Sesquicentenário de O Livro dos Espíritos Sesquicentenário de O Livro dos Espíritos Se nos alicerces da evolução moral repousam a paz das nações e a plena felicidade do homem, compreende-se porque, entre todas aquisições, Emmanuel empresta maior importância aos valores religiosos à luz da Codificação, por definir o movimento de iluminação definitiva da alma para Deus, acrescentando que, no coração augusto do Senhor, permanece a origem de todas as religiões. Destaca ainda o mentor espiritual de Chico Xavier que a assistência desvelada de Jesus acompanha todos os seres, em todos os tempos, nas diversas latitudes da Terra e lembra que a história religiosa da China, da Pérsia, da Índia, do Egito, de Israel, dos árabes, dos celtas e dos gregos, sempre contou com a inspiração periódica de seus emissários (¹). Entre outras ciências, no processo de evolução humana, o Senhor confere prioridade à religião que, em suas origens, reflete o Seu pensamento superior. A reforma íntima, admitida por objetivo fundamental da Codificação, respalda-se em aquisições espirituais sobre a imortalidade do espírito, vida organizada depois da morte do corpo, justiça Divina, mais conhecida por lei de causa e efeito, e a reencarnação, informações que deveriam constar da pauta de todas as escolas religiosas. Não se pode duvidar que a imaturidade espiritual dos seres terrenos, aliada ao orgulho e às demais mazelas morais, determinam, no curso do tempo, as transformações impostas às religiões que, desprezando o conteúdo moral da crença em seu princípio, acabam por refletir o quadro das vantagens imediatas, conferidas pelo reinado transitório de César. Olvidando a função de orientadora do espírito imortal, por apoiar-se nos velhos cajados dos símbolos e das liturgias, herdados de outros segmentos, pode-se compreender porque o homem, vazio de aquisições espirituais, tem largado à matroca o barco da existência, para velejar ao sabor dos ventos dos interesses imediatos da vida física, ditados por suas imperfeições morais, no encalço de subalternas emoções. No judaísmo, as linhas arquitetônicas do templo de Salomão, as hierarquias do sacerdócio organizado, os paramentos, as cerimônias, o culto dos dias e dos lugares e as oferendas constituem, ainda hoje, a árvore da religião mosaica, no lugar do decálogo que, mediunicamente, Moisés recebeu no Sinai. Atendendo ao imperativo da prioridade que o Mestre estabelece à evolução moralreligiosa , os profetas de todos os tempos, renovam periodicamente sua veste carnal, a fim de refrescarem, na memória do homem, os ensinamentos religiosos que procedem de Jesus. Compareceram, por isso, à Terra, entre os séculos IX e IV a.C., todos os profetas conhecidos, desde Elias até Joel. João Batista, que o Senhor assegura ser o Elias, seu precursor, só reencarna seis meses antes de Sua presença na Terra. Louvando-se na promessa que faz aos espíritos migrados, em milênios distantes, Jesus comparece à Terra, entre as ovelhas desgarradas, consagrando significativas lições, entre as quais a manjedoura e o calvário, além da imortalidade do espírito que assegura, apresentando-se, mediunicamente, aos discípulos, após a crucificação. O Cristianismo preservou o conteúdo do Evangelho, durante três séculos, enquanto perseguido pelos príncipes da Terra, mas não conseguiu guardar sua pureza de origem, depois do consórcio que o Estado lhe impõe, a partir de Constantino. O que as trevas não conseguiram mediante sucessivas perseguições aos primeiros cristãos, conseguem obter mediante simulada aliança. Tudo o que inicialmente a Igreja de Roma condena no judaísmo, vem a copiar mais tarde na formação de seus sacramentos, recordando o Cristianismo apenas nas imagens em que se cristalizou. O Mestre não ignorava as diretrizes que os homens, no futuro, emprestariam à sua doutrina, visando anular sua elevada ação renovadora do espírito imortal para Deus. Por isso, refere-se ao Consolador que haveria de permanecer para sempre no mundo, ao dizer a Pedro: Sobre essa pedra (mediunidade) edificarei minha doutrina. (Mat. 16: 18). Foi sobre o alicerce da mediunidade sublimada, fonte das mensagens diversas recicladas por Kardec, que no século dezenove, Jesus ¨edificou sua doutrina¨, enviou o Consolador prometido e ¨restabeleceu todas as coisas¨. Dois distintos oráculos, ainda merecem ser assinalados: O primeiro, pronunciado pelos profetas Isaías e Malaquias, que Jesus assegura atribuído a João Batista, seu precursor: E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é o Elias que estava para vir. (Mat. 11: 14). O segundo oráculo, compreendido na palavra de Jesus, depois da morte de João Batista, faz alusão a futuras missões do profeta: Elias de fato, deve voltar e restabelecer todas as coisas. (Mat. 11: 17). Deve-se reconhecer que Elias, na existência de João Batista, desempenha missão de precursor, ratificada pelo Cristo, preparando os terrenos áridos dos corações humanos à sementeira do Evangelho. A segunda profecia, depois da morte do Batista, consagrando a Elias, a atribuição de ¨restabelecer todas as coisas¨, sugere a contribuição que o profeta viria a emprestar na restauração do Evangelho. Se a presença do Cristo, assinala a maioridade espiritual do homem, alterando o calendário terreno, o lançamento de o Livro dos Espíritos, em 17-04-1857, com antecedência de dois séculos, recorda o Juízo Final e o fim dos tempos, sinalizando ainda o início à era da ciência e da tecnologia, então determinada por Jesus, que vem conferir ao homem liberdade e conforto superiores aos padrões determinados pela evolução moral alcançada por ele. Não obstante, pois, a prioridade que, desde eras prístinas, o Senhor empresta ao ensino religioso, mas considerando os desvios que a religião sofre no curso dos séculos, verifica-se o desprezo e o insulto que o materialismo ainda atribui aos valores morais do espírito, por ausência de aquisições íntimas a serem adquiridas no campo da conscientização espírita. Setenta anos depois da Codificação, com o lançamento do Parnaso de Além Túmulo, Chico Xavier, dá início a nova era na história do Espiritismo e do próprio Planeta, emprestando cultura suficiente para convencer seres incrédulos como Tomé, além de facultar a presença do homem na terra, após a grande transição prevista para os próximos cinqüenta anos. Que não se olvidem, pois, as justas homenagens que se devem tributar aos grandes vultos espirituais, notadamente a Allan Kardec, o ínclito codificador do Espiritismo, recordando que, no curso dos milênios e por inúmeras vezes, compareceram ao palco da vida física, com autoridade para revelarem, por vezes com sacrifício da própria vida, o pensamento do Senhor, agora configurado no Evangelho, lembrando que sem a compreensão de Jesus, no campo íntimo, a alma será sempre prisioneira de inferiores preocupações. Nota: (¹) A Caminho da Luz, de Emmanuel, cap. IX, item III 45 anos de Unificação no Distrito Federal João de Jesus Moutinho Sob o nome de União das Sociedades Espíritas do Distrito Federal, funda-se, em 01 de dezembro de 1962, o Órgão de Unificação Espírita na capital do País. Esse nome seria alterado, em 12 de setembro de 1970, para União Espírita do Distrito Federal e, finalmente, para Federação Espírita do Distrito Federal, em 01 de janeiro de 1973. O mentor espiritual Bezerra de Menezes assegura que a unificação das atividades espíritas constitui imperativo urgente, porém não apressado. Urgente por assegurar a unidade da Doutrina, afastada do modelo da conhecida hierarquia terrena. Não apressado porque, embora compreendendo objetivo do movimento federativo, por muito tempo se desconheceram os caminhos para alcançar a unificação, dando motivo a que as federações se acomodassem às atividades de Centro Espírita . No Brasil, a unificação constitui-se de sonho dos espíritas que, assinalando-se na primeira gestão de Bezerra de Menezes, na presidência da FEB, em 1889, percorre sendas longas e adversas até o pacto áureo em 1949, para atingir terreno mais objetivo na década de 1970, com a transferência do CFN para Brasília. No Distrito Federal, o caminho não seria diferente. Por três décadas, suas atividades se confundiram com as de um centro espírita, ou as de órgão institucional, guardando propósito de dirigir os trabalhos das células espíritas, mediante atividades de fiscalização e censura. Mercê do ideal que anima seus dirigentes e da permanente assistência dos mentores espirituais, obstáculos vão sendo vencidos, inclusive aqueles que se compreendem por parcos recursos financeiros, destinados à construção de sua sede, na SQS 408. A partir de 1992, com a primeira ampliação de sua Sede, depois de 30 anos de existência, compreende-se que a unidade que o movimento espírita procura assegurar alcançaria campo mais produtivo, conferindo maior autoridade ao Conselho Federativo Distrital, para o qual foi criado espaço adequado às suas atividades, inaugurando-se experiências mais saudáveis, no terreno da unificação. Quem acompanha ao longo desse período o processo de unificação no Distrito Federal, anota com alegria o terreno feliz que alcança, parecendo trabalhado por João Batista, cuja missão seria a de preparar os caminhos do Senhor, endireitando suas veredas. Seguindo o exemplo da FEB, as atividades federativas foram divididas em seis departamentos que, além de se reunirem em âmbito distrital, também se incorporam à Comissão Regional Centro da FEB. A criação do Conselho Regional Distrital, compreendido em 4 regiões, é assegurada, constituindo-se fator de aproximação das diversas unidades. Valendo-se dos recursos de um ideal, sustentado pelos espíritas do além, outras atividades foram criadas no movimento de unificação, tais como o ENTRAE, o Treinar, COJEDF e o Espaço Federativo, devendo-se anotar, ultimamente, a preocupação do Conselho Federativo do Distrito Federal pela regularização do imóvel situado no Sudoeste, cujo processo depende de lei a ser votada na Câmara Legislativa. ASSISTIR EDUCANDO: EM BUSCA DA TRANSFORMAÇÃO SOCIAL E ESPIRITUAL “A caridade máxima, portanto, que o espírita deve procurar realizar como ideal de vida, não é o assistencialismo social, respeitável e necessário, mas limitado e superficial, e sim a caridade da educação. Elevar, transformar, despertar consciências, contribuindo para a mudança interna dos homens – que redundará também numa evolução externa – esta deve ser a meta de todo espírita.” Frassinete Galvão A Federação Espírita do DF promoveu o 1º Fórum Social Espírita do Distrito Federal, realizado no dia 11 de março de 2007, com o tema “Assistir Educando: Em Busca da Transformação Social e Espiritual”. O evento teve como público, dirigentes das Entidades Espíritas do Distrito Federal, coordenadores, voluntários, usuários dos Serviços de Assistência e Promoção Social Espírita (SAPSE) e das instituições de interesse social. Estiveram presentes 40 instituições – que desenvolvem trabalhos sociais e 160 participantes. A temática “Educar e Trabalhar como Caminhos para se Transformar” foi apresentada e debatida com o público presente, a partir da exposição dos palestrantes Aderval Costa Filho1 e Edivaldo Roberto de Oliveira2. As instituições Portal da Luz, Casa Azul, Grêmio Espírita Atualpa Barbosa Lima, ONG Servir, Centro Espírita Luz e Caridade/Posto de Assistência Fonte de Luz, Centro Espírita Recanto de Maria, Associação Pró-Educação Espírita do DF e o Instituto Espírita Assistencial Emmanuel apresentaram suas experiências sócioeducativas e promocionais ⎯ atividades relativas à educação profissional e auto-sustentação ⎯ fundamentadas nos princípios da Educação Integral à Luz do Espiritismo/Pedagogia Cristã. Foi realizado cadastramento das instituições presentes visando um conhecimento maior das possibilidades, potencialidades, áreas de atuação, dificuldades e necessidades, em busca do intercâmbio de experiências, otimização de recursos, aperfeiçoamento e integração de esforços para a consolidação efetiva da Rede de Apoio Social Espírita, aberta às demais Instituições Sociais interessadas. A escolha da temática em questão teve por finalidade sensibilizar e promover um diálogo com as lideranças, trabalhadores e usuários da Assistência e Promoção Social sobre o sistema de crenças, os paradigmas culturais existentes, os modos de atuação no campo das necessidades sócio-humanas e espirituais, possibilitando uma reflexão crítica em torno da missão do voluntariado social espírita/ cristão, que tem sido repensada na sua finalidade precípua de Educar o Espírito Imortal. Têm-se constatado que o patrimônio fundamental a ser transmitido em um processo de comunicação horizontal, dialógico, participativo, afetivo e efetivo são os ensinamentos do Cristo, trazidos também pelos Espíritos, como legado científico, filosófico e ético-moral. A proposta pedagógica, de Educação Integral à Luz do Cristianismo Redivivo, fornece subsídios que possibilitam a reforma de consciências no plano individual e coletivo, à medida que fortalece o movimento social em busca da paz, da justiça, da igualdade de direitos e oportunidades, da solidariedade, da liberdade com compromisso e responsabilidade, e, da transformação integral, pelo exercício da cidadania plena cristã, aquela que proporciona conquistas verdadeiras e eternas, que não fenecem com a ação do tempo, por residirem e se alicerçarem no espírito imortal. No movimento de ação fraternal e solidária, podem estar incluídos um prato de comida, um passe, um agasalho e outros tantos gêneros materiais. Entretanto, como afirma Incontri (2000) a caridade, com bases educacionais sólidas, deve transcender tudo isto, porque deve tocar a alma do outro. No cenário das necessidades e privações diversas, diante de tantas misérias ocultas e manifestas, quando o espírito é tocado na sua essência pelos recursos libertadores da pedagogia cristã, do amor como caminho de libertação, ele passa a (re)construir o seu templo interior, desencadeando mudanças qualitativas não só em si, como no campo de relações ao seu redor. Educar, como afirma a autora citada, é uma terapêutica global e uma solução social muito mais eficaz e efetiva. O nosso 1º Fórum Social Espírita trouxe à tona o debate construtivo em torno da Educação Integral na Assistência e Promoção Social como compromisso dos Voluntários Sociais Cristãos/Espíritas, tendo em vista a necessária (re)estruturação de concepções e práticas reducionistas que acabam por valorizar em demasia o “pão que sacia as necessidades do corpo”, essencial à vida, mas não suficiente para a saciedade do espírito imortal, que aspira ao verdadeiro pão da vida, que o faz crescer e se desenvolver em plenitude. 1 2 Antropólogo e professor universitário. Assistente Social, professor universitário. REGULAMENTO DO CONCURSO LITERÁRIO 150 ANOS DE “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” 1) CONCEITO O concurso, promovido pela Federação Espírita do Distrito Federal (FEDF), consiste na produção de um texto dissertativo sobre temas ou fatos atuais, analisados com base na Doutrina Espírita, com referência em “O Livro dos Espíritos” e com apoio nas obras básicas e subsidiárias. 2) OBJETIVO Incentivar novos escritores da Seara Espírita do DF, além de estimular métodos de estudo e pesquisa, com vistas à explicação de fatos ocorridos sob a ótica da Doutrina Espírita. 3) COMO PARTICIPAR Podem participar do Concurso os freqüentadores de Casas Espíritas do DF que, de alguma forma, participam de atividades na instituição. Os trabalhos de pesquisa bibliográfica e produção do texto poderão ser realizados individualmente ou em grupos de até 4 (quatro) participantes, neste último caso objetivando a integração dos irmãos e o aprofundamento do estudo sobre o tema escolhido. Cada Casa Espírita do DF pode inscrever até dois trabalhos no concurso. A inscrição é oficial e deve ter a assinatura do presidente da instituição. 4) ROTEIRO DO TRABALHO I) Escolher um artigo de jornal ou de revista, de circulação regional ou nacional, que deverá servir de mote para discussão e pesquisa sob a ótica espírita; II) Definir o enfoque a ser dado ao tema, sugerindo possíveis temas correlatos, assim como autores e livros espíritas que possam subsidiar a pesquisa; III) Fazer levantamento bibliográfico e leitura, por meio da seleção de livros ou obras básicas e subsidiárias da Doutrina. Neste passo, “O Livro dos Espíritos” deverá ser pesquisado e estudado, para definir a principal referência do texto; IV) Redigir um texto dissertativo de, no máximo, 4 laudas (tamanho A4) ou 198 linhas, cuja letra deverá ser na fonte Arial, tamanho 12, espaçamento interlinear de 1,5 e margens de 2cm. O texto deverá conter referência clara ao artigo de jornal ou revista utilizado como ponto de partida para o trabalho, com a identificação da fonte, do autor, da data da publicação ou edição e a página respectiva. A redação deverá estar encimada pelo título selecionado e estruturada de forma a contemplar uma introdução, em que se apresenta o assunto identificado pela matéria jornalística e o ponto de vista proposto pelo grupo ou produtor individual. Em seguida, o desenvolvimento das idéias, ordenadas lógica e coerentemente, apoiadas nos ensinamentos da Doutrina Espírita. Por fim, a conclusão, mediante a qual se confirma, pelos argumentos expostos no desenvolvimento, pela procedência ou não da matéria ventilada no artigo de apoio, corroborando o ponto de vista proposto e defendido pelo grupo ou produtor individual; V) Todas as citações e referências bibliográficas às obras básicas e subsidiárias deverão identificar o autor, o título da obra, a cidade em que foi publicada, a editora, o ano da publicação e a página da qual foi extraída; VI) Não serão aceitos trabalhos manuscritos. 7) DAS INSCRIÇÕES As inscrições deverão ser feitas até o dia 17 de junho de 2007, através de uma das seguintes modalidades: I) Via postal: envio da ficha de inscrição acompanhada de uma fotocópia legível do artigo selecionado para pesquisa, identificando a origem da informação (nome do jornal ou revista, autor, página, número da edição e data da publicação) para FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO DISTRITO FEDERAL - CONCURSO LITERÁRIO 150 ANOS DE “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” – QMSW 05 – Lote 05 – Setor Sudoeste – Brasília – DF – 70660-500; II) Entrega pessoal: entrega da ficha de inscrição acompanhada de uma fotocópia legível do artigo selecionado para pesquisa, identificando a origem da informação (nome do jornal ou revista, autor, página, número da edição e data da publicação) no endereço citado na alínea I deste mesmo item, de segunda a sexta-feira, de 08h às 12h. Não serão aceitas inscrições após a data limite estipulada. Entende-se como data de inscrição a data aposta no carimbo do correio ou a data aposta no recibo dado pela secretaria da FEDF. 8) DA ENTREGA DO TRABALHO A data final de entrega dos trabalhos é o dia 30 de junho de 2007, através de uma das seguintes modalidades: I) Via postal: envio do trabalho impresso em 2 (duas) vias e gravado em CD-ROM, em formato .DOC ou .PDF, acompanhado de uma fotocópia legível do artigo selecionado para pesquisa ou da imagem do mesmo gravado no CD-ROM, em formato .JPEG, para FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO DISTRITO FEDERAL - CONCURSO LITERÁRIO 150 ANOS DE “O LIVRO DOS ESPÍRITOS” – QMSW 05 – Lote 05 – Setor Sudoeste – Brasília – DF – 70660-500. II) Entrega pessoal: entrega do trabalho impresso em 2 (duas) vias e gravado em CDROM, em formato .DOC ou .PDF, acompanhado de uma fotocópia legível do artigo selecionado para pesquisa ou da imagem do mesmo gravado no CD-ROM, em formato .JPEG, no endereço citado na alínea I deste mesmo item, de segunda a sexta-feira, de 08h às 12h. III) Via e-mail: envio do trabalho em formato .DOC ou .PDF, acompanhado da imagem do artigo selecionado para pesquisa em formato .JPEG, para [email protected] . Os trabalhos deverão estar identificados com o nome do(s) participante(s) e da Casa Espírita a qual pertencem, para maior agilidade da Coordenação do Concurso, acompanhado da ficha de inscrição assinado pelo dirigente da Casa Espírita. Não serão aceitas entregas de trabalhos após a data limite estipulada. Entende-se como data de entrega a data aposta no carimbo do correio, a data aposta no recibo dado pela secretaria da FEDF e a data de envio do e-mail. 9) DA AVALIAÇÃO DOS TRABALHOS Todos os trabalhos serão avaliados por uma Banca Examinadora especialmente convidada para a tarefa, composta por dirigentes ou oradores espíritas de larga experiência e estudo da Doutrina Espírita e do Movimento Espírita do DF. As avaliações serão realizadas tendo em vista os seguintes critérios: -coerência das explicações com a Doutrina Espírita, principalmente com “O Livro dos Espíritos”; - criatividade na escolha e na abordagem do tema proposto; -clareza e objetividade na exposição das idéias; -coerência lógica e concisão dos argumentos; -relevância do tema proposto para entendimento da Doutrina Espírita; -uso adequado das referências bibliográficas; -emprego correto da norma culta da língua portuguesa. 10) DO RESULTADO, DA PREMIAÇÃO E DA FINALIZAÇÃO DO CONCURSO Na verdade, a maior recompensa está no granjeamento de mais Luz e entendimento da vida, que, por si só, é imensurável. Também não podemos esquecer dos bônus-hora conquistados por aqueles que, certamente, ajudarão a acender a chama da iluminação em outras almas. Sem dúvida, o que se pretende oferecer como retribuição aos esforços empreendidos é parte muito pequena, porém, daquela que é a recompensa espiritual. O autor do melhor texto, escolhido pela Banca Examinadora, receberá uma edição especial encadernada da “Revue Spirite”, produzida pela FEB. Os segundo e terceiro colocados receberão uma edição comemorativa aos 150 anos d’O Livro dos Espíritos. O resultado do Concurso será publicado no site www.fedf.org.br , com data prevista para o dia 31 de agosto de 2007. Após a divulgação do resultado a FEDF fará contato com os ganhadores para marcar a data de recepção dos prêmios. Os textos selecionados pela Banca Examinadora serão recomendados para publicação em livro específico editado pela FEDF e, ainda, transformados em palestras, a serem apresentadas no mês de outubro/2007 nas Casas Espíritas do DF. A organização das mesmas será feita por equipe responsável eleita pela FEDF. 11) DÚVIDAS E INFORMAÇÕES Para dirimir dúvidas ou para mais informações sobre o Concurso, os interessados poderão consultar o site www.fedf.org.br, ou enviar email para [email protected] . 12) DISPOSIÇÃO FINAL A Banca Examinadora julgará situações omissas neste regulamento. Além da Banca, não poderão participar da elaboração de textos para o concurso os componentes da Comissão Organizadora e da equipe responsável pela organização das palestras. César Moutinho Presidente da Federação Espírita do Distrito Federal EXPEDIENTE FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO DISTRITO FEDERAL Presidente: César Moutinho Vice-Presidente: Paulo Maia Costa Vice-Presidente: Afonso Romão Batista Jornal comemorativo do Bicentenário de Allan Kardec Edição única Tiragem: 2000 Impressão: Editora Otimismo -(61) 3386-0459 Jornalista Responsável: Sônia Zaghetto Revisão de Lingua Portuguesa: Lourival Lopes Editoração e diagramação: José Claudio Lopes (Grêmio Esp. Atualpa), André Ferreira (Grêmio Esp. Atualpa) e Tarcísio Ferreira 3 A FEDF em movimento... O Distrito Federal e a Celebração do 150 Anos do Espiritismo Confraternização de Juventudes Espíritas do Distrito Federal COJEDF A Federação Espírita do Distrito Federal realiza a cada dois anos a Confraternização de Juventudes Espíritas do Distrito Federal – COJEDF – com a finalidade de proporcionar aos jovens de 13 a 21 anos, matriculados nas instituições espíritas do DF, a oportunidade de se confraternizarem de forma integradora e fortalecerem laços de amizade, cuja ação levará a um maior envolvimento com o estudo e prática da Doutrina Espírita, contribuindo com o movimento espírita nas juventudes espíritas do DF. Do último evento, em 2004, os jovens elaboraram projetos, voltados para a área social, área de comunicação e artes. A Diretoria de Infância e Juventude da FEDF já vem operacionalizando o trabalho dos jovens desde o ano de 2005. O Projeto Fazendo Arte Espírita que é uma criação dos jovens já foi implantado nas quatro regiões com a música e em uma delas também com teatro. Dia dezessete de junho a DIJ/FEDF estará realizando a COJEDF com a participação do nosso companheiro Alberto Almeida, integrante do movimento espírita do Pará e membro da Comissão Regional Norte, junto ao Conselho Federativo Nacional – Federação Espírita Brasileira. O tema a ser abordado será Sexualidade, Paixão e Amor contemplado em O Livro dos Espíritos. Neste Ano, todas as instituições espíritas do mundo, já estão mobilizadas em diversos eventos de comemoração da data de lançamento de O Livro dos Espíritos, que marca o lançamento do Espiritismo, ou Doutrina dos Espíritos, em 18 de abril de 1857. No Distrito Federal, mais de 55 mil pessoas se declararam espíritas para o censo demográfico de 2000, no Brasil representa 1,3% da população, ou seja, 2.262 milhões, alem destas, há também os simpatizantes, aqueles que são adeptos de uma religião e gostam de ler obras espíritas, tomar passes ou assistir palestras espíritas. Assim a FEDF, Federação Espírita do Distrito Federal, organizou várias atividades, juntamente com as lideranças das Casas Espíritas de todas as regiões, para serem executadas no decorrer deste ano. Confira as atividades no calendário de atividades federativas do DF no site “www.fedf.org.br”. A culminância das comemorações será a realização do 2º Congresso Espírita Brasileiro, nos dias 13 a 15 de abril, em parceria com a Casa Máter do Espiritismo, a Federação Espírita Brasileira. Teremos: Seminários com Richard Simonetti Fórum Social Espírita Fórum de Arte Espírita Confraternização de Juventudes Espíritas Seminários com Raul Teixeira Seminários com Divaldo Pereira Franco Exposições e Feiras de Livros Apresentações Teatrais Peça Dos Espíritos Apresentações Musicais. Teatro Espírita, Luz no Palco, Luz na Vida! Com muita emoção, foi realizada a préestréia da peça Teatral Dos Espíritos no dia 1º de abril. A peça foi realizada pelo Grêmio Espírita Atualpa Barbosa Lima, com o apoio da FEDF, baseada em lições da obra de Kardec. A peça será apresentada no 2º Congresso Espírita Brasileiro e, em algumas cidades satélites, em espaços públicos,com a finalidade de levar a mensagem ESPÍRITA, para toda a sociedade. A estréia ao público será dia 21 de abril no auditório do GEABL - 609 sul. O Grupo de Teatro Grêmio Espírita Atualpa apresenta ? “DOS ESPÍRITOS” Peça Teatral ? Coordenação Geral: Conceição Cavalcante Lucimar Constâncio Francisco Jr Direção artística: Cassius Vantuil Iluminação e operação de som: Eduardo Misquita e Paulo Fontoura ? Trilha sonora: Ricardo Pimentel Cenografica: Márcia Maria Viana Prycila Almeida Patrícia Almeida Mariana Rodarte ? GRÊMIO ESPÍRITA ATUALPA BARBOSA LIMA ? SGAS QD 610 - Av L2 Sul - CONJ D - Salão do BL “A”. às ENTRADA: Um quilo de Alimento não perecível, exceto Sal (opcional) Espaço Federativo Dentre as atividades está o Espaço Federativo, onde se realizam os seminários e fóruns para motivar, sensibilizar as lideranças espíritas para o trabalho de organização e divulgação Espírita. Para este ano foram convidados vários oradores espíritas de reconhecida capacidade. O Espaço Federativo acontece em dois momentos diferentes: um momento para os frequentadores e simpatizantes espíritas, em algum espaço público de uma das regiões do DF e outro para os trabalhadores e lideranças espíritas na sede da FEDF. Inicia-se em março e vai até novembro com pausa em julho, nos primeiros finais de semana de cada mês. ~ Visite nosso site: www.fedf.org.br - De^ sua sugestao 20h PRODUÇÃO: GRÊMIO ESPÍRITA ATUALPA DACE - Departamento de Arte e Cultura Espírita Promoção: FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO DISTRITO FEDERAL Há 45 anos pela Unificação do Movimento Espírita Brasiliense Uma pausa para a Arte A divulgação do Espiritismo através da Arte tem sido praticada pela FEDF em todos as atividades federativas. A mensagem expressa através da poesia, da melodia, da arte cênica, toca profundamente os corações sensíveis da plateia presente. Isto tem ficado muito claro nas apresentações dos corais espíritas, das bandas de músicas e cantores espíritas, que tem proporcionado momentos sublimes nos encontros do Espaço Federativo, nos seminários e encontros promovidos pela FEDF. Foi criada uma Coordenação de Arte Espírita na FEDF para identificar, cadastrar e divulgar os artistas que professam a mensagem espírita através da arte. Este ano será promovido o Primeiro Fórum de Arte Espírita do DF, onde teremos oficinas com painéis com expositores comprometidos com o tema. Visitas às Casas Espíritas Para divulgação da agenda de comemoração dos 150 anos da Doutrina Espírita e sensibilizar sobre a necessidade da União, a Direção da FeDF está realizando visitas em todas as Casas Espíritas do DF. Além de oportunizar um momento fraterno de integração e congraçamento, a visita tem um caráter muito importante para o movimento espírita, pois promove a aproximação afetiva dos dirigentes das Casas proporcionando a união e o fortalecimento da grande família espírita do DF. Se a sua casa ainda não foi visitada, entre em contato com a secretaria da FeDF para agendarmos uma visita o quanto antes. 4