EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Relatório dos auditores independentes
Demonstrações contábeis individuais e
consolidadas em 31 de dezembro de
2014
FPRJ/PES/RSG
1641/15
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Demonstrações contábeis individuais e consolidadas
Em 31 de dezembro de 2014
Conteúdo
Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações contábeis
individuais e consolidadas
Balanços patrimoniais
Demonstrações do resultado
Demonstrações do resultado abrangente
Demonstrações das mutações do patrimônio líquido
Demonstrações dos fluxos de caixa
Demonstrações dos valores adicionados
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
2
Tel (55 31) 3262 4044
Fax (55 31) 3261 7273
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- Savassi - Belo Horizonte - MG
30130-151
RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES
CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS
Aos Administradores e Acionistas da
Expresso Nepomuceno S.A.
Lavras – MG
Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Expresso
Nepomuceno S.A. (“Companhia” ou “Controladora”), que compreendem o
balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do
resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos
fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das
principais práticas contábeis e demais notas explicativas.
Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeis
A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada
apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas
contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo
com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo
International Accounting Standards Board (IASB), e de acordo com as práticas
contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela
determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações
contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude
ou erro.
Responsabilidade dos auditores independentes
Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações
contábeis individuais e consolidadas com base em nossa auditoria, conduzida de
acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas
requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria
seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as
demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.
Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção
de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações
contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor,
incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações
contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de
riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e
adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar
os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não
para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da
Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas
contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela
Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações
contábeis tomadas em conjunto.
3
BDO RCS Auditores Independentes, uma empresa brasileira da sociedade simples, é membro da BDO Internacional Limited, uma companhia limitada por garantia do
Reino Unido, e faz parte da rede internacional BDO de firmas-membro independentes. BDO é nome comercial para a rede BDO e cada uma das firmas da BDO.
Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para
fundamentar nossa opinião com ressalva.
Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis individuais e
consolidadas
Limitação nos saldos de abertura
As demonstrações contábeis individuais e consolidadas do exercício findo em 31 de
dezembro de 2013, apresentadas para fins comparativos, não foram auditadas por
nós e nem por outros auditores independentes, e consequentemente não emitimos
opinião sobre elas. Além disso, as análises adicionais desenvolvidas, decorrentes de
uma primeira auditoria, sobre transações e valores que compõem os saldos de 31
de dezembro de 2013, conforme determina a NBC TA 510 – Trabalhos iniciais,
saldos iniciais, não foram suficientes para assegurar que tais saldos não tenham
efeitos relevantes sobre o resultado do exercício e o patrimônio líquido para o
exercício findo em 31 de dezembro de 2014.
Investimento não auditado
As demonstrações contábeis das controladas diretas “EMPES - Empreendimentos
Imobiliários, Pilares do Brasil Indústria e Comércio Ltda. e OM Empreendimentos e
Participações Ltda.” referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, não
foram auditadas por nós e nem por outros auditores independentes.
Consequentemente, não temos como opinar e por isso não opinamos sobre tais
demonstrações, assim como os possíveis efeitos que poderiam trazer sobre o
resultado e a posição patrimonial e financeira da Companhia para o exercício findo
em 31 de dezembro de 2014.
Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas com
ressalva
Em nossa opinião, exceto pelos efeitos dos assuntos descritos no parágrafo “Base
para opinião com ressalva sobre as demonstrações contábeis individuais e
consolidadas”, as demonstrações contábeis individuais e consolidadas acima
referidas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição
patrimonial e financeira consolidada da Expresso Nepomuceno S.A., em 31 de
dezembro de 2014, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos
de caixa individuais e consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo
com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo
International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas
no Brasil.
4
Outros assuntos
Demonstração do valor adicionado - Informação suplementar
Examinamos também as Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e
consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014,
preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja
apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias
abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a
apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos
procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão
adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às
demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.
Belo Horizonte, 10 de abril de 2015.
BDO RCS Auditores Independentes SS
CRC 2 SP 013846/O-1 – S – MG
Francisco de Paula dos Reis Júnior
Contador CRC 1 SP 139.268/O-6 – S - MG
Paulo Eduardo Santos
Contador CRC 1 MG 078.750/O-3
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EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Balanços patrimoniais individuais e consolidados
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Não auditado)
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Ativo
Passivo e patrimônio líquido
Notas
Circulante
Caixa e equivalentes de caixa
Contas a receber de clientes
Estoques
Impostos a recuperar
Outras contas a receber
Não circulante
Aplicações financeiras de longo prazo
Impostos a recuperar
Depósitos judiciais
Partes relacionadas
Outros ativos não circulantes
Investimentos
Imobilizado
Intangível
Total do ativo
Controladora
2014
2013 (i)
Consolidado
2014
2013 (i)
Notas
2014
Controladora
2013 (i)
2014
Consolidado
2013 (i)
Circulante
Empréstimos e financiamentos
Fornecedores
Salários e encargos sociais
Obrigações fiscais
Outras contas a pagar
10
11
12
13
53.940
18.327
12.382
5.249
18.754
108.652
61.468
20.281
18.196
11.337
22.467
133.749
53.940
18.181
12.382
5.365
19.291
109.159
61.468
19.491
18.196
11.449
22.478
133.082
Não circulante
Empréstimos e financiamentos
Obrigações fiscais
Provisão para contingências
Passivo fiscal diferido
Partes Relacionadas
10
13
14
19
68.885
17.019
22.492
38.359
194
146.949
77.432
7.396
28.568
31.230
3.364
147.990
68.885
17.019
22.492
38.359
194
146.949
77.432
7.396
28.568
31.230
3.364
147.990
15a.
15b.
15b.
43.885
784
30.106
74.775
74.775
43.885
552
26.799
71.236
71.236
43.885
784
30.106
74.775
1.930
76.705
43.885
552
26.799
71.236
2.170
73.406
330.376
352.975
332.813
354.478
3
4
5
6
1.614
78.737
30.183
7.625
1.886
120.045
1.477
109.238
14.295
5.919
2.738
133.667
2.929
78.837
30.183
7.625
2.495
122.069
4.545
109.241
14.295
5.919
2.748
136.748
3
6
7
2.398
13.881
5.818
304
101
22.502
3.413
6.061
3.876
27
67
13.444
2.398
13.881
5.818
101
22.198
3.413
6.061
3.876
27
67
13.444
8
9
11.113
174.967
1.749
187.829
13.408
191.951
505
205.864
185.702
2.844
188.546
202.685
1.601
204.286
Patrimônio líquido
Capital social
Reserva legal
Reservas de Investimento
Patrimônio liquido atribuível aos controladores
Participação de não controladores
330.376
352.975
332.813
354.478
Total do passivo e patrimônio líquido
(i) Não auditado.
As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis.
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EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Demonstrações do resultado individual e consolidado
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Não auditado)
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Notas
Receitas operacionais liquidas
Custo dos serviços prestados
Lucro bruto
Receitas (despesas) operacionais
Despesas administrativas e comerciais
Despesas tributárias
Resultado de equivalência patrimonial
Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas
Consolidado
2013 (i)
440.202
(379.973)
60.229
485.360
(400.159)
85.201
440.723
(377.970)
62.753
485.840
(397.813)
88.027
17
(45.138)
(2.054)
1.794
8.292
(37.106)
(47.731)
(5.167)
2.086
(9.412)
(60.224)
(45.189)
(2.071)
8.292
(38.968)
(47.815)
(5.175)
(9.411)
(62.401)
23.123
24.977
23.785
25.626
524
(20.442)
(19.918)
1.837
(15.496)
(13.659)
625
(20.450)
(19.825)
1.855
(15.500)
(13.645)
3.205
11.318
3.960
11.981
8
18
18
Lucro antes do imposto de renda e contribuição social
Imposto de renda e contribuição social diferido
2014
16
17
Resultado operacional antes das receitas (despesas) financeiras, líquidas
Receitas (despesas) financeiras, líquidas
Receitas financeiras
Despesas financeiras
Controladora
2013 (i)
2014
19
Resultado antes da participação dos não controladores
Lucro atribuível a
Acionistas controladores
Participação dos não controladores
Lucro líquido do exercício
1.437
(6.847)
1.050
(7.178)
4.642
4.471
5.010
4.803
4.642
4.642
4.471
4.471
4.642
368
5.010
4.471
332
4.803
(i) Não auditado.
As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis.
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EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Demonstrações do resultado abrangente individual e consolidado
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Não auditado)
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
2014
Controladora
2013 (i)
2014
Consolidado
2013 (i)
Lucro líquido do exercício
Outros resultados abrangentes:
Total do resultado abrangente do exercício
4.642
4.642
4.471
4.471
5.010
5.010
4.803
4.803
Total do resultado abrangente atribuído a
Acionistas da Companhia
Não controladores
4.642
-
4.471
-
4.642
368
4.471
332
4.642
4.471
5.010
4.803
(i) Não auditado.
As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis.
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EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Demonstração das mutações do patrimônio líquido
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Não auditado)
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Atribuível aos acionistas controladores
Reservas de lucros
Capital social
Saldos em 31 de dezembro de 2012 (i)
Lucro líquido do exercício
Destinação do lucro do exercício
Constituição de reserva legal
Constituição de reservas de lucros
Distribuição de lucros de exercícios anteriores
Distribuição de lucros na forma do artigo 202 da Lei de
Sociedades por Ações
Saldos em 31 de dezembro de 2013 (i)
Lucro líquido do exercício
Destinação do lucro do exercício
Constituição de reserva legal
Constituição de reservas de lucros
Distribuição de lucros na forma do artigo 202 da Lei de
Sociedades por Ações
Saldos em 31 de dezembro de 2014
Reservas de
Investimento
Reserva legal
Lucro
acumulado
Patrimônio
líquido atribuível
aos acionistas
controladores
Participação dos
não
controladores
Total patrimônio
líquido
43.885
328
27.237
-
71.450
1.857
73.307
-
-
-
4.471
4.471
332
4.803
-
224
-
(224)
(3.185)
-
(3.623)
-
-
-
(1.062)
(1.062)
43.885
552
26.799
-
71.236
2.170
73.406
-
-
-
4.642
4.642
368
5.010
-
232
-
3.307
(232)
(3.307)
-
-
-
-
-
-
(1.103)
43.885
784
30.106
3.185
(3.623)
-
(1.103)
74.775
(19)
(608)
1.930
(3.623)
(1.081)
(1.711)
76.705
(i) Não auditado.
As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis.
9
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Demonstrações dos fluxos de caixa individuais e consolidados
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Não auditado)
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Controladora
2014
Fluxo de caixa das atividades operacionais
Lucro líquido do exercício
Consolidado
2013 (i)
2014
2013 (i)
4.642
4.471
5.010
4.803
20.632
(1.794)
(6.077)
1.093
1.399
19.895
25.177
(2.086)
23.224
657
51.443
20.632
(6.077)
1.093
1.399
22.057
25.177
23.224
657
53.861
29.407
1.016
6.764
(9.526)
(1.124)
26.537
(52.850)
(236)
2.376
(16)
(3.255)
(53.981)
29.311
1.016
6.764
(9.526)
(1.724)
25.841
(52.795)
(236)
2.376
(16)
(3.258)
(53.929)
(1.954)
(5.815)
3.535
203
7.129
(3.914)
(816)
(2.208)
3.609
2.577
300
8.098
21.028
33.404
(1.310)
(5.815)
3.539
203
7.129
(3.388)
358
(2.998)
3.609
2.653
300
8.097
19.621
31.282
Ajustes para reconciliar o resultado do exercício com recursos
provenientes de atividades operacionais:
Depreciações e amortizações
Resultado de equivalência patrimonial
Provisão para contingências
Perda estimada com crédito de liquidação duvidosa
Valor residual do ativo permanente baixado
Redução (aumento) nos ativos:
Contas a receber de clientes
Aplicação financeira - longo prazo
Estoques
Impostos a recuperar
Outros ativos
Aumento (redução) nos passivos:
Fornecedores
Salários e encargos sociais
Obrigações fiscais
Indenizações trabalhistas
Passivo fiscal diferido
Outras contas a pagar
Caixa líquido gerado das atividades operacionais
45.616
30.866
48.256
31.214
Fluxo de caixa das atividades de investimentos
Variação de investimentos permanentes
Aquisição de imobilizados
Aquisição de intangíveis
Caixa líquido das atividades de investimentos
4.089
(26.609)
(2.335)
(24.855)
(1.155)
(33.240)
(6)
(34.401)
(26.609)
(2.335)
(28.944)
(33.240)
(6)
(33.246)
Fluxo de caixa das atividades de financiamentos
Empréstimos e financiamentos, líquidos das transações
Partes relacionadas
Distribuição de lucros
Caixa líquido gerado (aplicado) nas atividades de financiamentos
(16.075)
(3.446)
(1.103)
(20.624)
(4.200)
8.937
(4.685)
52
(16.075)
(3.142)
(1.711)
(20.928)
(4.200)
8.937
(4.703)
34
(3.483)
(1.616)
(1.998)
4.960
1.477
4.545
2.929
6.543
4.545
(3.483)
(1.616)
(1.998)
Aumento (redução) no caixa e equivalentes de caixa
Caixas e equivalentes no início do exercício
Caixas e equivalentes no final do exercício
Aumento (redução) no caixa e equivalentes de caixa
137
1.477
1.614
137
(i) Não auditado.
As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis.
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EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Demonstrações dos valores adicionados individuais e consolidados
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Não auditado)
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Controladora
2013 (i)
2014
1- Receitas
1.1 - Vendas de mercadorias, produtos e serviços
1.2 - Provisão para devedores duvidosos
1.2 - Outras receitas
2- Insumos adquiridos de terceiros
2.1 - Custo dos produtos, das mercadorias e dos serviços vendidos
2.2 - Materiais, energia, serviços de terceiros e outros
2.3 - Perda de valores ativos
2.4 - Outras
3- Valor adicionado bruto (1-2)
4- Retenções
4.1 - Depreciação, amortização, exaustão
5- Valor adicionado líquido (3-4)
6- Valor adicionado recebido em transferência
6.1 - Resultado de equivalência patrimonial
6.2 - Receitas financeiras
7- Valor adicionado total a distribuir (5+6)
8- Distribuição do valor adicionado
8.1 - Pessoal e encargos
8.2 - Impostos, taxas e contribuições
8.3 - Juros e aluguéis
8.5 - Lucros retidos/prejuízo do exercício
540.955
(1.093)
3.019
583.528
9.453
2014
Consolidado
2013 (i)
544.627
(1.093)
1
584.133
9.453
542.881
592.981
543.535
593.586
253.755
28.141
653
7.244
233.645
27.337
5
49.315
251.654
28.293
653
7.244
231.130
27.584
5
49.315
289.793
310.302
287.844
308.034
253.088
282.679
255.691
285.552
20.632
25.177
20.632
25.177
20.632
25.177
20.632
25.177
232.456
257.502
235.059
260.375
1.794
524
2.086
1.837
625
1.855
2.318
3.923
625
1.855
234.774
261.425
235.684
262.230
112.525
96.404
21.203
4.642
129.666
107.879
19.409
4.471
112.525
96.942
21.207
5.010
129.666
108.343
19.418
4.803
234.774
261.425
235.684
262.230
(i) Não auditado.
As notas explicativas da Administração são parte integrante das demonstrações contábeis.
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Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
1. Contexto operacional
O Expresso Nepomuceno é um grupo consolidado com 55 anos de mercado
focado em oferecer soluções integradas de transporte e logística em diversas
áreas do país atuando em segmentos complexos como o automotivo, químico,
florestal, sucroalcooleiro, siderurgia, bebidas, locação e distribuição.
Atualmente a Companhia figura entre as principais empresas de logística do
Brasil, com atuação em 10 Estados e 27 Filiais localizadas estrategicamente
próximas aos principais polos expedidores do país. Possui uma carteira de
aproximadamente 600 clientes ativos, uma equipe de mais de 3.000
colaboradores com uma estrutura operacional com mais de 2.000 veículos e
equipamentos.
O ano de 2014 foi repleto de desafios e acontecimentos, entre eles, copa do
mundo, eleições, escândalos políticos e outros, todos esses que por sua vez
levaram a uma grande instabilidade econômico-financeira, levando diversas
empresas a reverem seus custos e seus processos. Esses motivos são mais do
que suficientes para rever nossos orçamentos e batermos sempre na tecla por
uma gestão por resultados.
Manter o foco na maturidade, objetividade e na interatividade são certezas de
vencer as etapas mais difíceis.
Orgulhamo-nos de fazer parte deste mercado. Buscamos desenvolver soluções
logísticas e para isto contamos com a simplicidade, comprometimento, ética,
de toda a equipe, pois acreditamos serem “os que fazem a diferença” em nossa
Instituição.
1.1. Contexto operacional (controlada direta)
EMPES - Empreendimentos Imobiliários: A EMPES é proprietária de um
terreno em S.B.Campo – SP., e o mesmo é locado.
Pilares do Brasil Indústria e Comércio Ltda.: A PILARES foi criada com o
objetivo de promover o crescimento sócio econômico, visando a geração
de emprego e renda para o município. Atualmente a empresa se encontra
locada.
OM Empreendimentos e Participações Ltda.: A OM tem como principal
objetivo a locação de imóveis. Sua sede é localizada na cidade de Betim,
MG. Sua aquisição pelo grupo foi no ano de 2012. Tal empresa é
responsável pelo controle, investimentos e gestão da parte imobiliária do
grupo.
As práticas contábeis aplicadas na preparação das demonstrações
contábeis das Controladoras são as mesmas aplicadas para as controladas.
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(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
As demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia
foram autorizadas pela Administração para emissão em 10 de abril de
2015.
2. Apresentação das demonstrações contábeis e principais práticas contábeis
adotadas
As demonstrações contábeis individuais e consolidadas foram preparadas de
acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que compreendem a
legislação societária, as normas dos Pronunciamentos, Orientações e
Interpretações emitidas pelo CPC, e estão em conformidade com as normas
internacionais de contabilidade (International Financial Reporting Standard –
IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).
2.1. Base de preparação
A preparação de demonstrações contábeis requer o uso de certas
estimativas contábeis críticas e também o exercício de julgamento por
parte da administração da Companhia no processo de aplicação das
práticas contábeis. Aquelas áreas que requerem maior nível de
julgamento e possuem maior complexidade, bem como as áreas nas quais
premissas e estimativas são significativas para as demonstrações
contábeis, estão divulgadas na Nota Explicativa nº 2.21.
Demonstrações contábeis consolidadas
As demonstrações contábeis consolidadas da Companhia foram preparadas
e são apresentadas conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil,
incluindo os pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos
Contábeis (CPCs), referendados pela Comissão de Valores Mobiliários
(CVM) e conforme as normas internacionais de relatório financeiro
International Financial Reporting Standards (IFRS) emitidas pelo
International Accounting Standards Board (IASB).
Demonstrações contábeis individuais
As demonstrações contábeis individuais da Controladora foram preparadas
conforme as práticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê
de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Adicionalmente, a partir de 2014, as
práticas contábeis adotadas no Brasil aplicadas nas demonstrações
contábeis individuais não diferem do IFRS aplicável às demonstrações
contábeis separadas, uma vez que ele passou a permitir a aplicação do
método de equivalência patrimonial em controladas nas demonstrações
separadas, elas também estão em conformidade com as normas
internacionais de relatório financeiro (International Financial Reporting
Standards (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board
(IASB)). Essas demonstrações individuais são divulgadas em conjunto com
as demonstrações contábeis consolidadas.
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2.2. Base de consolidação
As demonstrações contábeis consolidadas incluem as operações da
Companhia e das seguintes controladas:
Razão social das sociedades ("Controladas")
EMPES - Empreendimentos Imobiliários
Pilares do Brasil Indústria e Comércio Ltda.
OM Empreendimentos e Participações Ltda.
Sede
Brasil
Brasil
Brasil
% de participação
2014
2013
99,00%
99,00%
35,29%
35,29%
86,01%
86,01%
As controladas são integralmente consolidadas a partir da data de
aquisição ou constituição, sendo a primeira a data na qual a Controladora
obtém controle, e continuam a ser consolidadas até a data em que esse
controle deixe de existir. Os exercícios sociais das controladas são
coincidentes com o da Controladora, e as políticas contábeis foram
aplicadas de forma uniforme nas empresas consolidadas e são condizentes
com aquelas utilizadas no exercício anterior.
Todos os saldos entre a Controladora e as controladas, tais como receitas,
despesas, ganhos e perdas não realizadas, oriundos de transações
intragrupo são eliminados por completo. Os principais procedimentos de
consolidação são:
 Eliminação dos saldos das contas de ativos e passivos entre empresas
consolidadas;
 Eliminação das participações no capital, reservas e lucros acumulados
das empresas consolidadas;
 Eliminação dos saldos de receitas e despesas, bem como de lucros não
realizados, decorrentes de negócios entre as empresas.
2.3. Moeda funcional
As demonstrações contábeis individuais e consolidadas estão apresentadas
em Reais (R$), que é a moeda funcional da Companhia e, também, a
moeda de apresentação das demais empresas consolidadas.
2.4. Caixa e equivalentes de caixa
O caixa e equivalentes de caixa são mantidos com a finalidade de atender
a compromissos de caixa de curto prazo e não para investimentos ou
outros fins. O caixa e os equivalentes de caixa incluem os depósitos
bancários e os títulos financeiros de alta liquidez, com vencimento em 90
dias ou menos e com risco irrelevante de variação de valor de mercado,
sendo demonstrados pelo custo acrescido de juros auferidos. São
utilizados para gerenciamento dos compromissos de curto prazo.
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2.5. Aplicações financeiras
São classificados como ativos financeiros mantidos até o vencimento e
estão demonstrados ao custo amortizado, acrescido das remunerações
contratadas, reconhecidas proporcionalmente até as datas de
encerramento das demonstrações contábeis, equivalentes ao seu valor de
mercado.
2.6. Contas a receber
Contas a receber são registradas pelo valor líquido estimado realizável e
não incluem juros. A provisão para perdas estimadas com créditos de
liquidação duvidosa é constituída com base no histórico de inadimplência
e análise individual dos clientes, especialmente aqueles com títulos
vencidos há mais de 180 dias. A Administração considera suficiente o
montante provisionado para a cobertura de perdas na realização das
contas a receber.
2.7. Investimentos em controladas
Controladas são todas as entidades nas quais a Companhia detém o
controle. A Companhia controla uma entidade quando está exposta ou
tem direito a retorno variáveis decorrentes de seu envolvimento com a
entidade e tem a capacidade de interferir nesses retornos devido ao poder
que exerce sobre a entidade. As controladas são totalmente consolidadas
a partir da data em que o controle é transferido para a Companhia. A
consolidação é interrompida a partir da data em que a Companhia deixa
de ter o controle.
A Companhia usa o método de aquisição para contabilizar as combinações
de negócios. A contraprestação transferida para a aquisição de uma
controlada é o valor justo dos ativos transferidos, passivos incorridos e
instrumentos patrimoniais emitidos pela Companhia. A contraprestação
transferida inclui o valor justo de ativos e passivos resultantes de um
contrato de contraprestação contingente, quando aplicável. Custos
relacionados com aquisição são contabilizados no resultado do exercício
conforme incorridos. Os ativos identificáveis adquiridos e os passivos e
passivos contingentes assumidos em uma combinação de negócios são
mensurados inicialmente pelos valores justos na data da aquisição. A
Companhia reconhece a participação não controladora na adquirida, tanto
pelo seu valor justo como pela parcela proporcional da participação não
controlada no valor justo de ativos líquidos da adquirida. A mensuração da
participação não controladora é determinada em cada aquisição
realizada.
A considerar:
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(i) De contraprestação transferida;
(ii) Do valor da participação de não controladores na adquirida;
(iii) Do valor justo na data da aquisição de qualquer participação
patrimonial anterior na adquirida, em relação ao valor justo da
participação da Companhia nos ativos líquidos identificáveis adquiridos
é registrado como ágio (goodwill). Quando o total da contraprestação
transferida, a participação dos não-controladores reconhecida e a
mensuração da participação mantida anteriormente for menor que o
valor justo dos ativos líquidos da controlada adquirida, a diferença é
reconhecida diretamente na demonstração do resultado do exercício.
Transações, saldos e ganhos não realizados em transações entre empresas
da Companhia são eliminadas.
Os prejuízos não realizados também são eliminados a menos que a
operação forneça evidências de uma perda (impairment) do ativo
transferido. As políticas contábeis das controladas são alteradas, quando
necessário, para assegurar a consistência com as políticas adotadas pela
Companhia.
Os investimentos da Companhia em suas controladas são avaliados com
base no método da equivalência patrimonial, conforme CPC18 (IAS 28),
para fins de demonstrações contábeis da Controladora.
Com base no método da equivalência patrimonial, o investimento na
controlada é contabilizado no balanço patrimonial da Controladora ao
custo, adicionado das mudanças das participações societárias na
controlada após a aquisição.
A participação societária na controlada é apresentada na demonstração do
resultado da Controladora como equivalência patrimonial, representando
o lucro líquido atribuível aos acionistas da Controladora.
Perda de controle em controladas
Quando a Companhia deixa de ter controle, qualquer participação retida
na entidade é remensurada ao seu valor justo, sendo a mudança no valor
contábil reconhecida no resultado. O valor justo é o valor contábil para
subsequente contabilização da participação retida em uma coligada, uma
joint venture ou um ativo financeiro. Além disso, quaisquer valores
previamente reconhecidos em outros resultados abrangentes relativos
àquela entidade são contabilizados como se a Companhia tivesse alienado
diretamente os ativos ou passivos relacionados. Isso pode significar que os
valores reconhecidos previamente em outros resultados abrangentes são
reclassificados para o resultado.
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2.8. Instrumentos financeiros ativos
A Companhia e suas controladas reconhecem os empréstimos, recebíveis e
depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros
ativos financeiros (incluindo os ativos designados pelo valor justo por meio
do resultado) são reconhecidos inicialmente na data da negociação na
qual a Sociedade se torna uma das partes das disposições contratuais do
instrumento.
Um ativo financeiro é baixado quando os direitos contratuais aos fluxos de
caixa do ativo expiram, ou quando transfere os direitos ao recebimento
dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro em uma
transação no qual essencialmente todos os riscos e benefícios da
titularidade do ativo financeiro são transferidos:
 Instrumentos financeiros ao valor justo por meio do resultado: um
ativo financeiro é classificado pelo valor justo por meio do resultado
caso seja classificado como mantido para negociação e seja designado
como tal no momento do reconhecimento inicial. Os ativos financeiros
são designados pelo valor justo por meio do resultado se a Sociedade
gerencia tais investimentos e toma decisões de compras e vendas
baseadas em seus valores justos. Os custos da transação são
reconhecidos no resultado como incorridos. Ativos financeiros
registrados pelo valor justo por meio do resultado são medidos pelo
valor justo e mudanças no valor justo desses ativos são reconhecidas no
resultado do exercício. São considerados dessa forma, quando a
Sociedade a possui, as aplicações financeiras, incluídas em caixa e
equivalentes de caixa;
 Empréstimos e recebíveis: são ativos financeiros com pagamentos
fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos
são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer
custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os
empréstimos e recebíveis são medidos pelo custo amortizado por meio
do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por
redução ao valor recuperável. São considerados dessa forma as contas a
receber de clientes, os direitos creditórios e os títulos a receber.
Os ativos financeiros são classificados no momento de seu reconhecimento
inicial, quando a Companhia se torna parte das disposições contratuais do
instrumento, em uma das quatro categorias a seguir: (a) ativos financeiros
a valor justo por meio do resultado; (b) empréstimos e recebíveis; (c)
investimentos mantidos até o vencimento; e (d) disponíveis para venda. A
classificação do ativo financeiro em uma dessas categorias depende de sua
natureza e finalidade.
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(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Os ativos financeiros sujeitos à indexação contratual ou legal são
atualizados mensalmente, conforme o índice aplicável. Ganhos e perdas
decorrentes de variações monetárias são reconhecidos no resultado do
exercício de acordo com o regime de competência.
A Companhia não efetuou operações com derivativos e/ou outros
instrumentos de risco.
2.9. Instrumentos financeiros passivos
Todos os instrumentos financeiros passivos foram reconhecidos no balanço
da Companhia e suas controladas. Os passivos financeiros são
reconhecidos a partir da data em que a Sociedade assume uma obrigação
prevista em disposição contratual de um instrumento financeiro. Quando
reconhecidos, são inicialmente registrados pelos seus valores justos,
acrescidos dos custos de transação diretamente atribuíveis às suas
aquisições ou emissões. Os passivos financeiros da Sociedade são
mensurados pelo custo amortizado. Os principais passivos financeiros
reconhecidos pela Sociedade são:
 Empréstimos e financiamentos;
 Fornecedores;
 Fretes.
Os empréstimos são reconhecidos, de início, pelo valor justo, líquido dos
custos das transações incorridas e subsequentemente mensurados pelo
custo amortizado.
Qualquer diferença entre os valores captados (líquidos dos custos da
transação) e o valor de liquidação é reconhecida na demonstração do
resultado durante o período em que os empréstimos estejam em
andamento, utilizando o método da taxa de juros efetiva. Os empréstimos
são classificados como passivo circulante, quando exigíveis em prazo de
até doze meses da data do balanço e no passivo não circulante, quando
exigíveis em prazos superiores ao mencionado.
Os passivos financeiros sujeitos à indexação contratual ou legal são
atualizados mensalmente conforme o índice aplicável. Ganhos e perdas
decorrentes de variações monetárias são reconhecidos no resultado do
exercício de acordo com o regime de competência.
Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é
apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a
Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a
intenção de liquidá-los em uma base líquida ou de realizar o ativo e quitar
o passivo simultaneamente.
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2.10. Estoques
Os itens de almoxarifado são avaliados pelo custo médio de aquisição,
sendo constituída, quando aplicável, provisão para perdas em montante
considerado pela Administração como suficiente para cobrir eventuais
perdas.
2.11. Bens disponibilizados para venda (renovação de frota)
Para atendimento dos seus contratos de prestação de serviços, a Empresa
precisa renovar constantemente sua frota após um determinado período
de uso. Os veículos, máquinas e os equipamentos disponibilizados para
venda são reclassificados da rubrica imobilizado para “bens
disponibilizados para venda”.
Uma vez classificados como bens disponibilizados para venda, os ativos
não são depreciados e seu registro se dá pelo menor valor entre seu valor
residual e seu valor de mercado.
2.12. Imobilizado
Registrados pelo custo de aquisição ou construção, adicionado dos juros e
demais encargos incorridos durante a construção. As depreciações são
computadas no resultado do exercício pelo método linear, que levam em
consideração a vida útil-econômica dos bens e o seu valor de recuperação.
Os veículos são depreciados linearmente de acordo com um método
econômico que considera o valor estimado de realização desses ativos na
data esperada de venda. Desta forma, as taxas de depreciação variam de
acordo com a data em que o veículo foi comprado, o valor pago e a data e
valor estimado de venda.
A depreciação de veículos compõe o custo da prestação de serviços e a
depreciação dos demais itens do ativo imobilizado está registrada como
despesa.
Os valores residuais, a vida útil dos ativos e os métodos de depreciação
são revisados pela Administração anualmente e ajustados de forma
prospectiva, quando necessário.
O valor contábil de um ativo é imediatamente reduzido para seu valor
recuperável quando o valor contábil do ativo é maior do que sua
expectativa de benefício econômico futuro.
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Um item do imobilizado é baixado quando vendido ou quando nenhum
benefício econômico futuro for esperado do seu uso ou venda. Eventuais
ganhos ou perdas resultantes da baixa do ativo (diferença entre o valor
líquido da venda e o valor contábil do ativo) são incluídos na
demonstração de resultado do exercício em que o ativo for baixado.
2.13. Ativo Intangível
Ativos intangíveis com vida útil definida adquiridos separadamente são
registrados ao custo, deduzido da amortização e das perdas por redução
ao valor recuperável acumulados.
A amortização é reconhecida linearmente com base na vida útil estimada
dos ativos. A vida útil estimada e o método de amortização são revisados
no fim de cada exercício e o efeito de quaisquer mudanças nas
estimativas é contabilizado prospectivamente.
Ativos intangíveis com vida útil definida adquiridos separadamente são
registrados ao custo, deduzido das perdas por redução ao valor
recuperável acumulados.
2.14. Avaliação do valor recuperável de ativos não financeiros (teste de
“impairment”)
A Administração revisa anualmente o valor contábil líquido de seus
principais ativos, com o objetivo de avaliar eventos ou mudanças nas
circunstâncias econômicas e operacionais, que possam indicar
deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando estas evidências
são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é
constituída provisão para deterioração, ajustando-se o valor contábil
líquido ao valor recuperável. Não foram identificados indicadores de
“impairment” para o exercício findo em 31 de dezembro de 2014.
2.15. Reconhecimento de Receitas
As receitas são reconhecidas na extensão em que for provável que
benefícios econômicos serão gerados para a Companhia e quando possam
ser mensuradas de forma confiável. As receitas são mensuradas com base
no valor justo da contraprestação recebida, excluindo-se descontos,
abatimentos e impostos ou encargos sobre vendas e prestação de serviços.
A Companhia avalia as transações de receitas de acordo com os critérios
específicos para determinar se está atuando como agente ou principal e,
ao final, concluiu que está atuando como principal em todos os seus
contratos de receita.
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Os critérios específicos, a seguir, devem também ser satisfeitos antes de
haver reconhecimento de receita:
(a) Receita de prestação de serviços: a receita de prestação de serviços
é reconhecida com base na execução dos serviços previstos nos
contratos de prestação de serviços celebrados entre as partes ou na
própria conclusão dos serviços. Quando o resultado do contrato não
puder ser medido de forma confiável, a receita é reconhecida apenas
na extensão em que as despesas incorridas puderem ser recuperadas;
(b) Receita de venda de ativos utilizados na prestação de serviços: a
receita de venda de ativo é reconhecida quando os riscos e benefícios
significativos da propriedade do ativo são transferidos ao comprador,
o que geralmente ocorre na sua entrega;
(c) Receita de juros: para todos os instrumentos financeiros avaliados ao
custo amortizado e ativos financeiros que rendem juros, a receita ou
despesa financeira é contabilizada utilizando-se a taxa de juros
efetiva, que desconta exatamente os pagamentos ou recebimentos
futuros estimados de caixa ao longo da vida estimada do instrumento
financeiro ou em um período de tempo mais curto, quando aplicável,
ao valor contábil líquido do ativo ou passivo financeiro. A receita de
juros é incluída na rubrica receita financeira, na demonstração do
resultado;
(d) Receita de aluguel: a receita de aluguel é reconhecida como
arrendamento operacional, de forma linear, pelo prazo do contrato.
2.16. Imposto de Renda e Contribuição Social correntes e diferidos
As despesas de imposto de renda e contribuição social compreendem os
impostos corrente e diferido. Os impostos sobre a renda são reconhecidos
na demonstração do resultado, exceto na proporção em que estiverem
relacionados com itens reconhecidos diretamente no patrimônio líquido ou
no resultado abrangente. Nesse caso, o imposto também é reconhecido no
patrimônio líquido ou no resultado abrangente.
O encargo de imposto de renda e a contribuição social corrente e diferido
é calculado com base nas leis tributárias promulgadas, ou
substancialmente promulgadas, na data do balanço dos países em que as
empresas da Companhia atuam e geram lucro tributável. A administração
avalia, periodicamente, as posições assumidas pela Companhia nas
apurações de impostos sobre a renda com relação às situações em que a
regulamentação fiscal aplicável dá margem a interpretações; e estabelece
provisões, quando apropriado, com base nos valores estimados de
pagamento às autoridades fiscais.
O imposto de renda e a contribuição social corrente são apresentados
líquidos, no passivo quando houver montantes a pagar, ou no ativo quando
os montantes antecipadamente pagos excedem o total devido na data do
relatório.
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O Imposto de Renda e a Contribuição Social diferidos são reconhecidos
usando-se o método do passivo sobre as diferenças temporárias
decorrentes de diferenças entre as bases fiscais dos ativos e passivos e
seus valores contábeis nas demonstrações contábeis. Entretanto, o
imposto de renda e a contribuição social diferidos não são contabilizados
se resultar do reconhecimento inicial de um ativo ou passivo em uma
operação que não seja uma combinação de negócios, a qual, na época da
transação, não afeta o resultado contábil, nem o lucro tributável (prejuízo
fiscal).
O Imposto de Renda e a Contribuição Social diferidos ativo são
reconhecidos somente na proporção da probabilidade de que lucro
tributável futuro esteja disponível e contra o qual as diferenças
temporárias possam ser usadas.
Os Impostos de Renda diferidos são reconhecidos sobre as diferenças
temporárias decorrentes dos investimentos em controladas, exceto
quando o momento da reversão das diferenças temporárias seja
controlado pela Companhia, e desde que seja provável que a diferença
temporária não será revertida em um futuro previsível.
Os Impostos de Renda diferidos ativos e passivos são apresentados pelo
líquido no balanço quando há o direito legal e a intenção de compensá-los
quando da apuração dos tributos correntes, em geral relacionado com a
mesma entidade legal e mesma autoridade fiscal. Dessa forma, impostos
diferidos ativos e passivos em diferentes entidades, em geral são
apresentados em separado, e não pelo líquido.
2.17. Provisões (passivos contingentes)
As provisões são reconhecidas para obrigações presentes (legal ou
presumida) resultantes de eventos passados, em que seja possível estimar
os valores de forma confiável e cuja liquidação seja provável. O valor
reconhecido como provisão é a melhor estimativa das considerações
requeridas para liquidar a obrigação no final de cada período de relatório,
considerando-se os riscos e as incertezas relativos à obrigação.
2.18. Custos de empréstimos
Custos de empréstimos diretamente relacionados com a aquisição,
construção ou produção de um ativo que necessariamente requer um
tempo significativo para ser concluído para fins de uso ou venda são
capitalizados como parte do custo do correspondente ativo. Todos os
demais custos de empréstimos são registrados em despesa no período em
que são incorridos. Custos de empréstimo compreendem juros e outros
custos incorridos por uma entidade relativos ao empréstimo.
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2.19. Outros ativos e passivos (circulantes e não circulantes)
Um ativo é reconhecido no balanço patrimonial quando for provável que
seus benefícios econômicos futuros serão gerados em favor da Companhia
e seu custo ou valor puder ser mensurado com segurança. Um passivo é
reconhecido no balanço patrimonial quando a Companhia possui uma
obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado,
sendo provável que um recurso econômico seja requerido para liquidá-lo.
São acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das
variações monetárias ou cambiais incorridas. As provisões são registradas
tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.
Os ativos e passivos são classificados como circulantes quando sua
realização ou liquidação é provável que ocorra nos próximos 12 meses.
Caso contrário, são demonstrados como não circulantes.
2.20. Ajuste a valor presente de ativos e passivos
Ativos e passivos monetários de longo prazo são atualizados
monetariamente e, portanto, estão ajustados pelo seu valor presente. O
ajuste a valor presente de ativos e passivos monetários de curto prazo é
calculado, e somente registrado, se considerado relevante em relação às
demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Para fins de registro e
determinação de relevância, o ajuste a valor presente é calculado levando
em consideração os fluxos de caixa contratuais e a taxa de juros explícita,
e em certos casos implícita, dos respectivos ativos e passivos.
2.21. Julgamentos, estimativas e premissas contábeis significativas
(a) Julgamentos
A preparação das demonstrações contábeis consolidadas da Companhia
requer que a Administração faça julgamentos e estimativas e adote
premissas que afetam os valores apresentados de receitas, despesas,
ativos e passivos, bem como as divulgações de passivos contingentes, na
data-base das demonstrações contábeis. Contudo, a incerteza relativa a
essas premissas e estimativas pode levar a resultados que requeiram um
ajuste ao valor contábil do ativo ou passivo afetado em exercícios futuros.
(b) Estimativas e premissas
As principais premissas relativas a fontes de incerteza nas estimativas
futuras e outras importantes fontes de incerteza em estimativas na data
do balanço, envolvendo risco de ajuste no valor contábil dos ativos e
passivos no próximo exercício financeiro, são apresentadas a seguir:
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EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
 Perda por redução ao valor recuperável de ativos não financeiros:
uma perda por redução ao valor recuperável existe quando o valor
contábil de um ativo ou unidade geradora de caixa excede o seu valor
recuperável, o qual é o maior entre o valor justo menos custos de
venda e o valor em uso. O cálculo do valor justo menos custos de
vendas é baseado em informações disponíveis de transações de venda
de ativos similares ou preços de mercado menos custos adicionais para
descartar o ativo. O cálculo do valor em uso é baseado no modelo de
fluxo de caixa descontado. Os fluxos de caixa derivam do orçamento
para os próximos cinco anos e não incluem atividades de reorganização
com as quais a Companhia ainda não tenha se comprometido ou
investimentos futuros significativos que melhorarão a base de ativos da
unidade geradora de caixa objeto de teste. O valor recuperável é
sensível à taxa de desconto utilizada no método de fluxo de caixa
descontado, bem como aos recebimentos de caixa futuros esperados e
à taxa de crescimento utilizada para fins de extrapolação;
 Impostos: existem incertezas com relação à interpretação de
regulamentos tributários complexos e ao valor e época de resultados
tributáveis futuros. Dada a natureza de longo prazo e a complexidade
dos instrumentos contratuais existentes, diferenças entre os resultados
reais e as premissas adotadas, ou futuras mudanças nessas premissas,
poderiam exigir ajustes futuros na receita e despesa de impostos já
registrada. A Companhia constitui provisões, com base em estimativas
cabíveis, para possíveis consequências de auditorias por parte das
autoridades fiscais das respectivas jurisdições em que opera. O valor
dessas provisões baseia-se em vários fatores, como experiência
administrativa e interpretações divergentes dos regulamentos
tributários pela entidade tributável e pela autoridade fiscal
responsável. Essas diferenças de interpretação podem surgir numa
ampla variedade de assuntos, dependendo das condições vigentes no
respectivo domicílio da Companhia. Julgamento significativo da
Administração é requerido para determinar o valor do imposto diferido
ativo que pode ser reconhecido, com base no prazo provável e nível de
lucros tributáveis futuros, juntamente com estratégias de
planejamento fiscal futuras;
 Valor justo de instrumentos financeiros: quando o valor justo de
ativos e passivos financeiros apresentados no balanço patrimonial não
puder ser obtido de mercados ativos, é determinado utilizando-se
técnicas de avaliação, incluindo o método de fluxo de caixa
descontado. Os dados para esses métodos se baseiam naqueles
praticados no mercado, quando possível, contudo, quando isso não for
viável, um determinado nível de julgamento é requerido para
estabelecer o valor justo. O julgamento inclui considerações sobre os
dados utilizados como, por exemplo, risco de liquidez, risco de crédito
e volatilidade. Mudanças nas premissas sobre esses fatores poderiam
afetar o valor justo apresentado dos instrumentos financeiros;
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Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
 Provisões para riscos tributários, cíveis e trabalhistas: a Companhia
reconhece provisão para causas tributárias, cíveis e trabalhistas. A
avaliação da probabilidade de perda inclui a avaliação das evidências
disponíveis, a hierarquia das leis, as jurisprudências disponíveis, as
decisões mais recentes nos tribunais e sua relevância no ordenamento
jurídico, bem como a avaliação dos advogados externos. As provisões
são revisadas e ajustadas para levar em conta alterações nas
circunstâncias, tais como prazo de prescrição aplicável, conclusões de
inspeções fiscais ou exposições adicionais identificadas com base em
novos assuntos ou decisões de tribunais.
2.22. Lucro por ação
O lucro por ação está apresentado com base na média ponderada no
número de ações existentes na data do balanço, em conformidade com as
disposições requeridas pela Lei nº 6.404/76 - Lei das Sociedades por
Ações, alterada pelas Leis nºs 11.638/07 e 11.941/08. Não existem
instrumentos financeiros ou patrimoniais que possam potencialmente
diluir o número de ações.
2.23. Demonstração do Valor Adicionado (DVA)
Essa demonstração tem por finalidade evidenciar os valores criados pela
Companhia (e controladas) e sua distribuição durante o exercício e é
apresentada conforme requerido pela legislação societária brasileira,
como informação suplementar às demonstrações contábeis. A DVA foi
preparada com base em informações obtidas dos registros contábeis, que
servem de base para a preparação das demonstrações contábeis e
seguindo as disposições contidas no CPC 09 – Demonstração do Valor
Adicionado.
2.24. Novos pronunciamentos do IFRS, emissões, alterações e interpretações
emitidas pelo IASB aplicável às demonstrações contábeis
As seguintes novas normas, alterações e interpretações de normas foram
emitidas pelo IASB e possuem adoção inicial em 1º de janeiro de 2014:
 IAS 32 – Compensação de ativos financeiros e passivos financeiros: em
dezembro de 2011, o IASB emitiu uma revisão da norma IAS 32. A
alteração desta norma aborda aspectos relacionados à compensação de
ativos e passivos financeiros. Esta norma é efetiva desde 1º de janeiro
de 2014;
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Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
 IFRS 10, IFRS 12 e IAS 27 – “Entidades de Investimento”, em outubro de
2012, o IASB emitiu uma revisão das normas IFRS 10, IFRS 12 e IAS 27,
as quais definem entidade de investimento e introduzem uma exceção
para consolidação de controladas por entidade de investimentos,
estabelecendo o tratamento contábil nestes casos. As alterações destas
normas são efetivas para períodos anuais iniciando desde 1º de janeiro
de 2014;
 IFRIC 21 – “Impostos”, em maio de 2013, o IASB emitiu a interpretação
IFRIC 21. Esta interpretação aborda aspectos relacionados ao
reconhecimento de um passivo de impostos quando esse tiver origem
em requerimento do IAS 37 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos
Contingentes. Esta interpretação de norma é efetiva para períodos
anuais desde 1º de janeiro de 2014;
 IAS 36 – “Redução ao Valor Recuperável de Ativos”, em maio de 2013, o
IASB emitiu uma revisão da norma IAS 36. A alteração desta norma
requer a divulgação das taxas de desconto que foram utilizadas na
avaliação atual e anterior do valor recuperável dos ativos, se o
montante recuperável do ativo deteriorado for baseado em uma técnica
de avaliação a valor presente baseada no valor justo menos o custo da
baixa. Esta norma é efetiva para períodos anuais iniciando desde 1º de
janeiro de 2014;
 IAS 39 – “Mudanças em Derivativos e Continuidade da Contabilidade de
Hedge”, em junho de 2013, o IASB emitiu uma revisão da norma IAS 39.
A alteração desta norma tem o objetivo de esclarecer quando uma
entidade é requerida a descontinuar um instrumento de hedge, em
situações em que este instrumento expirar, for vendido, terminado ou
exercido. Esta norma é efetiva para períodos anuais desde 1º de janeiro
de 2014;
 IAS 19 – “Benefícios a empregados”, em novembro de 2013, o IASB
emitiu uma revisão da norma IAS 19. A alteração desta norma tem o
objetivo de estabelecer aspectos relacionados ao reconhecimento das
contribuições de empregados ou terceiros e seus impactos no custo do
serviço e períodos de serviços. Esta norma é efetiva para períodos
anuais desde 1º de julho de 2014;
 IAS 27 – “Demonstrações separadas”, em 12 de agosto de 2014, o IASB
emitiu revisão da norma IAS 27, permitirá o método de equivalência
patrimonial para contabilizar os investimentos em subsidiárias, joint
ventures e associadas em suas demonstrações contábeis separadas. Esta
norma é efetiva para períodos anuais iniciando em/ou após 1º de
janeiro de 2016 nas IFRS e para as práticas contábeis adotadas no Brasil
já é aceito a partir de 31 de dezembro de 2014, conforme aprovação do
Conselho Federal de Contabilidade e adoção antecipada das IFRS.
Adicionalmente, a Companhia avaliou o potencial impacto dessas normas,
interpretações e alterações sobre as demonstrações contábeis no
exercício de 2014 e seus possíveis efeitos retrospectivos, e quando
aplicável, procedeu com as alterações conforme divulgado em notas
explicativas.
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Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
2.25. Normas, alterações e interpretações de normas que ainda não estão em
vigor
As seguintes novas normas, alterações e interpretações de normas foram
emitidas pelo IASB, mas não foram editadas pelo CPC:
 IAS 1 – “Apresentação das demonstrações financeiras” – em 18 de
dezembro de 2014, o IASB publicou “Iniciativa de Divulgação”
(alterações ao IAS 1). As alterações visam esclarecer o IAS 1 e
direcionar os impedimentos percebidos sobre o julgamento para a
preparação e apresentação das demonstrações contábeis. Esta norma é
efetiva para os períodos anuais iniciando em/ou após 1º de janeiro de
2016, com aplicação antecipadas permitida;
 IFRS 9 – Instrumentos financeiros – em julho de 2014, o IASB emitiu
versão final da norma IFRS 9, a qual tem o objetivo de substituir a
norma IAS 39 – Instrumentos financeiros: Reconhecimento e
mensuração. Estas alterações endereçam algumas questões sobre a
aplicação da norma e introduzem o conceito de “valor justo contra os
resultados abrangentes” para a mensuração de alguns tipos de
instrumentos de dívida. Adicionalmente, o IASB incluiu na norma IFRS 9
requerimentos de reconhecimento de perdas pela não recuperabilidade
de ativos relacionadas ao registro de perdas esperadas com créditos
sobre os ativos financeiros e compromissos de renegociação destes
créditos. Esta norma é efetiva para períodos anuais iniciando em/ou
após 1º de janeiro de 2018;
 IFRS 14 – Contas de diferimento regulatório, em janeiro de 2014, o IASB
emitiu a norma IFRS 14, a qual tem o objetivo específico de regular o
reconhecimento de ativos e passivos regulatórios quando da primeira
adoção das normas IFRS. Esta norma é efetiva para períodos anuais
iniciando em/ou após 1º de janeiro de 2016;
 IFRS 11 – “Acordos de compartilhamento”, em maio de 2014, o IASB
emitiu uma revisão da norma IFRS 11. A alteração da norma IFRS 11
aborda critérios relacionados ao tratamento contábil para aquisições de
participações em acordos de compartilhamento que constituam um
negócio de acordo com os conceitos constantes no IFRS 3. Esta
alteração na norma é efetiva para períodos anuais iniciando em/ou
após 1º de janeiro de 2016;
 IAS 16 e IAS 38 – “Esclarecimentos sobre Métodos Aceitáveis de
Depreciação e Amortização”, em maio de 2014, o IASB emitiu revisão
das normas IAS 16 e IAS 38. Esta revisão tem o objetivo de esclarecer
sobre métodos de depreciação e amortização, observando o
alinhamento ao conceito de benefícios econômicos futuros esperados
pela utilização do ativo durante sua vida útil econômica. Esta alteração
na norma é efetiva para os períodos anuais iniciando em/ou após 1º de
janeiro de 2016;
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Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
 IFRS 15 – “Receitas de contratos com clientes”, em maio de 2014, o
IASB emitiu a norma IFRS 15. A norma substitui a IAS 18 – “Receitas” e a
IAS 11 – “Contratos de construção” e uma série de interpretações
relacionadas a receitas. Esta norma é efetiva para os períodos anuais
iniciando em/ou após 1º de janeiro de 2017;
 IAS 16 e IAS 41 – em julho de 2014, o IASB emitiu revisão das normas IAS
16 – Ativo Imobilizado e IAS 41 – Ativo Biológico, para incluir ativos
biológicos que atendam a definição de “bearer plants” (definidos como
“plantas vivas” que são usadas na produção de produtos agrícolas), essa
alteração requer que os “bearer plants” sejam registrados como ativo
imobilizado de acordo com o IAS 16, registrando a custo histórico ao
invés de serem mensurados ao valor justo conforme é requerido pelo
IAS 41. Esta norma é efetiva para períodos anuais iniciando em/ou após
1º de julho de 2016;
 IFRS 10 e IAS 28 – em 11 de setembro de 2014, o IASB emitiu revisão das
normas IFRS 10 – Demonstrações Consolidadas e IAS 28 – Investimento
em Coligada, em Controladas e em Empreendimento Controlado em
Conjunto, essas alterações têm como consequência a inconsistência
reconhecida entre as exigências da IFRS 10 e aqueles na IAS 28, para
lidar com a venda ou a entrada de ativos de um investidor, coligada ou
empreendimento controlado em conjunto. A principal consequência das
alterações é que o ganho ou perda é reconhecido quando uma
transação envolve um negócio (se ele está instalado em uma subsidiária
ou não). Um ganho ou perda parcial é reconhecido quando uma
transação envolve ativos que não constituam um negócio, mesmo que
esses ativos estejam alocados em uma subsidiária. Esta norma é efetiva
para períodos anuais iniciando em/ou após 1º de julho de 2016;
 Melhoria anual das IFRS de setembro de 2014 - o IASB emitiu uma
revisão das normas IFRS 5, IFRS 7, IAS 19 e IAS 34. Estas normas são
efetivas para os períodos anuais iniciando em/ou após 1º de janeiro de
2016.
A Companhia está avaliando o impacto da adoção destas alterações em
suas demonstrações contábeis.
3. Caixa e equivalentes de caixa e aplicações financeiras
Os saldos da Rubrica “Caixa e bancos” são constituídos por Fundo de Caixa e
valores disponíveis em contas correntes bancárias no País.
As aplicações financeiras com vencimento em até 90 dias, possuem liquidez
imediata e os valores de mercado não diferem dos valores apresentados nas
demonstrações contábeis.
Em 31 de dezembro os saldos de caixa e equivalentes de caixa e aplicações
financeiras de curto e longo prazo estão assim demonstrados:
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Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Controladora
2014
2013 (i)
Consolidado
2014
2013 (i)
Disponibilidades imediatas
Caixa consolidado (Matriz e filiais)
Bancos conta movimento
38
217
255
143
1.078
1.221
1.145
424
1.569
1.251
3.038
4.289
1.359
1.359
1.614
256
256
1.477
1.359
1.359
2.928
256
256
4.545
Banco Mercantil do Brasil
Aplicações financeiras de longo prazo
2.398
2.398
3.413
3.413
2.398
2.398
3.413
3.413
Total
4.012
4.890
5.326
7.958
Aplicação financeira - Títulos
financeiros com vencimento em 90
dias ou menos
Banco Mercantil do Brasil
Banco Santander
Caixa e equivalentes de caixa
Aplicação financeira - Títulos
financeiros com vencimento superior a
90 dias ou menos
(i) Não auditado.
4. Contas a receber
O saldo de contas a receber de clientes é oriundo de operações de prestação de
serviços de transportes, vendas de veículos e outros recebíveis conforme
contexto operacional de suas controladas, e, estão assim demonstrados nas
datas dos balanços:
Controladora
2014
2013 (i)
Descrição
Contas a receber (a)
Receita a faturar (b)
Outros valores a receber
Perdas estimadas em créditos de
liquidação duvidosa
Total
43.772
34.297
1.761
(1.093)
78.737
43.365
65.158
715
109.238
Consolidado
2014
2013 (i)
43.871
34.297
1.762
(1.093)
78.837
43.368
65.158
715
109.241
(i) Não auditado.
(a) As contas a receber são registradas ao seu valor presente na contabilização inicial da
transação, de acordo com a taxa média utilizada pela Companhia na formação dos preços
dos respectivos contratos. Os encargos financeiros são reconhecidos como receita
financeira quando aplicáveis;
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Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
(b) Os clientes a faturar referem-se aos conhecimentos de transportes e notas fiscais emitidas
e reconhecidas como receita do exercício de acordo com a competência e efetiva
prestação de serviços, com base nas medições de serviços prestados que são efetuadas de
um período a outro.
Classificação por vencimentos
Controladora
2014
2013 (i)
Consolidado
2014
2013 (i)
Vencidos há mais de 365 dias
Vencidos de 181 a 365 dias
Vencidos de 91 a 180 dias
Vencidos de 31 a 90 dias
Vencidos em até 30 dias
Total vencidos
1.589
1.760
6.091
23.195
32.635
1.592
229
1.216
6.142
23.746
32.925
1.589
1.760
6.091
23.195
32.635
1.592
229
1.216
6.142
23.745
32.924
A vencer em até 30 dias
A vencer de 31 a 90 dias
A vencer de 91 a 180 dias
A vencer de 181 a 365 dias
A vencer após 365 dias
Total a vencer
4.390
35.924
2.554
1.693
2.634
47.195
8.249
54.122
9.236
4.054
652
76.313
4.490
35.924
2.554
1.693
2.634
47.295
8.253
54.122
9.236
4.054
652
76.317
PECLD
(1.093)
Total
78.737
109.238
(1.093)
78.837
109.241
(i) Não auditado.
5. Estoques
Os saldos da Rubrica “Estoques” estão assim demonstrados nas datas dos
balanços:
Controladora
2014
2013 (i)
Estoques operacionais
Peças e equipamentos
Pneus
Combustível
Óleos e lubrificantes
Outros
Estoques de veículos disponiveis p/
venda:
Veículos disponibilizados para venda
Total
(a)
Consolidado
2014
2013 (i)
4.570
1.436
220
514
791
7.531
5.470
1.320
68
616
861
8.335
4.570
1.436
220
514
791
7.531
5.470
1.320
68
616
861
8.335
22.652
22.652
5.960
5.960
22.652
22.652
5.960
5.960
30.183
14.295
30.183
14.295
(i) Não auditado.
30
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Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
(a) Como resultado do processo de renovação de frota, a Companhia disponibiliza bens
(veículos e máquinas e equipamentos) para venda. Nessa rubrica, conforme preceitua o
CPC 31 (IFRS 5), estão classificados bens que estavam contabilizados no ativo imobilizado e
que, em decorrência da operação, estão disponíveis para venda imediata. Os valores são
apresentados pelo menor valor entre o custo residual, que é o resultado do valor de
aquisição menos a depreciação acumulada até a data em que os bens foram
disponibilizados para venda, e os seus valores justos deduzidos dos custos estimados para
vendê-los. Esses bens estão disponíveis para venda imediata em suas condições atuais e,
considerando tal circunstância, a sua venda, em prazo inferior a um ano, é altamente
provável. Essa mudança de critério de classificação atende às modificações impostas pela
adoção dos novos pronunciamentos contábeis, não modificando, contudo, a natureza da
operação de venda dos bens, como ativos imobilizados, para efeitos fiscais.
6. Impostos a recuperar
Os saldos da Rubrica “Impostos a recuperar” estão assim demonstrados nas
datas dos balanços:
Controladora
2014
2013 (i)
Consolidado
2014
2013 (i)
233
1.907
514
178
7.816
1.042
11.690
453
193
275
119
9.583
107
10.730
233
1.907
514
178
7.816
1.042
11.690
453
193
275
119
9.583
107
10.730
Total
7.218
2.598
9.816
21.506
919
331
1.250
11.980
7.218
2.598
9.816
21.506
919
331
1.250
11.980
Circulante
Não circulante
Total
7.625
13.881
21.506
5.919
6.061
11.980
7.625
13.881
21.506
5.919
6.061
11.980
Impostas a recuperar:
ICMS a recuperar
IRRF a compensar
CSLL a compensar
IRRF s/ aplicações financeiras
ICMS sobre ativo imobilizado
Outros
Imposto de renda e contribuição
social diferido:
Imposto de renda diferido
Contribuição social diferida
(i) Não auditado.
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Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
7. Depósitos judiciais
Os depósitos judiciais referem-se, basicamente, ao volume de depósitos
recursais de processos em andamento, bloqueios judiciais de contas correntes
bancárias da Companhia e garantias exigidas para continuidade dos processos.
Os depósitos judiciais estão restritos a quantias depositadas e mantidas em
juízo até a solução dos litígios a que estão relacionados.
Os saldos dos depósitos estão relacionados a seguir:
Controladora
2014
2013 (i)
Depósitos judiciais
(trabalhistas/cíveis/tributárias):
Valores bloqueados
Depósitos recursais
Valores caucionados
Total
2.219
2.578
1.021
5.818
2.035
1.464
377
3.876
Consolidado
2014
2013 (i)
2.219
2.578
1.021
5.818
2.035
1.464
377
3.876
(i) Não auditado.
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Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
8. Investimentos
Os investimentos estão avaliados, conforme descrito na Nota Explicativa nº 2.7, a movimentação e as informações financeiras
sobre as controladas são discriminadas a seguir:
(a)
Mapa de investimentos
Controladora
Investimentos
Empresas controladas:
EMPES - Empreendimentos Imobiliários
Pilares do Brasil Indústria e Comércio Ltda.
OM Empreendimentos e Participações Ltda.
Total de investimentos permanentes
Patrimônio
líquido
1.207
540
11.296
13.043
Investimentos Investimentos
Participação
Equivalência permanentes permanentes
%
Distribuições patrimonial
2014
2013 (i)
99,00%
35,29%
86,01%
(519)
(14)
(3.556)
(4.089)
(355)
14
2.135
1.794
1.207
191
9.715
11.113
2.081
191
11.136
13.408
(i) Não auditado.
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Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
(b)
Investimentos em controladas
A participação de ativos, passivos, receitas e despesas nas empresas controladas para os exercícios findos em 31 de
dezembro de 2014 e de 2013, incluídos nas demonstrações contábeis consolidadas estão apresentadas a seguir:
2014
Expresso
Nepomuceno S.A.
Ativo Circulante
Ativo Não Circulante
Passivo Circulante
Passivo Não Circulante
Patrimônio Líquido
Receitas
Custos
Despesas
Imposto de renda e contribuição social
Lucro / (Prejuízo) Líquido do exercício
120.045
210.331
107.549
146.949
75.878
440.202
(379.973)
(57.024)
1.437
4.642
EMPES Empreendimentos
Imobiliários
56
2.098
947
1.207
636
(932)
(11)
(51)
(358)
Pilares do Brasil
Indústria e
Comércio Ltda.
18
540
18
540
47
(5)
(4)
38
OM
Empreendimentos
e Participações
Ltda.
2.188
9.192
84
11.296
2.856
(83)
42
(332)
2.483
34
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
2013 (i)
Expresso
Nepomuceno S.A.
Ativo Circulante
Ativo Não Circulante
Passivo Circulante
Passivo Não Circulante
Patrimônio Líquido
Receitas
Custos
Despesas
Imposto de renda e contribuição social
Lucro / (Prejuízo) Líquido do exercício
134.917
218.058
133.749
147.990
71.236
485.360
(424.563)
(49.479)
(6.847)
4.471
EMPES Empreendimentos
Imobiliários
55
2.098
63
2.090
636
(419)
(5)
(51)
161
Pilares do Brasil
Indústria e
Comércio Ltda.
13
540
13
540
35
(3)
(3)
29
OM
Empreendimentos
e Participações
Ltda.
3.841
9.192
86
12.947
2.631
(57)
(69)
(277)
2.228
(i) Não auditado.
35
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
9. Imobilizado
Equipamentos de
Comunicação
Máquinas e
Equipamentos
Equipamentos de
Informática
Controladora
Móveis e
Utensilios
Veículos
Outros
Total
Custo ou avaliação
Saldos em 31 de dezembro de 2012 (i)
Aquisição
Depreciação
Baixa
Saldos em 31 de dezembro de 2013 (i)
2.090
1.150
(638)
(231)
2.371
48.231
1.813
(8.423)
(47)
41.574
614
184
(195)
603
705
179
(122)
762
132.877
29.081
(15.799)
(265)
145.894
833
(86)
747
184.517
33.240
(25.177)
(629)
191.951
Custo total
Depreciação acumulada
Valor contábil
7.421
(5.050)
2.371
71.248
(29.674)
41.574
2.355
(1.752)
603
1.328
(566)
762
235.464
(89.570)
145.894
747
747
318.563
(126.612)
191.951
Saldos em 31 de dezembro de 2013 (i)
Aquisição
Depreciação
Baixa
Tranferências - Mantidos para venda
Saldos em 31 de dezembro de 2014
2.371
66
(697)
1.740
41.574
1.067
(7.408)
(74)
(7.606)
27.553
603
129
(288)
(29)
415
762
110
(138)
(6)
728
145.894
23.820
(12.099)
(200)
(15.046)
142.369
747
1.417
(2)
2.162
191.951
26.609
(20.630)
(311)
(22.652)
174.967
Custo total
Depreciação acumulada
Valor contábil
7.487
(5.747)
1.740
53.183
(25.630)
27.553
2.455
(2.040)
415
1.432
(704)
728
221.716
(79.347)
142.369
2.162
2.162
288.435
(113.468)
174.967
(i) Não auditado.
36
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Terrenos e
edificações
Equipamentos de
Comunicação
Máquinas e
Equipamentos
Consolidado
Equipamentos de
Móveis e
Informática
Utensilios
Veículos
Outros
Total
Custo ou avaliação
Saldos em 31 de dezembro de 2012 (i)
Aquisição
Depreciação
Baixa
Saldos em 31 de dezembro de 2013 (i)
10.734
10.734
2.090
1.150
(638)
(231)
2.371
48.231
1.813
(8.423)
(47)
41.574
614
184
(195)
603
705
179
(122)
762
132.877
29.081
(15.799)
(265)
145.894
833
(86)
747
195.251
33.240
(25.177)
(629)
202.685
Custo total
Depreciação acumulada
Valor contábil
10.961
(227)
10.734
7.421
(5.050)
2.371
71.248
(29.674)
41.574
2.355
(1.752)
603
1.328
(566)
762
235.464
(89.570)
145.894
747
747
329.524
(126.839)
202.685
Saldos em 31 de dezembro de 2013 (i)
Aquisição
Depreciação
Baixa
Tranferências - Mantidos para venda
Saldos em 31 de dezembro de 2014
10.734
10.734
2.371
66
(697)
1.740
41.574
1.067
(7.408)
(74)
(7.606)
27.553
603
129
(288)
(29)
415
762
110
(138)
(6)
728
145.894
23.820,00
(12.099)
(200)
(15.046)
142.369
747
1.417
(1)
2.163
202.685
26.609
(20.630)
(310)
(22.652)
185.702
Custo total
Depreciação acumulada
Valor contábil
10.961
(227)
10.734
7.487
(5.747)
1.740
53.183
(25.630)
27.553
2.455
(2.040)
415
1.432
(704)
728
221.716
(79.347)
142.369
2.163
2.163
299.397
(113.695)
185.702
(i) Não auditado.
37
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
10. Empréstimos e financiamentos
2014
Instituição
financeira
Modalidade
Vencimento Taxa a.a.
Circulante
Não
circulante
Total
Brasil
Bradesco
Itaú
Santander
Safra
Volkswagen
Finame
Finame
Finame
Finame
Finame
Finame
jan-19
jul-18
jun-16
nov-18
dez-19
dez-19
5,67%
7,26%
8,41%
5,51%
7,46%
6,08%
3.961
15.675
1.998
5.874
2.871
925
6.157
10.496
513
7.587
3.025
5.345
10.118
26.171
2.511
13.461
5.896
6.270
Fids
Volvo
BDMG
Randon
Bradesco
Itaú
Santander
Volvo
Brasil
Bradesco
Santander
Mercantil
BMG
Finame
Finame
Finame
Finame
Leasing
Leasing
Leasing
CDC
Cap. Giro
Cap. Giro
Cap. Giro
Cap. Giro
Cap. Giro
mar-18
dez-19
out-25
out-19
jan-16
abr-15
ago-17
nov-15
nov-17
mar-15
mai-18
jul-15
mar-16
2,75%
3,83%
5,86%
5,76%
6,52%
12,51%
8,14%
6,22%
14,00%
13,22%
17,05%
15,23%
23,03%
1.222
5.181
1.266
493
659
91
586
420
4.553
418
4.084
1.134
2.529
53.940
2.320
12.931
3.565
2.836
28
797
2.784
9.869
632
68.885
3.542
18.112
4.831
3.329
687
91
1.383
420
7.337
418
13.953
1.134
3.161
122.825
Circulante
Não
circulante
3.949
23.559
4.786
5.161
6.046
284
1.236
3.746
12
584
349
628
120
64
327
5.501
749
4.367
61.468
7.565
25.405
2.537
13.747
2.067
497
3.318
13.680
128
577
77
1.176
300
5.369
43
946
77.432
2013 (i)
Instituição
financeira
Brasil
Bradesco
Itaú
Santander
Safra
Volksvagem
Fids
Volvo
BDMG
Bradesco
Itaú
Santander
Alfa
Bradesco
Volvo
Brasil
Bradesco
Mercantil
Modalidade
Finame
Finame
Finame
Finame
Finame
Finame
Finame
Finame
Finame
Leasing
Leasing
Leasing
Leasing
CDC
CDC
Cap. Giro
Cap. Giro
Cap. Giro
Vencimento Taxa a.a.
dez-18
jul-18
jun-16
nov-18
ago-15
set-16
mar-18
dez-18
out-25
jan-16
abr-15
ago-17
jul-14
out-14
nov-15
dez-16
mar-15
jul-15
5,67%
7,26%
8,41%
5,51%
7,46%
6,08%
2,75%
3,83%
5,86%
7,26%
8,41%
5,51%
8,41%
7,26%
3,83%
5,67%
7,26%
15,23%
Total
11.514
48.964
7.323
18.908
8.113
781
4.554
17.426
140
1.161
426
1.804
120
64
627
10.870
792
5.313
138.900
(i) Não auditado.
38
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
As contratações de empréstimos e financiamentos são realizadas em moeda
nacional, livres dos efeitos da flutuação de moedas estrangeiras, bem como são
praticadas taxas de mercado. A Companhia possui em seus contratos de
empréstimos com cláusulas restritivas que obrigam o cumprimento de garantias
especiais. Em 31 de dezembro de 2014, a Companhia não havia violado
nenhuma das cláusulas restritivas relativas aos empréstimos.
O cronograma de amortização da Companhia está demonstrado a seguir, por
ano de vencimento:
Vencimento
das parcelas
2016
2017
2018
2019
2020 - 2025
Valor total
%
34.747
21.934
9.648
2.487
69
68.885
12,65%
11,07%
8,14%
5,76%
5,86%
11. Fornecedores e fretes
Representam as obrigações com fornecedores nacionais decorrentes
principalmente da aquisição de pneus, combustíveis e fretes para alocação ao
processo de prestação dos serviços:
Descrição
Fornecedores diversos
Fornecedores frete
Fornecedores de combustível
Total
Controladora
2014
2013 (i)
Consolidado
2014
2013 (i)
13.569
2.870
1.888
18.327
13.423
2.870
1.888
18.181
17.181
2.903
197
20.281
16.391
2.903
197
19.491
(i) Não auditado.
39
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
12. Salários e encargos sociais
Descrição
Salários a pagar
INSS
FGTS
Provisão p/ férias
Férias a pagar
Provisão INSS - ferias
Provisão FGTS - ferias
Pensão alimentícia
Outros
Total
Controladora
2014
2013 (i)
Consolidado
2014
2013 (i)
3.411
984
676
6.106
5
558
487
29
126
12.382
3.411
984
676
6.106
5
558
487
29
126
12.382
2.893
3.958
668
7.727
10
2.224
617
30
69
18.196
2.893
3.958
668
7.727
10
2.224
617
30
69
18.196
(i) Não auditado.
13. Obrigações fiscais
Controladora
2014
2013 (i)
Consolidado
2014
2013 (i)
COFINS
ICMS
PIS
PIS, COFINS e cl retido lei 10833
Contribuição social s/lucro
IRRF pf a pagar
IRRF pj a pagar
Imposto de renda - IRPJ
INSS - fretes e serviços
INSS desoneração
ISSQN a recolher (prestador)
ISSQN a recolher (tomador)
Parcelamentos tributários
Total
1.563
1.241
339
19
199
57
11
410
13
20
18.396
22.268
7.915
2.505
1.721
37
384
74
33
9
167
12
5.876
18.733
1.575
1.241
342
19
31
199
57
70
11
410
13
20
18.396
22.384
7.926
2.505
1.724
38
29
384
75
99
10
167
12
5.876
18.845
Passivo circulante
Passivo não circulante
5.249
17.019
22.268
11.337
7.396
18.733
5.365
17.019
22.384
11.449
7.396
18.845
(i) Não auditado.
40
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
14. Provisões para contingências judiciais e administrativas
A Companhia no curso normal de seus negócios, apresentam o seguinte volume
de processos cíveis, tributários e trabalhistas, tendo como suporte a opinião
dos assessores jurídicos da Companhia, foram constituídas provisões para
cobertura das prováveis perdas nos seguintes montantes:
Provisões contingência judiciais:
Trabalhistas
Tributárias
Total
Controladora
2014
2013 (i)
Consolidado
2014
2013 (i)
6.383
16.109
22.492
6.383
16.109
22.492
6.777
21.791
28.568
6.777
21.791
28.568
(i) Não auditado.
Em 31 de dezembro de 2014, a Companhia apresentava as seguintes
movimentações de passivos contingentes:
Descrição
Total
Saldo em 31 de dezembro de 2012 (i)
5.344
Movimentação líquida (Constituição de provisões)
23.224
Saldo em 31 de dezembro de 2013 (i)
Movimentação líquida (Reversão de provisões)
Saldo em 31 de dezembro de 2014
28.568
(6.076)
22.492
(i) Não auditado.
A Companhia e suas controladas têm processos em andamento de natureza
tributária nas esferas judicial e administrativa com probabilidade de perda
possível, que representam demandas passivas no montante líquido estimado de
R$ 88.802 mil em 31 de dezembro de 2014.
Dentre os principais processos tributários com probabilidade de perda possível
destaca-se:
(a)
Processo nº 10660-7236460.2013-12, valor R$ 34.632 mil: Imposto de
Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ); Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido
(CSLL); Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS);
Contribuição para o Programa de Integridade Social (PIS); tributos federais
em referência lançados no período de janeiro de 2008 a dezembro de
2011.
41
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Resumo da Autuação: trata-se de auto de infração em que a Companhia é
acusada de realizar planejamento tributário que foge das regras
tributárias. No decorrer da fiscalização foram incluídas as demais
empresas do grupo. Segundo o relatório lavrado pelo Auditor Fiscal, as
transações entre Expresso Nepomuceno e as empresas do grupo foram
realizadas com o exclusivo intuito de economia da carga tributária
identificada, supostamente existindo apenas sob o aspecto formal.
(b)
Processo nº 10660-722805/2013-11, valor R$ 32.595 mil: contribuições
para o programa de Integridade Social – PIS e para o Financiamento da
Seguridade Social (COFINS), supostamente devidas pela Companhia e
decorrentes de:
 Não apresentação de DCTF (confissão de dívida) dos valores do PIS e da
COFINS apurados pelo mesmo no DACON transmitido à RFB, período de
apuração de novembro de 2011;
 Diferenças apuradas pela fiscalização entre os valores informados pelo
impugnante nas DACONs, Rubricas “Bens utilizados como consumo”,
“Serviços utilizados como insumos” e “Outras operações com direito a
crédito” e os valores constantes das planilhas sintéticas apresentadas
pela Companhia;
 Créditos de PIS e COFINS pleiteados pela Companhia a título de Serviços
Utilizados como insumos referentes à Subcontratação de Serviços de
Transporte de Cargas de empresas optantes pelo simples nacional sem
observância do disposto nos 19 e 20 do artigo 3º da Lei nº 10.833/2003;
 Créditos diversos de PIS e COFINS pleiteados pelo contribuinte a título
de serviços utilizados como insumos, bens utilizados como insumos e
outras operações com direito a crédito sem amparo legal.
15. Patrimônio líquido
(a)
Capital social
O capital social da Companhia, totalmente subscrito e integralizado em 31
de dezembro de 2014, é de R$ 43.885 mil, dividido em 15.029 mil ações
ordinárias nominativas, com valor nominal de R$ 2,92.
(b)
Destinação dos resultados
As premissas para destinação dos resultados deverão obedece a seguinte
ordem, a saber:
42
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
 5% serão aplicados, antes de qualquer outra destinação, na constituição
da reserva legal, que não excederá a 20% do capital social. No exercício
em que o saldo da reserva legal acrescido dos montantes das reservas
de capital de que trata o Parágrafo 10 do artigo 182 da Lei das
Sociedades por Ações exceder 30% do capital social, não será
obrigatória a destinação de parte do lucro líquido do exercício para a
reserva legal;
 Uma parcela destinada ao pagamento de dividendo obrigatório não
inferior à 25% do lucro líquido anual ajustado, na forma prevista pelo
artigo 202 da Lei de Sociedades por Ações;
 No exercício em que o montante do dividendo obrigatório, calculado
nos termos acima, ultrapassar a parcela realizada do lucro do exercício,
a Assembleia Geral poderá, por proposta dos órgãos de administração,
destinar o excesso a constituição de reserva de lucros a realizar,
observado o disposto no artigo 197 da Lei das Sociedades por Ações;
 A Companhia manterá reserva de lucros estatutária denominada
Reserva de Investimento, que terá por finalidade revogar o capital
social e de giro da Companhia e adquirir ações dos Acionistas quando
aplicável, nos casos previstos por lei;
 O saldo das reservas de lucros, excetuadas as reservas de lucros a
realizar e as reservas para contingências, não poderão ultrapassar o
valor do capital social. Uma vez atingido esse máximo, a Assembleia
Geral deverá deliberar sobre a aplicação do excesso na integralização
ou no aumento do capital social ou na distribuição dividendos,
conforme artigo 199 da Lei das Sociedades por ações.
43
EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
16. Receitas operacionais liquidas
A reconciliação da receita bruta para a receita líquida está assim demonstrada
nas datas dos balanços:
Controladora
2014
2013 (i)
Receita bruta
Receitas de transportes frota
Receitas de transportes terceiros
Receitas de serviços
Receitas de aluguéis
Deduções da receita
ICMS sobre vendas
PIS sobre vendas
COFINS sobre vendas
ISSQN sobre vendas
Descontos, abatimentos e anulação
INSS sobre serviços de transportes
Total
Consolidado
2014
2013 (i)
273.900
144.048
112.353
8.832
539.133
337.544
74.292
165.056
7.499
584.391
273.900
144.048
112.353
9.487
539.788
337.544
74.292
165.056
8.105
584.997
(36.830)
(8.900)
(41.022)
(3.393)
(4.043)
(4.743)
(98.931)
440.202
(39.637)
(9.015)
(41.564)
(4.927)
(3.888)
(99.031)
485.360
(36.830)
(8.924)
(41.132)
(3.393)
(4.043)
(4.743)
(99.065)
440.723
(39.637)
(9.038)
(41.667)
(4.927)
(3.888)
(99.157)
485.840
(i) Não auditado.
17. Custos operacionais e despesas administrativas e gerais por natureza
Controladora
2014
2013 (i)
Custos operacionais
Custo pessoal
Custos operacionais
Custo com serviços de terceiros PJ e PF
Custo com fretes
Custo com depreciação e amortização
Outros custos operacionais
Despesas administrativas e comerciais
Despesa pessoal
Despesas administrativas
Despesas com serviços de terceiros PJ e PF
Despesas com depreciação amortização
Outros despesas gerais
Total
Consolidado
2014
2013 (i)
(119.493)
(135.249)
(7.283)
(95.372)
(19.558)
(3.018)
(379.973)
(135.133)
(135.982)
(6.185)
(96.128)
(24.230)
(2.501)
(400.159)
(119.493)
(132.441)
(7.430)
(95.372)
(19.558)
(3.676)
(377.970)
(135.133)
(133.168)
(6.427)
(96.128)
(24.230)
(2.727)
(397.813)
(20.752)
(17.137)
(3.155)
(1.073)
(3.021)
(45.138)
(21.641)
(17.101)
(5.407)
(947)
(2.635)
(47.731)
(20.752)
(17.181)
(3.159)
(1.073)
(3.024)
(45.189)
(21.641)
(17.181)
(5.410)
(947)
(2.636)
(47.815)
(425.111)
(447.890)
(423.159)
(445.628)
(i) Não auditado.
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Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
18. Resultado financeiro
Controladora
2014
2013 (i)
Receitas financeiras decorrentes de:
Juros ativos
Descontos obtidos
Rendimentos de aplicações financeiras
Outras receitas financeiras
Despesas financeiras decorrentes de:
Juros de financiamentos
Descontos concedidos
Juros operacionais
Impostos sobre operação financeira
Outras despesas financeiras
Resultado financeiro líquido
1
40
439
44
524
599
92
160
986
1.837
Consolidado
2014
2013 (i)
67
40
473
45
625
618
92
160
985
1.855
(10.923)
(6.759)
(1.649)
(464)
(647)
(20.442)
(10.339)
(3.308)
(1.094)
(348)
(407)
(15.496)
(10.923)
(6.759)
(1.649)
(464)
(655)
(20.450)
(10.339)
(3.308)
(1.097)
(348)
(408)
(15.500)
(19.918)
(13.659)
(19.825)
(13.645)
(i) Não auditado.
19. Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido
Os ativos e os passivos tributários diferidos foram apurados com base nos saldos
de prejuízos fiscais e diferenças temporárias de imposto de renda e de
contribuição social compensáveis ou tributáveis no futuro. São calculados e
classificados seguindo as projeções de realização e rentabilidade futura da
Companhia e de suas controladas.
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Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Os saldos ativos, passivos e de resultado estão assim apresentados na data dos
balanços:
Controladora
2014
2013 (i)
Imposto de renda e contribuição
social diferido (Ativo):
Imposto de renda
Contribuição social
Imposto de renda e contribuição
social diferido (Passivo):
Imposto de renda
Contribuição social
Imposto de renda e contribuição
social diferido (Resultato):
Imposto de renda
Contribuição social
Imposto de renda e contribuição
social corrente (Resultato):
Imposto de renda
Contribuição social
Resumo:
Ativo
Passivo
Resultado
Consolidado
2014
2013 (i)
7.218
2.598
9.816
919
331
1.250
7.218
2.598
9.816
919
331
1.250
28.205
10.154
38.359
22.963
8.267
31.230
28.205
10.154
38.359
22.963
8.267
31.230
1.057
380
1.437
(5.035)
(1.812)
(6.847)
1.057
380
1.437
(5.035)
(1.812)
(6.847)
1.437
(6.847)
(115)
(272)
(387)
1.050
(100)
(231)
(331)
(7.178)
9.816
38.359
1.437
1.250
31.230
(6.847)
9.816
38.359
1.050
1.250
31.230
(7.178)
(i) Não auditado.
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EXPRESSO NEPOMUCENO S.A.
Notas explicativas da Administração às demonstrações contábeis
Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
20. Demonstração do EBTIDA
Controladora
2013 (i)
2014
Receita operacional líquida
Receita de serviços e transportes
Custos operacionais
Custo de prestação de serviços
Lucro bruto vinculado a margem de contribuição
Receitas (despesas) operacionais
Despesas administrativas e gerais
Despesas tributárias
Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas
EBTIDA Operacional - R$
Consolidado
2013 (i)
2014
440.202
440.202
485.360
485.360
440.723
440.723
485.840
485.840
(360.415)
(360.415)
(375.929)
(375.929)
(358.412)
(358.412)
(373.583)
(373.583)
79.787
109.431
82.311
112.257
(44.065)
(2.054)
8.292
(37.827)
(46.784)
(5.167)
(9.412)
(61.363)
(44.116)
(2.071)
8.292
(37.895)
(46.868)
(5.175)
(9.411)
(61.454)
41.960
48.068
44.416
50.803
10%
10%
10%
10%
(19.918)
(20.631)
1.794
(13.659)
(25.177)
2.086
(19.825)
(20.631)
-
(13.645)
(25.177)
-
Lucro operacional antes do imposto de renda e contribuição social
3.205
11.318
3.960
11.981
Provisão para Imposto de renda e contribuição social
Participação dos não controladores
1.437
-
(6.847)
-
1.050
(368)
(7.178)
(332)
Resultado líquido do exercício
4.642
4.471
4.642
4.471
% EBTIDA Operacional - Margem
Receitas (despesas) financeiras, líquidas
Depreciações e amortizações
Resultado de equivalência patrimonial
(i) Não auditado.
21. Instrumentos financeiros
Os instrumentos financeiros da Companhia encontram-se registrados em contas
patrimoniais em 31 de dezembro de 2014 e 2013 e a administração desses
instrumentos é efetuada por meio de estratégias operacionais, visando
liquidez, rentabilidade e segurança. A política de controle consiste em
acompanhamento permanente das taxas contratadas versus as vigentes no
mercado. Os valores de mercado dos ativos e passivos financeiros não divergem
significativamente dos valores contábeis dos mesmos, na extensão em que
foram pactuados e encontram-se registrados por taxas e condições praticadas
no mercado para operações de natureza, risco e prazo similares.
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Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
21.1. Instrumentos financeiros não derivativos
Controladora
2014
2013 (i)
Consolidado
2014
2013 (i)
3
3
4
-
1.614
2.398
78.737
304
83.053
1.477
3.413
109.238
27
114.155
2.929
2.398
78.837
84.164
4.545
3.413
109.241
27
117.226
10
11
-
122.825
18.327
194
141.346
138.900
20.281
3.364
162.545
122.825
18.181
194
141.200
138.900
19.491
3.364
161.755
Notas
Ativos financeiros
Ativos financeiros mensurados pelo
custo amortizado menos provisão para
redução ao valor recuperável:
Caixa e equivalentes de caixa
Aplicações financeiras
Contas a receber de clientes
Partes relacionadas
Total
Passivos financeiros
Passivos financeiros mensurados pelo
custo amortizado:
Empréstimos e financiamentos
Fornecedores
Partes Relacionadas
Total
(i) Não auditado.
21.2. Gerenciamento de riscos
As operações da Companhia estão sujeitas aos fatores de riscos a seguir
descritos:
Risco de crédito
A política de vendas da Companhia está subordinada às políticas de
crédito fixadas por sua Administração e visa minimizar eventuais
problemas decorrentes da inadimplência de seus clientes.
As contas a receber são bastante pulverizadas e correspondem a um
grande número de clientes. Portanto, não se concentram em alguns
clientes, minimizando o risco de crédito com os procedimentos de
controle.
A provisão para redução ao valor de realização de créditos de clientes é
realizada por meio da análise individual dos títulos em atraso,
considerando como base inicial o critério fiscal. Aplicado o critério fiscal,
é extraída uma base de dados com os títulos pendentes de recebimento,
sendo esta levada à análise do departamento de cobrança. Somente os
títulos com baixa probabilidade de recebimento são provisionados e
destes, somente os títulos que atendem aos quesitos fiscais para
aproveitamento destas despesas são deduzidos da base de cálculo do
Imposto de Renda e Contribuição Social.
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(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
Os créditos de liquidação duvidosa estão adequadamente cobertos por
provisões julgadas suficientes pela Administração da Companhia para
fazer frente a eventuais perdas na realização no montante de R$ 1.093 em
31 de dezembro de 2014.
Risco de liquidez
A Administração da Companhia gerencia os riscos de liquidez visando
assegurar o cumprimento das obrigações associadas a passivos financeiros,
seja por liquidação em dinheiro ou com outros ativos financeiros,
mantendo, sempre que possível, o planejamento para atender a estas
obrigações em condições normais de mercado ou em condições
específicas, conforme o grau de risco. Para isso, trabalha com um prazo
médio de recebimento inferior ao prazo médio de pagamento.
Risco de mercado
Os riscos de mercado estão relacionados, principalmente, aos riscos de
mudança nos preços dos produtos e serviços ofertados pela Companhia,
assim como em taxas de juros e outras taxas que possam influenciar a sua
receita, bem como os valores dos seus ativos e passivos. O objetivo da
Administração é gerenciar e controlar a exposição da Companhia aos
riscos de mercado, dentro de limites compatíveis, afastando os obstáculos
ao crescimento dos negócios.
Riscos operacionais
Os riscos operacionais são os riscos diretos e indiretos de perdas
decorrentes de uma variedade de causas associadas aos processos da
Companhia, assim como aos colaboradores, tecnologia e infraestrutura,
além de fatores externos de mercado e de liquidez, como os decorrentes
de ações legais e requerimentos regulatórios.
O objetivo da Companhia é gerenciar os riscos operacionais, assim como
evitar as perdas financeiras e danos à reputação Sociedade, mediante
procedimentos e políticas alinhados com as atividades e negócios da
Companhia.
A responsabilidade de desenvolver, implementar e monitorar controles
para endereçar os riscos operacionais é da Alta Administração da
Companhia, sobretudo quanto a revisões periódicas desses controles e das
políticas internas, a fim de garantir as implementações e funcionamento
adequados.
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Em 31 de dezembro de 2014 e 2013
(Valores expressos em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
22. Cobertura de seguros
A Companhia e suas controladas avaliam a necessidade de contratação ou não
de coberturas de seguros para os bens sujeitos a riscos por montantes
considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a
natureza de sua atividade. As premissas de riscos adotadas, dada a sua
natureza, não fazem parte do escopo de exame pela auditoria e,
consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores
independentes.
23. Eventos subsequentes
De acordo com o disposto no Pronunciamento Técnico CPC 24, não houve
eventos subsequentes relevantes que ocasionassem ajustes ou divulgações
especiais.
PRESIDENTE
Agnaldo de Souza
DIRETORES
Tania Mara de Souza Castro
Diretora Administrativa / Financeiro
Agnaldo de Souza Filho
Diretor Comercial
Agnésio Carvalho de Souza Neto
Diretor Operacional
CONTADOR RESPONSÁVEL
Adejar Alvarenga
Contador CRCMG - 005307/O
50
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Demonstrativo Expresso Nepomuceno 2014