No 18, junho de 2014
O SETOR FLORESTAL NOS PAÍSES NÓRDICOS CONTINUA FORTE
Nos últimos anos, foram publicados vários artigos na mídia com previsões de que
poderia haver um declínio na indústria florestal e neste setor em geral nos países
nórdicos. Foi previsto que plantações florestais no hemisfério sul ultrapassariam a
das florestas boreais, principalmente por causa do preço mais acessível das terras
nestes locais e também por causa do rápido e bastante produtivo crescimento de
árvores.
O Grupo Metsä da Finlândia anunciou recentemente um plano de investimento para uma
fabrica de celulose e bio-produtos que, se implementada, será o maior investimento na
indústria florestal da história na Finlândia, com uma capacidade de produção de celulose
prevista de 1,3 milhão de toneladas por ano. De acordo com os estudos da Indufor, no que
diz respeito a custo competitivo em longo prazo e investimentos ambientais, as florestas
nórdicas ainda têm um futuro promissor. Isso, desde que, um conjunto de regulamentação
favorável e outros elementos primordiais para negociações sejam mantidos não só por
governos locais, mas também pela União Europeia – ou pelo menos que haja condições
em que a concorrência seja justa contra as principais regiões competidoras no ramo. Petri
Lehtonen, da Indufor, fez uma apresentação sobre o tema recentemente durante o
prestigiado Fórum Florestal para pessoas com influencia no campo (Forest Forum for
Decision-Makers). Mais informações no endereço: http://www.indufor.fi/news-hottopics/nordic-forestry-may-not-have-lost-battle-after-all
No entanto, na Indufor, nós acreditamos que economias emergentes, especificamente a
África, vão ser capazes de oferecer cada vez mais oportunidades florestais e investimentos
nesta indústria. Economias que estão crescendo rapidamente, e com suas populações
aumentando, oferecem um crescente mercado para estes produtos. Existem exemplos de
sucesso no setor de desenvolvimento florestal na África, como no sul da Tanzânia, onde a
Indufor está atualmente trabalhando. Nós continuamos a dar apoio aos nossos clientes no
desenvolvimento de seus negócios no setor florestal em todo o mundo.
Jyrki Salmi, Diretor Executivo
INVESTIMENTOS FLORESTAIS GLOBAIS SÃO ATRAENTES
Florestas como opção de investimento não é uma novidade. No entanto, atualmente,
esta possibilidade está sendo oferecida por novos prestadores de serviços como
opção à uma gama crescente de investidores. Esta realidade não é de se
surpreender, já que títulos do governo bateram recordes de baixo rendimento e os
bancos centrais continuam cortando as taxas de juros para perto de zero (ou até
mesmo colocando-as em território negativo), enquanto que os mercados de ação
batem recordes de alta em vários mercados. Por isso, investidores estão cada vez
mais buscando novas oportunidades, o que tem atraído novos indivíduos para o
setor florestal. Em mercados mais desenvolvidos é oferecida a oportunidade de um
retorno estável, no entanto, muitos investidores estão cada vez mais interessados
em mercados em desenvolvimento e oportunidades de investimento florestal mais
atrativas. A Indufor está bem posicionada, não só em mercados desenvolvidos
(como na Finlândia, classificada como AAA), mas também em mercados em
Newsletter da Indufor – No 18, junho de 2014
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desenvolvimento, para prestar serviços de consultoria e apoio a investidores
florestais em todas as etapas de seus investimentos – desde a pesquisa inicial e
identificação de oportunidades, até as avaliações anuais.
Existe uma grande quantidade de pesquisa, feita tanto no campo acadêmico quanto no
privado, sobre investimentos em madeira. Aqui, resumimos alguns pontos básicos:
Florestas têm várias características que as distinguem de outros tipos de investimentos.
Análises de rentabilidade em investimento de florestas mostram que 65% a 75% do
rendimento é originário do crescimento biológico, ou seja, o contribuinte mais importante. O
segundo fator, que afeta a rentabilidade em investimentos florestais, é a variação dos
preços da madeira, que geralmente variam entre 25% e 30% da rentabilidade total. E por
último, as mudanças de preços da terra também contribuem aproximadamente entre 2% a
5% na rentabilidade total do investimento. Algumas pesquisas têm também tentado
identificar como o manejo florestal afeta a rentabilidade, mas não existe ainda nenhuma
conclusão definitiva – há os que afirmam que um manejo ativo e os custos associados
podem até diminuir a rentabilidade!
Investimentos florestais diversificados proporcionam três distintos e bastante pesquisados
tipos de benefícios para um portfolio de investimento: 1) diversificação de rentabilidade
provinda em grande parte de fatores que na maioria das vezes não são relacionados a
outras classes de ativos; 2) proteção contra inflação inerente e; 3) um desempenho
relativamente atraente. No entanto, é importante levar em consideração o fato de que a
capacidade particular de ativos florestais em oferecer proteção contra inflação depende da
região e do horizonte de tempo em questão.
Além disso, um elemento de proteção contra inflação provém do fato de que uma grande
proporção dos custos totais de um ativo florestal existente reflete custos irrecuperáveis
(custos já incorridos há bastante tempo, quando a floresta ou plantação foi estabelecida).
Este caso é bastante diferente de um negócio de serviços ou atividades manufatureiras,
exemplos em que uma proporção bem maior do custo dos bens vendidos em qualquer
período já foi incorrido nos preços atuais.
Tapani Pahkasalo, Líder de Consultoria em Serviços de Investimento Florestal
INDUFOR DANDO APOIO A SEUS CLIENTES NO PLANEJAMENTO DE OPERAÇÕES
DE FORNECIMENTO DE MADEIRA
A Indufor está ajudando seus clientes a planejar operações de fornecimento de
madeira e fibra em novos mercados, onde há pouca informação disponível. Isso
ocorre principalmente em mercados emergentes, que, normalmente, são os mais
interessantes para clientes – já que a demanda está crescendo rapidamente. Nesses
mercados, os governos locais ou nacionais, são normalmente os donos de florestas
e informações estão disponíveis em registros públicos. Muitas vezes essas
informações não são atualizadas e o nível de detalhe e precisão para potenciais
investidores e fomentadores de projeto deixa a desejar. A crescente demanda por
fibra de madeira também está causando mudanças na origem do fornecimento para
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áreas onde condições de operação e infraestrutura ainda estão sendo desenvolvidas
ou simplesmente ainda não existem.
A Indufor tem excelente capacidade técnica que possibilita análises eficientes em relação
aos custos de operações planejadas para novas áreas florestais. Nossa capacidade para
mobilizar equipes internas de profissionais, cobrindo todos os aspectos necessários,
permite tanto uma reação rápida, como também um alto grau de certeza. Por levarmos em
consideração critérios ambientais e de responsabilidade social, clientes optam por
trabalhar conosco – a Indufor tem experiência global em redução de riscos e resolução de
crises.
A Indufor verificou a existência e a suficiência de recursos madeireiros em novas áreas
florestais através de uma combinação de analise de imagens de satélite e verificação de
campo. A aquisição de dados de imagens de satélite, disponibilizadas recentemente, é
uma forma não só eficiente, mas também vantajosa em termos de custo, para se cobrir
uma grande área florestal. Através da analise dessas imagens de satélite é possível
detectar grandes áreas de incêndio, áreas de colheita e outros danos capazes de afetar a
floresta em si. As imagens de satélite e mapas disponíveis podem também ser utilizados
para estimar a adequação da infraestrutura atual para operações planejadas, já que a falta
de estradas é geralmente o principal obstáculo para alcançar a madeira disponível, que
ainda encontra-se plantada. A verificação de campo foi feita em localidades préselecionadas para checar a integridade dos dados florestais disponibilizados pelo atual
proprietário. Medições de campo foram então comparadas com os dados florestais
atribuídos e, assim, informações estatísticas foram geradas.
Amostra de Imagem de Satélite
Burn scar
Harvested areas
Novos investimentos são geralmente necessários
para ter acesso a áreas mais remotas. As
condições de funcionamento diferem em áreas
distintas, dependendo do tipo de solo, espécie e
idade, assim como densidade do povoamento
florestal. A escolha de uma tecnologia adequada e
de uma correta escala de investimento inicial,
assim como o estabelecimento de custos
operacionais são importantes decisões para
qualquer projeto de investimento.
A Indufor calculou para seus clientes o preço inicial
previsto da madeira (mill gate price) ou fibra de
madeira em diferentes cenários. Isso é uma boa
base para tomar decisões e ajuda na organização de operações de fornecimento de
madeira ou fibra de madeira.
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Amostra de Cálculo de Custo Previsto Inicial - Mill Gate Cost
A Indufor oferece serviços que incluem alta qualidade técnica, experiência global e lições
aprendidas, que são uma boa combinação de atributos necessários para o investimentos
em mercados em desenvolvimento. Vários clientes da Indufor já se beneficiaram dos
nossos serviços em suas tomadas de decisões e promoção de negócios..
Tapani Pahkasalo, Líder de Consultoria em Serviços de Investimento Florestal
AVANÇA O PROJETO DE REGULAMENTÇÃO DE MADEIRA DA UNIÃO EUROPEIA
COM A COMISSÃO EUROPEIA
A Indufor está dando apoio à Comissão Europeia (CE) na implementação da
Regulamentação de Madeira da União Europeia (UE). Por enquanto o principal foco
deste apoio tem sido na avaliação de aplicações das Organizações de
Monitoramento (OM) e no desenvolvimento de um Modelo de Relatório Bienal – que é
um relatório-chave produzido pelos países membros com a finalidade de apresentar
seus esforços na implementação e execução da Regulamentação de Madeira da UE.
A avaliação da aplicação das OM segue de acordo com o plano de trabalho. Este exercício
vai continuar a medida que novos candidatos de diferentes partes da Europa precisem dar
apresentações sobre suas candidaturas para a CE e para a Indufor.
No dia 16 de maio de 2014, a Indufor, junto com sua parceira Efeca, fizeram uma
apresentação num workshop em Bruxelas, na qual o tema foi Modelo de Relatório Bienal, o
qual a Indufor e a Efeca prepararam para ser considerado pela CE. O número de
participantes nesse workshop foi maior que o esperado, já que cada país membro contou
com no mínimo um representante no local. Além disso, foi um prazer ver tanto interesse
dos representantes dos países membros da UE no que diz respeito ao conteúdo do
Modelo de Relatório Bienal, e também a participação ativa deles nas subsequentes
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discussões. Baseada nos comentários desses representantes, a Indufor trabalhou na nova
versão do Modelo de Relatório Bienal e redistribuiu a nova versão para uma nova rodada
de discussões.
Para a Indufor e seus parceiros, os
próximos passos deste projeto que serão
implementados ainda este ano são a
continuidade
da
avaliação
das
candidaturas ao OM e os trabalhos para
finalizar o Modelo de Relatório Bienal,
levando em consideração as alterações
requisitadas pelos países membros e pela
CE. Nós também estamos empolgados
com o ano de 2015, quando o objetivo do
projeto se torna mais uma análise
detalhada da eficácia da Regulamentação
da Madeira na UE, baseada na
informação
coletada
principalmente
através dos Relatórios Bienais.
Madeira legal ou ilegal?
Miika Malmstöm, Consultor
OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO FLORESTAL NOS PAÍSES BÁLTICOS
Os países bálticos – Estônia, Letônia e Lituânia – se tornaram o foco de uma
interessante e relativamente nova onda de investimentos florestais, por
proporcionarem um desenvolvimento rápido nos preços de terras de florestas. Estes
países também estão atraindo cada vez mais investimentos internacionais.
Tanto a agricultura quanto o setor imobiliário nos países bálticos sempre chamaram a
atenção de investidores internacionais, enquanto que as florestas, na maioria das vezes,
eram compradas e vendidas entre investidores locais, empresas que processam madeira e
também alguns investidores particulares, principalmente de países nórdicos. As florestas
estatais não estão à venda, mas há uma grande quantidade de florestas que são
propriedades de indivíduos. Através de mudanças estruturais e urbanização, as florestas
estão cada vez mais sendo vendidas e, assim, formando-se grandes propriedades
florestais.
Normalmente as florestas não são bem manejadas devido às suas histórias de posse e, às
vezes, uma quantidade significativa de investimentos é necessária não só para colocar a
floresta de volta em boas condições, como também para construir a infraestrutura
necessária. No entanto, há um bom potencial de crescimento devido aos solos férteis, que
ainda não é aproveitado. A demanda por madeira em tora está crescendo localmente e o
preço está subindo para níveis próximos à áreas do Mar Báltico. A estabilidade política e
um melhor crescimento econômico, comparados com os mais antigos países da UE,
significam que pré-condições para investimentos florestais bem sucedidos estão presentes.
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Na Estônia, o preço médio de terra florestal era de 2.500 Euros por hectare no começo de
2014; na Lituânia, cerca de 2.300 Euros por hectare e 1.100 Euros por hectare na Lituânia.
Em comparação, o preço de terras florestais médio na Finlândia era de 2.700 Euros por
hectare no final de 2013. O preço de terras nos países bálticos subiram rapidamente com
um aumento médio de 9% a 14% por ano (nominalmente), comparado a um aumento de
5% na Finlândia. A inflação está controlada nesses países e eles conseguiram crescer
economicamente depois da crise financeira. Há muitas pessoas que acreditam que ainda
há potencial para investimentos florestais bem sucedidos no países bálticos.
Preços de Terras Florestais nos Países Bálticos, 2000-2014
3 000
EUR/ha
2 500
2 000
1 500
1 000
500
0
Estonia
Latvia
Lithuania
Finland, >10ha
Um artigo com conteúdo parecido foi publicado em Metsälehti em 19/7/2014 (em finlandês)
Tapani Pahkasalo, Líder de Consultoria em Serviços de Investimento Florestal
ACEITAÇÃO SOCIAL DA BIOENERGIA
A aceitação social de diferentes matérias-primas para a produção de bioenergia
varia. Na produção florestal e de biomassa agrária, por exemplo, o foco é na origem
da matéria-prima. As maiores preocupações no que se diz respeito ao lixo urbano
sendo utilizado para produzir energia estão relacionadas aos impactos de emissões
locais.
Considera-se que bioenergia como benéfica ao meio ambiente, e, por isso, ela é bastante
promovida nas políticas da União Europeia. O desenvolvimento de tecnologias associadas
à bioenergia também é influenciado pela aceitação social, mesmo variando entre diferentes
fontes e métodos de produção. Estes incluem tipos de biomassa, tecnologias de
conversão, setores de utilização final, tamanho das instalações de produção e região
geográfica. Com uma abordagem global, o estudo da Indufor considerou a produção de
bioenergia em diferentes condições naturais e sociais.
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O projeto de pesquisa da Indufor analisou os elementos chaves que influenciam a
aceitação social dentro das cadeias de valor das seguintes fontes de bioenergia:
1) Biomassa florestal e resíduos industriais
2) Plantações florestais
3) Biomassa agrícola
4) Resíduos sólidos urbanos
As principais preocupações sociais variam consideravelmente entre os diferentes estágios
das cadeias de valor, ou seja, aquisição de matérias-primas, logística, produção,
distribuição e utilização final.
As maiores questões relacionadas à bioenergia provinda de biomassa florestal e de
resíduos industriais são ligadas à origem e à colheita da biomassa e a logística no começo
da cadeia de valor. Os maiores desafios para que haja uma maior aceitação social da
bioenergia provinda de biomassa floresta são os impactos pelo uso de terras e direitos
relacionados à populações locais. Potenciais usos de organismos geneticamente
modificados (OGM), assim como espécies exóticas e invasivas também são vistos como
ameaças na produção de energia de biomassa.
No que se diz respeito à produção de biomassa agrícola, existem diferenças significativas
nas atitudes em relação ao cultivo de matérias-primas, dependendo da fonte de biomassa.
A principal preocupação da sociedade é a competição com a produção de alimentos. Se a
biomassa agrícola provém do lixo ou de resíduo do cultivo de matérias-primas, ela é
geralmente bem aceita. Em produções de larga escala, a logística e métodos de
processamento também impactam a aceitação social.
Na produção de energia provinda de resíduos sólidos urbanos, a questão mais crítica é o
transporte e o processamento, pois tanto o trânsito, quanto emissões e poluição originárias
da combustão, se tornam potencias problemas. Nesse caso a origem e o fornecimento de
resíduos não é um problema. No entanto, há críticas no que se diz respeito à promoção de
maiores quantidades de resíduos, que prejudicam estratégias de manejo globais.
O estudo mostra que a transparência na cadeia de valor da bioenergia, desde a produção
de matérias-primas até o transporte, processamento e utilização final, influenciam na sua
aceitação social. Se a população é bem informada e tem a oportunidade de influenciar as
decisões em assuntos relacionados à ela, a aceitação da bioenergia é maior. A aceitação
social também depende da sustentabilidade da produção de bioenergia e na competição
comparada à outras formas de energia. Políticas consistentes e uma sólida
regulamentação também são elementos importantes.
Vasylysa Hänninen, Consultora, Responsabilidade Corporativa e Mercados
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NOVOS MEMBROS DA EQUIPE
Nós gostaríamos de agradecer Anders Portin, por seu trabalho na Indufor enquanto
esteve conosco. Anders deixa a Indufor para assumir uma nova posição na Associação
Florestal Finlandesa. Nós o desejamos boa sorte!
Mairead Woods é uma consultora sênior do grupo Recursos
Florestais em Auckland. Ela tem um diploma de honra em Ciência
Florestal e um Bacharelado em Comércio da Universidade de
Melbourne. Dentre suas experiências estão análise estratégica do
setor florestal, avaliação florestal, assim como due diligence,
desenvolvimento de políticas e planejamento, produtos florestais e
análise do mercado de carbono, gestão de cadeia de fornecimento,
manejo florestal e certificação de sistemas de gerenciamento de cadeia de custodia,
além de programas de verificação de legalidade. Mairead trabalhou em cargos na
indústria florestal na Nova Zelândia e na Austrália, e também completou projetos no
sudoeste da Ásia, na América do Norte e na Europa.
Julia Maximova está trabalhando como estagiária na Indufor durante verão europeu de
2014. Ela é candidata ao Mestrado em Florestas e Engenharia de Meio-Ambiente na
Universidade do Leste da Finlândia, no Programa Transfronteiriço Finlandês-Russo.
Julia está atualmente terminando sua tese sobre potenciais
oportunidades e riscos para o setor florestal russo após a ascensão
da Rússia à Organização Mundial de Comércio. Durante seus
estudos, Julia participou ativamente em programas de intercâmbio;
ela também estudou na Universidade Mendel em Brno na República
Tcheca, e fez um estágio no Escritório Regional Centro-Europeu do
Instituto Florestal Europeu em Viena, na Áustria. De acordo com ela,
os maiores incentivos para se candidatar a um estágio na Indufor foi
a excelente oportunidade de combinar seus estudos em florestas e tradução (RussoFinlandês-Inglês), além da possibilidade de continuar seu aprendizado com o apoio de
colegas especialistas no campo florestal. O objetivo dela no futuro é se tornar uma
excelente especialista em florestas.
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Juho Penttilä está trabalhando como estagiário na Indufor durante o verão europeu de
2014. Juho diz que florestas e o setor florestal em geral sempre foram importantes tanto
para ele, quanto para a sua família – que é dona de uma pequena propriedade florestal
no estado de Valkeakoski. Segundo ele, seus pais trabalharam na UPM por bastante
tempo. Juho está atualmente estudando ciências florestais na
Universidade de Helsinque e tem planos de se formar até o outono
europeu de 2015. Ele se especializou em temas de florestas
tropicais internacionais. “É difícil falar com certeza, mas o meu
objetivo a longo prazo é conseguir trabalhar com temas florestais e
ter a experiência de morar e trabalhar em diferentes partes do
mundo. Por isso, a posição de trainee na Indufor parece ser a
melhor oportunidade para mim neste verão. Eu sei que na Indufor
eu posso acumular uma experiência inigualável e uma excelente chance de não só
conhecer, como também me aprofundar em tendências neste setor e temas globais.”
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