Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Unidade Escolar
CNPJ
02.955.271/0001-26
Razão Social:
Secretaria de Estado de Saúde
Nome de Fantasia
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Esfera
Administrativa
Estadual
Endereço (Rua, No)
Av. Senador Filinto Muller, 1480 – Vila Ipiranga
Cidade/UF/CEP
Campo Grande – MS
Telefone/Fax
(67) 3345-8061
Eixo tecnológico
Ambiente, Saúde e Segurança
CEP: 79074-460
Habilitação, qualificações e especializações:
Habilitação:
Técnico em Enfermagem
Carga Horária:
1200 horas
Estagio – Horas
620 horas
Qualificação:
Auxiliar em Enfermagem
Carga Horária:
894 horas
Estagio – Horas
400 horas
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
01. Justificativa e objetivos do curso
I - Justificativa
A Educação Profissional, integrada a diferentes formas de educação, ao trabalho, à
ciência e à tecnologia, conduz ao permanente desenvolvimento de aptidões para a vida
produtiva. O conhecimento deixou de ser um bem puramente cultural e passou a ser a
mola que impulsiona o desenvolvimento.
Em 1999, foi criado pelo Ministério da Saúde o Projeto de Profissionalização dos
Trabalhadores da Área de Enfermagem – PROFAE, em um contexto caracterizado pela
existência de trabalhadores inseridos nos serviços de saúde, realizando ações de
enfermagem, sem a habilitação técnica necessária para o exercício das mesmas, além
do expressivo número de trabalhadores na área da enfermagem que não possuíam
escolaridade básica, dificultando suas ações.
Em dois anos de existência o PROFAE formou no Estado do Mato Grosso do Sul, 75
turmas de Auxiliares em Enfermagem, totalizando 2.675 alunos, atualmente este número
ultrapassa os 7.000, como mostra a figura abaixo:
513
12.086
7873
16.707
7.743
3.637
5.525
28.832
3.235
34.336
7.101
33.194
12.557
11.425
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
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A Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão” é uma escola-serviço e
trabalha de acordo com a demanda apresentada pelo Sistema Único de Saúde (SUS),
atendendo suas solicitações pautadas nas necessidades e realidades de cada município
e os modelos de atenção à saúde que determinam as novas linhas de atuação. Não é,
portanto, uma escola voltada à demanda do mercado de trabalho nem à demanda
espontânea da população.
O presente projeto também visa atender à necessidade de profissionais qualificados na
rede pública de saúde observando os Parâmetros para dimensionamento do quadro de
profissionais de enfermagem nas Instituições de Saúde, determinados pelo Conselho
Federal de Enfermagem – COFEN, Lei 189/03, bem como a resolução 276/03 do mesmo
órgão que dispõe sobre o prazo de cinco anos para os profissionais que se formaram
Auxiliares em Enfermagem até o ano de 2003 para complementação de nível técnico.
Assim, a Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão” se propõe a ofertar
o Curso Técnico em Enfermagem – Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança –
Educação Profissional Técnica de nível médio, no município de Corumbá, considerando
a carência de recursos humanos qualificados nos hospitais e rede ambulatorial, de
acordo com a Lei nº 7498, de 25 de junho de 1986, que regulamenta o exercício
profissional da enfermagem.
Este projeto foi elaborado atendendo ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional, parecer CNE-CEB nº 4/99 e na Deliberação CEE/MS que trata da
Educação Profissional e ainda, ao disposto no decreto nº 94406/87 que regulamenta a
Lei nº 7498/86 que dispõe sobre o exercício da enfermagem e dá outras providências.
Desta forma a Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”, elaborou este
projeto visando assegurar a formação profissional indispensável ao exercício da
cidadania, colaborando com a redução dos riscos relativos ao exercício destes
profissionais, dinamizando o mercado de trabalho do setor de saúde e por se tratar de
uma escola voltada para a rede pública de saúde, tem seus objetivos baseados no
Sistema Único de Saúde – SUS, mantendo o compromisso com a qualidade da
educação, conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível técnico.
II - Objetivos do Curso
a) Objetivo Geral
Formar Técnicos em Enfermagem – Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança –
Educação Profissional Técnica de nível médio, com perfil voltado para atuar no Sistema
Público de Saúde, desenvolvendo ações de promoção, prevenção, assistência e
reabilitação de forma integral, atendendo aos princípios norteadores enunciados pelas
Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Profissional de nível técnico, bem como
aos princípios e diretrizes do SUS.
b) Objetivos Específicos
− Capacitar profissionais para desenvolver tarefas pertinentes aos auxiliares e técnicos em
enfermagem, de modo que os mesmos tenham como objetivo o aumento da qualidade
dos serviços prestados;
− Desenvolver atividades de educação e promoção de saúde que permitam a integração e
a unidade das ações de enfermagem nas equipes multiprofissionais que atuam na saúde.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Instrumentalizar o Auxiliar e o Técnico em Enfermagem para que os mesmos atuem
como multiplicadores de conhecimentos, apresentando versatilidade, criatividade e
iniciativa no desenvolver de suas atividades.
−
Propiciar a oportunidade de profissionalização a trabalhadores e comunidade em geral,
para desenvolver competências pessoais e profissionais necessárias e comuns a todo
profissional que pretende atuar como Técnico em Enfermagem – Eixo Tecnológico:
Ambiente, Saúde e Segurança – Educação Profissional Técnica de nível médio.
−
Oferecer condições para que o aluno desempenhe atividades na área da enfermagem,
participando plenamente da vida coletiva em que se insere, melhorando sua formação,
condições de trabalho e qualidade de vida.
−
Atender a necessidade que o mercado de trabalho sente de dispor de mão-de-obra
qualificada.
−
III - Requisitos de acesso ao curso
Para acesso ao curso o candidato deve ter, no mínimo, 18 anos completo e o Ensino
Médio concluído além de estar trabalhando preferencialmente no SUS, na área de
enfermagem.
Caso as vagas não sejam preenchidas pelos trabalhadores do SUS, as vagas
remanescentes serão distribuídas para a comunidade, por meio de processo seletivo
a) Acessibilidade a portadores de necessidades especiais
A Escola disponibilizará vagas aos candidatos com necessidades especiais, desde que
as mesmas sejam compatíveis com o perfil de conclusão do curso, ou seja, desde que
não interfiram nas habilidades profissionais requeridas pelo conselho profissional da
categoria. Nesse caso, quando necessário, a Escola dará o devido suporte, procurando
reorganizar currículos, metodologias, técnicas de ensino, recursos didáticos e processos
de avaliação que sejam adequados ao desenvolvimento desses alunos. A escola poderá
se valer da utilização de linguagens compatíveis com as necessidades especiais
apresentadas, como: o Sistema Braille e a Língua Brasileira de Sinais - Libras.
A família e o aluno serão orientados e encaminhados à profissionais especializados, por
meio da promoção de parcerias com institutos e universidades, que viabilizem serviços
que atendam as necessidades dos mesmos.
b) Inscrição para seleção
O candidato deverá realizar inscrição em data prevista no Calendário Escolar e ser
submetido ao processo de seleção.
Para inscrição o candidato deverá apresentar os seguintes documentos:
-
carteira de identidade;
certificado de conclusão do ensino médio.
O candidato deverá receber antes do ato da inscrição as informações sobre o curso, os
critérios para a seleção e para o preenchimento de vaga.
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c) Seleção
A seleção objetiva averiguar o grau de adequação entre o nível de conhecimento, o grau
de aspiração dos candidatos e o grau de compatibilidade de suas condições e de
ocupação do Auxiliar em Enfermagem e do Técnico em Enfermagem.
A seleção dar-se-á em duas etapas, caso haja necessidade, sendo a primeira, através de
prova escrita das disciplinas de português e de matemática para verificar conhecimentos
adquiridos na Educação Básica. A mesma terá caráter classificatório e eliminatório. A
nota mínima para classificação será 6,0.
A segunda etapa constituirá de uma entrevista individual e/ou análise do currículo vitae
do candidato aprovado na primeira etapa da seleção, tempo de serviço e experiência
profissional na área de enfermagem e/ou na área da Saúde Pública.
Todo o processo seletivo será realizado sob a responsabilidade do corpo docente e
corpo técnico, da Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”.
Critérios para desempate:
Em caso de empate será priorizado o candidato que:
- maior tempo de experiência comprovada na área de saúde, especificamente, em
unidades de saúde;
- obtiver maior nota na prova escrita de português;
- tenha maior idade.
d) Matrícula
O candidato aprovado e classificado na seleção para o Curso Técnico em Enfermagem
deverá efetuar a sua matricula no Curso, por Módulo, através do preenchimento do
Requerimento de Matrícula fornecido pela Secretaria Escolar da Escola Técnica do SUS
“Professora Ena de Araújo Galvão”, anexando-se a documentação relacionada a seguir:
-
1 foto 3x4;
-
Certidão de nascimento ou casamento (cópia);
-
Carteira de identidade (cópia);
-
Certificado de Reservista;
-
CPF (cópia);
-
Título de eleitor (cópia);
-
Certificado de Conclusão do Ensino Médio.
O aluno para efetuar a matrícula, deverá apresentar os documentos originais, junto às
cópias para que seja feita a devida conferência, pela Secretaria Escolar.
O candidato que desejar requerer aproveitamento de estudos, conhecimentos e
experiências anteriores deve formalizar o pedido através de requerimento próprio junto à
Secretaria Escolar, em data anterior a realização da matrícula, conforme item VII.
No ato da matrícula o candidato receberá da secretaria da Escola, informações sobre a
estrutura e funcionamento do referido Curso.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Processo: 29/034346/2009
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A concretização da matrícula dar-se-á com o deferimento do Diretor e será nula a
matrícula realizada com documentos falsificados.
e) Transferência
Em qualquer época da operacionalização do Curso, poderá ser requerida a transferência,
pelo aluno que será expedida através de documento específico, acompanhada da
ementa curricular, contendo todos os registros referentes à vida escolar do aluno.
IV - Perfil profissional de conclusão
a) Perfil Profissional de conclusão do Técnico em Enfermagem – Eixo Tecnológico:
Ambiente, Saúde e Segurança – Educação Profissional Técnica de nível médio.
O Técnico em Enfermagem - Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança –
Educação Profissional Técnica de nível médio estará apto para: atuar nas ações de
promoção, prevenção, recuperação e reabilitação dos processos saúde-doença,
preferencialmente, no Sistema Único de Saúde; colaborar com atendimento das
necessidades de saúde dos pacientes e comunidade, em todas as faixas etárias;
promover ações de orientação e preparo do paciente para exames; realizar cuidados de
enfermagem tais como: curativos, administração de medicamentos e vacinas,
nebulizações, banho de leito, mensuração antropométrica e verificação de sinais vitais,
dentre outros; prestar assistência de enfermagem a pacientes clínicos e cirúrgicos.
b) Perfil Profissional de conclusão da Qualificação Profissional Técnica de nível
médio - Auxiliar em Enfermagem – Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e
Segurança – Educação Profissional Técnica de nível médio.
O Auxiliar em Enfermagem executa as técnicas afins, porém com menor complexidade,
tais como: preparar o paciente para consultas, exames e tratamentos; observar,
reconhecer e descrever sinais e sintomas, ao nível de sua qualificação; realizar controle
hídrico; aplicar oxigenoterapia; colher material para exames laboratoriais; circular na sala
de cirurgia e se necessário, instrumentar; prestar cuidados de higiene e conforto ao
paciente por sua segurança, inclusive: alimentá-lo ou auxiliá-lo a alimentar-se, zelar pela
limpeza e ordem do material, de equipamentos e de dependências de unidades de
saúde; integrar a equipe de saúde; participar de atividades de educação em saúde,
inclusive: orientar o paciente na pós-consulta, quanto ao cumprimento das prescrições de
enfermagem e médicas, auxiliar o Enfermeiro e o Técnico de Enfermagem na execução
dos programas de educação para a saúde; executar os trabalhos de rotina vinculados à
alta de pacientes; participar dos procedimentos pós-morte.
c) Possibilidades de atuação.
O Auxiliar e o Técnico em Enfermagem atuam em hospitais, clínicas, unidades básicas
de saúde, unidades básicas da Estratégia Saúde de Família, empresas e domicílios,
individualmente ou junto a equipes de saúde, com supervisão permanente de
Enfermeiros.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
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d) Competências Específicas da Qualificação - Auxiliar em Enfermagem
- Conhecer as necessidades biopsicosociais e promover a satisfação do cliente;
- Realizar assistência de enfermagem de forma integral em Unidades Básicas de Saúde
e Hospitais de pequeno porte que não requeira atendimento de clínicas especializadas;
- Desenvolver as técnicas de enfermagem com conhecimento científico;
- Promover assistência humanizada ao cliente;
- Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade,
ao cliente;
- Realizar trabalho em equipe, correlacionando conhecimentos de várias disciplinas ou
ciências, tendo em vista o caráter interdisciplinar da área;
- Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos da profissão;
- Orientar clientes ou pacientes a assumirem, com autonomia, a própria saúde.
e) Competências Específicas do Técnico em Enfermagem
-
Participar do planejamento e prestar cuidados integrais de enfermagem ao indivíduo
no processo saúde/doença;
-
Interagir com a equipe de trabalho de modo integrado, visando melhor
desenvolvimento das ações, orientando-se por objetivos comuns que resultem na
solução dos problemas existentes;
-
Possibilitar o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a
formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e o conhecimento
crítico;
-
Discernir sobre a importância social do trabalho na área de saúde, exercendo uma
consciência crítica, autocrítica ante situações vividas e relacionadas com o dia-a-dia;
-
Conhecer e saber utilizar os dados existentes no sistema de informações em saúde
disponíveis;
-
Operar equipamentos próprios do campo de atuação, zelando pela sua manutenção;
-
Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho;
-
Identificar e avaliar rotinas, protocolos de trabalho, instalações e equipamentos,
inerentes às exigências do campo de atuação;
-
Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com exigências do campo de
atuação;
-
Prestar informações ao cliente, ao paciente, ao sistema de saúde e a outros
profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados;
-
Conhecer os riscos de iatrogenias dos procedimentos de enfermagem;
-
Sob a assistência do enfermeiro (a), participar no planejamento, programação,
orientação e supervisão das atividades de enfermagem;
-
Realizar a prevenção e o controle sistemático da infecção hospitalar.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
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V - Organização curricular do curso
a) Organização do Currículo
O curso Técnico em Enfermagem - Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança Educação Profissional Técnica de nível médio será oferecido de forma subseqüente ao
ensino médio, considerando a escolaridade prevista para os requisitos de acesso ao
curso.
O currículo está estruturado em três Módulos, com carga horária total de 1820 horas,
destas 1200 horas são de aulas teórico/práticas e 620 horas de Estágio Profissional
Supervisionado, assim distribuída:
Módulo I – Este módulo teórico/prático possui carga horária de 320h horas e não prevê
terminalidade, portanto, não será emitido certificação ao ser concluído;
Módulo II – Este módulo com carga horária total de 974h sendo: 574h de aulas
teórico/prática e de 400h de Estágio Profissional Supervisionado, que somadas à carga
horária do Módulo I prevê a terminalidade para o Auxiliar em Enfermagem – Eixo
Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança – Educação Profissional Técnica de nível
médio;
Módulo III - Este módulo com carga total de 526h, sendo: 306h de aulas teórico/prática e
de 220h de Estágio Profissional Supervisionado, que somadas à carga horária dos
Módulos I e II prevê a terminalidade para o Técnico em Enfermagem – Eixo Tecnológico:
Ambiente, Saúde e Segurança - Educação Profissional Técnica de nível médio.
b) Matriz Curricular
Módulo I
Carga
MÓDULO I
Bloco Temático
Horária
Disciplina
T/P
Educação para o Cuidado em Saúde
32
Educação em Saúde
24
Introdução à Saúde
Educação em Saúde Alimentar
16
Coletiva
Educação em Saúde Ambiental
30
Biossegurança nas ações de saúde
30
Ética e cidadania
20
Psicologia em saúde
28
Processo do Trabalho
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
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em Saúde
Iniciação à Metodologia Científica
32
Epidemiologia
16
Fundamentos Teóricos
Parasitologia e Microbiologia
40
em Saúde
Introdução a Anatomia e Fisiologia Humana
36
Suporte Básico de Vida
Noções de Primeiros Socorros
16
Carga Horária do Módulo I
320
Módulo II
Bloco Temático
Apoio
Diagnóstico
Proteção
Prevenção
Disciplina
ao
e
C.H Teórico /
Prático
C.H
Estágio
Supervisionado
160
120
280
60
40
100
20
-
20
52
40
92
52
40
92
50
40
90
50
40
90
50
40
90
40
40
80
40
-
40
574
400
974
Introdução a Enfermagem
Enfermagem
em
Saúde
Pública
Biossegurança nas Ações de
Enfermagem
Enfermagem Médica
Enfermagem Cirúrgica
Enfermagem Centro Cirúrgico
Recuperação
Reabilitação
Gestão em Saúde
e
Enfermagem em Saúde da
Mulher
Enfermagem em Pediatria
Enfermagem
em
Saúde
Mental
Ética e Legislação Profissional
SUB-TOTAL
Total
Módulo III
Bloco
Temático
Apoio
ao
Diagnóstico
Recuperação e
Reabilitação
Disciplina
Procedimentos Especializados
de Enfermagem
Enfermagem em Urgência e
Emergência
Enfermagem em Unidade de
Terapia Intensiva
Enfermagem em Nefrologia
C.H Teórico /
Prático
C.H
Estágio
Supervisionado
30
-
30
60
50
110
60
50
110
60
50
110
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Total
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Gestão
Saúde
em
Enfermagem em Oncologia
60
Administração em Unidade de
Enfermagem
36
SUB-TOTAL
TOTAL GERAL
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
306
1200
50
110
20
56
220
620
526
1820
c) Ementário/ Módulos/ Blocos Temáticos/Disciplinas
Módulo I
Bloco temático: Introdução à Saúde Coletiva
Disciplinas:
- Educação para o Cuidado em Saúde
- Educação em Saúde
- Educação em Saúde Alimentar
- Educação em Saúde Ambiental
- Biossegurança nas Ações de Saúde
Competências do Bloco Temático
- Conhecer a estrutura e organização do sistema de saúde vigente no país de modo a
identificar as diversas formas de trabalho e suas possibilidades de atuação na área;
- Conhecer as políticas de saúde e cidadania identificando suas possibilidades de
atuação como cidadão e como profissional nas questões de saúde;
- Conhecer as normas e legislações pertinentes à área do SUS;
- Conhecer a organização do Sistema Único de Saúde nos três níveis de governo;
- Conhecer as bases da humanização no Sistema Único de Saúde – HumanizaSUS.
- Identificar atores sociais relevantes existentes na comunidade e traçar estratégias
para envolver essas pessoas com a promoção da saúde.
- Propor estratégias para atuar junto à comunidade respeitando os seus valores com a
utilização dos canais de comunicação existentes.
- Identificar fundamentos de higiene, saneamento, nutrição e profilaxia, visando
promover ações de saúde individual e coletiva;
- Identificar e promover ações que visem à prevenção e controle de doenças infectocontagiosas;
- Identificar principais doenças transmitidas por vetores;
- Identificar as organizações sociais existentes na comunidade, a fim de divulgá-las;
- Interpretar a Legislação referente aos direitos do usuário dos serviços de saúde
utilizando-a como um dos balizadores na realização do seu trabalho;
- Articular com entidades de classe e organizações de interesse da área da saúde e de
defesa da cidadania;
- Reconhecer os direitos do cidadão e fomentar a organização social com vistas à
resolução de problemas relativos à saúde;
- Analisar e entender o significado de educação no espaço de trabalho em saúde,
estimulando a participação ativa do usuário do Sistema Único de Saúde;
- Reconhecer os direitos e deveres da população à saúde;
- Identificar e analisar as diferentes representações sociais sobre a saúde e as
respostas dadas aos problemas pela população;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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-
-
-
-
-
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Relacionar os problemas de saúde da população com a internalização de conceitos
de saúde e com as ações pedagógicas mais utilizadas no repasse de conhecimentos;
Criar e operacionalizar situações de aprendizagem incitando o treinamento para a
mobilização dos seus conhecimentos e visando contribuir para o desenvolvimento de
ações, de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação mais próximos dos reais
interesses da população;
Reconhecer a importância das práticas populares no cuidado à saúde;
Utilizar técnicas de comunicação interpessoal nas ações de orientação individuais e
coletivas com vistas à promoção da saúde;
Utilizar estratégias que estimulem a organização social para a resolução de
problemas relativos à saúde;
Participar como agente educador de saúde, orientando o indivíduo/comunidade a
adquirir autonomia sobre a manutenção da própria saúde;
Conhecer os mecanismos de participação popular para participar e estimular os
usuários a exercerem a cidadania.
Relacionar a alimentação equilibrada com a manutenção da saúde, o bem-estar e a
disposição para o trabalho;
Identificar os princípios que devem nortear a alimentação humana, tendo como base
a Ciência da Nutrição e as disponibilidades locais de alimentos;
Identificar os alimentos que devem compor a alimentação diária do homem, utilizando
guias alimentares vigentes;
Reconhecer as necessidades alimentares nos diferentes estados fisiológicos e fases
do ciclo vital.
Demonstrar as técnicas adequadas de seleção, armazenamento, aproveitamento,
higienização e preparo de alimentos, visando à segurança alimentar e à prevenção
de desperdícios.
Reconhecer a importância da visão sistêmica do meio ambiente, considerando os
conceitos de ecocidadania e cidadania planetária, de forma a aplicar princípios de
conservação de recursos não renováveis e preservação do meio ambiente no
exercício do trabalho em saúde;
Orientar a comunidade na aplicação dos princípios de ecocidadania e cidadania
planetária, de modo a conservar e preservar o meio ambiente.
Prevenir, controlar e avaliar a contaminação através da utilização de técnicas
adequadas de transporte, armazenamento, descarte de fluidos e resíduos, assim
como de limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos;
Proteger o cliente/paciente contra riscos biológicos aplicando técnicas de limpeza
e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos;
Conhecer técnicas adequadas de descarte de resíduos biológicos, físicos, químicos e
radioativos;
Conhecer normas de higiene e biossegurança para a equipe de saúde, do
usuário/comunidade;
Conhecer limpeza e/ou desinfecção terminal e concorrente dos ambientes de
trabalho;
Conhecer técnicas adequadas, equipamentos e materiais (soluções) para
esterilização de materiais médico-hospitalares;
Identificar avaliar conseqüências e perigos dos riscos que caracterizam o trabalho em
saúde com vistas à sua própria saúde e segurança no ambiente profissional;
Identificar doenças relacionadas ao ambiente e processos de trabalho na saúde,
assim como as respectivas ações preventivas;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
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Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Decodificar a linguagem de sinais utilizados em saúde e segurança no trabalho a fim
de identificar os equipamentos de proteção individual (EPI) e equipamentos de
proteção coletiva (EPC) indicados;
Interpretar as legislações e normas de segurança e os elementos básicos de
prevenção de acidente no trabalho, de forma a conseguir avaliar as condições a que
estão expostos os trabalhadores da saúde e selecionar as alternativas possíveis de
serem viabilizadas;
Analisar rotinas de trabalho com a finalidade de propor atualização e contextualização
desses procedimentos sempre que se fizer necessário;
Desempenhar função de agente educativo nas questões relativas à saúde e a
segurança no trabalho.
Disponibilizar para a população informações sobre as atitudes mais efetivas para
preservar a saúde, frente aos riscos existentes nos processos de produção, consumo,
utilização de serviços e no ambiente em que ela está inserida;
Aplicar técnicas adequadas de manuseio e descarte de resíduos, fluídos, agentes
biológicos, físico-químico e radioativos segundo as normas de biossegurança.
Bases Tecnológicas
Educação para o cuidado em saúde
-
-
Noções de Higiene e Profilaxia;
Noções de Saúde Coletiva;
Noções de Políticas Públicas de Saúde, organização do sistema de saúde no Brasil,
controle social, legislação do SUS,processo saúde- doença e seus determinantes no
contexto sócio-econômico, político e cultural; quadro sanitário e demográfico
brasileiro, importância das variáveis demográficas e sociais, indicadores sociais, risco
em saúde, saúde e trabalho, atenção básica em saúde, vigilância epidemiológica,
vigilância sanitária;
Princípios de informação em saúde: conceito de dado, informação, usos e fontes,
principais bases de dados de interesse da saúde existentes no país.
Bibliografia Específica
ARCHER,S.E. Enfermeria de salud cumunitaria. Colômbia: Organizacion Panamericana de
la salud, 1997. (01)
GENZ, G.C. (coord). Enfermagem para promoção da saúde. Porto Alegre: Luzzatto, 1991.
(01)
GENZ, G.C. (coord). Enfermagem para recuperação da saúde do adulto. Porto Alegre:
Sagra, 1991. (01)
Educação em saúde
-
Canais de comunicação disponíveis na comunidade;
Conceito de educação e saúde;
Opções pedagógicas;
Metodologias Ativas
Cultura e saber popular;
Processo de aprender e ensinar;
Tipos de participação,
Importância do profissional de nível técnico no desenvolvimento das ações
educativas.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
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Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Bibliografia Específica
ARCHER,S.E. Enfermeria de salud cumunitaria. Colômbia: Organizacion Panamericana de
la salud, 1997. (01)
GENZ, G.C. (coord). Enfermagem para promoção da saúde. Porto Alegre: Luzzatto, 1991.
(01)
GENZ, G.C. (coord). Enfermagem para recuperação da saúde do adulto. Porto Alegre:
Sagra, 1991. (01)
Educação em saúde alimentar
-
Conceitos de alimentação e de Nutrição;
Princípios da alimentação equilibrada: natureza, composição e funções dos alimentos
e fontes de nutrientes;
Guias alimentares vigentes: pirâmides dos alimentos;
Técnicas de seleção, conservação, preparo e armazenamento de alimentos;
Doenças relacionadas com a alimentação mais comuns: anemias, hipovitaminoses,
hipervitaminose, bócio e outras.
Bibliografia Específica
DAMASO, Ana (coord.). Nutrição e exercício na prevenção de doenças. Rio de Janeiro:
Medsi, 2001. (02)
MENEZES, Hilda T. Nutrição molecular: melhorando a qualidade de vida. Petrópolis:
Vozes, 1999. (01)
SAMPAIO, Helena Alves de C. Nutrição humana. São Paulo: Atheneu, 2000. (01)
SENAC. Nutrição e dietética. Rio de Janeiro: SENAC, 2004. (03)
Educação em saúde ambiental
-
-
A influência do ambiente na vida humana e na saúde;
Saúde, meio ambiente e educação;
Alterações climáticas: temperatura, umidade e massa do ar;
Degradação do meio ambiente: desmatamentos, queimadas e erosões;
Comportamento humano na preservação do ambiente e normas de conservação de
recursos não renováveis;
Saúde das fronteiras;
Doenças e agravos relacionados a fatores ambientais: IRA; doenças transmitidas por
vetores, doenças de veiculação hídricas, intoxicações humanas (agrotóxicos e
alimentos);
Recursos disponíveis para a população: (esporte, lazer, educação, cultura e saúde);
Interface entre os recursos disponíveis na população e a prevenção, promoção e
recuperação da saúde.
Bibliografia Específica
BRILHANTE, O.M., CALDAS, L.Q.A. Gestão e avaliação de risco em saúde ambiental. Rio
de Janeiro: FIOCRUZ, 1999. (02)
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
MAURO,G. Ética e educação ambiental, a conexão necessária. Campinas/São Paulo:
Papirus, 1996. (01)
Organização Panamericana de Saúde. Programa Marco de atenção ao meio ambiente.
Brasília: OPAS, 1998. (01)
Biossegurança nas Ações de Saúde
-
Saúde e segurança no trabalho;
Formas de prevenção de acidentes de trabalho;
Fatores de risco (classificação);
EPI e EPC (tipo, uso, legislação pertinente);
Procedimentos legais nos acidentes de trabalho;
Legislação trabalhista e previdenciária;
Prevenção e combate ao fogo;
Biossegurança nas ações de saúde: percepção de riscos: biológico, químico,
radioativa; normas e técnicas de descontaminação, limpeza, preparo, desinfecção,
esterilização, manutenção e estocagem de materiais; manuseio e separação dos
resíduos dos serviços de saúde.
Bibliografia Específica
DELLA ROSA, H.V. Monitorização biológica da exposição humana à agentes químicos.
São Paulo: Fundacentro, 1991. (02)
GORGEN,S.A. Riscos dos Transgênicos. Petrópolis: Vozes, 2000. (02)
VALLADA, E.P. Manual de coprocultura. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 1998. (02)
Bloco Temático: Processo do Trabalho em Saúde
Disciplinas:
- Ética e Cidadania
- Psicologia em Saúde
- Iniciação à Metodologia Científica
Competências do Bloco Temático
-
-
Adotar postura ética na identificação, registro e comunicação de ocorrências relativas
à saúde que envolva a si próprias ou a terceiros, facilitando as providências no
sentido de minimizar os danos e evitar novas ocorrências;
Exercitar os direitos e deveres de cidadão e de trabalhador da área da saúde;
Reconhecer a importância da participação comunitária no acompanhamento, controle
e fiscalização das ações de saúde;
Conhecer os diferentes tipos de movimentos sociais na área da saúde;
Conduzir-se eticamente possuindo atitudes responsáveis no desenvolvimento das
ações e serviços de saúde;
Reconhecer os limites de sua atuação à luz das leis do exercício profissional e
códigos de ética das categorias profissionais da área da saúde;
Reconhecer o espaço de intervenção de sua área; Distinguir áreas de conflito e de
competências concorrente/concomitante com outros órgãos;
Reconhecer os princípios éticos e de cidadania adotando postura adequada junto à
comunidade e com a equipe de trabalho;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
-
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Correlacionar a importância política, social e psicológica do trabalho, com a vida e a
saúde do homem/comunidade;
Perceber os diversos estados psicológicos do indivíduo no processo saúde doença;
Aplicar conhecimentos de comunicação interpessoais nas ações de orientação do
cliente/comunidade e no trabalho em equipe;
Reconhecer a importância do conhecimento científico na prática dos profissionais de
saúde
Analisar, resumir e resenhar textos científicos;
Redigir trabalhos escolares utilizando normas técnicas da ABNT;
Contribuir no desenvolvimento de projetos de pesquisa científica.
Ler, compreender, analisar, resumir e resenhar textos científicos;
Descrever e executar as fases da metodologia de investigação científica.
Bases Tecnológicas
Ética e cidadania
-
Valores éticos, culturais, políticos, sociais, religiosos da comunidade;
Noções de Ética e Cidadania;
Noções de Direito;
Movimentos Sociais;
Organizações governamentais e não governamentais voltadas para a saúde;
Entidades de classe e sindicatos.
Bibliografia Específica
BEZERRA JR., Benilton et al. Cidadania e loucura: políticas de saúde mental no Brasil.
Petrópolis: Vozes, 2001. (05)
FORTES,P.A.C. Ética e saúde. São Paulo: E.P.U., 1998. (02)
GRUN, Mauro. Ética e educação ambiental: a conexão necessária. Campinas:
Papirus,1996. 7 ed. (10)
Psicologia em saúde
- Noções de Psicologia em saúde;
- Políticas Públicas em saúde mental;
- Organização dos serviços em saúde mental;
- Breve estudo da personalidade: diferenças individuais, caráter, temperamento;
- Mecanismo de defesa da personalidade e sua relação com o modo de agir do ser
humano;
- Relações humanas: relações humanas em equipe de saúde; relacionamento
intrapessoal e interpessoal;
- Psicologia e o atendimento dos pacientes e familiares;
- As relações de gêneros na unidade de saúde;
- Noções de Tanatologia.
Bibliografia Específica
ALENCAR, Eunice M. L. Soriano de. Psicologia: introdução aos princípios básicos do
comportamento. Petrópolis: Vozes, 2003. (05)
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
BOCK, Ana Mercês Bahia et al. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. São
Paulo: Saraiva, 2003. (01)
KRUGER, Helmuth. Introdução à psicologia social. São Paulo: EPU, 1986. (01)
Iniciação à Metodologia Científica
- Técnicas de leitura, resumo e análise de textos;
- Técnicas de redação de textos;
- Normas técnicas da ABNT para citações e referências bibliográficas;
- Fundamentos de metodologia científica;
- Questões éticas na pesquisa.
Bibliografia Específica
DEMO, Pedro. Metodologia científica em ciências sociais. São Paulo: Atlas, 1989. (01)
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de A Metodologia científica. São Paulo: Atlas,
1991. (01)
OBERDAM, Perrone. Metodologia da pesquisa em ciências da saúde. Rio de Janeiro:
Medsi, 1980. (01)
Bloco Temático: Fundamentos Teóricos em Saúde
Disciplinas:
- Epidemiologia
- Parasitologia e Microbiologia
- Introdução a Anatomia e Fisiologia Humana
Competências do Bloco Temático
- Reconhecer os principais indicadores epidemiológicos e utilizá-los no planejamento das
ações;
- Reconhecer as doenças de notificação imediata e de notificação compulsória, bem como
as medidas de controle e prevenção das mesmas.
- Reconhecer as doenças infecto-contagiosas e sua distribuição geográfica para atuar na
prevenção e no controle das mesmas;
- Identificar sinais e sintomas que indiquem patologias transmissíveis e parasitárias
- Adotar as medidas de prevenção/proteção recomendadas para doenças transmissíveis e
parasitárias;
- Conhecer o corpo humano, sua estrutura e funcionamento com vistas à proteção e
prevenção à saúde.
Bases Tecnológicas
Epidemiologia
- Epidemiologia Básica;
- Vigilância Epidemiológica;
- Doenças de notificação imediata e compulsória;
- Mecanismos de transmissão das doenças;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
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- Distribuição geográfica das doenças endêmicas e epidêmicas; situação no Brasil;
situação no estado de Mato Grosso do Sul.
Bibliografia Específica
AYRES,J.R.C. Epidemiologia e emancipação. Rio de Janeiro: HUCITEC-ABRASCO, 1994.
(03)
FILHO, N.A., ROUQUAYROL,M.Z. Introdução à epidemiologia. São Paulo: MEDSI,
2002.(02)
PEREIRA, Maurício G. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara, 2003.
(04)
Parasitologia e Microbiologia
- Introdução à microbiologia e parasitologia: resumo histórico;
- Conceitos de parasitismo, comensalismo e simbiose;
- Vírus, bactérias e protozoários – morfologia, crescimento e reprodução; principais grupos
que afetam o homem e formas de prevenção e tratamento;
- Fungos: características e tipos mais freqüentes que causam doenças no homem;
- Helmintos: características e tipos mais freqüentes que causam doenças no homem;
- Vetores: Artrópodes (espécies que afetam o homem);
- Noções de Imunologia.
Bibliografia Específica
LUZ, N.L.S. Microbiologia e parasitologia. Goiânia: AB Editora, 2003. (02)
MACHADO, P.J. Doenças Infecciosas com manifestações dermatológicas. Rio de Janeiro:
MEDSI, 1994. (01)
NEVES. D.P. Parasitologia Humana. 10 ed. São Paulo: Atheneu, 2005. (03)
Introdução a Anatomia e Fisiologia Humana
- Divisão e definição de anatomia e fisiologia – estudo de todos os tecidos, órgãos e
sistemas do corpo humano;
- Funções do organismo humano destinadas à conservação da espécie;
- Aparelho locomotor. Sistema ósseo: forma e estrutura Sistema muscular: propriedades
tipos de músculos;
- Sistema digestivo – Aparelho digestivo: boca, faringe, esôfago, estômago, intestinos;
Fisiologia da digestão. Fenômenos mecânicos e químicos da digestão;
- Aparelho respiratório: vias aéreas: fossas nasais, faringe, laringe, traquéia, brônquios e
pulmões. Fisiologia do aparelho respiratório. Fenômenos mecânicos e químicos da
respiração. Hematose;
- Aparelho circulatório: sangue: composição e função, grupos sangüíneos, Fator Rh.
Coração: estrutura, vasos que se abrem no coração, artérias, veias capilares. Fisiologia do
aparelho circulatório. Sistema linfático: vasos e gânglios;
- Aparelhos genito-urinário masculino e feminino: principais órgãos que o compõem e suas
funções. Maturação, formação da urina e suas características normais. Reprodução do ser
humano;
- Órgãos do sentido. Sensibilidade tátil, olfação, gustação, audição, visão, fonação;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
- Coordenação das funções. Sistema Nervoso Central: cefálico-medula. Sistema Nervoso
periférico – sistema nervoso simpático;
- Sistema endócrino, principais glândulas: tireóide, paratireóide, hipófise, supra-renais,
pâncreas, timo e fígado.
Bibliografia Específica
DANGELO, José G.; FATTINI, Carlos A . Anatomia humana básica. São Paulo: Atheneu,
2005 (02)
FERNER,H, STAUBESAND,J. Sobotta. Atlas de anatomia humana. Rio de
Janeiro:Guanabara Koogan, 1984 (04)
SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL. Corpo Humano, anatomia e
fisiologia. Rio de Janeiro: SENAC, 2005. (03)
Bloco Temático: Suporte Básico de Vida
Disciplina:
- Noções de primeiros socorros
Competências do Bloco Temático
- Atuar como cidadão e profissional de saúde na prestação de primeiros socorros e vítimas
de acidente ou mal súbito visando manter a vida e prevenir complicações até a chegada de
atendimento médico;
- Identificar os recursos disponíveis na comunidade de forma a viabilizar o atendimento de
emergência o mais rápido possível.
- Providenciar socorro médico.
Bases Tecnológicas
Noções de primeiros socorros
- Noções de Primeiros Socorros;
- Normas e Procedimentos para atendimentos primários em intercorrências;
- Conceito de urgência e emergência.
Bibliografia Específica
DU GASS, B.W. Enfermagem prática. Rio de Janeiro: Guanabara, 1984. (01)
MENEZES, E.M. Enfermagem no tratamento dos queimados. São Paulo: E.P.U., 1988. (20)
SCHEILL, P.D. Enfermagem básica: teoria e prática. São Paulo: Redeal, 1996. (03)
Módulo II
Bloco Temático: Apoio ao Diagnóstico
Disciplina:
Introdução à Enfermagem
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Competências do Bloco Temático
Selecionar materiais e equipamentos necessários ao exame clínico geral e especializado,
assim como verificar o seu funcionamento.
Identificar, caracterizar e executar as medidas antropométricas e sinais vitais e reconhecer
a importância das mesmas na avaliação da saúde do cliente/paciente.
Informar, orientar, encaminhar, preparar, apoiar e posicionar o cliente/paciente antes e
durante o exame a ser realizado.
Definir as características das técnicas de enfermagem relacionadas à higiene, conforto e à
segurança do cliente/paciente e de coleta de material para exame.
Enumerar, definir e caracterizar os principais exames reconhecendo materiais e
equipamentos utilizados.
Conhecer e realizar as técnicas de acondicionamento identificação, guarda, conservação e
encaminhamento dos materiais coletados.
Conhecer e caracterizar os principais exames e os cuidados de enfermagem necessários à
sua realização.
Registrar e anotar ocorrências e os cuidados prestados de acordo com as exigências e
normas.
Encaminhar o cliente/paciente no retorno ao local de espera, ou leito, apoiando-o quando
necessário.
Bases Tecnológicas
Introdução À Enfermagem
A - Breve histórico da enfermagem no mundo e períodos importantes na sua evolução.
A enfermagem no Brasil e no Estado de Mato Grosso do Sul;
Controle da Infecção:
Processo infeccioso;
Fontes comuns de infecção e formas de transmissão;
Métodos de Profilaxia e Controle;
Controle de procedimentos invasivos;
Métodos de limpeza, técnicas de desinfecção e esterilização, lavagem das mãos e antisepsia;
Anti-sépticos, esterilizantes e desinfetantes químicos;
Isolamento estrito, respiratório, entérico, protetor, procedimentos com as feridas e a pele;
Normas de biossegurança.
Princípios Gerais das Técnicas de Enfermagem:
Objetivos das técnicas no ambiente Hospitalar;
Regras para manter a ordem e limpeza;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Limpeza concorrente e terminal;
Preparo da cama hospitalar;
Admissão, alta e transferência do paciente.
Higiene do paciente:
Higiene oral, rosto, mãos e pés;
Corte de barba, cabelos e unhas;
Banho simples e banho medicamentoso;
Higiene dos cabelos e tratamento de pediculose;
Higiene íntima e utilização do compadre e comadre por paciente acamado;
Verificação de Sinais Vitais
Temperatura;
Pulso;
Respiração;
Pressão arterial;
Peso e estatura.
Anotação de Enfermagem
No prontuário do paciente e no livro próprio;
Termos técnicos e abreviaturas padronizadas;
Censo hospitalar diário e outros impressos;
Passagem de plantão;
Meios de Auxílio Diagnóstico
Colheita de material (urina, fezes, escarro e sangue, suco gástrico);
Coleta de urina em paciente com sondagem vesical;
Medidas de conforto:
Posições adotadas para exames físicos e conforto do paciente;
Restrição de movimento: Técnica e cuidados;
Massagem de conforto;
Movimentação e transporte de paciente;
Alimentação do paciente hospitalizado:
Auxílio ao paciente na alimentação;
Alimentação por sonda gástrica, enteral e ostomias;
Técnica de sondagem gástrica e enteral;
Lavagem gástrica;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
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Curativo:
Técnicas de curativos.
Técnica de aplicação de atadura.
Causas e prevenção de Úlceras de Pressão (escara) e Curativo.
Outras Técnicas:
Tricotomia.
Aplicações quentes e frias.
Enema ou clister.
Preparo do corpo após a morte.
Oxigenoterapia.
Aspiração de secreção nasal, oral.
B - Conhecimentos básicos de drogas e soluções:
Conhecimento amplo sobre medicamentos:
Introdução, histórico, definições.
Ações terapêuticas.
Formas de apresentação.
Tipos de Medicamentos:
Conceito, classificação, mecanismo de ação e cuidados de enfermagem com:
Hipnóticos e Sedativos;
Coagulantes e Anticoagulantes;
Analgésicos e antipiréticos;
Antibióticos, antiflamatório;
Sulfas e Quimioterápicos;
Hiplogicemiantes orais – injetáveis (insulina);
Diuréticos;
Cardiotônicos (Digitálicos);
Antiarrítimicos;
Vasodilatadores e vasoconstrictores;
Corticóides;
Vitaminas e minerais
Produtos vacinais e soroterápicos;
Anti-sépticos;
Desinfetantes;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Sabões.
Dosagens de drogas e soluções:
Soluções: definições, soluções mais usadas, símbolos e medidas usados em administração
de medicamentos;
Cálculo de dosagem de medicamentos;
Cálculo de gotejamento: apresentação da regra.
Preparo de Medicamentos e Vias de Administração de Medicamentos:
Técnicas de preparo e administração de medicamentos;
Via oral;
Via parenteral;
Via respiratória;
Via cutânea;
Via retal;
Via vaginal;
Via ocular;
Via nasal;
Via auricular.
Bibliografia Específica
FERREIRA-SANTOS, Célia A. A enfermagem como profissão. São Paulo: Pioneira, 1973.
(02)
KAWAMOTO, Emília Emi. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 1995. (11)
SANTOS, Iraci dos. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade, questões,
soluções. São Paulo: Atheneu, 2004. (01)
SCHEILL, Patrícia D. Enfermagem básica: teoria e prática. São Paulo: Rideal, 1996. (03)
Bloco Temático: Proteção e Prevenção
Disciplinas:
Biossegurança nas Ações de Enfermagem
Enfermagem em Saúde Pública
Competências do Bloco Temático
Prevenir, controlar e avaliar a contaminação do meio ambiente;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Limpeza e/ou desinfecção de ambientes e equipamentos, no intuito de proteger o
paciente/cliente contra os riscos biológicos
Conhecer riscos de iatrogenias na execução de procedimentos técnicos, de forma a
eliminar ou reduzir os danos ao usuário/comunidade
Decodificar a linguagem de sinais utilizados em saúde e segurança no trabalho a fim de
identificar os equipamentos de proteção individual (EPI) e os equipamentos de proteção
coletiva (EPC) indicados.
Interpretar as legislações e normas de segurança e os elementos básicos de prevenção de
acidentes no trabalho, de forma a conseguir avaliar as condições a que estão expostos os
trabalhadores da saúde e selecionar as alternativas possíveis de serem viabilizadas.
Aplicar normas de
usuário/comunidade;
higiene
e
biossegurança
para
a
equipe
de
saúde,
do
Realizar limpeza e/ou desinfecção terminal e concorrente dos ambientes de trabalho;
Preparar e utilizar soluções químicas na limpeza e descontaminação dos diversos tipos de
materiais, equipamentos e ambientes de trabalho;
Aplicar técnicas adequadas de manuseio e descarte de resíduos fluidos, agentes
biológicos, físicos químicos e radioativos segundo as normas de biossegurança;
Aplicar medidas de segurança no armazenamento, transporte e manuseio de produtos;
Bases Tecnológicas
Biossegurança nas Ações de Enfermagem
Normas técnicas de descontaminação, limpeza, preparo e desinfecção, esterilização,
estocagem de materiais;
Conceitos e princípios de assepsia, anti-sepsia, desinfecção, descontaminação e
esterilização;
Métodos de esterilização: funcionamento dos equipamentos de esterilização de ação
química e física: protocolos técnicos e manuseio;
Técnicas de limpeza concorrente, terminal e específico e lavagem das mãos;
Normas básicas e protocolos de prevenção da infecção hospitalar;
Manuseio e separação dos resíduos dos serviços de saúde;
Normas de segurança no trabalho e no tratamento de clientes/pacientes;
Conhecer as finalidades, estrutura e o funcionamento da CCIH (Comissão de Controle de
Infecção Hospitalar);
Conhecer a organização, a estrutura e o funcionamento de um centro de material.
Prevenção de acidentes: na escola, no trabalho, no domicílio, (e na via pública);
Bibliografia Específica
SCHEILL, Patrícia D. Enfermagem básica: teoria e prática. São Paulo: Rideal, 1996. (03)
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
SANTOS, Iraci dos. Enfermagem assistencial no ambiente hospitalar: realidade, questões,
soluções. São Paulo: Atheneu, 2004. (01)
DU GASS, B.W. Enfermagem prática. Rio de Janeiro: Guanabara, 1984. (01)
Enfermagem em Saúde Pública
Vigilância Sanitária;
Vigilância de alimentos;
Vigilância de medicamentos;
Vigilância de hemoderivados;
Vigilância epidemiológica;
Imunobiológicos especiais:
Busca ativa na Unidade de Saúde
Ações de Saúde Coletiva e as atividades do Técnico em Enfermagem na atenção à:
Saúde da Mulher, da criança saúde e do Adolescente;
Saúde do Idoso;
Diabéticos;
Hipertensos;
Deficientes;
Tuberculose;
Hanseníase;
Saúde do Trabalhador: legislação trabalhista, princípios ergonômicos, riscos iatrogênicos;
equipamentos de proteção individual
Atribuições da equipe de enfermagem na prevenção e controle e doenças transmissíveis;
Noções de epidemiologia e conceituação.
Histórico;
Legislação
Doenças transmissíveis: cadeia epidemiológica, (notificação, investigação e visita
domiciliar) de algumas doenças de importância em Saúde Pública:
Sarampo e rubéola;
Tétano acidental e neonatal;
Coqueluche;
Caxumba;
Varicela;
Difteria;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
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Rubrica: ___________________
Poliomielite;
Meningites;
Doenças transmitidas por vetores: (Dengue, Malária, Febre Amarela, Doença de Chagas,
Leishmaniose Visceral e Tegumentar);
Raiva humana
Leptospirose
Hanseníase e Tuberculose
Doenças Sexualmente Transmissíveis (AIDS, Gonorréia, Sífilis e outras de importância
epidemiológica).
Cólera;
Hepatites virais;
Atribuições da enfermagem na prevenção e controle e doenças transmissíveis;
Noções básicas de imunidade: Definição e Tipos;
Vacinas e grupos prioritários:
Apresentação, via de administração, número de doses, intervalo entre as doses, técnica de
aplicação, contra-indicação e reações adversas das vacinas obrigatórias;
Sistema de Vigilância de Reações Adversas às Vacinas.
Controle de faltosos.
Rede de Frio; transporte e conservação de imunobiológicos a níveis: (central, regional e
local).
Sala de vacina: localização, estrutura, mobília, limpeza, ordem, registros, arquivo.
Registros, relatórios técnicos e atividades administrativas do Auxiliar em Enfermagem:
Atividades do profissional de enfermagem na sala de vacinas;
Estratégia de intervenção e atuação na equipe de Saúde da Família.
Bibliografia Específica
KAWAMOTO, Emília Emi. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 1995. (11)
MUNARI, Denize B. Enfermagem e grupos. Goiânia: AB, 1997. (02)
PHILIPPI, Maria Lúcia dos S. Enfermagem em doenças transmissíveis. São Paulo: 2000.
(02)
Bloco Temático: Recuperação e Reabilitação
Disciplinas:
Enfermagem Médica
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Enfermagem Cirúrgica
Enfermagem Centro Cirúrgico
Enfermagem em Saúde da Mulher
Enfermagem em Pediatria
Enfermagem em Saúde Mental
Competências do Bloco Temático
Atuar como profissional de saúde na assistência de enfermagem visando manter a vida e
prevenir complicações;
Identificar sinais e sintomas que indiquem distúrbios clínicos e psicológicos e suas
complicações no organismo avaliando a sua gravidade;
Identificar procedimentos e cuidados de enfermagem indicados no atendimento das
necessidades básicas do cliente/paciente;
Identificar o processo de envelhecimento nos seus aspectos fisiológicos, psicológicos,
sociais e patológicos;
Caracterizar a prevenção, o tratamento e a reabilitação das afecções clínicas que mais
comumente afetam adultos e idosos;
Interpretar as normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos
específicos;
Conhecer a organização, a estrutura e o funcionamento de uma Unidade Clínica;
Estabelecer comunicação eficiente com os clientes/paciente com vistas à efetividade das
ações realizadas.
Executar e orientar a realização de exercícios de reabilitação e prevenção de seqüelas.
Manter a capacidade funcional do cliente/paciente ao máximo auxiliando sua adaptação às
limitações conseqüentes à doença;
Ensinar ao cliente/paciente técnicas que comprovam o auto cuidado;
Operar equipamentos e manusear materiais próprios do campo de atuação;
Utilizar terminologias específicas da área;
Encaminhar os clientes/pacientes portadores de seqüelas de doenças deformantes aos
grupos de apoio específicos;
Bases Tecnológicas
Enfermagem Médica
Assistência de enfermagem nas afecções cardiovasculares: Hipertensão Arterial,
Insuficiência Cardíaca Congestiva, Febre Reumática, Angina Peitoris;
Assistência de enfermagem nas afecções genito-urinárias: Infecção Urinária, Cistite,
Uretrite. Insuficiência Renal Aguda (IRA), Glomerulonefrite, Mioma, Salpingite;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Assistência de enfermagem nas afecções respiratórias: Faringite, Amigdalite, Bronquites,
Enfisema Pulmonar, Pneumonia, Asma Brônquica, Edema Agudo de Pulmão;
Assistência de enfermagem nas afecções dermatológicas: Escabiose, Pediculose,
Impetigo. Alergias;
Assistência de enfermagem nas afecções gastrintestinais: Gastrites, Úlcera Gástrica,
Constipação Intestinal, Gastroenterite, Esofagite, Colite Ulcerativa, Pólipo Intestinal, Úlcera
Gastroduodenal;
Assistência de enfermagem a endocrinopatias diabéticas: hipoglicemia e hiperglicemia,
insulinoterapia;
Assistência de enfermagem na nutrição parenteral.
Lesões e seqüelas decorrentes de processo patológicos, tratamento e procedimentos
realizados.
Tipos de choques: choque pirogênico, choque anafilático, choque neurogênico, etc.
Bibliografia Específica
ARONE, Evanisa Maria. Enfermagem médico-cirúrgica aplicada ao sistema respiratório.
São Paulo: SENAC, 1995. (03)
______ . Enfermagem médico-cirúrgica aplicada ao sistema renal e urinário. São Paulo:
SENAC, 1995. (03)
______ . Enfermagem médico-cirúrgica aplicada ao sistema endócrino. São Paulo: SENAC,
1994. (03)
______ . Enfermagem médico-cirúrgica aplicada ao sistema cardiovascular. São Paulo:
SENAC, 1995. (03)
Enfermagem Cirúrgica
Assistência de enfermagem geral ao paciente cirúrgico:
Admissão do paciente na clínica cirúrgica.
Assistência de enfermagem geral no pré-operatório.
Assistência de enfermagem geral no pós-operatório.
Indicativos da recuperação e dos níveis de consciência.
Complicações pós-operatórias:
Imediatas: Náusea, Dor, Hemorragias, Choque e Hipóxia, Alterações da pressão arterial.
Tardias: Distensão, Abdominal, Infecção da Ferida Operatória, Retenção Urinária.
Cuidados de enfermagem com a ferida operatória: processo de cicatrização e curativos
simples.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
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Assistência de enfermagem em cirurgias abdominais: Hérnia Inguinal, Hérnia umbilical,
apendicectomia;
Assistência de enfermagem em cirurgia de cabeça e pescoço: Craniotomia, cirurgia
Oftamológica, Otorrinolaringológica, Tireoidectomia, Bucoo-maxilo-facial;
Assitência de enfermagem em cirurgias torácicas; Cardíaco-vascular, toractomia,
Pneumectomia, Lobectomia, Pleurotomia com drenagem;
Assistência de enfermagem em cirurgias ortopédicas;
Bibliografia Específica
DONAHOO, Clara A . Enfermagem em ortopedia e traumatologia. São Paulo: EPU, 1979.
(01)
KAWAMOTO, Emília Emi. Enfermagem em clínica cirúrgica. São Paulo: EPU, 1999. (03)
SOUZA, Célio C. A . de. Enfermagem cirúrgica. Goiânia: AB, 2003. (05)
Enfermagem em Centro Cirúrgico
Evolução histórica da cirurgia;
Unidade de Centro Cirúrgico: conceito, objetivos;
Conceito e objetivos;
Elementos da planta física;
Processos de esterilização: preparo, esterilização, guarda e distribuição de material;
Limpeza do Centro Cirúrgico e do Centro de Material;
Fluxograma;
Equipamentos: conservação e manuseio;
Organização da Unidade de Centro Cirúrgico: Normas e rotinas, Equipe de centro cirúrgico,
Funções da equipe de enfermagem;
Tipos de cirurgias e terminologias:
Instrumentais, drenos e sondas usado em cirurgia;
Preparo da sala de cirurgia;
Escovação e paramentação da equipe cirúrgica;
Conforto e segurança do paciente na sala de cirurgia;
Posição do paciente;
Sala de cirurgia contaminada: Tipos de cirurgias contaminadas;
Noções gerais do processo de anestésico: Tipos de anestesia e assistência de
enfermagem na recuperação pós-anestésica;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Processo: 29/034346/2009
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Atividades da equipe de enfermagem na sala de recuperação pós anestesia;
Central de material: Conceito e objetivos.
Elementos da planta física;
Tipos de cirurgias e terminologias:
Bibliografia Específica
BROOKS, Shirley M. Enfermagem na sala de cirurgia. Rio de Janeiro: Interamericano,
1980. (01)
SAMAMA, Guy. Enfermagem no centro cirúrgico. São Paulo: Andrey, 1986. (02)
SILVA, Maria d’Aparecida A . Enfermagem na unidade de centro cirúrgico. São Paulo: EPU,
1997. (14)
______ . Enfermagem na unidade de centro cirúrgico. São Paulo: EPU, 2001. (05)
Enfermagem em Urgência e Emergência
Materiais e equipamentos de emergência.
Procedimentos de enfermagem no atendimento de emergência:
Parada cárdio-respiratória: ressuscitação cardiopulmonar e oxigenação:
Hemorragia venosa e arterial;
Traumatismos (luxações, escoriações, fraturas);
Choques: tipos de choque;
Assistência de enfermagem em algumas situações de:
Insolação, Internação, Síncopes, Lipotímia, Convulsões, Afogamento, Picadas de insetos e
animais venenosos, Queimaduras e Asfixias.
Intoxicação por: Medicamentos, Domosanitários e Agrotóxicos.
Prevenção de acidentes: na escola, no trabalho, no domicílio, (e na via pública);
Bibliografia Específica
CARRARO, Telma E. Enfermagem e assistência. Goiânia: AB, 1997. (01)
FORTES, Júlia Ikeda. Enfermagem em emergências. São Paulo: EPU, 1986. (01)
MENEZES, Eni Leci M. de. A enfermagem no tratamento dos queimados. São Paulo: EPU,
1988. (20)
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
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Enfermagem em Saúde da Mulher
Conceitos e características da unidade de atendimento à mulher;
Anatomia e fisiologia dos órgãos de reprodução feminino e masculino: ciclo da vida,
fecundação, nidação, desenvolvimento do ovo e seus anexos;
Diagnóstico da gravidez: sinais de certeza, alterações fisiológicas e psicológicas, exames
de laboratórios e data provável do parto.
Assistência pré-natal: gestação normal, orientação da gestante no 1º 2º e 3º trimestre de
gestação, alimentação da gestante; higiene mental; atividades durante a gravidez; vícios:
(alcoolismo, tabagismo, drogas psicoativas); uso de medicamentos e aleitamento.
Assistência de enfermagem no parto normal: primeiros sinais, fases do parto, o paciente na
sala de triagem, sinais de anormalidade e cuidados de enfermagem. Apresentações:
cefálica, pélvica e transversa.
Assistência de enfermagem no puerpério normal: conceito, involução
ingurgitamento mamaria, higiene, alimentação, curativo e observação de lóquios.
uterina,
Características anátomo-fisiológicas do recém nascidos normal;
Assistência de enfermagem imediata ao recém-nascido na sala de parto: aspiração das
vias superiores, laqueadura do cordão umbilical, identificação com pulseiras e digital e valor
do APGAR. Peso e medidas; higiene do recém nascido, vitamina K e credeização.
Assistência de enfermagem:
RN normal no berçário e alojamento conjunto;
Assistência de enfermagem
vulvovaginites, anexite;
em
ginecológia:
candidíase,
tricomoníase
e
outras
Prevenção de câncer de colo uterino e mamário e Doenças Sexualmente Transmissíveis.
Assistência de enfermagem nas complicações decorrentes da gravidez: abortos, causas e
tipos: gravidez ectópica, placenta prévia, deslocamento prematuro da placenta, mola
hidatiforme, hipersistolia, abortamento, hiperemese gravídica.
Organização Administrativa da Unidade de atendimento à mulher.
Revisão de anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor feminino; ciclo da vida.
Assistência de enfermagem nas complicações decorrentes da gravidez: abortos, causas e
tipos: gravidez ectópica, placenta prévia, deslocamento prematuro da placenta, mola
hidatiforme, hipersistolia, abortamento, hiperemese gravídica.
Assistência de enfermagem nos partos operatórios (cesárea e fórceps) e pélvicos;
Assistência de enfermagem no puerpério patológico: mastites, hemorragias, psicose
puerperal, infecção puerperal, curativo e observação de lóquios;
Assistência de enfermagem:
RN prematuro: características e assistência de enfermagem;
RN patológico – icterícia (fototerapia, banho de sol), sífilis, rubéola congênita.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Processo: 29/034346/2009
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Isolamento em berçário;
Manuseio e conservação de equipamentos de berçário.
Assistência de enfermagem em ginecologia: Miomas uterinos, Endometrites, Ooforites,
Salpingites, Deiscência de Útero e Bexiga.
Elementos da planta física;
Organização: Normas, Rotinas, Equipe e suas funções;
Controle de qualidade dos processos de esterilização;
Limpeza e organização da sala de parto.
Bibliografia Específica
CARVALHO, Geraldo M. de. Enfermagem em Ginecologia. São Paulo: EPU, 1996. (17)
______ . Enfermagem em obstetrícia. São Paulo: EPU, 1990. (10)
GONZALEZ, Helcye. Enfermagem em ginecologia e obstetrícia. São Paulo: SENAC, 2001.
(02)
Enfermagem em Pediatria
Introdução à Enfermagem Pediátrica
Histórico da Pediatria
Unidades de atendimento pediátrico
Assistência de Enfermagem em neonatologia e infância
Recreação e estimulação
Direitos da criança
Assistência de enfermagem à criança cirúrgica: Cuidados gerais de enfermagem no préoperatório, peri e pós-operatório.
Assistência de enfermagem nas patologias congênitas:
Síndrome de Down;
Fenda palatina;
Lábio leporino;
Luxação de quadril.
Requisitos necessários para o pessoal que trabalha em clínica pediátrica.
Assistência de Enfermagem às Necessidades Básicas da Criança:
Necessidades Biológicas e Físicas;
Necessidades emocionais;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Processo: 29/034346/2009
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Higiene da criança; alimentação e hidratação;
Medidas em pediatria;
Necessidades da criança hospitalizada:
Controle dos sinais vitais;
Administração de medicamentos e hidratação venosa.
Aspiração de secreções da via aérea;
Oxigenoterapia;
Preparo da criança e coleta de materiais para exame;
Assistência de Enfermagem nas doenças mais comuns da infância:
Desnutrição protéica – calórica;
Desidratação, diarréias e gastroenterite;
Crises convulsivas;
Pneumonia, bronquite, asma brônquica;
Infecções urinárias;
Anemias;
Dermatites;
Escabiose e pediculose;
Verminoses;
Bibliografia Específica
COLLET, Neusa. Enfermagem pediátrica. Goiânia: AB, 2002. (05)
SCHIMITZ, Edilza Maria R. A enfermagem em pediatria e puericultura. São Paulo: Atheneu,
2000. (14)
SIGAUD, Cecília H. de S.; VERÍSSIMO, Maria de L. R. (orgs.) Enfermagem pediátrica: o
cuidado de enfermagem à criança e ao adolescente. São Paulo: EPU, 1996. (18)
Enfermagem em Saúde Mental
Assistência de enfermagem nos tratamentos específicos: convulsoterapia, impregnação e
terapia ocupacional.
Introdução à enfermagem em saúde mental: conceito e objetivos.
Evolução histórica da assistência à saúde mental e psiquiátrica;
Políticas de saúde relativas à saúde mental;
Características do Serviço Psiquiátrico e as doenças mais freqüentes;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Estudo das principais doenças mentais e respectivos cuidados de enfermagem: epilepsia,
neurose, psicose;
Assistência de enfermagem nos diferentes tipos de comportamento: deprimido, epiléptico,
agressivo, histérico, anti-social.
Técnicas e formas de comunicação em enfermagem psiquiátrica: desenvolvimento de
técnicas, objetivos, meios e princípios básicos para estabelecer a comunicação.
Noções das diversas modalidades de recreação: ludoterapia, musicoterapia, atividades
físicas e artísticas, horticultura, jardinagem, etc;
Técnicas de contenção;
Assistência de Enfermagem nas emergências psiquiátricas.
Características do serviço de Saúde Mental de ambulatório. O cliente-dia e seu
acompanhamento;
Estudo das principais doenças mentais e respectivos cuidados de enfermagem:
esquizofrenia e oligofrenia;
Assistência de enfermagem aos pacientes que fazem uso de substância psicoativas:
(Álcool e outros alucinógenos);
Assistência de enfermagem nos diferentes tipos de comportamento: autista, catatônico e
anti-social;
Diferenciação de doença e deficiência mental
Reforma psiquiátrica
Bibliografia Específica
BEZERRA JR., Benilton et al. Cidadania e loucura:políticas de saúde mental no Brasil.
Petrópolis: Vozes, 2001. (05)
ROCHA, Ruth M. Enfermagem em saúde mental. Rio de Janeiro: SENAC, 2005. (01)
MUNARI,D.B. Enfermagem e grupos. Gioania: AB Editora, 1997. (01)
Bloco Temático: Gestão em Saúde
Disciplinas:
Ética e Legislação Profissional
Competências do Bloco Temático
Interpretar os dispositivos legais que orientam a formação e o exercício dos profissionais de
enfermagem.
Identificar os direitos e os deveres inerentes á ação dos profissionais de enfermagem no
atendimento de indivíduos e comunidade.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Distinguir as finalidades das diversas entidades de classe da enfermagem.
Conhecer, interpretar e aplicar o código da enfermagem.
Conhecer as entidades de classe e as organizações de interesse da saúde e de defesa da
cidadania.
Reconhecer a estrutura, organização e funcionamento da enfermagem dentro das
instituições de saúde.
Identificar as diversas formas de trabalho e locais de atuação dos profissionais de
enfermagem.
Identificar os membros da equipe de enfermagem e suas respectivas funções.
Reconhecer a importância dos registros relativos aos procedimentos de enfermagem.
Avaliar, junto com a equipe, a qualidade da assistência de enfermagem.
Colaborar no planejamento e organização da assistência em enfermagem.
Executar o plano de cuidados de enfermagem, em conjunto com a equipe;
Realizar o registro das observações e práticas que constituem a assistência de
enfermagem.
Empregar princípios de qualidade na prestação se serviços de enfermagem.
Ajudar a estabelecer parâmetros para avaliação de qualidade da assistência de
enfermagem.
Interagir com a equipe de trabalho em prol da organização e eficácia dos serviços de
saúde.
Ética e Legislação Profissional
Prontuário do paciente:
Direitos do paciente;
Sigilo profissional;
Legislação:
Lei do exercício profissional da enfermagem; Lei 7.498/86;
O Código de ética dos profissionais da enfermagem;
Entidades de classe e sindicato;
Sistema: COFEN E COREN’s.
Bibliografia Específica
SANTOS, E.F. et al. Legislação em enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2002. (01)
DILLY,C.M.L., JESUS,M.C.P. Processo educacional em enfermagem. São Paulo: PROBEL,
1995. (02)
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
IVO, M.L. et al. Dimensões do processo de cuidar. Campo Grande: UFMS, 2004. (03)
Módulo III
Bloco Temático: Apoio Ao Diagnóstico
Disciplina:
Procedimentos Especializados de Enfermagem.
Competências do Bloco Temático
Identificar os recursos disponíveis na comunidade de forma a viabilizar o atendimento de
emergência eficaz, o mais rapidamente possível;
Conhecer as características gerais do ser humano sadio, tendo como referências visão
holística.
Interpretar as normas relativas à prevenção e controle de infecção hospitalar na unidade.
Identificar os anti-sépticos mais comuns utilizados na realização de curativos.
Caracterizar os diversos tipos de curativos.
Estabelecer comunicação eficiente com os clientes/paciente com vistas à efetividade das
ações realizadas.
Realizar procedimentos e cuidados de enfermagem de acordo com a prescrição
multidisciplinar.
Ensinar ao cliente/paciente técnicas que comprovam o auto cuidado;
Administrar medicamentos pelas diversas vias;
Utilizar terminologias da área.
Bases Tecnológicas
Influência das diferentes culturas na assistência de enfermagem:
As culturas sujeitas à mudança;
Influência sobre a mudança cultural;
Apreciação das diferenças culturais;
Implicação para enfermagem.
Desenvolvimento de um relacionamento terapêutico:
Atendimento das necessidades do ser humano;
Interação social no relacionamento enfermeiro – paciente;
Início e término do relacionamento terapêutico;
Princípios que proporcionam relacionamentos terapêuticos.
Atendimento diferenciado ao cliente/paciente
Paciente como indivíduo único;
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Reações mais comuns quando as pessoas adoecem.
O meio ambiente e a saúde:
O meio comunitário;
Atividades comunitárias típicas e como influenciam o bem estar;
O meio ambiente do paciente (espaço, segurança, conforto).
Infecção hospitalar:
Indicadores dos índices de infecção hospitalar.
Conhecimentos básicos de drogas e soluções:
Medicamentos:
Introdução, histórico, definições.
Ações terapêuticas.
Formas de apresentação.
Tipos de Medicamentos;
Conceito, classificação, mecanismo de ação e cuidados de enfermagem com:
Hipnóticos e Sedativos;
Coagulantes e Anticoagulantes;
Analgésicos e antipiréticos;
Antibióticos, antiflamatório;
Sulfas e Quimioterápicos;
Hiplogicemiantes orais – injetáveis (insulina);
Diuréticos;
Cardiotônicos (Digitálicos);
Antiarrítimicos;
Vasodilatadores e vasoconstrictores;
Corticóides;
Vitaminas e minerais
Produtos vacinais e soroterápicos;
Bibliografia Específica
ATKINSON, L.D., MURRAY,M.E. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1989. (04)
CAPENITO, L.J. Diagnósticos de enfermagem. São Paulo: Artes Médicas, 1995.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
ROGANTE, M.M. FUROLIN,M.I.R. Procedimentos especializados de enfermagem. São
Paulo: Atheneu, 2004. (02).
Bloco Temático: Recuperação e Reabilitação
Disciplinas:
Enfermagem em Urgência e Emergência
Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva
Enfermagem em Nefrologia
Enfermagem em Oncologia
Competências do Bloco Temático
Identificar sinais e sintomas que indiquem distúrbios clínicos e psicológicos e suas
complicações no organismo avaliando a sua gravidade;
Identificar procedimentos e cuidados de enfermagem indicados no atendimento das
necessidades básicas do cliente/paciente;
Interpretar as normas relativas à prevenção e controle de infecção hospitalar na unidade;
Conhecer as normas de segurança relativas a tratamentos antineoplásicos;
Conhecer as características gerais do ser humano sadio, tendo como referências visão
holística;
Identificar o processo de envelhecimento nos seus aspectos fisiológicos, psicológicos,
sociais e patológicos;
Caracterizar a prevenção, o tratamento e a reabilitação das afecções clínicas que mais
comumente afetam adultos e idosos;
Interpretar as normas técnicas sobre o funcionamento dos materiais e equipamentos
específicos;
Identificar os anti-sépticos mais comuns utilizados na realização de curativos;
Caracterizar os diversos tipos de curativos;
Estabelecer comunicação eficiente com os clientes/paciente com vistas à efetividade das
ações realizadas;
Realizar procedimentos e cuidados de enfermagem de acordo com a prescrição
multidisciplinar;
Executar e orientar a realização de exercícios de reabilitação e prevenção de seqüelas;
Manter a capacidade funcional do cliente/paciente ao máximo auxiliando sua adaptação às
limitações conseqüentes à doença;
Ensinar ao cliente/paciente técnicas que comprovam o auto cuidado;
Administrar medicamentos específicos pelas diversas vias, conforme prescrição;
Operar equipamentos e manusear materiais próprios do campo de atuação.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Aplicar normas de segurança para si e para o cliente/paciente ao lidar com tratamentos
antineoplásicos.
Encaminhar os clientes/pacientes portadores de seqüelas de doenças deformantes aos
grupos de apoio específicos.
Bases Tecnológicas
Enfermagem em Urgência e Emergência
Equipe de Pronto Socorro.
Funções da equipe de enfermagem;
Materiais e equipamentos de emergência.
Procedimentos de enfermagem no atendimento de emergência:
Parada cárdio-respiratória; traqueostomia, criqueostomia, entubação endotraqueal;
Hemorragia venosa e arterial;
Assistência de enfermagem em situações de hemorragia externa e interna;
Traumatismos (luxações, escoriações, fraturas);
Assistência de enfermagem em situações de traumatismos: cranioencefalico, raquimedular,
torácico, abdominal e de extremidades;
Choques: tipos de choque;
Assistência de enfermagem em situações de choque: anafilático, hipovolêmico,
neurogênico, séptico, cardiogênico.
Prevenção de acidentes em casos externos: armas brancas e armas de fogo;
Atendimento de emergência pré-hospitalar;
Assistência de enfermagem em algumas situações de:
Insolação, Internação, Síncopes, Lipotímia, Convulsões, Afogamento, Picadas de insetos e
animais venenosos, Queimaduras e Asfixias.
Intoxicação por: Medicamentos, Domosanitários e Agrotóxicos.
Bibliografia Específica
CARRARO, Telma E. Enfermagem e assistência. Goiânia: AB, 1997. (01)
FORTES, Júlia Ikeda. Enfermagem em emergências. São Paulo: EPU, 1986.
MENEZES, Eni Leci M. de. A enfermagem no tratamento dos queimados. São Paulo: EPU,
1988. (20)
Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva
Organização da unidade de terapia intensiva.
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
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Rubrica: ___________________
Objetivos da unidade.
Equipe da unidade e suas atribuições
Procedimentos de rotinas.
Planta física.
Equipamentos.
Equipamentos de assistência ventilatória: princípio de funcionamento, indicação,
acessórios, sistema de umidificação, limpeza, conservação.
Monitores cardíacos: princípio de funcionamento, indicação, sistemas de alarme,
interferências, colocação de eletrodos, derivação do ECG, calibragem, registro
eletrocardiográfico.
Aspiradores: aspiração contínua, aspiração intermitente, indicação, acessórios, limpeza,
conservação.
Equipamento para reanimação: componentes, princípio de funcionamento, desfibrilador e
cardioversor, balão de Ambu.
Insuficiência Renal Aguda.
Conceito e quadro clínico.
Balanço hídrico e calórico.
Alterações hidroeletrolíticas.
Insuficiência Respiratória (IR).
Reconhecimento do IR.
Manutenção da permeabilidade das vias aéreas (dreno torácico).
Cuidados com paciente em assistência ventilatória.
Cuidados com paciente traqueostomizado.
Urgências neurológicas.
Avaliação do nível de consciência.
Cuidados de enfermagem.
Choque.
Conceito, sinais e sintomas.
Controle de sinais vitais e pressão venosa central (PVC)
Cuidados na administração de medicamentos.
Assistência de enfermagem na parada cardio-respiratória (PCR)
Assistência de enfermagem na nutrição parenteral (NPP)
Controle da infecção em UTI.
Bomba de infusão
Aspiração traqueal
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
Coleta de gasometria
Bibliografia Específica
GOMES, A.M. Enfermagem na Unidade de Terapia Intensva. São Paulo: E.P.U., 1988. (03)
LUCHESE, F.A. Tratamento intensivo no pós-operatório. São Paulo: Fundo Editorial BYK,
1995. (02)
AUN,F. et al. Terapia intensiva em enfermagem. Rio de Janeiro: Atheneu, 1989. (02)
Enfermagem em Nefrologia
Anatomia e Fisiologia renal.
Patogenia e clínica das afecções renais.
Meios de diagnóstico: exame de urina, diagnóstico por imagem;
Glomerulonefrites;
Síndrome Nefrótica;
Infecção urinária;
Insuficiência renal aguda e crônica. Uremia;
Rins e hipertensão arterial;
Tumores renais;
Litíase. Tratamento cirúrgico;
Rins e doenças sistêmicas: Lúpus Eritematoso Sistêmico.
Assistência de Enfermagem na Diálise Peritoneal e Hemodiálise:
Princípios básicos;
Considerações técnicas;
Complicações;
Cuidados de enfermagem.
Assistência de enfermagem no transplante renal.
Bibliografia Específica
ARONE,E.M., PHILIPPI,M.L.S. Enfermagem medico-cirúrgica aplicada ao sistema renal e
urinário. São Paulo: SENAC, 1995. (02)
RIELLA,M.C. Princípios de nefrologia e distúrbios hidroeletrolíticos. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1996. (02)
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”
Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
Data: ___/___/___ Fls. _______
Rubrica: ___________________
BARROS,E. et al. Nefroloia, rotinas, diagnósticos e tratamentos. Porto Alegre: ARTMED,
1999. (04)
Enfermagem em Oncologia
Introdução à enfermagem oncológica: conceito e objetivos.
Características dos setores de oncologia e quimioterapia.
Principais patologias cancerígenas no adulto.
Principais patologias cancerígenas na criança.
Principais patologias hematológicas.
Níveis de prevenção.
Assistência de enfermagem aos pacientes oncológicos e hematológicos (criança,
adolescente, adulto e idoso).
Assistência de enfermagem aos pacientes oncológicos no pré, trans e pós-operatório.
Abordagem psicológica e espiritual.
Assistência de enfermagem no tratamento específica: impregnação, quimioterapia e
radioterapia.
Estrutura da equipe multidisciplinar de saúde em oncologia.
Isolamento protetor: materiais, tipos de pacientes, finalidade.
Assistência de enfermagem em quimioterapia
Histórico;
Ação dos quimioterápicos:
Classificação e descrição das ações das drogas quimioterápicos;
Como preparar os quimioterápicos;
Aspectos relativos a segurança do paciente, operador e ambiente;
Vias de administração dos quimioterápicos;
Tipos de catéteres, localização e cuidados;
Efeitos indesejáveis da quimioterapia.
Bibliografia Específica
BONASSA, E.M.A. Enfermagem em terapêutica oncológica. São Paulo: Atheneu, 2000.
(03)
UICC. Manual de oncologia clínica. São Paulo: Wiley, 2006. (02)
BRASIL. Câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2003. (05)
Aprovado pela Resolução SED/MS nº __________________________, de ___/___/___.
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Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul
Processo: 29/034346/2009
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Bloco Temático: Gestão em Saúde
Disciplina:
Administração em Unidade de Enfermagem
Competências do Bloco Temático
Reconhecer a estrutura, organização e funcionamento da enfermagem dentro das
instituições de saúde.
Identificar as diversas formas de trabalho e locais de atuação dos profissionais de
enfermagem.
Identificar os membros da equipe de enfermagem e suas respectivas funções.
Reconhecer a importância dos registros relativos aos procedimentos de enfermagem.
Avaliar, junto com a equipe, a qualidade da assistência de enfermagem.
Identificar lesões e seqüelas decorrentes de processo patológicos, tratamento e
procedimentos realizados.
Colaborar no planejamento e organização da assistência em enfermagem.
Executar o plano de cuidados de enfermagem, em conjunto com a equipe;
Realizar o registro das observações e práticas que constituem a assistência de
enfermagem.
Empregar princípios de qualidade na prestação se serviços de enfermagem.
Ajudar a estabelecer parâmetros para avaliação de qualidade da assistência de
enfermagem.
Executar os cuidados de enfermagem observando os princípios científicos.
Interagir com a equipe de trabalho em prol da organização e eficácia dos serviços de
saúde.
Participar de negociações coletivas trabalhistas.
Utilizar os softwares aplicados á enfermagem.
Bases Tecnológicas
Administração em Unidade de Enfermagem
Organização, estrutura e funcionamento da Enfermagem dentro das Instituições de Saúde
(Hospitais, Clínicas, Ambulatórios, Postos de Saúde).
Trabalho em equipe, liderança, supervisão do serviço de enfermagem, passagem de
plantão;
Registro de enfermagem:
Impressos;
Relação de pacientes;
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Censo hospitalar diário;
Relatórios de enfermagem;
Noções de Administração no serviço de enfermagem:
Instrumentos administrativos;
Regimento;
Manual;
Normas e rotinas.
Educação Continuada: acompanhamento e avaliação do desempenho.
Relações contratuais;
Escala de férias, folgas, turno de trabalho;
Distribuições de tarefas;
Procedimentos de rotina no ambiente hospitalar e na rede básica de saúde pública.
Noções de Administração de material:
Material utilizado no serviço de saúde;
Quantificação de material de consumo;
Custos X Benefício.
Controle de Qualidade:
Controle de qualidade da assistência de enfermagem;
Controle de qualidade do material de consumo e equipamentos.
Noções de Informática: Word, sistemas de Informações em Saúde (SINAM, SINASC, SAISUS, SIH-SUS, SIM, API.).
Bibliografia Específica
DIAS,M.A. Administração de materiais. São Paulo: Atlas, 1993. (01)
KURCGANT, H.M. Administração em enfermagem. São Paulo: E.P.U., 1991. (04)
HENDRIKX, H.M. Manual de organização e avaliação do serviço de enfermagem. São
Paulo: U.S.C., 1993. (03)
d) Metodologia
O curso será desenvolvido através do sistema de modulação, baseado em
procedimentos que favoreçam a participação ativa do educando. O currículo está
organizado em blocos temáticos e Disciplinas, agrupadas em módulos, ministrados
através de aulas expositivas dialogadas e práticas.
As aulas serão ministradas de forma teórico-prática, em sala de aula devidamente
equipada, utilizando-se recursos didáticos que atendam a natureza das Disciplinas e
serão oferecidas através de diferentes técnicas pedagógicas como: aulas expositivas,
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trabalhos em grupo, trabalhos em campo, seminários, relatórios, simulações, dentre
outros a critério do professor.
Os professores deverão elaborar o planejamento de ensino, considerando o
conhecimento e experiências vivenciadas pelo aluno, favorecendo assim o melhor
aprendizado do mesmo. De acordo com as dificuldades apresentadas pelos alunos o
professor deverá adequar sua metodologia às necessidades dos mesmos com o fim de
sanar suas dúvidas.
Para desenvolver seu conteúdo, o professor poderá utilizar como suporte teórico, os
livros e slides disponíveis na Biblioteca de Ciências da Saúde do Estado do Mato Grosso
do Sul na Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”, ou ainda, realizar
levantamento bibliográfico junto à Biblioteca Virtual em Saúde, pela Internet, também
disponível na referida biblioteca.
O material didático deverá ser elaborado pelos professores do curso e será reproduzido e
fornecido aos alunos pela Escola Técnica do SUS ”Professora Ena de Araújo Galvão”.
e) Funcionamento do curso
O Curso Técnico em Enfermagem – Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança –
Educação Profissional Técnica de nível médio terá início, após a publicação do ato
concessório de autorização de funcionamento do curso, no Diário Oficial do Estado, pelo
órgão competente.
O referido Curso funcionará de segunda a sexta-feira, com turmas no período diurno e
turmas no período noturno e também no sábado, em período integral, para turmas
especiais de final de semana, cujo Calendário Escolar será elaborado pela Direção, Setor
de Assessoramento Pedagógico e Área Técnica e pelos professores, atendendo a carga
horária estipulada na Matriz Curricular. A implantação deste curso será de forma
gradativa.
A duração da hora/aula teórico-prática será de 60 minutos cada, com 4 (quatro) horas
diárias, por turno, conforme planejamento da escola e de cada professor, com horário
definido para os três turnos.
f) Plano de Realização do Estágio Profissional Supervisionado
O Estágio Profissional Supervisionado tem como objetivo desenvolver no aluno, técnicas
do trabalho aprendidas no decorrer do Curso pertinentes à ocupação, levando-os a emitir
relatórios sobre as atividades vivenciadas, descrevendo-as e enfatizando a realização de
trabalhos relacionados às Disciplinas do referido Módulo, através de conhecimentos e
conteúdos teóricos, com o objetivo de vivenciar situações concretas de trabalho, que
possibilitem o desenvolvimento de posturas adequadas à profissão, atenuando o impacto
da passagem da vida de aluno para a vida profissional.
O Estágio Profissional Supervisionado será proporcionado ao aluno a partir do Módulo II,
após o cumprimento das Disciplinas do mesmo, com a orientação, acompanhamento,
supervisão e avaliação do professor de estágio.
Caberá ao professor de estágio, sob a orientação da Coordenação Técnica do Curso,
elaborar o plano de desenvolvimento do Estágio Profissional Supervisionado.
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O aluno será avaliado progressivamente considerando os aspectos qualitativos quanto às
habilidades, assiduidade, pontualidade, aptidão, desempenho de técnicas, integração de
conhecimentos adquiridos nas aulas teórico-práticas, ética e criatividade.
Todas as atividades deverão ser registradas e observadas na ficha de estágio, na qual
deverá estar explicitada a avaliação do aluno, a qual será expressa por meio dos
conceitos Apto (A) e Não Apto (NA), conforme determinado no sistema de avaliação
deste Projeto, e deverá ser entregue à Secretaria da Escola para ser arquivada no
prontuário do aluno.
Será considerado aprovado no estágio, o aluno que obtiver conceito Apto (A) e
freqüência igual ou superior a 90% (noventa por cento).
O aluno que não atingir o conceito e/ou a freqüência exigida no Estágio Profissional
Supervisionado será considerado reprovado no Módulo. Neste caso, o mesmo poderá
ser matriculado novamente no respectivo Módulo e requerer o aproveitamento das
Disciplinas teórico/práticas cursadas com êxito e cursar o referido estágio em nova turma
deste curso, desde que o projeto esteja dentro do prazo de aprovação pela Secretaria de
Estado de Educação/MS e de acordo com a disponibilidade do aluno e da Escola, para
sua operacionalização.
A Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”, através do Coordenador
de curso, fornecerá ao aluno o Regulamento do Estágio Profissional Supervisionado, no
qual constarão os locais, o período em que cada aluno irá desenvolvê-lo, o qual não
poderá exceder a jornada diária de 6 horas, perfazendo 30h semanais.
Para realização do Estágio Profissional Supervisionado serão formados grupos de
no máximo 8 (oito) alunos para cada professor.
A carga horária total do Estágio Profissional Supervisionado é de 620 horas e será
realizado nos períodos matutino, vespertino e noturno, de acordo com o horário de
funcionamento dos locais dos estágios.
O aluno trabalhador poderá ser dispensado do cumprimento de até 50% da carga horária
do Estágio Profissional Supervisionado, quando comprovar exercer funções
correspondentes às competências profissionais desenvolvidas, à luz do perfil profissional
de conclusão do curso, mediante avaliação realizada pela escola, respeitados os
seguintes critérios:
- estar no exercício da função no prazo mínimo de 01 (um) ano;
- estar desenvolvendo atividades compatíveis com as competências propostas para este
curso.
A instituição garantirá ao aluno o seguro contra acidentes pessoais, bem como, seguro
de responsabilidade civil por danos contra terceiros, quando for o caso, mediante a
contratação da prestação de serviços educacionais.
O Estágio Profissional Supervisionado será realizado em instituições de saúde
conveniadas.
VI - Freqüência
A freqüência no curso é permitida apenas, aos estudantes legalmente matriculados,
sendo a freqüência mínima obrigatória, às aulas teórico-práticas, de 75% (setenta e cinco
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por cento) da carga horária de cada disciplina dos blocos temáticos de cada Módulo e
90% (noventa por cento) da carga horária do Estágio Profissional Supervisionado.
As faltas dos estudantes não poderão ser abonadas, exceto em casos previstos em lei,
como: gestação, licença maternidade, cirurgias de urgência, doenças infectocontagiosas, traumatismos ou outras condições mórbidas, mediante apresentação de
documento comprobatório (contendo CID) protocolado na Secretaria Escolar, no prazo
de 72 horas da data do documento, e análise do Coordenador de Curso, assegurando-se
ao aluno à compensação desse período, conforme previsto na Lei n° 6.202, de 17-04-75
e Decreto-Lei n° 1.044, de 21-10-69.
Nos casos previstos acima, deve ser requerida, pelo aluno ou por seu representante
legal, a compensação dessas aulas por meio de exercícios domiciliares com
acompanhamento do Coordenador de Curso, sempre que compatíveis com o estado de
saúde e as possibilidades desta Escola. O Requerimento deve ser acompanhado de
laudo médico especificando o período no qual o aluno ficará impedido de freqüentar as
aulas.
A freqüência às aulas e demais atividades programadas pela Escola serão obrigatórias
em todas as disciplinas constantes nos Módulos I, II e III. O registro da freqüência do
aluno às atividades programadas será efetuado obrigatoriamente, em diário de classe,
pelo professor, e encaminhado para a Secretaria Escolar no prazo de uma semana após
o encerramento da disciplina/módulo.
VII - Aproveitamento de estudos, conhecimentos e experiências anteriores
Contemplando a Legislação em vigor, serão aproveitados estudos de: disciplinas,
competências ou módulos concluídos com êxito em cursos de qualificações profissionais,
etapas ou módulos de cursos técnicos de nível médio.
O aproveitamento dos cursos técnicos de nível médio somente poderá ocorrer, desde
que, diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva
habilitação profissional deste curso e, cuja conclusão, tenha ocorrido nos últimos (05)
cinco anos, expedidos por instituições devidamente credenciadas para oferecer
Educação Profissional Técnica de Nível Médio e que tenham cursos autorizados ou
reconhecidos.
Para tanto, o candidato a esse tipo de aproveitamento deve formalizar o pedido através
de requerimento próprio junto à Secretaria Escolar, em data anterior a realização da
matrícula, apresentando a documentação exigida, acompanhada da Ementa Curricular,
cuja análise documental será feita pela Secretaria Escolar da Escola e pelo Coordenador
Técnico, admitindo-se a avaliação, quando for o caso, que será realizada pelos Docentes
da Escola. A mesma sistemática será utilizada para os cursos descentralizados.
Poderá, também, ser aproveitado os conhecimentos e experiências anteriores para fins
de reconhecimento de competências adquiridas no trabalho ou por outros meios
informais, mediante processo avaliativo. Tal aproveitamento deverá ser realizado antes
da efetivação da matrícula do candidato. A avaliação será realizada por uma comissão
composta de técnicos da Escola e equipe docente, onde serão verificados os
conhecimentos e competências, comprovadamente, adquiridas.
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Tal avaliação deverá ser na forma escrita e, quando necessário, na forma prática,
baseada em conteúdos da Ementa Curricular deste Projeto, para determinar em que
módulo o aluno poderá ingressar no curso, e para aprovação o candidato deverá obter o
conceito Apto.
Determinado o aproveitamento de estudos o aluno ficará dispensado de cursar a
disciplina ou o módulo equivalente ao aproveitamento.
O resultado final deste processo será legitimado pela Secretaria Escolar por meio de
Portaria.
O Requerimento da solicitação do Aproveitamento de Estudos, os resultados obtidos
através da análise da ementa curricular ou das avaliações aplicadas e a Portaria que
legitima este ato serão devidamente arquivados na pasta do aluno.
Considerando que o curso terá implantação gradativa, o aluno que obtiver êxito no
processo de aproveitamento de estudo deverá aguardar a implantação do respectivo
módulo para efetivação da matrícula.
VIII – Avaliação
a) Avaliação da aprendizagem
A avaliação, parte integrante do processo educativo, é entendida, nesse curso, com
enfoque formativo. Entende-se a avaliação formativa como um constante diagnóstico
participativo e dialógico entre o docente e o discente, possibilitando ao primeiro, com
base nas informações coletadas, realizar intervenções, como: prestar orientação e apoio,
àqueles que não estão conseguindo desenvolver as competências requeridas por este
curso. A avaliação somativa ocorre ao final do processo de aprendizagem e tem
como finalidade certificar a aquisição de conhecimentos, habilidades, atitudes e/ou
valores avaliados, sempre que possível, em situações concretas, rotineiras, do
contexto da prática profissional dessa habilitação.
O processo de avaliação deve considerar as diferentes perspectivas e interpretações dos
diversos atores envolvidos em todas as fases do curso, fundamentando-se em uma ação
coletiva e consensual, em que os aspectos qualitativos devem prevalecer sobre os
quantitativos. A avaliação será realizada por instrumentos e modalidades diversificadas,
tais como: avaliação escrita, oral e prática, estudos de casos, projetos, situaçõesproblema, elaboração de portfólios, provas, atividades em grupo, painéis, seminários,
dramatizações, relatórios, auto e inter-avaliação, e outros.
Durante todo o processo do desenvolvimento do curso, o aluno será avaliado em sua
integralidade, de forma contínua e progressiva, levando-se em conta, principalmente, os
conhecimentos, as habilidades, as atitudes e/ou valores descritas no perfil do profissional
que se deseja formar.
Os resultados das avaliações serão expressos sob a forma de conceito Apto (A) e Não
Apto (NA) e todo o processo de avaliação realizado deverá ser de alguma forma
registrado pelo professor (planilhas, relatórios, pareceres, etc.), ficando sob sua
responsabilidade e guarda.
O aproveitamento do aluno será expresso por meio de uma lista de competências de
cada disciplina, previamente elaborada pelo corpo docente do módulo. A partir desta
lista, o professor deverá indicar as competências que o aluno apresenta. Deverá haver
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um número mínimo de competências apresentadas pelo aluno, de acordo com o critério
técnico de cada professor, levando-se em conta as especificidades exigidas por cada
disciplina.
Os alunos que apresentarem dificuldades durante o processo de aprendizagem serão
alvos de atenção especial do professor objetivando proporcionar a este o alcance do
nível de desenvolvimento da turma. Este recurso pedagógico será utilizado
concomitantemente ao desenvolvimento das aulas e se ainda assim o aluno não obtiver
o conceito Apto (A), o mesmo entrará em processo de recuperação.
O aluno será considerado aprovado quando concluir todas as disciplinas previstas nos
blocos temáticos de cada Módulo com aproveitamento Apto (A) e a freqüência igual ou
superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total da carga horária de cada disciplina e
90% (noventa por cento) do total da carga horária do Estágio Profissional
Supervisionado.
O aluno que não obtiver a freqüência mínima exigida será considerado reprovado no
Módulo mesmo obtendo aproveitamento satisfatório.
Os registros dos conceitos do aluno às atividades programadas serão efetuados em
diário de classe pelo professor, e entregue à Secretaria Escolar no prazo de uma semana
após o encerramento da disciplina, inclusive para os cursos descentralizados.
Ao final de cada módulo será previsto intervalo de uma semana para realização de
Conselhos de Classe com a equipe técnica e os docentes envolvidos no curso para a
avaliação do módulo cursado e planejamentos necessários ao próximo módulo.
Recuperação
A recuperação ocorrerá em cada disciplina teórico/prática e será, preferencialmente,
realizada de forma contínua, paralela ao desenvolvimento da mesma.
Quando o aluno, mesmo com a recuperação paralela, não obtiver o conceito Apto (A),
deverá ser oferecido ao mesmo recuperação final, cuja carga horária deverá ser
equivalente a 10% da carga horária total da disciplina em que o aluno não alcançou o
referido conceito. Essas aulas de recuperação deverão ocorrer de forma independente
ao horário regular do curso, na forma de aulas expositivas, aulas práticas, trabalhos
individuais e em grupos que posteriormente serão objeto de nova avaliação pelo
professor responsável pela disciplina, cujo conceito para aprovação será Apto.
O aluno poderá ficar para recuperação em todas as Disciplinas de cada bloco temático.
Caso o aluno, após esgotar todas as possibilidades de recuperação, ainda não consiga
alcançar o conceito Apto (A) na disciplina o mesmo será considerado Não Apto (NA).
No caso de ser considerado Não Apto (NA) no módulo cursado, o aluno poderá proceder
a matrícula no Módulo em questão, após requerer o aproveitamento das Disciplinas
cursadas com êxito, cursando apenas a disciplina na qual foi considerado Não Apto (NA),
desde que o Curso esteja dentro do prazo do ato autorizativo concedido pela Secretaria
de Estado de Educação, para sua operacionalização e que a Escola Técnica do SUS
“Professora Ena de Araújo Galvão” esteja ofertando-o, naquele momento.
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b) Avaliação do Curso
A Escola Técnica do SUS “Professora Ena de Araújo Galvão”, por meio de um
acompanhamento sistemático e contínuo, desenvolverá avaliações internas periódicas,
por meio de questionários, como instrumentos de coleta de informações, visando saber
as condições de funcionamento da escola, como um todo e da qualidade do curso
oferecido, em todos os Módulos operacionalizados, envolvendo os diferentes segmentos
que integram a comunidade escolar, isto é: alunos, professores e funcionários técnicoadministrativos. Os resultados desta avaliação serão consolidados em relatórios, com o
objetivo de aperfeiçoamento da qualidade de ensino e o desempenho dos alunos frente
aos objetivos propostos e as competências desenvolvidas nos cursos.
IX - Organização da escrituração escolar e modelos de documentos
A secretaria escolar deverá ter em seus arquivos, diários de classe, canhotos de
conceito, avaliações de estágios e portarias, quando for o caso, para elaboração de Ata
de Resultado Final, para posterior expedição e registro de Certificados e Diplomas.
Aos concluintes, a Escola expedirá e registrará os Certificados e Diplomas para fins de
validade nacional, ficando responsável pela última certificação do itinerário deste Curso,
observando o requisito de conclusão do Ensino Médio ou equivalente.
Para o aluno que concluir o Módulo I e II, com êxito, a Escola irá expedir o Certificado
Qualificação Profissional Técnica de nível médio - Auxiliar em Enfermagem - Eixo
Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança - Educação Profissional Técnica de nível
médio.
A Escola expedirá o Diploma de Técnico em Enfermagem – Eixo Tecnológico: Ambiente,
Saúde e Segurança - Educação Profissional Técnica de nível médio, para o aluno que
concluir os Módulos I, II e III.
O Histórico Escolar acompanhará o Certificado e o Diploma, explicitando, também, as
competências definidas no perfil profissional de conclusão do curso.
Incorporam-se a este Projeto, as disposições relacionadas à parte organizacional da
Escola, bem como as normas de convivência expressas no Regimento Escolar.
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PROJETO CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM