Ministério de Minas e Energia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico SECRETARIA DE ENERGIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE MONITORAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO Janeiro – 2015 Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro Janeiro – 2015 Ministério de Minas e Energia Ministro Carlos Eduardo de Souza Braga Secretário-Executivo Márcio Pereira Zimmermann Secretário de Energia Elétrica Ildo Wilson Grüdtner Diretor do Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico - DMSE Domingos Romeu Andreatta Coordenação Geral de Monitoramento do Desempenho do Sistema Elétrico Thiago Pereira Soares Equipe Técnica André Grobério Lopes Perim Bianca Maria Matos de Alencar Braga Guilherme Silva de Godoi Igor Souza Ribeiro João Daniel de Andrade Cascalho Jorge Portella Duarte José Brito Trabuco Esplanada dos Ministérios – Bloco “U” – 6º andar 70.065-900 – Brasília - DF http://www.mme.gov.br Boletimpublicado Mensal deem: Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Boletim http://www.mme.gov.br/mme/menu/todas_publicacoes.html Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO.............................................................................................................................................................. 1 2. CONDIÇÕES HIDROMETEOROLÓGICAS .................................................................................................................. 2 2.1. Precipitação Acumulada – Brasil........................................................................................................................... 2 2.2. Precipitação Acumulada – Principais Bacias ........................................................................................................ 3 2.3. Energia Natural Afluente Armazenável ................................................................................................................. 4 2.4. Energia Armazenada ............................................................................................................................................ 6 3. INTERCÂMBIOS DE ENERGIA ELÉTRICA ................................................................................................................. 9 3.1. Principais Intercâmbios Verificados ...................................................................................................................... 9 4. MERCADO CONSUMIDOR DE ENERGIA ELÉTRICA .............................................................................................. 10 4.1. Consumo de Energia Elétrica ............................................................................................................................. 10 4.2. Unidades Consumidoras ..................................................................................................................................... 12 4.3. Consumo Total de Energia Elétrica no Brasil ...................................................................................................... 12 4.4. Demandas Máximas ........................................................................................................................................... 13 4.5. Demandas Máximas Mensais ............................................................................................................................. 13 5. CAPACIDADE INSTALADA DE GERAÇÃO NO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO ............................................... 16 6. LINHAS DE TRANSMISSÃO INSTALADAS NO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO .............................................. 17 7. PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA** ................................................................................................................... 18 7.1. Matriz de Produção de Energia no Sistema Elétrico Brasileiro ........................................................................... 18 7.2. Matriz de Produção de Energia Elétrica no Sistema Interligado Nacional........................................................... 19 7.3. Matriz de Produção de Energia Elétrica nos Sistemas Isolados ......................................................................... 19 7.4. Geração Eólica ................................................................................................................................................... 20 7.5. Energia de Reserva ............................................................................................................................................ 21 7.6. Comparativo de Geração Verificada e Garantia Física ....................................................................................... 23 8. EXPANSÃO DA GERAÇÃO ....................................................................................................................................... 26 8.1. Entrada em Operação de Novos Empreendimentos de Geração ....................................................................... 26 8.2. Previsão da Expansão da Geração..................................................................................................................... 27 9. EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO ............................................................................................................................... 27 9.1. Entrada em Operação de Novas Linhas de Transmissão ................................................................................... 27 9.2. Entrada em Operação de Novos Equipamentos em Instalações de Transmissão .............................................. 28 9.3. Previsão da Expansão de Linhas de Transmissão ............................................................................................. 29 Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 9.4. Previsão da Expansão da Capacidade de Transformação ................................................................................. 29 10. CUSTO MARGINAL DE OPERAÇÃO E DESPACHO TÉRMICO............................................................................... 29 10.1. Evolução do Custo Marginal de Operação .......................................................................................................... 30 10.2. Despacho Térmico .............................................................................................................................................. 30 11. ENCARGOS SETORIAIS ........................................................................................................................................... 31 12. DESEMPENHO DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO .......................................................................................... 33 12.1. Ocorrências no Sistema Elétrico Brasileiro ......................................................................................................... 33 12.2. Indicadores de Continuidade .............................................................................................................................. 34 GLOSSÁRIO .................................................................................................................................................................... 35 Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico LISTA DE FIGURAS Figura 1. Precipitação (mm) acumulada de 01/11/2014 a 30/11/2014 – Brasil. .................................................................................. 2 Figura 2. Precipitação (mm) acumulada de 01/11 a 29/11/2014* nas principais bacias, referenciadas à média histórica.................. 3 Figura 3. ENA Armazenável: Subsistema Sudeste/Centro-Oeste. ...................................................................................................... 4 Figura 4. ENA Armazenável: Subsistema Sul. .................................................................................................................................... 4 Figura 5. ENA Armazenável: Subsistema Nordeste. ........................................................................................................................... 5 Figura 6. ENA Armazenável: Subsistema Norte-Interligado. ............................................................................................................... 5 Figura 7. EAR: Subsistema Sudeste/Centro-Oeste............................................................................................................................. 7 Figura 8. EAR: Subsistema Sul. .......................................................................................................................................................... 7 Figura 9. EAR: Subsistema Nordeste. ................................................................................................................................................. 8 Figura 10. EAR: Subsistema Norte-Interligado.................................................................................................................................... 8 Figura 11. Principais intercâmbios de energia (MWmédios). .............................................................................................................. 9 Figura 12. Consumo de energia elétrica no mês e acumulado em 12 meses. .................................................................................. 11 Figura 13. Demandas máximas mensais: SIN. ................................................................................................................................. 13 Figura 14. Demandas máximas mensais: Subsistema Sudeste/Centro-Oeste. ................................................................................ 14 Figura 15. Demandas máximas mensais: Subsistema Sul................................................................................................................ 14 Figura 16. Demandas máximas mensais: Subsistema Nordeste. ..................................................................................................... 15 Figura 17. Demandas máximas mensais: Subsistema Norte-Interligado. ......................................................................................... 15 Figura 18. Matriz de capacidade instalada de geração de energia elétrica do Brasil sem importação contratada. .......................... 16 Figura 19. Linhas de transmissão de energia elétrica instaladas no SEB. ........................................................................................ 17 Figura 20. Matriz de produção de energia elétrica no Brasil. ............................................................................................................ 18 Figura 21. Capacidade Instalada e Geração das Usinas Eólicas do Nordeste. ................................................................................ 20 Figura 22. Capacidade Instalada e Geração das Usinas Eólicas do Sul. .......................................................................................... 20 Figura 23. Acompanhamento da Energia de Reserva Esperada e Verificada em 2013.................................................................... 21 Figura 24. Acompanhamento da Energia de Reserva Esperada e Verificada em 2014.................................................................... 22 Figura 25. Acompanhamento da Energia de Reserva Esperada e Verificada nos últimos 12 meses, por fonte. .............................. 22 Figura 26. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas hidrelétricas (UHE, PCH e CGH). .................. 23 Figura 27. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas eólicas............................................................ 23 Figura 28. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas térmicas a biomassa. ..................................... 24 Figura 29. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas termelétricas a óleo........................................ 24 Figura 30. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas termelétricas a gás......................................... 25 Figura 31. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas termelétricas a carvão.................................... 25 Figura 32. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas do SIN. ........................................................... 26 Figura 33. CMO: Subsistema Sudeste/Centro-Oeste. ....................................................................................................................... 30 Figura 34. Evolução do CMO e do despacho térmico verificado no mês. ......................................................................................... 30 Figura 35. Encargos Setoriais: Restrição de Operação..................................................................................................................... 31 Figura 36. Encargos Setoriais: Segurança Energética. ..................................................................................................................... 32 Figura 37. Encargos Setoriais: Serviços Ancilares. ........................................................................................................................... 32 Figura 38. Ocorrências no SIN: montante de carga interrompida e número de ocorrências. ............................................................ 34 Figura 39. DEC do Brasil. .................................................................................................................................................................. 35 Figura 40. FEC do Brasil. .................................................................................................................................................................. 35 Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico LISTA DE TABELAS Tabela 1. Energia Armazenada nos Subsistemas do SIN. .................................................................................................................. 6 Tabela 2. Principais limites de intercâmbio. ........................................................................................................................................ 9 Tabela 3. Consumo de energia elétrica no Brasil: estratificação por classe. .................................................................................... 11 Tabela 4. Consumo médio de energia elétrica por classe de consumo. ........................................................................................... 11 Tabela 5. Unidades consumidoras no Brasil: estratificação por classe. ............................................................................................ 12 Tabela 6. Demandas máximas no mês e recordes por subsistema. ................................................................................................. 13 Tabela 7. Matriz de capacidade instalada** de geração de energia elétrica do Brasil. ..................................................................... 16 Tabela 8. Linhas de transmissão de energia elétrica no SEB. .......................................................................................................... 17 Tabela 9. Matriz de produção de energia elétrica no SIN.................................................................................................................. 19 Tabela 10. Matriz de produção de energia elétrica nos sistemas isolados. ...................................................................................... 19 Tabela 11. Entrada em operação de novos empreendimentos de geração. ..................................................................................... 27 Tabela 12. Previsão da expansão da geração (MW). ....................................................................................................................... 27 Tabela 13. Entrada em operação de novas linhas de transmissão. .................................................................................................. 28 Tabela 14. Entrada em operação de novos transformadores em instalações de transmissão. ........................................................ 28 Tabela 15. Previsão da expansão de novas linhas de transmissão. ................................................................................................. 29 Tabela 16. Previsão da expansão da capacidade de transformação. ............................................................................................... 29 Tabela 17. Evolução da carga interrompida no SEB devido a ocorrências. ...................................................................................... 33 Tabela 18. Evolução do número de ocorrências. .............................................................................................................................. 33 Tabela 19. Evolução do DEC em 2014. ............................................................................................................................................ 34 Tabela 20. Evolução do FEC em 2014. ............................................................................................................................................. 34 Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 1. INTRODUÇÃO Seguindo tendência do mês anterior, em janeiro de 2015 observou-se um amplo predomínio de anomalias negativas de chuva sobre a maior parte do Brasil. Os valores de afluências brutas a todos os subsistemas foram inferiores à média de longo termo - MLT, com exceção do Sul. Nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, as afluências foram as piores para janeiro do histórico de 83 anos e o Norte registrou o oitavo pior valor. No mês, foram verificados 16.282 MWmédios de geração térmica programada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS considerando todas as razões de despacho, contribuindo para minimizar a redução dos estoques dos reservatórios. A variação da energia armazenada equivalente em relação ao final de dezembro de 2014 apresentou a seguinte distribuição por subsistema: -2,6 pontos percentuais (p.p.) no Sudeste/Centro-Oeste, +2,0 p.p. no Sul, -1,3 p.p. no Nordeste e +1,3 p.p. no Norte. No dia 07 de janeiro de 2015, foi realizada a 151ª reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico – CMSE. Na ocasião, os empreendedores dos lotes „A‟ do leilão 001/2010, „J‟ do leilão 004/2011 e „H‟ do leilão 001/2013 apresentaram, por solicitação do Comitê, a situação das obras das linhas de transmissão e instalações associadas referentes, respectivamente, às LTs 500 kV Araraquara 2 – Taubaté, Taubaté – Nova Iguaçu e Tucuruí II – Itacaiúnas – Colinas. Visando reduzir os atrasos das obras de empreendimentos de geração e transmissão de energia elétrica, fundamentais para a expansão do Sistema Interligado Nacional e pleno atendimento da carga, foi proposta a criação de metas e planos de ação com essa finalidade. Entraram em operação comercial no mês 429,3 MW de capacidade instalada de geração, 32,0 km de linhas de transmissão e 1.744,0 MVA de transformação na Rede Básica. No mês de janeiro de 2015, a capacidade própria instalada total de geração de energia elétrica do Brasil atingiu 134.008 MW. Em comparação com o mesmo mês em 2014, houve expansão de 3.277 MW de geração de fontes hidráulicas, de 1.429 MW de fontes térmicas e de 2.729 MW de geração eólica. No mês de dezembro de 2014, a geração hidráulica correspondeu a 67,9% do total gerado no Brasil, 0,5 p.p. acima ao verificado no mês anterior. A participação da geração eólica, que é tipicamente sazonal, teve variação de 0,2 p.p. entre um mês e outro (2,9% em novembro e 3,1% em dezembro de 2014). Além disso, a participação de usinas térmicas na produção de energia elétrica, em termos globais, foi reduzida em 0,7 p.p., com variações por combustível entre -0,5 p.p. (biomassa) e +0,4 p.p. (gás). O fator de capacidade médio da geração eólica da região Sul, no mês de dezembro de 2014, diminuiu 1,3 p.p. frente ao mês anterior, atingindo 23,9%. Por sua vez, o fator de capacidade das usinas do Nordeste reduziu 0,9 p.p. em relação a novembro de 2014, e alcançou 41,4%. No acumulado dos últimos doze meses, com relação ao mesmo período anterior, houve avanço de 3,7 p.p. no fator de capacidade na região Nordeste, enquanto que na região Sul o fator de capacidade das usinas reduziu cerca de 0,5 p.p. Com relação ao mercado consumidor em 2014, o consumo total, no acumulado do ano, considerando as perdas, cresceu 2,6% em relação ao mesmo período anterior. Por sua vez, no mês de dezembro de 2014, foi verificado crescimento de 2,0% em relação a dezembro de 2013. Houve expansão de 3,1% na quantidade de unidades consumidoras residenciais de dezembro de 2014 em relação ao mesmo mês de 2013. * As informações apresentadas neste Boletim de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro referem-se a dados consolidados até o dia 31 de janeiro de 2015, exceto quando indicado. ** O Subsistema Sudeste/Centro-Oeste é composto pelos estados das Regiões Sudeste e Centro-Oeste, Acre e Rondônia. O Subsistema Sul é composto pelos estados da Região Sul. O Subsistema Nordeste é composto pelos estados da Região Nordeste, exceto o Maranhão. O Subsistema Norte-Interligado é composto pelos estados do Pará, Tocantins e Maranhão. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 1 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 2. CONDIÇÕES HIDROMETEOROLÓGICAS O mês de janeiro foi caracterizado pela atuação de uma massa de ar quente e seca nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste nos primeiros 20 dias, associada a um sistema de alta pressão que impediu o avanço das frentes frias para essas regiões. Na região Sul, a atuação de áreas de instabilidade e a passagem de frentes frias ocasionaram anomalia positiva de precipitação nas bacias dos rios Jacuí, Uruguai e Iguaçu nesse período. A partir do dia 21, as bacias dos rios Tietê, Grande, Paranaíba e São Francisco voltaram a apresentar precipitação devido à passagem de dois sistemas frontais que avançaram pela região Sudeste. Na bacia do rio Tocantins, permaneceram as pancadas de chuva. Ao término do mês foram observados totais de precipitação significativamente abaixo da média climatológica em praticamente todas as bacias hidrográficas de interesse para geração de energia hidrelétrica do Brasil, com exceção das bacias dos rios Uruguai e Jacuí. Destaca-se que no mês de janeiro choveu apenas 25% do esperado para o mês na bacia do rio São Francisco, 30% na bacia do rio Paranaíba, 35% na bacia do rio Grande e 45% na bacia do rio Tocantins, aproximadamente. As temperaturas mínimas do mês variaram entre normal e acima da normal em praticamente todo o país, com destaque para a região Sudeste e Sul, com anomalias positivas de até 3°C. As temperaturas máximas do mês de janeiro estiveram acima da média climatológica principalmente nas regiões Sudeste e Nordeste, com anomalias positivas de até 5º C. As ENAs brutas verificadas em cada subsistema foram: 38 %MLT – 21.438 MW médios no Sudeste/CentroOeste (pior valor*), 215 %MLT – 15.652 MW médios no Sul (6º melhor valor*), 26 %MLT – 3.682 MW médios no Nordeste (pior valor*) e 60 %MLT – 6.026 MW médios no Norte-Interligado (8º pior valor*). Ressalta-se que, apesar de ter ocorrido ENA bruta de 215 %MLT no subsistema Sul, foi armazenável apenas 185 %MLT. * considerando um histórico de afluências para o mês em 83 anos (1931 a 2013). 2.1. Precipitação Acumulada – Brasil Figura 1. Precipitação (mm) acumulada de 01/01/2015 a 30/01/2015 – Brasil. Fonte: ONS Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 2 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 2.2. Precipitação Acumulada – Principais Bacias Sub-Bacia do Rio Grande Sub-Bacia Paranaíba Bacia do Rio Paranapanema Precipitação 01-28/01/2015*: 93,7 mm MLT de janeiro: 266,1 mm Precipitação 01-28/01/2015*: 83,3 mm MLT de janeiro: 282,4 mm Precipitação 01-28/01/2015*: 110,6 mm MLT de janeiro: 177,9 mm Bacia do Rio Tiete Sub-Bacia do Paraíba do Sul Bacia do Tocantins Precipitação 01-28/01/2015*: 130,0 mm MLT de janeiro: 226,8 mm Precipitação 01-28/01/2015*: 73,3 mm MLT de janeiro: 241,9 mm Precipitação 01-28/01/2015*: 118,1 mm MLT de janeiro: 270,4 mm Bacia do São Francisco Sub-Bacia do Rio Iguaçu Bacia do Rio Uruguai Precipitação 01-28/01/2015*: 37,4 mm MLT de janeiro: 175,6 mm Precipitação 01-28/01/2015*: 84,6 mm MLT de janeiro: 161,9 mm Precipitação 01-28/01/2015*: 207,4 mm MLT de janeiro: 144,7 mm Figura 2. Precipitação (mm) acumulada de 01/01 a 28/01/2015 nas principais bacias, referenciadas à média histórica. Fonte: CPTEC * A data refere-se ao último dado acumulado do mês de janeiro disponibilizado em dia útil. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 3 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 2.3. Energia Natural Afluente Armazenável Subsistema Sudeste/Centro-Oeste 80.000 92% 22.306 23.534 18.504 15.518 14.887 84% 13.197 62% 18.279 34.239 mar 55.144 abr 41.808 mai 30.186 jun 25.783 jul 21.387 ago 17.854 set 17.716 out 21.318 nov 27.229 dez 41.252 MLT ENA 2014 MLT 67% 74% 33.293 0 87% 80% 33.621 fev 59.055 16.000 87% 61% 36% 21.234 jan 56.416 52% 38% 32.000 83% 48.000 29.345 21.438 ENA (MW med) 64.000 ENA 2015 Figura 3. ENA Armazenável: Subsistema Sudeste/Centro-Oeste. Fonte dos dados: ONS Subsistema Sul 194% 20.000 105% 82% 61% 60% 5.025 11.233 8.220 10.937 19.066 11.945 6.247 10.989 13.929 7.709 7.095 MLT 10.160 13.468 4.000 0 96% 92% 110% 127% 125% 8.000 162% 185% 12.000 140% ENA (MW med) 16.000 jan 7.280 fev 8.360 mar 7.008 abr 6.591 mai 8.570 jun 9.938 jul 10.927 ago 10.338 set 12.011 out 13.271 nov 9.368 dez 7.391 MLT ENA 2014 ENA 2015 Figura 4. ENA Armazenável: Subsistema Sul. Fonte dos dados: ONS Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 4 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Subsistema Nordeste 20.000 16.000 77% 8.000 MLT ago 3.459 set 3.094 out 3.395 ENA 2014 6.536 jul 3.972 40% 1.227 36% jun 4.823 2.235 1.617 52% 54% mai 7.311 1.876 abr 12.072 1.835 46% mar 14.828 42% 3.012 41% fev 14.893 2.033 39% 4.727 26% 3.885 jan 14.162 3.886 MLT 3.541 25% 0 10.991 4.000 26% 64% ENA (MW med) 12.000 nov 5.553 dez 10.213 ENA 2015 Figura 5. ENA Armazenável: Subsistema Nordeste. Fonte dos dados: ONS Subsistema Norte-Interligado 20.000 16.000 80% 59% 8.782 8.028 4.169 2.331 1.529 77% jan 10.043 fev 13.463 mar 15.635 abr 15.565 mai 10.441 jun 5.459 jul 3.319 ago 2.338 ENA 2014 4.694 80% 76% 2.307 set 1.814 1.429 79% 1.243 78% 88% MLT 83% 83% 57% 8.633 MLT 10.457 0 60% 4.000 102% 8.000 10.019 6.026 ENA (MW med) 12.000 out 1.946 nov 3.076 dez 5.868 ENA 2015 Figura 6. ENA Armazenável: Subsistema Norte-Interligado. Fonte dos dados: ONS Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 5 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 2.4. Energia Armazenada Em janeiro de 2015 houve pequena elevação nos níveis de armazenamento dos reservatórios equivalentes dos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste e redução nos subsistemas Sul e Norte. Houve contribuição de aproximadamente 16.282 MWmédios de produção térmica no mês, valor cerca de 396 MWmédios abaixo do verificado no mês anterior. Houve uma redução do armazenamento equivalente em 2,6 p.p. no subsistema Sudeste/Centro-Oeste durante o mês de janeiro, atingindo 16,8 %EAR, valor 23,5 p.p. inferior ao verificado no final de janeiro de 2014(40,3 %EAR), e 14,6 p.p. inferiores ao armazenamento no mesmo mês de 2001 (31,4%EAR). As disponibilidades energéticas da UHE Itaipu foram dimensionadas em função da evolução das condições eletroenergéticas de seu reservatório, sendo exploradas prioritariamente nos períodos de carga média e pesada, respeitando-se as restrições operativas da usina e os limites elétricos vigentes na interligação Sul – Sudeste/Centro-Oeste. Na região Sul, a geração das usinas foi maximizada em todos os períodos de carga durante a maior parte do mês, sendo seus excedentes energéticos transferidos para a região Sudeste/Centro-Oeste, respeitando-se os limites elétricos vigentes na interligação Sul - Sudeste/Centro-Oeste. Nesse contexto, houve um replecionamento do reservatório equivalente em 2,0 p.p em comparação com dezembro de 2014, atingindo 59,4 %EAR ao final do mês, valor cerca de 1,8 p.p. superior ao armazenamento do final do mês de janeiro de 2014 (57,6 %EAR). No subsistema Nordeste houve deplecionamento em 1,3 p.p. no reservatório equivalente, atingindo 16,4 %EAR ao final do mês de janeiro, valor 26,2 p.p. inferior ao verificado ao final de janeiro de 2014 (42,6 %EAR) e 25,0 p.p. inferiores ao armazenamento no mesmo mês de 2001 (41,4 %EAR). Foi mantida a geração hidráulica em valores mínimos, sendo a geração térmica e eólica locais e o recebimento de energia da ordem de 881 MWmédios responsáveis pelo fechamento do balanço energético do subsistema. Em função das condições de armazenamento desfavoráveis e afluência média verificada de 145 m³/s, a defluência mínima da UHE Três Marias foi mantida em 120 m³/s. Em janeiro, foi verificada afluência média à UHE Sobradinho de 1.010 m³/s, iniciando em 1.800 m³/s ao longo do mês, com recessão e atingindo 490 m³/s ao término do mês. O armazenamento equivalente do subsistema Norte-Interligado atingiu 34,7 %EAR ao final do mês de janeiro, apresentando replecionamento em 1,3 p.p em comparação ao mês anterior, e cerca de 26,1 p.p. inferiores em relação ao armazenamento do final de janeiro de 2014 (60,8 %EAR). Em janeiro, a geração da UHE Tucuruí inicialmente foi maximizada em todos os períodos de carga, respeitando-se as restrições operativas da usina e os limites elétricos vigentes nas interligações entre as regiões Norte, Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste. A partir de meados do mês, a geração na UHE Tucuruí passou a ser dimensionada em função da evolução das condições hidroenergéticas de seu reservatório e do nível mínimo para operação das unidades geradoras da Fase 2, sendo suas disponibilidades energéticas exploradas prioritariamente nos períodos de carga média e pesada, respeitando-se as mesmas condições operativas do início do mês. Com relação aos principais reservatórios do SIN, as maiores variações percentuais de energia armazenada em comparação ao final de dezembro de 2014 referem-se ao replecionamento de 4,5 p.p. na UHE Tucuruí (atingindo 32,1% v.u.) e ao deplecionamento de 4,0 p.p. na UHE Furnas (atingindo 9,5% v.u.) e de 3,6 p.p. na UHE Emborcação (atingindo 12,9% v.u.). Por sua vez, ao final do mês de janeiro, UHE Ilha Solteira encontrava-se com armazenamento de cerca de 27,1% v.u., referenciado ao seu volume útil máximo, considerando operação individual, o que corresponde a um deplecionamento de 11,0 p.p. em relação ao armazenamento verificado em dezembro de 2014. Tabela 1. Energia Armazenada nos Subsistemas do SIN. Subsistema Energia Armazenada no Final do Mês (% EAR) Capacidade Máxima (MWmês) % da Capacidade Total Sudeste/Centro-Oeste 16,8 205.002 70,3 Sul 59,4 19.873 6,8 Nordeste 16,4 51.859 17,8 Norte 34,7 TOTAL 14.812 5,1 291.546 100,0 Fonte dos dados: ONS Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 6 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Subsistema Sudeste/Centro-Oeste 100% 80% 60% % EAR Capacidade Máxima = 205.002 MWmês 31-01-2015: 16,8% 40% 20% 0% jan fev mar abr mai jun jul Período Chuvoso ago set out nov Chuvoso Período Seco Ano 2011 Ano 2012 Ano 2013 dez Ano 2014 Ano 2015 Figura 7. EAR: Subsistema Sudeste/Centro-Oeste. Fonte dos dados: ONS Subsistema Sul 100% 31-01-2015: 59,4% 60% % EAR Capacidade Máxima = 19.873 MWmês 80% 40% 20% 0% jan fev mar abr Período Chuvoso Ano 2011 mai jun jul ago set out Período Seco Ano 2012 Ano 2013 Ano 2014 nov dez Chuvoso Ano 2015 Figura 8. EAR: Subsistema Sul. Fonte dos dados: ONS Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 7 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Subsistema Nordeste 100% 31-01-2015: 16,4% 60% % EAR Capacidade Máxima = 51.859 MWmês 80% 40% 20% 0% jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov Período Seco Período Chuvoso Ano 2011 Ano 2012 Ano 2013 dez Chuvoso Ano 2014 Ano 2015 Figura 9. EAR: Subsistema Nordeste. Fonte dos dados: ONS Subsistema Norte-Interligado 100% 60% % EAR Capacidade Máxima = 14.812 MWmês 80% 40% 31-01-2015: 34,7% 20% 0% jan fev mar abr mai jun jul set out Período Seco Período Chuvoso Ano 2011 ago Ano 2012 Ano 2013 Ano 2014 nov dez Chuvoso Ano 2015 Figura 10. EAR: Subsistema Norte-Interligado. Fonte dos dados: ONS Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 8 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 3. INTERCÂMBIOS DE ENERGIA ELÉTRICA 3.1. Principais Intercâmbios Verificados Do subsistema Norte-Interligado, houve exportação de energia de cerca de 2.496 MWmédios para complementação do balanço energético dos demais subsistemas. Na média mensal, o subsistema Sudeste/CentroOeste recebeu excedentes do subsistema Norte em 1.615 MWmédios. O subsistema Nordeste também permaneceu recebedor, aumentando sua importação de 339 MWmédios em dezembro para 881 MWmédios em janeiro. Ressalta-se que a geração hidráulica no subsistema Nordeste continuou nos valores mínimos operativos para minimizar os desestoques e possivelmente aumentar as taxas de replecionamento dos reservatórios da região. No complexo do Rio Madeira, em dezembro, a UHE Jirau gerou cerca de 1.337 MWmédios e a UHE Santo Antônio gerou cerca de 1.436 MWmédios, contribuindo para o suprimento eletroenergético do SIN. No período foram escoados cerca de 2.568 MWmédios pelo primeiro bipolo em corrente contínua, com média diária máxima no mês de 3.020 MWmédios, no dia 17 de janeiro de 2015. Além disso, a região metropolitana de Manaus importou cerca de 69 MWmédios do SIN no mês de janeiro, através da interligação Tucuruí-Manaus. No dia 30 de janeiro de 2015, foi registrado o maior valor diário de importação pela interligação Tucuruí-Manaus no mês, 204 MWmédios. A importação da Venezuela para suprimento ao estado de Roraima foi de 98 MWmédios, da mesma ordem verificada no mês anterior. No mês de janeiro, houve intercâmbio internacional emergencial com a Argentina no valor de 7 MWmédios. Tabela 2. Principais limites de intercâmbio. Item Fluxo Limite de Intercâmbio* (MW) 1 FVB** EXPN RECN EXPNE RNE (FNS + FSENE) EXPSE RSUL FSUL INTArg INTUrug 200 4.550 2 3 4 5 6 Figura 11. Principais intercâmbios de energia (MWmédios). (Carga do Norte - Geração de 5 UGs de Tucuruí) 4.000 4.200 5.100 4.300 7.500 5.740 2.100 70 Fonte dos dados: ONS / Eletronorte Fonte dos dados: ONS / Eletronorte * Os limites de intercâmbio apresentados referem-se à carga pesada, conforme revisão quadrimestral do PMO de janeiro de 2015. ** Valor contratual. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 9 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Legenda da seção 3.1. FVB Intercâmbio internacional (atendimento a Roraima) com a Venezuela EXPSE Exportação do Sudeste/Centro-Oeste RSUL Recebimento pela região Sul EXPN Exportação do Norte-Interligado FSUL Exportação da região Sul RECN Importação do Norte-Interligado INTArg Intercâmbio internacional com a Argentina EXPNE Exportação do Nordeste INTUrug Intercâmbio internacional com o Uruguai RNE Importação do Nordeste FNS Fluxo da interligação Norte – Sul no sentido do Norte / Nordeste para o Sudeste/Centro-Oeste FSENE Fluxo da interligação Sudeste/Centro-Oeste - Nordeste com recebimento pelo Sudeste/Centro-Oeste Fluxo da interligação Sudeste/Centro-Oeste - Nordeste com recebimento pelo Sudeste/Centro-Oeste 4. MERCADO CONSUMIDOR DE ENERGIA ELÉTRICA* 4.1. Consumo de Energia Elétrica Em dezembro de 2014, o consumo de energia elétrica atingiu 49.325 GWh, considerando autoprodução e acrescido das perdas, registrando crescimento de 2,0% em comparação ao verificado no mês anterior e ao consumo de dezembro de 2013. Desconsiderando as perdas, o crescimento anual registrado foi de 2,2%, sendo esta a menor taxa observada desde 2009, quando houve retração do consumo total em decorrência da crise econômica global instaurada no final de 2008. O resultado verificado para o ano 2014 foi impactado principalmente pela retração do consumo industrial, conforme descrito abaixo. No ano 2014 (janeiro a dezembro), o consumo residencial registrou crescimento de 5,7% em relação ao acumulado no ano anterior e avançou 4,0% em dezembro de 2014 em comparação ao mesmo mês de 2013. Em termos do número de unidades consumidoras residenciais, houve crescimento de 3,1%. Em termos percentuais, a expansão mais expressiva desses consumidores foi na região Norte do país, onde estão sendo desenvolvidos programas pelas principais concessionárias de distribuição visando à regularização das ligações. Nessa região, o consumo residencial registrou crescimento de 11,5%, com destaque para o estado do Pará, onde o aumento foi de 15,8%. Por sua vez, o consumo da classe comercial registrou crescimento de 7,3% no acumulado de 12 meses e 3,8% em relação a dezembro de 2013. Na região Sul, a expansão do consumo dessa classe em 8,8% foi resultado, dentre outros fatores, dos efeitos das temperaturas relativamente mais elevadas, e consequente utilização de aparelhos condicionadores de ar. Seguindo tendência dos meses anteriores, o consumo industrial fechou o ano com retração de 5,5%, em relação a dezembro de 2013, sendo os segmentos metalúrgico e automobilístico os mais afetados. A indústria metalúrgica registrou queda de 21,1% no consumo, reflexo da diminuição de 13,4% na produção de laminados e de 1% em aço bruto. No setor automobilístico, por sua vez, houve recuo de 8,9% do consumo, acompanhando a queda verificada de 11,8% na produção de veículos. Dessa forma, com exceção do Sul, onde o consumo se manteve estável, o consumo industrial de energia elétrica recuou em todas as regiões: 3,5% no Norte, 5,7% no Nordeste, 7,5% no Sudeste e 6,1% no Centro-Oeste. Por fim, o consumo de energia da classe rural aumentou 8,5% em comparação ao mesmo mês em 2013 e acumula em 12 meses crescimento de 10,1% em relação ao mesmo período anterior. * Referência: http://www.epe.gov.br/ResenhaMensal/Forms/EPEResenhaMensal.aspx Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 10 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Tabela 3. Consumo de energia elétrica no Brasil: estratificação por classe. Valor Mensal Dez/14 GWh Acumulado 12 meses Evolução mensal Evolução anual (Dez/14/Nov/14) (Dez/14/Dez/13) Jan/13-Dez/13 (GWh) Jan/14-Dez/14 (GWh) Evolução Residencial 11.136 -2,1% 4,0% 124.896 132.049 5,7% Industrial 14.483 -4,1% -5,5% 184.684 178.055 -3,6% Comercial 7.859 -1,2% 3,8% 83.704 89.819 7,3% Rural 2.143 -5,0% 8,5% 23.455 25.825 10,1% Demais classes * 4.051 -1,8% 1,8% 46.383 47.647 2,7% Perdas 9.652 27,8% 9,7% 96.374 100.504 4,3% Total 49.325 2,0% 2,0% 559.496 573.899 2,6% * Em Demais Classes estão consideradas Poder Público, Iluminação Pública, Serviço Público e Consumo próprio das distribuidoras. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Consumo de Energia Elétrica em Dez/2014 19,6% 22,6% 8,2% 4,3% 15,9% 29,4% Residencial Industrial Fonte dos dados: EPE Consumo de Energia Elétrica em 12 meses 17,5% 8,3% 4,5% 15,7% Comercial Rural 23,0% 31,0% Demais classes Perdas Figura 12. Consumo de energia elétrica no mês e acumulado em 12 meses. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: EPE Tabela 4. Consumo médio de energia elétrica por classe de consumo. Valor Mensal Consumo médio em 12 meses Dez/14 kWh/NU Evolução mensal (Dez/14/Nov/14) Evolução anual (Dez/14/Dez/13) Jan/13-Dez/13 (kWh/NU) Jan/14-Dez/14 (kWh/NU) Evolução Consumo médio residencial 169 -2,3% 0,9% 163 167 2,5% Consumo médio industrial 25.275 -3,0% -3,6% 26.332 25.894 -1,7% Consumo médio comercial 1.415 -1,4% 1,7% 1.281 1.347 5,2% Consumo médio rural 501 -5,2% 6,6% 465 504 8,2% * Consumo médio demais classes 5.446 -1,7% -0,6% 5.320 5.338 0,3% Consumo médio total 515 -3,0% -2,6% 516 512 -0,7% * Em Demais Classes estão consideradas Poder Público, Iluminação Pública, Serviço Público e consumo próprio das distribuidoras. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Fonte dos dados: EPE 11 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 4.2. Unidades Consumidoras Tabela 5. Unidades consumidoras no Brasil: estratificação por classe. Período Número de Unidades Consumidoras Dez/13 Dez/14 Residencial (NUCR) 63.862.330 65.863.112 3,1% Industrial (NUCI) 584.468 573.018 -2,0% Comercial (NUCC) 5.444.648 5.555.637 2,0% Rural (NUCR) 4.200.019 4.273.173 1,7% Demais classes * 726.606 743.876 2,4% 74.818.071 77.008.816 2,9% Total (NUCT) Evolução * Em Demais Classes estão consideradas Poder Público, Iluminação Pública, Serviço Público e consumo próprio das distribuidoras. Dados contabilizados até dezembro de 2014. 4.3. Consumo Total de Energia Elétrica no Brasil Fonte dos dados: EPE * Consumo Total de Energia Elétrica no Brasil 99,0% 98,9% 97,5% 99,0% 98,9% 99,0% 98,9% 97,7% 99,0% 99,0% 44.540 46.245 47.515 47.491 48.485 49.965 45.067 47.102 48.370 47.585 48.354 49.325 Set Out Nov Dez 97,5% 97,4% 99,0% 99,0% Ago 97,5% 45.630 47.108 47.139 98,0% 97,9% 97,8% Jul 99,0% 99,0% 97,7% 97,6% 99,0% 44.979 45.959 46.920 Abr 97,6% 97,8% 97,6% 99,0% 44.690 45.715 46.717 Mar 40.000 44.451 45.808 46.219 97,9% 97,8% 99,1% 47.879 48.210 48.882 Fev 45.000 97,6% 97,5% 99,0% 99,1% 44.589 44.287 47.044 Jan 97,7% 45.262 47.522 51.662 Carga (GWh) 50.000 42.942 44.700 44.159 99,1% 55.000 35.000 30.000 Mai Jun 2012 SIN 2013 SIN 2014 SIN 2012 SI 2013 SI 2014 SI Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: EPE * Os valores apresentados referem-se ao consumo total de energia elétrica no Brasil e os percentuais referentes à parcela do SIN. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 12 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 4.4. Demandas Máximas Devido à ocorrência de elevadas temperaturas no mês de janeiro de 2015 e à intensa utilização de equipamentos de climatização, houve uma série de superações de recordes de demandas máximas nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, registradas todas no período da tarde. No subsistema Sudeste/Centro-Oeste ocorreram três superações de recorde, na seguinte sequência: no dia 13 com 51.295 MW, no dia 19 com 51.595 MW e no dia 21 com 51.894 MW, superando em 633 MW (1,2%) o recorde anterior ao mês. No subsistema Nordeste ocorreram três superações de recorde, na seguinte sequência: no dia 13 com 11.950 MW, no dia 14 com 11.999 MW e no dia 19 com 12.166 MW, superando em 327 MW (2,8%) o recorde anterior ao mês. Tabela 6. Demandas máximas no mês e recordes por subsistema. SE/CO Subsistema Máxima no mês (MW) (dia - hora) Recorde (MW) (dia - hora) S NE N-Interligado SIN 51.894 17.021 12.166 5.951 85.391 21/01/2015 - 14h32 13/01/2015 - 14h38 19/01/2015 - 15h34 30/01/2015 - 15h49 13/01/2015 - 15h38 51.894 17.971 12.166 6.185 85.708 21/01/2015 - 14h32 06/02/2014 - 14h29 19/01/2015 - 15h34 04/09/2014 - 14h39 05/02/2014 - 15h41 Fonte dos dados: ONS 4.5. Demandas Máximas Mensais Sistema Interligado Nacional Recorde 100.000 Demanda (MW) 80.000 60.000 40.000 77.939 81.217 72.766 78.762 72.379 74.676 73.105 74.330 72.423 73.743 73.347 73.991 74.119 75.162 76.296 80.120 78.013 77.111 79.924 77.912 Jan 78.032 85.708 0 74.783 83.962 85.391 20.000 Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2013 2014 2015 Figura 13. Demandas máximas mensais: SIN. Fonte dos dados: ONS Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 13 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Subsistema Sudeste/Centro-Oeste Recorde 60.000 Demanda (MW) 48.000 36.000 24.000 48.099 49.791 44.875 47.618 44.714 45.575 45.610 44.911 43.720 45.119 44.951 45.101 45.581 45.512 46.784 49.026 47.837 46.560 48.941 45.729 Jan 48.549 51.261 0 46.873 50.014 51.894 12.000 Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2013 2014 2015 Figura 14. Demandas máximas mensais: Subsistema Sudeste/Centro-Oeste. Fonte dos dados: ONS Subsistema Sul Recorde 20.000 Demanda (MW) 16.000 12.000 8.000 14.484 15.076 13.610 15.191 13.632 13.459 13.411 13.562 13.886 13.435 13.501 13.628 14.014 13.529 13.393 15.646 15.005 15.223 15.176 16.507 Jan 15.703 17.971 0 15.276 17.357 17.021 4.000 Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2013 2014 2015 Figura 15. Demandas máximas mensais: Subsistema Sul. Fonte dos dados: ONS Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 14 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Subsistema Nordeste Recorde 15.000 Demanda (MW) 12.000 9.000 6.000 11.767 11.737 11.615 11.654 11.246 11.499 10.726 11.043 10.814 10.869 10.959 10.956 11.384 11.839 11.511 11.681 11.520 11.823 11.809 11.808 Jan 11.542 11.681 0 11.080 11.732 12.166 3.000 Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2013 2014 2015 Figura 16. Demandas máximas mensais: Subsistema Nordeste. Fonte dos dados: ONS Subsistema Norte-Interligado * Recorde 7.500 Demanda (MW) 6.000 4.500 3.000 4.820 6.012 4.761 6.012 4.728 5.908 4.702 5.953 5.827 5.661 6.038 6.036 6.109 6.185 5.992 6.003 5.792 5.983 6.103 5.935 Jan 4.710 5.873 0 4.489 5.958 5.951 1.500 Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2013 2014 2015 Figura 17. Demandas máximas mensais: Subsistema Norte-Interligado. Fonte dos dados: ONS * A elevação do patamar de demanda registrada em julho de 2013 deve-se à interligação do sistema elétrico de Manaus ao SIN em configuração provisória. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 15 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 5. CAPACIDADE INSTALADA DE GERAÇÃO NO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO No mês de janeiro de 2015 a capacidade instalada total de geração de energia elétrica do Brasil atingiu 134.008 MW. Em comparação com o mesmo mês em 2014, houve expansão de 3.277 MW de geração de fonte hidráulica, de 1.429 MW de fontes térmicas e de 2.729 MW de geração eólica, considerando os Ambientes de Contratação Regulada e Livre (ACR e ACL). Tabela 7. Matriz de capacidade instalada** de geração de energia elétrica do Brasil. Jan/14 Jan/15 Capacidade Instalada (MW) Nº Usinas Capacidade Instalada (MW) % Capacidade Instalada Evolução da Capacidade Instalada (Jan/15 / Jan/14) Hidráulica 85.950 1.158 89.227 66,6% 3,8% Térmica 38.357 1.891 39.786 29,7% 3,7% Gás Natural 13.896 122 12.776 9,5% -8,1% Biomassa 11.410 504 12.341 9,2% 8,2% Petróleo * 7.672 1.241 9.085 6,8% 18,4% Carvão 3.389 22 3.593 2,7% 6,0% Nuclear 1.990 2 1.990 1,5% 0,0% 2.252 232 4.981 3,7% 121,2% 5 317 15 0,01% 206,9% 126.563 3.598 134.008 100,0% 5,9% Fonte Eólica Solar Fotovoltaica Capacidade Total - Brasil * Inclui outras fontes fósseis (0,149 MW). ** Os valores de capacidade instalada referem-se à capacidade instalada fiscalizada pela ANEEL, que passou por reenquadramento de fontes em setembro de 2014. Além dos montantes apresentados, existe uma importação contratada de 5.650 MW com o Paraguai e de 200 MW com a Venezuela. Fonte dos dados: ANEEL (BIG 30/01/2015) Matriz de Capacidade Instalada de Geração de Energia Elétrica - Jan/2015 Eólica 3,7% Solar <0,1% Gás Natural 9,5% Hidráulica 66,6% Biomassa 9,2% Petróleo * 6,8% Térmica 29,7% Carvão 2,7% Nuclear 1,5% Figura 18. Matriz de capacidade instalada de geração de energia elétrica do Brasil sem importação contratada. Fonte dos dados: ANEEL (BIG 30/01/2015) Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 16 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 6. LINHAS DE TRANSMISSÃO INSTALADAS NO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO Tabela 8. Linhas de transmissão de energia elétrica no SEB. Classe de Tensão (kV) Linhas de Transmissão Instaladas (km)* % Total 230 kV 52.580 41,8% 345 kV 10.303 8,2% 440 kV 6.728 5,4% 500 kV 40.649 32,3% 600 kV (CC) 12.816 10,2% 750 kV 2.683 2,1% Total SEB 125.759 100,0% Fonte dos dados: MME/ANEEL/ONS * Considera as linhas de transmissão em operação da Rede Básica, conexões de usinas, interligações internacionais e 190,0 km instalados no sistema de Roraima. Linhas de Transmissão de Energia Elétrica Instaladas no SEB - Jan/2015 750 kV 2,1% 600 kV (CC) 10,2% 230 kV 41,8% 500 kV 32,3% 440 kV 5,4% 345 kV 8,2% Fonte dos dados: MME/ANEEL/ONS Figura 19. Linhas de transmissão de energia elétrica instaladas no SEB. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 17 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 7. PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA** 7.1. Matriz de Produção de Energia no Sistema Elétrico Brasileiro A produção acumulada de energia elétrica no Brasil no período de janeiro de 2014 a dezembro de 2014 atingiu 549.847 GWh. No mês de dezembro de 2014, a geração hidráulica correspondeu a 67,9% do total gerado no país, 0,5 p.p. superior ao verificado no mês anterior. Neste período, a produção eólica, que é sazonal, teve sua participação aumentada em 0,2 p.p. Além disso, a participação de usinas térmicas na matriz de produção de energia elétrica, em termos globais, foi reduzida em 0,7 p.p., com destaque para as variações de +0,4 p.p. na geração térmica a gás e de -1,5 p.p. para usinas térmicas a biomassa. Matriz de Produção de Energia Elétrica - Dez/2014 Eólica 3,1% Solar Fotovoltaica <0,1% Hidráulica 67,9% Gás 13,0% Carvão 3,1% Petróleo * 6,7% Térmica 29,0% Nuclear 3,0% Biomassa 3,2% Figura 20. Matriz de produção de energia elétrica no Brasil. Dados contabilizados até dezembro de 2014. *Em Petróleo estão consideradas as usinas a óleo diesel, a óleo combustível e as usinas bicombustíveis. ** A produção acumulada de energia elétrica não inclui a autoprodução. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Fonte dos dados: CCEE e Eletrobras 18 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico ** 7.2. Matriz de Produção de Energia Elétrica no Sistema Interligado Nacional Tabela 9. Matriz de produção de energia elétrica no SIN. Valor mensal Fonte Acumulado 12 meses Dez/14 Evolução mensal Evolução anual Jan/13-Dez/13 Jan/14-Dez/14 (GWh) (Dez/14 / Nov/14) (Dez/14 / Dez/13) (GWh) (GWh) Evolução Hidráulica 31.481 2,6% -13,2% 408.963 386.329 -5,5% Térmica 12.560 -1,1% 50,5% 110.096 138.945 26,2% Gás 5.680 5,4% 59,1% 51.523 62.019 20,4% Carvão 1.433 9,4% 26,9% 12.407 15.330 23,6% Petróleo * 2.564 -0,6% 128,5% 15.592 26.486 69,9% Nuclear 1.378 6,7% 5,4% 13.461 14.140 5,0% Biomassa 1.506 -29,5% 23,7% 17.112 20.969 22,5% Eólica 1.442 11,1% 127,9% 6.465 11.946 84,8% Solar Fotovoltaica 0,42 -0,3% - 1,39 3,98 - 45.483 1,8% 0,6% 525.525 537.225 2,2% TOTAL * Em Petróleo estão consideradas as usinas a óleo diesel, a óleo combustível e as usinas bicombustíveis. ** Os valores de produção incluem geração em teste e estão referenciados ao centro de gravidade. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: CCEE 7.3. Matriz de Produção de Energia Elétrica nos Sistemas Isolados *** No acumulado de janeiro de 2014 a dezembro de 2014, com relação aos 12 meses anteriores, a produção térmica global nos sistemas isolados se manteve praticamente no mesmo patamar, com redução de 10,3% na geração a base de petróleo e aumento de 17,6% na geração a gás. Tabela 10. Matriz de produção de energia elétrica nos sistemas isolados. Valor mensal Fonte Acumulado 12 meses Dez/14 Evolução mensal Evolução anual Jan/13-Dez/13 Jan/14-Dez/14 (GWh) (Dez/14 / Nov/14) (Dez/14 / Dez/13) (GWh) (GWh) Evolução Hidráulica 142 -6,3% -3,1% 1.912 1.940 1,5% Térmica 916 0,8% -0,5% 10.682 10.682 0,0% Gás 349 -10,3% 0,2% 3.942 4.636 17,6% Petróleo * 567 9,1% -1,0% 6.740 6.046 -10,3% 1.058 -0,2% -0,9% 12.594 12.622 0,2% TOTAL * Em Petróleo estão consideradas as usinas bicombustíveis. *** Está incluída a produção de energia elétrica do Sistema Manaus, que está interligado ao SIN desde julho de 2013, mas em configuração provisória. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: Eletrobras. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 19 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 7.4. Geração Eólica * No mês de dezembro de 2014, o fator de capacidade médio da região Nordeste reduziu 0,9 p.p. frente ao mês anterior, atingindo 41,4%. Esse resultado foi decorrente do acréscimo de 178 MWmédios da geração verificada, associado à expansão de 510 MW de capacidade instalada da fonte na região. Em relação ao acumulado dos últimos doze meses (janeiro/2014 a dezembro/2014), houve avanço de 3,7 p.p. no fator de capacidade da região Nordeste em comparação ao mesmo período anterior. Por sua vez, o fator de capacidade das usinas do Sul diminuiu 1,3 p.p. em relação a novembro de 2014, e atingiu 23,9%, com total de geração verificada no mês de 230,0 MWmédios. Em relação ao acumulado dos últimos doze meses, o fator de capacidade da região Sul reduziu cerca de 0,5 p.p., em comparação ao mesmo período anterior. Geração Eólica - Região Nordeste 4.500 100% Fator de Capacidade Médio Mensal de : Jan/2014 a Dez/2014 = 40,2% MW ou MWmed 3.600 Jan/2013 a Dez/2013 = 36,5% 80% 2.700 60% 1.800 40% 900 20% Capacidade Instalada (MW) dez/14 out/14 nov/14 set/14 jul/14 ago/14 jun/14 abr/14 mai/14 mar/14 jan/14 fev/14 nov/13 dez/13 set/13 out/13 jul/13 ago/13 jun/13 mai/13 abr/13 mar/13 jan/13 fev/13 0 0% Geração (MWmed) Fator de Capacidade Figura 21. Capacidade Instalada e Geração das Usinas Eólicas do Nordeste. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: CCEE Geração Eólica - Região Sul** 1.500 100% Fator de Capacidade Médio Mensal de : Jan/2014 a Dez/2014 = 27,9% MW ou MWmed 1.200 Jan/2013 a Dez/2013 = 28,4% 80% 900 60% 600 40% 300 20% Capacidade Instalada (MW) dez/14 out/14 nov/14 set/14 ago/14 jul/14 jun/14 mai/14 abr/14 mar/14 jan/14 fev/14 nov/13 dez/13 set/13 out/13 ago/13 jul/13 jun/13 mai/13 abr/13 mar/13 jan/13 fev/13 0 0% Geração (MWmed) Fator de Capacidade Figura 22. Capacidade Instalada e Geração das Usinas Eólicas do Sul. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: CCEE * Os valores de geração verificada apresentados não incluem geração em teste e estão referenciados ao centro de gravidade a partir de jul/12. No mês de novembro/2013, o decréscimo observado na capacidade instalada das usinas eólicas no Nordeste é explicado por ajustes realizados de forma a se considerar, nesse montante, somente usinas em operação comercial. ** Incluída a UEE Gargaú, com 28 MW, situada na Região Sudeste. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 20 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 7.5. Energia de Reserva * A geração média esperada comprometida para o Contratos de Energia de Reserva - CER ** em dezembro de 2014, considerando a sazonalização da entrega e as particularidades referentes aos CER, totalizou 1.938,6 MWmédios, dos quais foram entregues 56,8%, ou 1.101,8 MWmédios, e cujo restante poderá ser complementado até o término do período de apuração de cada usina ou dentro período de contratação. A geração eólica verificada referente aos Contratos de Energia de Reserva no mês de dezembro de 2014 correspondeu a 60,7% da geração esperada comprometida para o CER ** para o mês. A geração a biomassa verificada atingiu apenas 48,3% do valor esperado comprometido para o CER **. No acumulado do ano de 2014, considerando todas as fontes de energia, foi verificada entrega de cerca de 63,6% do valor esperado comprometida para o CER **. No ano de 2013, foi entregue 60,9 % da geração média esperada comprometida para o CER, ou 738,0 MWmédios, de um total esperado de 1.212,3 MWmédios. Energia de Reserva - 2013 1.500 Energia vendida em 2013: 1.698,2 MWmed 1.212,3 1.200 MWmed 900 738,0 600 nov 522,0 out 1.324,0 1.356,0 1.006,0 mai jun jul ago set Geração esperada comprometida com o CER (Mwmed) 1.356,0 1.075,0 1.356,0 1.121,0 1.125,0 1.370,0 1.370,0 1.135,0 1.416,0 881,0 abr 1.416,0 mar 913,0 1.173,0 400,0 212,0 fev 816,0 216,0 jan 753,0 214,0 0 812,0 300 dez Geração verificada comprometida com o CER (MWmed) Geração verificada comprometida com o CER média em 2013 Geração esperada comprometida com o CER média em 2013 Figura 23. Acompanhamento da Energia de Reserva Esperada e Verificada em 2013. Fonte dos dados: CCEE * Dados sujeitos a alteração pela CCEE. A geração mensal abaixo do valor esperado não necessariamente implica infração ao contrato, visto que pode ser complementada dentro do período de apuração de cada usina e, além disso, existem mecanismos de regulação e controle particulares à Energia de Reserva que permitem compensações fora da janela de apuração. Esse acompanhamento é relevante para avaliar de forma indireta o desempenho dos empreendedores na entrega de Energia de Reserva de forma macro. ** Definiu-se geração esperada comprometida com o CER, por mês, como a energia contratada a ser entregue distribuída uniformemente no período de entrega de cada usina. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 21 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Energia de Reserva - 2014 2.500 2.000 1.737,9 MWmed 1.500 1.105,2 1.000 ago nov 1.101,8 out set 1.938,6 2.086,6 1.451,8 jul 2.020,5 1.701,4 jun 1.600,1 mai 2.015,3 1.736,6 1.458,9 abr 2.098,6 1.725,9 1.008,2 mar 1.837,7 1.672,6 592,9 fev 1.586,6 1.398,5 299,0 jan 2.039,0 961,3 263,4 0 1.104,6 301,3 500 dez Geração esperada comprometida com o CER (Mwmed) Geração verificada comprometida com o CER (MWmed) Geração verificada comprometida com o CER média em 2014 (até última contabilização) Geração esperada comprometida com o CER média em 2014 (até última contabilização) Figura 24. Acompanhamento da Energia de Reserva Esperada e Verificada em 2014. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: CCEE Energia de Reserva por Fonte - últimos 12 meses 1.500 1.200 MWmed 900 600 416,3 1.167,7 16,1 467,0 1.217,9 16,6 422,1 1.016,0 13,8 335,0 752,9 14,0 mai 495,7 1.326,3 15,7 abr 463,0 1.111,9 11,7 mar 460,5 985,2 13,2 fev 0,0 653,0 352,2 3,0 70,8 228,2 0,0 jan 181,0 411,9 84,8 178,6 0,0 0 66,8 231,0 3,4 300 jun jul ago set out nov dez 2014 Geração verificada comprometida com o CER (MWmed) - Biomassa Geração verificada comprometida com o CER (MWmed) - Eólica Geração verificada comprometida com o CER (MWmed) - Hidráulica Geração esperada comprometida com o CER (MWmed) - biomassa Geração esperada comprometida com o CER (MWmed) - eólica Geração esperada comprometida com o CER (MWmed) - hidráulica Figura 25. Acompanhamento da Energia de Reserva Esperada e Verificada nos últimos 12 meses, por fonte. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Fonte dos dados: CCEE 22 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Comparativo de Geração Verificada e Garantia Física * 7.6. Geração Verificada e Garantia Física das Usinas Hidrelétricas MWmed 49.993 49.747 49.068 48.807 48.372 47.611 47.799 47.630 48.424 50.087 50.262 52.000 49.899 65.000 39.000 26.000 51.263 47.246 45.680 42.044 40.728 40.770 39.592 42.201 42.598 42.565 42.222 0 52.314 13.000 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 Garantia física das Usinas Hidrelétricas Geração das Usinas Hidrelétricas Figura 26. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas hidrelétricas (UHE, PCH e CGH). Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: CCEE Geração Verificada e Garantia Física das Usinas Eólicas ** 1.950 1.785 1.637 1.603 1.483 1.234 1.003 784 1.000 812 1.063 1.500 805 MWmed 2.000 1.789 2.500 726 622 714 725 1.195 1.554 1.853 1.803 2.030 1.735 1.865 0 754 500 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 Garantia Física das Usinas Eólicas Geração das Usinas Eólicas Figura 27. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas eólicas. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: CCEE * Os valores de geração verificada apresentados não incluem geração em teste e estão referenciados ao centro de gravidade. ** A garantia física inclui os valores das usinas eólicas atestadas pela ANEEL aptas a entrarem em operação comercial, mas que não podem contribuir com geração devido a atrasos nas obras de transmissão associadas. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 23 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 2.732 3.261 3.496 3.457 3.344 3.333 3.144 2.551 3.200 3.544 Geração Verificada e Garantia Física das Usinas Termelétricas a Biomassa 4.000 1.932 1.790 1.726 MWmed 2.400 1.600 399 648 1.659 3.029 3.435 3.251 3.698 3.379 3.556 2.961 2.020 0 366 800 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 Garantia física das Usinas Termelétricas a Biomassa Geração das Usinas Termelétricas a Biomassa Figura 28. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas térmicas a biomassa. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: CCEE Geração Verificada e Garantia Física das Usinas Termelétricas a Óleo * MWmed 2.769 2.864 2.857 2.859 2.865 2.844 2.796 2.752 2.753 2.756 2.745 2.800 2.745 3.500 2.100 1.400 2.612 2.292 2.393 2.085 1.815 2.107 2.984 2.971 2.964 3.045 2.889 0 1.827 700 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 Garantia física das Usinas Termelétricas a Óleo Geração das Usinas Termelétricas a Óleo Figura 29. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas termelétricas a óleo. * Não inclui usinas bicombustíveis. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Fonte dos dados: CCEE 24 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Geração Verificada e Garantia Física das Usinas Termelétricas a Gás 10.000 MWmed 6.402 6.412 6.430 6.488 6.484 6.437 6.345 6.320 6.383 6.445 6.603 6.521 8.000 6.000 4.000 5.038 6.745 7.513 7.157 7.580 6.739 7.243 7.703 6.576 7.200 7.339 7.311 2.000 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 0 Garantia física das Usinas Termelétricas a Gás Geração das Usinas Termelétricas a Gás Figura 30. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas termelétricas a gás. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: CCEE Geração Verificada e Garantia Física das Usinas Termelétricas a Carvão 2.097 2.099 2.091 2.095 2.095 2.065 2.062 2.079 2.097 2.115 2.115 2.400 2.138 3.000 MWmed 1.800 1.200 1.841 2.010 1.802 1.780 1.742 1.602 1.676 1.539 1.624 1.819 1.925 0 1.645 600 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 Garantia física das Usinas Termelétricas a Carvão Geração das Usinas Termelétricas a Carvão Figura 31. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas termelétricas a carvão. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Fonte dos dados: CCEE 25 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Geração Verificada e Garantia Física Total 68.489 68.713 68.279 67.895 67.514 66.335 66.112 65.470 65.787 66.647 66.336 72.000 66.845 90.000 MWmed 54.000 36.000 66.233 62.974 61.563 59.813 58.386 58.624 59.303 61.322 62.752 62.147 61.056 0 64.568 18.000 jan/14 fev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 Geração hidráulica Geração térmica Outros Garantia física Total Figura 32. Acompanhamento da geração verificada e da garantia física das usinas do SIN. Dados contabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: CCEE 8. EXPANSÃO DA GERAÇÃO * 8.1. Entrada em Operação de Novos Empreendimentos de Geração No mês de janeiro de 2015, foram concluídos e incorporados ao Sistema Elétrico Brasileiro – SEB 429,33 MW de geração: Usina Unidades Geradoras Capacidade Instalada Estado CEG UEE Eurus II UG1 a UG15 30,0 MW RN EOL.CV.RN.030499-9.01 UEE Renascença V UG1 a UG15 30,0 MW RN EOL.CV.RN.030497-2.01 UEE Santo Antônio de Pádua UG 6 2,0 MW CE EOL.CV.CE.030916-8.01 UHE Jirau UG 9 75,0 MW RO UHE.PH.RO.029736-4.01 PCH Jamari UG 1 e 2 13,332 MW RO PCH.PH.RO.029435-7.01 UTE Baixada Fluminense UG 3 186,0 MW RJ UTE.GN.RJ.030769-6.01 UEE Reb Cassino I UG1 a UG11 22,0 MW RS EOL.CV.RS.030469-7.01 UEE Reb Cassino II UG1 a UG10 20,0 MW RS EOL.CV.RS.030477-8.01 UEE Reb Cassino III UG1 a UG11 22,0 MW RS EOL.CV.RS.030468-9.01 UEE Corredor de Sernandes III UG1 a UG10 27,0 MW RS EOL.CV.RS.030819-6.01 PCH Inhapim UG 3 2,0 MW MG PCH.PH.MG.028987-6.01 * Nesta seção estão incluídos todos os empreendimentos de geração (ACR e ACL) cuja entrada em operação comercial foi autorizada por meio de despacho da ANEEL. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 26 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Tabela 11. Entrada em operação de novos empreendimentos de geração. Realizado em Jan/2015 (MW) Acumulado em 2015 (MW) 90,3 90,3 Térmica 186,0 186,0 Gás 186,0 186,0 Petróleo 0,0 0,0 Nuclear 0,0 0,0 Carvão Mineral 0,0 0,0 Biomassa 0,0 0,0 153,0 153,0 0,0 0,0 429,3 429,3 Fonte Hidráulica Eólica Solar Fotovoltaica TOTAL Fonte dos dados: MME / ANEEL / ONS 8.2. Previsão da Expansão da Geração * Tabela 12. Previsão da expansão da geração (MW). Fonte Previsão 2014 Previsão 2015 Previsão 2016 3.722,0 5.603,8 4.525,7 Térmica 643,1 480,5 868,3 Gás 467,1 380,5 350,0 Petróleo 0,0 0,0 0,0 Nuclear 0,0 0,0 0,0 Carvão Mineral 0,0 0,0 0,0 176,0 100,0 518,3 3.025,4 3.267,0 952,1 0,0 0,0 0,0 7.390,5 9.351,3 6.346,1 Hidráulica Biomassa Eólica Solar Fotovoltaica TOTAL Fonte dos dados: MME / ANEEL / ONS / EPE / CCEE / Eletrobras * Nesta seção estão incluídos os empreendimentos monitorados pelo MME, por meio da SEE/DMSE, que correspondem aos vencedores dos leilões do ACR, com a entrada em operação conforme datas de tendência atualizadas na reunião do Grupo de Monitoramento da Expansão da Geração, do dia 09/01/2015, coordenada pela SEE/DMSE, com participação da ANEEL, ONS, CCEE e EPE. 9. EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO 9.1. Entrada em Operação de Novas Linhas de Transmissão * No mês de janeiro de 2015, foram incorporadas as seguintes LTs ao Sistema Interligado Nacional – SIN, em um total de 32,0 km: LT 525 kV Seccionamento (SE Abdon Batista) Campos Novos / Biguaçú, com 8 km de extensão, da ETSE, no estado de Santa Catarina. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 27 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico LT 525 kV Seccionamento (SE Santo Ângelo) Garabi 2 / Itá, com 24 km de extensão, da CIEN, no estado do Rio Grande do Sul. Tabela 13. Entrada em operação de novas linhas de transmissão. Classe de Tensão (kV) Realizado em Jan/15 (km) Acumulado em 2015 (km) 230 0,0 0,0 345 0,0 0,0 440 0,0 0,0 500 32,0 32,0 600 (CC) 0,0 0,0 750 0,0 0,0 TOTAL 32,0 32,0 Fonte dos dados: MME / ANEEL / ONS 9.2. Entrada em Operação de Novos Equipamentos em Instalações de Transmissão * Foram incorporados 2 novos transformadores ao SIN, em um total de 1.744 MVA: TR1 e TR2 500/230 kV – 1.344 MVA , na SE Abdon Batista (ETSE), em Santa Catarina. TR4 500/230 kV – 400 MVA na SE Trindade (GOIÁS), em Goiás. * O MME, por meio da SEE/DMSE, monitora os empreendimentos de transmissão autorizados e leiloados pela ANEEL. Tabela 14. Entrada em operação de novos transformadores em instalações de transmissão. TOTAL Realizado em Jan/15 (MVA) Acumulado em 2015 (MVA) 1.744,0 1.744,0 Fonte dos dados: MME / ANEEL / ONS No mês de janeiro não foi incorporado ao SIN nenhum equipamento de compensação de potência reativa. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 28 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 9.3. Previsão da Expansão de Linhas de Transmissão * Tabela 15. Previsão da expansão de novas linhas de transmissão. Classe de Tensão (kV) Previsão 2015 Previsão 2016 Previsão 2016 230 5.192,0 3.174,0 1.583,0 345 46,0 60,0 0,0 440 152,0 643,0 0,0 500 5.238,0 11.092,0 1.409,0 600 (CC) 0,0 0,0 0,0 750 0,0 0,0 0,0 TOTAL 10.628,0 14.969,0 2.992,0 Fonte dos dados: MME / ANEEL / ONS / EPE 9.4. Previsão da Expansão da Capacidade de Transformação * Tabela 16. Previsão da expansão da capacidade de transformação. Transformação (MVA) Previsão 2015 Previsão 2016 Previsão 2017 TOTAL 21.196,0 16.499,0 1.315,0 Fonte dos dados: MME / ANEEL / ONS / EPE * Nesta seção estão incluídos os empreendimentos monitorados pelo MME, por meio da SEE/DMSE, que correspondem aos outorgados pela ANEEL, com a entrada em operação conforme datas de tendência atualizadas na reunião do Grupo de Monitoramento da Expansão da Transmissão, do dia 26/01/2015, coordenada pela SEE/DMSE, com participação da ANEEL, ONS e EPE. 10. CUSTO MARGINAL DE OPERAÇÃO E DESPACHO TÉRMICO No mês de janeiro de 2015, foi verificado um total de 16.282 MWmédios de geração térmica, considerando as usinas programadas pelo ONS, contribuindo para minimizar a redução dos estoques dos reservatórios. Os Custos Marginais de Operação – CMOs do submercado Sudeste/Centro-Oeste foram crescentes ao longo do mês de janeiro, devido principalmente à atualização da previsão de vazões nas revisões do Programa Mensal de Operação – PMO, tendo havido descolamento dos valores entre os subsistemas. O máximo valor de CMO de janeiro foi registrado no último dia do mês e atingiu R$ 1.916,92 / MWh, considerando o valor médio de todos os patamares de carga, nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul. Por sua vez, o valor mínimo foi de R$ 494,4 / MWh em todos os subsistemas, na segunda semana do mês. Destaca-se que a aplicação da metogologia vigente resultou no atingimento de CMOs superiores ao 1º patamar de déficit, de R$1.420,34 / MWh, determinado pela Resolução Homologatória nº 1.837 da ANEEL, nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Sul a partir do dia 17/01. Além disso, durante todo o mês, o Preço de Liquidação das Diferenças – PLD manteve-se em R$ 388,48 / MWh em todos os subsistemas para todos os patamares de carga, sendo este o seu valor máximo para 2015, conforme estabelecido pela ANEEL. Com a elevação do CMO, os valores de geração térmica por garantia de suprimento energético, em janeiro de 2015 (512 MWmédios), foram reduzidos pela metade, em comparação com dezembro de 2014 (1.063 MWmédios). Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 29 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 10.1. Evolução do Custo Marginal de Operação Subsistema Sudeste/Centro-Oeste 2.500 31-01-2015 : R$ 1.916,92 / MWh CMO (R$ / MWh) 2.000 1.500 1.000 500 0 jan fev mar abr mai Ano 2011 jun Ano 2012 jul ago Ano 2013 set out Ano 2014 nov dez Ano 2015 Figura 33. CMO: Subsistema Sudeste/Centro-Oeste. Fonte dos dados: ONS * Os demais subsistemas do SIN apresentam variações em relação ao Sudeste/Centro-Oeste apenas quando os limites de intercâmbio são atingidos. 10.2. Despacho Térmico Evolução do CMO e do Despacho Térmico 2.500 15.000 12.000 8.484 8.429 8.391 8.343 9.000 CMO (R$ / MWh) 6.000 1.500 2.924 2.657 2.287 2.837 2.875 2.416 1.848 2.211 1.986 3.057 2.015 2.159 1.989 1.995 2.334 1.985 2.416 1.939 3.000 0 -3.000 1.000 -6.000 500 494,4 494,4 494,4 494,4 917,57 917,57 917,57 917,57 1402,96 1402,96 823,65 823,65 1445,61 1445,61 1420,66 1420,66 1916,92 1916,92 848,08 843,8 -9.000 529,36 529,36 529,36 529,36 0 Despacho Térmico (MWmed) 8.850 8.760 2.000 27/12-02/01/2015 03/01-09/01/2015 10/01-16/01/2015 17/01-23/01/2015 24/01-30/01/2015 31/01-06/02/2015 CMO SE/CO Geração Gás Natural CMO S Geração Nuclear CMO NE Geração Carvão -12.000 -15.000 CMO N-Interligado Geração Diesel + Óleo Geração Total Figura 34. Evolução do CMO e do despacho térmico verificado no mês. Fonte dos dados: ONS Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 30 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 11. ENCARGOS SETORIAIS O Encargo de Serviço de Sistema – ESS verificado em dezembro de 2014 foi de R$ 231,0 milhões, montante 65% superior ao dispendido no mês anterior (R$ 139,6 milhões). O valor do mês de dezembro de 2014 é composto por R$ 48,0 milhões referentes ao encargo Restrição de Operação, que está relacionado principalmente ao despacho por Razões Elétricas das usinas térmicas do SIN; por R$ 12,8 milhões referentes ao encargo Serviços Ancilares, que está relacionado à remuneração pela prestação de serviços ao sistema como fornecimento de energia reativa por unidades geradoras solicitadas a operar como compensador síncrono, Controle Automático de Geração – CAG, autorrestabelecimento (black-start) e Sistemas Especiais de Proteção – SEP; e por R$ 170,2 milhões referentes aos encargos por Segurança Energética, que está relacionado ao despacho adicional de geração térmica devido à geração complementar para garantia do suprimento energético. Restrição de Operação 500.000 Encargo (10³ R$) 400.000 300.000 200.000 106.151 27.353 62.730 106.673 30.253 374.830 91.294 43.816 82.394 55.419 29.396 129.276 90.721 48.781 79.793 68.208 61.439 118.548 63.678 6.580 14.745 69.210 178.610 22.420 58.512 271.424 88.578 35.781 234.816 68.344 37.486 240.253 48.022 0 77.286 14.156 374.830 100.000 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2012 2013 2014 Figura 35. Encargos Setoriais: Restrição de Operação. Dados contabilizados / recontabilizados até dezembro de 2014. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Fonte dos dados: CCEE 31 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Segurança Energética 1.250.000 Encargo (10³ R$) 1.000.000 750.000 500.000 11.132 525.805 951 2.065 707.122 391.511 27.101 437.860 189.553 17.042 256.176 149.310 48.360 0 142.392 240.270 0 120.158 551.030 0 65.920 829.239 0 170.249 fev 76.935 842.877 1.495 jan 981 609.842 0 1.039.869 0 0 560.704 0 250.000 mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2012 2013 2014 Figura 36. Encargos Setoriais: Segurança Energética. Dados contabilizados / recontabilizados até dezembro de 2014. Fonte dos dados: CCEE Serviços Ancilares 20.000 Encargo (10³ R$) 16.000 12.000 8.000 8.021 4.963 4.747 5.814 400 5.677 7.098 7.857 7.300 8.112 7.567 9.582 17.009 7.670 8.003 6.713 6.064 7.077 8.366 4.232 8.515 6.497 4.024 5.861 5.761 3.935 5.032 6.758 4.221 5.384 5.320 5.914 12.773 0 6.334 7.129 5.677 4.000 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2012 2013 2014 Figura 37. Encargos Setoriais: Serviços Ancilares. Dados contabilizados / recontabilizados até dezembro de 2014. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Fonte dos dados: CCEE 32 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico 12. DESEMPENHO DO SISTEMA ELÉTRICO BRASILEIRO No mês de janeiro de 2015 a quantidade de ocorrências foi inferior ao verificado no mesmo mês de 2014, porém o montante de carga interrompida foi superior. A seguir destacam-se algumas ocorrências relevantes: • • • Dia 19 de janeiro, às 14h48min: Desligamento manual de cargas no SIN após déficit de geração para suprimento da demanda. Houve interrupção de aproximadamente 4.453 MW de cargas do SIN. Causa: Perda de geração em algumas usinas do SIN, a partir do valor de frequência de 59,4 Hz, e restrição no fluxo na interligação Norte/Sudeste, em função de manutenção do banco de capacitores da LT 500 kV Gurupi – Miracema C1 e limitações sistêmicas para suportar perda dupla no sistema 765 kV de Itaipu. Dia 23 de janeiro, às 20h00min: Desligamento da LT 138 kV São José – Rio da Cidade, devido à falha em cadeia de isoladores, seguido de desligamento incorreto das LT 138 kV Rio da Cidade – Integração e LT 138 kV São José – Ilha dos Pombos. Houve também desligamento de linhas e unidades geradoras na região, por sobrecarga. Houve interrupção de 942 MW de cargas, sendo 487 MW da Ampla, 391 MW da Light, no estado do Rio de Janeiro, e 64 MW da Energisa em Minas Gerais. Causa: Recusa de atuação da proteção no terminal de Rio da Cidade da LT 138 kV São José – Rio da Cidade. Dia 31 de janeiro, às 21h51min: Desligamento automático da barra de 230 kV da SE Ipatinga 1 e da LT 230 kV Ipatinga 1 - Mesquita C1. Houve interrupção de 157 MW de cargas da CEMIG em Minas Gerais. Causa: Explosão do TC da fase Azul associado ao terminal de Ipatinga da LT 230 kV Ipatinga 1 - Mesquita C1. 12.1. Ocorrências no Sistema Elétrico Brasileiro * Tabela 17. Evolução da carga interrompida no SEB devido a ocorrências. Carga Interrompida no SEB (MW) Subsistema Jan SIN** Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 2015 2014 4.453 4.453 6.795 S 128 128 1.201 SE/CO 1.555 1.555 8.923 NE 0 0 3.405 N-Int*** 0 0 6.119 Isolados 0 0 0 TOTAL 6.136 6.136 26.443 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Fonte dos dados: ONS, Eletronorte Tabela 18. Evolução do número de ocorrências. Número de Ocorrências Subsistema Jan SIN** Fev 2015 2014 1 1 1 S 1 1 6 SE/CO 5 5 29 NE 0 0 15 N-Int*** 0 0 27 Isolados 0 0 0 TOTAL 7 7 78 0 Mar 0 Abr 0 Mai 0 Jun 0 Jul 0 * Critério para seleção das interrupções: corte de carga ≥ 100 MW por tempo ≥ 10 minutos ** Perda de carga simultânea em mais de uma região. *** O Sistema Manaus se encontra interligado ao SIN em configuração provisória. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Ago 0 Set 0 Out 0 Nov 0 Dez 0 Fonte dos dados: ONS, Eletronorte 33 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico Ocorrências no SEB 20.000 16.000 12.000 12 8 8.000 7 7 6 5 7 5 4 4 fev mar abr mai jun 2014 2014 jul ago set out 2.438 1.252 1.350 1.319 1.286 740 828 1.045 1.708 9.725 3.488 6.136 3 jan 8 6 7 5 4.000 0 Número de Ocorrências 16 15 1.264 Montante de carga interrompida (MW) 20 nov 0 dez 2015 2015 Figura 38. Ocorrências no SIN: montante de carga interrompida e número de ocorrências. Fonte dos dados: ONS e Eletronorte 12.2. Indicadores de Continuidade * Em 2014, o DEC de todas as regiões do Brasil ultrapassou o limite para o ano. Apenas o FEC da região Centro-Oeste ultrapassou o limite para o ano de 2014. Tabela 19. Evolução do DEC em 2014. Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (h) - DEC - 2014 Região Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Acum. Ano ** Limite Ano Brasil 1,94 1,69 1,63 1,47 1,23 1,07 1,17 1,15 1,41 1,54 1,56 1,72 17,58 14,67 S 2,14 1,94 1,29 1,12 1,06 1,06 1,07 1,19 1,43 1,44 1,40 2,06 17,19 13,36 SE 1,28 1,08 0,91 0,70 0,63 0,56 0,67 0,70 0,81 0,94 0,90 1,11 10,30 9,75 CO 3,65 2,48 3,06 2,37 1,56 1,10 1,48 1,52 2,92 3,31 2,92 2,80 29,17 17,37 NE 1,79 1,73 1,99 2,14 1,79 1,34 1,52 1,41 1,56 1,58 1,85 1,80 20,48 17,73 N 4,42 4,54 4,55 4,05 3,29 3,64 3,37 3,07 3,36 4,00 4,12 3,90 46,40 37,83 Dados contabilizados até dezembro de 2014 e sujeitos a alteração pela ANEEL – dados da Amazonas Energia não atualizados Fonte dos dados: ANEEL Tabela 20. Evolução do FEC em 2014. Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (nº de interrupções) - FEC - 2014 Acum. Ano ** Limite Ano 0,91 9,88 11,86 1,12 10,63 11,17 Região Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Brasil 1,05 0,92 0,89 0,81 0,72 0,64 0,68 0,69 0,81 0,92 0,84 S 1,33 1,13 0,86 0,69 0,72 0,68 0,69 0,78 0,85 0,87 0,91 SE 0,67 0,55 0,49 0,38 0,36 0,32 0,38 0,39 0,45 0,52 0,48 0,56 5,53 7,85 CO 1,95 1,64 1,94 1,73 1,34 0,84 1,09 1,19 2,17 2,59 1,83 1,81 20,12 15,53 NE 0,87 0,85 0,92 0,98 0,83 0,65 0,66 0,67 0,76 0,77 0,80 0,81 9,56 12,55 N 2,67 2,53 2,52 2,51 2,17 2,61 2,44 2,24 2,11 2,61 2,36 2,46 29,29 35,49 Dados contabilizados até dezembro de 2014 e sujeitos a alteração pela ANEEL – dados da Amazonas Energia não atualizados Fonte dos dados: ANEEL *Conforme Procedimentos de Distribuição – PRODIST. **Nos valores de DEC e FEC acumulados são ajustadas as variações mensais do número de unidades consumidoras. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 34 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico DEC - Brasil 25 20 17,58 14,67 15,84 14,29 15 DEC (h) 12,75 11,35 10,15 10 9,04 7,97 6,74 5,27 5 2009 2010 2011 2012 1,91 1,70 1,62 1,47 1,22 1,08 1,13 1,16 1,41 1,54 1,55 1,72 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 18,36 18,65 18,40 18,36 18,77 0 3,64 2013 2014 Limite 2014 2014 - DEC Mensal DEC Anual 2009 2010 2011 2012 2013 Limite 2014 Figura 39. DEC do Brasil. Dados contabilizados até dezembro de 2014 e sujeitos a alteração pela ANEEL – dados da Amazonas Energia não atualizados. Fonte dos dados: ANEEL FEC - Brasil 20 11,86 12 9,88 8,96 8,12 8 7,21 3,67 4 5,03 6,39 0,91 0,83 0,91 fev 0,81 jan 0,69 10,48 2013 0,65 11,10 2012 0,64 11,15 2011 0,71 11,30 2010 0,92 11,73 2009 1,03 0,81 2,86 1,97 0 4,39 5,68 0,89 FEC (número de interrupções) 16 mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2014 Limite 2014 2014 - FEC Mensal FEC Anual 2009 2010 2011 2012 2013 Limite 2014 Figura 40. FEC do Brasil. Dados contabilizados até dezembro de 2014 e sujeitos a alteração pela ANEEL – dados da Amazonas Energia não atualizados. Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 Fonte dos dados: ANEEL 35 Ministério de Minas e Energia Secretaria de Energia Elétrica | Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico GLOSSÁRIO ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica Mvar - Megavolt-ampère-reativo BIG – Banco de Informações de Geração MW - Megawatt (106 W) CAG – Controle Automático de Geração MWh – Megawatt-hora (106 Wh) CC - Corrente Contínua MWmês – Megawatt-mês (106 Wmês) CCEE - Câmara de Comercialização de Energia Elétrica N - Norte CEG – Código Único de Empreendimentos de Geração NE - Nordeste CER - Contrato de Energia de Reserva NUCR - Número de Unidades Consumidoras Residenciais CGH – Central Geradora Hidrelétrica NUCT - Número de Unidades Consumidoras Totais CMO – Custo Marginal de Operação OC1A – Óleo Combustível com Alto Teor de Enxofre CO - Centro-Oeste OCTE – Óleo Leve para Turbina Elétrica CUST – Contrato de Uso do Sistema de Transmissão ONS - Operador Nacional do Sistema Elétrico CVaR – Conditional Value at Risk OPGE – Óleo Combustível para Geração Elétrica DEC – Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora PCH - Pequena Central Hidrelétrica DMSE - Departamento de Monitoramento do Sistema Elétrico PIE - Produtor Independente de Energia EAR – Energia Armazenada Proinfa - Programa de Incentivo às Fontes ENA - Energia Natural Afluente Energético Elétrica EPE - Empresa de Pesquisa Energética S - Sul ERAC - Esquema Regional de Alívio de Carga SE - Sudeste ESS - Encargo de Serviço de Sistema SEB - Sistema Elétrico Brasileiro FC - Fator de Carga SEE - Secretaria de Energia Elétrica FEC – Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade SEP – Sistemas Especiais de Proteção Consumidora SI - Sistemas Isolados GNL - Gás Natural Liquefeito SIN - Sistema Interligado Nacional GTON - Grupo Técnico Operacional da Região Norte SPE - Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético GW - Gigawatt (109 W) UEE - Usina Eólica GWh – Gigawatt-hora (109 Wh) UHE - Usina Hidrelétrica h - Hora UNE - Usina Nuclear Hz - Hertz UTE - Usina Termelétrica km - Quilômetro VU - Volume Útil kV – Quilovolt (103 V) ZCAS – Zona de Convergência do Atlântico Sul MLT - Média de Longo Termo ZCOU – Zona de Convergência de Umidade Alternativas de Energia MME - Ministério Minas e Energia Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro – Janeiro/2015 36