Revista Educação Agrícola Superior
Publicação da Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior- ABEAS .Vol. 21 Nº 01 - 2006
Caracterização do ensino da Engenharia Florestal no Brasil
André Ferreira dos Santos
Engenheiro florestal, Professor universitário FAEF e FAIT - SP e Doutorando FCA/ Unesp/ Botucatu.
[email protected]
Resumo
Neste trabalho procurou fazer uma analise da evolução do ensino de Engenharia Florestal no Brasil, desde a
sua criação, em 1960 até a presente data. Foram analisados alguns aspectos como: evolução dos cursos de Engenharia
Florestal; o numero de escolas; numero de vagas por região; distribuição geográfica no país; a forma administrativa e a
organização acadêmica de cada instituição de ensino.
Palavras-chaves: Engenharia Florestal, Cursos, Organização acadêmica.
INTRODUÇÃO
Com um território coberto com cerca de 40 % de
florestas, o Brasil necessita cada dia mais de profissionais
ligados à administração e gerenciamento florestal. Desta
forma, o profissional mais apto a administrar e planejar a
utilização dos recursos florestais é o Engenheiro Florestal. Este
profissional busca a integração da conservação do meio
ambiente com desenvolvimento. Ele está diretamente ligado as
melhores formas de manejar sustentavelmente as florestas.
Com isto podemos observar que nestes 46 anos do
ensino de Engenharia Florestal no Brasil desde a criação do 1o
curso na década de sessenta, ate os dias atuais, houve grandes
avanços na criação de novos cursos. Sendo assim, este trabalho
tem a proposta de fazer a caracterização atual dos cursos de
graduação em Engenharia florestal no Brasil.
Breve histórico do ensino da Engenharia Florestal no Brasil
Segundo Poggiane, (1980) os conhecimentos sobre a
ciência florestal eram ministrados nas universidades
brasileiras, através das disciplinas de silvicultura, que
integralizava o currículo dos cursos de Agronomia.
Em 30 de maio de 1960, pelo decreto lei no 48.247, foi
instituído a criação da Escola Nacional de Florestas a qual seria
integrada a Universidade Rural Estadual de Minas Gerais
(UREMG), hoje Universidade Federal de Viçosa (UFV).
(Ladeira, 2000).
Antes mesmo de formar a primeira turma de
engenheiros florestais, em 1964, por possíveis causas políticas
este curso foi transferido para Curitiba integrando a
Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Na década de 70, conforme Soares (1982) houve uma
expansão vertiginosa do ensino superior, e as escolas de
florestas se proliferaram com a criação de sete novos cursos e
perfazendo já no inicio dos anos oitenta um total de 12 unidades
em atividades no país. Após a criação do primeiro curso, hoje
temos a totalização de 37 cursos, distribuídos em todo território
nacional. ( Apêndice).
Atuação do Engenheiro Florestal
A atuação do Engenheiro Florestal, esta em intervir
nos ecossistemas florestais, de forma que garanta o equilíbrio a
preservação dos recursos florestais. Especificamente o
Engenheiro florestal tem ampla formação ambiental, o que
torna este profissional hábil em lidar, com os recursos naturais,
principalmente os recursos florestais. O Engenheiro Florestal
formado está apto a desempenhar suas atribuições das quais
obteve durante sua formação.
As áreas de atuação desta profissão podem ser
descritas basicamente como:
Silvicultura e Manejo Florestal: envolve a
implantação manutenção e utilização das florestas plantadas ou
nativas. Englobando estudos de produção sementes e mudas,
práticas silviculturais, agrossilviculturais, utilização de
medições e avaliações florestais, inventario florestal, economia
florestal, planejamento florestal, política e legislação florestal e
técnicas de geoprocessamento e o próprio manejo florestal.
Ciência e Meio Ambiente: Área de importante atuação
devido à necessidade de conhecer os ecossistemas florestais
buscando o desenvolvimento sustentado em manter a
biodiversidade. Estudando-se a fana, flora, solos, manejo de
bacias hidrográficas, recuperação de áreas degradadas,
planejamento e gestão de parques e unidades de conservação,
arborização e paisagismo, educação e interpretação ambiental.
Proteção Florestal: envolve estudos e controle de
incêndios florestais, conhecimentos de pragas e doenças das
florestas, melhoramento genético, buscando com estes estudos
o melhor aproveitamento dos recursos florestais.
Tecnologia Madeireira e Produto Florestal: área
vinculada na transformação da árvore (matéria-prima), em
produtos. Estuda-se anatomia e composição química das
madeiras, serraria, tecnologia de secagem e preservação da
madeira, painéis (MDF, Chapas de fibras, Compensados),
carvão vegetal, resinas, produção de papel e celulose.
Os cursos de Engenharia Florestal
Felizmente nosso país começa a reconhecer a
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Caracterização do ensino da Engenharia Florestal no Brasil
importância dos estudos das Florestas, e isto, pode ser
verificado com o aumento das instituições de ensino superior,
que hoje totaliza, 37 cursos em exercício no Brasil. Trinta e
quatro cursos encontram-se cadastrados no Mec e são
autorizados a funcionarem, dois cursos ainda não estão
cadastrados no Mec, porem estão funcionando e 1 encontra-se
em situação de extinção. Com relação a sua situação legal, 24
deles já são reconhecidos e os outros 12 apenas autorizados
(INEP/MEC, 2006).
Distribuição dos cursos no Brasil
Ao analisarmos a distribuição geográfica dos cursos de
Engenharia florestal do Brasil, veremos que eles estão
presentes nas cinco Regiões Brasileiras, e distribuídos em 18
Estados da Federação. Mostrando-se com uma boa distribuição
no território nacional, conforme pode ser observado
na Figura 1.
necessitam de profissionais aptos e capazes de fazer um manejo
de forma ambientalmente correta. Essa região teve um
crescimento no ensino florestal, pois, na década de 80,
apresentava se dois cursos de graduação (Ladeira, 1982).
Hoje, podemos notar, que a região conta com cinco
cursos, perfazendo um total de 13,51% dos cursos existente no
Brasil, (Quadro 2). Isso mostra que esta região tem potencial
florestal e houve um crescimento e conscientização da
necessidade da criação de novos cursos de Engenharia
florestal, formando profissionais para atuarem nesta região
ambiental do país.
Tabela 1. Número de Instituições Presentes na Região Centro-Oeste do Brasil
Região
Centro
Oeste
Instituição
UNB
UFMT
UFMT
UNEMAT
FIMES
Cidade
Estado
Brasília
Cuiaba
Sinop
Alta Floresta
Mineiros
DF
MT
MT
MT
GO
N
Cursos
o
5
%
Cursos
13,51
Total de vagas oferecidas na região : 220
Região Nordeste
Esta região e representada principalmente pelo bioma
Caatinga, ocupando 6,83% do território nacional, porem hoje
cerca de oitenta por cento deste bioma se encontra antropizado
(Brasil, 2006).
Apesar de ser uma região sem muito campo
florestal, na década de 80 (Ladeira, 1982) observou a
existência de alguns cursos de graduação. Semente após o
ano 2000, com a chegada de grandes empresas florestais,
principalmente na região sul baiana, fez com que criassem
mais três cursos nesta região do país, Totalizando assim seis
curso de graduação.
Tabela 2. Número de instituições presentes na Região Nordeste do Brasil.
Região
Nordeste
1. UFAC, Rio Branco-AC
2. FARO, Porto Velho RO
3. UEA, Manaus -AM
3. UFAM, Manaus -AM
3. UTAM, Manaus- AM
4. UEA, Itacoatiara -AM
5. UFRA,Santarém -PA
6. IMMES, Macapá AP
7. UFRA, Belém -PA
8. UNEMAT, Alta Floresta MT
9. UFMT, Sinop - MT
10. UFMT, Cuiabá -MT
11. UFCG, Patos ,PB
12. UFRPE, Recife PE
13. UFS ,São Cristóvão- SE
14. UFRBA ,Cruz das almas BA
15. UESB, Vitória da conquista- BA
16. FACTEF, Teixeira de Freitas -BA
17. UNB, Brasília -DF
18. FIMES ,Mineiros GO
19. FAFEID ,Diamantina- MG
20. UFLA, Lavras- MG
21. UFV Viçosa- MG
22. UFES Alegre- ES
23. UFRRJ ,Seropédica -RJ
24. FAEF ,Garça-SP
25. UNESP, Botucatu -SP
26. ESALQ ,Piracicada -SP
27. FAIT Itapeva -SP
28. FAJAR, Jaguariaíva -PR
29. UNICENTRO, Irati -PR
30. UFPR, Curitiba -PR
31. FURB, Blumenau SC
32. UNC ,Canoinhas- SC
33. UDESC, Lages- SC
34. UNOESC,Xanxere SC
35. UFMS, Santa Maria -RS
Figura 1. Distribuição dos cursos de Engenharia Florestal no
Brasil
Com relação à distribuição regional, os cursos de
Engenharia Florestal no Brasil encontram-se distribuídos de
forma diferenciada e desigual. Mais de 50% dos cursos se
localizam nas regiões sul e sudeste, e o restante distribuído nas
outras três regiões do país.
Região Centro-Oeste
Nesta região, encontramos dois biomas de
importância florestal, que são: os Cerrado e o Pantanal MatoGrossense. Que segundo (BRASIL, 2006) o bioma pantanal
ocupa 1,8% do território brasileiro caracterizado por vegetação
aberta, já o cerrado é considerado uma típica savana tropical,
com rica biodiversidade. Sendo que estes dois biomas
Instituição
UFRPE
UFCG
UFS
FACTEF
UFRBA
UESB
Cidade
Estado No Cursos %Cursos
Recife
PE
Patos
PB
São Cristóvão
SE
6
16,22
Teixeira de Freitas
BA
Cruz das Almas
BA
Vitória da conquista
BA
Total de vagas oferecidas na região : 275
Região Norte
É uma das regiões do Brasil com grande potencial e
desafio florestal, uma vez que nesta região se localiza a Floresta
Amazônica, que é considerada uma das maiores florestas
tropical do mundo. Este ecossistema apresenta uma área de
aproximadamente 3,6 milhões de Km2, com uma grande
biodiversidade e sendo constituído deste: florestas densas até
Campos (Brasil, 20006).
Nem é preciso dizer a importância desta região, na
formação de profissionais aptos a desenvolver técnicas e
formas de manejar esta imensa floresta. Apesar desta região do
Brasil abrigar este importante ecossistema florestal,
necessitando assim de profissionais qualificados para
exercerem suas técnicas de manejo as quais contribuam para
um desenvolvimento econômico e social e ambiental desta
região.
Foi somente na década de oitenta (Ladeira, 1982)
observou a existência de apenas um curso de Engenharia
Florestal, mostrando assim que nesta região florestal, não havia
um numero suficiente de profissionais aptos a desenvolver
técnicas corretas no manejo desta imensa floresta.
Mas com grande satisfação podemos ver que hoje esta
região vem despertando um maior interesse em estudar,
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Caracterização do ensino da Engenharia Florestal no Brasil
preservar e manejar as florestas de forma técnica e correta, com
isto, incentivando a criação de mais oito cursos, o que perfaz
24,32% dos cursos existentes no Brasil. Ainda não é um
número expressivo para região, mas pode-se dizer que estas
instituições estão formando profissionais aptos a enfrentar o
desafio de manejar esta imensa e rica floresta.
Tabela 3. Número de instituições presentes na Região Norte do Brasil
Região
NORTE
Instituição
UFRA
UTAM
UFAM
UFAC
FARO
IMMES
UEA
UEA
UFRA
Cidade
Estado
No Cursos
Belém
PA
Manaus
AM
Manaus
AM
Rio Branco
AC
9
Porto Velho
RO
Macapa
AP
Manaus
AM
Itacoatiara
AM
Santarem
PA
Total de vagas oferecidas na região: 567
%Cursos
24,32
O que influenciou muito no mercado de trabalho, necessitando
de profissionais florestais. E por sua vez, influenciando a
criação de novos cursos de Engenharia Florestal.
Na década de 80, esta região já contava com cinco (5)
cursos, o que representava o maior numero por região (Ladeira,
1982). Hoje, não é diferente esta região continua oferecendo
um dos maiores numero de instituições no ensino da
Engenharia Florestal, totalizando o numero de nove (9) cursos
em funcionamento, ou seja, 24,32% do total de cursos do
Brasil.
O que mostra que apesar de não termos um grande
potencial natural florestal, apresentamos um grande mercado
de trabalho em manejo de florestas plantadas e reconstituições
de áreas devastadas.
Tabela 5. Número de instituições presentes na Região Sudeste do Brasil
Região
Região Sul
A Região Sul conta com uma porção de Mata
Atlântica, Campos Sulinos e Mata de Araucária, e que segundo
(Brasil, 2006) é uma formação que ocupa a faixa litorânea do
Brasil do nordeste até o sul, e pode ser vista como um mosaico
de ecossistemas apresentando estruturas e composições
florísticas diferenciada conforme a região de ocorrência. Nesta
região é bastante presente a indústria moveleira nacional, com
grandes áreas reflorestadas, basicamente plantações de pinus,
que abastecerem as empresas, com a matéria prima primordial
(madeira). Oferecendo assim um mercado promissor para
futuros profissionais formados nesta região.
Apesar de ser uma região com características
florestais (Ladeira, 1982) mostrou que na década de oitenta,
existia apenas dois cursos em funcionamento, na região. Hoje,
já podemos contar com a existência de oito, formando
profissionais aptos a atuarem no mercado de trabalho local.
Tabela 4. Número de instituições presentes na Região Sul do Brasil
Região
SUL
Instituição
UFPR
UFMS
UNC
FURB
UNICENTRO
FAJAR
UNOESC
UDESC
Cidade
Curitiba
Santa Maria
Canoinhas
Blumenau
Irati
Jaguariaíva
Xanxere
Lages
Estado
No Cursos
%Cursos
PR
RS
SC
SC
8
21,62
PR
PR
SC
SC
Total de vagas oferecidas na região: 595
Região Sudeste
Foi nesta região que surgiu a primeira Escola Florestal
do Brasil, como visto anteriormente, nesta região basicamente
encontramos dois ecossistemas naturais como: o Cerrado e a
Mata Atlântica. Aqui também se localizam as grandes e
principais empresas florestais do Brasil, as quais necessitam de
matéria prima para o abastecimento de suas indústrias,
contanto hoje, com as maiores áreas de reflorestamento de
eucalipto do Brasil.
SUDESTE
Instituição
UFRRJ
UFV
ESALQ-USP
UFLA
UNESP
FAEF
FAIT
FAFEID
UFES
Cidade
Seropédica
Viçosa
Piracicada
Lavras
Botucatu
Garça
Itapeva
Diamantina
Alegre
Estado No Cursos % Cursos
RJ
MG
SP
MG
9
24,32
SP
SP
SP
MG
ES
Total de vagas oferecidas na região: 580
Categoria administrativa
Segundo Brasil (1999) o sistema brasileiro de
educação superior esta organizada, da seguinte maneira: em
Universidades; Centros Universitários; Faculdade e
Faculdades Integradas; Institutos e Escolas Superiores; e
Centros de Educação Superiores. E com relação ao tipo de
instituições de ensino superior do Brasil, encontra-se em duas
categorias administrativas, como: Pública (mantidas pelos
governos Federal ou Estadual ou Municipal). Já as de caráter
Particular podem-se Instituições Particulares com fins
lucrativos ou Instituições particulares sem fins lucrativos
(Comunitárias Concessionárias e Filantrópicas).
Podemos observar que a categoria administrativa dos
cursos de Engenharia Florestal no Brasil (Quadro 6) encontrase na sua maioria sob domínio Publico, totalizando 81,08%
enquanto que as particulares representa ainda 18,92%.
Quanto a Organização Acadêmica das Instituições de
ensino superior de Engenharia Florestal, podemos observar
que dos trinta e sete cursos existentes hoje no país, a maior parte
se enquadrava na categoria Universidade, ou seja, 51,35%
(Tabela 6).
Tabela 6. Situação da Dependência Administrativa dos cursos de Engenharia Florestal do Brasil
CATEGORIA ADMINISTRATIVA
FEDERAL
ESTADUAL
MUNICIPAL
P
Universidade
Faculdade
Inst. superior
No O.A.
%O.A.
Total O.A.
18
1
--19
Pub. Priv.
--------51,35
PARTICULAR
P
Pub.
7
1
--8
Priv.
---------
21,62
P
Pub.
2
1
--3
8,11
81,08
Priv.
---------
P
Pub.
---------
Priv.
1
5
1
7
18,92
18,92
Revista Educação Agrícola Superior - Vol. 21 Nº 01 - Janeiro / Junho - 2006
NOTotal
Cat.
Adm.
%Total
Cat.
Adm.
28
8
1
37
75,68
21,62
2,70
100
Caracterização do ensino da Engenharia Florestal no Brasil
41
Considerações Finais
Referências Bibliográficas
Podemos notar que o levantamento efetuado mostrou
que houve um grande avanço no ensino das ciências florestais
no país.
Desde a criação da primeira escola de florestas até
hoje, pode-se observar a existência de 35 cursos de Engenharia
Florestal no Brasil. Houve um crescimento na criação de novos
cursos em regiões que apresenta grande potencial florestal.
É o caso da Região Norte, que até meados dos anos
oitenta apenas contava com apenas um curso de graduação,
mas hoje este número saltou para nove instituições de ensino
superior, mostrando que era uma região carente na formação de
profissionais aptos a encarar desafios nesta região tão
complexa e rica no contesto florestal.
Cabe também ressaltar que as Regiões Sul e Sudeste
juntam, ainda detém o maior numero de instituições de ensino
de Engenharia Florestal. Isto ocorre desde a criação do
primeiro curso no país nesta região, como também nestas duas
regiões encontramos as maiores empresas florestais, as quais
incentivam as pesquisas, geram empregos aos Engenheiros
Florestais recém - formados.
Enfim podemos dizer que hoje essa profissão se
encontra de forma consolidada no país, e vem cada dia mais
mostrando sua importância no contexto nacional. Mas, para
que haja um reconhecimento ainda maior desta profissão, cabe
a nós Engenheiros Florestais; Instituições de Ensino e
Pesquisa; Associações de classe discutir e avaliar os rumos que
esta profissão esta tomando em nosso país.
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BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Ecossistemas
brasileiros. Brasília: 2006. Disponível em: <
www.mma.gov.br > Acessado em 17 julho 2006.
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http://www.educacaosuperior.inep.gov.br > Acesso em 11
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LADEIRA, H. P. Uma analise do ensino de engenharia
florestal no Brasil. In: simpósio sobre educação em
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POGGIANE, F. O curso de engenharia florestal e as
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Piracicaba, Abr. 1980. 5p.
SOARES, R. V. Aspectos da educação florestal no Brasil.
Educação Agrícola Superior, Brasília, v. I, n. 0, p. 19-22,
1982.
Relação dos cursos de Engenharia Florestal no Brasil, com ano de criação, Instituição e localização (Cidade e Estado)
Ano de
criação
1960
1963
1964
1971
1974
1974
1971
1972
1974
1975
1980
1980
1985
1987
1988
1992
1993
1995
1998
1999
2000
2001
2001
2002
2002
2002
2002
2002
2002
2002
2003
2003
2004
2004
2005
2005
2006
Instituição
Cidade
Estado
UFPR
UFRRJ
UFV
UFMS
UNB
UFMT
UFRA
ESALQ-USP
UFMT *
UFRPE
UFLA
UFCG
UTAM**
UNESP
UFAM
FAEF
UNC
FURB
UNICENTRO
UFES
UFAC
UFS
UNEMAT
FARO
FAIT
FAFEID
UEA
IMMES***
FIMES
FACTEF
FAJAR
UEA
UNOESC
UDESC
UFRBA
UESB
UFRA***
Curitiba
Seropédica
Viçosa
Santa Maria
Brasília
Cuiaba
Belém
Piracicada
Sinop
Recife
Lavras
Patos
Manaus
Botucatu
Manaus
Garça
Canoinhas
Blumenau
Irati
Alegre
Rio Branco
São Cristóvão
Alta Floresta
Porto Velho
Itapeva
Diamantina
Manaus
Macapá
Mineiros
Teixeira de freitas
Jaguariaíva
Itacoatiara
Xanxere
Lages
Cruz das almas
Vitoria da conquista
Santarem
PR
RJ
MG
RS
DF
MT
PA
SP
MT
PE
MG
PB
AM
SP
AM
SP
SC
SC
PR
ES
AC
SE
MT
RO
SP
MG
AM
AP
GO
BA
PR
AM
SC
SC
BA
BA
AM
* Turma especial .
** Curso em extinção .
*** Curso não cadastrado no INEP,
mas funcionando.
Fonte: INEP 2006
Revista Educação Agrícola Superior - Vol. 21 Nº 01 - Janeiro / Junho - 2006
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Volume 21 - Numero 1 - 2006