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REVISTA GESTÃO & SA ÚDE (I SSN 19 84-8153)
C ONHECIMENTO E PERC EPÇÃO D E MÃE S DA UNIDADE DE SAÚD E VILA VERD E
EM CURITIBA- PR EM RELAÇÃO À HIGIENE BUCAL D E SEUS BEBÊS
KNOW LEDGE AND PERCEP TION OF MOTHERS OF HEALTH UNITY VILA VERD E
IN CURITIBA-PR IN RELATION TO ORAL HYGIENE FOR YOUR BABY
Cleuza Mat sue GUIOTOK U1
Sandra Kat sue GUI OTOKU2
Resu mo: A importâ ncia da saúde bu cal no desen volvimento in fantil é de monstrada pelos reflexos si stêmicos que a
maioria das doenças bu cais e hábitos parafuncionai s a carretam duran te o crescimento da criança de zero a cin co
anos de idade. É i mportante enfatizar a co-re sponsabilidade dos pai s na pro moção e manu tenção das condiçõe s de
saúde bucal d e seu s filhos. O objetivo de sta pesquisa foi a valiar o conheci mento e percep ção da s mãe s de bebês
acima de 1 ano de idade, inscritos no programa de lacten tes da área 165 da U.S Vila Verde, quan to aos cuidados
com a higiene bucal de seus bebês, cara cteri zando o perfil sócio de mográ fico . A a mo stra pesqui sada foi de 47 mães
inscritas no Progra ma de La cten tes, no período de se tembro de 2007, cujos filho s possuía m idade aci ma de 1 (u m)
ano. A cole ta dos dado s foi reali zada em visita do mi ciliar, u tilizando- se questionário contendo infor mações relativas
à identificação , dados sócio-demográficos, e infor mações sobre per cepção e m relação à saúde e higiene bucal do
bebê. A população foi cara cteri zada como de baix a renda e escolaridade , 50,3% delas não estavam trabalhando , e
62,5% afirmara m que seus filho s ficavam com familiares . Sobre qual o mo mento ideal para iniciar a higiene bucal do
bebê, 79,2% re spondera m que seria an tes da eru pção do pri meiro dente ; 77% relataram já ter recebido orientação
sobre higiene bucal em bebês; e 70% re ceberam a orientação da equipe de saúde bu cal; 33% re spondera m que a
primeira consul ta deveria ser quando e sti vesse nascendo o pri meiro den te; poré m 29% a chara m que quando
esti vesse com dor . Através da re flexão sobre a ineficácia do s progra ma s de saúde bucal , conclui-se que os
aspectos biológico s das doenças pare ce m não ser estímulo su fici ente para criar ou mudar hábitos. Assim, sugere- se
que o profissional de Saúde Bu cal in corpore e m suas ati vidades o papel de educador e promo tor da saúde , pois o
SUS busca a integralidade da atenção à saúde o nde o profi ssional deve se apropriar das per cepções de saúde da
população no planejamento e efe tividade de suas ações.
Palavr as-chave: Saúde bucal; Mães; Ed uca ção em saúde; Pro moção de saúde.
Abstr act: The importan ce of oral health in child development is de mon stra ted by systemic re flexes that mo st oral
diseases and deleterious habits lead during the child's growth fro m zero to five years of age. It is i mportan t to
e mphasi ze the shared responsibili ty of parents in the pro mo tion and mai ntenance of oral health status of their
children. The objective o f this research wa s to asse ss kn owledge and perception o f mother s of babies up to 1 year of
age, infan ts enrolled in the program area 165 of the U.S. Villa Verde , in caring for the oral hygiene of their babies,
charac terizing the socio de mographic . The original sample wa s 47 mo thers of infan ts sub scribers in the progra m,
between Septe mber 2007 and whose children were older than 1 (one) year . Data collection was per for med during
home visits, using a questionnaire with in for mation on the identifica tion, socio-de mographic data, infor ma tion and
awareness regarding health and oral h ygiene of the baby. The population was characteri zed as low income and
education , 50 .3% of the m were no t working , and 62 .5% said their children were with relatives. About the ideal
moment to star t the baby's oral hygiene, 79.2% responded tha t it would be before the eruption of first too th, 77%
reported having recei ved guidance on oral health in in fants, and 70% re ceived guidan ce from the health tea m oral,
33% responded that the fir st con sultation should be when you were born the first tooth, bu t 29% felt that when I was
in pain. Through re flection on the inef fectiveness of oral health programs , it i s concluded that the biologi cal aspe cts
of disease do not seem to be su ffi cient incen tive to create or change habits. Sugge sted tha t oral health profe ssionals
incorporate in its activities the role of educator and promoter of health , because the SUS search the entire health
care where professionals should take ownership of the perception s of population health planning and effe cti veness of
their a ction s.
Key words: Oral health, Mo thers, Health education , Health promo tion
1 C.D. da ESF da Secretaria Municip al de Saúde de Curitib a – PR Es pecialist a em Saúde Col etiva com ênfase e m Saúde da
Família (UF PR). Es pecialista em Gestão em Saúde Pública (UFP R).
2
C.D. da ESF da Secretari a Municipal de Saúde de Curitib a - PR
Especialist a em Saúde da Família (FEPAR)
Especialist a em O dontologia em Saúde Col etiva – Ênfase em Saúde da Família pela PUCPR. Mest re em O dontologi a em
Saúde Col etiva – Ênfase em Saúde da Família (PUCPR). e-mail: s kguiotok u@y ahoo.com.b r
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REVISTA GESTÃO & SAÚDE
INTRODUÇÃO
Em Saúde Coletiva, as orientaçõe s odontológicas têm sido cada ve z mais voltada s para a criança de baixa
idade, se mpre co m u ma abordage m in tegral da criança, existindo até orien tações para vida intra-ú tero, visando
dentições futuras saudávei s. A pri meira infân cia tem sido apontada como o período ideal para introduzir bons
hábitos e ado tar padrõe s de comporta men to que possa m permanecer ( MARTINS, 1998).
Novo s con ceito s foram desen volvidos a par tir do princípio de que a edu cação g era hábitos de vida
saudávei s, surgindo então a ne cessidade de u ma atua ção preco ce, no intui to de man ter a saúde, antes mesmo de
prevenir a doença (HANNA et al., 2007).
Assi m, o atendi mento ao bebê e, con seqüente mente a educação e motivação do s pais em relação à saúde
bucal são as forma s mai s práti cas, simples e e fica zes e de baix o custo para se realizar progra mas em saúde bu cal
coletiva.
Tem como ponto central o enfoque preven tivo para a manu tenção da saúde , sendo i mportante a educação dos pais
e respon sávei s (ARIAS et al., 1997).
Portanto, fazer co m que os pais tome m con sciên cia do seu papel educativo com rela ção à higiene bu cal do s seus
filhos é o pri meiro passo para a obtenção de sucesso na construção de hábitos de higiene bucal na criança ( FRAIZ,
1993).
Um comporta men to de risco, co m relação à dieta e/ou higiene bucal , estabelecid o no pri meiro ano de vida tende a
se manter durante toda a in fância (AL ALU USUA, 1994).
As a ções educativa s e preven tivas neste per íodo influenciarão posi tivamen te o padrão de saúde do indivíduo por
toda a vida. Em contrapartida, hábi tos i nadequados ins talados durante e ssa fase, apresen tar-se-ão co mo grandes
obstáculos para a manu tenção da saúde (WAL TER, 1996).
A ingestão descontrolada de ali mentos rico s em carboidra tos a ssociados à au sência de higiene bucal é fator de
risco para o desenvolvimento da doença cárie na infân cia. Lamentavelmente, a lesão de cárie em dentes decíduos é
encarada com nor malidade e considerada u ma fatalidade , pois muitas mães de sconh ecem que e sta doença pode
ser pre venida ( GUIMAR ÃES et al., 2004) .
Contudo, apesar de o enfoque odontológi co educativo e preventivo ser cada vez mais crescente, sabe-se que a
constitui ção da saúde bucal co mo ne cessidade é u ma produção social e está relacionada à s condi ções de vida das
pessoas, às tradições históricas, ao hábito social e às represen tações sobre o corpo , a saúde e a doença (
MARTINS, 1999).
Fadel, (2000) observa a i mpor tância do conhe cimen to sobre a realidade das pessoa s envolvidas no processo
educacional. Sobre i sso , Bijella (1999) afir ma que são necessárias três etapa s inter-relacionadas para que os
objetivos educacionais seja m al cançados: bu scar as percepções quan to ao proble ma e à medida preven tiva e m
questão; relacionar a higiene bucal com as necessidades de cada indiv íduo; e ligar a intenção com a ação, por meio
do apoio ou aprovação que deve ser realizada co m o indivíduo e també m pela cria ção de facilidade s para a
execução das a ções desejadas.
A edu cação, por ser u m instrumento de transfor ma ção social , propi cia a re formulação de hábi tos e a acei taçã o de
novos valores, assi m como e melhora na auto-e sti ma ( MCKEOWN, 1982; MINAYO, 199 3). No caso espe cífico da
promoção de saúde me bebês e criança s, é i mprescind ível motivar o s pai s para que se conscientizem da real
i mportân cia da saúde bucal para a saúde geral de seus filho s.
É importante enfa tizar a co-responsabilidade dos pais na promo ção e manuten ção das condições de saúde bucal de
seus filhos, u ma vez que é comum o fato de algun s pai s ao levarem as crian ças para a valiação odontológi ca
sentire m-se li vres das responsabilidade s co m o s cuidado s de higiene bucal, transferindo para o den tista toda a
responsabilidade de pro mover sua saúde bucal ( AL VES et al., 2007) .
Nos últimos anos, transfor ma ções signifi cati vas na s condições de saúde bu cal pudera m ser observada s, segundo o
levantamento epide miológi co brasileiro SB Brasil 2003. No que diz respeito à pri meira in fância , o s dados mostra m
que quase 27% das crianças de 18 a 36 me ses apresenta m pelo menos u m dente de cíduo com experiência de
cárie, e esta propor ção aumenta quase 60% das crian ças aos 5 anos de idade, sendo que mui tos municípios tinha m
entre as suas me tas para o ano 2000 u m percen tual de 100% da s crianças de zero a u m ano de idade li vres de
cárie ( BRASIL, 2005).
A importância da saúde bucal no desenvolvimen to infantil é de monstrada pelos reflexos sistê mico s que a maioria
das doenças bucai s e hábitos parafuncionais acarretam duran te o cresci mento da criança de zero a cin co anos de
idade. A cárie de estabele cimen to preco ce, alterações maxilo- mandibulares, respira tórios, nutricionais e
antropomé trico s são con seqüências da au sência de hábitos saudáveis e també m da falta de a mbientes supor tivos
para a popula ção (MOYSÉS et al ., 2004).
Cárie precoce da infância é um termo que descreve a instalação da doença cárie den tária em crianças menore s de
GUIO TO KU, CM, GUIOTO KU, S. K. CON HEC IMEN TO E PERC EPÇÃO DE M ÃES DA UNIDA DE DE SAÚ DE
V ILA VERDE EM CU RITIBA- P R EM RELAÇÃO À HIGI ENE BU CA L DE SEUS BEBÊS. Revist a Gestão &
Saúde, C uritiba , v. 1 , n. 2, p. 27-36 . 2010.
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REVISTA GESTÃO & SAÚDE
três anos. A situa ção é hoje considerada um problema de saúde públi ca, u ma vez que a doença acomete crianças
e m fase inicial de irrompi mento dos dentes e está quase se mpre associado ao hábito de amamenta ção noturna, alto
consumo de carboidra tos fer mentáveis e n egligência na higiene bucal ( MOURA e t al . 2007).
Pelo fato das doen ças bu cais mais freqüen tes - cárie e doença periodontal - não sere m letai s, observa- se cer ta
naturalização do proce sso patológico ( VASCONCELOS, 1992).
Na concep ção de Fonseca (2000), as hi stória s de vida e o contexto sociocultural e m que as pessoas vi vem são
fatore s funda men tais para o processo de ensino-aprendi zage m. Sendo assim, Peregrino (2000) relata que muitas
veze s o probl e ma para a não-obediência às regras é mui to mais devido às condi ções precária s de vida do que a
u ma pretensa falta de vontade e m seguí-las.
Observa- se que, na maioria das abordagens utilizada s e m educação para a saúde bucal, existe grande
preocupação e m descrever o s aspectos biológico s das doença s mais prevalen te s na cavidade bucal, de sprezando a
i mportân cia de se que stionar, compreender e a ceitar o contexto da vida humana na qual esse fenô meno está
ocorrendo (AL VES et al., 2007).
Assi m, a equipe de saúde bu cal da U.S. Vila Verde em Curi tiba PR., per cebe que a adesão e percepção da s mães
e m relação à saúde bucal de seu s bebês são baixas, mesmo que já tenham passado por orientações anteriores (na
gestação, em visita do miciliar pela própria equipe, ou e m programa s do l actente realizadas pela equipe de
enfer mage m, onde quando possível u m membro da equipe de saúde bu cal forne ce e ssa s orientações). Na grande
maioria das vezes, procura m atendimen to odontológico quando o proble ma já está instalado e evolui para si tuações
de dor ou estética mui to compro metida, no caso de dente s anteriores. Ta mbé m se observa que mesmo já tendo
passado pela experiência precoce da cárie da infância com filho s anteriore s, e tendo recebido orienta ções e
trata mento cl ínico , o processo se repete co m os outros filhos, po sterior mente. E a mãe parece encarar e sse fato
com naturalidade.
Esta s considerações condu zem à propo sta desta pe squisa que é iden tificar a percep ção de mães quan to aos
cuidados com a higiene bucal de seus bebês. Percebe- se que a adesão das mesmas às orienta ções e/ou atividades
progra madas para o s bebê s é insatisfatóri a, mesmo que já tenha sido atingida pelo processo de doença cárie.
OBJ ETIVOS
Os objeti vos do estudo fora m avaliar o conhecimento e per cep ção das mães de bebê s a cima de 1 ano de
idade, inscritos no programa de lacten te s da área 165 da US Vila Verde, locali zada no Distrito Sanitário CIC (Cidade
Industrial de Curitiba) , no período de sete mbro à dezembro de 2007, quanto ao s cuidad os com a higiene bucal de
seus bebês, cara cterizando o perfil só cio de mográfico e conô mico cultural deste grupo de mães, anali sando os
deter minan tes do compor tamen to pa ssivo ou da não mudança de atitude s favorá veis à saúde alé m de sugerir
estra tégias para pro mover mudan ças co mpor tamen tais nessas mãe s e/ou famílias .
METODOLOGIA
Inicial mente o projeto e m que stão foi sub metido à avaliação do Comitê de Ética e m Pesqui sa da Se cretaria
Municipal de Saúde .
Esta foi u ma pesquisa transversal observa cional de nature za quanti tativa . Segundo Mina yo (2007), o uso de
métodos quantita tivos tem o objetivo de trazer à luz dados, indicadores e tendên cias observávei s ou produzir
modelos teóricos de al ta ab stra ção com apli cabilidade prática.
A amostra pe squisada fora m todas as mães de bebê s in scritos no Programa de Lactente s da U.S. Vila Verde, da
equipe 165 de ESF , no período de sete mbro de 2007, cujos filho s possuíam idade aci ma de 1 (um) ano, que foram
convidada s a participar do Progra ma Odontológi co do Beb ê. A equipe 165 consta de 4 mi cro-áreas: 003, 004, 006 e
021, e os programas foram reali zados co m u ma micro-área por mês, assim di stribuídos: m.a. 003: 15/09/2007; m.a
004: 06/10/2007; m.a. 006: 10/11/2007; m.a. 21: 08/12 /2007. Optou-se por realizar o Progra ma aos sábado s, devido
ao horário de trabalho das mães, que muitas vezes as i mpossibili ta m de trazer seu s filhos para. O horário estipulado
de chegada foi à s 09:00 horas. As mãe s foram con tactadas através de visi ta do mi ciliar pela própria equipe de
saúde bucal (CD, THD e ACD) , com o máximo de 5 dias de antecedência, poi s confor me infor mação fornecida pelas
agentes comunitária s de saúde das áreas em questão, quando avisada s co m muita antecedência, o absenteísmo
tende a ser maior. As mães que não se encontra vam no do micílio na data da vi sita, foi deixado recado com familiar
ou vizinho que se encontrava no local no mo men to, sendo que algu mas mães foram visitadas mai s de uma ve z. A
data do Progra ma foi marcada numa carteirinha e spe cífica confeccionada para essa ati vidade e en tregue à s mães
e/ou familiar no momen to da visi ta. Alguma s mães fora m convid adas por me mbro da equipe de saúde bucal,
GUIO TO KU, CM, GUIOTO KU, S. K. CON HEC IMEN TO E PERC EPÇÃO DE M ÃES DA UNIDA DE DE SAÚ DE
V ILA VERDE EM CU RITIBA- P R EM RELAÇÃO À HIGI ENE BU CA L DE SEUS BEBÊS. Revist a Gestão &
Saúde, C uritiba , v. 1 , n. 2, p. 27-36 . 2010.
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REVISTA GESTÃO & SAÚDE
quando trouxeram seu s bebê s para o Pro gra ma de La cten tes realizado pela equip e de enfer magem, na própria US.
Convencionou-se realizar o Pro gra ma com os bebês com idade aci ma de 1 ano, devido a presença do s dentes
molares nessa faixa etária , de a cordo co m a cronologia de erupção . Ne sta primeira e tapa do Progra ma
Odon tológico do Bebê , realizou- se exame cl ínico (odontograma , anamnese), orienta ção de higiene bucal,
esco vação e e scovação com flúor para o s bebês com pre sença de man cha branca ativa. Fora m abordados
assun tos como ali men tação , ama mentação, hábitos deletérios, e tc . Também foi realizado agendamento de consul ta
para os bebês com le são de cárie (cavita da ou não).
Foi aplicado u m Termo de Consen timen to Li vre e Esclarecido (TCL E) à s mães e m questão, e so men te serão
incluídas na pesqui sa, aquelas que consentire m com a mesma , e excluídas a s que se recusare m a participar.
A coleta dos dados foi reali zada em visita do miciliar pela equipe de saúde bucal, utilizando-se como in strumento de
pesquisa , questionário con tendo infor maçõe s relativa s à identifi cação , dados sócio-de mográfico-e conô mico, e
infor mações e specíficas sobre percepção em relação à saúde e higiene bu cal do bebê. Algu mas dessas questões
foram retirad as da fi cha A do SIAB (ficha de atuali zação de cadastro de usuário) , com adap taçõe s e outras
elaboradas pelo próprio pesquisador. Foi reali zada uma calibragem da equipe que aplicou o questionário ( cirurgiãodentista, té cnico e m higiene den tal e auxiliar de con sultório dentário) .
A entrada dos dados foi por meio do programa Excel 8.0 e as análi ses e sta tísticas fora m realizadas co m o software
SPSS ver são 15.0..
Os dados fora m analisado s de forma quanti tativa, co m u ma sínte se descri tiva. Vinculada a estes dados
descritivo s, será realizada uma análise quantita tiva na forma de distribui ção de freqüência e por centage m.
Após a análise do s dados, os resul tados ob tidos fora m explorado s de acordo com as variá veis, sendo possível
traçar um perfil do nível de per cepção e conhecimento da s mãe s em rela ção aos iten s propostos, quais seja m,
higiene oral, dieta, hábito s deletérios de seu s bebês, alé m de quantificar a não adesão aos programa s e/ ou
orientaçõe s de higiene oral propo stos pe la Equipe de Saúde Bucal da Unidade de Saúde Vila Verde .
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os resultados obtido s após análise e statística revelam que as idade s das mães entre vistadas v ariavam de
16 a 39 anos, sendo que a maioria (50%) estava na faixa entre 16 e 20 anos.
Em relação à e scolaridade, 83,3% das mães não estudavam, sendo que 50% delas possuía m escolaridade de 9 a
12 anos de estudos, enquanto 29,2% possuíam escolaridade de 1 a 4 anos ( figura 1) . Re sultados semelhantes
foram en contrado s por Faustino- Silva (20 08), que e videnciou baix os níveis de escolaridade e de renda e m sua
população de estudo, de pais ou re sponsávei s de bebês, onde 6% não po ssuíam renda , 28% recebiam até u m
salário mínimo e 30% de um a doi s salário s. E com relação à escolaridade , 45% não concluíra m o en sino
funda men tal e apenas 16% tem esse con cluído. Esse s fatos colocam os indivíduo s estudados em situa ção de ris co
para desen volvi mento de doenças bucai s.
GUIO TO KU, CM, GUIOTO KU, S. K. CON HEC IMEN TO E PERC EPÇÃO DE M ÃES DA UNIDA DE DE SAÚ DE
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FIGURA 1 – ESCOL ARIDADE
Escolaridade
Freqüências
25
20
15
24
50.00%
10
14
2 9.17%
5
0
8
16.67%
1…
1…
sem
1 a 4 anos
esc olaridade
5 a 8 anos
9 a 12 a nos
13 o u +
Fon te: Pesquisa de ca mpo U.S. Vil a Verde 2007
Sobre o trabalho, 56,3% declararam não e star trabalhando no momento do e studo . Em relação à
renda familiar, 56,1% possuíam renda familiar de 2 a 3 salários mínimo s, enquanto 10,4% re cebia m até 1 salário
míni mo (figura 2). Destas, 18,8 % era m bene ficiárias de progra mas governamentai s como a Bolsa Família e 70 ,8%
não tinham planos de saúde (SUS dependen tes) .
FIGURA 2 - RENDA FAMILIAR
Renda Familiar
25
Freqüência
20
15
25
52.08%
10
14
29.17%
5
5
10 .42%
4
8 .33%
0
a té 1 SM
de 2 a 3 SM
de 4 a 5
6 ou +
Fonte: Pe squisa de campo U. S. Vila Verde 2007
Sobre a moradia , 68,8% declarara m ser sua casa própria , não ocorrendo nesta variá vel , distin ção sobre o tipo
de moradia ser de al venaria, madeira ou o utro tipo de material .
Quando questionadas co m que m a criança ou bebê ficaria duran te o dia, 62,5 responderam que ficaria com
algum fa miliar (avó, tia), 16,7% com a babá, e 16,7% na creche. Resultado s se melhan tes foram encontrados por
Hanna et al., e m seu e studo onde 67 ,7 das mães responderam que os bebês fica m com elas, 28% co m as avós , e
5% outros (babás, creches). No caso de as mães tomarem con ta direta men te de seu s filhos i sto viria a favorecer as
ações in for ma tivo-educativa afinal é ela que fala sobre a criança , ou ve e é ouvida, opina e é acon selhada, é
encorajada a praticar os conhecimen tos adquirido s; a literatura é unâni me e m observar que a educação materna é o
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meio mai s efe tivo para a pre venção da cárie dentária. As a vós por muitas vezes a ssume m toda a responsabilidade
sobre as crianças, algu ma s realiza m co m sucesso as orienta ções recebidas e outras se envolve m com inúmeros
afazeres e relega o cuidado bucal para o segundo plano .
FIGURA 3 – COM QU EM FICA CRIANÇA
Criança fica onde
Freqüência
30
20
30
62.50%
10
8
16.67%
8
16 .67%
2…
0
familiares
creche
babá
vizinha
Fonte: Pesquisa de campo U.S. Vila Verde 2007
Quando questionadas se já recebera m algum tipo de orien tação sobre higiene bucal e m bebês, 77 ,1%
relataram já ter recebido; e 70,8% disseram ter recebido a orien tação da equipe de saúde bucal ( figura 4). Em
pesquisa semelhante, Hanna et al. observar a m que 48% das mãe s nun ca re cebera m qualquer tipo de orientação,
entretanto, 100% delas conheciam algu m tipo de mecanismo de li mpeza. Imparato et al . veri ficara m e m sua
pesquisa que 61,90% das mães nun ca receberam qualquer tipo de orien tação de quais os cuidados de vem ser
tomados coma boca do bebê ; apenas 38,1% já haviam recebido orientação, e e stas fora m tran smi tidas por:
dentistas, médico pediatra ou ou tras pessoas.
FIGURA 4 – QUEM ORIENTOU SOBRE SAÚDE BUCAL
Quem orientou
Freqüência
40
30
20
70.83%
10
20.8 3%
0
0
4 .17%
4.17%
médico
enfermeir a
equipe de
saúde b uca l
Fonte: Pesquisa de campo U.S. Vila Verde 2007
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Saúde, C uritiba , v. 1 , n. 2, p. 27-36 . 2010.
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Bons hábitos de higiene bucal são co mun s quando valores de saúde bucal são aceito s co mo par te do es tilo
de vida da fa mília, e historica mente a s mulheres e stão mais envolvidas nesse pro cesso. Neste con texto, Inglehar t e
Tedesco (2000) relatara m que os re sponsá veis pela criança são os agen tes pri mários de sociali zação, os quais
cuida m dos dente s da criança e estabele cem hábito s de saúde.
Quando questionadas sobre qual o momen to ideal para iniciar a higienização da cavidade bucal do bebê,
79,2% das mães re spondera m que seria ante s da erupção do primeiro dente (figura 5). Faustino- Silva mostram e m
seu estudo que apenas 45% do s entrevistado s acham que a higieni zação deve ser ini ciada antes dos 6 mese s de
vida, ou seja, antes do nascimen to dos pri meiros dentes e 57% considera m a gaze ou fralda como instru mento mais
adequado para essa fase.
Em um estudo com 160 crian ças de 0 a 36 mese s do município de Vila Velha ES condu zido por Aguiar et
al.,71% dos pai s não realizava m a higienização ante s do surgi mento dos dentes; dentre os que realizavam esta
ação, 35% utilizavam fralda ou ga ze.
FI GURA 5 – QUANDO COMEÇER A HIGIENE BUCAL
40
Quando começar a higiene bucal
Freqüência
30
20
79.17%
10
14.58%
6.25 %
0
antes de nascer
os dentes
após nascer os
p rimeiros dentes
depois que tiver
todos os dentes
d e le ite na boca
Fonte : Pe squisa de campo U.S. Vila Verde 2007
A idade ideal para levara criança à pri meira consul ta com o dentista ainda é motivo de dúvida e
desconhecimen to de pais e responsá veis. Estudos an teriores mostraram que a maiori a dos pais le va seus filho s ao
dentista por volta do s dois e trê s anos de idade, quando a denti ção decídua já está comple ta e, em alg uns casos, o
processo carioso já está instalado ( KR AMER, 2008) .
GUIO TO KU, CM, GUIOTO KU, S. K. CON HEC IMEN TO E PERC EPÇÃO DE M ÃES DA UNIDA DE DE SAÚ DE
V ILA VERDE EM CU RITIBA- P R EM RELAÇÃO À HIGI ENE BU CA L DE SEUS BEBÊS. Revist a Gestão &
Saúde, C uritiba , v. 1 , n. 2, p. 27-36 . 2010.
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FIGURA 6 - QUANDO L EVAR AO DENTIST A
Quando levar ao dentista
20
Freqüência
15
10
16
33.33 %
14
2 9.17%
12
25.00%
5
4
8.33%
0
1…
0
1…
quando
quando
quando
outras
estivesse est ivesse e stivesse situações
n ascendo com dor tro cando
o primeiro
os dentes
dente
de leite
5
FONTE: Pe squisa de ca mpo U.S. Vila Verde 2007
No presente estudo, 33 .3% re spondera m que a pri meira consul ta deveria ser quando estivesse nascendo o
primeiro dente; porém 29% acha m que quando estive sse com dor (figura 6), co nstituindo- se e sta resposta a u ma
tendência cul tural onde só se procura cuidado após o problema instalado . Este resul tado não foi diferente do
encontrado por Faustino et al., onde apenas 30% dos pais ou responsáveis rela tara m que a criança de veria ser
levada à primeira consulta ante s do primeir o ano de vida.
Assim també m Barro so et al. (1998) mostraram que 100% das mães levara m seus bebês ao médi co pediatra
no prime iro ano de vida, enquan to apenas a metade delas levou seus filhos à consul ta odontológi ca, ne sse mesmo
período.
A Ameri can Acade my of Pediatri c Den tistry (1999) preconi za que a época ideal para o início dos
atendi men tos odon tológico s seria entre 6 meses de idade e no máxi mo 12 me ses. Gayotto (1999) afir mou que
avaliação bucal da crian ça a partir dos sei s mese s de vida não somente previne a cárie e maus hábitos ali mentares,
mas pode também evitar deformidades óssea s na face, problema s oclusai s e ortodôn ticos.
No entan to, sabe-se que a abordage m do bebê ainda no s pri meiros seis mese s de vida é de extre ma
i mportân cia para a introdução de métodos educativo-preventivos, possibili tando um maior envol vimen to dos pais
quanto aos cuidado s com dieta , aleita mento materno, hábi tos de higiene bucal, be m como hábi tos dele térios para a
saúde bu cal da criança.
CONCLUSÕES
Os resul tados da presen te pesqui sa de monstram que a s mães entrevi stadas apresenta m baixa
escolaridade e renda. A maioria (70 ,8%) era SUS dependente , e não possuía m planos de saúde. Este fato vem
corroborar as conclusões de outros pesquisadore s a respeito da deter minação social do processo saúde-doença,
onde o contexto gerador é o meio social no qual o indiv íduo vive .
É unâni me a con statação de que a associação de diver sos fatores etiológico s pode conduzir a cárie
precoce na in fância , sendo que o per fil ma terno in fluencia a condição bucal do be bê.
Assi m, há nece ssidade de melhoria da qualidade de vida e da auto-e stima das populaçõe s de baixa renda,
as quais são fatores predisponentes à melhor acei tação e incorporação das infor mações sobre saúde bucal a seus
hábitos cotidianos de higiene .
Percebe-se que as infor ma çõe s recebidas não foram suficiente s para mudar hábito s (77% receberam as
orientaçõe s) e apenas 33% responderam que mudara m hábi tos de higiene bucal e 60% não responderam a esta
questão.
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Através da reflexão sobre a inefi cácia dos progra mas de saúde bu cal, con clui-se que o s a spectos
biológicos das doença s parecem não ser estímulo suficiente para criar ou mudar hábi tos.
Assi m sendo, o s conhecimen tos científi cos sobre o s cuidado s com a saúde bucal deve m ser apropriado s a
cada seg mento da sociedade , consolidando a cidadania, e trabalhando tais conhe ci mentos com enfoque no
autocuidado, valori zação do corpo enqu anto ser so cial e fon te de prazer .
O papel d o educador, na prá tica da educação em saúde não se real iza através da concep ção estática do
aprendizado, a travé s da transferência de conhecimentos, habilidades e de stre zas. O diálogo de ve ser utili zado
como pon to de partida , assi m como a superação da tradi cional siste mática do reforço punitivo, onde as prá tica s de
higiene são ensinadas como um fim e m si mesmas e a doenças são vista s como conseqüência do não cumprimen to
de sua s regra s.
Assi m, sugere-se que o pro fis sional de Saúde Bu cal da Atenção Básica e m Saúde incorpore e m suas
atividade s cotidianas, antes de tud o o papel de educador e pro motor da saúde, pois o SUS (Si ste ma Único de
Saúde) pode ser entendido co mo u m progra ma assistencial que busca a integr alidade da atenção à saúde pela
equidade como princípios doutrinários, onde o profissional de saúde deve se apropriar das per cepções de saúde da
população no planejamento e efe tividade de suas ações.
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