Escola de Médiuns Seara Espírita Caminho, Verdade e Vida Aula de hoje: (Nosso Lar) Nós trabalhamos no Mundo Espiritual? A adaptação no Plano Espiritual requer algum tempo cuja duração vai depender do estágio evolutivo de cada um. André Luiz relata que quando teve alta do hospital foi pedir emprego. Começou trabalhando de faxineiro no Ministério da Regeneração. Os empregos são disponibilizados pela Governadoria e Ministérios. (Nosso Lar) “É ficha de serviço individual, funcionando como valor aquisitivo. A produção de vestuário e alimentação pertence a todos em comum. Todos cooperam no engrandecimento do patrimônio comum e dele vivem.” (Nosso Lar) “Os que trabalham, porém, adquirem direitos justos; os que se esforçam na obtenção do bônus-hora conseguem certas prerrogativas na comunidade social.” Todos em Nosso Lar recebem alimentação e roupa, mas os que trabalham podem escolher o que querem vestir.” Lá o Trabalho é remunerado? – Ganha-se um bônus para cada hora de serviço. Podemos trabalhar de 8 horas por dia, seis dias por semana, podendo fazer de duas a quatro horas extras, quem decide é o Espírito. Há diferença de salários por cargos? “Tanto o Governador como qualquer trabalhador de Nosso Lar ganha um bônus por hora de serviço, qualquer que seja o serviço, exceção feita ás pessoas que recebem crianças em seus lares e aos professores de Nosso Lar, que ganham dois bônus para cada hora de serviço, o dobro do governador, porque a educação é fundamental para o Espirito. Para os que trabalham nas regiões inferiores próximas da crosta (Umbral), a remuneração será de três bônus-hora para cada hora de serviço. “O padrão de pagamento vale para todos, estejam na administração ou na obediência, mas modifica-se em valor substancial, segundo a natureza dos serviços. Há o Bônus-Hora, Regeneração, o BônusHora-Esclarecimento, e assim por diante. “O espírito que não trabalha poderá ser abrigado aqui; no entanto, os que cooperam, podem ter casa própria. As almas operosas conquistam o bônus-hora e podem gozar a companhia de irmãos queridos, nos lugares consagrados ao entretenimento, ou o contato de orientadores sábios, nas diversas escolas dos Ministérios em geral.” “Como os trabalhos são numerosos, permite-se que o trabalhador dedique por dia até quatro horas de esforço extraordinário. (1 bonus, para cada hora trabalhada) Assim, há muita gente que consegue 72 bônus-hora por semana, sem falar dos serviços sacrificiais, cuja remuneração é duplicada e, às vezes, triplicada.” “Os Espíritos podem gastar os bônus-hora conquistados, assim como utilizá-los em benefício de outros. Quanto maior a contagem do tempo de trabalho, maiores intercessões podem ser feitas.” “A família tem apenas o direito de herança ao lar, mas a ficha de serviço autoriza o Espírito com créditos de bônus-hora a interceder por outras pessoas, além de assegurar-lhe o auxílio da colônia durante sua permanência nos círculos carnais.” Um dos casos... André Luiz relata o caso de uma mulher que, depois de seis anos em "Nosso Lar", só apresentava 304 bônus-hora, é nesse sentido expressivo. Ela queria ajudar os filhos encarnados na Terra, mas lhe faltavam condições efetivas e méritos, porque todos os serviços que Clarêncio lhe sugerira foram por ela recusados. Tendo preferido, ao trabalho, o descanso nos Campos de Repouso, faltavam-lhe agora bônus-hora suficientes para interceder pelos parentes. (Nosso Lar - Cap. 13) São individuais e intransferíveis. As economias em bônus-hora não utilizados pelo Espírito, revertem ao patrimônio comum quando o Espírito regressa à crosta em nova encarnação. “O verdadeiro ganho da criatura é de natureza espiritual e o bônus-hora, em nossa organização, modifica-se em valor substancial, segundo a natureza dos nossos serviços”. O Espírito que ainda não trabalha, tem abrigo garantido, mas os que cooperam podem ter casa própria (nunca mais que uma) por 30 mil bônus-hora. Quanto isso é? 8 a10 anos + ou - de trabalho pelo bem comum!!! O caso André Luiz André Luiz quis trabalhar como médico na colônia, mas teve de ouvir de Clarêncio duras observações sobre as facilidades que teve na Terra e seu fracasso na medicina. Sua ação equivocada na Terra não lhe dava, o direito de pleitear a mêsma função na colônia. (Nosso Lar Cap. 14) Admitido como aprendiz em "Nosso Lar", após receber alta do tratamento, André foi convidado a morar em casa de Laura, mãe de Lísias. Uma pequena caderneta, entregue por Clarêncio, lhe daria direito de ingressar, durante um ano, nos Ministérios do Auxílio, da Regeneração, da Comunicação e do Esclarecimento. (Nosso Lar - Cap. 17) O caso Narcisa André ofereceu-se como voluntário para os serviços da noite. Na oficina de trabalho, servir constitui alegria suprema. Impressionava-o, porém, a bondade espontânea de Narcisa, que atendia a todos, maternalmente. Havia mais de seis anos que ela trabalhava nas Câmaras de Retificação. Entretanto, faltavam mais de três anos para realizar seu desejo: encontrar alguns Espíritos amados, na Terra, para serviços de elevação em conjunto. A Ministra Veneranda, prometeu-lhe avalizar seu pedido, mas exigiu dez anos consecutivos de trabalho nas camaras de retificação, para que ela pudesse corrigir certos desequilíbrios do sentimento – no inicio reclamei, achei exagerado o tempo, mas agora depois de 6 anos, percebo a assertiva da Ministra em meu favor!” Ela era agora uma pessoa feliz, certa de que viverá com dignidade espiritual sua futura experiência na Terra. Quem atravessa um campo sem organizar sementeira necessária ao pão e sem proteger a fonte que sacia a sede, não pode voltar com a intenção de abastecerse. Somente o trabalho digno confere ao espírito o merecimento indispensável a quaisquer direitos novos. Não se considere humilhado por atender às tarefas humildes. Na Terra, o maior trabalhador é o próprio Cristo e Ele não desdenhou o serrote pesado de uma carpintaria. Trabalhe para o bem dos outros, para que possa encontrar seu próprio bem. (D. Laura - Nosso Lar - Cap. 25) Aqui, igualmente, o olhar de compreensão ao culpado, a promessa evangélica aos que vivem no desespero, a esperança ao aflito constituem bênçãos de trabalho espiritual, que o Senhor observa e registra a nosso favor. (Mãe de André Luiz. Nosso Lar - Cap. 36) É indispensável converter toda a oportunidade da vida em motivo de atenção a Deus. Nos círculos inferiores, o prato de sopa ao faminto, o bálsamo ao leproso, o gesto de amor ao desiludido são serviços dignos que nunca ficarão deslembrados na Casa de Nosso Pai. (Mãe de André Luiz -Nosso Lar - Cap. 36) O Evangelho de Jesus lembra-nos que há maior alegria em dar que em receber. Aprendamos a concretizar semelhante princípio, no esforço diário a que formos conduzidos pela nossa própria felicidade. Dá sempre, filho meu. Sobretudo, jamais esqueças de dar de ti mesmo, em tolerância construtiva, em amor fraternal e divina compreensão. (Mãe de André Luiz -Nosso Lar - Cap. 36) A prática do bem exterior é um ensinamento e um apelo, para que cheguemos à prática do bem interior. Jesus deu mais de si para o engrandecimento dos homens que todos os milionários da Terra congregados no serviço, sublime embora, da caridade material. (Mãe de André Luiz - Nosso Lar Cap. 36) Trabalha, meu filho, fazendo o bem. Nas nossas colônias espirituais, como nas esferas do globo, vivem almas inquietas, ansiosas de novidades e distração. Sempre que possas, porém, olvida o entretenimento e busca o serviço útil. (Mãe de André Luiz - Nosso Lar Cap. 36) O bônus-hora representa a possibilidade de receber alguma coisa de nossos irmãos em luta, ou de remunerar alguém que se encontre em nossas realizações; mas o critério quanto ao valor da hora pertence exclusivamente a Deus. (Mãe de André Luiz - Nosso Lar Cap. 36) O Senhor renova diariamente nossas benditas oportunidades de trabalho, mas, para atingirmos os resultados precisos, é imprescindível sejamos seguidores da renunciação ao inferior. Nenhum de nós está livre do ciclo de reencarnações na Crosta. E ninguém espere subir, espiritualmente, sem esforço, sem suor e sem lágrimas!... (Telésforo - Os Mensageiros) Seara SearaEspírita Espírita Caminho, Caminho,Verdade Verdadee Vida. e Vida.