DOENÇAS RESPIRATÓRIAS E O CLIMA EM JATAÍ-GO Zilda de Fátima Mariano1; Clarissa Cardoso Pereira2; Daiana Rodrigues Sousa3; Ivone Alves de Assis3; Rangell Camillo Nunes de Oliveira3 1 Coordenadora do Projeto: O clima urbano de Jataí-GO – Profa. Dra. Curso de Geografia CAJ/UFG, E-mail: [email protected] 2 Graduanda em Geografia e Bolsista PIBIC do Projeto: O clima urbano de Jataí-GO -Curso de Geografia/CAJ/UFG, E-mail: [email protected]; 3 Alunos participantes do Projeto: O clima urbano de Jataí-G RESUMO: Os parâmetros climáticos influenciam diretamente na saúde humana, pois o ser humano está permanentemente em contato com o meio ambiente atmosférico. Alguns tipos de doenças podem ser agravadas em determinadas estações do ano, como na estação de inverno, na qual o clima frio e ar seco favorece a maior freqüência de doenças respiratórias.O inverno, na região Centro-Oeste do Brasil, caracteriza-se por temperaturas amenas (média 15,0º C), devido à ação da massa polar e também pela baixa umidade relativa do ar (média 20%), provocando vários problemas de saúde, principalmente respiratórios, na população. Com o objetivo de analisar a incidência de amigdalites, gripe e pneumonia, em crianças menores de 2 anos de idade no estação do inverno em Jataí (GO), correlacionando entre a temperatura e umidade relativa como o número de ocorrência das doenças respiratórias. Os dados de doenças respiratórias foram cedidos pela Secretaria da Saúde Municipal de Jataí, nos anos de 2006. Os dados climáticos foram coletados, por mini estações do Projeto Clima Urbano de Jataí (GO), do qual este trabalho é oriundo. Primeiramente criou-se um banco de dados, com essas variáveis e utilizando o programa Surfer espacializou essas doenças respiratórias por bairros. Verificamos que durante o inverno, agosto de 2006, a temperatura mínima foi entre 18,0 e 4,0°C, no ponto Pesqueiro Vale do Rio Claro e umidade relativa de 15% na Unidade Riachuelo. Palavras-Chave: doenças respiratórias, inverno, Jataí-GO ABSTRACT: The climatic parameters influence climate directly the human health, because the human being is in constant contact with the atmospheric environment. Some types of diseases may be worse in certain seasons of the year as the season of winter, in which the cold and dry air encourages greater frequency of respiratory diseases. The winter, in the CenterWest region of Brazil, is characterized by average temperatures of 15° C, due to polar mass action and also by the low relative humidity (average 20%), causing various health problems in the population, especially respiratory. In order to examine the incidence of tonsillitis, flu and pneumonia in children under 2 years of age in the winter season in Jataí (GO), correlation between the temperature and relative humidity as the number of occurrence of respiratory diseases was searched. Data from respiratory diseases were transferred by the Municipality of Jataí Health Department in the years of 2006. The climate data were collected by mini stations of the Project for Urban Climate Jataí (GO), from which this work comes from. First, set up a database with these variables and using the Surfer program we spacialyze these respiratory diseases by districts. On note that during winter, in August 2006, the minimum temperature was between 18 and 4° C in the point Fisheries Vale do Rio Claro and relative humidity of 15% in Riachuelo unit. Keywords: respiratory diseases, winter, Jataí-GO INTRODUÇÃO: Os parâmetros climáticos (temperatura do ar, umidade relativa do ar, precipitação, pressão atmosférica e ventos) influenciam diretamente e indiretamente na saúde humana, pois o ser humano está permanente em contato com o meio ambiente atmosférico pelo intermédio de trocas térmicas, hídricas e gasosas. Na forma direta o clima age na sensação de conforto, mortalidade e morbidade por doenças sistêmicas, e de maneira indireta através de doenças infecciosas transportadas por vetores ar, água, solo e alimento (PITTON e DOMINGOS, 2004 e SILVA, 2007). Segundo AYOADE (1996, p.120), “a saúde humana, energia e o conforto térmico são afetados mais pelo clima do que por qualquer outro elemento do meio ambiente”. Algumas doenças são introduzidas pelo clima em tempos diferentes e afetam o homem, tendo correlações íntimas entre as condições climáticas e com a estação do ano. SOUZA et al (2006), ao traçarem parâmetros entre as condições climáticas (temperatura e umidade relativa do ar) e a poluição do ar pela queima da cana-de-açúcar e de pastagens, com o aumento de incidência de internações por doenças respiratórias, para os municípios de Presidente Prudente e Ourinhos no Estado de São Paulo, apontam, que os meses de estiagem e entre maio e setembro é marcado pelas quedas de temperaturas e umidades relativas baixas, que ressecam as mucosas nasais, aumentando a incidência de internações por afecções no aparelho respiratório, sendo que as partículas em suspensão no ar proveniente da queima da cana-de-açúcar e de pastagens acentuam o problema. O município de Jataí, localizado na microrregião Sudoeste de Goiás é marcado por diversas formas de exploração dos seus recursos naturais, tanto na pecuária como na agricultura mecanizada. Hoje, vive um momento de progresso econômico substantivo, que é a instalações de usinas de álcool e de outras indústrias, onde essas indústrias podem trazer para o futuro novas complicações, como intensificação da malha urbana, desmatamento, problemas à saúde humana, ou seja, gerando novos aspectos de estudo do clima local. Portanto, torna-se importante analisar os fenômenos climáticos do município, como a temperatura do ar e a umidade para observar as influencias, principalmente na população urbana, que são os mais atingidos com as alterações climáticas, através do conforto térmico e de doenças respiratórias. OBJETIVO: O presente trabalho é oriundo do projeto de iniciação científica, “O clima urbano de Jataí (GO)”, que tem como subprojeto “O clima e doenças respiratórias de Jataí – GO”, que tem por objetivo analisar a incidência de amigdalites, gripe e pneumonia, em crianças menores de dois anos de idade na estação do inverno correlacionando entre a temperatura e umidade relativa como o número de ocorrência das doenças respiratórias. METODOS E TÉCNICAS: A cidade de Jataí está situada na microrregião do sudoeste de Goiás, no estado de Goiás, mapeado nas folhas SE – 22 – V – D (IBGE, 1982) e SE – 22 – Y – B (IBGE, 1978) foi emancipada em 1888, hoje apresenta uma população total de 81.972 habitantes, onde 91% do total de habitantes do município residem na área urbana, (IBGE, 2007). A classificação climática é definida do tipo Awa, (A) clima tropical chuvoso com a temperatura média normal do mês mais frio superior a 18ºC; (w) a época mais seca coincide com o inverno, comportando pelo menos um mês com precipitação, em media inferior a 60 mm; (a) a temperatura média normal do mês mais quente é superior a 22,0ºC (KÖPPEN, 1931). O objetivo desde trabalho é levantar as correlações entre as variáveis climáticas, umidade relativa e temperatura mínima, com a ocorrência dos problemas respiratórios, considerando para tanto crianças de até dois (2) anos, nos Postos de Saúde de Jataí, as quais são: amigdalites, pneumonia, gripe, resfriado e dor de ouvido. Para tanto, procurou-se fazer a correlação com dados climáticos na estação do inverno (junho, julho, agosto) visto que são os meses com valores de temperaturas mínimas e umidade relativa propícios para o aparecimento de doenças respiratórias. Pois, no que se refere à caracterização climática da cidade, no inverno, devido à continentalidade, apresenta baixa umidade do ar e atuação freqüente do Anticiclone Polar, são comuns dias muitos frios (abaixo de 10,0ºC), sobretudo em junho e julho, podendo ocorrer até geadas. Mas, quando as massas polares não chegam, as temperaturas se elevam, ocasionando médias de temperatura altas no inverno, intensificando os problemas de saúde principalmente em crianças e idosos (MARIANO, 2005). Foram utilizadas mini-estações do modelo WS 44 compostas por dois aparelhos, um externo e outro interno, com dois tipos de sensores: temperatura e umidade do ar (Figuras 2 e 3) Figura 1- Sensor Externo Figura 2- Sensor Interno Os dados das doenças respiratórias foram cedidos pela Secretaria Municipal de Saúde e transformadas em um banco de dados. Após digitalização dos dados criou-se uma tabela de classe, baseado em Assis et al (1996), para demonstrar espacialmente a ocorrência das doenças respiratórias. A Secretaria Municipal de Saúde coleta as incidências de respiratórias através dos Postos de Saúde pelo Programa Saúde da Família (PSF) distribuída pela área urbana da cidade. Cada PSF além de atender o bairro de origem, atende também à população residente de bairros vizinhos. Para a correlação entre o clima e a incidência das doenças respiratórias, consideramos cada PSF, como um ponto próximo a mini estação meteorológica (Figura 3). Figura 3- Localização do PFS e mini estação. Tabela 1- Localização dos Postos de Saúde (PSF), os bairros e os postos de coleta de dados climáticos PSF PONTO DE COLETA DE DADOS CLIMÁTICOS BAIRROS PSF Vila Fátima PSF São Pedro PSF Santo Antônio PSF Conjunto Rio Claro I PSF Conjunto Rio Claro II PSF Conjunto Rio III PSF Colméia Park PSF Caic Sodré, Popular, Jardim Rio Claro, Vila Paraíso e Vila Fátima. São Pedro, Alto das Rosas, Vila Brasília, Jacutinga, Colinas e Palmeiras. Bela Vista, Santo Antônio e Santa Lúcia. José Bento, Conjunto Rio Claro I e Conjunto Rio Claro III. Conjunto Rio Claro III, Conjunto Rio Claro II, Granjeiro e Planalto. Aeroporto, Epaminondas, Bela Vista e Setor Antena. Mauro Bento, Colméia Park, Filostro Machado e Dom Abel. Epaminondas II, Coachol, Jardim Goiás e Jardim Paraíso. Comercial Dudu Centro/Sucan Centro/Sucan Centro Tecnológico Centro Tecnológico Centro Tecnológico Centro/Sucan Centro Tecnológico RESULTADOS E DISCUSSÕES: Às oito horas durante os meses de junho, julho e agosto de 2006, no ponto Comercial Dudu, a temperatura mínima oscilou de 16,5 a 16,8°C (Figura 4). Em junho a temperatura apresentou 16,5°C com ocorrência de 2 casos de doença respiratória. O mês de julho não houve caso de doença respiratória mais teve a menor temperatura de 16,1°C. Já para o mês de agosto ocorreu um (1) caso de doença respiratória e a temperatura foi de 16,8°C. A umidade relativa ar às 16h oscilou de 20 a 32% (Figura 5). 17 2 16 1 0 Temperatura (C°) Doenças Respiratórias 3 15 Jun Jul Ago Meses Doenças Temperatura 8h Figura 4-Índice das doenças respiratórias e temperatura, no PSF Vila Fátima, às 8h em 2006. 40 2 20 1 0 0 Jun Jul Umidade Relativa (% Doenças Respiratórias 3 Ago Meses Doenças Umidade 16h Figura 5-Índice das doenças respiratórias e umidade relativa, no PSF Vila Fátima, às 16h em 2006. 10 18 8 6 17 4 2 0 Temperatura (C°) Doenças Respiratorias No PSF Santo Antônio, a incidência de doenças respiratórias foi entre 4 a 8 casos, o mês de junho obteve 8 ocorrências e os meses de julho e agosto 4 casos. No mês de junho, o qual apresentou a maior ocorrência de doenças respiratórias à temperatura a umidade relativa de foi, respectivamente, 16,7ºC e 19%. No mês julho a temperatura apresentou 17,9ºC e a umidade relativa de 30%. Para o mês de agosto a umidade relativa foi à mesma de julho, em contrapartida a temperatura foi mais baixa de 17,5ºC (Figura. 6 e 7). 16 Jun Jul Doenças Ago Meses Temperatura 8h Figura 6-Índice das doenças respiratórias e temperatura, no PSF Santo Antônio, às 8h em 2006. 60 50 40 30 20 10 0 4 0 Jun Jul Umidade Relativa (% Doenças Respiratórias 8 Ago MESES Doenças Umidade 16h Figura 7-Índice das doenças respiratórias e umidade relativa, no PSF Santo Antônio, às 16h em 2006. 20 18 15 17,5 10 17 5 16,5 0 16 Jun Jul Temperatura (C°) Doenças Respiratórias A temperatura oscilou entre 16,7 a 17,9ºC, durante o inverno em 2006 no Centro/Sucan (Figura 8). Sendo, que o mês de junho apresentou a temperatura mais alta de 17,9ºC e a umidade relativa do ar de 19%, o índice mais baixo em relação os três meses. Em julho, o número de doenças respiratórias foi de 11 casos, no PSF São Pedro, a umidade relativa apresentou o valor de 41% e a temperatura mais alta de 17,9ºC. O mês que apresentou a maior porcentagem de umidade relativa foi agosto, o que refletiu na ocorrência de 8 casos de doenças respiratórias, (Figura 9). Ago MESES Doenças Temperatura 8h Figura 8-Índice das doenças respiratórias e temperatura, no PSF São Pedro, às 8h em 2006. 15 40 10 20 5 0 0 Jun Jul Umidade Relativa (% Doenças Respiratórias 60 20 Ago Meses Doenças Umidade 16h Figura 9-Índice das doenças respiratórias e umidade relativa, no PSF São Pedro às 16 h em 2006. 18 Doenças Repiratórias 15 17,5 10 17 5 16,5 0 16 Jun Jul Temperatura (C°) As ocorrências das doenças respiratórias no PSF Colméia Park, no inverno, apresentaram valores de 4 a 10 casos onde o mês de junho, mês de maior caso de doenças respiratórias, a temperatura e umidade apresentaram os valores de 16,7ºC e 19%, respectivamente. Em julho a umidade relativa do ar foi de 41% e a temperatura de 17,9ºC, sendo a maior temperatura durante o período. O mês de agosto apresentou maior umidade, de 55% ,(Figura 10 e 11). Ago Meses Doenças Temperatura 8h Figura 10-Índice das doenças respiratórias e temperatura, no PSF Colméia Park, às 8h em 2006. 60 10 40 5 20 0 0 Jun Jul Umidade Relativa (%) Doenças Respiratórias 15 Ago Meses Doenças Umidade 16h Figura 11-Índice das doenças respiratórias e umidade relativa, no PSF Colméia Park, às 16 h em 2006 Doenças Respiratórias 12 20 18 8 16 4 14 Jun Jul Temperatura (Cº) A umidade relativa do ar, no ponto Centro Técnico Sucan, se comportou com valores de 30 a 51%. No mês de junho a temperatura foi de 18,4 ºC com 8 casos de doenças respiratórias. Apresentando o maior valor de umidade relativa, o mês de julho teve a temperatura de 17,5 ºC e 5 casos de doenças respiratórias. Já o mês de agosto apresentou 14,7 ºC de temperatura e 7 casos de doenças respiratórias, sendo o mês de umidade relativa de menor valor, (Figuras 12 e 13). Ago Meses Doenças Temperatura 8h Figura 12-Índice das doenças respiratórias e temperatura, no PSF Conjunto Rio Claro I, às 8h em 2006. 60 8 50 40 6 30 4 20 2 10 0 0 Jun Jul Umidade Relativa (%) Doenças Respiratória 10 Ago Meses Doenças Umidade 16h Figura 13-Índice das doenças respiratórias e umidade relativa, no PSF Conjunto Rio Claro I, às 16 h em 2006. 2 20 1 15 0 10 Jun Jul Temperatura (Cº) Respiratórias Doenças Às oito horas durante os meses de junho, julho e agosto de 2006 para o PSF Conjunto Rio Claro II, à temperatura mínima oscilaram de 14,7 a 18,4ºC, (Figura 14). O mês junho a temperatura apresentou 18,4 ºC sem casos de doença respiratória. O mês de julho houve 1 caso de doença respiratória e a temperatura de 17,5°C. Já para o mês de agosto a temperatura foi de casos 16,8°C sem caso de doença respiratória. A umidade relativa ar às 16h a umidade oscilou de 30 a 51% (Figura 15). Ago Meses Doenças Temperatura 8h Figura 14-Índice das doenças respiratórias e temperatura, no PSF Conjunto Rio Claro II, às 8h em 2006. 60 40 5 20 0 0 Jun Jul Umidade Relativa (%) Doenças Respiratórias 10 Ago Meses Doenças Umidade 16h Figura 15-Índice das doenças respiratórias e umidade relativa, no PSF Conjunto Rio Claro II, às 16 h em 2006 8 22 18 4 14 0 10 Jun Jul Temperatura (Cº) Doenças Respiratórias A temperatura apresentou os valores de 14,7 a 18,4ºC, no Centro Técnico Sucan (Figura 16). Sendo que o mês de junho apresentou a temperatura mais alta de 18,4ºC e a umidade relativa do ar 34% o índice mais baixo em relação os três meses. Em julho teve 5 casos de doenças respiratórias, no PSF Conjunto Rio Claro III, a umidade relativa apresentou o valor de 51% e a temperatura de 17,5ºC. O mês de agosto teve umidade relativa de 30%, com 1 caso de doenças respiratórias, (Figura 17). Ago Meses Doenças Temperatura 8h Figura 16-Índice das doenças respiratórias e temperatura, no PSF Conjunto Rio Claro III, às 8h em 2006. 55 45 4 35 2 25 0 15 Jun Jul Umidade Relativa (%) Doenças Respiratórias 6 Ago Meses Doenças Umidade 16h Figura 17-Índice das doenças respiratórias e umidade relativa, no PSF Conjunto Rio Claro III, as 16 h em 2006. 20 Respiratórias Doenças 15 15 10 10 5 5 0 0 Jun Jul Ago Meses Doenças Tempetura 8h Figura 18-Índice das doenças respiratórias e temperatura, no PSF Caic, às 8h em 2006. Temperatura (Cº) No posto PSF Caic, ocorreu os valores de 1 a 10 casos. No mês de junho, mês de maior caso de doenças respiratórias (10 casos), a temperatura e umidade apresentaram os valores de 18,4 ºC e 34%, respectivamente. Em julho a umidade relativa do ar foi de 51% e a temperatura de 17,5 C° e agosto teve 30% de umidade e temperatura de 14,7ºC, sendo a menor temperatura durante o período, (Figura 18 e 19). 60 4 40 2 20 0 0 Jun Jul Umidade Relativa (%) Doenças Respiratórias 6 Ago Meses Doenças Umidade 16h Figura 19-Índice das doenças respiratórias e umidade relativa, no PSF Caic, as 16 h em 2006. Principais contribuições geográficas: Baseado na análise dos dados, durante o período de junho a agosto de 2006 consideramos que: a) O PSF Conjunto Rio Claro III apresentou o mais baixo de número de casos de doenças respiratórias de 0 durante todo o inverno, qual é local que apresentou os dados climáticos mais favoráveis que não ocorram as doenças respiratórias; b) O PSF Conjunto São Pedro apresentou o mais alto de número de casos de doenças respiratórias de 19 em junho; c) Os PFSs que estão correlacionados com o ponto de coleta de dados climáticos, Centro Técnico Sucan, foram os locais que apresentaram as temperaturas mais baixas, torno de entre 13 e 17ºC, d) As umidades iguais ou inferiores a 15%, que são mais propiciam a proliferação das doenças respiratórias foram os PFS Santo Antônio e São Pedro. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS: AYOADE, J. O. Introdução à climatologia para os trópicos. Rio de Janeiro-RJ: Bertrand Brasil, 1996. 332 p. INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍTICA. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/cidadesat/default.php. Acesso em: 26 mai. 2008. KÖPPEN, W. Climatologia con un studio de los climas de la tierra. Buenos Aires, 1931. 320p. MARIANO, Z. de F. A importância da variável climática na produtividade da soja no sudoeste de Goiás. 2005. 251 f. Tese (Doutorado em geografia) – UNESP - Campus de Rio Claro, Rio Claro: 2005. PITTON, S. E. C; DOMINGOS, A. E. Tempo e doenças: efeitos dos parâmetros climáticos nas Crises Hipertensivas nos Moradores de Santa Gertudres-SP, Revista Estudos Geográficos, 2(1)., Rio Claro: IGCE/UNESP 2004. p. 75-86. Disponível em: <http://www.rc.unesp.br/igce/grad/geografia/revista.htm> Acesso em: 10 dez. 2007. SOUZA, C. G. et al. Análise comparativa da influência do ritmo climático sobre a morbidade respiratória: Um estudo de caso de Presidente Prudente /SP e Ourinhos /SP. In: Simpósio Brasileiro de Climatologia Geográfica, 7, 2006. Rondonópolis-MT. Anais. RondonópolisMT: UFMT, 2006, p. 1-10.