155N 1517-5278 Canjarana Taxonomia De acordo com o Sistema de classificação Cronquist, a taxonomia de de Cabralea canjerana subsp. canjerana obedece à seguinte hierarquia: Divisão: Magnoliophyta Classe: Magnoliopsida (Angiospermae) (Dicotiledonae) Ordem: Sapindales Família: Meliaceae Espécie: Cabralea canjerana (Vellozo) C. Martius subsp. canjerana, Martius, Syst. Mat. Med. Bras. 38, 1843. Sinonímia Colombo. PR Novembro, 2002 botânica: Cabralea glaberrima Adr. Jussieu; Cabralea cangerana Saldanha da Gama; Cabralea eichleriana C. de Candolle; Cabralea laevis C. de Candolle; Cabralea multijuga Autor Paulo Ernani Ramalho Carvalho Engnheiro Florestal, Doutor, [email protected] C. de Candolle; Cabralea oblongifolia C. de Candolle; Cabralea lagoensis C. de Candolle Nomes vulgares pindaiborana, no Brasil: cacharana; caiarana, cambarana, caroba, cedro-ná e em Minas Gerais; caierana; cajá-catinga, em Alagoas e em Pernambuco; cajá-espúrio; cajarana, no Paraná e em São Paulo; cajerana, canjerana-amarela, branca, canjerana-vermelha Grosso do Sul, no Paraná e em Santa Catarina; canherana; canjarana-vermelha; do-litoral; canjerana- e pau-santo, em São Paulo; cancherana; canharana, em Mato canjarana- canjerana, na Bahia, no Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e em São Paulo; canjerana-grande mirim, na Bahia; canjerana-de-prego; canjerana, na Bahia, no Espírito Santo e em Minas Gerais; cedro-macho, Espírito Santo; pau-de-santo, Nomes vulgares na Bahia e no na Bahia e em Minas Gerais; vanjarana-vermelha. no exterior: cancharana, na Argentina; cedro ra, no Paraguai; requia blanca, no Peru, e trompillo Etimologia: e canjerana- carirana; cedrahy e cedrohy, no Pará; cedro- macho, na Bolivia. Cabralea, homenagem a Pedro Alvares Cabral, descobridor 1500; canjerana, provém do tupi-guarani dado pelos silvícolas do Brasil, em acauá (cajá) e rana (falso), é o nome da árvore (Klein, 1984). Descrição Forma: árvore caducifólia, com 5 a 20 m de altura e 20 a 50 cm de DAP, podendo alcançar até 35 m de altura e 230 cm de DAP, na idade adulta (Castiglioni, Tronco: cilíndrico, reto ou geralmente tortuoso. 1975). Fuste com até 13 m de comprimento 2 Canjarana (Durlo & Denardi, 1998). Nos indivíduos maiores, adultos ou muito idosos, presença de raizes tabulares Vetor de polinização: (Morei lato, provavelmente mariposas 1991). proeminentes. Floração: Ramificação: folhagem entre dicotômica. Copa larga e arredondada, verde-escura, apresentando & Denardi, 1,00 a 10,40 m (Durlo Casca: com espessura A casca externa com fissuras resinosa, fibrosa Federal; de setembro em São Paulo; de setembro Paraná; de outubro a janeiro, a dezembro, opostas, irregulares Frutificação: de 2 a 5 cm no Rio de Janeiro; comprimento com textura a agosto, pastosa, de junho Geralmente mas, às vezes, possuem Os folíolos são providos opostos no Distrito iniciou-se característica com maduros as folhas são um folíolo terminal em São Paulo; de setembro Federal e em dezembro, desta sub-espécie época própria, translúcidas. aromáticas, branco-esverdeada, amadurecidos cujas sementes reunidas em inflorescência com sementes pequenas, Dispersão arredondado e base estreitada vezes com um robusto quando proeminentes; deiscência de frutos septífraga, após a abertura, se fechado, vermelho-claro O fruto possui um látex branco e pegajoso. a vermelho-escuro pesa em média Sementes: ovóides, reunidas e no fragmento importante também dispersor. constatou são intensamente na Assim sendo, em Vireonidae, secundários Ponerinae espécies de o mais lado, Pizo (1995), que as sementes e formigas de o principal de canjarana atacadas por roedores predadores num 35 espécies menor, quatorze Por outro dispersores do de aves maior, ele assinalou aves, sendo Vireo olivaceus, e 6 cm se de verde, passando de uma ou duas sementes zoocórica, desta espécie está relacionado dos fragmentos. florestal dispersor, com maturação. uma a dez sementes, e sementes: das sementes fragmento a cinco valvas e é glabro, inicialmente Cada fruto maduros. aves, sendo Tityra cayana, Tirannidae e salpicado diásporos possuir as que se observaram por aves, atraidas pela cor alaranjada com o tamanho enrugada inicialmente de quatro cerca de 18 a 43 mm de diâmetro Os frutos contêm dispersoras com ou serp lenticelas grossa coluna central e angulosa aberto. O epicarpo com ápice suspenso r, ficando carnosa, espessa, provida provaram germinativas arilo. Pizo (1997) relata que o número de cima para baixo, às seca e escuro-marrom, oito meses antes da de frutos normalmente principalmente ou elipsóide, 1981). no Itatiaia - RJ, em tirsos axilares, com 6 a 25 cm de comprimento. Fruto: cápsula globosa é ter flores e frutos época (Pennington, mesmas caracteristicas Flores: com coloração em em solos férteis, a Rizzini (1977), observou frutos temporões, no Rio Grande aos três anos de idade. Uma na mesma Entretanto, de pontos e linhas no Paraná; de julho na Bahia; de julho a dezembro, frutificação com 30 a 90 cm de e dez a 20 pares de folíolos paripinadas vestigial. em de junho a outubro, a janeiro, do Sul; de agosto a janeiro, um pouco 1988). até 15 cm de comprimento. em novembro, os frutos amadurecem a dezembro, compostas, no a março, no Rio Grande do Minas Gerais. No Paraná, plantada Folhas: a janeiro, a em Santa Catarina; de no Rio de Janeiro; Minas Gerais; e de fevereiro Sul. formando A casca interna é esbranquiçada, (Ivanchechen, 1975). no Distrito a cinza-escura, pouco profundas, e amarga, dezembro, outubro de até 40 mm (Castiglioni, longitudinais aromática com de copa 1998). é castanho-acinzentada placas ou escamas retangulares de largura. diâmetro em agosto, no solo e insetos podem atuar como das sementes ariladas que caem sob as copas. em cada lóculo. 15,54 g (Eibl et aI., 1994). Ocorrência Natural com 6 a 17 mm de comprimento mm de largura, as quais são verdes anteriormente maturação. Quando tegumento funicular, maduras, acham-se arilóide, vermelho-alaranjado, macio, carnoso, envoltas e 6 à por um de origem Latitude: dos Surucucus Variação Sudeste Biologia Reprodutiva e Fenologia sexual: (Pennington, planta hermafrodita 1981). no Rio (Roraima), a aproximadamente 2° 30' N. que libera uma secreção leitosa. Sistema 10° N (Costa Rica) a 31° 30' S (Brasil, Grande do Sul). O limite Norte no Brasil dá-se na Serra ou dióica altitudinal: de 10 m, no litoral das Regiões Sul e a 2.000 m de altitude, SP (Robim & Pfeifer, em Campos do Jordão, 1989), no Brasil. A espécie até 2.500 m de altitude, na Bolívia Distribuição Cabralea canjerana subsp. canjerana geográfica: ocorre (Killean atinge na Costa Rica (Pennington, et aI., 1993). 1981); no Canjarana nordeste da Argentina (Martinez-Crovetto, 1963), na 1998; Durigan et al., 1999; Toledo et aI., 2000) e no Bolivia IKillean et aI., 1993), na Guiana (Pennington, Distrito Federal (Pereira, 1982; Pereira et aI., 1990; 1981), no leste do Paraguai (Lopez et aI., 1987), no Peru Walter & Sampaio, (Pennington, 1981) e no Brasil (Mapa 1), no Amapá (Pennington, 1981), na Bahia (Soares & Ascoly, 1970; Mello, 1973; Rizzini & Mattos Filho, 1974), no Espirito 1998; Walter & Salles, 2000). Aspectos Ecológicos Santo (Jesus, 1988; Lopes et aI., 2000), em Goiás (Imaria-Encinas Grupo sucessional: & Paula, 1994; Munhoz & Proença, 1998), em Mato Grosso (Pennington, 1981), em Mato espécie pioneira (Sousa-Silva et al., 1999), secundária tardia (Durigan & Nogueira, Grosso do Sul (Jankauskis & Rios, 1968; Leite et aI., Vaccaro et aI., 1999) ou clímax tolerante 1986), em Minas Gerais (Bustamante, (Rondon Neto et aI., 1999). 1962; Magalhães 1948; Azevedo, 1990; à sombra & Ferreira, 1981; Giulietti et aI., 1987; Brandão et aI., 1989; Pastore & Berzaghi, 1989; Brandão Características sociológicas: a canjarana se faz presente & Gavilanes, 1990; Campos & Landgraf, 1990; Brandão na vegetação secundária, principalmente & Magalhães, floresta secundária, tanto em clareiras com menos de 60 1991; Gavilanes & Brandão, 1991; Ramos et aI., 1991; Brandão, 1992; Brandão & Araújo, Brandão & Gavilanes, 1992; Gavilanes et aI., 1992; Brandão & Silva Filho, 1993; Brandão & Araújo, rn-, como em clareiras com mais de 100 m2 (Costa & 1992). É árvore longeva, podendo Mantovani, 1992; Carvalho et aI., 1992; capoeirões e na ultrapassar 300 anos de idade. 1994; Gavilanes & Brandão, 1994; Rossi, 1994; Brandão et aI., 1995; Gavilanes et aI., Regiões fitoecológicas: 1995; Pinheiro, canjerana é espécie com ocorrência na Floresta Ombrófila (Pennington, 1996; Pedralli et aI., 1997), no Pará Carvalho, Densa (Floresta Atlântica), 1981), no Paraná (Paraná, 1968; Hatschbach & Moreira Baixo-Montana, Filho, 1972; Rotta, 1977; 1980; Rotta, 1981; Inoue et aI., 1984; Klein, 1985; Silva, 1985; Instituto, 1987; Roderjan Cabralea canjerana subsp. nas formações Terras Baixas/ Submontana, Montana e Altomontana/ Montana (Guimarães et al., 1988; Roderjan & Kuniyoshi, 1988; Roderjan, 1994) e na Floresta de Tabuleiro, & no Kuniyoshi, 1988; Pastore & Berzaghi, 1989; Roderjan & norte do Espírito Santo (Rizzini et aI., 1997); na Floresta Kuniyoshi, 1989; Silva, 1989; Goetzke, 1990; Roderjan, Ombrófila 1990a; Roderjan, 1990b; Silva, 1990; Soares-Silva aI., 1992; Roderjan, et 1994; Silva et aI., 1995; Nakajima Densa (Floresta Amazônica); na Floresta Estacionai Semidecidual, ciliar), Submontana nas formações Aluvial (mata e Montana; na Floresta Estacionai et aI., 1996; Lacerda, 1999; Sonda et aI., 1999; Ziller, Decidual, na formação Baixo-Montana 2000), em Pernambuco (Tabarelli, 1992; Vaccaro et al., 1999); na Floresta Ombrófila Mista (Floresta com Araucária), nas formações (Veloso, 1945; Mello, Pennington, (Lima, 1970), no Rio de Janeiro 1950; Azevedo, 1962; 1981; Guedes, 1988; Guimarães 1988; Costa et aI., 1992; Piratininga-Azevedo, et aI., 1999), em Roraima (Pennington, 1981), no Rio Grande do Sul (Girardi, 1975; Lindemam et al., 1975; Santa Maria, 1981; Aguiar et aI., 1982; Jacques et aI., 1982; Reitz et aI., 1983; Brack et aI., 1985; Longhi et aI., 1986; Bueno et aI., 1987; Brena et aI., 1988; Tabarelli, Jarenkow, 1994; Longhi, 1992; 1997; Durlo & Denardi, 1998; Submontana e Montana e Montana (Galvão et al., 1989; Silva & Marconi, 1990). Eventualmente nos campos rupestres ou de altitude; no Cerradão (Brandão & Gavilanes, 1992); na Caatinga Arbórea Aberta ao longo dos rios Verde e São Francisco, no norte de Minas Gerais (Brandão & Gavilanes, 1994), e na Restinga (De Grande, 1981). A canjarana ocupa posição intermediária floresta, raramente é dominante na ou emergente. Na Bolívia Vaccaro et al., 1999), em Santa Catarina (Reitz et aI., é encontrada no bosque amazônico até bosque montano 1978; Reis et al., 1992; Negrelle, úmido (Killean et aI., 1993). São Paulo (Mainieri, Aguiar, 1995), no Estado de 1967; De Grande, 1981; Baitello & 1982; Silva, 1982; Silva & Leitão Filho, 1982; Densidade: numa área inventariada da Floresta Estacionai Pagano et aI., 1987; Matthes et al., 1988; Custodio Semidecidual, Filho, 1989; Mantovani distribuição et al., 1989; Rodrigues et al., a canjarana representou 3,92% da das essências de maior valor econômico, no 1989; Vieira et al., 1989; Durigan & Dias, 1990; Parque Nacional do Iguaçu, no Brasil, sendo encontradas Grombone 6,3 árvores por hectare (Paraná, 1968). Na Selva et aI., 1990; Nicolini, 1990; Costa & Mantovani, 1990; Robim et al., 1992; Custodio 1992; Pastore et aI., 1992; Toledo Kotchetkoff-Henriques Filho et al., Filho et aI., 1993; & Joly, 1994; Melo & Mantovani, Misionera, Argentina, ocorre com uma freqüência de 0,75 a seis árvores por hectare (Gartland et al., 1997), mas, em outra área inventariada, em Misiones, essa 1994; Rossi, 1994; Durigan & Leitão Filho, 1995; espécie representou valores entre dez a 20 exemplares Torezan, 1995; Toledo Filho et al., 1997; Cavalcanti, por hectare (Martinez-Crovetto, 1963). Em levantamento 3 4 Canjarana realizado à margem do Rio do Peixe, no fitossociológico Estado de São Paulo, foram encontradas 18 árvores/ha, e são procurados por aves. Devem ser colhidos árvore. Os frutos abertos naturalmente na apresentam maior na encosta da área, desta espécie (Toledo Filho et al., germinação 2000). coletados e deixados ao ar livre, os frutos murcham inicial (Frassetto & Menezes, 1997). Quando e não abrem. A deiscência pode ser induzida colocando-os em sacos de polietileno Clima hermeticamente, com serragem seca e em temperatura ambiente (lnoue, 1978). O tempo necessário para a abertura completa Precipitação pluvial média anual: desde 850 mm (Minas Gerais) a 3.700 mm (São Paulo). lavadas para a extração da polpa (arilo) e postas a secar em ambiente ventilado. Regime de precipitações: distribuídas, dos frutos é de doze dias. Em seguida, as sementes são chuvas uniformemente na Região Sul (excluindo o norte do Paraná), e periódicas, com chuvas concentradas Em frutos colhidos dois meses antes da queda e da abertura natural das cápsulas, as no verão ou no sementes estão demasiadamente (Rizzini, imaturas para germinar 1977). inverno nas outras regiões. Número de sementes por quilograma: Deficiência hídrica: nula, na Região Sul, a forte, com estação seca até seis meses, no norte e sudeste de 1992) a 6.157 (Kuniyoshi, 1.200 (Lorenzi, 1983). Segundo Eibl et aI. (1994) o número médio de frutos por quilo é 78. Minas Gerais e norte de Mato Grosso. Tratamento Temperatura média anual: 13AoC (Campos do Jordão, SP) a 24AoC (Januária, Temperatura média do mês mais frio: 8,2°C (Campos do para superação da dormência: MG). Longevidade Jordão, SP) a 22,1°C (Ilhéus, BA). e armazenamento: (Curitiba, PR) a 26,5°C (Rio de Janeiro, o armazenamento; (Eibl et al., a viabilidade. embalagem afetam a viabilidade - 8AoC (Castro, PR). durante o das sementes (Frassetto & Menezes, 1997). O saco de polietileno mantém a germinação inicial por período maior do que o armazenamento Número de geadas por ano: médio de zero a 30; máximo ambiente aberto, mas o saco de filó. absoluto de 81 geadas, na Região Sul e em Campos do umedecida, Jordão, SP. viabilidade na temperatura subtropical (Koeppen): tropical (Af, Am e Aw); úmido (Cfa); subtropical Cwb) e temperado de altitude (Cwa e úmido (Cfb). em com casca de arroz de 5°C, prolonga a das sementes, sendo capaz de apresentar 50% da germinação Tipos climáticos Não não se conhecem métodos eficazes. O período de tempo e o tipo de RJ). armazenamento mínima absoluta: recalcitrante 1994). tendendo a perder rapidamente média do mês mais quente: 19,9°C Temperatura as sementes de canjarana são de comportamento é aconselhável Temperatura não é necessário. inicial até 120 dias. Sementes armazenadas em sala perderam integralmente germinativa a faculdade inicial, entre dez dias (Longhi et al., 1984) a 60 dias (Marchetti, 1984). Em sementes armazenadas em câmara fria, ocorrem ataques de fungos que prejudicam Solos A canjarana ocorre naturalmente solos, de fertilidade principalmente em vários tipos de química boa aos de fertilidade baixa, os situados nos altos dos morros. Apresenta, porém, melhor crescimento em solo fértil, o lote (Kuniyoshi, 1983). Sementes com faculdade germinativa inicial de 93%, armazenadas em vidro hermeticamente fechado e em saco de polietileno, em câmara fria (3 a 5°C e 86% de UR). aos 105 dias apresentaram mostrando germinação, a importância respectivamente, 39% e 1%, de escolher o recipiente correto (Zanon & Carpanezzi, 1993). com propriedades físicas adequadas, como profundo, com boa disponibilidade hídrica, boa drenagem e textura argilosa e areno-argiloso. Germinação em laboratório: germinaram igualmente obscuridade (Rizzinl, 1977). Em areia, a germinação revelou-se algo inferior do que em placa Petry; não foi Sementes encontrada substância inibidora do crescimento. Moschetta Colheita e beneficiamento: sementes de canjarana bem tanto à luz quanto à os frutos são considerados maduros, quando passam para a coloração avermelhada Para & Beltrati (1995), as sementes alcançam 77% de germinação em temperaturas de 25 a 30°C, entre cinco e quinze dias, após armazenagem de até sete Canjarana dias em condições ambientais. A temperatura de 20°C é Hábito: apresenta crescimento monopodial a que permite maior germinação das sementes (Frassetto jovem, & Menezes, 1997) laterais até a metade da altura. Apresenta na fase boa forma de fuste, com poucas ramificações desrama natural até metade da altura, necessitando dos galhos para aumento Produção de Mudas Semeadura: recomenda-se semear em sementeiras e depois repicar as mudas para sacos de polietileno com dimensões mínimas de 20 cm de altura e 7 cm de diâmetro, ou em tubetes de polipropileno Métodos de regeneração: plantada: a pleno sol, em plantio espécies pioneiras, de poda da altura útil. a canjarana pode ser misto, associada com ou em vegetação matricial arbórea, em mistura com outras espécies, em faixas largas de tamanho médio. A repicagem deverá ser efetuada duas a quatro semanas após a germinação. O sistema radicial da canjarana é fasciculado, superficial e muito ramificado. abertas na vegetação secundária ou em grupos. Apresenta corte, com numerosos desenvolvendo Germinação: 5 e plantada em linhas brotação vigorosa após brotos no colo e pelo tronco, troncos múltiplos. epígea, com hipocótilo muito curto, resultando na permanência dos cotilédones, maciços e carnosos, ao nível do solo (Moscheta & Beltrati, 1995). Conforme a profundidade da semeadura, o tipo epígeo pode ser mascarado (Kuniyoshi, Sistemas agroflorestais: arborização (Baggio espécie recomendada na de culturas ou na arborização & Carvalho, de pastos 1990). 1983). Para Gartland et aI. (1997), no estágio de plântulas, apresenta cotilédones hipógeos. A germinação ocorre, em geral, Melhoramento Genético entre treze a 73 dias após a semeadura, em viveiro. Em laboratório, Rizzini (1977) obteve 100% de germinação entre três a dez dias. A taxa germinativa é variável, de Há variações acentuadas em crescimento entre as origens de Cabralea canjerana subsp. canjerana 40 até 93%; em média 60%. Sementes com remoção da plantadas polpa apresentaram de Cascavel e de Fênix, ambas no Paraná. Em plantios germinação 78% de germinação contra 46% de sem remoção da polpa (Marchetti, 1984). As pela Embrapa Florestas, destacando-se as realizados em Santa Helena (oeste do Paraná), mudas atingem porte adequado para plantio aos seis observou-se meses após a semeadura. da origem a superioridade de crescimento em altura Fênix (norte do Paraná) sobre a origem local (Tabela 1). Associação simbiótica: as raízes desta espécie associam- se com fungos micorrízicos arbusculares (Carvalho, Crescimento e Produção 1996). Propagação vegetativa: a canjarana propaga-se por A canjarana tem comportamento estaquia através do método da garfagem em fenda cheia ao do cedro (Cedrela apresentando, menos danificado 30 dias após, 50% de pegamento (Silva, fissilis), a Tabela 1, produtividade Características Silviculturais desde é bastante lento volumétrica 13,50 rnê/ha.ano'. superior principalmente pela broca-dos-ponteiros 1988). Seu crescimento 1982). silvicultural a variável, moderado. obtida nos por ser (Embrapa, conforme A maior plantios aos dez anos. Observa-se foi na Tabela 19, no plantio com seis anos em Santa Helena - PR, a A canjarana é uma espécie umbrófila na fase juvenil (Galvão, 1986) ou esciófila (Ortega, 1995); entretanto segundo Sousa-Silva et aI. (1999) ela demonstra ter plasticidade suficiente para tolerar ampla variedade de ambientes luminosos. Esta espécie não tolera baixas temperaturas, no estágio juvenil. superioridade em todos os parâmetros medidos, do plantio misto a pleno sol, sob o plantio puro a pleno sol. Em mata secundária nativa do Rio Grande do Sul, Durlo & Denardi (1998), encontraram de forma entre OAO a 0,94. para esta espécie, Fator 6 Canjarana (a) (b) (c) (d) (e) (f) (g) (h) (i) Incremento médio anual em volume sólido com casca (rnvha.ano'), calculado por valores médios de altura e DAP. PVAd = ARGISSOLO VERMELHO-AMARELO Distrófico; LVdf = LATOSSOLO VERMELHO Distroférrico; CHa = CAMBISSOLO HÚMICO Alumínico; CXa = CAMBISSOLO HÀPLlCO Aluminico; LVd = LATOSSOLO VERMELHO Distrófico; LVA = LATOSSOLO VERMELHO-AMARELO Distrófico argissólico; LVef = LATOSSOLO VERMELHO Eutroférrico. Abertura de faixas em capoeira alta e plantio em linha. Abertura de faixas em povoamento de Pinus sp e plantio em linha. Plantio puro a pleno sol (plantio comprobatório, com 625 árvores plantadas). Origem local. Origem Fênix - PR (sementes coletadas de dez árvores). Em plantio misto; dados fornecidos pela Itaipu Binacional. Plantio misto a pleno sol. Canjarana Características da Madeira usada para acabamentos I internos; molduras, rodapés, venezianas, ripas, esquadrias, caibros, miolo de Massa específica aparente: a madeira da canjarana é leve compensados (0,45 a 0,56 q/cm"), a 12% de umidade principalmente e moderadamente (Paraná, 1979), etc. Como madeira roliça é utilizada em mourões. pesada (0,61 a 0,75 q/crnê) a 15% de umidade (Pereira & Mainieri, 1957; Mainieri & Chimelo, 1989; Jankowsky et al., 1990). Massa específica básica: 0,55 q/crn" (Jankowsky Energia: produz lenha de qualidade razoável. Celulose e papel: espécie inadequada para este uso et al., (Wasjutin, 1958). 1990). Cor: o alburno é de coloração branca ou róseo-amarelada e o cerne castanho a castanho-avermelhado vermelho-escuro, Outros Produtos ou uniforme. Constituintes Características gerais: superfície irregularmente lustrosa, Gottlieb & Mors, 1980 químicos: encontratam para essa espécie Ocotillol e outros produtos. atraente, com vivos reflexos nas faces radiais; textura média e lisa ao tato; grã direita a irregular. Cheiro Inseticida: agradável, pouco acentuado, quando verde e ausente, devendo, pois, ser tóxico aos animais. o suco dos frutos tem ação inseticida, quando seca; gosto imperceptível. Matéria tintorial: Durabilidade natural: apresenta resistência satisfatória ao ataque de organismos ao apodrecimento, xilófagos em condições favoráveis apresentando durabilidade extrai-se, da casca, um corante utilizado na indústria de tinturaria, principalmente para tingir pelegos de lã. natural de média a alta. Preservação: apresenta baixa permeabilidade vermelho, Óleos essenciais: presença muito intensa no lenho (Sakita & Vallilo, 1990). às soluções preservantes sob pressão. Perfume: extraído das flores, usado na indústria de perfumaria, devido ao seu intenso aroma. secagem das lâminas, exsudação de material resinoso, Saponinas: presença intensa no lenho (Sakita & Vallilo, depositado 1990). Secagem: observa-se, mesmo após a laminação e sobre a superfície da lãmina (Paraná. 1979). Não há conclusões sobre as características da madeira de canjarana (Jankowsky de secagem et al., 1990). Substâncias tanantes: pequena porcentagem Trabalhabilidade: fácil, proporcionando bom acabamento. porém, no lenho, a presença de tanino é intensa (Sakita & Vallilo, Outras Características • 1990). Outros Usos A canjarana fornece madeira com qualidades próximas às do cedro (Cedrela fissilis), sendo mais durável. • a casca apresenta tanino em (Mainieri & Chimelo, 1989). Alimentação animal: a forragem desta espécie apresenta 14,4% a 14,8% de proteína tanino bruta e 5,4% a 6,5% de (Leme et al., 1994). A descrição anatômica da madeira desta espécie pode ser encontrada em Mello (1950) e Paraná Apícola: a canjarana produz flores melíferas (Ramos et aI., 1991). produzindo (1979). Medicinal: Produtos e Utilizações pólen e néctar (Reis et al., 1992). na medicina popular, é empregada como poderoso reconstituinte nos estados anêmicos. Do suco leitoso, que escorre da casca, faz-se um chá para Madeira serrada e roliça: a madeira de canjarana é combater doenças de pele, diarréias, prisão de ventre, indicada para confecção de estruturas de móveis, febres e hidropisias. marcenaria, carpintaria, caixas, embalagens, esteios, da raiz, é tido como purgativo, cabos de vassoura, obras de entalhe como estatuetas e adstringente, imagens de santos e tornearia. doses moderadas. As folhas também têm propriedades Em construção civil, é O decoto da casca, principalmente antidispéptico, febrífugo, emético e abortivo, devendo ser usado em o 7 8 Canjarana febrífugas (Klein, 1984). Para os índíos de várias etnías • subsp. po/ytricha apresenta folíolos pubescentes na do Paraná e de Santa Catarina, as sementes e a casca do superfície inferior, cerca de 5,5 cm de comprimento caule da canjarana são indicadas no tratamento por 1,6 cm de largura. Pétalas 5 a 7 mm de de manchas brancas da pele (rnicose). meningite, dor de comprimento. cabeça, primeiro banho do bebê - para prevenir problemas de febre (Marquesini, (o chá da casca), é fortificante 1995). É adstringente, na convalescença Referências Bibliográficas (recuperação da saúde), combate disenterias e artrites. O uso externo da casca fervida pode ser aplicado em AGUIAR, feridas e inflamação dos testículos (Franco & Fontana, MINEHIRA, T. Efeitos do espaçamento 1997). O cozimento das cascas serve para combater comportamento dispepsias, febres, prisão de ventre, diarréias, hidropisias (Vog.) Taub. Silvicultura, e afecções da pele (Kôrbes, 1995). 1982. Paisagístico: ANDRADE, E.N. de. O eucalipto. pelo aspecto atraente de sua folhagem e dos frutos, é recomendada para plantio em praças, I.B.; ALOI, S.V.; TAVARES, silvicultural L.C.V.; no de Coumarouna a/ata São Paulo, n.28, p.126-128, Jundiaí: Companhia Paulista de Estrada de Ferro, 1961. 667p. parques, jardins, canteiros centrais de avenidas, rodovias, áreas para estacionamento de veículos e AZEVEDO, L.G. de. Tipos de vegetação arborização de represas (Sanchotene, 1985; Salvador & Minas e Campos da Mantiqueira Oliveira, 1989). Contudo, não deve ser utilizada em Academia calçadas, em virtude do elevado porte que adquire e, n.2, principalmente, Brasileira p.225-234, de Ciências, da Rio de Janeiro, v.34, 1962. do sistema radicial superficial de que é dotada. BAGGIO, A.J.; CARVALHO, agroflorestais Reflorestamento do Sul de (Brasil). Anais para recuperação ambiental: o arilo que envolve as sementes da canjarana é consumido e disseminado pelas aves e por pequenos mamíferos, entre os quais o mono-carvoeiro P.E.R. 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Roessléria, Porto Alegre, O gênero Cabra/ea Juss. está atualmente v.7, n.l, p.69-94, 1985. representado por uma única espécie, dividida em duas subespécies: BRANDÃO, M. Caracterização Cabra/ea canjerana subsp. canjerana e Cabra/ea climática, canjerana subsp. po/ytricha. Belo Horizonte, canjerana-do-cerrado, técnicas Esta última, conhecida por é restrita a áreas secas em florística n.2, p.13-38, geomorfológica, e faunística MG. Daphne, jan. da Serra do Curral em Belo Horizonte, v.2, 1992. cerrados ou campos rupestres ou de altitude, entre 800 e 1.300 m de altitude, em Minas Gerais e em Goiás BRANDÃO, (Pennington, Município 1981); sua altura oscila entre 1 e 2 m (Rizzini, 1977). Pennington diferenças morfológicas (1981) apresenta algumas M.G. Horizonte, Cobertura MG. Daphne, v.2, n.2, p.5-12, jan. vegetal do Belo 1992. importantes: BRANDÃO, • M.; ARAÚJO, de Belo Horizonte, M.; ARAÚJO, M.G. Resultados físico e botânico parciais subsp. canjerana apresenta folíolos glabros na dos levantamentos superfície inferior, 10 a 15 cm de comprimento por 3 a Biológica de Santa Rita. Santa Rita do Sapucaí, MG. da Reserva 5 cm de largura. Pétalas 7 alO mm de comprimento; Daphne, Belo Horizonte, vA, n.3, p.8-20, jul. 1994. 9 Canjarana BRANDÃO, M.; GAVILANES, arbóreos ocorrentes M.L. no domínio Belo Horizonte, Mata de Macaia (Bom Sucesso). In: CONGRESSO v.17, n.181, p.34-42, NACIONAL SOBRE ESSÊNCIAS NATIVAS, 2., 1992, São Paulo. Anais. São Paulo: Instituto BRANDÃO, M.; GAVILANES, padronizadoras n.173, M.L. Espécies arbóreas do Cerrado mineiro no Estado. Informe Agropecuário, p.5-11, LACA-BUENDIA, Belo Horizonte, - Cobertura vegetal formações. M.L.; ARAUJO, J.P. Município Daphne, M.G.; de Diamantina, e composição Florestal, vA, parte 1, edição especial, 1992. e sua distribuição 1992. M.; GAVILANES, Florestal, 1992. p.274-282. Publicado na Revista do Instituto CARVALHO, P.E.R. 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