Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Grupo de Trabalho sobre Registro de Emissões por Fontes e Remoções por Sumidouros (GT Registro) 5ª Reunião do CTPin Brasília, 02 de outubro de 2013 1 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Recomendações GTs sobre Mercado Carbono DADOS SOBRE EMISSÕES ANÁLISE DE INSTRUMENTOS Aprimorar os dados sobre Emissões no Brasil, por meio de um Programa de Relato de Emissões no nível de planta/instalação Aprofundar análise sobre os instrumentos de precificação de carbono e seus impactos econômicos GT REGISTRO Modelagem Estudo Mercado + C-Tax Carbon Tax Modelagem Núcleo de Articulação Federativa em Clima (NAFC) 2 Tributação Verde Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica O Que é um Registro de Emissões? 3 Resultado de um processo de mensuração, relato e verificação (MRV) de emissões por fonte e/ou remoções por sumidouros, é uma espécie de arquivo onde são registradas as informações coletadas: Banco de dados sólido, abrangente e atualizado sobre emissões bottom-up; Instrumento de gestão de informações. Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Relato de dados pelas empresas (MRV) (inputs) Registro de Emissões (Banco de Dados) Gestão de informações pelo setor público (outputs) 4 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Aspectos a serem considerados na criação de um Registro de Emissões/Remoções 5 Definição da função do registro: Para o quê e a quem ele serve? Definição do quê deve ser relatado, como e por quem; Qual a melhor plataforma para o registro de emissões? Quais são os arranjos institucionais, legais e procedimentais necessários para o planejamento, a preparação, o reporte e o arquivamento dos dados? Necessidade de investimento na capacitação de atores públicos e privados. Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Situação do MRV no País: Necessidade de Harmonização de Iniciativas Discussões no âmbito da Comissão Técnica do Plano Indústria (CTPin); Adoção de métricas e métodos de cálculo não padronizados; Processos e sistemas de relato não integrados (via licenciamento ambiental ou via relato voluntário, por exemplo) Sistemas não integrados de registro de dados. “Do ponto de vista das empresas e instituições que atuam em diferentes estados, é importante uma porta de entrada única.” “É de suma importância a definição de critérios mínimos e, se possível, de um padrão único para o inventário de emissões de GEE, incluindo sua verificação e registro.” (O Desafio da Harmonização de Políticas Públicas de Mudanças Climáticas) 6 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Núcleo de Articulação Federativa em Clima (NAFC) Principal Objetivo: elaborar recomendações técnicas harmonização federativa nos temas selecionados. 1ª Reunião em 19 de fevereiro de 2013. Encaminhamentos: 7 Criação do GT Registro (MF e Gov. Rio de Janeiro) Criação do GT Inventários (MCTI e Gov. São Paulo) 2ª. Reunião em 25 de setembro: para Avanços dos GTs Perspectivas para o próximo ano Próxima reunião do NAFC a ser agendada para o início de 2014 a Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Composição do GT Registro 8 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Composição Governos Estaduais 9 Estado Órgão AC Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação de Serviços Ambientais AM Secretaria de Desenvolvimento Sustentável BA Secretaria de Meio Ambiente ES Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos GO Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos MG Fundação Estadual de Meio Ambiente MT Secretaria de Fazenda PR Secretaria de Meio Ambiente RJ Sub-Secretaria de Economia Verde e Instituto Estadual do Ambiente RO Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental SC Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável SP CETESB TO Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Composição Governo Federal Órgão Nome do Representante Aloisio Melo (Titular) MF Beatriz Soares (Suplente) Caio Santos (Titular) IBAMA Thiago Ribeiro Paula Muniz (Suplente) Beatriz Carneiro (Titular) MDIC Demétrio Florentino (Suplente) Karen Coppe (Titular) MMA Mario Henrique Rodrigues Mendes (suplente) MAPA Elvison Ramos (Titular) Katia Marzall (Suplente) MCTI Gustavo Ludman (Titular) Márcio Rojas (Suplente) 10 Co-Coordenação: MF e Governo do Estado do RJ Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Objetivo Geral do GT Elaborar recomendações técnicas para a criação do Sistema Nacional de Registro de Emissões por Fontes e Remoções por Sumidouros, no menor nível organizacional possível de contabilização (bottom up). Tal sistema deverá incluir, gradativamente, o maior volume de emissões de GEE relatado ao maior nível de acurácia e precisão possíveis, visando: Elaboração e acompanhamento de planos e políticas nacionais e sub-nacionais sobre mudança do clima; Planejamento e adoção de futuros instrumentos econômicos, particularmente instrumentos de precificação de emissões e/ou remoções por sumidouros no âmbito da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC) e das políticas estaduais. 11 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Produtos a serem Entregues ao NAFC Relatório com recomendações técnicas para criação do Sistema Nacional de Registro de Emissões e Remoções por Sumidouros, no menor nível organizacional possível de contabilização. Contratação de estudos de impacto regulatório das opções de cobertura; Elaboração de diretrizes e especificações técnicas; Desenvolvimento/adaptação de plataforma de relato; Capacitação e estruturação de órgãos federais e estaduais. Equipes do Governo Federal e Governos Estaduais capacitadas em assuntos relacionados à mensuração, relato e verificação de emissões e remoções 12 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica GT REGISTRO - PLANO DE TRABALHO 06 e 07 de Junho 11 de Julho 24 de Setembro 17 e 18 de Outubro 7 de Novembro 25 de Novembro 13 • Apresentação das iniciativas já em andamento: CTF/IBAMA, RJ, SP e MG • Objetivos específicos e Opções de cobertura (setores, gases e fontes) • Plataforma de Relato; Verificação e Acreditação; Ciclo de Monitoramento; Cumprimento de Obrigações • • • • Arranjo institucional e aspectos legais Especificações técnicas e metodologias Sistema de gerenciamento de dados Remoções • Primeira versão do relatório • Financiamento • Validação do relatório final e definição de próximos passos Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica GT REGISTRO - PLANO DE TRABALHO 06 e 07 de Junho 11 de Julho 24 de Setembro 17 e 18 de Outubro 7 de Novembro 25 de Novembro 14 • Apresentação das iniciativas já em andamento: CTF/IBAMA, RJ, SP e MG • Objetivos específicos e Opções de cobertura (setores, gases e fontes) Etapas Cumpridas • Plataforma de Relato; Verificação e Acreditação; Ciclo de Monitoramento; Cumprimento de Obrigações • • • • Arranjo institucional e aspectos legais Especificações técnicas e metodologias Sistema de gerenciamento de dados Remoções • Primeira versão do relatório • Financiamento • Validação do relatório final e definição de próximos passos Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Parcerias O projeto conta com o apoio de parceiros que contribuem por meio da elaboração e revisão dos TDs, geração de documentos de apoio, participação nas reuniões do Grupo, relatoria das discussões e atividades afins: WRI: Acordo de Cooperação Técnica com o MMA. Plano de Trabalho em discussão documentos de apoio e relatoria das reuniões; GVCes/FGV: renovação do Projeto com o MF em discussão refinamento de temas e confeçcão do relatório final. GIZ: atividades em discussão. Instituto Ethos: Plataforma de comunicação e compartilhamento de documentos; ICAL/IEB: apoio na emissão de passagens, logística, facilitação e relatoria das reuniões 15 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Atividades de Capacitação 16 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Atividade Realizada 17 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Recomendações dos GTs sobre Mercado C DADOS SOBRE EMISSÕES ANÁLISE DE INSTRUMENTOS Aprimorar os dados sobre Emissões no Brasil, por meio de um Sistema de Relato de Emissões no nível de planta/instalação Aprofundar análise sobre os instrumentos de precificação de carbono e seus impactos econômicos GT REGISTRO Modelagem Estudo Mercado + C-Tax Carbon Tax Modelagem Núcleo de Articulação Federativa em Clima (NAFC) 18 Tributação Verde Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Recomendações dos GTs sobre Mercado C DADOS SOBRE EMISSÕES ESTUDOS SOBRE INSTRUMENTOS Aprimorar os dados sobre Emissões no Brasil, por meio de um Sistema de Relato de Emissões no nível de planta/instalação Aprofundar análise sobre os instrumentos de precificação de carbono e seus impactos econômicos GT REGISTRO Modelagem Estudo Mercado + C-Tax Carbon Tax Modelagem Núcleo de Articulação Federativa em Clima (NAFC) 19 Tributação Verde Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica PARCERIA PARA PREPARAÇÃO DE MERCADOS OBJETIVO: prover apoio financeiro (grant) e técnico para capacitação e elaboração de instrumentos de mitigação de GHG baseados em mercado Como? • Apoio financeiro para elementos necessários à operação de instrumentos de mercado (como: registros, sistemas de MRV, coleta e gestão de dados, regulações…) e para implantação de novas abordagens e/ou pilotos • Plataforma para discussões técnicas e formulação • Intercâmbio de lições e melhores práticas DOADORES (US$110mi) Alemanha Austrália Com. Europeia Dinamarca Espanha EUA Finlândia 20 Holanda Japão Noruega Reino Unido Suécia Suíça IMPLEMENTADORES África do Sul Brasil Chile China Colômbia Costa Rica India Indonésia Jordânia Marrocos México Peru Tailândia Turquia Ucrânia Vietnã Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Instrumentos de precificação de Carbono Política Nacional sobre Mudança do Clima PNMC – Lei 12.187/2009 Art. 12 da Lei 132.187/2009 declara que “Para alcançar os objetivos da PNMC, o país adotará, como compromisso nacional voluntário, ações de mitigação das emissões de gases de efeito estufa, com vistas em reduzir entre 36,1% e 38,9% suas emissões projetadas até 2020”. Planos setoriais: desmatamento (Amazônia e Cerrado); Agropecuária (Programa ABC); Energia; Indústria; Mineração; Transportes (Carga e Mobilidade Urbana); Saúde; Siderurgia A PNMC prevê possibilidade de adoção de instrumentos de comando e controle (C&C) e instrumentos econômicos e financeiros. Nenhum instrumento por si só é capaz de dar conta dos desafios que envolvem tão amplo espectro de setores e fontes de emissão. 21 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Instrumentos de precificação de Carbono Estudo I Macroeconomic assessment of price-based instruments to implement a voluntary national Emission Reduction target in Brazil Consórcio Contratado: South Pole/WayCarbon/Cedeplar Duração do projeto: Junho, 2013 - Outubro, 2013 Objetivo Analisar diferentes cenários de política de precificação de carbono para identificar os impactos macroeconômicos na economia Brasileira. Tarefas: Adaptação de um modelo EGC da economia Brasileira para avaliar os impactos macroeconômicos da precificação de carbono. Produção dos resultados. Análise comparativa dos resultados e análise de sensibilidade Treinamento para conhecer o funcionamento básico do modelo 22 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Instrumentos de precificação de Carbono Modelo BeGreen (Brazilian Energy and Greenhouse Gas Emissions General Equilibrium Model) Desenvolvido pelo CEDEPLAR/UFMG Características: 1.Ampla desagregação de produtos energéticos, setores e fontes de emissão de gases de efeito estufa (GEE); 2.Incorporação de mecanismos de dinâmica recursiva; 3.Especificação energética e ambiental Emissões para cada fonte e setor, incluindo o setor residencial, Mecanismos para taxação de carbono, devolução das receitas e abatimento endógeno de emissões em resposta a políticas de taxação; 4.Estrutura de produção modelada por vetores tecnológicos e possibilidade de substituição entre diferentes fontes de energia: renováveis, não-renováveis e auto-geração. . 23 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Modelo BeGreen Vetor Tecnológico Geração de Eletricidade CRESH Hidro Eólica Termo a carvão Termo a gás Termo a óleo combustivel Termo a diesel Nuclear Biomassa Leontief Leontief Leontief Leontief Leontief Leontief Leontief Leontief Capital Capital Capital Capital Capital Capital Capital Capital Trabalho Trabalho Trabalho Trabalho Trabalho Trabalho Trabalho Trabalho Carvão Mineral Gás Natural Óleo Combustível Diesel Urânio Bagaço de Cana Eletricidade Petroleo Gas Natural 24 Gas •Possibilidade de substituição entre tecnologias em resposta a mudanças na lucratividade relativa. Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Vetor Tecnológico Siderurgia Modelo BeGreen CRESH Arcos Elétricos Alto -Forno Leontief Leontief Capital Capital Trabalho Trabalho Eletricidade Eletricidade Minério de ferro Carvão Metalúrgico Gás Natural Minério de ferro Carvão Vegetal 25 Out. Refino Petroleo •Produção de aço e derivados a partir de duas diferentes tecnologias: Arcos elétricos e Alto-forno •Possibilidade de substituição entre tecnologias em resposta a mudanças na lucratividade relativa. Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Cenário de referencia 26 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Cenários de precificação 27 O modelo Begreen permite identificar os impactos macroeconômicos da precificação do carbono no Brasil. Não é apto para comparar diferentes instrumentos de precificação. Os cenários de política baseiam-se na cobertura setorial que os diferentes instrumentos permitiriam e nas opções de distribuição da receita. Todos os cenários consideram a mesma meta de redução de emissões. Cenários Propostos Política I Política II Política III 28 Ministério da de Fazenda Precificação carbono Cobertura setorial Secretaria de Política Econômica Opções de distribuição da receita Simulando a estrutura potencial de um tributo de carbono emissões de atividade: 1. Exploração e produção 2. de petróleo e gás natural, e refino. 3. Produtos: Gasolina, carvão, fuel oil e diesel Sem reciclagem Transferência as famílias Industria vulneráveis a concorrência internacional Simulando a estrutura potencial de um mercado de carbono Fase I (2016-2020): cimento, cal, alumínio, ferro gusa e aço Fase II (2021-2030): cimento, cal, alumínio, ferro gusa e aço, química, vidro, E&P e refino petróleo e gás natural 1. 2. Sem reciclagem Transferência as famílias Politica I: Gasolina, carvão, fuel oil e diesel Politica II: cimento, cal, alumínio, ferro gusa e aço, química, vidro, E&P e refino petróleo e gás natural 1. 2. Simulando a estrutura potencial de um mecanismo híbrido * Distribuição gratuita de permissões Sem reciclagem Transferência as famílias * Distribuição gratuita de permissões Parâmetro de precificação R$/Ton CO2eq Valor do tributo a ser estimado segundo a meta estabelecida Meta Fase I: redução das emissões em 5% Meta Fase II: redução das emissões em 10% A definir - R$/Ton CO2eq Meta Fase I: redução das emissões em 5% Meta Fase II: redução das emissões em 10% Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Instrumentos de precificação de Carbono Estudo II International Experience on the use of Tax as an Instrument for Emission Pricing and Perspectives on Application in Brazil Consórcio contradado: Ludovino/ClimateFocus/WayCarbon Duração do projeto: Setembro, 2013- Janeiro, 2014 Objetivo Identificar as vantagens e desvantagens encontradas no uso de mecanismo de tributo de carbono em diferentes países, para assim estruturar possíveis opções de mecanismos a serem implementadas no Brasil, desde uma perspectiva legal e estrutural. Tarefas Revisão de literatura das experiências internacionais do uso de tributo de carbono (atividade 1); Avaliação das experiências internacionais sobre mecanismos de precificação de carbono (Atividade 2); Identificação de possíveis mecanismos de tributo de carbono no Brasil (atividade 3). Apresentação dos resultados do Relatório Consolidado 29 . Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Instrumentos de precificação de Carbono Cronograma do Estudo Data do projeto: Setembro, 2013- Janeiro, 2014 Principais datas: 31 outubro: Entrega Relatório Atividade I e II 7 dezembro: Entrega Relatório Atividade III 31 Janeiro: Entrega Relatório Final Atividades 11 setembro: Reunião Kick-off; 30 setembro: Entrega do esboço do primeiro produto; 2 outubro: Discussão do esboço; 6 outubro: Entrega do estudo sobre o panorama atual do tributo ambiental e carbono no Brasil (1 parte da Atividade 3); 31 outubro: Entrega do relatório da Atividade 1 e 2; 13 novembro: Discussão do relatório da Atividade 1 e 2; 11 dezembro: Entrega do relatório Atividade 3; A definir: discussão do relatório da Atividade 3 e apresentação do relatório final 30 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Ponto relevantes sobre a experiência Internacional com Tributo de carbono segundo o consorcio contratado Fonte: Ludovino/ClimateFocus/WayCarbon (2013). Proposta Banco Mundial 31 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Instrumentos de precificação de Carbono Estudo II International Experience on the use of Tax as an Instrument for Emission Pricing and Perspectives on Application in Brazil Consórcio contradado: Ludovino/ClimateFocus/WayCarbon Duração do projeto: Setembro, 2013- Janeiro, 2014 Objetivo Identificar as vantagens e desvantagens encontradas no uso de mecanismo de tributo de carbono em diferentes países, para assim estruturar possíveis opções de mecanismos a serem implementadas no Brasil, desde uma perspectiva legal e estrutural. Tarefas Revisão de literatura das experiências internacionais do uso de tributo de carbono (atividade 1); Avaliação das experiências internacionais sobre mecanismos de precificação de carbono (Atividade 2); Identificação de possíveis mecanismos de tributo de carbono no Brasil (atividade 3). Apresentação dos resultados do Relatório Consolidado 32 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Instrumentos de precificação de Carbono Cronograma do Estudo Data do projeto: Setembro, 2013- Janeiro, 2014 Principais datas: 31 outubro: Entrega Relatório Atividade I e II 7 dezembro: Entrega Relatório Atividade III 31 Janeiro: Entrega Relatório Final Atividades 11 setembro: Reunião Kick-off; 30 setembro: Entrega do esboço do primeiro produto; 2 outubro: Discussão do esboço; 6 outubro: Entrega do estudo sobre o panorama atual do tributo ambiental e carbono no Brasil (1 parte da Atividade 3); 31 outubro: Entrega do relatório da Atividade 1 e 2; 13 novembro: Discussão do relatório da Atividade 1 e 2; 11 dezembro: Entrega do relatório Atividade 3; A definir: discussão do relatório da Atividade 3 e apresentação do relatório final 33 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica Ponto relevantes sobre a experiência Internacional com Tributo de carbono segundo o consorcio contratado Fonte: Ludovino/ClimateFocus/WayCarbon (2013). Proposta Banco Mundial 34 Ministério da Fazenda Secretaria de Política Econômica [email protected] 35