1 alti UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA São Luís de Montes Belos – GO 2009 2 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ZOOTECNIA Projeto Pedagógico do Curso de Zootecnia, modalidade bacharelado, para fins de renovação de reconhecimento do curso. São Luís de Montes Belos - GO 2009 3 DIRIGENTES DA UEG Reitor Luiz Antônio Arantes Secretário Geral Paulo Eduardo Narciso Souza Pró-Reitor de Graduação Roldão Aprígio de Souza Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação Pedro Sérgio dos Santos Pró-Reitora de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis Silma Júlia de Oliveira Pró-Reitor de Administração, Planejamento e Finanças Sivaldo Eugênio da Silva Diretor do Núcleo de Seleção Elcival José de Souza Machado Diretor de Imprensa Godofredo Sandoval Batista Diretor de Comunicação Edmar José Carneiro Diretor de Planejamento José Jorge Cavalcante Filho Diretor de Programas Especiais Valto Elias de Lima Diretor Educacional Rodrigo Medeiros da Silva Vice Diretora Selma Maria Secretária de Registros Acadêmicos Maria Luceny de Paula 4 Coordenadora Pedagógica Maria Aurora Neta Coordenadora Administrativa Maria Lúcia de Oliveira Avelar Coordenadora do Departamento de Comunicação e Eventos Isla Maria Nogueira Pôrto Coordenadora de Curso Camilla Cruvinel Marques Bastos Coordenadora Adjunta de Estágio Luciana Moura Rufino Coordenadora Adjunta de Trabalho de Curso Tatiana Vieira Ramos Coordenadora Adjunta de Laboratório Karyne Oliveira Coelho Coordenador do Laboratório de Biocarrapaticidograma Rafael Costa Vieira Coordenadora da Biblioteca Hevellin Estrela Coordenador de Informática Leônidas José de Oliveira 5 EQUIPE RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PROJETO Coordenadora de Curso Camilla Cruvinel Marques Bastos Coordenadora Adjunta de Estágio Luciana Moura Rufino Coordenadora Adjunta de Trabalho de Curso Tatiana Vieira Ramos Secretária de Registros Acadêmicos Maria Luceny de Paula PARECERISTA Professor Doutor Rodrigo Zaiden Taveira 6 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO .................................................................................................... 14 1. CONCEPÇÃO DO CURSO .................................................................................. 15 2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO .............................................................................. 16 3. HISTÓRICO DA UEG ........................................................................................... 16 3.1 Perfil Institucional................................................................................................ 19 3.2 Finalidades ......................................................................................................... 19 3.3 Área de Atuação ................................................................................................. 19 3.4 Órgãos de Administração Superior da UEG ....................................................... 20 3.4.1 Conselho Universitário .................................................................................... 20 3.4.2 - Reitoria ......................................................................................................... 20 3.4.3 - Conselho Acadêmico..................................................................................... 21 3.5 Pró-Reitoria de Graduação – PrG....................................................................... 21 3.6 Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis - PrE ......................... 24 3.7 Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP ............................................. 24 3.8 Pró-Reitoria de Administração, Planejamento e Finanças - PrA ....................... 26 3.9 Programa Universidade para os Trabalhadores da Educação .......................... 26 4. HISTÓRICO DA UnU............................................................................................ 27 5. JUSTIFICATIVA DO CURSO ............................................................................... 29 6. OBJETIVOS DO CURSO .................................................................................... 32 6.1 Objetivo Geral ..................................................................................................... 32 6.2 Objetivos Específicos ......................................................................................... 32 7. PERFIL DO EGRESSO ........................................................................................ 33 7.1 Habilidades e Competências ............................................................................. 33 8. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ........................................................ 34 8.1 Administração Acadêmica ................................................................................. 34 8.2 Coordenação do Curso...................................................................................... 35 8.3 Colegiado do Curso ........................................................................................... 36 8.4 Registro Acadêmico .......................................................................................... 37 9. METODOLOGIA DE ENSINO ............................................................................. 38 10. INTERDISCIPLINARIDADE ............................................................................... 38 11. ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR....................................... 39 O ensino de graduação, voltado para a construção do conhecimento, não pode pautar-se por uma estrutura curricular muito rígida, baseada num enfoque unicamente disciplinar. .............................................................................................. 39 Sendo assim, pretende-se assegurar a flexibilidade curricular através de uma matriz curricular que obedece a carga horária mínima a ser cumprida, disponibilizando ainda, grande variedade de oportunidades de atividades complementares, execução de estágio curricular obrigatório e não obrigatório, bem como a participação em projetos técnico-científicos desenvolvidos pelos docentes, além de atividades como grupos de estudo e semanas acadêmicas. ............................................................... 39 12. ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO .......................... 39 12.1 Pesquisa ........................................................................................................... 40 12.2 Extensão ........................................................................................................... 43 13. ATIVIDADES COMPLEMENTARES .................................................................. 46 14. ESTÁGIO CURRICULAR .................................................................................. 50 15. TRABALHO DE CURSO ................................................................................... 53 16. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM ...................... 55 17. ESTRUTURA CURRICULAR ............................................................................ 59 17.1 Matriz Curricular ............................................................................................... 59 17.2 Dimensionamentos da Carga Horária das Áreas e Atividades ......................... 59 Abordagem dos aspectos morfológicos da raiz, caule, folha, flor e fruto. Noções sobre os sistemas de classificação e nomenclatura botânica e a identificação de angiospermas. Morfologia externa e interna de monocotiledôneas e dicotiledôneas de interesse zootécnico. Identificação e classificação dos principais grupos de plantas forrageiras. ................................................................................................................ 73 Programas de seleção dos rebanhos, alcançando progresso genético nos rebanhos inerentes às principais espécies de interesse econômico (bovinos de corte e leite, aves, suínos, ovinos, eqüinos, peixes e cães), por meio da interpretação de provas de machos, fêmeas e progênie, bem como a interpretação de dados de desempenho em consonância com a interação genótipo-ambiente. Conservação de recursos genéticos de animais domésticos (raças em extinção)...................................................................................................................................109 BOWMAN, J.C. Introdução ao Melhoramento Genético Animal. Edusp editora. 1981. ......109 GAMA, L.T. Melhoramento Genético Animal. Escolar editora. 1 ed. 2002..........................110 PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. 5a edição FEP – MVZ, Editora, Belo Horizonte, 2008. .....................................................................................110 BOURDON, R. M. Understanding Animal Breeding. 2a edição. Colorado State University. 2000. ........................................................................................................................................110 RUVINSKY, A., FRIES, R. The Genetics of Cattle. CABI Publishing. 2001.......................110 SIMPÓSIO NACIONAL DE MELHORAMENTO ANIMAL. Ribeirão Preto Anais... Viçosa: SBMA, 1996. ..............................................................................................................110 Estudo do exterior dos animais domésticos. As raças e os demais grupos zootécnicos. Caracteres raciais e econômicos. Mensurações, índices e apreciação zootécnica. Resenha e registro genealógico. Programas de melhoramento e exposição de animais. Julgamento, aplicação de critérios e métodos em raças taurinas de corte, zebuínas e raças compostas de corte, e de raças especializadas de leite e eqüídeos. Preparação de animais para exposições e procedimentos de julgamento em pista................................................................................................. 124 JOSAHKIAN, L. A. Associação Brasileira dos Criadores de Zebu: Uma Empresa de Genética Tropical. In: Simpósio de Produção de Gado de Corte, Viçosa, 1999. Anais... Viçosa: UFV/DZO, 1999. ........................................................................... 124 LUCHIARI FILHO, A. Pecuária da Carne Bovina. São Paulo: A. Luchiari Filho, 2000. 124 PEIXOTO, A.M.; LIMA, F.P.; TOSI, H.; SAMPAIO, N. de. S. Exterior e Julgamento de Bovinos. Piracicaba: FEALQ, 1989..................................................................... 124 BOSMAN, D.; SOUZA, L.F.N. Ferramentas Para Seleção de Bovinos de Corte. In: Simpósio Goiano Sobre Manejo e Nutrição de Bovinos de Corte, VI, Goiânia, 2004. Anais... Goiânia: CBNA, 2004. P.141-164. .............................................................. 124 CASTRO, R.P.de. Sistema Linear de Classificação. In: PEIXOTO. A.M.; FERRAZ, J.B.S.; ELER, J.P. Seleção de Zebuínos para Características Produtivas. In: Simpósio de Produção de Gado de Corte, I., Viçosa, 1999. Anais...Viçosa: UFV, DVT, DZO, EJZ, 1999. P. 29-50. ............................................................................. 124 Jacarezinho Agro-Pecuária. Sumário de Touros Nelore......................................... 124 APRESENTAÇÃO O presente Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Graduação em Zootecnia da Unidade Universitária de São Luís de Montes Belos resultou de discussões, estudos, reflexões e sínteses construídas pelo colegiado do curso, formado pelos docentes, secretária acadêmica e coordenação do curso. Para início deste trabalho, foram considerados os aspectos legais da política educacional em vigor, bem como as normas vigentes da Universidade Estadual de Goiás, levando em consideração o desafio da formação de profissionais capazes de decidir, planejar e executar as atividades relacionadas à zootecnia e afins. Entende-se o PPC como uma proposta de ação intencional construída em trabalho conjunto de equipe, sendo um documento fundamental que irá nortear todas as funções e atividades no exercício da docência e da gestão, estando vinculado ainda à pesquisa e extensão. Ressalta-se, entretanto, que este PPC não se constitui em documento definitivo, ao contrário, tem caráter dinâmico, possibilitando mudança que esteja sempre de acordo com os interesses e necessidades de uma sociedade justa e igualitária. Para a elaboração do Projeto Pedagógico do Curso de Zootecnia, bem como de todo o processo para reconhecimento das matrizes curriculares do referido curso, foram utilizadas várias leis, que deram suporte para sua elaboração, dentre elas o Caderno I, sobre como elaborar o PPC, bem como organizar o processo de reconhecimento dentro das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN’s). Além de levar em consideração a legislação vigente, observou-se a questão das instâncias de elaboração e aprovação deste, passando por discussões entre coordenação de curso, coordenação pedagógica e colegiado do curso, para então, seguir sua análise na Câmara de Graduação. 1. CONCEPÇÃO DO CURSO É preciso considerar que o valor social e político de qualquer profissão defluiram do preparo, da eficiência e do nível de serviços oferecidos pelos profissionais à sociedade. Este aspecto constitui-se no grande indutor da conquista do espaço profissional, num mundo cada vez mais integrado e competitivo. A Zootecnia brasileira deve considerar os contrastes existentes no nosso País, onde coexistem, por exemplo, sistemas rudimentares e sofisticados de produção e que além das áreas consolidadas de atuação emergem, a ecologia e manejo da fauna silvestre, a aqüicultura, a etologia, a biotecnologia, a conservação de recursos genéticos, a criação econômica de animais silvestres, a questão ambiental, a gestão empresarial de empresas, o “agribusiness”, as atividades de consultoria e prestação de serviços especializados, entre outras. As organizações de recursos humanos têm identificado alguns atributos que devem integrar o perfil do profissional do futuro, do profissional vitorioso nas suas atividades. Para alcançar esse perfil desejado, é preciso que as Academias busquem através do debate e da discussão, encontrar os caminhos e as estratégias profissionais e pedagógicas mais ajustadas as suas realidades. É fundamental que o acadêmico esteja motivado e que se sinta envolvido como pessoa, para que a aprendizagem se relacione com seu universo existencial, permitindo-lhe formular problemas e questões, facultando-lhe colocar o conteúdo aprendido em confronto com sua prática profissional, possibilitando transferir o aprendizado para situações reais e suscitando modificações no comportamento. Também deve prevalecer no curso a preocupação com os valores de urbanidade, solidariedade, retidão de caráter, cooperação, culto à verdade, responsabilidade, dignidade no agir e proceder, como instrumentos propedêuticos ao exercício da profissão e da cidadania. 2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Nome do Curso: Zootecnia Modalidade: Bacharelado Regime de Funcionamento: Semestral Tempo de Integralização: Mínimo: 10 (dez) semestres Máximo: 15 (quinze) semestres Carga horária total: 3959 Horas Período de Funcionamento: Integral Forma de ingresso: Semestral Número de vagas: 30 Início da Vigência da Matriz Curricular: 2009 3. HISTÓRICO DA UEG A proposta de criação da UEG não é recente e a mobilização entre diversos segmentos da sociedade para implantação de uma Instituição de Ensino Superior pública, gratuita e de qualidade, no Estado de Goiás, tem seus primeiros registros datados da década de 1950. A Reforma Universitária, ocorrida em 02 de novembro de 1968, através da Lei 5.540, facilitou a disseminação do Ensino Superior, e em Goiás, foram criadas as Faculdades Isoladas. Nos anos de 1968 e 1987 foram organizados, pela Delegacia Regional do Ministério da Educação e Cultura em Goiás (DEMEC), o I e II Seminários sobre a Expansão do Ensino de 3º Grau, e, durante os mesmos, os movimentos sociais, tanto de professores quanto de alunos, evidenciaram o desejo de interiorização do Ensino Superior. A década de 1980 também foi marcada por uma série de mobilizações da União Estadual dos Estudantes (UEE) para a estruturação de uma Universidade Multicampi em Goiás. Até o ano de 1986, o Estado de Goiás, em termos de Ensino Superior, dispunha de 10 autarquias em funcionamento nos seguintes municípios: Goiânia, Anápolis, Goiás, Porto Nacional, Porangatu, Araguaína, Morrinhos, Iporá, Itapuranga e Quirinópolis. Através de outras treze leis autorizativas, o Chefe do Poder Executivo dispunha do poder de criá-las, mas algumas ficaram no papel, inclusive a lei nº 10.018, de 22 de maio de 1985, “... Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a criar a Universidade Estadual de Anápolis - UNIANA”. A Lei nº 11.655/91 criou a Universidade Estadual de Goiás com sede em Anápolis, originada a partir da Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis (FACEA) e a incorporação das treze demais IES existentes, mantidas pelo Estado, o que veio fortalecer a luta de diversos segmentos interessados na criação de uma Universidade Pública Estadual em Goiás. Um projeto de Universidade Estadual, elaborado pela Assembléia Legislativa, ainda no governo de Ary Ribeiro Valadão, através da Lei de nº 8772, de 15 de janeiro de 1980, delegava ao Poder Executivo autorização para criar a Universidade do Estado de Goiás com sede em Anápolis, sob a forma de Fundação; porém, o Decreto somente foi assinado pelo governador Dr. Henrique Antônio Santillo, que instituiu a Fundação Estadual de Anápolis, mantenedora da UNIANA, sob nº 3355, de 9 de fevereiro de 1990. A partir do sonho de se construir um projeto de Universidade democrática, solidamente enraizada em todas as regiões em que estivesse presente como instrumento de transformação regional e de inclusão social, nasce a Universidade Estadual de Goiás - UEG, resultado do processo de transformação da UNIANA e da incorporação das Instituições de Ensino Superior (IES) isoladas, mantidas pelo Poder Público Estadual, por força da Lei Estadual nº 13.456, de 16 de abril de 1999, vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia de Goiás. A UEG foi organizada como uma Universidade Multicampi, tendo como sede central o campus da anteriormente denominada UNIANA. O artigo 2º da Lei Estadual nº 13.456, de 16 de abril de 1999, ao transformar a UNIANA e as demais faculdades na Universidade Estadual de Goiás, com sede em Anápolis, procedeu também à transformação da Fundação Universidade Estadual de Anápolis na Fundação Universidade Estadual de Goiás. As Unidades Universitárias, localizadas nas várias regiões do Estado, oferecendo cursos a distância, tecnológicos, seqüenciais e programas emergenciais de formação superior, além dos cursos regulares, integrados numa organização maior, conforme as peculiaridades regionais, cumpre suas finalidades estratégicas, oportunizando o acesso da juventude ao ensino superior público e gratuito, elevando o nível de formação técnico-profissional e cultural do povo goiano, contribuindo para o processo de modernização e desenvolvimento, colocando o Estado de Goiás a patamares respeitáveis de competitividade econômica e política, seja em níveis regionais, seja em níveis nacionais. Com a publicação da Lei nº 16.272, de 30 de maio de 2008, a UEG é transformada em autarquia, com a denominação de Universidade Estadual de Goiás. 3.1 Perfil Institucional Da Missão Institucional da UEG Missão original constante do Estatuto da Fundação Universidade Estadual de Goiás: pesquisar, desenvolver, organizar, divulgar e partilhar conhecimentos, ciências e percepções, ampliando o saber e a formação do ser humano para a atuação sócio-profissional solidária e coerente com as necessidades e a cultura regionais, com o objetivo de que homens e mulheres conquistem sua cidadania, num projeto de sociedade equilibrada, nos parâmetros da eqüidade. Por ocasião da elaboração do Plano Estratégico de Desenvolvimento Institucional (2001 a 2004), a missão da UEG passou a ser: Produzir e socializar o conhecimento científico e o saber, desenvolver a cultura e a formação integral de profissionais e indivíduos capazes de inserirem-se criticamente na sociedade e promoverem a transformação da realidade sócio-econômica do Estado de Goiás e do Brasil. (PDI, 2003, v. 1, p. 26). 3.2 Finalidades As finalidades da UEG constam do artigo 5º do Estatuto da Instituição, homologado pelo Decreto nº 5.130, de 03/11/1999. 3.3 Área de Atuação A UEG, através de suas Unidades Universitárias e Pólos, atua em todas as áreas do conhecimento, segundo a classificação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, com 35 cursos regulares que se desdobram em 131, 3 cursos de ensino à distância, desdobrados em 12 e 10 cursos de graduação tecnológica, desdobrados em 19. Oferece, ainda, cursos de graduação para formação de professores, por meio de programas especiais de valorização dos Profissionais de Educação, além de prestar outros serviços relevantes à sociedade. 3.4 Órgãos de Administração Superior da UEG 3.4.1 Conselho Universitário O Conselho Universitário é o órgão normativo e deliberativo supremo da Instituição, com atribuições definidas no Estatuto da UEG, sendo a última instância de recurso da Instituição. 3.4.2 - Reitoria A Reitoria, composta pelo Reitor e Pró-Reitores, é o órgão executivo superior da UEG, cabendo-lhe representá-la, coordená-la, fiscalizá-la, bem como acompanhar e supervisionar o desenvolvimento dos trabalhos de suas Unidades Universitárias, prover meios e recursos para Ensino, Pesquisa e Extensão, implementar políticas e estratégias de desenvolvimento e avaliar os resultados das atividades acadêmicas, em todos os níveis e em todas as Unidades Universitárias, executando as deliberações do Conselho Universitário e do Conselho Acadêmico da Universidade. 3.4.3 - Conselho Acadêmico O Conselho Acadêmico da Universidade supervisiona e delibera, técnica e administrativamente, sobre Graduação, Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão, Cultura, Assuntos Estudantis e Cursos Seqüenciais. O Conselho Acadêmico da Universidade é composto pelas Câmaras de Graduação, de Pesquisa e de Pós-Graduação, as quais, dentre as competências específicas da sua área de atuação, instruem processos a serem deliberados pelo CsA. As Pró-Reitorias são órgãos executivos responsáveis pelo planejamento, coordenação, execução, controle, supervisão e avaliação das atividades de Graduação, Pesquisa, Pós-Graduação, Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis. 3.5 Pró-Reitoria de Graduação – PrG A Pró-Reitoria de Graduação, parte integrante da Reitoria, tem como papel principal implementar, no âmbito da graduação, ações que viabilizem o cumprimento da missão institucional da UEG, no que diz respeito à produção e socialização do conhecimento científico e do saber, realizando ações e procedimentos que busquem desenvolver a cultura e a formação integral dos alunos, para que se tornem capazes de inserção crítica na sociedade, buscando assegurar novos horizontes sócioculturais, científicos, tecnológicos e econômicos, além de valorizar e implementar as diferentes vocações e potencialidades da cada uma das regiões que integram nosso Estado. A principal responsabilidade desta Pró-Reitoria é gerir o ensino de graduação, primando pela excelência de seus cursos, dando ênfase à construção do conhecimento e contribuição com a transformação dos sujeitos e da sociedade. Essa tarefa dá-se através de ações que buscam o aprimoramento científico-cultural e humanístico do corpo discente, docente e administrativo da UEG e também de procedimentos acadêmicos, integradores de nossos alunos, desde o ingresso até a conclusão de curso de graduação ou de curso superior de formação específica. Para tal, guia-se pelo princípio de que a formação é um processo contínuo e deve ser pautado pelo desenvolvimento da capacidade de ação crítica dos cidadãos, que deverá refletir-se numa atuação profissional, ética, competente e de participação nos processos de desenvolvimento e transformação da sociedade. Compõe a Pró-Reitoria de Graduação: Coordenação Geral de Legislação e Normas, Coordenação Geral de Acompanhamento e Registro Acadêmico e Coordenação Geral de Gestão Curricular e Acadêmica. Compõem, ainda, a PrG: 1º – Câmara de Graduação A Câmara de Graduação é um órgão deliberativo, com espaços de participação e representatividade estudantil na discussão dos rumos acadêmicos da UEG. A implantação e consolidação de uma política estudantil, em consonância com os objetivos e missão institucional é uma das suas obrigações, pois o ensino de graduação da UEG deve estimular e promover a participação dos acadêmicos em projetos de investigação científica e comunitária, que contextualizem com a realidade e o conhecimento científico adquirido durante o desenvolvimento do curso. A Câmara de Graduação destina-se ao acompanhamento, deliberação, orientação de todos os processos necessários ao desenvolvimento do ensinoaprendizagem conforme a legislação vigente em todas as instâncias e as estabelecidas no Estatuto e Regimento Geral da UEG. 2º - Sistema Acadêmico de Gestão Unificada – SAGU O Sistema Acadêmico de Gestão Unificada – SAGU foi concebido visando agilizar o processo dentro das secretarias acadêmicas e gerenciar todo o relacionamento do aluno com a Instituição. Ele permite o gerenciamento otimizado de todos os recursos envolvidos, de forma unificada, padronizando os documentos, como: histórico, declaração, certidão (com o mesmo modelo entre as Unidades Universitárias), possibilitando a interligação direta com outros sistemas como o UEGONLINE (sistema onde os professores podem cadastrar notas, freqüências, e os alunos acessarem as mesmas), o GNUTECA (Sistema de automação de todos os processos das bibliotecas) e o MATVET (Sistema de Cadastro de Matrizes Curriculares). 3º - Sistema Integrado de Bibliotecas Regionais - SIBRE O Sistema Integrado de Bibliotecas Regionais – SIBRE, implantado em janeiro de 2001, integra 42 bibliotecas das Unidades Universitárias da UEG. Os acervos bibliográficos estão sendo automatizados no Software GNUTECA e serão interligados por redes, oferecendo acesso à informação a toda a comunidade acadêmica. O SIBRE tem como objetivo dar suporte às atividades de ensino, pesquisa e extensão, a fim de estimular a produção técnico-científica, acadêmica e cultural da UEG. 4º - Laboratórios Os laboratórios, implantados na UEG, têm por fim a qualificação dos acadêmicos, por meio do treinamento profissional, da cooperação, do intercâmbio técnico e do desenvolvimento de ações sociais. São ambientes que promovem a integração, a formação profissional do aluno e a operacionalização da indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão em atividades de cunho acadêmico com reflexos sociais por meio, inclusive, da prestação de serviços à comunidade. 3.6 Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis - PrE A Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis – PrE, órgão executivo da UEG, tem a atribuição de coordenar e superintender as atividades de extensão, cultura e assuntos estudantis, enfatizando a missão e os objetivos da UEG, bem como as políticas regionais e nacionais nessas áreas. Responsabiliza-se também pelo desenvolvimento e implementação de uma política de acompanhamento e apoio estudantil. As atividades extensionistas são pautadas, em seu desenvolvimento pela relação social de impacto, a bilateralidade, a interdisciplinaridade e a indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão. 3.7 Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PrP tem como atribuição coordenar o ensino de pós-graduação stricto e lato sensu e as atividades de pesquisa na UEG. A pesquisa desenvolvida na Universidade é pautada nos princípios e elementos do método científico, salvaguardando as peculiaridades das ciências não- empíricas e das ciências naturais e sociais, praticadas e ensinadas na Universidade, objetivando a produção do saber e tendo a investigação científica como suporte, para a resolução de questões pertinentes à melhoria da qualidade de vida da sociedade. A Pós-Graduação é o processo de formação continuada para a superação no confronto de problemas, visando atender aos anseios da sociedade, contribuindo para a formação e a qualificação de cidadãos com consciência crítica, sob os critérios de equidade e democratização sociais. Sendo indissociáveis da Pesquisa, os Programas de Pós-Graduação orientam-se por eixos temáticos e grupos de pesquisa emergentes da Universidade, contribuindo para a consolidação dos mesmos, buscando a integração das atividades inerentes ao ensino, à pesquisa e à extensão. São metas prioritárias da PrP a elevação da qualidade, por meio da qualificação do corpo decente, a inovação pela utilização de recursos tecnológicos na pesquisa e programas de formação continuada e a expansão pela busca de novas formas de financiamento e parcerias para as atividades programadas. 1 – Iniciação Científica A Iniciação Científica é um instrumento de formação do aluno e tem por objetivo despertar a vocação científica, incentivar potenciais de novos talentos, estimular o pensamento científico e a criatividade nos estudantes de graduação. O aluno de iniciação científica participa de atividades de pesquisa sob a orientação de um pesquisador qualificado, tendo a possibilidade de aprender técnicas, métodos de pesquisa e de se qualificar para os programas de pós-graduação. 2 – Pós-Graduação A Coordenação de Pós-Graduação Stricto-Sensu – é responsável pelos cursos de pós, oferecidos pela UEG e, ainda, pelo levantamento de demanda e tramitação junto à CAPES de propostas de cursos stricto-sensu de mestrado e doutorado assim como pela análise de solicitação de afastamento para qualificação docente, em programas de mestrado, doutorado e pós-doutorado, consolidados e reconhecidos pelo Sistema Federal de Educação. 3.8 Pró-Reitoria de Administração, Planejamento e Finanças - PrA Além das atividades rotineiras das Pró-Reitorias existentes, são realizados alguns Programas que colaboram com a UEG no processo do desenvolvimento educacional, tanto regional como nacional, inserindo o cidadão no verdadeiro contexto do exercício da cidadania. 3.9 Programa Universidade para os Trabalhadores da Educação Ministrado em todas as unidades universitárias e nos 9 pólos localizados em: Águas Lindas, Anápolis, Aruanã, Cristalina, Itapaci, Piranhas, Planaltina, Pontalina e Santo Antônio do Descoberto. A Universidade Estadual de Goiás implantou, em 1999, o Programa Universidade para Trabalhadores da Educação, incampando o maior Projeto de Formação de Professores do país: a Licenciatura Plena Parcelada. O programa, hoje, com nova denominação: Cursos Especiais de Formação em Licenciatura tem o objetivo de promover a graduação de professores das redes: pública, municipal e estadual, e da rede particular de ensino, para atender à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – 9.294/96 – a qual estabeleceu prazo, para que todos os professores em sala de aula fossem licenciados para tal, proporcionando melhores condições para o exercício profissional no campo da docência e da gestão escolar, contribuindo para o desenvolvimento educacional na região e a formação continuada dos profissionais. O Programa Universidade Para os Trabalhadores da Educação - uma experiência de sucesso na formação de professores, por meio dos Cursos Especiais de Formação em Licenciatura concretiza-se através de parcerias com a Secretaria de Estado da Educação, Associação Goiana de Municípios – AGM, com adesão das prefeituras, sindicatos e associações de professores da rede particular de ensino. Atualmente, a UEG conta com 42 Unidades Universitárias nos seguintes municípios: Anápolis – CSEH, CET e EAD, Aparecida de Goiânia, Caldas Novas, Campos Belos, Ceres, Crixás, Edéia, Formosa, Goianésia, Goiânia – ESEFFEGO e Laranjeiras, Goiás, Inhumas, Ipameri, Iporá, Itaberaí, Itapuranga, Itumbiara, Jaraguá, Jataí, Jussara, Luziânia, Minaçu, Mineiros, Morrinhos, Niquelândia, Palmeiras de Goiás, Pirenópolis, Pires do Rio, Porangatu, Posse, Quirinópolis, Sanclerlândia, Santa Helena de Goiás, São Luis de Montes Belos, São Miguel do Araguaia, Senador Canedo, Silvânia, Trindade e Uruaçu. Assim, em 2008, a UEG está presente em 51 cidades do Estado de Goiás, atingindo cerca de 20% da totalidade dos municípios, o que a coloca na posição de segunda maior Universidade Estadual do Brasil. 4. HISTÓRICO DA UnU A UEG – UnU de São Luís de Montes Belos foi criada pela Lei no 9.7771 de 10 de setembro de 1985 e pelo Decreto no 2.532 de 19 de Dezembro de 1985. Ressalta-se que inicialmente a UnU foi criada pelo Governo do Estado de Goiás como faculdade estadual isolada no regime de autarquia, com o nome de Faculdade de Educação, Ciências e Letras de São Luís de Montes Belos - FECIL-BELOS. Posteriormente o Decreto no 3.891 de 26 de novembro de 1992, alterou o Art. 3o da 1 Essa Lei autoriza o Governo a criar em forma de autarquia uma Faculdade de Educação, Ciências e Letras nos municípios de: Morrinhos, Gurupi, Iporá, Jussara, Goianésia, Quirinópolis, São Luís de Montes Belos, Formosa, Luziânia, e Santa Helena de Goiás. Lei 2.532/1985, que propunha formar profissionais nas áreas de Ciências Humanas e Letras, por meio dos Cursos de Letras, História, Geografia e Estudos Sociais. A partir do Decreto 3.891/92 a instituição deveria formar profissionais de nível superior nas áreas de Letras, Ciências Humanas e Ciências da Saúde por meio dos Cursos de Licenciatura Plena em Pedagogia, com habilitações em Administração Escolar e Magistério das Séries Iniciais, Curso de Administração Escolar e Curso de Zootecnia (MENDONÇA; NASCIMENTO, 2006). Apesar de ter sido criada desde 1985 ela só entrou em funcionamento desde 1993, a partir da realização do primeiro vestibular para o Curso de Pedagogia. Este curso foi autorizado por meio do Parecer nº 131/93 do Conselho Estadual de Educação de 20/01/93 e da Portaria de Autorização do dia 09 de Setembro de 1.993 por meio de Decreto Federal. Conforme está expresso no Relatório de Avaliação Institucional de 2005, no ano de 1993 foi realizado o primeiro vestibular, oferecendo 60 (sessenta) vagas, divididas em 02 (duas) turmas, sendo 30 (trinta) para Habilitação em Magistério e 30 (trinta) para Habilitação em Administração Escolar, iniciando as aulas em janeiro de 1994. Destaca-se que até o ano 1998 só funcionou o Curso de Pedagogia na então FECIL BELOS. No ano de 1999, a FECIL-BELOS, juntamente com as demais faculdades estaduais autárquicas e a Universidade Estadual de Anápolis (UNIANA), por meio da Lei Estadual nº 13.456/99, de 16 de abril de 1999, transformaram-se na Universidade Estadual de Goiás. A partir de então a FECILBELOS tornou-se a UEG – UnU de São Luís de Montes Belos. Acrescenta-se ainda que em janeiro de 1999 a UnU de São Luís de Montes Belos deu início aos projetos de Licenciatura Plena Parcelada, iniciando com uma turma no Curso de Pedagogia. Desde então já foram formadas várias turmas do curso de Pedagogia, uma turma do curso de Biologia e uma do curso de Geografia. No momento (setembro/2008) estão em andamento uma turma do curso de História e três turmas do curso de Educação Física. Desde então, a UnU de São Luís ampliou a oferta de seus cursos, oferecendo a partir do ano 2000 os cursos de Letras e Zootecnia. O curso de Letras oferece 40 (quarenta) vagas anuais e funciona no turno matutino. O curso de Zootecnia oferece 60 vagas anuais, divididas em dois processos seletivos semestrais. A oferta dos cursos regulares foi ampliada novamente no ano de 2006, com o início do curso de Tecnologia em Laticínios, que oferece 40 vagas anuais. A UnU ofereceu também os cursos seqüenciais de Gestão Pública e Gestão do Agronegócio, entre os anos de 2005 e 2007. Além desses cursos a UnU tem oferecido também alguns cursos de Pós-Graduação Lato Sensu. O curso de PósGraduação em Psicopedagogia foi oferecido em 2000 e 2006. O curso de Docência Universitária foi oferecido no ano de 2003 e 2007. Foram oferecidos ainda os cursos de Pós-Graduação em Língua Portuguesa e de Bovinocultura de Leite no ano de 2007. Portanto, é possível perceber que a Unidade de São Luís de Montes Belos tem ampliado consideravelmente suas atividades relacionadas ao ensino, especialmente a partir do ano de 1999, quando a FECIL-BELOS foi transformada em UnU da UEG. 5. JUSTIFICATIVA DO CURSO O setor agropecuário goiano, numa visão sistêmica voltada para o desenvolvimento sustentável, direciona suas políticas para a geração de renda, preservação do meio ambiente, eqüidade social, qualidade de vida, ciência e tecnologia, e muito mais; na busca constante da cidadania plena. E ainda, a localização estratégica, a abundância de recursos naturais e a determinação de seu povo, favorecem e explicam o desenvolvimento econômico alcançado nos últimos anos, se destacando em relação aos demais Estados da região Centro-Oeste. Desde os primórdios de seu desenvolvimento, o Estado de Goiás revelou uma vocação para a atividade agropecuária. No princípio, a exploração de minérios permitiu a abertura de novas fronteiras e a conseqüente expansão da colonização, mas em decorrência das necessidades sociais, e, sobretudo econômicas, a agropecuária foi se firmando, favorecida pelas excelentes condições de clima e topografia. No início da década de 70, com o advento da diretriz política de transformação industrial e verticalização de produtos agrícolas, a região atinge desenvolvimento tecnológico que a coloca em destaque no país como produtora de alimentos e produtos agropecuários industrializados. É notório o crescimento dos rebanhos comercias (suínos, bovinos, eqüinos, caprinos, ovinos e outros) no estado, destacando-se ainda a disponibilidade de matérias-prima para a alimentação animal, o que vem despertando o interesse de segmentos industriais de outras regiões. Estes grandes grupos, ao se instalarem em Goiás, proporcionaram aumento quantitativo e qualitativo da produção e a geração de milhares de empregos diretos e indiretos. Assim, tanto os aspectos culturais como os sociais e econômicos, exigem que estejamos preparados para empreender a Zootecnia sob um novo enfoque, de modo criativo e consciente. Dentro deste contexto, pelo Decreto n° 3891 de 26 de novembro de 1992, no ano 2000 foi implantado o Curso de Zootecnia na UEG – Unidade Universitária de São Luís de Montes Belos, onde realizou seu primeiro vestibular em julho de 2000, oferecendo 30 vagas por semestre. Sua implantação teve início por meio da mobilização da comunidade e autoridades locais e regionais para atender especialmente a demanda do segmento agropecuário, interagindo com competência e responsabilidade ambiental e social no mundo globalizado, através da formação de recursos humanos, do desenvolvimento de pesquisas e da geração e divulgação de conhecimentos. Nota-se extraordinária revolução científica e tecnológica no mundo globalizado, o que produziu poderosas modificações na vida e na cultura dos povos. Tendo em vista a Zootecnia, este progresso também foi extraordinário, considerando os avanços da biotecnologia e da informática, os quais fizeram emergir novos desafios à formação e atuação do Zootecnista inserido na nova ordem social econômica e política. Para tanto há a necessidade de se trabalhar com uma matriz curricular moderna e contextualizada às exigências mercadológicas, formando profissionais capacitados e conscientizados do papel que desempenham na sociedade. O curso faz-se importante pela necessidade do estabelecimento de ações pedagógicas com base no desenvolvimento de condutas e de atitudes com responsabilidade técnica e social, tendo em vista os seguintes princípios: a) O respeito à fauna e flora; b) A conservação e recuperação da qualidade do solo, do ar e da água; c) O uso tecnológico racional, integrado e sustentável do ambiente; d) O emprego de raciocínio reflexivo, crítico e criativo; e e) O atendimento às expectativas humanas e sociais no exercício das atividades profissionais. A zootecnia é um curso conceituado e procurado por pessoas que se interessam pelas técnicas de manejo, reprodução, melhoramento genético e nutrição na produção animal. Proporcionamos aos acadêmicos estágios, projetos de pesquisa e extensão, parcerias e convênios com outras instituições de ensino e empresas particulares para que os mesmos possam estar interagindo com o mercado de trabalho. Assim, a zootecnia da Universidade Estadual de Goiás – UnU São Luís de Montes Belos está sendo divulgada e vem se expandindo cada vez mais em todos os estados do Brasil, além de ser válido para o estado de Goiás possuir uma universidade pública que disponibiliza para a sociedade um curso de grande valor para economia do país. O curso de zootecnia da UEG, reconhecido pelo Conselho Estadual de Educação em dezembro de 2005, vem se destacando, alcançando, inclusive, primeira colocação com conceito 4 (classificação máxima de 5) no Exame Nacional de Desempenho do Estudante (ENADE)/2005 no Estado de Goiás, e segundo lugar em nível nacional. Embora obteve no ano de 2008 conceito 3, a média dos alunos foi superior ao exame realizado em 2005. Ressaltando que o curso de zootecnia da UEG conquistou três estrelas no Guia do Estudante Melhores Universidades em 2007 e 2008, da Editora Abril, em sua avaliação anual de cursos superiores, sendo motivo reconhecimento positivo do nosso trabalho em nível nacional. de orgulho e 6. OBJETIVOS DO CURSO 6.1 Objetivo Geral Tendo em vista as atuais interfaces do mundo globalizado, permeado por exigências mercadológicas desafiadoras, pretende-se graduar Zootecnistas com ampla e sólida gama de conhecimentos científicos aplicados a questões inerentes a produção animal, em seus vários níveis e especificidades, sendo agentes possuidores de consciência ética, social, cultural, econômica e ambiental do meio de produção ao qual se encontra inserido, sendo capacitado ainda para a geração, transferência e difusão tecnológica. 6.2 Objetivos Específicos Formar profissionais com plena habilidade no desenvolvimento de tarefas vinculadas ao processo de produção animal das espécies de interesse zootécnico, por meio de diferentes estratégias de manejo, nutrição, instalações, administração rural, melhoramento genético e reprodução nos rebanhos, além do desenvolvimento de pesquisas e atuação em projetos de extensão, em consonância com a preservação ambiental, dotados de espírito crítico e investigativo. 7. PERFIL DO EGRESSO Espera-se que o egresso possua sólida formação científica aplicada as temáticas referentes à produção animal, contextualizado nas interfaces de suas especificidades, possuindo capacidade de identificar e solucionar possíveis fatores limitantes ao incremento da produção, em seus vários níveis. O profissional, por meio de sua formação global, deverá contribuir para a melhoria na qualidade de vida do ser humano, estando plenamente inserido nos aspectos multidisciplinares referentes ao exercício de sua profissão, com ética, conhecimento e disposição. 7.1 Habilidades e Competências - Avaliar geneticamente os rebanhos, propondo estratégias para o incremento nos níveis de produtividade. - Selecionar os animais para os processos de acasalamento e/ou cruzamentos. - Acompanhar e julgar animais domésticos em feiras e exposições agropecuárias. - Acompanhar e supervisionar o desenvolvimento das biotecnologias da reprodução. - Estabelecer programas nutricionais para as diversas espécies e categorias animais. - Planejar e avaliar as instalações zootécnicas, visando o bem estar animal e funcionalidade. - Estabelecer programas de qualidade no processo de produção animal. - Determinar e acompanhar métodos de tratamento e destino de resíduos oriundos da exploração animal, focando a preservação ambiental. - Desenvolver e aperfeiçoar técnicas concernentes a preservação e exploração econômica de animais silvestres. - Assessoramento em programas de controle sanitário, higiene, profilaxia e rastreabilidade animal, visando à segurança alimentar humana. - Desenvolver e acompanhar técnicas de produção e armazenamento de produtos de origem animal. - Trabalhar e desenvolver atividades em laboratórios de pesquisa. - Atuar em atividades docentes no ensino superior, desenvolvendo, interpretando e contextualizando resultados de pesquisas, difundindo os resultados. - Elaboração e orientação na confecção e condução agropecuários. - Atuar em mercados relacionados aos Sistemas Agroindustriais. de projetos - Integrar e gerir órgãos públicos e empresas privadas com atribuições relativas à agropecuária. 8. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 8.1 Administração Acadêmica A Secretaria Acadêmica da Unidade é composta por cinco servidores: Secretária Acadêmica Maria Luceny de Paula - Pedagoga - Especialista, e mais quatro servidores todos de nível superior. A servidora responsável pelo curso de zootecnia é a pedagoga Cláudia Pereira Luz, que presta serviços à Unidade desde fevereiro de 1.999. Horário de Funcionamento da Secretaria: 7:00 às 11:30h/ 12:30 às 22:40h Área total: 5.652m2 Área construída: 1.951m2 A Secretaria possui os seguintes equipamentos para realizar as atividades: 04 computadores; 07 mesas; 08 cadeiras; 02 armários; 07 arquivos; 01 estante de madeira; 02 prateleiras em uma outra sala que são utilizadas para arquivo; 03 ventiladores; 01 impressora; 8.2 Coordenação do Curso A coordenação do Curso de Zootecnia está prevista no organograma da instituição, subordinada à Coordenação Geral Pedagógica e a Diretoria, sendo este cargo ocupado por um (a) escolhido (a) por processo eleitoral, sendo que o mesmo possui as seguintes competências: ● Elaborar e revisar periodicamente o projeto pedagógico do curso; ● Planejar e distribuir as disciplinas entre os professores que atuam no curso; ● Elaborar os horários do curso; ● Orientar os alunos quanto ao regulamento e desempenho acadêmico; ● Analisar e emitir parecer sobre os pedidos de aproveitamento de disciplinas, juntamente com os professores das respectivas disciplinas, conforme previsto no Regulamento Acadêmico dos Cursos de Nível Superior; ● Convocar e presidir as reuniões do Colegiado do Curso; ● Representar o Colegiado do Curso em reuniões da Direção de Ensino; ● Avaliar periodicamente a performance do curso junto ao Colegiado; ● Avaliar, junto ao Colegiado, a infra-estrutura e logística para o funcionamento e desenvolvimento do curso; ● Comunicar ao órgão competente qualquer irregularidade no funcionamento do curso e solicitar as correções necessárias; ● Executar as deliberações do Colegiado do Curso; ● Exercer outras atribuições inerentes ao cargo. Quadro 1 – Identificação da Coordenadora de Curso Nome Camilla Cruvinel Marques Bastos Graduação Zootecnia Especialização Produção Animal Regime de Trabalho 40 horas semanais E- mail [email protected] Fone (64) 3671-1427 8.3 Colegiado do Curso O colegiado do curso é formado por todos os docentes do curso, coordenador de curso, coordenador adjunto de estágio, de TC, de laboratório e da Fazenda escola, secretária acadêmica e um acadêmico(a) representando os discentes, escolhido pelos mesmos dentre os representantes de sala de cada período, com representatividade de um ano. O mesmo reunir-se-á ao colegiado, ordinariamente, bimestralmente, e, extraordinariamente, quando convocado pela coordenação de curso ou pela maioria dos seus membros. As reuniões acontecerão mediante convocação por escrito, contendo a pauta, a data, o horário e o local. As decisões tomadas em reunião serão registradas em ata e terão validade somente quando realizada na presença da maioria de seus membros. Compete ao Colegiado do Curso: ●Supervisionar o funcionamento do curso; ●Executar as diretrizes estabelecidas pela Diretoria, pela Coordenação de Graduação e pelo Conselho Acadêmico da Unidade; ●Elaborar e manter atualizado o currículo do curso, em atendimento aos seus objetivos; ●Emitir parecer sobre assuntos de interesse do curso. As decisões tomadas em reunião terão validade somente quando realizada na presença da maioria de seus membros. 8.4 Registro Acadêmico Professores, servidores e alunos são cadastrados em um programa exclusivo da Unidade denominado Sistema Acadêmico da UEG (SAUEG), criado por um servidor da própria Unidade, o coordenador do Laboratório de Informática, Leônidas José de Oliveira - Graduado em Processamento de Dados – Especialista em Redes. Nesse cadastro contém todos os dados necessários como o número de matrícula, dados pessoais, escolaridade e titulação. Recentemente, a secretaria também está operando com outro programa de registro acadêmico denominado Sistema Acadêmico de Gestão Unificada (SAGU). Este sistema está sendo implantado em todas as unidades da UEG, unificando o controle entre as unidades, e assim que estiver em pleno funcionamento estará facilitando o serviço na secretaria, desativando assim o outro programa. O controle e a segurança dos documentos das atividades acadêmicas dos alunos são realizados pela secretaria acadêmica da unidade. As notas são descritas inicialmente por escrito, onde os professores trabalham com diários em sala de aula diariamente. No final de cada bimestre entregam na secretaria preenchidos os diários de classe, canhotos de notas, atas das provas e a prova que foi aplicada no final do bimestre. Caso o aluno não tenha atingido a média 7,0 (sete) realizam a prova final. Os diários, ata de prova e as provas finais são arquivadas na secretaria em espaço reservado para arquivo e, devido espaço não ser suficiente estão sendo arquivadas em uma sala separada, com toda segurança necessária. Após esses documentos serem entregues na secretaria pelo professor no final do bimestre, as notas são digitadas no programa, e posteriormente, disponíveis aos alunos em um computador instalado exclusivamente para consulta através de sua carteirinha estudantil, confeccionada pelos funcionários da informática. As Declarações de Regularidade Acadêmica, Certidões de Conclusão de Curso, são emitidas no mesmo dia da solicitação para o aluno e os Históricos Escolares são fornecidos mediante a entrega de notas pelos professores. 9. METODOLOGIA DE ENSINO Entende-se a necessidade do uso de metodologias que favorecem a criticidade, a pesquisa, a flexibilização e prática pedagógica perpassando por todas as disciplinas e ao longo do curso. Assim, os docentes deverão utilizar-se de metodologias variadas, como aulas dialogadas, seminários, trabalho em grupo e individual, avaliações com pesquisa e sem pesquisa, oficinas e mini-cursos, mesa-redonda e palestras, através de instrumentos como uso de retroprojetores, data-show, internet, televisão e vídeo, DVD, jornais, revistas, quadro-giz, entre outros. 10. INTERDISCIPLINARIDADE A preparação do discente para relacionar o conhecimento adquirido em cada disciplina, estimula o desenvolvimento de atividades que necessitem dos conteúdos expostos em várias disciplinas, tornando possível aplicar conhecimentos adquiridos ao longo de todo o curso no desenvolvimento de uma atividade específica, além dos estágios no decorrer do curso. Desta forma, além de aprofundar conhecimentos disciplinares, a matriz curricular contempla estudos e atividades interdisciplinares, propostas ao longo do curso por diferentes disciplinas como visitas técnicas com a participação dos docentes relacionadas as áreas específicas, atividades de extensão entre disciplinas, cursos em indústrias beneficiadoras e a organização do currículo, desenvolvido por áreas/disciplinas, que poderão ser compostas por mais de um ramo do conhecimento, articuladas de forma a privilegiar a interdisciplinaridade. 11. ESTRATÉGIAS DE FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR O ensino de graduação, voltado para a construção do conhecimento, não pode pautar-se por uma estrutura curricular muito rígida, baseada num enfoque unicamente disciplinar. Sendo assim, pretende-se assegurar a flexibilidade curricular através de uma matriz curricular que obedece a carga horária mínima a ser cumprida, disponibilizando ainda, grande variedade de oportunidades de atividades complementares, execução de estágio curricular obrigatório e não obrigatório, bem como a participação em projetos técnico-científicos desenvolvidos pelos docentes, além de atividades como grupos de estudo e semanas acadêmicas. 12. ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Os mecanismos de integração ensino/pesquisa/extensão se fazem presentes na formação do discente do curso de Zootecnia por meio de atividades curriculares e extracurriculares, organizadas na forma de programas, sendo alguns deles relacionados a seguir: - Programa de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC/CNPQ/UEG) -Programa Institucional para Bolsista ou Voluntário de Iniciação Científica (PIBIC e PIVIC) -Programa de Monitoria -Programa de Estágio Curricular Obrigatório -Programa de Atividades Complementares A monitoria estimula o envolvimento dos alunos em atividades de pesquisa e extensão, auxílio no desenvolvimento das aulas práticas, atendimento extra-classe dos alunos, bem como a vivência na prática do ensino. O estágio curricular obrigatório é uma forma de interação com a prática profissional. Para o desenvolvimento do estágio, o discente conta com um professor orientador e um supervisor no local do estágio. As atividades complementares enriquecem a formação pessoal e profissional, realizado no decorrer do curso objetivando a execução em atividades variadas. 12.1 Pesquisa A pesquisa é um elemento fundamental no processo de aprendizagem. A familiaridade com a teoria só pode ocorrer por meio do conhecimento das pesquisas que lhe dão sustentação. Essa atividade é proporcionada aos discentes por meio de Programas de Iniciação Científica, onde os mesmos poderão vincular-se as diversas linhas de pesquisas desenvolvidas pelo corpo docente do curso, tendo ainda a possibilidade do benefício de bolsas de iniciação científica. O contato com a pesquisa também poderá ocorrer durante a realização do Trabalho de Curso, onde os discentes em conjunto com seu professor orientador de TC poderão optar em desenvolver estudo científico. O tramite para a aprovação dos projetos propostos inclui aprovação do Conselho Acadêmico da Unidade e posteriormente pela Câmara de Pesquisa da Universidade. RELAÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA: 2005/2 - Avaliação de ph e Temperatura em Relação à Espessura de Gordura Subcutânea em Carcaças de Bovinos durante e no Pós Abate – Aracele Pinheiro Pales 2005/2 - Comparação do Desenvolvimento de Suínos na Fase de Terminação Alimentados com Ração Seca x Resíduos de Indústrias Alimentícias – Bruno de Souza Mariano 2005/2 - Comparação do Desenvolvimento de Suínos na Fase de Recria Alimentados com Finalizado Ração Seca x Resíduos de Indústrias Alimentícias Bruno de Souza Mariano 2005/2 - Efeito da Adubação Orgânica com Dejetos Líquidos de Suínos para Recuperação de Pastagens de Brachiaria brizantha cv. Marandu – Karina Rocha Freitas 2005/2 - Desempenho Reprodutivo de Touros da Raça Gir Utilizando a Proporção de um Touro para Setenta Fêmeas – Klayto José Gonçalves dos Santos 2005/2 - Pesquisa de Mercado Consumidor de Mel na Região de São Luís de Montes Belos – Marlos Castanheira 2005/2 - Utilização de Caroço de Algodão em Vacas em Lactação e Produção de Gordura no Leite – Renato Tângari Dib 2005/2 - Utilização de Probióticos na Alimentação de Bezerros - Renato Tângari Dib 2005/2 - Prova de ganho em Peso e Avaliação Reprodutiva de Novilhos de Raças Zebuínas Registrados – Rodrigo Medeiros da Silva 2006/1 - Avaliação de Defeitos Físicos por Agentes Externos e Manipulação de Couros Provenientes de Frigoríficos do Estado de Goiás – Aracele Pinheiro Pales 2006/1 - Levantamento Ictiosanitário (sazonal) das Principais Pisciculturas de São Luís de Montes Belos, Córrego do Ouro e Sanclerlândia – Cheila de Lima Boijink 2006/1 Comportamento Social de Bovinos de Corte em Sistema Confinado – Marlos Castanheira 2006/2 - Avaliação da Qualidade Externa e Interna de Ovos Vermelhos de Poedeiras Comercializados em São Luís de Montes Belos – Karina Ludovico de Almeida Martinez Lopes 2006/2 - Relação entre Volume Escrotal e Qualidade Seminal em Touros da Raça Nelore Criados a Pasto – Klayto José Gonçalves dos Santos 2006/2 - Levantamento Epidemiológico de Verminose em Eqüinos de Tração do Município de São Luís de Monte Belos – Luciano Schneider da Silva 2006/2 - Produção e Morfologia da Nova Cultivar MG-5 Vitória do Brachiaria brizantha e da Tradicional cv. Marandu na microrregião de São Luís de Montes Belos – Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior 2007/1 - Avaliação dos Índices Zootécnicos de Propriedades Leiteiras na Região de São Luís de Montes Belos - Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior 2007/1 – Avaliação da Contagem de Células Somáticas (CCS) e Concentração Bacteriana Total do Leite Proveniente do Arranjo Produtivo do Leite da Microrregião de São Luís de Montes Belos – Renato Tângari Dib 2007/2 – Suplementação de Glutamina na Ração de Frangos de Corte Desafiados com Eimeria Acervulina – Karina Ludovico de Almeida Martinez Lopes 2007/2 – Avaliação Química-Qualitativa de Silagem dos Resíduos Industriais do Abacaxi Pérola (Ananás comosus) em Níveis de Consorciação com Silagem de Milho (Zea mays) – Milena Rízzia Ferreira de Souza 2007/2 – Avaliação Visual e de Fertilidade em Zebuínos ao Sobre Ano na Região Centro-Oeste do Brasil – Rodrigo Zaiden Taveira 2008/1 – Avaliação do Alho (Allium sativum) como Aditivo Alternativo aos Promotores de Crescimento na Dieta de Frangos de Corte Durante a Fase Inicial de Criação – Desempenho e Biometria de Órgãos – Fernanda Rodrigues Taveira Rocha 2008/1 – Efeito da Adubação Nitrogenada na Dinâmica do Perfilhamento de Duas Cultivares de Brachiaria brizantha - Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior 2008/1 – Produção de Forragem Verde Hidropônica de Milho (Zea mays L.) em Diferentes Densidades de Semeadura e Épocas de Colheita – Sara Lane Sousa Gonçalves 2008/1 – Desenvolvimento Metodológico para Reciclagem de Lixo Orgânico Doméstico - Sara Lane Sousa Gonçalves 2009/1 – Digestibilidade de Nutrientes em Rações de Frangos de Corte Contendo Alho (Allium sativium) como Aditivo Alternativo aos Promotores de Crescimento durante a Fase Inicial de Criação – Fernanda Rodrigues Taveira Rocha 2009/1 – Avaliação da Produção e Valor Nutritivo de Cultivares de Milheto Submetidos à Silageiro Sob Níveis de Adubação Nitrogenada – Milena Rízzia Ferreira de Souza 2009/1 – Situação Atual da Piscicultura em São Luís de Montes Belos – Raquel Priscila de Castro Oliveira 2009/1 – Introdução de Leguminosas Forrageiras, Calagem e Fosfatagem em Pastagens de Brachiaria brizantha - Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior 2009/1 – Utilização de Corretivo e Fertilizantes na Recuperação de Pastagem de Brachiaria brizantha - Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior 2009/1 – Influência do Sombreamento Sobre o Desempenho de Novilhos Mestiços Zebuínos Confinados – Rodrigo Medeiros da Silva 2009/1 – Avaliação do Composto Orgânico Doméstico na Produção de Rabanete (Raphanus sativus) salsinha (Petroselinum sativum) – Sara Lane Sousa Gonçalves 12.2 Extensão Em relação às atividades de extensão, a UnU dispõe de projetos coordenados pelos docentes do curso voltados a participação do corpo discente em atividades ligadas à extensão universitária. Esses projetos promovem aproximação entre Universidade e Comunidade, fundamentada nos princípios da extensão como prática permanente que permite a democratização do saber, o desenvolvimento e organização da sociedade, a formação de cidadãos conscientes de seus direitos e das responsabilidades do exercício da cidadania. A extensão funciona como elo de ligação entre a faculdade/universidade e a sociedade. Uma vez, na sociedade propõe mudanças, tenta executá-las trazendo retorno para o campo universitário. As ações extensionistas têm o objetivo de promover o levantamento e também sugerir soluções para os problemas da comunidade local, servindo assim como campo de pesquisa tanto para docentes quanto para discentes. A extensão não é uma finalidade e sim uma condição para fornecer maior acessibilidade ao conhecimento e a oportunidade de estudos e práticas reais de aprendizagem dos alunos. Ela permite a leitura focada da sociedade e possibilita que os discentes e docentes participem ativamente nesta sociedade de forma ágil e eficaz, disseminando assim o conhecimento, visando a sua socialização e interação universidade/sociedade. A Extensão Universitária tem sua sustentação legal na Constituição Federal (art. 207) de 1988, na LDB (Lei 9.394 de 1996), no Plano Nacional de Educação (objetivos e metas n° 23, item B-Educação Superior de 2001) e regulamentada pelo Regimento da UEG. O artigo 207 da Constituição Brasileira dispõe que “as universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa, de gestão financeira e patrimonial e obedecerão ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão”. O cap. 4, art. 43, parágrafo 7 da LDB determina que a promoção da extensão seja “aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição”. O Plano Nacional de Educação (Lei n° 10.172, de 09/01/2001) preconiza que através da implantação do Programa de Desenvolvimento da Extensão Universitária deve-se destinar 10% do total de créditos exigidos para a graduação no ensino superior público à atuação dos alunos em ações extensionistas, para os cursos que assim o desejarem. De acordo com a política de extensão em vigor na UEG, as ações de extensão apresentam grande diversidade e derivam de sua natureza que se propõe consolidar como a Universidade da Inclusão Social e da Transformação, cuja função é educativa, cultural e científica, articulando Ensino e Pesquisa e viabilizando a relação transformadora entre a Universidade e a Sociedade. Fonte: Diretrizes operacionais do usuário da extensão. Parecer câmara extensão 2007. RELAÇÃO DE PROJETOS E ATIVIDADES DE EXTENSÃO: 2005/ Divulgação do Curso de Zootecnia para Alunos do Ensino Médio – Maurízia de Fátima Carneiro 2006/ Grupo de Estudos em Suínos – Bruno Sousa Mariano 2006/ Cultura: A Arte do Teatro – Kênia Alves Barcelos 2006/ Arte em Caixas: Uma Nova Visão do Trabalho – Lidiane Marques Barbosa 2006/ Horta Feliz – Milena Rízzia Ferreira de Souza 2007/ Horta Feliz – Milena Rízzia Ferreira de Souza 2007/ NEAP – Núcleo de Estudos em Apicultura - Milena Rízzia Ferreira de Souza 2007/ Conhecendo o meu Rebanho – Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior 2007/ Formulação de Ração de Custo Mínimo e de Lucro Máximo para Bovinos de Corte, em Planilhas Eletrônicas - Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior 2007/ Boas Práticas de Fabricação na Indústria de Alimentos – Roberta Menezes 2007/ Consultoria Técnica a Pequenos Produtores de Leite do Município de São Luís de Montes Belos – Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior 2008/ Capacitação em Produtos Suínos para Dependentes Químicos – Luciana Moura Rufino 2008/ Horta Feliz – Milena Rízzia Ferreira de Souza 2008/ NEAP – Núcleo de Estudos em Apicultura - Milena Rízzia Ferreira de Souza 2008/ Boas Práticas de Fabricação na Indústria de Alimentos – Roberta Menezes 2009/ Horta Feliz – Milena Rízzia Ferreira de Souza 2009/ Conhecendo o meu Rebanho – Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior 2009/ NEAP – Núcleo de Estudos em Apicultura - Milena Rízzia Ferreira de Souza 2009/ Curso de Capacitação em Produção de Suínos para Dependentes Químicos – Luciana Moura Rufino 2009/ Curso de Capacitação em Produção de Peixes – Raquel Priscila de Castro Oliveira 2009/ Acompanhamento Técnico do Manejo de Solo nas Propriedades Rurais do Município de São Luís de Montes Belos – Sara Lane Sousa Gonçalves 13. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares são definidas como toda e qualquer atividade realizada fora do âmbito curricular, que seja considerada de interesse para o enriquecimento de formação pessoal, social e profissional, visando à prática de estudos independentes aumentando a autonomia intelectual do acadêmico enriquecendo o processo de ensino-aprendizagem. As atividades podem ser de cunho comunitário e de interesse coletivo; de assistência acadêmica; de iniciação científica e tecnológica. As atividades complementares são aquelas que têm a finalidade de estimular o aluno à realização de estudos independentes, transversais, opcionais e interdisciplinares, de forma a promover, em articulação com as demais atividades acadêmicas, o seu desenvolvimento intelectual, as habilidades e competências relacionadas à profissão, bem como o desenvolvimento de ações relacionadas ao exercício da cidadania e da sustentabilidade, privilegiando: I. a interação com outras áreas do conhecimento; II . o ambiente do trabalho; III. o estímulo ao desenvolvimento de pesquisas e do trabalho tecnológico com base científica; IV. o pensamento sistêmico e a criação cultural; V. a difusão dos conhecimentos e boas práticas adquiridas através das relações de reciprocidade com a comunidade. As atividades complementares poderão ser realizadas a qualquer momento, inclusive no período de férias escolares, respeitados os procedimentos e validações previstos no regulamento da UnU, podendo ser desenvolvidas na própria UEG, promovidas pelas diversas Unidades Acadêmicas, outras Instituições de Ensino, empresas públicas ou privadas que propiciem a complementação da formação do acadêmico. As atividades complementares deverão ser realizadas ao longo do curso totalizando carga horária mínima de 300 horas que serão contabilizadas pela Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso (TC) de acordo com a especificação das atividades e respectivas cargas horárias, descritas no Quadro 1. Será vetada a integralização da carga horária complementar com apenas um tipo de atividade realizada e as condições para a validação das atividades complementares desenvolvidas deverão estar correlacionadas à área de formação do curso. Compete a Coordenação Adjunta de TC avaliar e concluir as atividades complementares desenvolvidas pelo acadêmico, de acordo com os critérios estabelecidos neste projeto, levando em consideração a documentação apresentada pelo mesmo e encaminhar à secretaria da Unidade; além de julgar e validar as atividades não previstas neste projeto juntamente com a Coordenação do curso. Serão consideradas as horas indicadas no certificado para a validação da atividade, constando neste a data e o tema, emitido pela Instituição. O acadêmico (a) deverá apresentar, preferencialmente, no semestre de realização da atividade o certificado original juntamente com cópia, que depois de avaliado e validado deverá ser autenticado com carimbo próprio no verso contendo: aprovado para atividades complementares, data, horas validadas e assinatura da Coordenação Adjunta de TC. Para obter registro de participação em atividades complementares que não emitem certificado ou caso considere insuficiente a documentação apresentada, as Coordenações poderão exigir outros documentos complementares e/ou comprobatórios com assinatura do responsável pelo evento, estágio e outras atividades, juntamente com relatório descrito pelo acadêmico. Somente será considerada, para efeito de carga horária, a participação em atividades desenvolvidas após a data de ingresso do acadêmico no curso. Contudo, no caso de outro curso concluído, transferência de curso iniciado em outra instituição de Ensino Superior ou reopção de curso, a validade das atividades complementares realizadas nestas circunstâncias, dependerá da avaliação feita pelas Coordenações de TC e de Curso. O acadêmico terá que integralizar junto à secretaria a carga horária total de suas atividades complementares até o último semestre do curso a ser realizado para sua devida conclusão, sendo assim, registrada no histórico escolar do mesmo. A secretaria deverá receber do acadêmico a documentação comprobatória das atividades complementares realizadas e encaminhá-las à Coordenação Adjunta de TC para avaliação e validação, e posteriormente, arquivá-las. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação Adjunta de TC em conjunto com a Coordenação do Curso. O quadro a seguir relaciona as atividades complementares e seus respectivos aproveitamentos. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Monitoria CONDIÇÕES PARA A CARGA HORÁRIA MÁXIMA VALIDAÇÃO DA ATIVIDADE Entrega do relatório aprovado pelo professor da disciplina e certificado 40 horas por semestre. Máximo (3) monitorias. Certificado e Programa da disciplina, desde que a disciplina seja da área de formação do acadêmico, aprovado pela Coordenação do curso 40 horas por semestre Eventos Científicos seminários, palestras, congressos, conferências, encontros, jornadas, simpósios, debates, mesas-redondas, fóruns, colóquios universitários, SEZUS,cuja temática seja referente à formação do acadêmico Certificado 40 horas para participação / 60 horas para organização / 40 horas para apresentador Eventos Profissionais cursos cuja temática contribua para a melhor formação profissional Certificado 40 horas Visitas Técnicas / Dia de Campo pertinentes à área de formação (não correspondem às visitas realizadas como atividade em uma disciplina do currículo da graduação) Apresentação de relatório técnico, conforme orientação do professor, indicando a data e horas de trabalho / Certificado – Dia de campo 20 horas Atividades de Iniciação Científica na UEG Certificado 30 horas/ano Representação dos Discentes junto aos órgãos da UEG, centro acadêmico do curso, conselho acadêmico, congregação Mediante comprovação de no mínimo 75% de freqüência comprovada. 30 horas/ano Estágios Não-Obrigatórios (Prática Complementar de Ensino) desenvolvidos com base em convênios firmados pela UEG - Coordenação de Estágios do Curso. Apresentação de Certificado ou Declaração emitido pela Empresa ou Instituição 100 horas Certificado 30 horas Disciplinas Extracurriculares Externas oferecidas por outros cursos de graduação em outras instituições Atividades de Extensão promovidas pela UEG ou por outras Instituições de Ensino Superior Publicação Apresentação (original e cópia) artigos, ensaios, resenhas ou resumos de da publicação que contenha os obras ou monografias, em periódicos da área dados do periódico (incluindo a de formação do acadêmico capa) 30 horas para cada publicação 14. ESTÁGIO CURRICULAR O Estágio é um componente curricular obrigatório do processo de formação acadêmica, constituído e constituinte das dimensões de ensino, pesquisa e extensão. São atividades programadas e diretamente supervisionadas por membros do corpo docente da instituição formadora e procuram assegurar a consolidação e articulação das competências estabelecidas. Visa proporcionar a complementação do processo ensino-aprendizagem, constituindo-se em instrumento de integração Universidade /Empresa e/ou instituições de pesquisa, sob forma de treinamento prático, aperfeiçoamento técnicocientífico, cultural e de relacionamento humano. A Coordenação Adjunta de Estágios tem o objetivo de oferecer subsídios para que o aluno esteja colocando em prática os ensinamentos teóricos, completando o que vivenciou em seu curso, bem como permitir uma postura realista quanto à sua contribuição ao desenvolvimento regional e nacional, além de permitir condições de avaliar as questões profissionais que o mesmo inserirá após concluir o curso. Um dos requisitos para a integralização curricular será cumprir no mínimo 300 horas de estágio curricular obrigatório podendo ser realizado em mais de um local desde que cumpra a carga horária prevista. De acordo com a Lei n. 11.788, de 25 de setembro de 2008, da Presidência da República o estudante do ensino superior deverá cumprir no máximo 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais de estágio. Objetivos do estágio: - assegurar o contato do aluno com situações, contextos e instituições da área; - desenvolver a capacidade do acadêmico na redação e apresentação de trabalhos científicos; - capacitar o acadêmico a elaborar projetos de pesquisa e extensão, bem como sua execução; - buscar conhecimentos técnico-científicos nas mais variadas áreas de conhecimentos da Zootecnia, possibilitando ampliar de forma prática os conhecimentos adquiridos durante o curso, detectando a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; - possibilitar ao acadêmico conhecer a realidade em que se encontra o campo de trabalho, através da sua atuação junto às empresas agropecuárias, permitindo que o mesmo desenvolva visão crítica e empreendedora. Pré-requisitos necessários para solicitação de estágios: - estar matriculado regularmente no décimo período do curso de Zootecnia, não havendo antecipação do estágio curricular obrigatório; - ter disponibilidade de tempo para as atividades que serão realizadas durante o estágio; - ter o aceite do professor orientador e da Coordenação Adjunta de Estágios; - preencher o ofício de solicitação de estágio - compor um plano de estágio elaborado com o professor orientador; - elaborar o relatório de estágio de acordo com as orientações contidas no manual de estágio do curso. O estágio curricular obrigatório terá validade após a Declaração de aceitação de estágio pela empresa ou instituição solicitada e a aprovação da Coordenação Adjunta de Estágios. A Coordenação Adjunta de Estágios deverá apresentar ao acadêmico várias possibilidades de estágios através de convênios realizados com empresas ou instituições ligadas à área de Zootecnia. O mesmo terá um professor orientador e um supervisor de campo. O professor orientador será escolhido dentro do quadro docente do curso. Este poderá ter sob sua responsabilidade no máximo três orientados/ semestre. O supervisor de campo deverá ser um profissional devidamente registrado no respectivo conselho profissional e que exerça atividades técnicas na empresa em que o acadêmico realizará o estágio e deverá encaminhar à Coordenação Adjunta de Estágios a documentação necessária, de acordo com o manual de estágios, assinada e avaliada para aprovação se atingir nota mínima de 7,0 (sete), na avaliação realizada pelo professor orientador e pelo supervisor de campo (estágio), considerando a aprendizagem, o conhecimento construído, as habilidades e atitudes do estagiário. As normas do manual de estágios do curso deverão ser seguidas e as decisões pertinentes não previstas serão deliberadas pelas Coordenações Adjuntas de Estágios, de Trabalho de Curso e Coordenação de Curso. 15. TRABALHO DE CURSO O componente curricular obrigatório Trabalho de Curso (TC), é integrante do último período (décimo) do Curso de Graduação em Zootecnia da Universidade Estadual de Goiás – Unidade Universitária de São Luís de Montes Belos, centrado em determinada área teórica-prática ou de formação profissional do curso, como atividade de síntese e integração de conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisas, vinculado à realização do Estágio Curricular Obrigatório do curso. O Trabalho de Curso tem como objetivos: - aprimorar a formação profissional, contribuindo para melhor visão dos problemas agropecuários, o que possibilitará a utilização de procedimentos científicos no encaminhamento de soluções; - despertar ou desenvolver no acadêmico o interesse pela pesquisa; desenvolver a autoria de pensamento, criatividade e a capacidade de analisar e discutir resultados de um trabalho técnico - científico; - proporcionar ao aluno o uso da metodologia do trabalho científico e da pesquisa adequadamente junto às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, bem como exercitar a redação de qualidade com clareza e harmonia do texto do trabalho apresentado; - verificar a capacidade do acadêmico em preparar e apresentar um trabalho técnico - científico. Verificando os objetivos do Trabalho de Curso pressupõe-se que este é entendido como elaboração de monografias podendo ser compostas por artigos científicos, estudos especializados ou relatórios de atividades com abordagem científica sendo estes ligados ao Estágio Curricular Obrigatório. Caberá ao orientando: - indicar o professor-orientador e informar à Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso, por meio de carta de aceite; - cumprir as normas estabelecidas para a execução e apresentação do TC, bem como todos os documentos exigidos; - cumprir os prazos estabelecidos pela Coordenação Adjunta de TC. A orientação do TC será exercida por docentes do curso de Zootecnia que possui formação e/ou experiência na área da orientação e possuir titulação mínima de especialista, e deverá ser fundamentada em plano de trabalho, perfazendo carga horária de 30 horas, organizado conjuntamente pelo acadêmico e orientador previamente escolhido. O professor-orientador poderá orientar até três trabalhos por semestre. Os casos excepcionais devem ser avaliados e deferidos no colegiado do curso. A função do orientador é orientar seus alunos na elaboração do TC e manter a Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso informada das atividades realizadas e demais assuntos pertinentes à execução do mesmo. Casos omissos deverão ser avaliados e deferidos pela Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso e Coordenação de Curso, podendo recorrer ao colegiado do curso. Na hipótese do acadêmico não encontrar professor-orientador que se disponha a assumir sua orientação, este será designado pela Coordenação Adjunta de Trabalho de Curso. É condição para a elaboração do TC que o acadêmico esteja cursando o décimo período do curso e ter cumprido a carga horária mínima de 300 horas do Estágio Curricular Obrigatório. A apresentação do TC perante a banca examinadora será obrigatória, individual e realizada somente após aprovação do acadêmico em todas as disciplinas do curso. A Banca Examinadora deverá ser composta por três avaliadores sendo o professor-orientador e dois docentes do curso ou um docente do curso e um convidado. O avaliador convidado deverá atender todos os seguintes requisitos: - possuir formação na área e/ou atuação profissional de pesquisa; - possuir titulação mínima de especialista; - ter sido vinculado a uma Instituição de Ensino; - ter sido vinculado ao quadro docente de uma Instituição de Ensino Superior e/ou experiência profissional. A avaliação do TC será realizada pela banca examinadora sendo a nota mínima para aprovação de 7,0 (sete). A banca deverá comunicar ao acadêmico após o término da defesa apenas sua aprovação ou reprovação, sendo estes conceitos lançado no histórico do acadêmico. A elaboração da nota final será composta por quesitos avaliadores do trabalho escrito (50%) e do desempenho do acadêmico no momento da apresentação e defesa do Trabalho de Curso (50%). O acadêmico que não obtiver aprovação no TC não poderá colar grau e conseqüentemente, não receberá diploma de Conclusão de Curso, devendo o mesmo cursar o décimo período realizando novamente o Estágio Curricular Obrigatório e a apresentação do TC. 16. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM A avaliação da aprendizagem é feita por disciplina. O processo de avaliação de aprendizagem, que visa o êxito do aluno nos estudos, deve ser contínuo e se dar em função dos conhecimentos obtidos em atividades específicas. A avaliação de aprendizagem deve levar em conta, em cada disciplina: I - a assimilação progressiva e cumulativa de conhecimentos; II - o domínio dos conteúdos abordados, as habilidades adquiridas e o desenvolvimento de competências, no campo da disciplina como um todo; III - a capacidade de aplicação dos conhecimentos teóricos e práticos em trabalhos individuais ou em grupos. É obrigatória a avaliação da aprendizagem discente pelo menos duas vezes a cada bimestre, em cada disciplina. A cada bimestre será atribuída uma nota, de zero a dez, como menção da aprendizagem discente. Ao término de cada período letivo, é atribuída ao aluno, para cada disciplina regularmente cursada, uma média final, para constar dos registros de sua vida acadêmica. É considerado aprovado o aluno que preencher, em cada disciplina, as seguintes exigências: I - freqüência igual ou superior a setenta e cinco por cento, das aulas efetivamente ministradas na disciplina; II - média final igual ou superior a 5,0 (cinco); III - as notas de referência de cada bimestre e a média final não poderão ser fragmentadas para além de 0,5 décimos, devendo as aproximações ser ascendentes. REPROVAÇÃO: é considerado reprovado o aluno que não obtiver, no mínimo, 75% de freqüência das aulas efetivamente ministradas, em cada componente curricular (disciplina ou outra atividade acadêmica), em conformidade com a matriz curricular em vigor de cada curso/Unu e/ ou média aritmética parcial inferior a 3,0 e média final inferior a 5,0. Quando o aluno atingir 25% de faltas na disciplina poderá continuar freqüentando as aulas, porém, não será avaliado pelo professor por estar reprovado, inciso1 do artigo 126 do Regimento Geral. PROVA DE SEGUNDA CHAMADA: será permitido ao aluno que justificar e comprovar o motivo de força maior, requerer na secretaria acadêmica, no prazo máximo de oito dias corridos, contados a partir do 1º dia posterior à data da realização da avaliação do rendimento escolar em 1ª chamada, conforme os critérios dispostos na Resolução CsA nº 65/2006. Após o deferimento da coordenação do curso o prazo para pagamento de taxa referente à prova de 2ª chamada será de quatro dias úteis, para posterior autorização aos professores. REVISÃO DE PROVA: o aluno que se sentir prejudicado na avaliação de seu desempenho acadêmico tem direito à revisão, devendo o requerimento ser dirigido à coordenação do curso que pertencer à disciplina, protocolado na Secretaria Acadêmica até 72 horas após a publicação do resultado, pela Secretaria Acadêmica (Resolução CsA 11/2001). MONITORIA: é uma modalidade de ensino e aprendizagem que contribui para a formação integrada do aluno visando fortalecer a articulação entre teoria e prática e a integração curricular em seus diferentes aspectos, além da vivência com o professor e com suas atividades técnicas-didáticas. O processo de seleção de monitores (sistema não-remunerado) ocorrerá ao final de cada semestre, através de edital divulgado pela coordenação do curso. Será disponibilizado no máximo três vagas por disciplina, o candidato deverá estar ciente que não poderá acumular mais de uma monitoria por semestre, podendo ser renovada por mais um semestre, sem a necessidade de avaliação, de acordo com o desempenho do monitor (a) e com a conseqüente aquiescência do professor da disciplina através de um relatório das atividades preenchido pelo professor e monitor, constando nota, empenho e solicitação do mesmo para continuar na monitoria e assinatura da coordenação do curso para, posteriormente, entrega do certificado, constando o número total de horas da monitoria com aproveitamento como atividade complementar (máximo 40 horas/semestre e realização de no máximo 3 monitorias). Os professores deverão solicitar a coordenação do curso a quantidade de vagas através do preenchimento de ficha específica constando a data, horário, conteúdo e bibliografia para a avaliação. Serão levados em consideração, os seguintes critérios para o processo de seleção: - prova escrita elaborada e aplicada pelo professor da disciplina, mediante programa apresentado em edital; - disponibilidade de carga horária do candidato; - aprovação na disciplina em questão; - análise do desempenho do discente no conjunto de disciplinas afins; - interesse real pelo curso como um todo e bom relacionamento junto aos colegas. A média final será calculada da seguinte forma: Nota da prova (10,0) + Média do histórico (10,0) + Média da disciplina no histórico (10,0) / 3 = 10,0 O professor terá sete dias corridos, após a avaliação para entregar o resultado através de uma ata para a coordenação do curso divulgar os candidatos aprovados. Os casos omissos, até mesmo no edital, serão resolvidos pela coordenação e/ou colegiado do curso. REGIME DISCIPLINAR: Conforme Regimento Geral da Universidade, caso incorra em alguma infração, o estudante estará sujeito às seguintes sanções disciplinares, considerando a gravidade da infração e os antecedentes do aluno: - Advertência: feita verbalmente pela coordenação do curso; - Repreensão: feita por escrito, pelo diretor da Unu; - Suspensão: feita por escrito, implica no afastamento do aluno de todas as atividades universitárias, por período não inferior a três dias nem superior a quinze, imposta pelo diretor da Unu; - Exclusão: por escrito, imposta pelo Reitor. 17. ESTRUTURA CURRICULAR 17.1 Matriz Curricular Em Anexo 17.2 Dimensionamentos da Carga Horária das Áreas e Atividades O curso de zootecnia da UEG é modalidade bacharelado, sob regime de crédito, matrícula por disciplina semestral e integral, podendo ser integralizado no mínimo por 10 semestres (cinco anos) e no máximo 15 (oito anos). Disponibiliza 30 vagas semestrais, sendo 60 vagas anuais, obtendo média de concorrência de 8 a 13 candidatos por vaga. A carga horária do curso totaliza 3987,54 horas, sendo 3357,54 horas de disciplinas (aulas de 50 minutos). São disponibilizados dez períodos na matriz curricular contendo 56 disciplinas com pré-requisitos, sendo o último período disponibilizado para a prática do estágio curricular obrigatório totalizando 300 horas a serem cumpridas no estágio e 30 horas para o desenvolvimento do TC. Possui sete disciplinas optativas podendo ser disponibilizadas em dois períodos (7º e 8º), oferecer no mínimo duas disciplinas por período contendo no mínimo 10 e no máximo 15 alunos por disciplina. Somente será permitido o adiantamento de disciplinas do período consecutivo, mediante decisão do colegiado : 1º) Desde que não haja outra disciplina no mesmo horário; 2º) Que esteja cursando ou que já tenha cursado todas as disciplinas dos períodos anteriores ao regularmente matriculado; 3º) Não tenha pré-requisito, e se houver, que já tenha cursado a mesma; 4º) Respeitando a quantidade de vagas. Portanto, a prioridade será cursar as disciplinas dos períodos anteriores e do período em que está regularmente matriculado. A quantidade mínima de vagas para cada disciplina do curso será 10 e máxima de 30, sendo a quantidade oferecida pelo curso semestralmente acrescido de 20%: 1º) Sendo prioridade acadêmicos regularmente matriculados no período; 2º) Acadêmicos transferidos de outras Instituições; 3º) Em dependência; 4º) Restante conforme a ordem do protocolo (data e hora da entrega da ficha de solicitação de disciplinas). Onde serão analisados pela coordenação do curso. Não será permitida a presença de acadêmicos em qualquer disciplina do curso como ouvintes. Para integralização curricular os discentes deverão cumprir também 300 horas de atividades complementares. E a determinação de cumprimento de 200 dias letivos anuais, tem amparo na LDB, CEE e no § 1º, Art. 129 do Regimento Geral da UEG. A conclusão do curso ocorrerá a partir do currículo integralizado e participação no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE, que dará direito à colação de grau, requisito para expedição e registro do diploma. O aluno reprovado em até duas disciplinas no semestre letivo que acabou de concluir poderá cursá-las paralelamente às do semestre letivo seguinte, conforme critérios estabelecidos na Resolução CsA nº 02/2003. Será recusada a matrícula do aluno no período seguinte quando for reprovado em mais de duas disciplinas e quando não alcançar aprovação de disciplinas em dependência. Não ocorrerá abono de faltas para casamento, oficial de carreira, alistamento militar, nascimento de filho e convicção religiosa. O requerimento de abono de faltas deverá ser solicitado à secretaria acadêmica mediante comprovação da justificativa até o final de cada bimestre. 17.3 Ementas e Bibliografias As ementas e bibliografias básicas e complementares de cada disciplina oferecida no curso encontram-se a seguir, disponibilizadas por períodos. 1° PERÍODO Disciplina: INTRODUÇÃO À ZOOTECNIA Ementa: O profissional de zootecnia: perfil, capacitações, código de ética e estrutura do curso. Glossário de termos zootécnicos. Origem e dinâmica da domesticação dos animais. Origem e evolução da zootecnia. Espécies domésticas e silvestres de interesse zootécnico. Bibliografia Básica: DOMINGUES, O. Introdução à Zootecnia. Série didática edições S.A. Rio de Janeiro, 1968. FERREIRA, W. M. Zootecnia Brasileira – Quarenta anos de história e reflexões. Associação Brasileira de Zootecnistas. UFRPE, 2006. 82p. TORRES, G.C.V. Bases para o estudo da Zootecnia. Centro Editorial e Didático da UFBA. Salvador: BA, 1990. Bibliografia Complementar: ANDRIGUETTO, J. M. Nutrição Animal. V 1 e 2, Editora Nobel, 4 ed. . 1990. FARIA, E. V. Zootecnia Geral. Itaguaí, RJ., UFRJ, 1979. GIANNONI, M. A. e GIANNONI, M. L. Genética e Melhoramento de rebanhos nos trópicos. S.P. NOBEL, 1983. HAFEZ, E.S.E., Fisiologia da Reprodução. 6 ed. Malone, 1990. MILLEN, E Guia do técnico agropecuário. Instituto Campineiro’ de Ensino Agrícola, 1998. TORRES, A.P. Melhoramento dos rebanhos. 4ª ed. S.P. Nobel, 1988. Disciplina: QUÍMICA I Ementa: Normas de segurança em laboratórios. Tratamento de dados analíticos. Utilização de vidraria e equipamentos básicos. Métodos analíticos quantitativos clássicos. Solubilidade e produto de solubilidade. Química uma ciência experimental. Massas dos átomos. Número de Avogrado. Fórmulas e equações químicas. Estrutura atômica. Leis Periódicas. Ligações químicas. Soluções. Ácidos e bases e Titulação ácido-base. Ácidos e Bases na química orgânica. A força de ácidos e bases Ka e pKa. Equilíbrio ácido-base em solução aquosa. Hidrólise dos sais. Bibliografia Básica: BRADY, J. E. & HUMISTON, G. E. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Editora S.A., 1994. Vol. 1 e Vol. 2. DA SILVA, R. R.; BOCCHI, N.; ROCHA-FILHO, R.C. Introdução a química experimental. São Paulo/SP, McGraw-Hill Ltda, 1990. MASTERTON, W. L., SLOWINSKI, E. J. & STANITSKI, C. L. Princípios de química. Rio de Janeiro. Editora Guanabara., 1990. Bibliografia Complementar: MAHAN, B. H. Química: Um curso universitário. Tradução de Melardi, E. B.; Perrier, M.; Zinner, L. B.; Zinner, K. São Paulo/SP, Edgard Blucher Ltda, 1970. ROCHA-FILHO, R.C.; DA SILVA, R.R. Introdução aos cálculos da química. São Paulo/SP, Makron Books do Brasil Editora Ltda, 1992. SLAUBAUGH, W. H. & PARSONS, T.O. Química Geral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Editora S.A., 1986. VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa. Tradução de Antônio Gimeno. 5ª ed. São Paulo/SP, Mestre Jou, 1981. VOGEL, A.I. Análise Química Quantitativa. Tradução de Macedo, H. Rio de Janeiro/RJ, LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S.A, 1982. Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA Ementa: Desenvolvimento da capacidade de ler, analisar e produzir texto a partir de elementos constitutivos para elaboração do ensaio acadêmico e do relatório, bem como o exercício das técnicas de síntese textual, observando-se as normas gramaticais vigentes. Bibliografia Básica: ABREU, A. S. Curso de redação. São Paulo: Editora Ática. 1994. MARTINS, D. & ZILBERKNOP, L. S. Português Instrumental. Porto Alegre: Editora Sagra. 1994. MEDEIROS, J. Bosco. Redação Empresarial. São Paulo: Editora Atlas. 1998. Bibliografia Complementar: ANDRÉ, H. A. Curso de Redação. 3 ed . São Paulo: Moderna, 1980. CLAVER, R.. Escrever sem doer: oficina de redação, Belo Horizonte: Editora UFMG, 1992. CUNHA, C.; CINTRA, L. F. L. Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. Disciplina: BIOLOGIA CELULAR E HISTOLOGIA ANIMAL Ementa: Abordagem da célula como unidade estrutural e funcional dos seres vivos. Organização geral das células procarióticas e eucarióticas e suas diferenças. O papel das biomoléculas nas funções celulares. Organização morfofisiológica e molecular da célula. Organização ultra-estrutural e macromolecular dos componentes celulares. Integração dos níveis – celular e molecular. Significado biológico das divisões celulares. Abordagem da organização dos organismos multicelulares nos aspectos morfológicos no plano microscópico e suas interações funcionais. Bibliografia Básica: ALBERTS, B. [et al] Fundamentos da Biologia Celular: uma introdução à Biologia Molecular da Célula. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. DE ROBERTIS, E. D. & DE ROBERTIS, E. M.. Bases da Biologia Celular e Molecular. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1993. JUNQUEIRA, L. C. & CARNEIRO, J. Histologia Básica, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. Bibliografia Complementar: ALBERTS, B. [et al] Médicas Sul, 1997. Biologia Molecular da Célula. 3ed. . Porto Alegre: Artes BOLSOVER, S.R. Biologia Celular. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2005. COOPER, G. M. A célula – uma abordagem molecular. 2 ed. Porto Alegre: Art Med Editora, 2001. GARTNER, L.P. & HIATT, J. L. Tratado de Histologia. Rio de Janeiro: Ed.Guanabara Koogan S.A. 1999. J. BANKS J. WILLIAN. Histologia Veterinária Aplicada. 2º ed. Rio de Janeiro: Editoria Manole, 1993. JUNQUEIRA., L. C & CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. Disciplina: DESENHO TÉCNICO Ementa: Estudo do desenho técnico com sua aplicação. Uso de instrumentos: régua, compasso, escalímetro, esquadros. Noções de desenho a mão livre. Observação de objetos. Normas técnicas: letras, caligrafia, carimbo, margens, formatos, dobra. Escalas. Croquis. Noções sobre desenho geométrico e geometria plana. Noções sobre perspectiva. Projeção ortogonal. Vistas principais de uma peça. Noções sobre desenho topográfico. Planos de projeção. Rebatimento. Perspectivas axonométricas. Projeto/Desenho arquitetônico. Normalização. Conceitos gerais. Noções sobre desenho assistido por computador (CAD). Principais comandos. Representação. Impressão. Bibliografia Básica: CARNEIRO, O. Construções Rurais. 3ª Ed. São Paulo – S.P. Nobel. PEREIRA, ADEMAR. Desenho Técnico Básico. RJ. Ed. Francisco Alves. PEREIRA, M. F. Construções Rurais. 2ª ed. São Paulo – S.P. Nobel. Bibliografia Complementar: FREDERICO, C. Materiais para uso em construções rurais. Lavras – MG. Imprensa ESAL. MORETTI Filho, J. Considerações sobre telhados de edifícios. Piracicaba – SP. Disciplina: CÁLCULO Ementa: Revisão geral sobre equação do 1° e 2° graus. Revisão geral sobre os processos de fatoração. Revisão geral sobre funções do 1° e 2° graus e funções racionais. Funções de uma variável real. Gráficos. Continuidade. Conceituação e cálculo de limites, definição e aplicações das derivadas. Conceituação e cálculo com integrais, definição de integrais definidas e suas aplicações. Geometria analítica plana. Cônicas. Translações e rotações. Cálculo diferencial. Métodos de integração. Álgebra linear. Matrizes e sistemas lineares. Bibliografia Básica: FERREIRA, S. R. Matemática aplicada às ciências agrárias: Análise de dados e modelos. Viçosa: Editora UFV, 1999. MEDEIROS, I. Matemática básica para os cursos superiores. São Paulo: Atlas, 1980. MORETTIN, P. et al. Cálculo de funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2003. Bibliografia Complementar: ANTON, H. Cálculo um novo horizonte. 6 ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. ÁVILA, G. S. S. Cálculo diferencial e integral. Rio de Janeiro: LTC, 1987. ÁVILA, Geraldo. Cálculo: funções de uma variável. 3ª ed. RJ. LTC. 1982. HOFFMANN, Laurence D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. RJ. LTC, 1982. LEITHOLD, Louis. O Cálculo, com Geometria Analítica. São Paulo, Harbra. LEITHOLD, L. Matemática aplicada. São Paulo: Harbra, 1988. MORETTIN, Pedro A. e outros. Cálculo: funções de uma variável. São Paulo, Atual, 1987. 2° PERÍODO Disciplina: BIOFÍSICA Ementa: Estudo da biofísica: radiações, visão, audição, ultra-sonografia, trocas de calor. Fluídos em sistemas biológicos. Efeitos fisiológicos da variação da pressão de fluídos. Movimento e propriedades dos fluídos. Fenômenos elétricos nas células. Potencial de ação em uma célula nervosa. Bibliografia Básica: OKUNO, EMICO et al. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. São Paulo, Harper & Row do Brasil, 1992. HALLIDAY, David; WALKER, J.; RESNICK, Robert. Fundamentos de Física 1: mecânica. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. HALLIDAY, David; KRANE, S. Kenneth; RESNICK, Robert. Física 1. 4 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. Bibliografia Complementar: ALVARENGA, Beatriz & MÁXIMO, Ângelo. Física. Volumes 1, 2 e 3. Editora Scipione, 2000. DURÁN, J. E. R. Biofísica – Fundamentos e Aplicações. São Paulo, Pearson Prentice Hall, 2003. HALLIDAY, DAVID; RESNICK, ROBERT & WALKER, JEARL. Fundamentos de Física, vol. 1, 2, 3 e 4. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e científicos, 2003. GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo, Sarvier, 1997. RESNICK, Robert & Halliday, DAVID. Física. 4ª ed. RJ. LTC, 1984. DISCIPLINA: TOPOGRAFIA APLICADA Ementa: Estudo do desenho técnico com sua aplicação, na elaboração de plantas e cartas topográficas, mediante cálculo e conhecimento de nível, perfil, método de levantamento altimétrico e planimétrico. Introdução, conceitos e finalidades da Topografia. Altimetria ou Hipsometria. Planialtimetria: curvas de nível e desnível. Terraceamento Agrícola e Captação e Aproveitamento de águas pluviais. Princípios de Cartografia. Princípios de Fotogrametria e Fotointerpretação.Noções sobre Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento. Planimetria: Goniometria – cálculos de áreas, uso de teodolito e GPS. Bibliografia Básica: BORGES, Alberto de Campos. Exercícios de Topografia. S.P. Editora Edgard Blucher, 1987. BORGES, Alberto de Campos. Topografia. S.P. Editora Edgard Blucher, 1986. Volumes 1 e 2. Bibliografia Complementar: COMASTRI, José Aníbal. Planimetria e Altimetria. Eidtora Edgard Blucher, 1979. CORDÃO, Celso. Planimetria e Altimetria. SP. Editor aMcGraw Hill, 1982. ESPARTEL, Lelis e outros. Cardeneta de campo. S.P. Editora McGraw Hill, 1978. ESPARTEL, Lelis e outros. Curso de Topografia. S.P. Editora McGraw Hill, 1975. Disciplina: MORFOLOGIA VEGETAL Ementa: Abordagem dos aspectos morfológicos da raiz, caule, folha, flor e fruto. Noções sobre os sistemas de classificação e nomenclatura botânica e a identificação de angiospermas. Morfologia externa e interna de monocotiledôneas e dicotiledôneas de interesse zootécnico. Identificação e classificação dos principais grupos de plantas forrageiras. Bibliografia Básica: FERRI, M.G. Botânica e morfologia externa. São Paulo, Nobel. 1983. VIDAL, R. Organografia. UFV. 1999 RAVEN, P. H.; EVERT, R.F., EICHHORN, S.E. Biologia Vegetal. 5 ed. Guanabara Koogan S.A.-RJ. 1996. Bibliografia Complementar: Departamento de Botânica. Boletim de Botânica: Instituto de Biociências. USP. CUTTER, G. E. Anatomia Vegetal: Parte I - Células e Tecidos. 2 ed. Roca. São Paulo, 1986.. CUTTER, G.E. Anatomia Vegetal: Parte II – Órgãos, Experimentos e Interpretação. 2 ed. Roca. São Paulo, 1987. Disciplina: QUÍMICA II Ementa: Compostos orgânicos e suas ligações químicas. Hidrocarbonetos saturados, insaturados e aromáticos. Grupos funcionais: alcoóis, éteres, aldeídos, cetonas e aminas. Enantiômeros e moléculas quirais. Projeção de Fisher. Nomenclatura e Enantiômeros. Introdução à instrumentação. Aplicações de potenciometria. Coulometria. Voltametria. Introdução aos métodos espectroquímicos. Instrumentos para a espectrometria óptica. Espectroscopia de absorção molecular. Espectroscopia de fluorescência molecular. Espectroscopia atômica. Espectroscopia de radiação UV e visível. Introdução aos métodos cromatográficos. Cromatografia de gás e líquido. Cromatografia líquida de alta performance. Bibliografia Básica: BACCAN, N.; DE ANDRADE, J. C.; GODINHO, O. E. S.; BARRONE, J. S.; Química Analítica Quantitativa Elementar. 2 ed. São Paulo-SP, Editora Edgard Blücher Ltda, 1979. DA SILVA, R. R.; BOCCHI, N.; ROCHA-FILHO, R.C. Introdução a química experimental. São Paulo/SP, McGraw-Hill Ltda, 1990. VOGEL, A. I. Análise Química Quantitativa. Tradução de Macedo, H. Rio de Janeiro-RJ, LTC-Livros Técnicos e Científicos Editora S.A.,1982. Bibliografia Complementar: ALLINGER, N. L.; CAVA, M. P.; DEJONGH, D. C.; JOHNSON, C. R.;LEBEL, N. A.; STEVENS, C. L. Química Orgânica. Tradução de Alencastro, R. B.; Peixoto, J. de S.; DE PINHO, L. R. N. 2 ed. Rio de Janeiro-RJ, Guanabara Koogan, 1978. OHLWEILER, O. A. Fundamentos de Análise Instrumental. Rio de Janeiro-RJ, LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1981. Disciplina: ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS Ementa: Osteologia geral. Sindesmologia geral. Miologia. Sistema digestivo. Sistema respiratório. Sistema urogenital. Sistema circulatório. Endocrinologia. Sistema nervoso. Aves. Bibliografia Básica: GETTY, R. Anatomia dos animais domésticos. 5ª ed. Rio de Janeiro: Interamericana. 1981. VI e VII. POPESKO, P. Atlas de anatomia Topográfica dos Animais Domésticos. 1ª ed. Bras. Manole, vol. 3. 1997. SISSON/GROSSMAN. Anatomia dos Animais Domésticos. 6ª ed. Guanabara, 1995. Bibliografia Complementar: CLAYTON, H. M.; FLOOD, P. F. Anatomia Aplicada dos Grandes Animais. 1ª ed. Bras. Manole, 1997. DYCE, K. M.; SACK, W. O.; WENSING, C. J. G.; Tratado de Anatomia Veterinária. 6ª ed. Rio de janeiro. Guanabara Koogan, 1998. FRANDSON, R.D. Anatomia e fisiologia dos animais domésticos. Rio de Janeiro: 1989. Disciplina: ECOLOGIA E GESTÃO AMBIENTAL Ementa: Ecologia: os ciclos da natureza. Estrutura e funcionamento dos ecossistemas. Fluxo de energia e movimento de materiais de ecossistemas. Fatores limitantes. Fatores climáticos. Dinâmica de populações. Sucessões ecológicas. Conceitos de biodiversidade. A crise ambiental. Poluição ambiental: Conceito e os principais impactos ambientais. Impactos e simplificação dos Ecossistemas. Aplicação dos conhecimentos ecológicos na gestão ambiental. Sistemas de gestão ambiental e suas alternativas. Planejamento do processo de implantação de SGA. Auditorias e certificação. Instrumentos da Auditoria Ambiental. O uso sustentável dos recursos biológicos. Bibliografia Básica: ALMEIDA, J. R. de.; MELLO, C. dos S.; CAVALCANTI, Y. Gestão Ambiental: planejamento, avaliação, implantação, operação e verificação. Rio de Janeiro: Thex Ed., 2000. ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. 434p. ODUM, E. P. Fundamentos de Ecologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 7 ed. 2004. 928p. Bibliografia Complementar: ANDRADE, R. O. B. de.; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. de. Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000. KINLAW D. C. Empresa competitiva e ecológica: estratégias e ferramentas para uma administração consciente, responsável e lucrativa. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1997. PRIMAVESI, A. Agroecologia. Ecosfera, tecnosfera e agricultura. São Paulo, Nobel, 1997. TIBOR, T.; FELDMAN, I. ISO 14000 - Um Guia para as Novas Normas de Gestão Ambiental. São Paulo: Futura, 1996. 3° PERÍODO Disciplina: BIOESTATÍSTICA Ementa: Definição, importância e divisão da estatística. Tipos de variáveis. Distribuição de freqüência, apresentação tabular e gráfica de um conjunto de dados. Medidas de posição, dispersão e de associação. Probabilidade e distribuições de probabilidade. Inferência estatística. Testes de hipóteses. Experimentação e delineamentos experimentais. Testes de comparação de médias. Correlação, covariância e regressão. Bibliografia Básica: CRESPO, Antônio Arnot. Estatística Fácil. 15ª edição. Editora Saraiva, 1997. GOMES, Frederico Pimentel. Iniciação à Estatística. 6ª ED. S.p. Ed. Liv. Nobel. 1990. MARTINS e DONAIRE. Princípios da Estatística. 2ª edição. Brasil. Bibliografia Complementar: CENTENO, A. J. Curso de estatística aplicada à biologia, 2 ed., Goiânia: UFG, 1999. OLIVEIRA, Teresinha de F. R. Estatística na Escola. Ao Livro Técnico S/A. SPIEGEL, MURRAY R. Estatística. 3 ed, São Paulo: Makron, 1993. VIEIRA, Sônia. Introdução à Estatística. 6ª ed. RJ. Ed. Liv. Campus. 1990. Disciplina: FISIOLOGIA VEGETAL Ementa: Fisiologia vegetal como ciência. Organização estrutural das plantas. Água como constituinte vegetal. Relações hídricas. Transporte de soluto através do floema. Respiração. Fotossíntese e fotorespiração. Nutrição mineral. Assimilação de nutrientes inorgânicos. Crescimento e desenvolvimento. Crescimento diferencial e diferenciação. Fotomorfogênese. Hormônios e reguladores de crescimento. Dormência. Bibliografia Básica: AWAD, M. & CASTRO, P.R.C. Introdução à fisiologia vegetal. São Paulo: Nobel, 1983. RAVEN, P.H.; EVERT, R.F. & EICHHORN, S. E. Biologia vegetal. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. S.A. 2001. FERRI, M.G. Fisiologia vegetal. São Paulo: Ed. Pedagógica e Universitária Ltda. 1985. v 1 e 2. Bibliografia Complementar: KERBANY, G.B. Fisiologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. S.A. 2004. MARZZOCO, A. & TORRES, B.B. Bioquímica Básica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1999. Disciplina: METODOLOGIA DO TRABALHO CIENTÍFICO Ementa: Desenvolvimento do trabalho científico e seus procedimentos práticos. Elaboração de relatórios. Interpretação e produção de trabalhos científicos. Utilização das regras e normas propostas pela ABNT. Técnicas para apresentação de seminários. Bibliografia Básica: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia Científica. 3. Ed. São Paulo: Atlas, 2001. 289 p. PARRA FILHO, Domingos; SANTOS, João Almeida. Apresentação de Trabalhos Científicos: TCC-Teses-Dissertações. São Paulo: Futura. 2000. 132p. DUARTE, João Batista. Normas Básicas de Redação Científica. Goiânia: UFG/Escola de Agronomia, 2000. 21p. (Apostila) Bibliografia Complementar: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Normalização da documentação no Brasil. Rio de Janeiro: Instituto Brasileiro de Bibliografia e Documentação, 1980. _______. Referências – elaboração: NBR 6023. Rio de Janeiro: ago. 2000. 22p. _______. Trabalhos acadêmicos – apresentação: NBR 14724. Rio de Janeiro: jul. 2001. 6p. Disciplina: BIOQUÍMICA Ementa: Composição de matéria viva: as biomoléculas, carboidratos, estrutura e função biológica. Aminoácidos e peptídeos. Proteínas. Enzimas. Lipídios e membranas. Visão geral do metabolismo intermediário. Glicólise. Ciclo do ácido cítrico. Oxidação dos ácidos graxos. Degradação oxidativa dos aminoácidos. Biossíntese dos carboidratos e lipídios nos tecidos animais. Bibliografia Básica: HARPER, H.A.; RODWELL, V.W.; MAYES, P.A. Manual de química fisiológica. São Paulo: Atheneu, 1992. TELES, F.F.F. Bioquímica de nutrição I e II. Viçosa: Imprensa Universitária, 1997. Voet, D.; Voet, J.G.; Pratt, C.W. Fundamentos de Bioquímica. Porto Alegre: Artes Médicas Sul Ltda., 2000. Bibliografia Complementar: BOREL, Jacques-Paul, RANDOUX, Alain, Maquart, FRANÇOIS-XAVIER, et al. Bioquímica Dinâmica. Buenos Aires: Panamericana, 1995. CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3a. Edição. Porto Alegre: Artes Médicas Sul Ltda., 2000. CHAMPE, P.C. e HARVEY, R.A. Bioquímica ilustrada. Porto Alegre: Artes Médicas Sul Ltda., 1996. LEHNINGER, A.; NELSON, D.L. e COX, M.M. Princípios de Bioquímica. São Paulo: Sarvier, 1995. MONTGOMERY, R.; CONWAY, T.W.; SPECTOR, A. A. Bioquímica: uma abordagem dirigida por casos. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. MURRAY, R. K. GRANNER, D. K. MAYSES, P.A., et al. Harper-bioquímica. São Paulo: Atheneu, 1990. ROSKOSKI, R. Jr. Bioquímica. Rio de Janeiro: Editora Guanabara-Koogan, 1998. SMITH, E.L.; HILL, R.L.; LEHMAN, I.R.; LEFKOWITZ, R.J.; HANDLER, P. e WHITE, A. Bioquímica. Rio de Janeiro: Editora Guanabara-Koogan, 1985. VIEIRA, E.C.; GAZZINELLI, G. & MARES-GUIA, M. Bioquímica celular. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. Disciplina: FISIOLOGIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS Ementa: Mecanismos de funcionamento do organismo dos animais domésticos. Sistemas muscular esquelético, circulatório, respiratório, gastrintestinal e sua relação com sistema nervoso e endócrino, termorregulador, glândula mamária, bem como os princípios básicos da fisiologia celular e molecular. Bibliografia Básica: CUNNINGHAN, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 3a ed. RJ. Guanabara Koogan, 2004. DUKES, Fisiologia dos animais domésticos. 11ª ed. RJ. Guanabara Koogan, 1996. REECE, W. O. Fisiologia dos animais domésticos. SP, Roca, 1996. Bibliografia Complementar: CUNNINGHAN, J. G. Tratado de fisiologia veterinária. 2a ed. RJ. Guanabara Koogan, 1999. Disciplina: CONSTRUÇÕES RURAIS Ementa: Construção de pequenas obras rurais. Elaboração de projetos de instalações destinadas aos diferentes tipos de criações como bovinos de corte e de leite, aves, suínos, caprinos e outros, bem como o correto emprego de materiais de construção, visando menor imobilização de capital por parte da empresa rural. Bibliografia Básica: PEREIRA, M.F. Construções rurais. São Paulo, Nobel, v.1.,1978. PEREIRA, M.F. Construções rurais. São Paulo, Nobel, v.2.,1983. TEIXEIRA, V.H. Construções e ambiência. Lavras, ABEAS, 1990. Bibliografia Complementar: BUENO, C.F.H. Construções rurais: Materiais e técnicas construtivas. Lavras, ESAL, 1982. BUENO, C.F.H. Construções Rurais: Tabelas para Composição de Custos. Lavras, ESAL, Vol. 1, 1984. CARNEIRO, O. Construções rurais. São Paulo: Nobel, 8a ed., 1980. 179p. MONTENEGRO, G. A. Desenho arquitetônico. São Paulo, Mc Graw Hill do Brasil, 1979. NAAS, I.A. Principios de conforto térmico na produção animal. São Paulo: Ícone, 1989. TEIXEIRA, V. H. Construções e Ambiência. Lavras – MG, 1991. 4° PERÍODO Disciplina: GENÉTICA Ementa: História do material genético. Fluxo de informação gênica (replicação, transcrição, tradução). Código genético. Mutações ao nível molecular gênico. Cromossomos. Divisão celular. Ciclos de vida. Evolução cromossômica. Terminologia. Relações alélicas (dominância, codominância, letalidade, polialelia). Cruzamentos monofatoriais. Análises de pedigree. Segregação independentes. Sistemas para solução de cruzamentos diíbridos. Bibliografia Básica: NICHOLAS, F. W. Introdução à Genética Veterinária. Tradução – Rivo Fisher. Porto Alegre: Editora Artes Médicas , 1999. OTTO, Priscila Guimarães. Genética Básica para Veterinária. 3 ed. São Paulo: Editora Roca. 2000. RAMALHO, M.; SANTOS, J. B. dos & PINTO, C. B. Genética na Agropecuária. São Paulo: Editora Globo, 2001. Bibliografia Complementar: CARVALHO, H. C. Fundamentos de genética e evolução. Rio de Janeiro: Livro Técnico. CLEFFI, N. M. Biologia celular, genética e evolução. SP: Harbra. CROW, J. F. Fundamentos de genética. RJ: Tivro Técnico. GRIFFITHS, A. J. F.; GELBART, W. M.; MILLER, J. H. & LEWONTIN, R. C. Genética Moderna. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan S. A. 2001. PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. Belo Horizonte: FEP – M0VZ Editora, 2001. SUZUKI, D. T.; GRIFFITHS, A. J. F.; MILLER, J. H e LEWONTIN, R. C. Introdução à Genética. 5 ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 1998. Disciplina: SOLOS, FERTILIDADE E ADUBAÇÃO Ementa: Introdução à ciência do solo. Gênese e morfologia do solo. Classificação dos solos. Introdução ao estudo da fertilidade do solo. Relação solo-água-planta. Nutrição mineral de plantas. Reação do solo. Correção da acidez do solo. Avaliação da fertilidade do solo. Correção da fertilidade do solo. Elaboração de laudo de recomendação de adubação. Bibliografia Básica: LOPES, A. S. (Tradução e Adaptação). Manual de Fertilidade do Solo. São Paulo, ANDA / POTAFOS, 1989. MALAVOLTA, E. Adubos e adubações. São Paulo: Nobel, 2000. RESENDE, M. Pedologia. Viçosa, MG. Imprensa universitária, UFV, 1991, p.100. Bibliografia Complementar: CAMARGO, O. A. de; MONIZ, A. C.; JORGE, J. A.; VALADARES, J. M. A. S. Métodos de análise química, mineralógica e física de solos do Instituto Agronômico de Campinas. Campinas: Instituto Agronômico, 1986. (IAC. Boletim técnico, 106). CARVALHO, J.C.; LOPES, A.S. & GUEDES, G.A.A. Métodos de Diagnose da Fertilidade do Solo e Avaliação do Estado Nutricional das Plantas. Lavras. ESAL/FAEPE, 1994. COMISSÃO DE FERTILIDADE DE SOLOS DE GOIÁS. Recomendações de corretivos e fertilizantes para Goiás. 5ª Aproximação. Goiânia, UFG/EMGOPA, 1988. (Convênio. Informativo Técnico, 1). COMISSÃO DE FERTILIDADE DE SOLOS DE MINAS GERAIS. Recomendações para uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais. 5ª Aproximação. Viçosa, 1999. EMBRAPA. Manual de análises químicas de solos, plantas e fertilizantes. Brasília: EMBRAPA/SOLOS, 1999. EMBRAPA. Manual de métodos de análise de solo. 2ª ed. Rio de Janeiro: EMBRAPA/CNPS, 1997. FAGERIA, N. K. Solos tropicais e aspectos fisiológicos das culturas. Brasília : EMBRAPA-DPU. 1989. FAQUIN, V. Nutrição Mineral de Plantas. Lavras, ESAL/FAEPE, 1994. 230 p. FERNANDES, F.M., NASCIMENTO, V.M. (Coord.) Curso de atualização em fertilidade do solo. Campinas: Fundação Cargill, 1987. FERREIRA, M.E., CRUZ, M.C.P. da. Micronutrientes na agricultura. Piracicaba: POTAFOS, 1991. FREITAS. P. L. Aspectos EMBRAPA/CNPS. 1994. físicos e biológicos dos solos. Goiânia. GOEDERT, W. J. Solos do cerrados: tecnologia e estratégia de manejo. São Paulo. Nobel: EMBRAPA/CPAC. 1985. INSTITUTO DE POTASSA & FÓSFATO. Manual Internacional de fertilidade do solo. Piracicaba, 2ª ed., rev. e ampl. POTAFOS, 1998. KIEHL, E. J., Manual de edafologia – relações solo planta. São Paulo. Ceres, 1979, p.262. LEMOS, R. C.; SANTOS, R. D. dos. Manual de descrição e coleta de solos no campo. Campinas. Sociedade Brasileira de Ciência do solo, 2o edição, 45p., 1984. LOPES, A. S. Solos sob Cerrado: Características, Propriedades e Manejo. Piracicaba, Instituto da Potassa e do Fosfato, 1987. 162p. MALAVOLTA, E. ABC da adubação. São Paulo: Ceres, 5ª ed., 1989. MALAVOLTA, E. Elementos de Nutrição Mineral de Plantas. São Paulo, Ceres, 1980. MALAVOLTA, E. Manual de Adubação e Calagem das Principais Culturas. São Paulo, Agronômica Ceres, 1987. VIEIRA, L. S. Manual de ciência do solo: com ênfase aos solos tropicais. São Paulo: Ceres, 1998. Disciplina: NUTRIÇÃO DE MONOGÁSTRICOS Ementa: Importância da nutrição na produção animal. Particularidades digestivas dos animais monogástricos (aves em geral, suínos, eqüinos). Classificação e metabolismo dos nutrientes. Sintomas de deficiência nutricional. Exigências quantitativas e qualitativas dos nutrientes. Alimentos utilizados na nutrição dos monogástricos. Bibliografia Básica: ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: as bases e os fundamentos da nutrição animal. Os alimentos. São Paulo, Nobel, 1981. V. I. 4 ed. ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: alimentação animal. São Paulo, Nobel, 1983. V. II. 3 ed. MAYNARD, L. A. et al. Nutrição Animal. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. Ilust. Bibliografia Complementar: N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Poultry. National Academy Press, Washington, Última Edição. NUNES, I. J. Nutrição Animal Básica. Belo Horizonte: Ed. FEP- MVZ/UFMG, 2 ed. 1998. PENZ, A. M e VIOLA, E. S.; In: Suinocultura Intensiva: Produção, Manejo e Saúde do Rebanho. 1 ª edição. Brasília. EMBRAPA SPI , 1998. ROSTAGNO S. R. Tabelas Brasileiras para Aves e Suínos, 2º ed. Viçosa: UFV, 2005. Disciplina: NUTRIÇÃO DE POLIGÁSTRICOS Ementa: Importância da nutrição na produção animal. Particularidades digestivas dos animais poligástricos. Classificação e metabolismo dos nutrientes. Sintomas de deficiência nutricional. Exigências quantitativas e qualitativas dos nutrientes. Alimentos utilizados na nutrição dos poligástricos. Bibliografia Básica: ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: as bases e os fundamentos da nutrição animal. Os alimentos. São Paulo, Nobel, 1981. V. I. 4 ed. ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: alimentação animal. São Paulo, Nobel, 1983. V. II. 3 ed. MAYNARD, L. A. et al. Nutrição Animal. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. Ilust. Bibliografia Complementar: LUCCI, C. de S. Nutrição e Manejo de Bovinos Leiteiros. São Paulo/SP. Ed. Manole, 1997. 1ª ed. MARTIN, L. C. T. Nutrição Mineral de Bovinos de Corte. São Paulo/SP. Ed. Nobel, 1993. 2ª ed. N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Dairy Cattle. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Beef Cattle. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. Disciplina: MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Ementa: Estudo da origem, morfologia, fisiologia e análise laboratorial diagnóstica dos microorganismos de interesse zootécnico. O sistema imune, seu funcionamento em animais de interesse zootécnico. Bibliografia Básica: BARBOSA, H.R., TORRES, B. B Microbiologia básica. São Paulo: Ateneu. 1999. OLIVEIRA, S.J. Microbiologia Veterinária, Canoas: Ulbra, 2000. PELCZAR JR., R., CHAN, E.C.S & KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações Volumes 1 e 2. São Paulo: Makron Books. 1996. Bibliografia Complementar: ROITMAN, I., TRAVASSOS, L. R. & AZEVEDO, J. L. Tratado de microbiologia, Vol. 1, São Paulo: Ed. Manole, 1987. TIZARD, I. Imunologia Veterinária: Uma Introdução. 5 ed. São Paulo: Roca, 1998. TORTORA, G.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2002. 5° PERÍODO Disciplina: MANEJO E CONSERVAÇÃO DOS SOLOS Ementa: Sistemas de manejo do solo. Mecanismos e processos de degradação do solo. Processo erosivo. Práticas de conservação do solo. Planejamento racional de uso do solo. Integração Lavoura Pecuária. Bibliografia Básica: AMARAL, N.D. Noções de Conservação de Solo. 2 ed São Paulo: Nobel, 1984. BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação 1990. do Solo. São Paulo: Ícone, FERREIRA, P.H.M. Princípios de Manejo e de Conservação do Solo. 3 ed. São Paulo: Nobel, 1992. Bibliografia Complementar: BAHIA, V. G; RIBEIRO, M. A. Conservação do Solo e Preservação Ambiental. Lavras: ESAL/FAEPE, 1991. BERTONI, J., LOBARDI NETO, F. Conservação do solo. SP. Editora Ícone, 1990. JORGE, J. A. Física e manejo dos solos tropicais. Campinas: Instituto Campineiro de ensino agrícola, 328p., 1985. LEPSCH, I. F. Solos formação e conservação. São Paulo, Edições melhoramentos (5o ed), 1993, 157 p. LOPES, A S. Solos sob cerrado: característica, propriedades e manejo. Piracicaba. potassa, 1984 2o ed. 162p. PRIMAVESI, A M. Manejo ecológico do solo: a agricultura em regiões tropicais. São Paulo, Nobel, 1995. Disciplina: BIOCLIMATOLOGIA Ementa: Introdução à bioclimatologia. Fatores e elementos climáticos. Processos de ambientação. Mecanismos de termorregulação. Atributos anatomofisiológicos de adaptação das diferentes espécies animais nos trópicos. Efeitos de ambiente sobre a produção, reprodução e saúde animal. Métodos de avaliação da adaptabilidade dos animais ao meio. Proteção dos animais no ambiente: técnicas de manejo climático e princípios de conforto térmico aplicado às instalações zootécnicas. Bibliografia Básica: BAETA, F.C., SOUZA, C.F. Ambiência em instalações rurais conforto animal, Viçosa: FV, 1977. MULLER, F.B. Bioclimatologia Aplicada aos animais domésticos. 2 ed. Porto Alegre Sulina, 1993. SILVA, R.G. Introdução a Bioclimatologia animal. São Paulo: Nobel, 2000. Bibliografia Complementar: ANAIS 1º Congresso Brasileiro de Ambiência na Produção de Leite. 1998, FEALQ, Piracicaba. ANAIS 1º Congresso Brasileiro de Biometeorologia. Jaboticabal, 1995. ANAIS 2º Congresso Brasileiro de Biometeorologia. Goiânia, 1998, Sociedade Brasileira de Biometeorologia. ANAIS ZOOTEC 2001, Goiânia. HAHN, G.L. Bioclimatologia e instalações zootécnicas. São Paulo: FUNEP, 1993. HARDY, R.N. Temperatura e vida animal. 2ª ed. São Paulo, EPU/EDUSP, 1981. NAAS, I.A. Princípios de conforto térmico da produção animal. São Paulo, 1989, Icone. Disciplina: MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA Ementa: Estudo detalhado sobre máquinas de preparo periódico do solo. Máquinas para: semeadura, aplicação de fertilizantes e corretivos, cultivo, aplicação de defensivos, colheita de forragem e confecção de feno. Seleção, uso e cálculo dos custos de uso de máquinas e implementos agrícolas. Bibliografia Básica: BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo, Manole, 1987. 307p. GALETI, P.A. Mecanização agrícola - Preparo do solo. Campinas, Instituto Campineiro de Ensino Agrícola. 1981. GADANHA, JR., C.D.; MOLIN, J.P.; COELHO, J.L.D.; YAHN, C.H.; TOMIMORI, S.M.A.W. Máquinas e implementos agrícolas do Brasil. São Paulo: NSIMA/CIENTEC, 1991. 468p. Bibliografia Complementar: MATUO, T. Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas. Jaboticabal, UNESP/FUNEP. 1990. Disciplina: ALIMENTOS E ALIMENTAÇÃO Ementa: Particularidades dos alimentos e ingredientes utilizados na alimentação. Classificação e valor nutritivo dos alimentos. Uso de aditivos. Exigências nutricionais de suínos, aves de corte e postura, eqüinos e ruminantes. Bibliografia Básica: ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: as bases e os fundamentos da nutrição animal. Os alimentos. São Paulo, Nobel, 1981. V. I. 4 ed. ANDRIGUETO, J. M. et al. Nutrição Animal: alimentação animal. São Paulo, Nobel, 1983. V. II. 3 ed. MAYNARD, L. A. et al. Nutrição Animal. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1984. Ilust. Bibliografia Complementar: N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Dairy Cattle. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Beef Cattle. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Horses. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Swine. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Poultry. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. PEIXOTO, A. M. ; MOURA, J. C.; FARIA, V. P. Nutrição de Bovinos: conceitos práticos e aplicados. 2ª ed. Piracicaba, FEALQ, 1995. PEIXOTO, A. M. ; MOURA, J. C.; FARIA, V. P. Uréia para Ruminantes. ANAIS do 2º Simpósio sobre Nutrição de Bovinos. Piracicaba FEALQ, 1984. Disciplina: MELHORAMENTO GENÉTICO ANIMAL BÁSICO Ementa: Genética de populações e quantitativa. Cálculo e interpretação de parâmetros genéticos. Resposta correlacionada. Curva normal. Seleção e Diferencial de Seleção. Endogamia e Exogamia. Progresso genético e Avaliação de progênies, abordando metodologias de avaliação genético-estatística, utilizando modelos paramétricos e não paramétricos. Bibliografia Básica: BOWMAN, J.C. Introdução ao melhoramento genético animal. Editora da Universidade de São Paulo. 1981. 87 p. GIANNONI, M.A.; GIANNONI, M. L. Genética e Melhoramento de Rebanhos nos Trópicos. 2 ed. Nobel. 1989. PEREIRA, J.C.C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. FEPMVZ Editora. Belo Horizonte. 2004. Bibliografia Complementar: BORDON, R.M. Understanding Animal Breeding. Prentice Hall, Upper Saddle River, NJ. 523p., 1997. FALCONER, D.S. Introduction to Quantitative Genetics. Longman Group Limited, 1981. RAMALHO, M.; DOS SANTOS, J.B.; PINTO, C.B. 1989. Genética na Agropecuária. Publicações Globo Rural. 359 p. SAMPAIO, I.B.M. Estatística Aplicada à Experimentação Animal. UFMG, 1 ed. 1998. Disciplina: HIGIENE E PROFILAXIA Ementa: Conceitos gerais sobre saúde e doenças. Fatores determinantes de doenças no processo de produção animal, bem como os mecanismos de transmissão. Interação do agente hospedeiro e ambiente nas doenças contagiosas. Medidas gerais de controle e profilaxia das principais enfermidades que acometem o organismo dos animais domésticos economicamente exploráveis, enfatizando os de interesse zootécnico. Princípios de vacinas e vacinações. Desinfetantes e desinfecções utilizados no processo produtivo. Higiene e sanitização na produção e industrialização de produtos de origem animal. Segurança alimentar do consumidor. Principais zoonoses. Processos de saneamento ambiental. Bibliografia Básica: GUERREIRO, M.G., OLIVEIRA, S.J.; SARAIVA, D., WIEST, J.M. et al. Bacteriologia Especial: com interesse em saúde animal. Porto Alegre: Sulina. 1984. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e Saúde. Fortaleza: UNIFOR, 1983. TIZARD, I. Introdução à imunologia veterinária. 2ª ed. São Paulo: Roca, 1985. Bibliografia Complementar: CORREA, W.M., CORREA, C.N.M. Enfermidades infecciosas dos mamíferos domésticos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Editora Médica e Científica Ltda, 1992. DOMINQUES, P.F.; LANGONI, H. Manejo sanitário animal. Rio de Janeiro: EPUB, 2001. Disciplina: APICULTURA Ementa: Introdução ao estudo da apicultura. Orfologia e biologia das abelhas melíferas. Povoamento de apiários. Instalações e equipamentos em apicultura. Manejo das abelhas. Classificação das abelhas. Produtos elaborados pelas abelhas e polinização. Higiene e profilaxia em apicultura. Alimentos e alimentação das abelhas. Meliponicultura. Bibliografia Básica: SPURGIN, A. A Apicultura. Lisboa: Presença, 1997. WIESE, H. Novo Manual de Apicultura. Guaíba: Agropecuária, 1995. WIESE, H. Nova Apicultura. Porto Alegre: Agropecuária, 1985. Bibliografia Complementar: COUTO, R. H. N.; COUTO, L. A. Apicultura: manejo e produtos. 2 ed, Jaboticabal: FUNEP, 2002. MARTINHO, M. R. A. Criação de Abelhas. Rio de Janeiro: Globo, 1988. SCHIRMER, L. R. Abelhas Ecológicas. São Paulo: Nobel, 1986. 6° PERÍODO DISCIPLINA: MANEJO E CONSERVAÇÃO DAS PASTAGENS Ementa: Importância, classificação e identificação das pastagens e cultivos forrageiros. Características morfogênicas das forragens. Produção e beneficiamento de sementes e mudas forrageiras. Formação, recuperação e renovação de pastagens. Utilização e manejo de pastagens. Estacionalidade de produção forrageira. Produção e conservação de forragens. Consorciação e diversificação de pastagens. Bibliografia Básica: GOMIDE, J. A., GOMIDE, C. A. M. Utilização e manejo de pastagens. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 38. Piracicaba, 2001. Anais... Piracicaba: SBZ, 2001. GOMIDE, J.A., GOMIDE, C. A. M. Fundamentos e estratégias do manejo de pastagens. In: SIMPÓSIO DE PRODUÇÃO DE GADO DE CORTE, 1. Viçosa, 1999. Anais... Viçosa, 1999. MARASCHIN, G. E. Sistemas de pastejo 1. In: PASTAGENS: FUNDAMENTOS DA EXPLORAÇÃO RACIONAL. 2. ed. Piracicaba, 1994. Anais... Piracicaba: FEALQ, 1994. Bibliografia Complementar: EVANGELISTA, A. R.; LIMA, J. A. Silagens: do cultivo ao silo. UFLA, Lavras, MG, 2000. PROPASTO. Projeto de recuperação e manejo de pastagens e manejo de pastagens. 1º ed, Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Goiás e parceiros do PROPASTO, Goiânia – GO. 2000. ROSA, B. Alternativas para minimizar os efeitos da estacionalidade na produção de forrageiras. Curso de especialização em Zootecnia, UFG, Goiânia, GO, 2000. VIEIRA, J.M. & KICHEL, A.N.; Estabelecimento e recuperação de pastagens de Panicum maximum, In: SIMPÓSIO SOBRE MANEJO DA PASTAGEM. TEMA: O CAPIM COLONIÃO, 12, 1995, Piracicaba. Anais... Piracicaba: FEALQ, 1995. ZIMMER, A.H.; CORREA, E.S. 1999. A pecuária nacional, uma pecuária de pasto. In: RECUPERAÇÃO DE PASTAGENS. 2 ed, 1999, Nova Odessa; Instituto de Zootecnia. DISCIPLINA: FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO ANIMAL Ementa: Aspectos básicos da reprodução. Embriologia. Anatomia e fisiologia comparada do sistema genital das principais espécies de animais domésticos. Endocrinologia da reprodução. Ciclo reprodutivo e ciclo estral das principais espécies de animais domésticos com ênfase nos bovinos. Gametogênese. Bibliografia Básica: DUKES, S. M.; Fisiologia dos Animais Domésticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1999. DYCE, K. M. & SACK, W. O. Tratado de Anatomia Veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 1990. HAFEZ, E. S. E.; HAFEZ, B. Reprodução Animal. 7 ed. São Paulo: Manole, 2004. Bibliografia Complementar: ALMEIDA, J.M. Embriologia veterinária comparada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. GARCIA, S.M.L.; FERNANDEZ, C.G. Embriologia. 2 ed. Rio Grande do Sul: Artmed, 2001. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6 ed. Porto Alegre: Sulina, 1987. MOORE, K. Embriologia básica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan; 1991. THIBAULT, C.; LEVASSEUR, M.C. La reproduction chezles mamiferes et l’home. Paris: INFRA. 1991. Disciplina: AQUICULTURA Ementa: Situação atual e perspectiva futura do cultivo de organismos aquáticos de interesse econômico. Sistemas de cultivo, nutrição, alimentação da carcinicultura de água doce, malacocultura, ranicultura, piscicultura de água doce e ornamental. Principais variáveis hidrológicas que influenciam na qualidade da água para a aqüicultura. Boas práticas de manejo e impactos ambientais causados pela aqüicultura. Controle sanitário e zootécnico. Bibliografia Básica: ARANA L.V. Aqüicultura e desenvolvimento sustentável. FAPEU/ Editora da UFSC, 1999. KUBITZA, FERNANDO, et al. Planejamento da produção de peixes. 3 ed. 1999. KUBITZA, FERNANDO. Tecnologia e planejamento na produção comercial. 1 ed. Jundiaí, 289 p. 2000. Bibliografia Complementar: ARANA L.V., Princípios químicos de qualidade da água em Aqüicultura Uma revisão para peixes e camarões. FAPEU / Editora da UFSC, 1997, 166p. LONGO, ALCYR DOMINGOS. Manual de ranicultura: uma nova opção da pecuária. 5 ed. Ed. Ícone, 219 p. MARQUES, HÉLCIO L. A. Criação Comercial de Mexilhões. Ed. Nobel, 1997. SIPAÚBA-TAVARES, LÚCIA HELENA. Limnologia Aplicada a Aqüicultura. Ed. FUNEP, 1994. VALENTI, WAGNER COTRONI. Carcinicultura de água doce. Ed. FAPESP, 1998. WOYNAROVICH, E., HORVÁTH, L. A propagação artificial de peixes de águas tropicais. Brasília: FAO/CODEVASF/CNPq, Manual de Extensão Documento Técnico sobre Pesca 1983, 201p. Disciplina: ESTATÍSTICA EXPERIMENTAL Ementa: O papel da estatística na experimentação agropecuária. Métodos para aumentar a eficiência dos experimentos. A análise de variância. Os delineamentos básicos: inteiramente ao acaso, blocos casualizados e quadrado latino. Experimentos em esquemas fatoriais e parcelas subdivididas. Grupos de experimentos. Regressão na análise de variância. Análise de covariância. Planejamento experimental. Bibliografia Básica: GOMES, P. F. Curso de Estatística Experimental. Piracicaba: Livraria Nobel, 1973. GUIMARÃES, R. C.; Cabral, S. Estatística. São Paulo: McGraw-Hill, 1999. OLIVEIRA, P. Estatística Aplicada. São Paulo: Universidade do Minho, 2002. Bibliografia Complementar: BANZATTO, D. A.; KRONKA, S. N. Experimentação Agrícola. 2ª ed. Jaboticabal: FUNEP, 1992. BEIGUELMAN, B. Curso prático de estatística. Ribeirão Preto: SBG, 1998. CAMPOS, H. Estatística Aplicada à Experimentação com Cana de Açúcar. Piracicaba: ESALQ, 1984. Disciplina: DEONTOLOGIA E CIDADANIA Ementa: Princípios éticos e morais aplicados às atividades profissionais do zootecnista. Código de ética do zootecnista. Decretos, resoluções e leis que estão ligados ao profissional zootecnista. Campo de atuação e mercado de trabalho do zootecnista. Conceitos básicos de cidadania. Bibliografia Básica: Leis, Decretos, resoluções referentes ao exercício profissional do Zootecnista Disponível em: www.cfmv.org.br NASCH, L. L. Ética nas Empresas: boas intenções à parte. São Paulo: Editora Makron Books. 1993. SUNG, J. M, SIVA, J. C. Conversando sobre ética e sociedade. 6 ed. Petrópolis: Editora Vozes. 1999. Bibliografia Complementar: FREIRE, P. Extensão ou Comunicação. 8 ed. Trad. Para Rosisca, D.O. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998. PENTEADO, J. R. W. A Técnica da Comunicação Humana. 7 ed., São Paulo: Pioneira, 1980. Disciplina: MELHORAMENTO GENÉTICO ANIMAL APLICADO Ementa: Programas de seleção dos rebanhos, alcançando progresso genético nos rebanhos inerentes às principais espécies de interesse econômico (bovinos de corte e leite, aves, suínos, ovinos, eqüinos, peixes e cães), por meio da interpretação de provas de machos, fêmeas e progênie, bem como a interpretação de dados de desempenho em consonância com a interação genótipo-ambiente. Conservação de recursos genéticos de animais domésticos (raças em extinção). Bibliografia Básica: BOWMAN, J.C. Introdução ao Melhoramento Genético Animal. Edusp editora. 1981. GAMA, L.T. Melhoramento Genético Animal. Escolar editora. 1 ed. 2002. PEREIRA, J. C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. 5a edição FEP – MVZ, Editora, Belo Horizonte, 2008. Bibliografia Complementar: BOURDON, R. M. Understanding Animal Breeding. 2a edição. Colorado State University. 2000. GIANNONI, M.A.; GIANNONI, M.L. Melhoramento. Genética e Melhoramento de Rebanhos nos Trópicos. São Paulo, Nobel S/A, 1987. RUVINSKY, A., FRIES, R. The Genetics of Cattle. CABI Publishing. 2001. SIMPÓSIO NACIONAL DE MELHORAMENTO ANIMAL. Ribeirão Preto Viçosa: SBMA, 1996. Anais... Disciplina: PRODUÇÃO DE ANIMAIS SILVESTRES E EXÓTICOS Ementa: Conceitos de preservação e a importância do conhecimento da fauna silvestre e exótica. Legislação específica para a criação e comercialização. Biodiversidade. Estudos fisiológicos, comportamentais, manejo e criação das diferentes espécies constituintes da fauna silvestre e exótica. Projetos e aspectos econômicos da criação no Brasil. Bibliografia Básica: DEUTSCH, L.A. Os animais silvestres – proteção, doenças e manejos. Rio de Janeiro, Globo, 1988. OLIVEIRA, M.O. Abate e Comercialização de Animais Silvestres. Viçosa. Centro de Produções Técnicas – CPT, 1999. OLIVEIRA, M. Reprodução, Cria e Recria. (Vídeo Curso). Bibliografia Complementar: HOSKEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Pacas. Aprenda Fácil, 2001. HOSKEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Capivaras. Aprenda Fácil, 2001. HOSKEN, F.M.; SILVEIRA, A.C. Criação de Cutias. Aprenda Fácil, 2001. OLIVEIRA, M. Criação de Emas. (Vídeo Curso). OLIVEIRA, M. Criação de Javalis. (Vídeo Curso). 7° PERÍODO Disciplina: BIOTÉCNICAS REPRODUTIVAS Ementa: Eficiência reprodutiva das espécies de interesse zootécnico. Normas e procedimentos das etapas das biotécnias: inseminação artificial e transferência de embriões. Controle do ciclo estral das espécies de interesse zootécnico. Métodos de colheita de sêmen. Manejo reprodutivo das espécies de interesse zootécnico. Principais doenças da esfera reprodutiva. Técnicas e interação da reprodução com a produção animal. Bibliografia Básica: HAFEZ, E. S. E.; HAFEZ, B. Reprodução animal. 7 ed. São Paulo: Manole, 2004. GONSALVES, P.B.D.; FIGUEIREDO, J. C.; FREITAS, V. J. F. Biotécnicas aplicadas à reprodução animal. São Paulo: Varela, 2002. MIES FILHO, A. Reprodução dos animais. 6 ed. Porto Alegre: Sulina, 1987. Bibliografia Complementar: ALMEIDA, J.M. Embriologia veterinária comparada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. BROWN, T. A. Clonagem gênica e análise de DNA: uma introdução. São Paulo: Artmed, 2003. GARCIA, S.M.L.; FERNANDEZ, C.G. Embriologia. 2 ed. Rio Grande do Sul: Artmed, 2001. GRUNERT, E.; GREGORY, R.M. Diagnóstico e terapêutica da infertilidade na vaca. Porto Alegre: Sulina, 1984. MIES FILHO, A. Inseminação artificial. 6 ed. Porto Alegre: Sulina, 1987. NASCIMENTO, E. F. do, SANTOS, R. de L. Patologia da reprodução dos animais domésticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. Disciplina: BROMATOLOGIA Ementa: Coleta e preparo de amostras para análise. Preparação de amostra bruta e de análise. Determinação de umidade, proteína bruta, extrato etéreo e NDT. Avaliação das fibras pelo método de Van Soest. Fracionamento de proteína e carboidratos. Ação química das frações tóxicas dos alimentos. Plantas tóxicas. Bibliografia Básica: SILVA, D.J.; QUEIROZ, A.C. Análise de Alimentos – Métodos químicos e biológicos. 3 ed. Viçosa. SPINOSA, H.S.; GÓRNIA, K.S.L.; PALERMO NETO, J. Toxicologia aplicada à Medicina Veterinária. Baueri – SP: Manole, 2008. 235 p. VALADARES FILHO, S.C.; MAGALHÃES, K. A.; ROCHA JUNIOR, V.R. Tabelas Brasileiras de Composição de Alimentos para Bovinos. 2 ed. Viçosa:UFV, DZO, 2006. 329 p. Bibliografia Complementar: GFELLER, R.W.; MESSONNIER, S.P. Manual de toxicologia e envenenamento em animais. São Paulo: Roca, 2006. 376 p. LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil. 4 ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. 730 p. PEREIRA, C.A. Plantas tóxicas e intoxicação na veterinária. Goiânia: UFG, 1992. 279 p. Disciplina: ETOLOGIA E BEM ESTAR ANIMAL Ementa: Introdução ao comportamento e bem estar animal. Controle interno da expressão do comportamento: aspectos fisiológicos e psicológicos. Fatores externos que controlam a expressão do comportamento. Filogenia e ontogenia do comportamento. Observação e medida do comportamento. Bioética e bem estar animal na zootecnia. Princípios éticos na criação de animais. Bibliografia Básica: CARTHY, J.D. Comportamento Animal. São Paulo: EPU/EDUSP. 1980. DEL-CLARO, K. O ensino da etologia: resgatando a história natural: In: Encontro Anual de Etologia, 15, São Paulo, 1997, Sociedade Brasileira de Etologia, 1997. PARANHOS DA COSTA, M.J.R. e CROMBERG, V.U. Comportamento Materno em Mamíferos: Bases Teóricas e Aplicações aos Ruminantes Domésticos. São Paulo: Editora SBE t:, 2000. Bibliografia Complementar: LEHNER, P.N. Handbook of Ethological Methods. New York: Garland STPM, 1979. JENSEN, P.; ALGERS, B.; ESKEBO, I. Methods of Sampling and Analysis of Data in Farm Animal Ethology. Basel: Birkhauser Verlag, 1986 Disciplina: BOVINOCULTURA E BUBALINOCULTURA DE CORTE Ementa: Principais aspectos da criação e produção de bovinos e bubalinos de corte. Panorama nacional e mundial da criação. Manejos nutricional, produtivo, reprodutivo e sanitário do rebanho. Sistemas de criação. Principais raças utilizadas. Avaliação da idade pela evolução dentária. Estratégias de seleção e cruzamentos. Provas zootécnicas. Complexidade e especificidade dos mercados produtores, bem como as exigências dos mercados consumidores, tendo em vista os aspectos ambientais e sociais. Bibliografia Básica: MARQUES, D.C. Criação de Bovinos. 7 ed. Belo Horizonte. Consultoria Veterinária e Publicações, 2003. OLIVEIRA, J. C. O Búfalo no Brasil. Cruz das Almas. UFBA, 1997. REZENDE, C. A. P.; ANDRADE I. F. Bovinocultura de Corte. Lavras: UFLA/FAEPE, 2000. Bibliografia Complementar: ALMEIDA, A.J.; BUNGENSTAB, D.J.; BUNGENSTAB, E.J. Novilho Precoce no Mato Grosso do Sul: moderno sistema de produção de carne. Campo Grande: UFMS, 1996. CORRÊA, A.N.S. Gado de Corte. Brasília: EMBRAPA – SPI, 1996. MARCANTÔNIO, G. A carne do Futuro: Búfalo. Guaíba, Agropecuária, 1998. MARTIM, L. C. Confinamento de Bovino de Corte. São Paulo, Nobel, 1999. SAMARA, S.I., et al. Sanidade e Produtividade em Búfalos. Jaboticabal. Funep, 1993. SANTIAGO, A. A. Gado Nelore: 100 anos de Seleção. São Paulo. Ed. dos Criadores, 1987. SANTIAGO, A. A. Os cruzamentos na pecuária bovina. São Paulo: Instituto de Zootecnia, 1985. Disciplina: TECNOLOGIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL Ementa: Introdução e importância da tecnologia de produtos de origem animal. Localização e construção de matadouros e outros estabelecimentos de origem animal. Transporte e recebimento de animais. Tecnologia de abate de mamíferos e aves. Conservação de carnes e produtos derivados. Qualidade de carne. Importância da indústria de laticínios. Considerações sobre o leite. Produção higiênica do leite. Recepção e processamento do leite na indústria. Fabricação de queijos, iogurtes, manteiga, cremes e concentrados. Métodos oficiais de análises dos derivados lácteos. Tecnologia de peles e couros. Processamento tecnológico de pescados e ovos. Programas de qualidade: BPF, PPHO e APPCC. Bibliografia Básica: EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. 2 ed. São Paulo. Atheneu, 1998. GAVA, A.J. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo. Nobel, 1998. PARDI, M.C.; SANTOS, I.F. SOUZA, E.R.; PARDI, H.S. Ciência, higiene e tecnologia da carne. Goiânia: Cegraf, UFG. 1994. Bibliografia Complementar: ALENCAR, M. Industrialização do leite na fazenda. BEHMER, M. L. A. Tecnologia do Leite. 1999. FURTADO, M. M. Fabricação de queijo de leite de cabra. 1984. SOROA, J.M. Indústria lácteas. 5ª ed. Lisboa: Litexa, 1980. TERRA, N.N. Carne e seus derivados: Técnicas de Controle de Qualidade. 1988. Disciplina: EQÜIDEOCULTURA Ementa: Origem, evolução e domesticação. Exploração racional. Panorama nacional e mundial da criação. Importância econômica. Os sentidos, comunicação e andamentos. Raças. Provas eqüestres. Doma racional. Instalações. Comercialização. Manejos sanitário, nutricional e reprodutivo. Manejo de potros. Equoterapia. Vícios. Sistema digestivo. Anatomia. Nomenclatura das regiões corporais. Cromotricologia. Particularidades na cabeça e nos membros. Aprumos. Avaliação da idade pela evolução dentária. Julgamento dos eqüídeos. Resenha. Equipamentos. Melhoramento genético. Principais doenças que acometem os eqüídeos. Bibliografia Básica: HAFEZ, E.S.E. Reprodução animal. 6 ed. São Paulo: Manole, 582p., 1995. MARCENAC, L. N. et al. Enciclopédia do cavalo. v. I e II. São Paulo: Editora Andrei, 1990. LEWIS, L.D. Nutrição clínica equina: alimentação e cuidados. 1 ed. São Paulo: Roca, 710p., 2000. Bibliografia Complementar: ALLEN, E. W. Fertilidade e obstetrícia equina. São Paulo: Livraria Varela, 207p. 1994. KNOTTENBELT, D.C., PASCOE, R.R. Afecções e distúrbios do cavalo. 1 ed. Editora Manole, 1998. LEWIS, L.D. Alimentação e cuidados do cavalo. 1 ed. São Paulo: Roca, 248p., 1985. MAURICE, H. A psicologia do cavalo 1: Inteligência e Aptidões. Coleção do agricultor. 2ª edição. Publicações Globo Rural. 1989. MEYER, H. Alimentação de cavalos. 2 ed. São Paulo: Livraria Varela, 303p. 1995. MORAES, A. O cavalo: origem, evolução, raças, pelagens e manejo. Manual – Versão preliminar, n.º 2, 1992. MOTA, M.D.S. PEROSA, A.C, TAVEIRA, R.Z. Análise do mercado internacional de carne eqüina e da participação brasileira. In: I Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Carnes. Anais... São Pedro/SP, 2001. NAVIAUX, J.L. Cavalos na saúde e na doença. 2 ed. São Paulo: Roca, 285 p., 1988. Disciplina: AVICULTURA Ementa: Importância econômica da avicultura. Raças e linhagens de maior importância na avicultura. Fisiologia das aves. Manejo e criação de frangos de corte e poedeiras. Nutrição e alimentação de aves. Melhoramento genético na produção de aves. Produção de ovos comerciais. Produção de ovos férteis e incubação artificial. Instalações e equipamentos. Ambiência. Profilaxia das principais doenças. Índices zootécnicos e comercialização. Bibliografia Básica: MOREING, R.E.; AVENS, J.S. Ciência e produção de aves. Rocca, 1990. SERGIO, E. Avicultura: tudo sobre raças, manejo e alimentação. Livraria e Editora Agropecuária. ROSTAGNO, H. S., et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de alimentos e exigências nutricionais. 2 ed. UFV, Viçosa, 2005, 186p. Bibliografia Complementar: ANAIS DA CONFERÊNCIA APINCO – Ciências e Tecnologia Avícolas dos últimos cinco anos. ANAIS SIMPÓSIO GOIANO DE AVICULTURA dos últimos cinco anos. CAMPOS, E. J. Avicultura, Razões, Fatos e Divergências. Belo Horizonte, FEPMVZ Ed., 2000. Fisiologia da digestão e absorção das aves – FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola, 1994. Fisiologia da reprodução de aves – FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola, 1994. Manejo de Frangos – FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola, 1994. Manejo de Matrizes – FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola, 1994. Manejo de Poedeiras – FACTA – Fundação Apinco de Ciência e Tecnologia Avícola, 1994. 8° PERÍODO Disciplina: SUINOCULTURA Ementa: Origem, evolução morfológica e características zootécnicas e econômicas específicas da espécie. Panorama nacional e mundial da criação. Manejos adotados em todas as fases da produção. Sistemas e regimes de criação. Raças e melhoramento genético. Instalações de granjas suinícolas. Manejos reprodutivo, nutricional e sanitário. Alimentos e alimentação. Principais doenças. Programa de biossegurança. Planejamento da criação. Bibliografia Básica: CAVALCANTI, S.S. Suinocultura dinâmica. 1 ed., Belo Horizonte, 1998. SOBESTIANSKY, J., et al. Suinocultura intensiva. Embrapa, CNPSA, 1 ed., Concordia, 1998. SOBESTIANSKY, J., et al. Clínica e patologia suína. 1 ed., Editora art 3, Goiânia, 1999. Bibliografia Complementar: Coleção 500 perguntas 500 respostas suínos. Embrapa, CNPSA, Concordia, 1997. CORRÊA, N.M., et al. Inseminação Artificial em Suínos. Biblioteca Nacional, Pelotas, UFPEL, 2001. OLIVEIRA, P. Manual de manejo e utilização dos dejetos de suínos. Embrapa, CNPSA, Concordia, 1993. ROSTAGNO, H. S., et al. Tabelas brasileiras para aves e suínos: composição de alimentos e exigências nutricionais. 2 ed. UFV, Viçosa, 2005, 186p. SILVA, I.J.O. Ambiência e qualidade na produção industrial de suínos. 1 ed, Piracicaba, 1999. UPNMOOR, I. Produção de Suínos. v. 1, 2, 3 e 4, Ed. Agropecuária, Guaíba, 2000. Disciplina: CAPRINOCULTURA E OVINOCULTURA Ementa: Importância sócio-econômica da caprinocultura e ovinocultura. Generalidades. Exterior e raças. Determinação da idade. Aspectos importantes na escolha de reprodutores. Principais produtos produzidos pelos caprinos e ovinos. Sistemas de criação. Instalações. Características anatomofisiológicas e comportamentais. Nutrição e alimentação. Reprodução, melhoramento genético e escrituração zootécnica. Manejos por categoria, sanitários e profiláticos. Produção, mercado e comercialização. Preparação de animais para exposição. Bibliografia Básica: FREITAS, E.A.D, COSTA, G.J.D. Criação de Ovinos e Caprinos, recomendações técnicas para Goiás. EMATER-GO. 1992. JARDIM, W.R., Criação de Caprinos, Nobel, 11 ed., São Paulo, 1984. JARDIM, W.R., Os Ovinos. Nobel, 4 ed., São Paulo, 1987. Bibliografia Complementar: NUNES, J.F., CIRIACO, A.L.S., Produção e Reprodução de Caprinos e Ovinos. Gráfica, 2ª ed., Fortaleza, 1997. REVISTA. O BERRO. RIBEIRO, S.D.D.A. Caprinocultura criação racional de caprinos. Nobel, São Paulo. ROSA, J.S. Enfermidades em Caprinos, diagnósticos, Patogenia, Terapêutica e controle – EMBRAPA, Brasília, 1996. SOBRINHO, A .G. et al. Nutrição de ovinos. Jaboticabal, FUNEP,1996. SOBRINNHO, A.G. A produção de ovinos. In: Anais FUNEP, 1990. VIEIRA, M.I. Criação de Cabras – técnica, prática e lucrativa. Prata Editora e distribuidora, São Paulo, 1995. Disciplina: JULGAMENTO DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS Ementa: Estudo do exterior dos animais domésticos. As raças e os demais grupos zootécnicos. Caracteres raciais e econômicos. Mensurações, índices e apreciação zootécnica. Resenha e registro genealógico. Programas de melhoramento e exposição de animais. Julgamento, aplicação de critérios e métodos em raças taurinas de corte, zebuínas e raças compostas de corte, e de raças especializadas de leite e eqüídeos. Preparação de animais para exposições e procedimentos de julgamento em pista. Bibliografia Básica: JOSAHKIAN, L. A. Associação Brasileira dos Criadores de Zebu: Uma Empresa de Genética Tropical. In: Simpósio de Produção de Gado de Corte, Viçosa, 1999. Anais... Viçosa: UFV/DZO, 1999. LUCHIARI FILHO, A. Pecuária da Carne Bovina. São Paulo: A. Luchiari Filho, 2000. PEIXOTO, A.M.; LIMA, F.P.; TOSI, H.; SAMPAIO, N. de. S. Exterior e Julgamento de Bovinos. Piracicaba: FEALQ, 1989. Bibliografia Complementar: BOSMAN, D.; SOUZA, L.F.N. Ferramentas Para Seleção de Bovinos de Corte. In: Simpósio Goiano Sobre Manejo e Nutrição de Bovinos de Corte, VI, Goiânia, 2004. Anais... Goiânia: CBNA, 2004. P.141-164. CASTRO, R.P.de. Sistema Linear de Classificação. In: PEIXOTO. A.M.; FERRAZ, J.B.S.; ELER, J.P. Seleção de Zebuínos para Características Produtivas. In: Simpósio de Produção de Gado de Corte, I., Viçosa, 1999. Anais...Viçosa: UFV, DVT, DZO, EJZ, 1999. P. 29-50. Jacarezinho Agro-Pecuária. Sumário de Touros Nelore. Disciplina: BOVINOCULTURA E BUBALINOCULTURA DE LEITE Ementa: Importância econômica da produção de leite nacional e mundial. Rebanho nacional, mundial e produtividade. Viabilidade técnica e econômica dos sistemas de produção de leite. Principais raças de bovinos e bubalinos de leite. Cruzamentos. Classificação de acordo com o tipo. Melhoramento genético. Manejo nutricional e sanitário por fases da criação. Reprodução e eficiência reprodutiva. Índices de condição física. Instalações. Sanidade. Alimentação. Fatores determinantes na produção de leite. Produção e síntese de leite. Análise do custo de produção. Bibliografia Básica: MIRANDA, W. C. Criação de Búfalos no Brasil. Ed. dos criadores. São Paulo, 1986. PEIXOTO, A. M., et al. Bovinocultura leiteira: Fundamentos da exploração racional. 2 ed. Piracicaba: FEALQ, 1993. PEIXOTO, A. M. Nutrição de Bovinos: Conceitos básicos e aplicados. Piracicaba: FEALQ, 1995. Bibliografia Complementar: LUCCI, D. de S. Bovinos Leiteiros jovens. São Paulo. SP. Ed. Nobel, USP. 1989. NEIVA, R.S. Produção de bovinos leiteiros. Lavras. UFLA. 496p. 2000. REBHUM, W.C. Doenças do Gado Leiteiro. São Paulo, Roca, 2000. SAMARA, S. I., et al. Sanidade e Produtividade em Búfalo. Jaboticabal, Funep, 1993. Disciplina: GESTÃO EM AGROPECUÁRIA Ementa: Conceitos gerais sobre gestão em agropecuária. Plano de divulgação, comercialização e consumo de produtos agropecuários. Sistemas e processos organizacionais. Planos de negócios. Processo administrativo. Gerenciamento. Monitoramento de resultados. Qualidade total. Gestão financeira. Análise de mercado. Planejamento da área de produção. Recursos humanos como fator de produção. Conservação do meio ambiente. Projetos agropecuários. Bibliografia Básica: ANTUNES, L. M.; RIES, L. R. Gerência Agropecuária: Análise de Resultados. Guaíba: Agropecuária, 1999. ENGEL, L. M. A. A. Manual de Administração Rural: Custo de Produção. Guaíba: Agropecuária, 1999. SCAFF, F. C. Aspectos Fundamentais da Empresa Agrária. Malheiros Editores Ltda, São Paulo, 1997. Bibliografia Complementar: ANTUNES, L. M. Comercialização Agropecuária. Guaíba – Agropecuária, 2000. BURGER, A. Agricultura Brasileira e Reforma macroeconômica. Guaíba: Agropecuária, 1999. Agrária: uma visão CAMPOS, V.F. Gerência da qualidade total. Rio de Janeiro: Bloch, 1989. EHLERS, E. Agricultura Sustentável: Origem e Perspectivas de um novo paradigma. 2ª ed. Livraria e Editora Agropecuária, 1999. HOFFMAN, Rodolfo et al. Administração da Empresa Agrícola. São Paulo: Pioneira, 1989. 9° PERÍODO Disciplina: EMPREENDEDORISMO E AGRONEGÓCIO Ementa: Globalização, trabalho e emprego. Inovação e criatividade como fator de mudança e desenvolvimento. O perfil do empreendedor rural. O empreendedor como agente de mudança e criador de novos negócios. Análise de mercado para identificação de oportunidades de negócios. Parcerias, alianças e terceirização. Sistemas de gerenciamento, técnicas de negociação e marketing. Qualidade e competitividade. História, conceitos e atualidades do agronegócio. Bibliografia Básica: DEGEN, R. O empreendedor - fundamentos da iniciativa empresarial. São Paulo: McGraw-Hill, 1989. DOLABELA, F. O segredo de Luíza. 1 ed. Rio de Janeiro: Cultura, 1999. KOTLER, P.; KELLER, K.L. Administração de marketing. São Paulo, 2006. Bibliografia Complementar: BULGACOV, S. Manual de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, 1999. FILION, L. J. O planejamento do seu sistema de aprendizagem empresarial identifique uma visão e avalie o seu sistema de relações. Revista de Administração de Empresas. São Paulo - FGV, v. 3, nº 5, jul./set., 1991. HESSELBEIN, F; GOLDSMITH, M.; BECKHARD, R. O líder do futuro - visões, estratégias e práticas para uma nova era. 8 ed. Editora Futura, 2000. Disciplina: METODOLOGIA DE PESQUISA Ementa: Introdução aos métodos de pesquisa. Citações e referências bibliográficas – ABNT. Ciências e conhecimento científico. Monografia. Métodos científicos. Teorias e fatos. Hipóteses. Variáveis. Fator de teste. Plano de prova. Fluxograma da pesquisa científica. Leitura e análise crítica de artigo científico. Normas do Trabalho de Curso (TC). Bibliografia Básica: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR - 6023 - Informação e documentação - referências - elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2000. FERRÃO, R. G.. Metodologia Científica para Iniciantes em Pesquisa. Editora: Unilinhares; Incaper, 2005. MARTINS, G. de A., LINTS, A. Guia para Elaboração de Monografias e Trabalhos de Conclusão de Curso. São Paulo: Editora Atlas, 2000. Bibliografia Complementar: HINDLE, T. Como fazer apresentações. São Paulo: Publifolha. 1999. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 2. ed. São Paulo: Editora Cortez. 2000. Normas do Trabalho de Curso (TC) – Coordenação de Trabalho de Curso, UEG Unu- São Luís de Motes Belos, 2009. Disciplina: SOCIOLOGIA E EXTENSÃO RURAL Ementa: Introdução à sociologia. Estrutura fundiária e organização social. Instituições sociais e políticas no meio rural. Mudança tecnológica e relações de trabalho. Colonização e reforma agrária. Sociedade e meio ambiente. Conceitos, filosofia, objetivos e histórico da extensão rural. Modelo do sistema brasileiro de assistência técnica e extensão rural. Comunicação e extensão rural. Metodologia e programas de ação em extensão rural. Bibliografia Básica: FONSECA, M.T. A Extensão Rural no Brasil, um projeto educativo para o capital. São Paulo: Edições Loyola. 1985. LONG, N. Introdução à sociologia do desenvolvimento. Rio de Janeiro: Zahar. 1983. SOUZA, M.L. Desenvolvimento de comunidades e participação. São Paulo: Cortez, 1990. Disciplina: AVALIAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DE CARCAÇA Ementa: Avaliação de carcaça: conceitos e normas. Características qualitativas: maturidade fisiológica, coloração, textura e firmeza. Fatores quantitativos: peso de carcaça, área de olho de lombo, espessura de gordura subcutânea, comprimento de carcaça, percentagem de cortes. Cortes cárneos. Técnicas de experimentação e avaliação da qualidade da carne. Tipificação de carcaças Bibliografia Básica: GOMIDE, L. A. M.; RAMOS, E. M.; FONTES, P.R. Tecnologia de abate e tipificação de carcaças. Viçosa: Ed UFV, 2006. 370p. RAMOS, E. M.; GOMIDE, L. A. M. Avaliação da qualidade de carnes. Fundamentos e metodologia. Viçosa: Ed UFV, 2007. 599p. PARDI, M.C.; SANTOS, I.F.; SOUZA, E. R.; PARDI, H. S. Ciência higiene e tecnologia da carne. Volume I, 2ed. Goiânia: Ed UFG, 2005. 624p. Bibliografia Complementar: PINTO, P. S. A. Inspeção e higiene de carne. Viçosa: Ed UFV, 2008. 320p. VALLE, E. R.; FEIJÓ, G. L. D.; ALMEIDA, A. V. L.; RAMOS, M. H. F.; BELCHIOR, P. T. Processamento da carne bovina. Iniciando um pequeno grande negócio agroindustrial. Brasília, Ed EMBRAPA, 2004, 184p. DISCIPLINAS OPTATIVAS Disciplina: FABRICAÇÃO E MANIPULAÇÃO DE RAÇÕES Ementa: Características e métodos na formulação de rações. Estrutura e funcionamento de uma fábrica de rações. Cálculo de rações. Limites de uso dos ingredientes. Matérias primas. Máquinas e equipamentos. Granulometria. Aditivos. Homogeneização. Misturas. Misturadores. Manutenção da fábrica de rações. Boas práticas de fabricação. Bibliografia Básica: CAMPOS, J. Tabela para cálculo de rações. Viçosa: UFV, 1981. ISLABÃO, N. Manual de cálculo de ração para os animais domésticos. Porto Alegre: Sagra/Pelotas, 1986. Bibliografia Complementar: N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Dairy Cattle. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Beef Cattle. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Horses. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Swine. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. N. R. C. (National Research Council-USA). Nutrients Requirements of Poultry. National Academy of Sciences, Washington, Última Edição. Disciplina: CUNICULTURA Ementa: Introdução e importância da cunicultura. Raças e variedades de coelhos. Reprodução cunícola. Criação de coelho a campo. Desmame e castração de coelhos. Abate e processamento. Melhoramento genético. Mercado. Índices produtivos e planejamento da criação. Nutrição e alimentação. Controle sanitário em cunicultura. Chinchilicultura. Bibliografia Básica: DUARTE, A.T. & CARVALHO, J. M. Cunicultura. Coleção Técnica Agrária. MELLO, H. & SILVA, J. F. A criação de coelhos. Ed. Globo, 2ª ed. 1990. RUIZ, L. O Coelho: manejo, alimentação e doenças. Biblioteca agrícola litexa. 1980. Bibliografia Complementar: MARCON, M.F.M. Criação Racional de Chinchila. 10ª ed. 1988. NEVES, D. M. Criação cozenia da chinchila e seu melhoramento genético. Liv. Nobel. 1978. VIEIRA, M. I. Produção de coelhos: caseira, comercial, industrial. Liv. Nobel, 8ª ed. 1980. ZAPATEIRO, J. M. M. Coelho: Alojamento e manejo. Barcelona: 1979. Disciplina: DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO Ementa: Fundamentação teórica das habilidades pedagógicas e conhecimentos didáticos necessários para o desempenho adequado da função docente em nível superior e análise crítica do papel da didática na preparação e formação profissional do professor – educador - zootecnista. Desenvolvimento de habilidades técnicas de ensino com vistas e melhoria do desempenho do professor em sala de aula, com etapas de observação, participação e docência supervisionada. Bibliografia Básica: ABDALLA, M. F. B. O Senso Prático de Ser e Estar na Profissão. São Paulo: Ed. Cortez, 2006, 120 p. ABREU, Maria Célia de; MASETTO, Marcos Tarciso. O professor universitário em aula: prática e princípios teóricos. 7º.ed. São Paulo. Ed. Associados, 1989. 130 p. CARVALHO, Maria Lúcia M. A formação do professor do ensino superior. 2 ed. atual. São Paulo: Thomson, 2000. 92 p. Bibliografia Complementar: ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos; ALVES, Leonir Pessate. Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. Joinville, SC: UNIVILLE, 2003, 145 p. BARBOSA, Raquel Lazzari Leite (org.). Trajetórias e perspectivas da formação de educadores. São Paulo: Editora UNESP, 2004. CASTRO, Amélia Domingues de ; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (orgs.) Ensinar a ensinar. São Paulo: Pioneira/Thomson Learning, 2001. 195 p. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1997. LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 2003. 261 p. LILIANA TOLCHINSKY E COLS. Processos de Aprendizagem e Formação Docente. 1ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 136p. MASETTO, Marcos Tarciso (org.). Docência na universidade. Campinas, SP: Papirus, 1998. 112 p. PERRENOUD, PHILIPPE. A Prática Reflexiva no Ofício de Professor. 1ª edição. Porto Alegre: Artmed, 2002. 232p. PIMENTA, Selma Garrido. Docência no ensino superior, interfaces com diferentes saberes e lugares formativos. Rio de Janeiro, DPEA, 2002. ZABALZA, Miguel A. O ensino universitário: seu cenário e seus protagonistas. Trad. Ernani Rosa, Porto Alegre: Artmed, 2004. 240 p. Disciplina: INTRODUÇÃO À INFORMÁTICA Ementa: Histórico da computação. Evolução tecnológica dos computadores. Componentes do processamento. Sistema operacional Linux, Star Office. Programas voltados a Zootecnia. Bibliografia Básica: Site: Portal Educacional NORTON, P. Introdução à informática. Makron Books. 1997. VELLOSO, F.C. Informática: conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campos, 4 ed. 1999. Bibliografia Complementar: MORAZ, E. Curso Word 2000 passo a passo. Editora Terra, 2 ed. 2003. MORAZ, E. Curso Excel 2000 passo a passo. Editora Terra, 2 ed. 2003. Disciplina: TERMINOLOGIA ESTRANGEIRA APLICADA À PRODUÇÃO ANIMAL Ementa: Desenvolver a capacidade de leitura e interpretação de artigos científicos e terminologias referentes à produção animal que estejam em língua inglesa e/ou espanhola. Bibliografia Básica: ÁNGELES, G.M.D; SÁNCHEZ, J. Español sin Fronteras. Saraiva, Volumen 1. 2006. BLACKWELL,A.; NABER, T. English Knowhow. Oxford University Press. Student Book 1. 2002. RICHARDS, J.C. New Interchange: English for international communication. Cambridge University Press. Student´s Book 1, 1990. Bibliografia Complementar: Dicionário Larousse espanhol-português, português-espanhol: essencial. 1 ed. São Paulo: Larousse do Brasil, 2005. MARTINEZ, R. Como dizer tudo em inglês. Elsevier. 40 ed. 2000. MICHAELIS. Illustrated Dictionary. Melhoramentos editora,. Volume 1. EnglishPortuguese. 2008. Disciplina: CRIAÇÃO DE CÃES E GATOS Ementa: Introdução à criação de cães e gatos. Fisiologia da digestão e da absorção. Manejo nutricional de cães e gatos. Alimentos e exigências nutricionais de cães e gatos. Alimentação de cães para trabalho e em condições de estresse. Processamento de alimentos para cães e gatos. Balanceamento de dietas para cães e gatos. Marketing de alimentos para cães e gatos. Experimentação e avaliação de alimentos para cães e gatos. Bibliografia Básica: ANDRIGUETTO, J.M., PERLY, L., MINARDI, I., FLEMMING, J.S., GEMAEL, A., SOUSA, G. A., BONA FILHO, A. Nutrição Animal. 1984. 2 v. 3 ed. São Paulo: Nobel.. BORGES, F. M. O. Nutrição e processamento de alimentos para cães e gatos. UFLA, 2002. ROSSINI, V. Revisão sobre nutrição de cães e gatos. (Apostila) (s.d.). Bibliografia Complementar: SIMPÓSIO SOBRE NUTRIÇÃO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, 1., Campinas,SP. Anais... Campinas: Colégio Brasileiro de Nutrição Animal, 2000. SIMPÓSIO SOBRE NUTRIÇÃO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, 2., Campinas,SP. Anais... Campinas: Colégio Brasileiro de Nutrição Animal, 2002. SIMPÓSIO SOBRE NUTRIÇÃO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO, 3., Campinas,SP. Anais... Campinas: Colégio Brasileiro de Nutrição Animal, 2003. Disciplina: LIBRAS – LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS Ementa: Aspectos históricos, culturais, educacionais e sociolingüísticos da surdez. Datilografia e soletração rítmica. Configuração das mãos na expressão de conceitos. Vocabulário e expressões gramaticais em Língua de Sinais. O uso de expressões faciais e corporais como componentes da Língua de Sinais. A estrutura da frase na Língua de Sinais. Análise reflexiva da estrutura do discurso em Língua de Sinais e variação lingüística. Ampliação do vocabulário em LIBRAS. Conversação em LIBRAS. Bibliografia Básica: GOLDFELD, M. A. Criança Surda: linguagem e cognição numa perspectiva sócio-interacionista. São Paulo: Plexus, 1997. QUADROS, R. M. & KARNOPP, L.B. Língua sinais brasileira: Estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. SACKS, O. Vendo Vozes: Uma viagem ao mundo dos Surdos. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Bibliografia Complementar: BERNARDINO, E. L. Absurdo ou lógica? A produção lingüística dos surdos. Belo Horizonte: Profetizando vida, 2000. BESS, F. H.; HUMES, L. E. Fundamentos de Audiologia. Porto Alegre: Artmed, 1998. BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Ensino de língua portuguesa para surdos, v.1, p.63. Brasília, 2002. BRITO, L. F. Integração social & Educação de surdos. Rio de Janeiro: Babel, 1993. BUENO, J. G. S. Diversidade, deficiência e educação. Revista Espaço – Informativo técnico científico do INES, Rio de Janeiro, n. 12, p. 3–12, dez. 1999. 128 18. RECURSOS HUMANOS 18.1 Corpo Docente Nome Formação Titulação Regime de Trabalho e Carga Horária (CH) Situação Funcional (Efetivo ou Temporário) Aracele Pinheiro Pales dos Santos Medicina Veterinária Mestre 14 horas semanais Efetivo Assis Nonato Pereira Matemática Experiência Profissional Componente Curricular/Disciplina(s) que leciona no curso Ensino Superior a - Tecnologia de Produtos partir do 1º de Origem Animal semestre/2002 - Orientação de TC Especialista 17 horas semanais Temporário Ensino Superior a partir do 2º semestre/2000 - Cálculo - Cálculo II - Física Aplicada à Zootecnia - Introdução à Informática Camilla Cruvinel Marques Bastos Zootecnia Especialista 06 horas semanais Temporário Ensino Superior a partir do 1º semestre/2004 - Eqüinocultura Christiane Silva Lima Zootecnia Mestre 10 horas semanais Temporário Ensino Superior a partir do 2º semestre/2007 - Anatomia Animal Danilo Augusto Tomazello Zootecnia Cursando (Especilizaçã o) 14 horas semanais Temporário Ensino Superior a partir do 1º semestre/2009 - Planejamento Agropecuário Sociologia e Extensão Rural - Marketing e Agronegócio 129 Diogo Ferreira do Amaral Edna de Souza Batista Almeida Ciências Biológicas Especialista 26 horas semanais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/1998 - Citologia - Histologia e Embriologia - Bioquímica - Genética Letras Especialista 09 horas semanais Temporário Ensino Superior a partir do 1º semestre/2004 - Língua Portuguesa - Língua Portuguesa II Fernanda Rodrigues Taveira Rocha Medicina Veterinária Mestre 24 horas semanais Efetivo Ensino Superior partir do 1º semestre/2002 - Fisiologia Animal - Higiene e Profilaxia - Orientação de TC. Klayto José Gonçalves dos Santos Medicina Veterinária Mestre 12 horas semanais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2000 - Reprodução Animal I - Reprodução Animal II Luciana Moura Rufino Zootecnia Mestre 10 horas semanais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2000 - Introdução à Zootecnia - Suinocultura Marlos Castanheira Zootecnia Mestre 16 horas semanais Temporário Ensino Superior partir do 1º semestre/2001 - Bioclimatologia - Etologia - Caprinocultura e Ovinocultura Maurízia de Fátima Carneiro Ciências Biológicas Doutora 10 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2001 - Metodologia do Trabalho Científico - Metodologia da Pesquisa Melissa Teixeira Gonçalves Zootecnia Mestre 18 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 2º - Fisiologia Vegetal - Economia e 130 semestre/2006 Administração Rural - Orientação de TC. Milena Rízzia Ferreira de Souza Zootecnia Mestre 10 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2002 - Morfologia Vegetal - Deontologia e Cidadania Natali Almeida Gomes Medicina Veterinária Mestre 16 horas semanais Temporário Ensino Superior partir do 1º semestre/2008 - Nutrição de Monogástricos - Avicultura - Orientação de TC. Rafael Costa Vieira Medicina Veterinária Mestre 08 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2007 - Parasitologia Raquel Priscila de Castro Oliveira Zootecnia Mestre 14 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2008 - Ecologia - Piscicultura -Orientação de TC Reinaldo Cunha de Oliveira Júnior Agronomia Doutor 16 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 1º semestre/2004 - Mecanização Agrícola - Construções Zootécnicas - Orientação de TC Reinaldo Soares de Paula Agronomia Mestre 12 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 1º semestre/2001 - Desenho Técnico - Topografia Aplicada Renato Tângari Dib Zootecnia Especialista 24 horas mensais Efetivo Ensino Superior partir do 2º semestre/2002 - Nutrição de Poligástricos - Alimentos e 131 Alimentação - Bovinocultura e Bubalinocultura de Leite - Orientação de TC. Roberta Menezes Zootecnia Especialista 20 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 1º semestre/2005 - Microbiologia e Imunologia - Bioestatística - Gestão Empresarial - Orientação de TC. Rodrigo Medeiros da Silva Zootecnia Mestre 04 horas mensais Efetivo Ensino Superior partir do 1º semestre/2000 - Zoologia Aplicada à Zootecnia Rodrigo Zaiden Taveira Zootecnia Doutor 26 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 1º semestre/2003 - Melhoramento Genético - Bovinocultura e Bubalinocultura de Corte - Exterior, Raças e Julgamento - Orientação de TC. Sara Lane Sousa Gonçalves Agronomia Doutor 16 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2003 - Fertilidade do Solo e Adubação - Solos Tatiana Vieira Ramos Agronomia Mestre 18 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2005 - Legislação Ambiental - Estatística Experimental - Cultura de Animais Silvestres Exóticos - Orientação de TC. 132 Tatiana Vieira Soares Zootecnia Mestre 18 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2004 - Forragicultura - Bromatologia - Orientação de TC. Wanessa Cristina de Lacerda Landó Pedagogia Mestre 04 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2004 - Didática e Prática de Ensino Química Especialista 13 horas mensais Temporário Ensino Superior partir do 2º semestre/2002 - Química I - Química II Wesley Pereira de Santana 133 18.2 Corpo Discente O número total de graduados desde o início do curso até o final do primeiro semestre de 2008 foram 202 alunos graduados. A taxa média de inserção de egressos na pós-graduação nos últimos cinco anos é de 5% dos egressos. A Unu de São Luís de Montes Belos oferece o curso de Pós-Graduação latu senso em Bovinocultura de Leite. Dados do processo seletivo referente a 2005/1 até 2008/1, em relação aos discentes do curso de zootecnia: 96,5% possuem idade até 22 anos; 71,5% possuem renda familiar acima de quatro salários mínimo ou mais; São naturais do estado de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Pará e Mato Grosso; Sexo Masculino 54,9% e feminino 45,1%; 53% concluíram a educação básica somente em escola pública ou a maioria em escola pública; 45,1% o interesse pelo curso é devido a maiores oportunidades de trabalho. Anos 2008 2007 2006 2005 Nº. de vagas Candidato/vaga oferecidas Nº. de matriculados Nº. de egressos 1º. Sem 2º. Sem 1º. Sem 2º. Sem 1º. Sem M F 2º. Sem M F 30 30 30 30 30 30 30 30 9,25 7,97 10,00 13,2 4,63 5,33 5,00 8,73 172 171 173 172 115 174 170 173 1º. Sem M F 11 15 16 15 14 06 14 09 120 126 128 126 174 121 132 126 2º. Sem M F 20 09 12 13 10 14 17 07 134 2004 30 30 11,9 8,3 167 123 165 122 - - - - 18.3 Corpo Técnico-Administrativo que Atende ao Curso Nome Cargo Função Atividades Desempenhadas Regime de Trabalho Alda Sebastiana dos Santos Ribeiro Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar de Biblioteca Auxiliar de Biblioteca Contrato Temporário Ana Maria Alves de Mendonça Técnico Administrativo de Nível Superior Auxiliar das Coordenações Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário André Diniz Linhares Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar de Biblioteca Auxiliar de Biblioteca Contrato Temporário Antônia Pereira da Silva Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Serviços Gerais Gerais Contrato Temporário Arédio Pereira de Lima Auxiliar Administrativo Serviços Gerais – Fazenda Escola Serviços Gerais Contrato Temporário Benedito Gomes Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Serviços Gerais Gerais Contrato Temporário Claudia Pereira Luz Assistente de Gestão Administrativa Assessor Acadêmico Auxiliar de II Secretaria Contrato Temporário Dinoel Francisco da Silva Auxiliar Administrativo Vigilante-Fazenda Escola Contrato Temporário Vigilância na Fazenda Escola 135 Dionatan Vaz Pereira Divartina Silva dos Santos Auxiliar Administrativo Supervisor A Vigilante-Fazenda Escola Vigilância na Fazenda Escola Auxiliar de Biblioteca Auxiliar de Biblioteca Contrato Temporário Comissionada Divina Avelina de Carvalho Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Serviços Gerais Gerais Contrato Temporário Divina Lúcia Vieira Silva Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Serviços Gerais Gerais Contrato Temporário Edilson Adão Vieira Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Serviços Gerais Gerais Fazenda Fazenda Escola Escola Contrato Temporário Ercy Alvarenga Silveira Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Serviços Gerais Gerais Contrato Temporário Hevellin Estrela Assistente de Gestão Administrativa Coordenadora de Biblioteca Coordenadora de Biblioteca Contrato Temporário Isabel Cortes de Oliveira Silva Assistente de Gestão Administrativa Assessor Administrativo II Auxiliar de Secretaria Contrato Temporário Isla Maria Nogueira Pôrto Assistente de Gestão Administrativa Assessor Administrativo II Coordenadora do Departamento de Comunicação e Eventos Contrato Temporário Jorge Augusto dos Reis Lima Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar de Laboratórios Auxiliar de Laboratórios Contrato Temporário José Carlos Pereira Auxiliar de Secretaria Auxiliar de Secretaria Contrato Temporário Técnico Administrativo de Nível Médio 136 Juliana de Almeida Cruvinel Assistente de Gestão Bittencourt Administrativa Gestor do Fundo Rotativo Assessoria/Fundo Rotativo Contrato Temporário Luciano Magalhães Pinto Técnico Administrativo de Nível Superior Técnico de Laboratório de Informática Técnico de Laboratório de Informática Contrato Temporário Ludmila Ferreira Pires Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar das Coordenações Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário Maria Aparecida do Carmo Alves Assistente de Gestão Administrativa Assessor Administrativo II Telefonista/Recepci onista/ Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário Maria de Lurdes de Souza Rodrigues Técnico Administrativo de Nível Superior Técnico dos Laboratórios Técnico dos Laboratórios Contrato Temporário Maria Luceny de Paula Supervisor B Secretária de Registros Acadêmicos Secretária de Registros Acadêmicos Comissionada Maria Lucia de Oliveira Avelar Assistente de Gestão Administrativa Coordenador Administrativo II Coordenadora Administrativa Contrato Temporário Maria Magda Afonso de Lima Silva Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Marlene Alves Adorno Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar de Biblioteca Auxiliar de Biblioteca Contrato Temporário Mirian Mirtes Silva Marinho Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar de Secretaria Auxiliar de Secretaria Contrato Temporário Olívia Claudina de Faria Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Auxiliar Administrativo 137 Raquel Nunes da Rocha Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Sebastião Rodrigues da Costa Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Seleni Alvarenga dos Reis Auxiliar Administrativo Auxiliar de Serviços Gerais Serviços Gerais Contrato Temporário Tatiany Kássia de Jesus Alves Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar das Coordenações Telefonista/Recepci onista/ Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário Tiago David de Jesus Assistente de Gestão Administrativa Assessor Administrativo II Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário Waldemar José de Almeida Auxiliar Administrativo Motorista do ônibus Motorista do ônibus Contrato Temporário Auxiliar das Coordenações Contrato Temporário Weiriane Borges de Oliveira Técnico Administrativo de Nível Médio Auxiliar das Coordenações 138 19. INSTALAÇÕES A UnU de São Luís de Montes Belos, funciona em prédio próprio, onde funcionava antes uma escola de 1º grau e também a Sub-Secretaria Regional de Educação a qual foi cedida para a Universidade e construído um outro pavilhão, apresentando assim uma estrutura física adequada. O prédio da UnU tem uma área total de 5.652 m2 e área construída de 1951 m2 . Para condução de aulas teóricas são utilizadas 3 (três) salas de aulas equipadas com quadro negro, 1 (uma) auditório com recursos audiovisuais, 1 (uma) sala de desenho, além dos laboratórios já mencionados. As instalações constituem-se das seguintes dependências: - Salas dos professores - Diretoria - Tesouraria e Contabilidade - Sala das Coordenações - Cantina - Área de Serviços - Área Coberta-Lazer - 11 Salas de aula convencionais - Sanitários Administrativos – Masculino e Feminino - 02 Sanitários de Alunos – Masculinos e Feminino - Biblioteca - Secretaria Acadêmica - Laboratórios: - Informática - Forragicultura, Morfologia Vegetal e Fisiologia Vegetal - Anatomia Animal e Fisiologia Animal - Microbiologia e Genética - Sala de Reagentes 139 - Esterilização - Química I e II, Solos, Fertilidade de Solos e Adubação - Coordenação de Laboratórios - Citologia, Embriologia e Histologia - Almoxarifado - Sala de Cubos para Anatomia - Biocarrapaticidograma - Auditório com capacidade para 300 pessoas sentadas - Uma passarela com cobertura ligando os dois prédios. - Sala especial para Desenho Técnico e Topografia - Sala para o Diretório Acadêmico - 01 cozinha - Área de serviços 19.1 Biblioteca A Biblioteca está instalada, num espaço físico total de 133 m2. Possui áreas específicas para acomodação dos livros, suporte para a administração da biblioteca, ambiente de leitura, espaço para computadores para execução de trabalhos acadêmicos e acesso à Internet. O funcionamento é de segunda a sexta-feira de 07:00 às 22:00 h, e aos Sábados das 07:00 às 11:00 e das 13:00 às 17:00. A Biblioteca conta com 04 (quatro) funcionários (01 com curso superior e 02 que estão cursando) e a bibliotecária que é formada em Biblioteconomia, os quais desempenham suas funções em turnos alternados. Em relação a área de multimídia temos 04 (quatro) computadores para pesquisa dos acadêmicos. Para o atendimento, temos 02 computadores com 02 mesas para os servidores, que se revezam no decorrer do período de funcionamento. 140 A catalogação dos livros é feita de acordo com as normas brasileiras (AACR2 e a CDU). Todo o sistema é informatizado, utilizando a rede de comunicação de dados interna (intranet) que já mantém o cadastro e todas as informações dos usuários. O acervo total estimado é de 7.927 exemplares, incluindo monografias e livros de assuntos relacionados com os cursos oferecidos pela Unidade de São Luís de Montes Belos. Deste total temos 41 títulos e 126 exemplares relacionados à formação específica do Curso de Tecnologia em Laticínios. (colocar o número de Zootecnia) O sistema de empréstimo é todo automatizado e on line, necessitando que todos os usuários tanto administrativos como docente e discentes apresentem a carteira da instituição para pegar livros, os quais podem ser renovados caso não haja reserva até duas vezes consecutivas, podendo ficar com o usuário no período de sete dias consecutivos. A Biblioteca Profª Luiza Marillac Brito é aberta para a comunidade em geral, porém esta categoria não faz o empréstimo domiciliar, fazendo apenas a consulta local do material desejado. O quantitativo de cada categoria de usuário se dá conforme Quadro abaixo. Relação do sistema de empréstimo de Títulos da Biblioteca Profª Luiza Marillac Brito Quantidade Categoria Tipo de material máxima de Dias de material empréstimo Folhetos 3 3 Multimeios 1 3 Monografias 3 Consulta local Folhetos 5 15 Periódicos 3 8 Multimeios 3 8 Livros / Anais / Usuários Discentes Livros / Anais / Usuários Docentes 141 Monografias 3 Consulta local Livros / Anais / Usuários Técnico- Folhetos 3 8 Administrativos Periódicos 2 8 Multimeios 2 8 Monografias 3 Consulta local Usuários Livros / Anais / Comunidade geral Folhetos 2 Consulta local Periódicos 2 Consulta local 19.1.1 Acervo Em Anexo. 19.2 Laboratórios que Atendem ao Curso Para ministrar as disciplinas previstas que contemplam atividades laboratoriais, o curso de zootecnia da UEG possui a seguinte infra-estrutura laboratorial: - LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA E MICROSCOPIA O laboratório de Microscopia é estruturado para atender a 30 (trinta) alunos /turma, este laboratório tem a finalidade de dar suporte às aulas práticas de diversas disciplinas que dependam da utilização de microscópios ópticos para sua realização. Dentre estas: histologia, microbiologia, morfologia, fisiologia, parasitologia. - BIOCARRAPATICIDOGRAMA A UnU possui um laboratório de biocarrapaticidograma, utilizado para realização de análise de resistência do carrapato aos princípios ativos 142 (carrapaticidas). Por meio deste laboratório, realiza-se a disseminação de informações à comunidade, por meio de orientação técnica, treinamentos de produtores, profissionais, discentes de graduação e pós-graduação. - LABORATÓRIO DE BROMATOLOGIA Este laboratório está em fase de estruturação, com a finalidade de suprir as necessidades, de infra-estrutura física e equipamentos, da comunidade acadêmica e a demanda ligada a área, por meio da execução de projetos de extensão para produtores e profissionais do setor de agrárias. LABORATÓRIO DE ANATOMIA O laboratório de anatomia está estruturado para atender a 30 (trinta) alunos/ turma, em aulas práticas conforme as necessidades demandadas pelos conteúdos de bases morfofisiológicas. - LABORATÓRIO DE MORFOFISIOLOGIA VEGETAL O laboratório de morfofisiologia vegetal apresenta estrutura para aulas de fisiologia vegetal, citologia e histologia, disponibilizando recursos como lupas e microscópios ópticos, caixas com lâminas histológicas permanentes. - LABORATÓRIO DE QUÍMICA O laboratório multidisciplinar de química tem como finalidade oportunizar ao aluno a observação de reações químicas com diversos materiais; fazer experiências com misturas de reagentes e separação de soluções e materiais. - SALA DE APOIO LABORATORIAL Neste setor estão lotados os equipamentos necessários para o aporte aos outros laboratórios, tais como: autoclaves, geladeiras e estufas. 143 - SALA DE REAGENTES E VIDRARIAS Neste setor são mantidas o material necessário à realização das atividades práticas tais como: reagentes e vidrarias. - SALA DE COORDENAÇÃO LABORATORIAL Local reservado aos técnicos e coordenadores de laboratório, conta com um microcomputador e impressora. - LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA O laboratório encontra-se equipado com 16 microcomputadores, todos conectados a Internet e com equipamentos multimídias, a fim de atender aos alunos nos conteúdos que necessitam deste recurso. Em todos os módulos (o)s discentes desenvolvem pesquisa em sites de busca para fichamento e elaboração de relatórios de pesquisa. EQUIPAMENTOS E VIDRARIAS DISPONÍVEIS NOS LABORATÓRIOS DA UnU Quantidade Descrição 107 Banquinhos (tamboretes). 01 Estufa para cultura bacteriológica.(Olidef cz) 02 Estufas para esterilização e secagem (Olidef cz) 01 Autoclave vertical (75 Litros) 01 Autoclave vertical (40 Litros) 03 Balanças digitais (Gehaka) 03 Aparelhos de slide (P37A-P37 Autofocus-IEC) 01 Centrifuga para tubos de ensaio (Harmonic Series) 01 Micrótomo Rotativo Numérico (Ancap) 01 Edgon 1P (EDG. Equipamentos) 04 Agitadores magnéticos com aquecimento. 114(nova Ética). 01 Bloco térmico (Kacil). 02 Balanças digitais (Gehaka linha BG) 02 Balanças (Banho-Maria) Thermostatos (Nova Ética) 01 Colorímetro B44 (Micronal) 144 04 01 18 01 06 62 01 04 01 30 01 01 01 01 01 02 03 03 12 12 03 03 01 01 01 01 01 01 15 05 02 01 01 01 03 03 06 06 03 01 01 02 01 PH metros (Quimis) Spectophotometro digital (Coleman) Suportes para Bureta com garra. Estufa para esterilização e secagem (Nevoni) Agitadores e Aquecedores. Suportes para tubos de ensaio. Balança Eletrônica (Marte). Aquecedores Mod: 2212(Quimis). Lava Olhos de Inox. Pranchetas para Desenho. Spectrofotometro (Micronal) Aparelho respiration (Packagens) Centriuge PLC séries (Gemmy) Agitador Magnético (Quimis) Colorimetro Micronal B 440 Destiladores de água (Biomatic) Desmineralizador de água Mod: 670 (Fisaton) Quadros Branco. Microscópios (Dimex) Lupas Estereoscopica (Taimin) Lupas Estereoscopica (INALH) Agitadores de tubos (Phoenix) Armário de madeira (7 portas) Televisão (Gradiente) Microscópio (Nikom) Câmera (Sansung) Spectrophotometer (Coleman 395-D) Aquecedor Modelo 261.2 (Quimis) Prateleiras de Aço. Armários de Aço. (2 portas). Ventiladores de parede ( Acapulco Plus-Solaster) Arquivo de aço (04 portas Geladeira ( Eletrolux) Aparelho eler. GPS para rede de dados Etrex (Gamin). Cabos Eslon 30 metros. Sistema Méd. Automático DST Sal.24 (nível) (Berger) Nível de Cantoneira. Baliza desmontável ¾ Miratec Miras encaixe alumínio DIR 4 metros Hotalab (Nalgon). Teodolito Imagem Inversa c/ Tripé (Mon-Budapest) Teodolitos Imagem Direta c/ Tripé ( Ausjena) Computador Sansung Sinc Master 753V 145 01 03 01 01 35 05 12 01 01 02 01 01 01 04 01 01 01 03 01 06 06 06 24 24 12 12 12 12 12 16 12 12 48 12 12 12 18 18 18 06 06 06 06 Estufa a vácuo modelo:TE 395 c/ Bomba a Vácuo. Mesas de Inox. Maca 1.90x0.50 S/ Estofamento. Microondas (LG). Bicos de Bunsem.. Bandejas Inox 48x32 cm. Relógios despertadores. marca Hermeg. Estufa á vácuo mod: TE-395 Estufa p/ esterelizacão (Biocarrapaticidograma) Estufa incubadora microprocessadora p/ B. O.D Balança Digital linha BG Gehaka. Bebedouro-master frio. Computador c/ impressora HP, Cpu, estabilizador e monitor 17 poleg. Respiradores linha mastt (mascara) Mesa p/ computador Mesa de madeira c/ seis cadeiras estofadas. Jogo de furador de rolhas 9 peças Barrilhetes PVC 10 Litros. Barrilhete PVC 20 Litros. Espátula tipo colher, 10cm Espátula tipo colher, 15cm Espátula tipo colher, 22cm Suporte para funil Tripé para tela de amianto. Balão de vidro, de fundo chato capacidade, 250ml Balão de vidro, de fundo chato capacidade, 500ml Balão volumétrico, de vidro 10ml Balão volumétrico, de vidro 50ml Balão volumétrico, de vidro 100ml Balão volumétrico, de vidro 250ml Balão volumétrico, de vidro 500ml Balão volumétrico, de vidro 1000ml Bastão de vidro, 6mm de diâmetro Bureta de vidro graduado, torneira de teflon de 10ml Bureta de vidro graduado, torneira de teflon de 25ml Bureta de vidro graduado, torneira de teflon de 50ml Cadinho de Gooch, de porcelana 35x29mm Cadinho de porcelana 51x 43mm Cadinho de Gooch, porcelana 51x43 Condensador de Allhin 300mm Condensador de Allhin 400mm Condensador de Graham 300mm Condensador de Graham 400mm 146 06 06 24 12 15 12 04 04 04 24 24 24 24 18 12 12 12 12 36 36 24 06 36 24 24 24 24 12 12 12 12 06 06 Condensador de Liebig 300mm Condensador de Liebig 400mm Conexões de vidro p/tudos látex, forma “T” Conexões de vidro p/tudos látex, forma “L” Conexões de vidro p/tubos látex, forma “Y” Conexões de vidro p/tubos látex, forma “X” Dessecadores de vidro, c/ tampa e prato de porcelana, 200mm diâmetro interno Dessecadores de vidro, c/ tampa e prato de porcelana, 250mm diâmetro interno Dessecadores de vidro c/ aspiração, c/tampa e prato de porcelana, 250mm diâmetro interno. Copo de Becker, de vidro, forma baixa, 10ml Copo de Becker, de vidro, forma baixa 50ml Copo de Becker, de vidro, forma baixa 100ml Copo de Becker, de vidro, forma baixa 250ml Copo de Becker, de vidro, forma baixa 500ml Copo de Becker, de vidro, forma baixa 1000ml Erlenmeyers, de vidro, graduado 10ml Erlenmeyers, de vidro, graduado 25ml Erlenmeyers, de vidro, graduado 50ml Erlenmeyers, de vidro, graduado 125ml Erlenmeyers, de vidro, graduado 250ml Erlenmeyers, de vidro, graduado 500ml Erlenmeyers, de vidro, graduado 1000ml Frasco de polietileno para solução c/ tampa, 1000ml Frasco para solução, de vidro, boca estreita, c/ tampa esmerilhada, claro, 30ml Frasco para solução, de vidro, boca estreita, c/tampa esmerilhada, claro 50ml Frasco para solução, de vidro, boca estreita, c/tama esmerilhada, claro, 125ml Frasco para solução, de vidro, boca estreita,c/tampa esmerilhada, claro, 250ml Frasco para solução, de vidro, boca estreita,c/tampa esmerilhada, claro, 500ml Frasco para solução, de vidro, boca larga c/ tampa esmerilhada, claro, 125ml Frasco para solução de vidro, boca larga c/ tampa esmerilhada, claro, 250ml Frasco para solução de vidro, boca larga c/tampa esmerilhada, claro, 500ml Frasco de vidro, boca estreita, c/ tampa esmerilhada, escuro, 30ml Frasco de vidro, boca estreita, c/ tampa esmerilhada, escuro, 50ml 147 12 12 06 12 12 24 12 12 06 18 12 06 20 20 20 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 12 06 06 06 06 06 06 06 12 100 100 100 12 12 06 36 36 24 Frasco de vidro, boca estreita, c/tampa esmerilhada, escuro, 125ml Frasco de vidro, boca estreita, c/tampa esmerilhada, escuro, 250ml Frasco de vidro, boca estreita, c/tampa esmerilhada, escuro, 500ml Frasco conta gotas, de vidro claro, 50ml Frasco conta gotas, de plástico, claro 50ml Frasco lavador (pisseta), de Nalgene, 250ml Funil de Buchner 43mm de diâmetro interno Funil de Buchner 100mm de diâmetro interno Funil de Vidro, para liquido, haste 100mm, 45mm Funil de vidro, para liquido, haste 100mm, 75mm Funil de vidro, para liquido, haste 100mm, 100mm Garrafão de plastico, translúcido, Graal de porcelana, 50ml, com pistilo Graal de porcelana, 100ml, com pistilo Grall de porcelana, 300ml, com pistilo Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada; 1/10ml Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada; 2/10ml Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada, 1ml Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada, 2ml Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada, 5ml Pipeta de vidro, tipo Mohr, graduada, 10ml Pipeta volumétrica 1ml Pipeta volumétrica 2ml Pipeta volumétrica 5ml Pipeta volumétrica 10ml Pipeta volumétrica 20ml Provetas graduadas, 10ml Provetas graduadas, 25ml Provetas graduadas, 50ml Provetas graduadas, 100ml Provetas graduadas, 250ml Provetas graduadas, 500ml Provetas graduadas, 1000ml Termômetro químico redondo, a mercúrio, gravação no vidro.faixa de leitura de –10°a+150°, divisão de 1/1grau Tubos de ensaio, de vidro, sem borda, 16x150mm Tubos de ensaio, de vidro, sem borda, 20x 150mm Tubos de ensaio, de vidro, sem borda, 25x150mm Vidro de relógio, 50mm Vidro de relógio, 100mm Vidro de relógio, 150mm Estilete de aço, ponta curva Estilete de aço, ponta reta Lupas de mão, 10x10cm de diâmetro 148 18 700 Pipetador de borracha, três vias Placa de Petri. ESTRUTURA E EQUIPAMENTOS DO CTL: • Bloco Industrial, composto de galpão em pórtico, piso especial, painéis isotérmicos, estes sendo uma tecnologia inovadora, formando as paredes externas e internas inclusive de câmaras frias. Os painéis proporcionarão mais conforto ambiental e contribuirão para melhoria da qualidade dos produtos fabricados pelo CTL. • Bloco Administrativo, composto de sala de aula, escritório para gerência do CTL, escritório para a inspeção federal, banheiros e vestiários femininos e masculinos. • Bloco de máquinas, composto por sala para instalação de equipamentos de sistema de frio e de ar comprimido, sala para caldeira e uma sala para estocagem de produtos químicos e de limpeza. Em relação aos equipamentos, já foram adquiridos: • Bomba centrífuga sanitária para leite • Bomba centrífuga sanitária para bebida Láctea • Bomba centrífuga sanitária para • Centrífuga para desnate de leite • Tanque cilíndrico vertical para leite pasteurizado • Máquina automática para envase de leite pasteurizado, iogurte e bebida fermentada • Tanque de processo para iogurte e bebida fermentada • Tanque para limpeza de utensílios • Mesa em aço inoxidável • Tanque para fabricação de queijos 149 • Tacho para fabricação de requeijão/doce de leite • Prensa pneumática vertical para queijo MINAS PADRÃO • Prensa pneumática vertical para queijo PRATO • Batedeira de creme tipo tombo • Balança digital para pesagem de queijos • Unidades compactas para refrigeração da câmara de estocagem de produtos • Unidades compactas para refrigeração da câmara de maturação de queijos • Unidades compactas para refrigeração da câmara de leite envasado • Unidades compactas para refrigeração da câmara de saída • Compressor de ar • Caldeira geradora de vapor • Estufa para cultura • Capela fluxo laminar para microbiologia • Balança eletrônica, tipo balcão • Centrífuga Gerber para butirômetros • Exaustor para ar O curso de Zootecnia da UEG em São Luís de Montes Belos conta com uma Fazenda-escola de 48,4 hectares, ainda em fase de estruturação, nestas são desenvolvidas as atividades de ensino, pesquisa e extensão nas unidades educacionais de produção de bovinocultura de leite. 20. SISTEMA DE AVALIAÇÃO CONTÍNUA DO CURSO 150 O Sistema de Avaliação Contínua do Curso de Zootecnia da UEG – UnU de São Luís de Montes Belos é realizada de forma sistematizada de pelo menos duas formas. Uma delas é feita anualmente, no momento em que se realiza a autoavaliação institucional da Unidade. Ela feita por meio de um questionário online por todos os alunos e professores que queiram participar do processo de avaliação da Unidade. Nesta oportunidade alunos e professores avaliam aspectos gerais da Unidade, como: condições físicas e instrumentais; serviços oferecidos; gestão (direção); biblioteca; laboratório de informática; extensão e pesquisa e alguns aspectos específicos do curso: laboratórios para aulas práticas; ensino; gestão (coordenação do curso) e professores. Esta avaliação anual é consolidada em um relatório geral da Unidade, incluindo a avaliação feita por todos os cursos. Ressalta-se, que esse processo inclui também avaliação feita por gestores e técnico-administrativos. A outra forma de avaliação do curso é realizada por meio de reuniões do Colegiado do Curso. Algumas reuniões são realizadas com o objetivo de discutir e deliberar assuntos específicos ou discutir assuntos gerais em relação ao andamento do curso. Neste sentido, as discussões têm servido para uma avaliação contínua do curso de zootecnia. 151 ANEXO Relação de Livros do Curso de Zootecnia