O Pai rico
em misericórdia
Canto Inicial
Deixa a luz do céu entrar
Tu anseias, eu bem sei, por salvação,
tens desejo de banir a escuridão
abre, pois de par em par teu coração
e deixa a luz do céu entrar.
DEIXA A LUZ DO CÉU ENTRAR
DEIXA A LUZ DO CÉU ENTRAR
ABRE BEM AS PORTAS DO TEU CORAÇÃO
E DEIXA A LUZ DO CÉU ENTRAR.
Cristo a luz do céu, em ti quer habitar
para as trevas do pecado dissipar,
teu caminho e coração iluminar
e deixa a luz do céu entrar
DEIXA A LUZ DO CÉU ENTRAR
DEIXA A LUZ DO CÉU ENTRAR
ABRE BEM AS PORTAS DO TEU CORAÇÃO
E DEIXA A LUZ DO CÉU ENTRAR.
Saudação Litúrgica
e Acolhida
Invocação ao
Espírito Santo
Invocação ao Espírito Santo (recitado)
Vinde Espírito Santo,
enchei os corações dos vossos fiéis
e ascendei neles o fogo do vosso amor.
Enviai o vosso Espírito e tudo será criado
e renovareis a face da terra.
(Oremos.)
Deus que instruíste os corações dos vossos fiéis com a
luz do Espírito Santo,
fazei que apreciemos retamente todas as coisas
segundo o mesmo Espírito
e gozemos sempre a sua consolação.
Por Cristo Senhor nosso. Amém.
Invocação ao Espírito Santo (cantado)
Vinde, ó Espírito Santo,
enchei os corações dos vossos fiéis.
Vinde, ó Espírito Santo,
enchei os corações dos vossos fiéis.
Acendei neles o fogo do vosso amor,
enviai o vosso Espírito, e tudo será criado
e renovareis a face da terra.
Acendei neles o fogo do vosso amor,
enviai o vosso Espírito, e tudo será criado
e renovareis a face da terra.
Doce, doce Espírito Santo,
exemplo quero ser da mãe do meu Senhor.
Doce, doce Espírito Santo,
fazei também de mim, morada do Senhor.
Como um sacrário vivo levando o amor,
revelando coisas que eu não sei,
mistérios do grande autor,
se eu conhecer, por nada eu trocarei.
Como um sacrário vivo levando o amor,
revelando coisas que eu não sei,
mistérios do grande autor,
se eu conhecer, por nada eu trocarei.
se eu conhecer, por nada eu trocarei.
Liturgia da Palavra
1ª LEITURA (Is 49,13-15)
Do livro do profeta Isaías
13 Ó céus, dai gritos de alegria, ó terra, regozija-te,
os montes rompam em alegres cantos, pois o
Senhor Deus consolou o seu povo, ele se
compadece dos seus aflitos.
14 Sião dizia: "O Senhor Deus me abandonou; o
Senhor se esqueceu de mim."
15 Por acaso uma mulher se esquecerá da sua
criancinha de peito? Não se compadecerá ela do
filho do seu ventre? Ainda que as mulheres se
esquecessem eu não me esqueceria de ti.
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.
Salmo 146(147) – Eu te exaltarei
Eu te exaltarei, meu Deus e rei por todas as gerações.
És o meu Senhor, Pai que me quer no amor.
ENTOAI AÇÃO DE GRAÇAS,
E CANTAI UM CANTO NOVO!
ACLAMAI A DEUS JAVÉ,
ACLAMAI COM AMOR E FÉ.
Eu vou reunir Jerusalém, pra te louvar, ó Senhor!
Te glorificar ao dar-me a tua paz!
Ao me revelar a tua Lei, as tuas mãos eu senti.
Sim te louvarei enquant’eu existir.
Aclamação ao Evangelho
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.
‘Ide depressa, trazei a melhor túnica
e revesti-o com ela,
ponde-lhe um anel no dedo
e sandálias nos pés.
Evangelho (Lc 15,1-2.11-32)
O Senhor esteja convosco!
ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo,
+ escrito por Lucas.
GLÓRIA A VÓS, SENHOR!
1 Todos os publicanos e pecadores estavam se
aproximando para ouvi-lo.
2 Os fariseus e os escribas, porém, murmuravam:
“Esse homem recebe os pecadores e come com
eles!” Contou-lhes então esta parábola:
11 Um homem tinha dois filhos.
12 O mais jovem disse ao Pai: ‘Pai, dá-me a parte
da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens
entre eles.
13 Poucos dias depois, ajuntando todos os seus
haveres, o filho mais jovem partiu para uma
região longínqua e ali dissipou sua herança numa
vida devassa.
14 E gastou tudo. Sobreveio àquela região uma
grande fome e ele começou a passar privações.
15 Foi, então, empregar-se com um dos homens
daquela região, que o mandou para seus campos
cuidar dos porcos.
16 Ele queria matar a fome com a lavagem que os
porcos comiam, mas nem isso lhe davam.
17 E caindo em si, disse: ‘Quantos empregados de
meu pai têm pão com fartura, e eu aqui,
morrendo de fome!
18 Vou-me embora, procurar o meu pai e dizerlhe: Pai, pequei contra o Céu e contra ti;
19 já não sou digno de ser chamado teu filho.
Trata-me com um dos teus empregados’.
20 Partiu, então, e foi ao encontro de seu pai. Ele
estava ainda longe, quando seu pai viu-o,
encheu-se de compaixão, correu, lançou-se em
seu pescoço, cobrindo-o de beijos.
21 O filho, então disse-lhe: ‘Pai, pequei contra o
Céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado
teu filho’.
22 Mas o pai disse aos seus servos: ‘Ide depressa,
trazei a melhor túnica e revesti-o com ela, pondelhe um anel no dedo e sandálias nos pés.
23 Trazei o novilho cevado e matai-o; comamos e
festejemos,
24 pois este meu filho estava morto e tornou a
viver; estava perdido e foi reencontrado!’ E
começaram a festejar.
25 Seu filho mais velho estava no campo. Quando
voltava, já perto de casa ouviu músicas e danças.
26 Chamando um servo, perguntou-lhe o que
estava acontecendo.
27 Este lhe disse: É teu irmão que voltou e teu pai
matou o novilho cevado, porque o recuperou com
saúde’.
28 Então ele ficou com muita raiva e não queria
entrar. Seu pai saiu para suplicar-lhe.
29 Ele porém respondeu para seu pai: ‘Há tantos
anos que eu te SIRVO, e jamais transgredi um só
dos teus mandamentos, e nunca me deste um
cabrito para festejar com meus amigos.
30 Contudo, veio esse teu filho, que devorou teus
bens com prostitutas, e para ele matas o novilho
cevado!’
31 Mas o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre
comigo, e tudo o que é meu é teu.
32 Mas era preciso que festejássemos e nos
alegrássemos, pois esse teu irmão estava morto e
tornou a viver; ele estava perdido e foi
reencontrado!”
Palavra da Salvação.
Glória a vós Senhor!
Canto
Catequético Temático
Lucas 15,11-32 – Este pranto
Muito alegre eu te pedi o que era meu.
Partir! Um sonho tão normal.
Dissipei meus bens, o coração também.
No fim, meu mundo era irreal.
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI,
SIM, AQUI É MEU LUGAR!
EU GASTEI TEUS BENS, Ó PAI,
E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS.
Mil amigos conheci; disseram adeus.
Caiu a solidão em mim.
Um patrão cruel levou-me a refletir:
meu Pai, não trata um servo assim!
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI,
SIM, AQUI É MEU LUGAR!
EU GASTEI TEUS BENS, Ó PAI,
E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS.
Nem deixaste-me falar na ingratidão;
morreu, no abraço, o mal que eu fiz.
Festa, roupa nova, anel, sandália aos pés;
voltei à vida; sou feliz.
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI,
SIM, AQUI É MEU LUGAR!
EU GASTEI TEUS BENS, Ó PAI,
E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS.
Querigma
Evangelho (Lc 15,1-2.11-32)
1 Todos os publicanos e pecadores estavam se
aproximando para ouvi-lo.
2 Os fariseus e os escribas, porém, murmuravam:
“Esse homem recebe os pecadores e come com
eles!” Contou-lhes então esta parábola:
11 Um homem tinha dois filhos.
12 O mais jovem disse ao Pai: ‘Pai, dá-me a parte
da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens
entre eles.
13 Poucos dias depois, ajuntando todos os seus
haveres, o filho mais jovem partiu para uma
região longínqua e ali dissipou sua herança numa
vida devassa.
14 E gastou tudo. Sobreveio àquela região uma
grande fome e ele começou a passar privações.
15 Foi, então, empregar-se com um dos homens
daquela região, que o mandou para seus campos
cuidar dos porcos.
16 Ele queria matar a fome com a lavagem que os
porcos comiam, mas nem isso lhe davam.
17 E caindo em si, disse: ‘Quantos empregados de
meu pai têm pão com fartura, e eu aqui,
morrendo de fome!
18 Vou-me embora, procurar o meu pai e dizerlhe: Pai, pequei contra o Céu e contra ti;
19 já não sou digno de ser chamado teu filho.
Trata-me com um dos teus empregados’.
20 Partiu, então, e foi ao encontro de seu pai. Ele
estava ainda longe, quando seu pai viu-o,
encheu-se de compaixão, correu, lançou-se em
seu pescoço, cobrindo-o de beijos.
21 O filho, então disse-lhe: ‘Pai, pequei contra o
Céu e contra ti; já não sou digno de ser chamado
teu filho’.
22 Mas o pai disse aos seus servos: ‘Ide depressa,
trazei a melhor túnica e revesti-o com ela, pondelhe um anel no dedo e sandálias nos pés.
23 Trazei o novilho cevado e matai-o; comamos e
festejemos,
24 pois este meu filho estava morto e tornou a
viver; estava perdido e foi reencontrado!’ E
começaram a festejar.
25 Seu filho mais velho estava no campo. Quando
voltava, já perto de casa ouviu músicas e danças.
26 Chamando um servo, perguntou-lhe o que
estava acontecendo.
27 Este lhe disse: É teu irmão que voltou e teu pai
matou o novilho cevado, porque o recuperou com
saúde’.
28 Então ele ficou com muita raiva e não queria
entrar. Seu pai saiu para suplicar-lhe.
29 Ele porém respondeu para seu pai: ‘Há tantos
anos que eu te SIRVO, e jamais transgredi um só
dos teus mandamentos, e nunca me deste um
cabrito para festejar com meus amigos.
30 Contudo, veio esse teu filho, que devorou teus
bens com prostitutas, e para ele matas o novilho
cevado!’
31 Mas o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre
comigo, e tudo o que é meu é teu.
32 Mas era preciso que festejássemos e nos
alegrássemos, pois esse teu irmão estava morto e
tornou a viver; ele estava perdido e foi
reencontrado!”
Frente às coisas
O homem pode adotar uma atitude
contemplativa, mostrando-se capaz de captarlhes a transparência e o valor intrínseco de que
são portadoras, independentemente do uso que
delas possa fazer. Neste caso, o homem faz a
experiência da Gratuidade/Graça. Ou então ele
adota uma atitude de posse utilitária em que o
valor em si está subordinado ao valor para si.
Neste caso, o homem faz a experiência do
Interesse/Pecado.
Frente aos semelhantes
O homem pode adotar uma atitude de
cordialidade, amizade, amor, superando o
princípio fundamental do prazer que faz com que
as relações humanas estejam subordinadas à
possibilidade de usufruir algum benefício
(experiência da Gratuidade/Graça). Ou então
adota uma atitude de visualizar o valor da pessoa
em si como subordinada ao valor que tem para
ele (experiência do Interesse/Pecado).É contra
isso que alerta Jesus propondo que, ao
realizarmos um banquete, não convidemos os
ricos, que têm condições de retribuir, mas os
pobres: ficaria assegurada, assim a gratuidade da
iniciativa.
Frente a Deus
Pode ocorrer a descoberta do Pai que acolhe sem
operar uma triagem moral prévia e que convida a
uma reciprocidade sem interesse (experiência da
Gratuidade/Graça), ou então a descoberta do
Patrão com que se estabelece uma relação
comercial e de prestação de serviços em vista de
determinados interesses (experiência do
Interesse/Pecado). E a experiência bíblica atesta
que o Deus-Patrão não é uma entidade que se
opõe ao Deus-Pai, mas uma criatura das atitudes
deformadas do homem frente à divindade. No
fundo trata-se de um ídolo.
1ª LEITURA (Is 49,13-15)
13 Ó céus, dai gritos de alegria, ó terra,
regozija-te, os montes rompam em alegres
cantos, pois o Senhor Deus consolou o seu
povo, ele se compadece dos seus aflitos.
14 Sião dizia: "O Senhor Deus me
abandonou; o Senhor se esqueceu de mim."
15 Por acaso uma mulher se esquecerá da
sua criancinha de peito? Não se compadecerá
ela do filho do seu ventre? Ainda que as
mulheres se esquecessem eu não me
esqueceria de ti.
Reflexão
Como tem sido o seu
relacionamento com
Deus, você tem se
relacionado com Ele como
um Pai ou Patrão?
Canto
Catequético Temático
Lucas 15,11-32 – Este pranto
Muito alegre eu te pedi o que era meu.
Partir! Um sonho tão normal.
Dissipei meus bens, o coração também.
No fim, meu mundo era irreal.
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI,
SIM, AQUI É MEU LUGAR!
EU GASTEI TEUS BENS, Ó PAI,
E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS.
Mil amigos conheci; disseram adeus.
Caiu a solidão em mim.
Um patrão cruel levou-me a refletir:
meu Pai, não trata um servo assim!
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI,
SIM, AQUI É MEU LUGAR!
EU GASTEI TEUS BENS, Ó PAI,
E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS.
Nem deixaste-me falar na ingratidão;
morreu, no abraço, o mal que eu fiz.
Festa, roupa nova, anel, sandália aos pés;
voltei à vida; sou feliz.
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI,
SIM, AQUI É MEU LUGAR!
EU GASTEI TEUS BENS, Ó PAI,
E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS.
Oração dos Fiéis
Oração dos Fiéis
Senhor escutai as
nossas preces!
Pai Nosso
Abraço da Paz
Bênção e Despedida
Canto
Catequético Temático
Lucas 15,11-32 – Este pranto
Muito alegre eu te pedi o que era meu.
Partir! Um sonho tão normal.
Dissipei meus bens, o coração também.
No fim, meu mundo era irreal.
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI,
SIM, AQUI É MEU LUGAR!
EU GASTEI TEUS BENS, Ó PAI,
E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS.
Mil amigos conheci; disseram adeus.
Caiu a solidão em mim.
Um patrão cruel levou-me a refletir:
meu Pai, não trata um servo assim!
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI,
SIM, AQUI É MEU LUGAR!
EU GASTEI TEUS BENS, Ó PAI,
E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS.
Nem deixaste-me falar na ingratidão;
morreu, no abraço, o mal que eu fiz.
Festa, roupa nova, anel, sandália aos pés;
voltei à vida; sou feliz.
CONFIEI NO TEU AMOR E VOLTEI,
SIM, AQUI É MEU LUGAR!
EU GASTEI TEUS BENS, Ó PAI,
E TE DOU ESTE PRANTO EM MINHAS MÃOS.
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Querigma comunhão 02