maIo | 2010 | Ano VII | nº 68
Informativo mensal para os EMPREGADOS da cemig
Cemig
58 anos
Segurança uma questão cultural
princípios éticos levam ao sucesso
DGE presta serviços ao Grupo Cemig
06
04
especial
Novos desafios aos 58 anos
Ponto a ponto
O valor de cada um no
desempenho da organização
Em 1951, foi fundada a Cemig.
Desde então, a Companhia se
destaca em seu setor.
O superintendente de Relações
com Investidores explica o programa RI vai até você.
04
Ponto a ponto
Como colaborar com o sucesso da Empresa
05
10
Gestão
DGE presta serviços ao Grupo
Cemig
Princípios que traduzem a cultura
da Empresa.
Atendimento de demandas das
várias empresas do Grupo.
09
energia vital
Pantanal entre amigos
10
segurança do trabalho
Culturalmente Seguro
sUSTENTABILIDADE
Princípios que conduzem ao sucesso
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11
ESPECIAL
Desafios marcam os 58 anos da Empresa
gestão
Diretoria de Gestão Empresarial alinhada ao Grupo Cemig
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gente nossa
UFMG abre novo curso de Energias Alternativas
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Espaço família
Mãe da solidariedade
08
meu trabalho
Eletricistas contribuem para melhorias no Transformador de Distribuição
E
X
P
E
D
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E
N
T
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Sustentabilidade
Comportamento ético leva
ao sucesso
E
Informativo mensal para os empregados da Cemig
Redação e apoio:
Fotos:
Editado pela Superintendência de Comunicação
Roosevelt Rodrigo, Henry Bernardo, Cibele
Ronaldo Guimarães, Eugênio Paccelli
Empresarial (CE) – Correspondência interna:
Andrade e Tatiane Procópio
e colaboradores
SA/19/B2 – Fone: (31) 3506 2760
Estagiário:
Ilustração:
Editor Responsável:
Adelle Soares
Weisvisthértini Barbosa e Henry Bernardo
Luiz Henrique Michalick
Comitê editorial:
Diagramação:
Reg. No 2.211 – SJPMG
Lúcia Fátima Ramos, Lúcia Maria de Pimenta
Interface Comunicação Empresarial
Coordenação de edição:
Cortez, Renilda Maria Nepomuceno Lima, Fátima
Fotolito: Formato
Terezinha Crespo de Rezende, Paulo Tarso
Luzia Henrique, Maria Stael Drumond Matias
Impressão: Gráfica Real
Rezende Tobias e Tatiana Rezende
e Jonatas Andrade
Tiragem: 10.000 exemplares
Da Redação
Campanhas mobilizam empregados
Preocupada também com ações sociais, a Efficientia,
em parceira com a Diretoria Comercial da Cemig
(DCM), iniciou em 2009 um projeto de responsabilidade
social e cidadania em hospitais de Belo Horizonte. Em
março, foram doados 120 ovos de páscoa para crianças
internadas no Hospital das Clínicas (Pediatria/CTI) e no
Centro Hospitalar João XXIII (Pediatria/Traumatismo),
ambos em Belo Horizonte.
Investimento na formação de líderes
Visando a continuidade do Programa de Desenvolvimento da Liderança Cemig (PDLC), realizado desde
2005, a Empresa realizou, em março e abril, a primeira
edição do Programa Trilhas Internacionais. As palestras foram ministradas para 43 superintendentes e gerentes da Empresa, pelo corpo docente da escola francesa The Business School for the World (Insead), por
meio da Fundação Dom Cabral (FDC), que é a 6ª melhor escola de negócios do mundo, segundo ranking
da Financial Times. Mais duas turmas estão previstas,
uma para novembro de 2010 e outra para março do
próximo ano.
Há 58 anos em
transformação
EDITORIA
A Cemig completa 58 anos em maio, com muitos motivos para
comemorar. A Cemig de hoje é muito diferente daquela imaginada por Juscelino Kubistchek em 1951, cujo objetivo era centralizar a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica do
Estado, então executadas por pequenas companhias.
Mineira em sua essência, a Cemig está presente em 774 municípios do Estado e garante energia elétrica de qualidade a 2,4
milhões de consumidores de baixa renda e 2,2 milhões de consumidores rurais. O verde e o amarelo, incorporados à marca
em 1999, no entanto, mostram que a Cemig tem orgulho de
ser brasileira e uma das mais sólidas e tradicionais empresas de
energia da América Latina, com atuação em 19 estados do país
e no Chile.
Além de ampliar sua atuação em geração, transmissão, distribuição
e comercialização de energia elétrica, nos últimos anos, o Grupo
Cemig vem investindo em energia eólica, gás e telecomunicações.
Na área de distribuição de energia elétrica, a Cemig e a Light são
responsáveis por quase 16% do mercado nacional. Atualmente, a
Companhia é um dos maiores grupos empresariais do setor energético brasileiro.
Projeto Conviver no interior
A partir de 2010, o Projeto Conviver, que faz parte
do Programa de Eficiência Energética da Cemig, expande suas ações para diferentes regiões do Estado.
O município de Carangola, na Zona da Mata, foi o primeiro fora da Região Metropolitana (RMBH) a ser contemplado. Por meio da substituição de equipamentos,
o Conviver Interior irá doar 730 mil lâmpadas fluorescentes compactas, 15,960 mil geladeiras e 16,185 mil
chuveiros com recuperador de calor, beneficiando160
mil famílias mineiras em 62 municípios.
A Cemig é responsável pelo atendimento a cerca de 30 milhões
de pessoas em 805 municípios em Minas Gerais e Rio de Janeiro (contando com a Light), e pela gestão da maior rede de
distribuição de energia elétrica da América do Sul, com mais de
460 mil quilômetros de extensão. É também uma das maiores
geradoras do País. O parque gerador da Empresa é formado por
66 usinas hidrelétricas, térmicas e eólicas.
Em mais de meio século, o mercado de energia também mudou. A Cemig se adaptou, inovou e vem acompanhando todas
as mudanças do setor elétrico. Sustentabilidade e eficiência
energética passaram a ser vistas como essenciais para a sobrevivência e sucesso do negócio. Mais uma vez, a Cemig sai
na frente e o resultado dos esforços nesse sentido podem ser
vistos na permanência, há uma década, no Índice Dow Jones
de Sustentabilidade.
A Cemig cresceu, amadureceu, se diversificou. Os empregados
são responsáveis por essa nova Empresa e contribuem para que
a melhor energia do Brasil chegue a mais de 10 milhões de consumidores. A Diretoria da Cemig parabeniza todos os empregados pelas conquistas desses 58 anos e os convida a construir,
juntos, uma Empresa cada vez mais forte.
03
ONTO A PONTO
Como colaborar com o sucesso da Empresa
A Superintendência de Relações com Investidores
(RI) começa a implementar o programa RI vai até você,
com o intuito de esclarecer aos empregados da Cemig
o valor da contribuição de cada um para o sucesso
da organização. A RI pretende mostrar a estrutura de
atendimento aos investidores da Empresa e as práticas de Governança Corporativa, exemplificando a
importância dessas ações para a Cemig.
A RI é responsável por intermediar os interesses da Companhia
com o mercado por meio do relacionamento com os investidores e diversas instituições do mercado de ações, assegurando
o cumprimento de leis e obrigações. “Isso é um desafio, uma
vez que os papéis da Companhia são negociados diariamente
e em diversos idiomas e fusos horários”, explica o superintendente Agostinho Faria Cardoso. Ele fala mais sobre o projeto na
entrevista abaixo.
Energia da Gente - Qual o papel da Superintendência de RI na Cemig?
Agostinho Faria - A RI é responsável pela manutenção do cumprimento legal das obrigações inerentes a uma companhia de capital aberto com ações negociadas em bolsa de valores, garantindo ao investidor condições de avaliar corretamente a Empresa
e tomar suas decisões de investimento. É necessário tratarmos
igualmente todos os acionistas e, para isso, temos diversas leis
e regulamentos sobre a divulgação dessas informações, tanto
no Brasil quanto nos Estados Unidos e Espanha, onde a Cemig
possui suas ações negociadas. Atualmente, a Cemig possui
mais de 117 mil acionistas em cerca de 40 países.
EG - O que é o programa RI vai até você?
AF - O projeto consiste em uma série de apresentações e reuniões realizadas entre a Superintendência de Relações com Investidores e áreas da Cemig interessadas em conhecer a estrutura
de atendimento aos investidores e suas práticas de Governança
Corporativa. Essa é uma das várias iniciativas criadas com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre o mercado de capitais
por toda a Companhia.
EG - Como surgiu a iniciativa?
AF - Veio da necessidade de conscientizar todos os empregados sobre o contexto em que a organização está inserida como
Companhia de capital aberto com ações negociadas nas bolsas
de São Paulo, Nova Iorque e Madri. Essa ação é indispensável
para o sucesso da organização em um ambiente competitivo
como o atual. O adequado atendimento ao mercado investidor e
a adoção de boas práticas de Governança Corporativa são sinônimos de agregação de valor.
O programa traz para a Companhia uma visão maior da área de
mercado de capitais, que é de suma importância para o desenvolvimento socioeconômico do nosso país, apresenta o modelo
de Governança Corporativa da Cemig e suas principais práticas
adotadas sob a ótica do mercado investidor.
04
EG - Como o mercado de capitais influi na Empresa?
AF - No caso de uma Companhia aberta como a Cemig, com
valor de mercado de quase R$ 17 bilhões, o mercado de capitais
é vital para ter acesso a recursos de longo prazo, seja no Brasil ou no exterior. As boas práticas de Governança Corporativa
contribuem para que a organização cumpra seus objetivos e sua
missão social.
EG - Quais os temas explicados pelo programa aos empregados?
AF - Explicamos como funciona o mercado de capitais, sua estrutura e os diversos agentes envolvidos. Focamos no mercado
acionário, nas principais bolsas de valores das quais participamos e nas diversas características das ações nelas negociadas.
Além disso, expomos nossas responsabilidades com as bolsas,
acionistas e as comissões de valores mobiliários de cada país
em que nossas ações estão presentes. Também apresentamos
o modelo de Governança Corporativa existente, o relacionamento entre os diversos órgãos da organização e a evolução da governança da Companhia junto às bolsas de valores.
EG - Como os empregados podem contar e colaborar com a RI?
AF - A RI está à disposição para esclarecer dúvidas e orientar
ações que possam afetar o relacionamento da empresa com os
diversos investidores. A RI espera aumentar o grau de interação
com todas as áreas da Cemig e ampliar a compreensão da importância de manter os acionistas bem informados. Buscamos
também ampliar a interatividade com as diversas áreas parceiras,
que fornecem informações para a elaboração de apresentações
a vários públicos. A melhor forma dos empregados colaborarem
com a RI é participando do projeto RI vai até você com o objetivo
de conhecer e adotar as práticas sugeridas. Interessados no projeto deverão enviar um e-mail para [email protected].
Culturalmente Seguro
O
Segurança do trabalh
Em busca de transformação cultural, a Cemig, por meio da Gerência de Segurança do Trabalho, Saúde e Bem-Estar (RH/ST),
realiza o Momento de Segurança. A prática consiste em reunir
os empregados e contratados das diversas áreas da Empresa
para debater sobre segurança, saúde e bem-estar relacionados ao ambiente de trabalho com debates e propostas de melhorias nos processos, ou, até mesmo, a situações externas,
como segurança no lar.
A ideia surgiu de uma orientação da Diretoria para combater
os altos índices de incidentes que ocorreram naquele ano. Na
época, ficou definido que as áreas da Empresa deveriam conversar mais sobre o tema segurança dentro de seus setores.
“A proposta não é burocratizar ou criar mais um procedimento
a ser seguido. É fazer com que, com essas reuniões, todas as
pessoas que trabalham aqui parem e reflitam sobre a segurança em suas vidas, se tornando mais seguros tanto na Cemig
quanto fora da Empresa”, explica o gerente da RH/ST, João
José Magalhães Soares.
Segundo ele, o Momento de Segurança, que existe desde 2007,
funciona como uma pequena Comissão Interna de Prevenção
de Acidentes (Cipa) e, de certa forma, contribui para alimentar as
questões levantadas pela comissão. “Muitas vezes represen-
0
2009
1
agosto
5
0
1
dezembro novembro outubro
2008
11
setembro
julho
junho
Registro de Acidentes Potenciais na Cemig
9
27
4
22
7
16
13
25
Os registros de incidentes não aconteciam até o início do
segundo semestre de 2008
Segurança: cultura em construção junto aos empregados
tantes da Cipa chamam pessoas que tenham participado dos
Momentos de Segurança para levarem aos seus encontros
questionamentos identificados nas reuniões”, diz João José.
O procedimento é realizado nas áreas toda primeira segundafeira do mês e segue um sistema de instrução que faz parte do
Manual de Segurança, Saúde Ocupacional e Bem-Estar, também disponível no portal do SESMT.
Ganhos
A iniciativa tem o intuito de disseminar a cultura de segurança
a todos empregados da Organização. Depois da prática do Momento de Segurança, mais incidentes foram registrados na
Empresa. Segundo o gerente, os ganhos em se registrar mais
incidentes são notórios, pois é possível visualizar o que de
fato ocorre nas áreas, permitindo estudar e colocar na prática
as melhores ações para diminuir ao máximo as ocorrências.
“Um exemplo disso ocorria na unidade do Anel Rodoviário,
onde os trabalhadores, ao saírem com os veículos, se deparavam com um cruzamento de alto risco na via. O assunto foi
levantado nas reuniões e uma nova prática adotada: hoje, os
motoristas retornam dois quarteirões abaixo do local e minimizam o risco de acidentes. Esse já é um dos resultados do
Momento de Segurança e existem vários outros dentro da
Empresa”, relata João José.
Expansão
Apesar dos ganhos decorrentes da iniciativa e da grande adesão ao Momento de Segurança, nem todas as áreas o praticam. Segundo o gerente, muitos setores reclamam que, por
executarem apenas serviços internos, na parte de escritório,
não conseguem enxergar como aplicar o procedimento. “Essas
áreas devem procurar um profissional de segurança. Ele poderá conversar sobre ergonomia, postura, trânsito e, até mesmo,
algumas questões de comportamento”, orienta João José.
05
E
SPECIAL
Desafios marcam os
Em mais de meio século, o mercado de energia mudou. Sustentabilidade e eficiência energética, antes dispensáveis, são vistos
como essenciais para o sucesso do negócio. Nesse período, a
Cemig cresceu, amadureceu, se diversificou. Os empregados
são responsáveis por essa nova empresa e contribuem para que
a melhor energia do Brasil chegue a mais de 10 milhões de consumidores. A Diretoria da Cemig parabeniza todos os empregados pelas conquistas desses 58 anos e os convida a construir,
juntos, uma Empresa cada vez mais forte.
“A Cemig hoje tem um perfil bem distinto do que tinha após a
sua viabilização como empresa, na época do saudoso presidente
Juscelino Kubitschek. Há alguns anos, existia a Cemig e a Gasmig. Hoje, temos uma Cemig com mais de 50 novas empresas,
e presença em mais de 19 estados do país e no exterior”, lembra
o presidente Djalma Bastos de Morais.
Além de estar presente em 19 estados brasileiros e no Chile,
com ativos em distribuição, transmissão e geração de energia
elétrica, telecomunicações e gás, a Empresa se tornou uma
opção global de investimento, com acionistas em mais de 40
países e presença em bolsas de valores do Brasil, Espanha e
EUA. Pelo décimo ano consecutivo está no índice Dow Jones de
Sustentabilidade e foi reconhecida em 2009 como líder mundial
do setor elétrico.
O crescimento e o reconhecimento mundial refletem o amadurecimento da gestão da Empresa. “Hoje nossa cultura reflete o aprendizado que começou há 58 anos, sempre se adaptando ao cenário presente e futuro. Temos enorme bagagem que
nos permite avaliar o que deve ser mantido e o que sustentou
a Empresa até aqui, mas com a flexibilidade de entender as necessidades de uma cultura voltada para o sucesso futuro”, afirma
o superintendente de Recursos Humanos (RH), Ricardo Diniz.
Crescimento
Para Djalma Morais, as mudanças são necessárias e surgem da
necessidade de adequação aos novos desafios impostos pela
Sala de treinamento, 1963. Qualificação já fazia parte da Empresa
06
sociedade. “Não podemos ficar como éramos, acomodados
dentro do estado de Minas. À medida que você cresce, vão diminuindo progressivamente seus custos, o que é revertido ao
consumidor”, diz.
O superintendente de Planejamento e Gestão da Estratégia
(PG), Tarcísio Albuquerque Queiroz, explica que a missão e os
valores da Empresa permanecem inalterados. “Entretanto, recentemente, a visão de futuro da Empresa foi revista para enfatizar o crescimento”, completa. A nova visão – Estar, em 2020,
entre os dois maiores grupos de energia do Brasil em valor de
mercado, com presença relevante nas Américas e líder mundial
em sustentabilidade do setor – representa os desafios para os
próximos anos.
Cultura Organizacional
O perfil da Cemig de hoje é de uma empresa disposta a enfrentar
os desafios do crescimento e de alcance dos objetivos. “A sustentabilidade passou a ser palavra de ordem. Temos que trabalhar no
equilíbrio econômico, social e ambiental”, lembra Ricardo Diniz.
Segundo o presidente Djalma Morais, os empregados devem
acompanhar as mudanças da Empresa. “Durante a nossa gestão,
temos adequado nossos empregados por meio de cursos e de
promoções mais objetivadas, promovendo a vivência com outras
empresas, e isso nos traz experiência”, explica. O investimento em
capacitação dos empregados é crescente. Desde 2008, cerca de
200 empregados concluíram cursos de pós-graduação e MBA com
subsídio de 80% da Empresa.
Programas de treinamento – como o Gestão Avançada (APG),
o Desenvolvimento das Lideranças Cemig (Celig) e o Trilhas
Internacionais – foram criados nos últimos seis anos para dar suporte às lideranças e promover alinhamento estratégico.
O presidente afirma que a Empresa trabalha para formar um empregado com múltiplas habilidades. “Oferecemos hoje a todos os
nossos gerentes uma cultura diversificada, de tal maneira que a
Empresa não tenha um ‘homem da distribuição’ ou um ‘homem
da transmissão’. Teremos gerentes multifunções. Ele precisa ter
condições de ser um diretor de transmissão, distribuição ou de recursos humanos”, ressalta.
Para Ricardo Diniz, agilidade, capacidade de trabalho em equipe,
visão crítica e adaptabilidade são outras características importantes
para os empregados inseridos no novo contexto da Cemig. “Buscamos equilibrar a transição entre uma geração de muito conhecimento, desenvolvida em outro contexto, com a nova geração, de
conhecimento bem diversificado, ávida pelo desenvolvimento. O
que buscamos é o equilíbrio entre os objetivos da Empresa, as necessidades estratégicas identificadas para alcançá-los e as aspirações dos empregados”, completa.
58 anos da Empresa
eles diziam e mais o que eles faziam. Isso provavelmente é verdade aqui no Brasil, como em qualquer outro lugar.
Com os adultos não é muito diferente. Aprendemos lendo livros,
ouvindo palestras e assim por diante, mas aprendemos muito com
o que vemos. Se os líderes não estão vivendo bons hábitos e comportamentos de liderança, a próxima geração não vai aprender.
Novamente, começa de cima, com o papel de liderança sendo
levado a sério. Isso significa ver o trabalho do líder como um
padrão de performance para o trabalho de outros. Não é fazer o
trabalho sozinho, mas facilitar o trabalho das pessoas subordinadas, garantindo que elas tenham o que precisam, garantindo
recursos. A melhor forma de desenvolver essa cultura de cima
para baixo é começar pela liderança.
Em entrevista, o professor canadense de Cultura Organizacional e Liderança e Responsabilidade Charles
Galunic – Ph.D em Comportamento Organizacional e
Engenharia Industrial pela Universidade de Stanford,
na Califórnia (EUA) – explica como a cultura de uma
empresa deve acompanhar as mudanças externas e
avalia o cenário atual em que a Cemig está inserida e
a importância do empregado para o alcance dos objetivos estratégicos.
Energia da Gente - A Cemig tem crescido muito nos últimos anos.
Como a cultura da empresa pode acompanhar esse crescimento?
Charles Galunic - A Cemig é uma empresa de crescimento rápido
– e isso é algo positivo –, é uma importante empresa de utility,
tem status, é estável e, durante os primeiros anos de desenvolvimento econômico do Brasil, era uma excelente empregadora.
Mas, à medida que o Brasil acelera seu crescimento, é possível
ver novas oportunidades de emprego sendo criadas para pessoas jovens: empresas privadas, iniciativas empreendedoras;
há mais capital, elas podem começar seu próprio negócio.
EG - Estimular a mudança na cultura organizacional é um papel exclusivo da liderança?
CG - Acho que deve começar de cima para baixo e os líderes devem formular táticas para isso. A visão vem do alto: objetivos de
alto nível devem ser definidos e permitem ao próximo nível de
gerência desenvolver o planejamento para cumprir esses objetivos. Os níveis seguintes devem ter parte no trabalho também. É
um processo em cascata.
EG - Como engajar todos os empregados neste processo?
CG - Uma das maneiras mais básicas com a qual aprendemos
é copiando. Eu copiava meus pais, tendia a fazer menos o que
EG - Sustentabilidade é a palavra de ordem para a maioria das empresas nos últimos anos, em especial para a Cemig. Qual a melhor
forma de garantir o compromisso de toda a organização com processos sustentáveis?
CG - Acredito que as pessoas estão, cada vez mais, entendendo
sustentabilidade e os jovens já entendem a mensagem. Falar de
sustentabilidade é inevitável, o mundo está enfrentando uma
situação difícil e acho que antes de melhorar, as coisas ainda vão
piorar – de aquecimento global e superpopulação do planeta à
falta de recursos e poluição.
O fato de vocês serem uma empresa de energia hidroelétrica,
que é bastante limpa, é fantástico. Não vejo nenhum obstáculo
para convencer as pessoas, pelo simples fato de que o negócio
da Cemig, do meu ponto de vista, é bastante ‘verde’.
EG - A Cemig está completando 58 anos. Qual seu conselho para os
próximos anos?
CG - A Cemig é uma empresa bem-estabelecida, cujo negócio
é basicamente ‘verde’ e há oportunidades para desenvolver sinergias, seja em tecnologia de telecomunicações ou em gás. A
chave para os próximos anos é atrair excelentes profissionais
que irão construir o futuro. Profissionais criativos, perspicazes e
com excelência técnica. Ser competitiva no mercado de trabalho
para os grandes talentos no Brasil será importante. Se a Cemig
tiver os melhores profissionais, eles estabelecerão ótimas estratégias e as executarão bem.
Além disso, é preciso continuar a desenvolver o gerenciamento profissional e os padrões de liderança. Grandes líderes têm
um sistema de gerenciamento baseado em valores claros e firmes, avaliam as coisas certas e dão atenção ao que realmente
importa aos clientes. Como consequência, a empresa cresce
e tem lucro.
Leia na íntegra as entrevistas com o presidente Djalma Bastos de
Morais e com o professor Charles Galunic na nova intranet.
07
G
ente nossA
UFMG abre curso de Energias Alternativas
O engenheiro da Gerência de Desenvolvimento e Engenharia
de Ativos da Distribuição (TD/AT), Márcio Eli, foi convidado pelo
professor do Departamento de Engenharia Elétrica da UFMG,
Selênio Rocha Silva, para ministrar a aula inaugural do curso de
Engenharia Elétrica.
Na ocasião, Márcio apresentou os investimentos que a Cemig
faz na geração de energias alternativas e o retorno positivo
para a sociedade. Segundo ele, a diversificação nas matrizes
energéticas é importante e possibilita a geração de energia
no local de consumo, reduzindo as perdas e custos com o
transporte. “Dentre os fatores que contribuem para o aumento
dessa diversificação no Brasil se destacam o Programa de
Incentivo às Fontes Alternativas (Proinfa) e a universalização do
acesso à energia elétrica”, acrescenta.
O professor afirma que o objetivo dessa nova cadeira no curso
de engenharia elétrica é sistematizar o conteúdo, muitas vezes
apresentado em formato de tópicos especiais e em palestras.
“Criar um espaço de formação específica, distribuindo melhor
o conteúdo das disciplinas de Geração de Energia Elétrica e de
Usinas Hidroelétricas é outro objetivo, que permitirá a construção
mais estruturada da trajetória dos alunos que busquem formação
específica”, diz.
M
eu trabalho
Troca de experiência
Hoje a Cemig tem parceria com várias universidades e centros
de pesquisa para estudar as melhores opções de atendimento
aos seus consumidores por meio de novas tecnologias. O
engenheiro Carlos Alexandre do Nascimento, coordenador da
gestão dos projetos de pesquisa e desenvolvimento da Diretoria
de Distribuição e Comercialização (DDC) reconhece a importância
do intercâmbio entre as instituições. “O próprio mercado vai
exigir, cada vez mais, uma perfeita sintonia entre a indústria e a
formação acadêmica dos futuros profissionais. Isso é fundamental
para aumentar o desenvolvimento na área", finaliza.
Aula inaugural do curso da UFMG
Eletricistas contribuem para melhorias
no Transformador de Distribuição
Uma premiação do Rodeio de Eletricistas de 2009 possibilitou o
desenvolvimento de um protótipo de transformador de distribuição
que proporcionará melhorias para os eletricistas. Esse avanço
veio de observações realizadas pelos eletricistas da Diretoria
de Distribuição e Comercialização (DDC), que receberam como
prêmio do Rodeio da Cemig uma visita aos Estados Unidos, para
participarem do 26º Rodeio Americano em Kansas City.
Os eletricistas premiados perceberam que os transformadores
americanos eram diferentes dos utilizados pela Cemig.
Constataram que a diferença estava na bucha secundária,
responsável pela conexão de cabos no transformador para a
distribuição de energia para os consumidores.
Novo padrão
A empresa Asea Brown Boveri (ABB) desenvolveu o projeto de
melhorias no transformador e doou o protótipo para a Cemig.
As melhorias são percebidas nas buchas de baixa tensão que
são direcionadas à parte oposta de fixação no poste, já que, no
modelo atual, as buchas encontram-se próximas ao poste, o que
dificulta o trabalho.
Segundo o engenheiro do sistema elétrico da Gerência de
Coordenação dos Serviços de Distribuição (SD/CS), Luciano
Magno, o novo protótipo irá facilitar a manutenção dos
equipamentos. "No padrão atual dos transformadores da Cemig,
as buchas ficam em um espaço pequeno, junto ao poste e ao
suporte de fixação do transformador, isso dificulta intervenções
nas conexões e as inspeções termográficas. Com a adaptação, os
eletricistas terão melhores condições de atuação", explica.
Outra melhoria que se pode destacar do novo protótipo é a
impossibilidade de pássaros construírem ninhos
nas buchas secundárias, já que estarão na lateral
do transformador e não próximas ao poste.
A equipe de engenharia da Cemig junto
à da ABB, identificou melhorias a
serem realizadas no primeiro protótipo
desenvolvido. Assim, a empresa já está
desenvolvendo um segundo protótipo
em que as buchas secundárias estejam
na lateral dos transformadores.
Testes
Os protótipos doados pela ABB entrarão em
fase de testes. Serão instalados na Escola
de Formação e Aperfeiçoamento Profissional
da Cemig (Efap) para avaliações técnicas,
ergonômicas e de procedimentos.
Novos protótipos
doados pela ABB
08
energia vita
Pantanal entre amigos
No ano passado, José Renato Leite, técnico em distribuição da
Gerência de Serviços de Distribuição de Passos (SD/PS), fez
uma viagem ao Pantanal na companhia de nove amigos. Ele
percorreu cerca de 3.500 km, em 13 dias, saindo Sudoeste de
Minas, cruzando os estados de São Paulo e Mato Grosso do
Sul, até a Bolívia.
A ideia para realizar a viagem surgiu em maio do ano passado,
quando quatro amigos conversando em um bar, comentaram
em fazer uma viagem ao Pantanal. O plano foi amadurecendo
e surgiram outros interessados. Formou-se então, um grupo
com dez amigos que se conhecem há mais de 15 anos.
mente, água, fauna, flora e gente. No período de cheias, de outubro a maio, as águas inundam toda a planície, transformando
rios, baías e lagoas no “Mar de Xaraés”.
Embora a natureza seja a principal atração, a região do entorno
do Pantanal tem diversas atrações culturais. Às margens do
Rio Paraguai, situa-se Corumbá, com tradicionais construções
coloniais. Fonte: www.ms.gov.br.
“Após quatro meses de reuniões semanais, planos feitos, os
utensílios de pesca comprados e arrumados, a família, os amigos e os carros preparados, iniciamos o roteiro planejado no
dia 20 de agosto. Foi uma experiência inesquecível”, conta José
Renato Leite.
Segundo ele, os momentos mais marcantes foram a travessia
do Pantanal Sul pela Estrada Parque, a pesca no rio Paraguai e
o safári noturno na Fazenda San Francisco.
Natureza e gente
Maior planície alagada do planeta, cenário de grande biodiversidade, o Pantanal sul-mato-grossense combina, harmoniosa-
Natureza é um dos atrativos do destino escolhido pelo grupo
José Renato (quarto da esquerda para direita) e seus amigos percorreram cerca de 3.500 km em 13 dias , o Pantanal
foi o destino principal
09
S
ustentabilidade
Princípios que conduzem ao sucesso
A palavra ética é originada do grego ethos, que significa modo
de ser, caráter. Em Filosofia, ética significa o que é bom para o
indivíduo e para a sociedade.
A ética permeia todas as esferas da vida em sociedade: há a
ética profissional de várias categorias (médica, jurídica etc), a
pública, dentre outras. Como o mundo atual é composto de
organizações, também existem princípios éticos aplicáveis à
vida empresarial.
Os princípios éticos e responsabilidades da Cemig traduzem a
cultura da Empresa construída pela atuação de todos: empregados, gerentes, diretores e conselheiros. Os 11 princípios éticos e as responsabilidades estão formalizados na Declaração
de Princípios Éticos e Código de Conduta Profissional, que
orienta nossas decisões e escolhas diante de diversas situações do dia a dia.
Para o superintendente de Auditoria Interna (AI), Eduardo Ferreira, embora seja baseada na cultura organizacional, a questão
crucial e mais difícil relativa à adoção de um código de conduta
ética é a sua implantação. “Situações adversas, ambientes empresariais extremamente competitivos e a pressão do dia a dia
para o cumprimento de prazos e metas não podem ser utilizados como subterfúgio ao seu cumprimento. Para isso, os princípios éticos precisam estar internalizados por todos na Empresa,
de modo que não seja possível agir de outra maneira”, enfatiza.
Na Cemig, desde o lançamento da versão formal da Declaração de Princípios Éticos e Código de Conduta Profissional,
em 2004, todos os empregados foram comunicados de seu
conteúdo, por meio do recebimento de um exemplar do documento, disponível na Cemignet.
“É muito importante conhecermos e praticarmos os princípios
que há muito tempo vêm pautando as ações da Cemig, que
nos trouxeram ao patamar de qualidade e eficiência em que
hoje nos encontramos e que, certamente, nos levarão a alçar
voos maiores, com o reconhecimento de que a ética e os negócios não se opõem, mas um leva ao alcance dos melhores
resultados do outro”, enfatiza.
Ética faz parte da cultura da Companhia
10
Comissão de Ética
Para gerir o processo de implantação dos princípios éticos, a
Cemig possui a Comissão de Ética, constituída por representantes de diferentes áreas. Dentre suas atribuições, além de
orientar os empregados em relação à aplicação dos princípios
éticos, a Comissão, por meio do Canal de Denúncias, também
recebe e analisa denúncias relativas ao descumprimento do código de conduta.
Diretoria de Gestão Empresarial
alinhada ao Grupo Cemig
O
gestã
Com base nas iniciativas de crescimento da Cemig, a Diretoria de Gestão Empresarial (DGE) vem se preparando para
atuar de forma conjunta com todas as áreas da Empresa. Retrato disso é o fato de muitas áreas da Diretoria estarem voltadas para o atendimento a demandas das várias empresas
que compõem o Grupo.
Desde outubro passado, a Efap vendeu mais de
R$ 350 mil em treinamentos técnicos
Esse trabalho, dentre outros, refere-se à prestação de serviços
que as gerências e superintendências pertencentes à DGE realizam, cada uma de acordo com suas respectivas áreas de atuação. Assim, podemos descrever algumas das ações realizadas:
a Superintendência de Logística e Infraestrutura (LI), por exemplo, trabalha no provimento de soluções de serviços de logística e infraestrutura administrativa e na regularização de imóveis
para as empresas Gasmig, Cemig Telecom e Efficientia.
Dentre as iniciativas já realizadas pela Superintendência de Recursos Humanos (RH) estão o inventário periódico de saúde da
Sá Carvalho S.A, a pesquisa de clima da Efficientia, a gestão
sucessória da Gasmig, Indi e Efficientia, a coordenação de relações sindicais das subsidiárias e a aplicação de cursos técnicos
por meio da Escola de Formação e Aperfeiçoamento Profissional (Efap), localizada em Sete Lagoas, para as empresas do
Grupo Cemig, bem como para outras, nacionais e internacionais, inclusive com geração de receita.
Outra área que tem oferecido seus conhecimentos é a Superintendência de Tecnologia da Informação (TI). As soluções
envolvem disponibilidade de acesso à internet, hospedagem
de servidores e sites, correio eletrônico, dentre outros, para a
Gasmig, Indi, Forluz, Efficientia e Terna.
Diretoria presta serviços para várias empresas do Grupo Cemig
Segundo a gerente de Gestão de Sistemas e Métodos de Trabalho (GE/SM), Paula Carrara, esse trabalho de atendimento a
clientes consiste em um desafio de equilibrar alta especialização em cada uma das áreas de atuação da Diretoria ao fortalecimento do sentido integrado de excelência em gestão empresarial. “Com esse novo posicionamento, a Diretoria busca
obter ganhos de escala, bem como garantir unicidade em nossas diretrizes e em nossos padrões, com agilidade e competência e, sobretudo, com absorção de novas culturas e novos
processos”, afirma.
11
E
spaço família
Mãe da solidariedade
Ela nunca se casou, nem teve filhos, mas dedicou a vida inteira
a cuidar de pessoas. Noemi Macedo Gontijo, nascida em 28
de março de 1924, na cidade de Luz, interior de Minas Gerais,
fundou há 40 anos o Salão do Encontro, em Betim. Filha de
fazendeiros, a professora Noemi aprendeu com a mãe a trabalhar com a cerâmica, e mais tarde fez outros cursos voltados
para arte, sem jamais imaginar que um dia iria transmitir o seu
conhecimento para tanta gente.
Sua mãe contribuiu muito em sua formação, principalmente,
quando proporcionou a filha uma viagem para diversas partes
do mundo, o que a fez conhecer novas ideias. Com a ajuda de
um grande amigo, o Frei Stanislau Bartold, iniciou seu trabalho
no bairro Santa Lúcia, em Betim, sempre visando combater a
pobreza, por meio do amor à arte.
Depois de cinco anos o Frei Bartold teve que abandonar o trabalho e Dona Noemi se deparou com a dúvida de como continuar
sem ele. Foi então que ela resolveu ficar com “seus meninos”
e ver onde aquilo ia dar.
Sempre muito preocupada com os detalhes, ela fala que se
não for para fazer bem feito, o melhor era não fazer. “Gosto de
pensar longe, não gosto de ser limitada hora nenhuma”, acredita. O que Noemi sempre prega é um ambiente de qualidade
e beleza para as pessoas viverem. O valor está dentro de cada
um, basta que as pessoas enxerguem o quanto são capazes e
até onde podem chegar.
“O maior valor que o salão pode ter é proporcionar o crescimento e a formação de líderes”. O maior orgulho de sua funda-
Doação: Noemi fundou o Salão do Encontro há 40 anos
dora é de ver que cada um encontrou o seu potencial. Noemi
se enche de emoção ao ver meninos e meninas que acolheu
ainda pequenos, bem empregados, cada um dentro da área
que escolheu seguir.
Para ela, “ser mãe é uma doação total”. E foi exatamente isso
que fez todas essas quatro décadas, se dedicando integralmente na formação de cidadãos, prestando assistência a milhares
de pessoas desde o berçário até a vida adulta, e o melhor de
tudo, vendo sempre os frutos de toda a sua dedicação. O único
bem que ela quer deixar como herança é a percepção de que
dentro da sua obra tudo está em seu devido lugar, ou seja, ninguém precisa mudar nada.
Visite o Salão do Encontro
Rua João da Silva Santos, 34, Santa Lúcia, Betim.
Telefone: (31) 3532-5100.
Dona Noemi dedicou sua vida as crianças da instituição
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Av. Barbacena, 1.200 – 19º andar
31 3506 2052 Fax 3506 2039 / 3506 2023
Caixa Postal 992 | CEP 30123-970
Belo Horizonte – MG
Classificação: Público
Salão do Encontro
É uma entidade sem fins lucrativos, que neste ano completa 40
anos. O Salão do Encontro está sempre disseminando educação de qualidade, inserção social, sustentabilidade e economia
solidária na cidade de Betim. Atualmente, são cerca de 1.200
beneficiados pelos programas da instituição.
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