Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Projeto Político Pedagógico Curso de Bacharelado em Educação Física Prof. Coordenador: Ms. Fabiano de Macedo Salgueirosa - 2008 - Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO Coordenação geral de elaboração Diretor Geral da IES Edson Aires da Silva Comissão de Elaboração do Projeto Pedagógico do Curso Andrey Portella Cândido Simões Pires Neto Fabiano de Macedo Salgueirosa Luis Carlos Prestes Rosicler Duarte Barbosa da Silva Suzane de Oliveira Redação Fabiano de Macedo Salgueirosa Rosemari Glowacki Rosicler Duarte Barbosa da Silva Organização Núcleo de Apoio Didático-Pedagógico 2 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR SUMÁRIO APRESENTAÇÃO ....................................................................................................... 5 1. DA MANTENEDORA E DA MANTIDA.................................................................. 7 1.1 1.2 1.3 1.4 2 HISTÓRICO DA MANTENEDORA ........................................................................... 7 HISTÓRICO DA MANTIDA .................................................................................... 7 MISSÃO INSTITUCIONAL ..................................................................................... 8 DIRETRIZES PEDAGÓGICAS GERAIS DA INSTITUIÇÃO ............................................ 9 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ...................................................... 11 2.1 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO .................................................................. 11 2.2 CONCEPÇÃO DO CURSO .................................................................................. 13 2.3 CARACTERIZAÇÃO E OBJETIVOS DO CURSO....................................................... 22 2.3.1 Competências e Habilidades .................................................................... 23 2.3.2 Competências Gerais ............................................................................... 24 2.3.3 Competências e Habilidades Específicas do Graduado/Bacharel ............ 24 2.3.4 Perfil do Egresso ................................................................................... 25 2.3.5 Estrutura curricular ................................................................................ 27 2.3.6 Ementário e Bibliografia ......................................................................... 30 2.4 AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM ................................................................ 69 2.5 ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO PROFISSIONAL .................. 73 2.5.1 Atividades complementares de integralização curricular .......................... 73 2.5.2 Critérios para desenvolvimento de atividades complementares ............... 73 2.5.3 Modalidades para cumprimento das atividades complementares e sociais 77 2.5.4 Controle e registro das atividades complementares ................................. 78 2.6 ESTÁGIO SUPERVISIONADO ............................................................................. 78 2.6.1 Regulamento de Estágio de Educação Física .......................................... 82 2.7 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC .................................................. 89 2.7.1 Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso .................................. 89 2.8 INTEGRAÇÃO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO ................................................. 100 2.8.1 Participação dos alunos em programas/projetos/atividades de iniciação científica ou em práticas de investigação ......................................................... 101 2.8.2 Programa institucional de iniciação científica.......................................... 104 2.9 POLÍTICA DE INCENTIVO E CONCESSÃO DE BOLSAS PELA INSTITUIÇÃO ................ 110 2.9.1 Bolsas de trabalho ou de administração ................................................. 112 2.9.2 Programa de incentivo Social Solidário .................................................. 113 2.9.3 Bolsa “Melhor aluno” ............................................................................... 113 2.9.4 Bolsa esporte .......................................................................................... 113 2.9.5 Prouni...................................................................................................... 113 2.9.6 Programa Estude .................................................................................... 113 2.10 ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA: COORDENAÇÃO DE CURSO ................................. 113 2.10.1 Atuação do coordenador do curso ....................................................... 113 2.10.2 Participação efetiva da coordenação do curso em órgãos colegiados acadêmicos da IES ........................................................................................... 114 2.10.3 Titulação do coordenador do curso, regime de trabalho e dedicação . 115 2.10.4 Formação do Coordenador .................................................................. 115 3 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 2.10.5 Experiência do Coordenador ............................................................... 116 2.10.6 Composição e funcionamento do colegiado de curso ......................... 116 2.11 AUTO-AVALIAÇÃO E AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL ...................................... 118 3 CORPO DOCENTE, TÉCNICO-ASMINISTRATIVO E DISCENTE .................. 120 3.1 RELAÇÃO DE PROFESSORES DO CURSO DE BACHARELADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: TITULAÇÃO, EXPERIÊNCIA (ACADÊMICA E PROFISSIONAL), DEDICAÇÃO, FORMAÇÃO DOCENTE E ADEQUAÇÃO ÀS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS. .......................................... 120 3.2 APOIO PEDAGÓGICO AOS DOCENTES .............................................................. 127 3.3 ÓRGÃOS DE APOIO TÉCNICO E ADMINISTRATIVO ............................................. 128 3.3.1 Secretaria Geral ...................................................................................... 128 3.4 PESSOAL TÉCNICO E ADMINISTRATIVO E POLÍTICAS DE CAPACITAÇÃO ................ 129 3.4.1 Corpo técnico da Secretaria.................................................................... 129 3.4.2 Corpo Técnico da Biblioteca ................................................................... 130 3.4.3 Corpo Técnico de outros setores ............................................................ 130 3.5 ATENÇÃO AOS DISCENTES ............................................................................. 131 3.5.1 Apoio à participação em eventos ............................................................ 131 3.5.2 Apoio pedagógico ao discente ................................................................ 132 3.5.3 Acompanhamento psicopedagógico ....................................................... 132 3.5.4 Mecanismos de nivelamento................................................................... 133 3.5.5 Acompanhamento de egressos .............................................................. 134 4 INSTALAÇÕES FÍSICAS .................................................................................. 136 4.1 BIBLIOTECA .................................................................................................. 136 4.1.1 Implementação das políticas institucionais de atualização do acervo no âmbito do curso ................................................................................................ 136 4.2 LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS PARA FORMAÇÃO BÁSICA .................................... 138 4.2.1 Laboratórios de informática..................................................................... 138 4.2.2 Salas de Multi Meios ............................................................................... 138 4.3 LABORATÓRIOS E AMBIENTES DE FORMAÇÃO PROFISSIONALIZANTE .................. 138 5 COMITÊ DE ÉTICA E PESQUISA .................................................................... 143 6 CENTRAL DE ESTÁGIO E TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO ....... 154 7 EDUCAÇÃO INTERPROFISSIONAL ............................................................... 155 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................. 157 4 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR APRESENTAÇÃO A Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu – UNIGUAÇU, possui o curso de Licenciatura em Educação Física desde 2004, autorizado pela portaria nº 13 de 04/01/2002 e reconhecido pela portaria nº 4.442 de 22/12/2005, publicada no Diário Oficial na data de 23/12/2005. Reconhecendo a relevância da área de conhecimento da Educação Física, a Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, na condição de agente de transformação social, capaz de influenciar na formação de atitudes que proporcionem uma melhor qualidade de vida, apresenta a intenção de oportunizar o Curso de Bacharelado em Educação Física. Tendo em vista a consolidação da IES no âmbito regional e especificamente o sucesso do Curso de Licenciatura, bem como a relevância dos trabalhos prestados pela IES nas demais áreas da saúde a implementação de um curso de Bacharelado em Educação Física constitui-se uma alternativa que vem ao encontro das necessidades regionais. O Projeto Pedagógico apresentado a seguir define a reorganização curricular construída pelo Colegiado do Curso de Bacharelado em Educação Física da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, visando responder às necessidades de mudanças estabelecidas pelas novas diretrizes para os cursos de Graduação. Para tanto, faz-se necessária a articulação da Graduação com a história de Porto União da Vitória e suas potencialidades, especialmente as emancipatórias. No decurso da formação acadêmica, a diversidade das experiências e propostas emerge do conjunto de conteúdos e possibilitam diversas leituras, interpretações e usos. O referido curso é o objeto do Projeto de Criação e Implantação que ora se apresenta, abordando a justificativa da necessidade social do curso, os objetivos e o perfil desejado do formando, acrescido das suas competências e habilidades. Apresentam-se dados referentes à organização curricular, regime e duração do curso, ementário e bibliografia das disciplinas, o número de vagas e a divisão de turmas e turnos, perfil do egresso e missão do Curso. A construção do Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Educação Física ocorre em uma conjuntura particularmente favorável: o curso de Licenciatura encontra-se consolidado; o processo de crescimento da IES é inquestionável; a 5 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR contemporaneidade relacionada às doenças hipocinéticas sugere desafios interessantes para esta área de conhecimento, exigindo destes profissionais um perfil de competência que, de certa forma, há algum tempo tem sido preocupação dos cursos da IES. Pretende-se estabelecer critérios frente ao desafio de consolidar um Projeto que atenda as necessidades reais da profissão do educador físico e da comunidade. 6 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 1. DA MANTENEDORA E DA MANTIDA 1.1 Histórico da mantenedora A Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu – UNIGUAÇU é uma sociedade mercantil por quotas de responsabilidade limitada criada em julho de 1999 por um grupo de professores comprometidos com o ensino superior. A idéia tomou força após contato com os dirigentes do município de União da Vitória que relataram a precariedade em que se encontrava a oferta de ensino superior na cidade e região, agravada pela decadência das instituições existentes. Após estudos de viabilidade e várias discussões, foram credenciadas ao final do ano de 1999, as Faculdades de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória – composta pelos Cursos de graduação em Sistemas de Informação - e de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória – compostas pelos cursos de graduação em Administração - Habilitação em Administração Pública, Agronegócios e Marketing. As atividades tiveram o seu início no segundo semestre do ano de 2001. Em janeiro de 2002, foi credenciada a Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, com os cursos de Nutrição, Licenciatura em Educação Física e Enfermagem. Também em 2002 foi autorizado o curso de Fisioterapia. Em janeiro de 2004, foram autorizados mais dois cursos de Graduação: Cursos de Farmácia e Serviço Social. Em meados de 2005, foram publicadas as portarias nº 0543 de 22/12, nº 3.920 de 14/11 e portaria nº 4.166 de 02/12 autorizando o funcionamento dos cursos de Direito, Medicina Veterinária e Agronomia, respectivamente, totalizando treze cursos mantidos pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu. 1.2 Histórico da Mantida A Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, mantida pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, foi legalmente credenciada pela portaria MEC, número 11 de 04 de janeiro de 2002. 7 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR A proposta inicial do Projeto do Curso de Bacharelado iniciou-se em conjuntura com as diretrizes curriculares, de CNE/CES n° 7, de 31 de março de 2004. 60 vagas totais/semestrais noturnas, tendo sua estrutura curricular organizada em 3233 horas, com duração mínima de 8 semestres e máxima de 12 semestres. O Corpo dirigente, docente e técnico administrativo da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória concentram-se na busca permanente de qualidade no desempenho de suas funções, com vistas a garantir o aperfeiçoamento constante do projeto político pedagógico do curso, objetivando maior qualidade na formação dos alunos e egressos e dos serviços prestados à sociedade. Destaca-se, nesse empenho, o esforço em adequar a estrutura curricular do Curso de Bacharelado em Educação Física segundo os critérios de qualificação estabelecidos pelo Ministério de Educação e Cultura. 1.3 Missão Institucional A Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu foi criada com a missão, ainda atual, de ser uma instituição de referência no Estado, assumindo o compromisso institucional de promover o desenvolvimento educacional e social da região, por intermédio da oferta de um ensino de qualidade em diferentes áreas do conhecimento, integrado à iniciação à pesquisa e à extensão. São valores da Instituição: autonomia, cidadania, compromisso social, ética e respeito à diversidade. Os valores que orientam a IES são: a dignidade da pessoa humana, o pluralismo democrático, a transparência e a responsabilidade nas relações institucionais e comunitárias, a ética nas relações profissionais e interpessoais e a responsabilidade com o desenvolvimento sustentável da região do Vale do Iguaçu. O compromisso da Instituição, neste contexto, é formar profissionais aptos a valorizar a promoção e manutenção da saúde humana; com habilidades e competências para trabalhar questões relacionadas ao lazer e a recreação; e ao treinamento técnico e tático das diversas modalidades esportivas; amplo referencial 8 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR teórico e comportamento ético, garantindo a atuação em diferentes campos de atuação. 1.4 Diretrizes Pedagógicas Gerais da Instituição As Faculdades de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória mantida pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, objetiva à formação de profissionais competentes e aptos a participar no processo de desenvolvimento da sociedade. Para tanto, promove ações buscando a qualidade e a excelência na formação, respeitando e considerando a importância do compromisso social. O homem age na realidade em que vive e, nessa relação, busca compreendê-la utilizando-se de diversas formas de mediação. Nessa perspectiva, a aprendizagem reflete um processo de aquisição e reconstrução do conhecimento, que se dá pela constante mediação entre sua representação teórica e a prática social. Assumindo essa perspectiva, a Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória elege como eixo central de suas diretrizes pedagógicas a aprendizagem em sua relação dialética com o ensino. Entende-se o aluno como sujeito de sua própria aprendizagem, capaz de, numa ação deliberada e consciente, buscar o domínio dos conteúdos necessários à vida cidadã e à profissionalização. Para isso, mais do que dominar a enorme gama de conteúdos e técnicas, o acadêmico deverá aprender a se relacionar com o conhecimento de forma ativa, construtiva, criadora e ética. A aquisição do conhecimento pelo sujeito aprendiz se dá através da mediação, que não ocorre só em sala de aula. Compreende-se, assim, que o papel do professor é justamente o de mediar e incentivar, intencionalmente, a relação entre o sujeito aprendente e o objeto a ser aprendido. Tem, portanto, uma especificidade a ser respeitada: trata-se de um profissional a serviço da orientação e condução do processo de aprendizagem, a partir de uma metodologia que favoreça a construção de sujeitos autônomos, hábeis e competentes. 9 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Nesse movimento, a pesquisa e a elaboração pessoal são essenciais. Na ordem das atividades didáticas, os planos de ensino devem orientar a aprendizagem objetivando o desenvolvimento de habilidades e competências primordiais ao exercício da profissão de educador físico e da cidadania, considerando também, a necessidade de promover a capacidade de elaboração pessoal e a iniciação à pesquisa. Estas deverão estar sempre em relação com a prática social e balizada pelas discussões coletivas, orientadas pelo docente durante as aulas. Em síntese: a) a Instituição deve garantir a aprendizagem adequada aos alunos; b) a aprendizagem deve assentar-se ao mesmo tempo, no domínio dos conteúdos considerados essenciais, e no desenvolvimento de competências e habilidades relevantes à formação profissional; c) avaliação se inscreve como momento de aprendizagem, se baseia na expectativa qualitativa e quantitativa e se realiza mediante processos transparentes, abrangentes e éticos. 10 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 2 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA 2.1 Projeto Pedagógico do Curso A organização do projeto pedagógico requer a inserção das linhas que servem de base para caminhos a serem traçados pelo curso. Nesse sentido, o processo desenvolvido pelo Colegiado do Curso de Bacharelado em Educação Física das Faculdades de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória apresenta três pontos básicos para o seu desenvolvimento: fundamentos dentro dos princípios éticos, fundamentos epistemológicos e fundamentos didático-pedagógicos. O Curso de Bacharelado em Educação Fisica, em seus fundamentos éticospolíticos, priorizará a construção de uma sociedade que seja de fato democrática, na qual a participação dos cidadãos não fique restrita ao exercício do voto, mas que seja ampliada à conquista dos direitos e à defesa dos deveres de cada um, tornando-se, assim, um aprendizado constante. O resultado de tal prática espera-se que seja a formação de profissionais, cuja consciência e prática social estejam voltadas para a defesa de uma sociedade mais justa e mais solidária. O contexto dos fundamentos epistemológicos procurará fundamentar suas bases no exercício da construção de um conhecimento que, além de ser capaz de gerar desenvolvimento, também seja voltado para a satisfação de tais necessidades sociais. O caminho, para tanto, deverá estar concentrado no constante exercício do analisar, do questionar e do sugerir novos rumos a serem seguidos. Durante este processo, a relação do curso com a sociedade na qual está inserido é elemento fundamental, visto que os temas ali estudados e desenvolvidos também deverão estar voltados para essa realidade. Tal fato requer um conjunto de novas experiências e experimentos a serem vivenciados pela comunidade acadêmica do Curso de Educação Física da IES. Essas experiências concentram-se não somente em elementos voltados para a integração da Graduação de Educação Física e dos conhecimentos produzidos por sua área específica, mas também aos conhecimentos gerados por outras áreas e que podem ser útil ao futuro exercício do profissional. A IES possui os cursos de enfermagem, fisioterapia, nutrição e farmácia, os quais por afinidade de área, 11 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR propiciarão espaço de aprendizagem significativa interdisciplinar e multidisciplinar tornando-se, essa integração de saberes, uma potencialidade para o Curso de Bacharelado em Educação Física. Os fundamentos didático-pedagógicos levarão em consideração o estabelecido nos fundamentos epistemológicos. Pensar ou (re)pensar a educação implica em acreditar na possibilidade de todos sermos educáveis; e, além disso, acreditar na intervenção educativa. É por ser inacabado que o ser humano é imediatamente educável (...) Falar de educabilidade é insistir sobre a necessidade da intervenção humana para o desenvolvimento do sujeito. (HADJ, Charles. Pensar & Agir a educação: da inteligência do desenvolvimento ao desenvolvimento da inteligência. Tradução de Vanise Dresch. POA: Artes Méd, 2001 2001. P. 3). O viés escolhido pelo Curso de Bacharelado em Educação Física é uma sala de aula que privilegie a ação, a interação e a cooperação, portanto construtivista, que visualiza o aprendiz como construtor do seu próprio saber. Na elucidação de dúvidas relativas ao verdadeiro papel da escola, do professor, dos conteúdos ou da relação professor-aluno, acredita-se em uma educação voltada para o desenvolvimento da autonomia e da cidadania, bem como seu engajamento na transformação do mundo. Destarte, constitui-se a educação, segundo Paulo Freire, num ato político, que resulta em opressão ou liberdade entre as pessoas, e, dependendo da maneira como se estabelece esse diálogo entre professor e aluno, em sala de aula, quanto mais intenso e positivo for, alcançar-se-á a tão sonhada Pedagogia da Libertação: O meu envolvimento com a prática educativa, sabidamente política, moral, gnosiológica, jamais deixou de ser feito com alegria, o que não significa dizer que tenha invariavelmente podido criá-la nos alunos. Mas, preocupado com ela, enquanto clima ou atmosfera do espaço pedagógico, nunca deixei de estar. Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança (...). (FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. SP: Paz e Terra, 2000 p.80). Ressalta-se que é com essa alegria e determinação que o educador irá provocar situações de tomadas de decisões, onde todos aprendem juntos em 12 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR comunhão, pois, segundo ele, ninguém ensina nada para ninguém e as pessoas não aprendem sozinhas. Lev Semynovitch Vygotsky, mais um dos pensadores da educação, afirma que o processo de desenvolvimento se dá de fora para dentro, isto é, na relação do indivíduo com o mundo a mediação é feita pelo outro, daí a ser denominada, por ele, de sócio-interacionista. A interação permanente a qual é submetida propicia o desenvolvimento do seu intelecto, numa relação de dependência entre os processos internos e as influências do mundo social em que vive, sendo que cada indivíduo dá uma significação singular a essas vivências, dentro de um determinado contexto cultural. Visualiza-se a escola, então, como um novo lugar, que privilegia as relações interpessoais, no momento em que seus membros interagem, tornam-se mediadores da cultura uns dos outros, numa parceria ativa. Logo, não há aprendizagem que não gere desenvolvimento e não há desenvolvimento que prescinda da aprendizagem. Nesta perspectiva, ressaltamos que a escola é um espaço de construção e reconstrução do ser humano, e, em conseqüência da humanidade. Nessa perspectiva, o educando não poderá ser apontado como aquele que tem dificuldade para aprender, visto que a responsabilidade desse processo deve ser dividida entre todos os envolvidos: escola, professor e aluno; quando os mais ínfimos progressos serão sublinhados sempre de modo positivo. No despertar do novo milênio, é imprescindível, uma reflexão sobre o papel da educação enquanto protagonista das nossas histórias pessoais e sociais, ressaltando a importância do compromisso com o despertar da cidadania e da ética, na intenção de superar as desigualdades intrínsecas a nossa sociedade. 2.2 Concepção do Curso A missão do Curso de Bacharelado em Educação Física da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, mantida pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu - UNIGUAÇU é capacitar plenamente o aluno para atuação no ensino não formal. Considerando a formação física, intelectual e moral de indivíduos em suas diferentes faixas etárias, desde a criança até o idoso. 13 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Utilizando-se de abordagem voltada à visão global, integrada e crítica da profissão de educador físico e de sua atuação profissional. Ainda, prover a sociedade de profissionais aptos a valorizar a promoção e manutenção da saúde humana, as habilidades e competências para trabalhar questões relacionadas ao lazer e a recreação e ao treinamento técnico e tático das diversas modalidades esportivas, profissionais estes calcados no conhecimento científico, na reflexão filosófica e na conduta ética. O mercado de trabalho que espera o educador físico é complexo e tem urgência de um profissional generalista e humanista. A Região do Vale do Iguaçu era muito mais carente de um suporte na área de saúde pública. A implementação dos Cursos de Enfermagem, Nutrição, Farmácia, Fisioterapia e Educação Física da IES mudou este cenário, porém ainda há muito que se fazer e oferecer no quesito intervenção, orientação e discussão sobre saúde e qualidade de vida. Desmembrado de Palmas em 1908, e com uma área terrestre de 713,565 Km², União da Vitória está localizada em um importante entroncamento rodoviário, possuindo ligação com os principais centros urbanos e econômicos do sul e sudeste (Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo) e ainda com o Mercosul, através da BR 153 – Transbrasiliana. Cabe ressaltar que União da Vitória faz divisa com Porto União (SC), tituladas como cidades gêmeas, limitadas por uma linha ferroviária, uma complementa a outra, tal a importância e integração para a região que são conhecidas como Porto União da Vitória. Para o cálculo de vagas oferecidas e taxa de escolarização bruta definiu-se uma área de abrangência geográfica de 150 Km da IES. Assim, a área de abrangência geográfica da instituição foi composta pelos municípios de Antônio Olinto/PR, Bituruna/PR, Caçador/SC, Calmon/SC, Canoinhas/PR, Clevelândia/PR, Cruz Machado/PR, General Carneiro/PR, Irati/PR, Irineópolis/SC, Itaiópolis/SC, Major Vieira/SC, Mallet/PR, Matos Costa/PR, Paula Freitas/PR, Paulo Frontin/PR, Pinhão/PR, Porto União/SC, Porto Vitória/PR, Rebouças/PR, Rio Azul/PR, São João do Triunfo/PR, São Mateus do Sul/PR, Três Barras/PR e União da Vitória/PR, totalizando uma população de 507.629 habitantes. Levantaram-se, junto ao site do INEP, as instituições, cursos, número de vagas oferecidas e diploma conferido nos municípios citados. 14 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Assim, chegou-se ao número de 6363 vagas oferecidas pelas instituições de ensino superior da região. Porém, como não foi possível estabelecer o número de vagas efetivamente ocupadas, supõe-se que o número de alunos cursando o ensino superior na região seja menor, apesar de ser possível que residentes nos municípios pesquisados estejam matriculados em instituições que não foram incluídas na área de abrangência. Número de vagas oferecidas na região União da Vitória Centro Universitário de União da Vitória - UNIUV Curso Administração Ciências Contábeis Ciências Econômicas Comunicação Social Comunicação Social - Relações Públicas Educação Física Educação Física Engenharia Ambiental Engenharia Civil Engenharia Industrial da Madeira Informática de Gestão Licenciatura em Informática Secretariado Executivo Turismo Vagas 100 50 160 50 60 60 60 60 60 50 60 100 60 60 Diploma Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Licenciatura Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Licenciatura Bacharelado Bacharelado Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória - Uniguaçu Curso Educação Física Enfermagem Farmácia Fisioterapia Medicina Veterinária Nutrição Serviço Social Vagas 100 100 100 100 100 100 100 Diploma Licenciatura Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória - UNIGUAÇU Curso Vagas Diploma 15 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Agronomia Sistemas de Informação 100 50 Bacharelado Bacharelado Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória - UNIGUAÇU Curso Administração Direito Vagas 250 80 Diploma Bacharelado Bacharelado Faculdade Estadual de Filosofia Ciências Letras União da Vitória - FAFI Curso Ciências Biológicas Geografia História Letras Matemática Pedagogia Química Vagas 80 40 40 120 80 33 48 Diploma Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Vagas 50 50 50 Diploma Licenciatura Bacharelado Tecnólogo 50 50 50 Bacharelado Licenciatura Bacharelado Porto União Universidade do Contestado - UnC Curso Artes Visuais Ciência da Computação Curso Superior de Tecnologia da Madeira Direito Educação Física Psicologia São Mateus do Sul Centro Universitário de União da Vitória - UNIUV Curso Sistemas de Informação Administração Vagas 60 60 Diploma Bacharelado Bacharelado Canoinhas Universidade do Contestado - UnC 16 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Curso Administração Ciências Contábeis Ciências Sociais Comunicação Social Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Marketing Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Segurança, Saúde e Meio Ambiente Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública Curso Superior de Tecnologia em Paisagismo e Jardinagem Curso Superior de Tecnologia em Papel e Celulose Curso Superior de Tecnologia em Prótese Dentária Curso Superior de Tecnologia em Radiologia Design Direito Enfermagem Engenharia em Telecomunicações Engenharia Florestal Farmácia Optometria Pedagogia Serviço Social Sistemas de Informação Turismo Vagas 100 50 50 50 50 Diploma Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Tecnólogo 50 Tecnólogo 50 Tecnólogo 60 Tecnólogo 50 Tecnólogo 50 Tecnólogo 50 Tecnólogo 50 50 50 50 50 100 50 50 50 50 50 Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Licenciatura Bacharelado Bacharelado Bacharelado Irati Universidade Estadual do Centro Oeste - UNICENTRO Curso Administração Ciências Ciências Contábeis Educação Física Engenharia Ambiental Engenharia Florestal Fonoaudiologia Geografia Vagas 40 30 40 60 40 40 30 40 Diploma Bacharelado Licenciatura Bacharelado Licenciatura Bacharelado Bacharelado Bacharelado Licenciatura 17 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR História Letras Matemática Pedagogia Psicologia Turismo Gestão Operacional Empresarial Negócios Comerciais Políticas Públicas e Gerência Municipal 40 42 40 80 30 40 100 50 50 Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Bacharelado Bacharelado Seqüencial Seqüencial Seqüencial Caçador Universidade do Contestado - UnC Curso Administração Agronomia Artes Visuais Ciências Biológicas Ciências Contábeis Curso Superior de Tecnologia em Fabricação de Papel Desenvolvimento Rural Sustentável e Agroecologia Direito Educação Física Enfermagem Engenharia Ambiental Engenharia de Controle e AutomaçãoMecatrônica Farmácia Geografia História Letras Matemática Pedagogia Psicologia Quimica Industrial de Alimentos Serviço Social Sistemas de Informação Vagas 100 50 50 50 50 50 Diploma Bacharelado Bacharelado Licenciatura Licenciatura Bacharelado Tecnólogo 50 Bacharelado 50 50 50 50 50 Bacharelado Licenciatura Bacharelado Bacharelado Bacharelado 75 50 50 50 50 50 50 50 45 50 Bacharelado Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Licenciatura Bacharelado Bacharelado Bacharelado Bacharelado Clevelândia Fundação de Ensino Superior de Clevelândia - FESC Curso Administração Vagas 60 Diploma Bacharelado 18 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Curso Superior de Tecnologia em Informática - Sistemas de Informação Geografia 40 Tecnólogo 60 Licenciatura A taxa de escolarização bruta é definida como a comparação entre a quantidade total de alunos do ensino superior, independente da idade, com a população brasileira entre 18 e 24 anos. Para o cálculo utilizaram-se dados do IBGE (censo demográfico 2000) para população total e na faixa etária de 18 a 24 anos e dados do INEP (censo da educação superior 2005) para matriculados no ensino superior. Chegou-se a uma taxa bruta de escolarização de 18, 43%, abaixo da média da região sul que era de 24,7% em 2005 e 25,0% em 2006 e também menor que a taxa nacional de 2006 (20,1%). Não foi possível se estimar a taxa de escolarização líquida (percentual da população entre 18 e 24 anos matriculado no ensino superior) já que o senso da educação superior não fornece os dados de matrículas por idade nas diferentes cidades, contudo, por definição, certamente a mesma é menor que a taxa bruta. Ainda, cabe ressaltar que tanto na taxa bruta quanto na líquida a escolarização no ensino superior na região é muito menor do que prevê o Plano Nacional de Educação, ou seja, 30% de escolarização líquida até o final da década. Calculou-se também, de acordo com os dados do censo da educação de 2006 o número total de matriculados no ensino médio na região, chegando-se a um número de 23.081, o que demonstra grande demanda local por vagas no ensino superior. Município União da Vitória/PR Porto União/SC Canoinhas/SC Antônio Olinto/PR Bituruna/PR Caçador/SC Calmon/SC Clevelândia/PR Cruz Machado/PR General Carneiro/PR População* Matriculados no Ensino Médio** 48522 2094 População entre 18 e 24 anos* 6379 Matriculados Ensino Superior*** 5263 31858 51631 7407 15994 63322 3467 18338 17667 2211 2471 287 756 2489 106 1132 677 4059 6878 872 2110 8135 399 2115 2277 712 2871 Não informado Não informado 884 Não informado 227 Não informado 13899 525 1790 Não informado 19 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Irati/PR Irineópolis/SC Itaiópolis/SC Major Vieira/SC Mallet/PR Matos Costa/SC Paula Freitas/PR Paulo Frontin/PR Pinhão/PR Porto Vitória/PR Rebouças/PR Rio Azul/PR São João do Triunfo/PR São Mateus do Sul/PR Três Barras/SC Total 52352 9734 19086 6906 12602 3204 5060 6565 28408 4051 13663 13023 12479 2424 292 658 305 617 83 234 292 1030 152 619 527 437 6509 1167 2457 831 1541 389 627 765 3617 505 1392 1559 1506 1799 Não informado Não informado Não informado Não informado Não informado Não informado Não informado Não informado Não informado Não informado Não informado Não informado 36569 1977 5020 103 11822 507629 686 23081 1444 64343 Não informado 11859 A IES, consciente de seu papel de instituição de ensino e de emancipação social, e tendo como referência os dados acima apresentados, tem uma proposta muito transparente de ensino-aprendizagem, primando pela qualidade, com a responsabilidade de ser uma entidade capaz de formar profissionais aptos a atuar com competência técnica e consciência ética. A instituição conhece a realidade social da região, e assume um compromisso público relevante com a comunidade local e regional, no sentido de ser uma instituição participante do processo de desenvolvimento econômico e social, com sustentabilidade e inclusão. Neste contexto, o Curso de Bacharelado em Educação Física, se credencia como instrumento de qualificação profissional propiciando o preparo técnico, operacional e intelectual com qualidade, para o acadêmico, no desenvolvimento de atividades de ordem corporal. Para tanto, a exigência da formação de profissionais competentes, éticos e comprometidos com o melhoramento da realidade regional e brasileira, imprime a matriz do que se espera de qualquer Instituição de Ensino Superior, também nossa principal responsabilidade. 20 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Para que esse perfil seja obtido, as práticas pedagógicas sugeridas para a condução das disciplinas visam o estabelecimento das dimensões investigativa e interativa como princípios formativos e condição central da formação profissional e da relação teoria e realidade, por meio de práticas pedagógicas, focadas na formação e participação do acadêmico, que incluem: ● apoio à iniciação científica e à produção de artigos de base científica – neste caso, pretende-se despertar o interesse pela inovação e pela crítica abrangente dos processos de formação educacional e profissional; ● atividades de pesquisa bibliográfica, utilizando-se do acervo da biblioteca e de consultas a bancos de dados da área da Saúde; ● exposição dos próprios trabalhos dos alunos por vários meios de divulgação (publicação de artigos, participação em seminários, congressos, simpósios iniciação científica na própria IES, revistas eletrônicas, etc.); ● apoio à iniciação científica e ao trabalho acadêmico interdisciplinar, sobretudo nos seguintes momentos: Estágio Supervisionado, Trabalho de Conclusão de Curso e Atividades Complementares; ● aulas práticas, a partir das disciplinas curriculares onde será trabalhado simulações de atendimento denominadas prática real e simulada, onde o contato com a demanda comunidade de União da Vitória e Porto União na apresentação de problemas submetidos a soluções jurídicas de ordem prática visam a criação de um senso crítico norteador de decisões; ● o relacionamento direto com a comunidade local e regional, pela extensão do ensino e da iniciação científica mediante cursos e serviços especiais como: prescrição de exercício físico personalizados; orientações de atividade física a grupos especiais (hipertensos, cardiopatas, idoso), treinamento em clubes e associações, atividades físicas de academia, etc), numa relação recíproca; a promoção da extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação e da iniciação científica geradas pelo curso na Instituição relacionando-se a área de atuação do bacharel em educação física. 21 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 2.3 Caracterização e objetivos do Curso A partir da idealização do curso de Bacharelado em Educação Física, as pretensões tomaram forma com a elaboração de um projeto inicial, que passou por uma fase de ampla discussão, levando em consideração as necessidades regionais, as demandas e exigências profissionais, a característica da IES e o interesse da comunidade. O projeto pedagógico do curso de Bacharelado em Educação Física, foi elaborado de forma coletiva, organizado pelo Núcleo Docente Estruturante. Sua elaboração tomou como base as diretrizes curriculares do Curso de Bacharelado em Educação Física do Ministério da Educação. A construção deste Projeto baseou-se inicialmente na proposta do Curso de Licenciatura já em funcionamento na IES, após estudo do mesmo procurou-se estabelecer o perfil do profissional que deseja-se formar no curso de Bacharelado em Educação Física, bem como as necessidades da comunidade e as restrições e abrangências inerentes a nossa realidade. Assim, a estrutura deste projeto parte de uma contextualização do curso de Bacharelado em Educação Física, segundo as diretrizes propostas pelo MEC. Para traçar as perspectivas futuras, realizou-se uma leitura possível do contexto externo em que o curso se coloca e a partir dele traçou-se possibilidades que podem nortear a construção do saber no que se refere ao bacharel em Educação Física. O projeto pedagógico é norteado por necessidades curriculares orientadas pelo Ministério da Educação, integrados e envolvidos com a atividade profissional que será desenvolvida pelo egresso do curso. O Curso está focado no conjunto de experiências de aprendizagem, organizadas em nível crescente de complexidade, capacitando o aluno ao exercício da profissão de bacharel. Dessa forma, a instalação do curso de Bacharelado em Educação Física nessa região, pretende atender aos seguintes objetivos: 22 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR a) Qualificar o bacharel em Educação Física a prestar serviços relacionados ao estudo, planejamento, execução e avaliação de programas de exercício físico em academias, clubes, associações, hotéis, etc. b) Planejar intervenções individualizadas e/ou para grupos populacionais por meio de programas de exercício físicos sistematizados, considerando as especificidades de cada grupo; excluído o ensino formal (licenciatura); c) Gerenciar empreendimentos, eventos e serviços referentes à área do bacharel em Educação Física; d) Preparar profissionais para atuar junto aos diversos segmentos da organização social, pública e particular, Instituições e Academias Especializadas, Centros Comunitários, Condomínios, Hospitais, Creches, Hotéis, Clínicas, Prestação de Serviço e tudo o mais que se relacionar com a Educação Física, o esporte, a saúde e o lazer. O curso de Bacharelado em Educação Física da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória intenta a formação geral dos profissionais da área, qualificados para a atuação em todos os campos nos respectivos ramos do Bacharelado. Com uma visão ampla e global, respeitando os princípios éticos e bioéticos, morais e culturais do indivíduo e da coletividade visando preservar, desenvolver e proteger a dignidade da pessoa, sendo um profissional voltado ao desenvolvimento científico e apto a adquirir, por iniciativa própria, conhecimentos que possam garantir uma educação continuada e permanente. O curso é fundamentado numa abordagem multidisciplinar, voltada à visão global, integrada e crítica da profissão e da atuação profissional, dotando o egresso de competência técnica, científica e administrativa. 2.3.1 Competências e Habilidades 23 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Tendo como referência os objetivos acima elencados, pretende-se possibilitar aos acadêmicos do Bacharelado em Educação Física o desenvolvimento das competências abaixo descritas. 2.3.2 Competências Gerais Os profissionais formados na Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, dentro de seu âmbito profissional, devem realizar seus serviços dentro do mais alto padrão de qualidade, devendo para tal utilizar condutas adequadas e princípios éticos. Devem ainda estar aptos a assumir posições de liderança e ser capazes de se comunicar da forma verbal, não-verbal, e deter habilidades de escrita e leitura, além de domínio de tecnologias de informação. Adicionalmente, estar consciente que para o exercício profissional devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. 2.3.3 Competências e Habilidades Específicas do Graduado/Bacharel O Curso de Graduação em Educação Física deve assegurar, também, a formação de profissionais com competência e habilidades específicas para o desenvolvimento e mediação de atividades físicas educacionais em espaços não escolares, estando aptos a: a) intervir acadêmica e profissionalmente na prevenção e promoção da saúde, da formação cultural, da educação e reeducação motora, do rendimento físico-esportivo, do lazer, da gestão de empreendimentos relacionados às atividades físicas, recreativas e esportivas; b) ser capaz de planejar, prescrever, ensinar, orientar, assessorar, supervisionar, controlar e avaliar projetos e programas de atividades físicas, recreativas e esportivas considerando os interesses, as expectativas e as necessidades das pessoas em todas as faixas etárias, assim como em grupos especiais; 24 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR c) ser capaz de conhecer, selecionar adequadamente e avaliar os efeitos da aplicação de diferentes técnicas, instrumentos, equipamentos, procedimentos e metodologias para a produção e a intervenção acadêmico profissional em Educação Física; d) demonstrar conhecimentos para participar, assessorar, coordenar, liderar e gerenciar equipes multiprofissionais de discussão, de definição e de operacionalização de políticas públicas e institucionais. 2.3.4 Perfil do Egresso O graduado em Educação Física da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória deverá estar plenamente capacitado a atuar nos diversos segmentos da organização social, pública e particular, Instituições e Academias Especializadas, Centros Comunitários, Condomínios, Hospitais, Creches, Hotéis, Clínicas, Prestação de Serviço e tudo o mais que se relacionar com a Educação Física, o Esporte, a saúde e o Lazer O Curso de Bacharelado em Educação Física da IES está fundamentado em objetivos e princípios condizentes com a realidade sócio-econômica da região, sendo que o ensino teórico e prático serão norteados e balizados para formação de egressos com as seguintes qualificações e competências: Realizar estudos e pesquisas de forma sistemática, aplicando o conhecimento adquirido através desse hábito em projetos de extensão, com objetivos de intervenção e investigação da cultura do movimento fora do contexto educacional/escolar. Dominar técnicas e metodologias que lhe permitam desenvolver progressivamente sua profissão de educador físico; Contextualizar os conteúdos específicos da área com os aspectos do mundo; Utilizar-se de recursos da tecnologia da informação e da comunicação de forma a aumentar as possibilidades do processo, para melhor atender seus clientes; 25 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Reconhecer e respeitar a diversidade em seus aspectos sociais, culturais e físicos, detectando e combatendo todas as formas de discriminação; Resolver problemas concretos da prática profissional e da dinâmica das instituições afins, zelando pela aprendizagem e pelo desenvolvimento das pessoas; Considerar criticamente as características, interesses e necessidades e as diversidades das pessoas nos momentos de planejamento, aplicação e avaliação dos programas de intervenção profissional; Demonstrar liderança na relação com as pessoas, clareza, adequação e objetividade nas formas de comunicação escrita, verbal e não-verbal promovendo o (re conhecimento da linguagem corporal) e desenvoltura no fazer didático, de modo a conduzir adequadamente sua atividade profissional. Tendo como referência as habilidades acima destacadas, e em consonância com as orientações das Diretrizes Curriculares para os Cursos Graduação em Educação Física, a Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde União da Vitória busca a formação de profissionais Bacharéis em Educação Física, com competência (conhecimentos, habilidades e atitudes) para atuar nos diversos segmentos não escolar com excelência, ética e responsabilidade social. Os conteúdos curriculares e suas respectivas cargas horárias foram definidos de forma a atender plenamente os objetivos do curso e o perfil do egresso anteriormente exposto Para isso, buscou-se abranger todas as dimensões de formação específica e ampliada, necessárias para o profissional atuar nas diversas áreas de intervenção do Bacharel em Educação Física. As disciplinas de Bases Biológicas, Bioquímica, Anatomia Humana e Fisiologia Humana buscam atender as necessidades do profissional relacionadas à biologia do corpo humano. Objetivou-se também, na escolha, os saberes necessários à relação ser humano-sociedade com as disciplinas de História da Educação Física, Sociologia e Filosofia, e Ética e Cidadania. Pensando-se na produção do conhecimento científico e tecnológico como parte essencial da formação, os conteúdos curriculares abrangeram esta dimensão com as disciplinas de Métodos de Estudo e Pesquisa, Metodologia da Pesquisa e TCC. 26 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Para atender as necessidades de conhecimento quanto à dimensão cultural do movimento humano propõem-se as disciplinas de Lazer e Recreação, Ginástica I e Atividades Rítmicas. Também essencial para a atuação profissional, o conhecimento didático-pedagógico é adquirido através de disciplinas como Comunicação e Expressão, Didática da Educação e Metodologia do Ensino da Educação Física. De forma a contemplar a necessidade técnico-instrumental do profissional de Educação Física para atuar com o movimento humano nas suas diversas áreas, o currículo contempla disciplinas como: Ginástica II, Fisiologia do Exercício, Desenvolvimento Motor, Aprendizagem Motora, Cinesiologia e Biomecânica, Cineantropometria, Bioestatística, Nutrição, Legislação Esportiva, Traumatologia e Ortopedia, Administração e Organização de Eventos, Socorros de Urgência, Treinamento Desportivo, Psicologia do Esporte, Esportes Individuais I e II, Esportes Coletivos I e II, Natação e Desportos Aquáticos, Esportes de Aventura e da Natureza, Lutas I e II, Esportes Complementares, Ginástica de Academia, Treinamento Resistido, Exercício Físico e Saúde e Educação Física Adaptada. O acadêmico tem a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos realizando os Estágios Supervisionados I e II com orientação dos docentes da Instituição. A grade curricular mostra-se atual com relação ao presente mercado de trabalho e suas tendências, como também, a demanda da própria sociedade no que diz respeito à valorização do profissional de Educação Física e suas diferentes formas de intervenção como um agente promotor da exercício físico do ensino não formal. A apresentação destes conteúdos curriculares justifica-se também pela preocupação em atender demandas regionais específicas, e a partir disso, formar profissionais que possam contribuir com o desenvolvimento regional. 2.3.5 Estrutura curricular O projeto pedagógico do Curso de Bacharelado em Educação Física da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória apresenta um currículo voltado para conteúdos essenciais relacionados com a formação humanista 27 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR e cidadã, integrado à realidade social da comunidade e do profissional da região, proporcionando formação integral, de forma ética e profissional. O currículo pleno do curso apresenta disciplinas básicas e instrumentais, teóricas e práticas, disciplinas de formação profissional e disciplinas de formação complementar. A estrutura curricular em curso está apresentada a seguir: 1º Período Código 1 2 3 4 5 6 7 Disciplina Bases Biológicas Bioquímica Anatomia Humana Comunicação e Expressão Lazer e Recreação História da Educação Física Ginástica I Total h/a 40 40 80 40 80 40 80 400 2º Período Código 8 9 10 11 12 13 Disciplina Fisiologia Humana Sociologia e Filosofia Métodos de Estudo e Pesquisa Atividades Rítmicas Socorros de Urgência Ginástica II Total h/a 80 80 40 80 40 80 400 3º Período Código 14 15 16 17 18 19 Disciplina Fisiologia do Exercício Didática do Exercício Físico Desenvolvimento Motor Bioestatística Administração e Organização de Eventos Esportes Individuais I Total h/a 80 40 80 80 40 80 400 4º Período Código 20 21 22 23 24 Disciplina Aprendizagem Motora Metodologia da Pesquisa Cinesiologia e Biomecânica Metodologia do Ensino da Educação Física Medidas e Avaliação h/a 80 80 80 40 40 28 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 25 Esportes Individuais II Total 80 400 5º Período Código 26 27 28 29 Disciplina Nutrição Esportiva Natação Optativa I Esportes Coletivos I Total h/a 40 80 80 80 280 6º Período Código 30 31 32 33 34 35 Disciplina Exercício Físico Adaptado Esportes de Aventura e da Natureza Optativa II Esportes Coletivos II Ética e Cidadania Lutas I Total h/a 80 40 80 80 40 40 360 7º Período Código 36 37 38 39 40 41 42 Disciplina Esportes Complementares Treinamento Desportivo Psicologia do Esporte Legislação Esportiva TCC Orientação para estágio Supervisionado I Estágio Supervisionado I Total h/a 80 80 80 40 80 40 200 400 8º Período Código 43 44 45 46 47 48 49 50 Disciplina Exercício Físico e Saúde Desportos Aquáticos Treinamento Resistido Ginástica de Academia Traumatologia e Ortopedia Orientação para Estágio Supervisionado II Estágio Supervisionado II Lutas II Total h/a 80 40 80 40 80 40 200 40 400 Total Sala 3160 2633 horas 29 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Estágio Supervisionado Atividades Complementares 400 horas 200 horas 2.3.6 Ementário e Bibliografia 1º PERÍODO BASES BIOLÓGICAS Ementa Aspectos morfológicos e funcionais dos componentes celulares e teciduais dos sistemas orgânicos. Origem e desenvolvimento embriológico dos tecidos e sistemas. Bibliografia Básica JUNQUEIRA, L. C. Jose. Biologia celular e molecular. 7.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. BRUCE, A. et al. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre: Artmed, 2002. DE ROBERTIS,E. M. F.; HIB, J. Bases da biologia celular e molecular. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. Bibliografia Complementar ALBERTS, B. et. alli. Biologia molecular da célula. 3.ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1997. 30 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR CORMACK, D. Fundamentos de histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. DIFIORE, M. S. H. Atlas de histologia. 7.ed. Rio JUNQUEIRA, L. C. Histologia básica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. GANONG, W. Fisiologia Médica. 17.ed. Rio de Janeiro: Pretice – Hall do Brasil, (1999, 1998) GUYTON, A. C. Tratado de fisiologia médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (2002, 1997) JUNQUEIRA, L. C. Histologia básica. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. BIOQUÍMICA Ementa Bases bioquímicas e biofísicas aplicadas à Educação Física. Caracterização e metabolismo dos principais macro e micronutrientes. Regulação do meio interno celular. Bibliografia Básica HARPER et al. Bioquímica, 9 ed. São Paulo: Atheneu, (2002, 1998, 1994). LEHNINGER, A.L. Princípios de Bioquímica, 3 ed. São Paulo: Sarvier, (2002, 2000). VOET, D. Fundamentos de bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2002. Bibliografia Complementar CHAMPE, P.C.; HARVEY, R.A. Bioquímica Ilustrada, 2 ed. Porto Alegre: Artes Médicas, (2002, 2000). CONN, E. E.; STUMPF, P.K. Introdução à Bioquímica, 4 ed. São Paulo: Edgard Blcher, (2004, 2001). 31 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR ANATOMIA HUMANA Ementa Introdução ao estudo da Anatomia. Posição anatômica, planos e eixos do corpo humano. Nomenclatura anatômica. Osteologia e sindesmologia. Anatomia sistêmica e descritiva. Estudo morfofuncional dos principais sistemas orgânicos: Sistema esquelético, articular, muscular, circulatório, respiratório, digestório, urinário, genital masculino, genital feminino, sistema nervoso. Abordagem didática teórica e prática. Bibliografia Básica JACOB, S. W. Anatomia e Fisiologia Humana. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1990. CASTRO, S. V. Anatomia Fundamental. 3 ed. São Paulo: Makron Books, 1985. SOBOTA, J. Atlas de Anatomia Humana. 21 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. Bibliografia Complementar SPENCER, A. P. Anatomia Humana Básica. 2 ed. São Paulo: Manole, 1991. NETTER, F. H. Atlas de Anatomia Humana (CD ROM). Porto Alegre: Artes Médicas, 1998. COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Ementa 32 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Noções básicas de linguagem e expressão. Os diversos tipos de textos e suas características. Leitura e análise de textos. Correção gramatical e estilística. Exercícios de expressão oral e de produção de texto. Bibliografia Básica CEGALLA,D.P. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 45 ed. Rio de Janeiro: Nacional, (2002, 1974, 2001, 1988). PLATÂO & FIORIN. Lições de textos: Leitura e redação. 4 ed. São Paulo: Ática, (2002, 2001, 1999, 2003, 1998). FARACO, C.; TEZZA, C. Prática de texto para estudantes universitários. 10 ed. Petrópolis:Vozes, (2002, 2003). Bibliografia Complementar POLITO, R. Como falar corretamente e sem inibições. 101 ed. São Paulo : Saraiva, (2002, 1995, 2003). KURY, G. Para falar e escrever melhor o português. Rio de Janeiro:Nova Fronteira, 1989. POLITO,R. Como falar de improviso e outras técnicas de apresentação. 9 ed. São Paulo: Saraiva, 2001.LIMA, C.H.R. O corpo fala: a linguagem da comunicação nãoverbal. 53 ed. Petrópolis: Vozes, (2001, 1999, 2003). LAZER E RECREAÇÃO Ementa O lazer e a recreação no contexto da Educação e da Educação Física. Políticas públicas e privadas na área do lazer e da recreação. Planejamento, desenvolvimento e avaliação das atividades recreativas. Técnicas e aplicação de atividades. Recreação adaptada. O lazer como fator de promoção de saúde e qualidade de vida. 33 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Bibliografia Básica PIMENTEL. G. Lazer fundamentos, estratégias e atuação profissional. São Paulo: Fontoura, 2003. MELO, V. Folclore Infantil: acalantos, parlendas, adivinhas, jogos populares, cantigas de roda acalantos, parlendas, adivinhas, jogos populares, cantigas de roda. Belo Horizonte: Itatiaia. s.d. WAICHMAN, P. Tempo livre e recreação. 4 ed. Campinas: Papirus, 1997. Bibliografia Complementar CIVITATE, H. Jogos de salão – Recreação. 2 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2002. CIVITATE, H. Jogos Recreativos: para clubes, academias, hotéis, acampamentos, spas e colônias de férias. 2 ed. Rio de Janeiro: Sprint. 2001. HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA Ementa Evolução histórica da Educação Física e dos Esportes no mundo e no Brasil. Análise das concepções históricas da Educação Física e dos Esportes. Bibliografia Básica PEREIRA, Flávio M. Dialética da cultura física: introdução à crítica da educação física do esporte e recreação. São Paulo: Ícone, 1988. TUBINO, Manoel José Gomes. O esporte no Brasil: do Período Colonial aos nossos dias. São Paulo: IBRASA, 1997. (Biblioteca Educação Física e Desportos, v.23). KUNZ, Elenor. Transformação didático-pedagógica do esporte. 4.ed. Ijuí: UNIJUÍ, (2001, 2003). 34 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Bibliografia Complementar CASTELLANI FILHO, Lino. Educação física no Brasil: a história que não se conta. São Paulo: Papirus, 1988. GO TANI et al. Educação física escolar: fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista. São Paulo: EPU, (2001, 2002). SANTOS, Joel Rufino dos. História política do futebol brasiliense. São Paulo: Brasiliense, 1981. GINÁSTICA I Ementa Historia e evolução da ginástica no mundo e no Brasil. Fundamentos teóricopráticos da ginástica pedagógica. Estudo das capacidades físicas. Utilização dos movimentos e materiais próprios da Educação Física na elaboração das atividades ginásticas. Ginástica dentro do contexto educacional. Conhecimento e ampliação da terminologia gímnica, descrição de exercícios e vivência em ginástica. Bibliografia Básica BRICOT, B. Posturologia. 2 ed. São Paulo: Ícone. (2001, 2004). TREUHERZ. R.M. Educação física: exercícios básicos e específicos. 2 ed. São Paulo: Maltese, 1996. SOARES. C. L .Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez. 2002. Bibliografia Complementar TUBINO, M. J. As qualidades físicas na Educação Física e nos Desportos. 7 ed. Fórum, (1996, 1979). ANDERSON, Bob. Alongue-se. 23.ed. São Paulo: Summus, 1983. 35 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 2º PERÍODO FISIOLOGIA HUMANA Ementa Organização Funcional do corpo humano. Controle do meio interno. Princípios de eletrofisiologia. Fisiologia cardiocirculatória, respiratória, digestória, renal e endócrina. Mecanismos neurais de controle. Mecânica das contrações musculares. Metabolismo energético. Bibliografia Básica GUYTON, A. C.; HALL, J. E.. Tratado de Fisiologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (1997, 2002, 1986). McARDLE, W. D.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. Fisiologia do Exercício - energia, nutrição a desempenho humano. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (2003, 1998). SILVERTHORN, D. V. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 2 ed. São Paulo: Manole, 2003. Bibliografia Complementar AYRES, M. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. BERNE, R. M.; LEVY, M. N. Fisiologia. Rio de Janeiro: Guanabara, 2000. SOCIOLOGIA E FILOSOFIA Ementa 36 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR O estudo da sociedade humana, o homem e suas relações sociais. O contexto social e a atuação do indivíduo enquanto componente das múltiplas relações sociais. A Educação Física como meio de socialização seus problemas e perspectivas. Os pressupostos básicos da área de Educação Física e suas relações com a área da Filosofia. A abordagem fenomenológica do corpo e suas implicações pedagógicas. Bibliografia Básica GONÇALVES, M. A. S. Sentir, pensar, agir – corporeidade e educação. 7 ed. Campinas: Papirus, 1994. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, M. A. Sociologia Geral. São Paulo: Atlas, 2006. DAOLIO, Jocimar. Da cultura do corpo. 8.ed. São Paulo: Papirus, 2004. Bibliografia Complementar ÀVILA, Fernando Bastos. Introdução à sociologia. 5 ed. São Paulo: Livraria Agir, (1977, 1970) ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000. BERGER, Peter. Perspectivas Sociológicas: uma visão humanística. Petrópolis: Vozes, (1976, 1983, 1972). CHINOY, Ely. Sociedade: uma introdução à sociologia. 9 ed. São Paulo: Cultrix, (1984, 1971, 1975, 1972, 1976, 1965, 1977, 1983). DELLA TORRE, M B L. O homem e a sociedade: uma introdução à sociologia. 15 ed. Rio de Janeiro: Companhia Editora Nacional, (1989, 1977). ELIAS, Norbert; SCOTSON John L. Os estabelecidos e os outsiders. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000. TURNER, H. Jonathan. Sociologia conceitos e aplicações. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2000. BOURDIEU, P. O poder simbólico. 4 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. BOTTOMORE, T B. Introdução à sociologia. 9 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1983. WEBER, Marx. Metodologia das Ciências Sociais. São Paulo: Cortez, 1993, 1999, 2001, 2002. 37 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR CAVALCANTI, Clovis. Desenvolvimento e natureza: estudos para uma sociedade sustentável. 4º ed. São Paulo: Cortez, 2003. FOCUALT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979. ROUSSEAU. Jean Jacques. Do contrato social e discurso sobre a economia política. São Paulo: hemus, 1981. SZMRECSÀNYI, Tamás, QUEDA, Oriovaldo. Vida rural e mudança social. 2ª ed. São Paulo: Cia. editora nacional, 1976. ROMERO, Elaine. Corpo, Mulher e Sociedade. Campinas: Papirus, 1985. MENDRAS, Henri. Princípios de sociologia: uma iniciação à análise sociológica. 5 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1978. BARBOSA, C. L. A. Educação Física e filosofia: a relação necessária. Petrópolis: Vozes, 2005. MÉTODOS DE ESTUDO E PESQUISA Ementa Construção de textos e trabalhos academicos. Leitura e Fichamento. Normas técnicas. Organização de apresentações acadêmicas. Pesquisa em bases de dados. Bibliografia Básica ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001. MARCONI, Maria de A. e LAKATOS, Eva M. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2001. PLATÂO & FIORIN. Lições de textos: Leitura e redação. 4 ed. São Paulo: Ática, (2002, 2001, 1999, 2003, 1998) Bibliografia Complementar 38 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR MINAYO, M. C de S. O desafio do conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde. Porto União: Hucitec, 2004. THOMAS, J. R.; NELSON, J. K. Métodos de pesquisa em atividade física. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2002. ATIVIDADES RÍTMICAS Ementa Contextualização da dança através dos tempos. Dança como forma de vivenciar a corporeidade e desenvolver a expressão criadora. Estudo básico dos ritmos e suas aplicabilidades no movimento corporal. Elementos básicos da dança: ritmo, espaço, fluência e dinâmica. Expressão Corporal e Improvisação. Breve abordagem da história da dança. Estudos coreográficos. Danças folclóricas. Brinquedos cantados. Bibliografia Básica WOSIEN, B. Dança: um caminho para a totalidade. São Paulo: Trion, 2000. GARAUDY, R. Dançar a vida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. SAMPAIO, F. Ballet essencial. 3 ed. Rio de Janeiro: Sprint. 2001. Bibliografia Complementar BOURCIER, Paul. História da Dança no Ocidente. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2001. FERNANDES, C. O corpo em movimento: o sistema Laban/bartenieff na Formação e pesquisa em artes cênicas. São Paulo: Annablume, 2002. LABAN, Rudolf. Domínio do movimento. São Paulo, Summus Editorial, 1978. NANNI, Dionísia. Dança – Educação: pré-escola à universidade. Rio de Janeiro, Sprint, 2003. SOCORROS DE URGÊNCIA 39 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Ementa Conceito de emergência e de urgência. Procedimentos a serem executados em situações de urgência. Materiais de primeiro atendimento necessários para a prestação de socorro. Causas de lesões referentes à prática do esporte e suas peculiaridades. Bibliografia Básica NOVAES,J. da S.; NOVAES, G. da S. Manual de Primeiros Socorros na Educação Física. Rio de Janeiro: Sprint LTDA, 1994 (6.ex.) ERAZO, G.C. Manual de urgências em pronto-socorro. Rio de Janeiro: Medsi, 2002. CARVALHO, M. G. Atendimento pré-hospitalar para enfermagem: suporte básico e avançado de vida. São Paulo: Iátria, 2004. Bibliografia Complementar SENAC.DN. Primeiros Socorros./ Paulo Bruno; Mercilda Bartman. Rio de Janeiro: SENAC / DN / DFP,1997. SIESSERE, Sonia (tradução). Manual de Primeiros Socorros. 1ª Ed. São Paulo: Ática, 2003. FLEGEL, Melinda J.. (tradução). Primeiros Socorros no Esportes. São Paulo: Manole, 2002. GINÁSTICA II Ementa Formas esportivas de ginástica e seus aspectos histórico e conceituais, Fundamentos das modalidades ginásticas, procedimentos e vivências que favoreçam a aprendizagem; estudo e análise das técnicas de execução e aperfeiçoamento de seus elementos básicos, preparação de ginastas; formação de equipes e organização de competição; regras. Bibliografia Básica 40 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR VIEIRA, E. A. Ginástica Rítmica Desportiva. 4 ed. São Paulo: Ibrasa, 1999. NUNOMURA, M; NISTA-PICCOLO, V. L. Compreendendo a ginástica artística. São Paulo: Phorte, 2005. BREGOLATO, Roseli Aparecida. Cultura corporal da ginástica : livro do professor e do aluno. São Paulo : Ícone, 2003. Bibliografia Complementar GAIO, R. Ginástica Rítmica Desportiva "popular": Uma proposta educacional. São Paulo: Robe Editorial, 1996. CARRASCO, R. Ginástica Olímpica: pedagogia dos aparelhos. São Paulo: Manole, 1982. MARTINS, S. Ginástica Rítmica Desportiva: Aprendendo passo a passo. Rio de Janeiro: Shape, 2000. Confederação Brasileira de Ginástica. Código de pontuação em Ginástica Rítmica: Ciclo 2005-2008. Disponível em: www.cbginastica.com.brLAFFRANCHI, B. Treinamento desportivo aplicado à Ginástica Rítmica. Londrina: Unopar, 2001. 3º PERÍODO FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO Ementa Principais alterações e adaptações fisiológicas decorrentes do exercício agudo e crônico nos sistemas respiratório, cardiovascular, neuromuscular e endócrino. Sistemas de transferência de energia. Exercício em diferentes situações ambientais. Bibliografia Básica 41 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR McARDLE, W. D.; KATCH, F. I.; KATCH, V. L. Fisiologia do Exercício - energia, nutrição a desempenho humano. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, (2003, 2001, 1998). WILMORE, J. H.; COSTIL, D. L. Fisiologia do esporte e do exercício. 2. ed. São Paulo: Manole. 2001. POWERS, S. K.; HOWLEY, E. T. Fisiologia do exercício. 3. ed. São Paulo: Manole, 2000. Bibliografia Complementar FOSS, M. L.; KETEYIAN, S. J. Fox bases fisiológicas do exercício e do esporte. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. DIDÁTICA DO EXERCÍCIO FÍSICO Ementa Desenvolvimento histórico da didática e seus fundamentos no âmbito da pedagogia. Planejamento de ensino no enfoque político, social, humanista e técnico. Recursos e métodos didáticos. Planejamento, aplicação e avaliação. Bibliografia Básica BORDENAVE, J.D. / PEREIRE, A. M. Estratégias de Ensino – aprendizagem. Vozes,(1999, 2002, 2004). KUNZ, E. Didática da Educação Física. Ijuí: Unijuí, 2003. KUNZ, E. Transformação Didático Pedagógica do esporte. 4ª Ed. Ijui,Unijuí, 2001. Bibliografia Complementar 42 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR CANDAU, V.M. (org) Rumo a uma Nova Didática. Vozes, 2000, 2002. NERICI, I.G. Didática uma Introdução, 2ª Ed.Atlas, S.P. 1993. DESENVOLVIMENTO MOTOR Ementa Conceitos básicos do desenvolvimento humano. Características desenvolvimentistas em diferentes faixas etárias; Fatores que influenciam o processo de desenvolvimento motor do ser humano; Estudo da seqüência do desenvolvimento motor; Modelos de desenvolvimento; Aquisição de padrões fundamentais de movimento; Bibliografia Básica GALLAHUE, D. L, OZMUN, J, C. Compreendendo o Desenvolvimento Motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos. 2.ed. São Paulo: Phorte, 2003, 2005. ROSA NETO, F. Manual de avaliação motora. Porto Alegre: Artmed, 2002. PAPALIA, D. E.; OLDS, S. W. Desenvolvimento humano. 7.ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. Bibliografia Complementar KOLB, B.; WHISHAW, I. Q. Neurociência do comportamento. Barueri: Manole, 2002. HAYWOOD, K. M, GETCHELL, N. Desenvolvimento Motor ao longo da vida. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. ECKERT, H. M. Desenvolvimento Motor 3.ed. São Paulo: Manole, 1993. LE BOULCH, J. Educação psicomotora: a psicocinética na idade escolar. 2.ed. Porto Alegre: Artmed, 1988. PIRET, S.; BÉZIERS, M. M. A coordenação motora: aspecto mecânico da organização psicomotora do homem. 2.ed. São Paulo: Summus, 1992. 43 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR BIOESTATÍSTICA Ementa Noções dos diferentes tratamentos estatísticos de dados: Análise descritiva, análises inferênciais (correlação, testes de diferenças de médias). Métodos estatísticos não-paramétricos. Bibliografia Básica VIEIRA, Sonia. Introdução à Bioestatística. 3 ed. Rio de Janeiro. Campus, 1980. JACQUES, Sidia M. Callegari, Bioestatística: Princípios e Aplicações, Artmed editora, 2003. FONSECA, Jairo Simon da, MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística. 6 ed. São Paulo: Atlas, 1996. Bibliografia Complementar JEKEL, J. F. Epidemiologia, Bioestatística e Medicina Preventiva. Artmed editora, 2006, 2005, 1999. THOMAS, J. R.; NELSON, J. K. Métodos de pesquisa em atividade física. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2002. ADMINISTRAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS Ementa Teoria geral da administração. Estudo da clientela, planejamento, organização, execução e avaliação. Organização de eventos em setores como: academias, escolas e clubes. Bibliografia Básica 44 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR DRUCKER, P. F. Introdução à administração. São Paulo: Pioneira, 2002. CAPINUSSU, J. M. Competições desportivas: organização e esquemas. São Paulo: IBRASA, 1986. ROCHE F. P. Gestão Desportiva: planejamento estratégico nas organizações desportivas. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. Bibliografia Complementar MAXIMINIANO, A. C. A. Introdução à asministração. São Paulo: Atrás, 2000. CAPINUSSU, J. M. Administração desportiva moderna. São Paulo: IBRASA, 2002. CAPINUSSU, M. J. Teoria organizacional da educação Física e desporto. 4 ed. São Paulo: Ibrasa, 1987. ESPORTES INDIVIDUAIS I Ementa Conceito do Atletismo, Histórico, Evolução e Importância do Atletismo, Classificação e Definições das Provas de Corridas. Técnicas e Metodologia do Ensino do Atletismo. Processos Pedagógicos das diversas provas atléticas; Organização de competições. Bibliografia Básica FERNANDES, J.L. Atletismo: Corridas. São Paulo: EPU, 2003. FERNANDES, J. L. Atletismo: Os saltos. São Paulo: EPU, 2003. FERNANDES, J. L. Atletismo: Arremessos. São Paulo: EPU, 1978. Bibliografia Complementar KIRSCH, A. KOCH, E. Antologia do atletismo: metodologia para iniciação em escolas e clubes. Rio de Janeiro: Ao livro técnico. 1993. CONFEDERAÇÃO Brasileira de Atletismo – Regras Oficiais de Atletismo.2004-2005Sprint. 2004. SANT, J. R. Metodologia Del atletismo. Editorial Paidotribo. Barcelona. 1991. 45 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 4º PERÍODO APRENDIZAGEM MOTORA Ementa Conceituações básicas em aprendizagem motora. Bases neurológicas do movimento. Fatores que influenciam na aprendizagem. Teorias e estudo do desempenho motor. Métodos, técnicas e avaliação da aprendizagem. Bibliografia Básica MAGILL, R. Aprendizagem motora: conceitos e aplicações. São Paulo: Edgard Blucher, 2000. SCHIMIDT, R. Aprendizagem e performance motora: dos princípios à prática. São Paulo: Movimento, 2001. KOLB, Bryan; WHISHAW, Ian Q. Neurociência do comportamento. São Paulo : Manole, 2002. Bibliografia Complementar FONSECA, V. Manual de observação psicomotora: significação psiconeurológica dos fatores psicomotores. Porto Alegre : Artmed, 1995. MELLO, A. M. Psicomotricidade, Educação Física e Jogos Infantis. IBRASA. TANI, G.; MANOEL, E. J.; KOJUBUN, E.; PROENCA, J. E. Educação Física Escolar: fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista. 4.ed. São Paulo : EPU, 2001,2002. 46 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR METODOLOGIA DA PESQUISA Ementa O método científico e outras formas de conhecimento. Tipos de pesquisa. Estruturação do projeto e relatório de apresentação da pesquisa. Instrumentos de coleta de dados. Bibliografia Básica ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999,2001, 2002. GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4 ed. São Paulo: Atlas, 2002. MARCONI, Maria de A. e LAKATOS, Eva M. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1991,2000,2003,2006. Bibliografia Complementar MINAYO, M. C de S. O desafio do conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde. Porto União: Hucitec, 2004. THOMAS, J. R.; NELSON, J. K. Métodos de pesquisa em atividade física. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2007. CINESIOLOGIA E BIOMECÂNICA Ementa Princípios fundamentais da mecânica. Mecânica do movimento humano e sua relação com equipamentos. Aplicação dos fundamentos biomecânicos na aprendizagem, exercício e esporte. Avaliação quantitativa e qualitativa do movimento humano. 47 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Bibliografia Básica LEHMKUHL, L. D. & SMITH, L. K.. Cinesiologia clínica de Brunnstrom. 5. ed. São Paulo: Manole, 1997. NORDIN, Margareta; FRANKEL, Victor H.. Biomecânica do sistema musculoesquelético. 3. ed. 2003. 401 p. RASCH, Philip J.. Cinesiologia e anatomia aplicada. 7 ed. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan, 1991. Bibliografia Complementar FORNASARI, Carlos A.. Manual para estudo da cinesiologia. São Paulo: Manole, 2001. HALL, Susan J. Biomecânica básica. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. HAMILL, Joseph e KNUTZEN, Katleen M. Bases biomecânicas do movimento humano. São Paulo: Manole, 1999. HISLOP, Helen J.; MONTGOMERY, Jaqueline. Provas de função muscular: técnicas e exame manual. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1996. KAPANDJI, I. A.. Fisiologia articular: esquemas comentados de mecânica humana – membro superior. 5 ed. v 1. São Paulo: Manole, 1990. METODOLOGIA DO ENSINO DA EDUCAÇÃO FÍSICA Ementa Análise das principais abordagens pedagógicas/tendências metodológicas que orientam o ensino da Educação Física. Fatores que interferem no processo de ensino-aprendizagem. Os conteúdos no ensino da Educação Física. Bibliografia Básica KUNZ, E.(org.). Didática da Educação Física. Ijuí: Editora Unijui, 2001. 3.v. 48 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR BORDENAVE, J.D.; PEREIRE, A. M. Estratégias de Ensino – aprendizagem. Vozes,(1999, 2002, 2004). KUNZ, E. Transformação Didático Pedagógica do esporte. 4ª Ed. Ijui,Unijuí, 2001. Bibliografia Complementar TAFFAREL, C. N. Z. Criatividade nas aulas de Educação Física. Rio de Janeiro Ao Livro Técnico, 1985. CANDAU, V.M. (org) Rumo a uma Nova Didática. Vozes, 2000, 2002. NERICI, I.G. Didática uma Introdução, 2ª Ed.Atlas, S.P. 1993. ESPORTES INDIVIDUAIS II Ementa Conceitos, classificação, técnicas, regras e particularidades dos principais esportes individuais, como o xadrez, tênis de campo e de mesa badmigton squash e outros e sua metodologia aplicada a realidade. Bibliografia Básica MESQUITA, Paulo. Tênis : regras, tática, técnica. São Paulo : COMPANHIA BRASI, 1980. FARIA, Eduardo. Tênis e saúde: guia básico e condicionamento físico São Paulo : Manole, 2002. TRIFUNOVIC. Petar. VUKOVIC. Sava. Xadrez regras. Barcarena editorial 2003. Bibliografia Complementar CONFEDERAÇÃO Brasileira de Tenis de mesa – Regras Oficiais de tenis de mesa.1985 Palestra 1985. TIRADO, Augusto C. S. B.; SILVA, Wilson da. Meu primeiro livro de xadrez : curso para escolares. 6.ed. Curitiba : Autor, 2005. 49 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR MEDIDAS E AVALIAÇÃO Ementa Técnicas de mensuração e avaliação do desempenho humano. Baterias de testes de aptidão física. Medidas antropométricas. Avaliação da composição corporal. Bibliografia Básica FERNANDES FILHO, J. A Prática da Avaliação Física. 2 ed. Rio de Janeiro: Shape, 2003. MARINS J.C.B. e GIANNICHI R.S. Avaliação e Prescrição da Atividade Física. 3 ed. RJ: Shape, 2003. CARNAVAL, P.E. Medidas e avaliação em Ciências do Esporte. Rio de Janeiro. Sprint,1998. Bibliografia Complementar HEYWARD, V. H.; STOLARCZYC, L. M. Avaliação da Composição Corporal Aplicada. 1 ed. São Paulo: Manole, 2000. PETROSKI, E. Antropometria: técnicas e padronizações. Pallotti. Porto Alegre: 2003. NORTON N. K. E OLDS T. Antropométrica. Artmed, Porto Alegre. 2005. 5º PERÍODO NATAÇÃO Ementa 50 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Adaptação ao meio líquido. Teoria e prática dos quatro estilos de nado. Metodologia do ensino da natação. Regras e arbitragem na natação. Técnicas de salvamento aquático. Bibliografia Básica PALMER, M. A ciência do ensino da natação. São Paulo: Manole, 1990. MAGLISCHO, E. Nadando Ainda Mais Rápido. São Paulo: Manole, 1999. Cateau, R. Garoff. G. O ensino da natação. 3 ed. S. Paulo: Manole. 1990. Bibliografia Complementar Cabral.F. Sanderson C. Souza. W. A. Natação mil exercícios. 4 ed. Rio de Janeiro. Sprint 2001. Machado. D.C.C. Metologia da natação. S. Paulo. Pedag. e Un. 1978. Mansoldo. A.C. A iniciação dos 4 nados. S. Paulo. Ícone. OPTATIVA I Ementa O Acadêmico deverá escolher uma disciplina de mesma carga horária nos cursos de Fisioterapia, Nutrição, Enfermagem, Farmácia, Administração, Direito e Serviço Social. Poderá ainda escolher a disciplina de LIBRAS (língua brasileira de sinais). A ementa e bibliografias são específicas à disciplina escolhida. NUTRIÇÃO ESPORTIVA Ementa 51 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Estudo dos alimentos e dos nutrientes. Princípios da nutrição aplicados ao exercício e ao esporte. Complementação, suplementação e ergogênicos nutricionais Bibliografia Básica MAHAN, L. K. & STUMP, S. E. Krause Alimentos, Nutrição & Dietoterapia. 10ed.. São Paulo: Roca, 2002. BACURAU, R. F. Nutrição e suplementação desportiva. 2ª ed. Guarulhos: Phorte, 2001. CLARK, N. Guia de Nutrição Esportiva. Porto Alegre: Artmed, 2002. Bibliografia Complementar SIZER, F. S.; WHITNEY, E. N. Nutrição: Conceitos e Controvérsias. São Paulo: Manole, 2003. SHILS, M. E.; OLSON, J. A.; SHIKE, M.; ROSS, A. C. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença. 9 ed..São Paulo: Manole. 2003. ESPORTES COLETIVOS I Ementa Conceito, evolução e importância dos esportes coletivos. Histórico, caracterização, sistematização tática e regras das modalidades de basquetebol, voleibol e handebol. Ensino e especialização das técnicas (fundamentos). Bibliografia Básica FERRREIA, A. E.X.: DE ROSE JÚNIOR, D. Basquetebol: técnicas e táticas: uma abordagem didática pedagógica. São Paulo : Pedagógica. 2003. ROSE, J.R.D.: TRICOLI, V. Basquetebol: uma visão entre ciência e prática. São Paulo: Manole, 2005. 52 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR SIMÕES, A C. Handebol defensivo: conceitos e táticas. São Paulo : Phorte Editora. 2002. EHRET, A. Manual de handebol: treinamento de base para crianças e adolescentes. São Paulo : Phorte Editora. 2002. American Sport Education Program. Ensinando voleibol para jovens. 2 ed. São Paulo : Manole, 1999. BOJIKIAN, J.M.C. enisnando voleibol. 2 ed. São Paulo : Phorte Editora, 2003. Bibliografia Complementar DAIUTO, M. Basquete: origem e evolução. São Paulo : Iglu, 1991. ALMEIDA, M.B. Basquetebol: iniciação. 3 ed. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro : Sprint, 2002. COUTINHO, N.F. Basquetebol na escola. 2 ed. Rio de Janeiro. Sprint. 2003. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BASQUETEBOL. Regras oficiais. Rio de Janeiro: Sprint. SANTOS, L.R.G. Handebol, 1000 exercícios. 4 ed. Rio de Janeiro : Sprint. 2004. SANTOS. A L.P. Manual de mini-handebol. São Paulo : Phorte Editora. 2003. SIMÕES. A C. Handebol defensivo: conceitos e táticas. São Paulo : Phorte Editora, 2002. CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE HANDEBOL. Regras oficiais de handebol e beach handball. Rio de Janeiro : Sprint. SUVOROV, Y.P. Voleibol iniciação. 4 ed. Rio de Janeiro: Sprint. 2002. 6º PERÍODO EXERCÍCIO FÍSICO ADAPTADO Ementa Aspectos sociais e político-educacionais das deficiências na história da humanidade. Estudo das características, causas e efeitos de deficiências físicas e mentais. O portador de deficiência, suas necessidades especiais e sua capacidade de inclusão/integração. Valores da atividade física, do lazer e dos esportes. 53 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Interdisciplinariedade e seus benefícios. Políticas públicas, planejamento de espaços e atuação do profissional. Bibliografia Básica AMARAL, Lígia Assumpção. Conhecendo a deficiência (em companhia de Hércules). São Paulo: Robe Editorial, 1995. 205 p. ARCHER, Ricardo Battisti. Natação adaptada: metodologia de ensino dos estilos crawl e peito com fundamentação psicomotora para alunos Síndrome de Down. São Paulo: Ícone, 1998. 83 p. BIANCHETTI, Lucídio (Org.) ; FREIRE, Ida Maria (Org.). UM OLHAR sobre a diferença: interação, trabalho e cidadania. 6.ed. Campinas: Papirus, 2004. 223 p. (Série Educação Especial). FONSECA, V. Educação Especial. Programa de Estimulação precoce. Uma introdução às idéias de Feurstein. Artmed, PA. 2 ed. 1995. GLAT, Rosana. A integração social dos portadores de deficiências: uma reflexão. Rio de Janeiro: Sette Letras, 1998. 54 p. (Questões Atuais em Educação Especial, v.1). GORGATTI, M.G., COSTA, R.F. Atividade Física Adaptada. Qualidade de vida para pessoas com necessidades especiais. Ed. Manole, SP, 2004. RIBAS, João Baptista Cintra. O que são pessoas deficientes. 6.ed. São Paulo: Brasiliense, 2003. 99 p. (Primeiros Passos, 89). ROSADAS, S.C. Educação Fisica Especial para Deficientes. Editora Atheneu, RJ. 4 ed., 1998. Bibliografia Complementar BRASIL. Ministério da Educação. Curso de capacitação de professores multiplicadores em Educação Física Adaptada [gravação de vídeo]. Brasília: Ministerio da Educação, [200-]. 7 fitas de video. BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN): ensino médio. Brasília: MEC, 2002. 359 p. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. PARÂMETROS Curriculares Nacionais (PCN): ensino fundamental. Brasília: Secretaria de Educação Fundamental, 1997. 10 v. 54 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR CIDADE, R.E.A.; Freitas, P.S. Introdução a Educação Física e ao Desporto para Pessoas Portadoras de Deficiência. Editora UFPR, Curitiba, 2002. PALMER, M.L.; TOMS J.E. Treinamento Funcional dos Deficientes Fisicos. Ed. Manole, 2 edição, SP.1998. ESPORTES DE AVENTURA E DA NATUREZA Ementa Conceituações básicas em ecologia, biodiversidade, ecorregiões e legislação ambiental. Conceitos, históricos, necessidades geográficas (locais de prática), equipamentos, técnicas, segurança e prática de esportes de aventura e da natureza. Inclusão pedagógica destas práticas. Atuação do profissional e mercado de trabalho. Bibliografia Básica BRUHNS, H. T. Lazer e meio ambiente: corpos buscando o verde e a aventura. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 18, n 2, 1997. COSTA, L. P. Meio Ambiente e desporto: uma perspectiva internacional. Introdução. Porto: Universidade do Porto. 1997. COSTA, V. L. M. Esportes de aventura e risco em alta montanha. São Paulo: Editora Manole, 2000. GRUN, M. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. Campinas, SP: Papirus, 1995. Bibliografia Complementar GUEDES, R. D. Um estudo sobre as características das atividades físicas de aventura na natureza (AFAN) do ponto de vista de seus praticantes em Florianópolis. Florianópolis, 1998. 63p., Monografia (Graduação em Educação Física) – Centro de Educação Física Fisioterapia e Desportos, Universidade do Estado de Santa Catarina, 1998. 55 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR INÁCIO, H. L. D. Educação Física e a ecologia: dois pontos de partida para o debate. Revista Brasileira de Ciências do Esporte, v. 18, n. 2, 1997. PELEGRINI FILHO, A. Ecologia, cultura e turismo. Campinas, SP: Papirus, 1993. SAMULSKI, D. Psicologia do esporte. 1. ed. Barueri: Manole, 2002. 380 p. TAHARA, A. K., SCHWARTZ, G. M. Atividade de aventura na natureza: investindo na qualidade de vida. Motriz, v. 9, n.1, Jan-Jun 2003. WEINBERG, R. S.; GOULD, D. Fundamentos da psicologia do esporte e do exercício. 2 ed. São Paulo: Artmed, 2001. OPTATIVA II O Acadêmico deverá escolher uma disciplina de mesma carga horária nos cursos de Fisioterapia, Nutrição, Enfermagem, Farmácia, Administração, Direito e Serviço Social. Poderá ainda escolher a disciplina de LIBRAS (língua brasileira de sinais). A ementa e bibliografias são específicas à disciplina escolhida. ESPORTES COLETIVOS II Ementa Conceito, evolução e importância dos esportes coletivos. Histórico, caracterização, sistematização tática e regras das modalidades de futebol e futsal. Ensino e especialização das técnicas (fundamentos) das modalidades citadas anteriormente. Bibliografia Básica FRISSELI, A. ; MANTOVANI, M. Futebol – Teoria e Prática. Phorte. MUTTI, D. Futsal. Hemus. FONSECA, G. M. Futsal – Treinamento para Goleiros. Sprint. Bibliografia Complementar 56 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR BORSARI. Futebol de Campo. Sprint. DIEM, L. Esportes para crianças: uma abordagem pedagógica. Beta. FONSECA, G. M. Futsal – Treinamento para Goleiros. Sprint. FRISSELI, A. / MANTOVANI, M. Futebol – Teoria e Prática. Phorte. MELO, R. S. Jogos recreativos para Futebol. Sprint. MUTTI, D. Futsal. Hemus. TOLUSSI, C. Futebol de salão: tática, técnica e história. Brasipal. MURRAY, B. Uma história do futebol. Hedra. Regras Oficiais de Futebol : Sprint. ÉTICA E CIDADANIA Ementa Dimensão pessoal e profissional das relações entre corpo docente, corpo discente e comunidade. A ética e Deontologia da Educação Física. A ética na Educação Física: Desafios atuais no Brasil. Ética e Docência na Educação Física. Ética no esporte, Ética Profissional. A crise Ética da Sociedade Brasileira e a Intervenção do Profissional da Educação Física. Bibliografia Básica TOJAL. João Batista. (org) A ética Profissional na Educação Física. Rio de Janeiro: Shape: CONFEF, 2004. ____________________. A ética e a bioética na preparação e na intervenção do Profissional de Educação Física. Belo Horizonte: Casa da Educação Física, 2006. Bibliografia Complementar COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 2002. 119 p. (Magistério. 2ºGrau. Série Formação do Professor). FREIRE, João Batista. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. 4.ed. 57 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR São Paulo: Scipione, 2002. 224 p. (Pensamento e Ação no Magistério). GO TANI et al. Educação física escolar: fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista. São Paulo: EPU, 2001. 150 p KUNZ, Elenor. Transformação didático-pedagógica do esporte. 4.ed. Ijuí: UNIJUÍ, 2001. LUTAS I Ementa Conceituação. História. Filosofia. Regras e prática das lutas: Judô, Caratê, Luta Olímpica e Capoeira. O ensino das lutas. Bibliografia Básica OTOSHI, C. dicionário de artes marciais: Judô para crianças. Rigel, 1995. BAPTISTA, C. F. S. Judô da escola à competição. Sprint, 1999. Bibliografia Complementar Funakoshi, G (2004). Karatê-do — o Meu Modo de Vida. São Paulo: Cultrix. Ueshiba,K (2005). O Espírito do Aikido. São Paulo: Cultrix. Hassan, D.Z. e Castro, R.L (2006). O Tatami ao Alcance de Todos. Rio de Janeiro: Independente Pelegrino, K (2005). Brazilian jiu-jitsu. São Paulo: Summus. Tegner, B (2002). Manual completo de jiu-jitsu. São Paulo: Reccord. Tegner, B (1997). Manual completo de judô. São Paulo: Reccord. Tegner, B (1996). Manual completo de karatê. São Paulo: Reccord. 7º PERÍODO 58 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR ESPORTES COMPLEMENTARES Ementa Conceitos, técnicas, regras e particularidades de alguns esportes que complementem a formação do profissional. Bibliografia Básica LIMA, D. F. Dicionário de esportes. 1 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2002. OLIVEIRA, R. T. Ciclismo.1 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2001. PEREZ-REVERTE, A. O mestre de esgrima. 1 ed. São Paulo: Cia da Letras, 2003. Bibliografia Complementar OLIVEIRA, J.; MENDES, R. Basebol e Softbol. Livraria Almedina, 1996. TREINAMENTO DESPORTIVO Ementa Princípios do treinamento desportivo. Métodos de treinamento utilizados nas variadas práticas desportivas. Planejamento e estruturação do treinamento (periodização). Desenvolvimento das principais capacidades psicomotoras. Bibliografia Básica WEINECK, J. Treinamento Ideal. 9 ed. Barueri: Manole, 2003. BOMPA, T. Periodização: Teoria e metodologia do treinamento. 4 ed. São Paulo: Phorte Editora, 2002. BOMPA, T. A periodização no treinamento esportivo. 1 ed. Barueri: Manole, 2001. Bibliografia Complementar 59 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR PLATONOV, V. N.; BULATOVA, M. N. A preparação Física. 1 ed. Rio de Janeiro: Sprint, 2003. ELLIOTT, B.; MESTER, J. Treinamento no Esporte: Aplicando Ciência no Esporte. 1 ed. São Paulo: Phorte Editora, 2000. PSICOLOGIA DO ESPORTE E DO EXERCÍCIO Ementa Processos cognitivos, motivacionais, emocionais e sociais na relação direta com os diferentes campos de aplicação no exercício e esporte. Instrumentos e testes psicológicos; programas do treinamento psicológico. Bibliografia Básica SAMULSKI, D. Psicologia do esporte. 1. ed. Barueri: Manole, 2002. 380 p. WEINBERG, R. S.; GOULD, D. Fundamentos da psicologia do esporte e do exercício. 2 ed. São Paulo: Artmed, 2001. BRANDÃO, M.R.F.; MACHADO, A.A. Coleção psicologia do esporte e do exercício: v1: teoria e aplicação. 1 ed. São Paulo: Atheneu, 2007. Bibliografia Complementar BURITI, M. A. (org). Psicologia do esporte. 3 ed. Campinas: Alínea, 2001. RUBIO, K. Psicologia do esporte: Interfaces, pesquisa e intervenção. 1 ed. São Paulo: Casa do psicólogo, 2000. LEGISLAÇÃO ESPORTIVA Ementa 60 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Noções de direito desportivo e as leis federais e estaduais vigentes. Política desportiva e o sistema desportivo nacional e estadual. Bibliografia Básica TUBINO, M. 500 anos de legislação esportiva brasileira. Rio de Janeiro: Shape, 2002. Krieger, M. Lei Pelé e Legislação Desportiva Brasileira Anotadas . 1 ed. Rio de janeiro: Editora Forense, 1999. PARENTE, M. S. (org). Esporte, Educação Física e Constituição. São Paulo: Ibrasa, 1989. Bibliografia Complementar Lei Federal n 8672-92 Diretrizes do INDESP-96 TCC I Ementa Elaboração de Trabalho Final de Curso, com orientação docente Bibliografia Básica RIGHES, A. C. M. (org); POLATO, A. M.; SILVA, E. A.; VENTURI, I. Manual de Normas Técnicas: Estilo e estrutura para trabalhos científicos. União da Vitória: Uniguaçu, 2007. THOMAS, J. R.; NELSON, J. K. Métodos de pesquisa em atividade física. 3. ed. São Paulo: Artmed, 2002. ANDRADE, M. M. de. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2001. 61 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Bibliografia Complementar MARCONI, Maria de A. e LAKATOS, Eva M. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2001. MINAYO, M. C de S. O desafio do conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde. Porto União: Hucitec, 2004. ORIENTAÇÃO PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Ementa Planejamento e estruturação das atividades do Ensino Supervisionado I. Formulação do relatório das atividades desenvolvidas. Bibliografia Básica COLETIVOS DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. Cortez. 1992. BURIOLLA, M.A. Estágio Supervisionado. Cortez. CARVALHO,A.M.D. A Formação do Professor e a Prática de Ensino. Pioneira. Bibliografia Complementar HILDEBRANT-STRAMANN,R. Textos pedagógicos sobre o ensino da Educação Física. Ed. UNIJUI. 2001. MARCONI, Maria de A. e LAKATOS, Eva M. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2001. ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Ementa 62 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Atividades de estágio, desenvolvidas nos vários segmentos de ensino, conformidade com em o Regulamento de Estágio da Instituição. Atividades efetuadas em Instituições/Estabelecimentos de Academias, de Clubes, de ensino da rede particular, oficial, creches e centros de lazer ou recreação. Bibliografia Básica BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: educação física. 3 ed. Brasília : SEF – Secretaria de Educação fundamental, 2001. COLETIVOS DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. Cortez. 1992. DELORS, J. Educação um Tesouro a Descobrir. São Paulo: Cortez. Brasília, DF: MEC: UNESCO, 1998. TAFAREL,C.N.Z. Criatividade nas Aulas de Educação Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. 1995. Bibliografia Complementar BURIOLLA, M.A. Estágio Supervisionado. Cortez. BROTTO,F.O. Jogos Cooperativos; se o importante é competir, o fundamental é cooperar! Projeto Cooperação. Santos,SP : Re-Novada. 1997. CARVALHO,A.M.D. A Formação do Professor e a Prática de Ensino. Pioneira. FARIA JUNIOR, A.G. A Prática de Ensino em Educação Física. Guanabara Koogan. HILDEBRANT-STRAMANN,R. Textos pedagógicos sobre o ensino da Educação Física. Ed. UNIJUI. 2001. HURTADO, J.G.G. O Ensino da Educação Física: uma abordagem didáticopedagógica. 3 ed. Porto Alegre. Prodil. 1988. 257 p. 8º PERÍODO EXERCÍCIO FÍSICO E SAÚDE 63 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Ementa Relação entre as capacidades físicas, saúde e qualidade de vida. Atividade física como agente de saúde. Relação do exercício físico com as patologias. Planejamento e prescrição do exercício físico direcionado à saúde. Bibliografia Básica POLLOCK, M. L.; WILMORE, J. H. Exercícios na saúde e na doença. 2 ed. Rio de Janeiro: Medsi, 1993. FLECK, S. J. FIGUEIRA JR, A. Treinamento de força para fitness e saúde. 1 ed. São Paulo: Phorte, 2003. BOUCHARD, C. Atividade física e obesidade. 1 ed. São Paulo: Manole, 2003. Bibliografia Complementar SHEPAHRD, R. J. Envelhecimento, atividade física e saúde. 1 ed. São Paulo: Phorte, 2003. GUEDES, D. P.; GUEDES, J.E.R.P. Controle do peso corporal: composição corporal, atividade física e nutrição. 2 ed. Rio de janeiro: Shape, 2003. DESPORTOS AQUÁTICOS Ementa Histórico, conceitos, técnicas e regras de desportos aquáticos como pólo aquático, nado sincronizado e saltos ornamentais e outros. Bibliografia Básica FREITAS, A. VIEIRA, S. O que é natação sincronizada e saltos ornamentais. São Paulo: Casa da Palavra, 2006. 64 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR FINA. Constitution and rules governing swimming, diving, water polo and synchronized swimming. (1991-1992) Edited by Ross G. Wales Honoree Secretary. FINA. LIORET, M. Water polo: Ténica, tática e estratégia. Gimnos Editorial, 1998. Bibliografia Complementar RUQQIERI, M. J. Para obtener un alto rendimiento e el Nado Sincronizado. Universidad Estatal de Ohio, 1992. TREINAMENTO RESISTIDO Ementa Adaptações fisiológicas ao treinamento resistido. Sistemas de treinamento. Manipulação das variáveis do treinamento. Planejamento e estruturação de programas de treinamento adequados aos diferentes objetivos. Bibliografia Básica FLECK S. J.; KRAEMER, W. J. Fundamentos do treinamento de força muscular. 3. ed. São Paulo:Artmed, 2006. WEINECK, J. Treinamento ideal. 9 ed. São Paulo: Manole, 1999. FLECK, S. J.; JUNIOR, A. F. Treinamento de força para fitness e saúde. São Paulo: Phorte, 2003. Bibliografia Complementar DELAVIER, F. Guia dos movimentos de musculação: abordagem anatômica. 3.ed. Tamboré: Manole, 2002. BOUCHARD, C. Atividade física e obesidade. Tamboré: Manole, 2003. 65 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR SHAPARD, R. J. Envelhecimento, atividade física e saúde. São Paulo: Phorte, 2003. GINÁSTICA DE ACADEMIA Ementa Evolução história da ginástica de academia. Planejamento didático pedagógico. Estruturação de diferentes modalidades de aula. Relação entre movimento e aspectos anátomo-fisiológicos. Vivências dos padrões de movimento em diferentes modalidades de aula considerando os abordados na atualidade Utilização de implementos diversos. Metodologia para montagem de seqüências e blocos coreográficos. Bibliografia Básica FLECK S. J.; KRAEMER, W. J. Fundamentos do treinamento de força muscular. 3. ed. São Paulo:Artmed, 2006. DELAVIER, F. Guia dos movimentos de musculação: abordagem anatômica. 3.ed. Tamboré: Manole, 2002. FLECK, S. J.; JUNIOR, A. F. Treinamento de força para fitness e saúde. São Paulo: Phorte, 2003. Bibliografia Complementar ANDERSON. B. Alongue-se. 23 ed. São Paulo: Summus, 1983. YMCA – HANLON, T. W. Ginástica para gestantes. São Paulo: Manole, 1999. VOIGT, Lu. Ginástica Localizada: Métodos e Sistemas. Rio de Janeiro: Sprint, 2006 COSTA, Marcelo Gomes - Ginástica Localizada. Ed. Sprint, 2ª edição, R.J. 1998; SABÁ, Fabio. Aderência à prática do exercício físico em academias. São Paulo - S.P. Editora Manole Ltda, 2002. TRAUMATOLOGIA E ORTOPEDIA 66 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Ementa Bases da Ortopedia na Educação Física. Terminologias. Doenças degenerativas. Lesões de nervos periféricos. Fratura. Entorse. Luxação. Estudo e análise dos processos traumatológicos envolvidos no exercício e no esporte. Bibliografia Básica RAYAN, JEFF; STARKEY, CHAD. Avaliação de Lesões Ortopédicas e Esportivas, 1° edição, Manole, Barueri-SP, 2001. ADAMS.J.C; HAMBLEN, D.L Manual De Ortopedia Ed. Palegre: Artes Médicas,1994. KENDALL, F.P. Músculos Provas e Funções. São Paulo: Manole, 1986. Bibliografia Complementar KISNER, C. Exercícios terapêuticos: Fundamentos e Técnicas. São Paulo: Manole, 1990. KOTTKE, Frederic J.; LEHMANN, Justus F.. Tratado de medicina física e reabilitação de Krusen. 4. ed. São Paulo: Monole, 1994. ORIENTAÇÃO PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Ementa Planejamento e estruturação das atividades do Ensino Supervisionado II. Formulação do relatório das atividades desenvolvidas. Bibliografia Básica COLETIVOS DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. Cortez. 1992. BURIOLLA, M.A. Estágio Supervisionado. Cortez. CARVALHO,A.M.D. A Formação do Professor e a Prática de Ensino. Pioneira. 67 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Bibliografia Complementar HILDEBRANT-STRAMANN,R. Textos pedagógicos sobre o ensino da Educação Física. Ed. UNIJUI. 2001. MARCONI, Maria de A. e LAKATOS, Eva M. Fundamentos da Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 2001. ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Ementa Atividades de estágio, desenvolvidas nos vários segmentos de ensino, em conformidade com o Regulamento de Estágio da Instituição. As atividades poderão ser efetuadas em Instituições/Estabelecimentos de Academias, de Clubes, de ensino da rede particular, oficial,creches e centros de lazer ou recreação. Bibliografia Básica BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: educação física. 3 ed. Brasília : SEF – Secretaria de Educação fundamental, 2001. COLETIVOS DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. Cortez. 1992. DELORS, J. Educação um Tesouro a Descobrir. São Paulo: Cortez. Brasília, DF: MEC: UNESCO, 1998. TAFAREL,C.N.Z. Criatividade nas Aulas de Educação Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico. 1995. Bibliografia Complementar BURIOLLA, M.A. Estágio Supervisionado. Cortez. BROTTO,F.O. Jogos Cooperativos; se o importante é competir, o fundamental é cooperar! Projeto Cooperação. Santos,SP : Re-Novada. 1997. CARVALHO,A.M.D. A Formação do Professor e a Prática de Ensino. Pioneira. FARIA JUNIOR, A.G. A Prática de Ensino em Educação Física. Guanabara Koogan. 68 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR HILDEBRANT-STRAMANN,R. Textos pedagógicos sobre o ensino da Educação Física. Ed. UNIJUI. 2001. HURTADO, J.G.G. O Ensino da Educação Física: uma abordagem didáticopedagógica. 3 ed. Porto Alegre. Prodil. 1988. 257 p. LUTAS II Ementa Conceituação. História. Filosofia. Regras e prática das lutas como: Boxe, Kickboxe, Taekwondo, Sumo, Muay tai, Kung fu, Aikido, outras. O ensino das lutas. Bibliografia Básica RATTI, O. O caminho dos Samurais. Madras Editora, 2006. SAOTOME, M. Aikido e a harmonia da natureza. 2 ed: Pensamento, 2000. CUNHA, W. O Samurai: A busca da iluminação pelo caminho da espada. Madras, 2007. Bibliografia Complementar Funakoshi, G (2004). Karatê-do — o Meu Modo de Vida. São Paulo: Cultrix. Ueshiba,K (2005). O Espírito do Aikido. São Paulo: Cultrix. Hassan, D.Z. e Castro, R.L (2006). O Tatami ao Alcance de Todos. Rio de Janeiro: Independente Pelegrino, K (2005). Brazilian jiu-jitsu. São Paulo: Summus. Tegner, B (2002). Manual completo de jiu-jitsu. São Paulo: Reccord. Tegner, B (1997). Manual completo de judô. São Paulo: Reccord. Tegner, B (1996). Manual completo de karatê. São Paulo: Reccord. 2.4 AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM 69 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR A avaliação é entendida, neste Projeto, como um processo de diagnóstico contínuo e sistemático. Dessa forma, como decisão institucional e do Colegiado do Curso, o ponto de partida é entender que todo momento de avaliação não deverá ocorrer isoladamente, mas de maneira gradativa. Com isso, pretende-se tornar mais eficiente a assimilação e se necessário, a recuperação de conteúdos. Segundo Antunes (2004), o processo de avaliação da aprendizagem consiste em determinar se os objetivos educativos estão sendo realmente alcançados pelo programa do currículo pleno e do ensino. Os objetivos visados consistem em produzir certas modificações desejáveis no padrão de comportamento dos acadêmicos. A verificação do aproveitamento dos conteúdos será feita por disciplina e por atividade integrante do currículo pleno, abrangendo a assimilação do conhecimento e a assiduidade, sendo ambas individualmente determinantes. Serão realizadas, no mínimo, duas avaliações bimestrais por disciplina, a critério do professor. Outros processos de avaliação poderão ser utilizados, com ênfase para aqueles que permitam avaliação continuada durante a execução de projetos. O rendimento escolar envolve concepção de conhecimento, emissão de juízo e de valores, para tanto, exige-se competência, discernimento, equilíbrio e conhecimentos técnicos. Todo esse procedimento envolve capacidades cognitivas, equilíbrio emocional, relação interpessoal e inserção social. Tais atributos estão inseridos no projeto pedagógico a ser desenvolvido pelos sujeitos instituição-docente-discente. Projeto este, caracterizado pelas exigências legais ao regulamento da IES e do curso; aos objetivos; à caracterização do trabalho profissional; o ensino; as orientações; o processo contínuo (atividades complementares, iniciação científica, visitas unidades conveniadas, por ex. Academias de Ginástica) e por fim, o trabalho de conclusão de curso. Todos estes momentos somam-se para o processo de formação acadêmica do egresso. O CONSEP, juntamente com os Colegiados de Cursos e demais setores da IES elaboram e aprovam o Calendário Escolar para a realização de provas e 70 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR exames finais. As condições para a aprovação por média e participação em exames finais são aquelas constantes do Regimento da IES. Outros aspectos que devem nortear o processo de avaliação são o de destacá-lo como instrumento de apoio ao desenvolvimento acadêmico. Ao acadêmico, a avaliação deve fornecer informações sobre seu próprio processo de aprendizagem. Deve permitir-lhe, não só demonstrar a aquisição dos conteúdos trabalhados através de estratégias variadas, como também oferecer subsídios para que possa refletir sobre seu próprio processo de aprendizagem. Por isso, esta interlocução, ocorrerá em vários momentos e privilegiará os aspectos qualitativos (capacidade de análise, síntese crítica e elaboração pessoal do aluno) sobre os quantitativos e favorecerá a compreensão dos processos mentais envolvidos na aprendizagem. Há, a cada bimestre, mais de um instrumento de avaliação, obedecendo ao plano de ensino das disciplinas. Ao final de cada bimestre é aferida uma média do desempenho do graduando, resultante do conjunto das atividades realizadas. O sistema e os critérios de avaliação obedecem, primariamente, às determinações estabelecidas pelo Regimento Geral da IES e fundamentalmente, à coerência que deve caracterizar qualquer processo avaliativo e permitir a detecção do ensino adequado do conteúdo estabelecido pelo currículo do curso. A avaliação deverá ainda, oferecer subsídios para o professor. A IES, por meio da coordenação do curso, orientará para que a avaliação ocorra no sentido de, além de diagnosticar a realidade, determinar os fatores de insucesso e orientar as ações para sanar ou minimizar as causas e promover a aprendizagem do aluno. Para isso, deve estabelecer sempre uma relação de coerência com o processo ensino-aprendizagem e com a concepção do curso. Em reuniões de colegiado e de coordenação acadêmica, os professores serão motivados a diversificar os critérios de avaliação, com vistas a reorientar o processo de ensino quando necessário. Discute-se a forma de administração dos conteúdos aos acadêmicos, a forma de organização e construção das avaliações e atribuição de notas. Esse procedimento permite que os procedimentos de ensino não se distanciem dos pressupostos do projeto pedagógico do curso. Na avaliação da aprendizagem os 71 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR professores têm utilizado instrumentos formais, tais como testes e provas, no final de um período determinado de tempo. Porém, isso se constitui em um momento de culminância de todo um processo de avaliação e não no único momento avaliado. Reconhece-se a importância de instrumentos formais de avaliação, porém não se focaliza a avaliação apenas no desempenho cognitivo do aluno. A avaliação do desempenho escolar é realizada por intermédio de acompanhamento contínuo do acadêmico, constando no plano de ensino de cada disciplina, incidindo sobre freqüência e aproveitamento. Dá-se por meio de provas (discursivas e de múltipla escolha), seminários, estudos de caso, trabalhos (individuais e em grupo), exercícios dirigidos, participação em projetos, compromisso do acadêmico com sua formação e com a consciência de sua atuação. O aproveitamento é expresso em notas, demonstradas em grau numérico de zero (0,0) a dez (10,0). Por recomendação da IES os professores realizam pelo menos duas avaliações a cada bimestre, uma em data determinada pelo professor (normalmente ao fim do primeiro mês do bimestre; e normalmente um trabalho acadêmico) e outra realizada em data pré-determinada em calendário escolar durante uma semana de provas. A avaliação está voltada para o compromisso com o questionamento, com a crítica, com a expressão do pensamento divergente e com os próprios métodos de investigação, que devem ser coerentes. Nesse sentido, é concebida como uma atividade séria e complexa, um processo sistemático de identificação da aprendizagem que atribui valor e por isso deve envolver diferentes momentos e diversos métodos e diferentes agentes. O acadêmico do curso tem a oportunidade de ampliar seus conhecimentos por intermédio das experiências do estágio supervisionado, participação em congressos, eventos especiais e palestras, desenvolvendo atividades complementares e cursos de extensão. A IES conta com convênios com: Academias de ginástica e de musculação, Clubes Recreativos e Esportivos, Secretarias de: Esporte, Educação e Turismo do município que esta inserido e nos demais municípios da região, associações diversas, instituições de ensino e empresas, buscando, continuamente, estabelecer parcerias que permitam o desenvolvimento 72 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR da iniciação à pesquisa e projetos de extensão que envolvam a comunidade em suas diferentes classes. Essas ações também são avaliadas. 2.5 Atividades Acadêmicas articuladas à formação profissional 2.5.1 Atividades complementares de integralização curricular A estruturação curricular do Curso de Graduação em Educação Física da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória propiciará ao discente as atividades complementares onde os acadêmicos encontrem espaço para aprendizagem significativa. Essas atividades são fundamentais para o desenvolvimento de habilidades profissionais. 2.5.2 Critérios para desenvolvimento de atividades complementares As IES, por meio de articulações entre a Coordenação de Atividades Complementares e Sociais, Coordenação de Cursos e Orientadores de Atividades Complementares e Sociais, organizam e promovem projetos, atividades e eventos, viabilizando oportunidades para o pleno cumprimento das Atividades Complementares e Sociais dos acadêmicos em seus respectivos Cursos da IES. Outra forma recomendada para a execução das Atividades Sociais é a elaboração de propostas por parte dos próprios acadêmicos, bem como, propostas das comunidades e sociedades inseridas no contexto da IES, por meio de elaboração de parcerias previamente acordadas, buscando o atendimento às comunidades. Desta forma, o acadêmico poderá se inserir nas propostas oferecidas pela IES, propostas oferecidas pelas comunidades ou propostas elaboradas pelos próprios acadêmicos. Para acompanhamento das propostas e execuções de Atividades Complementares e Sociais, a IES mantém uma Coordenação Geral e um Professor Profissional de cada área profissional para cada Curso. A IES segue três linhas de ação: 73 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 1.0 Quando a IES propõe a atividade 2.0 Quando a COMUNIDADE propõe a atividade 3.0 Quando o ACADÊMICO propõe a atividade 2.5.2.1 Exemplos de Atividades propostas e realizadas pela IES A IES, por meio de reuniões realizadas semanalmente (todas as terças-feiras), com a presença da Coordenação de Atividades Complementares e Sociais, Coordenadores de Curso e Direção, analisa as possíveis necessidades para o cumprimento das recomendações e discute ações a serem oferecidas á comunidade acadêmica, definindo objetivos, critérios, créditos, interdisciplinaridade, calendários de execução, equipe de apoio, etc; para cada atividade a ser proposta. A partir desta discussão, aprovadas as propostas, as mesmas são levadas por meio da Coordenação de Atividades Complementares e Sociais aos Professores Orientadores de Atividades, quais tomam ciência das propostas e organizam os eventos, contatando os acadêmicos inicialmente em sala de aula e/ou em reuniões com grupos de interesse. Alguns exemplos de atividades propostas pela IES: a) UPA – UNIGUAÇU de Portas Abertas: a IES atende as comunidades de toda a região, executando diversas ações de atendimentos, tais como: orientações em programas de saúde, atividades lúdicas, orientações posturais, orientações nutricionais, orientações de prevenção à DST´s AIDS, técnicas de laboratórios, orientações jurídicas, agronômicas, imunizações humanas e animais, etc. Esta atividade oportuniza a participação de todos os acadêmicos dos diversos cursos da IES. b) Uniguaçu na praça: estrutura-se um espaço em uma praça pública, onde se oferecem diversos atendimentos á transeuntes e convidados, no sentido de oferecer orientações nas diversas áreas das ciências biológicas, saúde, agrárias, tecnológicas e sociais. Esta atividade oportuniza a participação de todos os acadêmicos dos diversos cursos da IES 74 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR c) Mestres da alegria: formado por um grupo de acadêmicos (caracterizados de palhaços e outros personagens folclóricos e de desenhos animados) assessorados por professores orientadores, quais fazem visitas em unidades de saúde, asilos, escolas, presídios, etc, levando orientações nas diversas áreas das ciências biológicas, saúde, agrárias, tecnológicas e sociais. Esta atividade oportuniza a participação de todos os acadêmicos dos diversos cursos da IES. d) Escola do circo: formado por um grupo de acadêmicos dos Cursos de Educação Física, Fisioterapia, Enfermagem e Nutrição, assessorados por professores orientadores, quais desenvolvem atividades educativas, lúdicas e culturais com crianças e adolescentes de comunidades parceiras, levando orientações nas diversas áreas das ciências biológicas, saúde, agrárias, tecnológicas e sociais, além da execução de artes circenses. e) Posse responsável de cães e gatos: formado por um grupo de acadêmicos do Curso de Medicina Veterinária, assessorados por professores orientadores, quais desenvolvem campanhas de orientações sobre zoonoses, patologias e parasitologias animais, bem como, campanhas de imunizações. f) Projetos ambientais: diversos projetos são oferecidos na área de Meio Ambiente, onde exemplificamos: projeto de arborização urbana de União da Vitória, qual possibilita a participação de acadêmicos do Curso de Agronomia; projeto de recuperação da Bacia do Médio Iguaçu, qual possibilita a participação de acadêmicos de Agronomia, Nutrição, Medicina Veterinária, Direito e Administração; projeto de saúde ambiental, qual oportuniza aos acadêmicos do curso de enfermagem e farmácia a elaboração de diagnósticos ambientais e de saúde pública em áreas consideradas de risco em saúde ambiental; projeto de parasitologia, onde oportuniza aos acadêmicos de farmácia a coleta de material parasitológico e posteriormente práticas de análises clínicas, com reflexos a favor das comunidades carentes na área de saúde ambiental; 75 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR projeto da biodiversidade, qual oferece oportunidade para a participação de acadêmicos nas diversas áreas das ciências biológicas, saúde, agrárias, tecnológicas e sociais. g) Uniguaçu na escola: oferece oportunidade para a participação de acadêmicos nas diversas áreas das ciências biológicas, saúde, agrárias, tecnológicas e sociais. h) Bebe clínica: oportuniza a participação de acadêmicos dos Cursos de Fisioterapia, Enfermagem e Nutrição, oferecido na piscina da Clínica de Fisioterapia, aberto para atendimento de crianças portadoras de defeitos congênitos e limitações de motricidade. i) Projeto de dança: aberto para atendimento a crianças de escolas parceiras, qual oportuniza a participação de acadêmicos nas diversas áreas das ciências biológicas, saúde e sociais. j) projeto terceira idade: aberto para atendimento para pessoas da terceira idade, qual oportuniza a participação de acadêmicos nas diversas áreas das ciências biológicas, saúde e sociais. k) projeto viva vida: projeto que tem como objetivo a prevenção ao uso de drogas no meio universitário, qual possibilita a oportunidade de participação de acadêmicos dos Cursos de Administração, Farmácia, Enfermagem, Nutrição, Sistemas de Informação, Serviço Social e Direito. l) projeto informática básica: projeto desenvolvido nos laboratórios da IES, direcionado para terceira idade, grupo de crianças de sociedades carentes e grupos de funcionários, qual oportuniza a participação de acadêmicos do Curso de Sistemas de Informação. m) outras atividades complementares oferecidas: semana da Saúde, Semana do Administrador, Semana Jurídica, Fórum Jurídico, Grupos de Estudos, Seminários, Palestras, Júri Simulado, Semana das Ciências Agrárias, Semana da Agronomia, Semana da Medicina Veterinária, Semana da Fisioterapia, Visitas Técnicas, Feira da Gastronomia, Semana da Enfermagem, Apresentações de TCC´s, Mostra Científica e Iniciação Científica, Cursos de Nivelamentos nas áreas de Matemática, Física, Química e Biologia, etc. 76 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 2.5.3 Modalidades para cumprimento das atividades complementares e sociais O acadêmico do Curso de Graduação em Educação Física deverá ao longo de sua formação, cumprir 140 horas de Atividades Complementares e 60 horas de Atividades Sociais, totalizando 200 horas de atividades extracurriculares dessa natureza para integralização do curso. O artigo 3o da Resolução 01/2003 do CONSEPE – Conselho de Ensino e Pesquisa da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória, da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, prevê que as atividades complementares que computarão na integralização do currículo dos acadêmicos de cada Curso de Graduação da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu UNIGUAÇU serão estruturadas de acordo com as seguintes modalidades: a) Eventos diversos: participação do acadêmico em Congressos, Seminários, Simpósios, Colóquios, Palestras e eventos afins, tanto na condição de ministrante quanto na condição de ouvinte, dentre outras a serem definidas pelas Coordenações dos Cursos da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu – UNIGUAÇU: b) Disciplinas de outros cursos; c) Programas de pesquisa; d) Programas de extensão; e) Participação discente em atividades de representação (representante de turma, representante do corpo discente, etc). f) Monitorias; g) Presença em defesas de monografias, dissertações e teses; h) Estágio voluntário, i) Cursos de Língua Estrangeira, j) Participação em Projetos Sociais (os projetos sociais podem ser de criação livre dos acadêmicos, desde que aceitos pela Coordenação de Projetos Sociais). 77 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 2.5.4 Controle e registro das atividades complementares O controle da realização das Atividades Complementares é feito pela Secretaria Geral, orientado pela Coordenação Geral de Atividades Complementares e Sociais e pelos orientadores específicos de atividades complementares. O aluno comparece à Coordenação, apresenta seus certificados e/ou documentos, comprovando a realização de Atividades Complementares e Sociais. Esta analisa os documentos e após validá-los registra as horas de participação em software específico, capaz de controlar e emitir relatórios. Os documentos comprobatórios são anexados a uma pasta individual. Em relação às atividades desenvolvidas e promovidas pela IES, existe o controle de presença e participação, sendo que as horas são registradas automaticamente para integralizar o currículo. 2.6 Estágio Supervisionado O Estágio de Estudantes é regulamentado pela Lei n º 6.494, de 07/12/1977 e Decreto n º 87.497. No Curso de Graduação em Educação Física o estágio será desenvolvido nos vários segmentos que assegure a participação efetiva do aluno em atividades relacionadas diretamente com a orientação acadêmica do curso; da mesma forma poderão ser feitas atividades de estágio em atividades comunitárias e/ou centros de lazer e recreação. O Estágio terá a carga horária mínima de 400 horas, que deverá possibilitar as seguintes experiências: Conhecimento/mapeamento da realidade; Co-atuação profissional; Atuação profissional. O estágio estará sob a supervisão de uma Coordenação de Estágios composta da seguinte forma: a) Pelo Coordenador de Estágios, que será um professor da Instituição. O Coordenador de Estágio contará com órgão de apoio administrativo e efetuará a 78 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR supervisão de todos os projetos de estágio, em nível técnico, conceitual e metodológico. b) Pelos Orientadores de Estágio, professores da Instituição, os quais serão os responsáveis diretos pela orientação dos estagiários. Os Orientadores de Estágio estarão vinculados à Coordenação de Estágios, na figura do seu Coordenador. A Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, através da Coordenação de Estágios, manterá convênios os com estabelecimentos de reconhecida capacidade e seriedade, que aproveitarão o potencial do estagiário dentro de sua área de atuação. O estágio também poderá ser realizado conforme escolha do aluno, desde que o estabelecimento por ele escolhido, atenda aos requisitos básicos para a realização do mesmo: a) Atribua função adequada para atuação do estagiário, que possa contribuir para a aplicabilidade direta do aprendizado e aprimoramento de suas habilidades futuras; b) Garanta a presença de um profissional de educação física, para orientação dentro do estabelecimento, e que possa interagir com o Orientador de Estágios da Instituição; c) Observe o projeto de estágio elaborado pelo aluno em conjunto com o Orientador de Estágios. O estágio poderá ser cumprido individualmente, ou em dupla, desde que se assegure aos dois elementos a participação efetiva em todas as fases do estágio. O estágio será acompanhado pelo Orientador, o qual será um professor da Instituição, com disponibilidade horária fixada pela Coordenação de Estágios, preferencialmente escolhido entre aqueles cuja disciplina tenha familiaridade com a área de realização do estágio; de tal forma que o aluno tenha total suporte técnico e metodológico ao desenvolvimento do seu projeto de estágio. Ao Orientador de Estágios caberá o acompanhamento e avaliação do alunoestagiário quanto à orientação na escolha e elaboração do projeto, segmentação das etapas, acompanhamento da execução das mesmas, elaboração do relatório, interação com os estabelecimentos, complementação teórica e técnica necessárias, avaliação do cumprimento do estágio, correções de eventuais desvios ou incorreções. Também caberá ao Orientador de Estágios informar à Instituição das necessidades apresentadas pelos estabelecimentos e que eventualmente não estejam cobertas pelas disciplinas, ou conteúdos ministrados, visando a constante 79 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR atualização do currículo. Cada professor orientador poderá orientar até o máximo de dez trabalhos. Fases do Estágio: 1) Inscrição do aluno: o aluno deverá inscrever-se para o estágio através da Coordenação de Estágio, preenchendo formulários apropriados e também indicando o estabelecimento onde pretende o cumprimento do mesmo. 2) Elaboração do plano (Projeto) de estágio: o aluno apresentará um projeto de desenvolvimento do estágio dentro do estabelecimento, indicando os objetivos, conteúdos necessários, metodologias, área de atuação, o tema principal, a segmentação das etapas. O orientador de estágios indicará ao estagiário a forma de avaliação, mencionando os critérios institucionais. Esta avaliação será sistemática e contínua também levando em conta a opinião dos orientadores de atividade dos estabelecimentos envolvidos. 3) Desenvolvimento do projeto de estágio: acompanhamento das etapas de desenvolvimento do estágio pelo professor Coordenador de Estágio e Orientador de Estágio. 4) Avaliação do estágio: o estágio supervisionado será realizado em dois períodos (semestres) letivos do Curso. Eventualmente, após análise do Colegiado do Curso sobre encaminhamento da Coordenação de Estágio, o aluno poderá obter equivalência para períodos de férias escolares, quando o estabelecimento desejado não estiver instalado na micro-região da Faculdade. A primeira fase do estágio se caracteriza como de planejamento, envolvendo a escolha do tema, dos métodos e técnicas a serem empregados, estabelecimento do cronograma e revisão bibliográfica, para formação de um quadro teórico de referência, com justificativas para as diversas fases do processo. A segunda fase do estágio deve se caracterizar pelo aprofundamento da base teórica e conceitual; a execução do Projeto de Estágio e pela apresentação dos resultados, a qual será por escrito em trabalho técnico com observância das Normas da Instituição; defesa pública e eventualmente divulgação através de seminários e palestras. O estágio poderá ser dividido em etapas para fins de avaliação. 80 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Elementos do Estágio O estágio proposto por esta Instituição compreenderá: 1- Planejamento É a fase dedicada à estruturação das atividades do estágio, abrangendo a orientação ao aluno-estagiário em plantões coletivos e individuais para orientação e esclarecimento. Participam desta fase: a Coordenação de Estágios do Curso, os alunos estagiários, os Orientadores de Estágio, e, eventualmente, o Campo de Estágio através de seu representante. 2 - Execução É a fase que trata da realização do projeto, do treinamento em serviço, da vivência de situações reais de trabalho. Participam desta fase: os Orientadores de Estágio na Faculdade e no estabelecimento, e os estagiários. 3 - Avaliação É a fase em que todos os elementos participantes sedimentam as atividades realizadas. Participam desta fase todos os elementos envolvidos na realização do estágio. Nesta fase o aluno deverá ser capaz de fazer uma análise ampla e crítica do estabelecimento, do trabalho nele realizado e de apresentar e justificar alternativas de melhoria em forma de Relatório a ser apresentado em formas distintas de acordo com o tipo de Estágio Supervisionado, a saber: a) Estágio Supervisionado I – seminário (exposição de painéis); c) Estágio Supervisionado II – seminário (comunicações orais) perante banca designada, responsável por sua avaliação final. As atividades e procedimentos, relativos ao estágio supervisionado, serão regidas pelo “Regulamento do Estágio Supervisionado” que será parte integrante do “Manual de Estágio Supervisionado”, que estará disponível ao corpo docente e discente. O “Manual” deve, a cada ano, ser aprovado pelo Coordenador do Curso, pelo Coordenador de Estágio e Professores Orientadores de Estágio. A atividade de estágio não se confunde, seja em caráter temporário ou de duração indeterminada com a figura do emprego. O estágio é regulado por Legislação própria, não gerando vínculo empregatício, e sendo isento de encargos sociais. 81 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR A Instituição Concedente do estágio poderá, a seu critério, oferecer ao estagiário uma bolsa de complementação educacional, para ajudá-lo no todo ou em parte em suas despesas escolares, como matrícula, mensalidades e material escolar, ou despesas relacionadas com transporte, alimentação e vestuário. O valor da bolsaauxílio ficará a critério da Instituição Concedente, e não se caracterizando como salário estará isenta de encargos sociais. Ainda, a IES tem um seguro para os acadêmicos em estágios. A Instituição Concedente do estágio deverá proporcionar ao estagiário a inclusão numa apólice, coletiva ou individual, de seguro contra acidentes pessoais. Caso a instituição concedente por motivo de força maior não possa arcar com as despesas referentes ao seguro contra acidentes pessoais e, as partes considerem relevante o desenvolvimento do estágio nesta instituição, a própria faculdade poderá assumir os encargos referentes ao seguro contra acidentes pessoais. 2.6.1 Regulamento de Estágio de Educação Física A carga horária do estágio supervisionado curricular deverá ser cumprida em diferentes campos de intervenção da graduação em educação física, perfazendo um total de 400 horas. I – Da Caracterização Art.1 – Estágio Supervisionado é disciplina oferecida aos alunos regularmente matriculados a partir do sétimo período do Curso de Graduação em Educação Física, a seguir referenciado simplesmente como Curso, pela Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, a seguir referenciada simplesmente como Faculdade, vinculada à Coordenação do Curso, doravante Coordenação, e regida por esse Regulamento e pela Legislação Superior. # 1 – A carga horária total do Estágio Supervisionado não poderá ser inferior a quatrocentas horas. 82 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR # 2 – Para a organização e o funcionamento destas disciplinas haverá em cada ano letivo um Coordenador de Estágio, que responderá pelas mesmas diante da Coordenação. # 3 – Ao Coordenador de Estágio será computada uma carga horária semanal de duas horas/aula por turma da disciplina. Art.2 – O Estágio Supervisionado compreende a realização de atividades práticas, condizentes com a formação oferecida pelo Curso, a seguir designadas simplesmente Estágio, e discriminadas em um Plano de Estágio a ser elaborado pelo Estagiário, culminando com a elaboração de Trabalho Semestral de Estágio (Relatório). # 1 – O Estágio deverá ser realizado nas áreas previamente acordadas entre o estagiário, o Orientador de Estágios e a instituição escolhida, devendo ser submetido à deliberação da Coordenação quando esta área de estágio não puder, por algum motivo, ser concluída pelo Estagiário. II – Dos Objetivos Art.3 – A realização do Estágio tem por objetivo a efetiva participação do aluno em situações reais de trabalho, visando: a aplicação dos conhecimentos adquiridos no Curso; o aperfeiçoamento e a complementação da aprendizagem; o desenvolvimento do aluno em âmbito social, profissional e cultural nas áreas de abrangência do Curso. Art.4 – A realização do Trabalho Semestral de Estágio (Relatório) tem por objetivo a elaboração de trabalho técnico, com a qualidade exigível de um trabalho de final de Curso de Graduação nas áreas de abrangência do Curso. III – Do Local de Estágio Art.5 – O Estágio deverá ser realizado em estabelecimentos que tenham condições de proporcionar aos Estagiários, experiências práticas e aperfeiçoamento técnicocientífico e de relacionamento humano. #1 – A disposição de qualquer instituição de oferecer estágio a alunos do Curso será firmada em Termos: de Convênio; de Compromisso e Aditivo, celebrados entre essa 83 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR instituição, doravante denominada Instituição Concedente de Estágio, e a Faculdade, onde poderão estar incluídas normas complementares a este Regulamento. #2 – O Estágio poderá ser realizado em mais de uma Instituição Concedente de Estágio por semestre, e nos casos de interrupção de Estágio, por motivos alheios ao estagiário, novas providências poderão ser tomadas, desde que orientadas pelo Coordenador de Estágio, sem prejuízo do andamento da disciplina em relação ao Estagiário. Art.6 – Alternativamente o Estágio poderá ser cumprido na própria Faculdade, através do desenvolvimento de Projetos que visem a atender às necessidades e/ou interesses da própria Instituição, de instituições conveniadas ou de outros segmentos da comunidade, sempre mediante Projeto Específico por Aplicação, coordenado por professores da Faculdade, desde que a duração do Projeto não ultrapasse o semestre letivo a que se referir a participação do Estagiário. Dependendo do porte do Projeto, o mesmo poderá ser desenvolvido por uma equipe de alunos, desde que cada integrante tenha uma participação específica no conjunto de atividades previstas. IV – Da Organização Art.7 – Para cada semestre letivo será estabelecido um cronograma de atividades do Estágio Supervisionado. Art.8 – Cada Estagiário contará com um Orientador de Atividade, com experiência profissional comprovada na área de aplicação do Estágio, indicado pela Instituição Concedente do Estágio, um Professor Orientador, escolhido entre os docentes do Curso que se disponibilizarem para a orientação de estagiários. No caso de Estágio realizado na própria Faculdade, o Professor Orientador poderá, eventualmente, ser o mesmo Orientador de Atividade, desde que este seja o professor responsável pelo projeto em que o Estagiário atuará. Art.9 – Para a realização do Estágio, cada Estagiário elaborará um Plano de Estágio que atenda aos objetivos estabelecidos neste Regulamento e aos interesses da 84 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Instituição Concedente de Estágio, observadas as Normas e Critérios divulgados pelo Coordenador de Estágio. Art.10 – O Trabalho Semestral de Estágio (Relatório) deverá ser apresentado ao final de cada semestre, independentemente do período cumprido em Instituição Concedente. A elaboração, a apresentação e a avaliação do Trabalho Semestral de Estágio deverão obedecer a Critérios e Normas complementares a este Regulamento, elaborados e divulgados pelo Coordenador de Estágio. V – Das Competências Art.11 – Compete à Faculdade: a) designar o Coordenador de Estágio b) firmar os Termos de: Convênio, Compromisso e Aditivo com a Instituição Concedente de Estágio. Art.12 – Compete à Coordenação: a) aprovar disposições complementares a este Regulamento para a realização semestral da disciplina Estágio Supervisionado, b) aprovar o cronograma semestral de atividades da disciplina, c) homologar o rol de Professores Orientadores e respectivos Orientados, d) homologar os Planos de Estágio e suas alterações, deliberando sobre os casos excepcionais, e) homologar os resultados finais da Disciplina, f) deliberar sobre os casos omissos neste Regulamento, ouvido o Coordenador de Estágio. Art.13 – Compete ao Coordenador de Estágio: a) responder pelo Estágio Supervisionado, enquanto disciplina, junto à Secretaria da Faculdade, b) representar a Faculdade junto à Instituição Concedente de Estágio, 85 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR c) elaborar e submeter à Coordenação o material necessário para as homologações cabíveis, d) cumprir e fazer cumprir o Cronograma de Atividades estabelecido, bem como este Regulamento e suas Normas Complementares, e) definir e divulgar critérios e normas complementares a esse Regulamento para a elaboração, apresentação e avaliação dos Trabalhos Semestrais de Estágio, f) elaborar os formulários e respectivas instruções de preenchimento, necessários à sistematização do Estágio, como o Termo de Compromisso, Proposta de Estágio, Plano de Estágio e relatórios diversos, bem como outros documentos a serem preenchidos pelos Estagiários, pelos Professores Orientadores e pelos Orientadores de Atividades. g) publicar os Editais referentes à organização e realização do Estágio Supervisionado, h) convocar reuniões com os Professores Orientadores, sempre que necessário, i) realizar reuniões com cada turma de estagiários, orientando-os sobre os critérios a serem observados e às condições necessárias à boa realização de suas atividades, j) aprovar os Planos de Estágio e suas eventuais alterações, l) receber os documentos e relatórios referentes a cada Estagiário e tomar as providências necessárias em cada caso, m) manter atualizadas, através dos Professores Orientadores e/ou Estagiários, as informações sobre o andamento dos trabalhos, n) efetuar o controle de freqüência e das avaliações bimestrais dos Estagiários, o) elaborar o Relatório Final de Estágio, contendo avaliação dos resultados observados e sugestões para a melhoria da Disciplina, p) tomar outras providencias e/ou deliberar sobre assuntos não previstos e que venham a se apresentar durante o andamento da Disciplina. Art.14 – Compete ao Professor Orientador: a) orientar o Estagiário na elaboração da Proposta de Estágio, do Plano de Estágio e do Trabalho Semestral de Estágio (Relatório), b) orientar o Estagiário no desenvolvimento de suas atividades, c) fornecer ao Coordenador de Estágio, sempre que lhe for solicitado, informações sobre o andamento dos estágios sob sua orientação, 86 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR d) auxiliar o Coordenador de Estágio na avaliação bimestral dos estagiários, acompanhando a atuação e o aproveitamento escolar dos estagiários sob sua orientação, e) auxiliar o Coordenador de Estágio nas atividades que lhe forem solicitadas. Art.15 – Compete a cada Estagiário: a) cumprir fielmente todas as Normas e Disposições referentes à Disciplina, b) comparecer às reuniões convocadas pelo Coordenador de Estágio e aos encontros de orientação com seu Professor Orientador, c) apresentar ao Coordenador de Estágio ou ao seu Professor Orientador, nos prazos estabelecidos, os documentos relativos ao Estágio que lhe forem solicitados, devidamente preenchidos ou elaborados, d) cumprir fielmente as atividades previstas no seu Plano de Estágio, justificando as alterações impostas pelas circunstâncias, e) buscar orientação junto ao seu Professor Orientador ou Orientador de Atividades, sempre que necessário, f) submeter-se às avaliações bimestrais previstas e solicitar, se couber, revisão dos resultados obtidos, g) apresentar o seu Trabalho Semestral de Estágio (Relatório). Art.16 – Compete à Instituição Concedente de Estágio: a) firmar os Termos de: Convênio; Compromisso e Aditivo com a Faculdade, b) atribuir ao Estagiário um Orientador de Atividades, c) oferecer ao Estagiário as condições necessárias para a realização do estágio, d) comunicar por escrito ao Coordenador de Estágio qualquer ocorrência referente à atuação do Estagiário ou à continuidade da realização do estágio, e) fornecer ao Estagiário, no tempo devido, a Declaração de Conclusão de Estágio. Art.17 – Compete ao Orientador de Atividades: numeração repetida com a de cima a) acompanhar e supervisionar diretamente as atividades do estagiário na Instituição Concedente de estágio, orientando-o sempre que necessário, no âmbito da área da aplicação sendo desenvolvida, 87 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR b) acompanhar a execução fiel do Plano de Estágio, comunicando ao Coordenador de Estágio quando assim não ocorrer, c) avaliar periodicamente a atuação do estagiário, encaminhando ao Coordenador de Estágio o documento correspondente, na época devida, d) emitir pareceres sobre o trabalho sendo desenvolvido, bem como sobre o Trabalho Semestral de Estágio apresentado pelo estagiário. VI – Da Avaliação do Estágio. Art.18 – O acompanhamento das atividades do Estagiário será feito diretamente pelo Orientador de Atividades e pelo Professor Orientador, e indiretamente pelo Coordenador de Estágio. Art.19 – O controle de freqüência do aluno para fins de registro curricular, será feito pelo Coordenador de Estágio, a partir de informações recebidas do Orientador de Atividades e do Professor Orientador. Art.20 – O critério de avaliação da disciplina Estágio Supervisionado consiste de notas bimestrais, expressas na escala de 0 a 10, em intervalos de cinco décimos nas avaliações solicitadas pelo professor Coordenador de Estágio, que são: a) Plano de Estágio (Projeto); b) Trabalho Semestral de Estágio (Relatório); c) Apresentação do relatório de estágio; d) Parecer do orientador de atividades e/ou professor Orientador de Estágio. # 1 – As notas das avaliações solicitadas pelo professor Coordenador de Estágio terão todas peso 10. Art. 21 – Com os resultados bimestrais será calculada a nota média final de cada estagiário, que será expressa na escala de 0 a 10, apurada até a primeira casa decimal sem arredondamento. Será considerado aprovado na disciplina de Estágio todo aluno que obtiver média final igual ou superior a sete, e reprovado em caso contrário. Art. 22 – O aluno reprovado em Estágio Supervisionado deverá cursar a disciplina integralmente no semestre seguinte. 88 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Art. 23 – A qualquer momento antes da Colação de Grau, caso seja colocada em dúvida a autoria do Trabalho Semestral de Estágio apresentado pelo aluno, a Faculdade promoverá a instauração de sindicância e, caso seja comprovada a fraude, o aluno será considerado reprovado na disciplina de Estágio Supervisionado, sem direito de pedir revisão ou recurso, independentemente dos resultados obtidos nas avaliações bimestrais. VII – Da Revisão das Notas Bimestrais. Art. 24 – O Estagiário poderá requerer revisão de nota atribuída, exceto nos casos das notas parciais referentes à sua atuação como Estagiário e apresentação e defesa do Trabalho. No requerimento da revisão, que será protocolado na Secretaria da Faculdade, o Estagiário fundamentará seu pedido, indicando os itens do objeto avaliado em que se sentiu prejudicado. VIII – Das Disposições Finais. Art. 25 – Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação do Curso, ouvido o Coordenador de Estágio. 2.7 Trabalho de Conclusão de Curso – TCC 2.7.1 Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso A realização do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC é obrigatória e será regulamentada conforme segue: REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I - Das Disposições Preliminares 89 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Art. 1º Este regulamento tem por objetivo propiciar as linhas mestras de informação, orientação, assistência, execução e avaliação imprescindíveis para a elaboração da Monografia do Curso de Bacharelado em Educação Física do programa curricular do Curso, e das demais normas pertinentes aos Trabalhos de Conclusão de Curso – TCC emanadas pela IES, pela Coordenação Central de Estágios e TCC’s – CCET, da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, pela Coordenação de TCC, e pela Coordenação do Curso. Art. 2º O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é um trabalho de iniciação à pesquisa, elaborada individualmente pelo acadêmico, com a orientação de professores, em que se realiza um estudo aprofundado teórico e com dados consubstanciados, analisados cientificamente sobre algum tema na área do Bacharel em Educação Física que tenha relevância social, dentro das linhas de pesquisa a serem definidas pela Colegiado do Curso. Art. 3º O TCC é realizado nos últimos períodos do curso e é requisito necessário à conclusão do Curso de Bacharelado em Educação Física. Art. 4º As atividades referentes ao TCC, no curso de Bacharelado em Educação Física, da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória estão concentradas no 7º, 8º períodos, conforme grade curricular. II - Dos Objetivos Art. 5º O objetivo geral do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC é servir de instrumento estimulador à aplicação, no campo prático, conhecimento adquiridos no decorrer dos semestres letivos, que fundamentam as ações da atuação do profissional nas diferenciadas áreas do Bacharel, devendo ainda: a) Proporcionar aos acadêmicos oportunidade de produzir novos conhecimentos práticos e teóricos. b) Viabilizar ao acadêmico a oportunidade de desenvolver sua capacidade de interpretação, reflexão e crítica acerca do tema escolhido. 90 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR c) Sentir suas próprias fragilidades e incentivar seu aprimoramento pessoal e profissional. d) Propiciar no aluno o estímulo para o desenvolvimento de atividades de pesquisa com finalidade didática e científica, utilizando as mais variadas fontes de pesquisa. e) Contribuir para a reflexão teórico-prática do aluno sobre o tema selecionado para o seu Trabalho de Conclusão de Curso. III - Da Operacionalização do Ensino do TCC Art. 6º As atividades e disciplinas relacionadas ao TCC do Curso estão divididas em 3(três) disciplinas: a) Metodologia da Pesquisa, no 4º período; b) TCC I, no 7º período; c) TCC II, no 8º período. Art. 7º A disciplina Metodologia da Pesquisa será ministrada em sala de aula, envolvendo os seguintes conteúdos: a) Pesquisa cientifica: conceito, classificação, problemática, b) Métodos aplicáveis a pesquisa em Educação Física; c) A pesquisa: conceito, classificação, etapas, métodos; d) Levantamento de dados e registros de informações e) Elaboração de um projeto de pesquisa: estrutura e conteúdo; f) Trabalhos científicos: a monografia, a dissertação e a tese de g) Revisão histórica sobre pesquisa cientifica; h) Elaboração de Pré-Projeto de TCC. perspectiva; doutorado; 91 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Art. 8º Na disciplina Orientação de TCC I, do 7º período serão trabalhadas as seguintes atividades: a) Escolha de orientador de conteúdo. b) Definição da área de atuação e do tema. c) Revisão das principais normas do manual da IES d) Reuniões com o orientador de conteúdo e orientador metodológico. e) Elaboração e aprovação do projeto definitivo. f) Apresentação de relatórios de desenvolvimento do TCC. g) Execução das atividades previstas no Projeto de TCC para este período. Art. 9º Na disciplina Trabalho de Graduação II, do 8º período, serão executadas as seguintes atividades: a) As previsões no Projeto de TCC para o período. b) Reuniões com os orientadores de conteúdo e metodológico. c) Elaboração e entrega do TCC. d) Defesa do TCC diante da banca examinadora. e) Um artigo científico sobre o objeto do TCC, a ser entregue junto com esta, para a publicação pela UNIGUAÇU. A referida disciplina não possuirá carga horária em sala de aula. Art. 10º Bimestralmente o aluno orientado e o professor orientador farão um relatório sobre os andamentos das atividades desenvolvidas para a conclusão do TCC. Art. 11. As disciplinas relacionadas ao Trabalho de Conclusão de Curso estão correlacionadas, sendo a primeira, pré-requisito para a subseqüente, ou seja, o aluno que não obter aprovação na disciplina Metodologia da Pesquisa não poderá se matricular na Orientação de TCC I, assim como o aluno que não for aprovado nesta não poderá cursar a disciplina TCC II. 92 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR IV - Das Linhas de Pesquisa Art. 12. O TCC deverá ser desenvolvido dentro do rol de linhas de pesquisas ofertado pela Instituição, salvo quando o acadêmico que se interessar por área diversa, justificar a relação desta com o Curso. Parágrafo único. Neste caso deverá haver professor apto a oferecer orientação. V- Da Estrutura Organizacional Art. 13. As atividades de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC terão um Coordenador, a quem estarão subordinados os Professores Orientadores, todos pertencentes ao quadro docente dos Cursos. Art. 14. A coordenação de todas as atividades de TCC será exercida por um professor, designado pela Instituição, a quem estará subordinado administrativamente. Art. 15. Cada Professor Orientador será responsável por, no máximo, 05 (cinco) alunos em cada semestre letivo, e sua designação deverá levar em conta a aderência entre sua especialização e o tema a ser orientado no Trabalho de Conclusão de Curso. VI - Da Coordenação de TCC Art. 16. Complete ao coordenador de monografia: a) Elaborar o calendário das atividades das disciplinas de TCC I e II . b) Selecionar e credenciar os professores orientadores. f) Realizar ao final de cada período uma avaliação junto aos alunos, professores orientadores e responsáveis pelas instituições-campo de estágio. 93 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR h) Encaminhar os Trabalhos de Conclusão de Curso – TCC para a Biblioteca da Instituição; i) Realizar outras atividades próprias da função. Art. 17. A coordenação de TCC será auxiliada pelos professores orientadores. VII - Do Professor Orientador Art. 18. Ao professor orientador compete: a) Fornecer ao aluno assistência didático-pedagógica necessária, desde a elaboração até a conclusão do TCC. b) Acompanhar o desenvolvimento da monografia, emitindo parecer, e atribuindo conceitos aos relatórios periódicos que deverão ser apresentados pelo aluno sob sua responsabilidade. c) Orientar a pesquisa bibliográfica para a fundamentação das atividades desenvolvidas, acompanhando e avaliando a programação de leituras, quando achar necessário. d) Participar dos cursos e reuniões que forem convocadas pela coordenação de TCC e Coordenação do Curso. e) Cobrar do acadêmico a execução do cronograma. f) Apresentar, no final do semestre letivo, um relatório escrito sobre as atividades desenvolvidas, informando as irregularidades porventura verificadas, e sugerir melhorias, visando elevar o padrão técnico-administrativo das monografias. Art. 19. A matrícula nas disciplinas orientação de TCC I e II dá ao aluno o direito de ter menos encontro semanal com seu professor orientador, de pelo menos 15 minutos para cada encontro. IX - Do Aluno Orientado: 94 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Art. 20. São atribuições do aluno: a) Matricular-se nas disciplinas necessárias para o desenvolvimento TCC. b) Requerer a orientação para a monografia. c) Ser assíduo e pontual. d) Realizar o trabalho de conclusão de curso individualmente. e) Avisar, com antecedência de ao menos um dia, ao professor orientador, a ocorrência de faltas ou atrasos. f) Participar de reuniões, cursos, seminários, palestras, atividades de orientação e supervisão, organizadas pela coordenação de monografia, quando for convocada para tal. g) Recorrer ao coordenador ou professor orientador, quando necessitar de esclarecimentos quanto às normas e procedimentos. h) Executar o projeto de TCC, com eficiência e eficácia, respeitando o cronograma de prazos estipulados pela coordenação. i) Expor as atividades desenvolvidas ao professor orientador. j) Zelar pelo bom nome da Instituição. k) Entregar TCC dentro do prazo estipulado pelo coordenador. l) Cumprir as exigências e as normas desde regulamento. X - Das Freqüências Art. 21. Por se tratar de uma disciplina ministrada em sala de aula, a presença em metodologia da pesquisa segue o regulamento vigente para as demais disciplinas do curso. Art. 22. No 7º (sétimo) e 8º (oitavo) períodos a freqüência será controlada pelo professor orientador, em formulário próprio e pela Central de Estágios. Art. 23. A presença do acadêmico às reuniões convocadas pela coordenação de TCC, às defesas de TCC, e às orientações, são obrigatórias, e serão consideradas quando da avaliação do aluno. XI - Das Avaliações: Art. 24. A disciplina metodologia da pesquisa terá a sua avaliação de acordo com a apresentação do pré-projeto, trabalhos e provas, de acordo com o plano de ensino do 95 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR professor da disciplina, sendo aprovado o aluno que obter média final igual ou superior a 7,0 (sete), nos termos das normas da Instituição. Art.25. As disciplinas TCC I e II serão avaliadas conforme o desenvolvimento do projeto da monografia, e pelos relatórios dos alunos, sendo aprovado o aluno que obter média final igual ou superior a 7,0(sete). Art.26. Para as disciplinas relativas ao TCC, não haverá exame final para o aluno com media inferior a 7,0 (sete). Art.27. A média final da disciplina TCC I, será determinada pelo orientador metodológico, que a estabelecerá pelo desenvolvimento do projeto e relatórios apresentados. Art.28. A média final da disciplina orientação de TCC II será apurada pela banca examinadora. XII - Do Projeto de TCC Art. 29. O acadêmico deverá elaborar seu projeto de monografia de acordo com este regulamento e com normas que serão estabelecidas pela coordenadoria de TCC, para padronização dos projetos, das pesquisas, e do própria TCC. Art. 30. No curso da disciplina metodologia da pesquisa do 4º período o acadêmico apresentará um pré-projeto, no 7º período o mesmo deverá apresentar o projeto definitivo, perante uma Banca, que será composta pelo professor orientador de conteúdo e por outro professor da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, que tenha conhecimento sobre o tema objeto da pesquisa. § 1º. O projeto também será apreciado pelo comitê de ética em pesquisa da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, que apresentará parecer a respeito. § 2º. Após a qualificação do projeto a mudança do tema da pesquisa acarretará a necessidade de apresentação de novo projeto, o qual será novamente submetido à aprovação, nos termos do caput deste artigo. 96 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Art. 31. O projeto deverá conter todas as fases e cronograma para a elaboração da TCC, as quais serão acompanhadas pelo professor orientador de conteúdo e pela coordenação. Art. 32. A existência de projeto idêntico acarretará a não aceitação do trabalho e a reprovação na disciplina na qual foi apresentado, além das medidas judiciais e administrativas cabíveis ao caso. Parágrafo único. Caso seja colocada em dúvida a autoria do TCC apresentada pelo aluno, a Instituição promoverá a instauração de sindicância e, caso seja comprovada a fraude, o aluno será considerado reprovado nas matérias referentes ao Trabalho de Conclusão de Curso, além das medidas judiciais e administrativas cabíveis ao caso. XIII – Do TCC Art. 33. A apresentação da monografia deverá observar as normas gerais fixadas pela Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória, para os cursos de educação superior, bem como pelas regras definidas pela coordenação de TCC. Art. 34. A versão definitiva do TCC, que será defendida perante a banca examinadora, deverá ser entregue com 3 (três) cópias à coordenação de monografia, encadernada em espiral, e com antecedência mínima de 30 (trinta) dias da data de defesa. XIV - Da Banca Examinadora e da Defesa Art. 35. Para se submeter à banca examinadora o TCC, deve ser aprovada pelo professor orientador metodológico. Art. 36. A data de defesa junto à banca examinadora será fixada pelo coordenador de TCC com, no mínimo, 30 (trinta) dias de antecedência. Art. 37. Por razão devidamente justificada o aluno poderá requerer o adiamento da apresentação em banca. O requerimento será julgado pela coordenação de TCC, ouvido o professor orientador que, em caso de deferimento, fixará a nova data. Art. 38. A banca examinadora será constituída de 3 (três) membros efetivos e um suplente, que emitirão notas individuais. 97 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR § 1º. A nota final, média das notas individuais dos três professores, será registrada na Ata Final da Avaliação da Defesa do TCC, e será a média final da disciplina TCC II. § 2º. O membro suplente participará da banca somente em caso de impedimento de um dos membros efetivos. Art. 39. A escolha dos membros da banca será indicado pelo professor orientador de conteúdo e deve ser aceita pela coordenação de TCC e Coordenação de Curso. Parágrafo único. O presidente da banca será o professor orientador de conteúdo. Art. 40. Poderão fazer parte da Banca, como membros, todos os professores da UNIGUAÇU, inclusive de outros cursos, de acordo com a experiência profissional e o conhecimento das temáticas tratadas no TCC. Art. 41. A Banca examinadora somente poderá instalar-se com a presença de três membros. Art. 42. Caso o aluno não compareça para apresentação e defesa de TCC deverá justificar o motivo para a coordenação de monografia, solicitando a designação de nova data. Parágrafo único. Os motivos serão avaliados pela coordenadoria, a qual decidirá pelo deferimento ou não do pedido, com a possibilidade de recurso para a Coordenação do Curso. Art. 43. Na defesa em banca o aluno deverá ter média igual ou superior a 7,0 (sete). Não conseguindo a média 7,0 (sete) na apresentação diante da banca examinadora o aluno estará automaticamente reprovado na disciplina de Trabalho de Graduação II, necessitando refazê-la no próximo semestre. Art. 44. Na apresentação da TCC o aluno terá um prazo de 30 (trinta) a 45 (quarenta e cinco) minutos para expor sinteticamente os seguintes tópicos: a) Justificativa. b) Objetivos. c) Método do trabalho. 98 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR d) Aspectos destacados do conteúdo. e) Resultados f) Considerações finais. Art. 45. A banca examinadora terá até 15 (quinze) minutos, ao todo, para questionar o aluno sobre a pesquisa apresentada, que terá igual tempo para resposta. Art. 46 A banca examinadora poderá sugerir ou exigir que o aluno reformule aspectos e pontos de seu TCC, sob pena de retificação da nota. § 1º. O prazo para apresentar as alterações será de 15 (quinze) dias a contar a data da apresentação e defesa. § 2º. Após a entrega das cópias do TCC, com as alterações realizadas e as assinaturas dos membros da banca examinadora, estará concluída a etapa de avaliação. Art. 47. A ata de avaliação final, assinada por todos os membros da banca examinadora, permanecerá arquivada na coordenação de TCC. Art. 48. O aluno que não entregar o TCC, ou não apresentá-la perante a banca, sem motivo justificado e aceito pela coordenação de TCC, será considerado reprovado na disciplina de monografia, devendo matricular-se novamente. Art. 49. Após a aprovação do TCC e colhidas as assinaturas dos membros da banca examinadora, o aluno deverá entregar uma cópia encadernadas em brochura (capa dura, de cor preta com letras douradas), e uma cópia em mídia ao coordenador da monografia, sendo que uma cópia encadernada ficará na coordenação e a outra será encaminhada, com a cópia em mídia, para a biblioteca da UNIGUAÇU. Art. 50. Após a aprovação do TCC a cópia enviada ao coordenador da monografia será levada ao comitê de ética do curso de Bacharelado em Educação Física para parecer, e à Coordenação do Curso, para avaliação de sua divulgação interna e externa, com homologação da decisão pelo Colegiado do Curso. § 1º. Após a avaliação dos trabalhos de conclusão de curso, conforme caput deste artigo, a critério da Coordenação do Curso, estes serão encaminhados para divulgação através de 99 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR eventos internos, tais como: seminários, semanas de curso, iniciação cientifica, ainda envio de resumo dos trabalhos ao jornal da Instituição, bem como entrevista do acadêmico junto aos programas de TV e rádio da Instituição, além de divulgação externa com a publicação de livros com a coletânea de trabalhos, seminários, simpósios, colóquios. § 2º. A divulgação interna e externa dos trabalhos de conclusão de curso serão orientadas e organizadas pela coordenação da monografia, bem como pelo professor orientador, e acadêmico que realizou o trabalho, mediante a assinatura de Termo de Autorização para Publicação. XV - Das Disposições Finais. Art. 51. Todas as atividades de orientação, supervisão, acompanhamento, avaliação e coordenação, atinentes à TCC, serão consideradas atividades docentes. Art. 52. É vedada, tanto ao professor como ao aluno, a execução de qualquer atividade que não esteja vinculada ao projeto de TCC, durante o horário do mesmo. Art. 53. A Coordenação do Curso de Bacharelado em Educação Física e de TCC, baixará as normas complementares para a elaboração e apresentação do projeto e de TCC, através de Portaria, com o objetivo de definir os elementos para a padronização quanto às normas técnicas da ABNT, utilizando-se para isso do Manual de Normas Técnicas da UNIGUACU, à forma e ao desenvolvimento do TCC Art. 54. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pela Coordenação do Curso de Bacharelado em Educação Física, com posterior homologação do Colegiado de Professores. Art. 55. Este regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pela Coordenação do Curso, com a posterior homologação pelo Colegiado de Professores. 2.8 Integração ensino, pesquisa e extensão 100 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR A Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória entende que seu desenvolvimento está vinculado à comunidade de que é originária, e busca a institucionalização de suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, de forma a contribuir com essa comunidade. Pelo ensino, a Faculdade atende a população através da preparação para a cidadania, com competência técnica e política. A pesquisa possibilita ao saber acadêmico a articulação com os vários setores da sociedade, identificando aquilo que deve ser pesquisado, suas finalidades e interesses, e como os novos conhecimentos podem participar da dinâmica das transformações sociais. Tanto a pesquisa básica quanto a aplicada tem sido discutidas em suas formas de sistematização, para direcionamento à instalação de uma forma participativa de estudo dos grandes problemas de cada área. O acadêmico do curso de graduação em Educação Física, tem a oportunidade de ampliar seus conhecimentos através das experiências do estágio supervisionado, participação em congressos, eventos especiais e palestras, desenvolvendo atividades complementares e cursos de extensão. A IES conta com convênios, buscando, continuamente, estabelecer parcerias que permitam o desenvolvimento da pesquisa e projetos de extensão que envolvam a comunidade em suas diferentes classes. 2.8.1 Participação dos programas/projetos/atividades alunos de em iniciação científica ou em práticas de investigação O curso de Bacharelado em Educação Física, oferecerá aos acadêmicos, atividades de pesquisa e extensão, em várias modalidades. As atividades complementares na modalidade de programas ou projetos de iniciação científica e prática de investigação são regulamentadas pela Resolução 01/2003 –CONSEPE, especificamente nos artigos 16 a 44. A extensão assume neste projeto pedagógico importante lugar. As atividades que articulam as diferentes dimensões são contempladas na formação profissional tendo como base à articulação entre a teoria e a prática. 101 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Nesse projeto a articulação se dará por meio das linhas de pesquisa que apresentação como eixos de articulação, de modo a orientar a materialização do planejamento e da ação dos acadêmicos e professores para realização de atividades extensionistas, bem como para a constante busca da interdisciplinaridade. O bacharel em Educação Física deverá estar preparado para uma ação interdisciplinar, pois precisa mobilizar o conhecimento de várias áreas para exercer seu trabalho. Tais atividades são socializadas por intermédio de um sistema de comunicação interno e externo. A IES preocupa-se em divulgar as atividades realizadas no interior dos cursos objetivando a valoração dos trabalhos, a valoração do desempenho e empenho dos participantes, e ainda, tornar públicos seus progressos científicos. 2.8.1.1 Comunicação e Publicação Jornal Institucional A primeira edição da Gazeta UNIGUAÇU data de 03/03/2003 e durante o período, esse veículo informativo da IES vem mantendo a comunidade universitária informada sobre eventos promovidos pelos cursos. São contempladas no jornal, ainda, a produção e as atividades técnicas acadêmicas, científicas e artísticas da UNIGUAÇU, divulgadas tanto para o público interno quanto para o externo. O Jornal tem mantido uma tiragem média mensal de 10 mil exemplares e é distribuído gratuitamente a professores, acadêmicos e técnico-administrativos, bem como às escolas secundaristas da região. Circula também em órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, e em redações de veículos de comunicação da cidade. Exalunos e membros da comunidade universitária também recebem o jornal, que é enviado ainda a outras Faculdades da Região do Vale do Iguaçu. É possível ainda o acesso on line às edições do Jornal Gazeta UNIGUAÇU. Suas informações têm se constituído em um excelente instrumento de integração entre as diferentes áreas dos Cursos, setores da UNIGUAÇU e a comunidade locoregional. 102 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Programa Televisivo O Programa da UNIGUAÇU vai ao ar, diariamente no horário do almoço, na TV MILENIUM - TV CULTURA. Tal programação socializa as atividades promovidas pelos Cursos da IES, promove debates ao vivo e entrevistas. As matérias, abordadas de forma livre de preconceitos, com opiniões divergentes sobre temas atuais e do interesse da comunidade, com certeza contribuem para o debate de idéias, desenvolvendo nos telespectadores o espírito crítico e a busca do conhecimento científico de temas voltados à saúde e qualidade de vida (área de educação física, fisioterapia, enfermagem, farmácia, nutrição); do direito (direito, serviço social); questões ligadas à terra e animais (agronomia, veterinária) e atualidades da área da gestão, tecnologia, informatização (administração, sistemas de informação). Comunicação On-line A IES possui um sistema de comunicação interno via provedor. Toda comunidade acadêmica pode acessar informações tais como: páginas dos cursos, notas, freqüência,documentos da Faculdade, atividades, agenda de estágios, TCC´s e eventos, dentre outros. Nos Cursos de Pós-Graduação, em caráter experimental, alguns conteúdos e aulas são realizados on line (tele aulas). Painéis eletrônicos informativos A estrutura da Faculdade comporta dois painés eletrônicos, na entrada dos prédios (área de convivência e lazer). Proporciona-se, assim, um sistema de informação ágil, bem como um ambiente mais agradável para a comunidade e visitantes, promovendo a socialização das informações. Revistas Científicas Cumprindo seu papel de socializadora e difusora de conhecimentos, a IES publica semestralmente duas revistas de caráter científico. Trata-se da Revista de Estudos Vale do Iguaçu (publicação de artigos, resumos e resenhas dos docentes) e 103 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Revista Científica de Periodicidade Anual do Encontro de Iniciação Científica e Mostra de Pós Graduação, produzida a partir de artigos dos acadêmicos (participantes e expositores no Programa de Iniciação Científica ). 2.8.2 Programa institucional de iniciação científica Toda Instituição de Ensino Superior deve estimular e promover a pesquisa nos domínios dos conhecimentos nela ministrados, assim como proporcionar oportunidades para que os profissionais atualizem constantemente suas competências dentro do seu campo de atuação. Neste sentido cabe à Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória a divulgação na comunidade dos progressos relativos às suas áreas de ensino. Instalar um Projeto que fomente e desperte o interesse para a investigação científica é, portanto, importante para o próprio desenvolvimento da região. Para o estabelecimento de um programa de pesquisa é necessário definir linhas orientadoras das atividades científicas, coerentes com os objetivos da Instituição, assim como mecanismos de seleção e de avaliação sistemáticas, com a finalidade de assegurar a execução, qualidade e pertinência dos projetos. Uma das modalidades de pesquisa é exercida em nível de Iniciação Científica. Esta modalidade deve ser estimulada como forma de motivação, principalmente nas áreas de cada curso de graduação, de tal forma que o discente possa experimentar a articulação teoria-prática em seu processo de aprendizagem ao mesmo tempo em que eleva a qualidade de ensino da própria Instituição. A iniciação científica pode realizar-se com a execução de projetos de pesquisa sob orientação de professores com qualificação acadêmica e prática de pesquisa; ou ainda com planos de trabalho, em que a pesquisa do aluno se integre a um projeto mais amplo desenvolvido por professores. Segundo a resolução normativa nº 006/96 CNPQ/PIBIC, os programas de iniciação científica visam: 104 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR a) incentivar a participação dos estudantes de graduação em projetos de pesquisa, para que desenvolvam o pensamento e a prática científica com a orientação de pesquisadores qualificados; b) estimular pesquisadores produtivos a engajarem estudantes de graduação no processo acadêmico, utilizando a capacidade de orientação à pesquisa; c) qualificar recursos humanos para os programas de pós-graduação e aprimorar o processo de formação de profissionais para o setor produtivo; d) contribuir para reduzir o tempo médio de titulação de mestres e doutores. O Programa de Iniciação Científica poderá contribuir significativamente para o aumento da qualificação docente da própria Instituição em que se insere. Normas para a participação do Programa de Iniciação Científica Para ser Orientador de Iniciação Científica, o docente deverá preencher os seguintes requisitos: a) ser pesquisador com produção científica e/ou acadêmica divulgada em revistas especializadas, eventos científicos ou de reconhecimento na comunidade; b) ter pelo menos o título de mestre e estar, preferencialmente, em regime de 40 horas semanais; c) ser professor de disciplina correlata ao projeto de iniciação científica; d) ter competência acadêmica comprovada; e) apresentar projeto de pesquisa original, relevante e tecnicamente viável, acompanhado de plano de trabalho, a ser executado por aluno de iniciação científica; f) a execução do projeto não poderá depender da obtenção futura de recursos financeiros; os recursos necessários à instalação do projeto que não forem fornecidos pelas agências oficiais de fomento, devem ser providenciados pela própria Instituição na seguinte forma: 1) oferecimento da logística necessária ao participante de iniciação científica, incluindo-se: local para trabalho, instrumental de informática utilizado, suprimentos 105 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR necessários (papel, tinta, etc.), facilitação na obtenção de bibliografia nacional ou estrangeira; 2) desconto de 50% no valor das mensalidades, ou remuneração financeira no montante deste percentual, para o caso de o aluno já gozar de bolsa de estudos oferecida pela própria Instituição por outros motivos que não a iniciação científica; 3) apoio na divulgação dos resultados significativos do trabalho, quer sejam os mesmos parciais ou integrais; 4) estímulo à participação do aluno em congressos, seminários, palestras que sejam importantes para a realização plena do seu trabalho. Compromissos do Orientador do Programa de Iniciação Científica Os orientadores deverão assumir o compromisso de: a) selecionar alunos que apresentarem bom aproveitamento acadêmico e potencial para atividades de pesquisa; b) orientar o acadêmico nas distintas fases do trabalho científico; c) avaliar semestralmente o desempenho do orientado, elaborando o Relatório de Apreciação; d) acompanhar a elaboração dos relatórios bem como a organização e a apresentação dos resultados da pesquisa em eventos científicos; e) acompanhar o discente na apresentação dos resultados da pesquisa em eventos de iniciação científica; f) incluir o nome do discente nas publicações e nos trabalhos apresentados nos congressos, quando o estudante efetivamente houver participado na obtenção dos resultados. Requisitos para ser orientando no Programa de Iniciação Científica: a) estar matriculado regularmente em Curso de Graduação da Instituição; b) ter cursado os dois primeiros semestres da graduação e não estar no último semestre do curso, exceto em casos de continuidade de projeto; 106 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR c) apresentar bom desempenho acadêmico, não tendo reprovações nas disciplinas correlatas nas áreas do projeto de pesquisa; Compromissos do orientando no Programa de Iniciação Científica. Cada aluno selecionado deverá assumir o compromisso de: a) executar individualmente o plano de trabalho aprovado, dedicando ao projeto a carga horária definida pelo Orientador; b) apresentar os resultados parciais e/ou finais da pesquisa; c) fazer referência à sua condição de bolsista de iniciação científica do órgão de fomento (ou da Faculdade) ao qual seu projeto está alocado, nas publicações e trabalhos apresentados; d) apresentar relatório técnico-científico semestral e final dos resultados obtidos, e relatórios de atividades complementares; e) apresentar todos os relatórios em documentos escritos em conformidade com as Normas Brasileiras. 2.8.2.1 Incentivos às Atividades de Pesquisa e Iniciação Científica A IES promove atenção especial em: identificar linhas prioritárias, baseadas no perfil dos cursos da Instituição, não afastando a necessidade do retorno social; interagir com a sociedade, permitindo que as contribuições relacionadas a cada pesquisa possam ser percebidas, utilizadas e aplicadas no meio social; fomentar a criação de grupos de pesquisa apoiados às linhas de pesquisa prioritárias da Instituição; criar canais de divulgação dos resultados das pesquisas, notadamente a criação e a manutenção de uma revista de divulgação científica; estabelecer convênios, associações e contratos com instituições de pesquisa, órgãos de fomento e quaisquer outros organismos institucionais que possam 107 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR gerar recursos (financeiros ou não) que facilitem a conclusão de pesquisas e/ou que fortaleçam grupos de pesquisa da Instituição; prover condições de infra-estrutura física para que os grupos de pesquisa sejam consolidados. O curso de Bacharelado em Educação, juntamente com a IES, incentiva, periodicamente, a apresentação de trabalhos de iniciação científica em mostras realizadas em parceria com outras IES da região, onde os acadêmicos podem divulgar seus trabalhos. 2.8.2.2 Incentivos às atividades de extensão Os acadêmicos terão oportunidade de participar de várias atividades de extensão, desde cursos específicos do bacharel em Educação Física e afins, até atividades que contam com a participação da IES, atividades estas, apresentadas no relatório semestral que será elaborado pela coordenação do curso. a) Integração teoria/prática – a integração teórico/prática ocorrerá durante a oferta da parte prática (aulas práticas) do conteúdo acadêmico e durante a realização do estágio supervisionado. O exercício prático realizado pelo aluno tem um grau de dificuldade crescente, mesmo no estágio supervisionado. Adicionalmente, durante atividades extraordinárias (projetos de extensão à comunidade e realização de atividades complementares e sociais), que contem com a participação da IES, os alunos têm a oportunidade de, com a presença de professores, realizar experimentações da prática profissional. Sob este aspecto, os objetivos principais são: estabelecer perfis de oferta de cursos de extensão na instituição, valorizando os perfis de seus grupos de pesquisa; estimular a multidisciplinaridade, colaborando, inclusive com a aliança com outras instituições; 108 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR aproximar a sociedade regional, através de programas rápidos de capacitação a um custo permissível; humanizar o tratamento do discente, através de programas de apoio pedagógico, médico, odontológico, psicológico e quaisquer outros programas que facilitem a vida acadêmica do aluno; propor programas que despertem o senso crítico comunitário, tais como: programas de conscientização ambiental; programas de conscientização política, programas de conscientização econômica e/ou quaisquer outros que permitam que a Instituição cumpra seu papel social de apoio à sociedade. 2.8.2.3 Participação dos alunos em atividades articuladas com o setor produtivo, de serviços ou de atividades fora da IES A realização de atividades complementares leva os acadêmicos à participação individual neste tipo de atividades. Adicionalmente, a IES promove eventos (Semana da Saúde, Universidade de Portas Abertas, Encontros de Iniciação Científica e outros) que possibilitam ao aluno o contato com experiências de natureza diversa das acadêmicas. Há, ainda, por iniciativa do próprio acadêmico, espaço para a realização de estágios (não-curriculares) e participações especiais (demonstrações, palestras, etc.) em entidades públicas de amparo e assistência à comunidade. O profissional que se forma, dentre outras opções, será um novo funcionário ou proprietário de uma empresa. Esse fato torna mais nítida a importância que a Empresa ou a sociedade possuem na condução de um curso de nível superior. Com a finalidade de fortalecer o laço entre a Faculdade, empresas, segmentos, organizações sociais e comunidade em geral, algumas diretrizes são adotadas: maior aproximação com segmentos de lazer, saúde, esporte, etc; ● inclusão de conteúdos nos programas das disciplinas que permitam atender às necessidades da futura relação comercial do educador físico ; 109 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR ● criação de eventos que fortaleçam o elo entre estas instituições e universidade. Para tanto, algumas ações serão constantemente executadas para que esse anseio seja atingido: realização de encontros, simpósios, enfim, eventos que permitam uma maior aproximação entre alunos e empresas; intercâmbio com outras Instituições de Ensino Superior; fornecimento de disciplinas de estudos complementares e/ou atividades de extensão que permitam atualizar os conteúdos das disciplinas; capacitação do corpo docente, através de cursos de: extensão, pósgraduação lato-sensu, certificações, simpósios, seminários e workshops de interesse ao perfil do curso; organização de projetos que oportunizem a realização de atividades complementares, como ações e projetos sociais. 2.9 Política de incentivo e concessão de bolsas pela instituição A Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória, a Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e a Faculdade de Ciências Biológicas e da saúde de União da Vitória, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, contam com a Política Institucional, cujo objetivo é incentivar a continuidade dos estudos, visando a inclusão social e neste caso, minimizar as dificuldades financeiras encontradas pelos acadêmicos devidamente matriculados. A Política Institucional estabelece critérios para a concessão de bolsa de estudo e abatimentos nas mensalidades dos acadêmicos. Está vigorando desde 2001 (ano de início das atividades da IES) abrange, desde então, aproximadamente, em todos os semestres. No período em curso, 52% (cinqüenta e dois) do corpo discente (1.171 acadêmicos) possui algum tipo de bolsa. As formas de concessão de bolsas de estudo são as seguintes: 110 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR - a UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU e empresas da região celebram um convênio de cooperação mútua, por intermédio do qual a UNIGUAÇU, além de inserir a empresa em seus projetos sociais, concede bolsa parcial ao acadêmico/funcionário e em contrapartida, a emprese concede bolsa de estudo parcial para seu funcionário/acadêmico. Atualmente são concedidas 23 bolsas desta categoria (1,03%). - a UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU conta com 4% do corpo discente (89 alunos) participando da Política Institucional que concede bolsas parciais especiais aos acadêmicos economicamente, como incentivo ao acadêmico interessado em cursar duas graduações concomitantemente; - a UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU concede bolsa parcial de 35% (trinta e cinco por cento) sobre o valor da mensalidade do curso que já se encontra em andamento. - para garantir o ingresso de pessoas do mesmo grupo familiar em instituições privadas, a UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU proporciona bolsa parcial para cada membro da família que estiver devidamente matriculado. Neste caso são beneficiados 9,1% dos acadêmicos (205 alunos. - para funcionários, professores e respectivos familiares é concedida bolsa no percentual de 50% e 30%, respectivamente, sobre o valor da mensalidade. - com o intuito de incentivar e valorizar o acadêmico, a UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU instituiu o prêmio “Melhor Aluno”, que consiste em bolsa parcial de 20% (vinte por cento) sobre a semestralidade seguinte à obtenção do prêmio. - outra forma de minimizar as dificuldades financeiras e proporcionar a permanência do acadêmico na IES é a concessão de bolsa de até 100% (cem por cento) sobre o valor da mensalidade, da seguinte forma: a cada novo aluno matriculado por indicação do acadêmico, este fará jus a 5% (cinco por cento) de desconto. Atualmente, 5,70% (127 alunos) dos acadêmicos usufruem deste benefício. Além disso, ainda outros incentivos conforme gráfico abaixo: 111 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR POLÍTICA INSTITUCIONAL E BOLSAS Nº DE ALUNOS ATIVOS: DESCONTO BOLSA DO ISS BOLSA ESPORTE CONVÊNIO EMPRESA FIES POLÍTICA INSTITUCIONAL PROGRAMA ESTUDE PROUNI PROUNI PARCIAL 2227 Nº ALUNOS 179 1 15 187 494 84 148 63 PERCENTUAL 8,04% 0,04% 0,67% 8,40% 22,18% 3,77% 6,65% 2,83% 2.9.1 Bolsas de trabalho ou de administração A IES oferece algumas bolsas aos discentes. O programa se intitula Bolsa Universitária e atende uma considerável parcela dos estudantes que as recebem mediante realização de estágios em vários setores da IES. A concessão de Bolsasestágio se dá por processo de seleção que contempla a condição sócio-econômica, a necessidade de manutenção do estudante no ensino superior e o desempenho acadêmico. A UNIGUAÇU proporciona aos acadêmicos a oportunidade de realizar estágio (não-curricular) na respectiva área de conhecimento. O Programa Institucional de bolsas de estudo foi implementado no primeiro semestre de 2002 e o número de acadêmicos participantes vem crescendo semestralmente, chegando, hoje, à marca de 4,07% (60 alunos) do corpo discente. Além de contribuir para a formação profissional, para a manutenção e complementação educacional, mediante oferta de vaga de estágio, o programa prepara o acadêmico para o ingresso no mercado de trabalho com mais experiência em sua área de atuação. O Programa Institucional de Bolsas-estudo é ofertado ao acadêmico que celebra com a UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU um Acordo de Cooperação e Termo de Compromisso de Estágio, que é desenvolvido de acordo com o regulamento e um Plano de Estágio, sempre sob a supervisão de um 112 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR orientador comprovadamente qualificado e capacitado na área de conhecimento afim. Também prevê incentivo para monitorias a acadêmicos dentro da Instituição. 2.9.2 Programa de incentivo Social Solidário Programa estabelecido pela parceria entre a UNIGUAÇU e Prefeitura Municipal de União da Vitória, que concede bolsas parciais com recurso provenientes do imposto do ISS, e concede oportunidade aos alunos de baixa renda, de receberem auxílio financeiro e em contrapartida desenvolverem projetos de extensão e pesquisa. 2.9.3 Bolsa “Melhor aluno” É um programa que premia os alunos com melhor desempenho acadêmico, concedendo bolsas parciais para o semestre seguinte. 2.9.4 Bolsa esporte É concedida bolsa parcial aos acadêmicos atletas que possuem pontuação no ranking estadual e/ou nacional. 2.9.5 Prouni A Uniguaçu está vinculada ao Prouni – Programa Universidade para Todos, do Governo Federal, que concede bolsas parciais e integrais para acadêmicos economicamente carentes. 2.9.6 Programa Estude Este programa prevê o aumento do prazo de pagamento do curso, diminuindo-se os valores das parcelas em até 50%, sendo a diferença ressarcida à Instituição depois que o aluno estiver formado, respeitando o valor percentual concedido e o valor atual da mensalidade. 2.10 Administração acadêmica: coordenação de curso 2.10.1 Atuação do coordenador do curso 113 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR O Coordenador do curso de Bacharelado em Educação Física da Faculdade de Biológicas e da Saúde de União da Vitória, indicado pelo Diretor Geral, atuará intensamente na gestão do curso, promovendo a integração entre coordenação, direção e acadêmicos, por meio de atendimentos individuais ou em grupos e mesmo coletivamente. Promove e estimula a participação do corpo docente e discente em atividades acadêmicas e sociais, possibilitando a interlocução entre coordenação e acadêmicos, comunidade interna e comunidade externa. O Coordenador tem as seguintes atribuições: fiscalizar o cumprimento do regime escolar e a execução dos programas e horários estabelecidos; distribuir encargos de ensino, pesquisa e extensão entre os professores do curso, respeitadas as especialidades, coordenando-lhes as atividades; pronunciar-se sobre o aproveitamento de estudos de adaptação de alunos transferidos e diplomados; propor a admissão de monitores; elaborar o currículo pleno do curso de graduação, bem como suas modificações, submetendo-os ao Colegiado do curso, ao Conselho Superior e ao Conselho Nacional de Educação; construir, juntamente com o colegiado do curso, o PPC, assim como os demais documentos relativos ao curso; tornar públicas as decisões e documentação própria do Curso ; propor normas de funcionamento dos estágios curriculares e encaminhá-los ao Conselho de Ensino e Pesquisa para apreciação; exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em lei e no REGIMENTO DA FACULDADE DE BIOLÓGICAS E DA SAÚDE UNIÃO DA VITÓRIA. 2.10.2 Participação efetiva da coordenação do curso em órgãos colegiados acadêmicos da IES A Coordenação do curso de Bacharelado em Educação Física, da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória participa efetivamente dos 114 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR órgãos colegiados acadêmicos da instituição. Esta participação se dá por meio de reuniões e discussões referentes ao andamento do curso em particular e da IES como um todo. O Conselho Superior (CONSUP), órgão máximo de deliberação da Faculdade é composto pelo Diretor Geral, seu presidente; pelos coordenadores de curso; por representantes da Mantenedora; por professores em exercício, eleitos por seus pares, com mandato de dois anos, podendo ser reconduzidos; por um representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação para mandato de um ano, permitida a recondução. O Conselho de Ensino e Pesquisa (CONSEPE), órgão técnico de coordenação e assessoramento, em matéria de ensino, pesquisa, é constituído pelo Diretor Geral, seu presidente; pelos coordenadores dos cursos; por professores em exercício, eleitos por seus pares, com mandato de um ano, permitido a recondução; por representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação, com mandato de um ano, permitida a recondução. A Coordenadoria do curso é integrada pelo Colegiado, para as funções deliberativas e pelo Coordenador do curso, para as tarefas executivas. O colegiado do curso é constituído pelos professores das disciplinas que ministram aulas no curso e um representante do corpo discente. O colegiado é dirigido pelo coordenador, substituído em suas faltas e impedimentos pelo professor decano do curso. O colegiado do curso reúne-se ordinariamente em datas fixadas no calendário escolar e extraordinariamente quando for necessário. 2.10.3 Titulação do coordenador do curso, regime de trabalho e dedicação O coordenador do curso é graduado e mestre em Educação Física e atua com regime integral (40 horas) na IES. Terá efetiva dedicação à administração e à condução do curso, atuando como coordenador e docente. 2.10.4 Formação do Coordenador O Professor Fabiano de Macedo Salgueirosa é Bacharel e Licenciado em Educação Física pela Universidade Tuiuti do Paraná desde 2002 e Mestre em 115 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Educação Física pela Universidade Federal do Paraná, na área de concentração de Exercício e Esporte desde 2006. 2.10.5 Experiência do Coordenador 2.10.5.1 Experiência Acadêmica O Coordenador do Curso leciona no ensino superior, na própria IES desde 2005. Coordena o curso de pós graduação em Personal Trainig na IES desde 2008. É consultor científico dos Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR. 2.10.5.2 Experiência Profissional Atuou como instrutor em academias e com treinamento e como fisiologista de atletas desde 2002. 2.10.6 Composição e funcionamento do colegiado de curso O capítulo VI do regimento da IES regulamenta nos artigos a ele vinculados a composição e atuação dos colegiados de curso conforme segue: DOS COLEGIADOS DE CURSO Art. 17º. – Constituem cada Colegiado de curso os professores das disciplinas que ministram aulas em um mesmo curso e 1 (um) representante do corpo discente. Art. 18º. – O Colegiado de Curso reúne-se ordinariamente, em datas fixadas no calendário escolar, e, extraordinariamente, quando convocado pelo coordenador, por iniciativa própria, por solicitação do Diretor ou a requerimento de 1/3 (um terço) de seus membros. Art. 20º. – Compete ao Colegiado de Curso: I – Aprovar os programas e planos de ensino dos professores que atuam no curso respectivo; 116 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR II – Elaborar os projetos de ensino, pesquisa e extensão e executá-los depois de aprovados pelo Conselho de Ensino e Pesquisa e/ou pelo Conselho Superior; III – Apreciar o plano e o calendário anual de atividades da Instituição; IV – Elaborar a proposta anual de despesas do curso e o plano de aplicação de recursos orçamentários a serem encaminhados à diretoria; V – Exercer as demais competências que lhe sejam previstas em lei e neste Regimento. 2.10.6.1 Participação do coordenador e dos docentes em colegiado de curso e colegiados superiores Os artigos 5º e 8º do regimento da Instituição versam sobre a composição do Conselho Superior (CONSU), e do Conselho de Ensino e Pesquisa (CONSEPE) órgãos superiores e deliberativos em matéria administrativa, didático-científica e disciplinar, reservando direito de participação ao coordenador do curso e a docentes em exercício, eleitos por seus pares. Art. 5º - O CONSU é formado por: I – Pelo Diretor, seu presidente; II – Pelos Coordenadores de Curso; III – Por representantes da Mantenedora; IV – Por professores em exercício, eleitos por seus pares com mandato de 2 (dois) anos, podendo ser reconduzidos; V – Por um representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação para mandato de um ano, permitida recondução. Art. 8º - O Conselho de Ensino e Pesquisa é constituído: I – Pelo Diretor, seu presidente; II – Pelos Coordenadores de Cursos; III – Por professores em exercício, eleitos por seus pares, com mandato de um ano, permitida recondução; 117 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR IV – Por um representante discente, indicado pelo respectivo órgão de representação, com mandato de um ano, sendo permitida uma recondução. O coordenador do curso e os docentes participam do COLEGIADO, do CONSEPE e do CONSU. A coordenação realiza, periodicamente, reuniões com os professores do curso, para acompanhamento e compartilhamento das experiências vivenciadas, pautando-se pela necessidade de solução de problemas e/ou comunicações importantes. Resumidamente, o curso é discutido e acompanhado regularmente por todo o grupo e documentado em atas, auxiliando a Coordenação nas tarefas administrativas e de atendimento a docentes e discentes. 2.11 Auto-avaliação e auto-avaliação Institucional A UNIGUAÇU conta, também, com um plano de avaliação institucional, em que está inserido o curso de Bacharelado em Educação Física. O projeto foi implementado em 2003 e em 2005 foi reformulado de acordo com os princípios do sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). A Comissão Própria de Avaliação foi criada com Mandato de 27/04/2007 à 26/04/2009. Segundo o documento de criação, disponibilizado na página da CPA (www.uniguacu.edu.br/cpa): a avaliação permanente de todas as atividades desenvolvidas pela UNIGUAÇU, sejam estas realizadas pelos docentes, discentes ou técnico-administrativos, emerge como uma atividade de co-responsabilidade. Uma ação pedagógica integrada, que contribuirá para o redirecionamento das ações desenvolvidas por todos, na intenção de minimizar fragilidades e descobrir potencialidades. A avaliação é realizada semestralmente e além do corpo docente, atuação da coordenação do curso, avalia as condições estruturais, instalações, serviços e pessoal técnico de apoio, condições de ensino, envolvimento da IES com a comunidade, cumprimento do regimento, das propostas PDI, PPI e PPC As informações obtidas na auto-avaliação institucional são empregadas para melhoria das condições dos serviços ofertados, orientação das coordenações dos cursos e docentes quanto à condução do processo ensino-aprendizagem, bem como balizam importantes decisões como melhoria dos PCCs, do PPC e PPI. O conjunto 118 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR de informações da auto-avaliação é suplementado por avaliações de alunos em reuniões de colegiado. Tais informações são disponibilizadas para a comunidade acadêmica e externa por intermédio do Jornal da CPA, editado semestralmente. A CPA é atuante e promove a interlocução entre os atores da comunidade acadêmica. 119 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 3 CORPO DOCENTE, TÉCNICO-ASMINISTRATIVO E DISCENTE 3.1 Relação de professores do curso de Bacharelado em educação Física: Titulação, dedicação, experiência formação docente (acadêmica e adequação e profissional), às atividades desenvolvidas. Luiz Carlos Prestes 1984 – 1987 Mestrado em Ciência do Movimento Humano. Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil. Título: Construção de um teste de Coordenação Rítmica, Ano de Obtenção: 1988. Orientador: Renan Maximiliano Fernandes Sampedro. Bolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq, Brasil. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física / Subárea: Ciência do Movimento Humano / Especialidade: Rítmo e Dança. Setores de atividade: Cuidado à saúde das pessoas. 1983 – 1984 Especialização em Rítmo e Dança na Educação Física do 1º Gráu. (Carga Horária: 630h). Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil. Orientador: Vera Lucia Domakoski. 1974 – 1978 Graduação em Educação Física. Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil. 2003 – 2005 Mestrado Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil. Título: Verificação do Tempo de Reação de Praticantes de Escalada em Rocha, Ano de Obtenção: 2005. Orientador: Alexandro Andrade. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física / Subárea: Desenvolvimento e Aprendizagem Motora. 2002 – 2004 Especialização em Fisiologia do Exercício. (Carga Horária: 360h). Universidade Veiga de Almeida, UVA/RJ, Brasil. Título: Exercício Físico, Esportes e Consumo de Drogas. Andrey Portela 120 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 2001 – 2003 Especialização em Treinamento Desportivo e Personal Training. (Carga Horária: 360h). Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil. Título: A Prática do Esporte Radical Escalada em Rocha e o Uso de Drogas. Orientador: Alexandro Andrade. 1996 – 2000 Graduação em Educação Física e Desportos. Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC, Brasil. Título: O Uso de Drogas Ilícitas Entre Praticantes de Escalada em Rocha. Orientador: Alexandro Andrade. Cândido Simões Pires Neto 1987 – 1991 Doutorado em Health and Physical Education. The University of New Mexico, UNM, Estados Unidos. Título: Skinfold profiles of black and white male and female children aged 7 to 14 years old from southern Brazil-, Ano de Obtenção: 1991. Orientador: Hemming A. Atterbom. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Antropometria; Dobras Cutaneas; Raça; Crianças. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física / Subárea: Cineantropometria. Setores de atividade: Saúde humana. 1976 - 1978 Mestrado em Physical Education. The University of Pittsburgh, UP, Estados Unidos. Título: Comparison of reaction and movement time of blind and sighted subjects, Ano de Obtenção: 1978. Orientador: Shirl Hoffman. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Blind & Sighted; Reaction & movement time; Males and females. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física. Setores de atividade: Saúde humana. 1974 - 1974 Especialização em Técnicas Desportivas: Natação e Voleibol. (Carga Horária: 780h). Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil. Título: Neste período não havia necessidade de elaboração de monografia.. 1974 - 1976 Graduação em pedagogia com Habilitação em 121 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Adminsitração Educaci. Centro Universitário Franciscano Santa Maria,RS, UNIFRA, Brasil. Título: Neste período não havia a necessidade de elaboração de monografia. 1971 - 1973 Graduação em Educação Física. Universidade Federal de Santa Maria, UFSM, Brasil. Título: Neste período não havia a necessidade de elaboração de monografia. Suzane de Oliveira 2005 – 2007 Mestrado em Educação Física. Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil. Título: O efeito do treinamento da imaginação na melhora do, Ano de Obtenção: 2007. Orientador: Ricardo Weirgert Coelho. Palavras-chave: biomecanica; ginastica artistica; treinamento da imaginação. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física / Subárea: Aprendizagem Motora / Especialidade: Psicologia do Esporte. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física / Subárea: Aprendizagem Motora. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Educação Física. Setores de atividade: Educação superior; Neurociências; Outros. 2005 - 2007 Especialização em Personal Training. Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil. Título: O uso da imaginação no esporte, por atletas de body board.. Orientador: Ricardo Weigert Coelho. 1998 - 2002 Graduação em Educação Física. Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil. Título: Preparação mental para atletas de bodyboarding em nível competitivo.. Orientador: Ricardo Weigert Coelho. 1995 - 1999 Curso técnico/profissionalizante. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, UTFPR, Brasil. Fabiano de Macedo Salgueirosa 2004 Mestrado em Educação Física. Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil. 122 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 2006 Título: Influência da resistência à insulina na utilização de lipídeos e carboidratos durante o repouso e exercício contínuo de intensidade progressiva, Ano de Obtenção: 2006. Orientador: Maria Gisele dos Santos. Palavras-chave: balanço de substrato; resistência à insulina; dibetes mellitus. 1998 Graduação em Educação Física - Licenciatura e Bacharelado. Universidade Tuiuti do Paraná, UTP, 2002 Brasil. Título: Análise de indicadores antropométricos e de composição corporal dee acadêmicos de Educação Física da Universidade Tuiuti do Paraná. Orientador: Dr. Cândido Simões Pires Neto. Rosicler Duarte Barbosa da Silva 2000 Especialização em Ciência do Movimento Humano. (Carga Horária: 360h). 2002 Instituto Brasileiro de Pós-Graduação e Extensão, IBPEX, Brasil. 1992 Graduação em Licenciatura Plena em Educação Física. Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, 1995 Brasil. 1989 Ensino Médio (2º grau). Colégio Estadual Francisco Benjamim Gallotti, 1991 GALLOTTI, Brasil. 1989 Ensino Médio (2º grau). Colégio Estadual Henrique Fontes, HENRIQUE 1991 FONTES, Brasil. Ivan de Oliveira 2004 Mestrado em Métodos Numéricos em Engenharia. Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil. 2006 Título: Função Discriminante Quadrática Aplicada no Reconhecimento e Classificação de Nascidos Vivos quanto à Sobrevivência ou Óbito no Primeiro Ano de Vida, Ano de Obtenção: 2006. Orientador: Anselmo Chaves Neto. 1996 Graduação em CIÊNCIAS COM HABILITAÇÃO PLENA EM MATEMÁTICA. Faculdade de Educação de Ivaiporã, 1999 FEIVAI, Brasil. 123 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Rosana Beatriz Ansai 1998 Mestrado em Educação e Ensino de Professores. Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Palmas, 2000 FFCLP, Brasil. Título: Afetividade e Cognição na Educação Escolar: o pensamento-ação dos docentes das séries iniciais do Ensino Fundamental, Ano de Obtenção: 2000. Orientador: Egidio José Romanelli. Palavras-chave: Afetividade; Cognição; Docentes. Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Psicologia da Educação. Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação / Subárea: Ensino-Aprendizagem. Setores de atividade: Educação pré-escolar e fundamental. 1991 Especialização em Fund., Teoria e Análise do Processo Educacional. 1991 Universidade Federal do Paraná, UFPR, Brasil. 1982 Graduação em Pedagogia Habilitação em Orientação Educacional. Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e 1985 Letras de União da Vitória, FAFIUV, Brasil. 1979 Graduação em Ciências. Faculdade Estadual de Filosofia Ciências e Letras de União da Vitória, FAFIUV, 1980 Brasil. Eline Maria de Oliveira Granzotto 2000 Mestrado em Filosofia. Universidade Gama Filho, UGF, Brasil. 2002 Título: O CONCEITO DE PESSOA NA ÉTICA MATERIAL DOS VALORES EM MAX SCHELER, Ano de Obtenção: 2002. Orientador: Maria da Penha Felicio dos Santos de Carvalho. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, CAPES, Brasil. Palavras-chave: Essência; Ética; ÉTICA MATERIAL DOS VALORES; Max Scheler; O conceito de pessoa. Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Ética. Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia / Subárea: Epistemologia. Grande área: Ciências Humanas / Área: Filosofia. Setores de atividade: Educação superior; Saúde 124 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR humana; Formação permanente e outras atividades de ensino, inclusive educação à distância e educação especial. 1998 Especialização em Medicina Psicossomatica. (Carga Horária: 540h). 1999 Universidade Gama Filho, UGF, Brasil. Título: UM OLHAR SOBRE A DOENÇA. Orientador: LUIZ QUEROLIM NETO. 1996 Especialização em Psicopedagogia. (Carga Horária: 400h). 1997 Universidade Gama Filho, UGF, Brasil. Título: Fracasso Escolar. Orientador: Maria Lucia Brandão. 1986 Graduação em Psicologia. Universidade Gama Filho, UGF, Brasil. 1992 Título: Esquizofrenia. Orientador: Luiz Moacir. Jayme Ayres da Silva 1999 Mestrado em Engenharia de Produção: Gestão Ambiental. 2001 Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Brasil. Título: Análise da qualidade da coleta e disposição final dos resíduos sólidos domiciliares da cidade de Ivaiporã Estado do Paraná, Ano de Obtenção: 2001. Orientador: Sandra Sulamita Nahas Baasch. Palavras-chave: qualidade; coleta de lixo; disposição final; geração per capita; saúde humana. Grande área: Engenharias / Área: Engenharia Sanitária. Grande área: Engenharias / Área: Engenharia de Produção. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva. Setores de atividade: Educação superior. 1999 Especialização em Ensino de Ciências Biológicas. (Carga Horária: 600h). 1999 Conselho Regional de Biologia - 3a. região, CRBIO, Brasil. 1999 Especialização em Meio Ambiente e Gestão Ambiental. (Carga Horária: 360h). 1999 Universidade Paranaense, UNIPAR, Brasil. 1989 Especialização em Ecologia. (Carga Horária: 405h). – Universidade Centro do Paraná, UNICENTRO, Brasil. 1990 125 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 1989 1989 Especialização em Metodologia e Didática do Ensino Superior. (Carga Horária: 368h). Universidade Oeste Paulista, UNOESTE, Brasil. 1987 Graduação em Ciências Biológicas. Faculdade Estadual de Filosofia, Ciências e Letras de Jacarezinho, FAFIJA, 1990 Brasil. Rosemari Glowacki 1998 Mestrado em Comunicação. Universidade de Marília, UNIMAR, Brasil. 2003 Título: RE) Descobrindo Olavo Bilac: Um Jornalista Moderno, Ano de Obtenção: 2005. Orientador: Dra Ana Maria Gotardi. Palavras-chave: estética da recepção, crítica literária,crônica, t. Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação / Subárea: Teoria da Comunicação. Setores de atividade: Formação permanente e outras atividades de ensino, inclusive educação à distância e educação especial. 1996 Especialização em Metod. do Ensino da Língua Portuguesa e Literatura. (Carga Horária: 360h). 1997 Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil. Título: O romantismo e a denuncia social na obra de Olavo Bilac. Orientador: Drª Hilda Gomes Dutra Magalhães. 1990 Graduação em Licenciatura em Letras. Universidade Federal de Mato Grosso, UFMT, Brasil. 1996 Título: O Livro Didático em foco. Orientador: Profª Ms. Maria Celeste Saad Guirra. Marly Terezinha Della Latta 2007 Mestrado em Desenvolvimento Regional. Universidade do Contestado Campus Canoinhas, UNC/CANOINHAS, Brasil. Título: Em andamento, Orientador: Maria Luiza Milani. 2002 Mestrado em Mestrado Multidisciplinar Em Ciências da Saúde Hum. 2006 Universidade do Contestado, UNC, Brasil. Título: Análise da Mortalidade Infantil no município de União da Vitória-PR de 1999 a 2004, Ano de Obtenção: 2006. 126 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Orientador: Joni Stolberg. Palavras-chave: Mortalidade infantil; Fatores de risco; Serviços de saúde. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva. Setores de atividade: Cuidado à saúde das pessoas. 2004 Especialização em DIDÁTICA E DOCÊNCIA DO ENSINO SU. (Carga Horária: 360h). 2005 UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU, UNIGUAÇU, Brasil. Título: A IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA NA ENFERMAGEM. Orientador: PATRÍCIA DE FARIA. 2003 Especialização em FORM. PEDAG. EDUC.PROF. AREA DE SAUDE: ENFERMAGEM. (Carga Horária: 2004 660h). FIOCRUZ, FIOCRUZ, Brasil. 1990 Especialização em Especialização Em Enfermagem e Administração Hospi. (Carga Horária: 450h). 1992 Universidade de Passo Fundo, UPF, Brasil. Título: Diretrizes Básicas para o Serviço de Supervisão de Enfermagem do Hospital da Cidade. 1987 Especialização em Especialização Em Saúde Pública. (Carga Horária: 360h). 1988 Centro São Camilo de Desenvolvimento Em Administração da Saúde, CEDAS, Brasil. 1982 - 1987 Graduação em Enfermagem e Obstetrícia. Universidade de Passo Fundo, UPF, Brasil. 1982 - 1987 Graduação em Licenciatura Em Enfermagem. Universidade de Passo Fundo, UPF, Brasil. 3.2 Apoio Pedagógico aos docentes Cabe à Instituição, contribuir para a constante melhoria da qualidade do processo ensino-aprendizagem, o que se faz, também, através do apoio pedagógico ao docente. Nesse sentido, a Direção, a Coordenação Acadêmica e Pedagógica e a Coordenação do curso, buscarão por meio de ações conjuntas e variadas, diagnosticar as necessidades do corpo docente, e a partir daí, definir ações rumo ao constante aprimoramento do trabalho pedagógico na Instituição, oferecendo suporte 127 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR nas questões organização relacionadas do trabalho ao processo pedagógico, ensino-aprendizagem, metodologia, avaliação, tais como: interação professor/aluno, dentre outras. A Direção, a Coordenação Acadêmica e Pedagógica por meio da Coordenação de Curso pretendem realizar constante motivação para que os docentes busquem aprimoramento profissional, apóiam a participação em eventos e incentivam o desenvolvimento da pesquisa. 3.3 Órgãos de Apoio Técnico e Administrativo São órgãos criados por proposta do Diretor, ouvida a entidade mantenedora, para atendimento às necessidades de organização e expansão acadêmica e administrativa da Faculdade, com vistas ao desempenho esmerado e qualidade de suas atividades. Os órgãos de apoio técnico e administrativo são: a secretaria, a tesouraria, a contabilidade, a biblioteca, os laboratórios e setores de serviços de manutenção e limpeza. 3.3.1 Secretaria Geral A Secretaria Geral é o órgão concentrador das atividades administrativas acadêmicas da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória e obedece às normas estabelecidas pelo regimento da IES, emanadas de órgãos superiores e ainda, da legislação vigente no que concerne à sua atividade. A função da Secretaria Geral é dar suporte aos setores a ela vinculados, providenciar arquivamento ordenado e seguro da documentação gerada pela administração acadêmica, atendimento aos acadêmicos (prestando informações, agilizando consultas e informando do andamento de processos acadêmico-administrativos de interesse do acadêmico). A secretaria atende de segunda-feira a sexta-feira das 7h e 30min às 22h e 45 min e aos sábados das 7:30h às 17:30h. 128 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 3.3.1.1 Organização do controle acadêmico Os registros de notas e freqüências são lançados no sistema acadêmico pelos professores e arquivados, em meio físico, pela secretaria em local apropriado, separados por ano/semestre, turmas e disciplinas. Da mesma forma, a documentação dos alunos e as solicitações protocoladas, são registradas no sistema e os documentos físicos arquivados em pastas individuais. O acompanhamento do currículo do aluno é feito através de relatório expedido pela secretaria, através do sistema Mentor, que emite uma cópia ao acadêmico, sempre, na renovação da matricula ou a qualquer momento, pela consulta on-line no site da faculdade. As coordenações também recebem uma via deste documento no final de cada período. O sistema de trabalho adotado na Secretaria Acadêmica é o de divisão de tarefas, coordenadas pela Secretaria Geral que as distribui de acordo com as necessidades. As atividades realizadas são: montagem e acompanhamento dos processos protocolados, elaboração de documentos, suporte aos professores na época de registro de notas e freqüências, matrícula de alunos de primeiro ingresso (calouros) e cursantes (veteranos) no início do semestre, atendimento de telefone em assuntos pertinentes à secretaria, atendimento de alunos no balcão, atendimento de solicitações de professores e coordenadores, arquivamento de documentos nas pastas individuais dos alunos, controle de documentação e emissão de aditamento do FIES, emissão de documentos oficiais da IES, emissão de certificados e encaminhamento de diplomação, inscrições e controle de eventos da instituição. 3.4 Pessoal técnico e administrativo e políticas de capacitação 3.4.1 Corpo técnico da Secretaria O corpo técnico-administrativo da Secretaria é constituído por cinco funcionários (quatro com curso superior) e três estagiários. Existem duas formas de treinamento para o pessoal técnico-administrativo: 1. treinamento realizado semestralmente pelo departamento de Recursos Humanos da IES; 2. treinamento na 129 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR operacionalização do sistema acadêmico, que ocorre a cada atualização. O corpo técnico-administrativo também é parte avaliada no processo de avaliação institucional. Os colaboradores da Secretaria se reúnem semanalmente para discutir assuntos pertinentes às rotinas e melhorias dos processos internos 3.4.2 Corpo Técnico da Biblioteca O corpo técnico-administrativo da biblioteca é constituído por uma bibliotecária, uma assistente e 02 funcionários e 13 estagiários. Os treinamentos para o pessoal da biblioteca são realizados e organizados pelos Recursos Humanos da IES; 2. treinamento na operacionalização do sistema acadêmico, que ocorre a cada atualização. Os colaboradores da Biblioteca se reúnem semanalmente para discutir assuntos pertinentes às rotinas e melhorias dos processos internos. 3.4.3 Corpo Técnico de outros setores A carreira do pessoal técnico-administrativo integrante da Unidade de Ensino Superior do Vale do Iguaçu é constituída por quatro (4) funções, cada uma delas divididas em categorias, conforme a tabela a seguir: Direção Direção Geral Direção de Assistência a Educação Coordenador Acadêmico Coordenador Administrativo Coordenador Financeiro Técnico de Assistência a Educação Apoio ao Acadêmico Técnico de Laboratório Marketing Secretária Geral Secretária Acadêmica Bibliotecária Encarregado de Contabilidade Encarregado de Recursos Humanos Encarregado de Tesouraria Técnico em Informática 130 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Farmacêutico Nutricionista Fisioterapeuta Psicólogo Auxiliar I de Assistência a Educação Auxiliar de Secretaria Auxiliar Administrativo Auxiliar de Marketing Auxiliar de Laboratório Auxiliar de Biblioteca Multi Meios e Materiais Esportivos Recepcionista Telefonista Auxiliar II de Assistência a Educação Cozinheira Eletricista Encanador Jardineiro Marceneiro Motorista Pedreiro Vigia Zelador Orientador de Estacionamento A todos os integrantes do corpo técnico-administrativo é oportunizada constante capacitação e preparação para atuação como Assistentes da Educação, conforme planejamento executado pelos Recursos Humanos da Instituição e conforme previsto no PDI e PPI da Instituição. 3.5 Atenção aos discentes 3.5.1 Apoio à participação em eventos Focando o ideal estabelecido nas diretrizes institucionais da Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória e atendendo as expectativas de 131 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR aprendizagem para a formação do egresso do curso, processo de atenção aos discentes será mantido de constante. Para tanto, a coordenação do curso e a direção da IES darão suporte ao corpo discente na aquisição e promoção do saber, além dos processos educacionais desenvolvidos em salas de aula, através de apoio financeiro (subsidiando transporte para eventos correlatos, patrocinando materiais de divulgação de eventos, entre outras) e apresentação de trabalhos de iniciação científica. A Instituição por meio da Coordenação de Curso, disponibilizará transporte e assegura o acompanhamento dos alunos a congressos, visitas técnicas, seminários, simpósios, bem como os incentivará a participarem de programas de iniciação científica. 3.5.2 Apoio pedagógico ao discente Os processos de apoio pedagógico aos discentes iniciam-se em sala de aula. A percepção do professor, aliado ao trabalho do coordenador, é base para o apoio pedagógico do acadêmico. Por meio desta identificação e interação, os discentes que apresentarem algum tipo de problema relacionado à aprendizagem, comunicação, conduta ou sociabilização serão encaminhados, em um primeiro momento, para a coordenação do curso. De posse das informações pertinentes, os coordenadores avaliam os fatos e discutem com a coordenação pedagógica os procedimentos a serem adotados. 3.5.3 Acompanhamento psicopedagógico Seguindo a estrutura do Regimento Institucional, a IES conta com a Coordenação Acadêmica e Pedagogia. A ela, está vinculado o CAA - Centro de Atendimento Acadêmico, criado para aprimorar as condições pedagógicas e psicológicas que interferem diretamente no ensino e aprendizagem. O CAA tem por finalidade assessorar alunos no que diz respeito à melhoria da ação pedagógica e relacional. Em parceria com Coordenação acadêmica e pedagógica e em consonância com a Coordenação do Curso, o CAA adota um trabalho democrático, oportunizando diálogos permanentes com alunos estabelecendo uma práxis inovadora. 132 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR A Coordenação Acadêmica e Pedagógica por sua vez, em permanente contato com o CAA, tem como finalidade apoiar as Coordenações de cursos na orientação pedagógica dos docentes e promover a capacitação docente continuada, auxiliando para uma melhor qualidade no ensino-aprendizagem. O atendimento psicopedagógico é realizado pelo Centro de Apoio ao Acadêmico (CAA). O acadêmico, após entrevista preliminar com o responsável pelo CAA, recebe orientações ou é encaminhado ao profissional competente, de acordo com a necessidade. O objetivo é proporcionar aos acadêmicos da UNIGUAÇU, um espaço terapêutico para orientação, clarificação de entendimento e busca de possíveis soluções às situações de conflito que, naquele momento, possam interferir no processo de aprendizagem. O CAA da UNIGUAÇU foi criado em 24 de abril de 2002, com o objetivo de atender, orientar e encaminhar os acadêmicos com algum conflito comprometedor do processo de aprendizagem, aos setores de competência dos profissionais que compõe o quadro de docentes desta instituição. Os atendimentos e orientações prestados aos acadêmicos não implicam em soluções diretas e imediatas para os problemas apresentados, podendo gerar reencaminhamentos a profissionais competentes para os casos específicos. Os acadêmicos são atendidos nas dependências da instituição de ensino, em horários pré-determinados, agendados com a Coordenação Acadêmica em entrevistas individuais. Estas entrevistas são realizadas de segunda-feira a sexta-feira em horários pré-determinados e num segundo momento, os acadêmicos são encaminhados para o atendimento psicológico, médico, nutricional, advocatício e pedagógico. 3.5.4 Mecanismos de nivelamento Desde o primeiro semestre de 2005 são oferecidos cursos de nivelamento em matemática, química e biologia com o objetivo de aparar discrepâncias oriundas do ensino médio. Os cursos de nivelamento são oferecidos sempre que novas turmas sejam formadas para os semestres letivos. Adicionalmente, a coordenação do curso, com o apoio da direção da IES, oferecerá cursos de extensão com base nas avaliações realizadas nas reuniões de 133 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR colegiado sobre o andamento do Curso ou a partir das necessidades expressadas pelos acadêmicos junto à coordenação ou do corpo docente. Nas atividades pedagógicas e culturais, como a Semana de Curso e o Encontro de Iniciação Científica, são oferecidos cursos de curta duração direcionados para a complementação do conteúdo e o estímulo à pesquisa. Ainda, segundo a disponibilidade, o corpo docente ministra atividades extraordinárias abordando temas específicos relacionados às disciplinas. 3.5.5 Acompanhamento de egressos O Curso de Bacharelado em Educação Física pretende acompanhar seus egressos, na implantação de um cadastro, realizado próximo ao período de formatura, permitirá o contato posterior para elaboração de um acompanhamento adequado do egresso e levantamento do perfil sócio-econômico-profissional estabelecido após a formatura, que permitirá a reorientação dos aspectos acadêmicos que se mostrarem desajustados à formação de um profissional atualizado e participante do ambiente de trabalho. A realização de encontros de egressos, que serão promovidos pela IES, poderá, também, proporcionar a troca de informações de maneira prestigiada e direcionada ao curso em questão. O Acompanhamento dos egressos é um instrumento que possibilita uma contínua avaliação da instituição, através do desempenho profissional dos ex-alunos, podendo contribuir para reorganização do processo ensino/aprendizagem, considerando elementos da realidade externa à instituição que apenas o diplomado está em condições de perceber, visto que passa a atuar e experimentar as conseqüências dos aspectos vivenciados durante sua graduação. O acompanhamento de egressos objetiva: a) Avaliar o desempenho da instituição pelo acompanhamento do desenvolvimento profissional dos ex-alunos; b) Manter registros atualizados de alunos egressos; c) Promover intercâmbio entre ex-alunos; d) Promover a realização de atividades extracurriculares (estágios e /ou participação em projetos de pesquisa ou extensão), de cunho técnico-profissional, como complemento à sua formação prática, e que, pela própria natureza do mundo 134 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR moderno, estão em constante aperfeiçoamento e palestras direcionadas a profissionais formados pela Instituição; e) Valorizar egressos que se destacam nas atividades profissionais; f) Identificar junto às empresas seus critérios de seleção e contratação dando ênfase às capacitações dos profissionais da área buscados pela mesma. g) Incentivar a integração de ex-alunos com a Instituição. 135 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 4 INSTALAÇÕES FÍSICAS 4.1 Biblioteca A biblioteca está localizada no 3° piso do Edifício Francisco Cléve, em um espaço exclusivo de 1.200 m2 com 30 mesas para estudos individuais, 3 salas reservadas para estudo coletivo, salão de estudos com 15 mesas e 10 terminais de computadores com acesso em banda larga à Internet. A biblioteca dispõe, ainda, de um auditório para projeções audiovisuais para 12 pessoas. O acervo é constituído por: a) Livros – 16.285 títulos (28.819 exemplares) b) Periódicos - 479 títulos (62 ativos) c) Vídeos - 430 títulos (581 exemplares) d) DVDs - 11 títulos (22 exemplares) e) Disquetes - 20 títulos (21 exemplares) d) CDs - 252 títulos (332 exemplares) 4.1.1 Implementação das políticas institucionais de atualização do acervo no âmbito do curso A atualização do acervo da Biblioteca da Uniguaçu é realizada respeitando as diretrizes estabelecidas pelo documento intitulado “POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO DE COLEÇÕES, BIBLIOTECA WILHELM HEINRICH” e está disponibilizado na biblioteca. A implantação da política de seleção e aquisição serve à constante atualização e manutenção da qualidade do acervo, e esta deve ser incorporada como filosofia e metodologia no trabalho da equipe responsável pelo desenvolvimento de coleções da Biblioteca. O processo de seleção das obras a serem adquiridas parte da indicação dos docentes e passa por uma comissão, composta pela direção, bibliotecário e 136 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR coordenação dos cursos. É primordial que se estabeleça uma política de seleção para evitar que a coleção se transforme em um agrupamento desajustado de documentos, por este motivo foram estabelecidos alguns critérios com o objetivo de: a) Permitir o crescimento racional e equilibrado do acervo nas áreas de atuação da instituição; b) Identificar os elementos adequados à formação da coleção; c) Desenvolver programas cooperativos; d) Estabelecer prioridade de aquisição de material; e) Traçar diretrizes para o descarte de material. A formação do acervo deve ser constituída através de uma política de aquisição que, prevê a aquisição de diferentes tipos de materiais, tais como: Obras de Referência, Livros, Periódicos, Fitas de Vídeos, DVD entre outros. Os materiais adquiridos devem atender as seguintes finalidades: a) suprir os programas de ensino dos cursos da Graduação e Pós Graduação da UNIGUAÇU; b) dar apoio aos programas de pesquisa e extensão da Instituição; c) fornecer obras que elevem o nível de conhecimento geral e especifico de seus alunos e colaboradores; d) resguardar materiais que resgatem a história da Instituição, como publicações e materiais sobre a mesma. Quanto à seleção quantitativa a Biblioteca estabelece os seguintes critérios: 1) Literatura Básica (nacional e importado) material bibliográfico básico e indispensável para o desenvolvimento da disciplina e considerado de leitura obrigatória. 1.1 Nacional - serão adquiridos em processo contínuo, segunda indicação de professores e coordenação de curso, visando a composição da bibliografia básica e complementar, sendo que o número de exemplares será calculado na base de 01 (um) para cada 10 (dez) alunos. 137 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 1.2 Importado - os livros importados serão adquiridos quando não existir uma adequada tradução em português. 2) Literatura Complementar e Atualização A literatura complementar compõe-se de livros nacionais ou importados necessários à complementação e atualização de bibliografias, seja em nível de pesquisa ou conteúdo programático das disciplinas oferecidas na Instituição, bem como para o desenvolvimento de atividades administrativas. Mantém-se interligada a outras bibliotecas brasileiras, podendo solicitar, a pedido do aluno, empréstimo de obras raras e outros suportes. Disponibiliza reserva de livros e materiais on-line por meio da página institucional www.uniguacu.edu.br. As normas específicas para uso do acervo e dos serviços encontram-se à disposição dos consulentes no regulamento da Biblioteca. 4.2 Laboratórios específicos para formação básica 4.2.1 Laboratórios de informática A faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória conta com 6 laboratórios de informática, que devem ser utilizados única e tão somente para atividades acadêmicas dos cursos, todos com acesso livre à internet. Os softwares instalados podem ser utilizados pelo acadêmico indistintamente, cabendo-lhe solicitar ao técnico responsável a liberação de senha. Não é permitida a cópia ou a instalação de quaisquer softwares nos equipamentos dos laboratórios, sem a prévia autorização, por escrito, de seu responsável. 4.2.2 Salas de Multi Meios A Uniguaçu possui laboratório específico para apoio didático aos docentes com TV´s, Data Show, retro projetores, DVD´s etc. 4.3 Laboratórios e ambientes de Formação Profissionalizante 138 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Todos os laboratórios destinados ao curso de Educação Física–Bacharelado, se encontram em plenas condições de uso e de acordo com as normas de segurança previstas em Lei. Segue memorial descritivo resumido dos equipamentos dos laboratórios em uso: LABORATÓRIO DE MICROSCOPIA (70 m2) 15 Microscópios binoculares 1 Microscópio trinocular 1 tv 20 polegadas 03 esterioscópios (lupas) Conjuntos de laminas preparadas SALA DE PREPAROS (12,8 m2) 01 geladeira 02 estufas bacteriológicas 01 autoclave c/ secagem 01 autoclave simples 01 balança analítica digital 01 estufa de esterilização e secagem LABORATÓRIO DE BIOQUÍMICA (70 m2) 2 peagâmetros 1 capela de exaustão de gazes 1 Estufa 1 Banho Maria grande 1 banho Maria pequeno (sorológico) 1 Balança de precisão 02 agitadores magnéticos 1 espectrofotômetro 1 centrifuga de tubos 1 destilador de água 01 agitador vortex 01 lavador de pipetas LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA HUMANA, BIOFÍSICA, FARMACOLOGIA (52,8 m2) 2 peagâmetros 1 centrifuga de tubos 1 quimógrafo LABORATÓRIO DE ANATOMIA HUMANA (95 m2) Aparelho genito urinário feminino Articulação do cotovelo Articulação do quadril 139 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Base nitrogenada Figura musculada c/ sexo dual Cabeça em corte sagital Coluna vertebral clássica Coração clássico Corações grande Crânio Encéfalo em 4 partes Encéfalo em 2 partes Esqueleto da mão Esqueletos do pé Esqueleto pequeno 85cm Esqueleto simples Esqueletos c/ origens e inserções Estomago e pâncreas Fígado / pâncreas Laringe ( 7 partes ) Mini articulação do cotovelo Mini articulação do quadril Modelo mão Modelo mão gigante Modelo olho Modelo pé Modelo pele (aumento de 70x) Osso maxilar Pé chato Pé normal Pelve c/ ap. genital feminino Rim c/ glândula supra renal Ap. genito urinário masculino Articulação do joelho Pulmão 5 partes Articulação do cotovelo Articulação do joelho Articulação do ombro Osso fêmur Osso Sacro e Cóccix Sistema Vascular Articulação Atlanto-axial Coluna cervical Coluna lombar Coluna torácica Osso Escapula Osso Axis Osso esterno c/ cartilagens costais Osso Fíbula Osso Rádio Osso Tíbia Osso Ulna 140 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Osso Úmero Ossos Pelve Patelas Ossos clavícula Peças Humanas - ossos, fetos e Cadáver LABORATÓRIO DE DESEMPENHO HUMANO (63 m2) 1 Balança Coluna Digital 1 Balança Coluna Mecânica 2 Balanças Digital c/ Bioimpedância 1 Balança Digital s/ Bioimpedância 2 Bancos de Wells 1 Cicloergômetro Eletromagnático 1 Cicloergômetro Mecânico 3 Esfigmomanômetro Infantil 1 Estadiômetro de Parede 1 Estadiômetro Infaltil Madeira 1 Estadiômetro Madeira 8 Fita Antropométricas 1 Frequencímetro Focus c/ transmissor 1 Frequencímetro S610 s/ transmissor 1 Glicosímetro 1 Goniômetro 1 Lactímetro 1 Paquímetro Antropométrico 1 Pedômetro 2 Plicômetro Científico 3 Plicômetro Clínico 1 Rádio Gravador com CD 1 Transmissor para frequencímetro 1 Ventilômetro c/ mangueira e máscara 1 Bicicleta Ergométrica ACADEMIA (100 m2) 1 Bicicleta Ergométrica 1 Crossover 1 Abdutor 1 Adutor 1 Chestpress 3 Esteiras Elétricas 1 Lat Pull Down 1 Leg Extension 1 Leg Press 1 Pec Deck 1 Rosca Scott 1 Seated Row 1 Supino Inclinado 1 Supino Reto 1 Suporte P/ Anilhas 141 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 1 Suporte P/ Pesos 1 Prancha Abdominal 1 Espaldar 2 Pares De Caneleiras 1 Kg 2 Pares De Caneleiras 2 Kg 2 Pares De Caneleiras 3 Kg 2 Pares De Caneleira 4 Kg 2 Pares De Caneleiras 5 Kg Diversos Pares de Halteres (4 Kg, 5 Kg, 6 Kg, 7 Kg, 8 Kg, 9 Kg, 10 Kg, 12 Kg, 14 Kg) 9 Colchonetes De Napa 3 Barras Para Supino/Agachamento 4 Barras Para Halteres 18 Pesos 1 Kg 20 Pesos 5 Kg 12 Pesos 10 Kg 4 Pesos 15 4 Pesos 20 Kg 7 Presilhas P/ Pesos 1 Bicicleta Ciclo Ergômetro QUADRA POLIESPORTIVA (900 m2) Equipamento completo para a prática de esportes coletivos (bolas, uniformes, etc). SIAC – Sala Interdisciplinar de Atividades Corporais (200 m2) Tatame 38 steps 30 colchonetes CENTRO ESPORTIVO Piscina – 16X9 (144 m2) Campo Gramado – ( 300 m2) Equipamento completo para a prática de atletismo e atividades aquáticas 142 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 5 COMITÊ DE ÉTICA E PESQUISA Criado em 2004, o Comitê de Ética e Pesquisa da IES, instituiu a normalização das atividades de iniciação à pesquisa, nos cursos ofertados pelas mantidas da UNIGUAÇU. Conforme resolução abaixo colacionada: Resolução nº 019/2004 Dispõe sobre a Criação do Comitê de Ética da Faculdade de Ciências Biológicas e de Saúde de União da Vitória, da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu O Diretor Geral da Faculdade de Ciências Biológicas e de Saúde de União da Vitória, da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, no uso de suas atribuições legais, Considerando que a realização de pesquisas envolvendo seres humanos devem ser desenvolvidas sob a ótica do indivíduo e das coletividades e, que devem incorporar os quatro referenciais básicos da bioética: autonomia, não maleficência, beneficência e justiça, entre outros. Considerando que visam assegurar os direitos e deveres que dizem respeito à comunidade científica, aos sujeitos da pesquisa e do Estado. Considerando que as pesquisas envolvendo seres humanos devem atender às exigências éticas e científicas fundamentais. Considerando, acima de tudo, que a dignidade humana, prevista na Carta Magna promulgada em 05/10/1988 deve ser respeitada e preservada. RESOLVE: 143 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Estabelecer as regras básicas e preliminares a serem estritamente observadas e cumpridas pelo Colegiado que irá compor o Comitê de Ética em Pesquisa Envolvendo Seres Humanos da Faculdade de Ciências Biológicas e de Saúde de União da Vitória, da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, o que faz nos seguintes termos: Art. 1º – O Comitê de Ética em Pesquisa é um órgão colegiado e deverá ser composto por profissionais das diversas áreas do conhecimento que serão responsáveis pela avaliação ética e metodológica dos projetos de pesquisa que envolvam seres humanos. Art. 2º – Os membros que vierem a compor o Comitê de Ética deverão zelar e proteger o bem estar dos cidadãos pesquisados, sempre com a estrita observância dos valores culturais, sociais, morais, religiosos, éticos, enfim respeitando o princípio fundamental da dignidade humana. Art. 3º – A função do Colegiado será de avaliar e acompanhar o desenvolvimento dos projetos de pesquisa que envolvam a participação de seres humanos, com caráter consultivo, deliberativo e educativo, objetivando defender os interesses dos participantes do projeto, em sua integridade e dignidade, de forma a contribuir para o desenvolvimento das pesquisas dentro dos padrões éticos. Art. 4º – A missão do Colegiado será analisar e acompanhar o desenvolvimento dos projetos de pesquisa, seguindo as normas e diretrizes na pesquisa em seres humanos, zelando sempre pela saúde e pelo bem-estar dos cidadãos pesquisados, em conformidade com as Resoluções do Conselho Nacional de Saúde, especialmente a Resolução 196/96 e as Resoluções que a complementam, bem como as demais normas atinentes à espécie. Art. 5º – Há regras mestras, éticas e básicas, que deverão ser consideradas e cumpridas pelo Comitê de Ética em Pesquisa e pelos Pesquisadores. § 1º – O consentimento prévio do pesquisado é imprescindível e, deverá ser feito de forma livre e esclarecida, de forma acessível e que nenhuma dúvida paire: I – deverá ser pessoal, ou seja, redigido na terceira pessoa do singular; II – deverá conter todos os detalhes quanto ao procedimento, tais como riscos e benefícios, entre outros, enfim, o mais transparente e especificado possível; 144 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR III – não serão permitidas comunicações verbais, toda e qualquer comunicação ou orientação deverá ser feita por escrito; IV – caso o projeto envolva um menor de dezoito anos de idade que, nos termos do Código Civil vigente, não possui capacidade plena, o termo de consentimento deverá ser assinado por um dos pais e, na falta comprovada destes, pelo representante legal, que deverá comprovar a responsabilidade pelo menor. In casu, o termo de consentimento deverá ser específico no sentido de esclarecer quem autoriza o desenvolvimento da pesquisa com o menor; V – também deve constar no termo de consentimento que o pesquisado pode, a qualquer momento, desligar-se do projeto, bem como que pode se recusar a participar de alguns procedimentos. Para tanto deverá comunicar, por escrito, o pesquisador responsável pelo projeto; VI – o termo de consentimento deverá conter informações gerais, ainda que sucintas, sobre a pesquisa, objetivos, idade, local, tempo de disponibilidade dos indivíduos a serem pesquisados, duração do envolvimento e tipos de procedimentos a serem adotados, destacando se e quais são experimentais. § 2º – As avaliações que forem realizadas por intermédio de questionário, deverão ter uma cópia para ser encaminhada para acompanhamento e avaliação do Comitê de Ética em Pesquisa. § 3º – Gravações de vozes, fotos e filmagens deverão ser prévia e expressamente autorizadas pelos pesquisados, inclusive: I – deverá haver descrição da confidencialidade dos materiais, os quais deverão ser mantidos em sob sigilo, somente com os pesquisadores responsáveis; II – para utilização dos materiais mencionados no § 3, deverá haver aviso e autorização prévia. § 4º – Todo e qualquer procedimento envolve um certo grau de risco, razão pela qual os pesquisadores deverão prever quais os riscos que o procedimento envolve e descrever, no termo de consentimento, visando resguardar a saúde do pesquisado e evitando danos físicos e ou morais. Ainda, deve haver ponderação da relação risco/benefício. § 5º – Também deverá constar no projeto a forma de acompanhamento e assistência, antes e durante a pesquisa. Os pesquisadores deverão estar sempre à disposição para responder as perguntas dos pesquisados. 145 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR § 6º – O projeto deverá ser claro, inclusive deverá trazer cláusula que verse sobre a confidencialidade dos dados e forma de armazenamento, os pesquisados deverão ser informados da confidencialidade e da forma de armazenamento e, caso haja necessidade de identificação, esta somente se fará mediante permissão expressa do pesquisado. Art. 6º – Os eventuais projetos de pesquisa que se encontrem em andamento terão o prazo de até cento e vinte dias para se adequar às normas acima expostas, caso estejam em desacordo. Art. 7º – Será de competência do Comitê de Ética em Pesquisa complementar a presente Resolução, inclusive determinar as normas para apresentação de projeto de pesquisa para apreciação e, desenvolver o modelo do termo de consentimento a ser assinado pelo pesquisado ou por seu representante legal, no caso de menor de dezoito anos de idade. Art. 8º - Também caberá ao Comitê de Ética em Pesquisa, por ocasião da análise de um projeto de pesquisa, entre outros aspectos, observar com retidão e responsabilidade a adequação do projeto, a qualificação e grau de conhecimento dos pesquisadores, a ponderação da relação risco/benefício. Art. 9º - A designação dos membros para compor o Comitê de Ética em Pesquisa, os quais serão responsáveis pela avaliação ética e metodológica dos projetos de pesquisa que envolvam seres humanos, acontecerá no prazo de até cento e vinte dias, contados da assinatura da presente. Parágrafo Único - No prazo de até noventa dias, os coordenadores de curso deverão indicar professores do colegiado de curso para compor o Comitê de Ética em Pesquisa. Art. 10 - A presente resolução entra em vigor na data de sua assinatura. Art. 11 - Ficam revogadas as disposições em contrário. Edifício da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, sito à Rua Padre Saporiti, 717, Rio D’Areia, União da Vitória/PR, aos oito dias do mês de novembro do ano de dois mil e quatro. 146 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Na seqüência, o Comitê, instituído à época, realizou reuniões e criou o regimento abaixo. REGIMENTO DO COMITÊ DE ÉTICA E PESQUISA DA UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR VALE DO IGUAÇU CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º - O Comitê de Ética e Pesquisa da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, criado pela Resolução 019 de 08 de novembro de 2004 da Direção Geral, em cumprimento às Resoluções do Conselho Nacional de Saúde nº 196/96, de 10 de outubro de 1996, e 251/97, de 05 de agosto de 1997, é órgão colegiado interdisciplinar, deliberativo, consultivo e educativo, vinculado à Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, independente na tomada de decisões, quando no exercício das suas funções. Art. 2º - O Comitê de Ética e Pesquisa da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu tem a finalidade maior de defender os interesses dos sujeitos da pesquisa em sua integridade e dignidade, contribuindo no desenvolvimento da pesquisa dentro de padrões éticos, metodológicos e científicos. Art. 3º - O Comitê de Ética e Pesquisa da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, doravante denominado CEP/UNIGUAÇU, atenderá à legislação pertinente e reger-se-á pelo presente Regimento. § 1º - Para fins deste Regimento, define-se como pesquisa a classe de atividades cujo objetivo é desenvolver e/ou contribuir para o conhecimento generalizável, através de métodos científicos de observação e inferência aceitos. § 2º - Todo e qualquer projeto de pesquisa envolvendo seres humanos deverá obedecer às recomendações da Resolução nº 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, de 10 de outubro de 1996, e dos documentos citados em seu preâmbulo, bem como suas alterações posteriores. § 3º - A responsabilidade do pesquisador é indelegável, indeclinável e compreende os aspectos éticos e legais pertinentes. 147 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR CAPÍTULO II DAS ATRIBUIÇÕES Art. 4º - Ao CEP/UNIGUAÇU compete: I - A avaliação ética dos protocolos de pesquisa que envolvam seres humanos, respaldado pela Legislação sobre ética em pesquisa vigente. a) - Cada protocolo de pesquisa será analisado, inicialmente, por pelo menos um dos membros do comitê, responsável pela apresentação de uma proposta de parecer, sendo que o parecer definitivo deverá ser deliberado durante a reunião mensal, por todos os presentes e, então assinado por todos e encaminhado ao responsável pelo protocolo. b) - Em situações excepcionais, ponderadas pela Presidência, poderá ser emitido um parecer ad hoc. Este parecer será analisado pelo Colegiado na primeira reunião ordinária que ocorrer e poderá ser por ele alterado. c) - Os projetos recebidos pelo Comitê serão analisados no prazo de até quarenta e cinco dias contados da data do protocolo. II - manter a guarda confidencial de todos os dados obtidos na execução de sua tarefa; III - manter o projeto, o protocolo e respectivo parecer em arquivo, por cinco anos após o término do projeto, à disposição das autoridades competentes; IV - proceder ao acompanhamento dos projetos em curso através dos relatórios anuais dos pesquisadores envolvidos; V - desempenhar papel consultivo e educativo, fomentando a reflexão em torno da ética na ciência; VI - receber denúncia de abusos ou notificação sobre fatos adversos que possam alterar o curso normal dos estudos, decidindo pela continuidade, modificação ou suspensão da pesquisa, devendo, se necessário, adequar o termo de consentimento; VII - requerer instauração de sindicância junto à autoridade competente, em caso de denúncia de irregularidades da natureza ética nas pesquisas e, havendo cvomprovação, comunicar o fato à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa - CONEP/CNS/MS e, no que couber, a outras instâncias. Art. 5º - O CEP/UNIGUAÇU poderá recorrer a consultores ad hoc, pertencentes ou não à instituição, no caso de haver necessidade de se obterem subsídios técnicos específicos sobre algum projeto analisado. Art. 6º - Considera-se antiética a interrupção da pesquisa já aprovada sem justificativa aceita pelo CEP/UNIGUAÇU. Art. 7º - A revisão de cada protocolo culminará no seu enquadramento em uma das seguintes categorias: 148 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR I - aprovado; II - com pendência: quando o Comitê considera o protocolo aceitável, porém identifica determinados problemas no protocolo de pesquisa, no formulário de consentimento, ou em ambos, e recomenda uma revisão específica, ou solicita uma modificação ou informação relevante, que deverá ser atendida em 60 (sessenta) dias pelo pesquisador; III - retirado: quando transcorrido o prazo dado ao pesquisador para a revisão, o protocolo permanece pendente; IV - não aprovado; V - aprovado e encaminhado, com o devido parecer, para apreciação pela CONEP/CNS/MS, no caso de protocolos de pesquisa em áreas temáticas especiais, referentes a: a) genética humana; b) reprodução humana; c) fármacos, medicamentos, vacinas e testes diagnósticos novos (fases I, II e III) ou não registrados no país (ainda que fase IV), ou quando a pesquisa for referente a seu uso com modalidades, indicações, doses ou vias de administração diferentes aquelas estabelecidas, incluindo seu emprego em combinações; d) novos equipamentos, insumos e dispositivos para a saúde ou não registrados no país; e) novos procedimentos ainda não consagrados na literatura; f) populações indígenas; g) projetos que envolvam aspectos de biossegurança; h) pesquisas coordenadas do exterior ou com participação estrangeira e pesquisas que envolvam remessa de material biológico para o exterior; i) projetos que, a critério do CEP/UNIGUAÇU, devidamente justificados, sejam julgados merecedores de análise pela CONEP/CNS/MS. Parágrafo Único: o início do desenvolvimento do projeto de pesquisa somente se dará após a aprovação do CEP/UNIGUAÇU. CAPÍTULO III DA ESTRUTURA E DO FUNCIONAMENTO Art. 8º - O CEP/UNIGUAÇU é órgão colegiado e composto por profissionais das diversas áreas do conhecimento, designados pela Direção Geral, de acordo com as indicações das coordenações de curso. § 1º - Os membros do Comitê de Ética foram designados pela Resolução 22 de 20 de dezembro de 2004. 149 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR § 2º - O mandato dos membros do Comitê de Ética será de 03 (três) anos, permitida a recondução e, a cada ano, em função da necessidade e experiência, poderá ser renovado um terço do Comitê. § 3º - No CEP/UNIGUAÇU haverá um membro, convidado pela IES, escolhido dentre os vários segmentos da sociedade usuária de suas atividades. Art. 9º - Haverá no CEP/UNIGUAÇU um Presidente, designado pela Direção Geral, com mandato de 3 (três) anos, permitindo-se a recondução. Art. 10 - Compete ao Presidente do CEP/UNIGUAÇU: I - convocar e presidir as reuniões do Comitê; II - assinar todos os documentos oficiais emitidos pelo Comitê; III - distribuir os projetos de pesquisa recebidos para análise e parecer dentre os membros do Comitê;IV- requerer instauração de sindicância junto à autoridade competente em caso de denúncia de irregularidade de natureza ética nas pesquisas e, havendo comprovação, comunicar o fato à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa – CONEP/CNS/MS e, no que couber, a outras instâncias; V- manter comunicação regular com o CONEP/CNS/MS, encaminhando trimestralmente relatório sobre os projetos em andamento; VI - exercer outras atribuições inerentes à sua competência de coordenar todas as atividades do Comitê de Ética. Art. 11. Para apoio e auxílio ao Presidente do CEP/UNIGUAÇU será indicado pela Direção Geral o Vice-Presidente, para mesmo mandato do Presidente, que ficará incumbido de: I II - auxiliar substituir o o Presidente Presidente nos seus nas afastamentos tarefas e administrativas; ausências eventuais. III - orientar e assessorar os coordenadores de pesquisa nas questões éticas de pesquisa com seres humanos; Parágrafo único – Para apoio e auxílio ao Presidente e ao Vice-Presidente do CEP/UNIGUAÇU será indicado pela Direção Geral um funcionário que ficará incumbido do recebimento, registro, arquivo de todos os projetos apresentados para análise e aprovação, assentamentos do Comitê, expedição e controle da correspondência. Art. 12. Os membros do Comitê de Ética e Pesquisa não terão remuneração no desempenho desta tarefa, conforme dispõe o item 10 do capítulo VII da Resolução/CNS nº 196 de 10/10/96. Art. 13. O CEP/UNIGUAÇU reunir-se-á na sala de reuniões da IES, ordinariamente, uma vez por mês, conforme calendário semestral divulgado para a comunidade acadêmica e, 150 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR extraordinariamente, sempre que necessário, por convocação do Presidente ou de, no mínimo, metade dos seus membros, com 48 (quarenta e oito) horas de antecedência, observando-se o quorum de 1/3 (um terço) de seus membros para a instalação, sendo suas decisões tomadas por maioria simples. Art. 14. Os pareceres, preservado o caráter confidencial, serão promulgados por decisão do CEP/UNIGUAÇU e cópias deles enviadas aos autores, ao Coordenador da Pesquisa, e a CONEP/CNS/MS, quando for o caso. CAPÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. 15. Os casos omissos no presente Regimento serão resolvidos pelo próprio CEP/UNIGUAÇU. Art. 16. O suporte material e financeiro para o funcionamento do Comitê de Ética e Pesquisa será fornecido pela IES. Art. 17. Este Regimento entrará em vigor a partir da sua publicação. União da Vitória, 13 de julho de 2005. Resolução nº 018/2008 Dispõe sobre a designação dos membros do Comitê de Ética e Pesquisa da Faculdade de Ciências Biológicas e de Saúde de União da Vitória, da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu O Diretor Geral da Faculdade de Ciências Biológicas e de Saúde de União da Vitória, da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE 151 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR Art. 1º Designar os membros do Comitê de Ética e Pesquisa das mantidas da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, o qual passa a ser composto pelos seguintes professores: I – Jayme Ayres da Silva II – Adilson Veiga e Souza III – André Weizmann IV – Antonio Carlos Minussi Riges V – Fabiane Fortes VI – Giovana Simas de Melo Ilkiu VII – Ivan de Oliveira VIII – Ivonilce Venturi IX – Jane Silva X – João Estevão Sebben XI – Josiane Bortoluzzi XII – Luiz Carlos Prestes XIII – Marcos Joaquim Vieira XIII – Marly Terezinha Della Latta XIV – Patricia Cambrussi Bortolini Parágrafo Único: a Presidência do CEP – Comitê de Ética e Pesquisa fica a cargo o primeiro designado, Professor Jayme Ayres da Silva. Art. 2º - Ratificar a Resolução 14/2005, mantendo os membros da sociedade civil organizada, abaixo nominados, para desempenhar suas funções no Comitê de Ética e Pesquisa, na qualidade de titular e suplente, respectivamente: I – Henrique César Guzzoni - odontologista - Secretário Municipal de Saúde de União da Vitória - telefone (42) 3523-1367 II – Joaquim Ignácio Ribas - médico - servidor da Secretaria Municipal de Saúde de União da Vitória - telefone (42) 3523-1367 Art. 3º - As atribuições conferidas aos membros desta comissão possuem caráter autônomo 152 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR em relação a conselhos e demais órgãos das mantidas da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu. Art. 4º - A presente resolução entra em vigor na data de sua assinatura. Art. 5º - Ficam revogadas as disposições em contrário. Edifício da Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu, sito à Rua Padre Saporiti, 717, Rio D’Areia, União da Vitória/PR, aos onze dias do mês de março do ano de dois mil e oito. Edson Aires da Silva Diretor Geral 153 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 6 CENTRAL DE ESTÁGIO E TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Objetivando auxiliar no processo de acompanhamento e orientação de atividades de estágios e trabalhos de conclusão de cursos foi instituída a Central de Estágios e TCC´s através da a Res. nº 015/2007 de 03 de agosto de 2007 que determina (...) Dispõe sobre a instituição, estrutura e normalização da Central de Estágios e de Trabalhos de Conclusão de Curso da Faculdade de Ciências Biológicas e de Saúde de União da Vitória, da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas de União da Vitória e da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de União da Vitória, mantidas pela Unidade de Ensino Superior Vale do Iguaçu (...). O objeto desta Central de Estágios e TCC´s, bem como toda a estrutura elencada é facilitar o processo de construção de trabalhos de iniciação científica na IES, estabelecendo as diretrizes básicas para sua elaboração, apresentação e socialização. 154 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 7 EDUCAÇÃO INTERPROFISSIONAL A qualidade do ensino e da prestação de serviços em saúde oferecidos pela IES desencadeou uma demanda maior por cursos de aperfeiçoamento e especialização. Nos últimos anos houve expansão no número destes cursos: em 2007/8 foram ofertados 20 cursos, atingindo um total aproximado de 500 alunos ( em Especialização e em Aperfeiçoamento). Trata-se de uma procura significativa tendo em vista a Região em que a IES está inserida. São, portanto, disposições institucionais: expansão do escopo da Faculdade no âmbito acadêmico e geográfico, em termos da sua capacidade em gerar conhecimentos e ensinar, produzir ciência. Ainda, pretende-se o fortalecimento do papel da instituição no equacionamento dos problemas locais e regionais, gerando capital humano e prestando serviços. Na medida em que os cursos de interface forem sendo consolidados, a instituição poderá buscar agregar, ininterruptamente, novas competências, cada vez mais periféricas em relação àquelas que hoje apresenta. Também deve permitir alcançar uma estrutura meta-disciplinar na qual o conhecimento, mesmo estando organizado em disciplinas, flui por uma rede de atores que pode utilizá-lo segundo uma lógica específica de certos contextos. Este é o caso, por exemplo, de atividades de ensino e assistência à saúde. Os discentes envolvidos podem ser estudantes de enfermagem, nutrição, educação física, fisioterapia e farmácia. A construção da identidade profissional dos estudantes de uma área em saúde vai se fortalecendo a medida que são expostos a situações comuns de aprendizagem se com outras áreas, demandando olhares diferentes, que complementam, ora se confrontam, mas que possibilitam maior ora compreensão da realidade. Desta forma, a concretização de propostas de educação interprofissional implica assumir uma nova organização curricular que priorize discussões e as vivências conjuntas das diferentes profissões envolvidas no cuidado em saúde. Isto significa o desenvolvimento de uma cultura de ensino aprendizagem que seja pautada pelas trocas e saberes partilhados, estabelecendo espaços formativos mais 155 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR significativos e comprometidos com a prática do trabalho em equipe. É no contexto da educação interprofissional que se insere o desenho curricular do novo Curso de Educação Física - Bacharelado ora proposto. Ademais, a produção científica é fomentada na IES, na intencionalidade atingir a excelência de ensino, estimular a produção discente e docente, cumprir a missão de promover ensino de qualidade e o compromisso social da Faculdade. Nesta perspectiva, alcançar a categoria de Centro Universitário. 156 Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde de União da Vitória Rua Padre Saporiti – Rio D’Areia 84600-000 União da Vitória - PR 8 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANTUNES, Celso. A Avaliação da Aprendizagem Escolar; Petrópolis: Vozes, 2002. BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacional – PCN’s – MEC, 2004. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. SP: Paz e Terra, 2000. HADJ, Charles. Pensar & Agir a educação: da inteligência do desenvolvimento ao desenvolvimento da inteligência. Tradução de Vanise Dresch. POA: Artes Méd, 2001. LUCKEZI, Carlos Cipriano. Avaliação da Aprendizagem Escolar. Cortez, SP, 2005. PDI - Plano de Desenvolvimento Institucional; PPI– Projeto Pedagógico Institucional; VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. SP: Marins Fontes, 1998. Sites consultados: IBGE, www.ibge.gov.br. Wikipedia, www.wikipedia.com.br. * Fonte: IBGE, Resultados da Amostra do Censo Demográfico 2000 - Malha municipal digital do Brasil: situação em 2001. Rio de Janeiro: IBGE, 2004. ** Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP -, Censo Educacional 2006 *** Fonte: Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - INEP Censo da Educação Superior 2005. O número de matriculados no ensino superior não diz respeito aos moradores que freqüentam o ensino superior, mas sim o número de vagas ocupadas em instituições no município. 157