BNDES-IFRS Foundation Seminário IFRS para PMEs 2 Tópico 2.3 Seção 13 Estoques Seção 16 Propriedade para Investimento Sec 17 Ativo Imobilizado Seção 18 Ativos Intangíveis Seção 27 Irrecuperabilidade de Ativos O IFRS para PMEs Alcance das Seções 13 e 16–18 3 Seção 13 – alcance 4 Estoques são ativos: – mantidos para venda no curso normal dos negócios (produtos acabados); – no processo de produção para venda (produtos em processo); ou – na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos no processo de produção ou na prestação de serviços (matéria prima e material de consumo). • Seção 13 especifica contabilização + apresentação de estoques Seção 13 – alcance de exclusões 5 • Seção 13 é aplicável a todos os estoques, exceto – produtos em processo resultantes de contratos de construção – instrumentos financeiros – ativos biológicos relacionados com atividade agrícola e produtos agrícolas no ponto da colheita Seção 17 – definição de Ativo Imobilizado 6 Ativo Imobilizado são ativos tangíveis: • mantidos para – uso na produção ou fornecimento de bens ou serviços, – para aluguel a terceiros, ou – para fins administrativos; • e espera-se que sejam usados durante +1 período. Seção 17 – alcance • Seção 17 especifica contabilização e apresentação de: – Ativos Imobilizados – propriedade para investimento cujo valor justo não pode ser mensurado de forma confável sem custo ou esforço indevido, continuamente. 7 Seção 16 – alcance Propriedade para investimento são terras ou edificações (ou parte de uma edificação, ou ambos) mantidas pelo proprietário ou pelo arrendatário sob arrendamento financeiro com a intenção de receber aluguel ou para valorização de capital ou ambos. • Seção 16 especifica contabilização e apresentação de: – propriedade para investimento cujo valor justo pode ser mensurado de forma confiável sem custo ou esforço indevido, continuamente 8 Seção 18 – definição ativos intangíveis 9 Intangível = ativos não-monetários identificáveis sem substância física Identificáveis quando: – separáveis, ie podem ser separados da entidade e vendidos, transferidos, licenciados, alugados ou trocados, separadamente ou junto com contrato relacionado, ativo ou passivo, ou – proveniente de direitos contratuais ou legais Seção 18 – alcance 10 • Seção 18 especifica contabilização e apresentação de ativos intangíveis, exceto – goodwill – ativos financeiros – direitos de exploração de recursos minerais e reservas de minerais, tais como óleo, gás natural e recursos não-renováveis similares Seções 13 e 16–18 – exemplos do alcance 11 No alcance de S13, S16, S17 ou S18? • Ex 1*: A comercializa terrenos (ie. compra imóveis para vender no curto prazo com lucro) • Ex 2*: B comercializa licenças transferíveis de táxi • Ex 3*: C produz vinho de uvas colhidas dos seus vinhedos, ciclo de produção de 3 anos * ver exemplo com o mesmo número no Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation Seções 13 & 16–18 – exemplos continuação 12 No alcance de S13, S16, S17 ou S18? • Ex 4*: D possui lubrificantes que são consumidos por sua máquina no processo fabril • Ex 6*: E mantém sua fábrica usando: –máquina de limpeza de longa duração feita sob encomenda; e –um conjunto de ferramentas de baixo valor adquiridas de uma loja de ferragens local. * ver exemplo com o mesmo número no Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation Seções 13 & 16–18 – exemplos continuação No alcance de S13, S16, S17 ou S18? • Ex 9*: F opera um hotel em prédio de sua propriedade – aluga quartos para estadias de curta duração – serviços incluídos na diária = café da manhã e televisão – serviços cobrados a parte = outras refeições, consumo do frigobar, acesso à academia e passeios guiados * ver exemplo 9 no Módulo 16 do material de treinamento da IFRS Foundation 13 Seções 13 & 16–18 – exemplos continuação 14 No alcance de S13, S16, S17 ou S18? • Ex 3*: G compra prédio para arrendar (arrend. operacional) para sua sua controlada. A controlada usa o prédio como loja para vender seus produtos. • Ex 7*: H é proprietária de – rebanho de gado de reprodução - suas atividades agrícolas – um trator que é usado para transportar ração para o rebanho * ver exemplo com o mesmo número no Módulo 17 do material de treinamento da IFRS Foundation Seções 13 & 16–18 – exemplos continuação 15 No alcance de S13, S16, S17 ou S18? • Ex 1: I é proprietária de filmes digitais e gravações de áudio que licencia aos seus clientes • Ex 12: Ao contabilizar a compra participação societária em um concorrente, J reconheceu benefícios econômicos futuros provenientes de ativos que não estão individualmente identificados como um ativo (goodwill) Exemplos de julgamentos nas classificações 16 – quando a finalidade de compra de terreno for nebulosa (estoque, pr.invest. ou imob?) – quando o proprietário fornecer serviços auxiliares aos ocupantes da propriedade (prop.invest. ou imob?) – propriedade de uso misto (pr.inv./imob?) – quando custo ou esforço indevido é necessário para mensurar VJ de pr.invest em base continua (pr.invest. ou imob?) O IFRS para PMEs 17 Seção 13 Estoques e Parágrafos 27.2–27.4 (redução ao valor recuperável de estoques) Seção 13 – mensuração 18 • Estoque no alcance da Seção 13 são mensurados pelo mais baixo de: – custo; e – preço estimado de venda menos custos para completar e vender (PV-CPC&V). Seção 13 – exceções de mensuração 19 • Seção 13 não se aplica à mensuração dos estoques de – produtores de produtos agrícolas e florestais, produtos agrícolas após a colheita e minérios e produtos minerais, ou – corretores e negociadores de commodities quando mensurados por valor justo menos custos para vender, mediante resultado Seção 13 – exemplos de mensuração 20 Estes estoques são mensurados de acordo com a Seção 13? • Ex 7*: Um corretor-comerciante de commodities compra trigo antecipando a venda deste a curto prazo. O corretorcomerciante mensura-os pelo valor justo menos os custo de venda • Ex 8*: O mesmo que no Ex 7 exceto que o corretor-comerciante mensura os estoques pelo custo * ver exemplo com o mesmo número no Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation Seção 13 – custo 21 • Custo = custos de aquisição + custos de transformação + outros custos incorridos para trazer os estoques para sua localicação e condição atuais Seção 13 – custo de aquisição 22 • Custo de aquisição = preço de compra + tributos de importação + outros tributos (não-recuperáveis) + outros custos diretos – custos de aquisição após a dedução de descontos comerciais, descontos de volume, etc – se o acordo de compra efetivamente contém um elemento de financiamento não declarado, ex diferença entre preço de compra para termos normais de crédito e valor para pagamento em data futura, diferença é reconhecida como despesa de juros durante período do financiamento (ie não adicionado ao custo dos estoques) Seção 13 – exemplos de custo de aquisição 23 •Ex 13*: A compra mercadorias tabeladas em $500 por unidade de Z. Z concede à A descontos de 20% sobre os pedidos de +100 unidades e 10% quando A compra +999 unidades em 1 ano. Os descontos se aplicam a todas as unidades compradas em um ano. A compra: 800 unidades em 1/1/20X1 e 200 unidades em 24/12/20X1. Em 31/12/20X1, 150 unidades não foram vendidas (ie estoques de A). * ver exemplo 13 no Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation Seção 13 – exemplos de custo de aquisição • • 24 Ex 13 continuação: A mensura o custo dos estoques em 20X1 à $350.000 [ie 1.000 unidades × ($500 preço listado menos 30%($500) desconto de volume)], pois todas as unidades compradas no ano recebem desconto total de 30%. A reconhece: – despesa (CMV) de $297.500 [ie 850 unidades vendidas × ($500 preço listado menos 30%($500) desconto de volume)] no resultado em 20X1 – ativo (estoques) de $52.500 [ie 150 unidades não vendidas × ($500 menos 30%($500) desconto)] em 31/12/20X1. Seção 13 – exemplos de custo de aquisição • Ex 17*: A compra estoque por $2.000.000 a crédito por 2 anos, sem juros. Taxa de desconto apropriada = 10% ao ano. O custo do estoque é $1.652.893 (ie o valor presente do pagamento futuro). Cálculos: $2.000.000 pagamento futuro ÷ (1,1)2. * ver exemplo 17 no Módulo 13 do material de treinamento IFRS Foundation. 25 Seção 13 – custo de transformação 26 • Custo de tranformação = custos diretos + custos indiretos (gastos gerais alocados à produção) – custos indiretos = custos indiretos fixos + custos indiretos variáveis Seção 13 – exemplos de custos de transformação • 27 Ex 18*: A produz blocos de concreto em moldes reaproveitáveis. Os blocos secam em sala de secagem durante 2 semanas. Os blocos secos e matéria prima são armazenados em ambientes separados. Homem 1 (empregado) opera a empilhadeira para adicionar materiais na misturadeira operada por homem 2. Trabalhadores temporários removem os blocos dos moldes. Homem 3 supervisiona a fábrica. Homem 4 cuida da gestão, finanças e vendas. A opera em instalações alugadas (pagamentos fixos). * ver exemplo 18 no Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation Seção 13 – exemplos de custos de transformação • 28 Ex 18 continuação: Os custos de transformação incluem – custos diretos: trabalho temporário. – custos indiretos: aluguel fábrica (inclusive área para matéria prima e sala de secagem, mas exclua sala de bens acabados); custo de pessoal de homens 1, 2 e 3; depreciação do equipamento (empilhadeira, misturadeira e moldes). Seção 13 – alocar custos indiretos • Alocar custos indiretos fixos com base na 29 – capacidade normal, se produção baixa ou normal – nível real de produção (unidades), se produção altamente anormal (de forma que estoque não seja superavaliado – ie acima do custo) – Obs: gastos gerais de fabricação não alocados são despesas quando incorridos • Alocar custos indiretos variáveis com base na produção efetiva Seção 13 – exemplo de custos indiretos fixos • 30 Ex 20*: Custos indiretos fixos (CIF) = $900.000. 200.000 unidades produzidas. Capacidade normal = 250.000 unidades. Taxa de alocação: $900.000 ÷ 250.000 unidades capacidade normal = $3,6 por unidade produzida. Alocar aos estoques: $3,6 × 200.000 unidades = $720.000. CIF não alocados $180.000 são despesa (ie $900.000 menos $720.000 em estoques). * ver exemplo 20 no Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation Seção 13 – exemplo de custos indiretos fixos • 31 Ex 21*: Igual ao Ex 20 exceto 300.000 unidades foram produzidas. Capacidade normal = 250.000 unidades. Taxa de alocação: $900.000 ÷ 300.000 unidades produção efetiva = $3 por unidade produzida. Alocar aos estoques: $3 × 300.000 unidades = $900.000 * ver exemplo 21 no Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation Seção 13 – exemplo de desperdício • 32 Ex 27*: Custos totais de um turno de produção = $100.000 (incluindo um desperdício normal de $2.000). O relaxamento dos controles operacionais enquanto o sócio-gerente estava hospitalizado causou o aumento do desperdício de matéria prima para $7.000 / turno. O desperdício anormal de $5.000 ($7.000 – $2.000) não está incluído no custo do estoque, mas é reconhecido como despesa. * ver exemplo 27 no Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation Seção 13 – co-produtos e subprodutos • Processo de produção resulta em mais de um produto sendo fabricado simultaneamente – co-produtos ou – produto principal e subproduto. • Alocar custos conjuntos em base racional e consistente • Sendo subproduto imaterial – mensurar subproduto pelo preço de venda menos custos para completar e vender (PVCPC&V) – deduzir esse valor do custo do produto principal. 33 34 Seção 13 – exemplo de subproduto • Ex 22*: O processo de produção de A custa $100.000 (incluindo custos indiretos). A mistura produtos químicos para produzir: – 5.000 litros de produto A (valor de venda = $250.000); e – 1.000 litros de subproduct C (valor de venda = $2.000). Custo por litro de A = $19,60 (ie $100.000 menos $2.000 PV de C) ÷ 5.000 litros = $19,60. * ver exemplo 22 Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation Seção 13 – exemplo de co-produto • Ex 23*: Igual ao Ex 22, exceto, em vez do subproduto ‘C’, existe o co-produto ‘B’. Custos totais = $300.000 para produzir: – 5.000 litros de A (valor de venda = $250.000); e – 4.000 litros de B (valor de venda = $400.000). Alocar custos conjuntos dos co-produtos com base nos preços de venda relativos. * ver exemplo 23 no Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation 35 Seção 13 – exemplo de co-produto continuação • Ex 23 continuação: Custo por litro de A = $23,08 & B = $46,15. Cálculo A: $250.000 PV de A ÷ $650.000 PV combinado de A & B × $300.000 custos conjuntos = $115.385 custo de 5.000 litros de A. $115.385 ÷ 5.000 litros = $23,08. Cálculo B: $400.000 PV de B ÷ $650.000 PV combinando de A & B × $300.000 custos conjuntos = $184.615 custo de 4.000 litros de B. $184.615 ÷ 4.000 litros = $46,15. 36 Seção 13 – outros custos • Incluir outros custos no custo de estoques apenas até o ponto que estes sejam incorridos para colocar os estoques em sua localização e condição atuais. • Ex 25*: A fabrica canetas empacotadas individualmente. O custo do estoque inclui o custo de fabricação das canetas e da embalagem individual na qual são apresentadas para venda. * ver exemplo 25 no Módulo 13 do material de treinamento da IFRS Foundation 37 Seção 13 – métodos de avaliação • Identificação específica de custos caso de – bens não comumente intercambiáveis ou – segregados por projetos específicos • Outros estoques – PEPS ou – média ponderada (CMP) • Outras técnicas podem ser usadas se o resultado se aproximar do custo – custo padrão – método de varejo – preço de compra mais recente 38 Seção 27 – redução ao valor recuperável de estoques • Avaliar a cada data das DCs se existem estoques por valor irrecuperável, mediante – comparação do valor contábil (VC) para cada item de estoque com seus preços de venda menos custos para completar e vender (PVCPC&V) – Se VC > PV-CPC&V, reduzir VC para PVCPC&V – essa redução = perda por irrecuperabilidade – perda por irrecuperabilidade = despesa no resultado 39 Seção 27 – exemplos de redução ao valor recuperável 40 • Ex 1: Na data das DCs – VC (custo) de matéria prima = $100 – custo de reposição = $80 – preço estimado de venda do produto acabado = $200 – custos estimados para converter a matéria prima em produto acabado = $60 – gastos estimados para vender o produto acabado = $30 • Ex 2: Igual ao Ex 1, exceto PV est = $180 Seção 27 – exemplos de redução ao valor 41 recuperável • Estoque é testado para irrecuperabilidade item por item – apenas se for impraticável determinar PVCPC&V item por item, os itens do estoque são: –relacionados com a mesma linha de produto com propósitos ou utulizações finais similares; e –produzidos e comercializados na mesma área geográfica podem ser agrupados para se testar a recuperabilidade do valor contábil. Seção 27 – exemplos de redução ao valor recuperável 42 • Ex 3: A possui 3 itens de estoque (prod. acabados) que qualificam para teste de recuperabilidade como um grupo – VC (custo) $90 + $100 + $130 = $320 – PV-CPC&V est. para os 3 itens = $330 • Ex 4: O mesmo que o Ex 3 exceto – itens não qualificam para teste de recuperabilidade como grupo; e – PV-CPC&V est. = $110 cada Seção 27 – reversão da redução ao valor recuperável 43 • Reverter a redução quando: –circunstâncias que levaram os estoque a serem reduzidos já não mais existem; ou –existe evidência clara de aumento do PVCPC&V em função alterações nas circunstâncias econômicas • Valor da reversão limitado ao valor da perda por irrecuperabilidade original –ie. VC não poder ser > custo Seção 27 – exemplos da reversão da redução ao valor recuperável • Ex 5: Em 31/12/20X1 – em função de declínio nas circunstâncias econômicas, foi reconhecida perda por irrecuperaqbilidade em estoques de $30 (ie custo = $100 & PV-CPC&V = $70) Em 31/12/20X2 – em função de melhora nas circunstâncias econômicas, o PV-CPC&V desse item é $120 44 Seção 13 – julgamentos sobre mensuração 45 • Para custo, exemplos incluem – determinação da capacidade normal – separação de despedícios normal e anormal – alocação de custo conjunto para co-produtos –na ausência de mercado para co-produtos na separação –existência de múltiplos co-produtos e saída de co-produitos em estágios diferentes • Para a redução aos valor recuperável – determinação do PV-CPC&V Seção 13 – baixa • Reconhecer estoque como despesa quando – irrecuperável – vendido • Alocar estoque a outro ativo – ex estoque usado como componente de imobilizado construído pela própria entidade 46 Seção 13 – divulgação 47 • Divulgação – políticas contábeis para mensurar estoques – análise do valor contábil dos estoques por classe – valor reconhecido como despesa no período – perdas por irrecuperabilidade reconhecidas ou revertidas – valor prometido como garantia de obrigações O IFRS para PMEs 48 Seção 17 Ativo Imobilizado (incluindo propriedade para investimento cujo VJ não possa ser mensurado de forma confiável em base continua) Seção 17 – reconhecimento 49 Reconhecer o custo de um item do imobilizado como ativo quando: – for provável que futuros benefícios fluirão para a entidade; e – custo puder ser mensurado de forma confiável. Seção 17 – mensuração 50 • Mensuração inicial do imobilizado = custo – custo = preço de compra + custos diretos para tornar o imob. capaz de ser operado conforme pretendido + estimativa inicial da obrigação de desmontagem/remoção – equivalente do preço à vista na data de reconhecimento – caso o pagamento seja postergado para além dos termos normais de crédito, custo = valor presente dos pagamentos futuros • Mensuração posterior = custo menos depreciação e perdas por irrecuperabilidade Seção 17 – peças de reposição 51 • Peças que precisam ser substituídas em intervalos regulares (ex telhado e forro do forno) – adicionar custo da reposição ao valor contábil do item caso se espere que a parte substituta acrescente benefícios – caso o padrão de consumo seja diferente, depreciar o componente separadamente por sua vida útil – desreconhecer peças substituídas (trocadas) • Custos diários de utilização = despesa Seção 17 – troca de ativos 52 • Custo de imobilizado adquirido por meio de troca de ativo não monetário = valor justo a não ser que a transação não tenha natureza comercial – se valor justo não possa ser mensurado de forma confiável, custo = valor contábil do ativo cedido Seção 17 – custo • 53 Custo do imobilizado compreende: – preço de compra (incluindo taxas legais e de corretagem e tributos de compra e de importação depois de deduzidos os descontos comercias e abatimentos) – custos diretamente atribuíveis para colocar o imobilizado no local e condição necessária para que seja capaz de funcionar da maneira pretendida pela administração: – custos de preparação do local, transporte e manuseio, instalação e montagem, e testes). – estimativa inicial de custos de desmontagem e remoção do item e restauração do local. Seção 17 – exemplo de custo • 54 Ex 15*: Custos antes de pronto para uso conforme pretendido: – preço de compra = $600 (incluindo $50 imposto de compra recuperáveis) – $120 para transporte e instalação – em dentro de 10 anos deve restaurar o local (VP da restauração = $100) – $135 para modificar o equipamento de forma a funcionar conforme pretendido – $10 para treinar o pessoal na operação do equip – $37 para testes e modificações finais $23 = perda operacional depois de pronto para uso. * Adaptado do exemplo 15 no Módulo 17 do material de treinamento da IFRS Foundation Seção 17 – depreciação 55 • Para alocar o valor depreciável ao longo da vida útil dos itens é necessário julgamento para estimar – vida útil – valor residual – método de depreciação (ex linha reta, soma dos dígitos, unidades de produção) • Revisar estimativas quando houver indicação de mudança – a alteração é uma mudança de estimativa contábil Seção 17 – depreciação continuação 56 • Depreciação começa quando imob está disponível para uso – ie quando estiver no local e condição necessária para que seja capaz de funcionar da maneira pretendida pela administração • Depreciação termina quando imob é desreconhecido (baixado) Seção 17 – exemplo de depreciação 57 • Ex 20*: Em 1/1/20X1, compra de máquina por $100.000. Estimativas e julgamentos iniciais: – vida útil = 10 anos e valor residual = 0 – método da linha reta é adequado Em 31/12/20X5 final de ano, reavaliados: – vida útil = 24 anos (da data de compra) e valor residual = $20.000 – método da linha reta é adequado * adaptado do exemplo 20 no Módulo 17 do material de treinamento da IFRS Foundation Seção 17 – baixa 58 • Desreconhecer imob na alienação ou quando não existir expectativa de benefícios econômicos futuros pelo seu uso ou alienação • Ganho ou perda = resultados líquidos da alienação (caso existam) menos valor contábil – apresentar ganho ou perda no resultado (exceto alguns venda & retroarrendamento) – ganho não é receita Seção 17 – exemplo de baixa 59 • Ex 35*: Em 1/11/20X5, vendeu prédio por $3.500. Valor contábil = $2.000. Custos da venda = $350 comissão & $10 taxas legais. Em 1/11/20X5, reconhecer ganho de $1.140 no resultado [cálculo: 3.500 menos (2.000 + 350 + 10)] * ver exemplo 35 no Módulo 17 do material de treinamento da IFRS Foundation 60 Seção 17 – divulgações • Divulgar para cada classe de imobilizado – bases de mensuração – métodos de depreciação – vidas úteis ou taxas de depreciação – valor contábil bruto e depreciação acumulada (incluindo perdas por irrecuperabilidade), início e final do período – conciliação de valor contábil no início e no final do período contábril evidenciando itens especificados (comparações não exigidas) Seção 17 – outras divulgações • Divulgar também – existência e valores contábeis do imob para os quais a entidade tenha titularidade restrita ou que foram dados em garantia de passivos – valores dos compromissos contratuais para aquisição de imobilizado 61 O IFRS para PMEs 62 Seção 18 Ativos Intangíveis exceto Ágio por Expectativa de Rentabilidade Futura (Goodwill) Seção 18 – reconhecimento Reconhecer o custo de ativos intangíveis como ativo se: 63 – For provável que benefícios econômicos futuros fluirão para a entidade, e – custo puder ser mensurado de forma confiável – o ativo não resultar de gastos incorridos internamente em item intangível – não pode reconhecer P&D; marcas geradas internamente, logomarcas, títulos de publicação, listas de clientes; dastos para abrir novas instalações ou lançar novos produtos; atividades de treinamento; publicidade e atividades promocionais; gastos com remanejamento ou reorganização. 64 Seção 18 – reconhecer esta marca? • Ex 1: A desenvolveu uma marca que lhe permite cobrar um prêmio por seus produtos. A mantém e melhora a sua marca ao patrocinar eventos locais e com publicidade. • Ex 2: Igual ao Ex 1 exceto A comprou marca de um concorrente em aquisição separada. Seção 18 – intangíveis em combinações de negócios • ativo intangível adquiridos em combinação de negócios 65 – normalmente reconhecido como ativo separado –valor justo pode ser mensurado de forma confiável – no entanto, não reconhecido se resultar de direitos legais/contratuais e VJ não puder ser mensurado de forma confiável porque o ativo é –não separável do goodwill; ou –é separável, mas não há histórico ou evidência de transações de troca para ativos similares, e a estimativa do valor justo dependeria das variáveis imensuráveis. Seção 18 – mensuração inicial 66 • Mensuração inicial do intangível = custo – se comprado separadamente, custo = preço de compra + custos diretos para prepará-lo para uso pretendido – se comprado em combinação de negócios, custo = em valor justo na data aquisição – se comprado mediante subvenção governamental, custo = valor justo na data subvenção é recebida ou recebível Intangíveis gerados internamente não são reconhecidos e portanto não são mensurados Seção 18 – exemplo de combinação de 67 negócios Ex 3: A compra B quando os intangíveis de B eram: VC VJ Lista de clientes $0 $50 Projeto R&D em andamento $0 $80 $100 $150 $0 $300 Licença de operação Marca (marca registrada e nome da marca) A incorreu $200 para completar projeto R&D e decidiu desenvolver o produto comercialmente. Seção 18 – julgamentos sobre o custo • Julgamentos na mensuração do custo incluem: – pagamento diferido—determinação de taxa de desconto – transação de troca—estimativa do VJ na ausência de mercado ativo para ativo recebido ou entregue – adquirido em combinação de negócios— estimativa do VJ na ausência de mercados ativos e julgamento se VJ pode ser mensurado de forma confiável (para reconhecimento) – adquirido por subvenção governamental— estimativa do VJ na ausência de mercado ativo 68 Seção 18 – mensuração subsequente 69 • Após reconhecimento inicial mensurar intangíveis pelo custo menos amortização e perdas por irrecuperabilidade • Similar ao imobilizado mas – todos os intangíveis considerados de ter vida útil finita – vida útil não > direito contratual/legal – vida útil inclui períodos renováveis apenas se houver evidência para suportar provável renovação sem custo significativo – vida útil = 10 anos se não puder ser estimada e forma confiável – valor residual é 0, exceto em circunstâncias especificadas 70 Seção 18 – estimativa da vida útil • Ex 4: A compra lista de clientes. Espera obter benefícios da lista por 1–3 anos. • Ex 5: B compra permissão de rota aérea de 5 anos que é renovável a cada 5 anos sem custo – renovação é rotineira se regras e regulamentos especificados forem cumpridos – B cumpre a regulação e espera voar a rota indefinidamente – uma análise de demanda e fluxos de caixa suporta essas premissas Seção 18 – baixa 71 • Desreconhecer intangíveis na alienação ou quando não existir expectativa de benefícios pelo uso ou alienação • Ganho ou perda = resultados líquidos da alienação (caso existam) menos valor contábil – Apresentar ganho ou perda no resultado (exceto alguns venda & retroarrendamento) – ganhos não são receita Seção 18 – divulgações • Divulgar para cada classe de intangível 72 – linha da DRE (ou DOVRc ou DRE&L/PA) na qual a amortização é incluída – métodos de amortização – vidas úteis ou taxas de amortização – valor contábil bruto e amortização acumulada (incluindo perdas por irrecuperabilidade), início e final do período – conciliação do valor contábil no início e no final do período contábil evidenciando os itens especificados (comparações não requeridos) Seção 18 – outras divulgações 73 – despesa de P&D no período – existência e valores contábeis dos intangíveis para os quais a entidade tenha títularidade restrita ou os tenha dado como garantia de passivos – valores de compromissos contratuais para aquisição de intangíveis – (i) descrição, (ii) valor contábil e (iii) período de amortização remanescente de intangível individual que é material para as DCs – se adquirido por subvenção governalmental e inicialmente reconhecido pelo VJ―o VJ inicialmente reconhecido e o valor contábil O IFRS para PMEs Seção 27 Redução ao Valor Recuperável de Ativos 74 Seção 27 – alcance 75 A Seção 27 especifica a contabilização e apresentação perdas por irrecuperabilidade de todos os ativos exceto: – IR diferido ativo – ativo resultante de benefícios a empregados – ativos financeiros no alcance das Seç 11&12 – ativos mensurados pelo valor justo 76 Seção 27 – princípios gerais • Ativos exceto estoques: – na data das DCs, avaliar se existe alguma indicação que o valor contábil do ativo possa ser irrecuperável – se tal indicação existir, estimar o valor recuperável (VRc) do ativo – reduzir se valor contábil (VC) > VRc – reconhecer perda no resultado • Observação: havendo indicação de irrecup. – revisar a vida útil remanescente, o método de depreciação (amortização) ou o valor residual do ativo mesmo que nenhuma perda seja encontrada Seção 27 – unidade de teste de recuperabilidade 77 • Teste a recuperabilidade para – ativo individual (caso possível) – unidade geradora de caixa (UGC) – ex quando da necessidade de calcular valor em uso e os ativos individuais não geram fluxos de caixa por eles mesmos Uma UGC é o menor grupo de ativos identificáveis que gera entradas de cx, em grande parte, independentes das entradas de cx de outros ativos ou grupos de ativos. Seção 27 – indicadores de irrecuperabilidade • Considerar, no mínimo: 78 • Fontes externas de informação em um período – valor de mercado do ativo diminuiu sensivelmente > esperado – mudanças significativas no ambiente tecnológico, de mercado, econômico ou legal – aumento das taxas de mercado (ex afetando a taxa de desconto) – VC dos ativos líquidos > valor justo estimado da entidade Seção 27 – indicadores de irrecuperabilidade continuação 79 • Fontes internas de informação – obsolescência ou danos físicos de ativos – mudanças significativas na medida ou maneira em que um ativo é (ou se espera que seja) usado – ex ativos inativos, planos para descontinuar ou reestruturar operação, planos para alienar antes do esperado, e revisão da vida útil como finita ao invés de indefinida. – relatórios internos indiquem que o desempenho econômico de um ativo é, ou será, pior que o esperado (ex resultados operacionais e fluxos de caixa) Seção 27 – valor recuperável 80 • Valor recuperável = é o maior entre valor em uso (VEU) e valor justo menos custos para vender (VJ-CPV) – se tanto o VEU ou VJ-CPV > VC então não existe necessidade de determinar o outro – se não existe razão para acreditar que VEU > VJ-CPV, então VJ-CPV pode ser usado como VRc Seção 27 – estimativa do VJ-CPV • 81 VJ-CPV = valor que pode ser obtido da venda de um ativo entre partes conhecedoras e dispostas a isso, em transação em que não haja relação de privilégio entre elas, menos as despesas da venda – a melhor evidência é o preço de contrato de venda firme em transação em bases comutativas ou preço de mercado em mercado ativo – caso não disponível, estimar usando a melhor informação disponível considerando o resultado de transações recentes para ativos semelhantes dentro do mesmo setor Seção 27 – estimativa de VEU 82 • VEU = valor presente dos fluxos de caixa líquidos futuros que se espera obter do ativo • Passos para calcular VEU: – estimar fluxos de caixa futuros (entrada e saída) a serem obtidos pelo uso contínuo do ativo e pela sua alienação final e – aplicar taxa de desconto adequada para esses fluxos de caixa futuros Seção 27 – estimativa de VEU • Refletir no cálculo de VEU: 83 – estimativa de futuros fluxos de caixa (FCFs) que a entidade espera – expectativas sobre possíveis variações no valor ou programação de referidos FCFs – valor de tempo do dinheiro (taxa atual de juros de mercado e livre de risco) – preço da incerteza inerente ao ativo – outros fatores (ex falta de liquidez) que os participantes do mercado considerariam Evitar contagem dupla em FCFs e taxa de desconto Seção 27 – estimativa fluxos de caixa VEU • 84 Estimativas de FCFs incluem: – entradas de caixa do uso continuado – saídas de caixa necessárias para gerar entradas de caixa (diretamente atribuíveis ou alocados em base razoável e consistente) – fluxos de caixa líquidos, caso existam, esperados pela alienação no final da vida útil • Pode: – usar orçamentos/estimativas recentes para estimar os fluxos de caixa – extrapolar além do período de previsão usando taxa de crescimento estável ou decrescente, a não ser que taxa crescente seja justificada Seção 27 – estimativa fluxos de caixa VEU continuação • FCFs estimados para ativo na condição atual • FCFs estimados não incluem entradas/saídas de: – futura reestruturação para a qual a entidade ainda não está comprometida, ou – melhora ou aprimoramento do desempenho do ativo. • FCFs estimados também não incluem: – entradas/saídas de caixa provenientes de atividades de financiamento, e – recebimentos/pagamentos de imposto de renda. 85 Seção 27 – estimativa taxa de desconto VEU 86 • A taxa de desconto é a taxa antes de IR que reflete as avaliações atuais do mercado sobre: – valor de tempo do dinheiro (ex taxa atual de juros de mercado e livre de risco); e – os riscos específicos do ativo para o qual as estimativas futuras fluxos de caixa não tenham sido ajustadas (ex evitar dupla contagem). Seção 27 - unidade geradora de caixa (UGC) 87 • Alocar perda por irrecuperabilidade: – 1º para qualquer goodwill alocado à UGC – 2º para outros ativos pro-rata do VC para cada ativo da UGC – no entanto, não pode reduzir o VC de qualquer ativo abaixo do maior entre 0, VJ-CPV e VEU (caso determinável) –realocar para outros ativos da UGC Seção 27 – exemplos irrecup. de UGC • 88 Ex 1: Em 31/12/20X1, VC dos ativos de uma UGC = $210 (ie $150 táxis, $50 licença de táxi e $10 goodwill) Indicação de irrecuperabilidade e VRc = $170. Valor justo dos Táxis = $140. perda por irrecuperabilidade = $40 (ie $210 VC menos $170 VRc) 1º alocar $10 de perda ao goodwill 2º alocar perda restante de $30, ie $22.5 aosv táxis e $7.5 às licenças (pro-rata VC) 3º realocar perda de $12.5 de táxis para licenças Seção 27 – goodwill 89 • Na data de aquisição, o goodwill é alocado a cada unidade geradora de caixa que é esperada de beneficiar de uma combinação de negócios • VC de UGC que se tem propriedade parcial é ajustado de maneira nocional adicionando-se a participação dos nãocontroladores sobre o goodwill antes de se comparar com o VRc Seção 27 – exemplo de goodwill 90 • Ex 2: Goodwill de $40 decorrente da aquisição de 75% das ações de B em 1/1/20X1. Par refletir as sinergias, o grupo alocou $10 do goodwill à UGC de A e $30 à UGC de B. • Para os fins de teste de recuperabilidade apenas o goodwill de B é nocionalmente acrescido para $40 (e.x. goodwill relativo a participação de não-controladores = $10). Seção 27 – goodwill continuação • 91 Se o goodwill não puder ser alocado a UGC(s) em base não arbitrária, então, para fins de teste da recuperabilidade de goodwill, a entidade determina o valor recuperável: – da entidade adquirida na sua totalidade (se o goodwill se relacionar a uma entidade adquirida que ainda não foi incorporada). – todo o grupo de entidades, excluindo quaisquer entidades que ainda não foram incorporadas (se o goodwill se relacionar a uma entidade adquirida que já tenha sido incorporada). Seção 27 – revisão da perda por irrecuperabilidade • Princípios gerais: – na data das DCs, revisar se existe qualquer indicação que a redução tenha sido revertida – existindo referida indicação, estimar VRc 92 – reverter redução no resultado se VC < VRc, entretanto –a reversão não pode aumentar se VC acima do VC que teria sido determinado (líquido de amortização ou depreciação) caso nenhuma perda por irrecup. tivesse sido reconhecida em anos anteriores. –redução de goodwill não pode ser revertida Seção 27 – exemplo reversão da perda 93 • Ex 3: Fatos do Ex 1. Em 31/12/20X2, VC de UGC = $120 (ie $100 táxis & $20 licenças) Indicação de reversão da perda e VRc estimado = $150 Reversão potencial = $30 (ie $150 VRc menos $120 VC) mas limitado a $20 (como segue) 1º alocar aos ativos pro-rata VCs, ie $5 às licenças e $25 aos táxis 2º limitar valor alocado aos táxis em $7 (se não houvesse perda em 20X1, VC em 20X2 = $107) Seção 27 – exemplo reversão da perda continuação 94 • Ex 3 continuação: 3º realocar $18 da reversão dos táxis para licenças Reversão total alocada às licenças = $23 (ie $5 + $18) 4º limitar valor alocado às licenças em $13 (caso nenhuma redução em 20X1, VC em 20X2 = $33) 5º como não há outros ativos para realocar a reversão dos $10 não realocados (ie $23 menos $13), limitar a reversão total em $20 (ie $7 aos táxis e $13 às licenças) Seção 27 – depois da revisão • Depois de revisar a perda por irrecuperabilidade – ajustar a depreciação/amortização do ativo em períodos futuros para alocar o VC revisado do ativo, menos seu valor residual (caso exista), em base sistemática ao londo de sua vida útil remanescente. 95 Seção 27 – divulgação 96 • Divulgar separadamente para cada um de: (a) estoques; (b) imobilizado; (c) goodwill; (d) outros intangíveis que não goodwill; (e) investimentos em coligadas; (f) investimentos em controladas em conjunto: – valores de perdas por irrecuperabilidade reconhecidas no resultado e linhas da DRE (ou DORA ou DRE&L/PA) onde estão incluídos. – o mesmo para reversões da perda por irrecup. 98 Esta apresentação pode ser modificada de tempos em tempos. A versão mais atual pode ser baixada de: http://www.ifrs.org/Conferences+and+Workshops/IFRS+for+SMEs +Train+the+trainer+workshops.htm Os requerimentos contábeis aplicáveis a empresas pequenas e de médio porte (PMEs) são fixados no International Financial Reporting Standard (IFRS) for SMEs, que foram emitidos pelo IASB em julho de 2009. A IFRS Foundation, os autores, os apresentadores e os editores não aceitam responsabilidade por perdas causadas a qualquer pessoa que atue ou evite em atuar em conformidade com os materiais nesta apresentação de PowerPoint, independente de tais perdas serem causadas por negligência ou afins.