Sesquicentenário de
O Livro dos Espíritos
Sesquicentenário de O Livro dos Espíritos
Se nos alicerces da evolução moral
repousam a paz das nações e a plena felicidade
do homem, compreende-se porque, entre todas
aquisições, Emmanuel empresta maior
importância aos valores religiosos à luz da
Codificação, por definir o movimento de
iluminação definitiva da alma para Deus,
acrescentando que, no coração augusto do
Senhor, permanece a origem de todas as
religiões.
Destaca ainda o mentor espiritual de Chico
Xavier que a assistência desvelada de Jesus
acompanha todos os seres, em todos os tempos,
nas diversas latitudes da Terra e lembra que a
história religiosa da China, da Pérsia, da Índia,
do Egito, de Israel, dos árabes, dos celtas e dos
gregos, sempre contou com a inspiração
periódica de seus emissários (¹).
Entre outras ciências, no processo de
evolução humana, o Senhor confere prioridade
à religião que, em suas origens, reflete o Seu
pensamento superior.
A reforma íntima, admitida por objetivo
fundamental da Codificação, respalda-se em
aquisições espirituais sobre a imortalidade do
espírito, vida organizada depois da morte do
corpo, justiça Divina, mais conhecida por lei de
causa e efeito, e a reencarnação, informações
que deveriam constar da pauta de todas as
escolas religiosas.
Não se pode duvidar que a imaturidade
espiritual dos seres terrenos, aliada ao orgulho
e às demais mazelas morais, determinam, no
curso do tempo, as transformações impostas às
religiões que, desprezando o conteúdo moral da
crença em seu princípio, acabam por refletir o
quadro das vantagens imediatas, conferidas pelo
reinado transitório de César.
Olvidando a função de orientadora do
espírito imortal, por apoiar-se nos velhos cajados
dos símbolos e das liturgias, herdados de outros
segmentos, pode-se compreender porque o
homem, vazio de aquisições espirituais, tem
largado à matroca o barco da existência, para
velejar ao sabor dos ventos dos interesses
imediatos da vida física, ditados por suas
imperfeições morais, no encalço de subalternas
emoções.
No judaísmo, as linhas arquitetônicas do
templo de Salomão, as hierarquias do sacerdócio
organizado, os paramentos, as cerimônias, o
culto dos dias e dos lugares e as oferendas
constituem, ainda hoje, a árvore da religião
mosaica, no lugar do decálogo que,
mediunicamente, Moisés recebeu no Sinai.
Atendendo ao imperativo da prioridade
que o Mestre estabelece à evolução moralreligiosa , os profetas de todos os tempos,
renovam periodicamente sua veste carnal, a
fim de refrescarem, na memória do homem, os
ensinamentos religiosos que procedem de
Jesus.
Compareceram, por isso, à Terra, entre
os séculos IX e IV a.C., todos os profetas
conhecidos, desde Elias até Joel. João Batista,
que o Senhor assegura ser o Elias, seu
precursor, só reencarna seis meses antes de
Sua presença na Terra.
Louvando-se na promessa que faz aos
espíritos migrados, em milênios distantes, Jesus
comparece à Terra, entre as ovelhas
desgarradas, consagrando significativas lições,
entre as quais a manjedoura e o calvário, além
da imortalidade do espírito que assegura,
apresentando-se, mediunicamente, aos
discípulos, após a crucificação.
O Cristianismo preservou o conteúdo do
Evangelho, durante três séculos, enquanto
perseguido pelos príncipes da Terra, mas não
conseguiu guardar sua pureza de origem, depois
do consórcio que o Estado lhe impõe, a partir de
Constantino. O que as trevas não conseguiram
mediante sucessivas perseguições aos primeiros
cristãos, conseguem obter mediante simulada
aliança.
Tudo o que inicialmente a Igreja de Roma
condena no judaísmo, vem a copiar mais tarde
na formação de seus sacramentos, recordando
o Cristianismo apenas nas imagens em que se
cristalizou.
O Mestre não ignorava as diretrizes que
os homens, no futuro, emprestariam à sua
doutrina, visando anular sua elevada ação
renovadora do espírito imortal para Deus. Por
isso, refere-se ao Consolador que haveria de
permanecer para sempre no mundo, ao dizer a
Pedro: Sobre essa pedra (mediunidade) edificarei
minha doutrina. (Mat. 16: 18).
Foi sobre o alicerce da mediunidade
sublimada, fonte das mensagens diversas
recicladas por Kardec, que no século dezenove,
Jesus ¨edificou sua doutrina¨, enviou o
Consolador prometido e ¨restabeleceu todas as
coisas¨.
Dois distintos oráculos, ainda merecem ser
assinalados: O primeiro, pronunciado pelos
profetas Isaías e Malaquias, que Jesus assegura
atribuído a João Batista, seu precursor: E, se o
quereis reconhecer, ele mesmo é o Elias que
estava para vir. (Mat. 11: 14).
O segundo oráculo, compreendido na
palavra de Jesus, depois da morte de João
Batista, faz alusão a futuras missões do profeta:
Elias de fato, deve voltar e restabelecer todas
as coisas. (Mat. 11: 17).
Deve-se reconhecer que Elias, na
existência de João Batista, desempenha missão
de precursor, ratificada pelo Cristo, preparando
os terrenos áridos dos corações humanos à
sementeira do Evangelho.
A segunda profecia, depois da morte do
Batista, consagrando a Elias, a atribuição de
¨restabelecer todas as coisas¨, sugere a
contribuição que o profeta viria a emprestar na
restauração do Evangelho.
Se a presença do Cristo, assinala a
maioridade espiritual do homem, alterando o
calendário terreno, o lançamento de o Livro dos
Espíritos, em 17-04-1857, com antecedência de
dois séculos, recorda o Juízo Final e o fim dos
tempos, sinalizando ainda o início à era da
ciência e da tecnologia, então determinada por
Jesus, que vem conferir ao homem liberdade e
conforto superiores aos padrões determinados
pela evolução moral alcançada por ele.
Não obstante, pois, a prioridade que,
desde eras prístinas, o Senhor empresta ao
ensino religioso, mas considerando os desvios
que a religião sofre no curso dos séculos,
verifica-se o desprezo e o insulto que o
materialismo ainda atribui aos valores morais do
espírito, por ausência de aquisições íntimas a
serem adquiridas no campo da conscientização
espírita.
Setenta anos depois da Codificação, com
o lançamento do Parnaso de Além Túmulo, Chico
Xavier, dá início a nova era na história do
Espiritismo e do próprio Planeta, emprestando
cultura suficiente para convencer seres
incrédulos como Tomé, além de facultar a
presença do homem na terra, após a grande
transição prevista para os próximos cinqüenta
anos.
Que não se olvidem, pois, as justas
homenagens que se devem tributar aos grandes
vultos espirituais, notadamente a Allan Kardec,
o ínclito codificador do Espiritismo, recordando
que, no curso dos milênios e por inúmeras vezes,
compareceram ao palco da vida física, com
autoridade para revelarem, por vezes com
sacrifício da própria vida, o pensamento do
Senhor, agora configurado no Evangelho,
lembrando que sem a compreensão de Jesus, no
campo íntimo, a alma será sempre prisioneira de
inferiores preocupações.
Nota:
(¹) A Caminho da Luz, de Emmanuel,
cap. IX, item III
45 anos de Unificação no Distrito Federal
João de Jesus Moutinho
Sob o nome de União das Sociedades
Espíritas do Distrito Federal, funda-se, em 01
de dezembro de 1962, o Órgão de Unificação
Espírita na capital do País. Esse nome seria
alterado, em 12 de setembro de 1970, para União
Espírita do Distrito Federal e, finalmente, para
Federação Espírita do Distrito Federal, em 01
de janeiro de 1973.
O mentor espiritual Bezerra de Menezes
assegura que a unificação das atividades
espíritas constitui imperativo urgente, porém não
apressado. Urgente por assegurar a unidade da
Doutrina, afastada do modelo da conhecida
hierarquia terrena. Não apressado porque,
embora compreendendo objetivo do movimento
federativo, por muito tempo se desconheceram
os caminhos para alcançar a unificação, dando
motivo a que as federações se acomodassem
às atividades de Centro Espírita .
No Brasil, a unificação constitui-se de sonho
dos espíritas que, assinalando-se na primeira
gestão de Bezerra de Menezes, na presidência
da FEB, em 1889, percorre sendas longas e
adversas até o pacto áureo em 1949, para atingir
terreno mais objetivo na década de 1970, com
a transferência do CFN para Brasília.
No Distrito Federal, o caminho não seria
diferente. Por três décadas, suas atividades
se confundiram com as de um centro espírita,
ou as de órgão institucional, guardando
propósito de dirigir os trabalhos das células
espíritas, mediante atividades de fiscalização
e censura.
Mercê do ideal que anima seus dirigentes e
da permanente assistência dos mentores
espirituais, obstáculos vão sendo vencidos,
inclusive aqueles que se compreendem por
parcos recursos financeiros, destinados à
construção de sua sede, na SQS 408.
A partir de 1992, com a primeira ampliação
de sua Sede, depois de 30 anos de existência,
compreende-se que a unidade que o movimento
espírita procura assegurar alcançaria campo
mais produtivo, conferindo maior autoridade ao
Conselho Federativo Distrital, para o qual foi
criado espaço adequado às suas atividades,
inaugurando-se experiências mais saudáveis, no
terreno da unificação.
Quem acompanha ao longo desse período o
processo de unificação no Distrito Federal,
anota com alegria o terreno feliz que alcança,
parecendo trabalhado por João Batista, cuja
missão seria a de preparar os caminhos do
Senhor, endireitando suas veredas.
Seguindo o exemplo da FEB, as atividades
federativas foram divididas em seis
departamentos que, além de se reunirem em
âmbito distrital, também se incorporam à
Comissão Regional Centro da FEB.
A criação do Conselho Regional Distrital,
compreendido em 4 regiões, é assegurada,
constituindo-se fator de aproximação das
diversas unidades.
Valendo-se dos recursos de um ideal,
sustentado pelos espíritas do além, outras
atividades foram criadas no movimento de
unificação, tais como o ENTRAE, o Treinar,
COJEDF e o Espaço Federativo, devendo-se
anotar, ultimamente, a preocupação do Conselho
Federativo do Distrito Federal pela regularização
do imóvel situado no Sudoeste, cujo processo
depende de lei a ser votada na Câmara
Legislativa.
ASSISTIR EDUCANDO: EM BUSCA DA TRANSFORMAÇÃO
SOCIAL E ESPIRITUAL
“A caridade máxima, portanto, que o espírita deve procurar realizar como ideal de vida, não é o assistencialismo social, respeitável e
necessário, mas limitado e superficial, e sim a caridade da educação. Elevar, transformar, despertar consciências, contribuindo para a
mudança interna dos homens – que redundará também numa evolução externa – esta deve ser a meta de todo espírita.”
Frassinete Galvão
A Federação Espírita do DF promoveu o 1º
Fórum Social Espírita do Distrito Federal,
realizado no dia 11 de março de 2007, com o
tema “Assistir Educando: Em Busca da
Transformação Social e Espiritual”.
O evento teve como público, dirigentes das
Entidades Espíritas do Distrito Federal,
coordenadores, voluntários, usuários dos
Serviços de Assistência e Promoção Social
Espírita (SAPSE) e das instituições de interesse
social. Estiveram presentes 40 instituições –
que desenvolvem trabalhos sociais e 160
participantes. A temática “Educar e Trabalhar
como Caminhos para se Transformar” foi
apresentada e debatida com o público presente,
a partir da exposição dos palestrantes Aderval
Costa Filho1 e Edivaldo Roberto de Oliveira2. As
instituições Portal da Luz, Casa Azul, Grêmio
Espírita Atualpa Barbosa Lima, ONG Servir, Centro
Espírita Luz e Caridade/Posto de Assistência
Fonte de Luz, Centro Espírita Recanto de Maria,
Associação Pró-Educação Espírita do DF e o
Instituto Espírita Assistencial Emmanuel
apresentaram suas experiências sócioeducativas e promocionais ⎯ atividades relativas
à educação profissional e auto-sustentação ⎯
fundamentadas nos princípios da Educação
Integral à Luz do Espiritismo/Pedagogia Cristã.
Foi realizado cadastramento das instituições
presentes visando um conhecimento maior das
possibilidades, potencialidades, áreas de
atuação, dificuldades e necessidades, em busca
do intercâmbio de experiências, otimização de
recursos, aperfeiçoamento e integração de
esforços para a consolidação efetiva da Rede
de Apoio Social Espírita, aberta às demais
Instituições Sociais interessadas.
A escolha da temática em questão teve por
finalidade sensibilizar e promover um diálogo
com as lideranças, trabalhadores e usuários
da Assistência e Promoção Social sobre o
sistema de crenças, os paradigmas culturais
existentes, os modos de atuação no campo
das necessidades sócio-humanas e espirituais,
possibilitando uma reflexão crítica em torno
da missão do voluntariado social espírita/
cristão, que tem sido repensada na sua
finalidade precípua de Educar o Espírito Imortal.
Têm-se constatado que o patrimônio
fundamental a ser transmitido em um processo
de comunicação horizontal, dialógico,
participativo, afetivo e efetivo são os
ensinamentos do Cristo, trazidos também pelos
Espíritos, como legado científico, filosófico e
ético-moral. A proposta pedagógica, de
Educação Integral à Luz do Cristianismo
Redivivo, fornece subsídios que possibilitam a
reforma de consciências no plano individual e
coletivo, à medida que fortalece o movimento
social em busca da paz, da justiça, da igualdade
de direitos e oportunidades, da solidariedade,
da liberdade com compromisso e
responsabilidade, e, da transformação integral,
pelo exercício da cidadania plena cristã, aquela
que proporciona conquistas verdadeiras e
eternas, que não fenecem com a ação do
tempo, por residirem e se alicerçarem no espírito
imortal.
No movimento de ação fraternal e solidária,
podem estar incluídos um prato de comida, um
passe, um agasalho e outros tantos gêneros
materiais. Entretanto, como afirma Incontri
(2000) a caridade, com bases educacionais
sólidas, deve transcender tudo isto, porque
deve tocar a alma do outro. No cenário das
necessidades e privações diversas, diante de
tantas misérias ocultas e manifestas, quando o
espírito é tocado na sua essência pelos recursos
libertadores da pedagogia cristã, do amor como
caminho de libertação, ele passa a (re)construir
o seu templo interior, desencadeando mudanças
qualitativas não só em si, como no campo de
relações ao seu redor. Educar, como afirma a
autora citada, é uma terapêutica global e uma
solução social muito mais eficaz e efetiva.
O nosso 1º Fórum Social Espírita trouxe à
tona o debate construtivo em torno da
Educação Integral na Assistência e Promoção
Social como compromisso dos Voluntários Sociais
Cristãos/Espíritas, tendo em vista a necessária
(re)estruturação de concepções e práticas
reducionistas que acabam por valorizar em
demasia o “pão que sacia as necessidades do
corpo”, essencial à vida, mas não suficiente
para a saciedade do espírito imortal, que aspira
ao verdadeiro pão da vida, que o faz crescer e
se desenvolver em plenitude.
1
2
Antropólogo e professor universitário.
Assistente Social, professor universitário.
REGULAMENTO DO CONCURSO LITERÁRIO
150 ANOS DE “O LIVRO DOS ESPÍRITOS”
1) CONCEITO
O concurso, promovido pela Federação
Espírita do Distrito Federal (FEDF), consiste na
produção de um texto dissertativo sobre temas
ou fatos atuais, analisados com base na Doutrina
Espírita, com referência em “O Livro dos
Espíritos” e com apoio nas obras básicas e
subsidiárias.
2) OBJETIVO
Incentivar novos escritores da Seara Espírita
do DF, além de estimular métodos de estudo e
pesquisa, com vistas à explicação de fatos
ocorridos sob a ótica da Doutrina Espírita.
3) COMO PARTICIPAR
Podem participar do Concurso os
freqüentadores de Casas Espíritas do DF que,
de alguma forma, participam de atividades na
instituição. Os trabalhos de pesquisa
bibliográfica e produção do texto poderão ser
realizados individualmente ou em grupos de até
4 (quatro) participantes, neste último caso
objetivando a integração dos irmãos e o
aprofundamento do estudo sobre o tema
escolhido.
Cada Casa Espírita do DF pode inscrever até
dois trabalhos no concurso. A inscrição é oficial
e deve ter a assinatura do presidente da
instituição.
4) ROTEIRO DO TRABALHO
I) Escolher um artigo de jornal ou de revista,
de circulação regional ou nacional, que deverá
servir de mote para discussão e pesquisa sob a
ótica espírita;
II) Definir o enfoque a ser dado ao tema,
sugerindo possíveis temas correlatos, assim
como autores e livros espíritas que possam
subsidiar a pesquisa;
III) Fazer levantamento bibliográfico e
leitura, por meio da seleção de livros ou obras
básicas e subsidiárias da Doutrina. Neste passo,
“O Livro dos Espíritos” deverá ser pesquisado e
estudado, para definir a principal referência do
texto;
IV) Redigir um texto dissertativo de, no
máximo, 4 laudas (tamanho A4) ou 198
linhas, cuja letra deverá ser na fonte Arial,
tamanho 12, espaçamento interlinear de
1,5 e margens de 2cm. O texto deverá conter
referência clara ao artigo de jornal ou revista
utilizado como ponto de partida para o trabalho,
com a identificação da fonte, do autor, da
data da publicação ou edição e a página
respectiva. A redação deverá estar encimada
pelo título selecionado e estruturada de forma
a contemplar uma introdução, em que se
apresenta o assunto identificado pela matéria
jornalística e o ponto de vista proposto pelo
grupo ou produtor individual. Em seguida, o
desenvolvimento das idéias, ordenadas lógica
e coerentemente, apoiadas nos ensinamentos
da Doutrina Espírita. Por fim, a conclusão,
mediante a qual se confirma, pelos argumentos
expostos no desenvolvimento, pela procedência
ou não da matéria ventilada no artigo de apoio,
corroborando o ponto de vista proposto e
defendido pelo grupo ou produtor individual;
V) Todas as citações e referências
bibliográficas às obras básicas e subsidiárias
deverão identificar o autor, o título da obra, a
cidade em que foi publicada, a editora, o ano
da publicação e a página da qual foi extraída;
VI) Não serão aceitos trabalhos manuscritos.
7) DAS INSCRIÇÕES
As inscrições deverão ser feitas até o dia
17 de junho de 2007, através de uma das
seguintes modalidades:
I) Via postal: envio da ficha de inscrição
acompanhada de uma fotocópia legível do artigo
selecionado para pesquisa, identificando a origem
da informação (nome do jornal ou revista, autor,
página, número da edição e data da publicação)
para FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO DISTRITO FEDERAL
- CONCURSO LITERÁRIO 150 ANOS DE “O LIVRO
DOS ESPÍRITOS” – QMSW 05 – Lote 05 – Setor
Sudoeste – Brasília – DF – 70660-500;
II) Entrega pessoal: entrega da ficha de
inscrição acompanhada de uma fotocópia legível
do artigo selecionado para pesquisa,
identificando a origem da informação (nome do
jornal ou revista, autor, página, número da
edição e data da publicação) no endereço citado
na alínea I deste mesmo item, de segunda a
sexta-feira, de 08h às 12h.
Não serão aceitas inscrições após a data
limite estipulada. Entende-se como data de
inscrição a data aposta no carimbo do correio
ou a data aposta no recibo dado pela secretaria
da FEDF.
8) DA ENTREGA DO TRABALHO
A data final de entrega dos trabalhos é o
dia 30 de junho de 2007, através de uma das
seguintes modalidades:
I) Via postal: envio do trabalho impresso
em 2 (duas) vias e gravado em CD-ROM, em
formato .DOC ou .PDF, acompanhado de uma
fotocópia legível do artigo selecionado para
pesquisa ou da imagem do mesmo gravado no
CD-ROM, em formato .JPEG, para FEDERAÇÃO
ESPÍRITA DO DISTRITO FEDERAL - CONCURSO
LITERÁRIO 150 ANOS DE “O LIVRO DOS
ESPÍRITOS” – QMSW 05 – Lote 05 – Setor
Sudoeste – Brasília – DF – 70660-500.
II) Entrega pessoal: entrega do trabalho
impresso em 2 (duas) vias e gravado em CDROM, em formato .DOC ou .PDF, acompanhado
de uma fotocópia legível do artigo selecionado
para pesquisa ou da imagem do mesmo gravado
no CD-ROM, em formato .JPEG, no endereço
citado na alínea I deste mesmo item, de segunda
a sexta-feira, de 08h às 12h.
III) Via e-mail: envio do trabalho em formato
.DOC ou .PDF, acompanhado da imagem do
artigo selecionado para pesquisa em formato
.JPEG, para [email protected] .
Os trabalhos deverão estar identificados com
o nome do(s) participante(s) e da Casa Espírita
a qual pertencem, para maior agilidade da
Coordenação do Concurso, acompanhado da
ficha de inscrição assinado pelo dirigente da
Casa Espírita.
Não serão aceitas entregas de trabalhos após
a data limite estipulada. Entende-se como data
de entrega a data aposta no carimbo do correio,
a data aposta no recibo dado pela secretaria
da FEDF e a data de envio do e-mail.
9) DA AVALIAÇÃO DOS TRABALHOS
Todos os trabalhos serão avaliados por uma
Banca Examinadora especialmente convidada para
a tarefa, composta por dirigentes ou oradores
espíritas de larga experiência e estudo da Doutrina
Espírita e do Movimento Espírita do DF.
As avaliações serão realizadas tendo em vista
os seguintes critérios:
-coerência das explicações com a Doutrina
Espírita, principalmente com “O Livro dos
Espíritos”;
- criatividade na escolha e na abordagem
do tema proposto;
-clareza e objetividade na exposição das
idéias;
-coerência lógica e concisão dos argumentos;
-relevância do tema proposto para
entendimento da Doutrina Espírita;
-uso adequado das referências bibliográficas;
-emprego correto da norma culta da língua
portuguesa.
10)
DO
RESULTADO,
DA
PREMIAÇÃO E DA FINALIZAÇÃO DO
CONCURSO
Na verdade, a maior recompensa está no
granjeamento de mais Luz e entendimento
da vida, que, por si só, é imensurável.
Também não podemos esquecer dos
bônus-hora conquistados por aqueles que,
certamente, ajudarão a acender a chama
da iluminação em outras almas.
Sem dúvida, o que se pretende oferecer
como retribuição aos esforços empreendidos é
parte muito pequena, porém, daquela que é a
recompensa espiritual. O autor do melhor texto,
escolhido pela Banca Examinadora, receberá
uma edição especial encadernada da “Revue
Spirite”, produzida pela FEB. Os segundo e
terceiro colocados receberão uma edição
comemorativa aos 150 anos d’O Livro dos
Espíritos. O resultado do Concurso será
publicado no site www.fedf.org.br , com data
prevista para o dia 31 de agosto de 2007. Após
a divulgação do resultado a FEDF fará contato
com os ganhadores para marcar a data de
recepção dos prêmios.
Os textos selecionados pela Banca
Examinadora serão recomendados para
publicação em livro específico editado pela FEDF
e, ainda, transformados em palestras, a serem
apresentadas no mês de outubro/2007 nas
Casas Espíritas do DF. A organização das
mesmas será feita por equipe responsável eleita
pela FEDF.
11) DÚVIDAS E INFORMAÇÕES
Para dirimir dúvidas ou para mais informações
sobre o Concurso, os interessados poderão
consultar o site www.fedf.org.br, ou enviar email para [email protected] .
12) DISPOSIÇÃO FINAL
A Banca Examinadora julgará situações
omissas neste regulamento. Além da Banca, não
poderão participar da elaboração de textos para
o concurso os componentes da Comissão
Organizadora e da equipe responsável pela
organização das palestras.
César Moutinho
Presidente da Federação Espírita do
Distrito Federal
EXPEDIENTE
FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO DISTRITO FEDERAL
Presidente: César Moutinho
Vice-Presidente: Paulo Maia Costa
Vice-Presidente: Afonso Romão Batista
Jornal comemorativo do Bicentenário de Allan Kardec
Edição única
Tiragem: 2000
Impressão: Editora Otimismo -(61) 3386-0459
Jornalista Responsável: Sônia Zaghetto
Revisão de Lingua Portuguesa: Lourival Lopes
Editoração e diagramação: José Claudio Lopes (Grêmio
Esp. Atualpa), André Ferreira (Grêmio Esp. Atualpa) e
Tarcísio Ferreira
3
A FEDF em movimento...
O Distrito Federal e a Celebração
do 150 Anos do Espiritismo
Confraternização de Juventudes
Espíritas do Distrito Federal COJEDF
A Federação Espírita do Distrito Federal realiza
a cada dois anos a Confraternização de
Juventudes Espíritas do Distrito Federal – COJEDF
– com a finalidade de proporcionar aos jovens de
13 a 21 anos, matriculados nas instituições
espíritas do DF, a oportunidade de se
confraternizarem de forma integradora e
fortalecerem laços de amizade, cuja ação levará
a um maior envolvimento com o estudo e prática
da Doutrina Espírita, contribuindo com o movimento
espírita nas juventudes espíritas do DF.
Do último evento, em 2004, os jovens
elaboraram projetos, voltados para a área social,
área de comunicação e artes.
A Diretoria de Infância e Juventude da FEDF
já vem operacionalizando o trabalho dos jovens
desde o ano de 2005.
O Projeto Fazendo Arte Espírita que é uma
criação dos jovens já foi implantado nas quatro
regiões com a música e em uma delas também
com teatro.
Dia dezessete de junho a DIJ/FEDF estará
realizando a COJEDF com a participação do
nosso companheiro Alberto Almeida, integrante
do movimento espírita do Pará e membro da
Comissão Regional Norte, junto ao Conselho
Federativo Nacional – Federação Espírita
Brasileira.
O tema a ser abordado será Sexualidade,
Paixão e Amor contemplado em O Livro dos
Espíritos.
Neste Ano, todas as instituições espíritas do
mundo, já estão mobilizadas em diversos eventos
de comemoração da data de lançamento de O
Livro dos Espíritos, que marca o lançamento do
Espiritismo, ou Doutrina dos Espíritos, em 18 de
abril de 1857.
No Distrito Federal, mais de 55 mil pessoas
se declararam espíritas para o censo demográfico
de 2000, no Brasil representa 1,3% da população,
ou seja, 2.262 milhões, alem destas, há também
os simpatizantes, aqueles que são adeptos de
uma religião e gostam de ler obras espíritas,
tomar passes ou assistir palestras espíritas.
Assim a FEDF, Federação Espírita do Distrito
Federal, organizou várias atividades, juntamente
com as lideranças das Casas Espíritas de todas
as regiões, para serem executadas no decorrer
deste ano. Confira as atividades no calendário
de atividades federativas do DF no site
“www.fedf.org.br”.
A culminância das comemorações será a
realização do 2º Congresso Espírita Brasileiro,
nos dias 13 a 15 de abril, em parceria com a
Casa Máter do Espiritismo, a Federação Espírita
Brasileira.
Teremos:
Seminários com Richard Simonetti
Fórum Social Espírita
Fórum de Arte Espírita
Confraternização de Juventudes Espíritas
Seminários com Raul Teixeira
Seminários com Divaldo Pereira Franco
Exposições e Feiras de Livros
Apresentações Teatrais Peça Dos Espíritos
Apresentações Musicais.
Teatro Espírita,
Luz no Palco, Luz na Vida!
Com muita emoção, foi realizada a préestréia da peça Teatral Dos Espíritos no dia 1º
de abril. A peça foi realizada pelo Grêmio Espírita
Atualpa Barbosa Lima, com o apoio da FEDF,
baseada em lições da obra de Kardec.
A peça será apresentada no 2º Congresso
Espírita Brasileiro e, em algumas cidades
satélites, em espaços públicos,com a finalidade
de levar a mensagem ESPÍRITA, para toda a
sociedade.
A estréia ao público será dia 21 de abril no
auditório do GEABL - 609 sul.
O Grupo de Teatro
Grêmio Espírita Atualpa
apresenta
?
“DOS ESPÍRITOS”
Peça Teatral
?
Coordenação Geral:
Conceição Cavalcante
Lucimar Constâncio
Francisco Jr
Direção artística:
Cassius Vantuil
Iluminação e
operação de som:
Eduardo Misquita e
Paulo Fontoura
?
Trilha sonora:
Ricardo Pimentel
Cenografica:
Márcia Maria Viana
Prycila Almeida
Patrícia Almeida
Mariana Rodarte
?
GRÊMIO ESPÍRITA ATUALPA BARBOSA LIMA
?
SGAS QD 610 - Av L2 Sul - CONJ D - Salão do BL “A”.
às
ENTRADA: Um quilo de Alimento não perecível, exceto Sal (opcional)
Espaço Federativo
Dentre as atividades está o Espaço Federativo,
onde se realizam os seminários e fóruns para
motivar, sensibilizar as lideranças espíritas para
o trabalho de organização e divulgação Espírita.
Para este ano foram convidados vários oradores
espíritas de reconhecida capacidade. O Espaço
Federativo acontece em dois momentos
diferentes: um momento para os frequentadores
e simpatizantes espíritas, em algum espaço
público de uma das regiões do DF e outro para
os trabalhadores e lideranças espíritas na sede
da FEDF. Inicia-se em março e vai até novembro
com pausa em julho, nos primeiros finais de
semana de cada mês.
~
Visite nosso site: www.fedf.org.br - De^ sua sugestao
20h
PRODUÇÃO:
GRÊMIO ESPÍRITA ATUALPA
DACE - Departamento de Arte e Cultura Espírita
Promoção:
FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO DISTRITO FEDERAL
Há 45 anos pela Unificação do Movimento Espírita Brasiliense
Uma pausa para a Arte
A divulgação do Espiritismo através da Arte
tem sido praticada pela FEDF em todos as
atividades federativas. A mensagem expressa
através da poesia, da melodia, da arte cênica,
toca profundamente os corações sensíveis da
plateia presente. Isto tem ficado muito claro
nas apresentações dos corais espíritas, das
bandas de músicas e cantores espíritas, que
tem proporcionado momentos sublimes nos
encontros do Espaço Federativo, nos seminários
e encontros promovidos pela FEDF.
Foi criada uma Coordenação de Arte Espírita
na FEDF para identificar, cadastrar e divulgar
os artistas que professam a mensagem espírita
através da arte.
Este ano será promovido o Primeiro Fórum
de Arte Espírita do DF, onde teremos oficinas
com painéis com expositores comprometidos
com o tema.
Visitas às Casas Espíritas
Para divulgação da agenda de comemoração
dos 150 anos da Doutrina Espírita e sensibilizar
sobre a necessidade da União, a Direção da
FeDF está realizando visitas em todas as
Casas Espíritas do DF.
Além de oportunizar um momento fraterno de
integração e congraçamento, a visita tem um
caráter muito importante para o movimento
espírita, pois promove a aproximação afetiva
dos dirigentes das Casas proporcionando a
união e o fortalecimento da grande família
espírita do DF.
Se a sua casa ainda não foi visitada, entre
em contato com a secretaria da FeDF para
agendarmos uma visita o quanto antes.
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O Livro dos Espíritos - Federação Espírita do Distrito Federal