CENTRO DE TREINAMENTO SENAI SÃO JOÃO DA BOA VISTA - CT 5.92
Proposta Pedagógica
São Paulo - SP
ÁREA
CÓDIGO/VERSÃO
PP – v15
Centro de Treinamento SENAI de Mogi
Guaçu - 5.63 e São João da Boa Vista – 5.92
FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
EQUIPE DE ELABORAÇÃO
Coordenação Geral
Fernando Manoel Gonçalves - Diretor
Coordenação da Elaboração Viviane Aparecida de Lima – Coordenadora Pedagógica
da Proposta Pedagógica
GRUPO DE TRABALHO
Coordenação Técnica
Alexandre Sanches de Barros
Secretário
Helena Souza Dias (interinamente)
Docentes da Unidade
Escolar CT 5.63
Agentes de Treinamento
Luciana Utembergue
José Gonzaga Fonseca.
Representante dos alunos
Augusto Arthur Albert de Oliveira
Representante de Empresa
Valéria Dante
Representante da Família
Jurismar Oliveira de Menezes
Representante da
Comunidade
Roberto Pupo
Revisão
Luciana Utembergue
Vânia Aparecida de Abreu
Viviane Aparecida de Lima
Adelaide Aparecida Fernandes – Bibliotecária
Maria Lilia Craveiro
Ana Lúcia Lellis
Docentes da Unidade Escolar
Editoração
Carlos Augusto Ronchi
Padronização e
Normalização
Viviane Aparecida de Lima
Produção
SUMÁRIO
1
2
2.1
3
3.1
3.2
4
5
6
7
7.1
7.1.1
7.1.2
7.1.3
7.1.4
7.1.5
7.2
7.2.1
7.3
7.4
7.4.1
7.4.2
7.4.3
8
9
10
11
11.1
11.2
11.3
12
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CAMPO DE APLICAÇÃO...
APRESENTAÇÃO...
POLÍTICA DA QUALIDADE E MEIO AMBIENTE
CONTEXTO HISTÓRICO E RAZÃO DA CRIAÇÃO...
Centro de Treinamento SENAI de Mogi Guaçu.....
Centro de Treinamento SENAI de João da Boa Vista
A EVOLUÇÃO E PRESENÇA DA ESCOLA NA INDÚSTRIA E NA
COMUNIDADE ........................................................................................
IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS E NECESSIDADES LOCAIS E
REGIONAIS RELACIONADAS À EDUCAÇÃO PROFISSIONAL .........
RECURSOS INSTITUCIONAIS, HUMANOS, TECNOLÓGICOS E
FÍSICOS DA ESCOLA ............................................................................
SISTEMA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO SENAI – SP ..............
Educação Profissional de Nível Básico (EPB) ....................................
Curso de Aprendizagem Industrial .........................................................
Iniciação Profissional
Formação Inicial Continuada
Aprendizagem Industrial Básica na Empresa
.....................................................................
Escola de Vida e Trabalho .......................................................................
Educação Profissional de Nível Técnico (EPT).
Estágio Supervisionado............................................................................
Educação Profissional de Nível Tecnológico .....................................
Demais Modalidades de Ensino ...........................................................
Educação de Jovens e Adultos (EJA) – Novo Telecurso
Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiências (PCDs)
.......................................................................................................
Projeto de Inclusão Social – CONSEGUIR .............................................
CAPACIDADE INSTALADA NA ESCOLA E VOCAÇÃO
PROFISSIONAL DA REGIÃO ................................................................
LEGISLAÇÃO, NORMAS, POLÍTICAS E DIRETRIZES PÚBLICAS E
INSTITUCIONAIS QUE REGEM E NORTEIAM A EDUCAÇÃO
PROFISSIONAL ......................................................................................
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ALINHADO À PROPOSTA
EDUCACIONAL DO SENAI-SP E AOS OBJETIVOS DO CENTRO DE
TREINAMENTO SENAI MOGI GUAÇU .................................................
SELEÇÃO ESCOLAR ............................................................................
Curso de Aprendizagem industrial ......................................................
Curso Técnico ........................................................................................
Formação Inicial Continuada
..........................................................................
DURAÇÃO DOS CURSOS BÁSICOS E TÉCNICOS REGULARES E
SUA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
.......................................................
HORÁRIO ESCOLAR .............................................................................
AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM .......................................................
CONSELHO DE CLASSE .......................................................................
PROMOÇÃO ...........................................................................................
RECUPERAÇÃO .....................................................................................
RETENÇÃO .............................................................................................
5
5
6
6
6
8
8
10
13
14
14
14
14
15
15
16
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18
18
18
19
19
20
23
23
24
24
25
25
26
27
27
29
29
30
30
19
20
21
22
23
24
25
SISTEMA DE CONTROLE DE FREQUÊNCIA .......................................
APROVEITAMENTO DE ESTUDOS .NO ENSINO
REGULAR.....................................................
COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS ........................................................
MUDANÇA DE HORÁRIO ......................................................................
DIPLOMAS, CERTIFICADOS E CARTA OFÍCIO ..................................
DIRETRIZES E REFERÊNCIAS PARA A ELABORAÇÃO DA
PROPOSTA PEDAGÓGICA ...................................................................
CONTROLE DE REVISÕES ...................................................................
31
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33
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ÁREA
CÓDIGO/VERSÃO
Centro de Treinamento SENAI de Mogi
Guaçu - 5.63 e São João da Boa Vista – 5.92
PP – v15
FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
1 CAMPO DE APLICAÇÃO
Este documento aplica-se ao Centro de Treinamento SENAI de Mogi Guaçu (CT 5.63) e
Centro de Treinamento SENAI de São João da Boa Vista (CT 5.92).
2 APRESENTAÇÃO
Novos desafios para a Educação Profissional
A análise das contínuas mudanças econômicas, sociais e políticas sinaliza uma era de
grandes desafios para as organizações em geral e, principalmente, para as instituições
que lidam com a educação para o trabalho.
O mercado de trabalho tem dado mostras, na atualidade, de que não se espera mais que
um trabalhador inicie e encerre sua carreira profissional executando um único tipo de
trabalho repetitivo e rotineiro, mas que ele tenha capacidades múltiplas.
O que se espera, nos mais diferentes níveis profissionais, é a possibilidade de se contar
com indivíduos que sejam capazes de atuar em processos em permanente transformação
e, ainda, de desenvolver tecnologias e soluções mais racionais e eficazes de produção.
Há ainda, para uma Escola de Educação Profissional, que se pensar em estratégias de
inclusão de uma significativa parcela da população que exerce atividades precárias (mal
remuneradas, inseguras, parciais e instáveis) ou que se encontra fora do mundo do
trabalho, seja pela ocorrência do desemprego conjuntural (resultante do baixo nível de
crescimento econômico), estrutural ou tecnológico (produto do processo de inovação
tecnológica que, em geral automatiza os sistemas produtivos tradicionais) e de exclusão
(vinculada ao nível de escolaridade e a desatualização do conhecimento dos
trabalhadores) ou ainda, devido a sua condição de Pessoa com Deficiência (PCD),
exigindo métodos de ensino e qualificações adequadas e adaptadas à sua condição.
Amplia-se assim, o universo da Educação Profissionais, tornando-a mais complexa e
heterogêneas.
Já não é mais possível a formulação de soluções educacionais eficazes, restritas a um
determinado setor de atividade econômica (primário, secundário, terciário) ou a
segmentos profissionais específicos (operários, técnicos ou tecnólogos). A tônica deverá
ser a diversidade, ou seja, deve compreender a preparação de trabalhadores pouco
escolarizados, a formação de profissionais com perfis sofisticados, a busca pelo
desenvolvimento de alternativas de geração de receitas, a preparação de jovens
que não se integraram ao mercado de trabalho e, ainda, a atualização,
requalificação
profissional
e
reconversão
de
adultos
empregados
e
desempregados.
Está claro, portanto, que nosso compromisso é o de qualificar profissionais em função das
novas necessidades do sistema produtivo, social e econômico, conciliando Educação,
Trabalho e Tecnologia, contribuindo para o desenvolvimento sócio-econômico do país.
2.1 POLÍTICA DA QUALIDADE E MEIO AMBIENTE
O SENAI –SP, no cumprimento da sua missão, promove o contínuo aprimoramento dos
serviços educacionais e tecnológicos, direcionando esforços para:
•
Atendimento à Legislação aplicável aos processos e serviços;
•
Preservação do Meio Ambiente por meio da prevenção à poluição e do uso
consciente dos recursos;
•
Manutenção dos ambientes de trabalho adequados e seguros;
•
Atendimento às necessidades e expectativas dos clientes;
•
Desenvolvimento contínuo dos Recursos Humanos.
3 CONTEXTO HISTÓRICO E RAZÃO DA CRIAÇÃO
3.1 Centro de Treinamento SENAI de Mogi Guaçu
O Centro de Treinamento SENAI de Mogi Guaçu iniciou suas atividades, em nossa
cidade, no dia 3 de novembro de 1976, em convênio com o Centro de Ação Social de
Mogi Guaçu (CASMOÇU), na Rua Hugo Panciera, onde funcionou até dezembro de 1989.
A partir de janeiro de 1990, mudou-se para as novas instalações do Jardim Ipê II, na Rua
Cambé, 140, ampliando sua capacidade de atendimento, para suprir a demanda de mãode-obra especializada, que vinha aumentando nas indústrias de nossa cidade e região.
Desde sua inauguração, em 1976, o SENAI de Mogi Guaçu formou 267.017 alunos em
diferentes ocupações, sempre se fundamentando na análise da demanda do mercado de
trabalho.
O SENAI teve e tem uma participação muito importante na preparação dos jovens e
adultos da região, fazendo com que se especializem e disputem as melhores posições
nos sistemas produtivos das nossas indústrias, além de atrair novas empresas para a
nossa cidade e região. Destaca-se também, nas experiências obtidas com o Projeto Rede
Adolescente em parceria com a Prefeitura Municipal e “Projeto Sorriso Contente Adote um
Adolescente” e, atualmente, o “Projeto Conseguir”, em parceria com o CONSEG,
Indústrias e diversas Entidades, objetivando a inclusão social, a promoção da cidadania e
o ingresso de novos adolescentes no mercado de trabalho.
Em 2011 foi criada a Banda/ Fanfarra SENAI Mogi Guaçu/ São João da Boa Vista, com o
objetivo de desenvolver competências sociais de cidadania, integração com a
comunidade local e divulgação do SENAI, através de ação cultural voltada para a
musicalidade, dança e entretenimento, papel esse que cabe a escola na sua mais ampla
função educacional.
Também realizou, em parceria com a Empresa MAHLE Metal Leve S/A, o projeto MAHLE
Comunidade, com o objetivo a preparação profissional de pessoas da comunidade para
ingresso no mercado formal de trabalho. A partir de 2004, a Empresa iniciou em parceria
com esta Unidade Escolar o Programa MAHLE COMUNIDADE, dedicando uma atenção
maior ao atendimento de Pessoas com Deficiências e incluiu em cursos de Formação
Inicial Continuada, semestralmente, alunos para obter a Qualificação Profissional, além de
promover a contratação desse público em sua unidade fabril e disponibilizou para outras
empresas os demais alunos, resultando num grande projeto de Responsabilidade e
Inclusão Social.
3.2 Centro de Treinamento SENAI de São João da Boa Vista
Em 28 de junho de 2002, através de convênio firmado entre SENAI e CIESP-DR de São
João da Boa Vista, foi implantado no município de São João da Boa Vista a Agência de
Formação Profissional – núcleo operacional auto-sustentável, direcionado principalmente
para o desenvolvimento de programações flexíveis e variadas, de curta e média duração
para atender às necessidades imediatas de qualificação de trabalhadores, identificadas
na indústria local e na comunidade.
Desde sua Inauguração em 2002, a Agência de Formação Profissional formou 12.283
alunos.Em 2006, foi implantado o primeiro curso regular de Aprendizagem Industrial Agente Administrativo em parceria com a SABESP, com metodológica Dual.
A característica do atendimento da unidade está ligada a escola balcão - FIC, com uma
parceria muito significativa junto a Prefeitura Municipal de São João da Boa Vista/
Agência de Desenvolvimento de Mão de Obra Qualificada, investindo fortemente na
formação profissional da comunidade dessa cidade.
4 A EVOLUÇÃO E PRESENÇA DA ESCOLA NA INDÚSTRIA E NA COMUNIDADE
A escola, desde sua criação, contribui para o desenvolvimento da indústria e comunidade
da região; nos primeiros anos ocupava uma área menor e, portanto, possuía uma menor
capacidade de atendimento. Com o aumento da demanda regional por profissionais
qualificados, passou a atender à Rua Cambé, com uma área total de 12.642 metros
quadrados, sendo 2.017 metros quadrados de área construída, onde passou a contar com
um número maior de máquinas e equipamentos, atendendo assim a esta demanda.
Por estar situada em uma região do Estado onde o desenvolvimento industrial é bastante
acentuado, a escola busca constantemente a atualização de seus equipamentos e
ambientes de ensino. Por esta razão, além da oferta cada vez maior de cursos, chegou
muito próxima de sua capacidade máxima, exigindo uma ampliação de sua capacidade
para atender à área de Eletroeletrônica, que foi iniciada no ano de 2003 e concluída em
2005, passando a ter uma área construída de 2.817 metros quadrados.
No ano de 2005 houve um novo investimento na área da Mecânica, com a incorporação
do Centro de Fresagem à CNC na
oficina mecânica, ampliando a capacidade de
atendimento na área de Automação da Manufatura.
No ano de 2010 e 2011, os investimentos em softwares, equipamentos de última geração
e máquinas tem sido uma ação constante, trazendo para o ensino apoio didático e
tecnológico atualizados, proporcionando resultados imediatos para os cursos aqui
desenvolvidos, principalmente no nível técnico.
Por esta proximidade com as indústrias regionais, a escola se tornou referência em
educação profissional na região, sendo procurada por alunos oriundos de diversas
cidades dentro e fora de sua área de abrangência, que é formada por de 22 cidades
atualmente, conforme diretrizes do Comunicado 86/09 emanado da Diretoria Regional
que alterou geograficamente à abrangência de atuação desta Unidade Escolar.
5 IDENTIFICAÇÃO DOS PROBLEMAS E NECESSIDADES LOCAIS E REGIONAIS
RELACIONADAS À EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
O desenvolvimento curricular não pode deixar de contemplar a legislação vigente;
portanto, procura contextualizar, associando teoria e prática, além de atualizar
permanentemente os currículos, alinhando-os às necessidades apontadas pelo mercado
de trabalho e às inovações tecnológicas. O Parecer CNE/CEB nº 16/99 define que:
O ensino deve contextualizar competências, visando significativamente à ação
profissional, daí, que a prática se configura não como situações ou momentos
distintos do curso, mas como uma metodologia de ensino que contextualiza e põe
em ação o aprendizado. Neste sentido, a prática profissional supõe o
desenvolvimento, ao longo de todo o curso, de atividades tais como, estudos de
caso, conhecimento de mercado e das empresas, pesquisas individuais e em
equipe, projetos, estágios e exercício profissional efetivo. (PARECER CNE/CEB
n.º 16/99).
Para a viabilização desse preceito, em nossa Unidade Escolar, os ambientes de ensino
são equipados com máquinas, ferramentas e instrumentos adequados e atualizados. Há
que se dizer que, antes da infra-estrutura física e tecnológica, a ênfase nas pessoas é a
ação mais premente da nossa gestão; os docentes são estimulados a buscarem
continuamente novos conhecimentos, atualização técnica e novas competências
comportamentais, utilizando recursos e estratégias como a participação no Plano de
Desenvolvimento de Pessoal (PDP), participação em cursos e programas corporativos,
visitas à feiras e empresas e a pesquisa constante.
A Biblioteca conta com um profissional bibliotecário e 1(um) estagiário, promovendo a
disseminação da informação, a manutenção e desenvolvimento do acervo atualizando-o e
inovando seus recursos informacionais como: livros, CD-ROM, DVDs, catálogos técnicos,
enciclopédias, manuais, dicionários técnicos, dicionários de línguas, revistas técnicas e de
conhecimentos gerais, jornais, boletins informativos, publicações institucionais e normas
técnicas. A Biblioteca possibilita o acesso à internet e conta com uma Videoteca equipada
com aparelho de DVD, videocassete, televisão e fones de ouvido.
Os novos investimentos na área de Eletroeletrônica e Metalmecânica atendem hoje o
grande parque industrial situado em Mogi Guaçu e região, portanto, os currículos dos
cursos estão voltados para atender sistemas produtivos e não mais postos de trabalhos.
Todos os perfis profissionais, além de estarem alinhados com essas duas áreas de
abrangência, também estão voltados para qualificações normalizadas e em sintonia com
o
mercado,
além
de
garantir
uma
terminalidade,
propiciando
ao
aluno
a
multifuncionalidade e a interdisciplinaridade, garantindo a formação continuada visando o
aperfeiçoamento e à especialização.
6 RECURSOS INSTITUCIONAIS, HUMANOS, TECNOLÓGICOS
E FÍSICOS DA
ESCOLA
O Centro de Treinamento SENAI Mogi Guaçu conta com os recursos necessários para
desenvolver suas atividades de acordo com o preconizado nas normas e diretrizes do
SENAI-SP. Os recursos tecnológicos contemplam todos os equipamentos preconizados
nos planos dos cursos desenvolvidos, além de outros equipamentos necessários para as
demais atividades desenvolvidas; os recursos humanos contam com pessoal qualificado
para suas atividades e em constante desenvolvimento e atualização; os recursos físicos
estão
estruturados
e
as
instalações
adequadas
arquitetonicamente
para
o
desenvolvimento de atividades educacionais; os recursos institucionais se baseiam em
projetos didáticos orientados pela engenharia pedagógica, especificados e orientados por
equipes especializadas das Escolas e Administração Central, com o objetivo de montar
ambientes de ensinos compatíveis com as diversas áreas tecnológicas de atuação da
escola.
Instituições Auxiliares
A unidade escolar, para fins de aprimoramento do processo educacional, de assistência
ao aluno e de integração Escola-Família-Empresa-Comunidade, conta com as seguintes
instituições auxiliares:
a) Equipe Escolar (EE)
A Equipe Escolar é constituída pela Direção, conforme comunicado 002/2006, pela
Direção, Coordenação Técnica e Pedagógica, Secretário, Agentes de Treinamento,
Orientador de Práticas Profissionais,Orientadora Educacional, Agente de Apoio ao
Ensino, Bibliotecária, Supervisor de Serviços, Coordenador do Comitê da Qualidade
demais colaboradores, para subsidiar as ações da Unidade.
b) Associação de Alunos, Ex-alunos, Pais e Mestres (AAPM)
A Associação de Alunos, Ex-Alunos, Pais e Mestres, baseada em estatuto próprio, tem
como um dos fins o desenvolvimento da cidadania e colabora com a Escola no
desenvolvimento das competências sociais dos educandos, por meio de eventos e
atividades cívico-culturais, recreativas, esportivas, de complementação de estudos e de
assistência ao aluno. Proporciona, também, sempre que possível, lazer e recreação aos
alunos, além de subsidiar a alimentação nos horários da merenda escolar e do almoço.
c) Núcleo de Prevenção de Acidentes e de Qualidade Ambiental (NPAQA)
O Núcleo de Prevenção de Acidentes e de Qualidade Ambiental, constituído conforme
comunicado 016/2007 é o órgão que coordena o desenvolvimento de ações, visando a
sensibilizar os alunos para:
9 A importância do cumprimento das normas e dos procedimentos recomendados de
segurança individual e coletiva, tanto na unidade escolar como na empresa, no lar, na
via pública, em locais de diversões de práticas desportivas ou em qualquer outro
ambiente por eles frequentado;
9 A necessidade de utilização correta de equipamentos que visam a oferecer proteção
contra danos decorrentes de acidentes de qualquer natureza;
9 A promoção de ações educativas pertinentes às diversas dimensões da qualidade
ambiental;
9 A formação de cidadãos aptos a decidirem e atuarem na realidade sócio-ambiental,
comprometidos com a vida e o bem-estar social.
O NPAQA é regulamentado pelo Regimento Comum das Unidades Escolares, que entre
outras, designa a composição de seus membros e representantes. Orienta o cumprimento
das normas regulamentadoras específicas do Ministério do Trabalho e Emprego no que
se refere à Saúde e Segurança do Trabalhador.
d) Comitê da Qualidade (CQ)
O Comitê da Qualidade é formado por funcionários da Escola, após designação da
Direção através de estatuto próprio e é responsável pela implementação e monitoramento
do sistema de gestão ISO 9001 nesta Unidade Escolar.
e) Comissão de Avaliação Curricular (CAC)
A Comissão de Avaliação Curricular é constituída pelo Diretor da Unidade Escolar,
conforme comunicado interno 016/2007 , e formada por especialistas das áreas a serem
avaliadas e coordenação técnica e pedagógica, em momento oportuno, a cada situação
em que ocorrer tal necessidade, conforme preconiza o Manual de Supervisão Escolar, no
item 2.5 - Aproveitamento de Estudos.
f) Comissão Interna de Conservação de Energia na Escola (CICEE)
A Comissão Interna de Conservação de Energia na Escola, constituída conforme
comunicado 016/2007, é coordenada por um representante da área de Eletricidade,
designado pelo diretor da unidade escolar e as ações previstas são desenvolvidas
continuamente com a participação dos alunos, conforme RC – 02/01.
g) Grupo de Trabalho para Revisão Anual da Proposta Pedagógica
O Grupo de Trabalho para Revisão Anual da Proposta Pedagógica, constituído conforme
orienta a resolução RE-40/00, é responsável pela revisão e atualização da proposta
Pedagógica.
7 SISTEMA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DO SENAI – SP
A Portaria 710/99, em seu item 2 das diretrizes gerais, descreve que Qualificação
Profissional representa o conceito e a ação básica e comum em todas as formas de
atuação, ainda que com denominações variadas na questão de formação, seja ela
habilitação, treinamento, aperfeiçoamento, especialização e
atualização, entre outras.
Entende-se por Qualificação Profissional o processo formativo de desenvolvimento e
certificação de competências para o trabalho
A Educação Profissional regulamentada pelo decreto 5.154/07/2004 está prevista no
artigo 39 da Lei nº 9.394 de 20 de Dezembro de 1996 ( Lei de Diretrizes Bases de
Educação Nacional), observadas as
diretrizes curriculares nacionais definidas pelo
Conselho Nacional de Educação, será desenvolvida por meio de cursos e programas de:
I - Formação Inicial e Continuada
II - Educação Profissional Técnica Nível Médio, e
III -Educação Profissional Tecnológica de Graduação,Extensão e Pós - Graduação
Os cursos e programas de Educação Profissional Nível Técnico e os cursos de Nível
Tecnológico de Graduação estão estruturados e organizados em itinerários formativos
com etapas de terminalidade, incluindo saídas intermediárias, que possibilitarão a
obtenção de certificados de qualificação para o trabalho, após sua conclusão com
aproveitamento.
Os cursos de extensão destinam-se a difundir conhecimentos para a comunidade em
geral. É aberto a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos em cada caso pelo
estabelecimento do ensino.
Serão considerados como GRATUIDADE REGIMENTAL as matrículas financiadas
integralmente com os recursos do SENAI-SP, para os alunos que apresentarem
autodeclaração de baixa renda e sem ressarcimento de qualquer espécie. Poderão ser
enquadrados nesta modalidade as matrículas do CAI –Curso de Aprendizagem Industrial,
CT – Curso Técnico e FIC – Formação Inicial Continuada, com no mínimo 160h,
aperfeiçoamento e especialização profissional (independentes da carga horária),poderão
também compor a gratuidade, além dos Convênios após análise do SENAI – SP. As
matrículas de programas criados pela FIESP visando atender metas específicas serão
computadas como Gratuidade Regimental.
7.1 Educação Profissional de Nível Básico
Modalidade de educação não formal, de duração variável, não sujeita à regulamentação
curricular, oferecida de acordo com as necessidades de mercado e com composição
curricular voltada ao perfil profissional de saída, visando a empregabilidade do educando.
Aos concluintes confere-se o certificado de Conclusão da respectiva Qualificação
Profissional.
Nesta Unidade, a Educação Básica se realiza através dos cursos de Formação Inicial
Continuada e de Aprendizagem Industrial, estabelecidos no Plano Escolar. É destinada a
qualificar jovens e adultos, independentemente de escolaridade prévia, apresenta
regulamentação curricular seguindo itinerários formativos, de forma livre e em função das
necessidades da indústria, compreendendo as modalidades definidas como:
7.1.1 Curso de Aprendizagem Industrial
Caracteriza-se como formação técnico-profissional metódica, destinada à jovens entre 14
e 24 anos, que tenham concluído o ensino fundamental e que buscam capacitação para o
primeiro emprego. Facilita a inserção profissional e serve de base para a continuidade de
estudos em diferentes cursos de educação profissional. Regulada por dispositivos da
legislação trabalhista e Educacional, confere certificado de conclusão da Qualificação
Profissional cursada e pode ser desenvolvida em diversos locais, com organização
curricular específica para cada caso, conforme Lei 10.097/2000 e demais diretrizes gerais
legais que regulamentam os cursos de Aprendizagem Industrial RE-24-02.pdf e decreto nº
5598/05.
Em 2002 foram implantados os cursos de Aprendizagem nesta Unidade, inicialmente
com duas turmas do curso Mecânico de Usinagem em Máquinas Convencionais e uma
turma de Eletricista, ambos de 800h, sendo que no ano de 2006 foi ampliada mais uma
turma de Eletricista de 800h e em 2007 mais uma turma de
Mecânico de Usinagem em
Máquinas Convencionais.
7.1.2 Iniciação Profissional
É a Iniciação da Educação para o trabalho, destinada a jovens e adultos,independente da
escolaridade
prévia
e
regulamentação
curricular,podendo
ser
oferecida,segundo
itinerários formativos,de forma livre em função das necessidades da indústria e da
sociedade.Tem duração variável.Não constitui ação gratuita nos termos do artigo 68 do
Regimento do SENAI.
Nesta unidade de ensino essa modalidade é oferecida em parceria com programas
comunitários e para a Indústria, após análise da sua adequação e viabilidade.
7.1.3 Formação Inicial Continuada
Decreto 6.635 de 5 do 11/2010
Qualificações para atender de forma mais flexibilizada à empresa a comunidade e o
trabalhador, em programas de qualificação, especialização e aperfeiçoamento. O prérequisito é variado e está relacionado ao perfil profissional. A Formação Continuada está
organizada em itinerários com saídas intermediárias e direcionada para o perfil de
conclusão. Nesta Unidade são desenvolvidos diversos cursos de qualificação profissional
básica na Formação Inicial Continuada.
A Educação Inicial Continuada fora do balcão da escola, é realizada no nível básico da
educação profissional, caracterizando-se como um curso com perfil final de conclusão,
visando atender necessidades específicas das empresas ou da comunidade, com carga
horária mínima de 160 h.
A Formação Inicial Continuada pode ser realizada, respeitado o pré requisito na
modalidade de aperfeiçoamento – cujo objetivo é ampliar, complementar ou atualizar um
determinado perfil profissional – e a especialização – cujo objetivo é o aprofundamento de
competências relacionadas a um determinado perfil profissional desenvolvido e que, em
geral, caracteriza uma nova função especializada – têm como pré-requisitos formação e
experiências anteriores, porém não têm sua carga horária, titulação ou conteúdos
regulados por lei e do mesmo modo têm conferido certificados de conclusão
7.1.4 Aprendizagem Industrial Básica na Empresa
Programa
desenvolvido
na
empresa,
supervisionado
e
orientado
técnica
e
pedagogicamente por técnicos do SENAI, dentro de uma ocupação. A organização
curricular deve conter, além de conteúdos técnicos, conteúdos de formação básica e de
gestão. Essa modalidade de ensino só poderá ocorrer em circunstâncias específicas;
Essa modalidade de ensino ocorreu até 2007 junto à empresa Corn Products do Brasil
LTDA, na modalidade – AMPE. O aluno permanece
na Empresa em situação de
aprendizagem metódica, sob a supervisão pedagógica da Escola.
7.1.5 Escola de Vida e Trabalho
Esse programa é uma iniciativa do SENAI-SP e surge como uma proposta de inclusão
social. O objetivo deste programa é oferecer formação profissional integral para jovens
adolescentes de 14 a 24 anos em situação de risco social, residentes em grandes centros
urbanos ou em pequenos núcleos, sem domínio amplo do ensino fundamental e sem
acesso às Escolas SENAI, mas que freqüentam entidades ou instituições comunitárias.
Estes programas serão implantados, sistematicamente, conforme demanda.
Nesta escola foram implantados em 2007 3 (três) cursos de EVT- Escola de Vida e
Trabalho, sendo um curso de Confeccionador de Móveis - 800h, 2 ( dois ) cursos de
Assistente Administrativo – 800h, em parceria com a Prefeitura Municipal de Mogi Guaçu.
No Instituto Educacional Profissionalizante de Mococa – Artesanato no ano de 2010
iniciaram os demais cursos EVT – 2 (dois) Assistente Administrativo - 800h, 2 (dois)
cursos Impressor de Off-Set 800h e 2 ( dois) cursos de Mecânico Geral – 800h, onde
desde 2009 já estavam implantados as EVT Mecânico Geral e Assistente Administrativo,
onde se realizou 2 turmas de cada uma dessas áreas.
7.2 Educação Profissional Técnica de Nível Médio
Ensino regulamentado pelo RE-04-99.pdf e RE-24-02.pdf. Caracteriza-se por ter
organização curricular própria e regulamentada, modularizada, para indivíduos que
tenham concluído no mínimo o primeiro ano do ensino médio. A organização curricular
modularizada visa a empregabilidade antecipada dos alunos; seus módulos têm caráter
de terminalidade, o que possibilita flexibilização na oferta; estão voltados também para o
perfil profissional. Ao final de cada módulo, o aluno recebe o certificado de Qualificação
Profissional de Nível Técnico. Ao conjunto organizado dos módulos dá-se o nome de
Itinerários de Formação e ao final do cumprimento desses itinerários o concluinte recebe
o Diploma de Técnico na habilitação cursada, condicionada à conclusão do ensino médio
e ao estágio profissional supervisionado.
O atendimento na unidade de cursos técnicos ocorre sistematicamente nas áreas da
Eletroeletrônica, Manutenção Mecânica e Processos de Fabricação Mecânica de forma
articulada com o SESI, cujos alunos do 2º ano do ensino médio tem prioridade e as
vagas remanescentes são disponibilizadas à comunidade.
7.2.1 Estágio supervisionado
CO-INT- 017/10
Nos termos das “Diretrizes para implementação da educação profissional de nível técnico
no sistema de ensino do Estado de São Paulo”, - “quando a prática profissional assumir a
forma de estágio profissional
habilitação, qualificação ou
supervisionado, necessário em função da natureza da
especialização profissional, este obedecerá o previsto no
Parágrafo único do Artº 82 da LDB e na Resolução CNE/CEB N° 1 de 21/01/2004 , será
realizado em empresas e outras organizações, ou em unidades de aplicação ou empresas
pedagógicas. A respectiva carga horária deverá ser acrescida ao mínimo estabelecido
para o respectivo curso e ser explicitada, juntamente com o plano de realização do
estágio supervisionado, na organização curricular constante do plano de curso,
detalhando como o mesmo será supervisionado de forma articulada pela Escola e pela
empresa ou organização. O estágio profissional supervisionado será, preferencialmente,
realizado ao longo de cada etapa ou módulo do curso, permeando o desenvolvimento dos
componentes curriculares e não deve ser etapa dele dissociada. Sua duração, quando
exigida em função da natureza da qualificação, habilitação ou especialização profissional,
deverá ser consoante com o perfil profissional de conclusão e respectivas competências
profissionais “requeridas”.
Ressalta-se, assim, o conceito de que o “estágio supervisionado não é uma atividade
extracurricular, não é um apêndice da atividade escolar” e de que “não há a possibilidade
de ofertas de oportunidades de estágio dos alunos regularmente matriculados no
estabelecimento de ensino de forma desvinculada do projeto pedagógico da escola e da
conseqüente organização curricular do curso e, portanto, sem nenhum tipo de
acompanhamento do aluno estagiário por parte da escola e de seus professores. Mais
ainda:”estágio supervisionado” não é o primeiro emprego; ele até pode conduzir ao
primeiro emprego, mas na sua essência é uma situação privilegiada de aprendizagem e
não, necessariamente, de emprego”.
A lei 11.788/09 determina sobre o estágio como um ato educativo e enfatiza o
acompanhamento e a avaliação do seu desenvolvimento por parte da escola e da
concedente. Estabelece que os alunos do ensino Médio da Educação Especial e de
Projetos finais do ensino fundamental do EJA (educação profissional adultos),também
apresentam condições de estágio e garante as mesmas condições dos demais casos.
O estágio somente pode ser realizado em empresas, órgãos ou instituições que tenham
condições de proporcionar ao aluno experiência profissional em situação real de trabalho,
condizente com a sua formação.
O Coordenador de Estágio designado pela direção promoverá a análise e dará parecer
sobre os pedidos de dispensa de estágio dos cursos e suas respectivas turmas de alunos.
Os alunos dos cursos do Projeto Especial em parceria com as empresas, em sua maioria,
aproveitam a experiência profissional após a análise funcional da ocupação. Este trabalho
é realizado pelo Coordenador de Estágio, especialista das áreas afins, baseado em
informações de documentos, entrevistas e demais recursos comprobatórios referentes a
prática profissional que após esses procedimentos determinam a dispensa ou não da
realização do estágio.
Os alunos oriundos dos Cursos Técnicos de Ensino Médio deverão atender todos os
requisitos legais que orientam a realização do estágio supervisionado, sob supervisão do
coordenador de Estágio, com a colaboração dos especialistas das respectivas áreas dos
cursos que freqüentam, para atingir a sua pretendida Habilitação Profissional.
7.3 Educação Profissional de Nível Tecnológico
Curso de graduação regulamentado, destinado a egressos do ensino médio. São
estruturados para atender os diversos setores da economia e conferem aos concluintes o
diploma de Tecnólogo. Nesta Unidade não atendemos esta modalidade, até que diretrizes
corporativas orientem o contrário, ou em caso de demanda específica do mercado.
7.4 Demais Modalidades de Ensino
7.4.1 Educação de Jovens e Adultos (EJA)
O Novo Telecurso foi idealizado para atender à população de jovens e adultos excluída
da educação formal regular, objetivando:
9
Proporcionar ao educando a possibilidade de desenvolver competências
necessárias ao exercício da cidadania, qualificação para o trabalho e habilidade
para resolução de problemas a partir da reflexão e da criatividade;
9 Oferecer oportunidade de educação continuada que permita ao educando o
autodesenvolvimento, sua inserção no mundo do trabalho e sua participação
efetiva no sistema produtivo, mediante a observação de princípios ligados à
qualidade, produtividade e preservação do meio ambiente. Possuímos 10
telessalas com parcerias para viabilizar os propósitos supra citados, em fase de
encerramento, pois os próximos projetos estarão sendo desenvolvidos pelo SESI.
7.4.2 Programa de Inclusão da Pessoa com Deficiência (PCD)
Devido à peculiaridade do atendimento, embora a legislação já o estabeleça, o SENAI
está gradativamente implantando ações previstas em seu planejamento estratégico,
conforme Memo GAEC 002/2005. Nesta unidade escolar o atendimento se faz junto à
Direção da escola apoiada pela Coordenação Técnica, Pedagógica e Agentes de
Treinamento.
Para atender essa demanda até o ano de 2008, desenvolvemos o Projeto Mahle
Comunidade, que qualificou PCDs. Hoje o atendimento se realiza conforme demanda
individual, considerando as condições da classificação da deficiência e os recursos
arquitetônicos, didáticos e pedagógicos da unidade escolar.
7.4.3 Projeto de Inclusão Social - CONSEGUIR
O Projeto Conseguir, em parceria com o Conseg da cidade de Mogi Guaçu, visa qualificar
o Menor em Risco Social. Está sendo apoiado pela equipe Pedagógica da escola e pela
"Associação Mundo Melhor", através do acompanhamento psicossocial.
O Centro de Treinamento de Mogi Guaçu atende jovens de 14 a 16 anos com histórico
de atraso escolar, problemas de adaptação social e desajustes familiares, suscetíveis ao
abandono escolar e sujeito a delitos.
A "Associação Comunitária Mundo Melhor" identifica o menor, traça seu perfil e o
encaminha à esta Unidade Escolar para realizar o Curso de Qualificação. Os demais
parceiros e colaboradores, como a empresa Mahle, Sindicato dos Metalúrgicos de Mogi
Guaçu, Prefeitura Municipal, entre outros, suprem as necessidades como o transporte,
uniforme, assistência odontológica e doação dos equipamentos de segurança.
No ano de 2007, o SENAI firmou com CONSEG o Convênio oficial após a autorização do
Conselho Regional do SENAI - SP.
7.4.4 Assessoria Técnica e Tecnológica
Atividades voltadas para a implementação de solução de problemas em empresas e
instituições, visando à melhoria de sua qualidade e produtividade.O atendimento dessa
linha de serviço é realizado pelo setor de treinamento desta unidade escolar ou com apoio
da rede de escolas quando necessário,por instrutores especializados do quadro de
funcionários
ou
profissionais
terceirizados,
abrangendo
trabalhos
de
diagnóstico,recomendações e soluções de problemas no campo da gestão, da produção
de bens e da execução de serviços tecnológicos.
8 CAPACIDADE INSTALADA NA ESCOLA E VOCAÇÃO PROFISSIONAL DA REGIÃO
A Escola, como citado anteriormente, já demonstrou que tem um papel significativo e
imprescindível para o desenvolvimento regional, na formação de mão de obra
especializada para as indústrias, qualificando jovens e adultos.
O reconhecimento do trabalho educacional de nossa unidade se comprova através da
demanda significativa de alunos em cursos de FC, CAI e CT oferecidos à comunidade, e
pela busca constante das empresas por cursos e assistência técnica e tecnológica,
através da área de prestação de serviços, priorizando o nosso atendimento.
Há uma tendência sinalizada pelas empresas, através da área de treinamento e
identificado pelas pesquisas
do mercado, de se exigir pessoal qualificado em Nível
Técnico com o ensino médio completo. Para confirmar essa demanda, já firmamos a
parceria com a Empresa Mahle para a implantação de 12 turmas de Cursos Técnicos na
área de Processos de Usinagem e de Fundição em caráter especial. Anteriormente desde
1999,
a
unidade
escolar
já
havia
implantado
cursos
especiais
nível
médio
profissionalizante para atendimento pontual às empresas da região, como a CPFL e
Internacional Paper.
Em 2009 a unidade iniciou o processo de reformulação dos itinerários voltados para a
qualificação por perfil profissional de conclusão; o requisito de entrada passou a ser de
acordo com as definições dos planos de cursos, variando conforme o perfil final de
conclusão, observadas as exigências do mercado e atendendo a Proposta Pedagógica da
Unidade Escolar. Hoje estamos desenvolvendo os cursos conforme as orientações
vigentes, baseados nos conceitos da “Classificação das Ações do SENAI em Serviços
Educacionais e orientações do Regimento do SENAI –SP.
Em função da modernização e automatização dos sistemas produtivos, a Unidade Escolar
permanece em constante adequação para atender mercado de trabalho concluindo em
2005 o plano de investimentos na área de eletroeletrônica e atualização tecnológica na
área da Metalmecânica, para adequação dos currículos dos cursos, visando qualificar os
educandos com perfil final de conclusão profissional adequado às tendências do mercado.
CARACTERIZAÇÃO DE UNIDADE
DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
ANO
2011
IDENTIFICAÇÃO
DENOMINAÇÃO
AUTORIZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO
Centro de Treinamento SENAI – Mogi Guaçu
Parecer CEE nº 438/98
LOGRADOURO
Nº
Rua Cambé
140
BAIRRO
CFP / CT
5.63
CIDADE
Jd. Ipê II
CEP
TELEFONES
INÍCIO DAS ATIVIDADES
CNPJ
13.846-080
(19) 3861-1786
03/11/1976
03.774.819/0032-09
-
Aprendizagem Cai - Escola
Mecânico de Usinagem em Máquinas Convencionais
-
Eletricista
Mogi Guaçu
Aprendizagem - Escola de Vida e Trabalho
EVT - Mecânico Geral,Assistente Administrativo e Impressor de Off-Set
Instititudo Educacional Profissionalizante de
Mococa - Artesanato
Cursos Regulares /parceria com SESI e Comunidade
CT - Técnico em Eletroeletrônica – regular
CT - Manutenção Mecânica - regular
CT - Técnico em Fabricação Mecânica - regular
Formação Inicial Continuada –FIC
* A oferta e detalhamento consta no Manual de divulgação dos Cursos e no SGESET
ÁREA
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PP – v15
Centro de Treinamento SENAI de Mogi
Guaçu – 563 e São João da Boa Vista – 5.92
FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Produção
Proposta Pedagógica
9
LEGISLAÇÃO,
NORMAS,
POLÍTICAS
E
DIRETRIZES
PÚBLICAS
E
INSTITUCIONAIS QUE REGEM E NORTEIAM A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
9 Procedimento para o Processo Seletivo dos Alunos
9 Avaliação do Rendimento Escolar
9 Estratégias para a Recuperação Contínua e Planejada
9 Estratégias para o Desenvolvimento das Atividades Complementares
9 Estratégias propostas para o aprimoramento do processo pedagógico.
10 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO ALINHADO À PROPOSTA EDUCACIONAL
DO SENAI-SP E AOS OBJETIVOS DO CENTRO DE TREINAMENTO SENAI MOGI
GUAÇU.
Respeitando os Princípios Constitucionais, a Legislação de Diretrizes Bases da
Educação e o Regimento Comum das Unidades Escolares SENAI, estabelecemos
no
Projeto
Pedagógico
os
seguintes
princípios,
respeitando,
contudo,
a
peculiaridade da Unidade Escolar:
9 Liberdade e igualdade de condições para que todos os participantes do processo
de ensino e aprendizagem possam manifestar suas idéias e sejam respeitados
quanto ao pluralismo, independente de suas diferenças étnicas, culturais e
políticas.
9 Valorização das pessoas participantes das experiências educacionais junto à
comunidade escolar e fora dela, principalmente dos alunos, docentes e equipe de
apoio escolar.
9 Adoção de cultura voltada à melhoria contínua de nossos processos.
9 Integração gradativa e constante entre a família, empresa, comunidade e demais
instituições que venham agregar em nossa experiência educacional.
9 Coerência no estabelecimento de objetivos e metas, com cursos e programas
sempre voltados à demanda do mercado de trabalho do setor Industrial.
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
9 Gratuidade nos cursos de Aprendizagem Industrial e Cursos Técnicos, estímulo
para que as Empresas busquem o profissional deste curso, primeiramente, na
condição de aprendiz.
9 Atualização constante das pessoas, laboratórios, máquinas e equipamentos,
assim como dos conteúdos que envolvem a Educação Tecnológica.
9 Promover a inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais, adaptando
condições na escola e promovendo a inserção no mercado de trabalho.
9 Inclusões de ações educacionais de temas transdisciplinares sobre o respeito e à
valorização do Idoso de acordo com o Parecer nº 298/08 de 28/05/2008
CEB/CEE.
11 SELEÇÃO ESCOLAR -
(CO - DITEC – 004/11)
11.1 Curso de Aprendizagem Industrial A seleção para os Cursos de Aprendizagem Industrial é um processo unificado na
rede SENAI-SP, onde as inscrições são realizadas anualmente, em período préestabelecido, na respectiva escola de oferta do curso. As ofertas são divulgadas em
jornais e outros meios de comunicação e são destinadas a candidatos formalmente
encaminhados por empresas contribuintes do SENAI e a candidatos da comunidade
que participarão da seleção para as vagas remanescentes.
Os candidatos encaminhados por empresas devem ter idade mínima de 14 anos na
data de início do curso e, no máximo, idade que lhes permita concluir o curso antes
de completar 24 anos; os candidatos da comunidade, que preencherão as vagas
remanescentes, devem ter idade mínima de 14 anos na data de início do curso e, no
máximo, idade que lhes permita concluir o curso antes de completar 18 anos. Em
ambos os casos os candidatos têm que comprovar a conclusão do ensino
fundamental ou estar matriculado em curso que lhes permita concluir esse nível de
ensino até a data de início das aulas.
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
As orientações sobre provas, resultados de seleção, matrículas e datas estão
contidas no Manual do Candidato distribuído no ato da inscrição.
11.2 Curso Técnico A seleção para os Cursos de Técnicos é um processo unificado na rede SENAI-SP,
onde as inscrições são realizadas semestralmente ou anualmente, dependendo da
programação de ofertas de cada unidade escolar, em período pré-estabelecido, na
respectiva escola de oferta do curso. As vagas são divulgadas em cartazes, jornais,
TV, Site do SENAI –SP e da Unidade Escolar, entre outros meios de comunicação.
O público alvo primeiramente são alunos oriundos do ensino médio do SESI e as
demais vagas remanescentes, se existirem, serão disponibilizadas a candidatos da
comunidade que estiverem com o primeiro ano do ensino médio concluído.
As orientações sobre provas, resultados de seleção, matrículas e datas estão
contidas no Manual do Candidato distribuído no ato da inscrição.
11.3 Formação Inicial Continuada Para os cursos de Formação Inicial Continuada, os candidatos comporão banco de
interessados e no momento da matrícula serão chamados por ordem numérica de
classificação das fichas de inscrição, sendo requisito de entrada: Ensino
Fundamental completo, idade conforme prescreve o plano de curso no ato da
inscrição, sendo de 16 anos a idade mínima no período noturno.
A unidade escolar manterá um banco de candidatos no cadastro de interessados
que suprirá a evasão até o décimo dia após o início das aulas, em período previsto
no calendário escolar.
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
A Formação Inicial Continuada, tendo o propósito de continuidade, proporciona a
entrada no início de qualquer unidade didática ou de um conjunto de unidades nos
itinerários dos cursos modularizados, desde que atendidos os pré-requisitos,
divulgados nos folhetos informativos sistematicamente.
12 DURAÇÃO DOS CURSOS BÁSICOS E TÉCNICOS REGULARES E SUA
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
A Educação Profissional Básica e Técnica têm duração e organização curricular com
perfil final de conclusão e atendem as competências profissionais requeridas pelo
mundo do trabalho, permanentemente atualizadas.
Nesta Unidade Escolar ministramos Cursos de Aprendizagem Industrial, Formação
Inicial Continuada e Cursos Técnicos Regulares. Os Cursos Técnicos Especiais são
elaborados e desenvolvidos para atendimentos pontuais às empresas da região de
acordo com os planos de cursos norteados e normalizados pela legislação vigente,
como segue:
9 LDB - 9.394/96 e RE 04/99 – Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação
Profissional de Nível Técnico;
9 RE 40/00 – Dispõe sobre a Proposta Pedagógica e o Plano Escolar Anual;
9 Lei 10.097 de 12/2000 – Legislação relativa a Aprendizagem Industrial que altera
dispositivos da Consolidação das Leis do Trabalho (admissão e manutenção do
aprendiz na empresa);
9 Portaria DR-710, de 01/09/99 e RE-024/02 de 23/09/02 – Estabelece diretrizes
para o modelo de Educação Profissional do Departamento Regional.
13 HORÁRIO ESCOLAR
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
O horário escolar será organizado levando-se em conta a carga horária de cada
componente curricular dos diferentes cursos, atendendo as orientações da Diretoria
Técnica e Gerência de Educação do SENAI-SP.
As aulas terão a duração prevista em normas e ou legislação vigentes e de acordo
com as características de cada curso.
14 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação da aprendizagem, entendida como um processo contínuo de obtenção
de informações, análise e interpretação da ação educativa, deverá subsidiar as
ações de orientação do educando, visando à melhoria de seu desempenho.
A avaliação, parte integrante dos processos de ensino e aprendizagem,
compreenderá fases como: Avaliação Diagnóstica, Formativa e Somativa.
A avaliação da aprendizagem deverá permitir a melhoria da educação proporcionada
pela Instituição. Conforme DITEC 008 :
Avaliar perdeu o antigo sentido de “medir” e ganhou mais amplitude ao
utilizar, além de descrições quantitativas, interpretações qualitativas, nas
quais se incluem julgamentos de valor durante todo o processo de ensino e
aprendizagem e não somente ao seu final.
Para tanto segue assim entendida:
9 apuração de competências já dominadas pelo educando, de modo a subsidiar
seus projetos de formação profissional;
9 verificação dos avanços e dificuldades do educando no processo de apropriação
e recriação das competências, para orientá-lo na melhoria do seu desempenho,
em função do trabalho desenvolvido;
9 tomada de consciência do educando sobre seus avanços e dificuldades, visando
ao seu envolvimento no processo de aprendizagem;
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
9 verificação final das habilidades desenvolvidas pelo educando, subsidiando
decisões de inserção no mercado de trabalho e ou continuidade de estudos,
possibilitando a certificação de competências adquiridas.
O processo avaliativo deverá ser sistemático e contínuo dado à necessidade de uma
avaliação realizada de forma organizada, onde:
9 as competências desejadas para a educação profissional estejam bem definidas;
9 os objetivos, conteúdos, estratégias e meios possibilitem uma aprendizagem
significativa.
A interpretação do domínio das competências deverá ser feita por meio de diferentes
formas de avaliação, que assegurem o desenvolvimento de uma atitude de autoavaliação do educando e a integração, na discussão dos resultados, entre este e o
docente.
Para o cumprimento das ações estabelecidas nesta proposta, a avaliação deverá
interligar-se com o planejamento curricular e de ensino.
A nota final deverá ser expressa em números inteiros, numa escala de 0 a 100. Será
considerado promovido ou concluinte de estudos o educando que, ao final do
módulo ou período letivo, obtenha nota igual ou superior a 50. A freqüência não
influirá no rendimento escolar; no entanto, exige-se para aprovação do aluno um
mínimo de 75% de presença às aulas, em conformidade com o Regimento Comum
das Unidades Escolares SENAI.
15 CONSELHO DE CLASSE
O Conselho de Classe, que é regulamentado pelo Regimento Comum das Unidades
Escolares SENAI, apóia as ações de avaliação da aprendizagem realizadas na
Escola, ao longo e ao final do período letivo, em reuniões previstas no calendário
escolar com a finalidade de:
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
9 participar das decisões para a melhoria do desempenho do educando durante os
processos de ensino e aprendizagem;
9 aprofundar análises do desempenho do educando, com a finalidade de subsidiar
decisões sobre a sua promoção ou retenção.
Caberá ao Conselho de Classe decidir os casos de alunos com insuficiência do
rendimento escolar, com notas finais entre 46 a 49. Após análise dos membros do
Conselho de Classe e considerando o desempenho escolar de cada aluno, a nota
final poderá ser arredondada para 50.
16 PROMOÇÃO
Será considerado promovido ou concluinte de estudos o educando que, ao final do
período letivo, obtiver em cada componente curricular ou unidade didática nota final
(NF), expressa em números inteiros, igual ou superior a 50 (cinqüenta), numa escala
de 0 a 100 e deverá ter no mínimo 75% de presença nas aulas em cada módulo ou
componente curricular.
17 RECUPERAÇÃO
A recuperação, parte integrante do processo de construção do conhecimento,
deverá ser entendida como orientação contínua de estudos e criação de novas
situações de aprendizagem, portanto, sempre que possível, ela será imediata e
contínua, dentro do período letivo. Em casos onde esta não puder ocorrer dessa
forma, será planejado junto ao docente e ao aluno, através da coordenação
pedagógica, o melhor período para que ela ocorra, sem prejuízos para o educando.
Esse período será previsto no Calendário Escolar.
18 RETENÇÃO
9
Nota Final
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
Será considerado retido, ao término de cada período letivo, o educando que não
obtiver, em cada componente curricular, nota final (NF) igual ou superior a 50
(cinqüenta), numa escala de 0 a 100.
O educando retido no último período letivo do curso, em até 03 (três) componentes
curriculares, poderá cumprir apenas o(s) componente(s) curricular (es) objeto da
retenção.
9
Freqüência
Será considerado retido, ao término de cada período letivo, o educando que obtiver
freqüência escolar inferior a 75%; a freqüência não influenciará na apuração do
rendimento escolar.
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
19 SISTEMA DE CONTROLE DE FREQÜÊNCIA
O controle de freqüência ficará sob a responsabilidade do docente e das
coordenações técnica e pedagógica, sendo a presença às aulas e aos demais atos
escolares obrigatória, não havendo abono de faltas. Para aprovação será exigido
freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas-aula de
cada componente curricular ou unidade didática.
Em casos de alunos com excesso de faltas e quando essa ocorrer por duas vezes
consecutivas, será comunicado imediatamente à Orientadora Educacional para
levantamento e tratamento da situação, procurando identificar causas e prevenindo
assim desmotivação e prejuízo na aprendizagem e como conseqüência a
desistência e ou evasão,sob supervisão da Coordenação Pedagógica.
20 APROVEITAMENTO DE ESTUDOS
Os conhecimentos adquiridos pelo educando, por meio formal ou não-formal,
poderão ser aproveitados no ensino regular, mediante análise da Comissão de
Avaliação Curricular (CAC), constituída por docentes e especialistas em educação,
designados pela direção, em comunicado escrito - CO-INT-016-07
e conforme
Regimento Comum das Unidades Escolares SENAI. Tal Comissão será reunida
sempre que convocada pela direção e a avaliação será peculiar a cada caso.
O aluno preenche um requerimento, através da secretaria, solicitando a análise da
sua situação, o qual, após o deferimento do Coordenador Pedagógico, será
encaminhado ao responsável pelo processo para providências de avaliação da
solicitação. Através de reunião com especialistas, o responsável designado pela
direção promove condições para as entrevistas técnicas, avaliação de documentos e
aplicação de provas comprobatórias de competências. O resultado desse processo é
lavrado em ata e encaminhado ao diretor que, após deferí-lo, encaminha-o à
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
secretaria para os registros e comunicações necessárias, conforme o Manual de
Supervisão Escolar,
21 COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS
Poderão ser compensadas ausências que ultrapassarem 25% (vinte e cinco por
cento) das aulas previstas no semestre letivo ou dentro do período de duração do
curso, após solicitação (requerimento) do aluno ou seu responsável, quando menor
de idade, e com acompanhamento da Coordenação Técnica e Pedagógica,
mediante motivo relevante da situação que ocasionou a ausência.
O docente, depois de orientado pela coordenação, inicia o processo de
compensação utilizando-se de métodos e estratégias de ensino compatíveis com o
objetivo, registrando no relatório ou diário de classe as ações desenvolvidas, que
poderão ocorrer concomitante ao horário de aulas ou fora dele.
22 MUDANÇA DE HORÁRIO
A transferência para outro horário poderá ocorrer nas seguintes condições:
9 Existir a vaga disponível;
9 Análise preliminar do plano de ensino e desempenho do aluno, pela coordenação
técnica e pedagógica;
9 Declaração escrita que comprove a necessidade;
9 Preenchimento de requerimento da solicitação de transferência;
9 Parecer final da Coordenação Técnica e Pedagógica.
23 DIPLOMAS, CERTIFICADOS E CARTA DE OFÍCIO
Ao aluno que concluir estudos será conferido documento que comprove essa
condição, como segue:
ÁREA
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
9 Diploma de Técnico Nível Médio na habilitação profissional cursada, a quem
comprovar a conclusão do ensino média, acrescida do estágio supervisionado;
9 Certificado de Qualificação, Aperfeiçoamento ou Especialização Profissional nos
cursos de Formação Continuada.
9 Atestados de Conclusão de Unidades Didáticas a quem não concluir um itinerário
formativo e não atingir o perfil final de conclusão nos cursos de Formação Inicial
Continuada Nível Básico.
9 Carta de Ofício ao concluinte da fase escolar do Curso de Aprendizagem
Industrial, que comprovar a realização de prática profissional, em empresa ou
instituição que tenha condições de proporcioná-la.
9 Certificado de Qualificação Profissional de Nível Técnico a quem concluir as
saídas dos itinerários formativos previstos no plano de curso.
..
Os diplomas, os certificados e as cartas de ofício, referidos nesta seção da Proposta
Pedagógica, serão registrados pelo órgão competente do Departamento Regional e
terão validade nacional.
24 DIRETRIZES E REFERÊNCIAS PARA A ELABORAÇÃO DA PROPOSTA
PEDAGÓGICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR ISO 9001: sistemas de
gestão da qualidade: requisitos. Rio de Janeiro, 2000.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília,
DF, 20 dez. 1996. Art. 12. Disponível em:
<http://www.Presidencia.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm>.
SENAI. SP. DITEC 008: diretrizes para o planejamento do ensino e avaliação do
regimento escolar. São Paulo, dois set. 2002. Disponível em:
<http://intranet.sp.senai.br/ensino/entrada/qualidade/arquivos/DITEC_008.pdf>.
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CÓDIGO/VERSÃO
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Centro de Treinamento SENAI de Mogi
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FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
SENAI. SP. Manual de supervisão escolar. São Paulo, 2002. Disponível em:
<http://intranet.sp.senai.br/>. Acesso em: 21 dez. 2005. Encontra-se no link Área
Ensino.
SENAI.SP. Proposta Educacional do SENAI-SP. São Paulo, 2002. Disponível em:
<http://intranet.sp.senai.br/ensino/entrada/qualidade/arquivos/DITEC_001.pdf>.
Acesso em: 27 nov. 2005.
SENAI. SP. Regimento comum das unidades escolares SENAI. São Paulo, 1988.
Disponível em:
<http://intranet.sp.senai.br/ensino/entrada/qualidade/arquivos/REGIMENTO_COMU
M.pdf>.
SENAI. SP. Resolução RE-40/00, de 22 dez. 2000. Dispõe sobre proposta
pedagógica e plano escolar anual. São Paulo, 22 dez. 2000. Disponível em:
<http://intranet563/DocISO/RE-40-00.PDF>.
SENAI. SP. SGQ 001: manual da qualidade e meio ambiente. São Paulo,
22/10/2009. Disponível em:
<http://intranet.sp.senai.br/ensino/entrada/qualidade/arquivos/SGQ_001/SGQ_001.p
df>.
SENAI. SP. SGQ 002: procedimentos para gestão de documentos. São Paulo,
16/08/2010. Disponível em:
<http://intranet.sp.senai.br/ensino/entrada/qualidade/arquivos/SGQ_002/SGQ_002.p
df>.
Normas internas e procedimentos do SENAI - SP
< Resoluções,Memorandos, Comunicados > Intranet e lista Mestra Ctnet. 5.63>.
Classificação das Ações do SENAI CNI/SENAI, 2ª Edição/ Brasília 2009
ÁREA
CÓDIGO/VERSÃO
PP – v15
Centro de Treinamento SENAI de Mogi
Guaçu – 563 e São João da Boa Vista – 5.92
FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
Produção
25 CONTROLE DE REVISÕES
REV.
DATA
00
01
2002
2003
02
18/03/2004
*
16/09/2004
03
03/05/2005
04
24/11/2005
05
07/11/2006
NATUREZA DA ALTERAÇÃO
Primeira emissão.
Segunda emissão.
Inserção da aplicabilidade ao CT 5.92;
Inserção do controle de revisões;
Adaptação de textos após revisão do corpo docente.
Constituição do grupo de trabalho conforme comunicado
16/2004 – vigência: outubro de 2004 a setembro de 2005.
Alterações no Contexto Histórico e Razão de Criação da
Escola visando adequar o conteúdo e incluir a unidade 5.92;
Adaptação do texto Sistema de Educação Profissional do
SENAI-SP;
Inclusão do texto A Evolução e Presença da Escola na
Indústria e na Comunidade;
Adequação dos textos Seleção Escolar e Matrícula no Ensino
Regular remetendo-os a seus respectivos documentos;
Retirada das referências nominais aos cursos de formação
continuada e referência aos mesmos no Plano Escolar;
Estruturação do Corpo de Texto com a inclusão de
numeração dos itens.
Na subseção 3.1, atualização do número de alunos formados
pela escola.
Na seção 5, adequação de conteúdo referente à Biblioteca.
Na seção 7, aumento e reorganização do conteúdo, incluindo
o novo Programa do SENAI-SP, Escola de Vida e Trabalho.
Na subseção 11.1, atualização do conteúdo referente ao CAI.
Na seção 18, inserção da alínea Freqüência.
O documento, em geral, passou por revisão, atualização e
aumento de conteúdo e por padronização conforme os
procedimentos para informação e documentação da ABNT,
no que se refere à apresentação de citações em documentos,
apresentação de sumário e elaboração de referências,
adequados as necessidades da escola. O documento
também apresenta links e endereços eletrônicos, visando
facilitar a localização e consulta de documentos citados na
Proposta Pedagógica.
Foram inseridos hyperlinks em todos os documento citados
na Proposta Pedagógica.
Nas seções 7.1.1, 7.1.5, 7.4.1, 10 e 23, adequação do texto.
Na seção 15, inclusão de conteúdo referente à insuficiência
do rendimento escolar.
ÁREA
CÓDIGO/VERSÃO
Centro de Treinamento SENAI de Mogi
Guaçu – 563 e São João da Boa Vista – 5.92
FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
06
14/05/2007
07
01/10/2007
08
21/11/2007
09
10
18/02/2008
06/03/2008
PP – v15
Produção
Substituição do Logotipo do SENAI de acordo com nova
marca do Sistema FIESP e alteração no conteúdo e layout da
capa.
Atualização de dados sobre a equipe de colaboradores e
substituição de representantes de alunos e família.
Alteração no contexto histórico, pág. 7
Item -7 Alteração de conceito e dos níveis de formação,
conforme Decreto Federal CNE/CEB 01/05 e Decreto
5.154/00, revogando o Decreto 2208/97.
Item - 71.1 Inserção de texto que trata da e Implementação
de mais uma turma do CAI - Eletricista e da alteração do
período de aulas das turmas.
Item 7.1.5 Inserido histórico da EVT, denominação dos
cursos existentes, inclusive o que trata a AFP. 5.92.
Item 7.2 Inclusão de texto sobre a denominação dos cursos
técnicos da unidade 5.63.
Item 7.2.1 Inclusão do texto referente ao estágio e definição
dos objetivos. Inserção do Link - Co Interno 018/07
Item 7.4 Citação sobre o EJA e Inclusão do nº de telessalas
Item 7.4.2 Descrição de projetos de inclusão social:
Projeto CONSEGUIR e MAHLE Comunidade.
Item 11.1.1 Procedimentos para a seleção escolar Atualização do Link . Co - Ditec 003/07
11.2 Inclusão do texto que trata a parceria de cursos técnicos
especiais do SENAI /MAHLE.
Alteração da Sigla PNE por PPD em todas as citações.
Inclusão de texto referente à implantação de curso regular
CAI -Aprendizagem na Agência de São João da Boa Vista.
Atualização da Legislação que trata do ensino Técnico.
Revisão do texto que descreve o processo interno da escola
sobre o item - 20 - Aproveitamento de Estudos.
Revisão e Reinserção de todos os Links - referência a
documentos legais e normalizados.
Atualização dos dados de Conclusão de Cursos/Produção 2007.
Substituição do comunicado que designa a composição da
Equipe Escolar. Item 06 - Instituições Escolares.
Substituição do comunicado que designa Responsável pelo
NPA/QA - Item 06 - Instituições Escolares.
Substituição do comunicado que designa a composição e
responsável CAC - Item 06 - Instituições Escolares
Substituição do comunicado que designa a composição e
responsável pelo CICEE - Item 06 - Instituições Escolares.
ÁREA
CÓDIGO/VERSÃO
Centro de Treinamento SENAI de Mogi
Guaçu – 563 e São João da Boa Vista – 5.92
FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
11
10/03/2008
12
18/03/2008
13
23/06/2008
14
26/10/2009
15
26/10/2009
16
26/10/2009
17
05/11/2009
18
05/11/2009
19
05/11/2009
20
05/11/2009
21
05/11/2009
22
02/02/2010
23
02/02/2010
24
02/02/2010
25
02/02/2010
26
02/02/2010
27
19/04/2010
29
19/04/2011
31
32
33
19/04/2011
19/04/2011
PP – v15
Produção
Revisão do texto item 6 – Recursos Institucionais,
tecnológicos e físicos da escola
Inclusão do texto referente à Política da Qualidade e Meio
Ambiente, Item 2.1 - pág. 06
Inclusão de referência ao Parecer nº 298/08 CEB/CEE, que
trata de ações transdisciplinare e sobre o respeito e a
valorização do idoso.
Alteração sobre a designação dos responsáveis que
supervisionam o estágio nesta unidade escolar e do conteúdo
do Manual de Estágio.Item 7.2.1
Alteração na capa na data de vigência 2009-2010
Alteração sobre a Política de Qualidade e Meio Ambiente
texto DO Item 2.1
Alteração da Capa CCM-001 – Diretrizes de Comunicação e
Marketing
Alteração do texto que trata as formas de Certificação
Profissional.Item 23
Alterações na nomenclatura dos Cursos Técnicos
Atualização na nomenclatura dos PPD para PCD ( Portadores
com deficiência).Item 7.4.2
Atualização do quadro de oferta da educação profissional da
unidade escolar, remetendo os cursos de FIC para o Livreto
de Divulgação e atualizando dos Cursos Técnicos.Quadro de
identificação e Item 7.2
Alteração das localidades de abrangência das escolas quanto
ao atendimento do DR-SP/ Co -056/09.Item 4
Alteração no texto sobre aproveitamento de estudos,
ampliando ação para o FIC.Item 20
Alteração na nomenclatura e conceitos da Educação Básica
– Formação Continuada Inicial Memo Circular -GED
01/09.Item 7.1.2
Atualização do texto que trata a Contratação do Menor
Aprendiz, inserção do decreto nº 5598/05.Item 7.1.1
Atualização do Co-Ditec 003/09,que regulamenta a seleção
escolar.Item 11
Atualização de Cursos de EVT - Instituto Católico
Profissionalizante de Mococa - Artesanato
Atualização do contexto histórico, incluindo o Projeto da
Banda SENAI Mogi Guaçu/S.J.B.V e investimentos em
ambientes didáticos e tecnológicos
Inclusão do texto que trata da Gratuidade Regimental
Descrição atual das novas EVT – Escolas de Vida e Trabalho
Exclusão do texto que tratava do atendimento à empresa
ÁREA
CÓDIGO/VERSÃO
Centro de Treinamento SENAI de Mogi
Guaçu – 563 e São João da Boa Vista – 5.92
FASE ATUAL DO DOCUMENTO
TÍTULO
Proposta Pedagógica
34
19/04/2011
35
19/04/2011
36
19/04/2011
37
19/04/2011
PP – v15
Produção
Mahle – Cursos Técnicos Especiais
Atualização do Comunicado que trata da Seleção Escolar
Atualização do Conceito e Modalidade da FIC – Formação
Inicial Continuada
Atualização da Terminologia do Telecurso – Novo Telecurso
e no nº de telessalas
Atualização da Política da Qualidade e Meio Ambiente
Download

Proposta Pedagógica