155N
1517-5278
Canjarana
Taxonomia
De acordo com o Sistema de classificação
Cronquist, a taxonomia
de
de Cabralea canjerana
subsp. canjerana obedece à seguinte
hierarquia:
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
(Angiospermae)
(Dicotiledonae)
Ordem: Sapindales
Família: Meliaceae
Espécie: Cabralea canjerana (Vellozo) C.
Martius subsp. canjerana,
Martius, Syst. Mat.
Med. Bras. 38, 1843.
Sinonímia
Colombo. PR
Novembro, 2002
botânica: Cabralea glaberrima Adr.
Jussieu; Cabralea cangerana Saldanha da
Gama; Cabralea eichleriana C. de Candolle; Cabralea laevis C. de Candolle; Cabralea
multijuga
Autor
Paulo Ernani Ramalho
Carvalho
Engnheiro
Florestal,
Doutor,
[email protected]
C. de Candolle; Cabralea oblongifolia
C. de Candolle; Cabralea lagoensis C. de
Candolle
Nomes vulgares
pindaiborana,
no Brasil: cacharana; caiarana, cambarana, caroba, cedro-ná e
em Minas Gerais; caierana; cajá-catinga, em Alagoas e em Pernambuco;
cajá-espúrio; cajarana, no Paraná e em São Paulo; cajerana, canjerana-amarela,
branca, canjerana-vermelha
Grosso do Sul, no Paraná e em Santa Catarina; canherana; canjarana-vermelha;
do-litoral;
canjerana-
e pau-santo, em São Paulo; cancherana; canharana, em Mato
canjarana-
canjerana, na Bahia, no Distrito Federal, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, no
Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e em São Paulo; canjerana-grande
mirim, na Bahia; canjerana-de-prego;
canjerana, na Bahia, no Espírito Santo e em Minas Gerais; cedro-macho,
Espírito Santo; pau-de-santo,
Nomes vulgares
na Bahia e no
na Bahia e em Minas Gerais; vanjarana-vermelha.
no exterior: cancharana, na Argentina; cedro ra, no Paraguai; requia
blanca, no Peru, e trompillo
Etimologia:
e canjerana-
carirana; cedrahy e cedrohy, no Pará; cedro-
macho, na Bolivia.
Cabralea, homenagem
a Pedro Alvares Cabral, descobridor
1500; canjerana, provém do tupi-guarani
dado pelos silvícolas
do Brasil, em
acauá (cajá) e rana (falso), é o nome da árvore
(Klein, 1984).
Descrição
Forma: árvore caducifólia,
com 5 a 20 m de altura e 20 a 50 cm de DAP, podendo
alcançar até 35 m de altura e 230 cm de DAP, na idade adulta (Castiglioni,
Tronco: cilíndrico,
reto ou geralmente
tortuoso.
1975).
Fuste com até 13 m de comprimento
2
Canjarana
(Durlo & Denardi,
1998). Nos indivíduos
maiores,
adultos
ou muito idosos, presença de raizes tabulares
Vetor de polinização:
(Morei lato,
provavelmente
mariposas
1991).
proeminentes.
Floração:
Ramificação:
folhagem
entre
dicotômica.
Copa larga e arredondada,
verde-escura,
apresentando
& Denardi,
1,00 a 10,40 m (Durlo
Casca: com espessura
A casca externa
com fissuras
resinosa,
fibrosa
Federal; de setembro
em São Paulo; de setembro
Paraná; de outubro
a janeiro,
a dezembro,
opostas,
irregulares
Frutificação:
de 2 a 5 cm
no Rio de Janeiro;
comprimento
com textura
a agosto,
pastosa,
de junho
Geralmente
mas, às vezes, possuem
Os folíolos
são providos
opostos
no Distrito
iniciou-se
característica
com
maduros
as folhas são
um folíolo terminal
em São Paulo; de setembro
Federal e em dezembro,
desta sub-espécie
época própria,
translúcidas.
aromáticas,
branco-esverdeada,
amadurecidos
cujas sementes
reunidas em inflorescência
com sementes
pequenas,
Dispersão
arredondado
e base estreitada
vezes com um robusto
quando
proeminentes;
deiscência
de frutos
septífraga,
após a abertura,
se fechado,
vermelho-claro
O fruto possui um látex branco e pegajoso.
a vermelho-escuro
pesa em média
Sementes:
ovóides,
reunidas
e no fragmento
importante
também
dispersor.
constatou
são intensamente
na
Assim sendo,
em
Vireonidae,
secundários
Ponerinae
espécies
de
o mais
lado, Pizo (1995),
que as sementes
e formigas
de
o principal
de canjarana
atacadas por roedores
predadores
num
35 espécies
menor, quatorze
Por outro
dispersores
do
de aves
maior, ele assinalou
aves, sendo Vireo olivaceus,
e 6 cm se
de verde, passando
de uma ou duas sementes
zoocórica,
desta espécie está relacionado
dos fragmentos.
florestal
dispersor,
com
maturação.
uma a dez sementes,
e sementes:
das sementes
fragmento
a cinco valvas e
é glabro, inicialmente
Cada fruto
maduros.
aves, sendo Tityra cayana, Tirannidae
e salpicado
diásporos
possuir as
que se observaram
por aves, atraidas pela cor alaranjada
com o tamanho
enrugada
inicialmente
de quatro
cerca de 18 a 43 mm de diâmetro
Os frutos contêm
dispersoras
com ou serp lenticelas
grossa coluna central e angulosa
aberto. O epicarpo
com ápice
suspenso r, ficando
carnosa, espessa, provida
provaram
germinativas
arilo. Pizo (1997) relata que o número
de cima para baixo, às
seca e escuro-marrom,
oito meses antes da
de frutos normalmente
principalmente
ou elipsóide,
1981).
no Itatiaia - RJ,
em tirsos axilares,
com 6 a 25 cm de comprimento.
Fruto: cápsula globosa
é ter flores e frutos
época (Pennington,
mesmas caracteristicas
Flores: com coloração
em
em solos férteis, a
Rizzini (1977), observou
frutos temporões,
no Rio Grande
aos três anos de idade. Uma
na mesma
Entretanto,
de pontos e linhas
no Paraná; de julho
na Bahia; de julho a dezembro,
frutificação
com 30 a 90 cm de
e dez a 20 pares de folíolos
paripinadas
vestigial.
em
de junho a outubro,
a janeiro,
do Sul; de agosto a janeiro,
um pouco
1988).
até 15 cm de comprimento.
em novembro,
os frutos amadurecem
a dezembro,
compostas,
no
a março, no Rio Grande do
Minas Gerais. No Paraná, plantada
Folhas:
a janeiro,
a
em Santa Catarina; de
no Rio de Janeiro;
Minas Gerais; e de fevereiro
Sul.
formando
A casca interna é esbranquiçada,
(Ivanchechen,
1975).
no Distrito
a cinza-escura,
pouco profundas,
e amarga,
dezembro,
outubro
de até 40 mm (Castiglioni,
longitudinais
aromática
com
de copa
1998).
é castanho-acinzentada
placas ou escamas retangulares
de largura.
diâmetro
em agosto,
no solo
e insetos
podem atuar como
das sementes
ariladas que caem
sob as copas.
em cada lóculo.
15,54 g (Eibl et aI., 1994).
Ocorrência Natural
com 6 a 17 mm de comprimento
mm de largura, as quais são verdes anteriormente
maturação.
Quando
tegumento
funicular,
maduras,
acham-se
arilóide, vermelho-alaranjado,
macio, carnoso,
envoltas
e 6
à
por um
de origem
Latitude:
dos Surucucus
Variação
Sudeste
Biologia Reprodutiva e Fenologia
sexual:
(Pennington,
planta hermafrodita
1981).
no Rio
(Roraima),
a aproximadamente
2° 30' N.
que libera uma secreção
leitosa.
Sistema
10° N (Costa Rica) a 31° 30' S (Brasil,
Grande do Sul). O limite Norte no Brasil dá-se na Serra
ou dióica
altitudinal:
de 10 m, no litoral das Regiões Sul e
a 2.000 m de altitude,
SP (Robim
& Pfeifer,
em Campos
do Jordão,
1989), no Brasil. A espécie
até 2.500 m de altitude,
na Bolívia
Distribuição
Cabralea canjerana subsp.
canjerana
geográfica:
ocorre
(Killean
atinge
na Costa Rica (Pennington,
et aI., 1993).
1981); no
Canjarana
nordeste da Argentina
(Martinez-Crovetto,
1963), na
1998; Durigan et al., 1999; Toledo et aI., 2000) e no
Bolivia IKillean et aI., 1993), na Guiana (Pennington,
Distrito Federal (Pereira, 1982; Pereira et aI., 1990;
1981), no leste do Paraguai (Lopez et aI., 1987), no Peru
Walter & Sampaio,
(Pennington,
1981) e no Brasil (Mapa 1), no Amapá
(Pennington,
1981), na Bahia (Soares & Ascoly, 1970;
Mello, 1973; Rizzini & Mattos Filho, 1974), no Espirito
1998; Walter & Salles, 2000).
Aspectos Ecológicos
Santo (Jesus, 1988; Lopes et aI., 2000), em Goiás
(Imaria-Encinas
Grupo sucessional:
& Paula, 1994; Munhoz & Proença,
1998), em Mato Grosso (Pennington,
1981), em Mato
espécie pioneira (Sousa-Silva et al.,
1999), secundária tardia (Durigan & Nogueira,
Grosso do Sul (Jankauskis & Rios, 1968; Leite et aI.,
Vaccaro et aI., 1999) ou clímax tolerante
1986), em Minas Gerais (Bustamante,
(Rondon Neto et aI., 1999).
1962; Magalhães
1948; Azevedo,
1990;
à sombra
& Ferreira, 1981; Giulietti et aI., 1987;
Brandão et aI., 1989; Pastore & Berzaghi, 1989; Brandão
Características
sociológicas:
a canjarana se faz presente
& Gavilanes, 1990; Campos & Landgraf, 1990; Brandão
na vegetação secundária, principalmente
& Magalhães,
floresta secundária, tanto em clareiras com menos de 60
1991; Gavilanes & Brandão, 1991; Ramos
et aI., 1991; Brandão, 1992; Brandão & Araújo,
Brandão & Gavilanes,
1992;
Gavilanes et aI., 1992; Brandão & Silva Filho, 1993;
Brandão & Araújo,
rn-, como em clareiras com mais de 100 m2 (Costa &
1992). É árvore longeva, podendo
Mantovani,
1992; Carvalho et aI., 1992;
capoeirões e na
ultrapassar 300 anos de idade.
1994; Gavilanes & Brandão, 1994;
Rossi, 1994; Brandão et aI., 1995; Gavilanes et aI.,
Regiões fitoecológicas:
1995; Pinheiro,
canjerana é espécie com ocorrência na Floresta Ombrófila
(Pennington,
1996; Pedralli et aI., 1997), no Pará
Carvalho,
Densa (Floresta Atlântica),
1981), no Paraná (Paraná, 1968;
Hatschbach & Moreira
Baixo-Montana,
Filho, 1972; Rotta, 1977;
1980; Rotta, 1981; Inoue et aI., 1984; Klein,
1985; Silva, 1985; Instituto,
1987; Roderjan
Cabralea canjerana subsp.
nas formações Terras Baixas/
Submontana,
Montana e Altomontana/
Montana (Guimarães et al., 1988; Roderjan & Kuniyoshi,
1988; Roderjan, 1994) e na Floresta de Tabuleiro,
&
no
Kuniyoshi,
1988; Pastore & Berzaghi, 1989; Roderjan &
norte do Espírito Santo (Rizzini et aI., 1997); na Floresta
Kuniyoshi,
1989; Silva, 1989; Goetzke, 1990; Roderjan,
Ombrófila
1990a; Roderjan,
1990b; Silva, 1990; Soares-Silva
aI., 1992; Roderjan,
et
1994; Silva et aI., 1995; Nakajima
Densa (Floresta Amazônica); na Floresta
Estacionai Semidecidual,
ciliar), Submontana
nas formações Aluvial (mata
e Montana; na Floresta Estacionai
et aI., 1996; Lacerda, 1999; Sonda et aI., 1999; Ziller,
Decidual, na formação Baixo-Montana
2000), em Pernambuco
(Tabarelli,
1992; Vaccaro et al., 1999); na Floresta
Ombrófila
Mista (Floresta com Araucária), nas formações
(Veloso,
1945; Mello,
Pennington,
(Lima, 1970), no Rio de Janeiro
1950; Azevedo,
1962;
1981; Guedes, 1988; Guimarães
1988; Costa et aI., 1992; Piratininga-Azevedo,
et aI.,
1999),
em Roraima (Pennington,
1981), no Rio Grande do Sul
(Girardi, 1975; Lindemam
et al., 1975; Santa Maria,
1981; Aguiar
et aI., 1982; Jacques et aI., 1982; Reitz et
aI., 1983; Brack et aI., 1985; Longhi et aI., 1986; Bueno
et aI., 1987; Brena et aI., 1988; Tabarelli,
Jarenkow,
1994; Longhi,
1992;
1997; Durlo & Denardi, 1998;
Submontana
e Montana
e Montana (Galvão et al., 1989; Silva &
Marconi, 1990). Eventualmente
nos campos rupestres
ou de altitude; no Cerradão (Brandão & Gavilanes,
1992); na Caatinga Arbórea Aberta ao longo dos rios
Verde e São Francisco, no norte de Minas Gerais
(Brandão & Gavilanes, 1994), e na Restinga (De Grande,
1981). A canjarana ocupa posição intermediária
floresta, raramente é dominante
na
ou emergente. Na Bolívia
Vaccaro et al., 1999), em Santa Catarina (Reitz et aI.,
é encontrada no bosque amazônico até bosque montano
1978; Reis et al., 1992; Negrelle,
úmido (Killean et aI., 1993).
São Paulo (Mainieri,
Aguiar,
1995), no Estado de
1967; De Grande, 1981; Baitello &
1982; Silva, 1982; Silva & Leitão Filho, 1982;
Densidade:
numa área inventariada da Floresta Estacionai
Pagano et aI., 1987; Matthes et al., 1988; Custodio
Semidecidual,
Filho, 1989; Mantovani
distribuição
et al., 1989; Rodrigues
et al.,
a canjarana representou
3,92% da
das essências de maior valor econômico, no
1989; Vieira et al., 1989; Durigan & Dias, 1990;
Parque Nacional do Iguaçu, no Brasil, sendo encontradas
Grombone
6,3 árvores por hectare (Paraná, 1968). Na Selva
et aI., 1990; Nicolini,
1990; Costa & Mantovani,
1990; Robim et al.,
1992; Custodio
1992; Pastore et aI., 1992; Toledo
Kotchetkoff-Henriques
Filho et al.,
Filho et aI., 1993;
& Joly, 1994; Melo & Mantovani,
Misionera, Argentina, ocorre com uma freqüência de
0,75 a seis árvores por hectare (Gartland et al., 1997),
mas, em outra área inventariada,
em Misiones, essa
1994; Rossi, 1994; Durigan & Leitão Filho, 1995;
espécie representou valores entre dez a 20 exemplares
Torezan, 1995; Toledo Filho et al., 1997; Cavalcanti,
por hectare (Martinez-Crovetto,
1963). Em levantamento
3
4
Canjarana
realizado à margem do Rio do Peixe, no
fitossociológico
Estado de São Paulo, foram encontradas
18 árvores/ha,
e são procurados
por aves. Devem ser colhidos
árvore. Os frutos abertos naturalmente
na
apresentam
maior
na encosta da área, desta espécie (Toledo Filho et al.,
germinação
2000).
coletados e deixados ao ar livre, os frutos murcham
inicial (Frassetto & Menezes, 1997). Quando
e
não abrem. A deiscência pode ser induzida colocando-os
em sacos de polietileno
Clima
hermeticamente,
com serragem seca e
em temperatura
ambiente (lnoue,
1978). O tempo necessário para a abertura completa
Precipitação
pluvial média anual: desde 850 mm (Minas
Gerais) a 3.700 mm (São Paulo).
lavadas para a extração da polpa (arilo) e postas a secar
em ambiente ventilado.
Regime de precipitações:
distribuídas,
dos
frutos é de doze dias. Em seguida, as sementes são
chuvas uniformemente
na Região Sul (excluindo
o norte do Paraná),
e periódicas, com chuvas concentradas
Em frutos colhidos dois meses
antes da queda e da abertura natural das cápsulas, as
no verão ou no
sementes estão demasiadamente
(Rizzini,
imaturas para germinar
1977).
inverno nas outras regiões.
Número de sementes por quilograma:
Deficiência
hídrica: nula, na Região Sul, a forte, com
estação seca até seis meses, no norte e sudeste de
1992) a 6.157 (Kuniyoshi,
1.200 (Lorenzi,
1983). Segundo
Eibl et aI.
(1994) o número médio de frutos por quilo é 78.
Minas Gerais e norte de Mato Grosso.
Tratamento
Temperatura
média anual: 13AoC (Campos do Jordão,
SP) a 24AoC
(Januária,
Temperatura
média do mês mais frio: 8,2°C (Campos do
para superação da dormência:
MG).
Longevidade
Jordão,
SP) a 22,1°C (Ilhéus, BA).
e armazenamento:
(Curitiba, PR) a 26,5°C (Rio de Janeiro,
o armazenamento;
(Eibl et al.,
a viabilidade.
embalagem afetam a viabilidade
- 8AoC (Castro, PR).
durante o
das sementes (Frassetto & Menezes,
1997). O saco de polietileno
mantém a germinação
inicial por período maior do que o armazenamento
Número de geadas por ano: médio de zero a 30; máximo
ambiente aberto, mas o saco de filó.
absoluto de 81 geadas, na Região Sul e em Campos do
umedecida,
Jordão, SP.
viabilidade
na temperatura
subtropical
(Koeppen):
tropical (Af, Am e Aw);
úmido (Cfa); subtropical
Cwb) e temperado
de altitude (Cwa e
úmido (Cfb).
em
com casca de arroz
de 5°C, prolonga a
das sementes, sendo capaz de apresentar
50% da germinação
Tipos climáticos
Não
não se conhecem
métodos eficazes. O período de tempo e o tipo de
RJ).
armazenamento
mínima absoluta:
recalcitrante
1994). tendendo a perder rapidamente
média do mês mais quente: 19,9°C
Temperatura
as sementes de
canjarana são de comportamento
é aconselhável
Temperatura
não é
necessário.
inicial até 120 dias. Sementes
armazenadas em sala perderam integralmente
germinativa
a faculdade
inicial, entre dez dias (Longhi et al., 1984) a
60 dias (Marchetti,
1984). Em sementes armazenadas
em câmara fria, ocorrem ataques de fungos que
prejudicam
Solos
A canjarana ocorre naturalmente
solos, de fertilidade
principalmente
em vários tipos de
química boa aos de fertilidade
baixa,
os situados nos altos dos morros.
Apresenta, porém, melhor crescimento
em solo fértil,
o lote (Kuniyoshi,
1983). Sementes com
faculdade germinativa
inicial de 93%, armazenadas em
vidro hermeticamente
fechado e em saco de polietileno,
em câmara fria (3 a 5°C e 86% de UR). aos 105 dias
apresentaram
mostrando
germinação,
a importância
respectivamente,
39% e 1%,
de escolher o recipiente correto
(Zanon & Carpanezzi, 1993).
com propriedades físicas adequadas, como profundo,
com boa disponibilidade
hídrica, boa drenagem e textura
argilosa e areno-argiloso.
Germinação
em laboratório:
germinaram
igualmente
obscuridade
(Rizzinl, 1977). Em areia, a germinação
revelou-se algo inferior do que em placa Petry; não foi
Sementes
encontrada substância inibidora do crescimento.
Moschetta
Colheita e beneficiamento:
sementes de canjarana
bem tanto à luz quanto à
os frutos são considerados
maduros, quando passam para a coloração avermelhada
Para
& Beltrati (1995), as sementes alcançam
77% de germinação
em temperaturas
de 25 a 30°C,
entre cinco e quinze dias, após armazenagem
de até sete
Canjarana
dias em condições ambientais. A temperatura
de 20°C é
Hábito:
apresenta crescimento
monopodial
a que permite maior germinação das sementes (Frassetto
jovem,
& Menezes, 1997)
laterais até a metade da altura. Apresenta
na fase
boa forma de fuste, com poucas ramificações
desrama
natural até metade da altura, necessitando
dos galhos para aumento
Produção de Mudas
Semeadura:
recomenda-se semear em sementeiras e
depois repicar as mudas para sacos de polietileno com
dimensões mínimas de 20 cm de altura e 7 cm de
diâmetro, ou em tubetes de polipropileno
Métodos
de regeneração:
plantada:
a pleno sol, em plantio
espécies pioneiras,
de poda
da altura útil.
a canjarana pode ser
misto, associada com
ou em vegetação
matricial
arbórea,
em mistura com outras espécies, em faixas largas
de tamanho
médio. A repicagem deverá ser efetuada duas a quatro
semanas após a germinação. O sistema radicial da
canjarana é fasciculado, superficial e muito ramificado.
abertas na vegetação
secundária
ou em grupos. Apresenta
corte, com numerosos
desenvolvendo
Germinação:
5
e plantada em linhas
brotação vigorosa
após
brotos no colo e pelo tronco,
troncos múltiplos.
epígea, com hipocótilo muito curto,
resultando na permanência dos cotilédones, maciços e
carnosos, ao nível do solo (Moscheta & Beltrati, 1995).
Conforme a profundidade
da semeadura, o tipo epígeo
pode ser mascarado (Kuniyoshi,
Sistemas
agroflorestais:
arborização
(Baggio
espécie recomendada na
de culturas ou na arborização
& Carvalho,
de pastos
1990).
1983). Para Gartland et
aI. (1997), no estágio de plântulas, apresenta
cotilédones hipógeos. A germinação ocorre, em geral,
Melhoramento
Genético
entre treze a 73 dias após a semeadura, em viveiro. Em
laboratório,
Rizzini (1977) obteve 100% de germinação
entre três a dez dias. A taxa germinativa
é variável, de
Há variações
acentuadas
em crescimento
entre as
origens de Cabralea canjerana subsp. canjerana
40 até 93%; em média 60%. Sementes com remoção da
plantadas
polpa apresentaram
de Cascavel e de Fênix, ambas no Paraná. Em plantios
germinação
78% de germinação
contra 46% de
sem remoção da polpa (Marchetti,
1984). As
pela Embrapa Florestas, destacando-se
as
realizados em Santa Helena (oeste do Paraná),
mudas atingem porte adequado para plantio aos seis
observou-se
meses após a semeadura.
da origem
a superioridade
de crescimento
em altura
Fênix (norte do Paraná) sobre a origem
local
(Tabela 1).
Associação
simbiótica:
as raízes desta espécie associam-
se com fungos micorrízicos arbusculares (Carvalho,
Crescimento e Produção
1996).
Propagação
vegetativa:
a canjarana propaga-se por
A canjarana
tem comportamento
estaquia através do método da garfagem em fenda cheia
ao do cedro (Cedrela
apresentando,
menos danificado
30 dias após, 50% de pegamento
(Silva,
fissilis),
a
Tabela
1,
produtividade
Características Silviculturais
desde
é bastante
lento
volumétrica
13,50 rnê/ha.ano'.
superior
principalmente
pela broca-dos-ponteiros
1988). Seu crescimento
1982).
silvicultural
a
variável,
moderado.
obtida
nos
por ser
(Embrapa,
conforme
A
maior
plantios
aos dez anos. Observa-se
foi
na Tabela
19, no plantio com seis anos em Santa Helena - PR, a
A canjarana é uma espécie umbrófila
na fase juvenil
(Galvão, 1986) ou esciófila (Ortega, 1995); entretanto
segundo Sousa-Silva et aI. (1999) ela demonstra
ter
plasticidade suficiente para tolerar ampla variedade de
ambientes luminosos. Esta espécie não tolera baixas
temperaturas,
no estágio juvenil.
superioridade
em todos
os parâmetros
medidos,
do
plantio misto a pleno sol, sob o plantio puro a pleno sol.
Em mata secundária
nativa do Rio Grande do Sul, Durlo
& Denardi (1998), encontraram
de forma
entre OAO a 0,94.
para esta espécie, Fator
6
Canjarana
(a)
(b)
(c)
(d)
(e)
(f)
(g)
(h)
(i)
Incremento médio anual em volume sólido com casca (rnvha.ano'),
calculado por valores médios de altura e DAP.
PVAd = ARGISSOLO VERMELHO-AMARELO
Distrófico; LVdf = LATOSSOLO VERMELHO Distroférrico;
CHa = CAMBISSOLO HÚMICO Alumínico;
CXa = CAMBISSOLO HÀPLlCO Aluminico;
LVd = LATOSSOLO VERMELHO Distrófico; LVA = LATOSSOLO VERMELHO-AMARELO
Distrófico
argissólico;
LVef = LATOSSOLO VERMELHO Eutroférrico.
Abertura de faixas em capoeira alta e plantio em linha.
Abertura de faixas em povoamento
de Pinus sp e plantio em linha.
Plantio puro a pleno sol (plantio comprobatório,
com 625 árvores plantadas).
Origem local.
Origem Fênix - PR (sementes coletadas de dez árvores).
Em plantio misto; dados fornecidos pela Itaipu Binacional.
Plantio misto a pleno sol.
Canjarana
Características da Madeira
usada para acabamentos
I
internos; molduras, rodapés,
venezianas, ripas, esquadrias, caibros, miolo de
Massa específica aparente: a madeira da canjarana é leve
compensados
(0,45 a 0,56 q/cm"), a 12% de umidade
principalmente
e moderadamente
(Paraná, 1979),
etc. Como madeira roliça é utilizada
em mourões.
pesada (0,61 a 0,75 q/crnê) a 15% de
umidade (Pereira & Mainieri, 1957; Mainieri & Chimelo,
1989; Jankowsky
et al., 1990).
Massa específica
básica: 0,55 q/crn" (Jankowsky
Energia: produz lenha de qualidade razoável.
Celulose e papel: espécie inadequada para este uso
et al.,
(Wasjutin,
1958).
1990).
Cor: o alburno é de coloração branca ou róseo-amarelada
e o cerne castanho a castanho-avermelhado
vermelho-escuro,
Outros Produtos
ou
uniforme.
Constituintes
Características
gerais: superfície irregularmente
lustrosa,
Gottlieb & Mors, 1980
químicos:
encontratam
para essa espécie Ocotillol e outros
produtos.
atraente, com vivos reflexos nas faces radiais; textura
média e lisa ao tato; grã direita a irregular. Cheiro
Inseticida:
agradável, pouco acentuado, quando verde e ausente,
devendo, pois, ser tóxico aos animais.
o suco dos frutos tem ação inseticida,
quando seca; gosto imperceptível.
Matéria tintorial:
Durabilidade
natural: apresenta resistência satisfatória ao
ataque de organismos
ao apodrecimento,
xilófagos em condições favoráveis
apresentando durabilidade
extrai-se, da casca, um corante
utilizado na indústria de tinturaria,
principalmente
para tingir pelegos de lã.
natural de
média a alta.
Preservação: apresenta baixa permeabilidade
vermelho,
Óleos essenciais:
presença muito intensa no lenho
(Sakita & Vallilo,
1990).
às soluções
preservantes sob pressão.
Perfume: extraído das flores, usado na indústria de
perfumaria,
devido ao seu intenso aroma.
secagem das lâminas, exsudação de material resinoso,
Saponinas:
presença intensa no lenho (Sakita & Vallilo,
depositado
1990).
Secagem: observa-se, mesmo após a laminação e
sobre a superfície da lãmina (Paraná. 1979).
Não há conclusões sobre as características
da madeira de canjarana (Jankowsky
de secagem
et al., 1990).
Substâncias
tanantes:
pequena porcentagem
Trabalhabilidade:
fácil, proporcionando
bom acabamento.
porém, no lenho, a presença de tanino é intensa (Sakita
& Vallilo,
Outras Características
•
1990).
Outros Usos
A canjarana fornece madeira com qualidades
próximas às do cedro (Cedrela fissilis), sendo mais
durável.
•
a casca apresenta tanino em
(Mainieri & Chimelo, 1989).
Alimentação
animal: a forragem desta espécie apresenta
14,4% a 14,8% de proteína
tanino
bruta e 5,4% a 6,5% de
(Leme et al., 1994).
A descrição anatômica da madeira desta espécie
pode ser encontrada
em Mello (1950) e Paraná
Apícola:
a canjarana produz flores melíferas (Ramos et
aI., 1991). produzindo
(1979).
Medicinal:
Produtos e Utilizações
pólen e néctar (Reis et al., 1992).
na medicina popular, é empregada como
poderoso reconstituinte
nos estados anêmicos. Do suco
leitoso, que escorre da casca, faz-se um chá para
Madeira serrada e roliça: a madeira de canjarana é
combater doenças de pele, diarréias, prisão de ventre,
indicada para confecção de estruturas de móveis,
febres e hidropisias.
marcenaria, carpintaria, caixas, embalagens, esteios,
da raiz, é tido como purgativo,
cabos de vassoura, obras de entalhe como estatuetas e
adstringente,
imagens de santos e tornearia.
doses moderadas. As folhas também têm propriedades
Em construção civil, é
O decoto da casca, principalmente
antidispéptico,
febrífugo,
emético e abortivo, devendo ser usado em
o
7
8
Canjarana
febrífugas (Klein, 1984). Para os índíos de várias etnías
•
subsp. po/ytricha
apresenta folíolos pubescentes na
do Paraná e de Santa Catarina, as sementes e a casca do
superfície inferior, cerca de 5,5 cm de comprimento
caule da canjarana são indicadas no tratamento
por 1,6 cm de largura. Pétalas 5 a 7 mm de
de
manchas brancas da pele (rnicose). meningite, dor de
comprimento.
cabeça, primeiro banho do bebê - para prevenir
problemas de febre (Marquesini,
(o chá da casca), é fortificante
1995). É adstringente,
na convalescença
Referências Bibliográficas
(recuperação da saúde), combate disenterias e artrites. O
uso externo da casca fervida pode ser aplicado em
AGUIAR,
feridas e inflamação dos testículos (Franco & Fontana,
MINEHIRA, T. Efeitos do espaçamento
1997). O cozimento das cascas serve para combater
comportamento
dispepsias, febres, prisão de ventre, diarréias, hidropisias
(Vog.) Taub. Silvicultura,
e afecções da pele (Kôrbes, 1995).
1982.
Paisagístico:
ANDRADE, E.N. de. O eucalipto.
pelo aspecto atraente de sua folhagem e
dos frutos, é recomendada para plantio em praças,
I.B.; ALOI, S.V.; TAVARES,
silvicultural
L.C.V.;
no
de Coumarouna
a/ata
São Paulo, n.28, p.126-128,
Jundiaí: Companhia
Paulista de Estrada de Ferro, 1961. 667p.
parques, jardins, canteiros centrais de avenidas,
rodovias, áreas para estacionamento
de veículos e
AZEVEDO, L.G. de. Tipos de vegetação
arborização de represas (Sanchotene, 1985; Salvador &
Minas e Campos da Mantiqueira
Oliveira, 1989). Contudo, não deve ser utilizada em
Academia
calçadas, em virtude do elevado porte que adquire e,
n.2,
principalmente,
Brasileira
p.225-234,
de Ciências,
da
Rio de Janeiro, v.34,
1962.
do sistema radicial superficial de que é
dotada.
BAGGIO, A.J.; CARVALHO,
agroflorestais
Reflorestamento
do Sul de
(Brasil). Anais
para recuperação ambiental: o arilo que
envolve as sementes da canjarana é consumido e
disseminado pelas aves e por pequenos mamíferos, entre
os quais o mono-carvoeiro
P.E.R. Algumas
recomendadas
para o litoral do Paraná.
In: IPARDES. Fundação Edson Vieira (Curitiba,
Macro-zoneamento
Curitiba:
IBAMA
PR).
da APA de Guaraqueçaba.
/ IPARDES,
1990. v.l,
p.241-248.
- Brachyte/es arachnoides
(Moraes, 1992). Em mata ciliar, a espécie suporta
inundação (Durigan & Nogueira, 1990).
BAITELLO, J.B.; AGUIAR,
Serra da Cantareira
NACIONAL
Principais Pragas
A canjerana é pouco afetada pela broca das meliáceas
(Hypsipy/a grandellaL comparativamente
OT. de.
Flora arbórea
da
(São Paulo). In: CONGRESSO
SOBRE ESSÊNCIAS
NATIVAS,
1982,
Campos do Jordão. Anais.
São Paulo: Instituto
Florestal,
Publicado
1982. p.582-590.
na Silvicultura
em São Paulo, v.16 A, parte 1, 1982.
ao cedro
BRACK, P.; BUENO, R.M.; FALKENBERG,
(Cedre/a fissi/is).
PAIVA, M.R.C.; SOBRAL,
Levantamento
Espécies Afins
florístico
M.; STEHMANN,
D.B.;
J.R.
do Parque Estadual do Turvo,
Tenente Portela, Rio Grande do Sul, Brasil. Roessléria,
Porto Alegre,
O gênero Cabra/ea Juss. está atualmente
v.7, n.l,
p.69-94,
1985.
representado
por uma única espécie, dividida em duas subespécies:
BRANDÃO, M. Caracterização
Cabra/ea canjerana subsp. canjerana e Cabra/ea
climática,
canjerana subsp. po/ytricha.
Belo Horizonte,
canjerana-do-cerrado,
técnicas
Esta última, conhecida por
é restrita a áreas secas em
florística
n.2, p.13-38,
geomorfológica,
e faunística
MG. Daphne,
jan.
da Serra do Curral em
Belo Horizonte,
v.2,
1992.
cerrados ou campos rupestres ou de altitude, entre 800
e 1.300 m de altitude, em Minas Gerais e em Goiás
BRANDÃO,
(Pennington,
Município
1981); sua altura oscila entre 1 e 2 m
(Rizzini, 1977). Pennington
diferenças morfológicas
(1981) apresenta
algumas
M.G.
Horizonte,
Cobertura
MG. Daphne,
v.2, n.2, p.5-12, jan.
vegetal
do
Belo
1992.
importantes:
BRANDÃO,
•
M.; ARAÚJO,
de Belo Horizonte,
M.; ARAÚJO,
M.G.
Resultados
físico e botânico
parciais
subsp. canjerana apresenta folíolos glabros na
dos levantamentos
superfície inferior, 10 a 15 cm de comprimento por 3 a
Biológica
de Santa Rita. Santa Rita do Sapucaí, MG.
da Reserva
5 cm de largura. Pétalas 7 alO mm de comprimento;
Daphne,
Belo Horizonte,
vA, n.3, p.8-20, jul. 1994.
9
Canjarana
BRANDÃO,
M.; GAVILANES,
arbóreos ocorrentes
M.L.
no domínio
Belo Horizonte,
Mata de Macaia (Bom Sucesso). In: CONGRESSO
v.17, n.181, p.34-42,
NACIONAL SOBRE ESSÊNCIAS NATIVAS, 2., 1992,
São Paulo. Anais. São Paulo: Instituto
BRANDÃO,
M.; GAVILANES,
padronizadoras
n.173,
M.L.
Espécies arbóreas
do Cerrado mineiro
no Estado. Informe
Agropecuário,
p.5-11,
LACA-BUENDIA,
Belo Horizonte,
- Cobertura
vegetal
formações.
M.L.; ARAUJO,
J.P. Município
Daphne,
M.G.;
de Diamantina,
e composição
Florestal,
vA, parte 1, edição especial, 1992.
e sua distribuição
1992.
M.; GAVILANES,
Florestal, 1992.
p.274-282. Publicado na Revista do Instituto
CARVALHO, P.E.R. Influência
da intensidade
do substrato no crescimento,
no conteúdo de clorofila e
na fotossíntese
BRANDÃO,
52,
de.;
Flora arbustivo-
arbórea das matas ciliares do Alto Rio Grande (MG). 1 -
Informe
1994.
v.16,
de.; OLIVEIRA-FILHO, AT.
VILELA, E. de A; GAVILANES, M.L.
da Caatinga, no
Estado de Minas Gerais e seus empregos.
Agropecuário,
CARVALHO, DA
Elementos
florística
Belo Horizonte,
Centrolobium
juvenil.
de suas
e
de Cabralea canjerana (Vell.) Mart.
subsp. canjerana, Calophyllum
MG. I
luminosa
brasiliense Camb. e
robustum (Vell.) Mart. ex Benth., na fase
Curitiba: Universidade
Federal do Paraná, 1996.
157p. Tese Doutorado.
v.5, n.4, p.28-
1995a.
CARVALHO, P.E.R. Levantamento
BRANDÃO,
M.; GAVILANES,
contribuição
M.L.
para o conhecimento
Irati-PR: laaproximação.
Mais uma
Belo Horizonte,
v.l, n.l,
p.26-43,
da região de
1980. 44p. (EMBRAPA-URPFCS. Circular Técnica, 3).
da cadeia do
Espinhaço em Minas Gerais (Serra da Piedade) - 11.
Daphne,
florístico
Curitiba: EMBRAPA-URPFCS,
CARVALHO, P.E.R. Resultados experimentais
1990.
de
espécies madeireiras nativas no Estado do Paraná. In:
CONGRESSO NACIONAL SOBRE ESSÊNCIAS NATIVAS,
BRANDÃO,
M.; MAGALHÃES,
vegetal da Microrregião
Daphne,
1982, Campos do Jordão. Anais ... São Paulo: Instituto
de Januária.
Florestal, 1982. p.747-765. Publicado
v.l, n.2, p.19-26, jan. 1991.
M.; MAGALHÃES,
vegetal da microrregião
Daphne,
Cobertura
SanFranciscana
Belo Horizonte,
BRANDÃO,
G.M.
G.M.
Sanfranciscana
Belo Horizonte,
de Januária.
v.l, n.2, p.19-26, jan. 1991.
M.; SILVA FILHO, P.V. da.
preliminares
sobre a cobertura
Barão de Cocais - MG. Daphne,
n.l,
p.9-13, jan.
Belo Horizonte,
de
em quatro locais do Estado do Paraná. In: SEMINÁRIO
4.: "Bracatinga
Informações
vegetal do Município
Comportamento
essências nativas e exóticas em condições de arboreto
SOBRE ATUALIDADES
BRANDÃO,
em
São Paulo, v. 16 A, parte 2, 1982.
CARVALHO, P.E.R.; COSTA, J.M.
Cobertura
na Silvicultura
de
E PERSPECTIVAS FLORESTAIS,
uma alternativa
1981, Curitiba. Anais.
para reflorestamento",
Curitiba: EMBRAPA-URPFCS,
1983. p.161-170. (EMBRAPA-URPFCS. Documentos,
5).
v.3,
1993.
CASTIGLlONI, J.A
Descripcion
botanica, forestal y
tecnologica de las principales espécies indigenas de la
BUENO, O.L.; NEVES, M.T.M.B.
de L.AA
de.; RAMOS,
em áreas da margem
Acta
121,
Botânica
das.; OLIVEIRA, M.
R.L.D.; STREHL, T.
Florística
direita do Baixo Jacuí, RS, Brasil.
Brasilica,
Porto Alegre, v.l, n.2, p.l0l-
Argentina. In: COZZO, D. Arboles forestales,
silvicultura
de la Argentina.
p.38-60. (Enciclopédia
Jardineria,
maderas y
Buenos Aires: Acme, 1975.
Argentina
de Agricultura
y
2).
1987.
CAVALCANTI, D.C. Florística
BUSTAMANTE,I.L.F.
Notas sôbre algumas
úteis do Sul de Minas.
Janeiro,
Revista
v.7, n.único,
CAMPOS, J.C. de.; LANDGRAF,
cobertura
florestal
Rio de
P.R.C. Análise
BRASILEIRO,
da
dos rios
6.,1990,
COSTA, M.L.M.N.
Atlântica,
preliminar.
Reserva Ecológica de Macaé de Cima: estudo
In: CONGRESSO NACIONAL SOBRE
ESSÊNCIAS NATIVAS, 2., 1992, São Paulo. Anais.
Brasileira
1990. v.3, p.111-117.
na Revista do Instituto
n.41, 1990.
especial,
na Silvicultura,
Mestrado.
da.; PEREIRA, T.S.; ANDRADE,
São Paulo: Sociedade
Publicado
no Município de
AC.S. de. Fenologia de algumas espécies da Mata
Campos do Jordão. Anais.
de Silvicultura,
de um
SP. Rio Claro: Universidade Estadual
Paulista, 1998. 103p. Dissertação
no Sul de Minas. In:
FLORESTAL
remanescente florestal transicional
Guaratinguetá,
1948.
das bacias hidrográficas
Cabo Verde e Machado,
CONGRESSO
Florestal,
p.7-16,24,
madeiras
e fitossociologia
Paulo: Instituto
1992.
Florestal,
São
1992. p.226-232. Publicado
Florestal, v.4, parte 1, edição
10
Canjarana
COSTA, M.P. da.; MANTOVANI,
W.
Composição
e
EMBRAPA Centro Nacional de Pesquisa de Florestas
estrutura de clareiras em mata primária mesófila na Bacia
(Curitiba-PR). Manual técnico da bracatinga
de São Paulo-SP. In: CONGRESSO NACIONAL SOBRE
scabrella
ESSÊNCIAS NATIVAS, 2., 1992, São Paulo. Anais.
CNPF. Documentos,
Paulo: Instituto
Florestal,
na Revista do Instituto
especial,
São
Benth.).
(Mimosa
1988. 70p. (EMBRAPA-
20).
1992. p.178-183. Publicado
Florestal, v.4, parte 1, edição
1992.
FRANCO, I.J.; FONTANA, V.L. Ervas & plantas:
medicina
USTÓDIO FILHO, A
Curitiba,
Flora da Estação Biológica de
dos simples.
FRASSETIO,
Erechim: Imprimax,
E.G.; MENEZES, N.L. Influência
Boracéia: listagem de espécies. Revista do Instituto
temperatura
de germinação,
Florestal,
embalagem
na viabilidade
São Paulo, v.l,
n.l,
p.161-199,
1989.
a
1997. 177p.
da
da abertura dos frutos e da
de sementes de cangerana
(Cabralea canjerana (Vell.) Mart.) - Meliaceae.
CUSTÓDIO FILHO, A;
NEGREIROS, O.C. de.; DIAS,
AC.; FRANCO, GAD.C.
Composição
florística
do
Informativo
ABRATES,
Brasília, v.7, n.l/2,
(FICAMOS CANJARANAI
p.213, 1997.
EM SOLOS)
estrato arbóreo do Parque Estadual de Carlos Botelho-SP.
In: CONGRESSO NACIONAL SOBRE ESSÊNCIAS
GALVÃO, F. Variação sazonal da fotossíntese
NATIVAS, 2., 1992, São Paulo. Anais.
respiração
Instituto
Florestal,
1992. p.184-191. Publicado
Revista do Instituto
especial,
São Paulo:
na
Florestal, vA, parte 1, edição
paraguariensisSt.
Hil. e Podocarpus lambertiiKI.
função da intensidade
1992.
líquida e
de Cabralea canjerana (Vell.) Mart., lIex
Universidade
luminosa
em
e temperatura.
Curitiba:
Federal do Paraná, 1986. 116p. Tese
Doutorado.
DE GRANDE, DA
Plantas da restinga da Ilha do
Cardoso (São Paulo-Brasil).
p.1-22,
Hoehnea,
São Paulo, v.9,
1981.
GALVÃO,
F.; KUNIYOSHI,
Levãntamento
Y.S.; RODERJAN, C.V.
fitossociológico
das principais associações
arbóreas da Floresta Nacional de Irati-PR. Floresta,
DURIGAN,
G.; BACIC, M.C.; FRANCO, GAD.C.;
SIQUEIRA, M.F. de. Inventário
florístico
Estação Ecológica de Assis, SP. Hoehnea,
v.26,
n.2,
p.149-172,
Curitiba,
v.19,
n.l/2,
p.30-49,
1989.
do Cerrado na
São Paulo,
1999.
GARTLAND,
H.M.; BOHREN, AV.;
MIRANDA,
GRANCE, LA;
D.E.; VOGEL, H.C. Arboles
de Misiones:
Cabralea canjerana (Vell.) Mart. subsp. canjerana.
DURIGAN, G.; DIAS, H.C. de S. Abundância
e
Yvyraretá,
Eldorado,
v.8, n.8, p.55-57, 1997.
diversidade da regeneração natural sob mata ciliar
implantada.
In: CONGRESSO FLORESTAL BRASILEIRO,
6., 1990, Campos do Jordão. Anais.
São Paulo:
Sociedade
1990. v.3, p.308-
Brasileira
312. Publicado
de Silvicultura,
na Silvicultura,
nA2, 1990.
DURIGAN, G.; LEITÃO FILHO, H. de F. Florística e
fitossociologia
de matas ciliares do oeste paulista.
Revista do Instituto
p.197-239,
Florestal,
matas ciliares.
São Paulo, v.7, n.2,
São Paulo: Instituto
Horizonte,
Florestal, 1990. 14p.
(IF. Série Registros, 4).
preliminares
DENARDI, L. Morfometria
Florestal,
out.
1994.
Informações
acerca da cobertura vegetal do Município
Daphne,
Belo Horizonte,
v.l,
de
n.2, pA4-50,
GAVILANES,
M.L.; BRANDÃO,
M.; LACA-BUENDIA,
J.P.; ARAÚJO, M.G.
Cobertura vegetal da Serra de São
José, MG, Municipios
de São João dei Rei e Tiradentes.
Belo Horizonte,
v.5, n.3, pAO-72, jul. 1995.
de Cabralea
canjerana, em mata secundária nativa do Rio Grande do
Sul. Ciência
p.18-41,
1991.
Daphne,
DURLO, MA;
nA,
vegetal
Minas Gerais. Daphne, Belo
GAVILANES, M.L.; BRANDÃO, M.
jan.
de
de Itumirim,
vA,
Lavras, MG.
1995.
DURIGAN, G.; NOGUEIRA, J.C.B. Recomposição
GAVILANES, M. L. ; BRANDÃO, M. Cobertura
do Município
Santa Maria, v.8, n.l, p.55-66,
GAVILANES,
M.L.; OLIVEIRA-FILHO,
CARVALHO, DA
AT.
de.; VILELA, E. de A
de.;
Flora arbustivo-
arbóreo das matas ciliares do Alto Rio Grande (MG). 2 -
1998.
Mata de Madre de Deus de Minas. In: CONGRESSO
EIBL, B.I.; SILVA, F.; CARVALHO, A;
CZEREPAK, R.;
KEHL, J. Ensayos de germinación
y análisis cuantitativo
en semillas de especies forestales
nativas de Misiones,
RA
Yvyraretá,
Eldorado,
v.5, n.5, p.33-48, 1994.
NACIONAL
SOBRE ESSÊNCIAS NATIVAS,
São Paulo. Anais.
São Paulo: Instituto
p.283-290. Publicado
na Revista do Instituto
vA, parte 1, edição especial,
1992.
2., 1992,
Florestal,
1992.
Florestal,
Canjarana
GIRARDI, AM.M.
Meliaceae. Boletim
Central de Biociências:
p.1-64,
do Instituto
JACQUES,
Botânica, Porto Alegre, v.33, n.3,
1975.
AGUIAR,
S.M.C.; IRGANG,
metropolitana
MENEZES, N.L.; PIRANI, J.R.;
preliminar
da vegetação
da região
de Porto Alegre, Rio Grande do Sul,
Brasil. 11. Morros areníticos.lheringia:
MEGURO, M.; WANDERLEY, M. das G. Flora da Serra do
L.;
L.W.; SOARES, Z.F.; BUENO, O.L.; ROSA,
Z.M. Levantamento
GIULlETTI, AM.;
B.E.; MARTAU,
I
Porto Alegre,
n.29, p.31-48,
JANKAUSKIS,
J.; RIOS, P.AP.
Série Botânica,
1982.
Cipó, Minas Gerais: caracterização e lista das espécies.
Boletim de Botânica da Universidade
Paulo, n.9, p.1-151,
de São Paulo, São
1987.
reconhecimento
GOTTLlEB, O.R.; MORS, W.B.
Potencial utilization
brazilian wood extractives. Journal of Agricultural
Food Chemistry,
Iguatemi
of
Curitiba:
JANKOWSKY,
J.A.A;
A
de A;
de
1., 1968, Curitiba.
I.P.; CHIMELO,
GALlNA,
Madeiras
da Floresta Semidecídua de
Altitude do Parque Municipal da Grota Funda (Atibaia -
de
Anais.
FIEP, 1968. p.105-110.
GROMBONE, M.T.; BERNACCI, L.C.; MEIRA NETO,
TAMASHIRO, J.Y.; LEITÃO FILHO, H. de F.
Inventário
do Município
- Mato Grosso do Sul. In: CONGRESSO
FLORESTAL BRASILEIRO,
and
Easton, n.28, p.196-215, 1980.
Estrutura fitossociológica
das florestas
J.P.; CAVANCANTE,
I.C.M.; NAGAMURA,
brasileiras.
J.C.S.
Caxias do Sul: Spectrum,
1990.
172p.
Estado de São Paulo). Acta Botanica Brasilica, São
Paulo, v.4, n.2, 1990.
JARENKOW, J.A. Estudo fitossociológico
comparativo
entre duas áreas com mata de encosta no
GUEDES, R.R. Composição florística e estrutura de um
Rio Grande
trecho de mata perturbada de baixada no Município de
de São Carlos, 1994. 125p. Tese Doutorado.
Magé, Rio de Janeiro. Arquivos
Rio de Janeiro,
do Sul. São Carlos: Universidade
Federal
do Jardim Botânico do
Rio de Janeiro, v.29, p.155-200, 1988.
JESUS, R.M. de. A reserva florestal
CONGRESSO
GUIMARÃES, E.F.; MAUTONE, L.; MATTOS FILHO, A
de. Considerações sobre a floresta pluvial baixomonta na: composição florística em área remanescente no
FLORESTAL
Nova Prata. Anais.
da CVRD. In:
ESTADUAL,
6., 1988,
Nova Prata: Prefeitura
Nova Prata / Meridional,
Municipal
de
1988. v.1, p.59-112.
Município de Silva Jardim, Estado do Rio de Janeiro.
Boletim
JESUS, R.M. de. A reserva florestal
FBCN, Rio de Janeiro, v.23, p.45-53, 1988.
In: CONGRESSO
Nova Prata. Anais.
HATSCHBACH, G.; MOREIRA FILHO, H. Catálogo
Paraná - Brasil). Boletim da Universidade
Paraná:
Botânica, Curitiba,
6., 1988,
Municipal
de
1988. v.1, p.113-164.
Federal do
KILLEAN, T.J.; GARCIA E., E.; BECK, S.G. Guia
n.28, p.1-50, 1972.
arboles
IMANA-ENCINAS,
Nova Prata: Prefeitura
Nova Prata / Meridional,
florístico do Parque Estadual Vila Velha (Estado do
de Porto Seguro.
FLORESTAL ESTADUAL,
J.; PAULA, J.E. de. Fitosociologia
de
de Bolívia.
de
La Paz: Herbario Nacional de Bolívia
/ St. Louis: Missouri
Botanical
Garden,
1993. 958p.
la regeneracion natural de un bosque de galeria. Pesquisa
Agropecuária
mar. 1994.
Brasileira,
Brasília, v.29, n.3, p.355-362,
KLEIN, R.M. A vegetação
J.J. Visão integrada
Curitiba:
florestal.
da problemática
In: BIGARELLA,
da erosão.
ADEA / IBGE, 1985. p.71-91.
INOUE, M.T. Indução à deiscência de frutos de Cabralea
sp. Floresta,
Curitiba,
v.9, n.1, p.14-18, 1978.
KLEIN, R.M. Meliáceas.
Rodrigues,
Itajaí: Herbário Barbosa
1984. 138p.
INOUE, M.T.; RODERJAN, C.V.; KUNIYOSHI, S.Y.
Projeto madeira do Paraná. Curitiba: FUPEF, 1984. 260p.
KÓRBES, V.C. Manual
de plantas
Francisco Beltrão: Associação
IINSTITUTO DE TERRAS, CARTOGRAFIA E FLORESTAS
(Curitiba, PR).Plano de manejo do Parque Estadual de Vila
Rica do Espírito Santo - Fênix, PRoCuritiba, 1987. 86p.
e Assistência
Rural, 1995. 188p.
KOTCHETKOFF-HENRIOUES,
florístico
e fitossociológico
semidecídua
O.; JOL Y, C.A.
da Serra do Itaqueri, Itirapina,
v.54,
Estudo
em uma mata mesófila
São Paulo, Brasil. Revista Brasileira
de Janeiro,
medicinais.
de Estudos, Orientação
n.3, p.477-487,
Estado de
de Biologia,
1994.
Rio
11
12
Canjarana
KUNIYOSHI, Y.S. Morfologia
com araucária.
Paraná,
da semente
de 25 espécies arbóreas
germinação
e da
LOPES, G. de O.; LOPES, A de O.; SCARIOT, A;
de uma floresta
Curitiba: Universidade
SALOMÃO, AN.
Federal do
Resposta de sementes de Euterpe
edulis Mart. (Palmae) a diferentes condições de
1983. 233p. Tese Mestrado.
armazenamento
em baixas temperaturas.
CONGRESSO NACIONAL
LACERDA, AE.B. de. Levantamento
estrutural
de vegetação
da Floresta
secundária
Ombrófila
Universidade
florístico
e
em área de contato
NETO, AB. A vegetação
p.41.
LOPES, J.C.; THOMAZ,
da área de influência
da Usina Hidrelétrica
levantamento
2.000,
Densa e Mista - PR. Curitiba:
D.M. Levantamento
LEITE, P.F.; KLEIN, R.M.; PASTORE, U.; COURA
MS):
remanescente
do
e fitossociológico
EXPOSiÇÃO INTERNACIONAL
Instituto
LEME, M.C.J.; DURIGAN,
Avaliação
do potencial
florestais.
IN: SEMINÁRIO
1994, Colombo.
florístico
SOBRE FLORESTAS, 6.,
Ambiental
Biosfera,
Rio de Janeiro:
2000. p.325-326.
M.E.; RAMOS, A
forrageiro
LOPES, W. de P.; PAULA, A de.; MEIRA NETO, J.A.A.;
de espécies
SILVA, AF. da. Estrutura fitossociológica
SOBRE SISTEMAS
NA REGIÃO SUL DO BRASIL, 1.,
Anais.
Colombo:
de porte arbóreo de cinco fragmentos
de Proteção Ambientallpanema
EMBRAPA-CNPF,
(EMBRAPA-CNPF.
In: CONGRESSO NACIONAL
Documentos,
26).
das espécies
florestais
na Área
- Ipatinga, Minas Gerais.
DE BOTÂNICA,
51., 2.000,
Brasília. Resumos. Brasília: Sociedade Botânica do Brasil,
2.000,
LIMA, D. de A
Recursos vegetais
estudo do clima de Pernambuco.
Pernambuco.
ao
Recursos vegetais
LOPEZ, J.A.; L1TTLE JUNIOR, E.L.: RITZ, G.F.;
de
Recife: CONDEPE, 1970. p.45-54.
(Cadernos do Conselho
Pernambuco,
de Desenvolvimento
Agricultura,
p.217.
de Pernambuco.
In: REIS, AC. de S.; LIMA, D. de A Contribuição
ROMBOLD, J.S.; HAHN, W.J. Arboles
Paraguay:
de
dei
Cuerpo
de Paz, 1987. 425p.
LORENZI, H. Árvores
L.R. de M.; IRGANG,
B.E.; PORTO, M.L.; GIRARDI-DEIRO,
botânicos
comunes
ííande yvyra mata kuera. Washington:
1).
L1NDEMAN, J.C.; BAPTISTA,
AM.
brasileiras:
manual de identificação
e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. Nova
Estudos
Odessa: Plantarum,
1992. 352p.
no Parque Estadual de Torres, Rio Grande
do Sul - Brasil. 11.Levantamento
do Curtume,
Iheringia:
florístico
da Planície
da área de Itapeva e da área colonizada.
Série Botânica,
Porto Alegre,
n.21, p.15-52,
1975.
MAGALHÃES,
microrregião
G.M.; FERREIRA, M.B.
Sanfranciscana
Vegetação da
de Januária. In:
CONGRESSO BRASILEIRO DE FLORESTAS TROPICAIS,
1.,1981, Viçosa. Anais. Viçosa: Universidade
LONGHI,
dos
de Mata Atlântica no Parque Nacional do
2000, Porto Seguro. Resumos Técnicos.
IBGE, 1986. 52p.
1994. p.147-155.
L.D.; AREAS, H.A.; SILVA,
Caparaó - Ibitirama - ES. In: CONGRESSO E
de Ilha Grande (PRI
na escala 1:250.000. Brasília:
AGROFLORESTAIS
51., 2.000,
Brasília. Resumos. Brasília: Sociedade Botânica do Brasil,
Federal do Paraná, 1999. 114p.
reservatório
In:
DE BOTÂNICA,
R.A.; MARQUES,
de colheita,
tratamento
semeadura
utilizados
V.
Época
e métodos
no viveiro florestal
Prata. In: CONGRESSO
1981. v.r.
Federal de
p.291-354.
de
MAINIERI, C. Madeiras da região sul do Estado de São
de Nova
FLORESTAL ESTADUAL,
1984, Nova Prata. Anais.
Municipal
S.E.; BISSANI,
de sementes
Viçosa,
Paulo e Serra Paranapiacaba. Silvicultura
5.,
São Paulo, v.6, n.único,
Nova Prata: Prefeitura
p.400-405,
em São Paulo,
1967.
de Nova Prata, 1984. v.2. p.533-553.
MAINIERI, C.; CHIMELO, J.P. Fichas de características
LONGHI, S.J. Agrupamento
de comunidades
e análise fitossociológica
florestais
Rio Passo Fundo-RS.
na sub-bacia
hidrográfica
Curitiba: Universidade
das madeiras
brasileiras.
São Paulo: IPT, 1989. 418p.
MANTOVANI,
W.; ROSSI, L.; ROMANIUC
do
Federal do
ASSAD-LUDEWIGS,
Paraná, 1997. 193p. Tese Doutorado
I.Y.; WANDERLEY, M. das G.L.;
MELO, M.M. da R.F. de; TOLEDO, C.B. de.
LONGHI, S.J.; SANTOS,
Diferenciação
em Candelaria,
Brasiliensis,
P. dos; SCHORN, L.A
dos tipos florestais
do Morro Botucaraí,
Rio Grande do Sul. Acta Forestalia
Curitiba,
v.l,
n.t , p.99-114,
1986.
fitossociológicos
NETO, S.;
Estudos
de áreas de mata ciliar em Moji-
Guaçu,SP, Brasil. In: SIMPÓSIO SOBRE MATA CILIAR,
1989, Campinas. Anais. São Paulo: Fundação Cargil,
1989.
p.235-267.
Canjarana
MARCHETTI, E.R. Época de coleta, semeadura,
MUNHOZ,
tratamento
florística do Município
pré-germinativo
espécies florestais
e métodos de semeadura de
cultivadas
no Rio Grande do Sul. In:
CONGRESSO FLORESTAL ESTADUAL,
5., 1984, Nova
Prata. Anais. Nova Prata: Prefeitura Municipal
Prata,
1984. v.2,
C.B.R.; PROENÇA, C.E.B.
Chapada dos Veadeiros.
Paulo
Heringer,
Composição
de Alto Paraíso de Goiás na
Boletim do Herbário
Brasília, v.3, p.l02-150,
Ezechias
1998.
de Nova
p.524-532.
NAKAJIMA,
J.N.; SILVA, L.H.S.; MEDRI, M.E.;
GOLDENBERG, R.; CORREA, G.T. Composição florística e
MAROUESINI, N.R. Plantas usadas como medicinais
fitossociologia
pelos índios do Paraná e Santa Catarina, sul do Brasil:
da Bacia do Rio Tibagi: 5. Fazenda Monte Alegre, Município
guarani, kaingang, xokleng, ava-guarani,
Curitiba: Universidade
kraô e cayuá.
Federal do Paraná, 1995. 290p.
do componente arbóreo das florestas ripárias
de Telêmaco Borba, Paraná. Arquivos
Tecnologia,
Curitiba,
de Biologia
v.39, n.4, p.933-948,
e
1996.
Tese Mestrado.
NEGRELLE, R.R.B. Composição
MARTINEZ-CROVETTO,
R. Esquema fitogeográfico
provincia de Misiones (República Argentina).
Corri entes,
v.l,
n.3, p.171-223,
de la
Bonplandia,
1963.
fitossociológica
Atlântica
florística,
estrutura
e dinâmica de regeneração da Floresta
na Reserva Volta Velha, Município
São Carlos: Universidade
ltapoá, SC.
Federal de São Carlos, 1995.
222p. Tese Doutorado.
MATTHES, LAF.;
LEITÃO FILHO, H. de F.; MARTINS,
F.R. Bosque dos Jequitibás
(Campinas,SP):
florística e estrutura fitossociológica
composição
do estrato arbóreo.
In: CONGRESSO DA SOCIEDADE BOTÃNICA DE SÃO
PAULO, 5., 1987, Botucatu.
Sociedade
Anais
....
Botânica de São Paulo, 1988. p.55-76.
MELO, M.M.R.F. de.; MANTOVANI,
florística
São Paulo:
W.
e estrutura de Mata Atlântica
Instituto
de Botânica,
de Encosta, na
MELLO, E.C. Estudo dendrológico
florestais
do
São Paulo, n.9, p.l07-158,
1994.
semidecídua
no Município
Universidade
Estadual Paulista, 1990. 179p. Dissertação
ORTEGA, L.S. de. Temperamento
Kaa
guy,
Assunción,
v.ll,
Estudo fitossociológico
MELLO, M.O. de A
PARANÁ. Universidade
Ecologia da Bahia e o
In: SIMPÓSIO FLORESTAL DA BAHIA,
Salvador:
MORAES, M.L.T. de. Variabilidade
populações
F.F.
& M.F.
Secretaria da
genética
- Anacardiaceae
urundeuva (Fr. Allemão)
Curitiba:
Florestais. Inventário
Nacional
do Iguaçu. Curitiba,
PASTORE, JA;
sudeste do Brasil. Campinas: Universidade
AGUIAR,
O.T. de.; ESTEVES, R.;
Instituto
In: CONGRESSO NACIONAL DE BOTÃNICA,
Ribeirão Preto:
São Paulo:
1992. p.269-273. Publicado
na
Florestal, v.4, parte 1, edição
1992.
da
de Cabralea canjerana (Vell.) Mart.
de São Paulo, 1995. p.8.
Florestal,
Revista do Instituto
especial,
Morfo-anatomia
do Parque
de São Bernardo do Campo
NATIVAS, 2., 1992, São Paulo. Anais.
no
Estadual de
1991. 176p. Tese Doutorado.
FFCLRP / Universidade
do Parque
1968. 29p.
(SP). In: CONGRESSO NACIONAL SOBRE ESSÊNCIAS
de árvores,
arbustos e Iianas de uma floresta semi-decídua
46., 1995, Ribeirão Preto. Resumos.
Federal. Centro de Pesquisas
SILVA, C.AF. da. Flora arbóreo-arbustiva
MORELLATO, L.P.C. Estudo da fenologia
(Meliaceae).
técnicas, econômicas
do Paraná: sub-programa
de reconhecimento
Chico Mendes, Município
plântula e fenologia
Federal. Centro de Pesquisas
(Syn: Astronium
Engler. Piracicaba: ESALO,
MOSCHETA, I.S.; BELTRATI, C.M.
1995.
SUDESUL / UFPR, 1979. 335p.
PARANÁ. Universidade
por
em duas
1992. 139p. Tese Doutorado.
Campinas,
p.16-20,
Brasília, v.l0, n.l, p.49-62, 1987.
Florestais. Estudo das alternativas
tecnologia.
naturais de aroeira Mvrecroâruon urundeuva
Allemão
de Botânica,
e sociais para o setor florestal
p.45-118.
isoenzimas e caracteres quantitativos
n.l,
forestal.
de Rio Claro (Estado de São Paulo). Revista
Nacional do Itatiaia. Boletim, 2).
1973.
de luz de los arboles
em mata mesófila semidecídua
Brasileira
1., 1973, Salvador. Anais.
de Jahu, SP. Rio Claro:
dei alto Paraná y potencial de regeneración
no Município
Parque Nacional do Itatiaia, 1950. 172p. (Parque
Ag ri cu Itu ra,
e estrutura
PAGANO, S.N.; LEITÃO FILHO, H.F.; SHEPHERD, G.J.
de essências
do Parque Nacional do Itatiaia. Rio de Janeiro:
reflorestamento.
florística
do estrato arbóreo em mata mesófila
Mestrado.
Composição
Ilha do Cardoso (Cananéia, SP, Brasil). Boletim
NICOLlNI, E.M. Composição
fitossociológica
PASTORE, JA;
BERZAGHI, AJ.P.
As meliáceas
do
Parque Estadual do Morro do Diabo (Teodoro SampaioSP). Revista do Instituto
p.85-116,
1989.
Florestal,
São Paulo, v.l, n.l,
13
14
Canjarana
PEDRALLI, G.; FREITAS, V.L. de O.; MEYER, S.T.;
RAMOS, R.P.; ARAÚJO,
TEIXEIRA, M. do C.B.; GONÇALVES, AP.S.
CARVALHO,
Levantamento florístico
E.M.v.C.;
na Estação Ecológica do Tripuí,
Ouro Preto, MG. Acta Botanica
v.11,
n.2,
p.191-213,
Brasilica,
São Paulo,
M.G.; BRANDÂO,
LESSA, L.G.; MELLO, H.E.S. de.; CÂMARA,
B.G.O. Inter-relações
solo, flora e fauna da Bacia do Rio
Pardo Grande, MG. Daphne,
1997.
M.;
P.G.S.; FONSECA, M.B. CÂMARA,
Belo Horizonte, v.1, n.3,
p.13-16,
abro 1991.
Botanical Garden, 1981. 470p. (Flora Neotropica.
REIS, A;
FANTINI, AC.;
Monograph,
M.P.; DOEBELI, G. Aspectos sobre a conservação
PENNINGTON, T.D. Meliaceae.
New York: New York
28).
biodiversidade
PEREIRA, AP.
Ensaio em viveiro florestal
e frutificação
REIS, M.S. dos.; GUERRA,
e o manejo da floresta tropical Atlântica.
In: CONGRESSO NACIONAL SOBRE ESSÊNCIAS
de algumas espécies amazônicas. In: CONGRESSO
NATIVAS, 2., 1992, São Paulo. Anais.
NACIONAL SOBRE ESSÊNCIAS NATIVAS,
Instituto
1982,
Florestal,
Campos do Jordão. Anais ... São Paulo: Instituto
Revista do Instituto
Florestal,
especial,
1982. p.1135-1138.
Publicado
na Silvicultura
da
São Paulo:
1992. p.169-173. Publicado
na
Florestal, vA, parte 1, edição
1992.
em São Paulo, v.16 A, parte 2, 1982.
REITZ, R.; KLEIN, R.M.; REIS, A
PEREIRA, BAS.
da.; MENDONÇA,
Santa Catarina.
R.C. de.;
Sellowia,
Projeto madeira de
Itajaí, n.28/30, p.3-320, 1978.
FILGUEIRAS, T.C.; PAULA, J.E. de.; HERINGER, E.P.
Levantamento
florístico
da Área de Proteção Ambiental
(APA) da bacia do Rio São Bartolomeu,
Distrito Federal.
REITZ, R.; KLEIN, R.M.; REIS, A
Grande do Sul. Sellowia,
Projeto madeira do Rio
Itajaí, n.34/35, p.1-525, 1983.
In: CONGRESSO BRASILEIRO DE BOTÂNICA, 36.,
1985, Curitiba. Anais.
Brasil,
1990. v.1,
Brasília: Sociedade Botânica do
RIZZINI, C.M.; ADUAN,
R.E.; JESUS, R. de.; GARAY, I.
Floresta pluvial de tabuleiro,
pA19-492.
Linhares, ES, Brasil:
sistemas primários e secundários.
PEREIRA, JA;
Janeiro,
MAINIERI, C. Madeiras do Brasil.
Anuário Brasileiro de Economia Florestal, Rio de Janeiro,
v.9,
n.9,
p.339-498,
1957.
PIRATININGA-AZEVEDO,
A Meliaceae Juss. do Parque
DE BOTÂNICA,
In: CONGRESSO
50., 1999, Blumenau.
Regional de Blumenau,
1997.
de Cabra/ea po/ytricha
com C. /aevis C. DC. (Meliaceae).
Rio de Janeiro,
v.6/7, n.7, p.23-33,
RIZZINI, C.T.; MATTOS FILHO, A. de.
v.s.
Janeiro,
1999. p.62.
n.17, p.38-41,
Dispersão e predação de sementes de
Cabra/ea canjerana
Dados sobre
(Meliaceae) em duas áreas de mata
do Estado de São Paulo. In: CONGRESSO NACIONAL DE
Rio de
1974.
ROBIM, M. de J.; PASTORE, JA;
PIZO, M.A
Juss.
Leandra,
1977.
algumas matas do sul da Bahia. Brasil Florestal,
Programa e resumos. Blumenau: Sociedade Botânica do
Brasil/Universidade
p.54-76,
RIZZINI, C.T. A germinação
em confronto
Nacional do Itatiaia, Rio de Janeiro.
NACIONAL
v.12,
Leandra, Rio de
AGUIAR, O.T. de.;
BAITELLO, J.B. Flora arbóreo-arbustiva
e herbácea do
Parque Estadual de Campos do Jordão (SP). Revista do
Instituto
Florestal,
São Paulo, v.2, n.1, p.31-53, 1990.
BOTÂNICA, 46., 1995, Ribeirão Preto. Resumos.
Ribeirão Preto: FFCLRP / Universidade
1995.
de São Paulo,
p.167.
ROBIM, M. de J.; PFEIFER, R.M.
características
Correlações
de
do meio biofísico do Parque Estadual de
Campos do Jordão, SP. In: CONGRESSO NACIONAL DE
PIZO, M.A
Seed dispersai and predation
populations
of Cabra/ea canjerana
Atlantic Forest of southeastern
Tropical
Ecology,
in two
Brazil. Journal
Cambridge,
BOTÂNICA, 39., 1988, Belém. Anais.
(Meliaceae) in the
of
Sociedade
Publicado
Brasileira
na Acta Botânica
Parque Florestallbicatú
experimental
Brasílica, v.2, n.1, 1989.
RODERJAN, C.V. Caracterização
BISCAIA, R.C.M.; CASTELLANO,
LEITÂO, L.C. Levantamento
São Paulo:
1989. p.175-181.
v.13, nA, p.559-578,
1997.
RAMOS, A;
de Botânica,
florestal
AC.;
da estação
Morretes I do Instituto Agronômico
Curitiba:
Universidade
da vegetação
em Centenário
do
do Sul, PRo
Federal do Paraná, 1990a. 10p.
Mimeografado.
do
Paraná. In: CONGRESSO FLORESTAL E DO MEIO
RODERJAN, C.V. Caracterização
AMBIENTE DO PARANÁ, 3., 1991, Curitiba.
Reserva Florestal Cabeça de Cachorro em Toledo, PRo
Anais.
Curitiba: Instituto Florestal do Paraná / Associação
Curitiba:
Paranaense de Engenheiros
Mimeografado.
Florestais,
1991. p.113-124.
Universidade
da vegetação
da
Federal do Paraná, 1990b. 10p.
Canjarana
RODERJAN, C.V.
o gradiente
densa no Morro Anhangava,
da floresta ombrófila
Quatro Barras, PR: os
aspectos climáticos, pedológicos
Curitiba: Universidade
e fitossociológicos.
Federal do Paraná, 1994. 119p.
SANTA MARIA
Universidade
Federal. Centro de
Ciências Rurais. Departamento
Inventário
florístico
Barragem
15
de Ciências Florestais.
da região de influência
de Dona Francisca.
da
Santa Maria, 1981. 96p.
Tese Doutorado.
SILVA, AA
da.
RODERJAN, C.V.; KUNIYOSHI, Y.S. Macrozoneamento
florestais
florístico da Área de Proteção Ambiental
ESSÊNCIAS
Guaraqueçaba).
(APA-
Curitiba: FUPEF, 1988. 53p. (FUPEF.
Série Técnica, 15).
Propagação
nativas.
vegetativa
In: CONGRESSO
NATIVAS,
1982, Campos
Anais ... São Paulo: Instituto
947. Publicado
parte
de essências
NACIONAL
Florestal,
na Silvicultura
SOBRE
do Jordão.
1982. p.934-
em São Paulo, v.16 A,
2, 1982.
RODRIGUES, R.R.; MORELLATO, L.P.C.; JOLY, CA;
LEITÃO FILHO, H. de F. Estudo florístico
fitossociológico
e
em um gradiente altitudinal
SILVA, AF. da.; LEITÃO FILHO, H. de F. Composição
de mata
estacionai mesófila semidecídua, na Serra do Japi,
Jundiai, SP. Revista Brasileira de Botânica, São Paulo,
n.12,
p.71-84,
1989.
e estrutura
no Município
Brasileira
de um trecho da Mata Atlântica
de Ubatuba (São Paulo, Brasil). Revista
de Botânica,
Brasília, v.5, n.1/2, p.43-51,
1982.
RONDON NETO, R.M.; BOTELHO, SA;
FONTES, MAL.;
florística
FARIA, J.M.R.
propostas de tratamentos
silviculturais
processo de recomposição
DAVIDE, A.C.;
Estudos básicos para
para acelerar o
da vegetação de uma clareira
de formação antrópica, em Lavras, MG - Brasil. In:
CICLO DE ATUALIZAÇÃO
FLORESTAL DO CONE-SUL,
SILVA, F.C. da. Composição
fitossociológica
Atlântica
florística
da floresta
no Município
e estrutura
ombrófila
de Morretes
Paraná. Curitiba: Universidade
da encosta
- Estado do
Federal do Paraná,
1985. 95p. Tese Mestrado.
1999, Santa Maria. Anais. Santa Maria: Universidade
Federal de Santa Maria, 1999. p.165-176.
SILVA, F.C. da.; MARCONI,
ROSSI, L. A flora arbóreo-arbustiva
de Pesquisa
L.P. Fitossociologia
uma floresta com araucária em Colombo-PR.
da Cidade Universitária "Armando
da Mata da Reserva
de Salles Oliveira"
(São Paulo, Brasil). Boletim do Instituto
Florestal,
Colombo,
de
Boletim
n.20, p.23-38, jun.
1990.
de Botânica,
SILVA, F. das C. e.; FONSECA, E. de P.; SOARES-
São Paulo, n.9, p.1-105, 1994.
SILVA, L.H.; MULLER, C.; BIANCHINI,
E. Composição
florística
e fitossociologia
de Pesquisa Florestal Centro-Sul, Colombo, PR:
florestas
ciliares da Bacia do Rio Tibagi. 3. Fazenda
resultados
Bom Sucesso, Município
RODA, E. Composição
florística
da Unidade Regional
parciais. Curitiba: EMBRAPA-URPFCS, 1981.
33p. (EMBRAPA-URPFCS. Circular Técnica, 5).
Botânica
Brasilica,
do componente
de Sapopema,
arbóreo das
PRo Acta
São Paulo, v.9, n.2, p.289-302,
1995.
RODA, E. Identificação
Municipal da Barreirinha,
Universidade
dendrológica
do Parque
Curitiba, PRoCuritiba:
Federal do Paraná, 1977. 271 p.
Dissertação Mestrado.
SILVA, L.B.X. da; TORRES, MAV.
florestais
cultivadas
Espécies
pela COPEL-PR (1974-1991).
CONGRESSO NACIONAL
SOBRE ESSÊNCIAS
NATIVAS, 2., 7992, São Paulo. Anais.
SAKITA, M.N.; VALLlLO, M.1. Estudos fitoquímicos
preliminares em espécies florestais do Parque Estadual do
Morro do Diabo, Estado de São Paulo. Revista do
Instituto
Florestal,
São Paulo, v.2, n.2, p.215-226,
1990.
Florestal,
1992. p.585-594.
Revista do Instituto
especial,
Florestal,
ciliar de açudes. São Paulo: CESP, 1989. 14p. (CESP.
Série Divulgação e Informação,
fauna na arborização
311p.
na
v.4, parte 2, edição
arbórea
da porção
norte do Parque Estadual Mata dos Godoy, Londrina
PRo Curitiba:
Universidade
-
Federal do Paraná, 1990.
197p. Tese Mestrado.
123).
SANCHOTENE, M. do C.C. Frutíferas
São Paulo:
Publicado
1992.
SILVA, L.H.S. e. Fitossociologia
SALVADOR, J.L.G.; OLIVEIRA, S.B. Reflorestamento
1985.
Instituto
In:
nativas úteis à
urbana. Porto Alegre: Feplani,
SOARES, R.O.; ASCOL Y, R.B. Florestas
litoral leste: inventário
Brasil
Florestal,
costeiras
do
florestal de reconhecimento.
Rio de Janeiro, v.1, n.2, p.9-20, 1970.
•
16
Canjarana
SOARES-SILVA, L.H.; BIANCHINI, E.P.; FONSECA, E.P.;
TOREZAN, J.M.D. Estudo
DIAS, M.C.; MEDRI, M.E.; ZANGARO FILHO, W.
floresta ombrófila
Composição florística e fitossociologia
anteriormente
do componente
arbóreo das florestas ciliares da bacia do Rio Tibagi. 1.
Iporanga
Fazenda Doralice -lbiporã,PR.
Paraná,
In: CONGRESSO
da sucessão
densa sub-monta
cultivadas
secundária,
na
na, em áreas
pelo sistema de "coivara"
- SP. Curitiba: Universidade
em
Federal do
1995. 89p. Tese Mestrado.
NACIONAL SOBRE ESSÊNCIAS NATIVAS, 2., 1992,
São Paulo. Anais.
VACCARO, S.; LONGHI, S.J.; BRENA, DA
São Paulo: Instituto Florestal, 1992.
p.199-206. Publicado na Revista do Instituto
da composição
Florestal,
estacionai
Biodiversidade,
do
J.C.; SALGADO, MA
de Santa Tereza -
Santa Maria, v.9, n.1, p.1-18,
VELOSO, H.P. As comunidades
de Teresópolis,
Boletim
de S.; FELFILI,
J.M.; REZENDE, AV.; FRANCO, AC.
no Municípiop
Florestal,
da
Curitiba, v.2, n.1, p.62-72, 1999.
botânicas
SOUSA-SILVA,
sucessionais
1999.
de uma reserva
florestal legal: conhecer para intervir. Cadernos
decidual,
RS. Ciência
de.; LOPEZ, M.R.O.;
BONNET, B. Estudo fitossociológico
e categorias
estrato arbóreo de três subseres de uma floresta
v.4, parte 1, edição especial, 1992.
SONDA, C.; OLIVEIRA, EA
florística
Aspectos
n.3,
Desenvolvimento
do Museu
p.2-95,
e as estações
Estado do Rio de Janeiro.
Nacional:
Botânica, Rio de Janeiro,
1945.
inicial de Cabralea canjerana em diferentes condições de
luz. Boletim do Herbário Ezechias Paulo Heringer,
VIEIRA, M.G.L.; MORAES, J.L. de.; BERTONI, J.E. de
Brasília, v.4, p.80-89,
A;
1999.
MARTINS,
florística
F.R.; ZANDARIN,
e estrutura
MA
Composição
fitossociológica
da vegetação
TABARELLI, M. Flora arbórea da floresta estacionai
arbórea do Parque Estadual de Vaçununga,
baixo-monta na no Município de Santa Maria-RS, Brasil.
do Passa Ouatro (SP). 11 - Gleba Capetinga
Revista
In: CONGRESSO NACIONAL SOBRE ESSÊNCIAS
NATIVAS, 2.,1992,
São Paulo. Anais.
Instituto
1992. p.260-268. Publicado
Florestal,
Revista do Instituto
especial,
do Instituto
p.135-159,
São Paulo:
Florestal,
Santa Rita
oeste.
São Paulo, v.1, n.1,
1989.
na
WAL TER, B.M.T.; SAMPAIO, A.B. A vegetação
Florestal, v.4, parte 1, edição
Fazenda Sucupira.
1992.
Genéticos
TOLEDO, M. da G.T. de.; ALOUINI, Y.; NAKASHIMA,
T.
Aspectos estruturais das folhas de Ocotea odorífera
Brasília: Embrapa Recursos
e Biotecnologia,
Recursos Genéticos
da
1998. 110p. (Embrapa
e Biotecnologia.
Documentos,
36).
(Vell.) Rohwer (Lauraceae) em dois ambientes distintos.
In: CONGRESSO NACIONAL
Brasília. Resumos.
2.000.
DE BOTÂNICA, 51., 2.000,
Brasília: Sociedade Botânica do Brasil,
p.99.
Federal: Meliaceae.
BOTÂNICA,
o.v.
de; BERTONI, J.E. de A;
BATISTA, E.A; PARENTE, P.R. Fitossociologia
de um
Florestal à margem do Rio do Peixe, Município
de Lindóia (SP). Revista do Instituto
Florestal, São
Paulo, v.12, n.1, p.37-45, 2000.
identificação
BERTONI, J.E. de A; BATISTA, EA;
PARENTE, P.R.
Composição florística do estrato arbóreo da Reserva
Estadual de Águas da Prata (SP). Revista do Instituto
Florestal,
São Paulo, v.5, n.2, p.113-122, 1993.
TOLEDO FILHO,
o.v.
do Brasil, 2.000. p.247.
das principais
e chave prática
na Fazenda Monte Alegre,
PRoTelemaco
A;
CARPANEZZI, AA
Armazenamento
sementes de Cabralea glaberríma
resultados
preliminares.
Brasileira
A Jussieu:
In: CONGRESSO FLORESTAL
BRASILEIRO, 7., 1993, Curitiba.
Sociedade
Anais.
Brasileira de Silvicultura
de Engenheiros
de
Curitiba:
/ Sociedade
Florestais,
1993.
v.1,
de.; LEITÃO FILHO, H. de F.;
PARENTE, P.R.
Composição da flora arbórea de um fragmento florestal
ZILLER, S.R. A estepe gramíneo-Ienhosa
planalto
do Paraná: Diagnóstico
nas margens do Rio do Peixe, Município de Lindóia (SP).
enfoque
à
Revista do Instituto
Universidade
1997.
para a
árvores latifoliadas
p.223-224.
BERTONI, J.E. de A; BATISTA, EA;
p.111-123,
DE
Brasília:
Borba: Klabin do Paraná, 1958. 105p. Mimeografado.
ZANON,
TOLEDO FILHO, D.V. de.; LEITÂO FILHO, H. de F.;
Botânica
WASJUTIN, K. Dendrologia
indígenas
Flora do Distrito
In: CONGRESSO NACIONAL
51., 2.000, Brasília. Resumos.
Sociedade
TOLEDO FILHO,
fragmento
WAL TER, B.M.T.; SALLES, P. de A
Florestal,
São Paulo, v.9, n.2,
Doutorado.
contaminação
ambiental
biológica.
no segundo
com
Curitiba:
Federal do Paraná, 2000. 285p. Tese
Canjarana
Mapa 1 - Locais de ocorrência
natural de Cabralea canjerana
CGPE 1607
I
17
Download

Canjarana