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alti
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS
UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ZOOTECNIA
São Luís de Montes Belos – GO
2009
2
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS
UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ZOOTECNIA
Projeto Pedagógico do Curso de
Zootecnia,
modalidade
bacharelado,
para
fins
de
renovação de reconhecimento do
curso.
São Luís de Montes Belos - GO
2009
3
DIRIGENTES DA UEG
Reitor
Luiz Antônio Arantes
Secretário Geral
Paulo Eduardo Narciso Souza
Pró-Reitor de Graduação
Roldão Aprígio de Souza
Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação
Pedro Sérgio dos Santos
Pró-Reitora de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis
Silma Júlia de Oliveira
Pró-Reitor de Administração, Planejamento e Finanças
Sivaldo Eugênio da Silva
Diretor do Núcleo de Seleção
Elcival José de Souza Machado
Diretor de Imprensa
Godofredo Sandoval Batista
Diretor de Comunicação
Edmar José Carneiro
Diretor de Planejamento
José Jorge Cavalcante Filho
Diretor de Programas Especiais
Valto Elias de Lima
Diretor Educacional
Rodrigo Medeiros da Silva
Vice Diretora
Selma Maria
Secretária de Registros Acadêmicos
Maria Luceny de Paula
4
Coordenadora Pedagógica
Maria Aurora Neta
Coordenadora Administrativa
Maria Lúcia de Oliveira Avelar
Coordenadora do Departamento de Comunicação e Eventos
Isla Maria Nogueira Pôrto
Coordenadora de Curso
Camilla Cruvinel Marques Bastos
Coordenadora Adjunta de Estágio
Luciana Moura Rufino
Coordenadora Adjunta de Trabalho de Curso
Tatiana Vieira Ramos
Coordenadora Adjunta de Laboratório
Karyne Oliveira Coelho
Coordenador do Laboratório de Biocarrapaticidograma
Rafael Costa Vieira
Coordenadora da Biblioteca
Hevellin Estrela
Coordenador de Informática
Leônidas José de Oliveira
5
EQUIPE RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PROJETO
Coordenadora de Curso
Camilla Cruvinel Marques Bastos
Coordenadora Adjunta de Estágio
Luciana Moura Rufino
Coordenadora Adjunta de Trabalho de Curso
Tatiana Vieira Ramos
Secretária de Registros Acadêmicos
Maria Luceny de Paula
PARECERISTA
Professor Doutor Rodrigo Zaiden Taveira
6
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO .................................................................................................... 14
1. CONCEPÇÃO DO CURSO .................................................................................. 15
2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .............................................................................. 16
3. HISTÓRICO DA UEG ........................................................................................... 16
3.1 Perfil Institucional................................................................................................ 19
3.2 Finalidades ......................................................................................................... 19
3.3 Área de Atuação ................................................................................................. 19
3.4 Órgãos de Administração Superior da UEG ....................................................... 20
3.4.1 Conselho Universitário .................................................................................... 20
3.4.2 - Reitoria ......................................................................................................... 20
3.4.3 - Conselho Acadêmico..................................................................................... 21
3.5 Pró-Reitoria de Graduação – PrG....................................................................... 21
3.6 Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis - PrE ......................... 24
3.7 Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP ............................................. 24
3.8 Pró-Reitoria de Administração, Planejamento e Finanças - PrA ....................... 26
3.9 Programa Universidade para os Trabalhadores da Educação .......................... 26
4. HISTÓRICO DA UnU............................................................................................ 27
5. JUSTIFICATIVA DO CURSO ............................................................................... 29
6. OBJETIVOS DO CURSO .................................................................................... 32
6.1 Objetivo Geral ..................................................................................................... 32
6.2 Objetivos Específicos ......................................................................................... 32
7. PERFIL DO EGRESSO ........................................................................................ 33
7.1 Habilidades e Competências ............................................................................. 33
8. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ........................................................ 34
8.1 Administração Acadêmica ................................................................................. 34
8.2 Coordenação do Curso...................................................................................... 35
8.3 Colegiado do Curso ........................................................................................... 36
8.4 Registro Acadêmico .......................................................................................... 37
9. METODOLOGIA DE ENSINO ............................................................................. 38
10. INTERDISCIPLINARIDADE ............................................................................... 38
11. ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR....................................... 39
O ensino de graduação, voltado para a construção do conhecimento, não pode
pautar-se por uma estrutura curricular muito rígida, baseada num enfoque
unicamente disciplinar. .............................................................................................. 39
Sendo assim, pretende-se assegurar a flexibilidade curricular através de uma matriz
curricular que obedece a carga horária mínima a ser cumprida, disponibilizando
ainda, grande variedade de oportunidades de atividades complementares, execução
de estágio curricular obrigatório e não obrigatório, bem como a participação em
projetos técnico-científicos desenvolvidos pelos docentes, além de atividades como
grupos de estudo e semanas acadêmicas. ............................................................... 39
12. ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO .......................... 39
12.1 Pesquisa ........................................................................................................... 40
12.2 Extensão ........................................................................................................... 43
13. ATIVIDADES COMPLEMENTARES .................................................................. 46
14. ESTÁGIO CURRICULAR .................................................................................. 50
15. TRABALHO DE CURSO ................................................................................... 53
16. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ...................... 55
17. ESTRUTURA CURRICULAR ............................................................................ 59
17.1 Matriz Curricular ............................................................................................... 59
17.2 Dimensionamentos da Carga Horária das Áreas e Atividades ......................... 59
Abordagem dos aspectos morfológicos da raiz, caule, folha, flor e fruto. Noções
sobre os sistemas de classificação e nomenclatura botânica e a identificação de
angiospermas. Morfologia externa e interna de monocotiledôneas e dicotiledôneas de
interesse zootécnico. Identificação e classificação dos principais grupos de plantas
forrageiras. ................................................................................................................ 73
Programas de seleção dos rebanhos, alcançando progresso genético nos rebanhos inerentes
às principais espécies de interesse econômico (bovinos de corte e leite, aves, suínos, ovinos,
eqüinos, peixes e cães), por meio da interpretação de provas de machos, fêmeas e progênie,
bem como a interpretação de dados de desempenho em consonância com a interação
genótipo-ambiente. Conservação de recursos genéticos de animais domésticos (raças em
extinção)...................................................................................................................................109
BOWMAN, J.C. Introdução ao Melhoramento Genético Animal. Edusp editora. 1981. ......109
GAMA, L.T. Melhoramento Genético Animal. Escolar editora. 1 ed. 2002..........................110
PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. 5a edição FEP –
MVZ, Editora, Belo Horizonte, 2008. .....................................................................................110
BOURDON, R. M. Understanding Animal Breeding. 2a edição. Colorado State University.
2000. ........................................................................................................................................110
RUVINSKY, A., FRIES, R. The Genetics of Cattle. CABI Publishing. 2001.......................110
SIMPÓSIO NACIONAL DE MELHORAMENTO ANIMAL. Ribeirão Preto Anais...
Viçosa: SBMA, 1996. ..............................................................................................................110
Estudo do exterior dos animais domésticos. As raças e os demais grupos
zootécnicos. Caracteres raciais e econômicos. Mensurações, índices e apreciação
zootécnica. Resenha e registro genealógico. Programas de melhoramento e
exposição de animais. Julgamento, aplicação de critérios e métodos em raças
taurinas de corte, zebuínas e raças compostas de corte, e de raças especializadas
de leite e eqüídeos. Preparação de animais para exposições e procedimentos de
julgamento em pista................................................................................................. 124
JOSAHKIAN, L. A. Associação Brasileira dos Criadores de Zebu: Uma Empresa de
Genética Tropical. In: Simpósio de Produção de Gado de Corte, Viçosa, 1999.
Anais... Viçosa: UFV/DZO, 1999. ........................................................................... 124
LUCHIARI FILHO, A. Pecuária da Carne Bovina. São Paulo: A. Luchiari Filho, 2000. 124
PEIXOTO, A.M.; LIMA, F.P.; TOSI, H.; SAMPAIO, N. de. S. Exterior e Julgamento
de Bovinos. Piracicaba: FEALQ, 1989..................................................................... 124
BOSMAN, D.; SOUZA, L.F.N. Ferramentas Para Seleção de Bovinos de Corte. In:
Simpósio Goiano Sobre Manejo e Nutrição de Bovinos de Corte, VI, Goiânia, 2004.
Anais... Goiânia: CBNA, 2004. P.141-164. .............................................................. 124
CASTRO, R.P.de. Sistema Linear de Classificação. In: PEIXOTO. A.M.; FERRAZ,
J.B.S.; ELER, J.P. Seleção de Zebuínos para Características Produtivas. In:
Simpósio de Produção de Gado de Corte, I., Viçosa, 1999. Anais...Viçosa: UFV,
DVT, DZO, EJZ, 1999. P. 29-50. ............................................................................. 124
Jacarezinho Agro-Pecuária. Sumário de Touros Nelore......................................... 124
APRESENTAÇÃO
O presente Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Graduação em Zootecnia
da Unidade Universitária de São Luís de Montes Belos resultou de discussões,
estudos, reflexões e sínteses construídas pelo colegiado do curso, formado pelos
docentes, secretária acadêmica e coordenação do curso.
Para início deste trabalho, foram considerados os aspectos legais da política
educacional em vigor, bem como as normas vigentes da Universidade Estadual de
Goiás, levando em consideração o desafio da formação de profissionais capazes de
decidir, planejar e executar as atividades relacionadas à zootecnia e afins.
Entende-se o PPC como uma proposta de ação intencional construída em
trabalho conjunto de equipe, sendo um documento fundamental que irá nortear todas
as funções e atividades no exercício da docência e da gestão, estando vinculado
ainda à pesquisa e extensão.
Ressalta-se, entretanto, que este PPC não se constitui em documento
definitivo, ao contrário, tem caráter dinâmico, possibilitando mudança que esteja
sempre de acordo com os interesses e necessidades de uma sociedade justa e
igualitária.
Para a elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Zootecnia, bem como
de todo o processo para reconhecimento das matrizes curriculares do referido curso,
foram utilizadas várias leis, que deram suporte para sua elaboração, dentre elas o
Caderno I, sobre como elaborar o PPC, bem como organizar o processo de
reconhecimento dentro das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN’s).
Além de levar em consideração a legislação vigente, observou-se a questão
das instâncias de elaboração e aprovação deste, passando por discussões entre
coordenação de curso, coordenação pedagógica e colegiado do curso, para então,
seguir sua análise na Câmara de Graduação.
1. CONCEPÇÃO DO CURSO
É preciso considerar que o valor social e político de qualquer profissão
defluiram do preparo, da eficiência e do nível de serviços oferecidos pelos
profissionais à sociedade. Este aspecto constitui-se no grande indutor da conquista
do espaço profissional, num mundo cada vez mais integrado e competitivo.
A Zootecnia brasileira deve considerar os contrastes existentes no nosso País,
onde coexistem, por exemplo, sistemas rudimentares e sofisticados de produção e
que além das áreas consolidadas de atuação emergem, a ecologia e manejo da
fauna silvestre, a aqüicultura, a etologia, a biotecnologia, a conservação de recursos
genéticos, a criação econômica de animais silvestres, a questão ambiental, a gestão
empresarial de empresas, o “agribusiness”, as atividades de consultoria e prestação
de serviços especializados, entre outras.
As organizações de recursos humanos têm identificado alguns atributos que
devem integrar o perfil do profissional do futuro, do profissional vitorioso nas suas
atividades.
Para alcançar esse perfil desejado, é preciso que as Academias busquem
através do debate e da discussão, encontrar os caminhos e as estratégias
profissionais e pedagógicas mais ajustadas as suas realidades. É fundamental que o
acadêmico esteja motivado e que se sinta envolvido como pessoa, para que a
aprendizagem se relacione com seu universo existencial, permitindo-lhe formular
problemas e questões, facultando-lhe colocar o conteúdo aprendido em confronto
com sua prática profissional, possibilitando transferir o aprendizado para situações
reais e suscitando modificações no comportamento.
Também deve prevalecer no curso a preocupação com os valores de
urbanidade, solidariedade, retidão de caráter, cooperação, culto à verdade,
responsabilidade, dignidade no agir e proceder, como instrumentos propedêuticos ao
exercício da profissão e da cidadania.
2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Nome do Curso: Zootecnia
Modalidade: Bacharelado
Regime de Funcionamento: Semestral
Tempo de Integralização: Mínimo: 10 (dez) semestres
Máximo: 15 (quinze) semestres
Carga horária total: 3959 Horas
Período de Funcionamento: Integral
Forma de ingresso: Semestral
Número de vagas: 30
Início da Vigência da Matriz Curricular: 2009
3. HISTÓRICO DA UEG
A proposta de criação da UEG não é recente e a mobilização entre diversos
segmentos da sociedade para implantação de uma Instituição de Ensino Superior
pública, gratuita e de qualidade, no Estado de Goiás, tem seus primeiros registros
datados da década de 1950.
A Reforma Universitária, ocorrida em 02 de novembro de 1968, através da Lei
5.540, facilitou a disseminação do Ensino Superior, e em Goiás, foram criadas as
Faculdades Isoladas.
Nos anos de 1968 e 1987 foram organizados, pela Delegacia Regional do
Ministério da Educação e Cultura em Goiás (DEMEC), o I e II Seminários sobre a
Expansão do Ensino de 3º Grau, e, durante os mesmos, os movimentos sociais,
tanto de professores quanto de alunos, evidenciaram o desejo de interiorização do
Ensino Superior. A década de 1980 também foi marcada por uma série de
mobilizações da União Estadual dos Estudantes (UEE) para a estruturação de uma
Universidade Multicampi em Goiás.
Até o ano de 1986, o Estado de Goiás, em termos de Ensino Superior,
dispunha de 10 autarquias em funcionamento nos seguintes municípios: Goiânia,
Anápolis, Goiás, Porto Nacional, Porangatu, Araguaína, Morrinhos, Iporá, Itapuranga
e Quirinópolis. Através de outras treze leis autorizativas, o Chefe do Poder Executivo
dispunha do poder de criá-las, mas algumas ficaram no papel, inclusive a lei nº
10.018, de 22 de maio de 1985, “... Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a
criar a Universidade Estadual de Anápolis - UNIANA”.
A Lei nº 11.655/91 criou a Universidade Estadual de Goiás com sede em
Anápolis, originada a partir da Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis
(FACEA) e a incorporação das treze demais IES existentes, mantidas pelo Estado, o
que veio fortalecer a luta de diversos segmentos interessados na criação de uma
Universidade Pública Estadual em Goiás.
Um projeto de Universidade Estadual, elaborado pela Assembléia Legislativa,
ainda no governo de Ary Ribeiro Valadão, através da Lei de nº 8772, de 15 de janeiro
de 1980, delegava ao Poder Executivo autorização para criar a Universidade do
Estado de Goiás com sede em Anápolis, sob a forma de Fundação; porém, o
Decreto somente foi assinado pelo governador Dr. Henrique Antônio Santillo, que
instituiu a Fundação Estadual de Anápolis, mantenedora da UNIANA, sob nº 3355,
de 9 de fevereiro de 1990.
A partir do sonho de se construir um projeto de Universidade democrática,
solidamente enraizada em todas as regiões em que estivesse presente como
instrumento de transformação regional e de inclusão social, nasce a Universidade
Estadual de Goiás - UEG, resultado do processo de transformação da UNIANA e da
incorporação das Instituições de Ensino Superior (IES) isoladas, mantidas pelo Poder
Público Estadual, por força da Lei Estadual nº 13.456, de 16 de abril de 1999,
vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia de Goiás. A UEG foi
organizada como uma Universidade Multicampi, tendo como sede central o campus
da anteriormente denominada UNIANA.
O artigo 2º da Lei Estadual nº 13.456, de 16 de abril de 1999, ao transformar a
UNIANA e as demais faculdades na Universidade Estadual de Goiás, com sede em
Anápolis, procedeu também à transformação da Fundação Universidade Estadual de
Anápolis na Fundação Universidade Estadual de Goiás.
As Unidades Universitárias, localizadas nas várias regiões do Estado,
oferecendo cursos a distância, tecnológicos, seqüenciais e programas emergenciais
de formação superior, além dos cursos regulares, integrados numa organização
maior, conforme as peculiaridades regionais, cumpre suas finalidades estratégicas,
oportunizando o acesso da juventude ao ensino superior público e gratuito, elevando
o nível de formação técnico-profissional e cultural do povo goiano, contribuindo para
o processo de modernização e desenvolvimento, colocando o Estado de Goiás a
patamares respeitáveis de competitividade econômica e política, seja em níveis
regionais, seja em níveis nacionais.
Com a publicação da Lei nº 16.272, de 30 de maio de 2008, a UEG é
transformada em autarquia, com a denominação de Universidade Estadual de Goiás.
3.1 Perfil Institucional
Da Missão Institucional da UEG
Missão original constante do Estatuto da Fundação Universidade Estadual de
Goiás: pesquisar, desenvolver, organizar, divulgar e partilhar conhecimentos,
ciências e percepções, ampliando o saber e a formação do ser humano para a
atuação sócio-profissional solidária e coerente com as necessidades e a cultura
regionais, com o objetivo de que homens e mulheres conquistem sua cidadania, num
projeto de sociedade equilibrada, nos parâmetros da eqüidade.
Por ocasião da elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento Institucional
(2001 a 2004), a missão da UEG passou a ser:
Produzir e socializar o conhecimento científico e o saber, desenvolver a
cultura e a formação integral de profissionais e indivíduos capazes de
inserirem-se criticamente na sociedade e promoverem a transformação da
realidade sócio-econômica do Estado de Goiás e do Brasil. (PDI, 2003, v. 1,
p. 26).
3.2 Finalidades
As finalidades da UEG constam do artigo 5º do Estatuto da Instituição,
homologado pelo Decreto nº 5.130, de 03/11/1999.
3.3 Área de Atuação
A UEG, através de suas Unidades Universitárias e Pólos, atua em todas as
áreas do conhecimento, segundo a classificação do Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, com 35 cursos regulares que se
desdobram em 131, 3 cursos de ensino à distância, desdobrados em 12 e 10 cursos
de graduação tecnológica, desdobrados em 19. Oferece, ainda, cursos de graduação
para formação de professores, por meio de programas especiais de valorização dos
Profissionais de Educação, além de prestar outros serviços relevantes à sociedade.
3.4 Órgãos de Administração Superior da UEG
3.4.1 Conselho Universitário
O Conselho Universitário é o órgão normativo e deliberativo supremo da
Instituição, com atribuições definidas no Estatuto da UEG, sendo a última instância
de recurso da Instituição.
3.4.2 - Reitoria
A Reitoria, composta pelo Reitor e Pró-Reitores, é o órgão executivo superior
da UEG, cabendo-lhe representá-la, coordená-la, fiscalizá-la, bem como acompanhar
e supervisionar o desenvolvimento dos trabalhos de suas Unidades Universitárias,
prover meios e recursos para Ensino, Pesquisa e Extensão, implementar políticas e
estratégias de desenvolvimento e avaliar os resultados das atividades acadêmicas,
em todos os níveis e em todas as Unidades Universitárias, executando as
deliberações do Conselho Universitário e do Conselho Acadêmico da Universidade.
3.4.3 - Conselho Acadêmico
O Conselho Acadêmico da Universidade supervisiona e delibera, técnica e
administrativamente, sobre Graduação, Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão,
Cultura, Assuntos Estudantis e Cursos Seqüenciais.
O Conselho Acadêmico da Universidade é composto pelas Câmaras de
Graduação, de Pesquisa e de Pós-Graduação, as quais, dentre as competências
específicas da sua área de atuação, instruem processos a serem deliberados pelo
CsA.
As Pró-Reitorias são órgãos executivos responsáveis pelo planejamento,
coordenação, execução, controle, supervisão e avaliação das atividades de
Graduação, Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis.
3.5 Pró-Reitoria de Graduação – PrG
A Pró-Reitoria de Graduação, parte integrante da Reitoria, tem como papel
principal implementar, no âmbito da graduação, ações que viabilizem o cumprimento
da missão institucional da UEG, no que diz respeito à produção e socialização do
conhecimento científico e do saber, realizando ações e procedimentos que busquem
desenvolver a cultura e a formação integral dos alunos, para que se tornem capazes
de inserção crítica na sociedade, buscando assegurar novos horizontes sócioculturais, científicos, tecnológicos e econômicos, além de valorizar e implementar as
diferentes vocações e potencialidades da cada uma das regiões que integram nosso
Estado.
A principal responsabilidade desta Pró-Reitoria é gerir o ensino de graduação,
primando pela excelência de seus cursos, dando ênfase à construção do
conhecimento e contribuição com a transformação dos sujeitos e da sociedade. Essa
tarefa dá-se através de ações que buscam o aprimoramento científico-cultural e
humanístico do corpo discente, docente e administrativo da UEG e também de
procedimentos acadêmicos, integradores de nossos alunos, desde o ingresso até a
conclusão de curso de graduação ou de curso superior de formação específica.
Para tal, guia-se pelo princípio de que a formação é um processo contínuo e
deve ser pautado pelo desenvolvimento da capacidade de ação crítica dos cidadãos,
que deverá refletir-se numa atuação profissional, ética, competente e de participação
nos processos de desenvolvimento e transformação da sociedade.
Compõe a Pró-Reitoria de Graduação: Coordenação Geral de Legislação e
Normas, Coordenação Geral de Acompanhamento e Registro Acadêmico e
Coordenação Geral de Gestão Curricular e Acadêmica.
Compõem, ainda, a PrG:
1º – Câmara de Graduação
A Câmara de Graduação é um órgão deliberativo, com espaços de
participação e representatividade estudantil na discussão dos rumos acadêmicos da
UEG. A implantação e consolidação de uma política estudantil, em consonância com
os objetivos e missão institucional é uma das suas obrigações, pois o ensino de
graduação da UEG deve estimular e promover a participação dos acadêmicos em
projetos de investigação científica e comunitária, que contextualizem com a realidade
e o conhecimento científico adquirido durante o desenvolvimento do curso.
A Câmara de Graduação destina-se ao acompanhamento, deliberação,
orientação de todos os processos necessários ao desenvolvimento do ensinoaprendizagem conforme a legislação vigente em todas as instâncias e as
estabelecidas no Estatuto e Regimento Geral da UEG.
2º - Sistema Acadêmico de Gestão Unificada – SAGU
O Sistema Acadêmico de Gestão Unificada – SAGU foi concebido visando
agilizar o processo dentro das secretarias acadêmicas e gerenciar todo o
relacionamento do aluno com a Instituição.
Ele permite o gerenciamento otimizado de todos os recursos envolvidos, de
forma unificada, padronizando os documentos, como: histórico, declaração, certidão
(com o mesmo modelo entre as Unidades Universitárias), possibilitando a
interligação direta com outros sistemas como o UEGONLINE (sistema onde os
professores podem cadastrar notas, freqüências, e os alunos acessarem as
mesmas), o GNUTECA (Sistema de automação de todos os processos das
bibliotecas) e o MATVET (Sistema de Cadastro de Matrizes Curriculares).
3º - Sistema Integrado de Bibliotecas Regionais - SIBRE
O Sistema Integrado de Bibliotecas Regionais – SIBRE, implantado em janeiro
de 2001, integra 42 bibliotecas das Unidades Universitárias da UEG. Os acervos
bibliográficos estão sendo automatizados no Software GNUTECA e serão
interligados por redes, oferecendo acesso à informação a toda a comunidade
acadêmica. O SIBRE tem como objetivo dar suporte às atividades de ensino,
pesquisa e extensão, a fim de estimular a produção técnico-científica, acadêmica e
cultural da UEG.
4º - Laboratórios
Os laboratórios, implantados na UEG, têm por fim a qualificação dos
acadêmicos, por meio do treinamento profissional, da cooperação, do intercâmbio
técnico e do desenvolvimento de ações sociais. São ambientes que promovem a
integração,
a
formação
profissional
do
aluno
e
a
operacionalização
da
indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão em atividades de cunho acadêmico com
reflexos sociais por meio, inclusive, da prestação de serviços à comunidade.
3.6 Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis - PrE
A Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis – PrE, órgão
executivo da UEG, tem a atribuição de coordenar e superintender as atividades de
extensão, cultura e assuntos estudantis, enfatizando a missão e os objetivos da
UEG, bem como as políticas regionais e nacionais nessas áreas. Responsabiliza-se
também
pelo
desenvolvimento
e
implementação
de
uma
política
de
acompanhamento e apoio estudantil.
As atividades extensionistas são pautadas, em seu desenvolvimento pela
relação
social
de
impacto,
a
bilateralidade,
a
interdisciplinaridade
e
a
indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão.
3.7 Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP
A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP tem como atribuição
coordenar o ensino de pós-graduação stricto e lato sensu e as atividades de
pesquisa na UEG.
A pesquisa desenvolvida na Universidade é pautada nos princípios e
elementos do método científico, salvaguardando as peculiaridades das ciências não-
empíricas e das ciências naturais e sociais, praticadas e ensinadas na Universidade,
objetivando a produção do saber e tendo a investigação científica como suporte, para
a resolução de questões pertinentes à melhoria da qualidade de vida da sociedade.
A Pós-Graduação é o processo de formação continuada para a superação no
confronto de problemas, visando atender aos anseios da sociedade, contribuindo
para a formação e a qualificação de cidadãos com consciência crítica, sob os
critérios de equidade e democratização sociais.
Sendo indissociáveis da Pesquisa, os Programas de Pós-Graduação
orientam-se por eixos temáticos e grupos de pesquisa emergentes da Universidade,
contribuindo para a consolidação dos mesmos, buscando a integração das atividades
inerentes ao ensino, à pesquisa e à extensão.
São metas prioritárias da PrP a elevação da qualidade, por meio da
qualificação do corpo decente, a inovação pela utilização de recursos tecnológicos
na pesquisa e programas de formação continuada e a expansão pela busca de
novas formas de financiamento e parcerias para as atividades programadas.
1 – Iniciação Científica
A Iniciação Científica é um instrumento de formação do aluno e tem por
objetivo despertar a vocação científica, incentivar potenciais de novos talentos,
estimular o pensamento científico e a criatividade nos estudantes de graduação. O
aluno de iniciação científica participa de atividades de pesquisa sob a orientação de
um pesquisador qualificado, tendo a possibilidade de aprender técnicas, métodos de
pesquisa e de se qualificar para os programas de pós-graduação.
2 – Pós-Graduação
A Coordenação de Pós-Graduação Stricto-Sensu – é responsável pelos
cursos de pós, oferecidos pela UEG e, ainda, pelo levantamento de demanda e
tramitação junto à CAPES de propostas de cursos stricto-sensu de mestrado e
doutorado assim como pela análise de solicitação de afastamento para qualificação
docente, em programas de mestrado, doutorado e pós-doutorado, consolidados e
reconhecidos pelo Sistema Federal de Educação.
3.8 Pró-Reitoria de Administração, Planejamento e Finanças - PrA
Além das atividades rotineiras das Pró-Reitorias existentes, são realizados
alguns Programas que colaboram com a UEG no processo do desenvolvimento
educacional, tanto regional como nacional, inserindo o cidadão no verdadeiro
contexto do exercício da cidadania.
3.9 Programa Universidade para os Trabalhadores da Educação
Ministrado em todas as unidades universitárias e nos 9 pólos localizados em:
Águas Lindas, Anápolis, Aruanã, Cristalina, Itapaci, Piranhas, Planaltina, Pontalina e
Santo Antônio do Descoberto.
A Universidade Estadual de Goiás implantou, em 1999, o Programa
Universidade para Trabalhadores da Educação, incampando o maior Projeto de
Formação de Professores do país: a Licenciatura Plena Parcelada. O programa,
hoje, com nova denominação: Cursos Especiais de Formação em Licenciatura tem o
objetivo de promover a graduação de professores das redes: pública, municipal e
estadual, e da rede particular de ensino, para atender à Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional – 9.294/96 – a qual estabeleceu prazo, para que todos os
professores em sala de aula fossem licenciados para tal, proporcionando melhores
condições para o exercício profissional no campo da docência e da gestão escolar,
contribuindo para o desenvolvimento educacional na região e a formação continuada
dos profissionais.
O Programa Universidade Para os Trabalhadores da Educação - uma
experiência de sucesso na formação de professores, por meio dos Cursos Especiais
de Formação em Licenciatura concretiza-se através de parcerias com a Secretaria
de Estado da Educação, Associação Goiana de Municípios – AGM, com adesão das
prefeituras, sindicatos e associações de professores da rede particular de ensino.
Atualmente, a UEG conta com 42 Unidades Universitárias nos seguintes
municípios:
Anápolis – CSEH, CET e EAD, Aparecida de Goiânia, Caldas Novas, Campos
Belos, Ceres, Crixás, Edéia, Formosa, Goianésia, Goiânia – ESEFFEGO e
Laranjeiras, Goiás, Inhumas, Ipameri, Iporá, Itaberaí, Itapuranga, Itumbiara, Jaraguá,
Jataí, Jussara, Luziânia, Minaçu, Mineiros, Morrinhos, Niquelândia, Palmeiras de
Goiás, Pirenópolis, Pires do Rio, Porangatu, Posse, Quirinópolis, Sanclerlândia,
Santa Helena de Goiás, São Luis de Montes Belos, São Miguel do Araguaia,
Senador Canedo, Silvânia, Trindade e Uruaçu.
Assim, em 2008, a UEG está presente em 51 cidades do Estado de Goiás,
atingindo cerca de 20% da totalidade dos municípios, o que a coloca na posição de
segunda maior Universidade Estadual do Brasil.
4. HISTÓRICO DA UnU
A UEG – UnU de São Luís de Montes Belos foi criada pela Lei no 9.7771 de
10 de setembro de 1985 e pelo Decreto no 2.532 de 19 de Dezembro de 1985.
Ressalta-se que inicialmente a UnU foi criada pelo Governo do Estado de Goiás
como faculdade estadual isolada no regime de autarquia, com o nome de Faculdade
de Educação, Ciências e Letras de São Luís de Montes Belos - FECIL-BELOS.
Posteriormente o Decreto no 3.891 de 26 de novembro de 1992, alterou o Art. 3o da
1
Essa Lei autoriza o Governo a criar em forma de autarquia uma Faculdade de Educação, Ciências e Letras nos
municípios de: Morrinhos, Gurupi, Iporá, Jussara, Goianésia, Quirinópolis, São Luís de Montes Belos,
Formosa, Luziânia, e Santa Helena de Goiás.
Lei 2.532/1985, que propunha formar profissionais nas áreas de Ciências Humanas e
Letras, por meio dos Cursos de Letras, História, Geografia e Estudos Sociais.
A partir do Decreto 3.891/92 a instituição deveria formar profissionais de
nível superior nas áreas de Letras, Ciências Humanas e Ciências da Saúde por meio
dos Cursos de Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitações em Administração
Escolar e Magistério das Séries Iniciais, Curso de Administração Escolar e Curso de
Zootecnia (MENDONÇA; NASCIMENTO, 2006).
Apesar de ter sido criada desde 1985 ela só entrou em funcionamento
desde 1993, a partir da realização do primeiro vestibular para o Curso de Pedagogia.
Este curso foi autorizado por meio do Parecer nº 131/93 do Conselho Estadual de
Educação de 20/01/93 e da Portaria de Autorização do dia 09 de Setembro de 1.993
por meio de Decreto Federal.
Conforme está expresso no Relatório de Avaliação Institucional de 2005,
no ano de 1993 foi realizado o primeiro vestibular, oferecendo 60 (sessenta)
vagas, divididas em 02 (duas) turmas, sendo 30 (trinta) para Habilitação em
Magistério e 30 (trinta) para Habilitação em Administração Escolar, iniciando as
aulas em janeiro de 1994.
Destaca-se que até o ano 1998 só funcionou o Curso de Pedagogia na
então FECIL BELOS. No ano de 1999, a FECIL-BELOS, juntamente com as
demais faculdades estaduais autárquicas e a Universidade Estadual de Anápolis
(UNIANA), por meio da Lei Estadual nº 13.456/99, de 16 de abril de 1999,
transformaram-se na Universidade Estadual de Goiás. A partir de então a FECILBELOS tornou-se a UEG – UnU de São Luís de Montes Belos.
Acrescenta-se ainda que em janeiro de 1999 a UnU de São Luís de Montes
Belos deu início aos projetos de Licenciatura Plena Parcelada, iniciando com uma
turma no Curso de Pedagogia. Desde então já foram formadas várias turmas do
curso de Pedagogia, uma turma do curso de Biologia e uma do curso de Geografia.
No momento (setembro/2008) estão em andamento uma turma do curso de História
e três turmas do curso de Educação Física.
Desde então, a UnU de São Luís ampliou a oferta de seus cursos,
oferecendo a partir do ano 2000 os cursos de Letras e Zootecnia. O curso de Letras
oferece 40 (quarenta) vagas anuais e funciona no turno matutino. O curso de
Zootecnia oferece 60 vagas anuais, divididas em dois processos seletivos
semestrais. A oferta dos cursos regulares foi ampliada novamente no ano de 2006,
com o início do curso de Tecnologia em Laticínios, que oferece 40 vagas anuais.
A UnU ofereceu também os cursos seqüenciais de Gestão Pública e Gestão
do Agronegócio, entre os anos de 2005 e 2007. Além desses cursos a UnU tem
oferecido também alguns cursos de Pós-Graduação Lato Sensu. O curso de PósGraduação em Psicopedagogia foi oferecido em 2000 e 2006. O curso de Docência
Universitária foi oferecido no ano de 2003 e 2007. Foram oferecidos ainda os cursos
de Pós-Graduação em Língua Portuguesa e de Bovinocultura de Leite no ano de
2007.
Portanto, é possível perceber que a Unidade de São Luís de Montes Belos
tem
ampliado
consideravelmente
suas
atividades
relacionadas
ao
ensino,
especialmente a partir do ano de 1999, quando a FECIL-BELOS foi transformada em
UnU da UEG.
5. JUSTIFICATIVA DO CURSO
O setor agropecuário goiano, numa visão sistêmica voltada para o
desenvolvimento sustentável, direciona suas políticas para a geração de renda,
preservação do meio ambiente, eqüidade social, qualidade de vida, ciência e
tecnologia, e muito mais; na busca constante da cidadania plena. E ainda, a
localização estratégica, a abundância de recursos naturais e a determinação de seu
povo, favorecem e explicam o desenvolvimento econômico alcançado nos últimos
anos, se destacando em relação aos demais Estados da região Centro-Oeste.
Desde os primórdios de seu desenvolvimento, o Estado de Goiás revelou uma
vocação para a atividade agropecuária. No princípio, a exploração de minérios
permitiu a abertura de novas fronteiras e a conseqüente expansão da colonização,
mas em decorrência das necessidades sociais, e, sobretudo econômicas, a
agropecuária foi se firmando, favorecida pelas excelentes condições de clima e
topografia. No início da década de 70, com o advento da diretriz política de
transformação industrial e verticalização de produtos agrícolas, a região atinge
desenvolvimento tecnológico que a coloca em destaque no país como produtora de
alimentos e produtos agropecuários industrializados. É notório o crescimento dos
rebanhos comercias (suínos, bovinos, eqüinos, caprinos, ovinos e outros) no estado,
destacando-se ainda a disponibilidade de matérias-prima para a alimentação animal,
o que vem despertando o interesse de segmentos industriais de outras regiões.
Estes grandes grupos, ao se instalarem em Goiás, proporcionaram aumento
quantitativo e qualitativo da produção e a geração de milhares de empregos diretos e
indiretos.
Assim, tanto os aspectos culturais como os sociais e econômicos, exigem que
estejamos preparados para empreender a Zootecnia sob um novo enfoque, de modo
criativo e consciente. Dentro deste contexto, pelo Decreto n° 3891 de 26 de
novembro de 1992, no ano 2000 foi implantado o Curso de Zootecnia na UEG –
Unidade Universitária de São Luís de Montes Belos, onde realizou seu primeiro
vestibular em julho de 2000, oferecendo 30 vagas por semestre.
Sua implantação teve início por meio da mobilização da comunidade e
autoridades locais e regionais para atender especialmente a demanda do segmento
agropecuário, interagindo com competência e responsabilidade ambiental e social no
mundo globalizado, através da formação de recursos humanos, do desenvolvimento
de pesquisas e da geração e divulgação de conhecimentos.
Nota-se
extraordinária
revolução
científica
e
tecnológica
no
mundo
globalizado, o que produziu poderosas modificações na vida e na cultura dos povos.
Tendo em vista a Zootecnia, este progresso também foi extraordinário, considerando
os avanços da biotecnologia e da informática, os quais fizeram emergir novos
desafios à formação e atuação do Zootecnista inserido na nova ordem social
econômica e política. Para tanto há a necessidade de se trabalhar com uma matriz
curricular moderna e contextualizada às exigências mercadológicas, formando
profissionais capacitados e conscientizados do papel que desempenham na
sociedade.
O curso faz-se importante pela necessidade do estabelecimento de ações
pedagógicas com base no desenvolvimento de condutas e de atitudes com
responsabilidade técnica e social, tendo em vista os seguintes princípios:
a) O respeito à fauna e flora;
b) A conservação e recuperação da qualidade do solo, do ar e da água;
c) O uso tecnológico racional, integrado e sustentável do ambiente;
d) O emprego de raciocínio reflexivo, crítico e criativo; e
e) O atendimento às expectativas humanas e sociais no exercício das
atividades profissionais.
A zootecnia é um curso conceituado e procurado por pessoas que se
interessam pelas técnicas de manejo, reprodução, melhoramento genético e nutrição
na produção animal. Proporcionamos aos acadêmicos estágios, projetos de pesquisa
e extensão, parcerias e convênios com outras instituições de ensino e empresas
particulares para que os mesmos possam estar interagindo com o mercado de
trabalho. Assim, a zootecnia da Universidade Estadual de Goiás – UnU São Luís de
Montes Belos está sendo divulgada e vem se expandindo cada vez mais em todos os
estados do Brasil, além de ser válido para o estado de Goiás
possuir uma
universidade pública que disponibiliza para a sociedade um curso de grande valor
para economia do país.
O curso de zootecnia da UEG, reconhecido pelo Conselho Estadual de
Educação em dezembro de 2005, vem se destacando, alcançando, inclusive,
primeira colocação com conceito 4 (classificação máxima de 5) no Exame Nacional
de Desempenho do Estudante (ENADE)/2005 no Estado de Goiás, e segundo lugar
em nível nacional. Embora obteve no ano de 2008 conceito 3, a média dos alunos foi
superior ao exame realizado em 2005.
Ressaltando que o curso de zootecnia da UEG conquistou três estrelas no
Guia do Estudante Melhores Universidades em 2007 e 2008, da Editora Abril, em
sua
avaliação
anual de
cursos
superiores,
sendo
motivo
reconhecimento positivo do nosso trabalho em nível nacional.
de
orgulho
e
6. OBJETIVOS DO CURSO
6.1 Objetivo Geral
Tendo em vista as atuais interfaces do mundo globalizado, permeado por
exigências mercadológicas desafiadoras, pretende-se graduar Zootecnistas com
ampla e sólida gama de conhecimentos científicos aplicados a questões inerentes a
produção animal, em seus vários níveis e especificidades, sendo agentes
possuidores de consciência ética, social, cultural, econômica e ambiental do meio de
produção ao qual se encontra inserido, sendo capacitado ainda para a geração,
transferência e difusão tecnológica.
6.2 Objetivos Específicos
Formar profissionais com plena habilidade no desenvolvimento de tarefas
vinculadas ao processo de produção animal das espécies de interesse zootécnico,
por meio de diferentes estratégias de manejo, nutrição, instalações, administração
rural, melhoramento genético e reprodução nos rebanhos, além do desenvolvimento
de pesquisas e atuação em projetos de extensão, em consonância com a
preservação ambiental, dotados de espírito crítico e investigativo.
7. PERFIL DO EGRESSO
Espera-se que o egresso possua sólida formação científica aplicada as
temáticas referentes à produção animal, contextualizado nas interfaces de suas
especificidades, possuindo capacidade de identificar e solucionar possíveis fatores
limitantes ao incremento da produção, em seus vários níveis. O profissional, por meio
de sua formação global, deverá contribuir para a melhoria na qualidade de vida do
ser humano, estando plenamente inserido nos aspectos multidisciplinares referentes
ao exercício de sua profissão, com ética, conhecimento e disposição.
7.1 Habilidades e Competências
- Avaliar geneticamente os rebanhos, propondo estratégias para o incremento
nos níveis de produtividade.
- Selecionar os animais para os processos de acasalamento e/ou
cruzamentos.
- Acompanhar e julgar animais domésticos em feiras e exposições
agropecuárias.
- Acompanhar e supervisionar o desenvolvimento das biotecnologias da
reprodução.
- Estabelecer programas nutricionais para as diversas espécies e categorias
animais.
- Planejar e avaliar as instalações zootécnicas, visando o bem estar animal e
funcionalidade.
- Estabelecer programas de qualidade no processo de produção animal.
- Determinar e acompanhar métodos de tratamento e destino de resíduos
oriundos da exploração animal, focando a preservação ambiental.
- Desenvolver e aperfeiçoar técnicas concernentes a preservação e
exploração econômica de animais silvestres.
- Assessoramento em programas de controle sanitário, higiene, profilaxia e
rastreabilidade animal, visando à segurança alimentar humana.
- Desenvolver e acompanhar técnicas de produção e armazenamento de
produtos de origem animal.
- Trabalhar e desenvolver atividades em laboratórios de pesquisa.
- Atuar em atividades docentes no ensino superior, desenvolvendo,
interpretando e contextualizando resultados de pesquisas, difundindo os resultados.
-
Elaboração
e
orientação
na
confecção
e
condução
agropecuários.
- Atuar em mercados relacionados aos Sistemas Agroindustriais.
de
projetos
- Integrar e gerir órgãos públicos e empresas privadas com atribuições
relativas à agropecuária.
8. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA
8.1 Administração Acadêmica
A Secretaria Acadêmica da Unidade é composta por cinco servidores:
Secretária Acadêmica Maria Luceny de Paula - Pedagoga - Especialista, e mais
quatro servidores todos de nível superior. A servidora responsável pelo curso de
zootecnia é a pedagoga Cláudia Pereira Luz, que presta serviços à Unidade desde
fevereiro de 1.999.
Horário de Funcionamento da Secretaria: 7:00 às 11:30h/ 12:30 às 22:40h
Área total: 5.652m2
Área construída: 1.951m2
A Secretaria possui os seguintes equipamentos para realizar as atividades:
04 computadores;
07 mesas;
08 cadeiras;
02 armários;
07 arquivos;
01 estante de madeira;
02 prateleiras em uma outra sala que são utilizadas para arquivo;
03 ventiladores;
01 impressora;
8.2 Coordenação do Curso
A coordenação do Curso de Zootecnia está prevista no organograma da
instituição, subordinada à Coordenação Geral Pedagógica e a Diretoria, sendo este
cargo ocupado por um (a) escolhido (a) por processo eleitoral, sendo que o mesmo
possui as seguintes competências:
● Elaborar e revisar periodicamente o projeto pedagógico do curso;
● Planejar e distribuir as disciplinas entre os professores que atuam no curso;
● Elaborar os horários do curso;
● Orientar os alunos quanto ao regulamento e desempenho acadêmico;
● Analisar e emitir parecer sobre os pedidos de aproveitamento de disciplinas,
juntamente com os professores das respectivas disciplinas, conforme previsto no
Regulamento Acadêmico dos Cursos de Nível Superior;
● Convocar e presidir as reuniões do Colegiado do Curso;
● Representar o Colegiado do Curso em reuniões da Direção de Ensino;
● Avaliar periodicamente a performance do curso junto ao Colegiado;
● Avaliar, junto ao Colegiado, a infra-estrutura e logística para o funcionamento e
desenvolvimento do curso;
● Comunicar ao órgão competente qualquer irregularidade no funcionamento do
curso e solicitar as correções necessárias;
● Executar as deliberações do Colegiado do Curso;
● Exercer outras atribuições inerentes ao cargo.
Quadro 1 – Identificação da Coordenadora de Curso
Nome
Camilla Cruvinel Marques Bastos
Graduação
Zootecnia
Especialização
Produção Animal
Regime de Trabalho
40 horas semanais
E- mail
[email protected]
Fone
(64) 3671-1427
8.3 Colegiado do Curso
O colegiado do curso é formado por todos os docentes do curso, coordenador
de curso, coordenador adjunto de estágio, de TC, de laboratório e da Fazenda
escola, secretária acadêmica e um acadêmico(a) representando os discentes,
escolhido pelos mesmos dentre os representantes de sala de cada período, com
representatividade de um ano. O mesmo reunir-se-á ao colegiado, ordinariamente,
bimestralmente, e, extraordinariamente, quando convocado pela coordenação de
curso ou pela maioria dos seus membros. As reuniões acontecerão mediante
convocação por escrito, contendo a pauta, a data, o horário e o local. As decisões
tomadas em reunião serão registradas em ata e terão validade somente quando
realizada na presença da maioria de seus membros.
Compete ao Colegiado do Curso:
●Supervisionar o funcionamento do curso;
●Executar as diretrizes estabelecidas pela Diretoria, pela Coordenação de
Graduação e pelo Conselho Acadêmico da Unidade;
●Elaborar e manter atualizado o currículo do curso, em atendimento aos seus
objetivos;
●Emitir parecer sobre assuntos de interesse do curso.
As decisões tomadas em reunião terão validade somente quando realizada na
presença da maioria de seus membros.
8.4 Registro Acadêmico
Professores, servidores e alunos são cadastrados em um programa exclusivo
da Unidade denominado Sistema Acadêmico da UEG (SAUEG), criado por um
servidor da própria Unidade, o coordenador do Laboratório de Informática, Leônidas
José de Oliveira - Graduado em Processamento de Dados – Especialista em Redes.
Nesse cadastro contém todos os dados necessários como o número de matrícula,
dados pessoais, escolaridade e titulação. Recentemente, a secretaria também está
operando com outro programa de registro acadêmico denominado Sistema
Acadêmico de Gestão Unificada (SAGU). Este sistema está sendo implantado em
todas as unidades da UEG, unificando o controle entre as unidades, e assim que
estiver em pleno funcionamento estará facilitando o serviço na secretaria,
desativando assim o outro programa.
O controle e a segurança dos documentos das atividades acadêmicas dos
alunos são realizados pela secretaria acadêmica da unidade. As notas são descritas
inicialmente por escrito, onde os professores trabalham com diários em sala de aula
diariamente.
No final de cada bimestre entregam na secretaria preenchidos os
diários de classe, canhotos de notas, atas das provas e a prova que foi aplicada no
final do bimestre.
Caso o aluno não tenha atingido a média 7,0 (sete) realizam a prova final. Os
diários, ata de prova e as provas finais são arquivadas na secretaria em espaço
reservado para arquivo e, devido espaço não ser suficiente estão sendo arquivadas
em uma sala separada, com toda segurança necessária. Após esses documentos
serem entregues na secretaria pelo professor no final do bimestre, as notas são
digitadas no programa, e posteriormente, disponíveis aos alunos em um computador
instalado exclusivamente para consulta através de sua carteirinha estudantil,
confeccionada pelos funcionários da informática.
As Declarações de Regularidade Acadêmica, Certidões de Conclusão de
Curso, são emitidas no mesmo dia da solicitação para o aluno e os Históricos
Escolares são fornecidos mediante a entrega de notas pelos professores.
9. METODOLOGIA DE ENSINO
Entende-se a necessidade do uso de metodologias que favorecem a
criticidade, a pesquisa, a flexibilização e prática pedagógica perpassando por todas
as disciplinas e ao longo do curso.
Assim, os docentes deverão utilizar-se de metodologias variadas, como aulas
dialogadas, seminários, trabalho em grupo e individual, avaliações com pesquisa e
sem pesquisa, oficinas e mini-cursos, mesa-redonda e palestras, através de
instrumentos como uso de retroprojetores, data-show, internet, televisão e vídeo,
DVD, jornais, revistas, quadro-giz, entre outros.
10. INTERDISCIPLINARIDADE
A preparação do discente para relacionar o conhecimento adquirido em cada
disciplina, estimula o desenvolvimento de atividades que necessitem dos conteúdos
expostos em várias disciplinas, tornando possível aplicar conhecimentos adquiridos
ao longo de todo o curso no desenvolvimento de uma atividade específica, além dos
estágios no decorrer do curso.
Desta forma, além de aprofundar conhecimentos disciplinares, a matriz
curricular contempla estudos e atividades interdisciplinares, propostas ao longo do
curso por diferentes disciplinas como visitas técnicas com a participação dos
docentes relacionadas as áreas específicas, atividades de extensão entre disciplinas,
cursos em indústrias beneficiadoras e a organização do currículo, desenvolvido por
áreas/disciplinas, que poderão ser compostas por mais de um ramo do
conhecimento, articuladas de forma a privilegiar a interdisciplinaridade.
11. ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR
O ensino de graduação, voltado para a construção do conhecimento, não pode
pautar-se por uma estrutura curricular muito rígida, baseada num enfoque
unicamente disciplinar.
Sendo assim, pretende-se assegurar a flexibilidade curricular através de uma
matriz curricular que obedece a carga horária mínima a ser cumprida,
disponibilizando
ainda,
grande
variedade
de
oportunidades
de
atividades
complementares, execução de estágio curricular obrigatório e não obrigatório, bem
como a participação em projetos técnico-científicos desenvolvidos pelos docentes,
além de atividades como grupos de estudo e semanas acadêmicas.
12. ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO
Os mecanismos de integração ensino/pesquisa/extensão se fazem presentes
na formação do discente do curso de Zootecnia por meio de atividades curriculares e
extracurriculares, organizadas na forma de programas, sendo alguns deles
relacionados a seguir:
- Programa de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC/CNPQ/UEG)
-Programa Institucional para Bolsista ou Voluntário de Iniciação Científica (PIBIC e
PIVIC)
-Programa de Monitoria
-Programa de Estágio Curricular Obrigatório
-Programa de Atividades Complementares
A monitoria estimula o envolvimento dos alunos em atividades de pesquisa e
extensão, auxílio no desenvolvimento das aulas práticas, atendimento extra-classe
dos alunos, bem como a vivência na prática do ensino.
O estágio curricular obrigatório é uma forma de interação com a prática
profissional. Para o desenvolvimento do estágio, o discente conta com um professor
orientador e um supervisor no local do estágio.
As atividades complementares enriquecem a formação pessoal e profissional,
realizado no decorrer do curso objetivando a execução em atividades variadas.
12.1 Pesquisa
A pesquisa é um elemento fundamental no processo de aprendizagem. A
familiaridade com a teoria só pode ocorrer por meio do conhecimento das pesquisas
que lhe dão sustentação.
Essa atividade é proporcionada aos discentes por meio de Programas de
Iniciação Científica, onde os mesmos poderão vincular-se as diversas linhas de
pesquisas desenvolvidas pelo corpo docente do curso, tendo ainda a possibilidade
do benefício de bolsas de iniciação científica.
O contato com a pesquisa também poderá ocorrer durante a realização do
Trabalho de Curso, onde os discentes em conjunto com seu professor orientador de
TC poderão optar em desenvolver estudo científico.
O tramite para a aprovação dos projetos propostos inclui aprovação do
Conselho Acadêmico da Unidade e posteriormente pela Câmara de Pesquisa da
Universidade.
RELAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA:
2005/2 - Avaliação de ph e Temperatura em Relação à Espessura de Gordura
Subcutânea em Carcaças de Bovinos durante e no Pós Abate – Aracele Pinheiro
Pales
2005/2 - Comparação do Desenvolvimento de Suínos na Fase de Terminação
Alimentados com Ração Seca x Resíduos de Indústrias Alimentícias – Bruno de
Souza Mariano
2005/2 - Comparação do Desenvolvimento de Suínos na Fase de Recria
Alimentados com Finalizado Ração Seca x Resíduos de Indústrias Alimentícias Bruno de Souza Mariano
2005/2 - Efeito da Adubação Orgânica com Dejetos Líquidos de Suínos para
Recuperação de Pastagens de Brachiaria brizantha cv. Marandu – Karina Rocha
Freitas
2005/2 - Desempenho Reprodutivo de Touros da Raça Gir Utilizando a Proporção de
um Touro para Setenta Fêmeas – Klayto José Gonçalves dos Santos
2005/2 - Pesquisa de Mercado Consumidor de Mel na Região de São Luís de Montes
Belos – Marlos Castanheira
2005/2 - Utilização de Caroço de Algodão em Vacas em Lactação e Produção de
Gordura no Leite – Renato Tângari Dib
2005/2 - Utilização de Probióticos na Alimentação de Bezerros - Renato Tângari Dib
2005/2 - Prova de ganho em Peso e Avaliação Reprodutiva de Novilhos de Raças
Zebuínas Registrados – Rodrigo Medeiros da Silva
2006/1 - Avaliação de Defeitos Físicos por Agentes Externos e Manipulação de
Couros Provenientes de Frigoríficos do Estado de Goiás – Aracele Pinheiro Pales
2006/1 - Levantamento Ictiosanitário (sazonal) das Principais Pisciculturas de São
Luís de Montes Belos, Córrego do Ouro e Sanclerlândia – Cheila de Lima Boijink
2006/1 Comportamento Social de Bovinos de Corte em Sistema Confinado – Marlos
Castanheira
2006/2 - Avaliação da Qualidade Externa e Interna de Ovos Vermelhos de Poedeiras
Comercializados em São Luís de Montes Belos – Karina Ludovico de Almeida
Martinez Lopes
2006/2 - Relação entre Volume Escrotal e Qualidade Seminal em Touros da Raça
Nelore Criados a Pasto – Klayto José Gonçalves dos Santos
2006/2 - Levantamento Epidemiológico de Verminose em Eqüinos de Tração do
Município de São Luís de Monte Belos – Luciano Schneider da Silva
2006/2 - Produção e Morfologia da Nova Cultivar MG-5 Vitória do Brachiaria
brizantha e da Tradicional cv. Marandu na microrregião de São Luís de Montes Belos
– Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior
2007/1 - Avaliação dos Índices Zootécnicos de Propriedades Leiteiras na Região de
São Luís de Montes Belos - Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior
2007/1 – Avaliação da Contagem de Células Somáticas (CCS) e Concentração
Bacteriana Total do Leite Proveniente do Arranjo Produtivo do Leite da Microrregião
de São Luís de Montes Belos – Renato Tângari Dib
2007/2 – Suplementação de Glutamina na Ração de Frangos de Corte Desafiados
com Eimeria Acervulina – Karina Ludovico de Almeida Martinez Lopes
2007/2 – Avaliação Química-Qualitativa de Silagem dos Resíduos Industriais do
Abacaxi Pérola (Ananás comosus) em Níveis de Consorciação com Silagem de Milho
(Zea mays) – Milena Rízzia Ferreira de Souza
2007/2 – Avaliação Visual e de Fertilidade em Zebuínos ao Sobre Ano na Região
Centro-Oeste do Brasil – Rodrigo Zaiden Taveira
2008/1 – Avaliação do Alho (Allium sativum) como Aditivo Alternativo aos Promotores
de Crescimento na Dieta de Frangos de Corte Durante a Fase Inicial de Criação –
Desempenho e Biometria de Órgãos – Fernanda Rodrigues Taveira Rocha
2008/1 – Efeito da Adubação Nitrogenada na Dinâmica do Perfilhamento de Duas
Cultivares de Brachiaria brizantha - Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior
2008/1 – Produção de Forragem Verde Hidropônica de Milho (Zea mays L.) em
Diferentes Densidades de Semeadura e Épocas de Colheita – Sara Lane Sousa
Gonçalves
2008/1 – Desenvolvimento Metodológico para Reciclagem de Lixo Orgânico
Doméstico - Sara Lane Sousa Gonçalves
2009/1 – Digestibilidade de Nutrientes em Rações de Frangos de Corte Contendo
Alho (Allium sativium) como Aditivo Alternativo aos Promotores de Crescimento
durante a Fase Inicial de Criação – Fernanda Rodrigues Taveira Rocha
2009/1 – Avaliação da Produção e Valor Nutritivo de Cultivares de Milheto
Submetidos à Silageiro Sob Níveis de Adubação Nitrogenada – Milena Rízzia
Ferreira de Souza
2009/1 – Situação Atual da Piscicultura em São Luís de Montes Belos – Raquel
Priscila de Castro Oliveira
2009/1 – Introdução de Leguminosas Forrageiras, Calagem e Fosfatagem em
Pastagens de Brachiaria brizantha - Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior
2009/1 – Utilização de Corretivo e Fertilizantes na Recuperação de Pastagem de
Brachiaria brizantha - Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior
2009/1 – Influência do Sombreamento Sobre o Desempenho de Novilhos Mestiços
Zebuínos Confinados – Rodrigo Medeiros da Silva
2009/1 – Avaliação do Composto Orgânico Doméstico na Produção de Rabanete
(Raphanus sativus) salsinha (Petroselinum sativum) – Sara Lane Sousa Gonçalves
12.2 Extensão
Em relação às atividades de extensão, a UnU dispõe de projetos coordenados
pelos docentes do curso voltados a participação do corpo discente em atividades
ligadas à extensão universitária. Esses projetos promovem aproximação entre
Universidade e Comunidade, fundamentada nos princípios da extensão como prática
permanente que permite a democratização do saber, o desenvolvimento e
organização da sociedade, a formação de cidadãos conscientes de seus direitos e
das responsabilidades do exercício da cidadania.
A extensão funciona como elo de ligação entre a faculdade/universidade e a
sociedade. Uma vez, na sociedade propõe mudanças, tenta executá-las trazendo
retorno para o campo universitário.
As ações extensionistas têm o objetivo de promover o levantamento e também
sugerir soluções para os problemas da comunidade local, servindo assim como
campo de pesquisa tanto para docentes quanto para discentes.
A extensão não é uma finalidade e sim uma condição para fornecer maior
acessibilidade ao conhecimento e a oportunidade de estudos e práticas reais de
aprendizagem dos alunos. Ela permite a leitura focada da sociedade e possibilita que
os discentes e docentes participem ativamente nesta sociedade de forma ágil e
eficaz, disseminando assim o conhecimento, visando a sua socialização e interação
universidade/sociedade.
A Extensão Universitária tem sua sustentação legal na Constituição Federal
(art. 207) de 1988, na LDB (Lei 9.394 de 1996), no Plano Nacional de Educação
(objetivos e metas n° 23, item B-Educação Superior de 2001) e regulamentada pelo
Regimento da UEG.
O artigo 207 da Constituição Brasileira dispõe que “as universidades gozam
de autonomia didático-científica, administrativa, de gestão financeira e patrimonial e
obedecerão ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”.
O cap. 4, art. 43, parágrafo 7 da LDB determina que a promoção da extensão
seja “aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e
benefícios resultantes da criação cultural e pesquisa científica e tecnológica geradas
na instituição”.
O Plano Nacional de Educação (Lei n° 10.172, de 09/01/2001) preconiza que
através da implantação do Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária
deve-se destinar 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino
superior público à atuação dos alunos em ações extensionistas, para os cursos que
assim o desejarem.
De acordo com a política de extensão em vigor na UEG, as ações de extensão
apresentam grande diversidade e derivam de sua natureza que se propõe consolidar
como a Universidade da Inclusão Social e da Transformação, cuja função é
educativa, cultural e científica, articulando Ensino e Pesquisa e viabilizando a relação
transformadora entre a Universidade e a Sociedade.
Fonte: Diretrizes operacionais do usuário da extensão. Parecer câmara extensão 2007.
RELAÇÃO DE PROJETOS E ATIVIDADES DE EXTENSÃO:
2005/ Divulgação do Curso de Zootecnia para Alunos do Ensino Médio – Maurízia de
Fátima Carneiro
2006/ Grupo de Estudos em Suínos – Bruno Sousa Mariano
2006/ Cultura: A Arte do Teatro – Kênia Alves Barcelos
2006/ Arte em Caixas: Uma Nova Visão do Trabalho – Lidiane Marques Barbosa
2006/ Horta Feliz – Milena Rízzia Ferreira de Souza
2007/ Horta Feliz – Milena Rízzia Ferreira de Souza
2007/ NEAP – Núcleo de Estudos em Apicultura - Milena Rízzia Ferreira de Souza
2007/ Conhecendo o meu Rebanho – Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior
2007/ Formulação de Ração de Custo Mínimo e de Lucro Máximo para Bovinos de
Corte, em Planilhas Eletrônicas - Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior
2007/ Boas Práticas de Fabricação na Indústria de Alimentos – Roberta Menezes
2007/ Consultoria Técnica a Pequenos Produtores de Leite do Município de São Luís
de Montes Belos – Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior
2008/ Capacitação em Produtos Suínos para Dependentes Químicos – Luciana
Moura Rufino
2008/ Horta Feliz – Milena Rízzia Ferreira de Souza
2008/ NEAP – Núcleo de Estudos em Apicultura - Milena Rízzia Ferreira de Souza
2008/ Boas Práticas de Fabricação na Indústria de Alimentos – Roberta Menezes
2009/ Horta Feliz – Milena Rízzia Ferreira de Souza
2009/ Conhecendo o meu Rebanho – Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior
2009/ NEAP – Núcleo de Estudos em Apicultura - Milena Rízzia Ferreira de Souza
2009/ Curso de Capacitação em Produção de Suínos para Dependentes Químicos –
Luciana Moura Rufino
2009/ Curso de Capacitação em Produção de Peixes – Raquel Priscila de Castro
Oliveira
2009/ Acompanhamento Técnico do Manejo de Solo nas Propriedades Rurais do
Município de São Luís de Montes Belos – Sara Lane Sousa Gonçalves
13. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares são definidas como toda e qualquer atividade
realizada fora do âmbito curricular, que seja considerada de interesse para o
enriquecimento de formação pessoal, social e profissional, visando à prática de
estudos independentes aumentando a autonomia intelectual do acadêmico
enriquecendo o processo de ensino-aprendizagem.
As atividades podem ser de cunho comunitário e de interesse coletivo; de
assistência acadêmica; de iniciação científica e tecnológica.
As atividades complementares são aquelas que têm a finalidade de estimular
o aluno à realização de estudos independentes, transversais, opcionais e
interdisciplinares, de forma a promover, em articulação com as demais atividades
acadêmicas, o seu desenvolvimento intelectual, as habilidades e competências
relacionadas à profissão, bem como o desenvolvimento de ações relacionadas ao
exercício da cidadania e da sustentabilidade, privilegiando:
I. a interação com outras áreas do conhecimento;
II . o ambiente do trabalho;
III. o estímulo ao desenvolvimento de pesquisas e do trabalho tecnológico com base
científica;
IV. o pensamento sistêmico e a criação cultural;
V. a difusão dos conhecimentos e boas práticas adquiridas através das relações de
reciprocidade com a comunidade.
As atividades complementares poderão ser realizadas a qualquer momento,
inclusive no período de férias escolares, respeitados os procedimentos e validações
previstos no regulamento da UnU, podendo ser desenvolvidas na própria UEG,
promovidas pelas diversas Unidades Acadêmicas, outras Instituições de Ensino,
empresas públicas ou privadas que propiciem a complementação da formação do
acadêmico.
As atividades complementares deverão ser realizadas ao longo do
curso totalizando carga horária mínima de 300 horas que serão contabilizadas pela
Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso (TC) de acordo com a especificação das
atividades e respectivas cargas horárias, descritas no Quadro 1. Será vetada a
integralização da carga horária complementar com apenas um tipo de atividade
realizada e as condições para a validação das atividades complementares
desenvolvidas deverão estar correlacionadas à área de formação do curso.
Compete a Coordenação Adjunta de TC avaliar e concluir as atividades
complementares desenvolvidas pelo acadêmico, de acordo com os critérios
estabelecidos neste projeto, levando em consideração a documentação apresentada
pelo mesmo e encaminhar à secretaria da Unidade; além de julgar e validar as
atividades não previstas neste projeto juntamente com a Coordenação do curso.
Serão consideradas as horas indicadas no certificado para a validação da
atividade, constando neste a data e o tema, emitido pela Instituição. O acadêmico (a)
deverá apresentar, preferencialmente, no semestre de realização da atividade o
certificado original juntamente com cópia, que depois de avaliado e validado deverá
ser autenticado com carimbo próprio no verso contendo: aprovado para atividades
complementares, data, horas validadas e assinatura da Coordenação Adjunta de TC.
Para obter registro de participação em atividades complementares que não
emitem certificado ou caso considere insuficiente a documentação apresentada, as
Coordenações
poderão
exigir
outros
documentos
complementares
e/ou
comprobatórios com assinatura do responsável pelo evento, estágio e outras
atividades, juntamente com relatório descrito pelo acadêmico.
Somente será considerada, para efeito de carga horária, a participação em
atividades desenvolvidas após a data de ingresso do acadêmico no curso. Contudo,
no caso de outro curso concluído, transferência de curso iniciado em outra instituição
de Ensino Superior ou reopção de curso, a validade das atividades complementares
realizadas nestas circunstâncias, dependerá da avaliação feita pelas Coordenações
de TC e de Curso.
O acadêmico terá que integralizar junto à secretaria a carga horária total de
suas atividades complementares até o último semestre do curso a ser realizado para
sua devida conclusão, sendo assim, registrada no histórico escolar do mesmo.
A secretaria deverá receber do acadêmico a documentação comprobatória
das atividades complementares realizadas e encaminhá-las à Coordenação Adjunta
de TC para avaliação e validação, e posteriormente, arquivá-las.
Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação Adjunta de TC em
conjunto com a Coordenação do Curso.
O quadro a seguir relaciona as atividades complementares e seus respectivos
aproveitamentos.
ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
Monitoria
CONDIÇÕES PARA A
CARGA HORÁRIA MÁXIMA
VALIDAÇÃO DA ATIVIDADE
Entrega do relatório aprovado
pelo professor da disciplina e
certificado
40 horas por semestre.
Máximo (3) monitorias.
Certificado e Programa da
disciplina, desde que a
disciplina seja da área de
formação do acadêmico,
aprovado pela Coordenação
do curso
40 horas por semestre
Eventos Científicos
seminários, palestras, congressos,
conferências, encontros, jornadas, simpósios,
debates, mesas-redondas, fóruns, colóquios
universitários, SEZUS,cuja temática seja
referente à formação do acadêmico
Certificado
40 horas para participação /
60 horas para organização /
40 horas para apresentador
Eventos Profissionais
cursos cuja temática contribua para a melhor
formação profissional
Certificado
40 horas
Visitas Técnicas / Dia de Campo
pertinentes à área de formação (não
correspondem às visitas realizadas como
atividade em uma disciplina do currículo da
graduação)
Apresentação de relatório
técnico, conforme orientação
do professor, indicando a data
e horas de trabalho /
Certificado – Dia de campo
20 horas
Atividades de Iniciação Científica na UEG
Certificado
30 horas/ano
Representação dos Discentes
junto aos órgãos da UEG, centro acadêmico
do curso, conselho acadêmico, congregação
Mediante comprovação de no
mínimo 75% de freqüência
comprovada.
30 horas/ano
Estágios Não-Obrigatórios
(Prática Complementar de Ensino)
desenvolvidos com base em convênios
firmados pela UEG - Coordenação de
Estágios do Curso.
Apresentação de Certificado
ou Declaração emitido pela
Empresa ou Instituição
100 horas
Certificado
30 horas
Disciplinas Extracurriculares Externas
oferecidas por outros cursos de graduação
em outras instituições
Atividades de Extensão
promovidas pela UEG ou por outras
Instituições de Ensino Superior
Publicação
Apresentação (original e cópia)
artigos, ensaios, resenhas ou resumos de
da publicação que contenha os
obras ou monografias, em periódicos da área dados do periódico (incluindo a
de formação do acadêmico
capa)
30 horas para cada
publicação
14. ESTÁGIO CURRICULAR
O Estágio é um componente curricular obrigatório do processo de formação
acadêmica, constituído e constituinte das dimensões de ensino, pesquisa e
extensão. São atividades programadas e diretamente supervisionadas por membros
do corpo docente da instituição formadora e procuram assegurar a consolidação e
articulação das competências estabelecidas.
Visa proporcionar a complementação do processo ensino-aprendizagem,
constituindo-se em instrumento de integração Universidade /Empresa e/ou
instituições de pesquisa, sob forma de treinamento prático, aperfeiçoamento técnicocientífico, cultural e de relacionamento humano.
A Coordenação Adjunta de Estágios tem o objetivo de oferecer subsídios para
que o aluno esteja colocando em prática os ensinamentos teóricos, completando o
que vivenciou em seu curso, bem como permitir uma postura realista quanto à sua
contribuição ao desenvolvimento regional e nacional, além de permitir condições de
avaliar as questões profissionais que o mesmo inserirá após concluir o curso.
Um dos requisitos para a integralização curricular será cumprir no mínimo 300
horas de estágio curricular obrigatório podendo ser realizado em mais de um local
desde que cumpra a carga horária prevista. De acordo com a Lei n. 11.788, de 25 de
setembro de 2008, da Presidência da República o estudante do ensino superior
deverá cumprir no máximo 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais de
estágio.
Objetivos do estágio:
- assegurar o contato do aluno com situações, contextos e instituições da
área;
- desenvolver a capacidade do acadêmico na redação e apresentação de
trabalhos científicos;
- capacitar o acadêmico a elaborar projetos de pesquisa e extensão, bem
como sua execução;
- buscar conhecimentos técnico-científicos nas mais variadas áreas de
conhecimentos
da
Zootecnia,
possibilitando
ampliar
de
forma
prática
os
conhecimentos adquiridos durante o curso, detectando a indissociabilidade entre
ensino, pesquisa e extensão;
- possibilitar ao acadêmico conhecer a realidade em que se encontra o campo
de trabalho, através da sua atuação junto às empresas agropecuárias, permitindo
que o mesmo desenvolva visão crítica e empreendedora.
Pré-requisitos necessários para solicitação de estágios:
- estar matriculado regularmente no décimo período do curso de Zootecnia,
não havendo antecipação do estágio curricular obrigatório;
- ter disponibilidade de tempo para as atividades que serão realizadas durante
o estágio;
- ter o aceite do professor orientador e da Coordenação Adjunta de Estágios;
- preencher o ofício de solicitação de estágio
- compor um plano de estágio elaborado com o professor orientador;
- elaborar o relatório de estágio de acordo com as orientações contidas no
manual de estágio do curso.
O estágio curricular obrigatório terá validade após a Declaração de aceitação
de estágio pela empresa ou instituição solicitada e a aprovação da Coordenação
Adjunta de Estágios.
A Coordenação Adjunta de Estágios deverá apresentar ao acadêmico várias
possibilidades de estágios através de convênios realizados com empresas ou
instituições ligadas à área de Zootecnia. O mesmo terá um professor orientador e um
supervisor de campo.
O professor orientador será escolhido dentro do quadro docente do curso.
Este poderá ter sob sua responsabilidade no máximo três orientados/ semestre. O
supervisor de campo deverá ser um profissional devidamente registrado no
respectivo conselho profissional e que exerça atividades técnicas na empresa em
que o acadêmico realizará o estágio e deverá encaminhar à Coordenação Adjunta de
Estágios a documentação necessária, de acordo com o manual de estágios,
assinada e avaliada para aprovação se atingir nota mínima de 7,0 (sete), na
avaliação realizada pelo professor orientador e pelo supervisor de campo (estágio),
considerando a aprendizagem, o conhecimento construído, as habilidades e atitudes
do estagiário.
As normas do manual de estágios do curso deverão ser seguidas e as
decisões pertinentes não previstas serão deliberadas pelas Coordenações Adjuntas
de Estágios, de Trabalho de Curso e Coordenação de Curso.
15. TRABALHO DE CURSO
O componente curricular obrigatório Trabalho de Curso (TC), é integrante do
último período (décimo) do Curso de Graduação em Zootecnia da Universidade
Estadual de Goiás – Unidade Universitária de São Luís de Montes Belos, centrado
em determinada área teórica-prática ou de formação profissional do curso, como
atividade de síntese e integração de conhecimento e consolidação das técnicas de
pesquisas, vinculado à realização do Estágio Curricular Obrigatório do curso.
O Trabalho de Curso tem como objetivos:
- aprimorar a formação profissional, contribuindo para melhor visão dos
problemas agropecuários, o que possibilitará a utilização de procedimentos
científicos no encaminhamento de soluções;
- despertar ou desenvolver no acadêmico o interesse pela pesquisa;
desenvolver a autoria de pensamento, criatividade e a capacidade de analisar e
discutir resultados de um trabalho técnico - científico;
- proporcionar ao aluno o uso da metodologia do trabalho científico e da
pesquisa adequadamente junto às normas da Associação Brasileira de Normas
Técnicas - ABNT, bem como exercitar a redação de qualidade com clareza e
harmonia do texto do trabalho apresentado;
- verificar a capacidade do acadêmico em preparar e apresentar um trabalho
técnico - científico.
Verificando os objetivos do Trabalho de Curso pressupõe-se que este é
entendido como elaboração de monografias podendo ser compostas por artigos
científicos, estudos especializados ou relatórios de atividades com abordagem
científica sendo estes ligados ao Estágio Curricular Obrigatório.
Caberá ao orientando:
- indicar o professor-orientador e informar à Coordenação Adjunta de Trabalho
de Curso, por meio de carta de aceite;
- cumprir as normas estabelecidas para a execução e apresentação do TC,
bem como todos os documentos exigidos;
- cumprir os prazos estabelecidos pela Coordenação Adjunta de TC.
A orientação do TC será exercida por docentes do curso de Zootecnia que
possui formação e/ou experiência na área da orientação e possuir titulação mínima
de especialista, e deverá ser fundamentada em plano de trabalho, perfazendo carga
horária de 30 horas, organizado conjuntamente pelo acadêmico e orientador
previamente escolhido. O professor-orientador poderá orientar até três trabalhos por
semestre. Os casos excepcionais devem ser avaliados e deferidos no colegiado do
curso. A função do orientador é orientar seus alunos na elaboração do TC e manter a
Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso informada das atividades realizadas e
demais assuntos pertinentes à execução do mesmo. Casos omissos deverão ser
avaliados e deferidos pela Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso e
Coordenação de Curso, podendo recorrer ao colegiado do curso.
Na hipótese do acadêmico não encontrar professor-orientador que se
disponha a assumir sua orientação, este será designado pela Coordenação Adjunta
de Trabalho de Curso.
É condição para a elaboração do TC que o acadêmico esteja cursando o
décimo período do curso e ter cumprido a carga horária mínima de 300 horas do
Estágio Curricular Obrigatório.
A apresentação do TC perante a banca examinadora será obrigatória,
individual e realizada somente após aprovação do acadêmico em todas as disciplinas
do curso.
A Banca Examinadora deverá ser composta por três avaliadores sendo o
professor-orientador e dois docentes do curso ou um docente do curso e um
convidado. O avaliador convidado deverá atender todos os seguintes requisitos:
- possuir formação na área e/ou atuação profissional de pesquisa;
- possuir titulação mínima de especialista;
- ter sido vinculado a uma Instituição de Ensino;
- ter sido vinculado ao quadro docente de uma Instituição de Ensino Superior e/ou
experiência profissional.
A avaliação do TC será realizada pela banca examinadora sendo a nota
mínima para aprovação de 7,0 (sete). A banca deverá comunicar ao acadêmico após
o término da defesa apenas sua aprovação ou reprovação, sendo estes conceitos
lançado no histórico do acadêmico. A elaboração da nota final será composta por
quesitos avaliadores do trabalho escrito (50%) e do desempenho do acadêmico no
momento da apresentação e defesa do Trabalho de Curso (50%).
O acadêmico que não obtiver aprovação no TC não poderá colar grau e
conseqüentemente, não receberá diploma de Conclusão de Curso, devendo o
mesmo cursar o décimo período realizando novamente o Estágio Curricular
Obrigatório e a apresentação do TC.
16. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
A avaliação da aprendizagem é feita por disciplina. O processo de avaliação
de aprendizagem, que visa o êxito do aluno nos estudos, deve ser contínuo e se dar
em função dos conhecimentos obtidos em atividades específicas.
A avaliação de aprendizagem deve levar em conta, em cada disciplina:
I - a assimilação progressiva e cumulativa de conhecimentos;
II - o domínio dos conteúdos abordados, as habilidades adquiridas e o
desenvolvimento de competências, no campo da disciplina como um todo;
III - a capacidade de aplicação dos conhecimentos teóricos e práticos em
trabalhos individuais ou em grupos.
É obrigatória a avaliação da aprendizagem discente pelo menos duas vezes a
cada bimestre, em cada disciplina.
A cada bimestre será atribuída uma nota, de zero a dez, como menção da
aprendizagem discente.
Ao término de cada período letivo, é atribuída ao aluno, para cada disciplina
regularmente cursada, uma média final, para constar dos registros de sua vida
acadêmica.
É considerado aprovado o aluno que preencher, em cada disciplina, as
seguintes exigências:
I - freqüência igual ou superior a setenta e cinco por cento, das aulas
efetivamente ministradas na disciplina;
II - média final igual ou superior a 5,0 (cinco);
III - as notas de referência de cada bimestre e a média final não poderão ser
fragmentadas para além de 0,5 décimos, devendo as aproximações ser
ascendentes.
REPROVAÇÃO: é considerado reprovado o aluno que não obtiver, no
mínimo, 75% de freqüência das aulas efetivamente ministradas, em cada
componente curricular (disciplina ou outra atividade acadêmica), em conformidade
com a matriz curricular em vigor de cada curso/Unu e/ ou média aritmética parcial
inferior a 3,0 e média final inferior a 5,0. Quando o aluno atingir 25% de faltas na
disciplina poderá continuar freqüentando as aulas, porém, não será avaliado pelo
professor por estar reprovado, inciso1 do artigo 126 do Regimento Geral.
PROVA DE SEGUNDA CHAMADA: será permitido ao aluno que justificar e
comprovar o motivo de força maior, requerer na secretaria acadêmica, no prazo
máximo de oito dias corridos, contados a partir do 1º dia posterior à data da
realização da avaliação do rendimento escolar em 1ª chamada, conforme os
critérios dispostos na Resolução CsA nº 65/2006. Após o deferimento da
coordenação do curso o prazo para pagamento de taxa referente à prova de 2ª
chamada será de quatro dias úteis, para posterior autorização aos professores.
REVISÃO DE PROVA: o aluno que se sentir prejudicado na avaliação de
seu desempenho acadêmico tem direito à revisão, devendo o requerimento ser
dirigido à coordenação do curso que pertencer à disciplina, protocolado na
Secretaria Acadêmica até 72 horas após a publicação do resultado, pela Secretaria
Acadêmica (Resolução CsA 11/2001).
MONITORIA: é uma modalidade de ensino e aprendizagem que contribui
para a formação integrada do aluno visando fortalecer a articulação entre teoria e
prática e a integração curricular em seus diferentes aspectos, além da vivência
com o professor e com suas atividades técnicas-didáticas.
O processo de seleção de monitores (sistema não-remunerado) ocorrerá ao
final de cada semestre, através de edital divulgado pela coordenação do curso.
Será disponibilizado no máximo três vagas por disciplina, o candidato deverá estar
ciente que não poderá acumular mais de uma monitoria por semestre, podendo ser
renovada por mais um semestre, sem a necessidade de avaliação, de acordo com
o desempenho do monitor (a) e com a conseqüente aquiescência do professor da
disciplina através de um relatório das atividades preenchido pelo professor e
monitor, constando nota, empenho e solicitação do mesmo para continuar na
monitoria e assinatura da coordenação do curso para, posteriormente, entrega do
certificado, constando o número total de horas da monitoria com aproveitamento
como atividade complementar (máximo 40 horas/semestre e realização de no
máximo 3 monitorias).
Os professores deverão solicitar a coordenação do curso a quantidade de
vagas através do preenchimento de ficha específica constando a data, horário,
conteúdo e bibliografia para a avaliação.
Serão levados em consideração, os seguintes critérios para o processo de
seleção:
- prova escrita elaborada e aplicada pelo professor da disciplina, mediante
programa apresentado em edital;
- disponibilidade de carga horária do candidato;
- aprovação na disciplina em questão;
- análise do desempenho do discente no conjunto de disciplinas afins;
- interesse real pelo curso como um todo e bom relacionamento junto aos
colegas.
A média final será calculada da seguinte forma: Nota da prova (10,0) +
Média do histórico (10,0) + Média da disciplina no histórico (10,0) / 3 = 10,0
O professor terá sete dias corridos, após a avaliação para entregar o
resultado através de uma ata para a coordenação do curso divulgar os candidatos
aprovados.
Os casos omissos, até mesmo no edital, serão resolvidos pela coordenação
e/ou colegiado do curso.
REGIME DISCIPLINAR: Conforme Regimento Geral da Universidade, caso
incorra em alguma infração, o estudante estará sujeito às seguintes sanções
disciplinares, considerando a gravidade da infração e os antecedentes do aluno:
- Advertência: feita verbalmente pela coordenação do curso;
- Repreensão: feita por escrito, pelo diretor da Unu;
- Suspensão: feita por escrito, implica no afastamento do aluno de todas as
atividades universitárias, por período não inferior a três dias nem superior a quinze,
imposta pelo diretor da Unu;
- Exclusão: por escrito, imposta pelo Reitor.
17. ESTRUTURA CURRICULAR
17.1 Matriz Curricular
Em Anexo
17.2 Dimensionamentos da Carga Horária das Áreas e Atividades
O curso de zootecnia da UEG é modalidade bacharelado, sob regime de
crédito, matrícula por disciplina semestral e integral, podendo ser integralizado no
mínimo por 10 semestres (cinco anos) e no máximo 15 (oito anos). Disponibiliza 30
vagas semestrais, sendo 60 vagas anuais, obtendo média de concorrência de 8 a 13
candidatos por vaga.
A carga horária do curso totaliza 3987,54 horas, sendo 3357,54 horas de
disciplinas (aulas de 50 minutos). São disponibilizados dez períodos na matriz
curricular contendo 56 disciplinas com pré-requisitos, sendo o último período
disponibilizado para a prática do estágio curricular obrigatório totalizando 300 horas a
serem cumpridas no estágio e 30 horas para o desenvolvimento do TC.
Possui sete disciplinas optativas podendo ser disponibilizadas em dois
períodos (7º e 8º), oferecer no mínimo duas disciplinas por período contendo no
mínimo 10 e no máximo 15 alunos por disciplina.
Somente será permitido o adiantamento de disciplinas do período consecutivo,
mediante decisão do colegiado :
1º) Desde que não haja outra disciplina no mesmo horário;
2º) Que esteja cursando ou que já tenha cursado todas as disciplinas dos períodos
anteriores ao regularmente matriculado;
3º) Não tenha pré-requisito, e se houver, que já tenha cursado a mesma;
4º) Respeitando a quantidade de vagas.
Portanto, a prioridade será cursar as disciplinas dos períodos anteriores e do
período em que está regularmente matriculado.
A quantidade mínima de vagas para cada disciplina do curso será 10 e
máxima de 30, sendo a quantidade oferecida pelo curso semestralmente acrescido
de 20%:
1º) Sendo prioridade acadêmicos regularmente matriculados no período;
2º) Acadêmicos transferidos de outras Instituições;
3º) Em dependência;
4º) Restante conforme a ordem do protocolo (data e hora da entrega da ficha de
solicitação de disciplinas).
Onde serão analisados pela coordenação do curso.
Não será permitida a presença de acadêmicos em qualquer disciplina do curso
como ouvintes.
Para integralização curricular os discentes deverão cumprir também 300 horas
de atividades complementares. E a determinação de cumprimento de 200 dias letivos
anuais, tem amparo na LDB, CEE e no § 1º, Art. 129 do Regimento Geral da UEG.
A conclusão do curso ocorrerá a partir do currículo integralizado e participação
no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE, que dará direito à
colação de grau, requisito para expedição e registro do diploma.
O aluno reprovado em até duas disciplinas no semestre letivo que acabou de
concluir poderá cursá-las paralelamente às do semestre letivo seguinte, conforme
critérios estabelecidos na Resolução CsA nº 02/2003. Será recusada a matrícula do
aluno no período seguinte quando for reprovado em mais de duas disciplinas e
quando não alcançar aprovação de disciplinas em dependência.
Não ocorrerá abono de faltas para casamento, oficial de carreira, alistamento
militar, nascimento de filho e convicção religiosa. O requerimento de abono de faltas
deverá ser solicitado à secretaria acadêmica mediante comprovação da justificativa
até o final de cada bimestre.
17.3 Ementas e Bibliografias
As ementas e bibliografias básicas e complementares de cada disciplina
oferecida no curso encontram-se a seguir, disponibilizadas por períodos.
1° PERÍODO
Disciplina: INTRODUÇÃO À ZOOTECNIA
Ementa:
O profissional de zootecnia: perfil, capacitações, código de ética e estrutura do curso.
Glossário de termos zootécnicos. Origem e dinâmica da domesticação dos animais.
Origem e evolução da zootecnia. Espécies domésticas e silvestres de interesse
zootécnico.
Bibliografia Básica:
DOMINGUES, O. Introdução à Zootecnia. Série didática edições S.A. Rio de
Janeiro, 1968.
FERREIRA, W. M. Zootecnia Brasileira – Quarenta anos de história e reflexões.
Associação Brasileira de Zootecnistas. UFRPE, 2006. 82p.
TORRES, G.C.V. Bases para o estudo da Zootecnia. Centro Editorial e Didático da
UFBA. Salvador: BA, 1990.
Bibliografia Complementar:
ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. V 1 e 2, Editora Nobel, 4 ed. . 1990.
FARIA, E. V. Zootecnia Geral. Itaguaí, RJ., UFRJ, 1979.
GIANNONI, M. A. e GIANNONI, M. L. Genética e Melhoramento de rebanhos nos
trópicos. S.P. NOBEL, 1983.
HAFEZ, E.S.E., Fisiologia da Reprodução. 6 ed. Malone, 1990.
MILLEN, E Guia do técnico agropecuário. Instituto Campineiro’ de Ensino Agrícola,
1998.
TORRES, A.P. Melhoramento dos rebanhos. 4ª ed. S.P. Nobel, 1988.
Disciplina: QUÍMICA I
Ementa:
Normas de segurança em laboratórios. Tratamento de dados analíticos. Utilização de
vidraria e equipamentos básicos. Métodos analíticos quantitativos clássicos.
Solubilidade e produto de solubilidade. Química uma ciência experimental. Massas
dos átomos. Número de Avogrado. Fórmulas e equações químicas. Estrutura
atômica. Leis Periódicas. Ligações químicas. Soluções. Ácidos e bases e Titulação
ácido-base. Ácidos e Bases na química orgânica. A força de ácidos e bases Ka e
pKa. Equilíbrio ácido-base em solução aquosa. Hidrólise dos sais.
Bibliografia Básica:
BRADY, J. E. & HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos. Editora S.A., 1994. Vol. 1 e Vol. 2.
DA SILVA, R. R.; BOCCHI, N.; ROCHA-FILHO, R.C. Introdução a química
experimental. São Paulo/SP, McGraw-Hill Ltda, 1990.
MASTERTON, W. L., SLOWINSKI, E. J. & STANITSKI, C. L. Princípios de
química. Rio de Janeiro. Editora Guanabara., 1990.
Bibliografia Complementar:
MAHAN, B. H. Química: Um curso universitário. Tradução de Melardi, E. B.;
Perrier, M.; Zinner, L. B.; Zinner, K. São Paulo/SP, Edgard Blucher Ltda, 1970.
ROCHA-FILHO, R.C.; DA SILVA, R.R. Introdução aos cálculos da química. São
Paulo/SP, Makron Books do Brasil Editora Ltda, 1992.
SLAUBAUGH, W. H. & PARSONS, T.O. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos. Editora S.A., 1986.
VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa. Tradução de Antônio Gimeno. 5ª ed.
São Paulo/SP, Mestre Jou, 1981.
VOGEL, A.I. Análise Química Quantitativa. Tradução de Macedo, H. Rio de
Janeiro/RJ, LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, 1982.
Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA
Ementa:
Desenvolvimento da capacidade de ler, analisar e produzir texto a partir de
elementos constitutivos para elaboração do ensaio acadêmico e do relatório, bem
como o exercício das técnicas de síntese textual, observando-se as normas
gramaticais vigentes.
Bibliografia Básica:
ABREU, A. S. Curso de redação. São Paulo: Editora Ática. 1994.
MARTINS, D. & ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental. Porto Alegre: Editora
Sagra. 1994.
MEDEIROS, J. Bosco. Redação Empresarial. São Paulo: Editora Atlas. 1998.
Bibliografia Complementar:
ANDRÉ, H. A. Curso de Redação. 3 ed . São Paulo: Moderna, 1980.
CLAVER, R.. Escrever sem doer: oficina de redação, Belo Horizonte: Editora
UFMG, 1992.
CUNHA, C.; CINTRA, L. F. L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio
de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
Disciplina: BIOLOGIA CELULAR E HISTOLOGIA ANIMAL
Ementa:
Abordagem da célula como unidade estrutural e funcional dos seres vivos.
Organização geral das células procarióticas e eucarióticas e suas diferenças. O
papel das biomoléculas nas funções celulares. Organização morfofisiológica e
molecular da célula. Organização ultra-estrutural e macromolecular dos componentes
celulares. Integração dos níveis – celular e molecular. Significado biológico das
divisões celulares. Abordagem da organização dos organismos multicelulares nos
aspectos morfológicos no plano microscópico e suas interações funcionais.
Bibliografia Básica:
ALBERTS, B. [et al] Fundamentos da Biologia Celular: uma introdução à
Biologia Molecular da Célula. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
DE ROBERTIS, E. D. & DE ROBERTIS, E. M.. Bases da Biologia Celular e
Molecular. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1993.
JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Histologia Básica, Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004.
Bibliografia Complementar:
ALBERTS, B. [et al]
Médicas Sul, 1997.
Biologia Molecular da Célula. 3ed. . Porto Alegre: Artes
BOLSOVER, S.R. Biologia Celular. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan,
2005.
COOPER, G. M. A célula – uma abordagem molecular. 2 ed. Porto Alegre: Art Med
Editora, 2001.
GARTNER, L.P. & HIATT, J. L. Tratado de Histologia. Rio de Janeiro:
Ed.Guanabara Koogan S.A. 1999.
J. BANKS J. WILLIAN. Histologia Veterinária Aplicada. 2º ed. Rio de Janeiro:
Editoria Manole, 1993.
JUNQUEIRA., L. C & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 7 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
Disciplina: DESENHO TÉCNICO
Ementa:
Estudo do desenho técnico com sua aplicação. Uso de instrumentos: régua,
compasso, escalímetro, esquadros. Noções de desenho a mão livre. Observação de
objetos. Normas técnicas: letras, caligrafia, carimbo, margens, formatos, dobra.
Escalas. Croquis. Noções sobre desenho geométrico e geometria plana. Noções
sobre perspectiva. Projeção ortogonal. Vistas principais de uma peça. Noções sobre
desenho topográfico. Planos de projeção. Rebatimento. Perspectivas axonométricas.
Projeto/Desenho arquitetônico. Normalização. Conceitos gerais. Noções sobre
desenho assistido por computador (CAD). Principais comandos. Representação.
Impressão.
Bibliografia Básica:
CARNEIRO, O. Construções Rurais. 3ª Ed. São Paulo – S.P. Nobel.
PEREIRA, ADEMAR. Desenho Técnico Básico. RJ. Ed. Francisco Alves.
PEREIRA, M. F. Construções Rurais. 2ª ed. São Paulo – S.P. Nobel.
Bibliografia Complementar:
FREDERICO, C. Materiais para uso em construções rurais. Lavras – MG.
Imprensa ESAL.
MORETTI Filho, J. Considerações sobre telhados de edifícios. Piracicaba – SP.
Disciplina: CÁLCULO
Ementa:
Revisão geral sobre equação do 1° e 2° graus. Revisão geral sobre os processos de
fatoração. Revisão geral sobre funções do 1° e 2° graus e funções racionais.
Funções de uma variável real. Gráficos. Continuidade. Conceituação e cálculo de
limites, definição e aplicações das derivadas. Conceituação e cálculo com integrais,
definição de integrais definidas e suas aplicações. Geometria analítica plana.
Cônicas. Translações e rotações. Cálculo diferencial. Métodos de integração.
Álgebra linear. Matrizes e sistemas lineares.
Bibliografia Básica:
FERREIRA, S. R. Matemática aplicada às ciências agrárias: Análise de dados e
modelos. Viçosa: Editora UFV, 1999.
MEDEIROS, I. Matemática básica para os cursos superiores. São Paulo: Atlas,
1980.
MORETTIN, P. et al. Cálculo de funções de uma e várias variáveis. São Paulo:
Saraiva, 2003.
Bibliografia Complementar:
ANTON, H. Cálculo um novo horizonte. 6 ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.
ÁVILA, G. S. S. Cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: LTC, 1987.
ÁVILA, Geraldo. Cálculo: funções de uma variável. 3ª ed. RJ. LTC. 1982.
HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. RJ.
LTC, 1982.
LEITHOLD, Louis. O Cálculo, com Geometria Analítica. São Paulo, Harbra.
LEITHOLD, L. Matemática aplicada. São Paulo: Harbra, 1988.
MORETTIN, Pedro A. e outros. Cálculo: funções de uma variável. São Paulo,
Atual, 1987.
2° PERÍODO
Disciplina: BIOFÍSICA
Ementa:
Estudo da biofísica: radiações, visão, audição, ultra-sonografia, trocas de calor.
Fluídos em sistemas biológicos. Efeitos fisiológicos da variação da pressão de
fluídos. Movimento e propriedades dos fluídos. Fenômenos elétricos nas células.
Potencial de ação em uma célula nervosa.
Bibliografia Básica:
OKUNO, EMICO et al. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. São Paulo,
Harper & Row do Brasil, 1992.
HALLIDAY, David; WALKER, J.; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física 1:
mecânica. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996.
HALLIDAY, David; KRANE, S. Kenneth; RESNICK, Robert. Física 1. 4 ed. Rio de
Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996.
Bibliografia Complementar:
ALVARENGA, Beatriz & MÁXIMO, Ângelo. Física. Volumes 1, 2 e 3. Editora
Scipione, 2000.
DURÁN, J. E. R. Biofísica – Fundamentos e Aplicações. São Paulo, Pearson
Prentice Hall, 2003.
HALLIDAY, DAVID; RESNICK, ROBERT & WALKER, JEARL. Fundamentos de
Física, vol. 1, 2, 3 e 4. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e científicos, 2003.
GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo, Sarvier, 1997.
RESNICK, Robert & Halliday, DAVID. Física. 4ª ed. RJ. LTC, 1984.
DISCIPLINA: TOPOGRAFIA APLICADA
Ementa:
Estudo do desenho técnico com sua aplicação, na elaboração de plantas e cartas
topográficas, mediante cálculo e conhecimento de nível, perfil, método de
levantamento altimétrico e planimétrico. Introdução, conceitos e finalidades da
Topografia. Altimetria ou Hipsometria. Planialtimetria: curvas de nível e desnível.
Terraceamento Agrícola e Captação e Aproveitamento de águas pluviais. Princípios
de Cartografia. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação.Noções sobre
Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento. Planimetria: Goniometria – cálculos
de áreas, uso de teodolito e GPS.
Bibliografia Básica:
BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de Topografia. S.P. Editora Edgard
Blucher, 1987.
BORGES, Alberto de Campos. Topografia. S.P. Editora Edgard Blucher, 1986.
Volumes 1 e 2.
Bibliografia Complementar:
COMASTRI, José Aníbal. Planimetria e Altimetria. Eidtora Edgard Blucher, 1979.
CORDÃO, Celso. Planimetria e Altimetria. SP. Editor aMcGraw Hill, 1982.
ESPARTEL, Lelis e outros. Cardeneta de campo. S.P. Editora McGraw Hill, 1978.
ESPARTEL, Lelis e outros. Curso de Topografia. S.P. Editora McGraw Hill, 1975.
Disciplina: MORFOLOGIA VEGETAL
Ementa:
Abordagem dos aspectos morfológicos da raiz, caule, folha, flor e fruto. Noções
sobre os sistemas de classificação e nomenclatura botânica e a identificação de
angiospermas. Morfologia externa e interna de monocotiledôneas e dicotiledôneas de
interesse zootécnico. Identificação e classificação dos principais grupos de plantas
forrageiras.
Bibliografia Básica:
FERRI, M.G. Botânica e morfologia externa. São Paulo, Nobel. 1983.
VIDAL, R. Organografia. UFV. 1999
RAVEN, P. H.; EVERT, R.F., EICHHORN, S.E. Biologia Vegetal. 5 ed. Guanabara
Koogan S.A.-RJ. 1996.
Bibliografia Complementar:
Departamento de Botânica. Boletim de Botânica: Instituto de Biociências. USP.
CUTTER, G. E. Anatomia Vegetal: Parte I - Células e Tecidos. 2 ed. Roca. São
Paulo, 1986..
CUTTER, G.E. Anatomia Vegetal: Parte II – Órgãos, Experimentos e
Interpretação. 2 ed. Roca. São Paulo, 1987.
Disciplina: QUÍMICA II
Ementa:
Compostos orgânicos e suas ligações químicas. Hidrocarbonetos saturados,
insaturados e aromáticos. Grupos funcionais: alcoóis, éteres, aldeídos, cetonas e
aminas. Enantiômeros e moléculas quirais. Projeção de Fisher. Nomenclatura e
Enantiômeros. Introdução à instrumentação. Aplicações de potenciometria.
Coulometria. Voltametria. Introdução aos métodos espectroquímicos. Instrumentos
para a espectrometria óptica. Espectroscopia de absorção molecular. Espectroscopia
de fluorescência molecular. Espectroscopia atômica. Espectroscopia de radiação UV
e visível. Introdução aos métodos cromatográficos. Cromatografia de gás e líquido.
Cromatografia líquida de alta performance.
Bibliografia Básica:
BACCAN, N.; DE ANDRADE, J. C.; GODINHO, O. E. S.; BARRONE, J. S.; Química
Analítica Quantitativa Elementar. 2 ed. São Paulo-SP, Editora Edgard Blücher
Ltda, 1979.
DA SILVA, R. R.; BOCCHI, N.; ROCHA-FILHO, R.C. Introdução a química
experimental. São Paulo/SP, McGraw-Hill Ltda, 1990.
VOGEL, A. I. Análise Química Quantitativa. Tradução de Macedo, H. Rio de
Janeiro-RJ, LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.,1982.
Bibliografia Complementar:
ALLINGER, N. L.; CAVA, M. P.; DEJONGH, D. C.; JOHNSON, C. R.;LEBEL, N. A.;
STEVENS, C. L. Química Orgânica. Tradução de Alencastro, R. B.; Peixoto, J. de
S.; DE PINHO, L. R. N. 2 ed. Rio de Janeiro-RJ, Guanabara Koogan, 1978.
OHLWEILER, O. A. Fundamentos de Análise Instrumental. Rio de Janeiro-RJ,
LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1981.
Disciplina: ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS
Ementa:
Osteologia geral. Sindesmologia geral. Miologia. Sistema digestivo. Sistema
respiratório. Sistema urogenital. Sistema circulatório. Endocrinologia. Sistema
nervoso. Aves.
Bibliografia Básica:
GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos. 5ª ed. Rio de Janeiro:
Interamericana. 1981. VI e VII.
POPESKO, P. Atlas de anatomia Topográfica dos Animais Domésticos. 1ª ed.
Bras. Manole, vol. 3. 1997.
SISSON/GROSSMAN. Anatomia dos Animais Domésticos. 6ª ed. Guanabara,
1995.
Bibliografia Complementar:
CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F. Anatomia Aplicada dos Grandes Animais. 1ª ed.
Bras. Manole, 1997.
DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G.; Tratado de Anatomia Veterinária.
6ª ed. Rio de janeiro. Guanabara Koogan, 1998.
FRANDSON, R.D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. Rio de Janeiro:
1989.
Disciplina: ECOLOGIA E GESTÃO AMBIENTAL
Ementa:
Ecologia: os ciclos da natureza. Estrutura e funcionamento dos ecossistemas. Fluxo
de energia e movimento de materiais de ecossistemas. Fatores limitantes. Fatores
climáticos. Dinâmica de populações. Sucessões ecológicas. Conceitos de
biodiversidade. A crise ambiental. Poluição ambiental: Conceito e os principais
impactos ambientais. Impactos e simplificação dos Ecossistemas. Aplicação dos
conhecimentos ecológicos na gestão ambiental. Sistemas de gestão ambiental e
suas alternativas. Planejamento do processo de implantação de SGA. Auditorias e
certificação. Instrumentos da Auditoria Ambiental. O uso sustentável dos recursos
biológicos.
Bibliografia Básica:
ALMEIDA, J. R. de.; MELLO, C. dos S.; CAVALCANTI, Y. Gestão Ambiental:
planejamento, avaliação, implantação, operação e verificação. Rio de Janeiro:
Thex Ed., 2000.
ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434p.
ODUM, E. P. Fundamentos de Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 7 ed. 2004.
928p.
Bibliografia Complementar:
ANDRADE, R. O. B. de.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. de. Gestão ambiental:
enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo:
Makron Books do Brasil, 2000.
KINLAW D. C. Empresa competitiva e ecológica: estratégias e ferramentas para
uma administração consciente, responsável e lucrativa. São Paulo: Makron Books
do Brasil, 1997.
PRIMAVESI, A. Agroecologia. Ecosfera, tecnosfera e agricultura. São Paulo,
Nobel, 1997.
TIBOR, T.; FELDMAN, I. ISO 14000 - Um Guia para as Novas Normas de Gestão
Ambiental. São Paulo: Futura, 1996.
3° PERÍODO
Disciplina: BIOESTATÍSTICA
Ementa:
Definição, importância e divisão da estatística. Tipos de variáveis. Distribuição de
freqüência, apresentação tabular e gráfica de um conjunto de dados. Medidas de
posição, dispersão e de associação. Probabilidade e distribuições de probabilidade.
Inferência estatística. Testes de hipóteses. Experimentação e delineamentos
experimentais. Testes de comparação de médias. Correlação, covariância e
regressão.
Bibliografia Básica:
CRESPO, Antônio Arnot. Estatística Fácil. 15ª edição. Editora Saraiva, 1997.
GOMES, Frederico Pimentel. Iniciação à Estatística. 6ª ED. S.p. Ed. Liv. Nobel.
1990.
MARTINS e DONAIRE. Princípios da Estatística. 2ª edição. Brasil.
Bibliografia Complementar:
CENTENO, A. J. Curso de estatística aplicada à biologia, 2 ed., Goiânia: UFG,
1999.
OLIVEIRA, Teresinha de F. R. Estatística na Escola. Ao Livro Técnico S/A.
SPIEGEL, MURRAY R. Estatística. 3 ed, São Paulo: Makron, 1993.
VIEIRA, Sônia. Introdução à Estatística. 6ª ed. RJ. Ed. Liv. Campus. 1990.
Disciplina: FISIOLOGIA VEGETAL
Ementa:
Fisiologia vegetal como ciência. Organização estrutural das plantas. Água como
constituinte vegetal. Relações hídricas. Transporte de soluto através do floema.
Respiração. Fotossíntese e fotorespiração. Nutrição mineral. Assimilação de
nutrientes inorgânicos. Crescimento e desenvolvimento. Crescimento diferencial e
diferenciação. Fotomorfogênese. Hormônios e reguladores de crescimento.
Dormência.
Bibliografia Básica:
AWAD, M. & CASTRO, P.R.C. Introdução à fisiologia vegetal. São Paulo: Nobel,
1983.
RAVEN, P.H.; EVERT, R.F. & EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. 6 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. S.A. 2001.
FERRI, M.G. Fisiologia vegetal. São Paulo: Ed. Pedagógica e Universitária Ltda.
1985. v 1 e 2.
Bibliografia Complementar:
KERBANY, G.B. Fisiologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. S.A. 2004.
MARZZOCO, A. & TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 2 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara-Koogan, 1999.
Disciplina: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO
Ementa:
Desenvolvimento do trabalho científico e seus procedimentos práticos. Elaboração
de relatórios. Interpretação e produção de trabalhos científicos. Utilização das regras
e normas propostas pela ABNT. Técnicas para apresentação de seminários.
Bibliografia Básica:
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia Científica. 3.
Ed. São Paulo: Atlas, 2001. 289 p.
PARRA FILHO, Domingos; SANTOS, João Almeida. Apresentação de Trabalhos
Científicos: TCC-Teses-Dissertações. São Paulo: Futura. 2000. 132p.
DUARTE, João Batista. Normas Básicas de Redação Científica. Goiânia:
UFG/Escola de Agronomia, 2000. 21p. (Apostila)
Bibliografia Complementar:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Normalização da
documentação no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Bibliografia e
Documentação, 1980.
_______. Referências – elaboração: NBR 6023. Rio de Janeiro: ago. 2000. 22p.
_______. Trabalhos acadêmicos – apresentação: NBR 14724. Rio de Janeiro: jul.
2001. 6p.
Disciplina: BIOQUÍMICA
Ementa:
Composição de matéria viva: as biomoléculas, carboidratos, estrutura e função
biológica. Aminoácidos e peptídeos. Proteínas. Enzimas. Lipídios e membranas.
Visão geral do metabolismo intermediário. Glicólise. Ciclo do ácido cítrico. Oxidação
dos ácidos graxos. Degradação oxidativa dos aminoácidos. Biossíntese dos
carboidratos e lipídios nos tecidos animais.
Bibliografia Básica:
HARPER, H.A.; RODWELL, V.W.; MAYES, P.A. Manual de química fisiológica.
São Paulo: Atheneu, 1992.
TELES, F.F.F. Bioquímica de nutrição I e II. Viçosa: Imprensa Universitária, 1997.
Voet, D.; Voet, J.G.; Pratt, C.W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artes
Médicas Sul Ltda., 2000.
Bibliografia Complementar:
BOREL, Jacques-Paul, RANDOUX, Alain, Maquart, FRANÇOIS-XAVIER, et al.
Bioquímica Dinâmica. Buenos Aires: Panamericana, 1995.
CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3a. Edição. Porto Alegre: Artes Médicas Sul Ltda.,
2000.
CHAMPE, P.C. e HARVEY, R.A. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre: Artes Médicas
Sul Ltda., 1996.
LEHNINGER, A.; NELSON, D.L. e COX, M.M. Princípios de Bioquímica. São
Paulo: Sarvier, 1995.
MONTGOMERY, R.; CONWAY, T.W.; SPECTOR, A. A. Bioquímica: uma
abordagem dirigida por casos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
MURRAY, R. K. GRANNER, D. K. MAYSES, P.A., et al. Harper-bioquímica. São
Paulo: Atheneu, 1990.
ROSKOSKI, R. Jr. Bioquímica. Rio de Janeiro: Editora Guanabara-Koogan, 1998.
SMITH, E.L.; HILL, R.L.; LEHMAN, I.R.; LEFKOWITZ, R.J.; HANDLER, P. e WHITE,
A. Bioquímica. Rio de Janeiro: Editora Guanabara-Koogan, 1985.
VIEIRA, E.C.; GAZZINELLI, G. & MARES-GUIA, M. Bioquímica celular. Rio de
Janeiro: Atheneu, 1989.
Disciplina: FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS
Ementa:
Mecanismos de funcionamento do organismo dos animais domésticos. Sistemas
muscular esquelético, circulatório, respiratório, gastrintestinal e sua relação com
sistema nervoso e endócrino, termorregulador, glândula mamária, bem como os
princípios básicos da fisiologia celular e molecular.
Bibliografia Básica:
CUNNINGHAN, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3a ed. RJ. Guanabara
Koogan, 2004.
DUKES, Fisiologia dos animais domésticos. 11ª ed. RJ. Guanabara Koogan,
1996.
REECE, W. O. Fisiologia dos animais domésticos. SP, Roca, 1996.
Bibliografia Complementar:
CUNNINGHAN, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 2a ed. RJ. Guanabara
Koogan, 1999.
Disciplina: CONSTRUÇÕES RURAIS
Ementa:
Construção de pequenas obras rurais. Elaboração de projetos de instalações
destinadas aos diferentes tipos de criações como bovinos de corte e de leite, aves,
suínos, caprinos e outros, bem como o correto emprego de materiais de construção,
visando menor imobilização de capital por parte da empresa rural.
Bibliografia Básica:
PEREIRA, M.F. Construções rurais. São Paulo, Nobel, v.1.,1978.
PEREIRA, M.F. Construções rurais. São Paulo, Nobel, v.2.,1983.
TEIXEIRA, V.H. Construções e ambiência. Lavras, ABEAS, 1990.
Bibliografia Complementar:
BUENO, C.F.H. Construções rurais: Materiais e técnicas construtivas. Lavras,
ESAL, 1982.
BUENO, C.F.H. Construções Rurais: Tabelas para Composição de Custos.
Lavras, ESAL, Vol. 1, 1984.
CARNEIRO, O. Construções rurais. São Paulo: Nobel, 8a ed., 1980. 179p.
MONTENEGRO, G. A. Desenho arquitetônico. São Paulo, Mc Graw Hill do Brasil,
1979.
NAAS, I.A. Principios de conforto térmico na produção animal. São Paulo: Ícone,
1989.
TEIXEIRA, V. H. Construções e Ambiência. Lavras – MG, 1991.
4° PERÍODO
Disciplina: GENÉTICA
Ementa:
História do material genético. Fluxo de informação gênica (replicação, transcrição,
tradução). Código genético. Mutações ao nível molecular gênico. Cromossomos.
Divisão celular. Ciclos de vida. Evolução cromossômica. Terminologia. Relações
alélicas
(dominância,
codominância, letalidade, polialelia).
Cruzamentos
monofatoriais. Análises de pedigree. Segregação independentes. Sistemas para
solução de cruzamentos diíbridos.
Bibliografia Básica:
NICHOLAS, F. W. Introdução à Genética Veterinária. Tradução – Rivo Fisher.
Porto Alegre: Editora Artes Médicas , 1999.
OTTO, Priscila Guimarães. Genética Básica para Veterinária. 3 ed. São Paulo:
Editora Roca. 2000.
RAMALHO, M.; SANTOS, J. B. dos & PINTO, C. B. Genética na Agropecuária. São
Paulo: Editora Globo, 2001.
Bibliografia Complementar:
CARVALHO, H. C. Fundamentos de genética e evolução. Rio de Janeiro: Livro
Técnico.
CLEFFI, N. M. Biologia celular, genética e evolução. SP: Harbra.
CROW, J. F. Fundamentos de genética. RJ: Tivro Técnico.
GRIFFITHS, A. J. F.; GELBART, W. M.; MILLER, J. H. & LEWONTIN, R. C.
Genética Moderna. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan S. A. 2001.
PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo
Horizonte: FEP – M0VZ Editora, 2001.
SUZUKI, D. T.; GRIFFITHS, A. J. F.; MILLER, J. H e LEWONTIN, R. C. Introdução
à Genética. 5 ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 1998.
Disciplina: SOLOS, FERTILIDADE E ADUBAÇÃO
Ementa:
Introdução à ciência do solo. Gênese e morfologia do solo. Classificação dos solos.
Introdução ao estudo da fertilidade do solo. Relação solo-água-planta. Nutrição
mineral de plantas. Reação do solo. Correção da acidez do solo. Avaliação da
fertilidade do solo. Correção da fertilidade do solo. Elaboração de laudo de
recomendação de adubação.
Bibliografia Básica:
LOPES, A. S. (Tradução e Adaptação). Manual de Fertilidade do Solo. São Paulo,
ANDA / POTAFOS, 1989.
MALAVOLTA, E. Adubos e adubações. São Paulo: Nobel, 2000.
RESENDE, M. Pedologia. Viçosa, MG. Imprensa universitária, UFV, 1991, p.100.
Bibliografia Complementar:
CAMARGO, O. A. de; MONIZ, A. C.; JORGE, J. A.; VALADARES, J. M. A. S.
Métodos de análise química, mineralógica e física de solos do Instituto
Agronômico de Campinas. Campinas: Instituto Agronômico, 1986. (IAC. Boletim
técnico, 106).
CARVALHO, J.C.; LOPES, A.S. & GUEDES, G.A.A. Métodos de Diagnose da
Fertilidade do Solo e Avaliação do Estado Nutricional das Plantas. Lavras.
ESAL/FAEPE, 1994.
COMISSÃO DE FERTILIDADE DE SOLOS DE GOIÁS. Recomendações de
corretivos e fertilizantes para Goiás. 5ª Aproximação. Goiânia, UFG/EMGOPA,
1988. (Convênio. Informativo Técnico, 1).
COMISSÃO DE FERTILIDADE DE SOLOS DE MINAS GERAIS. Recomendações
para uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. 5ª Aproximação. Viçosa,
1999.
EMBRAPA. Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes.
Brasília: EMBRAPA/SOLOS, 1999.
EMBRAPA. Manual de métodos de análise de solo. 2ª ed. Rio de Janeiro:
EMBRAPA/CNPS, 1997.
FAGERIA, N. K. Solos tropicais e aspectos fisiológicos das culturas. Brasília :
EMBRAPA-DPU. 1989.
FAQUIN, V. Nutrição Mineral de Plantas. Lavras, ESAL/FAEPE, 1994. 230 p.
FERNANDES, F.M., NASCIMENTO, V.M. (Coord.) Curso de atualização em
fertilidade do solo. Campinas: Fundação Cargill, 1987.
FERREIRA, M.E., CRUZ, M.C.P. da. Micronutrientes na agricultura. Piracicaba:
POTAFOS, 1991.
FREITAS. P. L. Aspectos
EMBRAPA/CNPS. 1994.
físicos
e
biológicos
dos
solos.
Goiânia.
GOEDERT, W. J. Solos do cerrados: tecnologia e estratégia de manejo. São
Paulo. Nobel: EMBRAPA/CPAC. 1985.
INSTITUTO DE POTASSA & FÓSFATO. Manual Internacional de fertilidade do
solo. Piracicaba, 2ª ed., rev. e ampl. POTAFOS, 1998.
KIEHL, E. J., Manual de edafologia – relações solo planta. São Paulo. Ceres,
1979, p.262.
LEMOS, R. C.; SANTOS, R. D. dos. Manual de descrição e coleta de solos no
campo. Campinas. Sociedade Brasileira de Ciência do solo, 2o edição, 45p., 1984.
LOPES, A. S. Solos sob Cerrado: Características, Propriedades e Manejo.
Piracicaba, Instituto da Potassa e do Fosfato, 1987. 162p. MALAVOLTA, E. ABC da
adubação. São Paulo: Ceres, 5ª ed., 1989.
MALAVOLTA, E. Elementos de Nutrição Mineral de Plantas. São Paulo, Ceres,
1980.
MALAVOLTA, E. Manual de Adubação e Calagem das Principais Culturas. São
Paulo, Agronômica Ceres, 1987.
VIEIRA, L. S. Manual de ciência do solo: com ênfase aos solos tropicais. São
Paulo: Ceres, 1998.
Disciplina: NUTRIÇÃO DE MONOGÁSTRICOS
Ementa:
Importância da nutrição na produção animal. Particularidades digestivas dos animais
monogástricos (aves em geral, suínos, eqüinos). Classificação e metabolismo dos
nutrientes. Sintomas de deficiência nutricional. Exigências quantitativas e qualitativas
dos nutrientes. Alimentos utilizados na nutrição dos monogástricos.
Bibliografia Básica:
ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: as bases e os fundamentos da
nutrição animal. Os alimentos. São Paulo, Nobel, 1981. V. I. 4 ed.
ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: alimentação animal. São Paulo,
Nobel, 1983. V. II. 3 ed.
MAYNARD, L. A. et al. Nutrição Animal. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. Ilust.
Bibliografia Complementar:
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Poultry.
National Academy Press, Washington, Última Edição.
NUNES, I. J. Nutrição Animal Básica. Belo Horizonte: Ed. FEP- MVZ/UFMG, 2 ed.
1998.
PENZ, A. M e VIOLA, E. S.; In: Suinocultura Intensiva: Produção, Manejo e
Saúde do Rebanho. 1 ª edição. Brasília. EMBRAPA SPI , 1998.
ROSTAGNO S. R. Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos, 2º ed. Viçosa: UFV,
2005.
Disciplina: NUTRIÇÃO DE POLIGÁSTRICOS
Ementa:
Importância da nutrição na produção animal. Particularidades digestivas dos animais
poligástricos. Classificação e metabolismo dos nutrientes. Sintomas de deficiência
nutricional. Exigências quantitativas e qualitativas dos nutrientes. Alimentos utilizados
na nutrição dos poligástricos.
Bibliografia Básica:
ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: as bases e os fundamentos da
nutrição animal. Os alimentos. São Paulo, Nobel, 1981. V. I. 4 ed.
ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: alimentação animal. São Paulo,
Nobel, 1983. V. II. 3 ed.
MAYNARD, L. A. et al. Nutrição Animal. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. Ilust.
Bibliografia Complementar:
LUCCI, C. de S. Nutrição e Manejo de Bovinos Leiteiros. São Paulo/SP. Ed.
Manole, 1997. 1ª ed.
MARTIN, L. C. T. Nutrição Mineral de Bovinos de Corte. São Paulo/SP. Ed. Nobel,
1993. 2ª ed.
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Dairy Cattle.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Beef Cattle.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
Disciplina: MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA
Ementa:
Estudo da origem, morfologia, fisiologia e análise laboratorial diagnóstica dos
microorganismos de interesse zootécnico. O sistema imune, seu funcionamento em
animais de interesse zootécnico.
Bibliografia Básica:
BARBOSA, H.R., TORRES, B. B Microbiologia básica. São Paulo: Ateneu. 1999.
OLIVEIRA, S.J. Microbiologia Veterinária, Canoas: Ulbra, 2000.
PELCZAR JR., R., CHAN, E.C.S & KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e
aplicações Volumes 1 e 2. São Paulo: Makron Books. 1996.
Bibliografia Complementar:
ROITMAN, I., TRAVASSOS, L. R. & AZEVEDO, J. L. Tratado de microbiologia,
Vol. 1, São Paulo: Ed. Manole, 1987.
TIZARD, I. Imunologia Veterinária: Uma Introdução. 5 ed. São Paulo: Roca, 1998.
TORTORA, G.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed,
2002.
5° PERÍODO
Disciplina: MANEJO E CONSERVAÇÃO DOS SOLOS
Ementa:
Sistemas de manejo do solo. Mecanismos e processos de degradação do solo.
Processo erosivo. Práticas de conservação do solo. Planejamento racional de uso do
solo. Integração Lavoura Pecuária.
Bibliografia Básica:
AMARAL, N.D. Noções de Conservação de Solo. 2 ed São Paulo: Nobel, 1984.
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação
1990.
do Solo. São Paulo: Ícone,
FERREIRA, P.H.M. Princípios de Manejo e de Conservação do Solo. 3 ed. São
Paulo: Nobel, 1992.
Bibliografia Complementar:
BAHIA, V. G; RIBEIRO, M. A. Conservação do Solo e Preservação Ambiental.
Lavras: ESAL/FAEPE, 1991.
BERTONI, J., LOBARDI NETO, F. Conservação do solo. SP. Editora Ícone, 1990.
JORGE, J. A. Física e manejo dos solos tropicais. Campinas: Instituto Campineiro
de ensino agrícola, 328p., 1985.
LEPSCH, I. F. Solos formação e conservação. São Paulo, Edições melhoramentos
(5o ed), 1993, 157 p.
LOPES, A S. Solos sob cerrado: característica, propriedades e manejo.
Piracicaba. potassa, 1984 2o ed. 162p.
PRIMAVESI, A M. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais.
São Paulo, Nobel, 1995.
Disciplina: BIOCLIMATOLOGIA
Ementa:
Introdução à bioclimatologia. Fatores e elementos climáticos. Processos de
ambientação. Mecanismos de termorregulação. Atributos anatomofisiológicos de
adaptação das diferentes espécies animais nos trópicos. Efeitos de ambiente sobre a
produção, reprodução e saúde animal. Métodos de avaliação da adaptabilidade dos
animais ao meio. Proteção dos animais no ambiente: técnicas de manejo climático e
princípios de conforto térmico aplicado às instalações zootécnicas.
Bibliografia Básica:
BAETA, F.C., SOUZA, C.F. Ambiência em instalações rurais conforto animal,
Viçosa: FV, 1977.
MULLER, F.B. Bioclimatologia Aplicada aos animais domésticos. 2 ed. Porto
Alegre Sulina, 1993.
SILVA, R.G. Introdução a Bioclimatologia animal. São Paulo: Nobel, 2000.
Bibliografia Complementar:
ANAIS 1º Congresso Brasileiro de Ambiência na Produção de Leite. 1998, FEALQ,
Piracicaba.
ANAIS 1º Congresso Brasileiro de Biometeorologia. Jaboticabal, 1995.
ANAIS 2º Congresso Brasileiro de Biometeorologia. Goiânia, 1998, Sociedade
Brasileira de Biometeorologia.
ANAIS ZOOTEC 2001, Goiânia.
HAHN, G.L. Bioclimatologia e instalações zootécnicas. São Paulo: FUNEP, 1993.
HARDY, R.N. Temperatura e vida animal. 2ª ed. São Paulo, EPU/EDUSP, 1981.
NAAS, I.A. Princípios de conforto térmico da produção animal. São Paulo, 1989,
Icone.
Disciplina: MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
Ementa:
Estudo detalhado sobre máquinas de preparo periódico do solo. Máquinas para:
semeadura, aplicação de fertilizantes e corretivos, cultivo, aplicação de defensivos,
colheita de forragem e confecção de feno. Seleção, uso e cálculo dos custos de uso
de máquinas e implementos agrícolas.
Bibliografia Básica:
BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo, Manole, 1987. 307p.
GALETI, P.A. Mecanização agrícola - Preparo do solo. Campinas, Instituto
Campineiro de Ensino Agrícola. 1981.
GADANHA, JR., C.D.; MOLIN, J.P.; COELHO, J.L.D.; YAHN, C.H.; TOMIMORI,
S.M.A.W. Máquinas e implementos agrícolas do Brasil. São Paulo: NSIMA/CIENTEC, 1991. 468p.
Bibliografia Complementar:
MATUO, T. Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas. Jaboticabal,
UNESP/FUNEP. 1990.
Disciplina: ALIMENTOS E ALIMENTAÇÃO
Ementa:
Particularidades dos alimentos e ingredientes utilizados na alimentação.
Classificação e valor nutritivo dos alimentos. Uso de aditivos. Exigências nutricionais
de suínos, aves de corte e postura, eqüinos e ruminantes.
Bibliografia Básica:
ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: as bases e os fundamentos da
nutrição animal. Os alimentos. São Paulo, Nobel, 1981. V. I. 4 ed.
ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: alimentação animal. São Paulo,
Nobel, 1983. V. II. 3 ed.
MAYNARD, L. A. et al. Nutrição Animal. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. Ilust.
Bibliografia Complementar:
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Dairy Cattle.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Beef Cattle.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Horses.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Swine.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Poultry.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
PEIXOTO, A. M. ; MOURA, J. C.; FARIA, V. P. Nutrição de Bovinos: conceitos
práticos e aplicados. 2ª ed. Piracicaba, FEALQ, 1995.
PEIXOTO, A. M. ; MOURA, J. C.; FARIA, V. P. Uréia para Ruminantes. ANAIS do
2º Simpósio sobre Nutrição de Bovinos. Piracicaba FEALQ, 1984.
Disciplina: MELHORAMENTO GENÉTICO ANIMAL BÁSICO
Ementa:
Genética de populações e quantitativa. Cálculo e interpretação de parâmetros
genéticos. Resposta correlacionada. Curva normal. Seleção e Diferencial de
Seleção. Endogamia e Exogamia. Progresso genético e Avaliação de progênies,
abordando metodologias de avaliação genético-estatística, utilizando modelos
paramétricos e não paramétricos.
Bibliografia Básica:
BOWMAN, J.C. Introdução ao melhoramento genético animal. Editora da
Universidade de São Paulo. 1981. 87 p.
GIANNONI, M.A.; GIANNONI, M. L. Genética e Melhoramento de Rebanhos nos
Trópicos. 2 ed. Nobel. 1989.
PEREIRA, J.C.C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. FEPMVZ
Editora. Belo Horizonte. 2004.
Bibliografia Complementar:
BORDON, R.M. Understanding Animal Breeding. Prentice Hall, Upper Saddle
River, NJ. 523p., 1997.
FALCONER, D.S. Introduction to Quantitative Genetics. Longman Group Limited,
1981.
RAMALHO, M.; DOS SANTOS, J.B.; PINTO, C.B. 1989. Genética na Agropecuária.
Publicações Globo Rural. 359 p.
SAMPAIO, I.B.M. Estatística Aplicada à Experimentação Animal. UFMG, 1 ed.
1998.
Disciplina: HIGIENE E PROFILAXIA
Ementa:
Conceitos gerais sobre saúde e doenças. Fatores determinantes de doenças no
processo de produção animal, bem como os mecanismos de transmissão. Interação
do agente hospedeiro e ambiente nas doenças contagiosas. Medidas gerais de
controle e profilaxia das principais enfermidades que acometem o organismo dos
animais domésticos economicamente exploráveis, enfatizando os de interesse
zootécnico. Princípios de vacinas e vacinações. Desinfetantes e desinfecções
utilizados no processo produtivo. Higiene e sanitização na produção e
industrialização de produtos de origem animal. Segurança alimentar do consumidor.
Principais zoonoses. Processos de saneamento ambiental.
Bibliografia Básica:
GUERREIRO, M.G., OLIVEIRA, S.J.; SARAIVA, D., WIEST, J.M. et al. Bacteriologia
Especial: com interesse em saúde animal. Porto Alegre: Sulina. 1984.
ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e Saúde. Fortaleza: UNIFOR, 1983.
TIZARD, I. Introdução à imunologia veterinária. 2ª ed. São Paulo: Roca, 1985.
Bibliografia Complementar:
CORREA, W.M., CORREA, C.N.M. Enfermidades infecciosas dos mamíferos
domésticos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora Médica e Científica Ltda, 1992.
DOMINQUES, P.F.; LANGONI, H. Manejo sanitário animal. Rio de Janeiro: EPUB,
2001.
Disciplina: APICULTURA
Ementa:
Introdução ao estudo da apicultura. Orfologia e biologia das abelhas melíferas.
Povoamento de apiários. Instalações e equipamentos em apicultura. Manejo das
abelhas. Classificação das abelhas. Produtos elaborados pelas abelhas e
polinização. Higiene e profilaxia em apicultura. Alimentos e alimentação das abelhas.
Meliponicultura.
Bibliografia Básica:
SPURGIN, A. A Apicultura. Lisboa: Presença, 1997.
WIESE, H. Novo Manual de Apicultura. Guaíba: Agropecuária, 1995.
WIESE, H. Nova Apicultura. Porto Alegre: Agropecuária, 1985.
Bibliografia Complementar:
COUTO, R. H. N.; COUTO, L. A. Apicultura: manejo e produtos. 2 ed, Jaboticabal:
FUNEP, 2002.
MARTINHO, M. R. A. Criação de Abelhas. Rio de Janeiro: Globo, 1988.
SCHIRMER, L. R. Abelhas Ecológicas. São Paulo: Nobel, 1986.
6° PERÍODO
DISCIPLINA: MANEJO E CONSERVAÇÃO DAS PASTAGENS
Ementa:
Importância, classificação e identificação das pastagens e cultivos forrageiros.
Características morfogênicas das forragens. Produção e beneficiamento de
sementes e mudas forrageiras. Formação, recuperação e renovação de pastagens.
Utilização e manejo de pastagens. Estacionalidade de produção forrageira. Produção
e conservação de forragens. Consorciação e diversificação de pastagens.
Bibliografia Básica:
GOMIDE, J. A., GOMIDE, C. A. M. Utilização e manejo de pastagens. In:
REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 38. Piracicaba,
2001. Anais... Piracicaba: SBZ, 2001.
GOMIDE, J.A., GOMIDE, C. A. M. Fundamentos e estratégias do manejo de
pastagens. In: SIMPÓSIO DE PRODUÇÃO DE GADO DE CORTE, 1. Viçosa, 1999.
Anais... Viçosa, 1999.
MARASCHIN, G. E. Sistemas de pastejo 1. In: PASTAGENS: FUNDAMENTOS DA
EXPLORAÇÃO RACIONAL. 2. ed. Piracicaba, 1994. Anais... Piracicaba: FEALQ,
1994.
Bibliografia Complementar:
EVANGELISTA, A. R.; LIMA, J. A. Silagens: do cultivo ao silo. UFLA, Lavras, MG,
2000.
PROPASTO. Projeto de recuperação e manejo de pastagens e manejo de
pastagens. 1º ed, Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de
Goiás e parceiros do PROPASTO, Goiânia – GO. 2000.
ROSA, B. Alternativas para minimizar os efeitos da estacionalidade na
produção de forrageiras. Curso de especialização em Zootecnia, UFG, Goiânia,
GO, 2000.
VIEIRA, J.M. & KICHEL, A.N.; Estabelecimento e recuperação de pastagens de
Panicum maximum, In: SIMPÓSIO SOBRE MANEJO DA PASTAGEM. TEMA: O
CAPIM COLONIÃO, 12, 1995, Piracicaba. Anais... Piracicaba: FEALQ, 1995.
ZIMMER, A.H.; CORREA, E.S. 1999. A pecuária nacional, uma pecuária de pasto.
In: RECUPERAÇÃO DE PASTAGENS. 2 ed, 1999, Nova Odessa; Instituto de
Zootecnia.
DISCIPLINA: FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO ANIMAL
Ementa:
Aspectos básicos da reprodução. Embriologia. Anatomia e fisiologia comparada do
sistema genital das principais espécies de animais domésticos. Endocrinologia da
reprodução. Ciclo reprodutivo e ciclo estral das principais espécies de animais
domésticos com ênfase nos bovinos. Gametogênese.
Bibliografia Básica:
DUKES, S. M.; Fisiologia dos Animais Domésticos. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 1999.
DYCE, K. M. & SACK, W. O. Tratado de Anatomia Veterinária. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan 1990.
HAFEZ, E. S. E.; HAFEZ, B. Reprodução Animal. 7 ed. São Paulo: Manole, 2004.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, J.M. Embriologia veterinária comparada. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1999.
GARCIA, S.M.L.; FERNANDEZ, C.G. Embriologia. 2 ed. Rio Grande do Sul: Artmed,
2001.
MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6 ed. Porto Alegre: Sulina, 1987.
MOORE, K. Embriologia básica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan; 1991.
THIBAULT, C.; LEVASSEUR, M.C. La reproduction chezles mamiferes et l’home.
Paris: INFRA. 1991.
Disciplina: AQUICULTURA
Ementa:
Situação atual e perspectiva futura do cultivo de organismos aquáticos de interesse
econômico. Sistemas de cultivo, nutrição, alimentação da carcinicultura de água
doce, malacocultura, ranicultura, piscicultura de água doce e ornamental. Principais
variáveis hidrológicas que influenciam na qualidade da água para a aqüicultura. Boas
práticas de manejo e impactos ambientais causados pela aqüicultura. Controle
sanitário e zootécnico.
Bibliografia Básica:
ARANA L.V. Aqüicultura e desenvolvimento sustentável. FAPEU/ Editora da
UFSC, 1999.
KUBITZA, FERNANDO, et al. Planejamento da produção de peixes. 3 ed. 1999.
KUBITZA, FERNANDO. Tecnologia e planejamento na produção comercial. 1 ed.
Jundiaí, 289 p. 2000.
Bibliografia Complementar:
ARANA L.V., Princípios químicos de qualidade da água em Aqüicultura Uma
revisão para peixes e camarões. FAPEU / Editora da UFSC, 1997, 166p.
LONGO, ALCYR DOMINGOS. Manual de ranicultura: uma nova opção da
pecuária. 5 ed. Ed. Ícone, 219 p.
MARQUES, HÉLCIO L. A. Criação Comercial de Mexilhões. Ed. Nobel, 1997.
SIPAÚBA-TAVARES, LÚCIA HELENA. Limnologia Aplicada a Aqüicultura. Ed.
FUNEP, 1994.
VALENTI, WAGNER COTRONI. Carcinicultura de água doce. Ed. FAPESP, 1998.
WOYNAROVICH, E., HORVÁTH, L. A propagação artificial de peixes de águas
tropicais. Brasília: FAO/CODEVASF/CNPq, Manual de Extensão Documento
Técnico sobre Pesca 1983, 201p.
Disciplina: ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL
Ementa:
O papel da estatística na experimentação agropecuária. Métodos para aumentar a
eficiência dos experimentos. A análise de variância. Os delineamentos básicos:
inteiramente ao acaso, blocos casualizados e quadrado latino. Experimentos em
esquemas fatoriais e parcelas subdivididas. Grupos de experimentos. Regressão na
análise de variância. Análise de covariância. Planejamento experimental.
Bibliografia Básica:
GOMES, P. F. Curso de Estatística Experimental. Piracicaba: Livraria Nobel, 1973.
GUIMARÃES, R. C.; Cabral, S. Estatística. São Paulo: McGraw-Hill, 1999.
OLIVEIRA, P. Estatística Aplicada. São Paulo: Universidade do Minho, 2002.
Bibliografia Complementar:
BANZATTO, D. A.; KRONKA, S. N. Experimentação Agrícola. 2ª ed. Jaboticabal:
FUNEP, 1992.
BEIGUELMAN, B. Curso prático de estatística. Ribeirão Preto: SBG, 1998.
CAMPOS, H. Estatística Aplicada à Experimentação com Cana de Açúcar.
Piracicaba: ESALQ, 1984.
Disciplina: DEONTOLOGIA E CIDADANIA
Ementa:
Princípios éticos e morais aplicados às atividades profissionais do zootecnista.
Código de ética do zootecnista. Decretos, resoluções e leis que estão ligados ao
profissional zootecnista. Campo de atuação e mercado de trabalho do zootecnista.
Conceitos básicos de cidadania.
Bibliografia Básica:
Leis, Decretos, resoluções referentes ao exercício profissional do Zootecnista
Disponível em: www.cfmv.org.br
NASCH, L. L. Ética nas Empresas: boas intenções à parte. São Paulo: Editora
Makron Books. 1993.
SUNG, J. M, SIVA, J. C. Conversando sobre ética e sociedade. 6 ed. Petrópolis:
Editora Vozes. 1999.
Bibliografia Complementar:
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação. 8 ed. Trad. Para Rosisca, D.O. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1998.
PENTEADO, J. R. W. A Técnica da Comunicação Humana. 7 ed., São Paulo:
Pioneira, 1980.
Disciplina: MELHORAMENTO GENÉTICO ANIMAL APLICADO
Ementa:
Programas de seleção dos rebanhos, alcançando progresso genético nos rebanhos
inerentes às principais espécies de interesse econômico (bovinos de corte e leite,
aves, suínos, ovinos, eqüinos, peixes e cães), por meio da interpretação de provas
de machos, fêmeas e progênie, bem como a interpretação de dados de desempenho
em consonância com a interação genótipo-ambiente. Conservação de recursos
genéticos de animais domésticos (raças em extinção).
Bibliografia Básica:
BOWMAN, J.C. Introdução ao Melhoramento Genético Animal. Edusp editora.
1981.
GAMA, L.T. Melhoramento Genético Animal. Escolar editora. 1 ed. 2002.
PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. 5a
edição FEP – MVZ, Editora, Belo Horizonte, 2008.
Bibliografia Complementar:
BOURDON, R. M. Understanding Animal Breeding. 2a edição. Colorado State
University. 2000.
GIANNONI, M.A.; GIANNONI, M.L. Melhoramento. Genética e Melhoramento de
Rebanhos nos Trópicos. São Paulo, Nobel S/A, 1987.
RUVINSKY, A., FRIES, R. The Genetics of Cattle. CABI Publishing. 2001.
SIMPÓSIO NACIONAL DE MELHORAMENTO ANIMAL. Ribeirão Preto
Viçosa: SBMA, 1996.
Anais...
Disciplina: PRODUÇÃO DE ANIMAIS SILVESTRES E EXÓTICOS
Ementa:
Conceitos de preservação e a importância do conhecimento da fauna silvestre e
exótica. Legislação específica para a criação e comercialização. Biodiversidade.
Estudos fisiológicos, comportamentais, manejo e criação das diferentes espécies
constituintes da fauna silvestre e exótica. Projetos e aspectos econômicos da criação
no Brasil.
Bibliografia Básica:
DEUTSCH, L.A. Os animais silvestres – proteção, doenças e manejos. Rio de
Janeiro, Globo, 1988.
OLIVEIRA, M.O. Abate e Comercialização de Animais Silvestres. Viçosa. Centro
de Produções Técnicas – CPT, 1999.
OLIVEIRA, M. Reprodução, Cria e Recria. (Vídeo Curso).
Bibliografia Complementar:
HOSKEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Pacas. Aprenda Fácil, 2001.
HOSKEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Capivaras. Aprenda Fácil, 2001.
HOSKEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Cutias. Aprenda Fácil, 2001.
OLIVEIRA, M. Criação de Emas. (Vídeo Curso).
OLIVEIRA, M. Criação de Javalis. (Vídeo Curso).
7° PERÍODO
Disciplina: BIOTÉCNICAS REPRODUTIVAS
Ementa:
Eficiência reprodutiva das espécies de interesse zootécnico. Normas e
procedimentos das etapas das biotécnias: inseminação artificial e transferência de
embriões. Controle do ciclo estral das espécies de interesse zootécnico. Métodos de
colheita de sêmen. Manejo reprodutivo das espécies de interesse zootécnico.
Principais doenças da esfera reprodutiva. Técnicas e interação da reprodução com a
produção animal.
Bibliografia Básica:
HAFEZ, E. S. E.; HAFEZ, B. Reprodução animal. 7 ed. São Paulo: Manole, 2004.
GONSALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J. C.; FREITAS, V. J. F. Biotécnicas
aplicadas à reprodução animal. São Paulo: Varela, 2002.
MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6 ed. Porto Alegre: Sulina, 1987.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, J.M. Embriologia veterinária comparada. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1999.
BROWN, T. A. Clonagem gênica e análise de DNA: uma introdução. São Paulo:
Artmed, 2003.
GARCIA, S.M.L.; FERNANDEZ, C.G. Embriologia. 2 ed. Rio Grande do Sul: Artmed,
2001.
GRUNERT, E.; GREGORY, R.M. Diagnóstico e terapêutica da infertilidade na
vaca. Porto Alegre: Sulina, 1984.
MIES FILHO, A. Inseminação artificial. 6 ed. Porto Alegre: Sulina, 1987.
NASCIMENTO, E. F. do, SANTOS, R. de L. Patologia da reprodução dos animais
domésticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
Disciplina: BROMATOLOGIA
Ementa:
Coleta e preparo de amostras para análise. Preparação de amostra bruta e de
análise. Determinação de umidade, proteína bruta, extrato etéreo e NDT. Avaliação
das fibras pelo método de Van Soest. Fracionamento de proteína e carboidratos.
Ação química das frações tóxicas dos alimentos. Plantas tóxicas.
Bibliografia Básica:
SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de Alimentos – Métodos químicos e
biológicos. 3 ed. Viçosa.
SPINOSA, H.S.; GÓRNIA, K.S.L.; PALERMO NETO, J. Toxicologia aplicada à
Medicina Veterinária. Baueri – SP: Manole, 2008. 235 p.
VALADARES FILHO, S.C.; MAGALHÃES, K. A.; ROCHA JUNIOR, V.R. Tabelas
Brasileiras de Composição de Alimentos para Bovinos. 2 ed. Viçosa:UFV, DZO,
2006. 329 p.
Bibliografia Complementar:
GFELLER, R.W.; MESSONNIER, S.P. Manual de toxicologia e envenenamento
em animais. São Paulo: Roca, 2006. 376 p.
LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil. 4 ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum,
2008. 730 p.
PEREIRA, C.A. Plantas tóxicas e intoxicação na veterinária. Goiânia: UFG, 1992.
279 p.
Disciplina: ETOLOGIA E BEM ESTAR ANIMAL
Ementa:
Introdução ao comportamento e bem estar animal. Controle interno da expressão do
comportamento: aspectos fisiológicos e psicológicos. Fatores externos que controlam
a expressão do comportamento. Filogenia e ontogenia do comportamento.
Observação e medida do comportamento. Bioética e bem estar animal na zootecnia.
Princípios éticos na criação de animais.
Bibliografia Básica:
CARTHY, J.D. Comportamento Animal. São Paulo: EPU/EDUSP. 1980.
DEL-CLARO, K. O ensino da etologia: resgatando a história natural: In: Encontro
Anual de Etologia, 15, São Paulo, 1997, Sociedade Brasileira de Etologia, 1997.
PARANHOS DA COSTA, M.J.R. e CROMBERG, V.U. Comportamento Materno em
Mamíferos: Bases Teóricas e Aplicações aos Ruminantes Domésticos. São
Paulo: Editora SBE t:, 2000.
Bibliografia Complementar:
LEHNER, P.N. Handbook of Ethological Methods. New York: Garland STPM,
1979.
JENSEN, P.; ALGERS, B.; ESKEBO, I. Methods of Sampling and Analysis of Data
in Farm Animal Ethology. Basel: Birkhauser Verlag, 1986
Disciplina: BOVINOCULTURA E BUBALINOCULTURA DE CORTE
Ementa:
Principais aspectos da criação e produção de bovinos e bubalinos de corte.
Panorama nacional e mundial da criação. Manejos nutricional, produtivo, reprodutivo
e sanitário do rebanho. Sistemas de criação. Principais raças utilizadas. Avaliação da
idade pela evolução dentária. Estratégias de seleção e cruzamentos. Provas
zootécnicas. Complexidade e especificidade dos mercados produtores, bem como as
exigências dos mercados consumidores, tendo em vista os aspectos ambientais e
sociais.
Bibliografia Básica:
MARQUES, D.C. Criação de Bovinos. 7 ed. Belo Horizonte. Consultoria Veterinária
e Publicações, 2003.
OLIVEIRA, J. C. O Búfalo no Brasil. Cruz das Almas. UFBA, 1997.
REZENDE, C. A. P.; ANDRADE I. F. Bovinocultura de Corte. Lavras:
UFLA/FAEPE, 2000.
Bibliografia Complementar:
ALMEIDA, A.J.; BUNGENSTAB, D.J.; BUNGENSTAB, E.J. Novilho Precoce no
Mato Grosso do Sul: moderno sistema de produção de carne. Campo Grande:
UFMS, 1996.
CORRÊA, A.N.S. Gado de Corte. Brasília: EMBRAPA – SPI, 1996.
MARCANTÔNIO, G. A carne do Futuro: Búfalo. Guaíba, Agropecuária, 1998.
MARTIM, L. C. Confinamento de Bovino de Corte. São Paulo, Nobel, 1999.
SAMARA, S.I., et al. Sanidade e Produtividade em Búfalos. Jaboticabal. Funep,
1993.
SANTIAGO, A. A. Gado Nelore: 100 anos de Seleção. São Paulo. Ed. dos
Criadores, 1987.
SANTIAGO, A. A. Os cruzamentos na pecuária bovina. São Paulo: Instituto de
Zootecnia, 1985.
Disciplina: TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
Ementa:
Introdução e importância da tecnologia de produtos de origem animal. Localização e
construção de matadouros e outros estabelecimentos de origem animal. Transporte e
recebimento de animais. Tecnologia de abate de mamíferos e aves. Conservação de
carnes e produtos derivados. Qualidade de carne. Importância da indústria de
laticínios. Considerações sobre o leite. Produção higiênica do leite. Recepção e
processamento do leite na indústria. Fabricação de queijos, iogurtes, manteiga,
cremes e concentrados. Métodos oficiais de análises dos derivados lácteos.
Tecnologia de peles e couros. Processamento tecnológico de pescados e ovos.
Programas de qualidade: BPF, PPHO e APPCC.
Bibliografia Básica:
EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. 2 ed. São Paulo. Atheneu, 1998.
GAVA, A.J. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo. Nobel, 1998.
PARDI, M.C.; SANTOS, I.F. SOUZA, E.R.; PARDI, H.S. Ciência, higiene e
tecnologia da carne. Goiânia: Cegraf, UFG. 1994.
Bibliografia Complementar:
ALENCAR, M. Industrialização do leite na fazenda.
BEHMER, M. L. A. Tecnologia do Leite. 1999.
FURTADO, M. M. Fabricação de queijo de leite de cabra. 1984.
SOROA, J.M. Indústria lácteas. 5ª ed. Lisboa: Litexa, 1980.
TERRA, N.N. Carne e seus derivados: Técnicas de Controle de Qualidade. 1988.
Disciplina: EQÜIDEOCULTURA
Ementa:
Origem, evolução e domesticação. Exploração racional. Panorama nacional e
mundial da criação. Importância econômica. Os sentidos, comunicação e
andamentos.
Raças.
Provas
eqüestres.
Doma
racional.
Instalações.
Comercialização. Manejos sanitário, nutricional e reprodutivo. Manejo de potros.
Equoterapia. Vícios. Sistema digestivo. Anatomia. Nomenclatura das regiões
corporais. Cromotricologia. Particularidades na cabeça e nos membros. Aprumos.
Avaliação da idade pela evolução dentária. Julgamento dos eqüídeos. Resenha.
Equipamentos. Melhoramento genético. Principais doenças que acometem os
eqüídeos.
Bibliografia Básica:
HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 6 ed. São Paulo: Manole, 582p., 1995.
MARCENAC, L. N. et al. Enciclopédia do cavalo. v. I e II. São Paulo: Editora
Andrei, 1990.
LEWIS, L.D. Nutrição clínica equina: alimentação e cuidados. 1 ed. São Paulo:
Roca, 710p., 2000.
Bibliografia Complementar:
ALLEN, E. W. Fertilidade e obstetrícia equina. São Paulo: Livraria Varela, 207p.
1994.
KNOTTENBELT, D.C., PASCOE, R.R. Afecções e distúrbios do cavalo. 1 ed.
Editora Manole, 1998.
LEWIS, L.D. Alimentação e cuidados do cavalo. 1 ed. São Paulo: Roca, 248p.,
1985.
MAURICE, H. A psicologia do cavalo 1: Inteligência e Aptidões. Coleção do
agricultor. 2ª edição. Publicações Globo Rural. 1989.
MEYER, H. Alimentação de cavalos. 2 ed. São Paulo: Livraria Varela, 303p. 1995.
MORAES, A. O cavalo: origem, evolução, raças, pelagens e manejo. Manual –
Versão preliminar, n.º 2, 1992.
MOTA, M.D.S. PEROSA, A.C, TAVEIRA, R.Z. Análise do mercado internacional
de carne eqüina e da participação brasileira. In: I Congresso Brasileiro de Ciência
e Tecnologia de Carnes. Anais... São Pedro/SP, 2001.
NAVIAUX, J.L. Cavalos na saúde e na doença. 2 ed. São Paulo: Roca, 285 p.,
1988.
Disciplina: AVICULTURA
Ementa:
Importância econômica da avicultura. Raças e linhagens de maior importância na
avicultura. Fisiologia das aves. Manejo e criação de frangos de corte e poedeiras.
Nutrição e alimentação de aves. Melhoramento genético na produção de aves.
Produção de ovos comerciais. Produção de ovos férteis e incubação artificial.
Instalações e equipamentos. Ambiência. Profilaxia das principais doenças. Índices
zootécnicos e comercialização.
Bibliografia Básica:
MOREING, R.E.; AVENS, J.S. Ciência e produção de aves. Rocca, 1990.
SERGIO, E. Avicultura: tudo sobre raças, manejo e alimentação. Livraria e
Editora Agropecuária.
ROSTAGNO, H. S., et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de
alimentos e exigências nutricionais. 2 ed. UFV, Viçosa, 2005, 186p.
Bibliografia Complementar:
ANAIS DA CONFERÊNCIA APINCO – Ciências e Tecnologia Avícolas dos últimos
cinco anos.
ANAIS SIMPÓSIO GOIANO DE AVICULTURA dos últimos cinco anos.
CAMPOS, E. J. Avicultura, Razões, Fatos e Divergências. Belo Horizonte, FEPMVZ Ed., 2000.
Fisiologia da digestão e absorção das aves – FACTA – Fundação Apinco de
Ciência e Tecnologia Avícola, 1994.
Fisiologia da reprodução de aves – FACTA – Fundação Apinco de Ciência e
Tecnologia Avícola, 1994.
Manejo de Frangos – FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola,
1994.
Manejo de Matrizes – FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola,
1994.
Manejo de Poedeiras – FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia
Avícola, 1994.
8° PERÍODO
Disciplina: SUINOCULTURA
Ementa:
Origem, evolução morfológica e características zootécnicas e econômicas
específicas da espécie. Panorama nacional e mundial da criação. Manejos adotados
em todas as fases da produção. Sistemas e regimes de criação. Raças e
melhoramento genético. Instalações de granjas suinícolas. Manejos reprodutivo,
nutricional e sanitário. Alimentos e alimentação. Principais doenças. Programa de
biossegurança. Planejamento da criação.
Bibliografia Básica:
CAVALCANTI, S.S. Suinocultura dinâmica. 1 ed., Belo Horizonte, 1998.
SOBESTIANSKY, J., et al. Suinocultura intensiva. Embrapa, CNPSA, 1 ed.,
Concordia, 1998.
SOBESTIANSKY, J., et al. Clínica e patologia suína. 1 ed., Editora art 3, Goiânia,
1999.
Bibliografia Complementar:
Coleção 500 perguntas 500 respostas suínos. Embrapa, CNPSA, Concordia,
1997.
CORRÊA, N.M., et al. Inseminação Artificial em Suínos. Biblioteca Nacional,
Pelotas, UFPEL, 2001.
OLIVEIRA, P. Manual de manejo e utilização dos dejetos de suínos. Embrapa,
CNPSA, Concordia, 1993.
ROSTAGNO, H. S., et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de
alimentos e exigências nutricionais. 2 ed. UFV, Viçosa, 2005, 186p.
SILVA, I.J.O. Ambiência e qualidade na produção industrial de suínos. 1 ed,
Piracicaba, 1999.
UPNMOOR, I. Produção de Suínos. v. 1, 2, 3 e 4, Ed. Agropecuária, Guaíba, 2000.
Disciplina: CAPRINOCULTURA E OVINOCULTURA
Ementa:
Importância sócio-econômica da caprinocultura e ovinocultura. Generalidades.
Exterior e raças. Determinação da idade. Aspectos importantes na escolha de
reprodutores. Principais produtos produzidos pelos caprinos e ovinos. Sistemas de
criação. Instalações. Características anatomofisiológicas e comportamentais.
Nutrição e alimentação. Reprodução, melhoramento genético e escrituração
zootécnica. Manejos por categoria, sanitários e profiláticos. Produção, mercado e
comercialização. Preparação de animais para exposição.
Bibliografia Básica:
FREITAS, E.A.D, COSTA, G.J.D. Criação de Ovinos e Caprinos, recomendações
técnicas para Goiás. EMATER-GO. 1992.
JARDIM, W.R., Criação de Caprinos, Nobel, 11 ed., São Paulo, 1984.
JARDIM, W.R., Os Ovinos. Nobel, 4 ed., São Paulo, 1987.
Bibliografia Complementar:
NUNES, J.F., CIRIACO, A.L.S., Produção e Reprodução de Caprinos e Ovinos.
Gráfica, 2ª ed., Fortaleza, 1997.
REVISTA. O BERRO.
RIBEIRO, S.D.D.A. Caprinocultura criação racional de caprinos. Nobel, São
Paulo.
ROSA, J.S. Enfermidades em Caprinos, diagnósticos, Patogenia, Terapêutica e
controle – EMBRAPA, Brasília, 1996.
SOBRINHO, A .G. et al. Nutrição de ovinos. Jaboticabal, FUNEP,1996.
SOBRINNHO, A.G. A produção de ovinos. In: Anais FUNEP, 1990.
VIEIRA, M.I. Criação de Cabras – técnica, prática e lucrativa. Prata Editora e
distribuidora, São Paulo, 1995.
Disciplina: JULGAMENTO DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS
Ementa:
Estudo do exterior dos animais domésticos. As raças e os demais grupos
zootécnicos. Caracteres raciais e econômicos. Mensurações, índices e
apreciação zootécnica. Resenha e registro genealógico. Programas de
melhoramento e exposição de animais. Julgamento, aplicação de critérios e
métodos em raças taurinas de corte, zebuínas e raças compostas de corte, e de
raças especializadas de leite e eqüídeos. Preparação de animais para
exposições e procedimentos de julgamento em pista.
Bibliografia Básica:
JOSAHKIAN, L. A. Associação Brasileira dos Criadores de Zebu: Uma Empresa
de Genética Tropical. In: Simpósio de Produção de Gado de Corte, Viçosa,
1999. Anais... Viçosa: UFV/DZO, 1999.
LUCHIARI FILHO, A. Pecuária da Carne Bovina. São Paulo: A. Luchiari Filho,
2000.
PEIXOTO, A.M.; LIMA, F.P.; TOSI, H.; SAMPAIO, N. de. S. Exterior e Julgamento
de Bovinos. Piracicaba: FEALQ, 1989.
Bibliografia Complementar:
BOSMAN, D.; SOUZA, L.F.N. Ferramentas Para Seleção de Bovinos de Corte. In:
Simpósio Goiano Sobre Manejo e Nutrição de Bovinos de Corte, VI, Goiânia,
2004. Anais... Goiânia: CBNA, 2004. P.141-164.
CASTRO, R.P.de. Sistema Linear de Classificação. In: PEIXOTO. A.M.; FERRAZ,
J.B.S.; ELER, J.P. Seleção de Zebuínos para Características Produtivas. In:
Simpósio de Produção de Gado de Corte, I., Viçosa, 1999. Anais...Viçosa: UFV,
DVT, DZO, EJZ, 1999. P. 29-50.
Jacarezinho Agro-Pecuária. Sumário de Touros Nelore.
Disciplina: BOVINOCULTURA E BUBALINOCULTURA DE LEITE
Ementa:
Importância econômica da produção de leite nacional e mundial. Rebanho nacional,
mundial e produtividade. Viabilidade técnica e econômica dos sistemas de produção
de leite. Principais raças de bovinos e bubalinos de leite. Cruzamentos. Classificação
de acordo com o tipo. Melhoramento genético. Manejo nutricional e sanitário por
fases da criação. Reprodução e eficiência reprodutiva. Índices de condição física.
Instalações. Sanidade. Alimentação. Fatores determinantes na produção de leite.
Produção e síntese de leite. Análise do custo de produção.
Bibliografia Básica:
MIRANDA, W. C. Criação de Búfalos no Brasil. Ed. dos criadores. São Paulo,
1986.
PEIXOTO, A. M., et al. Bovinocultura leiteira: Fundamentos da exploração
racional. 2 ed. Piracicaba: FEALQ, 1993.
PEIXOTO, A. M. Nutrição de Bovinos: Conceitos básicos e aplicados.
Piracicaba: FEALQ, 1995.
Bibliografia Complementar:
LUCCI, D. de S. Bovinos Leiteiros jovens. São Paulo. SP. Ed. Nobel, USP. 1989.
NEIVA, R.S. Produção de bovinos leiteiros. Lavras. UFLA. 496p. 2000.
REBHUM, W.C. Doenças do Gado Leiteiro. São Paulo, Roca, 2000.
SAMARA, S. I., et al. Sanidade e Produtividade em Búfalo. Jaboticabal, Funep,
1993.
Disciplina: GESTÃO EM AGROPECUÁRIA
Ementa:
Conceitos gerais sobre gestão em agropecuária. Plano de divulgação,
comercialização e consumo de produtos agropecuários. Sistemas e processos
organizacionais. Planos de negócios. Processo administrativo. Gerenciamento.
Monitoramento de resultados. Qualidade total. Gestão financeira. Análise de
mercado. Planejamento da área de produção. Recursos humanos como fator de
produção. Conservação do meio ambiente. Projetos agropecuários.
Bibliografia Básica:
ANTUNES, L. M.; RIES, L. R. Gerência Agropecuária: Análise de Resultados.
Guaíba: Agropecuária, 1999.
ENGEL, L. M. A. A. Manual de Administração Rural: Custo de Produção. Guaíba:
Agropecuária, 1999.
SCAFF, F. C. Aspectos Fundamentais da Empresa Agrária. Malheiros Editores
Ltda, São Paulo, 1997.
Bibliografia Complementar:
ANTUNES, L. M. Comercialização Agropecuária. Guaíba – Agropecuária, 2000.
BURGER, A. Agricultura Brasileira e Reforma
macroeconômica. Guaíba: Agropecuária, 1999.
Agrária:
uma
visão
CAMPOS, V.F. Gerência da qualidade total. Rio de Janeiro: Bloch, 1989.
EHLERS, E. Agricultura Sustentável: Origem e Perspectivas de um novo
paradigma. 2ª ed. Livraria e Editora Agropecuária, 1999.
HOFFMAN, Rodolfo et al. Administração da Empresa Agrícola. São Paulo:
Pioneira, 1989.
9° PERÍODO
Disciplina: EMPREENDEDORISMO E AGRONEGÓCIO
Ementa:
Globalização, trabalho e emprego. Inovação e criatividade como fator de mudança e
desenvolvimento. O perfil do empreendedor rural. O empreendedor como agente de
mudança e criador de novos negócios. Análise de mercado para identificação de
oportunidades de negócios. Parcerias, alianças e terceirização. Sistemas de
gerenciamento, técnicas de negociação e marketing. Qualidade e competitividade.
História, conceitos e atualidades do agronegócio.
Bibliografia Básica:
DEGEN, R. O empreendedor - fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo:
McGraw-Hill, 1989.
DOLABELA, F. O segredo de Luíza. 1 ed. Rio de Janeiro: Cultura, 1999.
KOTLER, P.; KELLER, K.L. Administração de marketing. São Paulo, 2006.
Bibliografia Complementar:
BULGACOV, S. Manual de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, 1999.
FILION, L. J. O planejamento do seu sistema de aprendizagem empresarial identifique uma visão e avalie o seu sistema de relações. Revista de
Administração de Empresas. São Paulo - FGV, v. 3, nº 5, jul./set., 1991.
HESSELBEIN, F; GOLDSMITH, M.; BECKHARD, R. O líder do futuro - visões,
estratégias e práticas para uma nova era. 8 ed. Editora Futura, 2000.
Disciplina: METODOLOGIA DE PESQUISA
Ementa:
Introdução aos métodos de pesquisa. Citações e referências bibliográficas – ABNT.
Ciências e conhecimento científico. Monografia. Métodos científicos. Teorias e fatos.
Hipóteses. Variáveis. Fator de teste. Plano de prova. Fluxograma da pesquisa
científica. Leitura e análise crítica de artigo científico. Normas do Trabalho de Curso
(TC).
Bibliografia Básica:
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR - 6023 - Informação e
documentação - referências - elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2000.
FERRÃO, R. G.. Metodologia Científica para Iniciantes em Pesquisa. Editora:
Unilinhares; Incaper, 2005.
MARTINS, G. de A., LINTS, A. Guia para Elaboração de Monografias e Trabalhos
de Conclusão de Curso. São Paulo: Editora Atlas, 2000.
Bibliografia Complementar:
HINDLE, T. Como fazer apresentações. São Paulo: Publifolha. 1999.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 2. ed. São Paulo: Editora
Cortez. 2000.
Normas do Trabalho de Curso (TC) – Coordenação de Trabalho de Curso, UEG Unu- São Luís de Motes Belos, 2009.
Disciplina: SOCIOLOGIA E EXTENSÃO RURAL
Ementa:
Introdução à sociologia. Estrutura fundiária e organização social. Instituições sociais
e políticas no meio rural. Mudança tecnológica e relações de trabalho. Colonização e
reforma agrária. Sociedade e meio ambiente. Conceitos, filosofia, objetivos e
histórico da extensão rural. Modelo do sistema brasileiro de assistência técnica e
extensão rural. Comunicação e extensão rural. Metodologia e programas de ação em
extensão rural.
Bibliografia Básica:
FONSECA, M.T. A Extensão Rural no Brasil, um projeto educativo para o
capital. São Paulo: Edições Loyola. 1985.
LONG, N. Introdução à sociologia do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar.
1983.
SOUZA, M.L. Desenvolvimento de comunidades e participação. São Paulo:
Cortez, 1990.
Disciplina: AVALIAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇA
Ementa: Avaliação de carcaça: conceitos e normas. Características qualitativas:
maturidade fisiológica, coloração, textura e firmeza. Fatores quantitativos: peso de
carcaça, área de olho de lombo, espessura de gordura subcutânea, comprimento de
carcaça, percentagem de cortes. Cortes cárneos. Técnicas de experimentação e
avaliação da qualidade da carne. Tipificação de carcaças
Bibliografia Básica:
GOMIDE, L. A. M.; RAMOS, E. M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e
tipificação de carcaças. Viçosa: Ed UFV, 2006. 370p.
RAMOS, E. M.; GOMIDE, L. A. M. Avaliação da qualidade de carnes.
Fundamentos e metodologia. Viçosa: Ed UFV, 2007. 599p.
PARDI, M.C.; SANTOS, I.F.; SOUZA, E. R.; PARDI, H. S. Ciência higiene e
tecnologia da carne. Volume I, 2ed. Goiânia: Ed UFG, 2005. 624p.
Bibliografia Complementar:
PINTO, P. S. A. Inspeção e higiene de carne. Viçosa: Ed UFV, 2008. 320p.
VALLE, E. R.; FEIJÓ, G. L. D.; ALMEIDA, A. V. L.; RAMOS, M. H. F.; BELCHIOR, P.
T. Processamento da carne bovina. Iniciando um pequeno grande negócio
agroindustrial. Brasília, Ed EMBRAPA, 2004, 184p.
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Disciplina: FABRICAÇÃO E MANIPULAÇÃO DE RAÇÕES
Ementa:
Características e métodos na formulação de rações. Estrutura e funcionamento de
uma fábrica de rações. Cálculo de rações. Limites de uso dos ingredientes. Matérias
primas. Máquinas e equipamentos. Granulometria. Aditivos. Homogeneização.
Misturas. Misturadores. Manutenção da fábrica de rações. Boas práticas de
fabricação.
Bibliografia Básica:
CAMPOS, J. Tabela para cálculo de rações. Viçosa: UFV, 1981.
ISLABÃO, N. Manual de cálculo de ração para os animais domésticos. Porto
Alegre: Sagra/Pelotas, 1986.
Bibliografia Complementar:
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Dairy Cattle.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Beef Cattle.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Horses.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Swine.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Poultry.
National Academy of Sciences, Washington, Última Edição.
Disciplina: CUNICULTURA
Ementa:
Introdução e importância da cunicultura. Raças e variedades de coelhos.
Reprodução cunícola. Criação de coelho a campo. Desmame e castração de
coelhos. Abate e processamento. Melhoramento genético. Mercado. Índices
produtivos e planejamento da criação. Nutrição e alimentação. Controle sanitário em
cunicultura. Chinchilicultura.
Bibliografia Básica:
DUARTE, A.T. & CARVALHO, J. M. Cunicultura. Coleção Técnica Agrária.
MELLO, H. & SILVA, J. F. A criação de coelhos. Ed. Globo, 2ª ed. 1990.
RUIZ, L. O Coelho: manejo, alimentação e doenças. Biblioteca agrícola litexa.
1980.
Bibliografia Complementar:
MARCON, M.F.M. Criação Racional de Chinchila. 10ª ed. 1988.
NEVES, D. M. Criação cozenia da chinchila e seu melhoramento genético. Liv.
Nobel. 1978.
VIEIRA, M. I. Produção de coelhos: caseira, comercial, industrial. Liv. Nobel, 8ª
ed. 1980.
ZAPATEIRO, J. M. M. Coelho: Alojamento e manejo. Barcelona: 1979.
Disciplina: DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO
Ementa:
Fundamentação teórica das habilidades pedagógicas e conhecimentos didáticos
necessários para o desempenho adequado da função docente em nível superior e
análise crítica do papel da didática na preparação e formação profissional do
professor – educador - zootecnista. Desenvolvimento de habilidades técnicas de
ensino com vistas e melhoria do desempenho do professor em sala de aula, com
etapas de observação, participação e docência supervisionada.
Bibliografia Básica:
ABDALLA, M. F. B. O Senso Prático de Ser e Estar na Profissão. São Paulo: Ed.
Cortez, 2006, 120 p.
ABREU, Maria Célia de; MASETTO, Marcos Tarciso. O professor universitário em
aula: prática e princípios teóricos. 7º.ed. São Paulo. Ed. Associados, 1989. 130 p.
CARVALHO, Maria Lúcia M. A formação do professor do ensino superior. 2 ed.
atual. São Paulo: Thomson, 2000. 92 p.
Bibliografia Complementar:
ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos; ALVES, Leonir Pessate. Processos de
ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em
aula. Joinville, SC: UNIVILLE, 2003, 145 p.
BARBOSA, Raquel Lazzari Leite (org.). Trajetórias e perspectivas da formação de
educadores. São Paulo: Editora UNESP, 2004.
CASTRO, Amélia Domingues de ; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (orgs.)
Ensinar a ensinar. São Paulo: Pioneira/Thomson Learning, 2001. 195 p.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2003. 261 p.
LILIANA TOLCHINSKY E COLS. Processos de Aprendizagem e Formação
Docente. 1ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 136p.
MASETTO, Marcos Tarciso (org.). Docência na universidade. Campinas, SP:
Papirus, 1998. 112 p.
PERRENOUD, PHILIPPE. A Prática Reflexiva no Ofício de Professor. 1ª edição.
Porto Alegre: Artmed, 2002. 232p.
PIMENTA, Selma Garrido.
Docência no ensino superior, interfaces com
diferentes saberes e lugares formativos. Rio de Janeiro, DPEA, 2002.
ZABALZA, Miguel A. O ensino universitário: seu cenário e seus protagonistas.
Trad. Ernani Rosa, Porto Alegre: Artmed, 2004. 240 p.
Disciplina: INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA
Ementa:
Histórico da computação. Evolução tecnológica dos computadores. Componentes do
processamento. Sistema operacional Linux, Star Office. Programas voltados a
Zootecnia.
Bibliografia Básica:
Site: Portal Educacional
NORTON, P. Introdução à informática. Makron Books. 1997.
VELLOSO, F.C. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campos, 4 ed.
1999.
Bibliografia Complementar:
MORAZ, E. Curso Word 2000 passo a passo. Editora Terra, 2 ed. 2003.
MORAZ, E. Curso Excel 2000 passo a passo. Editora Terra, 2 ed. 2003.
Disciplina: TERMINOLOGIA ESTRANGEIRA APLICADA À PRODUÇÃO ANIMAL
Ementa:
Desenvolver a capacidade de leitura e interpretação de artigos científicos e
terminologias referentes à produção animal que estejam em língua inglesa e/ou
espanhola.
Bibliografia Básica:
ÁNGELES, G.M.D; SÁNCHEZ, J. Español sin Fronteras. Saraiva, Volumen 1. 2006.
BLACKWELL,A.; NABER, T. English Knowhow. Oxford University Press. Student
Book 1. 2002.
RICHARDS, J.C. New Interchange: English for international communication.
Cambridge University Press. Student´s Book 1, 1990.
Bibliografia Complementar:
Dicionário Larousse espanhol-português, português-espanhol: essencial. 1 ed. São
Paulo: Larousse do Brasil, 2005.
MARTINEZ, R. Como dizer tudo em inglês. Elsevier. 40 ed. 2000.
MICHAELIS. Illustrated Dictionary. Melhoramentos editora,. Volume 1. EnglishPortuguese. 2008.
Disciplina: CRIAÇÃO DE CÃES E GATOS
Ementa:
Introdução à criação de cães e gatos. Fisiologia da digestão e da absorção. Manejo
nutricional de cães e gatos. Alimentos e exigências nutricionais de cães e gatos.
Alimentação de cães para trabalho e em condições de estresse. Processamento de
alimentos para cães e gatos. Balanceamento de dietas para cães e gatos. Marketing
de alimentos para cães e gatos. Experimentação e avaliação de alimentos para cães
e gatos.
Bibliografia Básica:
ANDRIGUETTO, J.M., PERLY, L., MINARDI, I., FLEMMING, J.S., GEMAEL, A.,
SOUSA, G. A., BONA FILHO, A. Nutrição Animal. 1984. 2 v. 3 ed. São Paulo:
Nobel..
BORGES, F. M. O. Nutrição e processamento de alimentos para cães e gatos.
UFLA, 2002.
ROSSINI, V. Revisão sobre nutrição de cães e gatos. (Apostila) (s.d.).
Bibliografia Complementar:
SIMPÓSIO SOBRE NUTRIÇÃO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, 1., Campinas,SP.
Anais... Campinas: Colégio Brasileiro de Nutrição Animal, 2000.
SIMPÓSIO SOBRE NUTRIÇÃO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, 2., Campinas,SP.
Anais... Campinas: Colégio Brasileiro de Nutrição Animal, 2002.
SIMPÓSIO SOBRE NUTRIÇÃO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, 3., Campinas,SP.
Anais... Campinas: Colégio Brasileiro de Nutrição Animal, 2003.
Disciplina: LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
Ementa:
Aspectos históricos, culturais, educacionais e sociolingüísticos da surdez. Datilografia
e soletração rítmica. Configuração das mãos na expressão de conceitos. Vocabulário
e expressões gramaticais em Língua de Sinais. O uso de expressões faciais e
corporais como componentes da Língua de Sinais. A estrutura da frase na Língua de
Sinais. Análise reflexiva da estrutura do discurso em Língua de Sinais e variação
lingüística. Ampliação do vocabulário em LIBRAS. Conversação em LIBRAS.
Bibliografia Básica:
GOLDFELD, M. A. Criança Surda: linguagem e cognição numa perspectiva
sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, 1997.
QUADROS, R. M. & KARNOPP, L.B. Língua sinais brasileira: Estudos
lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004.
SACKS, O. Vendo Vozes: Uma viagem ao mundo dos Surdos. Tradução de Laura
Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
Bibliografia Complementar:
BERNARDINO, E. L. Absurdo ou lógica? A produção lingüística dos surdos.
Belo Horizonte: Profetizando vida, 2000.
BESS, F. H.; HUMES, L. E. Fundamentos de Audiologia. Porto Alegre: Artmed,
1998.
BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Ensino de língua portuguesa para
surdos, v.1, p.63. Brasília, 2002.
BRITO, L. F. Integração social & Educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel,
1993.
BUENO, J. G. S. Diversidade, deficiência e educação. Revista Espaço –
Informativo técnico científico do INES, Rio de Janeiro, n. 12, p. 3–12, dez. 1999.
128
18. RECURSOS HUMANOS
18.1 Corpo Docente
Nome
Formação
Titulação
Regime de
Trabalho e
Carga Horária
(CH)
Situação
Funcional
(Efetivo ou
Temporário)
Aracele Pinheiro Pales dos Santos
Medicina
Veterinária
Mestre
14 horas
semanais
Efetivo
Assis Nonato Pereira
Matemática
Experiência
Profissional
Componente
Curricular/Disciplina(s)
que leciona no curso
Ensino Superior a - Tecnologia de Produtos
partir do 1º
de Origem Animal
semestre/2002
- Orientação de TC
Especialista 17 horas semanais
Temporário
Ensino Superior a
partir do 2º
semestre/2000
- Cálculo
- Cálculo II
- Física Aplicada à
Zootecnia
- Introdução à
Informática
Camilla Cruvinel Marques Bastos
Zootecnia
Especialista
06 horas
semanais
Temporário
Ensino Superior a
partir do 1º
semestre/2004
- Eqüinocultura
Christiane Silva Lima
Zootecnia
Mestre
10 horas semanais
Temporário
Ensino Superior a
partir do 2º
semestre/2007
- Anatomia Animal
Danilo Augusto Tomazello
Zootecnia
Cursando
(Especilizaçã
o)
14 horas
semanais
Temporário
Ensino Superior a
partir do 1º
semestre/2009
- Planejamento
Agropecuário Sociologia e Extensão
Rural
- Marketing e
Agronegócio
129
Diogo Ferreira do Amaral
Edna de Souza Batista Almeida
Ciências
Biológicas
Especialista 26 horas semanais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/1998
- Citologia
- Histologia e
Embriologia
- Bioquímica
- Genética
Letras
Especialista 09 horas semanais
Temporário
Ensino Superior a
partir do 1º
semestre/2004
- Língua Portuguesa
- Língua Portuguesa II
Fernanda Rodrigues Taveira Rocha
Medicina
Veterinária
Mestre
24 horas semanais
Efetivo
Ensino Superior
partir do 1º
semestre/2002
- Fisiologia Animal
- Higiene e Profilaxia
- Orientação de TC.
Klayto José Gonçalves dos Santos
Medicina
Veterinária
Mestre
12 horas
semanais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2000
- Reprodução Animal I
- Reprodução Animal II
Luciana Moura Rufino
Zootecnia
Mestre
10 horas
semanais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2000
- Introdução à Zootecnia
- Suinocultura
Marlos Castanheira
Zootecnia
Mestre
16 horas
semanais
Temporário
Ensino Superior
partir do 1º
semestre/2001
- Bioclimatologia
- Etologia
- Caprinocultura e
Ovinocultura
Maurízia de Fátima Carneiro
Ciências
Biológicas
Doutora
10 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2001
- Metodologia do
Trabalho Científico
- Metodologia da
Pesquisa
Melissa Teixeira Gonçalves
Zootecnia
Mestre
18 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
- Fisiologia Vegetal
- Economia e
130
semestre/2006
Administração Rural
- Orientação de TC.
Milena Rízzia Ferreira de Souza
Zootecnia
Mestre
10 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2002
- Morfologia Vegetal
- Deontologia e
Cidadania
Natali Almeida Gomes
Medicina
Veterinária
Mestre
16 horas
semanais
Temporário
Ensino Superior
partir do 1º
semestre/2008
- Nutrição de
Monogástricos
- Avicultura
- Orientação de TC.
Rafael Costa Vieira
Medicina
Veterinária
Mestre
08 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2007
- Parasitologia
Raquel Priscila de Castro Oliveira
Zootecnia
Mestre
14 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2008
- Ecologia
- Piscicultura
-Orientação de TC
Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior
Agronomia
Doutor
16 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 1º
semestre/2004
- Mecanização Agrícola
- Construções
Zootécnicas
- Orientação de TC
Reinaldo Soares de Paula
Agronomia
Mestre
12 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 1º
semestre/2001
- Desenho Técnico
- Topografia Aplicada
Renato Tângari Dib
Zootecnia
Especialista
24 horas mensais
Efetivo
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2002
- Nutrição de
Poligástricos
- Alimentos e
131
Alimentação
- Bovinocultura e
Bubalinocultura de Leite
- Orientação de TC.
Roberta Menezes
Zootecnia
Especialista
20 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 1º
semestre/2005
- Microbiologia e
Imunologia
- Bioestatística
- Gestão Empresarial
- Orientação de TC.
Rodrigo Medeiros da Silva
Zootecnia
Mestre
04 horas mensais
Efetivo
Ensino Superior
partir do 1º
semestre/2000
- Zoologia Aplicada à
Zootecnia
Rodrigo Zaiden Taveira
Zootecnia
Doutor
26 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 1º
semestre/2003
- Melhoramento
Genético
- Bovinocultura e
Bubalinocultura de Corte
- Exterior, Raças e
Julgamento
- Orientação de TC.
Sara Lane Sousa Gonçalves
Agronomia
Doutor
16 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2003
- Fertilidade do Solo e
Adubação
- Solos
Tatiana Vieira Ramos
Agronomia
Mestre
18 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2005
- Legislação Ambiental
- Estatística
Experimental
- Cultura de Animais
Silvestres Exóticos
- Orientação de TC.
132
Tatiana Vieira Soares
Zootecnia
Mestre
18 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2004
- Forragicultura
- Bromatologia
- Orientação de TC.
Wanessa Cristina de Lacerda Landó
Pedagogia
Mestre
04 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2004
- Didática e Prática de
Ensino
Química
Especialista
13 horas mensais
Temporário
Ensino Superior
partir do 2º
semestre/2002
- Química I
- Química II
Wesley Pereira de Santana
133
18.2 Corpo Discente
O número total de graduados desde o início do curso até o final do primeiro semestre de 2008 foram 202 alunos
graduados.
A taxa média de inserção de egressos na pós-graduação nos últimos cinco anos é de 5% dos egressos. A Unu de
São Luís de Montes Belos oferece o curso de Pós-Graduação latu senso em Bovinocultura de Leite.
Dados do processo seletivo referente a 2005/1 até 2008/1, em relação aos discentes do curso de zootecnia:
96,5% possuem idade até 22 anos;
71,5% possuem renda familiar acima de quatro salários mínimo ou mais;
São naturais do estado de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Pará e Mato Grosso;
Sexo Masculino 54,9% e feminino 45,1%;
53% concluíram a educação básica somente em escola pública ou a maioria em escola pública;
45,1% o interesse pelo curso é devido a maiores oportunidades de trabalho.
Anos
2008
2007
2006
2005
Nº. de vagas
Candidato/vaga
oferecidas
Nº. de matriculados
Nº. de egressos
1º. Sem
2º. Sem
1º. Sem
2º. Sem
1º. Sem
M F
2º. Sem
M F
30
30
30
30
30
30
30
30
9,25
7,97
10,00
13,2
4,63
5,33
5,00
8,73
172
171
173
172
115
174
170
173
1º. Sem
M F
11 15
16 15
14 06
14 09
120
126
128
126
174
121
132
126
2º. Sem
M F
20 09
12 13
10 14
17 07
134
2004
30
30
11,9
8,3
167
123
165
122
-
-
-
-
18.3 Corpo Técnico-Administrativo que Atende ao Curso
Nome
Cargo
Função
Atividades
Desempenhadas
Regime de Trabalho
Alda Sebastiana dos Santos
Ribeiro
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar de
Biblioteca
Auxiliar de
Biblioteca
Contrato Temporário
Ana Maria Alves de
Mendonça
Técnico Administrativo de
Nível Superior
Auxiliar das
Coordenações
Auxiliar das
Coordenações
Contrato Temporário
André Diniz Linhares
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar de
Biblioteca
Auxiliar de
Biblioteca
Contrato Temporário
Antônia Pereira da Silva
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Serviços Gerais
Gerais
Contrato Temporário
Arédio Pereira de Lima
Auxiliar Administrativo
Serviços Gerais –
Fazenda Escola
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Benedito Gomes
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Serviços Gerais
Gerais
Contrato Temporário
Claudia Pereira Luz
Assistente de Gestão
Administrativa
Assessor Acadêmico Auxiliar de
II
Secretaria
Contrato Temporário
Dinoel Francisco da Silva
Auxiliar Administrativo
Vigilante-Fazenda
Escola
Contrato Temporário
Vigilância na
Fazenda Escola
135
Dionatan Vaz Pereira
Divartina Silva dos Santos
Auxiliar Administrativo
Supervisor A
Vigilante-Fazenda
Escola
Vigilância na
Fazenda Escola
Auxiliar de
Biblioteca
Auxiliar de
Biblioteca
Contrato Temporário
Comissionada
Divina Avelina de Carvalho
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Serviços Gerais
Gerais
Contrato Temporário
Divina Lúcia Vieira Silva
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Serviços Gerais
Gerais
Contrato Temporário
Edilson Adão Vieira
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Serviços Gerais
Gerais Fazenda
Fazenda Escola
Escola
Contrato Temporário
Ercy Alvarenga Silveira
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços Serviços Gerais
Gerais
Contrato Temporário
Hevellin Estrela
Assistente de Gestão
Administrativa
Coordenadora de
Biblioteca
Coordenadora de
Biblioteca
Contrato Temporário
Isabel Cortes de Oliveira
Silva
Assistente de Gestão
Administrativa
Assessor
Administrativo II
Auxiliar de
Secretaria
Contrato Temporário
Isla Maria Nogueira Pôrto
Assistente de Gestão
Administrativa
Assessor
Administrativo II
Coordenadora do
Departamento de
Comunicação e
Eventos
Contrato Temporário
Jorge Augusto dos Reis Lima Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar de
Laboratórios
Auxiliar de
Laboratórios
Contrato Temporário
José Carlos Pereira
Auxiliar de
Secretaria
Auxiliar de
Secretaria
Contrato Temporário
Técnico Administrativo de
Nível Médio
136
Juliana de Almeida Cruvinel Assistente de Gestão
Bittencourt
Administrativa
Gestor do Fundo
Rotativo
Assessoria/Fundo
Rotativo
Contrato Temporário
Luciano Magalhães Pinto
Técnico Administrativo de
Nível Superior
Técnico de
Laboratório de
Informática
Técnico de
Laboratório de
Informática
Contrato Temporário
Ludmila Ferreira Pires
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar das
Coordenações
Auxiliar das
Coordenações
Contrato Temporário
Maria Aparecida do Carmo
Alves
Assistente de Gestão
Administrativa
Assessor
Administrativo II
Telefonista/Recepci
onista/ Auxiliar das
Coordenações
Contrato Temporário
Maria de Lurdes de Souza
Rodrigues
Técnico Administrativo de
Nível Superior
Técnico dos
Laboratórios
Técnico dos
Laboratórios
Contrato Temporário
Maria Luceny de Paula
Supervisor B
Secretária de
Registros
Acadêmicos
Secretária de
Registros
Acadêmicos
Comissionada
Maria Lucia de Oliveira
Avelar
Assistente de Gestão
Administrativa
Coordenador
Administrativo II
Coordenadora
Administrativa
Contrato Temporário
Maria Magda Afonso de
Lima Silva
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços
Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Marlene Alves Adorno
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar de
Biblioteca
Auxiliar de
Biblioteca
Contrato Temporário
Mirian Mirtes Silva Marinho Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar de
Secretaria
Auxiliar de
Secretaria
Contrato Temporário
Olívia Claudina de Faria
Auxiliar de Serviços
Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Auxiliar Administrativo
137
Raquel Nunes da Rocha
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços
Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Sebastião Rodrigues da Costa Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços
Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Seleni Alvarenga dos Reis
Auxiliar Administrativo
Auxiliar de Serviços
Gerais
Serviços Gerais
Contrato Temporário
Tatiany Kássia de Jesus
Alves
Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar das
Coordenações
Telefonista/Recepci
onista/ Auxiliar das
Coordenações
Contrato Temporário
Tiago David de Jesus
Assistente de Gestão
Administrativa
Assessor
Administrativo II
Auxiliar das
Coordenações
Contrato Temporário
Waldemar José de Almeida
Auxiliar Administrativo
Motorista do ônibus Motorista do ônibus
Contrato Temporário
Auxiliar das
Coordenações
Contrato Temporário
Weiriane Borges de Oliveira Técnico Administrativo de
Nível Médio
Auxiliar das
Coordenações
138
19. INSTALAÇÕES
A UnU de São Luís de Montes Belos, funciona em prédio próprio, onde
funcionava antes uma escola de 1º grau e também a Sub-Secretaria Regional de
Educação a qual foi cedida para a Universidade e construído um outro pavilhão,
apresentando assim uma estrutura física adequada.
O prédio da UnU tem uma área total de 5.652 m2 e área construída de 1951
m2 . Para condução de aulas teóricas são utilizadas 3 (três) salas de aulas equipadas
com quadro negro, 1 (uma) auditório com recursos audiovisuais, 1 (uma) sala de
desenho, além dos laboratórios já mencionados.
As instalações constituem-se das seguintes dependências:
- Salas dos professores
- Diretoria
- Tesouraria e Contabilidade
- Sala das Coordenações
- Cantina
- Área de Serviços
- Área Coberta-Lazer
- 11 Salas de aula convencionais
- Sanitários Administrativos – Masculino e Feminino
- 02 Sanitários de Alunos – Masculinos e Feminino
- Biblioteca
- Secretaria Acadêmica
- Laboratórios:
-
Informática
-
Forragicultura, Morfologia Vegetal e Fisiologia Vegetal
-
Anatomia Animal e Fisiologia Animal
-
Microbiologia e Genética
-
Sala de Reagentes
139
-
Esterilização
-
Química I e II, Solos, Fertilidade de Solos e Adubação
-
Coordenação de Laboratórios
-
Citologia, Embriologia e Histologia
-
Almoxarifado
-
Sala de Cubos para Anatomia
-
Biocarrapaticidograma
- Auditório com capacidade para 300 pessoas sentadas
- Uma passarela com cobertura ligando os dois prédios.
- Sala especial para Desenho Técnico e Topografia
- Sala para o Diretório Acadêmico
- 01 cozinha
- Área de serviços
19.1 Biblioteca
A Biblioteca está instalada, num espaço físico total de 133 m2. Possui áreas
específicas para acomodação dos livros, suporte para a administração da biblioteca,
ambiente de leitura, espaço para computadores para execução de trabalhos
acadêmicos e acesso à Internet.
O funcionamento é de segunda a sexta-feira de 07:00 às 22:00 h, e aos
Sábados das 07:00 às 11:00 e das 13:00 às 17:00.
A Biblioteca conta com 04 (quatro) funcionários (01 com curso superior e 02
que estão cursando) e a bibliotecária que é formada em Biblioteconomia, os quais
desempenham suas funções em turnos alternados. Em relação a área de multimídia
temos 04 (quatro) computadores para pesquisa dos acadêmicos. Para o
atendimento, temos 02 computadores com 02 mesas para os servidores, que se
revezam no decorrer do período de funcionamento.
140
A catalogação dos livros é feita de acordo com as normas brasileiras (AACR2
e a CDU). Todo o sistema é informatizado, utilizando a rede de comunicação de
dados interna (intranet) que já mantém o cadastro e todas as informações dos
usuários. O acervo total estimado é de 7.927 exemplares, incluindo monografias e
livros de assuntos relacionados com os cursos oferecidos pela Unidade de São Luís
de Montes Belos. Deste total temos 41 títulos e 126 exemplares relacionados à
formação específica do Curso de Tecnologia em Laticínios. (colocar o número de
Zootecnia)
O sistema de empréstimo é todo automatizado e on line, necessitando que
todos os usuários tanto administrativos como docente e discentes apresentem a
carteira da instituição para pegar livros, os quais podem ser renovados caso não haja
reserva até duas vezes consecutivas, podendo ficar com o usuário no período de
sete dias consecutivos.
A Biblioteca Profª Luiza Marillac Brito é aberta para a comunidade em geral,
porém esta categoria não faz o empréstimo domiciliar, fazendo apenas a consulta
local do material desejado.
O quantitativo de cada categoria de usuário se dá conforme Quadro abaixo.
Relação do sistema de empréstimo de Títulos da Biblioteca Profª Luiza Marillac
Brito
Quantidade
Categoria
Tipo de material
máxima de
Dias de
material
empréstimo
Folhetos
3
3
Multimeios
1
3
Monografias
3
Consulta local
Folhetos
5
15
Periódicos
3
8
Multimeios
3
8
Livros / Anais /
Usuários Discentes
Livros / Anais /
Usuários Docentes
141
Monografias
3
Consulta local
Livros / Anais /
Usuários Técnico-
Folhetos
3
8
Administrativos
Periódicos
2
8
Multimeios
2
8
Monografias
3
Consulta local
Usuários
Livros / Anais /
Comunidade geral
Folhetos
2
Consulta local
Periódicos
2
Consulta local
19.1.1 Acervo
Em Anexo.
19.2 Laboratórios que Atendem ao Curso
Para
ministrar
as
disciplinas
previstas
que
contemplam
atividades
laboratoriais, o curso de zootecnia da UEG possui a seguinte infra-estrutura
laboratorial:
- LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA E MICROSCOPIA
O laboratório de Microscopia é estruturado para atender a 30 (trinta) alunos
/turma, este laboratório tem a finalidade de dar suporte às aulas práticas de diversas
disciplinas que dependam da utilização de microscópios ópticos para sua realização.
Dentre estas: histologia, microbiologia, morfologia, fisiologia, parasitologia.
- BIOCARRAPATICIDOGRAMA
A UnU possui um laboratório de biocarrapaticidograma, utilizado para
realização
de
análise
de
resistência
do
carrapato
aos
princípios
ativos
142
(carrapaticidas). Por meio deste laboratório, realiza-se a disseminação de
informações à comunidade, por meio de orientação técnica, treinamentos de
produtores, profissionais, discentes de graduação e pós-graduação.
- LABORATÓRIO DE BROMATOLOGIA
Este laboratório está em fase de estruturação, com a finalidade de suprir as
necessidades, de infra-estrutura física e equipamentos, da comunidade acadêmica e
a demanda ligada a área, por meio da execução de projetos de extensão para
produtores e profissionais do setor de agrárias.
LABORATÓRIO DE ANATOMIA
O laboratório de anatomia está estruturado para atender a 30 (trinta) alunos/
turma, em aulas práticas conforme as necessidades demandadas pelos conteúdos
de bases morfofisiológicas.
- LABORATÓRIO DE MORFOFISIOLOGIA VEGETAL
O laboratório de morfofisiologia vegetal apresenta estrutura para aulas de
fisiologia vegetal, citologia e histologia, disponibilizando recursos como lupas e
microscópios ópticos, caixas com lâminas histológicas permanentes.
- LABORATÓRIO DE QUÍMICA
O laboratório multidisciplinar de química tem como finalidade oportunizar ao
aluno a observação de reações químicas com diversos materiais; fazer experiências
com misturas de reagentes e separação de soluções e materiais.
- SALA DE APOIO LABORATORIAL
Neste setor estão lotados os equipamentos necessários para o aporte aos
outros laboratórios, tais como: autoclaves, geladeiras e estufas.
143
- SALA DE REAGENTES E VIDRARIAS
Neste setor são mantidas o material necessário à realização das atividades
práticas tais como: reagentes e vidrarias.
- SALA DE COORDENAÇÃO LABORATORIAL
Local reservado aos técnicos e coordenadores de laboratório, conta com um
microcomputador e impressora.
- LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
O laboratório encontra-se equipado com 16 microcomputadores, todos
conectados a Internet e com equipamentos multimídias, a fim de atender aos alunos
nos conteúdos que necessitam deste recurso. Em todos os módulos (o)s discentes
desenvolvem pesquisa em sites de busca para fichamento e elaboração de relatórios
de pesquisa.
EQUIPAMENTOS E VIDRARIAS DISPONÍVEIS NOS LABORATÓRIOS DA UnU
Quantidade Descrição
107
Banquinhos (tamboretes).
01
Estufa para cultura bacteriológica.(Olidef cz)
02
Estufas para esterilização e secagem (Olidef cz)
01
Autoclave vertical (75 Litros)
01
Autoclave vertical (40 Litros)
03
Balanças digitais (Gehaka)
03
Aparelhos de slide (P37A-P37 Autofocus-IEC)
01
Centrifuga para tubos de ensaio (Harmonic Series)
01
Micrótomo Rotativo Numérico (Ancap)
01
Edgon 1P (EDG. Equipamentos)
04
Agitadores magnéticos com aquecimento. 114(nova Ética).
01
Bloco térmico (Kacil).
02
Balanças digitais (Gehaka linha BG)
02
Balanças (Banho-Maria) Thermostatos (Nova Ética)
01
Colorímetro B44 (Micronal)
144
04
01
18
01
06
62
01
04
01
30
01
01
01
01
01
02
03
03
12
12
03
03
01
01
01
01
01
01
15
05
02
01
01
01
03
03
06
06
03
01
01
02
01
PH metros (Quimis)
Spectophotometro digital (Coleman)
Suportes para Bureta com garra.
Estufa para esterilização e secagem (Nevoni)
Agitadores e Aquecedores.
Suportes para tubos de ensaio.
Balança Eletrônica (Marte).
Aquecedores Mod: 2212(Quimis).
Lava Olhos de Inox.
Pranchetas para Desenho.
Spectrofotometro (Micronal)
Aparelho respiration (Packagens)
Centriuge PLC séries (Gemmy)
Agitador Magnético (Quimis)
Colorimetro Micronal B 440
Destiladores de água (Biomatic)
Desmineralizador de água Mod: 670 (Fisaton)
Quadros Branco.
Microscópios (Dimex)
Lupas Estereoscopica (Taimin)
Lupas Estereoscopica (INALH)
Agitadores de tubos (Phoenix)
Armário de madeira (7 portas)
Televisão (Gradiente)
Microscópio (Nikom)
Câmera (Sansung)
Spectrophotometer (Coleman 395-D)
Aquecedor Modelo 261.2 (Quimis)
Prateleiras de Aço.
Armários de Aço. (2 portas).
Ventiladores de parede ( Acapulco Plus-Solaster)
Arquivo de aço (04 portas
Geladeira ( Eletrolux)
Aparelho eler. GPS para rede de dados Etrex (Gamin).
Cabos Eslon 30 metros.
Sistema Méd. Automático DST Sal.24 (nível) (Berger)
Nível de Cantoneira.
Baliza desmontável ¾ Miratec
Miras encaixe alumínio DIR 4 metros
Hotalab (Nalgon).
Teodolito Imagem Inversa c/ Tripé (Mon-Budapest)
Teodolitos Imagem Direta c/ Tripé ( Ausjena)
Computador Sansung Sinc Master 753V
145
01
03
01
01
35
05
12
01
01
02
01
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06
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12
18
18
18
06
06
06
06
Estufa a vácuo modelo:TE 395 c/ Bomba a Vácuo.
Mesas de Inox.
Maca 1.90x0.50 S/ Estofamento.
Microondas (LG).
Bicos de Bunsem..
Bandejas Inox 48x32 cm.
Relógios despertadores. marca Hermeg.
Estufa á vácuo mod: TE-395
Estufa p/ esterelizacão (Biocarrapaticidograma)
Estufa incubadora microprocessadora p/ B. O.D
Balança Digital linha BG Gehaka.
Bebedouro-master frio.
Computador c/ impressora HP, Cpu, estabilizador e monitor 17
poleg.
Respiradores linha mastt (mascara)
Mesa p/ computador
Mesa de madeira c/ seis cadeiras estofadas.
Jogo de furador de rolhas 9 peças
Barrilhetes PVC 10 Litros.
Barrilhete PVC 20 Litros.
Espátula tipo colher, 10cm
Espátula tipo colher, 15cm
Espátula tipo colher, 22cm
Suporte para funil
Tripé para tela de amianto.
Balão de vidro, de fundo chato capacidade, 250ml
Balão de vidro, de fundo chato capacidade, 500ml
Balão volumétrico, de vidro 10ml
Balão volumétrico, de vidro 50ml
Balão volumétrico, de vidro 100ml
Balão volumétrico, de vidro 250ml
Balão volumétrico, de vidro 500ml
Balão volumétrico, de vidro 1000ml
Bastão de vidro, 6mm de diâmetro
Bureta de vidro graduado, torneira de teflon de 10ml
Bureta de vidro graduado, torneira de teflon de 25ml
Bureta de vidro graduado, torneira de teflon de 50ml
Cadinho de Gooch, de porcelana 35x29mm
Cadinho de porcelana 51x 43mm
Cadinho de Gooch, porcelana 51x43
Condensador de Allhin 300mm
Condensador de Allhin 400mm
Condensador de Graham 300mm
Condensador de Graham 400mm
146
06
06
24
12
15
12
04
04
04
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36
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24
24
12
12
12
12
06
06
Condensador de Liebig 300mm
Condensador de Liebig 400mm
Conexões de vidro p/tudos látex, forma “T”
Conexões de vidro p/tudos látex, forma “L”
Conexões de vidro p/tubos látex, forma “Y”
Conexões de vidro p/tubos látex, forma “X”
Dessecadores de vidro, c/ tampa e prato de porcelana, 200mm
diâmetro interno
Dessecadores de vidro, c/ tampa e prato de porcelana, 250mm
diâmetro interno
Dessecadores de vidro c/ aspiração, c/tampa e prato de porcelana,
250mm diâmetro interno.
Copo de Becker, de vidro, forma baixa, 10ml
Copo de Becker, de vidro, forma baixa 50ml
Copo de Becker, de vidro, forma baixa 100ml
Copo de Becker, de vidro, forma baixa 250ml
Copo de Becker, de vidro, forma baixa 500ml
Copo de Becker, de vidro, forma baixa 1000ml
Erlenmeyers, de vidro, graduado 10ml
Erlenmeyers, de vidro, graduado 25ml
Erlenmeyers, de vidro, graduado 50ml
Erlenmeyers, de vidro, graduado 125ml
Erlenmeyers, de vidro, graduado 250ml
Erlenmeyers, de vidro, graduado 500ml
Erlenmeyers, de vidro, graduado 1000ml
Frasco de polietileno para solução c/ tampa, 1000ml
Frasco para solução, de vidro, boca estreita, c/ tampa esmerilhada,
claro, 30ml
Frasco para solução, de vidro, boca estreita, c/tampa esmerilhada,
claro 50ml
Frasco para solução, de vidro, boca estreita, c/tama esmerilhada,
claro, 125ml
Frasco para solução, de vidro, boca estreita,c/tampa esmerilhada,
claro, 250ml
Frasco para solução, de vidro, boca estreita,c/tampa esmerilhada,
claro, 500ml
Frasco para solução, de vidro, boca larga c/ tampa esmerilhada,
claro, 125ml
Frasco para solução de vidro, boca larga c/ tampa esmerilhada,
claro, 250ml
Frasco para solução de vidro, boca larga c/tampa esmerilhada,
claro, 500ml
Frasco de vidro, boca estreita, c/ tampa esmerilhada, escuro, 30ml
Frasco de vidro, boca estreita, c/ tampa esmerilhada, escuro, 50ml
147
12
12
06
12
12
24
12
12
06
18
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20
20
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06
06
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06
06
06
06
12
100
100
100
12
12
06
36
36
24
Frasco de vidro, boca estreita, c/tampa esmerilhada, escuro, 125ml
Frasco de vidro, boca estreita, c/tampa esmerilhada, escuro, 250ml
Frasco de vidro, boca estreita, c/tampa esmerilhada, escuro, 500ml
Frasco conta gotas, de vidro claro, 50ml
Frasco conta gotas, de plástico, claro 50ml
Frasco lavador (pisseta), de Nalgene, 250ml
Funil de Buchner 43mm de diâmetro interno
Funil de Buchner 100mm de diâmetro interno
Funil de Vidro, para liquido, haste 100mm, 45mm
Funil de vidro, para liquido, haste 100mm, 75mm
Funil de vidro, para liquido, haste 100mm, 100mm
Garrafão de plastico, translúcido,
Graal de porcelana, 50ml, com pistilo
Graal de porcelana, 100ml, com pistilo
Grall de porcelana, 300ml, com pistilo
Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada; 1/10ml
Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada; 2/10ml
Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada, 1ml
Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada, 2ml
Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada, 5ml
Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada, 10ml
Pipeta volumétrica 1ml
Pipeta volumétrica 2ml
Pipeta volumétrica 5ml
Pipeta volumétrica 10ml
Pipeta volumétrica 20ml
Provetas graduadas, 10ml
Provetas graduadas, 25ml
Provetas graduadas, 50ml
Provetas graduadas, 100ml
Provetas graduadas, 250ml
Provetas graduadas, 500ml
Provetas graduadas, 1000ml
Termômetro químico redondo, a mercúrio, gravação no vidro.faixa
de leitura de –10°a+150°, divisão de 1/1grau
Tubos de ensaio, de vidro, sem borda, 16x150mm
Tubos de ensaio, de vidro, sem borda, 20x 150mm
Tubos de ensaio, de vidro, sem borda, 25x150mm
Vidro de relógio, 50mm
Vidro de relógio, 100mm
Vidro de relógio, 150mm
Estilete de aço, ponta curva
Estilete de aço, ponta reta
Lupas de mão, 10x10cm de diâmetro
148
18
700
Pipetador de borracha, três vias
Placa de Petri.
ESTRUTURA E EQUIPAMENTOS DO CTL:
•
Bloco Industrial, composto de galpão em pórtico, piso especial, painéis
isotérmicos, estes sendo uma tecnologia inovadora, formando as paredes
externas e internas inclusive de câmaras frias. Os painéis proporcionarão mais
conforto ambiental e contribuirão para melhoria da qualidade dos produtos
fabricados pelo CTL.
•
Bloco Administrativo, composto de sala de aula, escritório para gerência do
CTL, escritório para a inspeção federal, banheiros e vestiários femininos e
masculinos.
•
Bloco de máquinas, composto por sala para instalação de equipamentos de
sistema de frio e de ar comprimido, sala para caldeira e uma sala para estocagem
de produtos químicos e de limpeza.
Em relação aos equipamentos, já foram adquiridos:
•
Bomba centrífuga sanitária para leite
•
Bomba centrífuga sanitária para bebida Láctea
•
Bomba centrífuga sanitária para
•
Centrífuga para desnate de leite
•
Tanque cilíndrico vertical para leite pasteurizado
•
Máquina automática para envase de leite pasteurizado, iogurte e bebida
fermentada
•
Tanque de processo para iogurte e bebida fermentada
•
Tanque para limpeza de utensílios
•
Mesa em aço inoxidável
•
Tanque para fabricação de queijos
149
•
Tacho para fabricação de requeijão/doce de leite
•
Prensa pneumática vertical para queijo MINAS PADRÃO
•
Prensa pneumática vertical para queijo PRATO
•
Batedeira de creme tipo tombo
•
Balança digital para pesagem de queijos
•
Unidades compactas para refrigeração da câmara de estocagem de produtos
•
Unidades compactas para refrigeração da câmara de maturação de queijos
•
Unidades compactas para refrigeração da câmara de leite envasado
•
Unidades compactas para refrigeração da câmara de saída
•
Compressor de ar
•
Caldeira geradora de vapor
•
Estufa para cultura
•
Capela fluxo laminar para microbiologia
•
Balança eletrônica, tipo balcão
•
Centrífuga Gerber para butirômetros
•
Exaustor para ar
O curso de Zootecnia da UEG em São Luís de Montes Belos conta com uma
Fazenda-escola de 48,4 hectares, ainda em fase de estruturação, nestas são
desenvolvidas as atividades de ensino, pesquisa e extensão nas unidades
educacionais de produção de bovinocultura de leite.
20. SISTEMA DE AVALIAÇÃO CONTÍNUA DO CURSO
150
O Sistema de Avaliação Contínua do Curso de Zootecnia da UEG – UnU de
São Luís de Montes Belos é realizada de forma sistematizada de pelo menos duas
formas. Uma delas é feita anualmente, no momento em que se realiza a autoavaliação institucional da Unidade. Ela feita por meio de um questionário online por
todos os alunos e professores que queiram participar do processo de avaliação da
Unidade.
Nesta oportunidade alunos e professores avaliam aspectos gerais da Unidade,
como: condições físicas e instrumentais; serviços oferecidos; gestão (direção);
biblioteca; laboratório de informática; extensão e pesquisa
e alguns aspectos
específicos do curso: laboratórios para aulas práticas; ensino; gestão (coordenação
do curso) e professores. Esta avaliação anual é consolidada em um relatório geral da
Unidade, incluindo a avaliação feita por todos os cursos. Ressalta-se, que esse
processo inclui também avaliação feita por gestores e técnico-administrativos.
A outra forma de avaliação do curso é realizada por meio de reuniões do
Colegiado do Curso. Algumas reuniões são realizadas com o objetivo de discutir e
deliberar assuntos específicos ou discutir assuntos gerais em relação ao andamento
do curso. Neste sentido, as discussões têm servido para uma avaliação contínua do
curso de zootecnia.
151
ANEXO
Relação de Livros do Curso de Zootecnia
Download

PPC 2009 - UEG - São Luís de Montes Belos