06 07 0 0 12 0 12,0 0 33,1 07 17 11 16 11 06 0 13,0 0 39,0 0 13,0 13,0 0 22 0 12,0 00 34, 0 13,0 A 04 10 0 17 0 0 36,0 45,4 11 0 52,0 9,00 05 08 5 3 ,5 8 7 1, 58 15 16 13,0 00 52,0 39, 20 29,0 0 34,0 0 0 13,0 0 13,0 8,10 0 27,5 13,0 0 13,0 13,0 M 13,0 0 0 13,0 R 0 0 00 13, 16,0 0 0 0 13,0 13,0 0 5 13,0 A 0 D 15,0 0 0 0 13,0 4 0 U 13,0 16,0 R 13,0 E L 13,0 13,0 0 15,8 4 0 P 13,0 13,0 0 13,0 0 4 15,9 13,0 0 15,0 0 14,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 15,9 A 0 00 14, Á 1 0 ,0 0 9,30 09 15 14 04 0 16,0 0 0 15,0 40,3 75 14,0 0 O 07 03 02 03 07 06 05 8 , 00 0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 46,5 19 0 52,0 0 49 16 10 11 12 13,0 07 08 09 13,0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 39,0 0 52,0 0 39,0 20 0 13,0 11 12 07 0 13,0 0 39,0 0 13,0 13,0 0 13,0 0 15 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 15 1 3, 10 3 4 ,00 07 08 09 13,0 00 13, 0 13,0 0 0 09 08 07 06 14 04 09 06 0 0 13,0 0 1 14,0 08 15,0 0 13,0 13,0 0 A 13,0 U 0 39,0 IA 39,0 U 14,0 0 0 00 36, 14,0 0 34,0 0 0 0 13,0 R 13,0 R 0 27,6 0 8 0 15,0 14,0 05 15,0 0 36,00 0 34,0 0 A 13,0 R 36,00 21 04 11 02 01 0 13,0 36,0 00 16, 0 15,0 36,0 14,0 0 0 0 14,0 0 14,0 0 36,0 0 0 10 14,0 0 14,0 0 14,0 0 0 14 09 0 M 14 A13 15,0 6 18,8 20 04 0536,0 0 0 13,0 0 0 0 13,0 0 41,7 0 13,0 5 28,7 03 15,0 03 C 0 0 12 02 0 34,0 52,0 13,0 M 01 0 0 0 0 13 34,0 36,0 13,0 13,0 14 0 0 0 0 15 2 15,0 03 08 15 12 15,0 2 50,2 36,0 1 32,0 13 07 36,0 0 36,0 21,7 0 12 3 16 08 4 23,1 30,0 36,0 11 13,0 0 33,3 13,0 0 36,0 0 13,0 0 0 0 36,0 0 14,1 11 12 0 32,0 0 3 04 1 11 12 00 23, 0 16,0 0 16,0 A H E N T O J A R D I M O L IN D A L O T E AINM E D 11 0 1 0 0 15,1 10 14, 16 09 10 08 09 0 13,0 0 0 13,0 16,0 12 07 0 13,0 0 13,0 13,0 0 13,0 08 09 15 0 0 01 0 13,0 16 06 1 3, 10 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 0 14 ,2 0 13 07 1 3 ,10 0 20,0 0 13,0 08 1 3 ,10 0 00 13, 0 0 13,0 06 13,0 0 10 0 13,0 0 13,0 0 13,0 16 13,0 0 13,0 A 13,0 0 13,0 0 16,0 0 00 14, U 0 13,0 0 13,0 0 01 02 13,0 05 13,0 02 S 03 13,0 13,0 L 0 09 0 03 04 0 13,0 13,0 0 13,0 0 E 13,0 10 0 13,0 0 39,0 0 17 0 39,0 0 13,0 A 0 0 0 14 ,5 36 ,0 52 0 52,0 0 13,0 07 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 02 0 O 0 11 12 0 52,0 08 0 13,0 13 IB R 14 04 05 06 13,0 03 N 13,0 0 13,0 52,0 0 13,0 0 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 13,0 0 A 13,0 M 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 39,0 0 0 57 13,0 0 52,0 0 39,0 18 13,0 14 04 05 06 21 0 13,0 0 52,0 0 22 0 01 13 0 13,0 0 39,0 0 13,0 0 13,0 13,0 0 12 0 52,0 0 13 14,0 06 4 24,2 Z 34,0 0 0 13,0 2 44,6 13,0 0 26,0 13,0 V A 11 02 4 0 01 0 52,0 0 39,0 18 19 0 39,0 0 52,0 13,0 0 13,0 39,0 20 0 13,0 0 39,0 0 13,0 13,0 13,0 52,0 22 17 0 39,0 0 13,0 0 0 0 0 39,0 20 0 0 13,0 0 39,0 0 0 39,0 13,0 09 0 13,0 09 13,00 ,50 35 Km 132 0 13,0 0 2 0 Fª 12,0 O A 0 13,0 U 0 09 O 12 00 13, 13,0 18,6 R R 0 13,0 0 15 13 0 A 0 P 5,00 0 S ID 13,0 0 0 39,0 S 0 N R 13 00 14, 14,0 0 E 00 13, 13,0 28,2 0 13,0 V 10 06 07 12 30,0 0 36,0 12 09 39,0 A 0 0 0 13,0 13,0 0 36,00 0 15,0 0 15,0 0 14,0 00 14, 0 14,0 0 15,0 08 36,0 14 11 LO 5 0 13,0 26,8 06 05 04 03 13,0 13,0 0 12,0 40 41, 0 0 07 24 0 10 0 36,0 1325,3 4 10 36,0 03 E 0 A 14,0 15,0 0 14,0 15,0 0 52,0 14 0 10 O D 13,0 7 0 0 26,0 A 0 08 01 6 26,4 16,1 3 46,1 03 P 02 14,0 0 N BR 7 -2 13,0 12 11 10 TE U 0 14,0 0836,0 0 15,0 0 13 26 09 LEI 09 02 23 07 A 04 05 06 07 08 EIR A 0 15 14 R 15 06 0 0 36,0 14,0 IA 36 ,0 16 0 13 02 36,0 16 13,0 PE R CH 01 36,0 14 01 18 14 3 18 07 13 0 36,0 17 M AVE 01 0 12,3 0 36,0 0 3 6 ,00 01 02 03 0 CA S 0 18,0 0 0 18,0 05 R IO 0 01 04 1527,57 04 45, 06 0 14,10 0 15,1 0 15,1 0 14,1 3 43,8 0 15,1 05 02 14 16,5 50 16, 0 36,0 13,0 09 36 ,0 27,7 10 08 03 13 12 35 ,6 4 02 03 A 12 11 0 0 T O NIO 13 27 36 ,0 0 AN 14 04 06 3 6 ,00 04 4 8 ,5 0 2 3 ,0 1 3 6, 00 16 19 04 01 05 04 03 02 B 11 03 30 12, 1 8, 50 KY 15 07 3 6 ,0 0 A JO ÃO 09 3 6 ,0 0 FE LS 3 6, 00 01 02 10 13,0 10 09 08 3 6 ,0 0 ON 05 22 09 A 11 06 3 6, 00 07 10 03 05 06 0 15 14 13 12 37 E 0 36,0 2 5 ,1 U 3 6, 00 02 11 07 08 12 02 08 11 13,0 ANT 03 12 R 12 11 10 09 3 6 ,00 04 3 6,94 RU 4-S 36 05 O 14 13 28 3 6, 00 16 SE N 15 03 04 05 06 0 14,0 0 14,0 0 1- 05 04 03 0 13,0 0 16,0 0 16,0 00 16, 14 15,0 0 14,0 0 10,1 3 0 10,1 36,0 8,84 19 0 14,0 0 0 14,0 0 10,1 0 10,1 0 15,1 09 N 16,0 R 52,0 15 0 0 15,0 0 05 0 00 14,1 36, E C E M I T É R IO 0 0 36,0 8 0 D 1 11 21 0 0 17 14,0 0 10 A 0 36,0 13,0 0 13,0 20 16 32,0 15,0 14,0 8,80 04 0 14,1 11 19 0 52,0 0 53 54 18 9 S 0 0 0 75 36,0 1 0 7 0 15,0 0 14,0 0 03 S 15,0 14,0 06 EL 0 0 T IR 12 0 13,0 13 14,0 0 A 13 0 36,0 0 15 11 6 IB 14,0 15,0 O 14,0 02 08 0 13,0 39,0 0 52,0 0 13,0 00 13, 0 13,0 0 39,0 00 13, 0 39,0 0 13,0 0 11 12 12 13,0 07 08 09 15 16 1 0 13,0 0 36,0 16,0 10 0 0 14,0 A 15,0 0 A 0 09 36,0 07 11 08 15,0 10 N 0 15,0 0 13 01 07 3 6, 00 16 3 6, 00 15 14 13 36,0 U 01 02 03 04 01 05 09 3 6, 00 EN T 10 3 6, 00 O J EN 0 13,0 48 0 VIC 36 ,0 0 06 36 ,0 0 12 11 10 08 IS C 13 35 05 06 07 14 0 14,0 M 0 14,0 0 14,0 14,0 0 15,0 06 36,0 22 04 R 52,0 0 14 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 07 08 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 06 S 15 16 0 02 03 04 05 06 07 08 0 36,0 TE 0 16 05 05 0 52,0 09 0 0 18 03 10 0 0 36,0 14,0 14,0 0 0 1-A15,0 5 2 15,0 05 0 15,0 14,0 U R 15,0 0 36,00 14,0 0 15,0 08 07 06 00 14, 0 08 39,4 11 09 0 14,0 0 0 15,0 09 07 0 14 12 0 0 48,5 15 12 36 ,0 0 01 06 0 50,2 0 36,00 14,0 0 14,0 0536,0 0 15,0 11 1 6, 00 0 13 10 04 04 0 16,0 0 16,0 16,0 16,0 21 01 0 D 14 03 07 11 09 04 15,0 0 40,7 0 14,0 0 0 12 03 0 12 49,3 0 11 02 13 0 14,0 0 15 IM D R 02 JA 14 08 36,0 13 08 ER IC 05 30 ,2 15 29 09 15,4 0 40,7 10 8 ,00 FF 01 05 06 07 36 ,0 0 FR ED 36 ,0 0 16 15 14 12 ,3 1 HO 4,00 NC RD O 02 03 08 3 6, 00 F RA 36 ,0 0 TE 1 2 ,65 3 6 ,00 02 03 0 0 0 40 17, 51,7 EI 32,0 36,0 02 0 36,0 0 52,0 03 0 0 0 17 20 03 0 16,0 0 16,0 52,0 15 0 13,0 0 13,0 01 16,0 TE 9 14,0 0 14,0 02 19 0 0 36,0 08 13,0 1 5, 00 1 5, 00 1 5 ,00 56 01 19 16 0 36,0 10 36,0 0 1 0 14,0 0 36,0 0 09 11 N 32,0 RA 0 13,0 0 13,0 0 13,0 16,0 05 0 52,0 12 32, 0 14,0 A R 0 17 04 0 13 0 U R A 13,0 0 0 36,0 0 16,0 0 16,0 52,0 0 36,0 14,0 0 14,0 AN B 03 52,0 04 0 14 1 200 0 0 80 32,0 R 0 16,0 0 16,0 0 16,0 52,0 15 13 1 09 07 0 13 6 11 4 06 1036,0 0 0 01 14 0 0 34,3 R 3 6, 00 01 08 0 01 4 P EN LO 01 26,0 03 04 04 0 A 18 ,0 NA 07 04 07 5 9, 12 RU 06 0 9 -A 18 ,0 0 A B ER 36 ,0 3 5, 36 39 11 10 3 6 ,0 0 09-A AM 03 3 0 ,69 R IE 37,0 9 3 6 ,00 01 02 03 04 05 02 18 ,0 ST 13 ,0 0 34 1 4, 00 TO EN 11 0 36,0 0 36,0 15 5 19 0 16 14 0 36,0 15 04 5 1 1 2 U 13,0 02 19 17 05 12 09 00 16, 0 16,0 0 18 7 3 08 0 36,0 01 2 0 07 0 36,0 0 36,0 25,3 DO 05 5 17,2 G 36,0 1 04 M 18 01 5 6, 00 1 5 ,00 1 5 ,00 2, 0 0 0 00 36, 0 36,0 13,0 0 13,0 0 19 18 20 0 06 0 7 06 03 0 IO D 13,0 0 32,0 2 13 C 13,0 02 01 0 0 14,0 0 14,0 0 02 15 06 21,3 02 PRA 0 04 45 39,0 2 2, 11 3 0 ,7 A H OR 0 14 1 3 ,00 S D O U T IL ID P Ú BL A D E IC A 0 RU 6 ,7 9 1 1 ,5 0 O D IA 3 0, 69 19,4 6 ,0 0 30 72 ,0 60 ,0 5 RU 15-B 1 2 ,5 13 12 01 02 F IN 16 N 13,0 0 13,0 A 01 14 30,7 R 00 14, 0 05 0 D EL 3 7, 23 E PA 46 6 ,6 92,5 A Z ZI 30 ,0 0 R UA S AN 1 2, 50 T IN 03 13,0 0 0 0 13,0 0 13,0 O 06 13,0 0 13,0 O 13,0 O 0 0 U 14,0 36,0 04 42,4 06-A 0 01 0 08 07 05 13,0 02 01 0 13,0 06 04 13,0 0 0 52,0 0 07 05 03 09 08 13,0 0 R 0 32,0 47,0 A 22 ,8 0 05-A 2 5, 76 9 ,8 3 10 09 36 ,0 0 I E ZIO C O L É GI O MA RQ UÊ S D E P A R A N AG U Á 0 13,0 07 13,0 0 26 ,8 3 2 9 ,60 02 U 1 08,0 07 08 3 6 ,00 A F RE 0 37,0 0 13,0 06 03 R 04- A 9 ,3 0 9, 56 6 ,40 1 1 ,79 10 0 13,0 13,0 0 13,0 0 11,0 0 02- A 2 0 ,1 7 11 05 13,0 0 36,0 1 6, 32 03- A 31 0 8 ,9 3 RU 7, 14 01-A 7 ,7 1 8 ,2 8 8 ,7 2 42,0 ,00 m² 01 1 6 ,4 0 T 3 6, 00 12 11 37,0 41 0 13,0 04 13,0 0 13,0 ,0 0 0 16 15 14 13 32 0 01 02 03 18,5 0 0 18,5 0 13,0 03 13,0 0 13,0 0 52,0 0 13,0 0 13,0 08 00 13, 0 11 0 16 .1 09 3 6 ,0 R FR UE 04 05 06 13 14 15 0 0 44,513,0 0 5,5 02 13,0 44 1 02 DI RN O A TÍ EL 12 O SELI O A: 0 1 3, 00 HU 3 6, 00 11 13,0 0 13,0 0 13,0 0 13,0 0952,00 0 12 0 13,0 01 52,0 12 13,0 5,40 ES TÁ CA 5,3 06 07 08 0 ART 10 3 6 ,00 03 04 05 43 0 79,0 0 52,0 91,0 0 4,05 29,0 R UA 10 5 0 0 89,0 1 2, 75 01 11 2 3, 00 7 03 4 0 ,11 4 4 ,4 1 7 ,742 7 ,74 1 3, 00 R UA 13,0 00 159, C H N ° 07 0 3 2, 18 02 36 ,1 40 04 4 3 ,1 05 RU A A NT OR SO B O N IO R IN HO 02 CAD 07 13,0 0 13,0 0 30,9 01 P ES 38 59 , 50 14 ,5 0 0 13,0 0 0 13,0 0 0952,0 0 13,0 0 13,0 02 2, 00 17 ,0 0 A : 11.8 530, 50 m ² 10 A : 13.7 50,0 0 m ² P L A N T A R E G IO N A L D E LO C A L IZ A Ç Ã O 09 53, 50 ,40 0 77,0 0 52,0 0 12 0 1 4 ,2 0 14 , 20 1 4 ,2 0 D .E .R A A : 14.9 47,0 0 m ² 52,0 S Ã O M IG U E L D O IG U A Ç U 3 8 ,5 0 3 4 ,00 10 3 4 ,0 O 2 5,00 206 0 96,0 CH N° 05 F 20 28, 41 Km FO Z D O IG U A Ç U SA NT A HE LE NA DIAMA NT E SÃO SE BA ST IÃO Km 28 PR - 585 1 2 Km C É U A ZUL Km 18 A G R O C A F E EIR A M AT E LÂ N D IA Km M E D IA N E IR A Km 1 2 ,00 55 ,0 0 1 2 ,5 0 1 2 ,50 1 2, 50 0 70,0 50, 00 3 8, 50 A : 17 .107 ,00 m ² S .W . 8 ,0 0 15 ,0 0 15 , 00 1 7 ,0 0 3 3 -B 3 3 -A CH N° 03 4 Km 24 IA O CÍL FIN S T A . T E R E SA - 277 2 2 Km 4 Km 16 3 3 -D -1 ,00 - 488 P R Km 9 BR ESTADO DO PARANÁ 3 3- D-2 33 238 VE RA CRU Z DO O ESTE R A M ILÂ N D IA 3 3 -B O UR 8 M IS S A L IT A IP U LÂ N D IA C E N T R O E S P O R T IV O V E R EA D O R C AR L O S RO B E RT O A N IZ E L I A : 21 .571 ,00 m ² C U R IT IB A Km -O Km C H N ° 01 20 CE 30 - 48 20 S Ã O P E DR O D O IG U A Ç U PR TA O AD C A SC A V EL Km 286, 2 8 Km M C A M P O M O U RÃ O LU Z M A R IN A 22 D IA M A N T E D O OESTE AN RA -S G S ÃO JO S É D AS P A LM E IR AS 2 8 Km N .W . S S T A . H E L EN A N. W. A C RU E Z DO O ST E 1 9 7 9 7 ,8 09 2 3 ,4 7 Á R EA I N S T. 10 11 12 13 1 4, 00 1 1 ,5 0 11 , 50 1 1, 5 0 3 S E R G IP E TD E M A P PR EF E IT U R A M U N IC IP A L D E V ER A C R U Z D O O ES T E S EC R ET A R IA D E AD M IN IS TR AÇ ÃO E P L A N E JA M E N T O O PO G R A F IA M I LT O N K U L C H E S K I FO N E : 0 4 5 2 6 7 -1 4 4 4 9 9 8 2 50 3 6 m ilto n k@ n e tv ec o.c om .b r VE R A C R UZ D O O E S T E - P R M U N IC ÍP IO D E V E R A C R U Z D O O ES T E E SC A LA 1: C O M A R C A D E M A TE L Â N D IA - P R . D A T A: J A N EIR O D E 200 3 D ES EN H O : SA N D R O