BOLÍVAR ARTHUR BUTZKE, CLAITON JOZIEL PUHL, CRISTIANO RAFAEL STEFFENS, DOUGLAS JOEL DAPPER, EDUARDO MARCEL SIGNORI, ELISANGELA NAPIVOSKI, GUSTAVO FELIPE KLAUS, HELMUTH GROSSMANN JUNIOR, HELTON EDUARDO RITTER, IVAN LUIS GUNKEL, JOAO CARLOS LUFT FERRI, KARINE BAIOTTO, LUIS CARLOS LORENZO, MAYCON VIANA BORDIN, VOLNEI HECKLER ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO ORIENTADO A OBJETOS DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS Três de Maio 2010 BOLÍVAR ARTHUR BUTZKE, CLAITON JOZIEL PUHL, CRISTIANO RAFAEL STEFFENS, DOUGLAS JOEL DAPPER, EDUARDO MARCEL SIGNORI, ELISANGELA NAPIVOSKI, GUSTAVO FELIPE KLAUS, HELMUTH GROSSMANN JUNIOR, HELTON EDUARDO RITTER, IVAN LUIS GUNKEL, JOAO CARLOS LUFT FERRI, KARINE BAIOTTO, LUIS CARLOS LORENZO, MAYCON VIANA BORDIN, VOLNEI HECKLER ELABORAÇÃO DE UMA ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO ORIENTADO A OBJETOS DE UM SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS Relatório da Prática Profissional Direcionada IV Sociedade Educacional Três de Maio Faculdade Três de Maio Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação Professores Orientadores: Ms. Fauzi de Moraes Shubeita Ms. Marcelo Ackermann Ms. Marcos Garrafa Ms. Renato Rockenbach Ms. Vera Lúcia Lorenset Benedetti Três de Maio 2010 AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar, gostaríamos de agradecer ao Ser Superior que olha por nós e nos mostra o caminho da sabedoria e da honestidade. Agradecer aos professores orientadores pela dedicação, tempo, atenção e pelos puxões de orelha que contribuíram para o crescimento do nosso conhecimento. De uma forma especial, aos colegas não matriculados na prática IV e que nos deram uma demão no Referencial Teórico do Capítulo 2. Aos nossos familiares por aguentar as horas de trabalho nas madrugadas. De modo especial, um profundo agradecimento ao professor Garrafa pela base de Gestão de Pessoas e pelas piadas sempre bem humoradas. Enfim, a todos que de alguma forma contribuíram para a concretização deste trabalho acadêmico, nosso muito obrigado! Quem quer guabirova boa tem que chacoalhar o galho. Marcos Garrafa Reunir-se é um começo, permanecer juntos é um progresso, e trabalhar juntos é um sucesso. Henry Ford RESUMO O presente trabalho desenvolve uma pesquisa na área de gestão de pessoas com o intuito de prover fundamentação para o desenvolvimento de um software integrado, contemplando os subsistemas de avaliação de desempenho e potencial, ficha funcional e perfil de cargos, recrutamento e seleção, salário e benefícios bem como treinamento e desenvolvimento. Fez-se uso de boas práticas de gerenciamento de projetos durante as etapas iniciais (PMI), garantindo uma base sólida para o desenvolvimento do relatório e do sistema. Em virtude da escolha do uso de programação orientada a objetos, há também fundamentação da mesma, bem como gerenciamento de bancos de dados Oracle, linguagem Object-Pascal (Delphi) e PHP (web). Trata-se de uma pesquisa exploratória e descritiva, abordagem qualitativa e quantitativa com documentação direta e indireta (fontes secundárias). Utilizou-se de controle de versões onde buscou-se centralizar todo o código fonte e documentos pertinentes num repositório on-line, facilitando o desenvolvimento e mantendo o desenvolvimento consistente. O sistema foi desenvolvido de modo a integrar os módulos para trabalharem unidos, compartilhando informações entre si com uma interface padronizada, agregando funcionalidade e robustez. Palavras chave: gestão gerenciamento de projetos, POO. de pessoas, análise orientada a objetos, ABSTRACT This paper develops a research in the area of people management in order to provide grounds for developing an integrated software, comprising subsystems for evaluating performance and potential, functional form and profile positions, recruitment and selection, salary and benefits as well as training and development. Good practices in project management were used during the early stages (PMI), ensuring a solid basis for developing the report and the system. Given the choice of using object-oriented programming, there are also reasons for it, and managing Oracle databases, ObjectPascal language (Delphi) and PHP (web). This is an exploratory and descriptive, qualitative and quantitative approach documentation with direct and indirect (secondary sources). We used version control system which sought to centralize all the source code and documents in an online repository, facilitating the development and maintaining the consistent development. The system was developed to integrate the modules to work together, sharing information among themselves with a standardized interface, adding functionality and robustness. Keywords: people management, object-oriented analysis, project management, POO. LISTA DE FIGURAS Figura 1: Abrangência da descrição e da análise de cargos. ........................................... 38 Figura 2: Etapas do processo de captação e seleção. ..................................................... 52 Figura 3: Componentes de um sistema de remuneração estratégica ..............................56 Figura 4: Componentes da remuneração funcional ..........................................................58 Figura 5: Ficha de avaliação de competências. ................................................................67 Figura 6: Motivação, desempenho e recompensa. ...........................................................72 Figura 7: Motivação, desempenho e recompensa. .........................................................108 Figura 8: Clico de vida de um projeto ...............................................................................116 Figura 9: Gerenciamento de Custos.................................................................................154 Figura 10: Tela de Revisões. ............................................................................................157 Figura 11: Tela de Revisões .............................................................................................158 Figura 12: Diagrama de Caso de Uso – Perfil de Cargo.................................................169 Figura 13: Diagrama de Classe – Perfil de Cargo. ..........................................................170 Figura 14: Diagrama de Sequência: Manter Cargos – Perfil de Cargo. .........................171 Figura 15: Diagrama de Caso de Uso – Ficha Funcional. ..............................................172 Figura 16: Diagrama de Classe – Ficha Funcional .........................................................174 Figura 17: Diagrama de Sequência: Manter Funcionários – Ficha Funcional ...............175 Figura 18: Diagrama de Casos de Uso – Recrutamento e Seleção...............................176 Figura 19: Diagrama de Classes – Recrutamento e Seleção .........................................177 Figura 20: Diagrama de Sequência: Cálculos – Recrutamento e Seleção ....................178 8 Figura 21: Diagrama de Sequência: Efetuar Backup – Recrutamento e Seleção.........179 Figura 22: Diagrama de Sequência: Gerar Relatórios – Recrutamento e Seleção .......180 Figura 23: Diagrama de Sequência: Manter Cadastros: Administrador – Recrutamento e Seleção ..............................................................................................................................182 Figura 24: Diagrama de Sequência: Manter Cadastros: Candidato – Recrutamento e Seleção ..............................................................................................................................183 Figura 25: Diagrama de Sequência: Pesquisar Currículos – Recrutamento e Seleção 184 Figura 26: Diagrama de Caso de Uso – Avaliação de Desempenho e Potencial .........185 Figura 27: Diagrama de Classes – Avaliação de Desempenho e Potencial..................186 Figura 28: Diagrama de Sequência – Avaliação de Desempenho e Potencial .............187 Figura 29: Diagrama de Casos de Uso – Treinamento e Desenvolvimento ..................188 Figura 30: Diagrama de Classes – Treinamento e Desenvolvimento ............................190 Figura 31: Diagrama de Sequencia – Treinamento e Desenvolvimento ........................191 Figura 32: Diagrama de Casos de Uso – Salário e Benefícios ......................................192 Figura 33: Diagrama de Classes – Salário e Benefícios .................................................193 Figura 34: Diagrama de Sequência: Gerar folha de pagamento – Salário e Benefícios ............................................................................................................................................194 Figura 35: Diagrama de Sequência: Gerar relatórios – Salário e Benefícios ................195 Figura 36: Diagrama de Sequência do Sistema Organic PM .........................................197 Figura 37: Tela de autenticação do usuário .....................................................................198 Figura 38: Tela de autenticação do usuário .....................................................................199 Figura 39: Tela de autenticação do usuário .....................................................................200 Figura 40: Tela principal do sistema Organic PM ............................................................201 Figura 41: Tela modelo do sistema Organic PM .............................................................202 Figura 42: Tela de manutenção de CHA – Perfil de Cargo. ...........................................203 Figura 43: Tela de manutenção dos cargos – Perfil de Cargo. ......................................204 Figura 44: Tela de cadastro de colaboradores – Ficha Funcional. ................................205 Figura 45: Tela Dados Pessoais – Recrutamento e Seleção. ........................................206 9 Figura 46: Tela Endereço – Recrutamento e Seleção. ...................................................207 Figura 47: Tela Contatos – Recrutamento e Seleção. ....................................................207 Figura 48: Tela Formação Acadêmica – Recrutamento e Seleção. ...............................208 Figura 49: Tela Experiência Profissional – Recrutamento e Seleção. ...........................209 Figura 50: Tela Formação Adicional – Recrutamento e Seleção. ..................................210 Figura 51: Tela Conhecimentos – Recrutamento e Seleção. .........................................210 Figura 52: Tela Idiomas – Recrutamento e Seleção. ......................................................211 Figura 53: Tela Referências – Recrutamento e Seleção. ...............................................212 Figura 54: Tela Inicial do Candidato – Recrutamento e Seleção. ..................................212 Figura 55: Tela Alteração de dados pessoais – Recrutamento e Seleção. ...................213 Figura 56: Tela Detalhes da fase de teste – Recrutamento e Seleção. .........................214 Figura 57: Tela exemplo de teste – Recrutamento e Seleção. .......................................214 Figura 58: Tela Cadastro de processo seletivo – Recrutamento e Seleção. .................215 Figura 59: Tela Cadastro de processo seletivo fases – Recrutamento e Seleção. .......216 Figura 60: Tela Listagem de processos seletivos – Recrutamento e Seleção. .............217 Figura 61: Tela Cadastro de Testes – Recrutamento e Seleção. ..................................218 Figura 62: Tela gráfico de acessos e cadastros – Recrutamento e Seleção.................220 Figura 63: Tela Cadastro de Férias – Salário e Benefícios. ...........................................221 Figura 64: Tela Eventos Padrão da Folha – Salário e Benefícios. ................................. 222 Figura 65: Tela Folha de Pagamentos – Salário e Benefícios. ......................................223 Figura 66: Tela Inicial – Treinamento e Desenvolvimento. .............................................224 Figura 67: Tela Manutenção de Resultados – Treinamento e Desenvolvimento. .........225 Figura 68: Tela Manutenção de Técnicas – Treinamento e Desenvolvimento. .............226 Figura 69: Tela Manutenção de Métodos – Treinamento e Desenvolvimento. .............226 Figura 70: Tela Manutenção de Recursos – Treinamento e Desenvolvimento. ............227 Figura 71: Tela Manutenção de Ambientes – Treinamento e Desenvolvimento. ..........228 Figura 72: Tela Manutenção de Objetivos – Treinamento e Desenvolvimento. ............228 10 Figura 73: Tela Manutenção de Instrutores – Treinamento e Desenvolvimento. ..........229 Figura 74: Tela Manutenção de Turmas – Treinamento e Desenvolvimento. ...............230 Figura 75: Tela Manutenção de Treinamentos – Treinamento e Desenvolvimento. .....231 Figura 76: Tela Manutenção de Resultados Obtidos – Treinamento e Desenvolvimento. ............................................................................................................................................232 Figura 77: Tela Manutenção de Indicadores – Avaliação de Desempenho e Potencial ............................................................................................................................................233 Figura 78: Tela Manutenção de Indicadores – Avaliação de Desempenho e Potencial ............................................................................................................................................234 Figura 79: Tela Manutenção de Avaliação – Avaliação de Desempenho e Potencial ..235 Figura 80: Tela Pesquisa de Avaliação – Avaliação de Desempenho e Potencial .......236 Figura 81: Tela Pesquisa de Avaliação – Avaliação de Desempenho e Potencial .......237 LISTA DE QUADROS Quadro 1: Exemplo de Folha de Descrição de Cargo....................................................... 37 Quadro 2: Necessidades para recrutar .............................................................................. 41 Quadro 3: Funções dos envolvidos ..................................................................................153 Quadro 4: Responsabilidades das funções .....................................................................154 Quadro 5: Possíveis riscos do projeto ..............................................................................156 Quadro 6: Requisitos Funcionais - Perfil de Cargo .........................................................159 Quadro 7: Requisitos Funcionais – Ficha Funcional .......................................................160 Quadro 8: Requisitos Funcionais – Recrutamento e Seleção ........................................162 Quadro 9: Requisitos Funcionais – Avaliação de Desempenho e Potencial .................162 Quadro 10: Requisitos Funcionais – Treinamento e Desenvolvimento .........................163 Quadro 11: Requisitos Funcionais – Salário e Benefícios ..............................................164 Quadro 12: Requisitos Regras de Negócio – Recrutamento e Seleção ........................165 Quadro 13: Requisitos Regras de Negócio – Treinamento e Desenvolvimento ...........165 Quadro 14: Requisitos Regras de Negócio – Salário e Benefícios ................................166 Quadro 15: Requisitos Não Funcionais – Recrutamento e Seleção ..............................167 Quadro 16: Requisitos Não Funcionais – Avaliação de Desempenho e Potencial .......167 Quadro 17: Requisitos Não Funcionais – Salário e Benefícios ......................................168 LISTA DE SIGLAS AbE - Abaixo do Esperado AE - Acima do Esperado APF - Análise de Pontos por Função API - Application Programming Interface ATS - Applicant Tracking Systems BD - Banco de Dados CEP - Código de Endereçamento Postal CGI - Common Gateway Interface CHA - Conhecimento, Habilidade, Atitude CI - Cliente Interno CLT - Consolidação das Leis do Trabalho CPF - Cadastro de Pessoas Físicas 13 CRUD - Create, Read, Update, Delete DDD - Discagem Direta a Distância DDL - Data-Definition Language DE - Dentro do Esperado DML - Data Manipulation Language ER – Modelo Entidade Relacionamento ERP - Enterprise Resource Planning FGTS - Fundo de Garantia de Tempo de Serviço GNU/GPL - General Public License HTTP - HyperText Transfer Protocol Secure IDE - Integrated Development Environment IMAP - Internet Message Access Protocol INSS - Instituto Nacional do Seguro Social IRFF - Imposto Retido na Fonte NAp - Não se Aplica NNTP - Network News Transfer Protocol PE - Próximo do Esperado 14 PHP - PHP Hypertext Preprocessor PM - People Management PMBOK - Project Management Body of Knowledge POO - Programação Orientada a Objetos POP3 - Post Office Protocol RH - Recursos Humanos SGBD - Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados SNMP - Simple Network Management Protocol SQL - Structured Query Language SRH - Sistema de Remuneração por Habilidades SVN - Subversion T&D - Treinamento e Desenvolvimento TCP/IP - Transmission Control Protocol/Internet Protocol UF - Unidade Federativa UML - Unified Modeling Language SUMÁRIO RESUMO................................................................................................................................ 5 ABSTRACT ........................................................................................................................... 6 LISTA DE FIGURAS ............................................................................................................. 7 LISTA DE QUADROS ......................................................................................................... 11 LISTA DE SIGLAS .............................................................................................................. 12 SUMÁRIO ............................................................................................................................15 INTRODUÇÃO..................................................................................................................... 24 CAPÍTULO 1: ASPECTOS METODOLÓGICOS ..............................................................26 1.1 TEMA .............................................................................................................................26 1.1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA ........................................................................................ 26 1.2 PROBLEMATIZAÇÃO DO TEMA ................................................................................ 27 1.3 HIPÓTESES .................................................................................................................. 27 1.3.1 Variáveis .................................................................................................................... 28 1.4 OBJETIVOS ................................................................................................................... 28 1.4.1 Objetivo Geral ........................................................................................................... 28 1.4.2 Objetivos Específicos..............................................................................................28 1.5 JUSTIFICATIVA ............................................................................................................ 29 1.6 METODOLOGIA ............................................................................................................ 30 1.6.1 Métodos de Abordagem ..........................................................................................30 1.6.2 Métodos de Procedimentos.................................................................................... 31 16 1.6.3 Técnicas de Pesquisa..............................................................................................31 CAPÍTULO 2: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ................................................................. 33 2.1 GESTÃO DE PESSOAS ...............................................................................................33 2.1.1 Ficha Funcional e Perfil de Cargo ......................................................................... 34 2.1.1.1 Perfil de Cargo ........................................................................................................ 34 2.1.1.2 Como adequar os cargos às pessoas? ................................................................. 35 2.1.1.3 Descrição Dos Cargos ............................................................................................36 2.1.1.4 Análise De Cargos .................................................................................................. 37 2.1.1.4.1 A Estrutura da análise de cargos ........................................................................ 38 a) Requisitos mentais: ......................................................................................................... 39 b) Requisitos físicos: ........................................................................................................... 39 c) Responsabilidades envolvidas: ...................................................................................... 39 d) Condições de trabalho: ................................................................................................... 40 2.1.1.4.2 Métodos de descrição e análise de cargos ........................................................ 40 2.1.1.4.3 Objetivo da descrição de cargos ......................................................................... 40 2.1.2 Recrutamento e Seleção .........................................................................................41 2.1.2.1 Recrutamento Interno .............................................................................................42 2.1.2.1.1Vantagens do recrutamento interno..................................................................... 42 2.1.2.1.2 Limitações do recrutamento interno.................................................................... 43 2.1.2.1.3 Formas de remanejamento ................................................................................. 44 2.1.2.2 Recrutamento externo ............................................................................................44 2.1.2.2.1 Vantagens do recrutamento externo................................................................... 45 2.1.2.2.2 Limitações ............................................................................................................ 46 2.1.2.3 Recrutamento misto ................................................................................................47 2.1.2.3.1 Vantagens ............................................................................................................ 47 2.1.2.3.2 Limitações ............................................................................................................ 47 2.1.2.4 Recrutamento e Seleção Online ............................................................................ 47 17 2.1.2.4.1 Principais Ferramentas ........................................................................................ 49 a) Tecnologia de avaliação online ...................................................................................... 50 b) Etapas da Captação e Seleção Online .......................................................................... 52 2.1.3 Salário ........................................................................................................................ 53 2.1.3.1 Remuneração estratégica....................................................................................... 53 2.1.3.1.1 Construindo um sistema de remuneração estratégica ...................................... 56 2.1.3.2 Remuneração Funcional.........................................................................................57 2.1.3.2.1 Componentes de um sistema de remuneração funcional ................................. 58 a) Descrição de cargos ....................................................................................................... 58 b) Avaliação de cargos ........................................................................................................ 59 c) Faixas salariais ................................................................................................................ 59 d) Política salarial ................................................................................................................ 59 e) Pesquisa salarial ............................................................................................................. 59 2.1.3.2.2 Críticas ao sistema de remuneração funcional .................................................. 60 2.1.3.3 Salário indireto ........................................................................................................ 61 2.1.3.4 Remuneração por habilidade ................................................................................. 62 2.1.3.5 Remuneração por Competências .......................................................................... 65 2.1.3.5.1 Identificando Competências ................................................................................ 65 2.1.3.6 Remuneração variável ............................................................................................68 2.1.3.6.1 Remuneração por resultados .............................................................................. 69 2.1.3.6.2 Participação nos lucros ........................................................................................ 69 2.1.3.7 Participação Acionária ............................................................................................70 2.1.3.8 Alternativas criativas ...............................................................................................71 2.1.4 Benefícios.................................................................................................................. 73 2.1.4.1 Benefícios ................................................................................................................ 74 2.1.4.1.1 Salário Desemprego ............................................................................................74 2.1.4.1.2 Vale Alimentação ou Refeição ............................................................................ 74 18 2.1.4.1.3 Vale Transporte .................................................................................................... 74 2.1.4.1.4 Décimo Terceiro Salário ...................................................................................... 74 2.1.4.1.5 Férias .................................................................................................................... 75 2.1.4.1.6 Folha de pagamento ............................................................................................75 2.1.4.1.7 Horas Extras ......................................................................................................... 77 2.1.4.1.8 INSS...................................................................................................................... 77 2.1.4.1.9 Imposto de Renda Retido na fonte ..................................................................... 78 2.1.4.1.10 FGTS - Fundo de Garantia de tempo de Serviço ............................................ 78 2.1.5 Treinamento e Desenvolvimento ........................................................................... 79 2.1.5.1 Levantamento de Necessidades de Treinamento................................................. 80 2.1.5.2 Métodos e técnicas em treinamento e desenvolvimento ...................................... 84 2.1.5.3 Aprender Fazendo – Método Prático ..................................................................... 85 2.1.5.4 Aprender por Conceitos – Método Conceitual ...................................................... 87 2.1.5.5 Aprender por Simulação – Método Simulado ........................................................ 89 2.1.5.6 Aprender por “Desenvolvimento Psicológico” - Método comportamental............ 90 2.1.5.7 Planejamento de Programas de Treinamento ....................................................... 92 2.1.5.8 Avaliação e Validação do Treinamento ................................................................. 98 2.1.6 Avaliação de Desempenho e Potencial ..............................................................100 2.1.6.1 Gestão por Competência ......................................................................................101 2.1.6.2 Desempenho .........................................................................................................101 2.1.6.2.1 Objetivo e Benefícios da Avaliação de Desempenho ......................................102 2.1.6.2.2 Responsáveis pela Avaliação do Desempenho ...............................................103 2.1.6.2.3 Métodos de avaliação de desempenho ............................................................103 2.1.6.2.4 Métodos Tradicionais de Avaliação de Desempenho ......................................104 a) Métodos das Escalas Gráficas .....................................................................................105 b) Escolha forçada .............................................................................................................105 c) Métodos da pesquisa de campo ...................................................................................105 19 2.1.6.2.5 Sistemáticas para avaliação de Desempenho e Potencial .............................106 a) Avaliação Superior ou Avaliação de 90 º .....................................................................106 b) Avaliação Conjunta ou Avaliação de 180º ...................................................................106 c) Método da avaliação em 360° ......................................................................................107 d) Auto-avaliação ...............................................................................................................108 2.1.6.2.6 Tendências em Avaliação do Desempenho .....................................................108 2.1.6.2.7 Estruturação do Sistema da Avaliação de Desempenho ................................109 2.1.6.2.8 Banco de Dados................................................................................................. 110 2.1.6.2.9 Responsabilidade pela Avaliação de Desempenho.........................................111 2.1.6.2.10 Periodicidade da avaliação do desempenho..................................................112 2.1.6.3 Retroação ou Feedback .......................................................................................112 2.1.6.4 Potencial ................................................................................................................113 2.1.6.4.1 Cuidados na Avaliação de Desempenho .........................................................113 2.1.6.4.2 Custos da Avaliação de Desempenho e Potencial ..........................................114 2.2 GERENCIAMENTO DE PROJETOS .........................................................................114 2.2.1 Ciclo de Vida ...........................................................................................................115 2.2.2 Norma de Gerenciamento de Projetos ...............................................................117 2.2.3 Integração................................................................................................................117 2.2.4 Escopo .....................................................................................................................118 2.2.4.1 Definição do Escopo .............................................................................................119 2.2.5 Tempo ......................................................................................................................120 2.2.6 Custo ........................................................................................................................122 2.2.7 Qualidade ................................................................................................................124 2.2.7.1 Planejamento da qualidade ..................................................................................124 2.2.7.2 Realizar a garantia da qualidade .........................................................................124 2.2.7.3 Realizar o controle da qualidade ..........................................................................125 2.2.8 Recursos Humanos ...............................................................................................126 20 2.2.8.1 Desenvolver o plano de recursos humanos ........................................................127 2.2.8.2 Mobilizar a equipe do projeto ...............................................................................127 2.2.9 Comunicação ..........................................................................................................127 2.2.10 Riscos ....................................................................................................................128 2.3 ANÁLISE ORIENTADA A OBJETOS .........................................................................130 2.4 BANCO DE DADOS ....................................................................................................131 2.4.1 SGBD ........................................................................................................................131 2.4.2 Modelos de Banco de Dados................................................................................132 2.4.3 Modelo Conceitual ................................................................................................. 132 2.4.4 Modelo Lógico ........................................................................................................133 2.4.5 Linguagem de Banco de Dados ...........................................................................133 2.4.5.1 Linguagem de definição de Dados.......................................................................133 2.4.5.2 Linguagem de Manipulação de Dados ................................................................134 3.5 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO LUA ..................................................................134 2.6 CASE STUDIO ............................................................................................................136 2.7 DELPHI ........................................................................................................................137 2.7.1 O Nome Delphi ........................................................................................................137 2.8 PHP ..............................................................................................................................139 2.9 ORACLE ......................................................................................................................141 2.10 DOTPROJECT ..........................................................................................................142 2.11 BIOMETRIA ...............................................................................................................143 CAPÍTULO 3: ANÁLISE E APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS ...........................145 3.1 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO ..............................................................................145 3.2 GERENCIAMENTO DO PROJETO ...........................................................................151 3.2.1 Plano de comunicação ..........................................................................................152 3.2.2 Gerenciamento de Recursos Humanos ..............................................................152 3.2.3 Plano de Qualidade e Custos ...............................................................................154 21 3.2.4 Gerenciamento dos Riscos ..................................................................................155 3.3 CONTROLE DE VERSÕES .......................................................................................156 3.4 ANÁLISE DOS REQUISITOS.....................................................................................159 3.4.1 Requisitos Funcionais...........................................................................................159 3.4.1.1 Perfil de Cargo ......................................................................................................159 3.4.1.2 Ficha Funcional .....................................................................................................160 3.4.1.3 Recrutamento e Seleção ......................................................................................161 3.4.1.4 Avaliação de Desempenho e Potencial ...............................................................162 3.4.1.5 Treinamento e Desenvolvimento .........................................................................163 3.4.1.6 Salário e Benefícios ..............................................................................................163 3.4.2 Requisitos de Regras de Negócio .......................................................................164 3.4.2.1 Recrutamento e Seleção ......................................................................................165 3.4.2.2 Treinamento e Desenvolvimento .........................................................................165 3.4.2.3 Salário e Benefícios ..............................................................................................165 3.4.3 Requisitos não Funcionais ...................................................................................167 3.4.3.1 Recrutamento e Seleção ......................................................................................167 3.4.3.2 Avaliação de Desempenho e Potencial ...............................................................167 3.4.3.3 Salário e Benefícios ..............................................................................................168 3.5 ANÁLISE ORIENTADA A OBJETOS .........................................................................168 3.5.1 Perfil de Cargos ......................................................................................................168 3.5.1.1 Diagrama de Casos de Uso .................................................................................168 3.5.1.2 Diagrama de Classes ............................................................................................169 3.5.1.3 Diagrama de Sequência – Manter Cargos ..........................................................170 3.5.2 Ficha Funcional ......................................................................................................171 3.5.2.1 Diagrama de Casos de Uso .................................................................................171 3.5.2.2 Diagrama de Classes ............................................................................................172 3.5.2.3 Diagrama de Sequência: Manter Cargos ............................................................174 22 3.5.3 Recrutamento e Seleção .......................................................................................175 3.5.3.1 Diagrama de Casos de Uso .................................................................................175 3.5.3.2 Diagrama de Classes ............................................................................................176 3.5.3.3 Diagrama de Sequência – Cálculos .....................................................................178 3.5.3.4 Diagrama de Sequência – Efetuar Backup .........................................................178 3.5.3.5 Diagrama de Sequência – Gerar Relatórios........................................................179 3.5.3.6 Diagrama de Sequência – Manter Cadastros: Administrador ............................180 3.5.3.7 Diagrama de Sequência – Manter Cadastros: Candidato ..................................182 3.5.3.8 Diagrama de Sequência – Pesquisar Currículos ................................................183 3.5.4 Avaliação de Desempenho e Potencial ..............................................................184 3.5.4.1 Diagrama de Casos de Uso .................................................................................184 3.5.4.2 Diagrama de Classes ............................................................................................185 3.5.4.3 Diagrama de Sequência .......................................................................................186 3.5.5 Treinamento e Desenvolvimento .........................................................................187 3.5.5.1 Diagrama de Casos de Uso .................................................................................187 3.5.5.2 Diagrama de Classes ............................................................................................188 3.5.5.3 Diagrama de Sequência .......................................................................................190 3.5.6 Salário e Benefícios ...............................................................................................191 3.5.6.1 Diagrama de Casos de Uso .................................................................................191 3.5.6.2 Diagrama de Classes ............................................................................................192 3.5.6.3 Diagrama de Sequência – Gerar Folha de Pagamento......................................193 3.5.6.3 Diagrama de Sequência – Gerar Relatórios........................................................194 3.5.7 Diagrama de Sequência do Sistema Organic PM .............................................195 3.6 MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO .............................................................197 3.7 DESCRIÇÃO DAS TELAS ..........................................................................................200 3.7.1 Telas do Sistema ....................................................................................................201 3.7.2 Telas – Perfil de Cargo ..........................................................................................202 23 3.7.3 Telas – Ficha Funcional ........................................................................................204 3.7.4 Telas – Recrutamento e Seleção .........................................................................205 3.7.5 Telas – Salário e Benefícios .................................................................................220 3.7.6 Telas – Treinamento e Desenvolvimento ...........................................................224 3.7.7 Telas – Avaliação de Desempenho e Potencial ................................................232 CONCLUSÃO ....................................................................................................................238 REFERÊNCIAS .................................................................................................................241 ANEXOS ............................................................................................................................245 ANEXO A ...........................................................................................................................246 DICIONÁRIO DE DADOS ................................................................................................. 246 ANEXO B ...........................................................................................................................298 CRONOGRAMA, RECURSOS E ORÇAMENTO DO PROJETO...................................298 ANEXO C ...........................................................................................................................301 TERMO DE ABERTURA ...................................................................................................301 ANEXO D ...........................................................................................................................305 MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER) ..........................................................305 INTRODUÇÃO O RH deixou de ser o departamento que cuida das tarefas burocráticas, mais que isso, mudou de foco operacional para estratégico. A nova gestão de pessoas deve encaixar as pessoas nas funções que melhor desempenham, proporcionar eficiência para organização e satisfação para o colaborador, uma vez que tecnologia, máquinas e processos já não mais caracterizam vantagens competitivas. O sucesso de uma organização cada vez mais depende da habilidade de se fazer uma boa gestão de pessoas. A gestão é o objetivo de todas as organizações, mas ela só tem espaço quando o que é operacional está sendo atendido de modo satisfatório e gerando indicadores válidos para uso na tomada de decisão. Controles operacionais feitos manualmente com frequência apresentam problemas quando a fiabilidade e manuseabilidade das informações. Neste sentido faz-se destacar a aplicação de softwares para cuidar do processo operacional e assim ter a consolidação e maior garantia dos processos operacionais. A aplicação de software entretanto possibilita algo mais : Fazer a análise dos dados automaticamente, via sistema, gerando informações gerenciais sem a necessidade de esforço humano em sua obtenção. Uma vez estando um processo ou macro-processo representado em uma base de dados (através de um sistema), a possibilidade de cruzamento, medição e uso desses dados aumenta exponencialmente, quanto mais dados se tem, maior a possibilidade de criar novas informações a partir de sua análise. A aplicação pode prover essa expansibilidade, mas não necessariamente, pode-se usar de ferramentas 25 que trabalham os dados a partir do banco de dados. A correta modelagem da base de dados é de extrema importância para possibilitar essa expansão posterior. Os sub-sistemas da gestão de pessoas foram distribuídos entre os acadêmicos da Prática IV de Sistemas de Informação a fim de que se pudesse desenvolver um sistema integrado, contemplando os módulos básicos. Essa divisão gera uma outra necessidade, o gerenciamento de projetos, pois tem-se um objetivo singular, um prazo, os interessados, as equipes do projeto. Essa demanda foi suprida pela aplicação das recomendações do PMBOK, adaptando-as a nossa realidade. Para modelagem do sistema construído, usou-se abordagem de orientação a objetos, desenvolveu-se da mesma forma uma abordagem de programação orientada a objetos para o desenvolvimento na IDE Code Gear Rad Studio 2007. A modelagem do banco de dados e implementação deu-se em banco de dados Oracle. Cada módulo (sub-sistema) fez a modelagem conforme suas necessidades e em seguida isso foi unificado em um modelo que removia as ambiguidades dentre os módulos e possibilitava a troca de informações quando necessário. O Capítulo 1 apresenta aspectos metodológicos como justificativa, metodologia e objetivo e o Capítulo 2 o embasamento teórico desenvolvido que permitiu o desenvolvimento do software. A descrição do ambiente em que o software encontra-se inserido, requisitos, proposição da modelagem e detalhes da implementação bem como demais resultados obtidos neste trabalho encontram-se no Capítulo 3. CAPÍTULO 1: ASPECTOS METODOLÓGICOS 1.1 TEMA Elaboração de uma análise e desenvolvimento orientado a objetos de um Sistema de Gestão de Pessoas. 1.1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA Elaboração de uma análise e desenvolvimento orientado a objetos de um Sistema de Gestão de Pessoas composto por cinco módulos, sendo estes: Avaliação de Desempenho e Potencial, Ficha Funcional e Perfil de Cargos, Recrutamento e Seleção, Salário e Benefícios e Treinamento e Desenvolvimento. O sistema foi desenvolvido utilizando as linguagens de programação Delphi e PHP e o banco de dados Oracle. Este sistema levantou requisitos para uma empresa fictícia, sendo desenvolvido pelos acadêmicos do 5º semestre do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação, na Prática Profissional Direcionada IV, envolvendo as disciplinas de Programação Comercial II, Banco de Dados II, Gerenciamento de Projetos e Administração de Recursos Humanos, no período compreendido entre fevereiro e julho de 2010 na Sociedade Educacional Três de Maio – SETREM na cidade de Três de Maio, RS. 27 1.2 PROBLEMATIZAÇÃO DO TEMA A área de Recursos Humanos deixou de ser apenas uma área responsável por atividades administrativas e burocráticas para desempenhar papel estratégico dentro das organizações. É através dessa área que pessoas são selecionadas e contratadas, bem como treinadas e desenvolvidas. Cabe a essa área cuidar do bem estar dos funcionários para que eles produzam mais e melhor. A utilização de sistemas automatizados dentro das organizações tornam as tarefas relacionadas à área de Gestão de Pessoas mais eficientes e eficazes. Mas para que isso ocorra se faz necessária a construção de um sistema que supra as reais necessidades da organização e auxilie na realização de tarefas diárias bem como nas decisões estratégicas. Desta forma, a análise orientada a objetos foi capaz de proporcionar os métodos e ferramentas necessários para a melhor compreensão e ilustração do novo sistema, facilitando a fase de programação para que, no final do projeto, o sistema entregue estivesse de acordo com as necessidades da organização? 1.3 HIPÓTESES A análise orientada a objetos torna a tarefa de desenvolvimento muito mais simples, além de evitar a redundância de código e proporcionar a reutilização de partes do mesmo. O modelo ER unificado de todos os módulos possibilita a integração destes no sistema de RH. A gestão de projetos através das práticas recomendadas pela metodologia PMI, auxilia na gerência é consequentemente no sucesso do projeto. 28 1.3.1 Variáveis Recursos Humanos Orientação a Objetos Gerenciamento de Projeto 1.4 OBJETIVOS Nesta seção encontram-se o objetivo geral deste projeto bem como os objetivos específicos. 1.4.1 Objetivo Geral Desenvolver um Sistema de Gestão de Pessoas integrando todos os módulos envolvidos no projeto que atenda as necessidades dos stakeholders. 1.4.2 Objetivos Específicos Nomear os gerentes de projeto Levantar os requisitos funcionais, não-funcionais e de domínio do sistema. Controlar o projeto através da ferramenta dotProject. Gerenciar o projeto através dos princípios da metodologia PMI. Estudar os módulos de RH para a construção da análise. Construir uma análise orientada a objetos envolvendo os módulos de RH do projeto. 29 Elaborar um modelo ER base para ser usado por todos os módulos. Desenvolver uma padronização da interface do sistema. Desenvolver os módulos do sistema de RH integrados. Realizar testes que verifiquem as funcionalidades do sistema. Registrar todo o processo de projeto, levantamento de requisitos, análise, desenvolvimento e testes do sistema. Apresentar o projeto. 1.5 JUSTIFICATIVA A área de Gestão de Pessoas desempenha um papel fundamental dentro das organizações. Ela tem responsabilidade sobre o funcionário durante toda a sua caminhada dentro da empresa e é papel dela proporcionar as melhores condições de trabalho para os colaboradores, para que estes possam contribuir da melhor forma para o crescimento da empresa. Atualmente, a idéia de que os funcionários são os maiores ativos de uma empresa já é algo amplamente difundido nas mesmas. Sendo assim, ficou evidente a necessidade de se utilizar de ferramentas mais modernas para a gestão das pessoas. O Sistema de Gestão de Pessoas concentra em um só lugar todas as informações sobre os funcionários da organização, permitindo a geração de relatórios que auxiliam na tomada de decisões. Através do sistema é possível monitorar toda a caminhada de um funcionário dentro da organização, permitindo verificar seu desempenho, se ele necessita de treinamento ou desenvolvimento de seu potencial, se está sendo remunerado adequadamente ou se as funções que desempenha estão de acordo com seu nível de competência. 30 Tem-se ainda como alicerce para a construção do Sistema de Gestão de Pessoas a análise orientada a objetos que traz um paradigma mais voltado para o mundo real, que torna a compreensão e ilustração dos sistemas muito mais clara e facilita a comunicação entre analistas, programadores e clientes. Com a análise orientada a objetos bem estruturada a fase de desenvolvimento é feita em menor tempo, a ocorrência de problemas diminui e as correções destes são mais fáceis. Aliado ao exposto, a aplicação adequada das práticas de gestão de projetos do Guia PMBOK auxilia na estruturação e organização de todas as etapas do projeto, possibilitando, dessa forma, que se atendessem todas as expectativas dos stakeholders, seguindo o cronograma e o orçamento estabelecidos. 1.6 METODOLOGIA Segundo Oliveira (2004), a metodologia estuda os meios ou métodos de investigação do pensamento correto e do pensamento verdadeiro, procurando estabelecer a diferença entre o que é verdadeiro e o que não é, entre o que é real e o que é ficção. Juntamente com a delimitação de determinado problema, visa analisar e desenvolver observações, criticá-los e interpretá-los. 1.6.1 Métodos de Abordagem Ainda sobre os conceitos de Oliveira (2004), a abordagem quantitativa e qualitativa são dois métodos diferentes pela sua sistemática, principalmente pela forma de abordagem do problema, porém as duas formas podem servir como abordagem do mesmo projeto, como ocorre neste trabalho, onde a abordagem se classifica em Qualitativa e Quantitativa. A qualitativa por auxiliar no desenvolvimento e compreensão dos cenários da pesquisa e evidenciar a proposta de desenvolvimento do sistema de Gestão de Pessoas; a quantitativa, por buscar e analisar referências específicas de código, ou numéricas, buscando blocos de código extremamente técnicos para a implementação de alguns métodos específicos no desenvolvimento do software. 31 1.6.2 Métodos de Procedimentos Conforme Gil (2002) a pesquisa é definida com procedimentos racionais e sistemáticos com o objetivo de proporcionar respostas aos problemas que são levantados e propostos. Segundo Lakatos e Marconi (2006), a pesquisa experimental consiste em determinar um objeto de estudo, selecionar as variáveis que seriam capazes de influenciá-lo, definir as formas de controle e de observação dos efeitos que a variável produz no objeto, ou toda pesquisa que envolve um experimento. Com o auxílio deste, foi efetuada a análise e desenvolvimento do sistema de Gestão de Pessoas, integrando todos os módulos desenvolvidos, voltando-se para o cumprimento das demandas de cada um. De acordo com Gil (2002), a pesquisa de laboratório consiste em utilizar ferramentas ou experimentos com a finalidade de comprovar a veracidade dos dados e manipular variáveis. Com esse conceito, pode-se constatar que a pesquisa se classifica em pesquisa de laboratório por utilizar diversos softwares para a análise, documentação, desenvolvimento, controle de versão e gerenciamento do projeto. 1.6.3 Técnicas de Pesquisa “As técnicas de pesquisa são consideradas um conjunto de preceitos ou processos de que se serve uma ciência ou arte, é também, a habilidade para usar esses preceitos ou normas na obtenção de seus propósitos” (LAKATOS, MARCONI, 2006, p.62). A documentação direta, segundo Lakatos e Marconi (2006), constitui-se no levantamento de dados exatamente onde os fenômenos ocorrem. No caso deste 32 trabalho, observa-se os processos de funcionamento de todos os subsistemas envolvidos, juntamente com a consulta em outros softwares da área. Juntamente, desenvolve-se a técnica da entrevista, onde busca-se os requisitos de cada subsistema, entrevistando os professores, profissionais da área e acadêmicos que já realizaram o trabalho, tratando dos principais objetivos ou restrições que o software deverá possuir. Para demonstrar os requisitos de forma gráfica, constituem-se os diagramas da UML, que tratam, ainda, dos processos e regras de negócio que o sistema deverá contemplar. Segundo Lakatos e Marconi (2006), a documentação indireta é a fase da pesquisa realizada com o intuito de recolher informações prévias sobre o campo de interesse, sendo o levantamento de dados o primeiro passo de qualquer pesquisa científica. Utiliza-se esta técnica no levantamento de informações iniciais referentes às áreas de atuação da pesquisa a ser desenvolvida. Segundo Oliveira (2002), a pesquisa bibliográfica tem por finalidade conhecer as diferentes formas de contribuição científica realizadas sobre determinado assunto ou fenômeno. Utiliza-se esta, no desenvolvimento da fundamentação teórica, onde se busca referências de diversos autores conhecidos sobre os assuntos abordados. CAPÍTULO 2: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Neste capítulo apresenta-se todo o embasamento teórico empregado na realização do trabalho. 2.1 GESTÃO DE PESSOAS Para Chiavenato (2004), Recursos Humanos é o conjunto de políticas e exercícios necessários para administrar os aspectos gerenciais relacionados as pessoas ou recursos humanos, incluindo recrutamento, seleção, treinamento, recompensas e avaliação do desempenho. A gestão de pessoas, conforme Chiavenato (2004) é a função que permite a colaboração eficaz das pessoas, empregados, funcionários, recursos humanos, talentos ou qualquer denominação sendo usada para alcançar os objetivos das empresas e dos indivíduos. Os objetivos da gestão de pessoas são: Ajudar a organização a alcançar seus objetivos e realizar sua missão. Proporcionar competitividade à organização. Proporcionar à organização pessoas bem treinadas e bem motivadas. Aumentar a auto-atualização e a satisfação das pessoas no trabalho. 34 Desenvolver e manter qualidade de vida no trabalho. Administrar e impulsionar a mudança. Manter políticas éticas e comportamento socialmente responsável. 2.1.1 Ficha Funcional e Perfil de Cargo 2.1.1.1 Perfil de Cargo Para a organização, o cargo constitui a base da aplicação das pessoas nas tarefas organizacionais. Para a pessoa, o cargo constitui uma das maiores fontes de expectativas e de motivação na organização. Quando as pessoas ingressam na organização e através de toda sua trajetória profissional elas sempre são ocupantes de algum cargo. Os cargos não existem ao acaso. Eles precisam ser desenhados, projetados, delineados, definidos e estabelecidos. O desenho de cargos (job design) significa a especificação do conteúdo, dos métodos de trabalho e das relações com os demais cargos, no sentido de atender aos objetivos da empresa. (CHIAVENATO, 1992, p.87). Os cargos constituem os meios pelos quais as pessoas executam suas tarefas e alcançam seus objetivos pessoais e profissionais, é através dos quais a empresa aloca e utiliza seus recursos humanos para alcançar os objetivos por meio de estratégias. Para Chiavenato (1992), desenhar um cargo significa basicamente: Especificar o conteúdo de cada tarefa a ser executada. Isto é, definir o que o ocupante deve fazer ou executar; Especificar o método para executar cada tarefa. Isto é, definir como deve fazer ou executar a tarefa; 35 Combinar as tarefas individuais em cargos específicos, isto é qual o conjunto de tarefas que deve compor o cargo. 2.1.1.2 Como adequar os cargos às pessoas? A adequação do cargo ao ocupante melhora o relacionamento interpessoal dentro do trabalho e visam novas oportunidades de mudanças para uma melhor qualidade de vida no trabalho. O que se espera é um aumento de produtividade e redução das taxas de rotatividade e de absenteísmo do pessoal. Uma possibilidade pratica e viável para que ocorra o encaixe perfeito entre funcionário e o seu cargo é o enriquecimento do cargo. Segundo Chiavenato (1992), os diferentes tipos de enriquecimento de cargo são: Rotação de cargos: é a maneira mais simples de proporcionar variedade. O funcionário faz um rodízio em diferentes cargos que tenham certa afinidade entre si e um grau de complexidade semelhante. Os cargos permanecem inalterados, mas os ocupantes fazem um rodízio entre si. O individuo se movimenta de um cargo para outro, sem fixar-se em qualquer um deles e sem maiores responsabilidades. Extensão de cargos: representa um acréscimo de pequenas atividades diferentes ao cargo. O cargo estende seu âmbito para novas atribuições de pequeno porte. Ampliação de cargos: consiste em um alargamento das atribuições de modo a incluir novas tarefas e responsabilidades. Representa aumento de variedade e de inovação, encorajando a aceitação de responsabilidade nos níveis mais baixos da organização como um passo a mais no desenvolvimento pessoal. 36 Enriquecimento de cargos: representa efetivamente uma tentativa de crescimento pessoa. Consiste em aumentar deliberada e gradativamente os objetivos, as responsabilidades e os desafios das tarefas do cargo. O enriquecimento de cargos pode ser lateral (com a adição de novas responsabilidades do mesmo nível) ou vertical (com adição de novas responsabilidades de novel gradativamente mais elevado). 2.1.1.3 Descrição Dos Cargos “A descrição de cargos é um processo que consiste em enumerar as tarefas ou atribuições que compõem um cargo e que tornam distinto de todos os outros cargos existentes na organização” (CHIAVENATTO, 1992, p.303). A descrição consiste em enumerar e quantificar as atividades, deveres e responsabilidades de um cargo. As várias fases do trabalho executadas constituem o cargo total. Um cargo “pode ser descrito como uma unidade da organização que consiste em um grupo de deveres e responsabilidades que o tornam separado e distinto dos outros cargos. Os deveres e responsabilidades de um cargo pertencem ao empregado que desempenha o cargo, e proporcionam os meios pelos quais os empregados contribuem para o alcance dos objetivos de uma organização” [...] Basicamente, tarefas ou atribuições “são os elementos componentes de um papel de trabalho que devem ser cumpridos pelo ocupante”. As várias fases do trabalho executadas constituem o cargo total. Um cargo “é a composição de todas aquelas atividades desempenhadas por uma única pessoa que podem ser olhadas por um conceito unificado, e que ocupam um lugar formal no organograma” (CHIAVENATTO, 1992 p.304) Em suma, a descrição de cargos, como mostra no Quadro 1, está voltada para o conteúdo dos cargos, ou seja, aos aspectos intrínsecos dos cargos. 37 Descrição de cargo Titulo do Cargo: Cargo Departamento: Descrição sumária: Data da emissão:_/_/_ Data da revisão _/_/_ Diretoria: Descrição detalhada Descrição detalhada Fonte: CHIAVENATO, 2002. Quadro 1: Exemplo de Folha de Descrição de Cargo. 2.1.1.4 Análise De Cargos Segundo Chiavenato (2002), a análise de cargo é responsável pelo apontamento dos requisitos que o cargo impõe ao seu ocupante. A análise pretende estudar e determinar todos os requisitos qualificados, as responsabilidades envolvidas e as condições exigidas pelo cargo, para seu desempenho adequado. 38 Fonte: CHIAVENATO, 2002. Figura 1: Abrangência da descrição e da análise de cargos. 2.1.1.4.1 A Estrutura da análise de cargos Sãos os requisitos intelectuais e requisitos que o ocupante deveria ter para desempenhar adequadamente o cargo, quais as responsabilidades de que os cargos impõem ao ocupante e em que condições o cargo deve ser desempenhado pelo ocupante. Segundo Chiavenato (2002, p. 306), geralmente, a análise de cargos concentrase em quatro áreas de requisitos quase sempre aplicadas a qualquer tipo ou nível de caro: 39 a) Requisitos mentais: É levado em conta que os requisitos mentais que o ocupante deve ter são: Instrução essencial; Experiência anterior; Adaptabilidade ao cargo; Iniciativa necessária; Aptidões necessárias; b) Requisitos físicos: É levada em conta a quantidade e a continuidade de energia e de esforços físicos e mentais requeridos: Esforço Físico necessário; Concentração visual; Destreza ou habilidade; Compleição física necessária; c) Responsabilidades envolvidas: Referem-se às responsabilidades próprias e sobre sua supervisão direta e indireta. Supervisão de pessoal; 40 Material, ferramenta ou equipamento; Dinheiro, títulos ou documentos; Contatos internos ou externos; Informações confidenciais; d) Condições de trabalho: É levando em consideração o ambiente, o ajustamento, a fim de manter um ótimo nível de rendimento. Ambiente de Trabalho; Riscos; 2.1.1.4.2 Métodos de descrição e análise de cargos Os métodos tradicionais de descrição e análise de cargos são os questionários e a entrevista. O questionário é feito sob medida para obter dados sobre os aspectos intrínsecos (descrição) e extrínsecos (análise). A entrevista é um método mais flexível no qual a coleta de dados é feita através de perguntas ao ocupante e respostas que são anotadas. 2.1.1.4.3 Objetivo da descrição de cargos Segundo Chiavenato (1992, p. 109), tradicionalmente, a descrição e análise de cargos fornecem informações importantes para: 41 Determinar o perfil psicológico e profissional do ocupante que servirá de base para recrutar e selecionar os candidatos. Fornecer o material básico para compor o programa de treinamento do ocupante. Determinar através da avaliação e classificação de cargos o valor relativo do cargo e sua respectiva faixa salarial para a administração de salários. Servir de base comparativa para a avaliação de desempenho do ocupante em relação ás tarefas atribuídas. 2.1.2 Recrutamento e Seleção O Recrutamento e a Seleção são duas atividades que estão interligadas e podem ser até consideradas como processo único por alguns autores. Porém, conforme Araujo (2006) cada uma dessas áreas busca um resultado final diferente. Conforme Araujo (2006) o recrutamento é um processo onde se identifica e atrai um grupo de candidatos dentre os quais alguns serão selecionados e contratados, ou seja, a função do recrutamento é abastecer corretamente o processo de seleção. Para descobrir a real necessidade de recrutar é necessário fazer algumas perguntas: Por quê? Qual o motivo, razão para recrutar novos funcionários. Quem? Qual o perfil de funcionário desejado. Como? Forma, maneira e circunstancia em que este recrutamento irá ocorrer. Onde? Diversidade de locais onde estão disponíveis os recursos humanos procurados. Fonte: Araújo, 2006. Quadro 2: Necessidades para recrutar 42 Se estas perguntas não forem respondidas corretamente, o recrutamento poderá não atender completamente a seleção. Se isso ocorrer há duas opções: refazer o recrutamento ou fazer uma seleção insatisfatória. Ambos os casos podem gerar problemas. Existem basicamente três formas de recrutamento. Descrevem-se a seguir as principais vantagens e desvantagens do recrutamento interno, recrutamento externo e recrutamento misto. 2.1.2.1 Recrutamento Interno Recrutamento interno acontece, para Araujo (2006), quando uma organização procura preencher uma vaga mediante o remanejamento de seus funcionários através de transferências e/ou promoções. Ou seja, o recrutamento é considerado interno quando a empresa utiliza seu próprio quadro de funcionários sem recorrer ao mercado externo. Para Chiavenato (2006) o recrutamento interno pode ser resumido como o processo de transformação de recursos humanos. Para tanto, é necessário que o responsável pelos recursos humanos tenha um conhecimento prévio de uma série de dados e consiga perceber os efeitos que a seleção interna trará para os subsistemas da empresa. 2.1.2.1.1Vantagens do recrutamento interno De acordo com Araujo (2006) o recrutamento interno de pessoas caracteriza-se por apresentar as seguintes vantagens: Investimentos de menor ordem: a empresa não precisa investir em propaganda externa para atrair candidatos, não precisa contratar serviços terceirizados para procurar candidatos. 43 Rapidez do processo: em uma nova contratação o candidato precisará tomar conhecimento da cultura, normas e posturas da empresa. O candidato que já faz parte da empresa já tem esse conhecimento. Disponibilidade de recursos para outras áreas: em função do custo reduzido os recursos podem ser redirecionados dentro da própria área de gestão de pessoas. Segurança em relação aos seus recursos humanos: funcionários que já fazem parte da organização criam um vínculo com essa organização. Isso torna a contratação mais confiável, e as empresas obtêm garantias de que esse funcionário ira permanecer na empresa. Motivação das pessoas: o fato de a empresa recrutar e selecionar internamente mostra que a organização reconhece e recompensa seus talentos. Isso faz com que as pessoas trabalhem melhor, pois acreditam no reconhecimento da qualidade do seu trabalho. 2.1.2.1.2 Limitações do recrutamento interno Pessoas conectadas com a cultura: após algum tempo de trabalho ficam tão integradas com a cultura que acabam internalizados com ela. Pessoas novas renovariam o ambiente, trazendo novas opiniões, sugestões e idéias. Relacionamentos em conflito: Desentendimento entre as pessoas são parte das empresas. Quando isso acontece toda empresa é afetada direta ou indiretamente. Excesso de promoções: promoção sucessiva das pessoas até que estas se tornam incapazes de exercer o cargo alcançado. A legislação brasileira não permite retorno a posição anterior do cargo, então a solução passa a ser demitir e readmitir o funcionário, porém assim a empresa acaba tendo gastos elevados. 44 Protecionismo: contrato de funcionários por indicação. Exemplos clássicos: contratação de amigos e familiares. Baixa racionalidade do processo: se um funcionário já esta incorporado provavelmente não haverá processo de seleção algum, porque o contrato já estará fechado. 2.1.2.1.3 Formas de remanejamento Expatriação: Transferência para filiais em outros países; Repatriação: Apenas se a empresa tiver filiais fora do país; Recolocação: Demissão e posterior recontratação; Transferência: simples fato de uma pessoa passar de um departamento para outro dentro da empresa. 2.1.2.2 Recrutamento externo Diferente do recrutamento interno, que busca alternativas nos próprios recursos humanos, o recrutamento externo procura candidatos externos atraídos por algumas técnicas de recrutamento. Chiavenato (2006) afirma que o recrutamento externo pode atuar tanto sobre candidatos reais ou potencias que podem estar disponíveis no mercado ou trabalhando em outras organizações. Dentre as técnicas aplicáveis no recrutamento externo podemos citar: Contratação de acessorias de recursos humanos: terceirização do recrutamento e da seleção. 45 Contratando Head Hunters: Contratação de empresas ou pessoas “caçadores de recompensas” que buscam os melhores do mercado, mesmo que estes estejam trabalhando em outras empresas. Indicação por pessoas da organização: as empresas confiam que seus funcionários não iriam sugerir um nome de competência duvidosa. Fazendo uso da internet: atualmente existem muitos sites na internet que assessoram os recursos humanos recrutando. Através desses sites é possível disponibilizar currículos para as empresas. Utilizando currículos pré-cadastrados: são os currículos que não foram contratados, mas ficam armazenados para futuras consultas. Os currículos mandados pela internet também são considerados pré-cadastrados. Ativando os meios de comunicação: técnica bastante conhecida principalmente por anúncios e classificados de jornais. Vinculando se a outras instituições, associações, agremiações, cooperativas e ou sindicatos: assim podem-se acessar diretamente fontes de captação de pessoas, programas de estágio, projetos científicos junto às unidades organizacionais. 2.1.2.2.1 Vantagens do recrutamento externo Renovação das pessoas da organização: não se trata apenas de novas pessoas, mas também de novas visões, novas experiências que essas pessoas trazem de outras organizações. Ausência de conflitos em relacionamentos: importante ressaltar que conflitos existem em todas as empresas, o que se quer ressaltar é que as pessoas que são contratadas externamente provavelmente não têm vínculos com pessoas já 46 contratadas pela organização, logo seu emocional não irá influenciar o trabalho e suas decisões serão tomadas baseadas apenas na razão. Ausência de protecionismo, nepotismo: devido à provável ausência de vínculos dos candidatos com colaboradores da organização torna-se mais difícil que candidatos sejam contratados devido a parentesco ou amizade com os funcionários da empresa. Manutenção da racionalidade do processo: de acordo com Araújo (2006), pessoas que não tem vínculos com a organização conduzem o processo de maneira menos subjetiva, de modo que os envolvidos mantêm a racionalidade e a honestidade. 2.1.2.2.2 Limitações Necessidade de investimento a fim de atrair pessoas: recrutamento e seleção não geram alto custo financeiro porem será necessário um bom investimento para atrair essas pessoas para o novo contingente organizacional. Insegurança em relação às pessoas contratadas: mesmo com técnicas de seleção muito bem escolhidas, a empresa só irá conhecer seus colaboradores com o tempo, isso gera certa insegurança. Demora no processo: apesar do constante uso da tecnologia da informação, ainda há pessoas que trabalham com métodos tradicionais, isso gera certa demora. Desmotivação das pessoas que trabalham na organização: devido à contratação externa os funcionários acabam produzindo menos do que poderiam, já que o esforço não é reconhecido. 47 2.1.2.3 Recrutamento misto Existem três formas de se fazer recrutamento misto: Do recrutamento externo para o recrutamento interno; Do plano interno para o externo; Começando pelo recrutamento interno e externo simultaneamente. 2.1.2.3.1 Vantagens Renovação dos recursos humanos: as portas da empresas estão abertas para todos, tanto no plano externo como no interno. Motivação das pessoas da organização: o fato de as pessoas que já fazem parte da organização poder concorrer a vagas em aberto leva-as a se motivarem para tal. 2.1.2.3.2 Limitações De investimento de maior magnitude: o fato de trabalhar com os dois tipos de recrutamento refletirá no aumento do investimento necessário. Demora no processo: pode acontecer maior demora devido a necessidade de avaliar candidatos tanto externamente quanto internamente. 2.1.2.4 Recrutamento e Seleção Online Sistemas de recrutamento e seleção online trouxeram para as organizações as vantagens da web. Um dos principais benefícios de se utilizar um sistema online está na abrangência de um maior número de candidatos, o que aumenta as chances de se 48 encontrar pessoas capacitadas e que se encaixam com os princípios da empresa e estão de acordo com o cargo oferecido (ALMEIDA, 2004). Além disso, sistemas online, de acordo com Almeida (2004) permitem a captação de currículos de forma passiva para o candidato. Outra vantagem é a padronização das informações contidas no currículo, que podem ser adaptadas para fornecer as informações de interesse da organização. Por outro lado, alguns inconvenientes surgiram juntamente com os sistemas online. Um deles é a inexistência de alguma forma que permita ao candidato o acompanhamento da trajetória de seu currículo, ou seja, as chances dele ser selecionado ou não. Outro problema está na etapa de captação de currículos. Muitos candidatos cadastram currículos em vários sites de consultorias de RH e de organizações, mesmo sem possuir os requisitos exigidos. O sistema online precisa ter formas eficientes de atrair pessoas que tenham maiores chances de preencher cargos dentro da empresa, reduzindo o número de currículos a serem avaliados, sem necessariamente diminuir a qualidade dos mesmos (ALMEIDA, 2004). O fato de o currículo estar sendo padronizado pode até facilitar na organização e análise dos currículos, mas não reduz as chances de o candidato supervalorizar ou superestimar suas qualificações, como é colocado por Almeida (2004). Isso mostra que os atributos colocados no currículo pelo candidato não podem servir para avaliar seu desempenho futuro dentro da organização. A expectativa é que a automatização venha agilizar e melhorar esse processo [captação e seleção], evitando que pessoas não qualificadas se candidatem, eliminando etapas, utilizando instrumentos mais precisos já nas etapas inicias, aumentando a efetividade das avaliações, diminuindo custos e maximizando o tempo gasto nessas atividades (ALMEIDA, 2004, p. 40). De acordo com Almeida (2004), se faz necessária uma revisão dos métodos e procedimentos utilizados, pois se trata de uma forma completamente diferente de se 49 recrutar e selecionar pessoas. De forma geral, é preciso rever os conceitos e paradigmas, pois aquilo que era aplicado antigamente não se encaixa nas perspectivas atuais. Um exemplo da mudança de paradigma acontece em relação aos testes aplicados aos candidatos. Antes da automatização eles eram aplicados nas etapas finais da seleção, pois do contrário seria muito custoso para a organização. Com os sistemas online o processo é diferente. Testes que verificam se o candidato está alinhado ao perfil do cargo e da organização são feitos nas primeiras etapas, já eliminado aqueles que não são adequados. (ALMEIDA, 2004) 2.1.2.4.1 Principais Ferramentas Segue abaixo uma lista das ferramentas mais utilizadas para captação e seleção de pessoas, de acordo com Almeida (2004): Captura de currículos: envio de currículos para o site da empresa ou consultoria, permitindo a busca online ou pela forma tradicional. Agentes de recrutamento eletrônico/software de avaliação de currículos: buscam por currículos disponibilizados na Web, em sites de empresas ou de consultorias através de palavras-chaves, frases ou por ordem alfabética. Avaliação de qualificações: verificam se o candidato possui características específicas necessárias para cargo. Útil quando se tem um grande número de candidatos, possibilitando a eliminação imediata daqueles que não possuam os requisitos mínimos ou através de questões. Entrevistas estruturadas online: através destes softwares os candidatos respondem a questionários padronizados. A efetividade deste meio depende da metodologia utilizada na formulação das entrevistas e se elas condizem com as necessidades do cargo ofertado. 50 Testes de conhecimentos e habilidades: “Possibilitam avaliar os conhecimentos e habilidades dos candidatos em determinadas áreas.” (p. 44) Inventários para avaliar o ajustamento à cultura da organização: são formados por questões que avaliam o candidato para verificar o alinhamento deste com a cultura da organização e do ambiente de trabalho. Testes de aptidão e de personalidade: servem para avaliar as capacidades e as tendências comportamentais do candidato. Testes de integridade: “[...] possibilitam predizer se um candidato está ou estará envolvido com atividades e comportamentos inadequados [...]” (p. 45) Simulação: o candidato é submetido a situações semelhantes as que serão vivenciadas no dia-a-dia. A simulação é feita em forma de texto e a aplicação é laboriosa e limitada, além da difícil avaliação de respostas. Investigação social: verificação de informações sobre o candidato através de outras fontes, como redes sociais. a) Tecnologia de avaliação online De acordo com Handler e Hunt (2003 apud Almeida, 2004) os sistemas online atuais têm a capacidade de atrair e realizar a triagem dos candidatos qualificados, gerir os currículos enviados bem como outras informações dos candidatos, comunicação com o candidato através de email, provimento de informações para a seleção e contratação e meios para avaliar o desempenho do processo. Almeida (2004) também afirma que sistemas de captação e seleção devem contemplar duas funcionalidades principais: a coleta e gerência de dados e a análise de dados. 51 A coleta e gerência dos dados envolvem o recebimento dos dados, a gerência e a entrega para os envolvidos no processo de seleção. Almeida (2004) cita quatro categorias: Sistemas de devolução de dados: permitem a gestão dos dados além da geração de relatórios de testes. São difíceis de modificar. Sistema de gerenciamento de candidatos: contemplam desde a coleta de informações do funcionário até a triagem e comunicação através de email. São estáticos, ou seja, a empresa precisa se adaptar a metodologia do sistema. Sistemas de administração de avaliações: além das funções dos outros dois sistemas acima, este permite a criação de ferramentas próprias de avaliação. Sistemas de acompanhamento dos candidatos (ATS): o foco deste sistema está mais na automatização do que no apoio à tomada de decisões. Dentre suas funções está a captação de currículos pela Web. Na análise dos dados, Almeida (2004) cita duas formas de apresentar os dados aos responsáveis pelo processo de seleção: Registros estatísticos: documentos contendo informações sobre os candidatos e estatísticas a respeito dos mesmos. Painel de registros: permite o acesso a uma central que fornece comparações e classificação de candidatos além de permitir a obtenção de resultados através de buscas personalizadas. Os tipos de relatórios gerados de acordo com Almeida (2004) são: Perfil dos candidatos: descreve os pontos fracos e fortes dos candidatos. 52 Recomendações para contratação: avaliam se o candidato tem boas chances ou não de ser bem sucedido dentro da empresa e no cargo que irá ocupar. Guias de entrevistas customizadas: “Fornecem uma lista de questões relacionadas com a informação obtida nos instrumentos de avaliação.” (p. 47) Relatórios baseados em competências: descrevem os pontos fracos e fortes do candidato com relação a um modelo de competências. b) Etapas da Captação e Seleção Online Fonte: ALMEIDA, 2004, p. 48-49. Figura 2: Etapas do processo de captação e seleção. Na Figura 2 é possível visualizar as principais etapas do processo de captação e seleção de um sistema online. A primeira etapa, a captação, tem por finalidade atrair pessoas com perfil que a organização precisa. Segundo Almeida (2004), essa foi a etapa que sofreu as maiores alterações com a utilização da tecnologia. 53 Os currículos podem ser captados através do site da organização ou através de sites de consultorias e outros especializados. Nesta etapa também são aplicados testes que verificam se o candidato está alinhado com a cultura e valores da empresa e se ele possui o perfil necessário para ocupar o cargo oferecido (ALMEIDA, 2004). A etapa de triagem, por sua vez, elimina aqueles candidatos que não possuem os requisitos mínimos para o cargo oferecido. Em sequência pode ser feita ainda uma “[...] avaliação preliminar baseada em conhecimentos, habilidades e outras características exigidas pelo cargo [...]” (ALMEIDA, 2004, p. 50). Existem ferramentas que permitem a aplicação de testes que fazem essa avaliação preliminar, entretanto muitas empresas ainda preferem aplicar essa etapa através de entrevistas cara a cara. Com um número reduzido de candidatos avança-se para a etapa onde é feita uma avaliação mais profunda sobre o candidato. Segundo Almeida (2004, p 50), “As ferramentas utilizadas são similares às da avaliação preliminar, dando-se ênfase a instrumentos que exigem mais tempo para aplicação e são mais caros.” Por fim, é possível ainda realizar uma verificação dos dados obtidos nas etapas anteriores, para assegurar a veracidade das mesmas. 2.1.3 Salário 2.1.3.1 Remuneração estratégica As constantes mudanças globais, em todas as suas formas, exigem reformulação de conceitos e a necessidade de explorar novas formas de administrar e gerenciar a situação atual. Os velhos se extinguem, viram ultrapassados, dando assim espaço aos novos que vão chegando, com áreas de aplicação cada vez mais específicas e focadas na questão social e competitiva (Coopers & Lybrand, 1993). 54 É com este princípio que Coopers & Lybrand (1993) defendem que, os sistemas de remuneração em uso estão cada vez mais ultrapassados, criados para um modelo de empresa que se encontra em extinção. Ambientes modernos de organização do trabalho exigem que as empresas implantem novas formas de remuneração, passando de fator de custo para uma visão de aperfeiçoamento da organização, impulsionando processos, aumentando a competitividade. A questão central é transformar a visão usual da remuneração como fator de custo para uma visão da remuneração como fator de aperfeiçoamento da organização, como impulsionador de processos de melhoria e aumento de competitividade (WOOD, 2004, p. 90). De acordo com Wood (2004), o processo de adaptação das empresas para um sistema de remuneração estratégica deve ser profundamente analisado seguindo fatores tais como a estratégia, a estrutura e o estilo gerencial da empresa, baseando-se não somente no hoje mas também na visão do que ela deseja ser amanhã, seu futuro. A partir daí, à medida que o sistema de remuneração vai se adequando ao contexto e à estratégia da empresa, começa a gerar um consenso nos interesses, sendo instrumento impulsionador de resultados. Para Wood (2004), o sistema estratégico de remuneração é formado por uma combinação harmônica de diferentes formas de remuneração. Estas formas básicas têm evoluído com o passar dos anos, mas podem ser listadas e classificadas em oito grupos: remuneração funcional: como o próprio nome leva a entender, este tipo de remuneração é determinado pela função que o colaborador exerce na empresa, sendo o tipo de remuneração mais tradicional e o modelo mais popular em uso. Empresas que seguem esse sistema tendem a serem conservadoras, resistindo às mudanças; salário indireto: consiste em benefícios e outras vantagens. O benefício pode variar de acordo com o nível hierárquico ocupado na empresa, sendo 55 considerado um sistema tradicional. Porém, as tendências atuais levam o benefício a ser mais flexível, sendo o colaborador responsável por escolher o “pacote” de benefícios de seu interesse, aquele que atende às suas necessidades e preferências. Este sistema flexibilizado maximiza o investimento da empresa no benefício, e recebe um feedback maior do colaborador, sentindo-se valorizado pelo seu esforço; remuneração por habilidades: modelo de remuneração que têm seu foco no indivíduo, e não mais em seu cargo ou função que ocupa. As habilidades ou o bloco de habilidades é que determinam o cálculo para a remuneração, sendo estas consideradas de acordo com o sistema de cada empresa. Bastante presente em estruturas que possuem grupos multifuncionais de trabalho; remuneração por competências: Muitas empresas têm aderido a este sistema na busca de novas formas de remunerar o pessoal sem vínculos com seus cargos e funções. O fator de sucesso de implantação é a definição dos valores que irão compor o sistema de acordo com a relação das estratégias da empresa. Fatores competitivos levam as empresas a adotar esse sistema, onde a capacidade de inovação é fator de sucesso; previdência complementar: está intimamente ligada aos sistemas de previdência privada. É uma forma de seguro que é contratado pela empresa para garantir uma renda mensal futura ao seu colaborador; remuneração variável: geralmente está ligada a metas de desempenho dos colaboradores, equipes ou da organização. É marcada por formas de remuneração variável de curto prazo, como participação de lucros, comissões, ou bônus executivo, caracterizando-se de longo prazo; participação acionária: usada para reforçar o engajamento e o compromisso do colaborador com a empresa através de ações, gerando lucratividade; 56 alternativas criativas: são formas especiais de recompensa, como prêmios, gratificações e outras formas de reconhecimento da empresa com o colaborador. Tais formas vêm ganhando espaço nas organizações, com o intuito de criar um ambiente organizacional convergido de energias e esforços preocupados com o atendimento dos objetivos estratégicos da empresa. Conforme a Figura 3 pode-se visualizar esquematicamente as formas citadas de remuneração. Fonte: Wood, 2004, p. 93. Figura 3: Componentes de um sistema de remuneração estratégica 2.1.3.1.1 Construindo um sistema de remuneração estratégica A construção de um sistema de remuneração não é algo simples de ser feito, pois depende de várias variáveis que devem ser levadas em conta antes, durante e depois de sua construção. Coopers & Lybrand (1993) cita alguns fatores que devem ser levados em conta como, realizar um diagnóstico da organização de acordo com suas 57 condições internas e sua relação com o meio externo; conhecer a fundo várias formas e alternativas de remuneração, em que casos podem se adaptar melhor para aquela situação; escolher os componentes do sistema que serão adotados para garantir que os melhores resultados se obtenham e por último, garantia de um sistema transparente e funcional, sendo aceito pela maioria de forma prática e operacional. Para Wood (2004), cada empresa é única, portanto, o sistema de remuneração escolhido deve ser rigorosamente analisado e implantado de acordo com o perfil da empresa, deve ser feito sob medida. Assim, não existe um sistema universal de aplicação, o que caracteriza que cada empresa possui suas vantagens sobre as outras, o que determina seu poder competitivo perante as demais. De um modo geral, pode-se compreender o sistema como um passo de mudança na vida da organização. Quebrar os antigos paradigmas trazendo à tona a construção do novo modelo requer consenso entre os envolvidos, estudos e analises para que sua escolha seja consistente e funcional de acordo com as exigências do ambiente de trabalho. É imprescindível a utilização de um sistema de remuneração estratégica para empresas engajadas e empenhadas, que pensam no futuro, na sobrevivência e no sucesso (COOPERS & LYBRAND, 1993). 2.1.3.2 Remuneração Funcional Também chamada de remuneração por cargo, a remuneração funcional é ainda hoje a forma mais tradicional usada pelas empresas para pagar seus colaboradores por seu trabalho. Este método vem sendo praticado ao longo dos anos pois o cargo alinhado a um salário traz definições padrões para o mesmo, podendo ser comparado a outros salários praticados no mercado e também transmitir internamente um sentimento de justiça entre os funcionários (cargo x, valor x; cargo y, valor y). Estudos também comprovam que muitas vezes esses padrões são adotados puramente por imitação a concorrência, sem justificativa racional de porque esse sistema está sendo usado (COOPERS & LYBRAND, 1993). 58 2.1.3.2.1 Componentes de um sistema de remuneração funcional Abaixo a Figura 4 mostra os componentes principais de um sistema de remuneração funcional. Fonte: COOPERS & LYBRAND, 1993. Figura 4: Componentes da remuneração funcional Segundo Coopers & Lybrand (1993), são eles: a) Descrição de cargos A descrição de cargos é a base do sistema. Normalmente, é realizada pelo superior hierárquico do cargo descrito ou por um profissional da área de RH, a partir de entrevistas e observações. Costuma conter os seguintes dados: título do cargo, título do cargo do superior imediato, missão ou sumário de atividades, responsabilidades, limites de autoridade sobre pessoas, orçamentos e outros recursos e requisitos em termos de experiência e formação (COOPERS & LYBRAND, 1993, p. 50 e 51). 59 b) Avaliação de cargos A avaliação de cargos tem como objetivo hierarquizar os cargos de uma empresa e sua organização em classes salariais, ou seja, designar um valor x para cargo x e assim subsequentemente. Para tal, conta geralmente com um comitê, onde este avalia o cargo embasado em quatro áreas: conhecimentos e habilidades, escopo, complexidade das atividades exercidas pelo cargo e nível de responsabilidade e condições gerais de trabalho (COOPERS & LYBRAND, 1993). c) Faixas salariais Como parte da administração de salários de uma empresa, as faixas salariais são construídas de acordo com diretrizes internas e em pesquisas salariais no mercado. Através da amplitude da faixa, pode ser visto quanto que a empresa pretende pagar para cada funcionário, respeitando um salário mínimo e máximo para a faixa (COOPERS & LYBRAND, 1993). d) Política salarial Para Coopers & Lybrand (1993): A política salarial reúne as diretrizes da empresa para a administração de salários. Esta política deve ser compatível com o perfil do profissional que a empresa quer atrair e reter, devendo estabelecer em que faixa de mercado ele deseja trabalhar. Deve também definir os procedimentos de administração de salários: frequência de avaliação de cargos, contratação de pesquisas de mercado, formas de reajustes etc. (COOPERS & LYBRAND, 1993, p.51) e) Pesquisa salarial A pesquisa salarial é um forte apontador do termômetro salarial do mercado, onde é realizada geralmente por uma empresa especializada, que monitora um grande número de cargos no mercado. Os dados coletados e analisados são usados para apontar tendências e estatísticas, onde colaboram para a decisão da política salarial e da faixa salarial da empresa (COOPERS & LYBRAND, 1993). 60 2.1.3.2.2 Críticas ao sistema de remuneração funcional Para Coopers & Lybrand (1993), todo sistema de remuneração possui pontos fortes e fracos, o sistema de remuneração funcional recebe algumas críticas. São as mais comuns: promove um estilo burocrático de gestão; reduz a amplitude de ação dos indivíduos e grupos; inibe a criatividade; inibe o espírito empreendedor; não considera o foco nos clientes internos e externos; reforça a orientação do trabalho voltada para o superior hierárquico; promove a obediência a normas e procedimentos, não a orientação para resultados; não tem orientação estratégica; não encoraja o desenvolvimento de habilidades e conhecimentos; torna as promoções excessivamente importantes; e incentiva o carreirismo. Como listado anteriormente, a remuneração funcional é conservadora e tradicional, sendo adequada para determinados tipos de empresas ou modelos de negócio. Porém, em um mundo regido pelas mudanças, é arriscado permanecer em um 61 sistema desse tipo, que ressalta vários aspectos diferentes de acordo com as práticas utilizadas no momento. A escolha por continuar no sistema ou optar por algo mais atual, voltado para o rendimento do colaborador, deve ser analisado, pois uma escolha errada pode comprometer a vida da empresa em todas as suas áreas. Em empresas que zelam sua estrutura hierárquica, é aconselhável continuar com este tipo de remuneração. Já para empresas que estão mudando a cada dia, inovando e buscando novas práticas, automaticamente estas abandonam o antigo modelo, mantendo apenas alguns componentes do antigo sistema (COOPERS & LYBRAND, 1993). 2.1.3.3 Salário indireto De acordo com Coopers & Lybrand (1993), os salários indiretos compreendem basicamente a parte de benefícios que são oferecidos pelas empresas aos seus funcionários. É uma prática bastante difundida atualmente, uma vez que traz vantagens a mais para o funcionário e melhora seu relacionamento com a empresa. O salário indireto provê inúmeras vantagens, tanto para a empresa que o concede como para o funcionário. Embora a maioria das organizações busque manter uma forte coerência com seus pares, algumas se destacam por oferecer vantagens excepcionais. Esta postura é essencial na atração e retenção da mão-de-obra, especialmente quando os requisitos do negócio impõem alto nível de capacitação profissional (COOPERS & LYBRAND, 1993, p.75). Coopers & Lybrand (1993) defendem que, para o funcionário muitas vezes, os benefícios são fator decisivo da permanência na empresa ou aceitação de um convite de trabalho em outra empresa. “Os benefícios têm impacto direto sobre a qualidade de vida dos funcionários, influindo sobre sua segurança atual e futura e sobre sua condição de vida” (COOPERS & LYBRAND, 1993, p.75). 62 2.1.3.4 Remuneração por habilidade Cada vez mais, no contexto atual, o conhecimento vem ganhando destaque nas organizações, fazendo com que não se remunere mais o indivíduo pelo seu cargo, mas sim por suas habilidades desempenhadas na empresa que trabalha (COOPERS & LYBRAND, 1993). De acordo com Wood (2004), o surgimento dessa forma de remuneração devese ao aumento da complexidade do ambiente de negócios, o que abrange oportunidades de mercado, ameaças concorrentes, pressões da comunidade, contexto econômico além da exigência de uma resposta organizacional ágil e flexível. Assim, através de estruturas organizacionais com menos níveis hierárquicos, a valorização do trabalho em equipe, o foco no aperfeiçoamento contínuo, pressões de redução de custos e foco no fator humano é que surgiu a remuneração por habilidades. Para Coopers & Lybrand (1993): [...] nesta era de mercados globais e competição acirrada, em que a informação e o conhecimento passaram a ser fatores críticos de sucesso, a atração, a retenção e o desenvolvimento de talentos passaram a ser cruciais. E isto se tornou verdade não somente para as empresas de alta tecnologia e nos departamentos de pesquisa e desenvolvimento, onde a capacitação técnica é essencial, como também para as empresas de tecnologia madura e no chão de fábrica, em que a qualificação das pessoas passou a ser também fundamental (COOPERS & LYBRAND, 1993, p. 60). Traçando um comparativo entre a remuneração funcional e a remuneração por habilidades, percebe-se que a última é mais dinâmica, podendo variar de pessoa para pessoa. Isso se deve ao fato da remuneração não ser atribuída ao cargo, ao padrão, mas sim a cada indivíduo, a atribuição de suas habilidades certificadas, isto é, demonstrar domínio do conhecimento e capacidade prática para exercer a função. Dessa forma, toda a evolução, tanto na empresa como salarial é depositada em sua capacitação e sua determinação em continuar se especializando e contribuindo para o crescimento da organização. Em contrapartida, a empresa percebe sua importância e 63 através de nova certificação, lhe concede o novo salário ajustado de acordo com as habilidades que possui e dispõe para a empresa (COOPERS & LYBRAND, 1993). O SRH (Sistema de Remuneração por Habilidades) é a solução criada para gerenciar esse tipo de remuneração. Envolve componentes que são diferentes dos encontrados em um sistema tradicional. Através de consultores, são definidas as habilidades e os blocos de habilidades pertinentes, onde são criadas maneiras de avaliar os passos de evolução dos funcionários e o estabelecimento de procedimentos e regras para o treinamento e a certificação (COOPERS & LYBRAND, 1993). Os componentes são: Blocos de habilidades: Conjunto de habilidades agrupadas por afinidades, relacionadas a um mesmo processo do trabalho ou que representam uma evolução sequencial e lógica na carreira. São definidas de acordo com o contexto da organização, mapeadas pelos processos. Habilidades individuais são remuneradas quando estas possuem demasiada complexidade, e remunerar por blocos simplifica a administração do sistema quando estas forem simples e tiverem pontos em comum (COOPERS & LYBRAND, 1993). Carreira: A evolução de carreira acontece através da conquista da certificação das habilidades que estão dentro de cada bloco. É através do esforço do funcionário em adquirir habilidades que a evolução acontece, tanto profissionalmente como salarialmente. Para tal, é necessário demonstrar na prática a sua capacidade de gerar resultados, seguindo os níveis exigidos de qualidade, prazo e produtividade. O SRH deve possuir diretrizes claras de avaliação das habilidades e resultados para serem certificadas (COOPERS & LYBRAND, 1993). Avaliação salarial: Diferente dos métodos tradicionais de remuneração, a remuneração por habilidades não possui um método fixo para avaliar o salário dos indivíduos. As habilidades e os blocos são agrupados, de uma forma que 64 possa ser traçado um comparativo com cargos numa pesquisa de mercado. Cada empresa possui o seu método de avaliar o salário de seus colaboradores, onde também existe uma comparação interna que favorece a transparência, passando uma imagem de igualdade e justiça entre os funcionários (COOPERS & LYBRAND, 1993). Evolução salarial: Ocorre de acordo com o crescimento do número de habilidades existentes no currículo. À medida que o funcionário vai adquirindo e certificando habilidades, seu crescimento interno se dá de uma forma que seu salário vai acompanhando seu rendimento na empresa. Os custos com a especialização de funcionários é revertido em benefícios para a empresa, produzindo com mais qualidade. O funcionário assim recebe o salário de acordo com sua importância para a empresa e não de uma tabela fixada pelo cargo (COOPERS & LYBRAND, 1993). Treinamento e desenvolvimento: É fundamental em empresas que adotam o SRH, pois está ligado diretamente ao salário. Os funcionários são movidos pelo desejo de ganhar mais, e para tal, devem procurar se especializar procurando capacitar-se em programas voltados para resultados. Porém, merece cuidados especiais quanto a dedicar-se demasiado à atividade, desviando atenção das atividades principais da empresa e também a ascensão muito rápida na carreira (COOPERS & LYBRAND, 1993). Certificação de habilidades: São realizadas por comissões internas ou externas à empresa, buscando consistência a fim de transmitir um sentimento de justiça entre os colaboradores. Geralmente são constituídas de avaliações como provas escritas e apresentações, sendo considerada apenas a habilidade em questão. São frisados a qualidade e os resultados esperados (COOPERS & LYBRAND, 1993). 65 2.1.3.5 Remuneração por Competências A remuneração por competências surge em meados da década de 90, sendo desenvolvida naturalmente através do sistema de remuneração por habilidades, onde supera algumas limitações desse modelo e é utilizada para o corpo gerencial e diretivo da empresa e em seguida para todos os funcionários. Definições de especialistas traçam a remuneração por competências como um conjunto de características que podem ser percebidas em pessoas, envolvendo conhecimentos, habilidades e atitudes, tendo como objetivo um desempenho superior no trabalho (WOOD, 2004). Para Wood (2004) as empresas buscam identificar as competências básicas para montar o modelo de remuneração. Essas são conhecidas como competências essenciais, nas quais todos os envolvidos devem demonstrar conhecimento em comunicação, envolvimento e comprometimento com o trabalho. As competências básicas devem agregar valor à empresa, dando ênfase nos clientes, ter papel diferenciador da empresa para com seus competidores e abrir portas para o futuro, podendo sustentar novos produtos e serviços de acordo com as tendências mercadológicas. De um modo geral, competências devem agir sobre ações específicas, produzindo resultados e assim, alavancando o desempenho organizacional. 2.1.3.5.1 Identificando Competências O primeiro passo para a construção de um sistema de remuneração por competências é a identificação das competências. Segundo Wood (2004), devem contemplar os seguintes componentes: Conhecimentos: é o “saber adquirido”, os conceitos, técnicas, teorias e metodologias relacionados ao trabalho; Habilidades: é o “saber fazer”; ou seja, é o conhecimento colocado em prática; 66 Atitudes: são relacionadas aos comportamentos do colaborador, a forma como ele age junto a pares, superiores e subordinados. Segundo Wood (2004), as competências devem enquadrar-se dentro da estratégia da empresa, através do levante de informações como: visão de futuro, missão da empresa e o seu direcionamento estratégico. Após, é necessário desdobrar as competências essências em competências genéricas, que serão usadas no sistema de remuneração. São competências básicas, contemplando todos os profissionais envolvidos, independente do nível hierárquico ou de sua função na organização. E por fim, existe o desdobramento das competências em competências específicas, sendo classificadas de acordo com o nível hierárquico, processo ou cargo. O processo de captação de competências deve sempre buscar alinhamento com a estratégia organizacional, onde pode se basear em listas de competências, experiências de outras empresas e em uma análise dos principais processos dos negócios da empresa. Competências devem ser constantemente revistas a fim de manter o perfil estratégico da empresa em primeiro plano (WOOD, 2004). Para Wood (2004), as competências podem ser classificadas de acordo com sua importância. Podem ser genéricas (necessárias para todos os profissionais, tanto chão de fábrica como nível gerencial); por nível hierárquico (direcionadas a indivíduos de mesmo nível hierárquico de complexidade e responsabilidade); competências técnicas ou específicas (de acordo com a função ou processo que o profissional atua); e por fim, competências gerenciais (executivos ligados a gestão e à estratégia da empresa, com alto nível de responsabilidade). A partir daí, os profissionais são avaliados e certificados, definindo as competências que desempenham, traçando a sua base salarial. A carreira também evolui de acordo com as competências acumuladas, tanto de forma horizontal (dentro do mesmo cargo) como vertical (mudança de cargo) (WOOD, 2004). 67 Segue um exemplo, na Figura 5 de um documento de avaliação de competências, onde a satisfação dos critérios pode influenciar sobre o salário do colaborador: Fonte: HERMES, RUPPENTHAL, 2006, p. 69. Figura 5: Ficha de avaliação de competências. Através da Figura 5, pode ser vislumbrada uma ficha de avaliação de competências, onde o colaborador é avaliado dentro do seu departamento. São alternativas de avaliação: AE (acima do esperado); DE (dentro do esperado); PE (próximo do esperado); AbE (abaixo do esperado) e NAp (não se aplica). São grupos avaliativos o cliente interno, fornecedor interno, cliente externo, fornecedor externo e auto-avaliação, onde o colaborador realiza uma análise do seu próprio desempenho (HERMES, RUPPENTHAL, 2006). 68 Para Hermes e Ruppenthal (2006): O cálculo para obtenção da satisfação de cada critério inicia com o somatório das alternativas AE + DE, atribuídas pelos avaliadores de todos os grupos avaliativos, sendo que serão dois avaliadores em cada grupo avaliativo, exceto auto-avaliação, multiplicado por 100. Após, ocorre a divisão deste resultado pelo somatório de todas as alternativas de avaliação (AE + DE + PE + AbE + NAp) atribuídas pelos mesmos avaliadores, exceto auto-avaliação, sendo, ao final, subtraídas as alternativas NAp. O resultado final deste cálculo será o percentual de satisfação do critério obtido através da percepção dos grupos avaliativos (cliente interno, fornecedor interno, cliente externo e fornecedor externo) [...] (HERMES, RUPPENTHAL, 2006, p.72). Muitas empresas estão adotando a remuneração por competências como forma de descentralizar as decisões, ter maior flexibilidade diante de mudanças ocorrentes, agilizando assim processos. Os resultados gerados são visíveis, podendo ser medidos em níveis de eficácia, eficiência, flexibilidade e agilidade organizacional (WOOD, 2004). 2.1.3.6 Remuneração variável Segundo Coopers e Lybrand (1993): Uma das principais razões para a utilização da remuneração variável é de vincular a recompensa ao esforço realizado para conseguir determinado resultado. Por isso, quanto mais claro for este vinculo, melhor para o sistema, melhor para a empresa e melhor para o funcionário (COOPERS & LYBRAND, 1993, p. 82). Uma prática que vem decaindo com o tempo é a remuneração por peça, ou prêmio de produtividade, devido a problemas que surgem devido ao sistema ser muito individualista, com foco direcionado para a tarefa. Ocasiona em geração de conflitos entre grupos que são agraciados e outros não com o benefício. Com a mudança do pensamento organizacional, projetos de reestruturação, qualidade e produtividade tem se tornado obsoletos de acordo com o a nova filosofia gerencial que rege o sistema. O surgimento do trabalho em grupo com ênfase na melhoria contínua e orientado a resultados traz a tona novas formas de remuneração variável, onde funcionários recebem incentivos, prêmios e participação nos lucros da empresa (COOPERS & LYBRAND, 1993). 69 Para Coopers & Lybrand (1993), são objetivos da remuneração variável: Vincular o desempenho do indivíduo e do grupo à sua recompensa, incentivando-os a buscarem melhoria constante; Dividir com os funcionários os bons e maus resultados da empresa, trazendo uma imagem transparente do negócio; Transformar custos fixos em variáveis. Todas essas alternativas podem ser classificadas em dois grupos: remuneração por resultados e participação nos lucros. 2.1.3.6.1 Remuneração por resultados Para Coopers & Lybrand (1993), a remuneração por resultados se da por meio de um bônus que é vinculado ao atendimento de metas previamente estipuladas. De acordo com os resultados alcançados, a empresa bonifica seu funcionário com prêmios ou benefícios estabelecidos. Usada há muito tempo, a remuneração por resultados é presente em empresas que possuem equipes de vendas, onde estas tem se voltado recentemente para resultados e trabalho em grupo. Se paga um piso salarial para os funcionários, e a partir daí, o acréscimo do salário se da com vendas e serviços, os quais são remunerados de acordo com os resultados obtidos (COOPERS & LYBRAND, 1993). 2.1.3.6.2 Participação nos lucros Ao contrário da remuneração por resultados, a participação nos lucros é aplicada quando atingida uma determinada meta, estipulada pela empresa. São objetivos globais, onde geralmente é aplicada uma fórmula que determina a divisão dos lucros depois de serem atingidos os objetivos. As vantagens são notórias, como 70 aumento da compreensão dos funcionários com a natureza do negócio, redução da resistência a mudanças e transmissão de transparência na divulgação dos resultados (COOPERS & LYBRAND, 1993). Tal prática é comumente encontrada em instituições bancárias, onde no final de cada ano são divididos os lucros obtidos com os funcionários. 2.1.3.7 Participação Acionária Para Coopers & Lybrand (1993): A participação acionária é um dos componentes mais complexos da remuneração estratégica. Isto se deve tanto a dificuldades operacionais, causadas pelas implicações com a legislação trabalhista e com a regulamentação do mercado financeiro, como pela distância entre a forma de remuneração e a percepção de seu benefício. Muitos executivos, que recebem ações como parte de sua remuneração, preocupam-se mais com as flutuações de valor de suas ações, causadas pelo mercado financeiro, que em agregar valor à empresa, o que deveria ser seu principal papel (COOPERS & LYBRAND, 1993, P. 92). Pode-se perceber que o assunto participação acionária é bastante complexo. Esta deve ser bem projetada a fim de gerar, tanto para a empresa como para seus funcionários, grandes benefícios a médio e longo prazo (COOPERS & LYBRAND, 1993). Para Coopers & Lybrand (1993), a participação acionária difere da participação em lucros nos aspectos referentes ao objetivo do benefício: enquanto a participação nos lucros concede ao funcionário uma recompensa diante do desempenho positivo da empresa, em curto prazo, a participação acionária oferece ao funcionário copropriedade da empresa, transmitindo confiança, tornando-se uma relação de longo prazo. 71 São formas de participação acionária: Distribuição de ações; Venda de ações; Opção de compra (comprar ações em um preço prefixado em data futura); Ações virtuais (alocar ações que não existam, com perspectivas de crescimento da empresa através de expansão dos negócios). 2.1.3.8 Alternativas criativas Este último tópico compreende a questão motivacional. Motivar uma pessoa no trabalho não é algo simples de ser feito, pois segundo Coopers & Lybrand (1993), implica em alguns aspectos: Motivação é energia, e esta se desprende de necessidades humanas universais (fome, sede, amor e afeto etc.), o que varia de país para país e organização para organização; Os fatores motivacionais variam de indivíduo para indivíduo, pois não existe uma pessoa igual à outra; As preferências por fatores de satisfação mudam com o tempo de indivíduo para indivíduo. “A questão da motivação é importante para o projeto de Sistemas de Remuneração Estratégica devido ao vínculo entre motivação, desempenho e recompensa” (COOPERS & LYBRAND, 1993, p.98). 72 Muitos outros fatores, além da remuneração são importantes e afetam a motivação, mas deve se dar especial atenção a remuneração estratégica pois ela ocupa um papel de destaque na dinâmica motivacional dos indivíduos, reforçando comportamentos e traços culturais existentes. Fonte: COOPERS & LYBRAND, 1993, p. 98. Figura 6: Motivação, desempenho e recompensa. Segundo Coopers & Lybrand (1993), alguns reconhecimentos são listados como: presentes, dia de folga, viagens, licenças remuneradas para desenvolvimento de projetos pessoais, equipamentos como notebooks, estágios em outros países, cursos de especialização e jantares com a equipe de trabalho. São alternativas criativas, que visam a integração e vinculam o reconhecimento da empresa com o seu funcionário. Podem ser usadas para premiar o espírito empreendedor, reforçar comportamentos desejados, desenvolver a busca por inovações e criar uma relação mais madura entre os funcionários e a empresa (COOPERS & LYBRAND, 1993). 73 2.1.4 Benefícios Conforme Chiavenato (2005) benefícios são certas regalias e vantagens concedidas pelas organizações, á título de pagamento adicional dos salários a totalidade ou a parte de seus funcionários. Constituem geralmente um pacote de benefícios e serviços que faz parte integrante de remuneração do pessoal. Os benefícios e serviços sociais incluem uma variedade de facilidades e vantagens oferecidas pela organização, como assistência médico-hospitalar, pagamento de tempo não trabalhado, transporte, pagamento de tempo não trabalhado, planos de pensão ou aposentadoria, sendo esses os benefícios mais aplicados, ligados diretamente no dia-adia dos colaboradores e consequentemente em sua produtividade. Para Coopers (1993), os benefícios têm impacto direto sobre a qualidade de vida dos funcionários, influindo sobre a segurança atual e futura e sobre sua condição de vida. Na verdade, os benefícios além do seu aspecto pecuniário ou financeiro servem para livrar os funcionários de uma série de transtornos. Na busca por um equilíbrio dos salários dos colaboradores, as empresas buscam verificar os preços de mercado para cotejarem seus custos provendo-se de informações que possam gerenciar consistência interna e a competitividade externa de suas práticas de remuneração. Segundo Lefisc (2009) atualmente os benefícios oferecidos pelas organizações se tornaram fatores decisivos no seu desenvolvimento. Esses incentivos internos oferecidos pelas empresas são os chamados benefícios sociais que se tornaram uma forma de disputa entre as empresas para atrair e manter seu quadro funcional. 74 2.1.4.1 Benefícios 2.1.4.1.1 Salário Desemprego O Seguro Desemprego é um beneficio fornecido pela Previdência Social, e desde que atenda aos requisitos legais, previstos em lei, pode ser requerido por todo trabalhador demitido sem justa causa. 2.1.4.1.2 Vale Alimentação ou Refeição Este programa de alimentação pode ter muitas variações, mas a maioria das empresas adeptas do auxílio opta por conceder um valor mensal fixo. As organizações disponibilizam o benefício para poder proporcionar ao quadro funcional uma alimentação mais equilibrada e saudável, estes dois benefícios permitem desde um almoço num restaurante até a compra de produtos em supermercados. 2.1.4.1.3 Vale Transporte Relaciona-ter se ao subsídio, parcial ou total, pela empresa, do transporte de seus funcionários entre o local de trabalho e suas residências. O custo do transporte pode ser totalmente assumido pela empresa ou pode também ser parcial. Mas a forma mais usual é o vale-transporte, que é um valor fixo mensal. Outra forma muito usada é a disponibilização de transporte próprio. 2.1.4.1.4 Décimo Terceiro Salário Segundo Lefisc (2009) a gratificação de Natal, também conhecida como décimo terceiro salário, é devida a todos os empregados urbanos e domésticos e pago em duas parcelas durante o ano, sendo que a primeira deverá ser realizada entre os meses de fevereiro a novembro e a segunda até o dia 20 de dezembro do mesmo ano. O valor do 75 décimo terceiro corresponde a 1/12 avos da remuneração devida em dezembro, por mês de serviço do ano correspondente. 2.1.4.1.5 Férias De acordo com Lefisc (2009) a Constituição Federal de 1988 assegura entre outros direitos sociais dos trabalhadores urbanos e rurais, o gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos um terço a mais do que o salário normal. A real finalidade das férias é a recuperação das forças gastas pelo empregado no decorrer de cada ano de trabalho prestado ao mesmo empregador. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece as normas sobre férias através dos artigos 129 a 153 do decreto-lei nº 1535 de 15 de abril de 1977. 2.1.4.1.6 Folha de pagamento O Art. 32º, inciso I, que apresenta e regulamenta a Consolidação da Legislação Previdenciária da Lei n° 8.212/91, “o uso da folha de pagamento é obrigatório para o empregador”. Conforme lei citada anteriormente, todas as empresas são obrigadas a exercer o uso da folha de pagamento de forma coletiva por estabelecimento da empresa. Ministrar o pagamento de seus funcionários em um determinado Instituto Nacional do Seguro período de apuração mensal ou ainda como a empresa também tem as obrigações e é citado no decreto N° 3.048, de 6 de maio de 1999, Art. 255 inciso I ao VI: “I - Preparar folha de pagamento da remuneração paga, devida ou creditada a todos os segurados a seu serviço, devendo manter, em cada estabelecimento, uma via da respectiva folha e recibos de pagamentos; II – Lançar mensalmente em títulos próprios de sua contabilidade, de forma discriminada, os fatos geradores de todas as contribuições, o montante das quantias descontadas, as contribuições da empresa e os totais recolhidos; III – Prestar ao INSS e a Secretaria da Receita Federal todas as informações cadastrais, financeiras e contábeis de interesse dos mesmos, na forma por eles estabelecida, bem como os esclarecimentos necessários à fiscalização; IV - informar mensalmente ao 76 INSS, por intermédio da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço(FGTS) e Informações Previdência Social(GPS), na forma por ele estabelecida, bem como os esclarecimentos necessários à fiscalização; V – encaminhar ao sindicato representativo da categoria profissional mais numerosa entre seus empregados, até o dia dez de cada mês, cópia da Guia da Previdência Social(GPS) relativamente à competência anterior, e VI – afixar cópia da GPS, relativamente à competência anterior, durante o período de um mês, no quadro de horário de que trata o art. 74 da Consolidação das Leis do Trabalho” (CLT, 2008). Sendo a empresa obrigada por lei exercer o pagamento do mesmo no mais tardar, até o quinto dia útil do mês subseqüente ao vencido, nos termos do § 1º do art. 459 da CLT, com a redação dada pela Lei nº 7.855, de 24 de outubro de 1989. Segundo Oliveira (2004) a folha de pagamento divide-se em duas partes: proventos e descontos. A parte dos eventos comporta: Salário. Horas extras. Adicional de Insalubridade. Adicional de periculosidade. Adicional noturno. Salário família. Diárias para viagem. Ajuda de custo Incluem-se nos descontos os seguintes itens: Adiantamentos. 77 Contribuição sindical. Faltas e atrasos. Imposto de Renda. Quota de previdência Seguros. Vale transporte. 2.1.4.1.7 Horas Extras Horas extras são as horas executadas pelo empregado após a jornada de trabalho normal, as quais são remuneradas a um acréscimo mínimo de 50% e não podendo ultrapassar a duas horas extras por dia, conforme sustenta a CLT na sessão II, art. 59, §1°. Existe a Instrução Normativa nº 01, de 12-10-88(DOU, 21-10-88) alerta que somente empregados homem e mulheres, maiores de idade podem ter a jornada prorrogada por mais duas horas, assim respeitando um limite de 10 horas diárias. Desta maneira para menores, é vetada a prorrogação da jornada de trabalho, salvo para efeito de compensação. 2.1.4.1.8 INSS A contribuição de cada segurado empregado e que é filiado ao Instituto Nacional do Seguro Social, inclusive o doméstico e o avulso, é de 8%, 9% e 11% conforme determina a lei n ° 9.311, de 24-10-1996. 78 Conforme Oliveira (2005) o INSS incide sobre o salário mais o conjunto de horas extras, adicional de insalubridade, periculosidade, adicional noturno, diárias para viagens acima de 50% do salário percebido, 13° e outros valores admitidos em lei pela previdência social. 2.1.4.1.9 Imposto de Renda Retido na fonte Os empregados pagam mensalmente o Imposto de Renda Retido na Fonte sobre a remuneração de acordo com a tabela progressiva que é divulgada pela Receita Federal. Sendo isentado o Imposto de Renda para pessoas que apresentarem doenças raras e infecciosas, segundo preceitua a Lei nº 8.541, 23/12/1992. 2.1.4.1.10 FGTS - Fundo de Garantia de tempo de Serviço O FGTS é uma proteção desde 1967 para os trabalhadores. Todos os meses são depositados em uma conta 8% do salário de cada funcionário, o que contempla pelo total desses depósitos mensais e os valores que estarão à disposição do trabalhador para uma eventual demissão sem justa causa. No caso de demissão por justa causa o trabalhador perde o direito de receber esse benefício e não será agraciado com multa de 40%. No caso de demissão sem justa causa, o trabalhador poderá se beneficiar desses tributos relativos ao trabalho anterior. 79 2.1.5 Treinamento e Desenvolvimento Segundo Millioni, no capitulo integrando o levantamentpo de necessidades com a avaliação e validação do treinamento in Gustavo G. Boog (2006), “Treinamento consiste na ação sistematizada de educação para a capacitação, o aperfeiçoamento e o desenvolvimento do individuo.” Para definirem-se quais são as necessidades de treinamento dos colaboradores, é necessária a identificação das causas, efeitos e consequências dos problemas identificados na avaliação de desempenho. A partir daí devem-se traçar os objetivos dos eventos de treinamento e construir instrumentos de pesquisa que permitam coletar os resultados desses treinamentos, para fornecer um feedback adequado. Para Sigmar Malvezzi no capitulo do taylorismo ao comportamentalismo 90 anos de desenvolvimento de recursos humanos in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, o treinamento surgiu para que os trabalhadores fossem atualizados com relação as suas habilidades, ocasionando a diminuição dos seus erros e da ampliação da sua capacidade para realizar outras tarefas. Conta-nos a Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento que foi coordenada por Gustavo G. Boog (1999), que a formação profissional e consequente treinamento foram necessidades não apenas das empresas mas também da sociedade. Tanto em 1886 já existiam as primeiras escolas particulares localizadas nos Estados Unidos, mas em paralelo a isso empresas criavam escolas na própria fabrica como aconteceu na empresa Hoe & Company em 1872, que devido ao alto volume de negócios abriu um centro de profissionalização para o treinamento de seus maquinistas. Mas em 1930 foi que o termo treinamento começou a se tornar parte integral da estratégia da empresa. Já a partir dos anos 70 com o avanço tecnológico, a eficiência dos negócios passou a depender em sua grande parte das atualizações e aprendizagens, dando assim um salto qualitativo, tornando se uma das metas essenciais do sucesso nos negócios. 80 O treinamento é uma instituição fundamental na gestão empresarial. Esse papel generalizadamente reconhecido deve-se à correlação entre competência e otimização de resultados, já observada nos primórdios do “sistema de fábrica”, e que coloca a competência profissional como elemento-chave da eficácia empresarial. A inabilitação dos trabalhadores para operar no “sistema de fábrica” configurou-se, já no século XVIII, como um obstáculo incontestável à eficácia (Cherns, 1982), que prenunciou, desde o início do trabalho industrial. A importância de investimentos na capacitação profissional (Carnoy, 1994) (Sigmar Malvezzi do taylorismo ao comportamentalismo 90 anos de desenvolvimento de recursos humanos in Gustavo G. Boog, 1999) 2.1.5.1 Levantamento de Necessidades de Treinamento As necessidades de um treinamento podem ser levantadas, de acordo com Benedito A. Millione integrando o levantamento de necessidades com a avaliação e validação do treinamento in Gustavo G. Boog (2001), seja por meio de formulários, entrevistas individuais, reuniões, observação local, diagnósticos específicos ou qualquer outro meio de análise, sendo que é de essencial valia que sejam identificadas as causas, os efeitos e as consequências dos problemas, para que possam ser destacados os indicadores de desempenho os quais serão retomados, num futuro próximo, afim de auxiliar no processo de avaliação de resultados. Ao analisar as causas, o gestor de Treinamento e Desenvolvimento (T&D), deve: Montar um fluxo de rotina, do padrão ou dos comportamentos desejados no universo da pesquisa. Discutir para entender cada passo do fluxo, do padrão, da rotina ou do comportamento desejado. Obter do Cliente Interno (CI) uma descrição do agente original, causador do alvo da pesquisa. Colher, junto ao CI, sua impressão pessoal sobre a fonte original do problema ou o da não conformidade. 81 Identificar em consenso com o CI, quem da equipe está diretamente envolvido na causa-alvo da pesquisa. Descrever de forma objetiva as causas identificadas, sem emitir qualquer juízo de valor ou opinião. Retornar ao fluxo, e nele, localizar os pontos que podem ser entendidos como fatos geradores da causa-alvo. Identificar, junto ao CI, se cada ponto apurado pode ser uma variável controlável ou não-controlável. Caso encontrar mais de uma causa o gestor de T&D deve fazer um fluxo para cada uma delas. Concluir esta fase da pesquisa relacionando as causas, descrevendo-as objetivamente. Ao analisar os efeitos o gestor de T&D deve: Descrever, sempre em conjunto com o CI, os efeitos de cada causa-alvo. Discutir com o CI cada efeito levantado, de modo que suas características fiquem devidamente claras e compreensíveis. Colocar em conjunto com o CI, os efeitos apurados em ordem cronológica. Reorganizar a lista dos efeitos, do primeiro ao último, caso algum não fique claro, deve-se retornar ao CI e ajustar as eventuais dificuldades. Fazer a checagem final dos efeitos listados em discussão com o CI. 82 Retornar a cada efeito e questionar junto ao CI a respeito da possibilidade de que possam ou não estar acarretando em “sub-efeitos”. Sobre cada efeito identificar as suas reais origens. Descrever todos os efeitos, objetivamente, apurados até esta fase dos trabalhos. Destacar, em cada efeito, a eventualidade de que possa estar interferindo significativamente no desempenho de fornecedores e clientes internos do CI. Resumir a listagem dos efeitos, finalizando a sua descrição. Para realizar a análise das consequências o gestor de T&D deve: Como o CI reconhece as consequências dos efeitos? Por Observação? Por acompanhamento sistemático? Por análises de situações assim que elas se manifestam? Por informação da própria equipe ou de terceiros? Através de um processo sistemático e sistêmico de acompanhamento e avaliação? Outra forma (qual)? Como o CI se certifica da autenticidade das consequências? Como verifica o que é verdadeiro em comparação ao que parece sê-lo? As consequências têm sido objeto das queixas ou reclamações por parte dos clientes internos? Em caso positivo, como estas queixas e reclamações são apresentadas e para quem na empresa? Eventualmente, estas consequências são objeto de queixas ou quaisquer formas de insatisfação por parte dos clientes externos da empresa? 83 Quais são os indicadores tangíveis que caracterizam as consequências e como são obtidos pelo CI? Quais são os indicadores intangíveis, porém consistentes, das consequências e como são obtidos? Quais são as tendências – por indicador – de manter-se ou ampliar os seus níveis atuais? É possível alocar custos para estas consequências, preferencialmente para cada um dos seus indicadores? Caso positivo, como são apurados e documentados? Caso negativo, qual é a dificuldade enfrentada pelo CI para obter os dados sobre estes custos? Existe um padrão ou existem especificações para que sejam utilizados como referenciais a fim de se entender como “normal”, no que se refere aos números de custos? É possível identificar subprodutos de cada uma das consequências identificadas? Quais são e como podem ser verificados? Segundo Benedito A. Millioni integrando o levantamento de necessidades com a avaliação e validação do treinamento in Gustavo G Boog (2001) o gestor de T&D deve descrever as conclusões sobre a análise das três dimensões de prospecção, registrando o seu parecer final, o que está acontecendo, como se manifesta enquanto perda ou não-ganho para a empresa e os dados que delimitam o fato pesquisado. Em seguida apresentar a solução recomendada, independente da responsabilidade desta ou daquela área da empresa. Sendo que o parecer do gestor de T&D deve ser um exercício de precisão, concisão e clareza. 84 2.1.5.2 Métodos e técnicas em treinamento e desenvolvimento Para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G. Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, para que alguém fosse considerado profissional, apto a exercer qualquer ofício em fábrica, bastava apresentar um certificado de conclusão de algum curso, e que não possuía um certificado deveria comprovar a experiência confirmada em carteira de trabalho. Para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, as empresas não dispunham de estrutura para que fosse realizada uma formação de pessoal, afinal o único assunto de pessoal era a questão de custo, da área contábil, com o desenvolvimento econômico e das relações de trabalho, juntamente com o esforço de guerra (1940-1945). As empresas se sentiram obrigadas a rever seus papéis em relação a formação da mão-de-obra e novos quadros de comando. Para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), os modelos de educação disponíveis só previam uma categoria de aprendizes, os menores de 18 ou 20 anos. Os cursos técnicos existentes na época não davam conta da demanda e nenhuma escola jamais havia se preocupado com a formação de pessoas para o exercício de comando. A aprendizagem no próprio local de trabalho resolvia em parte a carência de técnicos e de mão-de-obra capacitada, mas para cargos de chefia ou aperfeiçoamento dos ocupantes de postos de comando era um assunto em que os dirigentes da empresa se achavam completamente a pé. Esforços mais sistemáticos ocorreram quase simultaneamente na Europa e nos Estados Unidos – Carrard na Suíça e Dooley na América podem ser considerados os pioneiros da introdução da aprendizagem sistemática nas empresas. Ambos inspiraram-se nos princípios da “Escola Nova” com seu método ativo e participativo.( Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog, 262) Para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, Auren Uris classifica os esforços de desenvolvimento em quatro categorias: aprender pela experiência, 85 aprender pela simulação, aprender pela Teoria e aprender pelo “desenvolvimento do espírito”. Para Uris cada uma dessas categorias representa um caminho possível de aprendizagem de natureza diferente, são caminhos quase sempre paralelos, mas que se cruzam; outras vezes se superpõem e outras vezes ainda se fundem, mantendo no entanto as suas características essenciais. O resultado de classificar essas modalidades em quatro orientações metodológicas, sendo que cada uma delas comporta uma variedade de técnicas mais ou menos numerosa, é que surgem os métodos de aprendizagem, que são: método prático ou aprender fazendo; método conceitual ou aprender pela teoria; método simulado ou aprender imitando a realidade; método comportamental ou aprender por desenvolvimento psicológico. 2.1.5.3 Aprender Fazendo – Método Prático O método prático é um dos mais antigos existentes. Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), afirma que para chegar à categoria de mestre, um oficial deveria percorrer muitas cidades, conhecer formas diferentes de produção e só retornar à sua cidade de origem quando se sentisse capaz de demonstrar perante sua agremiação de ofícios que poderia exercer a mestria. As principais técnicas da aprendizagem prática são a aprendizagem metódica do trabalho, o rodízio, o estágio, a delegação e participações diversas. Para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, a aprendizagem metódica do trabalho deve contar com um agente que estabeleça e ordene as fases do trabalho, visando facilitar sua assimilação pelo aprendiz. Esse método se apóia nos princípios de: ser concreto; corrigir em cima as falhas; repetir o exercício várias vezes ao dia; variar os exercícios elementares; deixar assimilar; levar em conta individualidade; habituar o aprendiz ao autocontrole e avaliar o êxito. De acordo com Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), o rodízio é uma das formas mais eficazes de formação profissional. Em 86 empresas que é praticado o planejamento de carreira, o rodízio é utilizado como um dos principais instrumentos de desenvolvimento. Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), afirma que o estágio destina-se ao jovem profissional que necessita passar da teoria para a situação prática, podendo também ser estendido aos profissionais veteranos que pretendem assimilar novas tecnologias. O agente de treinamento deve realizar o levantamento das áreas preferenciais e a elaboração do roteiro que deverá ser seguido pelo estagiário, além de garantir que o estagiário irá obter a cooperação das equipes nas áreas onde passar. Para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, “a delegação é uma prática administrativa muito generalizada e destinada a aprendizagem de comportamentos de supervisão ou de gerência”. Ela comporta algumas normas orientadoras e mesmo alguns princípios que, quando seguidos, transformam a delegação em um forte mecanismo de formação de novos quadros. Nas participações diversas, o aprendiz terá uma participação em algumas situações da empresa – como por exemplo a participação em negociações de natureza governamental, sindical ou comunitária, como representante da empresa – podendo ela se tornar uma oportunidade de atuação fora da tutela da hierarquia. As vantagens que esse método possui, de acordo Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), são de economia de tempo, de espaço e de investimento; obtêm-se resultados a curtíssimos prazos; a possibilidade de avaliação mais imediata (aprendeu ou não - aprendeu); e a melhor adequação desse método a uma grande clientela. As limitações e riscos apresentados por tal método são que não permite uma visão global dos trabalhos; limita a criatividade; possibilita a aprendizagem de 87 deformações e vícios funcionais; possibilita maior número de acidentes e perda de material; não permite grande número de treinandos. 2.1.5.4 Aprender por Conceitos – Método Conceitual Tem como principal ênfase na oratória, baseia-se na palavra oral, sendo que aprender por conceitos constituiu-se como principal instrumento de educação. Pode ser utilizado para persuadir pessoas a uma dada posição, a se manter em “um certo” caminho. As principais formas da utilização da palavra como meio de transmitir e ensinar de acordo com Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, são a explanação oral, debate cruzado, estudo dirigido, instrução programada, painel, simpósio e universidade aberta. Na técnica de explanação oral é necessário que o comunicador saiba empregar a palavra como principal recurso, onde o sucesso depende quase que exclusivamente da habilidade do comunicador, que pode utilizar-se de recursos físicos que estão a sua disposição. Para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), “essa técnica pode ser demorada, em compensação ela aprofunda-se nos conceitos e fixa mais o que foi aprendido, além de diminuir a distância entre o comunicador e o participante”. O debate cruzado, para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, é uma técnica utilizada para fazer que os participantes aprendam a saber ouvir e levá-los a refletir sobre a questão da competição, através da discussão de um determinado assunto entre dois ou mais grupos. 88 No Estudo Dirigido o aprendiz faz a leitura de textos e respectivos esquemas de verificação de leitura, fazem com que esta modalidade de aprendizagem seja uma das mais eficazes para a fixação de conhecimento e motivação dos aprendizes. A instrução programada é utilizada, de acordo com Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), “quando o objetivo de um treinamento concentra-se na aquisição e retenção de conhecimentos a respeito de uma disciplina bem dimensionada e com limites bem definidos”. Um dos trunfos desse método é a adequação da velocidade de aprendizagem ao ritmo de cada aprendiz. Na técnica de painel é envolvido mais de um expositor, onde é apresentado o ponto de vista de cada expositor sobre determinado assunto, confrontando cada ponto de vista, onde a essência dessa técnica é a polêmica. Para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, um simpósio é parecido com o painel, mas é outra forma de preleção, onde não há polemica e os expositores relatam as experiências sobre determinada área, tendo como essência a complementação e a ampliação do tema. A universidade aberta utiliza-se dos “cursos por correspondência”, e é uma forma de treinamento à distância, sendo que essa técnica, segundo Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), é a forma mais prática de fazer treinamento contínuo e de envolver pessoas fora dos quadros de T&D. As vantagens do método conceitual, para Gustavo Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), é que pode atingir grande número de treinandos, possibilita o desenvolvimento de uma visão global, podendo estimular a criatividade do treinando, permite um melhor aprofundamento e melhor embasamento teórico, atende ou satisfaz uma clientela mais escolada e que está sempre em busca de novos conceitos ou novas colocações. 89 Os riscos que este método possui de acordo com Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, é que não garante a transferência da aprendizagem para a situação da realidade, não permite uma avaliação operacional dos efeitos do treinamento, não atinge a área de atitudes e de comportamento, não satisfaz uma clientela menos escolada e sem hábito de leitura. 2.1.5.5 Aprender por Simulação – Método Simulado No método simulado, de acordo com Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, é recriado um ambiente parecido com a realidade, com os mesmos problemas, condições de trabalho, de acordo com a intenção de aprendizagem que constitui a razão de ser daquela realização. Esse método é utilizado no treinamento militar, na formação clerical, no adestramento cirúrgico, entre outros. As principais técnicas utilizadas nesse método são as dramatizações, RolePlaying, jogos de empresa, jogos e exercícios diversos e projeto. Para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, a dramatização é uma das técnicas mais despojadas e, portanto, econômica, para transferir conhecimentos e habilidades. A técnica pode ser de duas formas: simples e demonstração. Na dramatização simples os próprios aprendizes testam o que aprenderam na teoria, na dramatização-demonstração empregam-se atores previamente treinados para reproduzir aos aprendizes situações que estes terão de confrontar no dia-a-dia. O Role-Playing, segundo Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), é uma técnica que se utiliza do revezamento de papéis. Um exemplo: o grupo de treinados é dividido em diversos grupos de três pessoas, onde duas atuam e uma observa, com revezamento de papéis. 90 Os jogos de empresa são uma técnica que envolve os participantes e é a mais sofisticada, destinando-se a formação gerencial tanto em nível de preparação quanto em nível de aperfeiçoamento. O projeto, de acordo com Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, é uma técnica que destina-se a formação gerencial, sendo uma das mais eficazes nesta área. Um projeto exige reflexão, estudo, consulta, interpretação de cenários, capacidade de projetar cenários futuros, sendo então uma técnica que desenvolve o raciocínio lógico e a criatividade. As principais vantagens deste método, segundo Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999) é a de que durante uma simulação permite-se a correção. Envolver o treinando forçando-o a se comportar de um modo diferente, facilita a compreensão conceitual e reforça o entendimento em nível racional, é o método mais adequado para o desenvolvimento de habilidades, tanto manuais, como verbais e de relacionamento. As limitações e riscos enfrentados por esse método, para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, são de ordem orçamentária e ordem humana. De ordem orçamentária por ter de se utilizar de situações de recursos semelhantes ao diaa-dia. De ordem humana, onde os agentes de treinamento devem possuir vivência prática dos métodos, além de boa sensibilidade e observação, pode ainda haver o “mascaramento” por parte do treinando, onde ele é capaz de representar todos os comportamentos que lhe são exigidos durante o treinamento e depois não assumir aquele comportamento. 2.1.5.6 Aprender por “Desenvolvimento Psicológico” - Método comportamental Logo após a segunda guerra mundial, as indústrias americanas, os bancos, os comércios, as universidades e os institutos de pesquisa do governo entraram em 91 ebulição, teorias de administração surgiam de todos os cantos e novas propostas de comportamento empresarial faziam com que as pessoas achassem aquilo muito interessante, mas faltava muito para que essas idéias e modelos de administração fossem introduzidas nas empresas. Mais recentemente, toda uma linhagem de formas paraterapêuticas também adentrou as empresas, oferecendo novas soluções para os velhos problemas do relacionamento humano: análise transacional, bioenergética, programação neurolinguística e outros. Além de todas as formas que utilizam o grupo como cenário obrigatório para as práticas de desenvolvimento, há uma modalidade de tratamento que lida apenas com o indivíduo.( Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G. Boog, 277, 1999). As principais técnicas utilizadas neste método são descritas como aconselhamento psicológico, psicodrama, T-Grupo, socioanálise e dinâmica de grupo. O aconselhamento psicológico, de acordo com Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, é umas das formas de tratamento individual e é utilizado quando um indivíduo não consegue se adaptar ao grupo quando o problema está realmente no indivíduo. Pode ainda ser utilizado pelo próprio indivíduo, quando este estabelece para si metas de crescimento não apenas profissional, mas principalmente de ordem pessoal. Segundo Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), “o que se busca no psicodrama é o desenvolvimento de uma consciência social profunda, onde o indivíduo não apenas entenda o conceito de igualdade, mas viva essa igualdade”. De acordo com Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), o T-grupo foi a primeira técnica a ter ingresso garantido nas organizações. Essa técnica utiliza-se do feedback para mudar as condutas dos participantes. Inicialmente um grupo se reúne e começa a atuar sem uma regra definida, onde ocorrem discussões, diálogos, críticas e um monitor externo, de preferência psicólogo, intervém quando julgar necessário. 92 A socioanálise é uma modificação da técnica do T-grupo, onde o objetivo principal, de acordo com Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999) é estabelecer a modificação do comportamento grupal e não do comportamento individual por meio do grupo. As regras da socioanálise eram consideradas muito rígidas e segundo os autores da técnica, essa rigidez era exatamente para poder ter um melhor controle das manifestações individuais dentro do grupo. Na dinâmica de grupo, de acordo com Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, utiliza-se de diversas experiências derivadas da Teoria do Campo, combinando com a linha de terapias de grupo, foram surgindo técnicas que se utilizam das forças do grupo para o desenvolvimento individual ou simplesmente o desenvolvimento do próprio grupo. Para Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), no livro Manual de Treinamento e Desenvolvimento, esse método possui como vantagens que ele se destina a atingir o indivíduo ou os grupos mais profundamente, estimula a criatividade e a incentiva, predispõe os treinandos para outras formas de aprendizagem e é considerado o mais adequado para a nova visão de empresa. Já no campo das limitações e riscos, Antonio Waldir Bíscaro métodos e técnicas em T&D in Gustavo G Boog (1999), afirma que, o método não assegura um resultado em curto prazo, não favorece a aquisição de conceitos ou definições funcionais nem desenvolve habilidades funcionais. A exigência de formação dos agentes é muito mais grave do que dos demais métodos, entre outros. 2.1.5.7 Planejamento de Programas de Treinamento Para que não ocorram muitos problemas relacionados à falta de preparação dos colaboradores de uma empresa, é necessário que os mesmos possuam um treinamento de qualidade. Para que isso ocorra é necessário que os gerentes de 93 treinamento e desenvolvimento identifiquem o mais rápido possível as necessidades de treinamentos de suas áreas. De acordo com Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações é preciso fazer um planejamento consistente dos programas de treinamento, a fim de obter o comprometimento de toda a organização. Para saber se o planejamento foi bem-feito deverá responder as seguintes perguntas: Qual é a nossa situação presente? Onde queremos chegar? Como mediremos os resultados? Quanto custará? Para se chegar às respostas é necessário passar por várias etapas. A primeira etapa, segundo Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações será identificar precisamente quais as competências que cada cargo abrangido pelo plano exige. As competências abrangidas pelo planejamento devem atender a qualificação dos conhecimentos, das habilidades e dos comportamentos. Os conhecimentos, segundo Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), normalmente são agrupados em duas grandes categorias: os conhecimentos técnicos e científicos da profissão, da realidade da organização, dos produtos, processos, tecnologia, mercado, modelo e instrumentos de gestão; e os conhecimentos dos mecanismos da interação humana no trabalho, teorias de liderança, de motivação, de criatividade e trabalho em equipe. Os conhecimentos são as competências mais fáceis de identificar, de acordo Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, onde então o planejamento tratará de definir cargo a cargo, quais os conhecimentos necessários, 94 elaborando um questionário a ser preenchido pelo ocupante e validado por seu superior, onde são questionados os conhecimentos necessários. Para Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), as habilidades são voltadas à obtenção de resultados (raciocínio lógico, habilidade de negociar, orientação para resultados, habilidade de delegar, habilidade de sintetizar), à interação pessoal (persuasão racional, habilidade de ouvir, trabalhar em equipe, desenvolver pessoas, habilidade em motivar pessoas) e ao processo e à qualidade (raciocínio lítico, raciocínio analítico, fortalecimento dos padrões, atenção a detalhes, otimização de recursos). Ainda segundo Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, a identificação das habilidades é tranquila, mas o problema surge quando tentamos ordená-las segundo sua importância. O problema está em encontrar qual o grau de prioridade de uma habilidade para o cargo destinado. De acordo com Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), “em relação aos comportamentos, posturas por um cargo não são definíveis a partir de informações ou opiniões de pessoas”. O perfil comportamental é muito complicado de ser mensurado, para tanto, o planejador deverá se utilizar de um instrumento de mensuração, o qual atenderá melhor as suas necessidades. Ao conseguir determinar o perfil comportamental do cargo, segundo Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), possuindo os conhecimentos, as habilidades e os comportamentos exigidos de cada cargo abrangido no plano, pode-se responder a pergunta “onde queremos chegar?”. A segunda etapa a ser avaliada são as competências apresentadas pelas pessoas. Utiliza-se a mesma classificação dos perfis de cargos. classificação de competências empregada na 95 Segundo Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações “à medida que um dado conhecimento identificado como crítico não tiver um registro apropriado, isto se completa por um questionário e / ou um teste de conhecimentos específicos”. De acordo com Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, a mensuração das habilidades apresentadas pelas pessoas é feita a partir da análise do talento potencial multiplicado pelo exercício (treinamento), podendo um indivíduo apresentar certas habilidades por possuir muito talento e pouco exercício ou vice-versa. Para Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, como o exercício não pode ser medido, decorre que só há uma maneira satisfatória de se determinar o quanto uma pessoa apresenta uma habilidade, que é através da observação. As empresas costumam utilizar-se de métodos para avaliar as habilidades das pessoas. Um dos métodos utilizados é a avaliação por parte do superior, onde, de acordo com Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, o superior registra as habilidades gerenciais que o subordinado demonstrou ter adquirido ou aperfeiçoado durante o período de avaliação. Outro método utilizado é o “assessment” por profissional especializado, onde, segundo Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), “um assessment center de boa qualidade geralmente garante a necessária isenção e produz laudos confiáveis”. 96 A observação múltipla é o último método abordado, onde uma pessoa pode ser observado por um grupo selecionado de 6 a 9 pessoas. Esse método é o mais recomendado por Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, por aumentar em muito a precisão da mensuração, eliminando a subjetividade e a pessoalidade da avaliação além de gerar menos resistências. De acordo com Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, semelhantemente ao que ocorre na determinação dos perfis comportamentais de cargos, a informação sobre os comportamentos de um indivíduo não é uma informação confiável. Para se valer de uma mensuração confiável, o planejador deve utilizar alternativas, o assessment center, onde não apenas as habilidades mas também os comportamentos são descritos de forma precisa por um bom centro de avaliação. Outra alternativa a ser utilizada é a utilização de softwares para auxiliar na mensuração do perfil comportamental do indivíduo a partir de um formulário. Após a identificação dos perfis comportamentais de cargos e de pessoas é necessário realizar a identificação e validação dos talentos, ou seja, de acordo com Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, o potencial ainda não desenvolvido de uma pessoa. Para Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), não é necessário investir tempo e dinheiro na tentativa de medir o potencial de uma pessoa para o conhecimento, por não ser possível tratá-lo de forma sistemática. Já em relação as habilidades, o potencial de adquirir novas habilidades se torna mensurável de forma satisfatória, mostrando um fator importante para o planejamento. 97 Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, afirma ainda que o fato de uma pessoa possuir talento para desenvolver certa habilidade, não quer dizer que ela irá desenvolvê-la, pois envolvem muitas variáveis como, por exemplo, vontade, estado de saúde, situação familiar, financeira, entre outras. Segundo Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), “a definição de potencial que uma pessoa tem para adotar comportamentos que não lhe são naturais faz parte de todas as ferramentas de diagnóstico reputáveis no mercado”. Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001) afirma que após ter todas essas informações disponíveis, o planejador poderá elaborar um plano consistente, pois conhece quais os conhecimentos, as habilidades e os comportamentos que os cargos exigem, quais os conhecimentos, as habilidades e os comportamentos que as pessoas possuem, e sabe quais os talentos das pessoas para dominar as habilidades e os comportamentos que os cargos exigem e que ainda não dominam. De acordo com os conceitos de Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), cada categoria possui um tipo de treinamento diferente. Os conhecimentos são aprendidos através do estudo, sendo que as formas de estudo mais frequente são a escolaridade formal (ensino fundamental, médio, superior, extensão, etc.); cursos (programas de curta duração) e grupos de debates (troca de conhecimentos entre grupos). Segundo Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), as habilidades se aprendem por meio de exercícios, utilizando-se principalmente de “workshops” (ênfase no exercício de alguma habilidade); simulações (simulam situações da vida real em que as habilidades a serem aprendidas são exercitadas) e de tarefas reais (expõem o treinando a situações reais de trabalho onde ele terá de exercitar as habilidades que o programa quer treinar). 98 Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, afirma ainda que os comportamentos se aprendem por meio de decisão pessoal e feedback. Para adotar um comportamento que não nos é natural, é preciso uma decisão pessoal de adotar esse comportamento. Uma empresa pode mostrar a seus colaboradores os comportamentos desejados. Em programas de treinamento comportamental, Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), afirma que, é necessário ter grupos de “feedback” (grupo de 4 a 6 pessoas que possui um nível hierárquico equivalente, relações pessoais tranquilas entre os membros e com oportunidade de se observar) e orientação por um mentor (orientações periódicas do mentor com seu pupilo). Segundo Peter Harazim planejamento de programas de treinamento in Gustavo G. Boog (2001), “após a definição das formas de treinamento de cada competência, o planejamento deverá agrupar necessidades comuns em programas também comuns”. O planejamento ainda deverá especificar os resultados esperados (quais carências serão resolvidas em cada treinamento), os custos (especificar o investimento, e também a expectativa de retorno) e o patrocinador (responsável pelo programa de treinamento que esteja comprometido com o sucesso do programa). 2.1.5.8 Avaliação e Validação do Treinamento Para Alfredo Pires de Castro validação e avaliação do treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, os mecanismos utilizados na validação e avaliação de desempenho iniciam-se com a análise ou diagnóstico das necessidades, onde são localizadas as lacunas específicas em desempenho. O objetivo do treinamento geralmente inclui uma descrição da “atividade” a ser demonstrada, as “condições” sob as quais a atividade será desempenhada e os “padrões” para julgar se a atividade foi desempenhada no nível desejado. 99 A população-alvo de acordo com Alfredo Pires de Castro validação e avaliação do treinamento in Gustavo G. Boog (2001), é o grupo de pessoas para o qual se destina o treinamento, a avaliação de reação segundo o mesmo autor é uma avaliação que documenta como os indivíduos reagiram ou se sentiram a respeito do treinamento. Outro mecanismo utilizado, de acordo com Alfredo Pires de Castro validação e avaliação do treinamento in Gustavo G. Boog (2001), é o retorno de investimento, onde é realizada uma avaliação comparativa dos investimentos de treinamento com as economias ou benefícios derivados como resultado do treinamento. As medidas padrão são os dados coletados antes e depois do treinamento a fim de comparar o resultado do treinamento. O incidente, de acordo com Alfredo Pires de Castro validação e avaliação do treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, é uma ação relacionada com a realização de uma tarefa de trabalho, que pode determinar o sucesso ou fracasso da mesma. O conhecimento, segundo Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, são os fatos e princípios necessários para a realização de uma tarefa de trabalho. Outros mecanismos de avaliação e validação de desempenho que podem ser citados são a avaliação de aprendizado, medição de desempenho, pré-teste, pós-teste, competência, grupo foco, observação e avaliação de comportamento no trabalho. Os benefícios que podem ser estabelecidos para avaliar e validar o desempenho, de acordo com Alfredo Pires de Castro validação e avaliação do treinamento in Gustavo G. Boog (2001), são os resultados mensuráveis, o período de retorno, o custo de não-intervenção e outros benefícios e retornos não mensuráveis. Os resultados mensuráveis são os impactos quantificáveis nos indicadores operacionais, o período de retorno representa os benefícios prolongados além dos 12 meses geralmente estudados, o custo da não intervenção pode se tornar real se os 100 problemas identificados no diagnóstico do treinamento continuarem aumentando, os outros benefícios e retornos não mensuráveis são além de resultados objetivos de indicadores, o programa também gera benefícios subjetivos e valiosos, que devem ser considerados. O processo de avaliação, segundo Alfredo Pires de Castro validação e avaliação do treinamento in Gustavo G. Boog (2001), no livro de Treinamento e Desenvolvimento – Um guia de operações, deve considerar o antes e o depois do treinamento, o antes para determinar o valor previsto e o depois para comparar o valor previsto com o valor real. Os benefícios e custos devem ser identificados antes do treinamento, caso contrário, o planejador não precisará trabalhar com os tomadores de decisão para atribuir um valor a sua comparação de benefícios e custos. Para saber se as pessoas, que participaram do treinamento, usam as novas habilidades que lhes foram ensinadas, segundo Alfredo Pires de Castro validação e avaliação do treinamento in Gustavo G. Boog (2001), deve-se notar os seguintes benefícios organizacionais: aumento de rendimento ou produtividade, economia de tempo, melhora da qualidade e abstenção de erro. 2.1.6 Avaliação de Desempenho e Potencial A avaliação de desempenho e potencial, segundo Tachizawa, Ferreira e Fortuna (2006), pode ser considerada um dos mais importantes instrumentos de uma empresa para analisar a sua força de trabalho, prevendo o seu posicionamento futuro e levando em conta o potencial de seus colaboradores. 101 Para Chiavenato (2004): A avaliação do desempenho é uma apreciação sistemática do desempenho de cada pessoa no cargo e de seu potencial de desenvolvimento futuro. Toda avaliação é um processo para estimular ou julgar o valor, a excelência, as qualidades de alguma pessoa. Em resumo a avaliação de desempenho é um conceito dinâmico, pois os empregados são sempre avaliados, seja formal ou informalmente, com certa continuidade nas organizações (CHIAVENATO, 2004, p. 259). Com base nisso, a avaliação de desempenho e potencial está voltada a avaliar a capacidade de uma pessoa no futuro para assumir determinados cargos e também pode ser usada como parâmetro para o pagamento de salários. Pode-se dizer que as decisões dentro de uma organização são tomadas e praticadas por pessoas com foco para que a empresa consiga atingir melhores resultados. 2.1.6.1 Gestão por Competência Segundo Leme (2005) a gestão por competência identifica a competência que uma função precisa e também a competência que o colaborador possui, podendo assim traçar um plano de desenvolvimento específico para cada colaborador. Essa identificação não tem o objetivo de discutir o que o colaborador precisa conhecer, mas sim discutir o comportamento identificando o conhecimento, habilidade e atitude que são os diferenciais de cada um, tendo um impacto no seu desempenho e nos resultados obtidos. A gestão de competência pode ser usada como beneficio em cada setor dentro de uma organização, podendo identificar talentos para novos projetos, organizar e remunerar a equipe ou plano de carreira. 2.1.6.2 Desempenho O desempenho tem uma forte relação com metas e objetivos que as organizações e colaboradores querem atingir. Essa busca pode ser facilitada com uma 102 avaliação de desempenho que permita medir as atividades e estabelecer objetivos e metas mais palpáveis, encurtando o espaço de tempo para atingir o objetivo. É o passo relacionado com a execução dos trabalhos por meio das pessoas. Aqui, o papel do executivo é fundamental: deve deixar as pessoas livres. Pessoas livres produzem melhor do que quando estreitamente supervisionadas e controladas (Chiavenato, 2005, p. 262). 2.1.6.2.1 Objetivo e Benefícios da Avaliação de Desempenho Enquanto a seleção de recursos humanos é uma espécie de controle de qualidade na recepção da matéria-prima, a avaliação de desempenho e potencial é uma espécie de inspeção de qualidade na linha de montagem. Tendo por objetivo não restringir-se ao julgamento do chefe a respeito do comportamento funcional de seus subordinados e sim localizar causas e estabelecer perspectivas de comum acordo com o avaliado. Para Chiavenato (2004): Avaliação do desempenho não é um fim em si mesma, mas um instrumento, um meio, uma ferramenta para melhorar os resultados dos recursos humanos da organização. Para alcançar esse objetivo básico, a avaliação do desempenho procura alcançar uma variedade de objetivos intermediários. (CHIAVENATO, 2004, p. 263, 264). Chiavenato (2004) destaca por principais objetivos intermediários, a adequação ao individuo ao cargo, melhoria das relações entre superiores e subordinados, autoaperfeiçoamento do empregado, estimativa do potencial de desenvolvimento dos empregados, estimulo a produtividade e feedback de informações do próprio indivíduo avaliado. Um programa de avaliação de desempenho, quando bem planejado, trás benefícios para o gerente, subordinado e a organização a curto, médio e longo prazo. Chiavenato (2004) destaca como principais benefícios para o gerente a comunicação com os seus subordinados, no sentido de fazê-los ver a avaliação de 103 desempenho como um sistema objetivo para verificar sua produtividade e melhorar o padrão do desempenho dos mesmos. Já para os subordinados ele destaca as expectativas de seu chefe a respeito de seu desempenho, seus pontos fortes e fracos, fazer auto-avaliação e autocrítica a seu próprio desempenho, bem como o conhecer dos aspectos de comportamento que a empresa valoriza em seus colaboradores. E por fim destaca os benefícios para a organização identificando os colaboradores que necessitam de aperfeiçoamento, avaliar o potencial humano no curto, médio e longo prazo e definir qual a contribuição de cada colaborador na sua respectiva função. 2.1.6.2.2 Responsáveis pela Avaliação do Desempenho Cada empresa com seu ramo e seu objetivo no mercado atual busca desenvolver métodos para poder avaliar e conhecer melhor seus colaboradores para poder montar uma equipe eficiente, competitiva e realizar seu trabalho da melhor forma possível. Esses métodos avaliativos elaborados dentro de uma empresa podem ter diversos responsáveis para aplicar a avaliação. Segundo Chiavenato (2004), a avaliação de desempenho em uma empresa pode ser atribuída ao gerente conjuntamente, à equipe de trabalho, ao órgão de Gestão de Pessoas ou a uma comissão de avaliação de desempenho, sendo que cada uma dessas seis alternativas envolvem uma filosofia de ação. 2.1.6.2.3 Métodos de avaliação de desempenho Os métodos de avaliação do desempenho estão em constante aprimoramento, buscando valorizar cada vez mais pontos relevantes dos avaliados e eliminando pontos que não auxiliam, de alguma forma, para suas tarefas e responsabilidades. Isso prova que, por mais que o método atenda melhor a avaliação dos respectivos avaliados, novas avaliações irão surgir e apresentar aos gestores de pessoas melhores formas de obter de seus colaboradores uma avaliação satisfatória para a empresa. 104 Para Carvalho (1985): “As empresas necessitam aprimorar cada vez mais seus métodos de avaliar o desempenho de seus colaboradores. Assim, em lugar de métodos limitados como, por exemplo, o de escalas gráficas, a área de RH deve buscar instrumentos mais eficientes e com grau de confiabilidade, tais como: “escolha forçada” e “pesquisa de campo”” (CARVALHO, 1985, p. 60). De uma forma geral, pode-se notar que os métodos de avaliação de desempenho podem ser divididos em duas grandes áreas. Pelo motivo que os métodos que surgiram ao longo do tempo terem tomado rumos ou objetivos totalmente diferentes, separando em métodos tradicionais de avaliação, onde os conceitos e a metodologia adotada possuem uma abordagem mais clássica e tendências de avaliação de desempenho, que busca não só adotar um contexto atual de avaliação, mas sim trazer para cada empresa maneiras suficientes de avaliação. 2.1.6.2.4 Métodos Tradicionais de Avaliação de Desempenho Com vários departamentos e cargos dentro de uma empresa foram se criando vários sistemas de avaliação de desempenho dentro das organizações, alguns se tornaram populares e aplicados nas diversas empresas que necessitassem de um sistema de avaliação para um departamento específico ou cargo. Esses sistemas foram se tornando cada vez mais requisitados pelas empresas e se tornaram os métodos mais tradicionais de avaliar um colaborador. Segundo Chiavenato (2004): Esses métodos variam de uma organização para outra, pois cada organização tende a construir seu próprio sistema para avaliar seu desempenho das pessoas. Em muitas delas, é comum encontrar vários sistemas específicos, conforme o nível e a área de alocação do pessoal. Cada sistema atende a determinados objetivos específicos e a determinadas características do pessoal envolvido (CHIAVENATO, 2004, p. 265). Podemos citar entre os principais métodos tradicionais de avaliação de desempenho o método das escalas gráficas, métodos da escolha forçada, método da pesquisa de campo. 105 a) Métodos das Escalas Gráficas Segundo Chiavenato (2005, p. 250), o método das escalas Gráficas é o mais antigo e difundido, neste método o avaliador procura situar o desempenho da pessoa em uma tabela de dupla entrada: no eixo vertical estão os chamados fatores de avaliação e no eixo horizontal os graus de medição do desempenho em cada um desses fatores. b) Escolha forçada Esse método surgiu para eliminar a superficialidade, a generalização e a subjetividade que caracterizam o método da escala gráfica. Ele tem por objetivo forçar o avaliado a escolher uma ou mais respostas pré-definidas que mais se encaixam com suas obrigações ou a frase que mais representa o desempenho do funcionário e a frase que mais se distancia dele. Daí, a denominação escolha forçada. “Consiste em avaliar o desempenho das pessoas através de blocos de frases descritivas que focalizam determinados aspectos do comportamento. Cada bloco é composto de duas, quatro ou mais frases. O avaliador deve escolher forçosamente apenas uma ou duas frases de cada bloco que mais se aplicam ao desempenho do funcionário avaliado” (CHIAVENATO, 2004, p. 232). c) Métodos da pesquisa de campo Segundo Chiavenato, 2005, p. 251-253, este método de avaliação do desempenho utiliza a entrevista de um especialista com o gerente para avaliar seus subordinados. A avaliação é feita pelo gerente, mas com a assessoria de um especialista ou consultor (staff) que percorre todas as áreas da empresa. Daí a denominação método da pesquisa de campo. Este método exige duas etapas preliminares, a análise da estrutura de cargos e a análise das aptidões e qualificações profissionais necessárias. Após o especialista faz uma entrevista de avaliação com o gerente para analisar o desempenho de cada funcionário, saber o porquê de tais desempenhos e o que já foi feito para melhorar isso, no final é feito um planejamento de 106 providências direcionadas para melhorar os resultados e o acompanhamento das providências estabelecidas no planejamento e dos novos resultados. 2.1.6.2.5 Sistemáticas para avaliação de Desempenho e Potencial Para satisfazer melhor as necessidades das organizações na avaliação de desempenho e potencial, foram elaboradas sistemáticas que satisfazem os interessados e obtém a melhor amplitude em relação aos colaboradores a serem avaliados. A seguir veremos as principais sistemáticas de avaliação de desempenho e potencial. a) Avaliação Superior ou Avaliação de 90 º Segundo Chiavenato (2004) a avaliação de 90° ou avaliação superior possibilita que a equipe avalie seu gerente: como ele proporcionou os meios para a equipe alcançar seus objetivos e como ele poderia incrementar a eficácia da equipe e melhorar seu desempenho e resultados. Esse tipo de negociação permite que o grupo faça uma negociação com o gerente a fim de obter novas abordagens em termos de liderança, motivação e comunicação que tornem as relações de trabalho mais livres e eficazes. Algumas organizações vão além, ao propor aos funcionários a avaliação da companhia. Para Chiavenato (2004), isso proporciona à empresa retroação dos resultados alcançados e medidas corretivas necessárias para ajustar o ambiente de trabalho às expectativas das pessoas. b) Avaliação Conjunta ou Avaliação de 180º Nesse método de avaliação o gerente e o funcionário trabalham em conjunto, enquanto um serve de guia e orientação, o outro avalia o seu desempenho em função 107 do feedback fornecido. É um método muito interessante pela aproximação das duas partes interessadas, gerente e funcionário. “O gerente fornece todos os recursos ao funcionário – orientação, treinamento, aconselhamento, informação, equipamento, metas e objetivos a alcançar – e cobra resultados, enquanto o funcionário fornece o desempenho e resultados e cobra recursos do gerente. Um intercâmbio no qual cada um contribui com algo para a obtenção de resultados” (CHIAVENATO, 2004, p. 228). c) Método da avaliação em 360° A avaliação de 360° é formulada em método circular envolvendo o chefe, os subordinados, clientes, fornecedores, enfim, todos que estão ao redor do avaliado. A avaliação feita pelo entorno é mais rica por produzir diferentes informações vindas de todos os lados do funcionário no sentido de assegurar a adaptabilidade e o ajuste do funcionário às variadas demandas que ele recebe de seu ambiente de trabalho ou de seu parceiro (CHIAVENATO, 2004, p. 228). . Para Chiavenato (2005), a avaliação em 360º representa a inclusão de todas as pessoas que atuam direta ou indiretamente com o avaliado, participa o executivo, os subordinados do avaliado, os fornecedores internos, os clientes internos, os pares e clientes e fornecedores externos. É a avaliação de desempenho ampla, nela o avaliado fica na passarela sob os olhos de todos que trabalham ao seu redor, dentro e fora da organização que pode ser vista na Figura 7. 108 Fonte: Chiavenato, 2005. Figura 7: Motivação, desempenho e recompensa. d) Auto-avaliação Para Chiavenato (2005), a auto-avaliação é o método onde o próprio avaliado analisa seu desempenho utilizando os mesmos fatores de avaliação ou indicadores de desempenho utilizados pelos avaliadores. Cada pessoa é responsável pelo seu próprio desempenho. A auto-avaliação ou indicadores de desempenho funcionam como um meio de analisar e definir o que deve ser feito para melhorá-lo e desenvolvê-lo cada vez mais. 2.1.6.2.6 Tendências em Avaliação do Desempenho Atualmente as empresas estão cada vez mais informatizadas e acabando com vários métodos tradicionais que necessitavam de muito papel e tempo para análise até poder tomar a decisão correta com todos os dados necessários. Hoje em dia as avaliações de desempenho descartaram os vários formulários de papel e a longa interrogação que os colaboradores participavam por sistemas que são respondidos e no mesmo momento o resultado é mostrado para o interessado sem ter uma ligação direta com a pessoa. 109 Chiavenato (2004) coloca que a era da informática trouxe dinamismo, mudanças e competitividade nas empresas e uma alternativa de sobrevivência e lucratividade tendo uma redução dos níveis hierárquicos através das novas práticas de trabalho dentro das empresas. Com essas mudanças os processos de avaliação de desempenho formalizado esta em baixa, prevalecendo agora a avaliação qualitativa das pessoas de forma direta e se depender de relatórios sucessivos até chegar ao responsável para tratar as informação e então poder fazer a tomada de decisão. “A tendência à desburocratização nos processos de avaliação das pessoas se mostra principalmente na redução radical do papelório e dos formulários que antes constituíam a dor de cabeça dos executivos. A avaliação está se tornando simples e descontraída, isenta de formalismos exagerados e de critérios complicados e genéricos impostos por algum órgão centralizador e burocrático” (CHIAVENATO, 2004, p. 236). Os métodos mais atuais da avaliação de desempenho e potencial tem um plano de elaboração para atender três necessidade, que são duas do colaborador e uma da organização. Segundo Vroom (1997) o primeiro método é fornecer julgamentos sistemáticos para justificar o aumento salarial, transferências, demissão e até mesmo diminuição de cargos. O segundo método é a forma de dizer ao colaborador como ele esta se saindo e sugerir mudanças necessidade de comportamento, atitudes, habilidades ou conhecimento da função, permitindo que tome conhecimento da posição que ocupa na opinião do chefe. A terceira por sua vez, esta sendo usada como base para instrução e aconselhamento do individuo por parte de seu superior. Vroom (1997) ressalta também que a ênfase do desempenho e potencial esta no futuro, e não no passado. O objetivo do plano é definir metas realistas e buscar as formas mais eficazes para alcançá-las. 2.1.6.2.7 Estruturação do Sistema da Avaliação de Desempenho A estrutura de um sistema de avaliação de desempenho e potencial serve como uma sustentação para qualquer método usado para avaliar e gerenciar um sistema. 110 Para Chiavenato (2005) qualquer que seja o método usado para avaliar, o sistema geralmente solicita um banco de dados, prioridade e responsabilidade. A seguir vejamos cada uma dessas estruturas. 2.1.6.2.8 Banco de Dados Segundo Chiavenato (2005) os métodos que podem ser usados para avaliação de desempenho e potencial podem ser baseados em sistemas de informação que podem ser modelados conforme a necessidade da organização e guardar as informações em um banco de dados para ter informações disponíveis para consulta. Alguns bancos de dados mais usados são os seguintes: Fichas formais de resultados da avaliação: Conforme Chiavenato (2005) estas fichas armazenam a avaliação do indivíduo para mais tarde entrevista-lo e que geralmente são arquivadas na pasta de cada avaliado. Esse banco de dados individual de cada avaliado acompanha a vida funcional de cada um, o que acaba dificultando uma avaliação de grupo. Mapas de Resultados: Nesses mapas é descrito os resultados da avaliação de desempenho de um determinado grupo onde possibilita uma extensa e horizontal comparação do desempenho de cada pessoa do grupo em um determinado período. Listagem de metas e objetivos: Conforme Chiavenato (2005) são check-lists de objetivos de desempenho a serem cumpridos. Permite uma definição do desempenho desejado um amplo e completo comportamento esperado a um patamar a ser conquistado. Com esse método pode-se obter a participação pela discussão e negociação ou pela troca de idéias e também pela definição das tarefas e objetivos a atingir podendo proporcionar um padrão para medir o desempenho. 111 Entrevista de retroação: Segundo Chiavenato (2005) é um dos métodos mais usados da avaliação de desempenho e potencial. A entrevista de retroação com o individuo constitui o ponto chave do sistema. Nesse método o gerente deve explicar para cada avaliador seus pontos fortes que podem ser mais bem aproveitadas dentro de uma organização e também quais os pontos fracos que precisam se corridos ou melhorados. O mais importante é que cada avaliado saiba exatamente o que pensa, o que conhece a respeito de si mesmo e do seu desempenho. 2.1.6.2.9 Responsabilidade pela Avaliação de Desempenho A responsabilidade da avaliação de desempenho pode variar de uma empresa para outra, pois cada empresa possui sua cultura e seu nível de cargo. Algumas alternativas que podem ser citadas nesse sentido. Do Executivo imediato: Esse método coloca o chefe de uma equipe como um juiz que recebe a avaliação de desempenho e acaba tomando uma decisão a partir do seu entendimento. Realmente, o executivo assume a responsabilidade pelo desempenho dos subordinados e presta contas aos seus superiores pelos resultados obtidos. (CHIAVENATO, 2005, p. 257). Auto Avaliação: Nesse caso o próprio funcionário aplica a avaliação de desempenho e potencial, avaliando o seu próprio resultado e tomando as providencias necessárias para melhorar seu desempenho. Segundo Chiavenato (2005) o funcionário deve assumir seu próprio papel para obter um bom desempenho pessoal, compromisso íntimo e sua própria motivação. Responsabilidade Compartilhada entre executivo e subordinada: A responsabilidade da avaliação de desempenho e potencial é responsabilidade gerencial e também de cada individuo dentro de uma organização. Podendo o gerente o executivo deve avaliar o desempenho e assim passar para os 112 avaliados um ampla gama de informações para orientar a respeito do que foi avaliado. A auto-avaliação é fundamental para a melhoria gradativa e constante do desempenho. Para que funcione, o sistema deve proporcionar a responsabilidade compartilhada de ambos os sujeitos ativos do processo: o executivo como guia e orientador e a própria pessoa, como dona do desempenho que lhe pertence (CHIAVENATO, 2005, p. 258). Comissão de avaliação de desempenho: Segundo Chiavenato (2005) a comissão de avaliação de desempenho e potencial pode ser constituída por dois grupos: membros permanentes os transitórios. Os membros permanentes participam da grande maioria das avaliações da empresa ou da unidade e seu papel é manter o equilíbrio dos julgamentos e a Constância do sistema. Os membros transitórios participam apenas dos julgamentos dos funcionários direta ou indiretas ligadas a sua área. 2.1.6.2.10 Periodicidade da avaliação do desempenho Para Chiavenato (2004), os sistemas de avaliação do desempenho geralmente obedecem a certa periodicidade que varia conforme a empresa. A avaliação do desempenho deve ser encarada de maneira constante e contínua. 2.1.6.3 Retroação ou Feedback Para Chiavenato (2004), a retroação refere-se ao grau de informação de retorno que o ocupante recebe para avaliar a eficiência de seus esforços na produção de resultados. Ela funciona como uma forma de retorno que a pessoa avaliada possui para que ela possa verificar como está desempenhando a sua tarefa ou como está indo em sua atividade. A retroação é fornecida pelo próprio resultado de seu trabalho. É ela que permite uma contínua e direta auto-avaliação do desempenho sem necessidade de 113 julgamento periódico de seu superior ou de qualquer órgão externo (CHIAVENATO, 2004). 2.1.6.4 Potencial Segundo Boog (2006), o potencial humano diz respeito à capacitação, motivação e desenvolvimento profissional da força de trabalho, educação para a convivência social, utilização de potencialidades e aprendizado organizacional, conhecendo a missão, valores, princípios e a política da empresa a ser inserido. Podendo assim identificar que o potencial se torna uma característica muito forte na avaliação de uma organização, pois é nela que pode ser identificado o relacionamento e a capacidade que o indivíduo vai ter em uma equipe ou até mesmo na função que vai desempenhar. 2.1.6.4.1 Cuidados na Avaliação de Desempenho Alguns erros comuns nos sistemas de avaliação, segundo Almeida (2004) são referentes as métricas mal alinhadas e que não permitem avaliar a real contribuição para os objetivos e estratégias da organização, observando não a parte estratégica e sim administrativa. Ainda pode se observar outros erros, como o número excessivo de medidas que não orientam para a missão da empresa, a falta de acompanhamento e registro de metodologia. A escolha correta de quem avaliar é, segundo Chiavenato (2004), um cuidado importante que se deve tomar, decidindo se quem irá fazer a avaliação é o próprio funcionário, como as empresas mais democráticas e participativas adotam, ou atribuindo a responsabilidade ao gerente imediato, reforçando a hierarquia. Outras atribuem a responsabilidade à equipe, estruturadas de forma auto-suficientes e ainda existem empresas que adotam uma comissão central de avaliação, ou passam toda a responsabilidade de avaliação ao setor de RH. 114 2.1.6.4.2 Custos da Avaliação de Desempenho e Potencial Para se realizar uma avaliação de desempenho e potencial dentro de uma organização se quer tempo e disponibilidade para analisar os resultados e assim poder tomar uma decisão, gerando um custo e tempo para esse esforço. Segundo Vroom (1997) a reação ao custo da avaliação de desempenho e potencial será indubitavelmente variável de cada colaborador dentro de uma organização. A gerência que considera o desempenho de seus recursos humanos um dos principais meios para alcançar os objetivos econômicos da organização não ficará perturbada em gastar com a análise dessas avaliações. 2.2 GERENCIAMENTO DE PROJETOS Segundo Cavalieri (2005), projeto trata-se de um instrumento indispensável para qualquer atividade de mudança e geração de produtos e serviços, podendo envolver desde uma a milhares de pessoas e ter como duração dias ou vários anos. Ainda sobre os conceitos de Cavalieri (2005), projeto é um empreendimento único com início e fim determinados utilizando recursos e conduzidos por pessoas visando atingir objetivos predefinidos. Baseado no PMBOK (2004), pode-se definir projeto como um esforço temporário para criar um produto ou serviço ou resultado exclusivo. O gerenciamento de projetos tem como objetivo principal administrar todo este envolvimento, de acordo com o PMBOK (2004) o gerenciamento de projetos consiste na aplicação dos conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de atender aos seus requisitos. O gerenciamento de projetos é realizado através da aplicação e integração apropriadas de 42 processos abrangendo os 5 grupos, que são: 115 Iniciação Planejamento Execução Monitoramento e Controle Encerramento Devido ao potencial de mudança, o plano de gerenciamento de projeto é iterativo e passa por uma elaboração progressiva no decorrer do ciclo de vida do projeto. A elaboração progressiva envolve a melhoria contínua e detalhamento de um plano conforme informações mais detalhadas e específicas e estimativas mais exatas tornam-se disponíveis. Isto é, conforme o projeto evolui, a equipe de gerenciamento poderá gerenciar com um nível maior de detalhes. (PMBOK – 4º edição, 2008 – PMI – p. 13). 2.2.1 Ciclo de Vida Segundo o guia PMBOK (2008), o ciclo de vida de um projeto consiste nas fases do mesmo que geralmente são sequenciais e que as vezes se sobrepõem, cujo nome e número são determinados pelas necessidades de gerenciamento e controle da(s) organização(es) envolvida(s). O ciclo de vida pode ser definido ou moldado de acordo com aspectos exclusivos da organização. Ao passo que todos os projetos possuem um início e fim definidos, as entregas e atividades conduzidas nesse ínterim poderão variar muito de acordo com o projeto. O ciclo de vida oferece uma estrutura básica para o gerenciamento do projeto. Os projetos variam em tamanho e complexidade. Não importa se grandes ou pequenos, simples ou complexos, todos os projetos podem ser mapeados para a estrutura de ciclo de vida, como mostra a Figura 8. 116 Fonte: PMBOK – 4º edição – 2008, p. 22 Figura 8: Clico de vida de um projeto Dentro do contexto de uma estrutura genérica do ciclo de vida, um gerente de projetos pode determinar a necessidade de um controle mais eficaz sobre certas entregas. Projetos grandes e complexos em particular podem requerer este nível adicional de controle. Nestes casos, o trabalho realizado para atingir os objetivos do projeto pode se beneficiar com a divisão formal em fases. (PMBOK – 4º edição, 2008 – PMI – p. 23). De acordo com o PMBOK (2008), o ciclo de vida do projeto se resume em: Início do projeto Organização e preparação Execução do trabalho Encerramento do projeto 117 2.2.2 Norma de Gerenciamento de Projetos “Define os processos de gerenciamento de projetos, bem como as entradas e saídas de cada processo” (PMI, 2008). 2.2.3 Integração O Gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar os vários processos e atividades dos grupos de processos de gerenciamento. No contexto integração inclui características de unificação, consolidação, articulação e ações integradoras que são essenciais para o término do projeto. O gerenciamento da integração do projeto requer que sejam feitas escolhas sobre alocação de recursos, concessões entre objetivos e alternativas conflitantes e gerenciamento de dependências mútuas entre as áreas de conhecimento. Os processos de gerenciamento de projetos são geralmente introduzidos como distintos e com fronteiras comuns definidas, enquanto na prática, os mesmos sobrepõem-se e interagem de maneira que não podem ser completamente. Desenvolver o termo de abertura do projeto: o processo de desenvolvimento de um documento que formalmente autoriza um projeto ou uma fase e a documentação. Desenvolver o plano de gerenciamento do projeto: o processo de documentação das ações necessárias para definir, preparar, integrar e coordenar todos os planos. Orientar e gerenciar a execução do projeto: o processo de realização do trabalho definido no plano de gerenciamento do projeto para atingir os objetivos do projeto. 118 Monitorar e controlar o trabalho do projeto: o processo de acompanhamento, revisão e regulação do progresso para atender aos objetivos de desempenho. Realizar o controle integrado de mudanças: o processo de revisão de todas as solicitações de mudança, aprovação de mudanças e gerenciamento de mudanças nas entregas. Encerrar o projeto ou fase: o processo de finalização de todas as atividades de todos os grupos de processos de gerenciamento do projeto. A necessidade do Gerenciamento da integração do projeto fica evidente em situações onde processos distintos interagem. Por exemplo, uma estimativa de custos necessária para um plano de contingência envolve a integração dos processos nas áreas de conhecimentos de custos, tempo e riscos. Quando riscos adicionais associados às várias alternativas de preenchimento de vagas são identificados, então um ou mais desses processos podem ser reconsiderados. 2.2.4 Escopo De acordo com Martins (2007), segundo o PMBOK, o processo de planejamento do escopo tem como objetivo elaborar a documentação de todo o progresso do trabalho que será executado durante o projeto. O início desse processo é a descrição do produto que será produzido, ou do serviço que será realizado. O escopo do projeto fornece informações que são à base de sustentação do projeto, sendo elas as justificativas do projeto, o sumário descritivo dos produtos a serem entregues, os objetivos quantificáveis do projeto, como o projeto será gerenciado e como as mudanças serão integradas ao projeto. O escopo do produto nunca deve ser confundido com o escopo do projeto. O escopo do produto é composto pela especificação técnica que descreve o conjunto de funcionalidades e o desempenho desejado do produto, e deve ser elaborado antes do 119 escopo do projeto, já o escopo do projeto define o conjunto dos trabalhos que serão executados para construir e entregar o produto. Durante a execução do projeto o escopo deve ser muito bem controlado, pois qualquer mudança afeta todo o projeto. É importante que todos os envolvidos do projeto entendam o que deve ser feito qual o prazo e orçamento. Para o cliente o sucesso do projeto é medido através de alguns critérios, como, o projeto estar dentro do orçamento, dentro do prazo, ter alta qualidade, funcionalidade e mostrar o desempenho esperado. 2.2.4.1 Definição do Escopo Segundo Martins (2007), na definição do escopo devem estar bem claras as táticas e estratégias a serem utilizadas. Nesse processo a declaração do escopo é detalhada considerando as principais entregas, premissas e restrições, já documentadas durante o inicio do projeto. No planejamento o escopo é definido e descrito em detalhes, da seguinte forma: Objetivos do projeto Descrição do escopo do produto Requisitos do projeto Limites do projeto Entrega do projeto Critérios de aceitação do produto Restrições do projeto Premissas do projeto 120 Organização da equipe e partes interessadas Riscos iniciais definidos 2.2.5 Tempo O gerenciamento do tempo tem por objetivo o desenvolvimento de um cronograma e posteriormente o controle do tempo com base nesse diagrama visando evitar atrasos dentro do projeto. (PMI, 2008) A definição das atividades é iniciada pela criação da EAP, ela identifica os entregáveis do projeto que ficam divididos em pacotes que podem ser subdivididos até o nível mais baixo, as atividades. É através da identificação das atividades que serão feitas as estimativas de tempo e custo. Além disso, a decomposição do projeto em componentes menores facilita o gerenciamento. (PMI, 2008) Depois de identificadas as atividades do projeto, é preciso sequenciá-las, ou seja, identificar e documentar os relacionamentos que existe entre as elas. Isso permite a criação de um cronograma mais realista. Através do sequenciamento seria possível, por exemplo, saber qual o impacto do atraso de uma atividade em todas as outras atividades do projeto. (PMI, 2008) A ilustração das sequências de atividades pode ser feita através do MDP (Método de diagrama de precedência). Esse diagrama exibe as atividades como nós e faz a interligação lógica entre esses nós através de flechas. Através deste diagrama será possível visualizar as dependências que existem entre as atividades do projeto. (PMI, 2008) Com a definição das tarefas em mãos é necessário então estimar os recursos que serão deslocados para a execução das tarefas. Para a escolha correta, é levada em conta a disponibilidade dos recursos, a capacidade e habilidades. Outros fatores que podem influenciar na estimação dos recursos são as políticas da organização. A 121 importância da análise também deve levar em conta outras alternativas, como adquirir ao invés de produzir, o que muitas vezes pode poupar tempo e dinheiro. (PMI, 2008) Para a escolha de quem deve fazer o que é preciso uma análise sobre cada atividade que será realizada, recorrendo à opinião de especialistas e quem sabe livros e revistas da área. É possível ainda detalhar em um nível mais baixo a atividade para tornar mais fácil a estimativa. (PMI, 2008) Como resultado desta estimativa obtém-se a documentação que especifica quais os recursos que serão deslocados para cada atividade, bem como a quantidade e a disponibilidade. Estes recursos podem ainda estar divididos em categorias e tipos. (PMI, 2008) Com os recursos definidos, é preciso então definir a duração de cada atividade, tendo como entrada os recursos que foram estimados na etapa anterior, levando em conta ainda a quantidade de esforço que será necessária para a conclusão da atividade. Outro ponto importante que deve ser levado em conta é o nível de conhecimento que a equipe vai adquirindo naquela área, o que lhes permite apurar de forma mais acurada a duração da atividade. (PMI, 2008) Outro fator que deve ser levado em conta na estimativa de duração das atividades é o calendário de recursos, tendo como atributos o tipo, quantidade, disponibilidade e capacidade, fatores que influenciam diretamente no tempo que será demandado para a conclusão da tarefa. (PMI, 2008) A análise destes fatores na estimativa da duração de cada atividade em conjunto com a opinião de especialistas e em históricos de outros projetos servirá de base, conjuntamente com a sequência de atividades e estimativa de recursos, para a construção do cronograma do projeto. (PMI, 2008) Depois de finalizado o cronograma é preciso definir um plano para o gerenciamento e controle deste. A forma mais simples e óbvia de controle é a análise 122 comparativa entre o cronograma desenvolvido e como de fato estão sendo executadas as tarefas. Através desta análise é possível saber de antemão se determinada atividade tem chances relativamente grandes de atrasar para então tomar medidas preventivas. (PMI, 2008) Muitos atrasos podem ocorrer, na verdade, devido a uma estimativa precária da duração das atividades ou do mau uso dos recursos disponíveis. Sem a ajuda de pessoal especializado ou de históricos que possam servir de base para a criação de estimativas fica difícil desenvolver um cronograma que esteja de acordo com a realidade do projeto, que conheça as limitações dos recursos e o quanto é necessário para a execução de determinada tarefa. (PMI, 2008) 2.2.6 Custo O gerenciamento de custos do projeto inclui os processos envolvidos em estimativas, orçamentos e controle dos custos, de modo que o projeto possa ser terminado dentro do orçamento aprovado. Para estimar os custos o processo de desenvolvimento de uma estimativa de custos dos recursos monetários necessários para terminar as atividades do projeto. As estimativas de custo são um prognóstico baseado na informação conhecida num determinado momento. Incluem a identificação e a consideração das alternativas de custo para iniciar ou terminar o projeto. Os custos são estimados para todos os recursos que serão cobrados do projeto. Isso inclui, mas não se limita a mão-de-obra, materiais, equipamentos, serviços e instalações, assim como categorias especiais como previsão para inflação ou custos de contingências. Uma estimativa de custos é uma avaliação quantitativa dos custos prováveis dos recursos necessários para completar a atividade. Podemos determinar o orçamento utilizando o processo de agregação dos custos estimados de atividades individuais ou pacotes de trabalho para estabelecer uma linha de base autorizada dos custos. Essa linha de base inclui todos os 123 orçamentos autorizados, mas exclui as reservas de gerenciamento. Os orçamentos do projeto compõem os recursos financeiros autorizados executar o projeto. O desempenho dos custos do projeto será medido em relação ao orçamento autorizado. Para controlar os custos utiliza-se o processo de monitoramento do andamento do projeto para atualização do seu orçamento e gerenciamento das mudanças feitas na linha de base dos custos. A atualização do orçamento envolve o registro de custos reais gastos até a data. Qualquer aumento do orçamento autorizado somente pode ser aprovado através do processo de controle integrado de mudanças. Monitorar os gastos dos recursos financeiros sem se considerar o valor do trabalho sendo realizado para tais gastos tem pequeno valor para o projeto a não ser permitir que a equipe fique dentro dos limites dos recursos financeiros autorizados. Estes processos interagem entre si, bem como os de outras áreas de conhecimento. Em alguns projetos, especialmente aqueles com menor escopo, a estimativa e orçamento de custos são interligados firmemente que são vistos como um processo único que pode ser realizado por uma pessoa num período de tempo relativamente curto. A habilidade de influenciar o custo é maior nos estágios iniciais do projeto, tornando a critica definição inicial do escopo. O trabalho envolvido na sua execução dos três processos de gerenciamento de custos do projeto é precedido por um esforço de planejamento da equipe de gerenciamento. Esse esforço é parte do processo de desenvolver o plano de gerenciamento de projeto que produz um plano de gerenciamento dos custos que delimita o formato e estabelece o critério para o planejamento, estruturação, estimativa, orçamento e controle dos custos do projeto. Os processos de gerenciamento dos custos e suas ferramentas e técnicas associadas são normalmente selecionadas durante a definição do ciclo de vida e são documentadas no plano de gerenciamento de custos. O gerenciamento de custos do projeto deve considerar os requisitos das partes interessadas para captura de custos. As diferentes partes interessadas medirão os 124 custos do projeto de maneiras diferentes em tempos diferentes. Este se preocupa principalmente com o custo dos recursos necessários para completar as atividades do projeto. Esse deve considerar também o efeito das decisões do projeto no custo recorrente subsequente do uso, manutenção e suporte do produto, serviço ou resultado do projeto. O esforço de planejamento do gerenciamento de custos ocorre nas fases iniciais do planejamento do projeto e fornece a estrutura para cada processo do gerenciamento dos custos para que o desempenho dos mesmos seja eficiente e coordenado. 2.2.7 Qualidade 2.2.7.1 Planejamento da qualidade Trata-se da identificação dos padrões e parâmetros da qualidade que deverão ser respeitados durante o projeto. Estes dados estarão nas listas de verificação da qualidade. Os padrões, as listas de verificação ou check-lists, serão reunidos no plano de gerenciamento da qualidade. A equipe do projeto se baseará neste plano para implementar a política de qualidade da organização executora do projeto. O plano de gerenciamento da qualidade será desenvolvido na fase de planejamento do projeto e será um dos cadernos do plano consolidado de gerenciamento do projeto. 2.2.7.2 Realizar a garantia da qualidade Trata-se da aplicação das atividades de qualidade planejadas para garantir que o projeto empregue todos os processos necessários para garantir os seus requisitos. A garantia da qualidade permite a melhoria contínua dos processos, evitando assim, desperdícios, retrabalho e atividades sem nenhum valor agregado. Um departamento ou área de qualidade da empresa executora do projeto poderá supervisionar as atividades da garantia da qualidade realizando auditorias de qualidade durante o 125 projeto. Alguns exemplos de itens verificados em uma auditoria da garantia da qualidade podem ser: A configuração de um router Cisco está sendo realizada por um profissional certificado para a tecnologia utilizada? O dimensionamento do tamanho de um sistema, no desenvolvimento de software, está utilizando a métrica de Análise de Pontos por Função – APF? 2.2.7.3 Realizar o controle da qualidade Monitoramento dos resultados específicos do projeto a fim de determinar se eles estão de acordo com os padrões relevantes de qualidade e a identificação de maneiras de eliminar as causas de resultados insatisfatórios. Ele deve ser realizado durante todo o projeto. O controle da qualidade muitas vezes é realizado pelo departamento de qualidade da empresa executora do projeto. É recomendado que a equipe do projeto tenha conhecimento de controle estatístico da qualidade, entre outros, como: Prevenção: manter os erros fora do processo Inspeção: manter os erros afastados das mãos do cliente População e amostra: em estatística, entende-se por população o conjunto de elementos que têm, em comum, determinada característica. Todo subconjunto de elementos retirados de uma população constitui uma amostra dessa população. Um exemplo de uma amostra, pode ser o caso das estatísticas de intenção de voto do povo brasileiro em uma eleição presidencial, onde são entrevistadas pessoas de diferentes estados do país, e apenas uma parte de seus habitantes, isto é, uma amostra. 126 Causas especiais e causas comuns: As especiais são eventos incomuns e podem ser visualizadas facilmente em um gráfico de controle como demonstrado a seguir. Tolerâncias: o resultado será aceitável se ficar dentro do intervalo especificado pela tolerância. Como exemplo, pode-se fixar a tolerância de até 0,2 mm de variação para a espessura de uma peça criada por uma máquina torno automático. Uma variação além da referência “0,2 mm”, a maior ou a menor, poderá exigir uma nova calibragem do equipamento. Limites de controle: o processo está sob controle se o resultado ficar dentro dos limites de controle. Para o exemplo do torno automático, uma amostra analisada de produtos fabricados pelo mesmo equipamento poderá resultar em alguns produtos com variação de “0,3 mm” na espessura da peça. Este resultado poderá indicar que o processo está fora de controle e precisa de uma ação corretiva imediata. Ferramentas e técnicas são empregadas no controle da qualidade, entre elas destacam-se: Diagrama de causa-e-efeito, também chamado de Diagrama de Ishikawa ou Espinha de peixe. Ilustram como diversos fatores ou causas podem estar ligados a possíveis problemas ou efeitos. Seguem alguns exemplos: 2.2.8 Recursos Humanos O Gerenciamento de Recursos Humanos tem como possibilitar a utilização mais efetiva das pessoas envolvidas no projeto. Inclui os processos que organizam e gerenciam a equipe do projeto. A equipe possui pessoas com papéis e responsabilidades; 127 Mudanças com frequência no tipo e o número de membros da equipe; O envolvimento de todos os membros da equipe no planejamento do projeto e na tomada de decisões pode ser benéfico. E agrega conhecimento. 2.2.8.1 Desenvolver o plano de recursos humanos O processo de identificação, documentação de funções, responsabilidades, habilidades necessárias e relações hierárquicas do projeto, além da criação de um plano de gerenciamento do pessoal. 2.2.8.2 Mobilizar a equipe do projeto O processo de confirmação da disponibilidade dos recursos humanos e obtenção da equipe necessária para concluir as designações do projeto. 2.2.9 Comunicação O Gerenciamento da Comunicação é definido pelo PMBOK como um conjunto de processos necessários para garantir a regular e apropriada geração, coleta, disseminação, armazenamento e descarte final das informações do projeto. A comunicação entre as partes interessadas cria uma ponte entre vários ambientes culturais e organizacionais, diferentes níveis de conhecimento, e diversas perspectivas e interesses na execução ou nos resultados do projeto. Segundo Martins (2007), o planejamento de comunicação define que informações devem ser geradas, para quem serão geradas e como serão distribuídas. 128 Seus principais processos: Identificar as partes interessadas, pessoas que serão envolvidas e afetadas no projeto, e informações relevantes aos seus interesses, envolvendo-os e impactando para um futuro sucesso. Planejar as comunicações, a definição da abordagem utilizada. Distribuir informações às partes interessadas conforme o planejado inicialmente. Gerenciar as expectativas das partes interessadas, gerindo suas necessidades e solucionando questões a medida que ocorrerem. Reportar o desempenho, desenvolvendo a partir da coleta das informações, relatórios de andamento, medições do progresso e previsões. Todos esses processos interagem entre si, ao menos uma vez cada um, no projeto, podendo interagir e se sobrepor nas fases do projeto. 2.2.10 Riscos Segundo Martins, 2007, gerenciamento de riscos é o meio pelo qual as incertezas do projeto são sistematicamente gerenciadas, permitindo avaliar e enfrentar riscos evitando o que pode ser evitado. Um risco é um evento, é uma incerteza e tem um impacto sobre o projeto que pode ser positivo ou negativo. Se for positivo o impacto pode se transformar numa oportunidade, e, se negativo gera um risco de fracasso. O pior risco é o risco não identificado, logo o objetivo principal do gerenciamento de riscos é não ser surpreendido (MARTINS, 2007 p. 77). O plano de gerenciamento de riscos documenta a estratégia e os procedimentos que serão utilizados para o gerenciamento de riscos, segundo o PMBOK, o plano de gerenciamento pode incluir: 129 Metodologia: abordagens ferramentas e fontes de dados; Funções e responsabilidades: estrutura atribuições das equipes para o tratamento de riscos; Orçamento; Frequência: definir com que frequência o gerenciamento de riscos será executado durante o projeto; Categorias: agrupar os riscos por categoria; Pontuação e interpretação: critérios de quantificação dos riscos para calcular seu impacto e probabilidade; Limites de tolerância: definição de limiares aceitáveis para os riscos; Formatos de relatórios; Acompanhamento: definir quando monitorar e registrar os controles de riscos; De acordo com Martins (2007), a análise qualitativa dos riscos avalia a prioridade dos riscos identificados, considerando a possibilidade deles ocorrerem. A análise quantitativa dos riscos é a análise numérica das probabilidades e a extensão do impacto dos riscos para o projeto, baseada nessa análise é que se estipula prazo, custos e qualidade e escopo do projeto. Segundo Martins (2007), o planejamento de respostas a riscos é o processo que busca definir meios para reduzir eliminar ou apenas trabalhar com os riscos. 130 2.3 ANÁLISE ORIENTADA A OBJETOS A análise de um sistema tem por objetivo a melhor compreensão dos processos de uma organização, ou seja, como ela funciona. Uma análise bem estruturada precisa necessariamente iniciar-se através de entrevistas com as pessoas que irão utilizar o novo sistema, para que os requisitos sejam devidamente levantados e supram as necessidades dos interessados (PRESSMAN, 2006). A orientação a objetos introduziu novos paradigmas que facilitaram a compreensão e ilustração dos requisitos de sistema, facilitando assim a comunicação entre os analistas e as equipes de desenvolvimento, bem como com os interessados no novo sistema (MELO, 2004). Outras vantagens da análise orientada a objetos, citadas por Melo (2004) são a redução dos custos e do tempo de desenvolvimento, além do facilitar a manutenção do código. Sem contar a possibilidade de reutilizar classes. Com o surgimento do paradigma da orientação a objetos também surgiram diversas metodologias para a análise orientada a objetos. A que ganhou maior notoriedade e o padrão atual é a UML (Unified Modeling Language). Para Melo (2002), a UML “[...] é uma linguagem para especificação, visualização, construção e documentação de artefatos de sistemas de software.” A UML provê diversas visões sobre um mesmo sistema, utilizando-se de uma semântica única para todos os diagramas, o que melhora a compreensão do sistema em todas as etapas do projeto (BEZERRA, 2002). Os principais diagramas definidos pela UML são: Diagrama de Casos de Uso: ilustram as sequências de interações entre o sistema e os seus usuários. 131 Diagrama de Classes: ilustra as classes que farão parte do sistema, bem como as interações entre estas classes. Diagrama muito útil na criação do modelo ER, além de ser a estrutura básica para a programação. Diagrama de Sequência: mostra a sequência de interações entre objetos para a realização de determinada tarefa (caso de uso). Diagrama de Máquina de Estados: sequência de estados pela qual um objeto passa durante sua vida em resposta à eventos juntamente com suas respostas aos eventos. 2.4 BANCO DE DADOS A utilização de bancos de dados para armazenar informações evoluiu muito desde o início dos sistemas baseados em computador, sendo que, atualmente, existem diversos conceitos e modelos diferentes que ajudam a controlar a diversidade de dados que uma organização possui. Para Date (2003): Um sistema de banco de dados pode ser considerado um sistema computadorizado de manutenção de registros. Tal sistema envolve os próprios dados, o hardware, o software (sistema gerenciador de banco de dados) e, o mais importante, os usuários (DATE, 2003, p. 25). 2.4.1 SGBD O SGBD é um Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados, que manipula Bases de Dados e utilizam diferentes formas de representação, ou modelos de dados, para descrever a estrutura das informações contidas em seus bancos de dados. Atualmente, os seguintes modelos de dados são normalmente utilizados pelos SGBD’s: modelo hierárquico, modelo em redes, modelo relacional (amplamente usado) e o modelo orientado a objetos. 132 Segundo Heuser (2009), o primeiro Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) comercial surgiu no final de 1960 com base nos primitivos sistemas de arquivos disponíveis na época, os quais não controlavam o acesso concorrente por vários usuários ou processos. Para Date (2003), "O sistema de gerenciamento de banco de dados (SGBD) é o software que trata todo o acesso ao banco de dados." (p. 37). O SGBD fica entre o BD físico e o usuário, sua função é tratar todas as requisições de acesso ao banco de dados e isolar os usuários dos detalhes no nível de hardware, dando ao usuário uma visão de nível mais elevada e também, admite operações, normalmente em linguagem SQL (Structured Query Language). 2.4.2 Modelos de Banco de Dados Vários modelos de banco de dados existem e podem ser usados dependendo da intensidade do modelador e para que vai ser usado. Heuser (2009), define um modelo de banco de dados como uma descrição dos tipos de informações que são armazenadas em um banco de dados, ou seja, uma descrição forma da estrutura de um banco de dados. Os principais modelos de dados que podemos citar são o modelo conceitual e modelo lógico, descritos abaixo. 2.4.3 Modelo Conceitual Segundo Heuser (2009), é uma descrição do banco de dados de forma independente de implementação de um SGDB. O modelo conceitual registra que dados podem aparecer no banco de dados, mas não registra como estes dados estão armazenados em nível de SGDB, ou seja, é um modelo abstrato. 133 2.4.4 Modelo Lógico Segundo Heuser (2009), é uma descrição de um banco de dados no nível de abstração visto pelo usuário de SGDB. Assim, o modelo lógico é dependente do tipo de SGDB que está sendo usado, ou seja, representa a estrutura de dados de uma forma real. 2.4.5 Linguagem de Banco de Dados A linguagem de banco de dados é usada principalmente para recuperação, inclusão, remoção e modificação das informações, a linguagem mais comum é SQL, embora alguns bancos permitam instalar outras linguagens para trabalhar com os dados e normalmente cada banco possui um ou outro comando específico como comandos sonoros. Segundo Silberschartz (1999), o sistema de banco de dados permite dois tipos de linguagens: uma específica para os esquemas do banco de dados e outra usada para expressar consultas e atualizações. 2.4.5.1 Linguagem de definição de Dados Para Silberschartz (1999), “um esquema de dados é especificado por um conjunto de definições expressas por uma linguagem especial chamada linguagem de definição de dados (data-definition language, DDL)”. O resultado da compilação dos parâmetros DDLs é armazenado em um arquivo especial chamado dicionário de dados ou diretório de dados. Em um sistema de banco de dados, esse arquivo ou diretório é consultado antes que o dado real seja modificado. O resultado da compilação dessas definições é um conjunto de instruções para especificar os detalhes de implementação dos esquemas de banco de dados, os detalhes são ocultados dos usuários (SILBERSCHARTZ, 1999, pag.11). 134 2.4.5.2 Linguagem de Manipulação de Dados A manipulação de dados pode ser entendida pela recuperação das informações armazenadas no banco de dados, inserção de novas informações, a remoção de informações e também a modificação das informações do banco de dados. Também chamada de funções CRUD, do inglês Create, Read, Update e Delete, são as funções básicas para trabalhar com os dados do banco. O principal objetivo da linguagem de manipulação de dados é proporcionar uma interação entre o usuário e o sistema para obter uma melhor eficiência, para Silberschart (1999) “a linguagem de manipulação de dados (DML) é a linguagem que viabiliza o acesso ou a manipulação dos dados de forma compatível ao modelo de dados apropriado” (p.12). As DML são basicamente de dois tipos: DMLs procedurais: exigem que o usuário especifique quais dados são necessários e como obtê-los. DMLs não procedurais: exigem que o usuário especifique quais dados são necessários, sem especificar como obtê-los. Para Silberschartz (1999), a consulta de dados é uma forma de recuperação de informações no banco e a parte de uma DML é a responsável para recuperar essas informações, que é chamada de linguagem de consulta (query language). 3.5 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO LUA Lua é uma linguagem de scripts (mas que também pode ser compilada) que trabalha com tipagem dinâmica, declaração implícita de variáveis, imperativa, faz coleta automática de lixo, gerenciamento automático de memória, suporta atribuição múltipla, pode-se programar OO e também estruturado, tem bibliotecas matemáticas, para 135 strings, bancos de dados e trabalha de modo excelente com arrays ou matrizes, que em Lua são chamadas de “tables”. Segundo Manzano (2009), a linguagem foi desenvolvida a partir de uma necessidade interna do Departamento de Informática da PUC-Rio em desenvolver e atender uma parceria com a empresa PETROBRAS no sentido de fornecer suporte informático para as operações de escavação da empresa. Após o atendimento deste projeto surgiram outros envolvendo a aplicação da nova linguagem de programação, como o desenvolvimento de um sistema de intranet para o Departamento de Informática da PUC-Rio em 1994. A partir de então a linguagem de programação Lua passou a ser utilizada em outros projetos como, por exemplo, o desenvolvimento dos jogos de computador pela empresa LucasArts (http://www.lucasarts.com/): Grim Fandango e Escape from Monkey Island (MANZANO, 2009). Os módulos Lua, compilador, interpretador da linguagem é escrito em ANSI C, isso possibilita portá-la para as mais diversas plataformas. Pode ser usados em Windows, Linux, Mac OSX, Solaris, AIX, Unix'es em geral, PalmOS, Android, Symbian, Maemo, Play Station (I, II e III), Xbox e diversas outras plataformas de mercado além de poder-se fazer programas para uso embarcado. Em stand alone é uma linguagem de muito potencial (pela sua interoperabilidade), mas seu uso mais característico é integrá-la a outros softwares. Um software em C pode ter uma estrutura fixa e invocar rotinas desenvolvidas em Lua, ou o script Lua invocando funções do programa em C, temos assim um programa que pode ser mudado sem precisar ser recompilado. O programa em C pode “escrever códigofonte Lua” e depois rodá-lo, a linguagem tem assumido assim grande destaque na área de computação evolutiva. Segundo Manzano (2009), a LucasArts foi a primeira empresa a fazer uso da linguagem no desenvolvimento de produtos. Posteriormente surgiu a Microsoft no desenvolvimento de jogos para a plataforma Xbox. 136 Para usar o interpretador Lua em um programa Delphi faz-se uso de um binding desenvolvido por Rolf Meyerhoff (www.matrix44.de/lua). Ele basicamente reescreve a interface de acesso ao módulo Lua em um arquivo (lua.pas) que se adiciona ao projeto, e através de uma dll (lualib.dll) as instruções são executadas. Este binding é distribuído pela licença MIT, a mesmo da linguagem de programação Lua. Para fazer a execução do script trabalha-se em um esquema de pilha. Adicionase na pilha os parâmetros da função que será chamada, manda-se executar, após a execução a pilha é esvaziada e o módulo devolve na pilha o resultado da execução, o programa compilado retira da pilha e faz uso das informações. 2.6 CASE STUDIO Case Studio é uma ferramenta com a qual pode-se desenhar a própria base de dados, oferecendo ferramentas para a criação de diagramas de relação, modelos de dados e gestão de estruturas. Possui suporte para trabalhar com base de dados (Oracle, Access, etc.) e permite gerar scripts SQL, aplicar processos de engenharia reversa as bases de dados, usar plantas de desenho personalizáveis e criar relatórios em HTML e RTF. Através dos diagramas de relação você poderá ter uma visão mais clara do conteúdo e da estrutura da sua base de dados, facilitando a gestão e manutenção da mesma. Com a utilização do Case Studio, será desenvolvido toda a parte de diagramas, do banco de dados. Pois através do mesmo, tem-se uma visão mais ampla do projeto, podendo identificar falhas antes mesmo do desenvolvimento. Para isso que é feito a analisa e feito o desenvolvimento dos diagramas. 137 2.7 DELPHI 2.7.1 O Nome Delphi De acordo com Manzando e Mendes (2004), Delphi era o nome código, em 1993, de um projeto da Borland para o desenvolvimento de uma ferramenta para o Ambiente Windows, baseada na linguagem de Programação Object Pascal, Projeto concluído em 1995. O nome Delphi está ligado a localização do famoso oráculo grego onde os povos da antiga Grécia iam buscar aos seus Anseios espirituais. Na verdade, era um projeto de uma solução de desenvolvimento de uma ferramenta de trabalho que facilitasse a integração com Servidores Oracle (oráculo em Português), baseados na linguagem SQL. Para Manzano e Mendes (2004), Delphi é baseado na linguagem de programação Object Pascal, oriunda da linguagem Pascal, a qual foi projetada em 1969 por Nikolaus Wirth, professor do Instituto Politécnico Federal da Universidade de Zurique (Suíça). O nome Pascal é dado em homenagem ao filósofo e matemático francês Blaise Pascal, que viveu entre 1623 e 1662. Segundo Manzano e Mendes (2004), em 1970 foi disponibilizada o primeiro compilador para a linguagem Pascal, ainda um produto acadêmico. Foi em Novembro de 1983 que surgiu a primeira versão do turbo pascal, lançado pela Borland Internacional, logo atualizado para a versão 2.0. Ainda na década de 80 foram lançadas outras versões do ambiente de programação Turbo Pascal, tais como: 3.0, 4.0, 5.0, 5.5(que trouxe o conceito de linguagem de programação orientada a Objetos por meio da linguagem Object Pascal), 6.0 e 7.0 até então para o ambiente DOS da Microsoft. Entrando na inicio do ano de 1995 foi lançado pela Borland o ambiente de programação Delphi 1.0 para o Windows 3.1 que uniu a potencialidade do ambiente de programação Turbo Pascal 7.0 e o conceito de programação visual existente no ambiente Windows. Já um ano depois surge a versão 2.0 para o Windows 95 ou Windows NT 3.5.1. A partir 138 de março de 1997, é apresentado a versão 3.0 do Delphi para a versão Windows NT 4.0, a qual implementa recursos para a Internet. De acordo com Manzano e Mendes (2004), em 2002 na Fenasoft a Borland divulgou o lançamento da versão 7 do ambiente de desenvolvimento Delphi. Nesta versão, o produto passa a contar com novas características, tais como: Recursos para a migração para a tecnologia.NET, intraweb que possibilita a criação de aplicações para a Internet, Rave Reports para a criação de relatórios, entre outros novos recursos. O Delphi 7 é disponibilizado em 4 versões: Architect, Enterprise, Professional e Personal. Em 2004, a Empresa ainda lançou a versão 8 do ambiente de desenvolvimento Delphi. Para o autor, a versão Enterprise é a mais completa, contendo os mesmos componentes da versão Professional mais drivers para acesso a bancos de dados cliente-servidor, como Oracle, DB/2 Sybase, Interbase ou Firebird, além do Decision Cube, componente que ajuda a elaborar sistemas de auxílio á decisão; o DataSnap, para criar aplicativos multicamadas; o BizSnap, para criação de aplicações Business-toBusiness usando o XML e uma versão do Team Source, ferramenta para gerenciamento do desenvolvimento em equipe. Conforme Silva (2001), melhor linguagem de programação é aquela que atende aos objetivos do cliente, permitindo uma aplicação fácil de utilizar e adequada aos objetivos propostos: o cliente, em geral não está de maneira alguma interessado na linguagem com a qual a aplicação foi desenvolvida. Então, por que escolher o Delphi e não outra linguagem? Esta é uma escolha do desenvolvedor: O Delphi é uma ferramenta multiuso: permite desenvolver tanto aplicações comerciais como científicas com a mesma facilidade, sem apresentar problemas de desempenho. O Delphi gera executáveis nativos, não sendo interpretado, permitindo assim melhor performance. 139 O Delphi é orientado a objetos, permitindo programas mais robustos com maior facilidade de depuração. O Delphi é extensível, podendo-se criar novos componentes ou mesmo expandir sua IDE (Integrated Development Enviroment – Ambiente de Desenvolvimento Integrado), escrevendo código usando o próprio Delphi. O Delphi integra-se facilmente com o API do Windows, permitindo elaborar programas que extraem o máximo desta interface gráfica. O Delphi é escalável no que se refere a aplicações que utilizam bancos de dados: pode-se usar desde uma base de dados desktop, como Paradox, dBase ou Access, até uma base de dados cliente-servidor, como Interbase, Firebird, MS-SQL Server ou Oracle. Podem-se ainda desenvolver aplicações multicamadas, em que uma aplicação-cliente magra (Thin Client) conversa com uma aplicação intermediária (Middle Tier) que, por sua vez, conversa com o banco de dados. Cabe ressaltar que segundo Silva (2001), o Delphi é uma ferramenta RAD (Rapid Application Development) com a qual, arrastando e soltando componentes, montam-se as janelas da aplicação. Isso permite criar protótipos de aplicações muito rapidamente e, posteriormente, “rechear” o protótipo com o código definitivo, trazendo muita velocidade ao desenvolvimento da aplicação. 2.8 PHP De acordo com Converse, Park (2003), PHP é uma linguagem de programação de scripts para a web do lado servidor embutidos em HTML, cujo código fonte é aberto, e que é compatível com os demais servidores. WEB (especialmente APACHE). O PHP permite incorporar fragmentos de código em paginas HTML normais, código este que é interpretado à medida que suas páginas são oferecidas aos usuários. O PHP também 140 serve como uma linguagem de “cola”, facilitando a conexão de suas paginas WEB com o banco de dados do lado do Servidor. Segundo Converse, Park (2003), Rasmus Lerdorf engenheiro de software é o criador e a força propulsora por traz do PHP. A primeira parte do PHP foi desenvolvida para sua utilização pessoal ao final de 1994, tratava-se inicialmente de um wrapper de CGI que utilizava o auxiliava a monitorar as pessoas que acessavam o site pessoal. No ano seguinte ele montou um pacote chamado de Personal Home Page Tools também conhecido como PHP Construction Kit em resposta da demanda dos usuários que por acaso ou por indicações deparavam-se com o seu trabalho. A segunda versão foi logo lançada sob o titulo do PHP/FI e incluía o Form Interpreter uma ferramenta para analisar sistematicamente consultas de SQL. Existem inúmeras razões para se gostar de PHP entre elas: O PHP é gratuito. O PHP é fácil. O PHP é incorporado na HTML. O PHP é multiplataforma, executando nativamente em todas as versões populares do UNIX e Windows. O PHP é compatível com os três mais importantes servidores WEB: o Apache HTTP Server para o UNIX e Windows, o Microsoft Internet Information Server e o Netscape Enterprise Server. O PHP é estável, sendo que o servidor não necessita ser reiniciado frequentemente e que o software não sofre alterações radicais e incompatíveis de uma versão para outra. O PHP é rápido especialmente quando for compilado em módulo Apache e Unix. 141 Para trabalhar com PHP são necessários alguns itens: Webserver – Sevidor Web. PHP – É necessário ter o PHP instalado no seu servidor WEB para que possamos executar os scripts PHP você pode fazer o download da versão mais atual junto com toda a documentação necessária. Banco de Dados – Em artigos futuros estarei exemplificando algumas aplicações que utilizam banco de dados. Basicamente, qualquer coisa que pode ser feita por algum programa CGI pode ser feita também com PHP, como coletar dados de um formulário, gerar páginas dinamicamente ou enviar e receber cookies. PHP também tem como uma das características mais importantes o suporte a um grande número de bancos de dados, como dBase, Interbase, mSQL, mySQL, Oracle, Sybase, PostgreSQL e vários outros. Construir uma página baseada em um banco de dados torna-se uma tarefa extremamente simples com PHP. Além disso, PHP tem suporte a outros serviços através de protocolos como IMAP, SNMP, NNTP, POP3 e, logicamente, HTTP. Ainda é possível abrir sockets e interagir com outros protocolos. 2.9 ORACLE Oracle é basicamente uma ferramenta cliente/servidor para a gestão de Bases de Dados. É um produto vendido a nível mundial, embora a grande potência que tem e seu elevado preço, faz com que só se veja em empresas muito grandes e multinacionais, por norma geral. No desenvolvimento de páginas web acontece o mesmo: como é um sistema muito caro não está tão espalhado como outras bases de dados, por exemplo, Access, MySQL, SQL Server, etc. 142 O Oracle é um SGBD (sistema gerenciador de banco de dados) que surgiu no final dos anos 70, quando Larry Ellison vislumbrou uma oportunidade que outras companhias não haviam percebido, quando encontrou uma descrição de um protótipo funcional de um banco de dados relacional e descobriu que nenhuma empresa tinha se empenhado em comercializar essa tecnologia. Para Morelli (2002), o maior mérito da Oracle Corporation foi apostar em uma ferramenta de gerência de banco de dados relacionais. O estrondoso sucesso no inicio dos anos setenta levou à criação de versões especificas às plataformas de Hardware. Há muito o nome Oracle deixou de significar apenas uma poderosa ferramenta para implantação de Banco de Dados corporativos, cujo único objetivo era ler, gravar e proteger dados. Hoje a Oracle tem produtos na área de desenvolvimento (Forms Developer, Designer, Reports Developer, JDeveloper), servidor de aplicações (Oracle Apllication Server), ERP (Finacials, Human Resources), Internet e evidentemente administração de Banco de Dados. 2.10 DOTPROJECT De acordo com Jordan (2008), dotProject é um aplicativo de projeto de códigofonte aberto, mantido por voluntários dedicados, que fornece um ambiente de gerenciamento de projetos gratuito para usuários espalhados por todo o mundo. O dotProject permite criar, monitorar e administrar seus projetos de forma online, fornecendo ferramentas de gerenciamento de projetos de nível corporativo que incluem uma agenda de contatos e capacidade de notificação via e-mail. O uso do dotProject é gratuito. A licença do software é GNU General Public License (GPL), o que significa que ele é um software livre fornecido como tal, sem garantias. Há dez recursos-chave que compõem o núcleo do dotProject: 143 Gerenciamento de usuário. Sistema de ticket de problema baseado em e-mail. Gerenciamento de cliente/empresa. Listagens de projeto. Lista de tarefas hierárquicas. Repositório de arquivos. Lista de contatos. Calendário. Fórum de discussão. Permissões baseadas em recursos. 2.11 BIOMETRIA Segundo Alecrim (2005), o humano é um ser que vive em sociedade, ou seja, não nasce para ser sozinho. No dia-a-dia dependemos uns dos outros para qualquer situação. O problema é que não nascemos programados para nos limitarmos apenas às nossas funções, do mesmo modo que não nascemos para aceitar o mundo do jeito que ele é. No fundo, cada pessoa prioriza seus próprios interesses e algumas não hesitam em prejudicar os outros para alcançar seus objetivos. Logo, o humano não é confiável. Assim, há tempos que se faz necessário o uso de mecanismos para restringir o acesso a determinados lugares ou serviços, por exemplo. Como nada é 100% eficiente, a busca pela solução perfeita é contínua. Uma das idéias mais promissoras que surgiu é o uso da Biometria. 144 Em poucas palavras, Biometria (do grego Bios = vida, metron = medida) é o uso de características biológicas em mecanismos de identificação. Entre essas características tem-se a íris (parte colorida do olho), a retina (membrana interna do globo ocular), a impressão digital, a voz, o formato do rosto e a geometria da mão. Há ainda algumas características físicas que poderão ser usadas no futuro, como DNA (Deoxyribonucleic Acid) e odores do corpo. (ALECRIM, 2005) Ainda sobre os conceitos de Alecrim (2005), nos dias de hoje a forma mais utilizada para a identificação de acessos a sistemas ou lugares é feita através de senhas e cartões. Porém esta ainda não é uma forma totalmente segura, pois qualquer pessoa pode esquecer seus cartões e sua senha pode ser capturada. Com a biometria esse problema é extinto, ou pelo menos, amenizado, dependendo da forma de biometria utilizada é impossível haver furto das informações, exemplo, a íris do olho. De acordo com Alecrim (2005), o uso da impressão digital é uma das formas de identificação biométricas mais utilizadas. Consiste em capturar a formação dos sulcos na pele dos dedos e na palma das mãos de uma pessoa. Esses sulcos possuem determinadas terminações e divisões que diferem de pessoa para pessoa, tornando-se uma forma de identificação segura. Os leitores de impressão digital normalmente fazem a leitura através de feixes de luz jogados contra a pele que se deseja identificar. CAPÍTULO 3: ANÁLISE E APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS 3.1 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO A Prática IV foi, sem dúvida alguma, a que mais demandou planejamento, controle e acima de tudo união do grupo. Além disso, foi um grande desafio levantar o tempo e recursos que seriam demandados para que o projeto fosse finalizado dentro do prazo estipulado e atingisse a todos os objetivos aos quais o projeto se propunha a alcançar. Quando se buscam estimativas para um projeto, umas das primeiras medidas tomadas é tomar maior conhecimento sobre o terreno por onde se irá passar, ou pelos caminhos que estima-se que irá passar. Também é feita uma busca por projetos passados para se ter uma idéia das dificuldades e riscos envolvidos em um projeto semelhante. Essa é uma das coisas boas de documentar bem um projeto, o legado que se deixa para os que estão vindo. O problema é que não se pode reviver o ambiente de projetos passados, por mais que muitas das ferramentas e objetivos sejam os mesmos, e por mais que as pessoas sejam as mesmas. De um projeto para o outro o ambiente muda, os riscos mudam, as tecnologias mudam, as pessoas mudam. Mas isso não remove a significância de experiências passadas, pois elas ainda auxiliam e muito em novos projetos. 146 Essa carga de experiências passadas foi passada aos integrantes deste projeto através dos colegas de que haviam feito no passado esta prática. De uma forma ou outra, isso ajudou muito. No levantamento dos riscos envolvidos no projeto, por exemplo, já estávamos mais do que cientes das dificuldades em relação à integração do sistema. Para tanto, desde o começo a equipe fez o possível para manter o sistema integrado. Começando pela modelagem do modelo ER. Houve uma grande preocupação em manter um único banco de dados, e este seria modificado por apenas um dos integrantes do projeto. Com isso, foi possível manter a integridade do banco, evitando fragmentações. O risco de problemas quanto à integração do sistema também levou a escolha de um SVN para o controle das versões do sistema. O uso desta ferramenta garantiu a integração do sistema na parte de aplicativo desde o início, pois um único projeto foi criado e dentro deste que ocorreu a divisão dos módulos. Com essa ferramenta, todos tinham acesso ao código-fonte do sistema atualizado e todas as suas modificações bem como versões anteriores ficavam registradas no subversion. Além disso, esta ferramenta era um backup completo e online de todas as versões do sistema, atribuindo maior segurança ao projeto e eliminado um risco que eventualmente pode ocorrer, a perda de dados. Outro risco que já se tinha conhecimento das outras práticas IV bem como de outras práticas vividas pelos integrantes do projeto é o atraso nas entregas. Oficialmente, havia três entregas: relatório e artigo parcial, relatório e artigo final e por fim o sistema. No planejamento do projeto foi feita uma fragmentação das atividades através da WBS e posteriormente esta estrutura foi inserida no dotProject pelos grupos do projeto. O problema de se fazer este tipo de controle do projeto é que se demanda grande quantidade de tempo e esforço. Primeiro porque é preciso dividir e subdividir 147 cada tarefa, além de identificar quem vai fazer ela, o tempo estimado para a finalização e o custo dela. A não utilização do dotProject foi em grande parte atribuída a falta de usabilidade da mesma, mas a verdade foi que não existia dentro do grupo a cultura de se auto-controlar. Dadas as circunstâncias escolheu-se algo mais de acordo com a cultura do grupo, que era a mesma ferramenta que seria utilizada como principal meio de comunicação do projeto, o grupo de email. Através dele foi possível entrar em contato com todos os integrantes do projeto de uma forma mais acessível e informar de forma clara e breve o que deveria ser entregue e quando. E o controle se concentrou em entregáveis maiores, não havendo a subdivisão de tarefas em sub-tarefas. Assim tínhamos entregáveis compostos por uma quantidade média de atividades e uma data de entrega deste todo. O lado bom desta abordagem é que cada integrante fica responsável pela gerência deste tempo e do que tem que fazer, assim ele pode gerenciar seus recursos da forma que ele considera mais eficiente e eficaz. Esta forma de controle é de certa forma mais informal e menos burocrática, e ela assume que cada membro do grupo é suficientemente capaz de gerir-se. Isso não eliminou o feedback sobre as atividades, de forma alguma. Sempre que possível se buscou saber das dificuldades de cada grupo e em que altura eles estavam em suas atividades. Houve alguns problemas, é claro, mas de forma geral esta metodologia de controle funcionou satisfatoriamente. Mas há de se levar em conta que a gestão das atividades feita por cada um dos membros do projeto demanda um alto grau de disciplina e organização. Outro aspecto importante dentro da gerência de projetos e que recebeu a devida importância foi a gestão dos recursos humanos disponíveis. O primeiro passo para a organização das pessoas em grupos foi a identificação dos seus papéis dentro 148 do projeto. Desta forma, procurou-se fazer o melhor balanceamento possível para que nenhum grupo ficasse com um nível de conhecimento abaixo da média dos outros grupos. Outro fator que foi bem explorado é a iniciativa de cada membro do grupo. Não há como negar que algumas pessoas possuem a motivação dentro de si mesmas, e se cada grupo fosse composto de ao menos uma pessoas com essa força motivadora e com iniciativa acredito que o trabalho seria muito melhor. Porque de uma forma ou outra cada grupo precisa de um líder que vai puxar a frente e vai fazer a coisa acontecer. Ao mesmo tempo em que decisões sobre a organização iam sendo tomadas, outras decisões a respeito também foram sendo tomadas. Algumas tratavam de sanar possíveis riscos identificados, como colocado acima, e outras estavam ligadas a produtividade. A principal delas foi o gerador de classes para Delphi, Spock. Este foi outro grande risco ao qual a equipe do projeto decidiu aderir. Por conta deste gerador tivemos um atraso no início do desenvolvimento. Apesar de a ferramenta já existir, foram precisos modificações para que ela conseguisse gerar as classes para o banco de dados Oracle, daí o atraso no início do desenvolvimento. Dentro do desenvolvimento também foi possível notar outras deficiências que poderiam ter sido muito bem tratadas se fossem de conhecimento do grupo. Por exemplo, a criação de uma padronização na programação e o melhor treinamento dos membros da equipe a respeito das tecnologias que seriam usadas. Pois vejam bem, neste projeto nem todos os desenvolvedores possuíam pleno conhecimento a respeito da orientação a objetos, isso pode ter dificultado a programação. Isso demonstra a importância de se escolher uma equipe bem treinada, ou no caso deste projeto, possibilitar o treinamento dos membros das equipes. E apesar de um breve treinamento ter sido aplicado, viu-se a necessidade de um maior conhecimento para agilizar o desenvolvimento e melhorar a qualidade do produto final. 149 E este é um ponto fundamental em qualquer projeto, a qualidade do produto final. Para isso existem as boas práticas que devem ser desenvolvidas e seguidas por quem desenvolve. Além disso, a criação de geradores que padronizem cadastros simples facilita a vida dos programadores e permite aos mesmos se focarem nas partes estratégicas do sistema. A solução que mais se encaixa na situação do presente projeto seria a melhor utilização do tempo disponível. Enquanto na fase de levantamento dos objetivos e do referencial teórico os desenvolvedores poderiam ir estudando as melhores práticas e padrões que iriam ser utilizados durante a programação, sem esquecer é claro de fazer a devida documentação destes padrões estabelecidos. Vale ressaltar que isso não significa que a equipe de desenvolvimento deve manter-se isolada com relação ao referencial teórico e da análise. Isso porque é de grande importância que os desenvolvedores tenham pleno conhecimento de como deve funcionar o sistema e de cada um dos conceitos que serão aplicados dentro do sistema, para que possam agir de forma crítica e trazer melhorias ao sistema. Com relação aos custos de se desenvolver a prática, uma estimativa de custo, levando em conta que cada um dos integrantes do projeto foi contratado, foi feita. Essa estimativa serviu apenas como uma aproximação do que se acreditou que poderia ser gasto em um projeto como este. O controle dos gastos reais que ocorreram durante o projeto foram controlados por um dos gerentes de projeto, que ficou responsável pela arrecadação de recursos. Como os gastos principais estavam concentrados nas impressões não foi necessário um controle minucioso, apenas uma tabela indicando as entradas e saídas de recursos, bem como quem pagou e onde foram aplicados os recursos. Falando de gerente de projeto, uma das características deste foi a presença de dois gerentes de projeto. Essa decisão foi tomada antes da escolha dos integrantes de cada um dos grupos e foi aceita por todos os presentes na hora da tomada da decisão. 150 Na prática IV sempre fora escolhido apenas um gerente de projetos e este era o principal responsável pelo projeto. Só que existe um problema, em muitas das vezes este gerente de projeto também faz parte de um dos grupos e desempenha um papel além do de GP, sem contar que fora da faculdade ele ainda pode ter outras responsabilidades. Isso pode, em muitas das vezes sobrecarregar a pessoa que se verá em meio de duas atividades dentro de um único projeto. Gerenciar riscos, pessoas, objetivos, qualidade, comunicação e recursos demandam uma quantidade significativa de tempo, e este foi um dos motivos pelo qual se escolheu ter dois gerentes de projeto. No início não houve uma clara definição de quem estaria responsável pelo o quê dentro do projeto, e isso só foi se esclarecendo durante o tempo. De qualquer forma, a existência de dois GPs tornou mais leve a carga de se gerenciar um projeto. É importante ressaltar que deve haver entendimento entre os dois gerentes de projetos, o que não significa que deva haver concordância em tudo entre eles. Pelo contrário, discussões que visem a escolha da melhor decisão a ser tomada devem ser estimuladas, dentro de limites. É aí que entra também a comunicação entre os membros dos grupos. A ferramenta que mais foi utilizada foi o email. Através dele manteve-se o contato com todos os envolvidos a respeito de datas de entrega, decisões a serem tomadas ou que foram tomadas. Além disso, o email serviu como um canal de comunicação para resolução de problemas e posterior disseminação das soluções encontradas. O uso do email, entretanto, não inibiu as curtas reuniões e principalmente as conversas mais informais, estas que de certa forma são difíceis de substituir pelo email dependendo das situações. O importante em um projeto é sempre manter-se em contato com todos os membros dos grupos, sempre buscando ficar a par do status das atividades que estão sendo desenvolvidas. 151 Apesar dos inúmeros contratempos e problemas sofridos neste projeto, ainda assim é possível afirmar que ele foi bem sucedido. Por se tornar um tanto quanto clichê dentro dos projetos optou-se por deixar este objetivo de lado, o que não faz dele menos importante, que é a agregação de conhecimentos e experiência aos acadêmicos envolvidos. Não se pode falar por todos os membros dos grupos, mas com certeza a grande maioria soube retirar ao menos a essência do desenvolvimento de um projeto envolvendo uma classe com pessoas de diversas personalidades e objetivos. Além de todo conhecimento e experiências adquiridos, sendo estas boas ou ruins, o que importa é que elas tenham ensinado algo de bom. 3.2 GERENCIAMENTO DO PROJETO O gerenciamento do projeto da Prática Profissional Direcionada IV deu-se utilizando os conceitos e aplicabilidades do guia PMBOK ®, onde foi desenvolvido um plano de comunicação, gerenciamento de recursos humanos, plano de qualidade, gerenciamento de custos e gerenciamento dos riscos possíveis do projeto. Seguindo os conceitos do guia, foi elaborado o termo de abertura do projeto, o qual está descrito no Anexo C deste trabalho, neste encontra-se os objetivos do projeto, além da visão geral e o principal, o escopo. Após detalhado o escopo, foi desenvolvida a Estrutura Analítica do Projeto, onde as atividades são dispostas em forma de fluxograma. Este serve como base para o cadastro das atividades no software de gerenciamento de projetos utilizado, o dotProject. Cada módulo desenvolveu a sua EAP, baseada na estrutura geral apresentada. 152 3.2.1 Plano de comunicação Para garantir a comunicação dos envolvidos no projeto, criou-se um grupo de emails, onde o endereço eletrônico de todos os acadêmicos e professores envolvidos foram adicionados. Foi utilizado o serviço de grupos do Google, o endereço utilizado foi [email protected]. Além do grupo de e-mail, as conversas se davam pessoalmente entre os integrantes do projeto. 3.2.2 Gerenciamento de Recursos Humanos Como as habilidades e conhecimentos dos acadêmicos envolvidos já eram conhecidas, criou-se um plano de funções baseado nas afinidades de cada um, como mostra o Quadro 3. Papel Pessoas envolvidas Grupo Analista Karine g1 Gustavo g2 João g3 Volnei / Luis g4 Elisângela g5 Helton g1 Bolívar g2 Eduardo g3 Helmuth g4 Maycon g5 Ivan g1 Douglas g2 Mateus g3 Jonas g4 Claiton g5 Karine g1 Douglas g2 João g3 Programador Redator Líder – Gerente do grupo 153 Luis g4 Cristiano g5 Gerentes Gerais Eduardo, Maycon Redatores Gerais Karine, Helton Professores orientadores, coordenação Marcos, Renato, Marcelo, Fauzi, Vera Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 3: Funções dos envolvidos Junto com as designações de cada acadêmico, foram elaboradas as atividades de cada função, estas deveriam ser desempenhadas pelos integrantes de cada uma, como mostra o Quadro 4. Papel Analista Programador Redator Responsabilidades - Levantar os requisitos do sistema (módulo em específico); - Condensar as análises junto aos demais módulos; - Produzir os diagramas UML's priorizando o de classes; - Produzir o modelo ER; - Produzir a documentação para orientar o programador; -Reajustar artefatos conforme feedback do programador (em virtude de mudanças); - Dar feedback ao analista no sentido de ajustar os artefatos produzidos; - Produzir na linguagem de programação definida as telas necessárias ao módulo; - Fazer os testes para validar os requisitos funcionais do software/módulo; - Buscar embasamento teórico sobre o módulo/área em questão; - Escrever o texto a ser usado no projeto da prática; - Documentar as telas produzidas pelo programador; - Escrever o texto referente a documentação produzida; Líder – Gerente do grupo - Controlar para que os membros participem efetivamente; - Delegar funções; - Acompanhar o cronograma de atividades; - Representar e intervir pelo grupo junto ao(s) gerentes gerais; Gerentes Gerais - Controlar e organizar o cronograma de atividades; - Verificar a disponibilidade de recursos entre os grupos; - Responder junto aos professores pelo andamento das atividades; - Controle dos custos; Redatores Gerais - Juntar os textos produzidos por todos os grupos; -Fazer ajustes para que os textos fiquem num estilo padrão; - Completar eventuais lacunas “lógicas” ou falta de “ligação” nos textos; - Produzir o relatório final; Professores Orientadores e - Definir as datas das entregas principais; - Auxiliar os gerentes e aos acadêmicos na orientação de material para 154 coordenação pesquisa, dúvidas pontuais no decorrer dos projeto; - Avaliar a conformidade dos requisitos com o produzido; Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 4: Responsabilidades das funções A delegação das atividades auxiliou no bom andamento do projeto, pois cada integrante ficou a par de suas responsabilidades e trabalhou para exercê-las da melhor maneira, além da auxiliar os gerentes no controle das atividades. 3.2.3 Plano de Qualidade e Custos O gerenciamento da qualidade do projeto garantiu-se focando sempre o objetivo principal do projeto, garantindo que este fosse cumprido sem desvios no escopo. Também se procurou criar padrões de nomenclaturas, tanto das tabelas e campos do Banco de Dados, como nos atributos e métodos das classes na programação, assim como no nome das telas e das páginas na parte WEB. As nomenclaturas diferenciam-se de acordo com o módulo pertencente, tanto no banco de dados como nos arquivos de ambos os sistemas. Juntamente com a qualidade, foi elaborado um plano de custos da prática IV. Neste se levou em consideração a média de valores pagos à profissionais na região. A Figura 9 mostra esta tabela: Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 9: Gerenciamento de Custos 155 3.2.4 Gerenciamento dos Riscos Tendo em vista possíveis acontecimentos que poderiam impactar de forma positiva ou negativa o projeto, foi desenvolvida uma lista de possíveis riscos, com sua probabilidade de acontecimento, impacto e estratégia de prevenção. O Quadro 5 descreve detalhadamente cada um dos riscos: Risco 01 - Atraso nas entregas do referencial teórico Probabilidade: 70% Impacto: Atraso no desenvolvimento do projeto, acarretando prejuízos para o bom andamento do mesmo. Estratégia de Prevenção: Acompanhamento do desenvolvimento de cada grupo, levantando as dificuldades e cobrando resultados. Risco 02 - Dificuldades na junção dos módulos: Analisando trabalhos Probabilidade anteriores constatou-se que houve dificuldade na hora da integração dos 40% módulos do sistema. Impacto: Fator que pode ser fundamental para o insucesso do projeto, pois a integração dos módulos é fundamental para o funcionamento do sistema. Estratégia de Prevenção: Trabalhar de uma forma integrada desde o início do desenvolvimento, utilizando software de controle de versão e evidenciando a comunicação entre os grupos. Risco 03 – Dificuldade no Desenvolvimento com o Banco de Dados Oracle: Probabilidade Como os componentes possuem pouca experiência com esse banco de dados é 30% possível que ocorra problemas. Impacto: Fator que impacta diretamente no desenvolvimento do programa, pois este deve ser totalmente integrado com o banco de dados. Estratégia de Prevenção: Estudo e realização de diversos testes da ferramenta a ser utilizada com o Oracle, tanto no desenvolvimento quanto na migração. Risco 04 – Falha na comunicação entre os acadêmicos Probabilidade 40% Impacto: Fator que impacta diretamente no desenvolvimento do projeto e cumprimento do cronograma, pois uma boa comunicação é indispensável para o sucesso do projeto. Estratégia de Prevenção: Criar vários mecanismos de comunicação, além do grupo de email, reuniões, feedbacks, entre outros. Risco 05 – Interesse de uma empresa pelo software desenvolvido: Risco Probabilidade positivo, pode ocorrer o interesse de uma organização em adquirir o produto. 5% Impacto: Incentivo aos acadêmicos e turmas posteriores, e possivelmente pode surgir vagas de trabalho. Estratégia de Prevenção: Risco 06 – Atraso no desenvolvimento do sistema: Devido ao tempo escasso Probabilidade e inexperiência dos acadêmicos é possível que ocorra atraso no 80% desenvolvimento. Impacto: Diminuiria o tempo previsto para a realização dos testes no sistema, acarretando em atropelos e aumentando o risco de haver bugs não identificados no sistema desenvolvido. Estratégia de Prevenção: Estudo e auxílio dos acadêmicos mais experientes nesta área, desde o início do desenvolvimento. Risco 07 – Falha no levantamento dos requisitos Probabilidade 30% Impacto: Um mau levantamento de requisitos compromete todo o desenvolvimento do projeto, pois nele que são baseados os diagramas que serão desenvolvidos. Estratégia de Prevenção: Possuir uma atenção especial a essa etapa, os requisitos devem ser 156 levantados e validados com os professores diretamente envolvidos e com os gerentes do projeto. Risco 08 – Desistência de algum acadêmico Probabilidade 10% Impacto: Poderia comprometer o desenvolvimento de um módulo, e, por consequência o projeto como um todo, já que os módulos serão integrados. Estratégia de Prevenção: Acompanhamento e conversa constante com os acadêmicos, para evitar problemas dessa natureza, ou resolvê-los logo no início sem deixar que evoluam e possam comprometer o projeto. Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 5: Possíveis riscos do projeto Após isso passou-se para a análise e desenvolvimento do sistema, produto do objetivo do projeto. 3.3 CONTROLE DE VERSÕES Como forma de minimizar problemas de fragmentação de versões, facilitar a integração do sistema e garantir um backup online do sistema escolheu-se trabalhar com um SVN (Subversion) ou sistema de controle de versão. O SVN utilizado fica hospedado no Google Code, ele foi escolhido por ser um dos hosts de projetos mais utilizados atualmente, além do Github e SourceForge. A utilização do Google Code implicou ainda na distribuição do código fonte do sistema através da licença GPL2, que basicamente permite o acesso dos códigos fonte do sistema, bem como a modificação deles e redistribuição. 157 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 10: Tela de Revisões. Através do SVN é possível enviar para o servidor as modificações feitas no projeto bem como atualizar na máquina local o projeto com as últimas modificações realizadas. Cada modificação comitada no SVN é registrada como uma nova revisão do projeto e recebe como identificado um r_ seguido pelo número da revisão, que é sequencial. 158 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 11: Tela de Revisões Dentro de cada revisão existe uma descrição daquilo que foi modificado bem como uma lista de todos os arquivos que foram modificados ou adicionados ao projeto. O interessante do Google Code é que ele permite a comparação entre o arquivo modificado e o arquivo da revisão anterior a ele. Com isso é possível fazer o rollback do projeto para qualquer uma das revisões gravada no servidor. Com a utilização do SVN foi possível concentrar todos os documentos, arquivos e códigos-fonte do projeto em um só lugar, e isso facilitou o desenvolvimento por vários motivos. O principal foi o controle das versões propriamente dito, que manteve o sistema consistente. Além disso, documentos como relatórios e diagramas puderam ser armazenados de forma segura no servidor, evitando assim o extravio ou perda de arquivos importantes, bem como dos próprios códigos-fonte do sistema. 159 3.4 ANÁLISE DOS REQUISITOS Abaixo são descritos os requisitos, os quais expressam as características e as restrições do sistema, separados por cada módulo do sistema de gestão de pessoas. São apresentados os Requisitos Funcionais, os Requisitos Não Funcionais e os Requisitos de Domínio (Regras do Negócio), os quais são importantes para a modelagem do sistema e para a construção dos diagramas orientados a objetos. 3.4.1 Requisitos Funcionais Nos quadros seguintes apresentam-se os requisitos funcionais dos módulos de gestão de pessoas, os quais estão diretamente ligados às funcionalidades do software, apresentando o que o mesmo deve executar. 3.4.1.1 Perfil de Cargo PC_RF01 Manter os cargos Descrição: O sistema contemplará a criação de cargos, bem como as informações pertinentes ao cargo, como salário mínimo e máximo. Prioridade: Alta PC_RF02 Manter os tipos de cargo Descrição: O sistema contemplará o cadastro de tipo de cargo, facilitando assim a visualização, busca ou consulta por tipos de cargos dentro de uma organização. Prioridade: Alta PC_RF03 Manter função de cargo Descrição: O sistema deve permitir o cadastro do conjunto de atividades pertinentes ao cargo. Prioridade Média PC_RF04 Manter Conhecimentos, Habilidade e Atitudes Descrição: O sistema deverá possibilitar a manutenção de conhecimentos, habilidade e atitudes (CHA). E posteriormente vincular cada CHA a um ou mais cargos. Prioridade Alta PC_RF05 Manutenção do departamento do cargo Descrição: O sistema deverá possuir a manutenção do departamento que pertence a cada cargo. Prioridade Média PC_RF06 Manutenção do índice de importância do CHA para cada cargo Descrição: Permitir a manutenção do nível de importância (relevante, necessário, obrigatório) de cada conhecimento, habilidade ou atitude para com o cargo vinculado. Prioridade Alta Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 6: Requisitos Funcionais - Perfil de Cargo 160 3.4.1.2 Ficha Funcional FF_RF01 Manter funcionários Descrição: O sistema deve permitir a manutenção dos dados importantes de cada funcionário, juntamente com a sua documentação legal. Prioridade: Alta FF_RF02 Manter perfil do Funcionário Descrição: O sistema deverá permitir a manutenção do perfil do funcionário, relacionando-o com os conhecimentos, habilidades e atitudes. Prioridade: Alta FF_RF03 Manter treinamentos e desenvolvimento dos funcionários Descrição: Esta manutenção deve possibilitar o armazenamento de todos os treinamentos e desenvolvidos feitos de cada funcionário, desde antes de sua contratação na empresa. Prioridade: Média FF_RF04 Manter salários do funcionário Descrição: Manutenção de todo histórico salarial do funcionário. Prioridade: Média FF_RF05 Manter cargos do Funcionário Descrição: O sistema deve possibilitar a manutenção e armazenamento do histórico de cargos do funcionário. Prioridade Média FF_RF06 Manter benefícios Descrição: O sistema deve possibilitar a manutenção e histórico dos benefícios de cada funcionário. Prioridade: Média FF_RF07 Manutenção de dependentes do funcionário Descrição: O sistema permite a manutenção dos dependentes do funcionário bem como informações adicionais. Prioridade: Média FF_RF08 Impressão da ficha funcional Descrição: Permitir a impressão da ficha funcional contendo as informações e o histórico do funcionário dentro da organização. Prioridade: Baixa FF_RF09 Manutenção de afastamentos do funcionário Descrição: Possuir a manutenção dos afastamentos bem como informações pertinentes ao mesmo (período, motivos), de cada funcionário. Prioridade: Média FF_RF10 Registro da ficha admissional Descrição: Deve permitir o registro do funcionário admitido pela empresa juntamente com suas respectivas informações (contrato), ainda permitindo a impressão da mesma. Prioridade: Baixa FF_RF11 Registro da ficha demissinonal Descrição: Deve permitir o registro do funcionário da ficha demissional juntamente com informações da demissão do funcionário, permitindo a impressão da mesma. Prioridade: Baixa Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 7: Requisitos Funcionais – Ficha Funcional 161 3.4.1.3 Recrutamento e Seleção RS_RF01 Manter Candidato Descrição: Candidatos podem fazer seu cadastro e terão nível de acesso de candidato. Prioridade: Alta RS_RF02 Manter Currículo Descrição: Estando cadastrado o candidato, ele pode cadastrar um currículo no sistema. Existe a possibilidade ainda de o candidato ter seu currículo cadastrado no sistema mesmo sem este ter um cadastro, isso porque o currículo pode ter sido entregue de outra forma e se a empresa desejar aceitar currículos de outros meios o sistema deve permitir que estes sejam cadastrados. Prioridade: Alta RS_RF03 Manter Processo Seletivo Descrição: Possibilita ao candidato se candidatar a uma vaga disponível no sistema, assim ele começa a acompanhar sua evolução durante as etapas de seleção. Prioridade: Alta RS_RF04 Manter Vagas Descrição: Cadastrar as vagas que estão disponíveis para determinado cargo, informando a quantidade de vagas, salário, duração do processo seletivo, e as etapas de seleção que serão feitas. Prioridade: Alta RS_RF05 Manter Etapas do Processo Seletivo Descrição: É o cadastro das etapas que irão compor o processo seletivo. Podem ser compostas por testes, entrevistas e outras formas de avaliação. Prioridade: Alta RS_RF06 Manter Testes Descrição: Questões e respostas, de múltipla escolha, descritivas, V-F, etc. Prioridade: Alta RS_RF07 Manter Tipos de Teste Descrição: Psicológicos, habilidades, integridade, etc. Prioridade: Alta RS_RF08 Manter Questões Descrição: Cadastro das questões que estarão contidas em um determinado teste. Prioridade: Alta RS_RF09 Manter Tipos de Questões Descrição: Cadastro do tipo de questão. Podem ser múltipla escolha, escolha única, etc. Prioridade: Alta RS_RF10 Manter Triagem Descrição: Processo automatizado que compara os requisitos dos cargos com as informações do candidato. Prioridade: Alta RS_RF11 Manter Entrevistas Descrição: Cadastro de entrevistas. Se forem feitas online será feito primeiramente o cadastro das questões que posteriormente serão avaliadas. Tanto para entrevistas online como cara a cara, depois de feita a avaliação, será vinculado a cada candidato uma avaliação, indicando como ele foi na entrevista e se ele foi aprovado ou não para a próxima fase do processo seletivo. Prioridade: Alta RS_RF12 Relatórios de Desempenho Descrição: Atrelado a cada candidato, em seu histórico, exibe seu desempenho nos testes cadastrados. Prioridade: Alta RS_RF13 Relatórios do Processo de Seleção Descrição: Criar relatórios sobre o processo seletivo de cada vaga oferecida. Mostra o número de pessoas que acessou a página para se candidatar aquela vaga (vai ser comparado com as que cadastraram seu currículo, mostrando quantas se encorajaram a entrar no processo e quantas não), 162 quantos cadastraram seu currículo (ou, se já possuíam um currículo no sistema, se eles quiseram entrar no processo seletivo), e mostra os avanços nas etapas seguintes do processo seletivo. Focar no número de candidatos em cada fase, um mapa geral do desempenho deles, para saber se a média está boa (quanto melhor a média, melhor a qualidade geral dos candidatos, ou seja, mais pessoas adequadas estão sendo recrutadas). Prioridade: Alta RS_RF14 Busca avançada de candidatos Descrição: Permite a busca por candidatos, utilizando filtros sobre suas informações. Prioridade: Alta Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 8: Requisitos Funcionais – Recrutamento e Seleção 3.4.1.4 Avaliação de Desempenho e Potencial ADP_RF01 Utilizar dados da ficha funcional e perfil de cargo. Descrição: Utiliza dados da ficha funcional e perfil de cargo para pegar informações como habilidades, conhecimento atitude para avaliar Prioridade: Domínio do Negócio ADP_RF02 Manter indicadores Descrição: O sistema deve permitir cadastrar todos os indicadores validados pela empresa Prioridade Domínio do Negócio ADP_RF03 Permitir relacionar indicadores para cada competência Descrição: O sistema deverá permitir relacionar os indicadores para cada competência. Prioridade Domínio do Negócio ADP_RF04 Permitir realizar avaliações periódicas. Descrição: O sistema deverá permitir realizar avaliações periódicas, mês, semana e ano, dependendo da necessidade. Prioridade: Domínio do Negócio ADP_RF05 Avaliar indicadores de desempenho e potencial Descrição: O sistema deverá permitir avaliar os indicadores de desempenho e potencial relevantes para cada cargo específico. Prioridade: Domínio do Negócio ADP_RF06 Possibilita avaliação 360° ou parcial. Descrição: O sistema deverá permitir avaliar supervisores, pares, colaboradores imediatos e autoavaliação, sendo por tanto 360° ou parcial. Prioridade: Domínio do Negócio ADP_RF07 Estruturar relatório. Descrição: O sistema deverá estruturar um relatório de planejamento e acompanhamento para gerar um plano de ação de treinamento e desenvolvimento. Prioridade: Domínio do Negócio ADP_RF08 Permitir consultar histórico. Descrição: O sistema deverá permitir consultor relatório de desempenhos dos colaboradores. Prioridade: Domínio do Negócio ADP_RF09 Permitir cadastrar tipo de avaliação Descrição: O sistema deverá permitir cadastrar tipos de avaliação garantindo a adaptabilidade nas empresas nos tipos de avaliação. Prioridade: Domínio do Negócio Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 9: Requisitos Funcionais – Avaliação de Desempenho e Potencial 163 3.4.1.5 Treinamento e Desenvolvimento TD_RF01 Manter Cargos Descrição: o sistema terá um cadastro de cargos, bem como os conhecimentos, habilidades e comportamentos necessários para o cargo em questão. Prioridade: Alta TD_RF02 Manter Conhecimentos, Habilidades e Atitudes (CHA) Descrição: o sistema terá um cadastro de conhecimentos, habilidades e atitudes correspondentes aos cargos e às pessoas. Prioridade: Alta TD_RF03 Vinculação do CHA aos Cargos e às Pessoas Descrição: o sistema permite vincular o cadastro de conhecimentos, habilidades e atitudes com os cargos e com as pessoas. Prioridade Alta TD_RF04 Manter Treinamento/Desenvolvimento Descrição: o sistema terá um cadastro de T&D. Prioridade Alta TD_RF05 Manter Formas de T&D Descrição: o sistema terá um cadastro das técnicas e métodos utilizados para o T&D. Prioridade Alta TD_RF06 Manter Turmas Descrição: o sistema terá um cadastro de Turmas. Prioridade Alta TD_RF07 Manter Instrutor Descrição: o sistema a partir do cadastro de pessoas deve permitir cadastrar pessoas do tipo ‘Instrutor’. Prioridade: Média TD_RF08 Elaboração de um Orçamento de T&D Descrição: o sistema deverá permitir elaborar um orçamento de T&D a fim de mostrar se o Treinamento trouxe lucro ou prejuízo. Prioridade: Média TD_RF09 Indicadores de Resultados Descrição: o sistema armazena as informações dos treinados, do superior, variações de desempenho medido, variações nos resultados alcançados. Prioridade: Média TD_RF10 Cadastro de Objetivos Descrição: o sistema deve permitir o cadastro dos objetivos do treinamento, a fim de identificar a finalidade a qual o T&D está sendo realizado para uma posterior avaliação. Prioridade: Alta Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 10: Requisitos Funcionais – Treinamento e Desenvolvimento 3.4.1.6 Salário e Benefícios SB_RF01 Manter eventos contábeis Descrição: Neste cadastro serão armazenados todos os fatos envolvidos na folha de pagamento, podendo especificar as de naturezas de operação pertencentes na folha. Envolvendo impostos legais como contribuições sindicais, horas extras, adiantamentos, INSS, plano de saúde, férias entre outros. Prioridade: Alta SB_RF02 Sistema através de competências 164 Descrição: O cálculo será realizado baseando-se nas competências de cada colaborador da empresa. Prioridade: Alta SB_RF03 Relatório de pagamentos Descrição: Serão relatados todos os registros de pagamentos efetuados aos colaboradores da empresa. Prioridade: Alta SB_RF04 Relatório sobre décimo terceiro salário Descrição: O sistema precisará gerar o relatório do décimo terceiro salário, acumulado a cada mês pelo funcionário. Prioridade: Alta SB_RF05 Extratos de folha de pagamento Descrição: Deve mostrar um relatório que pode ser parametrizado a fim de descrever o valor total que foi usado em remuneração e benefícios para um determinado grupo de pessoas. Prioridade Alta SB_RF06 Relatório de Contribuição sindical Descrição: Neste relatório conterá os dados cadastrais de cada funcionário, seu salário, sua data de admissão e ainda os meses referentes à contribuição sindical. Prioridade Média SB_RF07 Relatório de férias Descrição: Relatório referente os valores pagos aos colaboradores sobre as férias. Prioridade: Alta SB_RF08 Adiantamento de salário Descrição: Será possível efetuar no sistema o lançamento de adiantamento dos colaboradores, realizado de acordo com a competência de cada um. Prioridade: Média SB_RF09 Manter tipo de folha de pagamento Descrição: Será possível o usuário administrador cadastrar os tipos de folhas de pagamento existentes, sendo já definida como folha normal, folha de férias, folha de décimo terceiro integral, entre outras. Prioridade: Alta SB_RF10 Manter fórmulas Descrição: Será possível efetuar o cadastro de fórmulas para que possam existir alterações nas formulas dos impostos, devido as alterações de leis. Prioridade: Desejável SB_RF11 Histórico do salário/tempo do funcionário O sistema deve fornecer a discriminação dos dados, valores do salário ao longo do tempo, com as suas alterações. Prioridade: Necessário Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 11: Requisitos Funcionais – Salário e Benefícios 3.4.2 Requisitos de Regras de Negócio Nos seguintes quadros, apresentam-se os requisitos de domínio de cada módulo do sistema Organic PM, que são as regras de negócio levantas para a empresa fictícia, adotam e descrevem características do sistema: 165 3.4.2.1 Recrutamento e Seleção RS_RN01 Cálculo da Pontuação dos testes Descrição: O sistema calcula a pontuação do candidato no teste online de seleção. Prioridade: Domínio do Negócio RS_RN02 Cálculo da Quantidade de Currículos Descrição: O sistema calcula quantos currículos foram cadastrados pela internet. Prioridade: Domínio do Negócio Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 12: Requisitos Regras de Negócio – Recrutamento e Seleção 3.4.2.2 Treinamento e Desenvolvimento TD_RN01 Cadastro de pessoas não envolvidas na área para um T&D. Descrição: O sistema deve permitir o cadastro de pessoas que não estão envolvidas na área de atuação do treinamento. Ex. Uma pessoa da área de programação poderá realizar um treinamento para gerente. Prioridade: Domínio do Negócio TD_RN02 Percentual mínimo de horas de trabalho utilizadas para T&D. Descrição: Cinco por cento das horas de trabalho devem ser utilizadas para a realização de atividades de treinamento e desenvolvimento dos colaboradores. Prioridade: Domínio do Negócio TD_RN03 Investimento em T&D Descrição: Um percentual mínimo de 1% do faturamento anual da empresa deve ser utilizado para a realização de atividades de T&D. Prioridade Domínio do Negócio TD_RN04 Acesso restrito aos Dados Descrição: A avaliação dos resultados do T&D da pessoa deve ficar restrita apenas a pessoa, seu gerente e a área de RH. Prioridade Domínio do Negócio TD_RN05 Consolidação das necessidades identificadas Descrição: Recebe o perfil dos cargos e o perfil das pessoas, fazendo a consolidação das habilidades, competências e conhecimentos de ambos para indicar as necessidades de T&D. Prioridade Domínio do Negócio TD_RN06 Manter histórico Descrição: Manter um histórico individual da evolução dos CHA da pessoa., juntamente com o histórico dos T&D realizados. Prioridade Domínio do Negócio Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 13: Requisitos Regras de Negócio – Treinamento e Desenvolvimento 3.4.2.3 Salário e Benefícios SB_RN01 Geração da folha de pagamento Descrição: O módulo será capaz de gerar uma folha de pagamento, respeitando os aspectos legais por um modelo estipulado. Prioridade: Domínio do Negócio SB_RN02 Tabela de incidência de Impostos contábeis 166 Descrição: Será utilizada a tabela de incidência dentro do cálculo salarial, onde a mesma incidirá sobre o salário final do funcionário. Nela constarão os impostos incidentes sobre a remuneração do funcionário. Esta será dinâmica, podendo o usuário alterar de acordo com a legislação incidente. Prioridade Domínio do Negócio SB_RN03 Pagamento do Décimo Terceiro Salário Descrição: O sistema deverá possibilitar o pagamento do décimo terceiro salário em parcela única aos funcionários. Prioridade Domínio do Negócio SB_RN04 Controle e cálculo de Férias Descrição: O sistema deverá ser capaz de calcular as férias dos funcionários ou caso entrem em acordo com o responsável, as férias poderão ser vendidas à empresa. As férias poderão ser contínuas ou esparsas em períodos não regulares de 30 dias. Prioridade: Domínio do Negócio SB_RN05 Cálculo do FGTS Descrição: O sistema realizará o cálculo do FGTS (Fundo de Garantia de Tempo de Serviço) que será depositado para cada funcionário. Prioridade: Domínio do Negócio SB_RN06 Calcular IRRF Descrição: O sistema deverá realizar o desconto do Imposto de Renda Retido na Fonte diretamente na folha de pagamento de acordo com o salário do funcionário. Prioridade: Domínio do Negócio SB_RN07 Calcular a contribuição sindical Descrição: O desconto da contribuição sindical deverá ser realizado na folha de pagamento, o calculo é baseado no salário do contribuinte e descontado em parcela única. A contribuição é obrigatória e corresponde a um dia de trabalho do funcionário. Prioridade: Domínio do Negócio SB_RN08 Modificações de tabelas Descrição: Consiste em possibilitar ao usuário alterar as faixas de INSS, IRRF, a percentagem da contribuição sindical entre outros. Prioridade: Domínio do Negócio SB_RN09 Extrato social Descrição: O sistema deverá possibilitar ao usuário consultar e imprimir o extrato social por funcionário, ou seja, o valor de todos os benefícios recebidos pelo mesmo em determinado em determinado período. Prioridade: Domínio do Negócio SB_RN10 Competência de ferias Descrição: Consiste na competência anual de férias, onde será cadastrada a data inicial e a data final do período aquisitivo de férias. Prioridade: Domínio do Negócio SB_RN11 Controle de ferias Descrição: O sistema deverá possibilitar ao usuário estipular as férias dos colaboradores. Prioridade: Domínio do Negócio SB_RN12 Benefícios por tempo de serviço Descrição: O sistema proverá benefícios para o funcionário de acordo com o tempo de serviço dedicado à empresa. Prioridade: Domínio do Negócio SB_RN18 Geração da folha de acordo com o seu tipo Descrição: A folha deverá ser gerada de acordo com o seu tipo, ou seja: folha normal, folha de férias e folha de décimo terceiro. Prioridade: Domínio do Negócio Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 14: Requisitos Regras de Negócio – Salário e Benefícios 167 3.4.3 Requisitos não Funcionais Os requisitos não funcionais expressam as qualidades específicas e condições que o software deve atender, identificadas pelos quadros abaixo. 3.4.3.1 Recrutamento e Seleção RS_RNF01 Backup Descrição: Para maior segurança dos dados é realizado backup dos dados. Prioridade: Recomendável RS_RNF02 Autenticação de usuários Descrição: O sistema deve ter um controle de usuários através de login e senha. Prioridade: Obrigatório Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 15: Requisitos Não Funcionais – Recrutamento e Seleção 3.4.3.2 Avaliação de Desempenho e Potencial ADP_RNF01 Gerar relatório do desempenho e potencial. Descrição: O sistema deverá permitir gerar um relatório do desempenho e potencial de cada avaliado, com todas as informações da avaliação. Prioridade: Domínio do Negócio Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 16: Requisitos Não Funcionais – Avaliação de Desempenho e Potencial 168 3.4.3.3 Salário e Benefícios SB_RNF01 Geração de LOG Descrição: O sistema irá disponibilizar os LOG da aplicação, onde poderá ver a consulta de usuários, o total de acessos executados, erros. Prioridade Desejável SB_RNF02 Rede Descrição: A comunicação entre o banco de dados e aplicativos (web e desktop) se dará sob protocolo TCP/IP Prioridade Requerido SB_RNF03 Backup Descrição: O backup de dados das aplicações não será feito pela aplicação, e sim por uma rotina paralela, um script, um bat que fará cópia periódica do banco de dados e do aplicativo. Prioridade Recomendado SB_RNF04 Resolução mínima dos monitores/displays Descrição: Tanto para aplicação desktop quanto web, recomenda-se resolução mínima de 1024x768 pixels de tela. Prioridade Desejável Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 17: Requisitos Não Funcionais – Salário e Benefícios 3.5 ANÁLISE ORIENTADA A OBJETOS A partir do item seguinte, inicia-se a descrição dos diagramas UML levantados a partir dos requisitos funcionais, não funcionais e de domínio por cada módulo na prática profissional direcionada IV. 3.5.1 Perfil de Cargos 3.5.1.1 Diagrama de Casos de Uso O diagrama de casos de uso do módulo perfil de cargo está representado pela Figura 9, onde é possível ver os processos, atores e relacionamentos do caso. O diagrama é composto basicamente pelos atores usuário que é o responsável pela alimentação dos dados nos sistema e o ator sistema que recebe os dados que são informados pelo usuário. Neste diagrama o usuário é responsável pela manutenção de cargos, manutenção da função dos cargos e manutenção de competências (CHA). Os processos manter departamento do cargo e manter tipos de cargo recebem um include 169 do processo manter cargos e o processo índice de importância do CHA recebe um include do processo manter competências(CHA). Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 12: Diagrama de Caso de Uso – Perfil de Cargo. 3.5.1.2 Diagrama de Classes O diagrama de classes do módulo perfil de cargo é representado pela Figura 13 a qual é constituída pelas classes cargo, departamento e Cha. A classe cargo é a classe principal a qual possui um relacionamento de agregação com a classe departamento onde o cargo pode estar relacionado a um ou mais departamento e um departamento pode estar relacionado a um ou mais cargos. A classe Cha também possui um relacionamento de agregação com a classe cargo, onde ambas as classes possuem uma relação de um para mais. 170 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 13: Diagrama de Classe – Perfil de Cargo. 3.5.1.3 Diagrama de Sequência – Manter Cargos O diagrama de sequência manter cargos do módulo perfil de cargo é representado pela Figura 14, onde na função incluir cargos o usuário recolhe os dados necessários para inclusão, após o usuário seleciona a opção de criar um novo cadastro, lança os dados no sistema e valida o cadastro. Na opção alterar cargo o usuário faz o levantamento dos dados necessários para alteração do cargo, insere os novos dados do cargo e valida a alteração. Na opção desativar cargo o usuário recolhe os dados de qual cargo deve ser desativado, desativa o cargo e valida a desativação do mesmo. 171 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 14: Diagrama de Sequência: Manter Cargos – Perfil de Cargo. 3.5.2 Ficha Funcional 3.5.2.1 Diagrama de Casos de Uso O diagrama de caso de uso do módulo ficha funcional está representado pela Figura 15, onde se encontra os processos, atores e relacionamentos do caso. O diagrama é composto pelo ator usuário, o qual é responsável pela alimentação de dados e de mais funções do sistema e ator sistema o qual recebe os dados que são informados pelo usuário. Também se tem como parte do diagrama os processos de registrar ficha admissional, registrar ficha demissional, manter funcionários, manter 172 perfil do funcionário, manter treinamento e desenvolvimento, manter salário, manter cargo do funcionário, manter benefícios, manter dependentes, manutenção de afastamentos e impressão da ficha funcional, onde todos estes processos estão diretamente relacionados aos atores usuário e sistema. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 15: Diagrama de Caso de Uso – Ficha Funcional. 3.5.2.2 Diagrama de Classes O diagrama de classe do módulo Ficha Funcional é composta pelas classes funcionário, salário, dependentes do funcionário, benefício do funcionário, cha (competências, habilidades e atitudes), treinamento e desenvolvimento, afastamento e cargo, conforme mostra a Figura 16. A classe salário possui uma agregação composta 173 de funcionários, onde o funcionário pode estar relacionado a um determinado salário e esse determinado salário pode estar relacionado a um ou mais funcionários. A classe de dependentes do funcionário possui uma agregação composta da classe funcionário, onde o funcionário pode estar relacionado a um ou mais dependentes e um dependente pode estar relacionado a apenas um funcionário. A classe benefícios do funcionário possui uma agregação composta de funcionários, onde o funcionário pode estar relacionado a nenhum ou vários benefícios e o beneficio pode estar relacionado a um ou mais funcionários. A classe cha possui uma agregação composta de funcionários, onde o funcionário pode estar relacionado a um ou mais cha, e o cha pode estar relacionado a nenhum ou vários funcionários. A classe treinamento e desenvolvimento possui uma agregação composta de funcionários, onde o funcionário pode estar relacionado a nenhum ou vários treinamentos e o treinamento pode estar relacionado a um ou mais funcionários. A classe afastamentos possui uma agregação composta de funcionários, onde funcionário pode estar relacionado a nenhum ou vários afastamentos e afastamento pode estar relacionado a nenhum ou vários funcionários. A classe cargo possui uma agregação simples de funcionários, onde funcionário pode estar relacionado a um cargo e o cargo pode estar relacionado a um ou mais funcionários. 174 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 16: Diagrama de Classe – Ficha Funcional 3.5.2.3 Diagrama de Sequência: Manter Cargos O diagrama de sequência manter funcionários do módulo ficha funcional é representado pela Figura 17, onde na função incluir funcionários o usuário recolhe os dados necessários para inclusão. Após o usuário seleciona a opção de criar um novo cadastro, lança os dados no sistema e valida o cadastro. Na opção alterar perfil do funcionário o usuário faz o levantamento dos dados necessários para alteração do perfil do funcionário, insere os novos dados do funcionário e valida a alteração. Na opção 175 desativar funcionário o usuário recolhe os dados de qual funcionário deve ser desativado, desativa o funcionário e valida a desativação do mesmo. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 17: Diagrama de Sequência: Manter Funcionários – Ficha Funcional 3.5.3 Recrutamento e Seleção 3.5.3.1 Diagrama de Casos de Uso O Diagrama de Casos de Uso descreve a sequência das ações que representam um cenário. 176 Na Figura 18 é apresentado o Diagrama de Casos de Uso do Módulo de Recrutamento e Seleção, onde mostra os atores que interagem com o módulo. O ator Usuário se relaciona com os atores Candidato e Administrador por meio de um relacionamento de generalização. Os Casos de Uso representam quem interage com o sistema, na Figura abaixo são apresentados os casos de uso: Admissão de Funcionário, Manter Cadastro de Candidato, Manter Cadastro de Currículos, Manter Cadastro Processo Seletivo, Manter Cadastro Entrevistas, Manter Cadastro Etapas Processo Seletivo, Manter Cadastro Tipos de Testes, Manter Cadastro de Testes, Manter Cadastro de Vagas, Pesquisar Currículos, Gerar relatórios, bem como os casos de usos de Calculo da Quantidade de Currículos, Calculo de Pontuação dos Testes e Efetuar Backup. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 18: Diagrama de Casos de Uso – Recrutamento e Seleção 3.5.3.2 Diagrama de Classes No Diagrama de classes são apresentados os detalhes das classes e seus relacionamentos. 177 Na Figura 19 pode-se observar o Diagrama de Classes desenvolvido, o qual apresenta as classes de Usuário, Candidato, administrador, Testes, Entrevistas, Relatórios, Currículos, bem como a classe Sistema, Backup e Dispositivo de armazenamento. Entre a classe Usuário e as classes Candidato e Administrador, existe um relacionamento de herança, onde tanto o Candidato quanto o Administrador são uma especialização da classe Usuário. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 19: Diagrama de Classes – Recrutamento e Seleção 178 3.5.3.3 Diagrama de Sequência – Cálculos Na Figura 20 é apresentado o Diagrama de Sequência que mostra o processo de Cálculos de Pontuação dos Testes e de Quantidade de Currículos, onde o Administrador acessa o sistema, escolhe um das opções de calculo oferecidas pelo sistema e verifica as informações que deseja. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 20: Diagrama de Sequência: Cálculos – Recrutamento e Seleção 3.5.3.4 Diagrama de Sequência – Efetuar Backup Na Figura 21 é apresentado o Diagrama de Sequência que mostra o processo de Efetuar Backup, onde através da mensagem realizarCopiaDados (), o sistema realizar a cópia dos dados armazenados. E com a mensagem armazenarDados (), o sistema armazena os dados copiados, em um dispositivo de armazenamento. 179 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 21: Diagrama de Sequência: Efetuar Backup – Recrutamento e Seleção 3.5.3.5 Diagrama de Sequência – Gerar Relatórios Na Figura 22 é apresentado o Diagrama de Sequência que mostra o processo Gerar Relatórios, onde o Usuário acessa o sistema e na opção relatório escolhe entre Relatório do Processo Seletivo ou Relatório de Desempenho, e assim verifica as informações que deseja. 180 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 22: Diagrama de Sequência: Gerar Relatórios – Recrutamento e Seleção 3.5.3.6 Diagrama de Sequência – Manter Cadastros: Administrador Na Figura 23 é apresentado o Diagrama de Sequência que mostra os processos Cadastro de Vagas, Cadastro de Testes, Cadastro de Tipos de Testes, Cadastro de Entrevistas e Cadastro de Etapas do Processo Seletivo, onde o Administrador acessa o sistema e escolhe o cadastro que deseja realizar. Através da mensagem [incluir] cadastrarVaga(), o sistema permite ao Administrador criar o cadastro de uma determinada vaga disponível. E com a mensagem [alterar] cadastrarVaga(), o sistema permite ao Administrador alterar o cadastro de uma determinada vaga. E ainda com a mensagem [excluir] cadastrarVaga(), o sistema permite ao Administrador excluir o cadastro de uma determinada vaga. O mesmo acontece na mensagem [incluir] cadastrarTeste(), a qual permite ao Administrador cadastrar um determinado teste. E com a mensagem [alterar] cadastrarteste(), permite o Administrador alterar o cadastro de um determinado teste. E 181 ainda com a mensagem [desativar] cadastrarTeste(), permite o Administrador desativar o cadastro de um determinado teste. Através da mensagem [incluir] cadastrarTipoTeste(), o sistema permite ao Administrador criar o cadastro de um tipo de teste. E com a mensagem [alterar] cadastrarTipoTeste(), o sistema permite ao Administrador alterar o cadastro de um determinado tipo de teste. E ainda com a mensagem [desativar] cadastrarTipoTeste(), o sistema permite ao Administrador desativar o cadastro de um determinado tipo de teste. O mesmo acontece na mensagem [incluir] cadastrarEntrevista(), a qual permite ao Administrador cadastrar uma entrevista. E com a mensagem [alterar] cadastrarEntrevista(), permite o Administrador alterar o cadastro de uma entrevista. E ainda com a mensagem [desativar] cadastrarEntrevista(), permite o Administrador desativar o cadastro de uma entrevista. Através da mensagem [incluir] cadastrarEtapaProcessoSeletivo(), o sistema permite ao Administrador criar o cadastro de uma etapa do processo seletivo. E com a mensagem [alterar] cadastrarEtapaProcessoSeletivo(), o sistema permite ao Administrador alterar o cadastro de uma etapa do processo seletivo. E ainda com a mensagem [desativar] cadastrarEtapaProcessoSeletivo(), o sistema permite ao Administrador desativar o cadastro de uma etapa do processo seletivo. 182 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 23: Diagrama de Sequência: Manter Cadastros: Administrador – Recrutamento e Seleção 3.5.3.7 Diagrama de Sequência – Manter Cadastros: Candidato Na Figura 24 é apresentado o Diagrama de Sequência que mostra os processos Cadastro de Candidato, Cadastro de Currículos, Cadastro Processo Seletivo, onde o Usuário acessa o sistema e escolhe o cadastro que deseja realizar. 183 Através da mensagem [incluir] cadastrarCandidato(), o sistema permite ao Usuário se cadastrar. E com a mensagem cadastrarCurriculo(), o sistema permite ao Usuário cadastrar seu currículo. Através da mensagem cadastrarProcessoSeletivo(), o sistema permite ao Usuário se cadastrar num determinado processo seletivo. E com a mensagem atualizarCurriculo(), o sistema permite ao Usuário atualizar os dados do seu currículo. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 24: Diagrama de Sequência: Manter Cadastros: Candidato – Recrutamento e Seleção 3.5.3.8 Diagrama de Sequência – Pesquisar Currículos Na Figura 25 é apresentado o Diagrama de Sequência que mostra o processo Pesquisar Currículos, onde o Administrador acessa o sistema e solicita uma busca de currículos através de determinadas palavras-chaves, o sistema pesquisa os currículos que contem essas palavras-chaves. 184 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 25: Diagrama de Sequência: Pesquisar Currículos – Recrutamento e Seleção 3.5.4 Avaliação de Desempenho e Potencial 3.5.4.1 Diagrama de Casos de Uso No diagrama de caso de uso de avaliação de desempenho e potencial é possível visualizar o processo de como é feito a avaliação, podendo ser ela de 360° ou parcial. O diagrama possui 4 atores, o funcionário, cliente, fornecedor e gerente, que por sua vez esta ligado com os processos avaliativos. Nesse diagrama temos um extend no processo de “consulta avaliação” para que possa ser gerado o relatório conforme a escolha do avaliador. 185 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 26: Diagrama de Caso de Uso – Avaliação de Desempenho e Potencial 3.5.4.2 Diagrama de Classes O diagrama de classe demonstra o relacionamento das classes, indicadores, pessoas e avaliação. Conforme a Figura 27, a classe Indicadores pode ter uma ou mais pessoas, e a classe Pessoas pode ter um ou mais indicadores. A classe Pessoas pode ter nenhuma avaliação inserida ou varias avaliações, e a avaliação pode ter somente uma pessoa. Assim pode se facilitar o entendimento de como o sistema vai funcionar em relação aos cadastros. 186 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 27: Diagrama de Classes – Avaliação de Desempenho e Potencial. 3.5.4.3 Diagrama de Sequência No diagrama de sequência temos o gerente que primeiramente vai selecionar o avaliador, tendo um retorno de que o avaliador foi selecionado. Depois de ser escolhido o avaliador, cada selecionado vai realizar a avaliação e ao final obter um retorno que a avaliação foi concluída. Em cima da avaliação concluída são realizados os calculados de desempenho e potencial dos avaliados, gerando um relatório de acompanhamento e planejamento, sendo disponibilizado na avaliação. 187 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 28: Diagrama de Sequência – Avaliação de Desempenho e Potencial 3.5.5 Treinamento e Desenvolvimento 3.5.5.1 Diagrama de Casos de Uso No diagrama de caso de uso do módulo de Treinamento e Desenvolvimento é possível visualizar o processo de como é realizado o processo de Treinamento e Desenvolvimento, passado pela autorização do Gerente de T&D e também pela avaliação do RH. O diagrama em questão possui quatro atores, Sistema, Usuário, RH e Gerente de T&D, estes dois últimos se ligam por sua vez com os processos decorrentes para a realização do Treinamento e Desenvolvimento, bem como as inscrições Web que passara pelo usuário e o Gerente de T&D. 188 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 29: Diagrama de Casos de Uso – Treinamento e Desenvolvimento 3.5.5.2 Diagrama de Classes O diagrama de classe demonstra o relacionamento das classes, Objetos, Técnicas, Métodos, Treinamentos, Instrutor, Turmas, Recursos, Ambientes, Resultados e Treinados. Conforme a Figura 30 a classe de Métodos de Treinamento pode ter uma ou mais Técnicas e uma Técnica pode estar ligada a um ou mais Métodos de Treinamento. Já o método de treinamento pode ter um ou mais Treinamentos, porém o Treinamento poderá estar ligado a apenas um Método. Esse Treinamento deve ainda ter um Objetivos ou mais conforme necessários, onde a classe Objetivos pode estar ligada a um ou mais Treinamentos. No sistema em questão a parte de Treinamento 189 deve ter um instrutor que poderá ser responsável pode apenas um Treinamento por vez e o Treinamento pode receber o numero de instrutores que for necessário para a boa aplicação do Treinamento. A Turma selecionada poderá ter apenas um Treinamento por vez para melhor entendimento, já este mesmo Treinamento pode ter o numero de turmas que necessários devido ao Ambiente que pode, por exemplo, suportar apenas um número x de pessoas abrigando o lançamento de uma nova turma para um mesmo Treinamento, o ambiente conforme citado poderá receber varias turmas porém em horários diferentes e uma turma usará o numero de ambientes necessários conforme a necessidade de recurso que cada ambiente possui. Mas o ambiente pode normalmente ter um ou mais de um recurso e um mesmo recurso pode ter apenas um Ambiente. Voltando a Turma a mesma será formada pode Treinados que podem participar de um ou mais turmas conforme a necessidade já que poderá alterar o horário e assim a necessidade de participar do treinamento em outra turma se o Treinamento possuir mais de uma turma logicamente. Este Treinando ao final do Treinamento terá de gerar um ou mais resultados para a empresa, podendo assim um mesmo resultado estar presente a um ou mais Treinados. 190 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 30: Diagrama de Classes – Treinamento e Desenvolvimento 3.5.5.3 Diagrama de Sequência O diagrama conforme pode ser visto na Figura 31 descreve os passos sequenciais que serão executados no módulo de Treinamento e Desenvolvimento. O gerente do T&D cadastra um treinamento necessário no sistema, onde o colaborador ira se inscrever para a realização do mesmo, após a inscrição o colaborador receberá um retorno de inscrição. A Inscrição vai para o gerente de T&D que avalia a inscrição, retorna para o usuário um resultado da inscrição e prepara o 191 treinamento. Após a realização do Treinamento o Usuário terá um resultado que será repassado para o Gerente de RH que registra no sistema e poderá estar disponível para Consulta pelo RH da Empresa. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 31: Diagrama de Sequencia – Treinamento e Desenvolvimento 3.5.6 Salário e Benefícios 3.5.6.1 Diagrama de Casos de Uso Através da Figura 32, pode ser visto o diagrama de casos de uso do módulo salário e benefícios, que ilustra de uma forma genérica como o módulo atua no sistema. O ator Administrador do Sistema é o responsável por acionar o aplicativo, o qual lhe oferece opções como geração de relatórios, backup, LOG de operações e a geração da folha de pagamento do colaborador. Esta se utiliza dos casos de uso Login para ter acesso ao programa, de uma tabela de impostos vigentes na Constituição Federal, da base para o cálculo de férias e dos cálculos de eventos e de benefícios por tempo de serviço. 192 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 32: Diagrama de Casos de Uso – Salário e Benefícios 3.5.6.2 Diagrama de Classes O diagrama de classes do módulo salário e benefícios, conforme pode ser visto na Figura 33, é constituído pelas classes folha de pagamento, período, férias, eventos e pelo ator Administrador do sistema. A classe principal do módulo é a folha de pagamento, que recupera os dados pertinentes para a geração da folha. Esta possui vínculo com o administrador do sistema, o qual é o responsável por solicitar backup e geração de relatórios. A classe período, através do relacionamento de agregação garante que apenas é possível cadastrar um intervalo de datas por folha de pagamento. A classe férias é responsável por armazenar o período de dias que o colaborador tem direito ao benefício, o qual só é utilizado no caso de geração de folha de férias. Entre as classes eventos e folha de pagamento, tem-se uma relação de composição, a qual garante a dependência dos eventos contábeis na geração da folha. São operações da 193 classe folha de pagamento o cálculo dos eventos, o cálculo da remuneração, a definição do período de datas e a geração da folha de pagamento. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 33: Diagrama de Classes – Salário e Benefícios 3.5.6.3 Diagrama de Sequência – Gerar Folha de Pagamento De acordo com a Figura 34, pode ser vislumbrado o diagrama de sequência – Gerar Folha de Pagamento do módulo Salário e Benefícios, onde o administrador entra no sistema e solicita a geração da folha de pagamento. Para isso é necessário informar o código do colaborador, onde o mesmo será buscado na entidade colaboradores. Identificado o colaborador, o administrador seleciona o intervalo de datas referentes à remuneração e os eventos pertinentes ao colaborador. Nesses eventos estão contidos o salário e os descontos, onde o salário é calculado de acordo com o valor recebido 194 pelo funcionário menos os descontos legais. A remuneração é obtida através do cálculo do salário acrescido dos benefícios. A folha de pagamento é gerada e devolvida ao administrador. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 34: Diagrama de Sequência: Gerar folha de pagamento – Salário e Benefícios 3.5.6.3 Diagrama de Sequência – Gerar Relatórios O diagrama de sequência – gerar relatórios do módulo Salário e Benefícios (Figura 35) apresenta os passos para geração dos relatórios disponíveis no módulo. Ao se logar no sistema, o Administrador solicita ao ator Sistema a geração do relatório escolhido, passando por parâmetros o período e o tipo do relatório que deseja se ter em mãos. O sistema busca na classe relatórios os dados escolhidos e retorna para o Administrador do Sistema, com a opção de visualização em programa ou impressão em papel. 195 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 35: Diagrama de Sequência: Gerar relatórios – Salário e Benefícios 3.5.7 Diagrama de Sequência do Sistema Organic PM O Diagrama de Sequência (Figura 36) demonstra os passos que uma pessoa deve traçar para que seja inserida no sistema e no processo de seleção, bem como, após ser cadastrada no sistema para exercer um específico cargo, ser direcionada para seu desenvolvimento profissional através de treinamentos, definição e manutenção de salário e benefícios, podendo ser avaliado seu desempenho e potencial durante sua atividade dentro da empresa. O cadastro de novos currículos é feito de forma online, sendo inserido pelo candidato no portal do sistema. Depois de cadastrado o currículo, é armazenado no banco todos os dados, disponíveis ao candidato por um usuário e senha. Caso os requisitos do candidato cumpram o que é requisitado pelo cargo, ele será informado do período de tempo para a entrevista do respectivo cargo a ser concorrido. 196 Sendo o candidato selecionado para o preenchimento da vaga disponível, ele será inserido como colaborador, sendo definido o seu cargo e dados contratuais. Caso o colaborador necessite de algum treinamento para o desempenho de sua função, ele será direcionado para a parte de treinamento e desenvolvimento, onde após o treinamento feito, será passado para a ficha funcional do colaborador dados do treinamento e desenvolvimento realizado. Também após ser cadastrado como colaborador, será definido seus benefícios e salários correspondentes a função a ser desempenhada, passando a constar na ficha funcional os valores e benefícios repassados ao colaborador. Vale salientar que as alterações de benefícios e salário, bem como a realização de treinamentos podem ser feitas a qualquer momento sendo o candidato um colaborador ativo. Enquanto colaborador ativo pode ser solicitado a qualquer momento a realização de uma avaliação de desempenho e potencial. A mesma é feita de forma customizada pelo solicitante da avaliação, disponibilizando a escolha de uma avaliação de 360°, 180° ou 90°, tendo as informações disponíveis dos resultados da avaliação do desempenho e potencial do colaborador, as mesmas serão armazenadas na ficha funcional. 197 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 36: Diagrama de Sequência do Sistema Organic PM 3.6 MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO O diagrama de entidade-relacionamento foi construído sem a ajuda do diagrama de classes da UML gerados pelos módulos, devido a necessidades encontradas no sistema. A preocupação dos módulos em manter uma das metas do projeto que é a Orientação a Objetos esteve presente durante as etapas de análise e programação. Porém, o banco de dados é relacional, fazendo com que o sistema seja um misto de padrões e conceitos diferentes. Optou-se por utilizar banco de dados relacional por desconhecimento da organização e modo de funcionamento de um banco orientado a objetos e também pelo fator tempo. A orientação empregada no desenvolvimento do programa está baseada no modelo ER, e não no diagrama de classes levantado. As classes utilizadas no desenvolvimento foram geradas pelo programa Spock, idealizado durante a prática para suprir e acelerar a geração do código dos módulos desktop. O referido programa usou-se do modelo ER para gerar as classes, tomando como parte que cada tabela é um objeto. 198 O modelo ER está documentado em formato de dicionário de dados, onde podem ser vislumbradas todas as tabelas, seus atributos, chaves e relacionamentos. O dicionário de dados encontra-se no Anexo A deste relatório e uma cópia visual do modelo ER pode ser encontrado no Anexo D. 3.7 CONTROLE DE ACESSOS POR BIOMETRIA O controle de acessos ao sistema desenvolvido em Delphi Win32, foi feito com o uso da biometria por impressão digital. Para tal, utilizou-se um leitor biométrico que, conectado ao computador que está executando o sistema, salva no banco de dados a leitura biométrica e quando solicitado, compara os dados armazenados para realizar a autenticação. Quando o sistema é executado a primeira tela que abre é a responsável pela autenticação do usuário, como mostra a Figura 37. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 37: Tela de autenticação do usuário Clicando no local indicado é aberta uma tela onde o sistema aguarda que o usuário coloque o dedo cadastrado no leitor de impressão digital, após realizar a leitura, se os dados cadastrados e lidos forem idênticos, é aberta a tela inicial do sistema. Caso 199 a impressão digital não for encontrada, o sistema continua esperando uma impressão digital válida. A tela que realiza a leitura biométrica é mostrada na Figura 38. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 38: Tela de autenticação do usuário É possível guardar no sistema a impressão digital de todos os dedos das mãos de uma pessoa, na hora de gravar o sistema não permite que seja armazenada uma impressão digital já existente no banco de dados. É possível liberar o acesso por impressão digital a qualquer colaborador cadastrado no sistema. A Figura 39 mostra como é cadastrado a impressão digital. 200 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 39: Tela de autenticação do usuário As bibliotecas e telas de identificação da biometria são fornecidas pelo fabricante do leitor de impressão digital, no sistema Organic PM, essas bibliotecas foram adaptadas e alteradas de forma que contemplassem as necessidades. 3.7 DESCRIÇÃO DAS TELAS Abaixo segue a descrição das telas principais do sistema e de cada módulo da prática. Com a padronização de layout da aplicação desktop, foi possível dar ao sistema uma interface própria e intuitiva. A localização das funções principais das telas estão organizadas de forma unificada, facilitando a navegação pelo usuário em todas as etapas de pesquisa e inserção de dados no sistema. 201 3.7.1 Telas do Sistema O sistema Organic PM, foi desenvolvido totalmente baseado nos conceitos de orientação a objeto, utilizando fortemente os conceitos de herança e encapsulamento, que possibilita a reutilização do código. Na Figura 40, têm-se a tela inicial do sistema, com um atalho para cada módulo. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 40: Tela principal do sistema Organic PM Foi desenvolvido também um formulário modelo para todos os cadastros do sistema, este já possui implementado as principais funcionalidades para inclusão, alteração, deleção de registros, atalhos do teclado e pesquisa dos dados. Todas as telas com funcionalidades similares foram criadas a partir deste formulário padrão. A Figura 41 mostra esta tela: 202 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 41: Tela modelo do sistema Organic PM O botão “NOVO” é utilizado para inserção de um novo registro, botão “SALVAR” insere um novo registro, botão “EDITAR” serve para se editar um registro, botão “EXCLUIR” para exclusão e o botão “CANCELAR” para cancelar a edição ou a inserção dos registros. Os atalhos de teclado que estão depois da descrição do botão tem a finalidade de promover agilidade na escolha das opções, não sendo necessário o uso do mouse nesta etapa. 3.7.2 Telas – Perfil de Cargo O módulo perfil de cargo é o responsável por manter todas as informações pertinentes aos cargos e funções, mais precisamente, manutenção dos conhecimentos, habilidades e atitudes, manutenção dos departamentos, manutenção dos tipos do cargo e atributos de cada cargo. A principal tela do módulo é mostrada na Figura 42, este é onde são atribuído os conhecimentos, habilidades e atitudes de cada cargo. 203 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 42: Tela de manutenção de CHA – Perfil de Cargo. No exemplo pode-se perceber que para o cargo selecionado têm-se um conhecimento e uma habilidade atribuída. Na manutenção dos cargos, definem-se os campos salário mínimo, salário máximo juntamente com o salário médio. Também é necessário definir o departamento, tipo de cargo e as horas semanais. Esse campo horas semanais é utilizado no cálculo do salário do colaborador. A Figura 43 mostra a tela de manutenção de cargos. 204 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 43: Tela de manutenção dos cargos – Perfil de Cargo. 3.7.3 Telas – Ficha Funcional O módulo de ficha funcional é responsável por manter todas as informações relacionadas ao colaborador, onde se armazena todo o histórico do funcionário durante o período que este esteve na empresa, desde os treinamentos que realizou, salários, cargos por onde passou, avaliações do desempenhos e potencial, assim como as demais informação como os afastamentos, benefícios e dependentes. No sistema foi desenvolvida uma tela para manter cada uma destas informações, em todas é possível selecionar o colaborador e inserir os dados específicos. Há também um relatório da ficha funcional, onde é impresso todos os dados cadastrados no módulo. A Figura 44 mostra a principal tela do módulo, o cadastro de colaboradores. 205 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 44: Tela de cadastro de colaboradores – Ficha Funcional. 3.7.4 Telas – Recrutamento e Seleção Na Figura 45, pode-se observar o primeiro passo para o cadastro do candidato, onde possui campos referentes aos seus dados pessoais, os quais são Nome, e-mail Primário, e-mail Secundário, CPF, Data de Nascimento, Naturalidade, Sexo e Estado Civil, após o preenchimento destes campos, o candidato clica no botão Próximo para seguir sequência do cadastro. 206 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 45: Tela Dados Pessoais – Recrutamento e Seleção. O próximo passo é o preenchimento dos dados referente ao endereço, onde possui os seguintes campos: Endereço, Número, Complemento (não obrigatório), CEP, Bairro, Cidade, UF, País e Contatos. O usuário pode adicionar vários contatos conforme sua vontade. 207 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 46: Tela Endereço – Recrutamento e Seleção. Clicando no botão Adicionar Contato, o candidato tem a opção de cadastrar contatos preenchendo os seguintes campos Tipo, DDD e Número, como pode-se observar na Figura 47, e ainda as opções de “Salvar”, “Cancelar” e “Limpar”. Clicando novamente no botão “Adicionar Contato” o candidato pode cadastrar mais um contato, depois de cadastrado um contato o candidato tem a opção de remover este contato. Depois de ter cadastrado os contatos, o candidato clica no botão “Próximo”, para prosseguir com o cadastro. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 47: Tela Contatos – Recrutamento e Seleção. 208 O passo seguinte é o cadastro da formação acadêmica do candidato, que está representado na Figura 48. O cadastro das formações é composto pelos campos: Curso, Nível, Data de Inicio e Data de Término, Instituição e Andamento do Curso. O usuário pode inserir várias formações acadêmicas dispondo das opções de salvar, cancelar a inserção ou limpar o formulário de cadastro. Caso o candidato estude em uma instituição não cadastrada no sistema, o mesmo pode adicioná-la clicando no botão “Outra Instituição”, e inserindo manualmente. O botão “Adicionar” permite ao candidato inserir outras formações, quantas tiver, depois de inserida uma formação o candidato tem a opção de remover esta formação. Ao clicar no botão “Próximo” o candidato pode dar prosseguimento ao seu cadastro. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 48: Tela Formação Acadêmica – Recrutamento e Seleção. Na Figura 49 pode-se observar o passo seguinte, que é o cadastro das experiências profissionais do candidato, onde constam os seguintes campos, Empresa, Atribuições, Data de Inicio, Data de Término e Setor, e ainda as opções de Salvar, Cancelar e Limpar. Assim como nos passos anteriores, o botão “Adicionar” permite ao candidato inserir sucessivamente todas as experiências profissionais do candidato. 209 Depois de inserida uma experiência profissional, o candidato tem a opção de remover esta experiência. E clicando no botão Próximo segue a sequência do cadastro. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 49: Tela Experiência Profissional – Recrutamento e Seleção. O próximo passo é o cadastro da Formação Adicional, que enquadra os cursos, seminários, simpósios, palestras das quais o candidato participou. Conforme pode-se observar na Figura 50, o cadastro registra o tipo, nome da formação, período em que ocorreu, carga horária e instituição promotora. O preenchimento do formulário possui as opções de salvar, cancelar o cadastro ou limpar os dados inseridos. O botão “Adicionar” permite ao candidato inserir mais de uma formação adicional, que depois de adicionada pode ser removida clicando no botão remover. Para dar sequência ao cadastro o candidato deverá clicar no botão “Próximo”. 210 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 50: Tela Formação Adicional – Recrutamento e Seleção. Na Figura 51 pode-se observar o cadastro dos Conhecimentos do candidato, que possui os seguintes campos: Grupo de Conhecimento, Conhecimento e Proficiência. O grupo de conhecimento indica a área a qual pertence, sendo a proficiência a descrição de suas capacidades. O botão “Adicionar” permite ao candidato inserir mais de um conhecimento, depois de inserido um conhecimento, o candidato tem a opção de remover este conhecimento. E clicando no botão Próximo se dá prosseguimento ao cadastro. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 51: Tela Conhecimentos – Recrutamento e Seleção. 211 O passo seguinte é cadastrar os idiomas em que o candidato tem domínio, registrando sua capacidade para ler, conversar e escrever. Assim como nas telas anteriores, o candidato tem a possibilidade de inserir vários idiomas. O botão Adicionar permite ao candidato inserir mais um idioma, que depois de inserido pode ser removido. E clicando no botão Próximo segue o cadastro. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 52: Tela Idiomas – Recrutamento e Seleção. Na Figura 53 pode-se observar o cadastro das referências pessoais onde o candidato cadastra contatos registrando o nome, a empresa, o vínculo existente entre o candidato e a pessoa indicada, telefone e e-mail para contato. Seguindo o modelo padronizado de telas, é disponibilizada a funcionalidade de adicionar quantas referências o candidato considera interessante. E clicando no botão Próximo segue a sequência do cadastro. 212 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 53: Tela Referências – Recrutamento e Seleção. Por fim temos a tela de cadastro do usuário para acesso ao sistema. Nesta tela o candidato devera inserir o nome do usuário e senha que será utilizada para realizar todas as outras operações como cadastramento a uma vaga, testes, alteração de currículo, cadastro em processo seletivo e resultados sobre suas participações. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 54: Tela Inicial do Candidato – Recrutamento e Seleção. 213 Depois de incluir seu currículo o candidato pode visualizar em sua tela inicial as vagas abertas, os status de seleções, fases pendentes em algum processo seletivo do qual esteja participando. Estão disponíveis também as opções de modificar o currículo, como pode-se observar na Figura 55 e alterar os dados de autenticação do sistema. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 55: Tela Alteração de dados pessoais – Recrutamento e Seleção. O sistema permite que o funcionário do departamento de gestão de pessoas cadastre testes para serem realizados pelo candidato. Ao fazer sua autenticação no sistema, o candidato tem em sua tela inicial as fases pendentes, onde são listados os testes a realizar e os prazos para tal. Este teste realizado no site, permite que candidatos que não tenham um conhecimento adequado, sejam eliminados mesmo antes da entrevista. 214 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 56: Tela Detalhes da fase de teste – Recrutamento e Seleção. Pode-se visualizar na Figura 56 (acima) o detalhamento do teste. Ao clicar em realizar teste, o candidato é levado à página onde pode realizar o teste. Podem existir questões de múltipla escolha, bem como questões do tipo verdadeiro e falso. Um exemplo de teste pode ser visualizado na Figura 57 (abaixo). Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 57: Tela exemplo de teste – Recrutamento e Seleção. Depois de comprovar sua aptidão ao cargo através do teste on-line o candidato passa para a entrevista. Este processo não é realizado dentro do sistema, sendo que apenas o funcionário de recursos humanos da empresa tem a possibilidade de relatá-la. 215 Assim, demonstradas as funções acessíveis aos candidatos, passam-se agora as funções ligadas ao uso do sistema pelos funcionários de gestão de pessoas da empresa. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 58: Tela Cadastro de processo seletivo – Recrutamento e Seleção. O funcionário abrir vários processos seletivos, preenchendo os campos de descrição, data de início e data de fim, numero de vagas disponibilizadas e a qual cargo se destinam. Um processo seletivo pode ser composto por várias fases. Nesta aba, conforme visto na Figura 59, o usuário pode cadastrar as fazes com data de inicio e término. 216 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 59: Tela Cadastro de processo seletivo fases – Recrutamento e Seleção. Posteriormente, os processos seletivos podem ser listados, editados ou excluídos, conforme a necessidade da empresa. 217 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 60: Tela Listagem de processos seletivos – Recrutamento e Seleção. O cadastro dos testes feitos pelo candidato diretamente no site segue a mesma linha de apresentação. Na primeira aba, cadastra-se a descrição do teste, seu tipo e pontuação mínima para a aprovação. Na aba seguinte, o usuário pode inserir várias questões, escolhendo se estas são de múltipla escolha, verdadeiro ou falso ou se pode haver apenas uma única resposta verdadeira. Na Figura 61 visualiza-se a tela de inclusão de pergunta. Visualiza-se nesta que a cada alternativa, o funcionário do departamento de recursos humanos deve informar se ela é correta ou não. 218 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 61: Tela Cadastro de Testes – Recrutamento e Seleção. 219 Podem ser cadastradas quantas perguntas forem necessárias. A verificação é feita verificando se as alternativas marcadas pelo candidato são iguais as cadastradas pelo funcionário. Caso uma das alternativas seja diferente a questão é considerada errada. A totalização do teste para obtenção das médias é feita dividindo-se o número de acertos pelo numero total de questões. As entrevistas são registradas pelo funcionário registrando a data, o responsável e as anotações feitas na entrevista, que demonstram como a mesma ocorreu. O campo status registra o resultado, se o candidato foi aprovado ou reprovado. O administrador pode ainda verificar as estatísticas de acessos, cadastros e como estão ligados aos processos seletivos. O gráfico gerado pode ser visto na Figura 62. Esta ferramenta pode ser útil nos casos em que se queira verificar a aceitação do site e da empresa junto aos internautas. 220 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 62: Tela gráfico de acessos e cadastros – Recrutamento e Seleção. 3.7.5 Telas – Salário e Benefícios O módulo de salário e benefícios tem como principal função processar a folha de pagamento dos colaboradores, além disso, fazer o controle das férias. O módulo está implementado em sete telas principais. Saldo de férias: Toda vez que a folha de pagamento é processada, incrementa 1 no saldo de férias dos colaboradores, quando o saldo chega em 11 (11 mêses trabalhados) o sistema deixa destacado quais são os colaboradores que tem férias para tirar em breve. 221 Cadastro de férias: Quando um colaborador completa seu período aquisitivo, o operador do sistema pode lançar férias para ele. Quando isso acontece, zera o saldo de férias, que será incrementado até completar um novo período aquisitivo. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 63: Tela Cadastro de Férias – Salário e Benefícios. Eventos contábeis: Os eventos contábeis junto com o salário (fixo) do colaborador compõem a folha de pagamento. Os eventos podem ter valor fixo ou variável (positivo ou negativo). Quando o valor é variável pode-se cadastrar a fórmula de cálculo para este evento. A fórmula é interpretada através da linguagem de scripts Lua que devolve o valor calculado para a aplicação. Eventos do colaborador: Nos eventos contábeis estão listados todos os possíveis eventos para qualquer colaborador. Nesta tela (eventos do colaborador) se faz uma associação para dizer quais os eventos que devem ser processados quando for feita a folha de pagamento deste colaborador. 222 No caso de um evento com valor variável, o mesmo evento pode ter valores diferentes em função dos colaboradores, por exemplo o benefício por tempo de serviço leva em conta a data de contratação da pessoa e a data atual, em razão desta diferença calcula o valor. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 64: Tela Eventos Padrão da Folha – Salário e Benefícios. Eventos da Folha: Na figura acima (Figura 64) pode ser vislumbrada a tela de cadastro de eventos. Os eventos da folha ficam registrados os eventos que fizeram parte da folha de pagamento de um colaborador em um determinado mês. Também se uma folha de pagamento precisa ser recalculada, refeita, deve-se apagar os eventos nesta tela da folha de que se deseja calcular novamente. Tipos de folha de pagamento: Cadastro dos tipos de folhas de pagamento: normal, 13º salário, férias e outras. Folha de pagamento: Aqui se calcula e gera os registros nos eventos da folha para todos os colaboradores ativos. Tem-se a opção de gerar manualmente para cada 223 um dos colaboradores e gerar para todos, sem interação manual. Essa é a tela em que todo o cálculo é processado, depois de obtidos os valores eles são gravados nos eventos da folha e na folha de pagamento, quando for impresso em papel apenas são buscados os dados já calculados. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 65: Tela Folha de Pagamentos – Salário e Benefícios. 224 3.7.6 Telas – Treinamento e Desenvolvimento Após entrar no sistema e selecionar o módulo de treinamento e desenvolvimento, o usuário será redirecionado para a tela inicial do módulo (Figura 66), onde poderá realizar a manutenção dos seguintes cadastros. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 66: Tela Inicial – Treinamento e Desenvolvimento. Na manutenção de resultados o usuário poderá realizar o cadastro dos resultados que são esperados do treinamento, inicialmente poderá apenas visualizar os resultados já cadastrados no sistema, para que não sejam cadastrados dois resultados semelhantes (Figura 67) caso o resultado desejado não estiver cadastrado, o usuário pode cadastrar um novo resultado clicando em novo, ou utilizando o atalho correspondente. Para cadastrar um resultado é necessário informar a descrição do resultado e as observações correspondentes a este resultado. 225 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 67: Tela Manutenção de Resultados – Treinamento e Desenvolvimento. Conforme descrito no capítulo segundo, para realizar um treinamento é necessário utilizar uma ou mais técnicas e métodos e para isso é preciso cadastrá-las no sistema e isso pode ser feito através do menu de manutenções de técnicas e métodos utilizados. No cadastro de técnicas o usuário irá informar a descrição da técnica, conforme pode ser visualizado na Figura 68. 226 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 68: Tela Manutenção de Técnicas – Treinamento e Desenvolvimento. Os métodos de treinamento se utilizam de uma ou várias técnicas para a aprendizagem, conforme descrito no capítulo segundo. Para realizar o cadastro de métodos o usuário pode acessar o menu de manutenção os métodos utilizados, onde ao informar a descrição do método e as observações ele pode também relacionar as técnicas que o método utilizará, conforme pode ser visto na Figura 69. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 69: Tela Manutenção de Métodos – Treinamento e Desenvolvimento. 227 Os recursos referem-se aos objetos que serão utilizados, como por exemplo, um projetor multimídia, para auxiliar o instrutor ao passar o treinamento para os treinandos. O recurso pode ser cadastrado acessando o menu de manutenção de recursos, onde é informado o nome do recurso utilizado, como pode ser visto na Figura 70. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 70: Tela Manutenção de Recursos – Treinamento e Desenvolvimento. Os ambientes são cadastrados a fim de identificar os locais onde serão ministrados os treinamentos, para cadastrar o ambiente é necessário informar a sua localização, que é feita informando a descrição, o local através do endereço e bairro, uma referência e o logradouro, e as observações referentes aquele ambiente. Como um ambiente pode ter vários recursos para auxiliar o instrutor, os mesmos podem ser relacionados ao ambiente como pode ser observado na Figura 71. 228 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 71: Tela Manutenção de Ambientes – Treinamento e Desenvolvimento. Todo treinamento possui uma finalidade ou várias, essas finalidades podem ser classificadas como objetivos. Para cadastrar um objetivo o usuário pode fazê-lo acessando o menu de manutenção de objetivos, onde o usuário irá informar a descrição e qual a real finalidade deste objetivo no treinamento, como pode ser observado na Figura 72. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 72: Tela Manutenção de Objetivos – Treinamento e Desenvolvimento. 229 Para realizar o cadastro de instrutores que irão ministrar o treinamento, o usuário acessa o menu de manutenção de instrutores, onde irá informar o nome completo do instrutor, seu CPF, onde mora através do endereço, o e-mail para que se possa entrar em contato, o bairro, o CEP, um local de referência e as experiências que o instrutor já possui, como pode ser visto na Figura 73. Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 73: Tela Manutenção de Instrutores – Treinamento e Desenvolvimento. Para que seja possível realizar um treinamento é necessário cadastrar as turmas, isso pode ser feito pelo usuário acessando o menu de manutenção de turmas, onde deve informar o ambiente no qual a turma irá realizar o treinamento, o nome da turma, a data inicial e a data final que a turma estará ativa, ou seja o período do treinamento em si, e qual o turno em que está turma terá o treinamento. Após cadastrar a turma é possível vincular a ela os treinandos que participarão do treinamento, como pode ser observado na Figura 74. 230 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 74: Tela Manutenção de Turmas – Treinamento e Desenvolvimento. Após cadastrar todas as informações necessárias o usuário poderá cadastrar o treinamento acessando o menu de manutenção de treinamentos. O usuário irá informar a descrição do treinamento, o instrutor que irá ministrar o treinamento, conteúdo ministrado pode ser inserido no campo correspondente a ementa, e pode ainda informar as observações correspondentes ao treinamento. Ao cadastrar o treinamento o usuário pode vincular uma ou mais turmas como pode ser visto na Figura 75. Devem também ser adicionados os métodos que serão utilizados para executar o treinamento, bem como os respectivos objetivos. 231 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 75: Tela Manutenção de Treinamentos – Treinamento e Desenvolvimento. Após o término do treinamento, o gerente de treinamento e desenvolvimento, ou o responsável pela área pode fazer uma avaliação do resultado do treinamento que pode ser cadastrado no menu de manutenção de resultados obtidos. O responsável irá selecionar o treinamento, depois selecionará a turma correspondente ao treinamento que foi realizado, selecionada o treinando que está vinculado à turma, seleciona também o objetivo que está vinculado ao treinamento, e por final irá selecionar o resultado obtido pelo treinando, como pode ser observado na Figura 76. 232 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 76: Tela Manutenção de Resultados Obtidos – Treinamento e Desenvolvimento. 3.7.7 Telas – Avaliação de Desempenho e Potencial O módulo de avaliação de desempenho e potencial do sistema possui como parte de manutenção dos dados cadastrados a edição do tipo de avaliação, avaliação de desempenho e potencial e de indicadores. Tendo em cada manutenção um campo, onde o usuário pode realizar pesquisa dos dados cadastrados, como podemos ver na Figura 77. Nesse módulo também e possível a retirada de relatórios conforme veremos a seguir. 233 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 77: Tela Manutenção de Indicadores – Avaliação de Desempenho e Potencial Na tela acima pode-se visualizar a forma de como será feita a manutenção dos indicadores. Caso o usuário saiba o código do indicador a ser selecionado, o mesmo pode inserí-lo no campo de pesquisa, filtrando assim para o indicador desejado, com sua descrição e competência afim. Fazendo parte da manutenção dos indicadores esta disponível a manutenção dos Registros, podendo ser editada a descrição do indicador e selecionado a competência a qual faz parte, variando entre a edição, criação de um novo registro e exclusão. Podendo ser cancelada pelo usuário durante a edição. Depois de feita a manutenção ao registro pode ser salva para posteriores consultas, conforme a Figura 78. 234 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 78: Tela Manutenção de Indicadores – Avaliação de Desempenho e Potencial No módulo de avaliação de desempenho e potencial do sistema, temos também a tela de manutenção de avaliação de desempenho e potencial conforme comentado. Na manutenção da avaliação é informada a data do registro, o tipo de avaliação, o colaborador avaliado e o nome do avaliador. Esses registros estão disponíveis em um grid onde é informada para cada indicador cadastrado sua respectiva nota como podemos ver na Figura 79. Podendo também editar os registros, excluir, cancelar as alterações caso ainda não salvas. Os dados após editados devem ser salvos pelo usuário. 235 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 79: Tela Manutenção de Avaliação – Avaliação de Desempenho e Potencial Ainda na parte de manutenção de avaliação de desempenho e potencial, existe a opção de pesquisa dos registros cadastrados, informando o código do registro conforme a Figura 80. 236 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 80: Tela Pesquisa de Avaliação – Avaliação de Desempenho e Potencial O relatório de desempenho e potencial permite ao usuário realizar a busca através do nome do colaborador avaliado e pela data. A partir da seleção dos dados, será feita a busca de todas as avaliações feitas pelo colaborador, relacionando todas as avaliações de Desempenho e Potencial (DP) e a descrição dos indicadores e seu respectivo código. Selecionando na grid um determinado potencial, o usuário poderá visualizar um gráfico das notas por competências e a média das mesmas, bem como os tipos de avaliações que foram feitas. Caso selecionado na grid o desempenho, será apresentado um gráfico com as notas da função e o tipo de avaliação feita. Um exemplo da tela pode ser vislumbrado conforme a Figura 81. 237 Fonte: Vide Capa do Relatório Figura 81: Tela Pesquisa de Avaliação – Avaliação de Desempenho e Potencial CONCLUSÃO Este projeto mostra uma abordagem diferente dos demais até agora desenvolvidos na prática IV de Sistemas de Informação, faze-se uso pela primeira vez de análise e posterior codificação na perspectiva de orientação a objetos; neste entorno, as hipóteses questionam sobretudo o quão essa substancial diferença em relação as experiências anteriores (das turmas que já fizeram) impactaria no resultado final. O objetivo continua sendo desenvolver um sistema integrado para gestão de pessoas contemplando alguns dos principais subsistemas, e assim o foi, o sistema foi desenvolvido, contemplando a maioria dos requisitos levantados, mas se queria evitar redundância no código, fazer reuso, agilizar com isso o desenvolvimento. A primeira hipótese questionava se seria possível fazer reuso conforme especifica a visão de POO. Ela mostrou-se verdadeira. Com o uso do Spock (gerador de classes desenvolvido durante a prática) fez-se a geração do código fonte das classes e seus métodos básicos, evitando o trabalho manual de criação das classes e garantindo uma maior padronização quanto a nome de classes, métodos e atributos. O Spock foi um componente essencial e de alto risco. Os programadores dos grupos dependiam de que a criação do Spock estivesse concluída para iniciarem a programar, mas se o Spock não funcionasse ter-se-ia um tempo muito curto para escrever as classes manualmente, e, provavelmente não conseguir-se-ia cumprir o cronograma. O início do desenvolvimento atrasou, e a maior concentração de esforços 239 se deu há duas semanas do fim do cronograma, mesmo assim as entregas puderam ser feitas conforme previsto. Todo novo projeto deve contar com lições aprendidas. Nos anos anteriores, com outros acadêmicos que já desenvolveram essa prática, a integração do modelo ER foi tumultuada, houve desenvolvimentos paralelos e se fazia a integração já em um estágio intermediário do projeto. A integração dos módulos se fez antes de qualquer desenvolvimento, e as modificações foram feitas em apenas um modelo e repassados para o grupo. Assim, a hipótese questionando a integração dos módulos através da modelagem do banco de dados mostrou-se verdadeira. Aspectos de comunicação e controle de versão foram favorecidos por uma boa escolha de ferramentas. Para garantir a comunicação usou-se um grupo de e-mails (Google Groups), onde todos os participantes da prática (inclusive professores e coordenação) recebiam e podiam comunicar-se. Assim, modificações em alguma lógica, banco de dados, comunicação de datas importantes, cobranças dos gerentes de projetos foram feitas por este canal. O controle de versão dos arquivos se fez usando o SVN (subversion), provido pelo Google Code. O Google Code provê um endereço na web para centralizar uma equipe de desenvolvimento. Oferece diversos sistemas de controle de versão (optou-se pelo subversion), uma wiki, controles de acesso, estatísticas de uso, controle de solicitação de recursos, bug-report entre outras funcionalidades. Em contra partida, projetos hospedados nesse serviço (sem custo) devem usar de uma licença livre. Optou-se pela GPL v2. O produto dessa prática é um software livre, que segundo a licença pode ser modificado, distribuído, comercializado (e continuado) por outras pessoas. Se nos anos seguintes os acadêmicos tiverem interesse, podem apenas continuar esse projeto, implementando melhorias nos módulos ou novos módulos. A implementação de um software que depende mais do grupo do que do indivíduo fez exercitar sobretudo aspectos de comunicação e integração. Como haviam muitos pontos de dependências entre as atividades que se encontravam distribuídas, 240 esse gerenciamento passou a ser mais importante que o próprio desenvolvimento do código. E o código é diferente do costumeiramente desenvolvido em Delphi. Mesmo a maioria dos envolvidos tendo noções de orientação a objetos (em outras linguagens), transpor isso para a IDE mostrou-se uma tarefa que exigiu esforço. O problema fundamental da área de sistemas de informação que é a representação sistêmica da realidade em um ambiente computacional foi exitosa através da análise orientada a objetos. Essa visão diferenciada do problema agilizou o desenvolvimento ao mesmo ponto que tornou a análise mais crítica do que costuma ser. Em virtude do conjunto de ferramentas, métodos e técnicas usadas pelas pessoas envolvidas neste projeto, obteve-se a adequação do sistema às necessidades levantadas. As técnicas e metodologias aplicadas mostraram-se satisfatórias, pois alcançou-se a maioria dos objetivos. Melhores, entretanto, não se pode afirmar, uma vez que desenvolveu-se apenas uma e, para ter esta resposta ter-se-ia que fazer todo o trabalho em ambas as metodologias, comparando os resultados, os quais ainda assim, seriam imprecisos. A simples análise causa-efeito ignora muitas outras variáveis do entorno que podem fazer diferença no resultado, entretanto essas variáveis de ambiente ou ocasionais são incontroláveis e torna a compreensão sistêmica (ao invés da cartesiana), complexa. REFERÊNCIAS ALECRIM, Emerson. Introdução à Biometria. Disponível em: < http://www.infowester .com/biometria.php > , Acessado em 25/06/2010. ALMEIDA, Walnice. Captação e seleção de talentos. São Paulo: Atlas, 2004. _____. Captação e Seleção de Talentos: Repensado a Teoria e a Prática. São Paulo: Atlas, 2004. ARAUJO, Luis César Gonçalves de. Gestão de pessoas: estratégias e integração organizacional. Ed. Atlas: São Paulo, 2006. BEZERRA, Eduardo. Princípios de análise e planejamento de sistemas com UML. Rio de Janeiro: Campus, 2002. BOOG, Gustavo G. (coordenador), Manual de Treinamento e Desenvolvimento – Um Guia de Operações, São Paulo, Pearson Makron Books, 2001. _____. 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ANEXOS ANEXO A: Dicionário de Dados ANEXO B: Cronograma, Recursos e Orçamento do Projeto ANEXO C: Termo de Abertura do Projeto ANEXO D: Modelo Entidade Relacionamento (ER) 246 ANEXO A DICIONÁRIO DE DADOS adp_avaliacao_tipo Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários tipo Integer YES NO NO Tipo de avaliação. descricao Varchar2(50 ) NO NO NO Descrição do tipo de avaliação. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_avaliacao_avaltip Identifying adp_avaliacao_tipo adp_avaliacoes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_adp_avaliacao_tipo tipo Comentários Tipo de avaliação. adp_avaliacoes Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK avaliacao_data Domínio Date YES NO NO Padrão Comentários Data da avaliação. PFK indicador_cod Integer YES NO NO Código do indicador. avaliador_nome Varchar2(100 ) YES NO NO Nome do avaliador. nota Integer NO NO NO Nota atribuída na avaliação. PFK pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. PFK tipo Integer YES NO NO Tipo de avaliação. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_indic_aval Identifying adp_indicadores adp_avaliacoes 1:N rel_colab_aval Identifying ge_pessoas adp_avaliacoes 1:N rel_avaliacao_avaltip Identifying adp_avaliacao_tipo adp_avaliacoes 1:N 247 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_adp_avaliacao avaliacao_data, indicador_cod, pessoa_cod, tipo Comentários Avaliações das pessoas. adp_indicadores Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK indicador_cod Integer YES NO NO Código sequencial do indicador. descricao Varchar2(500 ) NO NO NO Descrição do indicador. atributo_cod Integer YES NO NO Atributo do indicador. FK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_indic_aval Identifying adp_indicadores adp_avaliacoes 1:N rel_atrib_indicador Non-identifying fp_atributos adp_indicadores 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_adp_indicador indicador_cod Comentários Indicadores. fp_atributos Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários atributo_cod Integer YES NO NO Código sequencial do atributo. descricao Varchar2(500 ) NO NO NO Descrição do atributo. tipo Char(1 ) NO NO NO Tipo de atributo. nota_cargo Number(5,2) YES NO NO Nota do cargo do atributo. 248 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_atrib_cargo Identifying fp_atributos fp_atributos_cargos 1:N rel_atrib_atribcol Identifying fp_atributos fp_atributos_colaboradores 1:N rel_atrib_indicador Non-identifying fp_atributos adp_indicadores 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_fp_atributo atributo_cod Comentários Atributos. fp_atributos_cargos Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PFK cargo_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código do cargo. PFK atributo_cod Integer YES NO NO Código do atributo. status Char(1 ) NO NO NO Status do atributo do cargo. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_atrib_cargo Identifying fp_atributos fp_atributos_cargos 1:N rel_cargo_atrib Identifying fp_cargos fp_atributos_cargos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_fp_atr_car cargo_cod, atributo_cod Comentários Atributos dos cargos. 249 fp_atributos_colaboradores Atributos Chave Nome PFK PFK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. atributo_cod Integer YES NO NO Código do atributo. status Char(1 ) YES NO NO Status do atributo. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rsl_colaborador_atribcol Identifying ge_colaboradores fp_atributos_colaboradores 1:N rel_atrib_atribcol Identifying fp_atributos fp_atributos_colaboradores 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_fp_atr_col pessoa_cod, atributo_cod Comentários Atributos dos colaboradores. fp_cargos Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check cargo_cod Integer YES NO NO Código sequencial do cargo. descricao Varchar2(200 ) NO NO NO Descrição do cargo. salario_minimo Number(10,2) NO NO NO Salário mínimo do cargo. salario_maximo Number(10,2) NO NO NO Salário máximo do cargo. salario_medio Number(10,2) NO NO NO Salário médio do cargo. FK departamento_cod Integer YES NO NO Departamento ao qual pertence o cargo. FK tip_car_cod Integer YES NO NO Tipo de cargo. horas_totais Number YES NO NO Total de horas de trabalho. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_tipo_cargo Non-identifying fp_tipos_cargo fp_cargos 1:N rel_cargo_atrib Identifying fp_cargos fp_atributos_cargos 1:N rel_dpto_cargo Non-identifying fp_departamentos fp_cargos 1:N rel_cargo_colab Non-identifying fp_cargos ge_colaboradores_cargo 1:N 250 rel_cargo_procs Non-identifying fp_cargos rs_processos_seletivos 1:N rel_cargo_folha Non-identifying fp_cargos sb_folha_pagamento 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_fp_cargo cargo_cod Comentários Tabela de Cargos. fp_colaborador_afastamentos Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. col_afa_cod Integer YES NO NO Código sequencial dos afastamentos dos colaboradores. motivo Varchar2(500 ) NO NO NO Motivo do afastamento. data_inicial Date NO NO NO Data inicial do afastamento. data_final Date NO NO NO Data final do afastamento. atestado_medico Char(1 ) NO NO NO Indica se um atestado médico foi fornecido. Chave Nome PFK PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_colab_afast Identifying ge_colaboradores fp_colaborador_afastamentos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_fp_col_afa pessoa_cod, col_afa_cod Comentários Armazena os afastamentos dos colaboradores. 251 fp_colaborador_beneficios Atributos Chave Nome PFK PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO col_ben_cod Integer YES NO NO descricao Varchar2(300 ) NO NO NO valor Number(10,2) NO NO NO data_final Date NO NO NO data_inicial Date NO NO NO Padrão Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_colab_benef Identifying ge_colaboradores fp_colaborador_beneficios 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_fp_col_ben pessoa_cod, col_ben_cod fp_colaborador_dependentes Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. col_dep_cod Integer YES NO NO Código sequencial dos dependentes dos colaboradores. nome Varchar2(200 ) NO NO NO Nome dos dependentes dos colaboradores. cpf Varchar2(50 ) NO NO NO CPF dos dependentes dos colaboradores. rg Varchar2(50 ) NO NO NO RG dos dependentes dos colaboradores. estudante Char(1 ) NO NO NO Indica se o dependente do colaborador é estudante ou não. Chave Nome PFK PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_colab_depend Identifying ge_colaboradores fp_colaborador_dependentes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_fp_col_dep pessoa_cod, col_dep_cod 252 Comentários Dados dos dependentes dos colaboradores. fp_colaborador_salarios Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. col_sal_cod Integer YES NO NO Código sequencial dos salários dos colaboradores. salario_valor Number(10,2) NO NO NO Valor do salário do colaborador. salario_data_alteracao Date NO NO NO Data de alteração do salário do colaborador. salario_status Char(1 ) NO NO NO Status do salário dos colaboradores. Chave Nome PFK PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_colab_sal Identifying ge_colaboradores fp_colaborador_salarios 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_fp_col_sal pessoa_cod, col_sal_cod Comentários Salários dos colaboradores. fp_departamentos Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check departamento_cod Integer YES NO NO Código sequencial do departamento. descricao Varchar2(100 ) NO NO NO Descrição do departamento. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_dpto_cargo Non-identifying fp_departamentos fp_cargos 1:N 253 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_fp_departamento departamento_cod Comentários Departamentos da empresa. fp_tipos_cargo Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK tip_car_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código sequencial do tipo de cargo. descricao Varchar2(100 ) NO NO NO Descrição do tipo de cargo. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_tipo_cargo Non-identifying fp_tipos_cargo fp_cargos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_fp_tip_car tip_car_cod Comentários Tipo de cargo. ge_clientes Atributos Chave Nome PFK pessoa_cod Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Integer YES NO NO Padrão Comentários Código da pessoa. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_pessoa_cli Identifying ge_pessoas ge_clientes 1:1 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_ge_cliente pessoa_cod 254 Comentários Especialização da tabela de pessoas em clientes. ge_colaboradores Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PFK pessoa_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código da pessoa. cnh Varchar2(20 ) NO NO NO CNH do colaborador. grupo_sanguineo Varchar2(10 ) NO NO NO Grupo sanguineo do colaborador. observacao Varchar2(500 ) NO NO NO Observação sobre o colaborador. data_admissao Date NO NO NO Data de admissão do colaborador. data_demissao Date NO NO NO Data de demissão do colaborador. status Char(1 ) NO NO NO Status do colaborador. banco Varchar2(100 ) NO NO NO Banco do colaborador. agencia Varchar2(80 ) NO NO NO Agência bancária do colaborador. conta_corrente Varchar2(80 ) NO NO NO Conta corrente do colaborador. foto Varchar2(500 ) NO NO NO Caminho da foto do colaborador. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_pessoa_colab Identifying ge_pessoas ge_colaboradores 1:1 rel_colab_sal Identifying ge_colaboradores fp_colaborador_salarios 1:N rel_colab_depend Identifying ge_colaboradores fp_colaborador_dependentes 1:N rel_colab_benef Identifying ge_colaboradores fp_colaborador_beneficios 1:N rel_colab_cargo Identifying ge_colaboradores ge_colaboradores_cargo 1:N rel_colab_afast Identifying ge_colaboradores fp_colaborador_afastamentos 1:N rel_colab_folha Identifying ge_colaboradores sb_folha_pagamento 1:N rel_colab_ferias Identifying ge_colaboradores sb_cadastro_ferias 1:N rsl_colaborador_atribcol Identifying ge_colaboradores fp_atributos_colaboradores 1:N rel_colab_trein Identifying ge_colaboradores td_treinandos 1:N rel_colab_insccol Identifying ge_colaboradores td_inscricao_colaborador 1:N rel_colab_coleve Identifying ge_colaboradores sb_colaborador_eventos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_ge_colaborador pessoa_cod Comentários Especialização da tabela de pessoas em colaboradores. Armazena os dados das pessoas que foram efetivadas. 255 ge_colaboradores_cargo Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. col_car_matricula Integer YES NO NO Matricula dos cargos dos colaboradores. horas_semanais Number NO NO NO Horas de trabalho semanais. data_inicial Date NO NO NO Data inicial do exercício do cargo. data_final Date NO NO NO Data do fim do exercício do cargo. status Char(1 ) NO NO NO Status do cargo do colaborador. cargo_cod Integer NO NO NO Cargo do colaborador. Chave Nome PFK PK FK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_colab_cargo Identifying ge_colaboradores ge_colaboradores_cargo 1:N rel_cargo_colab Non-identifying fp_cargos ge_colaboradores_cargo 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_ge_col_car pessoa_cod, col_car_matricula Comentários Cargos dos colaboradores. ge_estados_civis Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários est_civ_cod Integer YES NO NO Código sequencial do estado civil. descricao Varchar2(30 ) YES NO NO Descrição do estado civil. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_pessoa_estciv Non-identifying ge_estados_civis ge_pessoas 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_ge_est_civ est_civ_cod 256 Comentários Armazena os estados civis que uma pessoa pode ter. ge_fornecedores Atributos Chave Nome PFK pessoa_cod Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Integer YES NO NO Padrão Comentários Código da pessoa. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_pessoa_fornec Identifying ge_pessoas ge_fornecedores 1:1 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_ge_fornecedor pessoa_cod Comentários Especialização da tabela pessoas para fornecedores. ge_pessoas Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código sequencial da pessoa. nome Varchar2(200 ) YES NO NO Nome da pessoa. data_nasc Date YES NO NO Data de nascimento da pessoa. cpf Char(11 ) YES YES NO CPF da pessoa. endereco Varchar2(500 ) YES NO NO Endereço da pessoa. bairro Varchar2(100 ) YES NO NO Bairro onde a pessoa reside. email_1 Varchar2(100 ) YES NO NO Email primário da pessoa. email_2 Varchar2(100 ) NO NO NO Email secundário da pessoa. naturalidade Varchar2(50 ) YES NO NO Naturalidade da pessoa. cidade Varchar2(200 ) YES NO NO Cidade onde reside a pessoa. cep Char(8 ) YES NO NO CEP do logradouro onde reside a pessoa. pais Varchar2(100 YES NO NO Pais onde reside a pessoa. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários 257 ) FK FK uni_fed_cod Integer NO NO NO Estado onde a pessoa reside. numero Integer YES NO NO Número da residência da pessoa. complemento Varchar2(100 ) NO NO NO Complemento do endereço da pessoa. est_civ_cod Integer YES NO NO Estado civil da pessoa. sexo Varchar2(10 ) YES NO NO Sexo da pessoa. Ex.: masculino, feminino. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_pessoa_colab Identifying ge_pessoas ge_colaboradores 1:1 rel_colab_aval Identifying ge_pessoas adp_avaliacoes 1:N rel_pessoa_fornec Identifying ge_pessoas ge_fornecedores 1:1 rel_pessoa_cli Identifying ge_pessoas ge_clientes 1:1 rel_pessoa_tel Identifying ge_pessoas ge_telefones 1:N rel_pessoa_uf Non-identifying ge_unidades_federativas ge_pessoas 1:N rel_pessoa_estciv Non-identifying ge_estados_civis ge_pessoas 1:N rel_pessoa_cand Identifying ge_pessoas rs_candidatos 1:1 rel_pessoa_usu Identifying ge_pessoas rs_usuarios 1:1 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_ge_pessoa pessoa_cod AK pessoa_cpf cpf Comentários Armazena as principais informações das pessoas. ge_telefones Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. telefone_cod Integer YES NO NO Código sequencial do telefone de contato. numero Varchar2(30 ) YES NO NO Número do telefone. area Varchar2(30 ) YES NO NO Área do telefone de contato. tip_tel_tipo Varchar2(30 ) YES NO NO Tipo de telefone. Chave Nome PFK PK FK Domínio Padrão Comentários 258 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_telef_tipo Non-identifying ge_tipo_telefone ge_telefones 1:N rel_pessoa_tel Identifying ge_pessoas ge_telefones 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_ge_telefone pessoa_cod, telefone_cod Comentários Telefones de contato das pessoas. ge_tipo_telefone Atributos Chave Nome PK tip_tel_tipo Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Varchar2(30 ) YES NO NO Padrão Comentários Tipo de telefone. Ex.: residencial, celular. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_telef_tipo Non-identifying ge_tipo_telefone ge_telefones 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_ge_tip_tel tip_tel_tipo Comentários Tipos de telefone. ge_unidades_federativas Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check uni_fed_cod Integer YES NO NO Código sequencial da unidade federativa. nome Varchar2(2 ) YES NO NO Sigla da unidade federativa. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários 259 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_pessoa_uf Non-identifying ge_unidades_federativas ge_pessoas 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_ge_uni_fed uni_fed_cod Comentários Armazena as unidades federativas brasileiras. rs_alternativas_questoes Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check teste_cod Integer YES NO NO Código de teste. questao_cod Integer YES NO NO Código da questão. alt_que_cod Integer YES NO NO Código sequencial da alternativa de questão. descricao Varchar2(1000 ) NO NO NO Descrição da alternativa. val_gab_cod Integer NO NO NO Valor atribuído para a alternativa. Chave Nome PFK PFK PK FK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_quest_alter Identifying rs_questoes rs_alternativas_questoes 1:N rel_respc_alterq Identifying rs_alternativas_questoes rs_respostas_candidatos 1:N rel_valgab_altque Non-identifying rs_valores_gabarito rs_alternativas_questoes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_alt_que teste_cod, questao_cod, alt_que_cod Comentários Cada questão possui um conjunto de alternativas. 260 rs_andamento_curso Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check and_cur_cod Integer YES NO NO Código sequencial do andamento do curso. status Varchar2(30 ) YES NO NO Armazena a string com o status que será utilizado nas formações acadêmicas. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_form_andamcurs Non-identifying rs_andamento_curso rs_formacoes_academicas 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_and_cur and_cur_cod Comentários Andamento do curso que é utilizado pela tabela de formações acadêmicas. rs_browsers Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check browser_cod Integer YES NO NO Código sequencial do browser. nome Varchar2(50 ) YES NO NO Nome do browser. contador Integer YES NO NO Contador de usuários que visitaram o sistema com esse navegador. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_browser_versao Non-identifying rs_browsers rs_versoes_browser 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_browser browser_cod Comentários Armazena os browsers utilizados pelos usuários. 261 rs_candidatos Atributos Chave Nome PFK pessoa_cod Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Integer YES NO NO Padrão Comentários Código da pessoa. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_refer Identifying rs_candidatos rs_referencias 1:N rel_cand_idioma Identifying rs_candidatos rs_idiomas_candidatos 1:N rel_cand_procs Identifying rs_candidatos rs_candidatos_processos_seleti 1:N rel_cand_exper Identifying rs_candidatos rs_experiencias 1:N rel_cand_form Identifying rs_candidatos rs_formacoes_academicas 1:N rel_cand_formad Identifying rs_candidatos rs_formacoes_adicionais 1:N rel_pessoa_cand Identifying ge_pessoas rs_candidatos 1:1 rel_cand_conhec Identifying rs_candidatos rs_conhecimentos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_candidato pessoa_cod Comentários Especialização da tabela de pessoas, replica o código da pessoa. rs_candidatos_processos_seleti Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. pro_sel_cod Integer YES NO NO Código do processo seletivo. status Varchar2(30 ) YES NO NO data_cadastro Date YES NO NO Chave Nome PFK PFK Domínio Padrão ativo Comentários Status do candidato dentro do processo seletivo. Ex.: ativo, classificado, desclassificado. Data em que o candidato se inscreveu no processo seletivo. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_procs Identifying rs_candidatos rs_candidatos_processos_seleti 1:N rel_procs_cand Identifying rs_processos_seletivos rs_candidatos_processos_seleti 1:N rel_cand_entrev Identifying rs_candidatos_processos_seleti rs_entrevistas_candidatos 1:N 262 rel_cand_triag Identifying rs_candidatos_processos_seleti rs_triagens_candidatos 1:N rel_cand_teste Identifying rs_candidatos_processos_seleti rs_testes_candidatos 1:N rel_candprocs_respcand Identifying rs_candidatos_processos_seleti rs_respostas_candidatos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_can_pro_sel pessoa_cod, pro_sel_cod Comentários Candidatos cadastrados nos processos seletivos. rs_conhecimentos Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. conhecimento_cod Integer YES NO NO Código sequencial do conhecimento. grupo Varchar2(30 ) YES NO NO Grupo de conhecimento. descricao Varchar2(100 ) YES NO NO Descrição do conhecimento. proficiencia Varchar2(30 ) YES NO NO Aptidão, competência. Chave Nome PFK PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_conhec Identifying rs_candidatos rs_conhecimentos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_conhecimento pessoa_cod, conhecimento_cod Comentários Conhecimentos dos candidatos. rs_cursos_formacoes Atributos Chave Nome PK cur_for_cod Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Integer YES NO NO Padrão Comentários Código sequencial do curso. 263 nome Varchar2(200 ) YES NO NO Nome do curso. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_form_curso Non-identifying rs_cursos_formacoes rs_formacoes_academicas 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_cur_for cur_for_cod Comentários Lista dos cursos que serão utilizados na tabela de formações acadêmicas. rs_entrevistas_candidatos Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. PFK pro_sel_cod Integer YES NO NO Código do processo seletivo. PFK fase_cod Integer YES NO NO Código da fase. data_efetiva Date NO NO NO Data em que a entrevista de fato ocorreu. data_agendada Date YES NO NO Data agendada com o candidato para realizar a entrevista, deve estar limitada entre as datas de início e fim da fase. comentario Varchar2(4000 ) NO NO NO Comentários que o entrevistador tem a fazer a respeito do candidato. entrevistador Varchar2(80 ) NO NO NO Nome da pessoa que realizou a entrevista com o candidato. status Varchar2(30 ) NO NO NO Status da entrevista, é atribuído pelo entrevistado. Ex.: aprovado, reprovado. Chave Nome PFK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_entrev Identifying rs_candidatos_processos_seleti rs_entrevistas_candidatos 1:N rel_entrev_fases Identifying rs_fase_entrevistas rs_entrevistas_candidatos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_ent_can pessoa_cod, pro_sel_cod, fase_cod 264 Comentários Armazena os dados das entrevistas feitas com os candidatos em um processo seletivo. rs_experiencias Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. experiencia_cod Integer YES NO NO Código sequencial da experiência profissional. empresa Varchar2(30 ) YES NO NO Nome da empresa onde a experiência se deu. funcao Varchar2(200 ) YES NO NO Função desempenhada. atribuicoes Varchar2(300 ) YES NO NO Atribuições desempenhadas. data_inicio Date YES NO NO Data em que iniciou a experiência profissional. data_fim Date YES NO NO Data em que a experiência profissional foi finalizada. exp_set_cod Integer YES NO NO Setor onde a experiência profissional ocorreu. Chave Nome PFK PK FK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_exper Identifying rs_candidatos rs_experiencias 1:N rel_exper_setor Non-identifying rs_experiencias_setor rs_experiencias 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_experiencia pessoa_cod, experiencia_cod Comentários Contém informações sobre as experiências profissionais dos candidatos. rs_experiencias_setor Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check exp_set_cod Integer YES NO NO Código sequencial do setor da experiência. setor Varchar2(30 ) YES NO NO Nome do setor da experiência. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários 265 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_exper_setor Non-identifying rs_experiencias_setor rs_experiencias 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_exp_set exp_set_cod Comentários Tabela com os setores onde as experiências dos candidatos se deram. rs_fase_entrevistas Atributos Chave Nome PFK fase_cod Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Integer YES NO NO Padrão Comentários Código da fase. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_fase_entrev Identifying rs_fases rs_fase_entrevistas 1:1 rel_entrev_fases Identifying rs_fase_entrevistas rs_entrevistas_candidatos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_fas_ent fase_cod Comentários Especialização da fase para entrevista. rs_fase_testes Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check fase_cod Integer YES NO NO Código da fase. teste_cod Integer NO NO NO Código do teste. nota Number(3,1) NO NO NO Nota mínima necessária para ser aprovado no teste. Chave Nome PFK FK FK Domínio Padrão Comentários 266 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. reL_fase_teste Identifying rs_fases rs_fase_testes 1:1 rel_teste_testcand Non-identifying rs_testes rs_fase_testes 1:N rel_teste_fases Identifying rs_fase_testes rs_testes_candidatos 1:N rel_notas_faseteste Non-identifying rs_notas rs_fase_testes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_fas_tes fase_cod Comentários Especialização da fase para teste. rs_fase_triagens Atributos Chave Nome PFK fase_cod Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Integer YES NO NO Padrão Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_fase_triag Identifying rs_fases rs_fase_triagens 1:1 rel_triag_fases Identifying rs_fase_triagens rs_triagens_candidatos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_fas_tri fase_cod Comentários Especialização da fase para triagem. rs_fases Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check fase_cod Integer YES NO NO Código sequencial da fasel. ordem Number(2,0) NO NO NO Ordem da fase. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários 267 data_inicio Date NO NO NO Data em que inicia a fase do processo seletivo. data_fim Date NO NO NO Data em que finaliza a fase do processo seletivo. status Varchar2(30 ) NO NO NO Status da fase do processo seletivo. Ex.: inativo, ativo, finalizado. FK pro_sel_cod Integer NO NO NO Processo seletivo ao qual pertence a fase. FK tip_fas_cod Integer NO NO NO Tipo de fase. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_procs_fases Non-identifying rs_processos_seletivos rs_fases 1:N rel_fases_tipo Non-identifying rs_tipos_fases rs_fases 1:N rel_fase_entrev Identifying rs_fases rs_fase_entrevistas 1:1 rel_fase_triag Identifying rs_fases rs_fase_triagens 1:1 reL_fase_teste Identifying rs_fases rs_fase_testes 1:1 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_fases fase_cod Comentários Fases que irão compor um processo seletivo. rs_formacoes_academicas Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. for_aca_cod Integer YES NO NO Código sequencial da formação acadêmica. cur_for_cod Integer YES NO NO Código do curso ao qual pertence a formação acadêmica. data_inicio Date YES NO NO Data em que a formação acadêmica iniciou. data_fim Date YES NO NO Data em que a formação acadêmica terminou ou irá terminar. FK ins_ens_cod Integer YES NO NO Instituição em que o curso foi realizado. FK niv_for_cod Integer YES NO NO O nível de ensino da formação acadêmica. Ex.: médio, técnico, graduação, mestrado, doutorado. FK and_cur_cod Integer YES NO NO Adamento da formação acadêmica. Ex.: em andamento, finalizado, pendente. Chave Nome PFK PK FK Domínio Padrão Comentários 268 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_form Identifying rs_candidatos rs_formacoes_academicas 1:N rel_form_instit Non-identifying rs_instituicoes_ensino rs_formacoes_academicas 1:N rel_form_niveis Non-identifying rs_niveis_formacoes rs_formacoes_academicas 1:N rel_form_curso Non-identifying rs_cursos_formacoes rs_formacoes_academicas 1:N rel_form_andamcurs Non-identifying rs_andamento_curso rs_formacoes_academicas 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_for_aca pessoa_cod, for_aca_cod Comentários Contém os dados das formações acadêmicas dos candidatos. rs_formacoes_adicionais Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. PK for_adi_cod Integer YES NO NO Código sequencial da formação adicional. FK ins_ens_cod Integer YES NO NO Instituição de ensino onde o curso foi realizado. tipo Varchar2(30 BYTE) YES NO NO O tipo de formação adicional realizado. Ex.: palestra, minicurso, fórum. nome Varchar2(30 BYTE) YES NO NO Nome da formação adicional realizada. data_inicio Date YES NO NO Data em que a formação adicional foi iniciada. data_fim Date YES NO NO Data em que a formação adicional foi finalizada. carga_horaria Integer YES NO NO A quantidade de horas da formação acadêmica. Chave Nome PFK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_formad Identifying rs_candidatos rs_formacoes_adicionais 1:N rel_instit_formad Non-identifying rs_instituicoes_ensino rs_formacoes_adicionais 1:N 269 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_for_ad pessoa_cod, for_adi_cod rs_idiomas Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários idioma_cod Integer YES NO NO Código sequencial do idioma. idioma Varchar2(30 ) YES NO NO Nome do idioma. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_idioma_cand Identifying rs_idiomas rs_idiomas_candidatos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_idioma idioma_cod Comentários Lista de idiomas. rs_idiomas_candidatos Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PFK pessoa_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código da pessoa. PFK idioma_cod Integer YES NO NO Código do idioma. leitura Varchar2(4 ) YES NO NO Capacidade de leitura. conversacao Varchar2(4 ) YES NO NO Capacidade de conversação. escrita Varchar2(4 ) YES NO NO Capacidade de escrita. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_idioma Identifying rs_candidatos rs_idiomas_candidatos 1:N rel_idioma_cand Identifying rs_idiomas rs_idiomas_candidatos 1:N 270 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_idi_can pessoa_cod, idioma_cod Comentários Idiomas dos candidatos. rs_instituicoes_ensino Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check ins_ens_cod Integer YES NO NO Código sequencial da instituição de ensino. nome Varchar2(200 ) YES NO NO Nome da instituição de ensino. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_form_instit Non-identifying rs_instituicoes_ensino rs_formacoes_academicas 1:N rel_instit_formad Non-identifying rs_instituicoes_ensino rs_formacoes_adicionais 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_ins_ens ins_ens_cod Comentários Armazena todas as instituições de ensino que serão usados pelas tabelas de formações acadêmicas e formações adicionais. rs_niveis_formacoes Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check niv_for_cod Integer YES NO NO nivel Varchar2(80 ) YES NO NO Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários Código sequencial para o nível de formação. 271 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_form_niveis Non-identifying rs_niveis_formacoes rs_formacoes_academicas 1:N rel_nivfor_procsel Non-identifying rs_niveis_formacoes rs_processos_seletivos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_niv_for niv_for_cod Comentários Nível de ensino das formações acadêmicas que é utilizado pelas formações acadêmicas e pelos processos seletivos. Neste último o nível serve para indicar os requisitos mínimos para preencher um cargo, caso seja configurado uma triagem. rs_niveis_usuario Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK nivel Domínio Number(2,0) YES NO NO Padrão Comentários Código do nível de usuários. alias Varchar2(50 ) NO NO NO Identificação do nível de usuários. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_nivu_usuarios Non-identifying rs_niveis_usuario rs_usuarios 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_niv_usu nivel Comentários Níveis de usuário do sistema. rs_notas Atributos Chave Nome PK nota Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Number(3,1) YES NO NO Padrão Comentários Nota. 272 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_notas_testecand Non-identifying rs_notas rs_testes_candidatos 1:N rel_notas_faseteste Non-identifying rs_notas rs_fase_testes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_nota nota Comentários Notas que podem ser atribuídas aos testes. rs_pageviews Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários pageview_cod Integer YES NO NO Código sequencial do pageview. data Integer YES NO NO Data da visualização de página FK pag_vis_cod Integer NO NO NO Página visualizada. FK visita_cod Integer NO NO NO Código da visita. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_pag_pagv Non-identifying rs_paginas_visitadas rs_pageviews 1:N rel_visita_pagv Non-identifying rs_visitas rs_pageviews 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_pageview pageview_cod Comentários Armazena informações das visualizações de páginas feitas por um visitante. 273 rs_paginas_visitadas Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check pag_vis_cod Integer YES NO NO url Varchar2(300 ) YES NO NO contador Integer YES NO NO Padrão Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_pag_pagv Non-identifying rs_paginas_visitadas rs_pageviews 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_pag_vis pag_vis_cod rs_palavras_chave Atributos Chave Nome PK palavra_chave Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Varchar2(80 ) YES NO NO Padrão Comentários Palavra-chave. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_palcha_proselpalcha Identifying rs_palavras_chave rs_proc_sele_pala_chav 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK Chave5 palavra_chave Comentários Lista de palavras chave que podem ser usadas para verificar em um currículo por conhecimentos necessários. 274 rs_proc_sele_pala_chav Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pro_sel_cod Integer YES NO NO Código do processo seletivo. palavra_chave Varchar2(80 ) YES NO NO Palavra-chave que verificará os conhecimentos do candidato. Chave Nome PFK PFK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_prosel_proselpalcha Identifying rs_processos_seletivos rs_proc_sele_pala_chav 1:N rel_palcha_proselpalcha Identifying rs_palavras_chave rs_proc_sele_pala_chav 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_pro_sel_pal_cha pro_sel_cod, palavra_chave Comentários Palavras-chave usadas para verifcar os conhecimentos do candidato. rs_processos_seletivos Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pro_sel_cod Integer YES NO NO Código sequencial do processo seletivo. descricao Varchar2(300 ) YES NO NO Descrição do processo seletivo. data_inicio Date YES NO NO Data em que se inicia o processo seletivo. data_fim Date YES NO NO Data em que termina o processo seletivo. vagas Integer YES NO NO Quantidade de vagas que estão sendo buscadas pelo processo seletivo. cargo_cod Integer YES NO NO Código do cargo que precisa ser preenchido. status Varchar2(30 ) NO NO NO Status do processo seletivo. Ex.: ativo, finalizado. niv_for_cod Integer NO NO NO Nível de formação exigido para o cargo. area_formacao Varchar2(100 ) NO NO NO Área de formação exigida pelo cargo. Chave Nome PK FK FK Domínio Padrão Comentários 275 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_procs_cand Identifying rs_processos_seletivos rs_candidatos_processos_seleti 1:N rel_cargo_procs Non-identifying fp_cargos rs_processos_seletivos 1:N rel_procs_fases Non-identifying rs_processos_seletivos rs_fases 1:N rel_nivfor_procsel Non-identifying rs_niveis_formacoes rs_processos_seletivos 1:N rel_prosel_proselpalcha Identifying rs_processos_seletivos rs_proc_sele_pala_chav 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_pro_sel pro_sel_cod Comentários Armazena as informações dos processos seletivos. rs_questoes Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PFK teste_cod Integer YES NO NO Código do teste. PK questao_cod Integer YES NO NO Código sequencial da questão. descricao Varchar2(2000 ) NO NO NO Descrição da questão. tip_que_cod Integer YES NO NO Tipo de questão. FK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_quest_alter Identifying rs_questoes rs_alternativas_questoes 1:N rel_quest_tipo Non-identifying rs_tipos_questoes rs_questoes 1:N rel_test_quest Identifying rs_testes rs_questoes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_questao teste_cod, questao_cod Comentários Armazena as questões que irão compor um teste. 276 rs_referencias Atributos Chave Nome PFK PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. referencia_cod Integer YES NO NO Código sequencial das referências. nome Varchar2(30 ) YES NO NO Nome da pessoa. empresa Varchar2(30 ) NO NO NO Empresa onde a pessoa trabalha. vinculo Varchar2(30 ) NO NO NO Vínculo da pessoa com o candidato. fone Varchar2(30 ) YES NO NO Telefone da pessoa. email Varchar2(30 ) NO NO NO Email da pessoa. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_refer Identifying rs_candidatos rs_referencias 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_referencias pessoa_cod, referencia_cod Comentários Referências dos candidatos. rs_respostas_candidatos Atributos Chave Nome PFK PFK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. pro_sel_cod Integer YES NO NO Código do processo seletivo. PFK teste_cod Integer YES NO NO Código do teste. PFK questao_cod Integer YES NO NO Código da questão. PFK alt_que_cod Integer YES NO NO Código da alternativa da questão. resposta Varchar2(60 ) NO NO NO Resposta do candidato. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_respc_alterq Identifying rs_alternativas_questoes rs_respostas_candidatos 1:N rel_candprocs_respcand Identifying rs_candidatos_processos_seleti rs_respostas_candidatos 1:N 277 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_res_can pessoa_cod, pro_sel_cod, teste_cod, questao_cod, alt_que_cod Comentários Respostas dos candidatos para cada uma das alternativas de cada uma das questões de um teste. rs_sistema_operacional Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check sis_ope_cod Integer YES NO NO Código sequencial do sistema operacional. nome Varchar2(45 ) YES NO NO Nome do sistema operacional. contador Integer YES NO NO Contador do número de visitantes que utilizaram esse sistema. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_so_visita Non-identifying rs_sistema_operacional rs_visitas 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_sis_ope sis_ope_cod Comentários Armazena os sistemas operacionais utilizados pelos usuários. rs_tentativas_login Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check ten_log_ip Varchar2(15 ) YES NO NO IP de quem tentou fazer login no sistema. ten_log_data Integer YES NO NO Data em que a tentativa foi feita. nome_usuario Varchar2(60 ) YES NO NO Nome do usuário utilizado para efetuar o login. status Varchar2(8 ) YES NO NO Status da tentativa. Ex.: sucesso, falha. Chave Nome PK PK Domínio Padrão Comentários 278 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_ten_log ten_log_ip, ten_log_data Comentários Armazena as tentativas feitas para se logar no sistema. rs_testes Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK teste_cod Integer YES NO NO Código sequencial do teste. descricao Varchar2(300 ) YES NO NO Descrição do teste. tip_tes_cod Integer YES NO NO Tipo de teste. FK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_test_tipo Non-identifying rs_tipos_testes rs_testes 1:N rel_test_quest Identifying rs_testes rs_questoes 1:N rel_teste_testcand Non-identifying rs_testes rs_fase_testes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_teste teste_cod Comentários Armazena os testes. rs_testes_candidatos Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. PFK pro_sel_cod Integer YES NO NO Código do processo seletivo. PFK fase_cod Integer YES NO NO Código da fase. status Varchar2(30 ) NO NO NO Status do teste. Ex.: classificado, desclassificado. nota Number(3,1) NO NO NO Nota do candidato no teste. data Date YES NO NO Data em que o teste foi feito pelo candidato. Chave Nome PFK FK Domínio Padrão Comentários 279 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_teste Identifying rs_candidatos_processos_seleti rs_testes_candidatos 1:N rel_teste_fases Identifying rs_fase_testes rs_testes_candidatos 1:N rel_notas_testecand Non-identifying rs_notas rs_testes_candidatos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_tes_cand pessoa_cod, pro_sel_cod, fase_cod Comentários Contém informações sobre os testes realizados pelos candidatos. rs_tipos_fases Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK tip_fas_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código sequencial do processo seletivo. fase Char(20 ) NO NO NO Nome do tipo de fase. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_fases_tipo Non-identifying rs_tipos_fases rs_fases 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK Chave4 tip_fas_cod Comentários Tipos de fases que podem compor um processo seletivo. rs_tipos_gabaritos Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK tip_gab_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código sequencial do tipo de gabarito. descricao Varchar2(120 ) NO NO NO Descrição do tipo de gabarito. 280 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_tquest_tgab Non-identifying rs_tipos_gabaritos rs_tipos_questoes 1:N rel_tgab_vgab Non-identifying rs_tipos_gabaritos rs_valores_gabarito 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_tip_gab tip_gab_cod Comentários Atrelado a cada tipo de questão está um tipo de gabarito. Tipos diferentes de questões podem vir a usar o mesmo modelo de gabarito. Esse tipo de gabarito define as respostas que podem ser dadas para uma questão. Em questões de verdadeiro ou falso, por exemplo, seriam os valores "verdadeiro" ou "falso". Em questões de uma única escolha ou múltipla escolha seriam atribuidas notas para cada questão. rs_tipos_questoes Atributos Chave Nome PK FK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários tip_que_cod Integer YES NO NO Código sequencial do tipo de questão. tipo Varchar2(60 ) NO NO NO Nome do tipo de questão. tip_gab_cod Integer YES NO NO Tipo de gabarito. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_tquest_tgab Non-identifying rs_tipos_gabaritos rs_tipos_questoes 1:N rel_quest_tipo Non-identifying rs_tipos_questoes rs_questoes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_tip_que tip_que_cod Comentários As questões podem ser de vários tipos. Ex.: escolha única, múltipla escolha, verdadeiro ou falso. Essa tabela é responsável por classificar as questões. 281 rs_tipos_testes Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários tip_tes_cod Integer YES NO NO Código do tipo de teste. tipo Varchar2(60 ) NO NO NO Nome do tipo de teste. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_test_tipo Non-identifying rs_tipos_testes rs_testes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_tip_tes tip_tes_cod Comentários Armazena os tipos de teste. rs_triagens_candidatos Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. PFK pro_sel_cod Integer YES NO NO Código do processo seletivo. PFK fase_cod Integer YES NO NO Código da fase. status Varchar2(30 ) YES NO NO Status da triagem. Ex.: aprovado, reprovado. data Date YES NO NO Data em que o processo foi executado, serve apenas para o propósito de gerar relatórios. Chave Nome PFK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_cand_triag Identifying rs_candidatos_processos_seleti rs_triagens_candidatos 1:N rel_triag_fases Identifying rs_fase_triagens rs_triagens_candidatos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_tri_can pessoa_cod, pro_sel_cod, fase_cod 282 Comentários Triagens executadas para os candidatos. É um processo automatizado que se utiliza dos dados de nível de formação, área de formação e palavras chave para selecionar os candidatos que possuem conhecimentos básicos para continuar no processo seletivo. rs_usuarios Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. nome Varchar2(60 ) YES NO NO Nome de usuário utilizado para efetuar login no sistema. senha Char(40 ) YES NO NO Senha do usuário, armazenada em hash SHA-1. chave Char(32 ) YES NO NO Chave aleatória em hash md5 utilizada para autenticação de login através de CHAP. status Varchar2(10 ) YES NO NO Status do usuário no sistema. Ex.: ativo, inativo, bloqueado. data_registro Integer YES NO NO Data em que o usuário se registrou no sistema. ultimo_acesso Integer YES NO NO Data do último acesso do usuário no sistema. nivel Number(2,0) NO NO NO Nível de acesso do usuário. Chave Nome PFK FK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_pessoa_usu Identifying ge_pessoas rs_usuarios 1:1 rel_nivu_usuarios Non-identifying rs_niveis_usuario rs_usuarios 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_usuario pessoa_cod Comentários Armazena os dados de acesso ao sistema. rs_valores_gabarito Atributos Chave Nome PK val_gab_cod Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Integer YES NO NO Padrão Comentários Código sequencial dos valores do gabarito. 283 FK valor Varchar2(100 ) YES NO NO Valor do gabarito. tip_gab_cod Integer YES NO NO Tipo de gabarito. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_tgab_vgab Non-identifying rs_tipos_gabaritos rs_valores_gabarito 1:N rel_valgab_altque Non-identifying rs_valores_gabarito rs_alternativas_questoes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_val_gab val_gab_cod Comentários São os valores que um tipo de gabarito permite que sejam atribuídos as respostas das alternativas. rs_versoes_browser Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check ver_bro_cod Integer YES NO NO Código sequencial da versão do browser. versao Varchar2(3 ) YES NO NO Versão do browser. contador Integer YES NO NO Contador de visitantes com essa versão de browser. browser_cod Integer NO NO NO Browser a qual a versão pertence. Chave Nome PK FK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_browser_versao Non-identifying rs_browsers rs_versoes_browser 1:N rel_vbrowser_visita Non-identifying rs_versoes_browser rs_visitas 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_ver_bro ver_bro_cod Comentários Armazenas as versões de browsers do usuário. 284 rs_visitas Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check visita_cod Integer YES NO NO Código sequencial da visita. ip Varchar2(15 ) YES NO NO IP do visitante. data Integer YES NO NO Data em que a visita ocorreu. logado Integer YES NO NO Informa se o visitante estava logado ou não no sistema. contador Integer YES NO NO Contabiliza a quantidade de pageviews do visitante. FK ver_bro_cod Integer NO NO NO Versão do browser utilizado pelo visitante. FK sis_ope_cod Integer NO NO NO Sistema operacional do visitante. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_vbrowser_visita Non-identifying rs_versoes_browser rs_visitas 1:N rel_so_visita Non-identifying rs_sistema_operacional rs_visitas 1:N rel_visita_pagv Non-identifying rs_visitas rs_pageviews 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_rs_visita visita_cod Comentários Armazena todas as visitas no sistema. sb_cadastro_ferias Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PFK pessoa_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código da pessoa. PK cad_fer_data_inicio Date YES NO NO Data de início das férias. PK cad_fer_data_fim Date YES NO NO Data de fim das férias. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_colab_ferias Identifying ge_colaboradores sb_cadastro_ferias 1:N 285 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_sb_cad_fer pessoa_cod, cad_fer_data_inicio, cad_fer_data_fim Comentários Cadastro de férias dos colaboradores. sb_colaborador_eventos Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PFK pessoa_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código da pessoa. PFK evento_cod Integer YES NO NO Código do evento. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_colab_coleve Identifying ge_colaboradores sb_colaborador_eventos 1:N rel_coleve_evento Identifying sb_eventos sb_colaborador_eventos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_sb_colab_event pessoa_cod, evento_cod Comentários Colaboradores relacionados com eventos. sb_eventos Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK evento_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código sequencial do evento. tipo Char(1 ) YES NO NO Tipo de evento. descricao Varchar2(200 ) YES NO NO Descrição do evento. formula Varchar2(500 ) YES NO NO Fórmula utilizada. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_evento_folha Identifying sb_eventos sb_eventos_folha 1:N rel_coleve_evento Identifying sb_eventos sb_colaborador_eventos 1:N 286 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_sb_evento evento_cod Comentários Neste cadastro serão armazenados todos os fatos envolvidos na folha de pagamento, podendo especificar as de naturezas de operação pertencentes na folha. Envolvendo impostos legais como contribuições sindicais, horas extras, adiantamentos, INSS, plano de saúde, férias entre outros. sb_eventos_folha Atributos Chave Nome PFK PFK PFK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. fol_pag_cod Integer YES NO NO Código da folha de pagamento. evento_cod Integer YES NO NO Código do evento. valor Number(10,2) YES NO NO Valor. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_evento_folha Identifying sb_eventos sb_eventos_folha 1:N rel_folha_evento Identifying sb_folha_pagamento sb_eventos_folha 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_sb_eve_fol pessoa_cod, fol_pag_cod, evento_cod Comentários Eventos relacionados com a folha de pagamento. sb_folha_pagamento Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. PK fol_pag_cod Integer YES NO NO Código sequencial da folha de pagamento. FK tip_fol_cod Varchar2(1 ) YES NO NO Tipo de folha de pagamento. total_proventos Number(10,2) YES NO NO Total de proventos da folha de pagamento. total_descontos Number(10,2) YES NO NO Total de descontos da folha de Chave Nome PFK Domínio Padrão Comentários 287 pagamento. FK total_remuneracao Number(10,2) YES NO NO Total de remuneração da folha de pagamento. cargo_cod Integer NO NO NO Cargo da folha de pagamento. data_inicial Date YES NO NO Data inicial da folha de pagamento. data_final Date YES NO NO Data final da folha de pagamento. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_folha_evento Identifying sb_folha_pagamento sb_eventos_folha 1:N rel_folha_tipo Non-identifying sb_tipo_folha sb_folha_pagamento 1:N rel_colab_folha Identifying ge_colaboradores sb_folha_pagamento 1:N rel_cargo_folha Non-identifying fp_cargos sb_folha_pagamento 1:N rel_folha_sferias Identifying sb_folha_pagamento sb_saldo_ferias 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_sb_fol_pag pessoa_cod, fol_pag_cod Comentários Folhas de pagamento dos colaboradores. sb_saldo_ferias Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. fol_pag_cod Integer YES NO NO Código da folha de pagamento. meses_trabalhados Number(10,3) NO NO NO Quantidade de meses trabalhados. Chave Nome PFK PFK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_folha_sferias Identifying sb_folha_pagamento sb_saldo_ferias 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_sb_sal_fer pessoa_cod, fol_pag_cod 288 Comentários Saldo de férias na folha de pagamento do colaborador. sb_tipo_folha Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check tip_fol_cod Varchar2(1 ) YES NO NO Código sequencial do tipo de folha de pagamento. descricao Varchar2(200 ) YES NO NO Descrição do tipo de folha de pagamento. Chave Nome PK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_folha_tipo Non-identifying sb_tipo_folha sb_folha_pagamento 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_sb_tip_fol tip_fol_cod Comentários Tipo de folha de pagamento. td_ambientes Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK ambiente_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código sequencial do ambiente. descricao Varchar2(300 ) NO NO NO Descrição do ambiente. endereco Varchar2(100 ) NO NO NO Endereço do ambiente. bairro Varchar2(100 ) NO NO NO Bairro onde se localiza o ambiente. locais_referencia Varchar2(200 ) NO NO NO Local de referência do ambiente. logradouro Integer NO NO NO Logradouro do ambiente. observacoes Varchar2(500 ) NO NO NO Observações sobre o ambiente. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_turma_amb Non-identifying td_ambientes td_turmas 1:N rel_recamb_ambientes Identifying td_ambientes td_recursos_ambientes 1:N 289 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_ambiente ambiente_cod Comentários Ambiente utilizados pelas turmas. td_inscricao_colaborador Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. tipo Char(1 ) YES NO NO Informa se o colaborador está se inscrevendo em um treinamento ou se irá avaliar a necessidade de o colaborador fazer o treinamento. inscricao_cod Integer YES NO NO Código da inscrição. Chave Nome PFK PFK Domínio Padrão Comentários Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_colab_insccol Identifying ge_colaboradores td_inscricao_colaborador 1:N td_inscweb_insccolab Identifying td_inscricao_web td_inscricao_colaborador 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_ins_col pessoa_cod, inscricao_cod Comentários Colaboradores ligados as inscrições web. Pode ser tanto o colaborador se inscrevendo quanto o que irá aprovar ou não o colaborador. td_inscricao_web Atributos Tipo de Dados Not Null Único Check inscricao_cod Integer YES NO NO Código sequencial das inscrições web. liberado Char(1 ) NO NO NO Informa se a inscrição pela web foi liberada. treinamento_cod Integer NO NO NO Código do treinamento. Chave Nome PK FK Domínio Padrão Comentários 290 Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. td_inscweb_insccolab Identifying td_inscricao_web td_inscricao_colaborador 1:N rel_treinam_inscweb Non-identifying td_treinamentos td_inscricao_web 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_insc_web inscricao_cod Comentários Armazenas as incrições feitas através da web. td_instrutores Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check instrutor_cod Integer YES NO NO nome Varchar2(50 ) YES NO NO cpf Varchar2(11 ) YES NO NO email Varchar2(80 ) YES NO NO endereco Varchar2(80 ) NO NO NO bairro Varchar2(80 ) NO NO NO local_referencia Varchar2(100 ) NO NO NO logradouro Varchar2(8 ) NO NO NO experiencias Varchar2(500 ) YES NO NO Padrão Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_trein_instrut Non-identifying td_instrutores td_treinamentos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_instrutor instrutor_cod 291 td_metodos Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários metodo_cod Integer YES NO NO Código sequencial do método. nome Varchar2(40 ) NO NO NO Nome do método. observacoes Varchar2(500 ) YES NO NO Observações sobre o método. Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_metodo_tecnmet Identifying td_metodos td_tecnicas_metodos 1:N rel_treinmetod_metodo Identifying td_metodos td_treinamento_metodos 1:N Relacionamentos Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_metodo metodo_cod Comentários Métodos utilizados em um treinamento. td_objetivos Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK objetivo_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código sequencial do objetivo. descricao Varchar2(100 ) NO NO NO Descrição do objetivo. finalidade Varchar2(300 ) YES NO NO Finalidade do objetivo. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_objtrein_objetivo Identifying td_objetivos td_objetivos_treinamento 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_objetivo objetivo_cod Comentários Objetivos. 292 td_objetivos_treinamento Atributos Chave Nome PFK PFK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários objetivo_cod Integer YES NO NO Código do objetivo. treinamento_cod Integer YES NO NO Código do treinamento. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_objtrein_objetivo Identifying td_objetivos td_objetivos_treinamento 1:N rel_objtrein_treinament Identifying td_treinamentos td_objetivos_treinamento 1:N rel_objtre_treinand Non-identifying td_objetivos_treinamento td_treinandos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_objetivo_treinam objetivo_cod, treinamento_cod Comentários Objetivos dos treinamentos. td_recursos Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PK recurso_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código sequencial dos recursos. descricao Varchar2(100 ) YES NO NO Descrição dos recursos. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_recamb_recursos Identifying td_recursos td_recursos_ambientes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_recurso recurso_cod Comentários Recursos que serão utilizados. 293 td_recursos_ambientes Atributos Chave Nome PFK PFK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários recurso_cod Integer YES NO NO Código do recurso. ambiente_cod Integer YES NO NO Código do ambiente. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_recamb_recursos Identifying td_recursos td_recursos_ambientes 1:N rel_recamb_ambientes Identifying td_ambientes td_recursos_ambientes 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_recurso_ambiente recurso_cod, ambiente_cod Comentários Recursos alocados para o ambiente. td_resultados Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários resultado_cod Integer YES NO NO Código sequencial do resultado. descricao Varchar2(100 ) NO NO NO Descrição do resultado. observacoes Varchar2(500 ) NO NO NO Observações sobre o resultado. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_trein_result Non-identifying td_resultados td_treinandos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_resultado resultado_cod Comentários Armazena os resultados dos candidatos nos treinamentos. 294 td_tecnicas Atributos Chave Nome PK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários tecnica_cod Integer YES NO NO Código sequencial da técnica. nome Varchar2(60 ) NO NO NO Nome da técnica. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_tecnmet_tecnica Identifying td_tecnicas td_tecnicas_metodos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_tecnica tecnica_cod Comentários Técnicas que irão compor um método. td_tecnicas_metodos Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PFK metodo_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código do método. PFK tecnica_cod Integer YES NO NO Código da técnica. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_metodo_tecnmet Identifying td_metodos td_tecnicas_metodos 1:N rel_tecnmet_tecnica Identifying td_tecnicas td_tecnicas_metodos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_tecnica_metodo metodo_cod, tecnica_cod Comentários Técnicas utilizadas por um método. 295 td_treinamento_metodos Atributos Chave Nome PFK PFK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários metodo_cod Integer YES NO NO Código do método. treinamento_cod Integer YES NO NO Código do treinamento. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_treinmetod_metodo Identifying td_metodos td_treinamento_metodos 1:N rel_trein_treinmetod Identifying td_treinamentos td_treinamento_metodos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_treinam_metodo metodo_cod, treinamento_cod Comentários Metodos utilizados pelo treinamento. td_treinamentos Atributos Chave Nome PK FK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários treinamento_cod Integer YES NO NO Código sequencial do treinamento. descricao Varchar2(100 ) NO NO NO Descrição do treinamento. instrutor_cod Integer YES NO NO Instrutor do treinamento. ementa Varchar2(1000 ) NO NO NO Ementa sobre o treinamento. observacoes Varchar2(1000 ) NO NO NO Observações sobre o treinamento. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_trein_instrut Non-identifying td_instrutores td_treinamentos 1:N rel_turmtre_treinam Identifying td_treinamentos td_turmas_treinamentos 1:N rel_trein_treinmetod Identifying td_treinamentos td_treinamento_metodos 1:N rel_objtrein_treinament Identifying td_treinamentos td_objetivos_treinamento 1:N rel_treinam_inscweb Non-identifying td_treinamentos td_inscricao_web 1:N 296 Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_treinamento treinamento_cod Comentários Armazena os treinamentos. td_treinandos Atributos Chave Nome Tipo de Dados Not Null Único Check PFK turma_cod Domínio Integer YES NO NO Padrão Comentários Código da turma. PFK pessoa_cod Integer YES NO NO Código da pessoa. FK resultado_cod Integer NO NO NO Resultado do treinamento. FK objetivo_cod Integer NO NO NO Objetivo do treinamento. FK treinamento_cod Integer NO NO NO Treinamento realizado. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_trein_turma Identifying td_turmas td_treinandos 1:N rel_colab_trein Identifying ge_colaboradores td_treinandos 1:N rel_trein_result Non-identifying td_resultados td_treinandos 1:N rel_objtre_treinand Non-identifying td_objetivos_treinamento td_treinandos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_treinandos turma_cod, pessoa_cod Comentários Colaboradores cadastrados em treinamentos. td_turmas Atributos Chave Nome PK FK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários turma_cod Integer YES NO NO Código sequencial da turma. ambiente_cod Integer YES NO NO Ambiente da turma. nome Varchar2(40 ) YES NO NO Nome da turma. data_inicial Date YES NO NO Data de início da turma. data_final Date YES NO NO Data final da turma. 297 turno Char(1 ) YES NO NO Turno da turma. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_turma_amb Non-identifying td_ambientes td_turmas 1:N rel_turmtrein_turma Identifying td_turmas td_turmas_treinamentos 1:N rel_trein_turma Identifying td_turmas td_treinandos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_turma turma_cod Comentários Turmas formadas. td_turmas_treinamentos Atributos Chave Nome PFK PFK Domínio Tipo de Dados Not Null Único Check Padrão Comentários turma_cod Integer YES NO NO Código da turma. treinamento_cod Integer YES NO NO Código do treinamento. Relacionamentos Nome Tipo Entidade Pai Entidade Filho Card. rel_turmtrein_turma Identifying td_turmas td_turmas_treinamentos 1:N rel_turmtre_treinam Identifying td_treinamentos td_turmas_treinamentos 1:N Chaves Tipo Nome Atributos PK pk_td_turma_treinam turma_cod, treinamento_cod Comentários Turmas dos treinamentos. ANEXO B CRONOGRAMA, RECURSOS E ORÇAMENTO DO PROJETO CRONOGRAMA O projeto segue o seguinte cronograma, que teve início no mês de fevereiro a julho de 2010, observando-se nele as atividades propostas e realizadas conforme o Quadro 1. A primeira linha indica os meses de duração do projeto, de fevereiro a julho de 2010. A primeira coluna referencia cada uma das fases de desenvolvimento apresentadas no item 1.6 (metodologia) e reproduzida no Quadro 1. Os asteriscos indicam os meses em que cada fase será desenvolvida. Nos quadros que tiverem *, significa o cronograma previsto e os quadros que forem sombreados representam o cronograma executado. 299 Desenvolvimento do Projeto * Fundamentação Teórica * Levantamento dos Requisitos Desenvolvimento do Sistema * * * * * * * Entrega do Relatório e Artigo Finais * Apresentação da Prática * Entrega do Relatório e Artigo Corrigidos Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 1: Cronograma de Atividades do Projeto RECURSOS Professores Orientadores. Laptops Pessoais. Pen Drive. Livros. Impressora. Folhas de tamanho A4. Microsoft Office 2007. CASE Studio. JUDE/Community. RAD Studio 2007. PHP5. Apache. Julho * Testes de Qualidade Entrega do Relatório e Artigo Parciais Junho * Modelo Entidades Relacionamentos Análise do sistema Maio Abril Março Fases do Projeto Fevereiro Meses - 2010 * 300 ORÇAMENTO Observaram-se as seguintes despesas relacionadas ao desenvolvimento do Projeto no Quadro 2. Mêses Impressões e encadernações CDs virgens Fevereiro R$ 0,00 R$ 0,00 Março R$ 0,00 R$ 0,00 Abril R$ 0,00 R$ 0,00 Maio R$ 35,00 R$ 0,00 Junho R$ 120,00 R$ 0,00 Julho R$ 60,00 R$ 1,00 Total: R$ 216,00 Fonte: Vide Capa do Relatório Quadro 2: Orçamento do projeto. ANEXO C TERMO DE ABERTURA Análise e desenvolvimento de um sistema de gestão de Recursos Humanos. Visão geral do Projeto - Elaborar uma análise e desenvolvimento orientado a objetos de um sistema de gestão de Recursos Humanos. Diagnóstico da situação e Justificativa Elaboração de uma análise e desenvolvimento orientado a objetos de um sistema de gestão de Recursos Humanos composto por cinco módulos, Avaliação de Desempenho e Potencial, Ficha Funcional e Perfil de Cargos, Recrutamento e Seleção, Remuneração e Benefícios e Treinamento e Desenvolvimento para uma empresa fictícia, desenvolvido pelos acadêmicos do 5º semestre do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação, na Prática Profissional Direcionada IV, envolvendo as disciplinas de Programação Comercial II, Banco de Dados II, Gerenciamento de Projetos e Administração de Recursos Humanos de fevereiro a julho de 2010 na Sociedade Educacional Três de Maio – SETREM na cidade de Três de Maio, RS. A área de Recursos Humanos desempenha um papel fundamental dentro das organizações. Ela tem responsabilidade sobre o funcionário durante toda a sua caminhada dentro da empresa e é papel dela proporcionar as melhores condições de trabalho para os colaboradores, para que estes possam contribuir da melhor forma para o crescimento da empresa. Através do sistema de gestão de RH é possível concentrar todas as informações a respeito dos recursos humanos da organização, diminuindo os custos de atividades administrativas bem como auxiliando à tomada de decisões. 302 Objetivos desejados ( Deliverables) Nomear os gerentes de projeto Levantar os requisitos funcionais, não-funcionais, de domínio do sistema. Controlar o projeto através da ferramenta dotProject. Gerenciar o projeto através dos princípios da metodologia PMI. Estudar os módulos de RH para a construção da análise. Construir uma análise orientada a objetos envolvendo os módulos de RH do projeto. Elaborar um modelo ER base para ser usado por todos os módulos. Desenvolver uma padronização da interface do sistema. Desenvolver os módulos do sistema de RH integrados. Realizar testes que verifiquem as funcionalidades do sistema. Registrar todo o processo de projeto, levantamento de requisitos, análise, desenvolvimento e testes do sistema. Apresentar o projeto. Escopo e Domínio Análise e desenvolvimento de um sistema de recursos humanos, envolvendo manutenção dos dados referentes aos seguintes subsistemas de RH: Avaliação de Desempenho e Potencial, Ficha Funcional e Perfil de Cargos, Recrutamento e Seleção, Remuneração e Benefícios e Treinamento e Desenvolvimento. O desenvolvimento se dará em Win32 e parte do módulo de recrutamento e seleção será WEB. Não será desenvolvido controle de usuários e níveis de acesso. Cada grupo será responsável pela análise e desenvolvimento do seu módulo, porém todos devem trabalhar de forma integrada. Premissas, Dependências e Restrições O sistema será desenvolvido nas linguagens PHP, parte Web, e Delphi na parte de Win32, onde se utilizará a tecnologia de orientação a objetos, tanto para análise como desenvolvimento, será desenvolvido inicialmente para a plataforma Windows e utilizará banco de dados Oracle versão Express. Será utilizado também um controle de versionamento de arquivos, evitando conflito de versões. A apresentação do sistema funcionando com todos os módulos integrados se dará dia 26/06/2010. 303 Riscos - Comunicação das partes envolvidas. - Comprometimento dos acadêmicos. - Disponibilidade dos professores para auxílio, juntamente com disponibilidade dos acadêmicos. - Integração dos módulos. - Mudança da legislação poderá afetar alguns módulos. Envolvidos no Projeto Nome Atribuição Bolívar Arthur Butzke Programador Claiton Joziel Puhl Redator Cristiano Rafael Steffens Programador Douglas Joel Dapper Redator Eduardo Marcel Signori Gerente do projeto e programador Elisângela Napivoski Analista Gustavo Felipe Klaus Analista Helmuth Grossmann Junior Programador Helton Eduardo Ritter Programador Ivan Luis Gunkel Redator João Carlos Luft Ferri Analista Jonas Tesche Redator Karine Baiotto Analista Luis Carlos Lorenzo Analista Mateus André Chies Redator Maycon Viana Bordin Gerente do projeto e programador Volnei Heckler Analista Observações adicionais O desenvolvimento desse projeto contempla a disciplina da Prática Profissional Direcionada IV, portanto o aprendizado e a aplicabilidade prática andarão juntos. 304 Aprovações Nome Cargo Data Nome Cargo Data ANEXO D MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO (ER)