1
LASO
LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO E OTIMIZAÇÃO EMPRESARIAL
TEXTO PARA DISCUSSÃO - 02
Desafios relacionados com o Arranjo Produtivo Local de
Tecnologia da Informação de Fortaleza: Identificação de fatores
críticos para uma Governança Local voltada ao desenvolvimento
do setor
ALEXANDRE GOMES GALINDO
SAMUEL FAÇANHA CÂMARA
Este Texto para Discussão é parte integrante do
conteúdo do Projeto de Qualificação para a
Dissertação, referente ao Curso de Mestrado
Acadêmico de Administração da Universidade
Estadual do Ceará-UECE.
FORTALEZA – CEARÁ
DEZEMBRO DE 2007
2
LASO
LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO E OTIMIZAÇÃO EMPRESARIAL
TEXTO PARA DISCUSSÃO - 02
Desafios relacionados com o Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Fortaleza: Identificação
de fatores críticos para uma Governança Local voltada ao desenvolvimento do setor
ELABORAÇÃO
Alexandre Gomes Galindo
ORIENTAÇÃO
Samuel Façanha Câmara
COLABORAÇÃO INSTITUCIONAL
Instituto de Tecnologia da Informação do Ceará - INSOFT
Universidade Estadual do Ceará - UECE
Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FUNCAP
Fortaleza (CE), 05 de dezembro de 2007.
3
SUMÁRIO
Resumo................................................................................................................... 04
Lista de Figuras..................................................................................................... 05
Lista de Gráficos ................................................................................................... 06
Lista de Tabelas .................................................................................................... 07
Lista de Quadros................................................................................................... 08
1
Introdução ............................................................................................................. 10
2
O Setor de Tecnologia da Informação e seus Desafios ...................................... 12
3
Governança Local em Aglomerados Empresariais ........................................... 23
4
Aspectos Metodológicos........................................................................................ 36
5
Resultados.............................................................................................................. 43
5.1
Inferências sobre os desafios relacionados com o APL de TI de Fortaleza ........... 43
5.2
Interpretação dos Resultados .................................................................................. 65
6
Considerações Finais ............................................................................................ 76
Referências Bibliográficas ................................................................................... 84
Apêndices .............................................................................................................. 88
Apêndice 1 (Modelo da Ficha de Edição do Corpus para a Exploração)............... 89
Apêndice 2 (Fichas de Inventário da Análise de Conteúdo) .................................. 90
Apêndice 3 (Fichas de Classificação da Analise de Conteúdo-Identificação) .......115
Apêndice 4 (Fichas de Classificação da Analise de Conteúdo-Agrupamento) ......127
Apêndice 5 (Ficha-Gabarito de Codificação da Analise de Conteúdo)..................129
4
RESUMO
O fenômeno da aglomeração industrial incorpora em seu dinamismo fatores indutores de
mudança, crescimento e desenvolvimento regional, onde as empresas que se situam no
aglomerado se beneficiam das economias externas geradas e das vantagens oriundas das
atividades colaborativas realizadas com os diversos agentes locais. A identificação dos
desafios relacionados com o desenvolvimento de um arranjo produtivo local (APL),
possibilita um adequado alinhamento de esforços através de uma governança local focada na
busca de maiores níveis de integração, competitividade e sustentabilidade regional. O objetivo
deste trabalho é identificar os desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de
Tecnologia da Informação de Foraleza, através da analise dos conteúdos nos discursos
declarados pelas notícias divulgadas, entre os anos de 2002 a 2007, pelas seguintes
instituições: i) Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e
Internet do Ceará-ASSESPRO-CE; ii) Sindicato das Empresas de Informática,
Telecomunicações e Automação do Ceará-SEITAC; iii) Instituto de Tecnologia do CearáINSOFT, iv) Instituto Titan-Tecnologia, Informação, Telecomunicações e Automação do
Nordeste-TITAN e a v) Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará-SECITECE.
Através das evidências encontradas, foram identificados desafios, pressupostos interesses
subjacentes às instituições e apontadas alternativas de enfrentamento. A relevância do estudo
está na contribuição para o maior aprofundamento dos conhecimentos relativos ao setor de
Tecnologia da Informação de Fortaleza e na identificação de possíveis balizadores para a
elaboração e implementação de estratégias mais efetivas de governança local voltadas para o
desenvolvimento do setor.
Palavras - chave: Arranjos Produtivos Locais; Tecnologia da Informação; Governança
5
LISTA DE FIGURAS
FIGURA 1
Cadeia Produtiva de Eletroeletrônica
14
FIGURA 2
Cadeia Produtiva do Setor de Informática
15
FIGURA 3
Cadeia Produtiva da Industria da Informação
16
FIGURA 4
Cadeia Produtiva da Industria de Software
17
FIGURA 5
Vertentes do processo de desenvolvimento do APL
30
FIGURA 6
Modelo de mobilização social de APL através de uma abordagem
cooperativa
32
Processo de construção do Modelo de Alavancagem de APL’s
através de uma Governança Local baseada em uma abordagem
cooperativa.
33
FIGURA 8
Estrutura da Analise de Conteúdo
37
FIGURA 9
Fatores críticos de sucesso na dinâmica de desenvolvimento do APL
de TI de Fortaleza
65
Vínculos entre desafios e fatores críticos relacionados com o
desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza
66
Alicerce para o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza
fundamentado nas relações entre os Fatores Críticos de Sucesso
68
Direções Estratégicas de Governança Local para o Desenvolvimento
do APL de TI de Fortaleza
69
FIGURA 13
Ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza
71
FIGURA 14
Representação diagramática da estrutura de alavancagem do APL de
TI de Fortaleza através da mobilização de agentes locais
80
FIGURA 7
FIGURA 10
FIGURA 11
FIGURA 12
6
LISTA DE GRÁFICOS
GRÁFICO 1
Natureza dos recortes extraídos
42
GRÁFICO 2
Proporção das ocorrências dos desafios por instituição
46
GRÁFICO 3
Principais desafios vinculados aos PROJETOS do APL de TI de
Fortaleza
47
Principais desafios vinculados as ações desenvolvidas no APL de
TI de Fortaleza
49
Principais desafios considerados como alvos nos planejamentos
das instituições associativas no APL de TI de Fortaleza e da
Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará
50
Principais desafios considerados como balizadores das Políticas
das instituições associativas no APL de TI de Fortaleza e da
Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará
52
Principais desafios vinculados às sugestões realizadas para o
desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza
53
Principais desafios considerados como vetores para investimentos
no APL de TI de Fortaleza
54
Principais desafios debatidos entre agentes vinculados ao APL de
TI de Fortaleza
55
Principais desafios relacionados com as dificuldades inerentes ao
processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza
57
Principais desafios explicitamente assumidos nos conteúdos
analisados
58
Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados
pela Assespro/Seitac
60
Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados
pelo Insoft
61
Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados
pela Secitece
62
Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados
pelo Titan
63
GRÁFICO 4
GRÁFICO 5
GRÁFICO 6
GRÁFICO 7
GRÁFICO 8
GRÁFICO 9
GRÁFICO 10
GRÁFICO 11
GRÁFICO 12
GRÁFICO 13
GRÁFICO 14
GRÁFICO 15
7
LISTA DE TABELAS
TABELA 1
TABELA 2
TABELA 3
TABELA 4
TABELA 5
TABELA 6
TABELA 7
TABELA 8
TABELA 9
TABELA 10
TABELA 11
TABELA 12
TABELA 13
TABELA 14
TABELA 15
TABELA 16
TABELA 17
TABELA 18
TABELA 19
TABELA 20
TABELA 21
TABELA 22
TABELA 23
TABELA 24
TABELA 25
TABELA 26
TABELA 27
Características das Notícias disponíveis nos Sites
Características das Notícias disponíveis no Corpus
Tamanho das Notícias disponíveis no Corpus (número de palavras
por notícias)
Número de Extratos e Ocorrências dos Índices
Ocorrências dos desafios vinculados ao desenvolvimento do APL
de TI de Fortaleza
Ocorrências dos Grandes Desafios vinculados ao desenvolvimento
do APL de TI de Fortaleza
Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROJETOS
Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROJETOS
Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROGRAMAS
Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROGRAMAS
Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PLANOS
INSTITUCIONAIS
Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PLANOS
INSTITUCIONAIS
Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados às POLÍTICAS
Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às POLÍTICAS
Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos
INVESTIMENTOS
Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos
INVESTIMENTOS
Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às SUGESTÕES
Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados às PAUTAS
Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às PAUTAS
Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROBLEMAS
Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROBLEMAS
Freqüência Geral dos Desafios vinculados como DESAFIOS
EXPLÍCITOS
Freqüência dos Grandes Desafios vinculados como DESAFIOS
EXPLÍCITOS
Freqüência dos Desafios Vinculados ao ASSESPRO/SEITAC
Freqüência dos Desafios Vinculados ao INSOFT
Freqüência dos Desafios Vinculados a SECITECE
Freqüência dos Desafios Vinculados a TITAN
38
38
39
42
44
45
47
47
48
48
49
50
51
51
52
53
53
55
55
56
56
58
58
59
60
61
63
8
LISTA DE QUADROS
QUADRO 1
Problemas relacionados com o fomento da inovação tecnológica,
competitividade e exportações do setor eletroeletrônico
20
Recomendações de Políticas Públicas voltadas para o enfrentamento
dos desafios do Setor de TI
21
Exemplos de formas de ações conjuntas em aglomerações de
empresas
22
QUADRO 4
Categorias de governança segundo a localidade e esferas indutoras
23
QUADRO 5
Principais características de aglomerados em função do tipo de
governança
26
QUADRO 6
Exemplos de ações de políticas setoriais por objetivos e critérios
27
QUADRO 7
Características das entidades que compõem o modelo de
alavancagem de APL’s
32
QUADRO 8
Pressuposto norteador da analise do conteúdo e definição do Corpus
38
QUADRO 9
Avaliação da adequabilidade do Corpus através das regras de
constituição
39
QUADRO 2
QUADRO 3
QUADRO 10 Definição da unidade de registro e dos índices relacionados com a
análise de conteúdo
40
QUADRO 11 Critérios de categorização semântica da analise de conteúdo
40
QUADRO 12 Desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de
Fortaleza
43
QUADRO 13 Desafios mais citados em relação ao desenvolvimento do APL de TI
de Fortaleza
45
QUADRO 14 Principais interesses subjacentes às instituições analisadas
64
QUADRO 15 Alternativas de enfrentamento dos desafios relacionados com o APL
de TI de Fortaleza
69
QUADRO 16 Objetivos e esferas de impacto das ações indutoras de
desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza
72
9
QUADRO 17 Principais Stakeholders relacionados com as ações indutoras de
desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza
73
QUADRO 18 Desafios e ações complementares indutores de desenvolvimento do
APL de TI
76
QUADRO 19 Enquadramento das ações indutoras de desenvolvimento do APL de
TI segundo objetivos e critérios de consolidação setorial propostos
por Cassiolato, Lastres e Szapiro
77
QUADRO 20 Composição da Câmara de Tecnologia da Informação do Ceará
79
QUADRO 21 Principais vantagens e limitações relacionadas com o tipo de
ancoragem definida para a instalação da Câmara de TI do Ceará
(CTI).
81
10
1. Introdução
O fenômeno da aglomeração industrial incorpora em seu dinamismo fatores indutores de
mudança, crescimento e desenvolvimento regional sobre o aspecto econômico, político e
social. As empresas que se situam no aglomerado se beneficiam das economias externas
geradas pela concentração de agentes especializados na região, bem como das vantagens
provocadas pelas atividades colaborativas realizadas na localidade com os envolvidos no
setor.
Vale destacar que os Arranjos Produtivos Locais (APL), entendidos como fenômenos
dinâmicos, se transformam a cada momento, podendo atingir níveis diferenciados de
desenvolvimento.
O processo de coordenação das atividades colaborativas, com o propósito de consolidar
uma ambiência favorável à obtenção de vantagens competitivas sustentáveis, é considerado
como característica básica de uma governança local indutora de desenvolvimento regional.
Desta forma, torna-se relevante a identificação dos desafios relacionados com o processo de
desenvolvimento dos APL’s, visto que possibilita um adequado alinhamento de esforços dos
agentes envolvidos, na busca de enfrentarem e superarem os principais entraves que
dificultam o processo de transformação de um APL para níveis de maior integração,
competitividade e sustentabilidade.
Este estudo, de caráter exploratório, tem o objetivo de identificar os desafios
relacionados com o desenvolvimento do APL de Tecnologia da Informação (TI) de Fortaleza,
capital do Estado do Ceará, através da analise dos conteúdos existentes nos discursos
declarados pelas instituições representativas do setor. Desta forma, foram analisadas 575
notícias divulgadas, entre os anos de 2002 a 2007, nos Sites das seguintes instituições: i)
Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet do
Ceará-ASSESPRO-CE; ii) Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e
Automação do Ceará-SEITAC; iii) Instituto de Tecnologia do Ceará-INSOFT, iv) Instituto
Titan-Tecnologia, Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste-TITAN e a v)
Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará-SECITECE.
11
Os conteúdos dos discursos declarados pelas instituições foram analisados através do
método proposto por Bardin (1979), sendo possível identificar desafios, pressupor interesses
subjacentes e apontar alternativas de enfrentamento voltadas para a promoção do
desenvolvimento do APL.
A relevância da analise referente às evidências encontradas no estudo está no fato de que
as informações geradas, além de contribuírem para o maior aprofundamento sobre o setor de
TI de Fortaleza, servem de elementos balizadores para a elaboração e implementação de
estratégias mais efetivas de governança local voltada para o desenvolvimento regional.
Além desta parte introdutória, nas seções seguintes são apontados os aspectos
conceituais sobre o setor de TI e seus desafios, bem como sobre a importância da governança
local em aglomerados empresariais. Em seguinda, é detalhada a metodologia utilizada no
estudo e, logo após, são apresentados os resultados e analises das evidências identificadas. Por
fim, na última seção, são apresentadas as considerações finais e recomendações, através do
emparelhamento dos resultados com o referencial teórico utilizado no estudo, dentro da
perspectiva de enfrentamento dos desafios através de uma governança local fundamentada em
uma abordagem cooperativa entre os agentes do setor.
12
2. O Setor de Tecnologia da Informação e seus Desafios
Entendida como atividade de negócio, a Tecnologia da Informação representa um setor
que incorpora um conjunto extenso de agentes envolvidos no complexo mercado de software,
que abrange produtos e serviços de diversas naturezas. Sobre a perspectiva do modelo de
negócio o setor pode ser classificado como de produtos de software, de serviços ou de
software embarcados.
Os produtos podem ser classificados em infra-estrutura (sistemas operacionais,
gerenciadores de redes ou de armazenagem, dentre outros), ferramentas (linguagens de
programação, de modelagem de dados, dentre outros) ou aplicativos (Enterprise Resource
Pnning-ERP, Recursos Humanos, etc). Baseado no mercado de destino, os produtos podem
ser também classificados como horizontais, quando se aplicam a qualquer tipo de usuário, ou
verticais, quando são específicos para algum usuário ou atividade, bem como, de massa ou
corporativos. Ainda, sobre a forma de comercialização, os produtos podem ser denominados
de pacotes (produtos padronizados), customizados (adaptados para cada usuário) ou sob
encomenda (específicos para cada usuário).
Os serviços, denominados de outsourcing, são classificados como convencionais
(terceirização de uma atividade específica de Tecnologia da Informação) ou como Business
Process Outsourcing-BPO, (contrato com o propósito de uma organização externa fornecer
um processo ou função de negócio).
Já o software embarcado, representa aquele que não é tratado separadamente de um
produto específico ao qual está integrado, como por exemplo, o software contido nos
celulares ou vídeo games.
Deve-se estar atento para o fato de que o funcionamento do software está sempre
vinculado a vários elementos como hardware e pessoas. Esta característica inexoravelmente
torna os sistemas dependentes de componentes complementares, induzindo à formação de um
setor caracterizado por diversas redes de agentes envolvidos em complexas relações de
competição e cooperação, como fornecedores, clientes, concorrentes, associações/sindicatos,
agencias governamentais, dentre outros.
13
Desta forma, a descrição da cadeia produtiva, representativa da seqüência de atividades
envolvidas na captação de insumos, processamento e geração dos produtos finais
relacionados com o setor de Tecnologia da Informação, esbarra em duas dificuldades. A
primeira diz respeito à elevada diversidade característica deste setor, tanto no que se refere à
natureza dos produtos gerados, quanto aos tipos de serviços possíveis de serem prestados. Já
a segunda dificuldade, reside nas diversas denominações dadas ao setor, pois o mesmo com
freqüência é identificado como Setor de Eletroeletrônicos, Setor de Informática, Indústria da
Informação ou Indústria de Software.
Sob a perspectiva dos eletroeletrônicos, a cadeia produtiva compõe-se do encadeamento
dos insumos, subsistemas, produtos e bens finais, conforme sugere a Fundação CERTI
(2005). Enquadram-se nos Insumos os produtos da microeletrônica, os materiais elétricos
básicos e os componentes passivos, como por exemplo, condensadores, capacitores, circuitos
impressos, etc. Os Subsistemas são considerados insumos que já passaram por outros
processos de elaboração, podendo ser Eletromecanismos (como mecanismos de DVD,
gravadores, terminais, dentre outros), Projetos de Produtos (placas e circuitos) e/ou
Componentes Mecânicos (gabinetes e racks). O elo da cadeia denominado de Produto se
caracteriza pelos produtos de eletrônica, desenvolvimento de software e a produção de
hardware. Estes produtos podem ser incorporados a produtos mais complexos da cadeia ou
serem dirigidos aos consumidores finais. Convêm acrescentar que, segundo o modelo, alguns
setores são associados aos elos da cadeia, em especial a Indústria de Plástico e Borrachas, a
Indústria Metal Mecânica, a Indústria de Papel e Celulose e a Indústria Química, conforme se
pode observar na figura 1.
14
Figura 1- Cadeia Produtiva de Eletroeletrônica
Fonte: Fundação CERTI, 2005
Uma outra descrição de cadeia produtiva, representativa do Setor de Informática, é
apresentada pelo Programa de Apoio ao Crescimento Tecnológico em Informática do Estado
do Rio de Janeiro (Rio Conhecimento), criado em julho de 2003. De acordo com o modelo
desenvolvido, o fluxo produtivo perpassa pelos elos: i) de fabricação de componentes; ii)
fabricação de aplicativos e internet e iii) serviços de distribuição e representação com o
propósito de atender às demandas do mercado interno e externo. Os três elos da cadeia são
alimentados subsidiariamente pelas ações de pesquisa e capacitação, através da participação
ativa das Universidades, Escolas Técnicas e Governo, e são ancoradas pelos aspectos legais,
tributários, de financiamento e de concessão de fomentos através de bolsas, com participação
ativa do Governo e de investidores, conforme pode-se observar na figura 2.
15
Figura 2- Cadeia Produtiva do Setor de Informática
Fonte: Rio Conhecimento apud Lócio, 2004. p.32.
Já, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial-SENAI e o Serviço Brasileiro de
Apoio às Micro e Pequenas Empresas-SEBRAE, tendem a denominar o setor como Indústria
da Informação, cuja descrição da cadeia produtiva, apresentada pelo Sindicato das Industrias
da Informação do Distrito Federal (2003), envolve várias dimensões e sua representação é
adotada como referencia na concepção do Arranjo Produtivo Local do Distrito Federal
(CADEIA PRODUTIVA DA INDÚSTRIA DA INFORMAÇÃO, 2007).
Em pleno estágio de franco desenvolvimento e considerado de fundamental importância
sócio-econômica, a cadeia produtiva da indústria da informação engloba seis dimensões
integradas com o propósito de disponibilizar produtos e serviços ao usuário final. A
Dimensão Nuclear da cadeia diz respeito ao Ambiente Tecnológico que engloba as áreas de
software, hardware e desenvolvimento, amparada pela Dimensão do Conhecimento, através
dos centros tecnológicos e das instituições de formação educacional. As Dimensões de InfraEstrutura, Telecomunicações e Serviços Operacionais se relacionam entre si, e com o núcleo
da cadeia, como geradores de insumos e viabilizadores da oferta de produtos e serviços para
a Dimensão Comercial ou para os próprios usuários finais (FIGURA 3).
16
Figura 3- Cadeia Produtiva da Industria da Informação
Fonte: Governo do Distrito Federal
Lócio (2004), ao analisar o setor como Industria de Software, apresenta a cadeia
produtiva como fruto da conexão de cinco blocos de atividades distintas. Enquanto os dois
primeiros blocos referem-se ao Cliente/Mercado e ao Apoio Institucional, os outros três
correspondem a fase produtiva, sendo estas denominadas de Insumos, Produto e Distribuição.
De acordo com o autor, o primeiro aspecto indutor da produção refere-se ao
estabelecimento das demandas oriundas dos Clientes/Mercados, representados por empresas,
instituições de ensino, governo, indústrias e pelas próprias pessoas físicas, influenciando
direta ou indiretamente as três fases produtivas da cadeia. O apoio institucional atua como
alicerce estrutural da cadeia, através dos financiamentos, das ações governamentais e da
terceirização de serviços considerados de apoio ao setor, como administração, marketing,
contabilidade, etc. Na perspectiva do processo produtivo do modelo, os insumos
correspondem aos requisitos materiais, técnicos e Institucionais necessários para a confecção
do software. O produto corresponde ao elo da cadeia representativo do processo de
desenvolvimento do software, passando desde sua formatação em estado semi-acabado, até a
17
consolidação do produto final. Já a distribuição, corresponde ao conjunto de processos e
Fonte: Lócio, 2004
Figura 4- Cadeia Produtiva da Industria de Software
canais voltados para propiciar o acesso do produto/serviço ao cliente final (FIGURA 4).
18
Dentro da perspectiva global, em que as relações econômicas e sociais se configuram
sobre o paradigma da tecnologia da informação, Werthein (2000) alerta sobre a existência de
vários desafios éticos, sociais, econômicos e educacionais que requerem enfrentamento dos
países, em especial sobre a forma de compromisso político, com o propósito de minimizar as
desigualdades no acesso à informação, provocadas pelos impactos do crescimento e
desenvolvimento do setor.
Sobre a esfera da ética, o referido autor aponta, dentre outros, para o cuidado que se deve
ter nos: i) processos de perda da qualificação e conseqüente desemprego, associada à
automação, ii) processos de transformação das comunicações interpessoal e grupal e iii) nas
questões relacionadas com as transformações das identidades, associadas à profunda indução
provocada pela crescente e complexa mudança tecnológica.
No aspecto social, destaca-se a atenção que deve ser dada com os efeitos da tecnologia da
informação nas dinâmicas da sociedade, principalmente no que se refere ao desemprego
tecnológico e desqualificação do trabalho, devendo-se para tal, implementar constantemente
ações voltadas para analise e reestruturação sistêmica do emprego e para requalificação de
trabalhadores. Ainda sobre este aspecto, em países populosos e com baixos níveis de renda
per capta, deve-se estar atento ao enfrentamento de desafios específicos como a alta taxa de
analfabetismo adulto e o baixo acesso à educação formal avançada e à tecnologia da
informação, tanto convencional, quanto moderna.
Os desafios econômicos giram em torno principalmente das necessidades de
investimentos nas novas tecnologias, e de seus usos, buscando a elevação das capacidades
tecnológicas locais e no desenvolvimento das instituições políticas, culturais, econômicas e
sociais. Outro ponto de destaque está relacionado com a necessidade de se estabelecer um
equilíbrio entre as metas de exportação de produtos/serviços de maior valor tecnológico
agregado, ao mesmo tempo em que se amplia à adoção local das novas tecnologias. Frente às
forças dos processos de exclusão, as ações fundamentais recaem na necessidade de
investimentos voltados para a promoção do acesso universal tanto à infra-estrutura, quanto
aos serviços de informação a preços acessíveis.
No campo da educação, torna-se essencial a identificação do papel da informática e
telemática no desenvolvimento educacional, bem como das formas de utilização voltadas
para facilitar uma efetiva aceleração do processo ensino-aprendizagem, processo esse
19
fundamentado em uma pedagogia de educação para todos, ao longo da vida, com qualidade e
garantia de diversidade.
Ao abordar o papel do Estado Brasileiro na consolidação de uma sociedade
fundamentada no paradigma da tecnologia da informação, Ferreira (2003) aponta para
existência de três desafios fundamentais. O primeiro é representado pelo analfabetismo, o
segundo pela necessidade de capacitação dos recursos humanos da burocracia do Estado e o
terceiro pela dificuldade do cidadão comum ao acesso às tecnologias da informação. Para o
analfabetismo, a implementação de programas de alfabetização e a preparação docente são
apresentadas pelo autor como dois caminhos de enfrentamento. Sobre a capacitação de
recursos humanos, as alternativas de intervenção do Estado recaem na implementação de
programas de capacitação dos servidores públicos, no uso das escolas púbicas de governo e
na busca de parcerias com instituições formadoras de profissionais. Já, para a democratização
da informática atingir o maior número possível de cidadãos, as ações devem atingir tanto as
esferas escolar, quanto não escolar através de investimentos voltados para as unidades de
ensino e para construção de unidades efetivas de informação públicas, distribuídas em pontos
estratégicos das cidades.
Sobre a perspectiva das empresas, além de alertarem para o fato de que a retenção de
empregados, o uso de programas de incentivos e a implementação de processos de controle e
gerenciamento de produtos são fatores críticos para a sobrevivência das empresas de TI,
Wiegel et al (2005), afirmam que as empresas líderes do setor eletroeletrônico possuem as
seguintes características comuns: i) elevados investimentos em P&D; ii) pessoal empregado
com elevado nível de qualificação; iii) ciclos curtos de vida de produtos e processos e iv)
intensas relações produto-usuário ou contratante-contratado. Os referidos autores, ao
realizarem um diagnóstico das dificuldades e carências do setor apresentaram vários
problemas, indutores de desafios, relacionados com o fomento da inovação tecnológica, da
competitividade e das exportações no tecido empresarial brasileiro. Estes problemas foram
agrupados em três dimensões representativas, respectivamente, das Pequenas e Médias
Empresas, dos Centros Tecnológicos e dos Processos Administrativos, conforme quadro 1.
20
QUADRO 1- Problemas relacionados com o fomento da inovação tecnológica, competitividade e
exportações do setor eletroeletrônico
DIMENSÕES
PROBLEMAS INDUTORES DE DESAFIOS
Desconhecimento de onde e como obter apoio tecnológico.
Freqüente incapacidade de dialogar, tecnicamente, com os provedores de serviços tecnológicos.
Custo dos serviços providos (preços elevados).
Prazos de execução incompatíveis com as exigências produtivas e econômicas da empresa.
Insuficiente oferta de graduados (ensino superior) com preparação para rapidamente se tornarem produtivos na
empresa.
6. Limitado nível educacional dos gestores.
7. Ausência de espírito cooperativo interempresas.
8. Posicionamento passivo no mercado e ausência de estratégia empresarial.
9. Insensibilidade da gestão empresarial à crescente importância da globalização dos mercados.
10. Baixo poder de compra de vasta proporção da população (incentivo à baixa qualidade da produção, isto é,
concorrência exclusivamente em preço).
11. Custo do dinheiro (taxas de juros) muito elevado.
12. Períodos caracterizados por taxas de câmbio fortemente adversas, em matéria de importações.
13. Uma estrutura fiscal nacional (alíquotas) favorecedora da montagem de componentes importados em detrimento da
manufatura local.
14. Quase inexistente uso, por parte do governo, do mecanismo das compras públicas como instrumento indutor do
desenvolvimento nacional de tecnologias.
1. Carências nos domínios de garantia da qualidade, certificação e credenciamento.
2. Níveis insuficientes ou inadequados de capacitação de parte do pessoal técnico auxiliar.
3. Capacidade insuficiente para responder, com rapidez, à demanda em determinados tipos de atividades (normalmente
rotineiras).
4. Dotação insuficiente em equipamentos, por vezes até para testes críticos (por exemplo: ensaio de envelhecimento de
plásticos e de componentes eletrônicos).
5. Escassa demanda empresarial (ou outra) para serviços tecnológicos avançados.
6. Carência de equipamento necessário para a realização de ensaios e testes muito especializados.
7. Insuficiente back-up científico-tecnológico em domínios de média a elevada complexidade técnica e processual.
8. Desconhecimento das necessidades (qualitativas e quantitativas) da demanda potencial.
9. Ausência de sentido comercial e de marketing.
10. Ausência de estratégia de especialização e de mercado.
11. Gestão insuficientemente profissionalizada.
12. Fluxo irregular de financiamento, nas unidades pertencentes ao setor público.
1. Inexperiência no efetivo acompanhamento de execução e na determinação dos benefícios perduráveis dos projetos.
2. Inabilidade para a identificação das conseqüências indiretas de específicas provisões dos mecanismos de financiamento.
3. Incapacidade de efetiva avaliação do mérito de novos projetos apresentados “não usuais” como, por exemplo, das
propostas notoriamente inovadoras provenientes de grupos de pesquisa ainda não consolidados.
4. Segmentação interinstitucional e conseqüentes deficiências de comunicação e partilha de informação entre entidades
desenvolvendo atividades de financiamento afins.
5. Operação pulverizada de fundos e conseqüentes incoerências em critérios de elegibilidade e condições de aplicação (por
exemplo, inviabilizadoras de financiamentos simultâneos, mas de origem diferenciada, de parceiros consorciados).
1.
2.
3.
4.
5.
Pequenas e
Médias
Empresas
Centros
Tecnológicos
Administração
Fonte: Wiegel et al (2005)
Ao analisar os principais desafios do setor de TI no Brasil, denominado no estudo de
Industria de Software, Kubota (2006) aponta para cinco grandes dificuldades que devem ser
enfrentadas pelos agentes envolvidos no setor. Enquanto a primeira diz respeito ao baixo
nível de internacionalização das empresas brasileiras, a segunda está relacionada com a
dificuldade, no mercado interno, de obtenção de recursos para novos investimentos e capital
de giro. Esta situação é fortemente vinculada à terceira dificuldade, que está no fato dos
bancos serem extremamente reticentes quanto a emprestar dinheiro para empresas de
sofware.
21
A quarta dificuldade, também apontada para ser analisada e enfrentada com profundidade
pelo setor de TI, refere-se ao pouco desenvolvimento do mercado de Venture Capital, em
função dos elevados custos do mercado de ações no Brasil, inexistindo praticamente a figura
dos investidores que financiam as firmas brasileiras de base tecnológica em seus primeiros
passos, denominados de angels. Já a quinta dificuldade, é representada pelo virtual
monopólio no mercado de determinadas certificações de software, muito importantes para a
penetração no mercado internacional e para a realização de compras governamentais,
elevando ainda mais os custos.
O referido autor, ainda apresenta alternativas de políticas públicas voltadas para o
mercado de crédito, certificação, processo de internacionalização, enfrentamento da pirataria
e recursos humanos, vinculados com a dinâmica do setor, conforme quadro 2.
QUADRO 2- Recomendações de Políticas Públicas voltadas para o enfrentamento dos
desafios do Setor de TI
DIMENSÕES
Crédito
Certificação
Internacionalização
Pirataria
Recursos Humanos
1.
2.
3.
1.
2.
3.
1.
2.
3.
4.
5.
1.
2.
1.
2.
3.
DESCRIÇÃO DAS ALTERNATIVAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS
Programas voltados para empresas inovadoras sem garantias reais.
Criação de um Sistema Nacional de Garantias.
Venture Capital Governamental.
Incentivo às empresas para realizarem a certificação Brasileira (MPS-Br).
Facilitação ao acesso a financiamentos para a obtenção de certificações internacionais.
Contribuição para o surgimento de novas empresas certificadoras no Brasil.
Realização de parcerias estratégicas voltadas para o mercado internacional.
Implementação de programas de intercâmbio no exterior com programadores.
Ações que melhorem o nível de fluência em inglês dos programadores e empresários do setor.
Implementação de ações conjuntas de mudança de imagem do Brasil-Exportador.
Concretização de ações e medidas de atração de empresas transnacionais de software para o
Brasil.
Uso do Poder do Estado para garantir os incentivos e direitos dos desenvolvedores de software.
Uso de medidas que evitem a exclusão do Brasil no Sistema Geral de Preferência pelos EUA.
(Médio/Longo Prazos) Melhoria da Formação média dos alunos em Inglês e Matemática.
(Curto Prazo) Qualificação de Profissionais Brasileiros em Inglês e em tecnologias emergentes.
Investimentos na formação de consultores de comércio exterior especializados em produtos e
serviços de base tecnológica.
Fonte: Kubota (2006)
Sob a perspectiva da região nordeste, em especial no Ceará, a esfera empresarial, através
do Instituto Titan-Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste;
do Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará e da
Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet do
Ceará (2006; 2007), destaca dois grandes desafios gerais a serem enfrentados para o
desenvolvimento do setor no Estado. São eles: i) aumento da produtividade a partir de
investimentos em tecnologia e ii) criação de marco regulatório capaz de proporcionar
22
condições mínimas de crescimento do setor, atração de investimentos e proteção das
empresas existentes e de seus patrimônios intelectuais e tangíveis. Para enfrentamento destes
desafios, foram eleitos oito vetores de desenvolvimento a saber: i) Recursos humanos; ii)
política de compras governamentais; iii) política tributária; iv) pesquisa e desenvolvimento,
v) infra-estrutura; vi) financiamento; vii) mercado interno e externo e viii) marca e imagem.
Dentre as iniciativas de maior destaque apontadas como imprescindíveis, pela esfera
empresarial, ressaltam-se os esforços para: i)criação de um núcleo do Pólo Tecnológico de
desenvolvimento da industria da informação (denominado de Titan Park, no Município de
Euzébio); ii) consolidação do Centro de Pesquisa em Tecnologia da Informação do Ceará
(denominado de Instituto de Tecnologia da Informação-Insoft, em parceria com o Centro de
Pesquisa Renato Acher-CenPRA) e iii) criação de uma instituição de formação de recursos
humanos em Tecnologia da Informação dentro de uma concepção denominada de
Universidade do Trabalho Digital.
Por mais que os referidos desafios e alternativas de enfrentamento tenham sido propostas
pelo setor produtivo, as referidas instituições representativas das empresas de Tecnologia da
Informação do Ceará, reforçam a necessidade de sinergia entre os diversos atores
econômicos, políticos e sociais envolvidos para a melhoria das condições locais, em especial
do governo, academia e empresas.
Desta forma, vale destacar que a identificação dos diversos desafios relacionados com o
setor de TI proporciona aos agentes envolvidos condições de implementarem, de forma
isolada ou conjuntamente, estratégias efetivas de enfrentamento, voltadas tanto para a
conquista de vantagens competitivas, quanto para o fortalecimento do setor e conseqüente
promoção do desenvolvimento local sustentado.
23
3. Governança Local em Aglomerados Empresariais
O fenômeno da aglomeração industrial incorpora em sua dinâmica elementos que atuam
como indutores de mudança, crescimento e desenvolvimento regional, tanto sobre o aspecto
econômico, como político e social. No que se referem às empresas que fazem parte destes
aglomerados, suas vantagens competitivas são oriundas das economias externas à firma,
provocadas pela concentração de agentes especializados e/ou das ações conjuntas que podem
ser estabelecidas com os diversos agentes locais (GARCIA; MOTTA; AMATO NETO,
2004).
A execução de ações conjuntas está relacionada com a natureza dos agentes envolvidos e
dos projetos pelos quais os interesses comuns se convergem, podendo ser influenciada por
grandes empresas locais, por um conjunto de empresas de menor porte ou por outros agentes
e organismos da região. Consequentemente, as formas de cooperação podem ser realizadas
de diversas maneiras, sendo enquadradas por Schmitz (1997) em duas dimensões. A primeira
diz respeito ao tipo de relação entre as empresas, podendo ser bilateral (quando
individualmente compartilham equipamentos ou desenvolvem um produto novo) ou
multilateral (quando grupos de várias empresas juntam as forças em associações empresariais
ou consórcios). A segunda dimensão das cooperações está relacionada com a natureza das
empresas envolvidas, podendo ser considerada cooperação horizontal (entre competidores) e
cooperação vertical (entre empresas que integram elos diferentes da cadeia produtiva),
conforme se verifica no quadro 3.
QUADRO 3- Exemplos de formas de ações conjuntas em aglomerações de empresas
HORIZONTAIS
VERTICAIS
BILATERAIS
Compartilhamento
de Equipamentos
Empresas Produtoras e usuárias em programas
de melhoria de componentes.
MULTILATERAIS
Associações e Consórcios
Empresariais
Alianças ao longo
da cadeia produtiva
Fonte: Schmitz (1997)
As cooperações bilaterais-verticais ocorrem quando empresas de diversos elos da cadeia
produtiva, cujos interesses são comuns, realizam parcerias para atingir objetivos específicos,
sendo típicas de aglomerados onde grandes empresas coordenam as atividades de seus
produtores de pequeno e médio porte. Já a cooperação bilateral-horizontal ocorre quando
empresas concorrentes se coordenam para desenvolver um trabalho específico em conjunto,
24
sendo típica de um ambiente onde se verifica: i) fortes relações de confiança entre as
empresas; ii) objetivos da cooperação claramente definidos e iii) definição clara da repartição
dos resultados oriundos da cooperação.
Enquanto as formas de cooperação multilateral-horizontal ocorrem quando organismos
públicos, ou privados locais, coordenam projetos setoriais que envolvem a participação de
empresas concorrentes, as cooperações multilaterais-verticais ocorrem entre instituições e
empresas que pertencem a cadeias produtivas diferentes, mas que possuem relações de troca
em função das complementaridades de seus interesses.
Conforme ratificam Motta e Hansen (2003), o incremento de competitividade dos
aglomerados através das ações coletivas, manifestadas em sua maioria através de processos
formais, depende de agentes que planejem, executem e coordenem estas ações.
Consequentemente, se estes agentes não forem capazes de estabelecer mecanismos que
estimulem a realização de tarefas compartilhadas entre si, as empresas estarão aproveitando
apenas parte dos benefícios da aglomeração.
Para Humphrey e Schmitz (2000), o termo governança designa o processo de
coordenação dos atores envolvidos em determinado setor econômico, nas esferas pública e
privada e nos níveis local e global, podendo se manifestar em diversas categorias, conforme
apresentado no quadro 4.
QUADRO 4- Categorias de governança segundo a localidade e esferas indutoras
NÍVEL LOCAL
GOVERNANÇA
PRIVADA
Associações Empresariais Locais.
Aglomerações Hub-and-Spoke *
GOVERNANÇA
PÚBLICA
Instituições Governamentais Locais e
Regionais.
GOVERNANÇA
HÍBRIDA
Políticas Locais e Regionais de
Relacionamento.
NÍVEL GLOBAL
Cadeias Produtivas dirigidas pelos
Compradores.
Cadeias Produtivas dirigidas pelos Produtores.
Regras da Organização Internacional do
Comércio (WTO).
Regras Nacionais e Supranacionais.
Padrões Internacionais.
Organizações Não-Governamentias
Internacionais.
Fonte: Humphrey e Schmitz (2000)
Nota: (*) Aglomerações “Centro-Radiais” caracterizadas por um Sistema Produtivo Local articulado em torno de
uma grande empresa local coordenadora da cadeia (MARKUSSEN,1995. p21)
Sobre a perspectiva da governança local, as ações coordenadas pelo setor público tendem
a ser caracterizadas por políticas de fomento ao desenvolvimento e à competitividade das
empresas locais, através de ações voltadas ao apoio e prestação de serviços ao setor
25
produtivo, como centros de treinamento de mão-de-obra, centros de prestação de serviços
tecnológicos e agencias governamentais de desenvolvimento.
No caso da governança local privada, as iniciativas são desenvolvidas pelas associações
empresariais e agências privadas locais de desenvolvimento, por meio de ações de fomento à
competitividade e de promoção do conjunto das empresas, através da provisão de infraestruturas e serviços aos produtores, criação de programas de treinamento, criação de
agências provedoras de informações tecnológicas e de mercado e programas de
sensibilização sobre a importância da cooperação.
Vale destacar que na maioria das vezes, observam-se formas híbridas de governança,
onde as ações locais são coordenadas ao mesmo tempo pelos setores púbicos e privados, de
tal forma que a organização produtiva comandada pelos entes privados recebe apoio do setor
público e as iniciativas das esferas púbicas são efetivadas em alinhamento com as
capacidades e demandas das entidades privadas.
Para Suzigan, Garcia e Furtado (2002), a governança local é influenciada pela estrutura
de produção, aglomeração territorial, organização industrial, inserção no mercado, densidade
institucional e pelo tecido social existente, sendo na maioria das vezes híbrida. Segundo as
evidências obtidas em seus estudos, relacionados com as formas de coordenação dos sistemas
de micros, pequenas e médias empresas em aglomerados industriais, as cadeias produtivas
comandadas pelos compradores tendem a dificultar o desenvolvimento local e as formas
conjugadas de governança local pública/privada são muito importantes para o sucesso dos
aglomerados que não são rigidamente subordinados às cadeias globais de produção.
De acordo com os autores, as políticas para a indução dos processos de aprendizado
coletivo nas aglomerações empresariais, com o propósito de fomentar o desenvolvimento
local, devem ser implementadas buscando estimular:
1- contratação de agentes coordenadores que articulem as ações e interações de empresas e
instituições locais e funcionem como mediadores das relações dessas empresas e
instituições com o meio externo, especialmente instituições governamentais e agentes
financeiros;
26
2- criação de novas empresas como desmembramentos (spin-offs) das empresas e
instituições de pesquisa locais;
3- intensificação de atividades internas de P&D das empresas visando à realização de
projetos completos de desenvolvimento de produtos, incluindo design, concepção,
desenvolvimento, protótipos, adequação das linhas de produção e comercialização;
4- constituição ou reforço de centros coletivos, tecnológicos e de formação de recursos
humanos, capacitados para oferecer cursos profissionalizantes nas áreas de interesse do
setor, serviços tecnológicos, testes de produtos e outros serviços;
5- suprimento de serviços empresariais especializados intensivos em conhecimento tais
como pesquisas de mercados, tendências de moda, sistemas de automação (especialmente
para design, modelagem de produtos, manufatura e comercialização), desenvolvimento
de software específicos, implantação de códigos de barras e outros;
6- implantação de programas de gestão empresarial e de qualidade, incluindo qualificação e
capacitação de fornecedores, introdução de padrões e normas técnicas e certificações;
7- utilização dos instrumentos legais de proteção à inovação, e
8- criação de sistemas de informação que permitam às empresas e instituições locais o
acesso a conhecimentos específicos às atividades locais, sejam de natureza tecnológica,
software, mercados, tendências e outras, sejam legislações, linhas de financiamento,
bancos de dados e eventos e publicações nacionais e internacionais da área.
Para Cassiolato, Lastres e Szapiro (2000), o conceito de governaça deve partir da idéia
geral do estabelecimento de práticas democráticas locais, através da intervenção e
participação das diferentes categorias de atores nos processos de decisões locais, havendo
consequentemente diferentes tipos de configurações condicionadas pelas formas de
coordenação e pelas características das lideranças exercidas pelos agentes.
Em função destes fatores, são apresentadas quatro situações diferenciadas de
aglomerações induzidas por diferentes tipos de governança. A primeira é quando grandes
empresas funcionam como “âncoras” na economia regional com fornecedores e provedores
de serviços. Neste caso, as grandes empresas “âncoras” firmam importantes relações técnicas e
econômicas com fornecedores locais, concretizando um forte vínculo de cooperação, estimulando
o desenvolvimento de capacitações e estabelecendo uma competitividade sistêmica.
A segunda situação refere-se ao modelo denominado por Markussen (1995) por “plataforma
Industrial Satélite”, o qual diz respeito às plantas industriais de empresas cuja sede se localiza fora
27
do arranjo. Estas configurações são encontradas frequentemente onde a localização de tais
subsidiárias é induzida por políticas nacionais e/ou regionais de incentivos com o objetivo de
estimular o desenvolvimento local. Neste caso, as decisões sobre investimento são tomadas fora
do âmbito da aglomeração e as empresas do tipo “plataforma satélite” podem ficar espacialmente
independentes das operações para frente e para trás da cadeia produtiva.
A terceira e quarta situações referem-se às aglomerações de pequenas e médias empresas
(PME’s) sem governança local definida, onde a diferença está apenas na maneira pelas quais
as referidas empresas surgem. No primeiro caso as PME’s locais surgem a partir da existência,
na localidade, de instituições científico-tecnológicas, sendo comum nas áreas de alta tecnologia
como informática, biotecnologia, telecomunicações, etc. Nesta situação os programas de
incubadoras e outros de estímulo público ao surgimento de novas empresas tornam-se
instrumentos que são frequentemente utilizados. Já, no segundo caso, encontram-se todas as
outras situações possíveis onde os aglomerados de PMEs existem sem haver, na localidade,
grandes empresas responsáveis pela governança (QUADRO 5).
QUADRO 5- Principais características de aglomerados em função do tipo de governança
TIPOS DE
GOVERNANÇA
Características
Economias de
Escala
Nível de atividade
das empresas
locais
Comércio Intraaglomerado
InvestimentosChave
Cooperação
produtor-usuário
AGLOMERAÇÕES COM GOVERNANÇA
LOCAL DE GRANDES EMPRESAS
Aglomerações
Aglomerações
Controladas por
Controladas por
Grandes Empresas
Grandes Empresas
tipo Plataforma
com Sede Local
Industrial Satélite
AGLOMERAÇÕES SEM GOVERNANÇA
LOCAL DEFINIDA
Aglomerações de
PME’s sem
Governança Local
Aglomerações de
PME’s surgidas a
partir da infraestrutura de C&T
Altas
Altas
Baixas
Altas
Baixo (exceto
serviços)
Baixo a moderado
Alto
Baixas ou nenhuma
Entre grande firma e
fornecedores
Mínimo
Altamente
desenvolvido
Decisão local
Decisão Externa
Decisão local
Alta entre instituições
e fornecedores
No governo local ou
externa ao aglomerado
Baixa, podendo
crescer
significativamente
Praticamente nula
Importante
Baixa
Baixa
Alta com instituições
Longo prazo
Curto prazo
Internas ao
aglomerado
Externas
Boas
Depende das
instituições
governamentais
Importante
Fraco na promoção
Alta em infraestrutura
Cooperação com
Alta com empresa
Alta
firmas externas
matriz
ao Arranjo
Regulação das
Longo prazo
Curto prazo
Relações
Fontes de
Empresa grande
Externas
Financiamento
Possibilidades de
Ameaçada pela
Depende da grande
relocalização das
crescimento ao
empresa
atividades
longo prazo
Papel do Governo
Importante
Importante
Local
Fonte: Adaptado de Cassiolato, Lastres e Szapiro (2000)
28
Enquanto nos dois primeiros casos a transformação dos Arranjos Produtivos Locais
(APL’s) em sistemas mais complexos e desenvolvidos poderá se dar a partir da indução por via
de políticas públicas corretamente direcionadas e efetivas, nos dois últimos casos as
possibilidades de transformações recaem na busca de uma efetiva governança local.
Fundamentado nesta expectativa de transformação, crescimento e desenvolvimento dos
arranjos produtivos, os referidos autores sugerem ações de políticas para o fortalecimento setorial
através de quatro objetivos que devem ser alcançados através dos critérios de neutralidade das
iniciativas (de tal forma que todas as firmas do arranjo possam ser beneficiadas), de reciprocidade
(visando agrupar firmas de forma complementar ao longo da cadeia) e de efeito-demonstração
(através de projetos-pilotos de sucesso), conforme apresentado no quadro 6.
QUADRO 6- Exemplos de ações de políticas setoriais por objetivos e critérios
Critérios
Objetivos
NEUTRALIDADE
• Centros de Informação.
• Centros de Certificação de
Qualidade.
Revolucionar e
estimular o
• Escolas Técnicas.
ambiente
• Políticas de Inclusão Social.
• Políticas voltadas ao Capital
Social.
Ampliar
Economias de
• Consórcios.
Escala
• Marcas de Qualidade.
Coletivas e/ou
• Comércio Comum.
Superar
Gargalos
• Financiamento à Infraestrutura
logística.
Fortalecer as
Economias
• Financiamento à Infraestrutura
Externas
de Telecom, Energia,
Transporte, etc.
Fortalecer as
Sinergias do
Aglomerado
• Novas Instituições/Organizações
voltadas à cooperação.
RECIPROCIDADE
CRIAÇÃO DE EXEMPLOS
• Políticas de Inclusão Social.
• Políticas voltadas ao Capital
Social.
• Pilotos de Introdução de
Tecnologias Inovadoras.
• Redes.
• Iniciativas de Cooperação.
• Pilotos de Cooperação.
--------
--------
• Joint-ventures para atividades
complementares.
• Novas Instituições/Organizações
voltadas à cooperação.
• Atração de investimentos
complementares.
• Novas Instituições/Organizações
voltadas à cooperação.
• Incubadoras.
Fonte: Adaptado de Cassiolato, Lastres e Szapiro (2000)
Para Woitchunas e Sausen (2005), o desenvolvimento territorial se fundamenta nas
influências oriundas dos seus próprios agentes e a indução do desenvolvimento local através da
consolidação de redes de empresas possui uma relação positiva, gerando os seguintes benefícios:
i) maior utilização de estratégias; ii) crescimento das empresas e iii) geração de empregos.
Entretanto, os referidos autores alertam para o fato de que a interferência das empresas no
gerenciamento da rede é prejudicial quando falta controle, planejamento e informações.
29
Cândido (2002), ao fazer uma revisão bibliográfica sobre o papel do Estado na geração de
vantagens competitivas, através da formação de redes interorganizacionais, destaca que o Estado
deve ser um elemento ativo na coordenação do desenvolvimento industrial, através de uma
intervenção indireta, focada na formação prévia de pessoal, nos eventuais subsídios, na
organização eventual de uma cooperação entre centros de pesquisa, escolas e empresas e no
estimulo da concorrência no plano interno, devendo evitar a regulação exagerada, se
responsabilizando por áreas onde o setor produtivo não for capaz de se desenvolver e assegurando
uma educação de boa qualidade. Sobre a mesma questão, Carvalho (2005) afirma:
“O Governo em suas várias esferas deve fornecer cidadãos educados e
infraestrutura de alta qualidade. Mas surge neste contexto um papel importante do
Governo: o de legislador, tanto no que concerne às regras de competição (leis de
proteção a propriedade intelectual, anti-truste,etc..) como na definição da política
industrial para o incentivo a formação e crescimento dos clusters, (isenções,
incentivos fiscais, etc..). Cabe ressaltar o papel de financiamento, através de suas
agências e bancos.” (CARVALHO, 2005. p. 45)
Do ponto de vista da gestão da informação, Aun, Carvalho e Kroeff (2005) argumentam que
a inovação e o aprendizado interativos possivelmente são as mais importantes forças dos APL’s,
devendo a governança local não deixar de incorporar em sua dinâmica os estímulos aos processos
de aprendizado e aos processos de capacitação produtiva, criando ambientes coletivos de trocas de
informações, conhecimentos e aprendizados. Sobre este aspecto, Johnson e Lundvall (2005)
alertam para o fato de que as instituições promotoras de educação e treinamento devem se
preocupar também com a aprendizagem das pessoas ao longo da vida e que as políticas
mediadoras devem ser focadas em conhecimentos relativos aos setores produtivos em questão e às
capacidades técnicas de resolução dos seus conflitos.
A lógica espacial do atual paradigma técno-econômico, se fundamenta, segundo Albagli
(1999) em três tendências principais: i) concentração e centralização das decisões de caráter
estratégico; ii) descentralização do gerenciamento organizacional e iii) inter-relações espaciais
possibilitadas pelos fluxos informacionais, limitados pelas estruturas de poder e pela infraestrutura de Tecnologia da Informação e comunicação disponíveis em cada região. Desta forma,
fica nítido o fato de que não existe uma tendência de globalização tecnológica e sim um processo
natural de ampliação das diferenças entre empresas, regiões e países, na medida em que a
detenção de conhecimentos e tecnologias torna-se elemento crítico em termos da capacidade de
inovação e de desenvolvimento econômico. Neste contexto, vale destacar que o Estado, frente aos
processos de governanças locais, possui um papel essencial como fomentador, regulador e
30
articulador das políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), visto que, segundo Loiola e
Ribeiro (2005), nos países desenvolvidos a tendência das novas políticas de CT&I se
fundamentam nas seguintes ações:
1- Políticas centradas em interações;
2- Enfoque de baixo para cima;
3- Fomento ao aprendizado;
4- Promoção e difusão de estruturas de governança em rede;
5- Foco nas competências e necessidades regionais/locais;
6- Potencialização do intercâmbio com outros locais com “massa crítica”;
7- Reestruturação tecnológica;
8- Monitoração e avaliação das políticas públicas;
9- Gestão descentralizada das políticas e
10- Ênfase na difusão das “melhores práticas” ajustadas às especificidades locais.
Tendo em vista que a tecnologia é entendida como uma variável capaz de definir não só
modelos organizacionais e práticas de gestão, como também o perfil de desenvolvimento de
determinada região, Passador (2003) alerta que a falta de políticas de CT&I é um deságio para o
desenvolvimento social e econômico e sua presença torna-se essencial nos processos de governaça
local envolvendo governos, empresas e universidades.
Sobre este aspecto, vale destacar a falta de prioridade dada às questões de CT&I nos sistemas
de inovação nordestino, diagnosticada por Rocha (1999), o que explica, em parte, o autonomismo
e isolacionismo das práticas nesta área nos estados do nordeste brasileiro. Preservando as
proporcionalidades relativas aos padrões de desigualdades das regiões brasileiras, as melhores
capacidades instaladas estão nos Estados do Ceará, Pernambuco, Bahia e Paraíba, sendo também
identificadas competências nas áreas da Tecnologia da Informação, telecomunicações e
automação, dentre outras. Segundo o autor, as limitações de base tecno-científica dos estados do
nordeste poderão ser superadas através de esforços cooperativos visando captar competências fora
da região, seja pela atração de cientistas e técnicos nacionais e estrangeiros qualificados, ou seja,
pela realização de projetos cooperativos envolvendo empresas e grupos de pesquisa dos Institutos
e Universidades locais.
Ao se conceber os APL’s como um avanço, comparado ao funcionamento disperso e isolado
de empresas e outros agentes, deve-se estar atento para o fato de que este é um fenômeno
31
dinâmico capaz de sofrer processos de involução ou até de crescimento e desenvolvimento para
formas superiores de organização, com estruturas sistêmicas mais complexas e sustentáveis.
Consequentemente, as abordagens relacionadas com o processo de governança local trazem em si
não apenas o intuito de garantir a sobrevivência do aglomerado, e sim, principalmente o intuito de
promover a transformação do APL em uma aglomeração industrial mais desenvolvida,
denominada em sua manifestação mais expressiva de Sistema Produtivo Local.
Para Amorim, Moreira e Ipiranga (2004), este processo de evolução dos APL’s para níveis
maiores de competitividade e sustentabilidade se fundamenta nas dimensões produtivas,
institucionais e comunitárias da região, através do poder de participação e atuação conjunta dos
agentes locais (capital social) e da coordenação e controle das ações e projetos que são elaborados
(governança), estando os processos de mudança e desenvolvimento baseados inevitavelmente em
uma abordagem participativa voltada para o desenvolvimento da capacidade produtiva e
inovativa, bem como para a formação de competências, conforme figura 5.
COMPETITIVIDADE
SUSTENTABILIDADE
ARRANJO
PRODUTIVO
LOCAL
Desenvolvimento da
Capacidade Produtiva
e Inovativa
Formação de
Competências
Fortalecimento do
Capital Social e
da Governança
Figura 5- Vertentes do processo de desenvolvimento do APL
Fonte: Adaptado de Amorim, Moreira e Ipiranga (2004)
Na dimensão produtiva, o desenvolvimento da capacidade de produção local está
fundamentado na melhoria da qualidade dos produtos e processos, no adensamento das
aglomerações, no aprofundamento da especialização/inovação e na diferenciação dos produtos.
Na dimensão institucional, enquanto o fortalecimento do Capital Social está diretamente
vinculado com a criação de uma rede de cooperação entre atores e instituições locais, o
fortalecimento da Governança se relaciona com a intensificação deliberada das relações entre
atores e instituições na região e com a formação de um processo contínuo de coordenação das
referidas relações. Já, a dimensão comunitária é fortalecida através da formação de competências
e do processo de aprendizado de seus agentes.
32
As autoras afirmam que a transformação e o desenvolvimento do APL requerem a formação
de uma governança local baseada na criação de entidades organizacionais que contribuam para
uma ambiência favorável, com os seguintes objetivos:
1-Explorar as potencialidades do Capital social através da valorização e criação de sinergias
entre as competências locais;
2-Organizar as complementaridades entre recursos e projetos;
3-Promover as trocas de saberes e de experiências;
4-Formar redes de ajuda mútua;
5-Fomentar a auto-organização das comunidades locais;
6-Proporcionar a maior participação dos atores e da população em geral nas decisões políticas;
7-Estimular a abertura para novas formas de especialidades e
8-Desenvolver parcerias como meio para viabilizar o desenvolvimento local do território.
Dentro desta perspectiva é proposto um modelo de alavancagem de APL’s, em especial para
o Estado do Ceará, através da criação de três tipos de entidades, que conjuntamente servem como
instrumentos integrados de mobilização social baseados em uma abordagem cooperativa. A
primeira entidade, denominada genericamente de “Fórum de Mudança” trata-se de um espaço
organizacional através do qual os principais atores institucionais, públicos e privados, são
convidados a participarem com o propósito de convergirem e difundirem idéias, visando assegurar
uma relação legitima entre as propostas de inovação e aqueles que serão chamados para gerir e
atuar nas práticas específicas de cada contexto.
A segunda entidade, denominada genericamente de “laboratórios para a inovação”, é
representada pelos grupos de trabalho operativos que são criados para colocar em prática as
propostas de melhorias deliberadas pelo Fórum. Estes laboratórios são formados por
representantes selecionados no Fórum e devem gerar soluções para assuntos específicos, tendo
natureza e modalidades diferentes, dependendo de seus objetivos. Já, a terceira entidade é
denominada genericamente de “Pontos de Escuta” e tem como objetivo criar uma rede de
interlocutores da comunidade local e regional, capazes de gerar informações, bem como, avaliar e
operacionalizar os projetos que experimentarão as práticas e procedimentos inovadores. Estes
Pontos de Escuta envolvem as pessoas e as organizações que possuem a capacidade de gerar
informações, bem como, dominem o estado da arte pertinente aos temas por eles trabalhados
(QUADRO 7 e FIGURA 6).
33
QUADRO 7- Características das entidades que compõem o modelo de alavancagem de APL’s
Exemplos de Composição do Fórum
para Mudança
Lideranças do APL
Representante da Prefeitura
Representante do SEBRAE
Representante do BNB
Representante do Governo Estadual
Membro do CDL local
Representante do Banco do Brasil
Representante das Universidades com
atuação no território
Representante dos CENTEC/CVTs
presentes no território
Transportadoras, Correios
Representante dos compradores e
intermediários dos produtos do APL
-------------------------------------------
Exemplos de Laboratórios para a Inovação e
seus objetivos
Observatório nacional e internacional sobre as
novas tendências da moda, etc
Criação de um pool para a prospecção de novos
mercados, canais de distribuição nacionais e
internacionais
Desenvolvimento de práticas cooperativas
(relações e trocas) inter-empresas e interarranjos
Relações com o crédito bancário e
desenvolvimento de formas de financiamento
customizados e coletivo
Ações focalizadas no processo de inovação,
design e diversificação
Projetos comuns para a formação e
desenvolvimento dos Recursos Humanos
Desenvolvimento de novas competências
técnicas (skills). Exemplos: design, logística e
marketing
Gestão de problemas comuns do ambiente
Criação de uma rede de parcerias com
autoridades públicas e governo estadual,
municipal e federal
Coesão e interação entre vários sujeitos
produtivos e institucionais (nacionais e
internacionais) para trocas de best-practices
Ações de marketing social e cultural
relacionadas com o desenvolvimento da imagem
(aspectos intangíveis) do território
Promoção de ações comerciais entre as PME e
entre os Arranjos
Estímulo ao empreendedorismo e o controle de
PME emergentes
Relações entre contratadas e sub-contratadas
Exemplos de Pontos de Escuta
Universidades
CENTECs
CVTs
SENAI
EMBRAPA
Centro Internacional de Negócios-CIN
(FIEC/SEBRAE)
Centros Culturais
Associações de classe e comunitárias
EMPRABA
Centros de Estudos e Pesquisas
Internacionais
Câmaras de Comércio
Sindicatos
Bancos
---------------
Fonte: Amorim, Moreira e Ipiranga (2004)
Figura 6- Modelo de mobilização social de APL através de uma abordagem cooperativa
Fonte: Ipiranga, Amorim e Moreira Faria (2007)
34
A dinâmica proposta pelo modelo, e ratificada na analise de dois casos de APL’S por
Ipiranga, Amorim e Moreira Faria (2007), se inicia com a criação do Fórum e a partir dele são
formados os grupos de trabalhos (laboratórios para a inovação) com o propósito de
operacionalizarem os projetos, bem como identificarem e se conectarem com os Pontos de Escuta
(fontes privilegiadas de informações, e de experiências relacionadas com os temas de cada
laboratório). Cada entidade acolhe conjuntos diferenciados de atores produtivos, institucionais e
comunitários, operando através de uma liderança que busca, em cada nível, atingir objetivos
específicos. Enquanto no Fórum, a liderança coordena o esforço coletivo de mudança e congrega
as iniciativas voltadas para este fim, nos laboratórios o líder tem o papel de juntar os demais
colaboradores do grupo com o propósito de assegurar que os objetivos sugeridos pelo Fórum
sejam plenamente alcançados. Já, nos Pontos de Escuta, o processo de liderança se ampara na
identificação dos indivíduos e instituições de referência que facilitarão os contatos e as trocas de
informações (FIGURA 7).
3°
Identificação e Conexão
com Pontos de Escuta
SUSTENTABILIDADE
2°
Criação dos Laboratórios
de Inovação
COMPETITIVIDADE
1°
Criação do Fórum
de Mudança
ARRANJO
PRODUTIVO
LOCAL
PROCESSO
DE
DESENVOLVIMENTO
4°
Mudança, Crescimento e
Desenvolvimento
Figura 7- Processo de construção do Modelo de Alavancagem de APL’s através de uma
Governança Local baseada em uma abordagem cooperativa.
Convém frizar que, por mais que o estabelecimento de uma governança local, voltada para o
desenvolvimento de um APL, esteja amparada em uma organização que congregue os principais
agentes representativos do setor, deve-se estar atento sobre o risco das ações propostas e
aprovadas por estes fóruns encontrarem dificuldade de serem concretizadas adequadamente, pela
falta de um instrumento operacional mais consistente, que englobe e ampare os grupos de trabalho
35
representativos dos laboratórios para inovação. Esta questão torna-se procedente, na medida em
que Cassaroto Filho (2003) apresenta exemplos de casos concretos e sugere a incorporação, na
estrutura da cúpula da governança, de Agências de Desenvolvimento, setoriais ou funcionais,
capazes de servirem de instrumentos de integração estratégica e operacional.
Mesmo ciente das dificuldades em se estabelecer conexões causais exatas entre a
implementação de determinadas políticas com o sucesso dos aglomerados, além do fato de que os
aglomerados empresariais podem surgir sem que aja uma estratégia deliberada de indução, vale
destacar que os modelos mais indicados de promoção do desenvolvimento regional, baseados na
consolidação de redes entre organizações, são aqueles fundamentados em uma abordagem
participativa. Esta abordagem se caracteriza por uma governança voltada para busca efetiva do
envolvimento dos atores sociais diretamente vinculados com o setor, preservando ao mesmo
tempo os componentes representativos da cultura e interesses locais.
36
4. Aspectos Metodológicos
O objetivo do estudo é identificar os desafios relacionados com o desenvolvimento do
Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Fortaleza, capital do Estado do
Ceará-Brasil, através da analise dos conteúdos existentes nos discursos declarados pelas
instituições representativas do setor.
A pesquisa parte do pressuposto de que desafios
explicitamente identificados possuem a capacidade de assumirem o papel de elementos
impulsionadores da elaboração de estratégias de mudança, crescimento e desenvolvimento.
Levando em consideração os pressupostos sobre a natureza do ambiente de estudo e do
nível de objetividade utilizado pela pesquisa, concebe-se que a abordagem incorporada
fundamentou-se, segundo Burrell (1999), no paradigma da sociologia interpretativista,
integrando alguns elementos da perspectiva funcionalista, conforme admitem Lewis e Grimes
(2005).
A pesquisa, realizada no período compreendido entre junho a outubro de 2007, é
considerada de caráter exploratório, amparada em dados primários, através da utilização da
analise de conteúdo como uma técnica de investigação, alinhada aos pressupostos
interpretativistas, conforme afirmam Silva, Gobbi e Simão (2005), havendo conjuntamente a
incorporação de elementos quantitativos e qualitativos no tratamento das informações como
prevê Godoy (1995).
As instituições consideradas como atores sociais representativos do APL de Tecnologia
da Informação de Fortaleza foram: Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da
Informação, Software e Internet do Ceará-ASSESPRO-CE; Sindicato das Empresas de
Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará-SEITAC; Instituto de Tecnologia do
Ceará-INSOFT; Instituto Titan-Tecnologia, Informação, Telecomunicações e Automação do
Nordeste-TITAN e a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará-SECITECE.
Estas instituições foram consideradas relevantes, para os propósitos do estudo, pelos
seguintes motivos: i) Exceto a SECITEC, todas as instituições são entidades associativas de
empresas de tecnologia da informação do Estado do Ceará e ii) todas são instituições que
historicamente fazem parte do corpo de principais atores sociais mais ativos nas discussões
37
sobre a construção das políticas públicas estaduais relacionadas com o setor de Tecnologia da
Informação.
Usando como pressuposto básico o fato de que os atores sociais expressam seus pontos
de vista também escrevendo, e que textos, ao mesmo tempo em que as falas, transmitem os
pensamentos, sentimentos, memórias, planos e discussões sobre os assuntos debatidos
(Bauer, 2003), estabeleceu-se como fonte para o estudo, o conjunto das notícias divulgadas
nos sites oficiais das respectivas instituições na Internet. Convém esclarecer que no estado do
Ceará a ASSESPRO e o SEITAC compõem uma aliança institucional denominada de sistema
Assespro/Seitac o qual aglutina as divulgações destas duas instituições em um site único.
A analise de conteúdo foi escolhida como ferramenta para a compreensão dos
significados que os referidos atores sociais exteriorizam em seus discursos, pelo fato da
possibilidade deste instrumento ser aplicado a tudo que é dito em entrevistas, depoimentos,
jornais, livros, textos ou, em termos gerais, a tudo que é dito, visto ou escrito conforme
argumenta Ferreira (2000).
Sobre a perspectiva quantitativa, a analise buscou identificar a recorrência dos
significados encontrados com o propósito de evidenciar padrões que possam sugerir a
existência de focos de interesses representativos das respectivas instituições. Dentro da
perspectiva qualitativa, a analise de conteúdo foi estruturante na medida em que buscou
filtrar determinados aspectos do material analisado, estabelecendo recortes, através de
critérios pré-definidos, e posteriormente compondo uma estrutura através da identificação de
dimensões específicas relativas ao assunto trabalhado (MAYRING, 2002).
A metodologia de analise foi baseada na estrutura proposta por Bardin (1979),
envolvendo três fases denominadas respectivamente de: i) Pré-Analise; ii) Exploração do
Material e iii) Tratamento dos Resultados e Interpretações. (FIGURA 8)
38
PRÉ-ANALISE
Leitura “Flutuante”
Formulação das Hipóteses
e dos Objetivos
Escolha de Documentos
Referenciação dos Indices
Constituição do Corpus
Elaboração dos Indicadores
Dimensão e Direções
de analise
Preparação do Material
Regras de recorte, de
categorização, de codificação
“Texting” das técnicas
EXPLORAÇÃO DO MATERIAL (CODIFICAÇÃO)
Administração das Técnicas
Sobre o Corpus
TRATAMENTO DOS RESULTADOS E INTERPRETAÇÕES
Operações Estatísticas
Provas de Validação
Sintese e seleção dos resultados
Inferências
Outras orientações para
uma nova analise
Interpretação
Utilização dos resultados de analise para
fins teóricos ou pragmáticos
Figura 8- Estrutura da Analise de Conteúdo
Fonte: Bardin (1979, p.102)
Tendo em vista a natureza exploratória do estudo, foi realizada durante a Pré-Analise,
uma leitura flutuante em todos os Sites oficiais das instituições e em seguida formulado o
pressuposto norteador da análise, em substituição do possível estabelecimento de hipóteses e
objetivos, conforme admite Ferreira (op.cit). Logo após, foram escolhidos os documentos
para estudo e construído o Corpus, utilizando a data de 12 de agosto de 2007 como corte
temporal delimitador (QUADRO 8).
39
QUADRO 8- Pressuposto norteador da analise do conteúdo e definição do Corpus
PRESSUPOSTO
NORTEADOR
DEFINIÇÃO DO
CORPUS
Os principais desafios do APL de TI de Fortaleza estão incorporados nas notícias
divulgadas através das 5 Instituições (Assespro/Seitac;Insoft; Titan e Secitece), como
elementos que precisam ser trabalhados para a promoção do desenvolvimento do
referido Setor.
Corpus do trabalho: É o conjunto de todas as notícias divulgadas nos sites da
Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet
com o Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do
Ceará (Sistema ASSESPRO/SEITAC); Instituto de Tecnologia da Informação do Ceará
(INSOFT); Instituto de Tecnologia, Informação, Telecomunicações e Automação do
Nordeste (TITAN) e Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará
(SECITECE), disponíveis em 12 de agosto de 2007 nos endereços eletrônicos abaixo,
cobrindo um período de registro compreendido entre os anos de 2002 até 2007.
FONTES DO CONTEÚDO DO CORPUS
INSTITUIÇÃO
ENDEREÇO ELETRÔNICO
ASSESPRO /
SEITAC
INSOFT
<http://www.assesproce.org.br/index_mod.php?mod=noticias&submod=desc_lins_notícias|todas%20as%20noticias>
<http://www.insoft.softex.br/noticias2.aspx>
TITAN
SECITECE
<http://www.conteud.secrel.com.br/content/aplicacao/titan/_includes/html/index.asp>
<http://www.sct.ce.gov.br>
PERÍODO
DAS
NOTÍCIAS
2002 até
2007
2007
2003 até
2007
2003 até
2007
Das 592 notícias disponíveis nos Sites das Instituições, foram excluídas do Corpus
algumas notícias por terem conteúdos identicamente repetidos ou por estarem indisponíveis
para acesso. Ao final, o Corpus se caracterizou como sendo um conjunto de 575 notícias
transcritas, com uma média geral de 7 parágrafos com 60 palavras. Vale destacar que de fato,
o tamanho das notícias foi elemento de grande variabilidade, havendo notícias de um
parágrafo contendo 22 palavras, até notícias que incorporavam aproximadamente 30
parágrafos em sua formatação (TABELAS 1, 2 e 3).
TABELA 1: Características das Notícias disponíveis nos Sites.
Características das Notícias
Títulos de Notícias existentes no Site
Conteúdos de Notícias Indisponíveis
Total de Notícias disponíveis para analise
Assespro/Seitac
195
195
Insoft
16
16
Secitece
203
203
Titan
174
4
170
TOTAL
588
4
584
Secitece
203
203
Titan
170
9
161
TOTAL
584
9
575
TABELA 2: Características das Notícias disponíveis no Corpus.
Características das Notícias
Quantidade de Notícias disponíveis
Conteúdo repetido
Total de Notícias analisadas
Assespro/Seitac
195
195
Insoft
16
16
40
TABELA 3: Tamanho das Notícias disponíveis no Corpus (número de palavras por notícias).
Características das Notícias
Média
Desvio Padrão
Mediana
Mínimo
Máximo
Somatório
Assespro/Seitac
337,7
307,4
273
22
1692
65.856
Insoft
335,4
152,5
306,5
133
726
5.367
Secitece
524,5
416,8
438
66
3821
106.477
Titan
427,3
333,1
319
34
1849
68.792
Sob a ótica da constituição, o Corpus foi considerado adequado para o estudo, na medida
em que atende a todos os critérios estabelecidos pela literatura, conforme avaliação feita
durante a Pré-Analise (QUADRO 9), sendo preparado para a exploração através de uma
edição em fichas de três colunas com o propósito de proceder à catalogação da origem das
notícias e a identificação dos trechos destacados na analise (Apêndice 1).
QUADRO 9- Avaliação da adequabilidade do Corpus através das regras de constituição
REGRAS (OU CRITÉRIOS)
DE CONSTITUIÇÃO DO
CORPUS
DEFINIÇÃO
Deve-se esgotar a totalidade da comunicação, não
omitindo nada.
A amostra deve representar o universo.
Representatividade
Os dados devem referir-se ao mesmo tema, sendo
obtidos por técnicas iguais e colhidos por indivíduos
Homogenidade
semelhantes.
Os documentos precisam adaptar-se ao conteúdo e
Pertinência
objetivo da pesquisa.
Nota: (*) A avaliação realizada pelo autor, através de uma escala que utilizou os seguintes
Plenamente ao Critério; 2-Atende parcialmente ao Critério e 3-Não Atende ao Critério.
Exaustividade
AVALIAÇÃO*
Atende Plenamente
Atende Parcialmente
Atende Plenamente
Atende Plenamente
conceitos: 1-Atende
Ainda na fase de Pré-Análise, foram estabelecidas as unidades de registro, os índices, os
indicadores e as regras de recortes, categorização e codificação. A unidade de registro foi
estabelecida através de um tema, sendo os índices (critérios de identificação e extração dos
trechos significantes) fundamentados em elementos vinculados à conotação dada ao referido
tema, conforme descrição contida no quadro 10.
41
QUADRO 10- Definição da unidade de registro e dos índices relacionados com a análise de conteúdo
UNIDADE DE REGISTRO
CONOTAÇÃO DO TEMA
INDICES
Projetos
Programas
Planos Institucionais
Políticas
Investimentos
Sugestões
Pautas
Problemas
Desafios Explícitos
Tema :Desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza.
São considerados desafios todos os elementos que necessitam ser enfrentados, superados
ou trabalhados para a promoção do desenvolvimento do setor de TI dentro do contexto do
APL de Fortaleza.
Relatos referentes aos projetos, programas, planos institucionais, políticas, investimentos,
sugestões, pautas, problemas ou desafios explícitos contidos no Corpus, que estejam
vinculados à promoção do desenvolvimento do setor de TI no APL de Fortaleza ou no
Estado do Ceará em geral.
DEFINIÇÕES
São todas as propostas de ação estruturadas, que estão vinculadas ao Tema e ainda não
foram implementadas.
São todas as ações que são vinculadas ao Tema e que estão iniciando ou estão em plena
fase de implementação.
São todas as metas, ou objetivos institucionais, a serem alcançados pelos planejamentos
de gestão das instituições que estão sendo analisadas.
São todas as diretrizes, ou posturas, institucionais (públicas ou privadas), que
fundamentam as ações de determinada instituição ou grupos de instituições.
Representam o tipo de gasto, público ou privado, realizado para promover ações
vinculadas ao Tema analisado, preferencialmente de cunho monetário.
São todas as propostas vinculadas ao Tema, advindas de uma pessoa, conjunto de pessoas
ou instituições.
São todos os tópicos e/ou objetivos vinculados à realização de reuniões, encontros ou
eventos entre os agentes relacionados com o setor.
São todas as dificuldades relacionadas com a dinâmica de um determinado sistema e/ou
com o alcance de um determinado objetivo.
São propósitos, objetivos, metas ou ações que assumem o papel de missão, individual ou
coletiva, voltada para o desenvolvimento do setor.
Na medida em que a definição dos indicadores se baseou nas ocorrências e nas
freqüências de cada índice, as regras de contagem escolhidas foram consequentemente a
presença e a freqüência de cada índice. Por fim, o critério definido para a escolha das
categorias se baseou na abordagem semântica, sendo a categorização durante o inventário
realizada através do processo de “caixa” (categorias pré-definidas) e durante a classificação
através do processo de “milha” (criação de categorias por agrupamento em função das
similaridades semânticas), procedendo-se no máximo dois ciclos de sistematização, conforme
descrição no quadro 11.
QUADRO 11- Critérios de categorização semântica da analise de conteúdo
ETAPAS DA
CATEGORIZAÇÃO
Inventário
Classificação
CRITÉRIOS
A categorização será fundamentada na abordagem SEMÂNTICA, em função do tema
escolhido, através de um INVENTÁRIO estruturado em categorias pré-definidas
(processo de “caixa”), representadas pelos índices estabelecidos na fase de préanalise.
A CLASSIFICAÇÃO será realizada através da criação de categorias SEMÂNTICAS
representativas dos desafios do setor de TI, através de um processo de agrupamento
por Similaridade (processo de “Milha”), procedendo no máximo dois ciclos de
sistematização.
42
Na fase de Exploração do Material procedeu-se a utilização das técnicas, ocorrendo à
identificação dos trechos significantes no Corpus, segundo cada índice estabelecido, e a
extração de cada trecho para as fichas de inventário (Apêndice 2). Logo após foi realizado o
processo de classificação, através da criação de categorias de desafios, em dois ciclos de
sistematização denominados de identificação (Apêndice 3) e de agrupamento (Apêndice 4).
Por fim, foi confeccionado uma Ficha-Gabarito de Codificação com o propósito de subsidiar
o processo de tabulação dos dados (Apêndice 5).
Na fase de Tratamento dos Resultados e Interpretações foram realizadas as operações
estatísticas e os procedimentos de inferência e de interpretação. Inicialmente os dados
contidos no Gabarito de Codificação foram ordenados, tabulados e em seguida descritos, em
função das ocorrências e freqüências, sendo apresentados em forma de tabelas, quadros e
gráficos.
Sobre o aspecto da inferência, dois pólos de analise foram utilizados. Dentro da
perspectiva das variáveis de inferência, ou seja, os efeitos observados pela analise, foram
apresentados os desafios do setor que foram encontrados, baseados nas significações das
MENSAGENS referentes ao tema. Já, dentro da perspectiva das variáveis inferidas (possíveis
causas geradoras dos efeitos encontrados), inferiu-se sobre os interesses subjacentes aos
EMISSORES, isto é, os interesses subjacentes às cinco instituições analisadas.
Por fim, a interpretação dos resultados foi apresentada dentro de duas dimensões
conjugadas, através da construção iterativa de uma explicação, na medida em que, segundo
Vergara (2005), a interpretação é realizada com base apenas nas relações entre as categorias
encontradas, processo esse, geralmente utilizado em pesquisas exploratórias. A primeira
dimensão, ancorada em uma perspectiva mais conceitual, buscou interpretar os desafios que
foram identificados como fatores críticos de sucesso relacionados com o processo de
desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. Já a segunda dimensão, voltada para geração de
proposições, apresenta direções estratégicas de Governança e ações indutoras de
desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza, baseadas nas evidencias extraídas pelo estudo.
O emparelhamento (associação dos resultados ao referencial teórico utilizado no
estudo) é utilizado, em especial, nas considerações finais, com o propósito de contextualizar
as alternativas de aplicação das interpretações realizadas.
43
5. Resultados
5.1- Inferências sobre os desafios relacionados com o APL de TI de
Fortaleza
Em termos gerais, o conjunto de recortes, extraídos com forte vínculo de significação
com a unidade de registro, isto é, com os desafios relacionados com o desenvolvimento do
APL de TI de Fortaleza, teve uma elevada contribuição de extratos que se configuravam
como Desafios Explícitos, Pautas, Projetos e Programas. Vale destacar também a
ocorrência de um número significativo de Problemas apresentados pela Assespro/Seitac e
de Políticas vinculadas aos conteúdos divulgados pela Secitece, conforme se pode observar
na tabela 4 e Gráfico 1.
TABELA 4: Número de Extratos e Ocorrências dos Índices
ÍNDICES
Características das Notícias
Extratos (Recortes)
Projetos
Programas
Planos Institucionais
Políticas
Investimentos
Sugestões
Pautas
Problemas
Desafios Explícitos
Desafios
Explícitos
22,4%
Assespro/Seitac
222
38
29
11
20
10
5
31
33
45
Insoft
7
1
1
1
2
2
Secitece
82
3
16
14
12
2
11
7
17
Titan
118
18
6
6
10
4
4
34
4
32
Projetos
13,8%
Program as
12,1%
Planos
Institucionais
4,2%
Problem as
10,7%
Políticas
10,3%
Pautas
17,9%
Sugestões
2,6%
Investim entos
6,1%
Gráfico 1- Natureza dos recortes extraídos
TOTAL
429
59
52
18
44
26
11
77
46
96
44
Percebe-se que os três índices mais recorrentes representam 54,1% dos recortes obtidos,
sugerindo que os discursos das instituições expressam uma evidente mobilização dos agentes
vinculados ao APL em torno de idéias voltadas para o desenvolvimento do setor, onde o
sistema Assespro/Seitac tem se esforçado em apontar as principais limitações e a Secitece
buscado divulgar políticas de enfrentamento.
Foram identificados 35 desafios vinculados ao tema, sendo os mesmos agrupados por
similaridade em quatro conjuntos representativos dos Grandes Desafios relacionados com o
desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza e descritos de acordo com o que se pode
observar no Quadro 12. Convém ressaltar que alguns desafios, em função de suas
características, foram enquadrados em mais de um grupo.
QUADRO 12: Desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza (Continua)
CÓDIGO
D.01
D.02
D.03
D.04
D.05
D.06
D.07
D.08
D.09
D.10
D.11
D.12
D.13
D.14
D.15
D.16
D.17
D.18
D.19
D.20
D.21
D.22
D.23
D.24
D.25
D.26
D.27
D.28
D.29
D.30
D.31
D.32
D.33
D.34
D.35
DESAFIOS
Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI.
Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI.
Consolidação de Parque Tecnológico.
Redução da Carga Tributária.
Fortalecimento das empresas do Estado.
Enfrentamento à Exclusão Digital.
Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor.
Capacitação dos Empresários locais.
Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico.
Formação de parcerias entre as empresas do setor.
Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
Maior organização do setor.
Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
Implementação de mecanismos de fomento do mercado.
Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
Informatização dos serviços públicos.
Investimentos em P&D e Inovação.
Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
Informatização das empresas em geral.
Fomentar atividades de alto valor agregado.
Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
Redução dos índices de pirataria.
Ampliação do número de empresas do setor com certificações.
Atração de empresas de TI para o Estado.
Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
Fixação de Mão-de-obra qualificada na região.
Redução da mortalidade das empresas novas do setor.
Redução do mercado informal.
Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
Proteção de Marcas e Patentes.
Melhoria do nível de Gestão dos ICT’s.
Melhoria do Padrão de Qualidade dos Produtos e Serviços.
Desburocratização.
45
QUADRO 12: Desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza (Continuação)
GRANDES DESAFIOS
GD-A
Fortalecimento da Competitividade do APL.
GD-B
Ampliação do Mercado atingido pela atuação das empresas do APL.
GD-C
Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação no APL.
GD-D
Formação de Alianças Estratégicas importantes para o desenvolvimento do APL.
COMPETITIVIDADE
MERCADO
INOVAÇÃO
GD-A
GD-B
GD-C
CÓDIGO
D.01
D.05
D.06
D.07
D.08
D.10
D.13
D.14
D.16
D.17
D.22
D.23
D.25
D.26
D.27
D.28
D.29
D.31
D.32
D.34
D.35
D.02
D.07
D.11
D.13
D.16
D.17
D.18
D.21
D.24
D.30
D.01
D.04
D.19
D.20
D.27
D.29
D.01
D.03
D.04
D.32
D.33
ALIANÇAS
GD-D
D.09
D.11
D.12
D.15
D.20
As instituições que apresentaram maior número de ocorrências de desafios foram
Assespro/Seitac (32 desafios), Titan (21 desafios) e Secitece (19 desafios), conforme se
pode verificar na tabela 5.
TABELA 5: Ocorrências dos desafios vinculados ao desenvolvimento do APL de TI de
Fortaleza
Desafios (Código)
Assespro
Insoft
Secitece
Titan
Total
D.01
D.02
D.03
D.04
D.05
D.06
D.07
D.08
D.09
D.10
D.11
D.12
D.13
D.14
D.15
D.16
D.17
D.18
D.19
D.20
D.21
D.22
D.23
D.24
D.25
D.26
D.27
D.28
D.29
D.30
D.31
D.32
D.33
D.34
D.35
Total de Desafios
3
5
6
50
18
5
27
2
2
6
5
1
25
4
13
1
11
7
23
12
11
1
22
3
3
2
1
1
1
1
2
1
32
1
1
2
1
2
1
6
1
12
2
6
1
17
8
1
10
3
26
9
1
8
3
2
3
8
1
19
2
34
2
12
1
1
1
12
2
8
8
4
23
27
7
3
3
2
3
1
1
21
6
17
8
90
20
7
56
11
4
7
6
1
49
6
21
1
19
14
73
48
11
2
39
3
6
7
7
3
2
1
13
1
1
1
1
35
46
Vale destacar que o mesmo padrão, referente ao número de ocorrência dos desafios em
cada instituição, se repete nos Grandes Desafios, conforme se pode observar na tabela 6. Este
quadro denota possivelmente o grau de engajamento que cada instituição possui nos debates
sobre a importância do desenvolvimento do setor, com exceção do Insoft, pelo fato do
número de notícias vinculadas em seu Site não ser suficiente para este tipo de inferência,
visto que a instituição não mantém disponíveis os registros históricos de todas as notícias que
já foram divulgadas.
TABELA 6: Ocorrências dos Grandes Desafios vinculados ao desenvolvimento do APL de TI
de Fortaleza
GRANDES DESAFIOS
Assespro
Insoft
Secitece
Titan
Total
76
62
68
65
271
6
2
2
1
11
37
32
38
15
122
29
22
65
59
175
148
118
173
140
579
GD-A: Fortalecimento da Competitividade
GD-B: Ampliação do Mercado
GD-C: Desenvolvimento de Inovação
GD-E: Formação de Alianças Estratégicas
Total
Outro ponto importante, diz respeito ao fato de que o conjunto que engloba
aproximadamente 80% da freqüência acumulada das ocorrências é composto por 12 desafios
que se destacam como elementos vinculados ao desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza,
como pode-se observar no quadro 13.
QUADRO 13: Desafios mais citados em relação ao desenvolvimento do APL de TI de
Fortaleza
DESAFIOS RELACIONADOS COM O DESENVOLVIMENTO DO APL DE TI DE FORTALEZA
Fortalecimento da
Competitividade do APL
Ampliação do Mercado
atingido pela atuação das
empresas do APL
Consolidação de um
ambiente de
desenvolvimento de
Inovação no APL
Formação de Alianças
Estratégicas importantes
para o desenvolvimento do
APL
D.05- Redução da Carga
Tributária.
D.02- Interiorização das ações
do Setor de TI no Estado.
D.04- Consolidação de Parque
Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque
Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão
Digital.
D.07- Enfrentamento à
Exclusão Digital.
D.19- Investimentos em P&D e
Inovação.
D.13- Ampliação da capacidade
competitiva do APL para o
mercado internacional.
D.13- Ampliação da capacidade
competitiva do APL para o
mercado internacional.
D.20- Aumento do intercâmbio
entre universidades, governo e
as empresas do setor.
D.15- Aumento do nível de
integração (cooperação) entre as
empresas do setor.
D.17- Ampliação da capacidade
competitiva do APL para o
mercado Nacional.
D.17- Ampliação da capacidade
competitiva do APL para o
mercado Nacional.
D.23- Profissionais
especializados para atender a
demanda do setor.
D.18- Informatização dos
serviços públicos.
D.31- Fortalecimento setorial
em relação com as outras
regiões do Brasil.
D.20- Aumento do intercâmbio
entre universidades, governo e
as empresas do setor.
47
Ainda sobre o aspecto geral, convém ressaltar que, enquanto o fortalecimento da
competitividade do APL se configura como desafio de destaque nos conteúdos extraídos da
Assespro/Seitac, Insoft e Secitece, percebe-se que a consolidação de um ambiente de
desenvolvimento da inovação no APL se destaca nos conteúdos oriundos da Secitece e do
Titan. Dentro deste contexto, verifica-se também um acentuado enfoque nos conteúdos
vinculados a formação de alianças estratégicas importantes para o desenvolvimento do
APL por parte do Titan (GRÁFICO 2)
60,0
50,0
40,0
(%)
30,0
20,0
10,0
0,0
Assespro/ Seitac
Insoft
Secitece
Titan
Total
Fortalecimento da Competitividade
28,0
54,5
30,3
16,6
25,6
Ampliação do M ercado
22,9
18,2
26,2
12,6
20,4
Desenvolvimento de Inovação
25,1
18,2
31,1
37,1
29,9
Formação de Alianças Estratégicas
24,0
9,1
12,3
33,7
24,2
Gráfico 2- Proporção das ocorrências dos desafios por instituição
Ao se analisar os índice dentro da perspectiva dos Projetos, o desenvolvimento de
inovação e a formação de alianças estratégicas se destacam como Grandes Desafios
(TABELA 7). Ao se detalhar os registros, verifica-se que aproximadamente 80% da
freqüência acumulada das ocorrências abrange 4 desafios vinculados aos projetos do APL de
TI de Fortaleza. São eles: 1- Consolidação de Parque Tecnológico; 2- Investimentos e
P&D e Inovação; 3- Enfrentamento à Exclusão Digital e a 4- Ampliação da capacidade
competitiva do APL para o mercado internacional, de acordo com a tabela 8 e Gráfico 3.
48
TABELA 7: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROJETOS
GRANDES DESAFIOS
Assespro
Insoft
FREQUÊNCIA
Secitece
Titan
Total
13
10
33
29
85
-
1
3
2
6
5
5
17
15
42
18
16
53
46
133
GD-A: Fortalecimento da Competitividade
GD-B: Ampliação do Mercado
GD-C: Desenvolvimento de Inovação
GD-E: Formação de Alianças Estratégicas
Total
TABELA 8: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROJETOS
Desafios (Código)
D.04
D.19
D.07
D.13
D.17
D.20
D.23
D.01
D.02
D.03
D.05
D.08
D.15
D.21
Total
60,0
Freqüência
42
12
7
7
3
3
3
1
1
1
1
1
1
1
84
(%)
50,0
14,3
8,3
8,3
3,6
3,6
3,6
1,2
1,2
1,2
1,2
1,2
1,2
1,2
100
(%) Acum
50,0
64,3
72,6
81,0
84,5
88,1
91,7
92,9
94,0
95,2
96,4
97,6
98,8
100,0
-
50,0
50,0
(%)
40,0
30,0
20,0
19,0
14,3
10,0
8,3
8,3
Enfrentamento
à Exclusão
Digital
Ampliação da
capacidade
competitiva do
APL para o
mercado
internacional
0,0
Consolidação
de Parque
Tecnológico
Investimentos
em P&D e
Inovação
Outros
Gráfico 3- Principais desafios vinculados aos PROJETOS do APL de TI de Fortaleza
Sobre o aspecto dos Programas, o fortalecimento da competitividade do APL e a
ampliação do mercado atingido pela atuação das empresas do APL se destacam como
Grandes Desafios (TABELA 9). Ao se detalhar os registros, verifica-se que
aproximadamente 90% da freqüência acumulada das ocorrências abrangem 7 desafios
49
enfrentados pelas ações desenvolvidas no APL de TI de Fortaleza. São eles: 1Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 2Fomento de atividades de alto valor agregado; 3- Ampliação da capacidade competitiva
do APL para o mercado internacional; 4- Formação de parcerias entre as empresas do
setor; 5- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor; 6Implementação de mecanismos de fomento do mercado e a 7- Investimentos em P&D e
Inovação (TABELA 10 e GRÁFICO 4)
TABELA 9: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROGRAMAS
GRANDES DESAFIOS
Assespro
Insoft
FREQUÊNCIA
Secitece
Titan
Total
25
16
7
9
57
1
1
2
12
14
5
1
32
5
5
1
1
12
43
35
14
11
103
GD-A: Fortalecimento da Competitividade
GD-B: Ampliação do Mercado
GD-C: Desenvolvimento de Inovação
GD-E: Formação de Alianças Estratégicas
Total
TABELA 10: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROGRAMAS
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.23
D.22
D.13
D.12
D.15
D.16
D.19
D.06
D.07
D.20
D.27
D.03
D.21
Total
27
15
9
4
4
4
4
2
2
2
2
1
1
77
35,1
19,5
11,7
5,2
5,2
5,2
5,2
2,6
2,6
2,6
2,6
1,3
1,3
100
35,1
54,5
66,2
71,4
76,6
81,8
87,0
89,6
92,2
94,8
97,4
98,7
100,0
-
50
Im plem entação de
m ecanism os de
fom ento do m ercado.
5%
Outros
13%
Investim entos em
P&D e Inovação.
5%
Profissionais
especializados para
atender a dem anda
do setor.
36%
Aum ento do nível de
integração
(cooperação) entre as
em presas do setor.
5%
Form ação de
parcerias entre as
em presas do setor.
5%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
internacional.
12%
Fom entar atividades
de alto valor
agregado.
19%
Gráfico 4- Principais desafios vinculados as ações desenvolvidas no APL de TI de Fortaleza
No que se refere aos Planos Institucionais, o desenvolvimento de inovação e a
formação de alianças estratégicas se destacam como Grandes Desafios (TABELA 11).
Verifica-se que aproximadamente 77% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 9
desafios considerados como alvos de enfrentamento pelos planos das instituições
associativas do APL de TI de Fortaleza e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do
Ceará. São eles: 1- Consolidação de Parque Tecnológico; 2- Investimentos em P&D e
Inovação; 3- Aumento do poder associativo das empresas do setor; 4- Enfrentamento à
Exclusão Digital; 5- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas
do setor; 6- Interiorização das ações do setor de TI no Estado; 7- Maior entrosamento
dos empresários com o poder público; 8- Ampliação da capacidade competitiva do APL
para o mercado internacional e a 9- Informatização dos serviços públicos (TABELA 12
e GRÁFICO 5)
TABELA 11: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PLANOS INSTITUCIONAIS
GRANDES DESAFIOS
GD-A: Fortalecimento da Competitividade
GD-B: Ampliação do Mercado
GD-C: Desenvolvimento de Inovação
GD-E: Formação de Alianças Estratégicas
Total
Assespro
Insoft
FREQUÊNCIA
Secitece
Titan
Total
5
7
4
7
23
1
1
-
3
2
6
5
16
8
9
10
13
40
51
Tabela 12: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PLANOS INSTITUCIONAIS
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.04
D.19
D.09
D.07
D.20
D.02
D.11
D.13
D.18
D.01
D.03
D.05
D.14
D.17
D.21
D.25
D.26
D.31
Total
7
5
4
3
3
2
2
2
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
39
17,9
12,8
10,3
7,7
7,7
5,1
5,1
5,1
5,1
2,6
2,6
2,6
2,6
2,6
2,6
2,6
2,6
2,6
100
17,9
30,8
41,0
48,7
56,4
61,5
66,7
71,8
76,9
79,5
82,1
84,6
87,2
89,7
92,3
94,9
97,4
100,0
-
Inform atização dos
serviços públicos.
5%
Outros
23%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
internacional.
5%
Maior entrosam ento
dos em presários
com o poder púbico.
5%
Interiorização das
ações do Setor de TI
no Estado.
5%
Consolidação de
Parque Tecnológico.
18%
Investim entos em
P&D e Inovação.
13%
Aum ento do Poder
associativo das
Em presas do Setor.
10%
Aum ento do
intercâm bio entre
universidades,
governo e as
em presas do setor.
8%
Enfrentam ento à
Exclusão Digital.
8%
Gráfico 5- Principais desafios considerados como alvos nos planejamentos das instituições
associativas no APL de TI de Fortaleza e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do
Ceará
Ao se analisar os índices relacionados com as Políticas, verificou-se que o
fortalecimento da competitividade do APL e o desenvolvimento de inovação se destacam
como Grandes Desafios (TABELA 13). Outro ponto que vale destaque diz respeito ao fato de
que aproximadamente 89% da freqüência acumulada das ocorrências engloba 10 desafios
considerados como balizadores das diretrizes e/ou posturas das instituições associativas do
APL de TI de Fortaleza e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará. São
52
eles: 1- Investimentos em P&D e Inovação; 2- Formação/captação de profissionais
especializados para atender a demanda do setor; 3- Enfrentamento à Exclusão Digital;
4- Interiorização das ações do setor de TI no Estado; 5- Ampliação da capacidade
competitiva do APL para o mercado internacional; 6- Fortalecimento setorial em
relação com as outras regiões do Brasil; 7- Aumento do intercâmbio entre
universidades, governo e empresas do setor; 8- Consolidação de Parque Tecnológico e a
9- Informatização dos serviços públicos e a 10- Atração de empresas de TI para o
Estado (TABELA 14 e GRÁFICO 6).
Tabela 13: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados às POLÍTICAS
GRANDES DESAFIOS
Assespro
Insoft
FREQUÊNCIA
Secitece
Titan
Total
12
9
8
2
31
-
10
5
9
4
28
5
4
6
3
18
27
18
23
9
77
GD-A: Fortalecimento da Competitividade
GD-B: Ampliação do Mercado
GD-C: Desenvolvimento de Inovação
GD-E: Formação de Alianças Estratégicas
Total
TABELA 14: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às POLÍTICAS
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.19
D.23
D.07
D.02
D.13
D.31
D.20
D.04
D.18
D.26
D.22
D.03
D.08
D.10
D.15
D.17
D.27
17
10
7
5
5
5
4
3
3
3
2
1
1
1
1
1
1
24,3
14,3
10,0
7,1
7,1
7,1
5,7
4,3
4,3
4,3
2,9
1,4
1,4
1,4
1,4
1,4
1,4
24,3
38,6
48,6
55,7
62,9
70,0
75,7
80,0
84,3
88,6
91,4
92,9
94,3
95,7
97,1
98,6
100,0
Total
70
100
-
53
Inform atização dos
serviços públicos.
4%
Atração de em presas
de TI para o Estado.
4%
Investim entos em
P&D e Inovação.
25%
Ouros
11%
Consolidação de
Parque Tecnológico.
4%
Aum ento do
intercâm bio entre
universidades,
governo e as
em presas do setor.
6%
Fortalecim ento
setorial em relação
com as outras
regiões do Brasil.
7%
Profissionais
especializados para
atender a dem anda do
setor.
15%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
internacional.
7%
Interiorização das
ações do Setor de TI
no Estado.
7%
Enfrentam ento à
Exclusão Digital.
10%
Gráfico 6- Principais desafios considerados como balizadores das Políticas das instituições
associativas no APL de TI de Fortaleza e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do
Ceará
Dentro da perspectiva dos Investimentos, o desenvolvimento de inovação se destaca
como Grande Desafio, conforme se pode observar na tabela 15. Ao se detalhar os registros,
verifica-se que aproximadamente 78% da freqüência acumulada das ocorrências incorporam
4 desafios relacionados com os esforços de investimento no APL de TI de Fortaleza. São
eles: 1- Investimentos em P&D e Inovação; 2- Consolidação de Parque Tecnológico; 3Melhoria da infra-estrutura de TI e a 4- Formação/captação de profissionais
especializados para atender a demanda do setor (TABELA 16 e GRÁFICO 7).
TABELA 15: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos INVESTIMENTOS
GRANDES DESAFIOS
GD-A: Fortalecimento da Competitividade
GD-B: Ampliação do Mercado
GD-C: Desenvolvimento de Inovação
GD-E: Formação de Alianças Estratégicas
Total
Assespro
Insoft
FREQUÊNCIA
Secitece
3
3
9
4
19
-
5
2
9
1
17
Titan
Total
2
3
1
6
10
5
21
6
42
54
TABELA 16: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos INVESTIMENTOS
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.19
D.04
D.08
D.23
D.13
D.20
D.02
D.05
D.07
D.18
Total
16
5
4
3
2
2
1
1
1
1
36
44,4
13,9
11,1
8,3
5,6
5,6
2,8
2,8
2,8
2,8
100
44,4
58,3
69,4
77,8
83,3
88,9
91,7
94,4
97,2
100,0
-
50,0
44,4
40,0
30,0
(%)
22,2
20,0
13,9
11,1
8,3
10,0
0,0
Investimentos
em P&D e
Inovação.
Consolidação
de Parque
Tecnológico.
Melhoria da
Infra-Estrutura
de TI.
Profissionais
especializados
para atender a
demanda do
setor.
Outros
Gráfico 7- Principais desafios vinculados às sugestões realizadas para o desenvolvimento do
APL de TI de Fortaleza
Sobre as Sugestões, vale destacar que 60% da freqüência acumulada das ocorrências
envolvem 4 desafios vinculados aos conteúdos analisados. São eles: 1- Formação/captação
de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 2- Consolidação de
Parque Tecnológico; 3- Informatização dos serviços públicos e o 4- Aumento do
intercâmbio entre universidades, governo e empresas do setor, de acordo com o que se
pode observar na tabela 17 e Gráfico 8.
TABELA 17: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às SUGESTÕES
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.23
D.04
D.18
D.20
D.02
D.03
D.05
D.07
D.13
D.19
Total
3
2
2
2
1
1
1
1
1
1
15
20,0
13,3
13,3
13,3
6,7
6,7
6,7
6,7
6,7
6,7
100
20,0
33,3
46,7
60,0
66,7
73,3
80,0
86,7
93,3
100,0
-
55
50,0
40,0
(%)
40,0
30,0
20,0
20,0
13,3
13,3
13,3
Consolidação
de Parque
Tecnológico.
Informatização
dos serviços
públicos.
Aumento do
intercâmbio
entre
universidades,
governo e as
empresas do
setor.
10,0
0,0
Profissionais
especializados
para atender a
demanda do
setor.
Outros
Gráfico 8- Principais desafios considerados como vetores para investimentos no APL de TI
de Fortaleza
Ainda no que se refere às Sugestões vinculadas ao desenvolvimento do APL de TI de
Fortaleza, verifica-se que os desafios que integram o restante dos 40% da freqüência
acumulada das ocorrências são: 1- Interiorização das ações do setor de TI no Estado; 2Formação de parcerias estratégicas com os Stakeholders vinculados ao setor de TI; 3Redução da Carga Tributária; 4- Enfrentamento à Exclusão Digital; 5- Ampliação da
capacidade competitiva do APL para o mercado internacional e o 6- Investimentos em
P&D e Inovação.
Dentro da perspectiva das Pautas, o desenvolvimento de inovação e a formação de
alianças estratégicas se destacam como Grandes Desafios, conforme tabela 18. Ao se
detalhar os registros, verifica-se que aproximadamente 77% da freqüência acumulada das
ocorrências englobam 7 desafios considerados como objetos de discussão nas reuniões entre
os agentes vinculados ao APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Consolidação de Parque
Tecnológico; 2- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do
setor; 3- Investimentos em P&D e Inovação; 4- Enfrentamento à Exclusão Digital; 5Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor; 6- Ampliação
da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional e a 7- Informatização
dos serviços públicos (TABELA 19 e GRÁFICO 9).
56
TABELA 18: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados às PAUTAS
GRANDES DESAFIOS
Assespro
Insoft
FREQUÊNCIA
Secitece
Titan
Total
6
10
18
21
55
1
1
2
9
9
3
21
8
4
27
26
65
24
24
48
47
143
GD-A: Fortalecimento da Competitividade
GD-B: Ampliação do Mercado
GD-C: Desenvolvimento de Inovação
GD-E: Formação de Alianças Estratégicas
Total
TABELA 19: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às PAUTAS
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.04
D.20
D.19
D.07
D.15
D.13
D.18
D.11
D.23
D.27
D.14
D.17
D.21
D.31
D.02
D.05
D.06
D.08
D.25
D.28
D.32
Total
24
12
11
9
8
7
7
3
3
3
2
2
2
2
1
1
1
1
1
1
1
102
23,5
11,8
10,8
8,8
7,8
6,9
6,9
2,9
2,9
2,9
2,0
2,0
2,0
2,0
1,0
1,0
1,0
1,0
1,0
1,0
1,0
100
23,5
35,3
46,1
54,9
62,7
69,6
76,5
79,4
82,4
85,3
87,3
89,2
91,2
93,1
94,1
95,1
96,1
97,1
98,0
99,0
100,0
-
Consolidação de
Parque Tecnológico.
23%
Outros
23%
Inform atização dos
serviços públicos.
7%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
internacional.
7%
Aum ento do nível de
integração
(cooperação) entre as
em presas do setor.
8%
Aum ento do
intercâm bio entre
universidades,
governo e as
em presas do setor.
12%
Enfrentam ento à
Exclusão Digital.
9%
Investim entos em
P&D e Inovação.
11%
Gráfico 9- Principais desafios debatidos entre agentes vinculados ao APL de TI de Fortaleza
57
Na dimensão dos Problemas, o fortalecimento da competitividade do APL e a
ampliação do mercado atingido pela atuação das empresas do APL se destacam como
Grandes Desafios (TABELA 20). Verifica-se também que aproximadamente 73% da
freqüência acumulada das ocorrências englobam 8 desafios relacionados com as dificuldades
inerentes ao processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Redução
da Carga Tributária; 2- Formação/captação de profissionais especializados para
atender a demanda do setor; 3- Enfrentamento à Exclusão Digital; 4- Informatização
das empresas em geral; 5- Consolidação de Parque Tecnológico; 6- Capacitação dos
empresários locais; 7- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado
internacional e a 8- Redução dos índices de pirataria (TABELA 21 e GRÁFICO 10).
TABELA 20: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROBLEMAS
GRANDES DESAFIOS
Assespro
Insoft
FREQUÊNCIA
Secitece
Titan
Total
23
11
5
4
43
2
1
3
7
4
1
1
13
2
2
2
3
9
34
17
9
8
68
GD-A: Fortalecimento da Competitividade
GD-B: Ampliação do Mercado
GD-C: Desenvolvimento de Inovação
GD-E: Formação de Alianças Estratégicas
Total
TABELA 21: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROBLEMAS
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.05
D.23
D.07
D.21
D.04
D.10
D.13
D.24
D.20
D.29
D.31
D.01
D.06
D.09
D.14
D.15
D.19
D.25
D.30
D.35
Total
12
7
5
5
3
3
3
3
2
2
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
56
21,4
12,5
8,9
8,9
5,4
5,4
5,4
5,4
3,6
3,6
3,6
1,8
1,8
1,8
1,8
1,8
1,8
1,8
1,8
1,8
100
21,4
33,9
42,9
51,8
57,1
62,5
67,9
73,2
76,8
80,4
83,9
85,7
87,5
89,3
91,1
92,9
94,6
96,4
98,2
100,0
-
58
Outros
28%
Redução dos índices
de pirataria.
5%
Redução da Carga
Tributária.
22%
Profissionais
especializados para
atender a dem anda do
setor.
12%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
internacional.
5%
Capacitação dos
Em presários locais.
5%
Consolidação de
Parque Tecnológico.
5%
Inform atização das
em presas em geral.
9%
Enfrentam ento à
Exclusão Digital.
9%
Gráfico 10- Principais desafios relacionados com as dificuldades inerentes ao processo de
desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza
Ao serem analisados os Desafios Explícitos assumidos nos conteúdos das notícias,
verifica-se que aproximadamente 83% da freqüência acumulada das ocorrências englobam
11 desafios relacionados com o processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza.
São eles: 1- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado
internacional; 2- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do
setor; 3- Consolidação de Parque Tecnológico; 4- Investimentos em P&D e Inovação; 5Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado nacional; 6Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 7Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor; 8- Redução da
Carga Tributária; 9- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do
Brasil; 10- Interiorização das ações do setor de TI no Estado e a 11- Melhoria de infraestrutura de TI (TABELA 22 e GRÁFICO 11). Ainda relacionado com o respectivo índice,
convém destacar que, sobre a ótica do agrupamento, os quatro Grandes Desafios se tornam
expressivos com aproximadamente o mesmo grau de freqüência conforme se pode observar
na tabela 23.
59
TABELA 22: Freqüência Geral dos Desafios vinculados como DESAFIOS EXPLÍCITOS
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.13
D.20
D.04
D.19
D.17
D.23
D.15
D.05
D.31
D.02
D.08
D.01
D.06
D.07
D.25
D.26
D.03
D.10
D.18
D.21
D.28
D.11
D.12
D.14
D.16
D.27
D.33
D.34
Total
36
25
24
21
16
11
10
5
5
4
4
3
3
3
3
3
2
2
2
2
2
1
1
1
1
1
1
1
193
18,7
13,0
12,4
10,9
8,3
5,7
5,2
2,6
2,6
2,1
2,1
1,6
1,6
1,6
1,6
1,6
1,0
1,0
1,0
1,0
1,0
0,5
0,5
0,5
0,5
0,5
0,5
0,5
100
18,7
31,6
44,0
54,9
63,2
68,9
74,1
76,7
79,3
81,3
83,4
85,0
86,5
88,1
89,6
91,2
92,2
93,3
94,3
95,3
96,4
96,9
97,4
97,9
98,4
99,0
99,5
100,0
-
Fortalecim ento
setorial em relação
com as outras
regiões do Brasil.
3%
Interiorização das
ações do Setor de TI
no Estado.
2%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
internacional.
18%
Melhoria da InfraEstrutura de TI.
2%
Outros
17%
Redução da Carga
Tributária.
3%
Aum ento do
intercâm bio entre
universidades,
governo e as
em presas do setor.
13%
Aum ento do nível de
integração
(cooperação) entre as
em presas do setor.
5%
Profissionais
especializados para
atender a dem anda do
setor.
6%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
Nacional.
8%
Investim entos em
P&D e Inovação.
11%
Consolidação de
Parque Tecnológico.
12%
Gráfico 11- Principais desafios explicitamente assumidos nos conteúdos analisados
TABELA 23: Freqüência dos Grandes Desafios vinculados como DESAFIOS EXPLÍCITOS
GRANDES DESAFIOS
GD-A: Fortalecimento da Competitividade
GD-B: Ampliação do Mercado
GD-C: Desenvolvimento de Inovação
GD-E: Formação de Alianças Estratégicas
Total
Assespro
Insoft
FREQUÊNCIA
Secitece
24
23
21
25
93
2
1
3
8
9
12
7
36
Titan
Total
15
9
21
19
64
49
42
54
51
196
60
Tendo em vista o conteúdo divulgado pela Assespro/Seitac, verifica-se que
aproximadamente 80% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 11 desafios
relacionados com o processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1Consolidação de Parque Tecnológico; 2- Enfrentamento à Exclusão Digital; 3Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional; 4Investimentos em P&D e Inovação; 5- Formação/captação de profissionais
especializados para atender a demanda do setor; 6- Redução da Carga Tributária; 7Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor; 8- Aumento
do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do setor; 9- Ampliação da
capacidade competitiva do APL para o mercado nacional; 10- Informatização das
empresas em geral e a 11- Informatização dos serviços públicos (TABELA 24 e
GRAFICO 12)
TABELA 24: Freqüência dos Desafios Vinculados ao ASSESPRO/SEITAC
Desafios (Código)
D.04
D.07
D.13
D.19
D.23
D.05
D.15
D.20
D.17
D.21
D.18
D.03
D.10
D.02
D.06
D.11
D.14
D.01
D.24
D.25
D.08
D.09
D.26
D.31
D.12
D.16
D.22
D.27
D.28
D.29
D.30
D.35
Total
Freqüência
50
27
25
23
22
18
13
12
11
11
7
6
6
5
5
5
4
3
3
3
2
2
2
2
1
1
1
1
1
1
1
1
275
(%)
18,2
9,8
9,1
8,4
8,0
6,5
4,7
4,4
4,0
4,0
2,5
2,2
2,2
1,8
1,8
1,8
1,5
1,1
1,1
1,1
0,7
0,7
0,7
0,7
0,4
0,4
0,4
0,4
0,4
0,4
0,4
0,4
100
(%) Acum
18,2
28,0
37,1
45,5
53,5
60,0
64,7
69,1
73,1
77,1
79,6
81,8
84,0
85,8
87,6
89,5
90,9
92,0
93,1
94,2
94,9
95,6
96,4
97,1
97,5
97,8
98,2
98,5
98,9
99,3
99,6
100,0
-
61
Inform atização das
em presas em geral.
4%
Inform atização dos
serviços públicos.
3%
Consolidação de
Parque Tecnológico.
18%
Outros
20%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
Nacional.
4%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
internacional.
9%
Aum ento do
intercâm bio entre
universidades,
governo e as
em presas do setor.
4%
Aum ento do nível de
integração
(cooperação) entre as
em presas do setor.
5%
Enfrentam ento à
Exclusão Digital.
10%
Redução da Carga
Tributária.
7%
Profissionais
especializados para
atender a dem anda do
setor.
8%
Investim entos em
P&D e Inovação.
8%
Gráfico 12- Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pela
Assespro/Seitac
Levando em consideração o conteúdo divulgado pelo Insoft, foram identificados apenas
6 desafios vinculados com o processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São
eles: 1- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional; 2Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 3Fortalecimento das empresas do Estado; 4- Aumento do poder associativo das empresas
do setor; 5- Investimentos em P&D e Inovação e a 6- Redução da mortalidade das
empresas novas do setor (TABELA 25 e GRÁFICO 13)
Tabela 25: Freqüência dos Desafios Vinculados ao INSOFT
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.13
D.23
D.06
D.09
D.19
D.29
Total
2
2
1
1
1
1
8
25
25
12,5
12,5
12,5
12,5
100
25
50
62,5
75
87,5
100
-
62
Investim entos em
P&D e Inovação.
13%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
internacional.
24%
Redução da
m ortalidade das
em presas novas do
setor.
13%
Aum ento do Poder
associativo das
Em presas do Setor.
13%
Profissionais
especializados para
atender a dem anda do
setor.
24%
Fortalecim ento das
em presas do Estado.
13%
Gráfico 13- Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pelo Insoft
Tendo em vista o conteúdo divulgado pela Secitece, verifica-se que aproximadamente
80% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 8 desafios relacionados com o
processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Investimentos em
P&D e Inovação; 2- Enfrentamento à Exclusão Digital; 3- Interiorização das ações do
setor de TI no Estado; 4- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado
internacional; 5- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do
setor; 6- Melhoria de infra-estrutura de TI; 7- Formação/captação de profissionais
especializados para atender a demanda do setor e o 8- Fortalecimento setorial em
relação com as outras regiões do Brasil (TABELA 26 e GRÁFICO 14)
TABELA 26: Freqüência dos Desafios Vinculados a SECITECE
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.19
D.07
D.02
D.13
D.20
D.08
D.23
D.31
D.04
D.18
D.25
D.27
D.03
D.26
D.01
D.06
D.10
D.22
D.32
Total
26
17
12
10
9
8
8
8
6
3
3
3
2
2
1
1
1
1
1
122
21,3
13,9
9,8
8,2
7,4
6,6
6,6
6,6
4,9
2,5
2,5
2,5
1,6
1,6
0,8
0,8
0,8
0,8
0,8
100
21,3
35,2
45,1
53,3
60,7
67,2
73,8
80,3
85,2
87,7
90,2
92,6
94,3
95,9
96,7
97,5
98,4
99,2
100,0
-
63
Fortalecim ento
setorial em relação
com as outras
regiões do Brasil.
7%
Investim entos em
P&D e Inovação.
20%
Outros
20%
Enfrentam ento à
Exclusão Digital.
14%
Profissionais
especializados para
atender a dem anda do
setor.
7%
Melhoria da InfraEstrutura de TI.
7%
Aum ento do
intercâm bio entre
universidades,
governo e as
em presas do setor.
7%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
internacional.
8%
Interiorização das
ações do Setor de TI
no Estado.
10%
Gráfico 14- Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pela Secitece
No que se refere ao conteúdo divulgado pelo Titan, verifica-se que aproximadamente
80% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 7 desafios relacionados com o
processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Consolidação de
Parque Tecnológico; 2- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e
empresas do setor; 3- Investimentos em P&D e Inovação; 4- Enfrentamento à Exclusão
Digital; 5- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional;
6- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor e a 7Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor e o
8- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado nacional (TABELA 27
e GRÁFICO 15)
64
TABELA 27: Freqüência dos Desafios Vinculados a TITAN
Desafios (Código)
Freqüência
(%)
(%) Acum
D.04
D.20
D.19
D.07
D.13
D.15
D.17
D.23
D.18
D.26
D.27
D.31
D.01
D.05
D.14
D.28
D.08
D.09
D.11
D.33
D.34
Total
34
27
23
12
12
8
8
7
4
3
3
3
2
2
2
2
1
1
1
1
1
157
21,7
17,2
14,6
7,6
7,6
5,1
5,1
4,5
2,5
1,9
1,9
1,9
1,3
1,3
1,3
1,3
0,6
0,6
0,6
0,6
0,6
100
21,7
38,9
53,5
61,1
68,8
73,9
79,0
83,4
86,0
87,9
89,8
91,7
93,0
94,3
95,5
96,8
97,5
98,1
98,7
99,4
100,0
-
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
Nacional.
5%
Outros
21%
Aum ento do nível de
integração
(cooperação) entre as
em presas do setor.
5%
Am pliação da
capacidade
com petitiva do APL
para o m ercado
internacional.
8%
Consolidação de
Parque Tecnológico.
21%
Aum ento do
intercâm bio entre
universidades,
governo e as
em presas do setor.
17%
Enfrentam ento à
Exclusão Digital.
8%
Investim entos em
P&D e Inovação.
15%
Gráfico 15- Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pelo Titan
Dentro da perspectiva das variáveis inferidas (interesses subjacentes aos emissores),
percebe-se que as quatro instituições analisadas apresentam distintos interesses em função do
tipo de conjunto de desafios encontrados na analise. Levando em consideração as freqüências
apresentadas pelos principais desafios vinculados às instituições, verifica-se que, a
Assespro/Seitac, Insoft e Titan, através de posições diferenciadas, convergem seus
interesses na elevação da competitividade do APL e a Secitece aparenta estar fundamentada
no esforço de promover, através de políticas públicas, o fortalecimento do setor de TI no
65
Ceará, tanto no que se refere à região metropolitana de fortaleza, quanto nos municípios do
interior do Estado (QUADRO 14).
QUADRO 14: Principais interesses subjacentes às instituições analisadas
Instituição
Interesses
Interesses
vinculados aos
principais
desafios
identificados
em cada
Instituição
Interesse
Subjacente
Central
ASSESPRO/SEITAC
INSOFT
SECITECE
TITAN
Consolidar o Parque
Tecnológico no
Município de Euzébio.
Ampliar o mercado
atingido pelas empresas
do APL, tanto no que se
refere ao mercado
nacional, quanto no
internacional.
Consolidar o ambiente
propício ao
desenvolvimento da
Inovação no setor de
TI.
Consolidar o Parque
Tecnológico no
Município de Euzébio.
Ampliar o mercado
atingido pelas empresas
do APL, tanto no que se
refere ao mercado
nacional, quanto no
internacional.
Apoiar as empresas do
APL de TI, tanto no que
se refere à P&D, quanto
à formação/qualificação
de profissionais para
atender a demanda do
setor.
Promover o
enfrentamento da
exclusão digital no
Estado.
Promover o
enfrentamento da
exclusão digital no
Estado.
----------------
Promover a ampliação
das ações do setor de
TI no Estado, em
especial nos
municípios do interior.
Elevação da
Competitividade do
Setor
Elevação da
Competitividade do
Setor
Fortalecimento
Regional
Ampliar os níveis de
cooperação e
integração entre os
diversos agentes
vinculados ao APL,
incluído também as
universidades, governo
e empresas do setor.
Ampliar o mercado
atingido pelas
empresas do APL,
tanto no que se refere
ao mercado nacional,
quanto no
internacional.
Elevação da
Competitividade do
Setor
Ainda sobre as instituições analisadas, convém destacar que o foco subjacente ao discurso
do Insoft que o faz se diferenciar das demais entidades diz respeito ao interesse expresso em
apoiar as empresas do APL, tanto no que se refere à P&D, quanto à formação/qualificação de
profissionais para atender as demandas do setor. Já, a Secitece se destaca ao incorporar em
seu discurso os propósitos de consolidar um ambiente propício ao desenvolvimento da
Inovação no setor de TI e promover a ampliação das ações do setor no Estado, em especial
nos municípios do interior. Sobre o Titan, o seu destaque em relação às outras três
instituições se apóia em um discurso que busca ratificar a importância da ampliação dos
níveis de cooperação e integração entre os diversos agentes vinculados ao APL, incluído
também as universidades, governo e empresas do setor.
5.2- Interpretação dos Resultados
Na dimensão formada pelo conjunto de notícias divulgadas pelas instituições analisadas
(Assespro/Seitac, Insoft, Secitece e Titan), após o processo de tabulação e inferências, foram
66
identificados quatro vetores que assumem o papel de fatores críticos de sucesso
fundamentais na dinâmica de desenvolvimento do Arranjo Produtivo Local de TI de
Fortaleza. Estes vetores são representados pelos quatro Grandes Desafios que se originam
nos discursos declarados pelas principais instituições do setor, refletindo o entendimento dos
mesmos no que diz respeito às principais demandas atualmente existentes no APL. Os quatro
fatores críticos de sucesso são: 1-Fortalecimento da Competitividade do APL; 2Ampliação do Mercado atingido pela atuação das empresas do APL; 3-Consolidação de
um ambiente de desenvolvimento de Inovação no APL e 4-Formação de Alianças
Estratégicas importantes para o desenvolvimento do APL (Figura 9).
Ampliação
do
mercado
Fortalecimento
da
Competitividade
PROCESSO DE
DESENVOLVIMENTO
DO APL DE TI DE
FORTALEZA
Formação
de Alianças
Estratégicas
Consolidação
de um ambiente
de Inovação
Figura 9- Fatores críticos de sucesso na dinâmica de desenvolvimento do APL de TI de
Fortaleza
Cada um dos quatro vetores, considerados como fatores críticos de sucesso na dinâmica
de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza, se origina da composição de um ou mais
grupos de desafios que foram identificados nos discursos expressos pelas instituições
consideradas como representativas do setor. Cada conjunto de desafios incorpora
características diferenciadas de tal forma que o vincula a um ou mais fator crítico. Desta
forma, a convergência dos referidos desafios em conjuntos vinculados aos quatro fatores
críticos se baseia em um processo de agrupamento realizado em função das similaridades
entre suas naturezas, estando alguns desafios vinculados em mais do que um fator crítico,
conforme se observa na figura 10.
Maior entrosamento dos
empresários com o poder púbico
Figura 10- Vínculos entre desafios e fatores críticos relacionados com o
desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza
Formação
de Alianças
Estratégicas
Consolidação de Parque Tecnológico.
Investimentos em P&D e Inovação.
Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
Melhoria do nível de Gestão dos ICT’s.
Formação de Parcerias estratégicas com os Stakeholders vinculados ao setor de TI.
Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor.
Formação de parcerias entre as empresas do setor.
Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
Levantamento de informações
mais detalhadas sobre o Setor de TI.
Consolidação
de um ambiente
de desenvolvimento
de Inovação
Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
Redução da mortalidade das empresas novas do setor.
Proteção de Marcas e Patentes.
Fortalecimento
da
Competitividade
do APL
Redução da Carga Tributária.
Fortalecimento das empresas do Estado.
Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
Capacitação dos Empresários locais.
Informatização dos serviços públicos.
Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região.
Ampliação
Informatização das empresas em geral.
Fomentar atividades de alto valor agregado.
Redução dos índices de pirataria.
do mercado
Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
Redução do mercado informal.
Ampliação do número de empresas do setor com certificações.
Atingido pelo APL
Atração de empresas de TI para o Estado.
Fixação de Mão-de-obra qualificada na região.
Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
Melhoria do Padrão de Qualidade dos Produtos e Serviços.
Enfrentamento à Exclusão Digital.
Desburocratização.
Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
Implementação de mecanismos de fomento do mercado.
Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
67
68
Utilizando como critério os vínculos existentes com os 35 desafios, percebe-se uma
configuração que conecta os quatro Fatores Críticos de desenvolvimento do APL de TI de
Fortaleza em uma estrutura que se decompõe em dois grandes blocos de relações.
O primeiro bloco se caracteriza pela conexão entre: i) a consolidação de um ambiente
inovativo; ii) o fortalecimento da competitividade e iii) a formação de alianças estratégicas.
A conjugação destes três elementos engloba as estruturas básicas de sustentação das relações
geradoras de vantagens provenientes das características da aglomeração regional, sendo este
bloco considerado representativo das bases do fortalecimento da infra-estrutura do APL.
O segundo bloco é caracterizado pela conexão entre: i) o fortalecimento da competitividade;
ii) formação de alianças estratégicas e iii) a ampliação do mercado atingido pelo arranjo. Esta
conjugação envolve os desafios relacionados com os processos finais de venda de produtos e
de prestação de serviços vinculados com o setor, sendo este bloco representativo das bases
do fortalecimento das relações de mercado do APL.
Esta conformação, oriunda das interconexões entre os desafios identificados nos
discursos declarados pelas instituições representativas do setor, surge como uma
possibilidade factível de servir como alicerce para o alinhamento dos processos de
planejamento e implementação de ações estratégicas dos agentes políticos, econômicos e
sociais envolvidos com as dinâmicas de crescimento e desenvolvimento do APL de TI de
Fortaleza (FIGURA 11).
69
AMPLIAÇÃO
DO MERCADO
ATINGIDO
PELO APL
FORMAÇÃO DE
ALIANÇAS ENTRE
AGENTES
DO APL
FORTALECIMENTO
DA COMPETITIVIDADE
DO APL
AMPLIAÇÃO
DO MERCADO
ATINGIDO
PELO APL
BASES DO FORTALECIMENTO DAS
RELAÇÕES DE MERCADO
DO APL
FORMAÇÃO DE
ALIANÇAS ENTRE
AGENTES
DO APL
FORTALECIMENTO
DA COMPETITIVIDADE
DO APL
BASES DO FORTALECIMENTO DA
INFRA-ESTRUTURA
DO APL
CONSOLIDAÇÃO
DE UM AMBIENTE DE
INOVAÇÃO NO APL
FORMAÇÃO DE
ALIANÇAS ENTRE
AGENTES
DO APL
FORTALECIMENTO
DA COMPETITIVIDADE
DO APL
CONFIGURAÇÃO GERAL DAS RELAÇÕES ENTRE
OS FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO
CONSOLIDAÇÃO
DE UM AMBIENTE DE
INOVAÇÃO NO APL
Figura 11- Alicerce para o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza fundamentado nas
relações entre os Fatores Críticos de Sucesso
Na dimensão interpretativa voltada para a apresentação de proposições, exploraram-se os
desdobramentos relacionados com as evidências encontradas, sobre a ótica da governança
local, visto que o processo de desenvolvimento incorpora ações deliberadas para superação
de desafios específicos.
Entendendo governança como processo de coordenação de atores econômicos, políticos e
sociais, nas esferas pública e privada, e nos níveis local e global, para o alcance de propósitos
comuns, faz-se necessário, para a melhoria do processo de desenvolvimento do APL de TI de
Fortaleza, a convergência de esforços entre os diversos Stakeholders sobre uma plataforma
que propicie um adequado alinhamento de suas estratégias.
Fundamentada nas evidências encontradas, a dinâmica de governança local do APL de TI
de Fortaleza tende a obter resultados sustentáveis através do alinhamento do processo de
70
coordenação em quatro direções estratégicas, representativas, cada uma, dos fatores
considerados críticos para o desenvolvimento do setor (FIGURA 12).
Ampliação
do mercado
Atingido pelo APL
Fortalecimento
da
Competitividade
do APL
PROCESSO DE
DESENVOLVIMENTO
DO APL DE TI DE
FORTALEZA
PRINCIPAIS DIREÇÕES
ESTRATÉGICAS
Consolidação
de um ambiente
de desenvolvimento
de Inovação no APL
Formação de Alianças
Estratégicas entre agentes
vinculados ao APL
Figura 12- Direções Estratégicas de Governança Local para o Desenvolvimento do APL de
TI de Fortaleza
Utilizando os conjuntos de desafios vinculados aos quatro fatores críticos apresentados na
figura 10, obtém-se 14 alternativas de enfrentamento para cada grupo, que assumem o papel
de ações indutoras de desenvolvimento, conforme descrito no quadro 15 e figura 13.
QUADRO 15: Alternativas de enfrentamento dos desafios relacionados com o APL de TI de Fortaleza
(Continua)
GRUPO DE DESAFIOS
9
9
9
9
9
9
9
A
9
9
9
9
9
B
9
9
9
9
9
9
Redução da Carga Tributária.
Fortalecimento das empresas do Estado.
Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
Capacitação dos Empresários locais.
Ampliação da capacidade de captação de recursos para a
região.
Fomentar atividades de alto valor agregado.
Profissionais especializados para atender a demanda do
setor.
Ampliação do número de empresas do setor com
certificações.
Atração de empresas de TI para o Estado.
Fixação de Mão-de-obra qualificada na região.
Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões
do Brasil.
Melhoria do Padrão de Qualidade dos Produtos e
Serviços.
Desburocratização.
Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
Informatização dos serviços públicos.
Informatização das empresas em geral.
Redução dos índices de pirataria.
Redução do mercado informal.
FATOR CRÍTICO DE
SUCESSO
ALTERNATIVAS DE ENFRENTAMENTO
(Ações Indutoras de Desenvolvimento)
Ações Pontuais:
Fortalecimento da
Competitividade do
APL
Ampliação do
Mercado Atingido
pelo APL
• Planos de redução de Carga Tributária e
Captação de Recursos.
• Programa de apoio a Certificações e
Qualidade.
• Programa de atração de Competências.
• Programa de formação/qualificação
profissional.
• Plano de Desburocratização do Setor.
• Programa de estímulo ao uso da TI nas
esferas públicas e privadas.
71
QUADRO 15: Alternativas de enfrentamento dos desafios relacionados com o APL de TI de Fortaleza
(Continuação)
GRUPO DE DESAFIOS
C
9 Enfrentamento à Exclusão Digital.
9 Ampliação da capacidade competitiva do APL para o
mercado internacional.
9 Implementação de mecanismos de fomento do mercado.
9 Ampliação da capacidade competitiva do APL para o
mercado Nacional.
D
9 Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico
E
9 Formação de Parcerias estratégicas com os Stakeholders
vinculados ao setor de TI.
9 Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor.
9 Formação de parcerias entre as empresas do setor.
9 Aumento do nível de integração (cooperação) entre as
empresas do setor.
F
9 Consolidação de Parque Tecnológico.
9 Investimentos em P&D e Inovação.
G
9 Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e
as empresas do setor.
9 Melhoria do nível de Gestão dos ICT’s.
H
9 Levantamento de informações mais detalhadas sobre o
Setor de TI.
I
9 Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
9 Redução da mortalidade das empresas novas do setor.
9 Proteção de Marcas e Patentes.
FATOR CRÍTICO DE
SUCESSO
Fortalecimento da
Competitividade do
APL
Ampliação do
Mercado Atingido
pelo APL
Formação de Alianças
Estratégicas
Ampliação do
Mercado Atingido
pelo APL
Formação de Alianças
Estratégicas
Consolidação de um
ambiente de
desenvolvimento de
Inovação
Formação de Alianças
Estratégicas
Consolidação de um
ambiente de
desenvolvimento de
Inovação
Consolidação de um
ambiente de
desenvolvimento de
Inovação
Fortalecimento da
Competitividade do
APL
Formação de Alianças
Estratégicas
Consolidação de um
ambiente de
desenvolvimento de
Inovação
Fortalecimento da
Competitividade do
APL
ALTERNATIVAS DE ENFRENTAMENTO
(Ações Indutoras de Desenvolvimento)
• Projetos de Inclusão Digital.
• Programas de incentivo a capacidade
competitiva das empresas locais no
mercado Nacional e Internacional.
• Instituição de canais formais e efetivos
de participação dos empresários nos
processos de elaboração,
implementação, controle e avaliação
de Políticas Públicas do setor de TI.
• Projeto de alinhamento estratégico de
Governança entre Assespro/Seitac,
Insoft e Titan.
• Programa de Consolidação do(s)
Parque(s) e Núcleo(s) Tecnológico(s)
no Estado (Eusébio e outros
Municípios do Interior).
• Criação da Rede Estadual de
Pesquisadores e
Núcleos/Centros/Grupos de Pesquisa
vinculados ao Setor de TI.
• Criação do Banco de Dados do Setor
(Observatório do APL)
• Programa de estímulo ao
empreendedorismo e a Proteção de
Marcas e Patentes. (Sebrae/Secitece)
72
•Projetos de Inclusão Digital.
•Programas de incentivo a capacidade competitiva
das empresas locais no mercado Nacional e
Internacional.
Ações Pontuais:
•Planos de redução de Carga Tributária e
Captação de Recursos.
•Programa de apoio a Certificações e Qualidade.
•Programa de atração de Competências.
•Programa de formação/qualificação profissional.
•Plano de Desburocratização do Setor.
•Programa de estímulo ao uso da TI nas
esferas públicas e privadas.
AMPLIAÇÃO
DO MERCADO
ATINGIDO
PELO APL
FORMAÇÃO DE
ALIANÇAS ENTRE
AGENTES
DO APL
FORTALECIMENTO
DA COMPETITIVIDADE
DO APL
•Programa de estímulo ao empreendedorismo
e a Proteção de Marcas e Patentes.
(SEBRAE/SECITECE)
•Projeto de alinhamento estratégico de
Governança entre Assespro/Seitac, Insoft
e Titan.
CONSOLIDAÇÃO
DE UM AMBIENTE DE
INOVAÇÃO NO APL
•Criação do Banco de Dados do Setor
(Observatório do APL)
•Instituição de canais formais e efetivos de
participação dos empresários nos processos
de elaboração, implementação, controle e
avaliação de Políticas Públicas do setor de TI.
•Programa de Consolidação do(s) Parque(s)
e Núcleo(s) Tecnológico(s) no Estado.
(Eusébio e outros Municípios do Interior)
•Criação da Rede Estadual de Pesquisadores e Núcleos/Centros/Grupos de Pesquisa
vinculados ao Setor de TI.
Figura 13- Ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza
Vale ressaltar que cada ação indutora incorpora em si objetivos gerais na expectativa de
promover impactos em cada vetor de desenvolvimento (QUADRO 16), envolvendo agentes
diferenciados, e prováveis lideranças, nos processos de elaboração, implementação, controle
e avaliação (QUADRO 17).
73
QUADRO 16: Objetivos e esferas de impacto das ações indutoras de desenvolvimento do APL de
TI de Fortaleza
AÇÕES
INDUTORAS
OBJETIVOS
GERAIS
Reduzir a quantidade de pessoas que
não possuem conhecimento básico e
avançado de informática no Estado do
Ceará.
Melhorar a capacidade das empresas
locais em oferecer seus produtos e
serviços no mercado nacional e
internacional.
Induzir a informatização das
organizações púbicas e privadas, tanto
na capital quanto no interior do Estado
do Ceará.
ESFERAS DE IMPACTO
NO APL
- Fortalecimento da
Competitividade.
- Ampliação do Mercado.
1
Projetos de Inclusão Digital.
2
Programas de incentivo a capacidade
competitiva das empresas locais no
mercado Nacional e Internacional.
3
Programa de estímulo ao uso da TI
nas esferas públicas e privadas.
4
Instituição de canais formais e
efetivos de participação dos
empresários nos processos de
elaboração, implementação, controle
e avaliação de Políticas Públicas do
setor de TI.
Promover maior alinhamento entre as
políticas públicas vinculadas ao setor
de TI com as reais demandas
empresariais e sociais.
- Ampliação do Mercado.
- Formação de Alianças
Estratégicas.
5
Projeto de alinhamento estratégico de
Governança entre Assespro/Seitac,
Insoft e Titan.
Consolidar parcerias estratégicas entre
os Stakeholders vinculados ao APL,
capazes de promover efetivo
desenvolvimento do Setor de TI.
- Formação de Alianças
Estratégicas.
Estabelecer núcleos estaduais de
excelência em P&D e inovação no
setor de TI.
- Formação de Alianças
Estratégicas.
- Consolidação de um Ambiente
de Inovação.
6
7
Programa de Consolidação do(s)
Parque(s) e Núcleo(s) Tecnológico(s)
no Estado. (Eusébio e outros
Municípios do Interior)
Criação da Rede Estadual de
Pesquisadores e
Núcleos/Centros/Grupos de
Pesquisa vinculados ao Setor de TI.
8
Criação do Banco de Dados do
Setor
(Observatório do
APL)
9
Programa de estímulo ao
empreendedorismo e a Proteção de
Marcas e Patentes.
(SEBRAE/SECITECE)
10
Planos de redução de Carga
Tributária e Captação de Recursos.
11
Programa de apoio a Certificações e
Qualidade.
12
Programa de atração de
Competências.
13
Programa de formação/qualificação
profissional.
14
Plano de Desburocratização do Setor.
Integrar Universidades, Governo e
empresas do estado em uma rede de
intercâmbio e produção de P&D e
Inovação na área de TI.
Promover o cadastro e monitoramento
(através de simetria de informação) das
características e atividades
desenvolvidas pelos Stakeholders
vinculados ao APL de TI de Fortaleza.
Estimular a iniciativa empreendedora e
inovadora no setor de TI, nas áreas da
gestão e da propriedade intelectual.
Proporcionar folga financeira nas
empresas do APL para que as mesmas
realizem investimentos geradores de
resultados
Aumentar o número de empresas do
APL com certificações na área de TI e
da Qualidade.
Atrair empresas e profissionais
qualificados do setor de TI para
atuarem no APL.
Formar e/ou qualificar profissionais
especializados para atuarem no APL.
Reduzir os efeitos da burocratização na
tramitação dos processos relacionados
com a dinâmica do Setor de TI no
Estado do Ceará.
- Fortalecimento da
Competitividade.
- Ampliação do Mercado.
- Ampliação do Mercado.
- Consolidação de um Ambiente
de Inovação.
- Fortalecimento da
Competitividade.
- Formação de Alianças
Estratégicas.
- Consolidação de um Ambiente
de Inovação.
- Fortalecimento da
Competitividade.
- Consolidação de um Ambiente
de Inovação.
- Fortalecimento da
Competitividade.
- Fortalecimento da
Competitividade.
- Fortalecimento da
Competitividade.
- Fortalecimento da
Competitividade.
- Fortalecimento da
Competitividade.
74
QUADRO 17: Principais Stakeholders relacionados com as ações indutoras de desenvolvimento do
APL de TI de Fortaleza
AÇÕES
INDUTORAS
1
Projetos de Inclusão Digital.
2
Programas de incentivo a capacidade
competitiva das empresas locais no mercado
Nacional e Internacional.
3
Programa de estímulo ao uso da TI nas esferas
públicas e privadas.
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
Instituição de canais formais e efetivos de
participação dos empresários nos processos de
elaboração, implementação, controle e
avaliação de Políticas Públicas do setor de TI.
Projeto de alinhamento estratégico de
Governança entre Assespro/Seitac, Insoft e
Titan.
Programa de Consolidação do(s) Parque(s) e
Núcleo(s) Tecnológico(s) no Estado. (Eusébio
e outros Municípios do Interior)
PRINCIPAIS
STAKEHOLDERS
ENVOLVIDOS
ƒ SECITECE / SEDUC
ƒ Prefeituras Municipais do Ceará
ƒ Instituições de Ensino Superior
ƒ Empresas
ƒ Governo do Estado do Ceará
ƒ Prefeituras Municipais do Ceará
ƒ Assespro / Seitac / Titan
ƒ Empresas
ƒ Governo do Estado do Ceará
ƒ Prefeituras Municipais do Ceará
ƒ Titan
ƒ FIEC / FECOMERCIO
ƒ SEBRAE (PROINPE)
ƒ Governo do Estado do Ceará
ƒ Prefeituras Municipais do Ceará
ƒ Assespro / Seitac / Insoft / Titan
ƒ Empresas
ƒ Assespro / Seitac / Insoft / Titan
ƒ Governo do Estado do Ceará
ƒ Prefeituras Municipais do Ceará
ƒ Assespro / Seitac / Insoft / Titan
Criação da Rede Estadual de Pesquisadores e ƒ SECITECE
ƒ Instituições de Ensino Superior
Núcleos/Centros/Grupos de Pesquisa
ƒ CEFET’s
vinculados ao Setor de TI.
ƒ Insoft
ƒ SECITECE
Criação do Banco de Dados do Setor
ƒ Assespro / Seitac / Insoft / Titan
(Observatório do APL)
ƒ IBGE
Programa de estímulo ao empreendedorismo e ƒ SEBRAE
ƒ SECITECE
a Proteção de Marcas e Patentes.
ƒ INPI (Inst. Nac. de Propriedade
(SEBRAE/SECITECE)
Industrial)
ƒ Governo Federal
ƒ Governo do Estado do Ceará
Planos de redução de Carga Tributária e
ƒ Prefeituras Municipais do Ceará
ƒ Bancos
Captação de Recursos.
ƒ Finep / Funcap
ƒ Assespro / Seitac / Titan
ƒ Ministério da Ciência e
Tecnologia
Programa de apoio a Certificações e Qualidade. ƒ SECITECE
ƒ Insoft
ƒ Governo do Estado do Ceará
ƒ Prefeituras Municipais do Ceará
Programa de atração de Competências.
ƒ Assespro / Seitac / Insoft / Titan
ƒ Empresas
ƒ Instituições de Ensino Superior
ƒ CEFT’s
Programa de formação/qualificação
ƒ STDS / SINE
profissional.
ƒ SESI / SENAC
ƒ Empresas
ƒ Governo Federal
ƒ Governo do Estado do Ceará
Plano de Desburocratização do Setor.
ƒ Prefeituras Municipais do Ceará
PROVAVEL LIDERANÇA
INDUTORA
ƒ SECITECE
ƒ SEDUC
ƒ Assespro/Seitac
ƒ Titan
ƒ Governo do Estado do Ceará
ƒ Titan
ƒ SEBRAE
ƒ Assespro/Seitac
ƒ Insoft
ƒ Titan
ƒ Assespro/Seitac
ƒ Insoft
ƒ Titan
ƒ Titan
ƒ SECITECE
ƒ Insoft
ƒ Liderança Difusa
ƒ Assespro/Seitac
ƒ Titan
ƒ Insoft
ƒ Governo do Estado do Ceará
(Atração de Empresas)
ƒ Insoft (Atração de Pessoas)
ƒ Titan (Atração de Pessoas)
ƒ Liderança Difusa
ƒ Governo do Estado do Ceará
ƒ Prefeituras Municipais do
Ceará
75
Sobre o ponto de vista da abordagem interpretativa, fundamentada apenas nas relações
entre as categorias encontradas na analise (construção iterativa de uma explicação), concebese que o processo de evolução do APL de TI de Fortaleza, para níveis mais desenvolvidos de
organização, com estruturas sistêmicas de maior integração e sustentabilidade, perpassa pelo
enfrentamento dos desafios identificados, através de uma governança local que coordene a
adequação e implementação das ações de enfrentamento propostas.
76
6. Considerações Finais
Ao se proceder a analise de conteúdo dos discursos declarados pelas instituições
representativas do setor de Tecnologia da Informação do Estado do Ceará, foi identificado
um conjunto de 35 desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de Fortaleza. Estes
desafios se agrupam em 4 fatores críticos que refletem às principais demandas atualmente
existentes no que diz respeito às bases para o fortalecimento da infra-estrutura e das relações
de mercado do aglomerado.
Quando se realiza a associação das evidências obtidas pela analise das demandas do APL
de Fortaleza com os resultados dos estudos de Werthein (op.cit.), Ferreira (op.cit), Wiegel et
al (op.cit) e Kubota (op.cit), sobre os desafios relacionados com o setor de Tecnologia da
Informação, verifica-se uma forte semelhança entre os desafios representativos do contexto
cearense com aqueles existentes em uma realidade mais abrangente. Inclusive vale destacar
que os desafios e proposições apresentados nos anos de 2006 e 2007 pelo setor de TI do
Ceará são plenamente englobados na configuração composta pelos quatro fatores críticos
identificados na analise.
Entretanto, além das demandas identificadas, nove outros desafios foram apontados pelos
autores acima, como elementos que necessitam de enfrentamento pelos agentes que estão
envolvidos, ou são impactados, pelas dinâmicas do setor. Conforme se pode observar no
quadro 18, os referidos desafios possuem forte relação com o processo de fortalecimento da
competitividade do APL e induzem ao surgimento de ações complementares indutoras de
desenvolvimento.
77
QUADRO 18: Desafios e ações complementares indutores de desenvolvimento do APL de TI
GRUPO DE DESAFIOS
1. Alta Taxa de
analfabetismo
adulto.
2. Baixo acesso a
educação formal
avançada.
3. necessidade de
capacitação dos
Recursos Humanos
atuantes na esfera
da burocracia do
Estado.
4. custos dos serviços
providos (preços
elevados)
5. Custo do dinheiro
(taxas e juros muito
elevadas)
6. Períodos com taxa
de câmbio bastante
adversa para os
processos de
importação
7. Dificuldade da
obtenção (no
mercado interno)
de recursos para
financiamento
8. Resistência dos
Bancos quanto a
emprestar dinheiro
às empresas.
9. Pouco
desenvolvimento
do Mercado de
Venture Capital.
FATOR
CRÍTICO DE
SUCESSO
ALTERNATIVAS DE
ENFRENTAMENTO
(Ações Indutoras de
Desenvolvimento)
15
• Programa de
melhoria da
qualidade e
acesso ao ensino
e de incentivos à
qualificação no
nível de
alfabetização e
de formação
básica.
16
• Programa de
incentivo
profissional de
acesso ao nível
superior
Fortalecimento
da
Competitividade
do APL
Fortalecimento
da
Competitividade
do APL
17
18
19
Fortalecimento
da
Competitividade
do APL
• Implementação
de Programas de
capacitação dos
servidores
públicos
estaduais e
municipais.
• Programas
específicos de
financiamento
destinados à
investimentos e
Capital de Giro
em empresas de
TI.
OBJETIVOS GERAIS
• Aumentar os níveis
de escolaridade da
população e dos
funcionários
atuantes nas
empresas de TI,
sobre o aspecto da
alfabetização e de
formação de nível
básico
• Ampliar as taxas
de funcionários
atuantes nas
empresas de TI que
estejam cursando
ou tenham
concluído o ensino
superior
• Aumentar o nível
de escolaridade dos
servidores públicos
estaduais e
municipais do
Estado do Ceará
• Aumentar o n° de
empresas que
utilizam linhas de
financiamento para
realizarem
investimentos e
administrarem seus
Capitais de Giro.
• Programas de
crédito voltado
para empresas
inovadoras sem
garantias reais.
PRINCIPAIS
STAKEHOLDERS
ENVOLVIDOS
• Empresas
• SEDUC
• Secretarias
Municipais de
Educação
• SINE
• SENAI
• SENAC
• SEDUC
• SINE
•
•
•
•
• FIEC
• FECOMERCIO
• Assespro/Seitac
21
• Criação de um
Sistema Estadual
de Garantia.
• Venture Capital
Governamental.
• Aumentar o n° de
empresas que
utilizam
financiamentos de
terceiros para
realizarem
investimentos.
Empresas
IES
FIEC
FECOMERCIO
• Governo do
Estado do Ceará
• Prefeituras
municipais do
Ceará
•
•
•
•
•
Banco do Brasil
BNB.
Caixa.
BNDS
Bancos
Privados
•
•
•
•
•
Banco do Brasil
BNB.
Caixa.
BNDS
Bancos
Privados
SEBRAE
Governo
Estadual
Governo
Municipal
Empresas
Bancos
Governo
Federal
Governo
Estadual
Ass.Brasileira
de Capital de
Risco (ABCR)
Comissão de
Valores
Mobiliários
(CVM)
•
•
20
PROVAVEL
LIDERANÇA
INDUTORA
•
•
•
•
•
•
•
• Governo do
Estado do
Ceará.
• Liderança
Difusa.
• Liderança
Difusa.
• Liderança
Difusa
• Liderança
Difusa
78
Tendo em vista que o APL de TI de Fortaleza apresenta fortes traços que o caracteriza
como sendo uma aglomeração de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME’s) sem uma
governança local fortemente verticalizada, torna-se evidente que a possibilidade de
crescimento e desenvolvimento ao longo prazo são boas, sendo o papel do governo local,
neste processo, um fator de significativa importância. Sobre este aspecto, vale destacar que as
ações indutoras de desenvolvimento propostas neste trabalho podem ser implementadas
através de um plano setorial estratégico que vincule o conjunto de ações aos objetivos
propostos por Cassiolato, Lastres e Szapiro (op.cit), de acordo com os critérios de
neutralidade, reciprocidade e de criação de exemplos, conforme descrito no quadro 19.
QUADRO 19- Enquadramento das ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI segundo objetivos e
critérios de consolidação setorial propostos por Cassiolato, Lastres e Szapiro
Critérios
Objetivos
NEUTRALIDADE
RECIPROCIDADE
CRIAÇÃO DE
EXEMPLOS
Revolucionar
e estimular o
ambiente
• Projetos de Inclusão Digital.
• Programa de Consolidação do(s) Parque(s) e
Núcleo(s) Tecnológico(s) no Estado. (Eusébio
e outros Municípios do Interior).
• Criação do Banco de Dados do Setor
(Observatório do APL).
• Programa de apoio a Certificações e Qualidade.
• Programa de formação e qualificação
profissional.
• Programa de Incentivos à qualificação no nível
de alfabetização e de formação básica.
• Implementação de Programas de capacitação
dos servidores públicos estaduais e municipais.
• Projetos de Inclusão Digital.
• Programa de formação e
qualificação profissional.
• Programa de Incentivos à
qualificação no nível de
alfabetização e de formação básica.
• Implementação de Programas de
capacitação dos servidores públicos
estaduais e municipais.
• Projetos de Inclusão
Digital.
• Programa de Consolidação
do(s) Parque(s) e Núcleo(s)
Tecnológico(s) no Estado.
(Eusébio e outros
Municípios do Interior).
Ampliar
Economias
de Escala
Coletivas
e/ou Superar
Gargalos
• Programas de incentivo a capacidade
• Programas de incentivo a
competitiva das empresas locais no mercado
capacidade competitiva das
Nacional e Internacional.
empresas locais no mercado
Nacional e Internacional.
• Programa de apoio a Certificações e Qualidade.
Fortalecer as
Economias
Externas
• Programa de estímulo ao uso da TI nas esferas
públicas e privadas.
• Planos de redução de Carga Tributária e
Captação de Recursos.
• Plano de Desburocratização do Setor.
• Programas específicos de financiamento
destinados à investimentos e Capital de Giro
em empresas de TI.
• Programas de crédito voltado para empresas
inovadoras sem garantias reais.
• Criação de um Sistema Estadual de Garantia.
• Venture Capital Governamental.
----------------
• Criação da Rede Estadual de Pesquisadores e
Núcleos/Centros/Grupos de Pesquisa
vinculados ao Setor de TI.
• Projeto de alinhamento estratégico de
Governança entre Assespro/Seitac, Insoft e
Titan.
• Criação da Rede Estadual de
Pesquisadores, Núcleos, Centros
e Grupos de Pesquisa vinculados
ao Setor de TI.
• Instituição de canais formais e
efetivos de participação dos
empresários nos processos de
elaboração, implementação,
controle e avaliação de Políticas
Públicas do setor de TI.
Fortalecer as
Sinergias do
Aglomerado
• Programa de estímulo ao
empreendedorismo e a
Proteção de Marcas e
Patentes.
----------------
• Programa de atração de
Competências.
79
Sobre a perspectiva do processo de mobilização dos atores sociais locais para a
mudança em direção ao desenvolvimento do setor, vale destacar as possibilidades de uso do
modelo de alavancagem de APL’s sugerido por Amorim, Moreira e Ipiranga (op.cit.), na
medida em que o respectivo modelo surge como proposta voltada para a realidade dos
aglomerados cearenses. O processo se inicia pela criação de um Fórum para Mudanças,
formado Stakeholders locais e a partir dele, são estabelecidos os grupos de trabalho chamados
de Laboratórios para Inovação, visando operacionalizar as propostas deliberadas pelo Fórum,
bem como identificar e se conectar com Pontos de Escuta representativos das fontes
privilegiadas de informação e de experiência relacionadas com os objetivos de cada
laboratório. Consequentemente, os efeitos provocados pelas externalidades geradas
promoverão, em médio a longo prazo, a aceleração dos processos de mudança, crescimento e
desenvolvimento do setor na região.
No caso das possibilidades específicas sugeridas por este trabalho, o Fórum para
Mudança surge com a denominação de “Câmara de Tecnologia da Informação do CearáCTI”, formada pelas entidades associativas do setor, entidades governamentais, entidades de
qualificação técnica e profissional, instituições de ensino técnico e superior, institutos de
pesquisa, instituições financeiras e de financiamento de ciência, tecnologia e inovação, bem
como outras instituições relevantes vinculadas ao setor. A Câmara, ancorada, ou não, por uma
agência de desenvolvimento funcional, operacionalizará suas deliberações através de quatro
“Sub-Câmaras de Desenvolvimento-SCD” integradas, que assumem o papel de laboratórios
para inovação, compostas inicialmente por 21 Equipes de Projetos, voltadas para
implementar, respectivamente, as 21 ações indutoras de desenvolvimento direcionadas para o
enfrentamento dos desafios do APL de TI de Fortaleza. Ainda sobre este aspecto, convém
destacar que as equipes de projetos poderão estar vinculadas a mais de uma Sub-Câmara, em
função da natureza de cada ação, ou serem fundidas, em função das priorizações estratégicas
de Governança.
Vale chamar atenção para o fato de que a elaboração do planejamento, implementação,
controle e avaliação das ações perpassam por processos de colaboração e engajamento ativo
dos agentes possuidores das informações e experiências relativas a cada ação, considerados
neste contexto como pontos de escuta, sob a denominação de “Colaboradores Técnicos”
(pessoas físicas) ou “Colaboradores Institucionais” (pessoas jurídicas). A composição da
Câmara de Tecnologia da Informação do Ceará e a representação diagramática do processo de
80
alavancagem do APL de TI de Fortaleza, através de um modelo de mobilização dos agentes
sociais locais, estão detalhadas no quadro 20 e na figura 14.
QUADRO 20: Composição da Câmara de Tecnologia da Informação do Ceará
PRINCIPAIS STAKEHOLDERS
INTEGRANTES DA CÂMARA DE TI
DO CEARÁ
EQUIPES DE PROJETOS
( EP )
Laboratórios para Inovação
(EP.1) Inclusão Digital.
(EP.2)Incentivo a Capacidade
Competitiva.
SECITECE - SEDUC
STDS - PMF/CTI
Representantes Municipais
(EP.3) Estímulo ao uso de TI.
(SCD.1)
Sub-Câmara de
Desenvolvimento
para o
Fortalecimento da
Competitividade
SEBRAE/CE - SESI/CE
SENAC/CE - SINE-CE
(SCD.2)
Sub-Câmara de
Desenvolvimento da
Ampliação de
Mercado
UFC - UECE - UNIFOR
Outras IES - CEFET
(SCD.3)
Sub-Câmara de
Desenvolvimento de
Alianças
Colaborativas
Banco do Brasil
Caixa Econômica
Banco do Nordeste
BNDS
Outros Bancos
FUNCAP
Outras
Entidades de Financiamento
Entidades de Formação e Qualificação
Profissional
Entidades Associativas e
Governamentais
Fórum para Mudança
INSOFT - TITAN
ASSESPRO -SEITAC
FIEC - FECOMERCIO
SUB-CÂMARAS DE
DESENVOLVIMENTO
( SCD )
(SCD.4)
Sub-Câmara de
Desenvolvimento de
Ambientes
Inovativos
IBGE
IPECE
(EP.4) Representatividade
Empresarial.
(EP.5) Alinhamento
Estratégico.
(EP.6) Parque Tecnológico
(EP.7) Rede Estadual de
Pesquisadores.
(EP.8) Observatório de TI
(EP.9) Empreendedorismo,
Marcas e Patentes.
(EP.10) Tributação e Recursos.
(EP.11) Certificação e
Qualidade.
(EP.12) Atração de
Competências.
(EP.13) Formação e
Qualificação Profissional.
(EP.14) Desburocratização.
(EP.15) Incentivo à
Alfabetização e Educação
Básica.
(EP.16) Incentivo ao acesso ao
Nível Superior.
(EP.17) Qualificação e
Capacitação de TI dos
servidores Públicos.
(EP.18) Financiamento
(Investimentos e Capital de
Giro).
(EP.19) Financiamento
(Empresas Inovativas sem
garantias).
PROVÁVEIS LIDERANÇAS
DE COORDENAÇÃO
PRINCIPAIS
COLABORADORES
Coordenadores
Pontos de Escuta
SECITECE -SEDUC
Universidades
ASSESPRO -SEITAC
TITAN
Governo Estadual
TITAN - SEBRAE/CE
ASSESPRO - SEITAC
INSOFT - TITAN
ASSESPRO - SEITAC
INSOFT - TITAN
TITAN
Associações
Comunitárias
SECITECE
INSOFT
Escolas
Empresas
IPECE
SEBRAE/CE
Câmaras de Comércio
Liderança Difusa
Prefeituras Municipais
ASSESPRO -SEITAC
TITAN
ASSESPRO
INSOFT
Governo Estadual
INSOFT -TITAN
Liderança Difusa
Governo Estadual
Prefeituras do Ceará
SEDUC - SINE/CE
SEITAC
INSOFT
TITAN
Institutos e Grupos de
Pesquisadores
INPI
Bancos
FIEC - FECOMERCIO
ASSESPRO - SEITAC
Governo Estadual
Governo Estadual
PMI
Órgãos de Certificação
Liderança Difusa
CEFET
SESI/CE
Liderança Difusa
SINE/CE
(EP.20) Sistema de Garantias.
Liderança Difusa
FIEC
(EP.21) Venture Capital
Governamental.
Liderança Difusa
FECOMERCIO
LEGENDA:
INSOFT - Instituto de Tecnologia da Informação
TITAN - Instituto Titan
ASSESPRO - Ass. das Empresas de TI, Software e Internet
SEITAC- Sindicato das Empresas de Informática,
Telecomunicações e Automação
FIEC - Federação das Industrias do Estado do Ceará
FECOMERCIO - Federação do Comércio do Estado do
Ceará
SECITECE - Secretaria Estadual da Ciência e Tecnologia
SEDUC - Secretaria Estadual da Educação
STDS - Secretaria Estadual do Trab. e Desenv. Social
PMF/CTI - Pref. de Fortaleza /Comissão de TI
SEBRAE/CE - Serviço Bras. de apoio às Micro e
Pequenas Empresas
SESI/CE - Serviço Social da Industria
SENAC/CE - Serviço Nacional de Aprendizagem
Comercial
SINE/CE - Sistema Nacional de Emprego
UFC - Universidade Federal do Ceará
UECE - Universidade Estadual do Ceará
UNIFOR - Universidade de Fortaleza
CEFET - Centro Federal de Educação
Tecnológica
BNDS- Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social
FUNCAP- Fundação de Amparo a Pesquisa
do Ceará
IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística
IPECE- Instituto de Pesquisa e Estratégia
Econômica do Ceará
81
Esfera de Governança Estratégica
Esfera de Governança Operativa
EQUIPES DE
PROJETOS
COLABORADORES
EP.4
EP.5
Sub-Câmara de
Desenvolvimento
de Alianças
Colaborativas
EP.7
EP.8
EP.9
EP.10
EP.11
Sub-Câmara de
Desenvolvimento
de Ambientes
Inovativos
EP.12
EP.13
EP.14
EP.15
Outras
Entidades
EP.16
Sub-Câmara de
Desenvolvimento
para o Fortalecimento
da Competitividade
EP.17
EP.18
EP.19
PROCESSO DE
DESENVOLVIMENTO
DO APL DE TI DE
FORTALEZA
INFRA-ESTRUTURA DO APL
CÂMARA DE TI
Entidades
Governamentais
Entidades de
Qualificação Profissional
EP.3
EXTERNALIDADES INOVATIVAS
Entidades de
Financiamento
Sub-Câmara de
Desenvolvimento
da Ampliação
de Mercado
EP.6
Entidades
Associativas
Entidades de
Formação Profissional
EP.2
RELAÇÕES DE MERCADO DO APL
EP.1
EP.20
EP.21
Figura 14- Representação diagramática da estrutura de alavancagem do APL de TI de
Fortaleza através da mobilização de agentes locais
Frente à possibilidade de enfrentamento dos desafios inerentes ao desenvolvimento do
APL, através da criação de um Fórum de Mudança, os agentes envolvidos são remetidos a
refletirem sobre qual plataforma institucional será ancorada uma possível Câmara de TI do
Ceará. Sobre esta questão, quatro alternativas surgem como opções capazes de viabilizar um
adequado engajamento dos possíveis Stakeholders dentro de uma legitimidade capaz de
proporcionar uma governança local forte o suficiente para promover mudanças.
A primeira alternativa enquadra a Câmara como uma entidade convergente oriunda da
estrutura formal a Federação das Indústrias do Estado do Ceará-FIEC, na medida em que a
federação representa as industrias do Estado, incluindo àquelas relacionadas com o setor de TI.
A segunda opção vincula a Câmara à estrutura formal da Federação de Comércio do Estado do
Ceará-FECOMERCIO, visto que a referida federação engloba as entidades comerciais do
82
Estado, e dentre elas o Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e
Automação-SEITAC.
A terceira alternativa supõe a ancoragem da Câmara na estrutura formal do Governo
do Estado do Ceará, em especial, vinculada à Agência de Desenvolvimento do Estado do
Ceará-ADECE, através de uma relação que pode ser de subordinação ou de parceria
institucional e estratégica.
A quarta alternativa se caracteriza por uma Câmara autônoma, originada pela aliança
entre as entidades associativas do setor (FIEC, FECOMERCIO, ASSESPRO, SEITAC,
INSOFT e TITAN), sendo gerido através de fundos provenientes do orçamento do Estado do
Ceará, das respectivas entidades ou de ambos.
Para cada alternativa, existe possíveis vantagens e limitações relacionadas com os
aspectos estruturais, financeiros e de gestão da Câmara de TI, devendo os envolvidos com o
processo de sua implantação definirem a alternativa mais adequada ao contexto das relações
existentes (QUADRO 21) aproveitando as suas vantagens e criando mecanismos de
enfrentamento das limitações.
QUADRO 21- Principais vantagens e limitações relacionadas com o tipo de ancoragem definida para a
instalação da Câmara de TI do Ceará (CTI).
ALTERNATIVA DE
ANCORAGEM
Federação das Industrias do
Estado do Ceará
( FIEC )
Federação de Comércio do
Estado do Caeará
( FECOMERCIO )
Agência de
Desenvolvimento do Estado
do Ceará
( ADECE )
Aliança entre as Instituições
Associativas representativas
do Setor de TI do Ceará
PRINCIPAIS VANTAGENS
ƒ Infra-estrutura para funcionamento da
CTI.
ƒ Recursos para funcionamento oriundos,
em sua maior parte, da FIEC.
ƒ Infra-estrutura para funcionamento da
CTI.
ƒ Recursos para funcionamento oriundos,
em sua maior parte, da FECOMERCIO.
ƒ Infra-estrutura para funcionamento da
CTI.
ƒ Recursos para funcionamento oriundos,
em sua maior parte, do orçamento da
ADECE.
ƒ Maior envolvimento e alinhamento
estratégico das entidades representativas
das empresas de TI do Estado.
PRINCIPAIS LIMITAÇÕES
ƒ Forte víeis das ações sobre a perspectiva dos paradigmas da
Industria.
ƒ Risco de isolamento institucional.
ƒ Forte víeis das ações sobre a perspectiva dos paradigmas do
Comércio.
ƒ Risco de isolamento institucional.
ƒ Vulnerabilidade do processo de governança local às
mudanças sazonais oriundas das alternâncias das políticas de
governo.
ƒ Sem fontes seguras de recursos para a instalação e
funcionamento da CTI.
A alavancagem do processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza demanda
uma convergência inicial de esforços, por parte dos poderes públicos, associações de
83
empresas e grupos de empresários, buscando gerar sinergias positivas capazes de envolver
outras instituições, de tal forma que seja consolidada uma rede consistente de sustentação da
governança local em condições de promover a transformação do APL para níveis mais sólidos
de competitividade e sustentabilidade regional.
84
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88
Apêndices
89
Apêndice 1
Modelo da Ficha de Edição do Corpus para a Exploração
(Apresentação da Ficha 001)
FICHA CF-001
IDENTIFICAÇÀO
Seitac e Assespro lançaram esse mês o planejamento estratégico do segundo semestre de 2002 O Povo
NOTÍCIA
EXTRATO-ÍNDICE
Seitac e Assespro lançaram esse mês o planejamento estratégico do
segundo semestre de 2002 para a área de TI do Ceará
O Seitac - Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações
e Automação do Ceará e a Assespro - Associação das Empresas
Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet lançaram esse mês o planejamento estratégico do segundo semestre
de 2002 para a área de TI do Ceará. Segundo Paulo César Cavalcanti,
presidente do Seitac e vice-presidente da Assespro, a iniciativa marca
a unificação de ações das duas entidades no estado. O trabalho foi
iniciado há três meses, de acordo com ele, e a previsão é de que tudo
esteja concluído na primeira quinzena de setembro.
noticia assespro-01
Entre as bases do planejamento anunciado pelo presidente estão o
''levantamento de informações sobre a área de TI nas empresas, no
setor bancário e nos governos, o planejamento de ações de interesse
para o setor, o encaminhamento de propostas para os poderes
legislativo e executivo, busca da interiorização e formação de
parcerias com entidades sociais''. Além disso, as instituições estão
aproveitando o ano eleitoral para promover debates sobre políticas
para Tecnologia de Informação com os candidatos ao Governo do
Estado. O primeiro foi realizado no último dia 25, com o senador
Sérgio Machado, e para essa semana está agendado o próximo, com o
candidato Lúcio Alcântara.
Como medidas concretas foram citadas a consolidação dos pólos de
TI em Sobral, na região do Cariri e em Iguatu, a criação de delegacias
das entidades em municípios cearenses (inseridas na proposta de
interiorização), ações sociais conjuntas com o Pacto de Cooperação e
a Federação do Comércio e sugestão nos poderes públicos de redução
de ICMS e limitação dos incentivos oficiais apenas para empresas
totalmente cearenses.
Paulo Cavalcanti afirma que o Ceará ocupa o segundo lugar no
Nordeste em faturamento do setor de TI, perdendo apenas para
Pernambuco e em ''empate técnico'' com a Bahia. Ele também garante
que a crise do setor de tecnologia, que começou na década de 90 com
as empresas de Internet e agora chegou às de telecomunicações, não
tem sido significativa no estado. ''Temos tido crescimento e acredito
que continuaremos com essa tendência'', afirma. Os problemas por
aqui teriam acontecido apenas no setor varejista de suprimentos para
informática, por causa da concorrência das grandes magazines.
Hoje existem 600 filiados no sistema Seitac-Assespro do Ceará, mas
não há nenhum levantamento sobre a real situação de todas elas, nem
do faturamento global do setor. Segundo o presidente do Seitac, isso
se deve principalmente ao funcionamento irregular de empresas de
venda de hardware, mas ele adianta que as duas entidades também
estão tomando medidas para combater os problemas de evasão fiscal
e pirataria.
90
Apêndice 2
Fichas de Inventário da Análise de Conteúdo
91
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-001
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-001
(...)''levantamento de informações sobre a área de TI nas empresas, no setor bancário e nos governos, o planejamento de
ações de interesse para o setor, o encaminhamento de propostas para os poderes legislativo e executivo, busca da
interiorização e formação de parcerias com entidades sociais''.
E-002
Como medidas concretas foram citadas a consolidação dos pólos de TI em Sobral, na região do Cariri e em Iguatu, a
criação de delegacias das entidades em municípios cearenses (inseridas na proposta de interiorização), ações sociais
conjuntas com o Pacto de Cooperação e a Federação do Comércio e sugestão nos poderes públicos de redução de ICMS
e limitação dos incentivos oficiais apenas para empresas totalmente cearenses.
E-003
No caso específico do Ceará, Teresa Mota disse que já foi apresentado à Finep um projeto de Residência em Software,
que ainda não teve os recursos liberados. Além disso, o MCT recebeu mais oito propostas, envolvendo a criação de
ilhas digitais, visando o acesso à população à TI; de um censo setorial, de maior dinâmica ao Cenapad; de melhoria da
infra-estrutura, inclusive de cabos submarinos, redes e infovias, entre outros projetos.
CF-001
CF-002
E-004
E-005
E-006
E-007
E-008
E-009
CF-004
E-010
E-011
E-012
E-013
E-014
CF-005
E-015
E-016
E-017
CF-010
RECORTE
E-018
E-019
E-020
CF-011
E-021
E-022
Os empresários cearenses precisam se aproximar da Assespro para defenderem os interesses do Estado no fundo”,
ressaltou, (...)
(...) sugerindo ainda a criação de uma Secretaria Municipal de Tecnologia para dar maior apoio aos empresários locais.
Dentro dessa visão, há uma necessidade dos empresários se capacitarem para enfrentar o mercado, de maior
aproximação com a Câmara e da formação de parcerias.
Incremento nas exportações e redução definitiva da alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços
(ICMS) de 12% para 7%, são algumas metas definidas como prioritárias pelos representantes do... (Seitac) e da
(Assespro).
Mas as empresas do Sul ainda conseguem as verbas com mais facilidades que nós, infelizmente.
Nós pretendíamos aumentar ainda mais a base do sistema, com adesões de associados.
O que nós estamos fazendo é procurar alternativas, buscando a profissionalização do empresariado para explorar áreas
onde ainda não atuamos.
Pretendemos aumentar a oferta de serviços para os associados, aumentar a atuação política nos três níveis de governo
(municipal, estadual e federal), aumentar a integração das empresas do sistema através de eventos sociais, esportivos e
culturais, fornecer apoio técnico para geração de negócios e aumentar a visibilidade do sistema na sociedade, inclusive
com p gina no jornal e programa de TV.
Há, na próxima gestão, a intenção de interiorizar as ações. Não vamos poder atuar em todas as regiões, mas
pretendemos estar mais presentes em pólos como o Cariri e as regiões próximas de Sobral e Iguatu.
Ele acrescenta que programas de treinamento da população carente dentro das empresas de TI&T tornarão a inclusão
digital uma realidade. ´Estamos na era do conhecimento, quando ações simplesmente assistencialistas só resolvem o
problema do presente. Se cada setor se organizar e contribuir dentro de sua área de conhecimento, poderemos obter
grandes melhorias´, avalia.
“Necessitamos de uma maior integração e de mecanismos de fomento do mercado, além de projetos de capacitação de
gestores e técnicos, com o objetivo de que mais empresas locais possam competir com outras regiões do país e até
mesmo exportar.´
Entre outros projetos idealizados estão: a criação de um Parque Tecnológico, com infra-estrutura física e tecnológica
que garanta o intercâmbio entre as empresas do setor, e o estabelecimento de uma Central de Estágio, que
disponibilizará programas com universidades para gerência de estágios e encaminhamento ao primeiro emprego.
Para garantir competitividade com outros Estados nordestinos, o Sistema propôs a redução do ICMS (Imposto sobre
Circulação de Mercadoria e Serviços) de 12% para 7%, através do Poder Legislativo (...)
Outra iniciativa foi de incentivo aos governos municipal e estadual a se integrarem através da informatização de seus
serviços - visando a prestação de informação em tempo hábil, com precisão e qualidade, bem como a melhoria dos
aspectos de fiscalização.
´Buscamos uma base sólida e uma atuação mais forte da Tecnologia da Informação no Estado´, (...)
. Na pauta do encontro, o projeto do Parque Tecnológico para o Estado, bem como a captação de recursos junto às
entidades governamentais para sua viabilização.
“Todas essas condições são oferecidas pela região do Eusébio. Além disso, o município oferece incentivos fiscais - a
exemplo da lei de isenção da tributação do ISS para softwares e a redução de serviços relacionados com tecnologia para
1% e 80% do IPTU para os imóveis localizados no condomínio industrial de informática”,
O Instituto deverá elevar o investimento em pesquisa, propiciando um maior intercâmbio com as universidades e o setor
produtivo. Ações de inclusão digital também estão sendo pensadas, no sentido de promover o desenvolvimento da
comunidade como um todo e formar um Pólo de Tecnologia do Ceará integrado com as iniciativas e projetos dos
governos estadual, federal e municipal.
O Pólo Tecnológico firmará parceria com Setor Público visando a competitividade no mercado nacional e internacional
e buscará a união de ações com a comunidade científica.
92
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-002
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-023
CF-013
E-024
E-025
E-026
CF-014
E-027
E-028
E-029
CF-016
E-030
E-031
CF-017
E-032
E-033
E-034
CF-018
E-035
E-036
E-037
CF-020
E-038
CF-021
E-039
CF-024
E-040
E-041
CF-025
E-042
CF-026
E-043
CF-027
E-044
CF-028
E-045
CF-029
E-046
CF-030
E-047
CF-031
E-048
RECORTE
Em pauta, portanto, assuntos como segurança, relacionamento com clientes (CRM), sistemas integrados de gestão
(ERP) e soluções de contingência, entre outros.
(...) o principal objetivo da iniciativa é o de difundir as potencialidades da tecnologia da informação na gestão de
negócios, incluindo empresas públicas e privadas.
Com a globalização, estamos diante de um momento de extrema competição entre as empresas onde o poder, antes nas
mãos de escassos fornecedores, está se concentrando no cliente, que agora dispõe de inúmeras opções. Ele, o todo
poderoso cliente, não mais admite de seus fornecedores desperdícios que aumentem seu valor, lentidões em processos
que não lhe agreguem valor.
O mercado de tecnologia de informação e telecomunicações no Ceará comporta a criação de quatro pólos tecnológicos
que, espalhados em locais estratégicos do estado, teriam o objetivo de contribuir para expansão e consolidação das
chamadas Empresas de Base Tecnológica.
´O objetivo da nova política econômica no que se refere às Empresas de Base Tecnológica é de promover atividades de
alto valor agregado, ou de alta tecnologia, tendo como público-alvo as incubadoras e empresas incubadas, empresas não
incubadas e projetos inovadores´
(...) o projeto de criação do Pólo de Tecnologia no Ceará traz benefícios para todo o estado, pois fortalece um setor que
se destaca por gerar empregos altamente qualificados, além de criar ambiente propício ao incremento da pesquisa, (...)
Lançado em setembro do ano passado, o projeto do Centro Digital - empreendimento tecnológico que seria instalado no
mesmo prédio onde funciona o Cine São Luiz em Fortaleza - não conseguiu sair do papel.
A principal barreira a ser ultrapassada para a concretização do projeto é a falta de dinheiro.
Diante de tantas barreiras, ganha força a proposta alternativa de construir um parque tecnológico numa outra área. (...) A
sede do parque tem grandes chances de ficar localizada no município do Eusébio, (...)
Interessada em automatizar as empresas cearenses filiadas aos seus 33 sindicatos, a Fecomércio, em parceria com o
Sistema Assespro/Seitac, está lançando o “Programa de Informatização”. O projeto, que vai atender os empresários em
condições especiais, está em fase de estruturação dos pontos principais acerca das principais vantagens de compra de
softwares através da parceria.
´Queremos aumentar tanto a produtividade quanto melhorar a competitividade das empresas.´
Segundo João Carlos Pereira, diretor-executivo da Softium Informática, o parque tecnológico no Eusébio pretende
reunir pequenas, médias e grandes empresas de tecnologia, bem como institutos de pesquisa, laboratórios e
Universidades em um só espaço horizontal.
Por reunir empresas e institutos de pesquisa em um só espaço, vai possibilitar a criação de novos produtos e serviços
especializados, incrementando a competitividade dos produtos cearenses no mercado nacional e internacional.
´O parque vai criar uma identidade para as empresas de software no Ceará.
Como contra-partida ao voto de confiança que a prefeitura do Eusébio deu ao parque tecnológico, o Seitac vai
desenvolver um trabalho de inclusão digital com jovens carentes do município.
O objetivo do projeto é incentivar e ampliar as exportações, otimizando o potencial existente por meio da adequação dos
processos e produtos às exigências do mercado externo e de uma eficiente estratégia comercial e de marketing
internacional.
Além da apresentação da missão, valores e objetivos do Instituto, foram definidas as regras de entrada, bem como os
direitos de novos associados. O Parque Tecnológico pretende abrigar empresas incubadas dos setores de TI&T, bem
como para laboratórios de universidades, espaços para entidades de pesquisa, fornecedores estratégicos.
Corresponder à demanda existente junto a empresas de tecnologia da informação, automação e telecomunicações, para
busca e escolha de profissionais que estejam dentro do perfil buscado por elas, em convênio firmado com as principais
universidades do Estado.
Foi dentro desse contexto e com esse objetivo que surgiu há um mês a Central de Estágios on-line. Chamada de Estágio
Fácil, a central é fruto de uma parceria do FastJob com o sistema Assespro/Seitac
Sua missão é trabalhar para que as empresas cearenses se capacitem e se orientem para captar os recursos do Prosoft.
(...) Há também a possibilidade de trabalho em prol da atração de capital de risco.
O Estado do Ceará deverá contar, até o final deste ano, com seu próprio parque tecnológico.(...) Com previsão de
funcionamento numa área de aproximadamente dez hectares, o parque deve instalar-se no município de Eusébio (CE),
que partiu na frente ao oferecer incentivos fiscais.
Diminuir o nível de exclusão tecnológica nas empresas cearenses. Com este objetivo foi lançado ontem, dia 21, no
Centro Dragão do Mar, às 18 horas, o Programa de Automação Comercial (PAC). Desenvolvido pela Federação do
Comércio do Estado do Ceará (Fecomercio), o Programa fornecerá, através do Banco do Brasil (BB), linhas de crédito
diferenciadas, para compra de equipamentos e produtos de informática, com parcelamento em até 36 meses, para
empresas com faturamento bruto anual de até R$ 5 milhões.
O Programa de Automação Comercial (PAC), lançado pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio),
fornecerá às empresas, sobretudo às de pequeno e médio portes, as condições para maior poder de venda, obtida através
da agilidade no atendimento e da qualificação dos clientes. (...)O PAC, como destacou o presidente da Fecomércio, Luiz
Gastão Bittencourt, visa criar condições especiais de financiamento para aquisição de equipamentos e produtos
exclusivamente de informática.
Em plena era digital, onde a tecnologia é apontada por especialistas como o principal fator para o sucesso empresarial,
quase um terço do comércio varejista de Fortaleza não apresenta qualquer tipo de informatização.
Programa de Automação Comercial (PAC) será lançado na quinta-feira (...)O programa informatizará as empresas
cearenses filiadas aos sindicatos da Federação, criando condições especiais de financiamento para aquisição de
equipamentos e produtos exclusivamente de informática.
Estudos do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) indicam que 33,14% das lojas de Fortaleza
ainda não estão automatizadas e 29,71% dos lojistas até querem automatizar o negócio, mas não podem.
93
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-003
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
CF-034
E-049
CF-035
E-050
CF-037
E-051
E-052
E-053
E-054
CF-038
E-055
E-056
CF-039
CF-040
E-057
E-058
E-059
E-060
E-061
E-062
CF-044
E-063
E-064
CF-045
E-065
E-066
E-067
CF-047
E-068
E-069
E-070
RECORTE
Se o atual índice de pirataria de software no Brasil, que é de 55%, fosse reduzido em 10 pontos percentuais nos
próximos quatro anos, o segmento de Tecnologia da Informação (que reúne profissionais e empresas de informática e
algumas áreas de telecomunicações) do País teria 13 mil novos empregos e aumentaria a arrecadação tributária em R$ 1
bilhão por ano. (...)‘‘O problema não tem relação com preço, até porque os produtos mais pirateados são os mais
baratos. O que ainda existe é uma cultura de desrespeito aos direitos autorais, e isso não se limita apenas aos softwares,
mas a outros produtos de criação’’, acredita.
De acordo com o presidente do (...) (Seitac), Edson Amaro, o problema dos preços altos nos softwares brasileiros existe,
e tem influência sobre o índice de pirataria. ‘‘Acho que a carga tributária é muito alta e o mercado é pequeno, o que
impede a redução dos valores dos aplicativos. A produção de software demanda investimentos muito altos e as
empresas precisam de retorno. Se o número de consumidores é restrito, a solução é aumentar o preço’’, diz.
A falta de um alinhamento estratégico entre os negócios e o investimento em tecnologia nas empresas tem criado
descompasso que pode acabar em desperdícios de recursos no ambiente corporativo.
Para Mota, o planejamento estratégico tem que considerar a aplicação da tecnologia da informação dentro da empresa,
para que a mesma tire proveito de seus benefícios de forma consciente e planejada.
Investimento em qualidade e busca por novas oportunidades fora do País. Essa é a forma que as empresas cearenses de
tecnologia estão encontrando para driblar as dificuldades, diante de um mercado local retraído.
De forma mais prudente e levando em conta as dificuldades financeiras do País e do Estado, as empresas tentam levar
adiante os projetos de implantação de um pólo local de tecnologia. (...) Mais realista que o Ceará Digital, o futuro
parque ainda está na fase de procura pelo terreno e busca de apoio financeiro junto à prefeitura do Eusébio, o Serviço
Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao
Ministério da Ciência e Tecnologia, e o próprio Governo do Estado.
A outra iniciativa local que merece destaque é o grupo de 24 empresas cearenses filiadas à Agência de Promoção de
Exportações do Brasil (Apex) e que integram o projeto Projeto Setorial Integrado para Exportação de Software (PSI
Software-CE). Quatorze delas participaram de uma viagem aos países ibéricos (Portugal e Espanha) entre os dias 31 de
outubro e 8 de novembro, em busca de parceiros na Europa. Criado em 2002, o PSI Software tem como meta exportar
US$ 3,7 milhões até agosto do ano que vem.
De acordo com os entrevistados por O POVO, o setor de tecnologia cearense tem, ainda, dois grandes desafios pela
frente. O primeiro deles é um mapeamento completo das empresas do Estado, para que se tenha idéia do seu tamanho
dentro da economia local. Outro ponto relevante é a profissionalização da área, através da busca por certificados
internacionais.
A visita de quase dez dias a Europa ajudou os empresários cearenses a criarem perspectivas de negócios no mercado
internacional.
Para ganhar em competitividade, o empresariado local quer implantar no ano que vem um Pólo Tecnológico no
Eusébio.
Ele ressaltou que a falta de alinhamento estratégico entre os negócios e o investimento em tecnologia da informação
dentro das empresas tem gerado desperdícios dentro do ambiente corporativo.
Para chegar nesta etapa de amadurecimento, a empresa já vem investindo na obtenção da certificação ISO, prevista para
ocorrer em fevereiro de 2004.
Hélio Barros tem definido como prioridade, a adoção de uma ´política de inovação´, para dar sustentação ao
desenvolvimento da tecnologia.
Entre as missões de Hélio Barros está a continuidade e a potencialização dos programas tecnológicos desenvolvidos
pela anterior administração no interior, a exemplo dos Centros de Ensino Tecnológico Sua idéia é atrair empresas ao
Ceará e, ao mesmo tempo, estimular o mercado local para a obtenção de projeção nacional.
Neste ano, o município partiu na frente, ao oferecer incentivos fiscais em uma área para a instalação do Parque
Tecnológico do Estado.
Atuando de modo integrado com as iniciativas e projetos dos governos federal, estadual e municipal, o Sistema vem
demonstrando através de suas principais ações, o compromisso com o crescimento de todo o segmento no país. Pautado
pela inclusão social e digital, como molas propulsoras do desenvolvimento para um ´Ceará globalizado´, suas ações em
prol do crescimento do setor de TI&T local se dão através do fortalecimento do setor produtivo, cooperação entre
empresas e do desenvolvimento de parcerias e alianças estratégicas.
Trabalhando de modo integrado com as iniciativas e projetos dos governos federal, estadual e municipal, no Ceará, o
Sistema Assespro/Seitac vem demonstrando, através de suas principais ações, que seu compromisso é com o
crescimento de todo o segmento no País. Pautado pela inclusão social e digital, como molas propulsoras do
desenvolvimento para um “Ceará globalizado”, seu trabalho é em prol do crescimento do setor de TI&T (Tecnologia da
Informação e Telecomunicações), através do fortalecimento do setor produtivo, cooperação entre empresas e do
desenvolvimento de parcerias e alianças estratégicas.
Hélio Barros - secretário da Ciência e Tecnologia
Tem definido como prioridade, a adoção de uma “política de inovação”, para dar sustentação ao desenvolvimento da
tecnologia.
Sua idéia é atrair empresas ao Ceará e, ao mesmo tempo, estimular o mercado local para a obtenção de projeção
nacional.
Régis Dias - secretário de Desenvolvimento Econômico. Tem considerado fundamental o estímulo ao
empreendedorismo cearense através do setor tecnológico.
O secretário aposta em ações concretas de valorização do comércio internacional e de capacitação das empresas para
negociação com os grandes trades do mercado, (...)
Fortalecendo a política de interiorização, sua pasta valoriza não somente o incentivo fiscal para atração de empresas,
mas a infra-estrutura, a estabilidade econômica, a posição geográfica e o empreendedor local.
94
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-004
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-071
CF-048
E-072
E-073
CF-050
E-074
E-075
E-076
CF-051
E-077
CF-052
E-078
CF-055
E-079
CF-056
E-080
CF-057
E-081
CF-058
E-082
E-083
CF-059
E-084
CF-060
E-085
CF-061
E-086
CF-062
E-087
CF-063
E-088
CF-064
E-089
CF-065
E-090
E-091
RECORTE
“Somos uma nação de excluídos digitais.”
Tentando reduzir disparidades tão absurdas, a prefeitura do Eusébio, numa parceira com o Governo do Estado, em
projeto-piloto do Sistema Assespro/Seitac (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação,
Software e Internet e Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará), vai promover
cursos de informática para capacitação de jovens carentes do município, com renda familiar de até R$ 100,00. (...)O
primeiro projeto de inclusão digital do Sistema Assespro/Seitac faz parte das mudanças a serem implementadas no
Eusébio com a instalação do Pólo Tecnológico, (...)
Entre as atividades realizadas pelas empresas de Tecnologia da Informação no Ceará, as de ´inclusão´, sejam elas de
inclusão digital ou de colocação e recolocação profissional, encontram-se entre as de maior importância, ainda mais
com a aquisição de recursos e formação de parcerias entre a iniciativa privada e o poder público para a implantação de
um Parque Tecnológico no município do Eusébio.
A iniciativa é mais uma parceria com a prefeitura do município. Responsável pela doação do terreno onde será
construído o Parque, hoje avaliado em R$ 400 mil, a prefeitura do Eusébio aprovou ainda lei de incentivo fiscal a
empresas de softwares que se instalarem na cidade.
O Programa de Automatização Comercial – denominado “PAC” – vem apresentando condições especiais de
financiamento para aquisição de equipamentos e produtos exclusivamente de informática.
O lançamento de uma “Central de Estágios”, vem possibilitando a oferta de estágios para os estudantes dos cursos de
nível superior de informática e áreas correlacionadas, em parceria com o site líder no segmento de seleção e recolocação
profissional, FastJob.
Mas nada foi mais impactante do que a Cofins, que passou de 3% para 7,6%. (...) o Governo pisou na bola e, numa
reestruturação da legislação tributária com foco no setor financeiro, acabou prejudicando a maior parte das prestadoras
de serviço do País, inclusive as de Tecnologia da Informação.
Completando seis meses de criação, a Central de Estágios - uma iniciativa do Sistema Assespro/Seitac - continua a
ofertar estágios para os estudantes dos cursos de nível superior de informática (e áreas correlacionadas, como:
administração, contábeis, economia). (...)o serviço oferecido aos empresários é muito positivo, pois elimina muitas
etapas do processo de recrutamento.
Dando continuidade ao programa ´Microsiga Dá Educação´, a empresa inaugurou a Sala Microsiga, no curso de
Engenharia da Produção, da Universidade Federal do Ceará (UFC). O objetivo da empresa é levar conhecimento e
educação às faculdades, fornecendo ferramentas que possibilitem ao aluno compartilhar demonstrações de sistemas de
gestão empresarial.
Os empresários do setor de tecnologia da informação do Estado, (...)comemoram os seis meses de existência do projeto
Central de Estágios, que continua a ofertar estágios para os estudantes dos cursos de nível técnico e superior de
informática (e áreas correlacionadas: como administração, contábeis, economia). (...)houve melhora no processo de
identificação e seleção de candidatos, facilitando a integração aos programas de estágio oferecidos pelas 600 empresas
conveniadas à Central.
Empresários da área de tecnologia do Ceará lançaram uma Central de Estágios, iniciativa modelo com o objetivo de
ajudar recém-formados a conseguir o primeiro emprego, que pretende abrir 1.500 oportunidades de estágios, este ano. O
estágio é o primeiro passo para a obtenção do emprego.
Desemprego em alta, faculdades aos borbotões, e a palavra estágio pisca aos olhos de tantos estudantes.
Mirando nessa turma, o endereço www.estagiofacil.com.br está cadastrando gratuitamente universitários de informática
e áreas como administração, contábeis e economia. A iniciativa é do Sistema Assespro/Seitac
Na pauta, a captação de recursos e a discussão de verbas para o setor, além de projetos de exportação de software,
questões relativas à carga tributária, bem como a realização de eventos, a exemplo da Fenasoft.
No intuito de promover a integração entre as empresas do setor de tecnologia da informação (TI) do Ceará, visando a
captação e a geração de negócios entre as mesmas, foi realizado em Fortaleza no último dia 13 de abril a primeira
edição do Encontro das Empresas de Tecnologia.
A iniciativa, denominada ‘‘Estágio Fácil’’, funciona através de convênio com seis instituições de ensino superior —
Unifor, UFC, Uece, FIC, Fanor e Unice — e pretende abrir vagas para cerca de 300 universitários neste ano.
O projeto arquitetônico do Parque Tecnológico do Instituto Titan já foi escolhido: (...)
Através do programa ‘‘Empresa Competitiva’’, a Secretaria da Ciência e Tecnologia do Ceará — em parceria com (...)
deverá financiar R$ 8 milhões para empresas locais pesquisarem e desenvolverem projetos inovadores na área
tecnológica.
Entidades que reúnem as empresas de tecnologia no Estado lançaram no ano passado um serviço de seleção e
contratação online de estagiários. (...) Desde setembro de 2003, quando foi lançado, 10 empresas já utilizaram os
serviços do Estágio Fácil, admitindo quase 50 estagiários em seus quadros.
Brasil continua exportando mão-de-obra barata e importando tecnologia. É para mudar essa realidade que empresas e
universidades cearenses estão se unindo. Ontem foi dado um importante passo no sentido de unir esforços em prol da
tecnologia produzida no Estado. Durante encontro na Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), representantes do (...)
estiveram discutindo os editais da Finep e do CNPq para projetos de pesquisa na área de tecnologia. Cerca de R$ 94, 2
milhões estão previstos nos seis editais lançados pelas duas instituições. Para a região Nordeste serão destinados 30%
desse montante, R$ 28,2 milhões. (...) o evento tem por objetivo unir os aspectos econômicos das empresas à pesquisa
acadêmica.
Ele explicou que 80% das empresas de Tecnologia da Informação e telecomunicações (TI&T) são pequenas, tendo em
média cinco funcionários, não podendo investir em pesquisa.
95
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-005
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
CF-066
Extrato
E-092
E-093
E-094
CF-067
E-095
E-096
E-097
CF-069
E-098
CF-070
E-099
CF-071
E-100
E-101
E-102
CF-072
E-103
E-104
E-105
CF-075
E-106
CF-076
E-107
CF-077
E-108
E-109
CF-078
E-110
E-111
CF-079
E-112
CF-083
E-113
CF-089
E-114
E-115
CF-090
E-116
RECORTE
(...) representantes dos três setores discutiram a participação em conjunto em seis editais lançados por duas agências de
fomento federais que estão destinando recursos para projetos na área desenvolvidos nas regões Nordeste, Norte e
Centro-Oeste.
''A nossa preocupação é iniciar esse processo para alavancar o setor de tecnologia no Ceará lá fora. Crescer para fora é o
nosso grande desafio''
A criação de um pólo de tecnologia no Eusébio e a alavancagem de recursos para projetos nesse setor no Ceará estão
entre os objetivos de empresários e pesquisadores desse segmento.
Ontem à tarde, representantes de empresas de tecnologia da informação e telecomunicações, de universidades e do
governo se reuniram para tratar da participação conjunta em editais do CNPQ e da Finep, (...)
A aproximação daqueles que atuam no setor deve fortalecer as empresas de tecnologia locais na disputa por mercados
fora do Ceará,
Ele disse que o projeto de implantação da fase inicial do parque tecnológico no Eusébio demanda R$ 6 milhões.
O evento reúne periodicamente os empresários filiados ao Sistema Assespro/Seitac, bem como os integrantes do
Instituto Titan, visando a integração entre as empresas associadas, com foco na captação e geração de negócios entre as
mesmas.
O objetivo é gerar negócios entre essas empresas através da troca de experiências corporativas na área. A série de
eventos, iniciada em abril deste ano, (...)
Projeto de Inclusão Digital leva informática para comunidade do Eusébio
(...)as empresas de tecnologia estão adotando o conceito de “cooperação”, trabalhando em prol do crescimento do
segmento como um todo. “A aproximação dos que atuam no setor fortalece as empresas locais na disputa por mercados
fora do Estado. A conquista desses mercados é o nosso principal desafio” (...)
O Instituto Titan também foca suas ações no combate à exclusão digital.
Desde o mês de junho deste ano está promovendo cursos de informática gratuitos para capacitação de jovens carentes do
município, com renda familiar de até R$ 100,00.
O município do Eusébio vem sendo o preferido pelo setor para a implantação do Pólo.
“Essa iniciativa propiciará uma grande mudança no segmento tecnológico, através da sinergia propiciada pela
convivência entre as empresas e o setor acadêmico. Acredito que o Pólo vai gerar um salto positivo, tanto no
crescimento do setor como na qualidade de seus produtos, contribuindo para a pesquisa e o desenvolvimento econômico
e social do nosso Estado”
Na convenção dos jovens empresários haverá um estande do Estágio Fácil, acesso ao portal de oferta de estágios a
estudantes de nível superior de informática e áreas afins, implantado pelo Sistema Assespro/Seitac, em parceria com o
FastJob.
Dentro da VIII Convenção Estadual dos Jovens Empresários, que acontece no próximo dia 5 de novembro, no Centro de
Convenções do Sebrae/CE, haverá um stand do Estágio Fácil (...)
O CNPq aprovou 11 projetos cearenses (...)Dos 11 projetos do Ceará, quatro são da área de tecnologia, de iniciativa das
empresas Iativa Tecnologia e Comunicação, Sena Informática, Softsite Informática e Fluxus Automação de Sistemas. O
programa destinará recursos financeiros para o trabalho de bolsistas em cada projeto aprovado.
O pólo deverá ser instalado no município do Eusébio, localizado a 40 quilômetros de Fortaleza.
Para garantir a competitividade no mercado nacional e internacional, bem como a união de ações entre as comunidades
científica e empresarial, será destinado um espaço no pólo, cuja área física será em torno de quatro hectares, para a
implantação de incubadas dos setores de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Eletrônica e Automação, bem
como para laboratórios de universidades, entidades de pesquisa, fornecedores estratégicos.
No Brasil, 70,4% dos computadores vendidos têm origem no mercado ilegal, onde reinam as peças e acessórios
contrabandeados, a sonegação fiscal e a pirataria de software. (...)em Fortaleza os computadores de procedência ilegal
são cerca de 20% mais baratos do que os comercializados nas lojas tradicionais.
‘‘Geralmente essas empresas só passam dois anos, no máximo, no mercado’’ (...)‘‘O sindicato tem uma grande
preocupação com esse problema, mas tem muita dificuldade em combater’’ (...)‘‘No mercado corporativo esse problema
já foi superado, mas o varejo é dominado por esse mercado informal que traz uma série de prejuízos ao Estado, ao
cidadão, ao usuário e ao mercado’’.
O evento, que acontece no La Maison Dunas, em Fortaleza, também comemora os resultados das ações promovidas
pelo setor ao longo do ano — algumas delas no campo da inclusão digital, com a entrada em operação dos pólos de
capacitação gratuita em informática para os jovens do município de Eusébio.
O ano não começou bem para as empresas de tecnologia do Ceará que foram afetadas também pela Medida Provisória
232, que elevará as alíquotas do Imposto de Renda (IR) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) dos
prestadores de serviço. (...) Ao propor a elevação da carga tributária das prestadoras de serviço, Castro diz que o
governo tirou a competitividade do segmento. “Se elevar o preço, a prestadora perderá o cliente para o concorrente”,
acrescentou.
Empresários dos setores da tecnologia da informação, de telecomunicações, de eletrônica e automação (TI&T)
apresentaram na tarde de ontem, ao ministro das Comunicações, Eunício Oliveira, uma proposta de projeto para criar no
Ceará, um pólo de desenvolvimento integrado de hardwares, softwares e de inovações tecnológicas digitais, no Ceará.
Para Mota, o novo polo irá ampliar a cooperação entre os agentes do setor, elevando a competitividade das empresas
nos cenários nacional e internacional. Diante dos empresários, o ministro disse que recursos existem, e que a liberação
vem ocorrendo de acordo com a demanda. “Recursos há, o que nos falta são projetos”, ressaltou o ministro.
96
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-006
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
CF-091
Extrato
E-117
E-118
CF-092
E-119
CF-093
E-120
CF-094
E-121
CF-095
E-122
E-123
CF-096
E-124
CF-097
E-125
E-126
E-127
E-128
CF-098
E-129
E-130
E-131
E-132
CF-099
E-133
E-134
CF-100
E-135
CF-101
E-136
CF-105
E-137
CF-107
E-138
RECORTE
O ministro Eunício Oliveira esteve ontem na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) para discutir a
criação de um pólo de tecnologia, no valor estimado de R$ 6 milhões (...). Ele seria construído em um terreno de 4
hectares doado pela prefeitura do Eusébio, na Região metropolitana de Fortaleza.
(...) o objetivo é criar no Ceará ''uma cultura de software''. ''É hora de a tecnologia ganhar relevância, assim como o
turismo, as confecções, os calçados e as rosas'', afirma Mota.
Os empresários do setor de Tecnologia da Informação & Telecomunicações (TI&T) promovem na próxima segundafeira o Seminário de Apresentação do Estudo de Viabilidade para a Implantação do Parque Tecnológico (Titan Park).
Com investimento estimado em R$ 6 milhões, a serem rateados entre diversos parceiros, públicos e privados, o
município de Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza, vai sediar o 1º Pólo Tecnológico, que deverá atrair cerca
de 50 empresas dos segmentos de tecnologia e de informação — gerando, inicialmente, mais de três mil empregos
diretos.
Os empresários dos setores de Tecnologia da Informação, Informática, Telecomunicações e similares estão apreensivos
com os efeitos da lei estadual 13.569, de 30 de dezembro de 2004, que institui a cobrança do Imposto sobre Circulação
de Mercadorias e Serviços (ICMS), a partir deste mês, sobre software (programa de computador), incluindo sua licença
de uso. (...)os encargos da nova tributação poderá inviabilizar também o esforço de consolidação de um parque
tecnológico no Eusébio.
Representantes do setor alegam que a nova tributação deve afetar a produção do parque tecnológico cearense e que,
como conseqüência, as empresas podem fechar as portas ou sair do Estado. ‘‘É uma medida absurda, que torna o Ceará
inviável’’, reclama Alexandre Mota, presidente da Assespro-CE.
"A tributação sobre o software vai afetar a produção e obrigar algumas empresas a fechar as portas ou sair do Ceará,
prejudicando criação de empregos, além de comprometer os planos de construção do Parque Tecnológico, o Titan Park,
no município do Eusébio" (...) "Em vez de atrair novos investimentos, o estado estará expulsando as empresas de
tecnologia, favorecendo a migração de emprego e renda para outros centros do País como São Paulo, por exemplo."
Segundo o titular da Secitece, o esforço dos empresários cearenses de TI, principalmente no que se refere à construção
de um pólo de tecnologia, é relevante e precisa ser reconhecido. "Eles têm todo o nosso apoio. Hoje, observamos nível
elevado de conscientização e de diálogo entre o empresariado local e os dirigentes municipais. Isso é muito importante e
de, certa forma, representa um avanço recente em termos de Brasil", afirma Barros. Além do Titan Park, na região do
Eusébio, o secretário confia no desenvolvimento de outros pólos de TI no interior do estado, a exemplo do Cariri,
Sobral e Limoeiro do Norte.
(...) O estudo de viabilidade para a implantação do parque, instalado em terreno de 4,1 hectares no município do
Eusébio, foi aprovado pela Fianciadora de Estudos e Projetos (Finep), em dezembro de 2004, (...)
"O objetivo é aproveitar o potencial tecnológico do estado , garantindo competitividade nacional e internacional, além
de cooperação, envolvendo todo o segmento - hardware, software, serviços e inovação", explica Alexandre Mota.
O objetivo foi o de apresentar o potencial tecnológico do Ceará, como também debater possíveis parcerias e
investimentos que o governo federal possa disponibilizar para o segmento no Ceará.
(...) os empresários discutiram o projeto para a criação de um parque tecnológico integrador, visando gerar
competitividade internacional, além de cooperação entre as empresas que desenvolvem hardware, software, serviços e
de inovação digital.
“Queremos criar uma cultura de software, fazendo com que a nossa tecnologia conquiste relevância, assim como
ocorreu em outras áreas, como turismo, confecções, calçados e rosas’’, afirmou.
O governo está preocupado com isso e quer reverter a situação, criando um modelo de política industrial voltado para a
geração de empregos, exportação e inclusão digital”, (...)
Já o segundo encontro foi realizado no dia 28 de fevereiro, na forma de Seminário de Apresentação do Estudo de
Viabilidade para a Implantação do Parque Tecnológico, denominado Titan Park.
O objetivo é aproveitar todo o potencial tecnológico cearense, para gerar competitividade internacional, além de
cooperação entre as empresas que desenvolvem hardware, software, serviços e inovação.
Software volta a ser isento do ICMS no CE
Lúcio isenta indústria de software do ICMS. As empresas que produzem software no Ceará poderão ficar isentas do
pagamento de ICMS. A definição só depende de aprovação da Assembléia Legislativa
(...) se a cobrança continuasse a existir tornaria inviável a consolidação de um Parque Tecnológico no Ceará. ''O projeto
de viabilidade do Parque Tecnológico no Eusébio, previsto para ocupar inicialmente mais de quatro hectares e gerar, em
até cinco anos, mais de três mil empregos e R$ 100 milhões de renda, seria prejudicado''.
As empresas produtoras de software no Ceará não precisarão mais pagar a tarifa de 17% de Imposto de Circulação sobre
Mercadorias (ICMS).
Empresários e dirigentes de entidades empresariais cearenses consideram a chamada ''MP do Bem'', que reduz impostos
e prevê outros incentivos, um avanço (...) Em relação à exportação comenta que a desoneração atinge apenas as
empresas que detêm um mínimo de 80% de sua receita voltada para exportar. ''Como o Brasil ainda não possui vocação
exportadora acredito que pouquíssimas empresas poderão ser beneficiadas''.
Coordenada pelo Insoft (Instituto do Software do Ceará) e pelo Instituto Titan, a II Rodada pretende criar parcerias entre
pesquisadores das universidades e empresários cearenses.
97
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-007
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-139
CF-108
E-140
CF-109
E-141
CF-110
E-142
E-143
CF-116
E-144
CF-119
E-145
CF-121
E-146
CF-124
E-147
CF-125
E-148
E-149
E-150
E-151
CF-126
E-152
E-153
E-154
E-155
E-156
CF-128
E-157
RECORTE
O objetivo é que as idéias acadêmicas possam se transformar em projetos cooperativos com os empresários (...)O
objetivo é que as idéias acadêmicas possam se transformar em projetos cooperativos com os empresários, visando à
concretização de soluções tecnológicas no mercado tecnológico. (...)A oportunidade criada visa estimular o espírito
empreendedor nos jovens, incentivando a criação de novas empresas de TIC locais. O evento é aberto ao público. (...) o
evento se constitui em "momento singular para o diálogo com pesquisadores", em torno de idéias que poderão se
transformar em projetos cooperativos de P&D e no lançamento de novos produtos no mercado brasileiro e até de novas
empresas no Ceará.
Já o Titan Park deverá ser o primeiro Parque Tecnológico construído através da parceria entre os poderes públicos e
privados. (...) quando for construído, provavelmente no final de 2006, o Pólo deverá atrair cerca de 50 empresas dos
segmentos de tecnologia e de informação local, nacional e até internacional - gerando, inicialmente, mais de três mil
empregos diretos.
Promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), através do Instituto de desenvolvimento industrial
(Indi), a feira se propõe a discutir e aprofundar experiências e práticas de sucesso tecnológico.(...) a feira tem grande
potencial “para gerar negócios e promover financiamento de compra de tecnologia através da apresentação das
empresas e do melhor conhecimento do mercado cearense.
Outra modalidade de negócios completamente distinta, a prestação de serviços de informática, está se desenvolvendo
em alguns pólos da região. (...)A informática deverá ter ainda mais estímulo com a construção de um parque tecnológico
–o Titan Park, (...)
Em aproximadamente duas semanas, o Titan Park, iniciativa do setor de Tecnologia da Informação do Estado, irá
inaugurar a recepção, que deverá sediar uma ilha digital e cursos de capacitação. (...) A recepção do parque, primeira
unidade a ser construída, deverá ter uma ilha digital e um centro de capacitação com cursos gratuitos para a comunidade
do Eusébio, município que sediará o novo pólo.
O objetivo é aproveitar todo o potencial tecnológico cearense para fornecer competitividade nacional e internacional,
além de cooperação, envolvendo todo o segmento local de hardware, software, serviços e inovação. (...)a construção do
parque tecnológico é uma luta dos empresários do setor de Tecnologia da Informação e ressalta que, para se tornar uma
realidade nos moldes do que foi idealizado pelos empresários do setor, o futuro pólo ainda ‘‘depende do apoio das
instituições públicas’’.
O Estágio Fácil, no mercado há dois anos, é um serviço na Internet gratuito, que encaminha estudantes de nível superior
dos cursos de Informática, Ciências Contábeis, Economia, Psicologia, Comércio Exterior, Marketing, dentre outros, a
oportunidades de estágios em várias empresas cearenses.
O setor de tecnologia da informação no Ceará, que elegeu o município de Eusébio, na região metropolitana de
Fortaleza, para instalar o Titan Park, prevê o maior volume de obras para o final de 2006. (...) Mota diz que a construção
do parque, luta dos empresários do setor, precisa de muito mais para se tornar uma realidade. “O futuro pólo ainda
“depende do apoio das instituições públicas’’, afirma.
A previsão é de que este pólo tecnológico gere logo de início mais de três mil empregos diretos. Segundo o presidente
do Seitac, há planos de ainda neste primeiro semestre implantar no local uma unidade da Ilha Digital, um projeto de
inclusão digital do governo do Estado.
O município do Eusébio foi escolhido para ser sede do Parque Tecnológico cearense Titan Park. "A nossa previsão é de
que ele gere, logo de início, mais de 3 mil empregos diretos, atraindo cerca de 50 empresas, universidades e institutos de
pesquisa nacionais e internacionais" (...) "O Titan Park abrigará espaço também para ilha digital, com acesso à internet
para a comunidade" (...)
Apoiar o governo estadual no desenvolvimento de um pólo da indústria da informação no Ceará e atuar em parceria
com instituições de pesquisa no país e outros centros de referência em tecnologia no Nordeste, como o pólo de Recife,
para fortalecer a região com competitividade no segmento de TI, são os principais objetivos sobre os quais o Instituto
Titan quer avançar em 2006.
O novo presidente do Instituto Titan defende um movimento empresarial com investimento aplicado em pesquisa e
desenvolvimento e que “visa colocar no mercado produtos inovadores com alto agregado tecnológico, capazes de
competir no mercado local e internacional”.
Esse desenvolvimento, de acordo com Lenardo, passa pela união de três vetores, o setor produtivo, o governo (‘‘na
criação do ambiente jurídico e de infra-estrutura necessários’’) e a academia (‘‘que gera os recursos humanos adequados
e o pensamento em direção à inovação’’).
‘‘Nosso intuito em 2006 é que o Ceará seja cada vez mais um celeiro de tecnologia e que as empresas se estabeleçam e
se desenvolvam, gerando emprego, renda e, sobretudo, contribuindo para o crescimento do setor tecnológico no
Brasil’’, afirma.
‘‘Acredito que neste ano o segmento esteja preparado para a conquista dos melhores índices de qualidade, de
comercialização e de credibibilidade no mercado nacional e internacional’’.
‘‘Devemos fortalecer nossa união, visando a ampliar os projetos. Para isso, contamos com todo o apoio do setor
produtivo, visando à geração de inovação em um contexto propício para pesquisa e desenvolvimento e,
conseqüentemente, para a exportação de tecnologia’’.
‘‘Nossa expectativa de trabalho junto ao Instituto Titan é grande, principalmente no que tange a consolidar o pólo de
tecnologia, que será um marco transformador de nosso Estado’’ (...)
A criação de um pólo de tecnologia não é um objetivo apenas do setor de TI no Ceará. A visão de que os investimentos
na área de tecnologia podem representar avanços para a economia no futuro também é compartilhada pelo setor
produtivo e governos em outras regiões do país, acirrando a competição nessa área.
Outras portas devem se abrir para o setor de Tecnologia da Informação no Ceará. Até o final deste ano deve ser
construído um Pólo de Desenvolvimento da Indústria de Tecnologia da Informação e Comunicação, o Titan Park,
através de parceria entre poder público e iniciativa privada.
98
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-008
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-158
CF-130
E-159
E-160
E-161
E-162
CF-132
E-163
E-164
CF-135
E-165
CF-137
E-166
CF-138
E-167
CF-142
E-168
CF-145
E-169
CF-146
E-170
E-171
CF-147
CF-148
E-172
E-173
E-174
CF-149
E-175
CF-153
E-176
CF-154
E-177
RECORTE
(...)“estamos dando grandes passos, trabalho semelhante ao que já ocorreu na Irlanda, Índia e Coréia, países que deram
um grande salto graças aos investimentos em tecnologia.
“Não há inovação sem o setor produtivo e o suporte do Governo. É dessa forma que vamos avançar na oferta ao
mercado internacional de produtos de qualidade com alto agregado tecnológico, a preços competitivos, assim gerar
riqueza para melhor dividir com a sociedade”, afirma.
(...) quando o setor empresarial decide apoiar as três esferas de governo no desenvolvimento de um pólo da indústria da
informação no Ceará, é porque os empresários querem atuar em parceria com instituições de pesquisa no País e atrair
centros de referência em tecnologia no Nordeste, fortalecendo a região com competitividade no segmento de TI,
apostando, também, na união com outros pólos regionais vizinhos, como o de Recife.
Ceará quer assumir liderança em tecnologia (...) qualificação profissional é estratégica.
Para o deputado, os pilares para esse desenvolvimento estão no incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento; na criação
de cursos seqüenciais de Tecnologia da Informação (TI), buscando, inclusive, uma aproximação com as universidades e
escolas técnicas do Estado; e na criação de um mercado consumidor para essa tecnologia.
O que Holanda, destaca, no entanto é a falta de pessoas qualificadas para atuarem nesse trabalho.
"O Brasil tem um déficit de quase 100 mil pessoas qualificadas", estima. O discurso do deputado, segundo o presidente
do Instituto, Lenardo de Castro, está em total consonância com o que já vem sendo feito pela entidade. Segundo Castro,
a implementação do parque tecnológico e do centro deve contar com um investimento de R$ 25 milhões, financiados
pelas 20 empresas que compõem o Instituto e pelo Governo do Estado, gerando em torno de cinco mil empregos.
Uma reunião pautada em aspectos bem relevantes para o Ceará acontece, hoje, na Secretaria de Desenvolvimento
Econômico, para discutir o projeto de um Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação do Estado do Ceará, (...)
a reunião servirá para que seja apresentado um pré-projeto feito com o apoio da Finep - Financiadora de Estudo e
Projetos, e que contém o detalhamento institucional, jurídico e econômico para a sua implantação do pólo em um
terreno de quatro hectares, no município do Eusébio.
Para este ano eles definiram quatro focos, cujos resultados são esperados para este mês de abril. O mês marca a
inauguração de um Centro de Pesquisas em P&D para o setor, em conjunto com a Secretaria da Ciência e Tecnologia do
Estado e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). (...) Eusébio é para onde miram os holofotes dos empresários do
setor e também dos cérebros do Governo do Estado. Ainda em fase de discussão no Governo, a idéia é criar um Pólo de
Desenvolvimento da Indústria da Informação para o Ceará. (...)Vão também instalar um Fórum Permanente de Políticas
Públicas em TI. O Fórum vai gerar uma série de eventos periódicos que pretende reunir grandes personalidades
brasileiras do meio para debater os principais temas do setor.
O evento cria oportunidades para que as empresas cearenses de tecnologia apresentem seus produtos e serviços aos
diversos órgãos estaduais.
O projeto de implantação do Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação do Ceará, que terá sede no município
do Eusébio (Região Metropolitana), será tema de exposição e debates nesta segunda-feira próxima, a partir das 9 horas,
na sede da Empresa Fotossensores (Jardim das Oliveiras). (...)O objetivo é reforçar apoio para que a instalação do Pólo,
com 4.1 hectares assegurados e incentivos fiscais garantidos pela prefeitura do Eusébio, ganhe celeridade, (...)
O comitê vai conhecer a proposta do Instituto Titan e do Padetec para a criação de um Pólo de Desenvolvimento da
Indústria da Informação, inicialmente sediado no município de Eusébio.
O Comitê da Pequena e Média Empresa (Copem), ligado à Confederação Nacional da Indústria – CNI, está hoje em
Fortaleza. Veio conhecer as iniciativas locais para a área de inovação tecnológica cearense, em particular, a proposta do
Instituto Titan e do Padetec, referentes ao projeto de um Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação,
inicialmente nucleado no município do Eusébio.
Confederação Nacional da Indústria (CNI) conheceu ontem a implantação do Pólo de Tecnologia da Informação no
Ceará. O pólo demanda investimentos de mais de R$ 25 milhões
O Pólo destinará espaço para as empresas incubadas dos setores de Tecnologia da Informação, Telecomunicações,
Eletrônica e Automação, bem como para laboratórios de universidades, entidades de pesquisa, fornecedores
estratégicos, setores de administração central, espaços para convenções e serviços de conveniência, entre outros
equipamentos.
"Por nosso convite, o CenPRA, juntamente com os empresários cearenses, o Instituto do Software do Ceará (Insoft) e o
grupo do Instituto Titan, formarão uma nova entidade que será significativa para a pesquisa e o desenvolvimento do
estado do Ceará", assinalou.
Um braço do Centro de Pesquisa Renato Archer (CenPRA), do MCT, vai ser instalado em Fortaleza. O ministro Sérgio
Rezende já autorizou a instalação do CenPRA cearense, numa associação com o Instituto do Software do Ceará (Insoft)
e o Instituto Titan, (...)
Como ações do futuro do Insoft, ele citou o apoio ao desenvolvimento do software livre, incentivo ao segmento de
software de jogos, inclusão digital e fomento à demanda por tecnologia da informação, parceria na implantação do Titan
Park e fomento à qualidade de software.
O Centro de Pesquisas do Ceará, que será inaugurado até o fim do ano, será voltado para a Pesquisa e o
Desenvolvimento (P&D) de novos produtos tecnológicos em software e hardware e deve aumentar a competitividade
internacional do setor. (...) Dentre as áreas de foco do trabalho, estão: soluções em displays, governo eletrônico,
fabricação de componentes de rádio freqüência e para TV Digital.
Convênio firmado ontem implanta no Ceará um centro de pesquisas que tem como objetivo favorecer a inserção de
produtos tecnológicos produzidos no Ceará no mercado da América Latina, Estados Unidos e Europa a partir do final
deste ano. O diferencial é que o centro reúne os setores governamentais, privado e a academia, com seu conhecimento
científico.
99
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-009
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
CF-155
E-178
CF-156
E-179
CF-159
E-180
CF-162
E-181
E-182
CF-167
E-183
E-184
E-185
CF-168
E-186
E-187
E-188
CF-169
E-189
E-190
CF-170
E-191
CF-171
E-192
CF-172
E-193
CF-173
E-194
CF-174
E-195
RECORTE
Presidente do CenPRA firma convênio com Insoft e Instituto Titan, em Fortaleza (...)Existem várias
ações que serão disparadas a partir dessa cooperação. A instalação de laboratórios e a constituição dos grupos serão
feitas durante esse processo.
O Centro de Pesquisas Titan-Insoft-Cenpra terá sede na Cidade dos Funcionários, ao lado da Funcap.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, confirmou ontem que virá a Fortaleza na próxima sexta-feira. Na
agenda dele, assinatura de convênio que implementará, na prática, a chegada de uma unidade do Centro de Pesquisas
Renato Archer (Cenpra), de Campinas (SP), no stado.
O evento pretende ampliar as discussões em torno das melhores práticas dentro do processo das compras
governamentais para o setor de tecnologia da informação local.
A demonstração de prioridade nas políticas públicas não se faz com discursos, mas no orçamento. O Pró-Conhecimento
abrange ações em oito Projetos Estruturantes que vão fundamentar o desenvolvimento, no longo prazo, nas seguintes
áreas: Indústria de Informação e Automação; Universitária e Educação Tecnológica, Pesquisa e Desenvolvimento
(P&D), Energia; Financiamento à Inovação; Museus de Ciências e Tecnologia; Tecnologia Industrial Básica (TIB) e
Projeto Estruturante de Formação e Financiamento de Recursos Humanos (RH).
No Ceará, o Governo do Estado, principalmente através da Secitece-Secretaria de Ciência e Tecnologia do estado do
Ceará, SDE- Secretaria de Direito Econômico, incentiva incubadoras e empresas de base tecnológica e reconhece que as
mesmas são instrumento de desenvolvimento consentâneo com a nova era do conhecimento.
No Ceará o governo, através da Secitece, lançou em 2004 o Programa Empresa Competitiva estimulando a pesquisa em
35 empresas com a participação de dinheiro público, uma ação inédita no Brasil. Agora lança o Programa Estruturante
do Conhecimento para diversas áreas entre elas as da Tecnologia da Informação e de Energias Alternativas. É um
começo de passos largos que não pode deixar de ser apoiado e enriquecido, pois essa é a única forma de mudar o
cenário da economia cearense e da qualidade de vida na nossa região.
Um total de R$ 73,14 milhões deve ser investido no Programa Estruturante do Conhecimento, o Pró-Conhecimento.
(...)O Pró-Conhecimento terá projetos em áreas como indústria de informação e automação, energia, pesquisa e
desenvolvimento (P&D) e educação (superior, profissional e tecnológica).
Além disso, o Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação do Estado do Ceará (Titan Park) deve receber R$
2,3 milhões do Pró-Conhecimento. A intenção é que os recursos sejam aplicados para constituir uma infra-estrutura
tecnológica e de comunicação entre universidades, instituições de P&D e empresas privadas.
O Instituto de Pesquisa em Automação, Eletrônica, Hardware e Software do Nordeste , uma composição do Centro de
Pesquisa Renato Archer (CenPRA), Instituto do Software do Ceará (Insoft) e Instituto Titan deve ficar com cerca de R$
1,75 milhão do Pró-conhecimento.
O Governo do Estado, através da Secretaria da Ciência & Tecnologia (Secitece), marca um grande tento na área de
tecnologia da informação e comunicação no Ceará, com a implantação ainda este ano de dois importantes projetos: o
Centro de Pesquisas do Ceará e o Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação.
O Centro de Pesquisas Titan-Insoft-Cenpra será voltado para a Pesquisa & Desenvolvimento de novos produtos
tecnológicos em software e hardware, aumentando a competitividade internacional do setor, inserindo produtos de alto
valor agregado tecnológico.
O convênio do Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação equivale inicialmente a R$ 2 milhões e 300 mil e
se encontra localizado em uma área de 4,1 hectares no Eusébio, tendo já concluído a área que abrigará, a partir da
próxima sexta-feira, 23, o Centro Digital da Região Metropolitana. "O nosso objetivo é ensinar aos jovens da
comunidade como utilizar a Tecnologia da Informação (TI), incluindo digitalmente 2.500 pessoas no primeiro ano de
funcionamento"
O governador Lúcio esteve em Brasília, já voltou e hoje, às 10 horas, no Eusébio, inaugura o Centro Digital do Ceará,
que vai operar nos moldes de garagens digitais existentes no Estado e capacitará jovens entre 14 e 24 anos em
informática, (...)O Centro Digital do Ceará ficará dentro das instalações do Titan Park.
O Instituto Titan inaugura, hoje, às 10 horas, o Centro Digital do Ceará, dentro do Titan Park, localizado no Eusébio.
(...) são as personalidades que vão inaugurar, às 10h de hoje, o Centro Digital daquele instituto. A unidade vai operar
nos moldes das Garagens Digitais do Estado e capacitará jovens entre 14 e 24 anos em informática, por meio da parceria
entre os órgãos e instituições envolvidos.
"A geração do emprego e renda, a democratização e inclusão digital serão estimuladas, por meio de cursos gratuitos".
(...) O CDC começa a funcionar hoje, nos moldes das três Garagens Digitais - existentes nas cidades de Limoeiro do
Norte, Beberibe e São Gonçalo do Amarante. (...)Esta área é a primeira etapa a ser inaugurada dentro da estrutura de um
grande Parque Tecnológico, que abrigará empresas dos setores de Tecnologia da Informação, Telecomunicações,
Eletrônica e Automação, bem como incubadas, laboratórios, entidades de pesquisa, contando ainda com centro de
convenções e conveniência, dentre outros equipamentos. (...)Com a inauguração do CDC do Eusébio, até o final do ano
devem ser treinadas mais 120 pessoas apenas nesta unidade.
Começa a sair do papel Parque Tecnológico do Ceará, projeto conduzido pelo Instituto de Tecnologia da Informação,
Telecomunicações e Automação do Nordeste (Titan), instalado em área de 4,1 hectares, no município do Eusébio,
região metropolitana de Fortaleza. (...) até dezembro, deverão ser inaugurados o Centro de Convivência, com banco,
bibliotecas,
espaços comerciais, auditórios, posto dos Correios, entre outros, e o primeiro bloco, com capacidade para até 12
empresas. (...) “Vamos oferecer cursos gratuitos como forma de estimular a inclusão digital e contribuir na geração de
emprego e renda”
100
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-010
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-196
CF-175
E-197
E-198
CF-179
E-199
CF-180
E-200
E-201
CF-183
E-202
E-203
CF-185
E-204
E-205
CF-186
E-206
CF-187
E-207
CF-188
E-208
CF-189
E-209
CF-190
E-210
CF-191
E-211
CF-193
E-212
CF-194
E-213
CF-197
E-214
E-215
CF-204
E-216
CF-205
E-217
RECORTE
Titan Park inicia com Centro Digital do Ceará (CDC) implantação de parque tecnológico em Eusébio. (...) Estão ainda
previstas para o parque empresas incubadas, laboratórios, entidades de pesquisa, centro de convenções e conveniência, e
outros equipamentos.
Para ele, o Ceará tem que avançar cada vez mais nesta área, com a parceria do poder público municipal, dos
empresários empreendedores que procuram abrir novos caminhos, e do governo do Estado através da Secitece".
"A academia, as universidades, abrigam e são celeiro do conhecimento, porém não há inovação sem o setor produtivo.
(...)o governo do Ceará está criando o ambiente necessário para aglutinar pessoas e empresas que geram e usam
conhecimento, podendo assim ser o elo de ligação entre a academia e o setor produtivo de tecnologia da informação.
(...) Encontro Nacional das Empresas de Software e Serviços de Informática que, este ano, tem como tema: Articulação
e cooperação: um caminho de sucesso.
(...) destaca a oportunidade para fomentar a geração de negócios e parcerias com empresas nacionais.
(...), o projeto de Residência Tecnológica em software criado pelo Instituto Atlântico com base no modelo da residência
médica. (...) A iniciativa foi desenhada para capacitar profissionais na formação teórica e prática em projetos de
desenvolvimento de software na realidade de empresas privadas.
A capacitação faz parte da preparação da mão-de-obra para atender ao mercado de exportação de software e serviços,
conhecido como offshore, em que grandes corporações da Europa e EUA terceirizam o trabalho para países emergentes.
Com vistas a participar deste mercado, o Instituto Atlântico se associou à Secrel e à Firm Economics, da Inglaterra,
numa nova empresa, a Secrel International. A integração visa o aumento da qualificação de profissionais de software de
nível superior e de nível médio, de forma a suprir as demandas atuais e futuras do mercado e fornecer serviços e
produtos à altura das necessidades do mercado mundial, disse o superintendente do Instituto Atlântico, José Eduardo
Martins.
Com o objetivo de promover a inclusão social para crianças e adolescentes, o Instituto Aldy Mentor, representado por
Arcelino Mentor, assinou , no dia 18 de maio, convênio com o Governo do Estado do Ceará (...) A parceria prevê o
compromisso mútuo de somar esforços e recursos no sentido de desenvolverem programas de educação, pesquisa e
desenvolvimento tecnológico e publicação nas áreas de tecnologia da informação e telecomunicação.
Focado nos negócios e no fortalecimento das relações entre empresa, governo e academia. Assim foi o novo formato da
InfoBrasil, realizado entre os dias 23 e 26 de maio, transformando o auditório do Sebrae Ceará num espaço de interação
profissional, valorização de novos projetos, apoio a inclusão digital e social e grande oportunidade de aperfeiçoamento
acadêmico.
Alem do contato direto com personalidades do mercado de tecnologia, a área acadêmica contou com a presença
marcante do Estande do Sistema Assespro/Seitac, que, apresentou o projeto de integração entre Estudantes, Empresas e
Instituições de Ensino, através da criação do portal Estágio Fácil, promovendo cadastros de estagiários e empresas
parceiras durante todo o evento.
O Governador Cid Gomes recebeu em sua residência a classe empresarial do Setor de TIC em conjunto com o
Secretário René Barreira e seu Adjunto Mauro Oliveira para debater políticas setoriais de desenvolvimento do setor e
discutir a missão a Inglaterra com o objetivo de posicionar o Ceará no mercado de offshore. (...) defenderam a
necessidade de apoio à Secretaria de Ciência e Tecnologia na implementação de uma política para o setor onde se
incluem a implantação de um amplo programa de capacitação de recursos humanos envolvendo a Secretaria de
Educação com o E-jovem e a Universidade do Trabalho Digital da Secitece.
Apesar do setor de Tecnologia da Informação ter sido definido em 2004 pelo Governo Federal como uma das
prioridades da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), não foi ainda implementada nenhuma
medida efetiva que vise a redução dos altíssimos custos tributários e encargos trabalhistas, ou editais que facilitem às
nossas Empresas acesso a programas de qualificação de gestão, de processos ou de recursos humanos.
A área de tecnologia tem sido um dos grandes investimentos de desenvolvimento social da gestão do Governador Cid
Gomes, tendo realizado, recentemente, um encontro com representantes do setor, onde o Sistema Assespro/Seitac
defendeu a implantação de um amplo programa de capacitação de recursos humanos envolvendo a Secretaria de
Educação com o e-jovem e a Universidade do Trabalho Digital da Secitece.
"Há uma fuga de cérebros", afirma, ao citar como exemplo o estande da Google montado no FISL - a empresa está
selecionando profissionais brasileiros para trabalhar com essa tecnologia.
É insuficiente, no Brasil, o apoio permanente e sistemático, por intermédio de capital de risco, às empresas em estágio
nascente voltadas para inovação.
Trata-se da avaliação de um cenário, onde as corporações estão buscando atualizar-se na legislação SarbanesOxley(EUA), Controles Internos, Auditoria de Sistemas do Banco Central e Basiléia II.
A idéia é criar um novo posicionamento para a Marca Brasil no exterior, mostrando que o país oferece uma enorme
variedade de produtos de qualidade e que refletem a criatividade, talento e diversidade dos brasileiros.
O CETI tem como principais objetivos promover e coordenar o entendimento das entidades de representação da classe
empresarial e servir de Fórum de debate de questões de interesse comum a seus membros.
“Queremos propor projetos para cidade e para o Estado que promovam o desenvolvimento Sócio-econômico a partir do
crescimento sustentado das empresas de TIC”, ressalta.
Hélio Barros disse que fará "um grande esforço para que o conceito de inovação deixe de ser figurativo e penetre a
realidade do setor produtivo cearense. O grupo de transição facilitou minha tarefa. Deu-me um roteiro bastante bom
com propostas e indicações de necessidades para consolidar a inovação na C&T cearense", revelou.
"Vamos jogar forte na área de tecnologia da informação", anuncia o secretário, ao avaliar que na área de informática
temos meios para crescer. (...)"A idéia é potencializar esta área, principalmente no interior. Vamos reunir empresários e
cientistas para saber o que falta para crescer com as micro e pequenas empresas de base tecnológica", anunciou.
101
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-011
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
CF-211
E-218
CF-213
E-219
CF-216
E-220
CF-217
E-221
E-222
CF-225
E-223
E-224
E-225
CF-230
E-226
CF-231
E-227
CF-232
E-228
CF-233
E-229
CF-234
E-230
E-231
CF-244
E-232
CF-246
E-233
CF-248
E-234
RECORTE
O diretor científico da Funcap, José Vitorino de Souza, avalia que o novo desafio que se impõe às Fundações de
Amparo à Pesquisa é a inovação tecnológica. O setor produtivo de bens e serviços precisa aliar competitividade tanto no
mercado interno como externo. É necessário aportar investimentos em pesquisa e desenvolvimento, além do incentivo
às empresas inovadoras , afirma.
As ações de regionalização do Ministério da Ciência e Tecnologia, através da Finep e CNPq nos estados do Norte,
Nordeste e Centro-Oeste, estão sendo revistas e deverão ser reforçadas, com o objetivo de reduzir as diferenças
regionais. (...) Os três arranjos produtivos do Ceará – fruticultura, floricultura e ovino-caprinocultura – estão bem
organizados, mas existe imenso potencial e várias áreas devem ser negociadas futuramente, disse Bracarense. Como
áreas potenciais, ele citou o setor de mecânica com a fábrica de veículos Troler, tecnologia da informação e o apoio a
incubadoras de empresas de base tecnológica. (...) De acordo com o assessor, para reduzir a falta de infra-estrutura
laboratorial e de massa crítica nas regiões menos desenvolvidas, será diminuída a densidade dos recursos distribuídos
pela política de edital, ao passo que aumentará o fomento direto do CNPq e Finep nas três regiões.
(...) trouxe ao debate nacional a questão do desequilíbrio regional em ciência e tecnologia (C&T). (...) Injusto no
desequilíbrio regional é o Ceará ter apenas uma universidade federal, quando outros chegam a ter mais de dez e dezenas
de centros federais de alta tecnologia. Também injusto é construir uma base científica respeitável, como Pernambuco e
Ceará, e não poder evoluir.
"A maior repercussão do Progex é o aumento das exportações das micro e pequenas empresas, a exemplo do sucesso
alcançado pelo programa em quatro anos, em São Paulo", disse Krishnamurti.
O secretário atribui o crescimento na exportação à participação das empresas, universidades, Comissão de Comércio
Exterior da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Banco do Nordeste e rodadas de negócios no Sebrae. Mas
considerou a ciência e tecnologia "um elo faltante" e disse esperar que venha a ser muito bem articulado pelo Progex.
(...). "Ciência e tecnologia não é assunto só de cientista, mas de empresários e agora faz parte da decisão maior da
sociedade sobre onde investir o seu esforço", disse Hélio Barros.
O secretário anunciou que é importante também manter o esforço de desenvolver a ciência e a tecnologia no interior,
(...)
(...) o Progex produziu uma simbiose com outro programa de apoio à exportação do Sebrae, o Programa Setorial
Integrado (PSI), financiado pelo Apex. Segundo ele, dos três setores, calçados, confeções e sofware, o de software é o
que está mais avançado, e até o final deste ano deverá atingir a meta de exportação.
Entre os gargalos dos produtos nacionais para exportação, nos quais o Progex atua, ele citou o design, embalagem e
logística.
Conforme consta do documento divulgado no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, pretende também
promover a integração entre as universidades e diversos núcleos tecnológicos com vistas à implementação de um parque
tecnológico. É anunciada meta de atrair novas empresas de base tecnológica (EBT), "que promovem atividades de alto
valor agregado e de alta tecnologia" e de fomentar a implantação de incubadoras de empresas.
O secretário Hélio Barros disse que o ambiente de apoio à inovação que está sendo projetado pela secretaria da Ciência
e Tecnologia visa a descentralização, num caminho diferente do que fez Pernambuco com o Porto Digital. (...) O
modelo definido no Ceará, por sua vez, visa distribuir parques tecnológicos de tecnologia da informação, de
telecomunicações, fármacos, biotecnologia, petroquímica e outras empresas de base tecnológica em áreas na Região
Metropolitana de Fortaleza.
Apenas as empresas de base tecnológica têm assegurados três pontos caso permaneçam na Região Metropolitana de
Fortaleza, um atenuante na regra para induzir a interiorização do investimento privado. A política de indução privilegia
com maior pontuação as empresas de maior geração de emprego, mas abre nesta regra geral uma exceção - apenas
quando trata-se de projeto de inovação tecnológica.
Ao assinar, nesta terça-feira, dia 29 de julho, convênio de mútua cooperação em ciência e tecnologia com o governador
de São Paulo, Geraldo Alckimin, o governador Lúcio Alcântara, disse que “a palavra inovação no Ceará não é um
modismo inconseqüente, mas uma política de governo”. (...) “Se você é cearense, tem uma idéia e deseja desenvolvê-la
no Ceará, o receberemos de braços abertos. Mas se você não é cearense, mas também tem uma boa idéia e quer incubála em condições favoráveis de clima e infra-estrutura, o faremos cearense e parceiro”, conclamou.
O valor é destinado ao financiamento da infra-estrutura para a implantação de novos grupos de pesquisa científica,
tecnológica e de inovação em instituições públicas de pesquisa.
A ciência e a tecnologia, articuladas em um ambiente favorável à inovação, são fatores necessários ao desenvolvimento
econômico e social dos países e essenciais para determinar as condições de competitividade do setor produtivo e para
potencializar os resultados dos investimentos estratégicos.
O Ministério de Ciência e Tecnologia - MCT está empenhado em promover o desenvolvimento equilibrado da ciência e
tecnologia no território nacional, fator de redução das desigualdades regionais. Neste sentido, propugna pela efetiva
desconcentração geográfica dos recursos, com percentuais mínimos de aplicação nas regiões Norte, Nordeste e CentroOeste.
No nível básico, o Instituto Centec dá cursos profissionalizantes pela rede de 40 Centros Vocacionais Tecnológicos
(CVT), um em Fortaleza e 39 no interior do Ceará.
O Plano tem como proposta “promover uma ampla integração das políticas de capacitação e formação profissional com
outras políticas, especialmente as de educação, geração de emprego e renda, desenvolvimento local e regional e ciência
e tecnologia”. (...) A capacitação dos estudantes se dará por meio do Programa Ceará Digital, com apoio da infraestrutura das Infovias do Desenvolvimento com programas de capacitação em uso da informática, pelo programa
Internet nas Escolas e com projetos de democratização de acesso à Internet, o programa Ilhas Digitais. (...) “As ações
voltadas para estimular a capacidade de inovação das empresas deverão orientar-se, principalmente, para fortificar a
relação do setor industrial com o sistema estadual de fomento à pesquisa; mobilizar a comunidade tecnológica, no
intuito de implementar projeto industrial com interesse na área da inovação tecnológica”, diz o Plano.
102
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-012
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
CF-254
E-235
CF-255
E-236
CF-258
E-237
CF-259
E-238
CF-260
E-239
CF-267
E-240
CF-277
E-241
CF-278
E-242
E-243
CF-279
E-244
CF-280
E-245
E-246
CF-281
E-247
E-248
CF-288
E-249
CF-290
E-250
CF-293
E-251
CF-295
E-252
RECORTE
Estabelecimento de ações de interiorização do desenvolvimento tecnológico, através da fixação de um pólo tecnológico
em Sobral, com a criação da filial do Instituto Atlântico.
A Infovia, por sua vez, quer lançar lá fora um software de monitoramento de sistemas, o Cyclops.
Até o próximo dia 30 de janeiro de 2004 será lançado o Edital Público do projeto Empresa Competitiva, da Secretaria
da Ciência e Tecnologia, que tem como objetivo financiar empresas nas atividades de pesquisa e desenvolvimento de
produtos e processos que vão ser lançados no mercado. (...) Estas atividades deverão ser empreendidas por
pesquisadores da empresa em associação com instituições de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), universidades
públicas ou privadas, centros e institutos tecnológicos, nas fases que antecedem o processo de comercialização, explica
o secretário da Ciência e Tecnologia (...)
O coordenador, Antonio Salvador Rocha, disse que as empresas não têm ainda a cultura de fazer projetos neste molde, e
às vezes não conhecem os pesquisadores nas universidades ou institutos de pesquisa e centros tecnológicos que terão de
se associar ao projeto.
O Empresa Competitiva é destinado a empresas que queiram desenvolver produtos e processos inovativos nas fases que
precedem a comercialização.
Estes centros terão três níveis, e o mais alto, por exigir a presença de um instituto de pesquisa e desenvolvimento em
tecnologia da informação, será instalado em Sobral. (...) “Por enquanto, o único no nível 3 é o de Sobral, e tem como
objetivo dar uma formação nas áreas de software livre e hardware para capacitar pessoal para fazer negócios, gerar
empresas na região Norte e renda”, disse o secretário.
Projeto dá início à implantação do programa Centros Digitais: Tecnologia da Informação para o Negócio, o Emprego e
a Renda - Um projeto de inclusão social, empreendedorismo e inovação no interior do Estado do Ceará. (...) Para este
ano, está prevista ainda a instalação de mais dois Centros Digitais localizados em Quixeramobim e Tauá, que terão o
nível 1, o mais básico. Mais dois Centros de nível 2 vão ser instalados junto ao Centec em Juazeiro do Norte e Limoeiro
do Norte e um outro de nível 3, em Sobral, envolvendo o Instituto Atlântico, a Universidade Vale do Acaraú (UVA),
Centec e Prefeitura local. “Cada CVT terá um Centro Digital.
Os Centros Digitais do Ceará: Tecnologia da Informação para o Negócio, o Emprego e a Renda - Um projeto de
inclusão social, empreendedorismo e inovação no interior do Estado do Ceará visa disseminar as habilidades nesta área
entre jovens e adultos, como forma de apoio ao emprego não-agrícola no interior do Estado do Ceará. (...) Tem como
objetivos básicos o apoio ao empreendedorismo em hardware e Software para o mercado local, nacional e internacional,
a promoção da inclusão digital de micro e pequenos empresários e da comunidade em geral (...)
Ribeiro relatou a proposta que a presidente mundial da HP, Carly Fiorina, apresentou ao presidente Lula para tornar o
País mais competitivo na inserção no mercado internacional de serviços de alta tecnologia. A proposta abrange desde
serviços de software que grandes empresas possam necessitar até serviços que requerem uma grande infra-estrutura
tecnológica, que poderia ser, por exemplo gerenciamento e operação de toda uma grande empresa espalhada em várias
partes do mundo, explica.
“É um programa que desenvolvemos em conjunto com a Fundação Abrinq, o Garagem Digital”, diz Ribeiro. (...)
Ribeiro acredita que do Ceará o projeto pode começar a ter outra ampliação. “Outras empresas poderão se interessar
pelo modelo e ajudar a suportá-lo, e ele pode se transformar numa coisa mais prevalente no processo educacional e de
formação de mão-de-obra e de formação de empreendedorismo, que são dois elementos fundamentais neste conceito de
exportação de serviços que eu falei antes”, observou.
Projeto de inclusão digital visa a inclusão social. Estes alunos vão receber formação em tecnologia dentro de um modelo
de educação que inclui empreendedorismo, comunicação e marketing, ciências sociais, arte e design, (...)
“O adolescente que passa dos 18 anos, no Brasil encontra uma dificuldade muito grande em ter uma perspectiva de
futuro, uma possibilidade de empregabilidade. É um dos direitos dele, além da educação, a perspectiva de se empregar,
de ser um cidadão e se sustentar”, afirma.
Hoje, as chances são muito limitadas, e se limitam ainda mais à medida se tiver um desenvolvimento tecnológico,
considera Naves. “Se você não passa por uma inclusão digital hoje, a dificuldade de competir depois amanhã por um
lugar no mercado de trabalho é muito grande”, avalia.
“Precisamos de um trabalho de impacto. No momento em que o Estado assume isso, uma política pública, a gente tem
grande chance de ter uma grande escala na formação de jovens no Brasil”, assinala. (...) “Com esta iniciativa
envolvendo o governo do Ceará, entidades da comunidade, entidades da sociedade civil, do terceiro setor, temos na
prática uma aplicação da teoria da proteção integral da criança e do adolescente preconizada pelo Estatuto.
A terceira Garagem Digital do Ceará será inaugurada nesta segunda-feira, 8 de novembro, às 9h, em Limoeiro do Norte,
no Núcleo de Informação Tecnológica (NIT), (...) "Em parceria com a Fundação Abrinq, conseguimos reunir condições
para que centenas de jovens tenham acesso não apenas a avançadas tecnologias, mas a experiências de grupo capazes de
desenvolver a cidadania, a criatividade e a empregabilidade. A expansão do projeto comprova que estamos no caminho
certo", complementa.
O primeiro centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em tecnologia da informação do interior do Ceará, a filial do
Instituto Atlântico em Sobral, terá inaugurada suas instalações no próximo dia 21, às 10h, (...)
O objetivo do projeto é pesquisar, desenvolver e implantar um projeto piloto de telemedicina e telesaúde visando
comprovar e experimentar a eficiência do seu uso na educação em saúde com ênfase no ensino a distância on line, a
tomada de decisão e monitoramento remoto, com ênfase no desenvolvimento de equipamentos e software (...) O projeto
vai gerar impactos positivos nas atividades econômicas em telecomunicações, consultoria em sistemas de informática,
desenvolvimento de software, atividades de banco de dados, educação superior, educação continuada ou permanente e
aprendizagem profissional, ensino a distância e atividades de serviços de complemantação diagnóstica ou terapêutica.
As três Garagens Digitais se incorporam ao projeto dos Centros Digitais do Ceará, que está sendo implantado pela
Secretaria da Ciência e Tecnologia e prevê 87 unidades até 2007 para capacitação e empreendedorismo em software e
hardware.
103
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-013
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
CF-296
Extrato
E-253
E-254
CF-297
E-255
CF-298
E-256
CF-300
E-257
CF-318
E-258
CF-323
E-259
CF-327
E-260
E-261
CF-329
E-262
CF-330
E-263
CF-331
E-264
E-265
CF-333
E-266
E-267
CF-335
E-268
RECORTE
O Programa incentiva nas empresas a criação de centros ou departamentos de pesquisa e desenvolvimento para novos
produtos ou aperfeiçoamento dos já existentes.
O secretário conclamou as empresas a criarem núcleos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e a interagirem com
instituições de pesquisa para a elaboração de projetos a serem encaminhados à Funcap no programa Pappe.
As políticas de inclusão digital do governo do Ceará e do governo federal vão estar em discussão no próximo dia 15, no
seminário “Experiências em Inclusão Digital: a busca por soluções”, no teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e
Cultura.
O evento tem como objetivo apresentar aos micros, pequenos e médios empresários a importância da proteção de
marcas e patentes para ampliar suas estratégias de negócios.
Iniciativas em pesquisa e desenvolvimento (P&D) visam mercado brasileiro e internacional. (...) ". Com foco inicial no
atendimento ao projeto PC Cidadão através do programa de inclusão digital do governo federal, a Solbras também
almeja o mercado corporativo e será âncora para as ações do grupo Solbi no Mercosul e países da África. (...)"A
Secretaria da Ciência e Tecnologia tem grande expectativa de que a parceria entre a Solbras e o Instituto Atlântico seja
mais um ponto na relação da pesquisa com a empresa, que fortalece a inovação no Ceará", (...)
Garagens Digitais e PC Multiusuário estão entre finalistas. Dois dos três projetos cearenses que concorrem ao Prêmio
Telemar de Inclusão Digital, que será anunciado nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, pertencem ao projeto Centro
Digital do Ceará (CDC), da Secretaria da Ciência e Tecnologia. (...) O terceiro projeto do Ceará que concorre na final
do prêmio de Inclusão Digital é o Cefet-Pirambu.
Evento discute nos dias 1 e 2 descentralização na aplicação de recursos do MCT, Finep e CNPq. (...)Neste cenário, será
realizada em Fortaleza nos dias 1 e 2 de fevereiro a primeira reunião do ano do Fórum Nacional de Secretários
Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e do Fórum Nacional das Fundações de Amparo
à Pesquisa, na expectativa de maior descentralização na aplicação dos recursos para os Estados.
“Serão adquiridos equipamentos sofisticados para fazer diferença na pesquisa do Ceará - nada de menos de US$ 100
mil”, observa o secretário. Para Hélio Barros, o objetivo do LCPD é compartilhar interesses acadêmicos e nãoacadêmicos que priorizem a pesquisa e desenvolvimento (P&D) necessários ao parque empresarial cearense,
realimentem a pós-graduação (doutores formam doutores) e a base de pesquisa. (...) “Será uma infra-estrutura
laboratorial para apoiar as exigências de P&D empresarial, atrair empresas de alta tecnologia e recursos humanos
qualificados e integrar os melhores recursos humanos oriundos dos atuais institutos, serviços tecnológicos e os
programas de pós-graduação Ceará, em parceria com outros institutos públicos”, definiu. (...) Entre as áreas prioritárias
para as pesquisas do LCPD, ele exemplificou com a cadeia de petróleo, setor metal-mecânico e meteriais, tecnologia da
informação, fármacos, meio ambiente, no conjunto de materiais que podem ser estudados pelas técnicas de
espectroscopia vibracional e espectrometria de massa.
(...) a InfoBrasil é uma iniciativa que forma tradição na ciência e tecnologia regional, pois cria raízes na divulgação,
produção e uso do conhecimento nas áreas de TI e Telecom. Para ele, estas duas áreas têm expressiva participação na
ciência e tecnologia, que foi absorvida nas diretrizes de desenvolvimento do Ceará como política estruturante do
conhecimento.
No dias 12, Eduardo Costa, da Finep, apresenta às 9h30, pela primeira vez, a solução de governo eletrônico que
desenvolveu para o Banco Mundial, no Fórum de Gestores da Ciência e Tecnologia dos Municípios, na palestra Solução
de e-Gov para um Mundo Global. (...) Às 16h, Wagner José Quirici, diretor-presidente do Serpro, aborda o tema
"Tecnologia da informação para o setor público". (...) As iniciativas de governo eletrônico do governo estadual serão
apresentadas no seminário e-Gov.
Três experiências nacionais bem sucedidas de inclusão digital serão expostas a seguir dentro do tema Avaliação dos
Programas de Inclusão Digital do Governo Federal, (...) A partir das 15h, o superintendente do Sebrae-CE, Alcy Porto,
fala sobre a Inserção competitiva das micro e pequenas empresas de software no mercado e, às 16, Wagner José Quirici,
diretor-presidente do Serpro, debate o tema Tecnologia da Informação e Comunicação para o setor público.
A I Conferência Estadual de Educação Profissional e Tecnológica será realizada nos dias 15 a 17 de maio, em Fortaleza,
na FIEC, tendo como tema Estratégias para o Desenvolvimento e a Inclusão Social.
“Recomendei ao secretário Hélio institucionalizar um programa estruturante do conhecimento nos seus diferentes
setores para tentar dar passos firmes que amanhã não sejam passos em falso. Sempre avançando, melhorando,
expandindo suas atividades”, disse o governador.
“Hélio tem também um excelente relacionamento com a área empresarial, onde nós estamos construindo parcerias,
estamos investindo nisso. Espero que no fim do governo nós tenhamos dado passos bastante significativos nessas
áreas”, declarou Lúcio Alcântara.
“Se fala em inclusão, inclusão, inclusão sem educação e sem acesso ao ensino superior. Não podemos falar em inclusão.
Isso é inclusão de segunda classe, ou de terceira. É uma coisa muito ruim”, criticou o governador.
“O ministro deu todo o aval para que o CenPRA venha para o Ceará e participe de um novo projeto para fazer florescer
a pesquisa e desenvolvimento nas áreas de software e hardware, (...)“Tenho certeza de que, com esta aproximação entre
o Titan, CenPRA e Insoft liderando um projeto de P&D, vamos dar um passo gigantesco”, disse Hélio Barros. Segundo
ele, os empresários e a academia, com esta aliança, mostram que estão no caminho certo: a conjunção de vários
segmentos que vão permitir constituir um processo sólido de formação de riqueza no estado do Ceará.
104
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-014
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
CF-337
E-269
CF-338
E-270
E-271
CF-340
E-272
CF-344
E-273
CF-352
E-274
CF-365
E-275
E-276
CF-368
E-277
E-278
CF-371
E-279
E-280
E-281
CF-373
E-282
E-283
CF-377
E-284
RECORTE
O governo do Ceará, assim, demonstra reconhecer que é por meio do conhecimento que o Estado pode investir no seu
principal agente de mudança, a qualificação dos seus recursos humanos. Esta é a melhor compreensão de que a política
baseada no conhecimento é fundamental para o desenvolvimento do nosso Estado. Ações de ciência, tecnologia,
educação superior e educação tecnológica configuram a Política Estruturante do Conhecimento do Ceará. No Brasil, as
políticas públicas federais e estaduais nunca se apropriaram do conhecimento como infra-estrutura para o
desenvolvimento e fator indutivo para a geração da riqueza. Exclusivamente identificadas como políticas sociais, a
educação, a ciência e a tecnologia nunca foram vistas como instrumentos da política econômica, nem mesmo da política
industrial. Daí porque os programas estruturantes governamentais sempre se destinaram ao fortalecimento de infraestruturas físicas, priorizadas nos orçamentos.
O Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação do Estado do Ceará (Titan Park) receberá R$ 2,3 milhões. O
objetivo do Titan Park é constituir uma infra-estrutura tecnológica e de comunicação entre as universidades, instituições
de P&D e empresas privadas, capaz de promover a modernização, manutenção ou elevação da competitividade dos
diversos agentes econômicos, prioritariamente do setor de TIC, bem como a criação de novos agentes.
O Titan Park, parque tecnológico de tecnologia da informação formado por 20 empresas, iniciou implantação sextafeira, 23 de junho, ao inaugurar um Centro Digital do Ceará (CDC) em Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza,
(...) O CDC "é o primeiro passo para a implantação desse projeto, que nesse momento já considero realizado", (...)
"A academia, as universidades, abrigam e são celeiro do conhecimento, porém não há inovação sem o setor produtivo.
As empresas entram com o que têm de melhor desse tipo de negócio. Entram com o mercado, com a busca pelo lucro,
pela rentabilidade, pela velocidade".
Unidades funcionam em Beberibe, Limoeiro do Norte, São Gonçalo do Amarante, Aracoiaba, Crateús, Reriutaba,
Forquilha, Pedra Branca, Nova Russas, Irauçuba, Amontada, Barreira, Massapê e Eusébio
O projeto Centro Digital do Ceará (CDC): Tecnologia da Informação para o Negócio, o Emprego e a Renda, com 14
unidades implantadas no interior do Ceará, já atende a 1.120 alunos.
Semana Nacional de Ciência e Tecnologia será realizada de 16 a 23 de outubro (...) "A presença do Interior demonstra
o efeito democrático de difusão da experiência nas instituições cearenses", (...)
. “É hora de investirmos ainda mais na inclusão digital, como estratégia de inclusão social e de procurarmos fortalecer a
educação a distância, semi-presencial, que há de potencializar a nossa capacidade de levar o conhecimento a todos os
rincões do Ceará”, afirmou. (...)”. Entre eles, citou a implantação de políticas afirmativas voltadas para a interiorização
da educação superior, o estímulo à formação para o trabalho articulada com a formação básica, o estabelecimento de
linhas de apoio a ações indutores em ciência e tecnologia.
A reunião vai tratar também do programa da Secitece de estímulo à criação de estruturas de Ciência e Tecnologia e
Inovação nos municípios, seja com a criação de secretarias, núcleos ou coordenações, com vista ao desenvolvimento
local por meio da participação em programas estaduais e federais que têm recursos específicos para esta área.
Os municípios que aderirem a este programa de interiorização das ações de ciência e tecnologia receberão da Secitece
um kit de Inclusão Digital - 1 micro computador e 10 Bolsas de Iniciação Tecnológica (PBIC-JR) da Funcap para uma
ação de difusão da tecnologia.
A presidente da Assespro, Carol Melo, disse que o evento vai possibilitar a interação entre empresas, academia e
governo. “Há uma carência em conhecer o mercado, as empresas, os clientes. Hoje, as Universidades não conhecem as
demandas das empresas, o que gera problemas não só da escassez da mão-de-obra para o setor”, afirmou.
O conteúdo dos temas da InfroBrasil foi previamente discutido pela comunidade, e inclui painéis sobre E-Gov na
gestão, na educação, saúde e segurança, gestão, certificação, agronegócios, indústria de software, inovação, segurança,
bioenergia, soluções web. Vai abordar ainda a discussão das tecnologias Wi-FI, Wimax, Wimesh, modernização do
SRJ, infra-estrutura de Telecom, off-shore, regulamentação, convergência, mobilidade, inclusão digital, educação,
games, S.O.A. e TV Digital.
Estudos prevêem que Brasil irá do 15º lugar no outsourcing em 2006 para o 4º lugar em 2015
A Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece) e a Secretaria da Educação (Seduc) do Estado
promovem às 15h da próxima terça-feira, 20 de março, a palestra "Mercado offshore: oportunidades de geração de
emprego e renda para o Ceará" (...) A palestra possibilitará conhecer melhor o potencial do mercado offshore e a
importância de uma ação intensiva de qualificação de recursos humanos para capacitar os jovens cearenses a aproveitar
esta oportunidade para geração de emprego e renda.
Segundo ele, o mercado offshore que hoje é dominado pela Índia e China vai deixando para os países asiáticos serviços
que demandam menor conhecimento como digitação e call center em procura do Brasil que tem serviços de melhor
qualidade na área de software. “O Ceará precisa preparar recursos humanos em grande escala para atender a essa
demanda, que os Estados do Sul e Sudeste vão querer atender”, (...)
Ceará é competitivo com a Ásia nos aspectos de cultura e ética empresarial, custos compatíveis, mecanismos da Lei de
Informática e instituições de ensino e pesquisa. José Eduardo Martins diz que é determinante também a maturidade
reconhecida no domínio de processos e qualidade, a exemplo do Atlântico que fez o dever de casa e foi a primeira
organização do Norte e Nordeste a conquistar o CMMI Nível 3, (...)
Chega nesta terça-feira à noite ao Porto do Pecém o navio Aliança Maracanã, procedente de Hamburgo, Alemanha, com
US$ 2,75 milhões em equipamentos para pesquisa técnico-científica de laboratórios das universidades do Ceará. O
carregamento é destinado a nove laboratórios da Universidade Federal do Ceará (UFC), sete laboratórios da
Universidade Estadual do Ceará (Uece) e um da Universidade Vale do Acaraú (UVA). O investimento faz parte do
Programa de Modernização Laboratorial para Fortalecimento da Pesquisa e Inovação Tecnológica, da Secretaria da
Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado (Secitece). Os equipamentos serão recebidos pelo secretário René
Barreira.
105
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-015
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
CF-383
Extrato
E-285
E-286
CF-384
E-287
E-288
CF-385
E-289
CF-386
E-290
E-291
CF-387
E-292
E-293
E-294
CF-388
E-295
CF-391
E-296
RECORTE
A Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará definiu participação com apoio e parceria na
realização do Fórum e Congresso Ibero-Americano de Robótica e Automação Industrial, que acontece em Fortaleza nos
dias 1 a 3 de outubro, na Unifor. "Temos interesse em dar não apenas apoio institucional mas com a marca do governo
do Ceará", anunciou o secretário da Secitece, René Barreira.
. "Finalmente, depois de dois anos de lutas e reuniões com pesquisadores para definir quais os laboratórios fariam a
diferença com uma tecnologia de ponta, estamos recebendo o primeiro desembarque", disse Erivan Melo. "O governo
do Estado está investindo em pesquisa e desenvolvimento, visando a melhoria da qualidade de vida dos cearenses", (...)
Segundo ele, esse diferencial coloca o estado do Ceará em pé de igualdade em equipamentos e capacidade de
conhecimento com outras regiões desenvolvidas do país, viabilizando uma maior visibilidade e capacidade de formação
em alta tecnologia e de carreamento de recursos financeiros e tecnológicos para o seu desenvolvimento sustentável".
"A empresa cearense ganha com esses novos equipamentos porque os recursos humanos formados tendem a ficar no
Estado, engenheiros, mestres e doutores. As empresas têm que ter capacidades de absorvê-los", afirmou.
Ao conhecer e aprovar a proposta de atribuições e de integrantes do Conselho de Ciência, Tecnologia e Inovação, o
governador Cid Gomes recomendou a realização de audiências públicas para discussão do conteúdo com comunidade
acadêmica e empresarial. (...) O organismo não será deliberativo nem consultivo, mas desempenhará a função de um
instrumento para auxiliar o governador, que presidirá o Conselho. São também suas atribuições participar da elaboração
do Plano Plurianual e do orçamento na área de C&TI, realizar estudos temáticos no segmento e orientar as instituições
de pesquisa.
O secretário da Ciência, Tecnologia e Educação Superior, René Barreira, informou que o Projeto de Lei do CECT&I
será encaminhado pelo governador Cid Gomes na segunda semana de junho, após mais um debate com a comunidade
acadêmica e empresarial. (...) "Os prefeitos devem ser envolvidos nesse processo, porque a ação de ciência, tecnologia e
inovação acontece nos municípios", argumentou o prefeito de Juazeiro do Norte, Raimundo Macedo. (...) O secretário
assinalou ainda que, depois de 18 anos, o CECT&I, criado na Constituição de 1989, ainda não foi implantado, e que este
é um desafio que o atual governo irá resolver.
O governador do Ceará, Cid Gomes, dará palestra na Embaixada do Brasil em Londres, no dia 29, com o objetivo de
convencer grandes corporações européias a contratarem no Estado a produção terceirizada de softwares e serviços
offshore.
(...) são fatores de competitividade do Brasil neste mercado custos razoáveis, boa ética empresarial, boas relações com
sindicatos, empreendedorismo, ambiente político aceitável e ótimo investimento em pesquisa. O consultor destaca que
são vantagens do Ceará a qualidade da mão-de-obra de preço competitivo em relação ao custo no sudeste brasileiro e a
certificação internacional dos processos e serviços. (... ) Os clientes potenciais compradores de serviços offshore,
reunidos para o evento na Embaixada do Brasil na Inglaterra, atuam nos segmentos financeiro, de energia,
telecomunicações, indústria de medicamentos e governo. "O Brasil é a bola da vez e esta é a hora do Ceará se tornar um
grande fornecedor mundial de Serviços de TI. Poderemos gerar dezenas de milhares de empregos qualificados no
Estado" (...) "pois a Índia, a maior fornecedora mundial está se tornando menos competitiva pela alta progressiva
sustentada dos salários, deficiências de infra-estrutura, grande diferença de fuso horário". (...) esta missão faz parte do
esforço do Governo do Ceará e Secitece em fortalecer todo o setor de TIC do Estado do Ceará dentro de um conjunto
integrado de ações governamentais para o setor, (...) "a Prefeitura de Fortaleza também está estudando a criação de um
Pólo de Tecnologia da Informação e Comunicação com a concessão de um conjunto considerável de incentivos fiscais e
não fiscais para isso. (...)"É o que a gente se propunha fazer quando viemos para o Ceará em 2001, ajudar a fomentar
aqui um polo de tecnologia que traga novos investimentos, crie mais emprego e desenvolva o Estado", (...) Conforme
Violado, desde o início tem dado para o Atlântico a recomendação: "não tente fazer as coisas sozinho. Vamos fazer em
parceria com as Universidades e empresas locais".
"Fortaleza começa a entrar no mapa internacional de atração de projetos internacionais. Vamos trazer mais riqueza,
mais desenvolvimento, mais preparação de pessoal". A ação no mercado offshore vai demandar uma quantidade muito
grande de gente daqui para a frente. Vamos ter de dinamizar muito mais a formação de pessoal, o engajamento de outras
instituições e projetos", recomenda.
O governador Cid Gomes dá palestra nesta quarta-feira na Embaixada do Brasil em Londres sobre o tema “Potencial do
Ceará no Mercado Offshore” para executivos de tecnologia da informação de bancos e empresas da Europa. A iniciativa
busca posicionar o Estado com a atração de investidores para contratos de terceirização de softwares e serviços no
Ceará, que faz parte de uma estratégia da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece) para
fortalecer as empresas locais do setor. Também faz parte da ação parceria com a Secretaria de Educação para promover
a formação massiva de jovens para atender o mercado externo do tipo offshore.
Conforme Mauro Oliveira, na ocasião o governador Cid Gomes firmou compromisso do governo em atender todas as
demandas para acelerar algumas estratégias do setor local de tecnologia da informação. Dentre as iniciativas a serem
apoiadas, o secretário adjunto cita uma forte ação de capacitação de recursos humanos, investimentos para viabilizar o
empreendimento Titan Park no Eusébio e articulações com Prefeitura de Fortaleza em algumas ações que vêm sendo
trabalhadas com os empresários do setor e Secitece.
Os equipamentos foram encomendados por pesquisadores de quatro laboratórios da UFC e um da Uece. Este é o
segundo embarque do financiamento contratado pelo governo do Estado à MLW Intermed; (...)
106
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-016
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-297
CF-395
E-298
CF-396
CF-397
E-299
E-300
E-301
E-302
CF-399
E-303
E-304
CF-401
E-305
CF-402
E-306
CF-403
E-307
CF-404
E-308
CF-405
E-309
E-310
CF-406
E-311
E-312
RECORTE
No Workshop ´Novos Caminhos para o Setor de TI´ foi debatida a criação de um Parque Tecnológico no Estado. Na
oportunidade, o Sistema Assespro-Seitac fez o lançamento do Instituto Titan - Tecnologia da Informação,
Telecomunicações e Automação do Nordeste. (...) Na pauta do encontro, o projeto do Parque Tecnológico para o
Estado, bem como a captação de recursos junto às entidades governamentais para sua viabilização.
“Todas essas condições são oferecidas pela região do Eusébio. (...) O Instituto deverá elevar o investimento em
pesquisa, propiciando um maior intercâmbio com as universidades e o setor produtivo. Ações de inclusão digital
também estão sendo pensadas, no sentido de promover o desenvolvimento da comunidade como um todo e formar um
Pólo de Tecnologia do Ceará integrado com as iniciativas e projetos dos governos estadual, federal e municipal. (...) O
Pólo Tecnológico firmará parceria com Setor Público visando a competitividade no mercado nacional e internacional e
buscará a união de ações com a comunidade científica.
Estão avançadas as negociações das empresas de Tecnologia da Informação e Telecomunicações (TI&T) para a
instalação de uma parque tecnológico no município do Eusébio, a 20 km de Fortaleza. (...) , o parque tecnológico no
Eusébio pretende reunir pequenas, médias e grandes empresas de tecnologia, bem como institutos de pesquisa,
laboratórios e Universidades em um só espaço horizontal. (...) o parque vai exercer atividades de pesquisa e
desenvolvimento tecnológico, consultoria e serviços. Por reunir empresas e institutos de pesquisa em um só espaço, vai
possibilitar a criação de novos produtos e serviços especializados, incrementando a competitividade dos produtos
cearenses no mercado nacional e internacional. (...) ´O parque vai criar uma identidade para as empresas de software no
Ceará.
“Somos uma nação de excluídos digitais.” (...) : “Queremos fortalecer a responsabilidade social”, disse. “A
municipalidade não pode trabalhar sozinha”
O primeiro projeto de inclusão digital do Sistema Assespro/Seitac faz parte das mudanças a serem implementadas no
Eusébio com a instalação do Pólo Tecnológico, (...)
O Instituto Titan está sendo responsável pela condução de diversas ações em prol da atração de recursos destinados à
pesquisa e ao desenvolvimento (P&D) do Estado, fornecendo consultoria e serviços, projetos cooperativos baseados em
conhecimento, ensino e formação de recursos humanos. (...) O Instituto Titan também foca suas ações no combate à
exclusão digital.
De acordo com ele, as empresas de tecnologia estão adotando o conceito de “cooperação”, trabalhando em prol do
crescimento do segmento como um todo.
Pólo de TI. O município do Eusébio vem sendo o preferido pelo setor para a implantação do Pólo.
A criação de um pólo de tecnologia no Eusébio e a alavancagem de recursos para projetos nesse setor no Ceará estão
entre os objetivos de empresários e pesquisadores desse segmento.
O Parque Tecnológico pretende abrigar empresas incubadas dos setores de TI&T, bem como para laboratórios de
universidades, espaços para entidades de pesquisa, fornecedores estratégicos.
Projeto de Inclusão Digital leva informática para comunidade do Eusébio Visando proporcionar um ambiente de
desenvolvimento para as empresas do setor de Tecnologia da Informação no Estado, nasceu, em maio de 2003, (...)
Nesta quarta-feira, ainda dentro da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, na sede do Instituto
Titan (Av. Dom Luiz, 880/407), das 14h às 17h, será realizado o encontro de trabalho ‘Tecnologia da Informação: Um
Diferencial Competitivo dos APL's no Ceará’. (...) No encontro, representantes dos principais Arranjos Produtivos
Locais - APL's, apoiados pelas diversas Secretarias de Estado, apresentarão as várias dificuldades que vêm encontrando
no apoio à produção, comercialização e divulgação de seus diversos produtos. (...) Também serão propostos caminhos
para as empresas do setor de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, associadas ao Instituto Titan, visando a
colaboração destas para o aprimoramento dos processos.
"Nós estamos em conversas bastante avançadas com as principais universidades da área de tecnologia no sentido delas
investirem em centros de pesquisa para que possamos realizar um trabalho conjunto", destacou. (...) O pólo deverá ser
instalado no município do Eusébio, localizado a 40 quilômetros de Fortaleza. (...) Para garantir a competitividade no
mercado nacional e internacional, bem como a união de ações entre as comunidades científica e empresarial, será
destinado um espaço no pólo, cuja área física será em torno de quatro hectares, para a implantação de incubadas dos
setores de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Eletrônica e Automação, bem como para laboratórios de
universidades, entidades de pesquisa, fornecedores estratégicos.
Reunindo empresas, instituições governamentais da área de tecnologia da informação e de ensino superior para discutir
o tema “Inclusão Digital”, a 31ª edição da feira passou a ser um evento nacional, promovido pela empresa A2
Comunicação em parceria com o Sebrae.
De acordo com Alexandre Mota,a organização do Sistema Local de Inovação na área de TI&T, em parceria com a
Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado (SECITECE) é o maior desafio colocado hoje ao Titan.. “O êxito dessa
proposta ocorrerá quando todas as instituições capazes de fortalecer o arranjo de produtivo de TI&T estiverem abrigadas
em um mesmo ambiente”, disse o presidente, fazendo referência ao Parque Tecnológico do Ceará, a ser instalado no
município do Eusébio.
Ao falar sobre a relevância de iniciativas que visem a promoção da Inclusão Digital, tema da Infobrasil deste ano,
Alexandre Mota citou um projeto já implementado pelo Titan, em parceria com o Instituto Aldy Mentor, que em junho
de 2004 ofereceu cursos de capacitação para jovens de 15 a 24 anos, com renda familiar de até R$ 100. “Esse é um
trabalho fundamentado na lógica da inclusão, realizado em parceria com a Prefeitura do Eusébio e as empresas
associadas ao Instituto”.
107
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-017
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
CF-407
E-313
CF-408
E-314
CF-409
E-315
CF-410
E-316
CF-414
E-317
CF-419
E-318
CF-420
E-319
CF-421
E-320
CF-422
E-321
CF-425
E-322
CF-427
E-323
CF-431
E-324
CF-432
E-325
CF-433
E-326
CF-434
E-327
E-328
CF-438
E-329
CF-443
E-330
RECORTE
Os empresários do setor de Tecnologia da Informação & Telecomunicações (TI&T) promovem na próxima segundafeira o Seminário de Apresentação do Estudo de Viabilidade para a Implantação do Parque Tecnológico (Titan Park).
O Instituto Titan (Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste), quer tirar do papel, nos
próximos dois anos, o sonhado Parque Tecnológico do Estado, orçado em R$ 6 milhões, recursos divididos entre a
iniciativa privada e o setor público. (...) "O objetivo é aproveitar o potencial tecnológico do estado , garantindo
competitividade nacional e internacional, além de cooperação, envolvendo todo o segmento - hardware, software,
serviços e inovação", explica Alexandre Mota.
A informática deverá ter ainda mais estímulo com a construção de um parque tecnológico – o Titan Park, (...). O
empreendimento está orçado em 6 milhões de reais e deverá atrair cerca de 50 empresas de tecnologia e de informação,
gerando inicialmente mais de 3.000 empregos diretos.
A FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia,
aprovou, em dezembro do ano passado, o projeto Plano de Investimento do Parque Tecnológico Titan, proposto pelo
Instituto Titan, que também é o responsável por sua execução. (...) O Parque Tecnológico de TI&T do Ceará vai
propiciar um crescimento substancial da competitividade cearense na área de TI, gerar empregos e, principalmente,
consolidar o crescimento da participação do setor no mercado externo.
O presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Titan encaminhou ao Presidente do Conselho Regional do Senai um
pedido de apoio ao censo de TI&T do Ceará.
Um ambiente propício para a construção de novas parcerias. Será assim a II Rodada de Parcerias Pesquisador –
Empresa, promovida pelo Instituto Titan e pelo Instituto de Software do Ceara (Insoft), como parte da programação da
Feira Brasileira de Tecnologia – Febratecno. (..) O objetivo é aproximar empresas e instituições de ensino que já atuam
na área de Pesquisa e Desenvolvimento, na tentativa de incorporar inovação aos produtos e processos desenvolvidos.
O Instituto Titan - que está frente de ações de combate à exclusão digital, atuando junto à comunidade do Eusébio, em
parceria com prefeitura municipal, será destaque na TV Diário. (...) Na opinião da empresária Caroline Mello, a idéia
de “multiplicar conhecimento” é uma necessidade para a região, pois, à medida que os alunos forem sendo formados,
deverão se tornar instrutores em outras localidades.
A aprovação, pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), do “Plano de Investimento do Parque Tecnológico
Titan”, vem motivando a realização de ações no sentido de viabilizar a implantação do Titan Park.
A Febratecno pretende fortalecer a cultura da inovação tecnológica no Nordeste brasileiro, através de ações concretas de
divulgação, comercialização e transferência de tecnologias, possibilitando a aproximação das tendências e tecnologias
existentes de seu consumidor final, seja ele empresas ou pessoas físicas. (...) A novidade dessa segunda edição do
evento é a I Rodada de Parcerias Pesquisador-Empresa do Futuro. O objetivo do encontro é incitar o espírito
empreendedor em alunos de cursos superiores da área de TI&T, através da apresentação de iniciativas bem sucedidas. A
troca de idéias visa estimular a criação de novas empresas, o surgimento de novos pesquisadores e o conseqüente
fortalecimento do setor.
Na Febratecno, feira tecnológica que será realizada em Fortaleza, de 4 a 7 de julho, no Centro de Convenções, acontece
a Segunda Rodada de Parcerias Pesquisador-Empresa, que tem a coordenação do Instituto Titan, em parceria com o
Insoft. A rodada tem o objetivo de unir idéias acadêmicas a projetos cooperativos de P&D com os empresários, visando
lançar novos produtos e soluções tecnológicas no mercado local.
Transformar as idéias e projetos que surgem no meio acadêmico em produtos e soluções tecnológicas para o mercado é
o foco da II Rodada de Parcerias Pesquisador-Empresa, que acontece esta semana em Fortaleza, como parte da
programação da Febratecno (Feira Brasileira de Tecnologia), no Centro de Convenções Edson Queiroz. Coordenada
pelo Insoft (Instituto do Software do Ceará) e pelo Instituto Titan, a II Rodada pretende criar parcerias entre
pesquisadores das universidades e empresários cearenses.
O objetivo é que as idéias acadêmicas possam se transformar em projetos cooperativos com os empresários. (...) A II
Rodada ocorrerá nesta quarta-feira, dia 6 de julho, das 15 às 20h, no Centro de Convenções. O objetivo é que as idéias
acadêmicas possam se transformar em projetos cooperativos com os empresários, visando à concretização de soluções
tecnológicas no mercado tecnológico. (...) A oportunidade criada visa estimular o espírito empreendedor nos jovens,
incentivando a criação de novas empresas de TIC locais. O evento é aberto ao público.
(...) a feira se propõe a discutir e aprofundar experiências e práticas de sucesso tecnológico. (...) a feira tem grande
potencial “para gerar negócios e promover financiamento de compra de tecnologia através da apresentação das
empresas e do melhor conhecimento do mercado cearense. (...) a II Rodada de Parcerias Pesquisador-Empresa reuniu
empresários e locais e pesquisadores na apresentação do que tem sido desenvolvido em tecnologia cearense e nas
potencialidades desta para a economia local.
No local, empresários e pesquisadores estiveram reunidos para, através do diálogo, encontrar áreas de interesse comum,
que poderão resultar em novas parcerias e no desenvolvimento de novos produtos. (...) a II Rodada de Parcerias
Pesquisador-Empresa reuniu em sua segunda edição o dobro do número de pessoas do primeiro encontro, e integrou a
realização da Feira Brasileira de Tecnologia, Febratecno, que encerrou-se ontem.
“Essa é uma oportunidade rara de nós aproximarmos o meio acadêmico do meio empresarial”.
“Essa é uma oportunidade rara de nós aproximarmos o meio acadêmico do meio empresarial”.
“Uma reunião histórica”. (...) De acordo com Antônio Vasques, a reunião foi resultado do esforço empreendido pelo
Instituto Titan no sentido de aproximar o meio acadêmico e empresarial. “Pela primeira vez na história da UECE,
professores doutores se reuniram com empresários para apresentar projetos ao CNPq e responder a quatro editais”,disse
o consultor. (...) “O encontro foi memorável para os pesquisadores que, pela primeira vez, tiveram contato direto com
empresários, intermediados pelo Instituto Titan. Teremos desdobramentos positivos, com a apresentação de pelo menos
três projetos em parceria”(...)
A experiência do Parque Tecnológico de Belo Horizonte vai ser o tema da palestra do Professor Doutor Mauro Borges
Lemos, marcada para a próxima quarta, dia 20, a partir das 9h, na Sala VIP da Cobertura FIEC.
108
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-018
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
CF-446
Extrato
E-331
E-332
CF-448
E-333
E-334
CF-453
E-335
CF-456
E-336
CF-457
E-337
CF-460
E-338
E-339
CF-461
E-340
CF-464
E-341
CF-468
E-342
RECORTE
O ministro disse que dará continuidade ao Plano Estratégico do MCT. Para ele, os quatro eixos estratégicos definidos
pelo Plano - Inclusão Social, Consolidação e Expansão do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação,
Objetivos Estratégicos Nacionais e Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior - abordam os principais
temas da Ciência e Tecnologia, e têm sucesso nesse último ano e meio.
Uma aula sobre implementação e gestão de Parques Tecnológicos. Assim pode ser definida a palestra do Professor
Doutor Mauro Borges Lemos, realizada na última quarta, dia 20, na cobertura da Fiec.(...) A apresentação do Professor
Mauro foi importante para auxiliar na modelagem da parceria público-privada que já vem sendo discutida
sistematicamente, desde o início do mês de junho, entre um grupo de consultores e a diretoria do Instituto Titan.
Durante a palestra, Mauro Borges informou que o projeto de criação do Parque Tecnológico de Belo Horizonte vem
sendo construído há mais de dez anos, contando hoje com o apoio do que ele chamou de “três comunidades”: setor
público, privado e academia. “Agora já existe um consenso de que esse projeto é da cidade. Criou-se esse sentimento,
de modo que o Parque está consolidado”. (...) . “O projeto tem que ser voltado para as carências do ambiente, não
adianta ser virtual. Uma coisa decisiva é responder à pergunta: em quê o projeto vai contribuir, concretamente, para a
base produtiva daquele local?”. (...) “Só pode existir um Parque Tecnológico se houver também uma universidade que
lhe dê suporte”. (...) Segundo o professor, parte importante do investimento no Parque Tecnológico de Belo Horizonte
vem sendo assegurada pelo setor público, através da Prefeitura, do Governo do Estado e do Governo Federal.
A colaboração da Universidade Federal com o projeto do Parque Tecnológico de TI&T do Ceará motivou a realização,
na tarde do dia 28 de julho, de uma reunião com o professor Fernando Carvalho, chefe do Departamento do Curso de
Computação da UFC. (...) Na ocasião foi apresentada ao professor a proposta do Parque e as vantagens de sua
instalação do município do Eusébio. (...)
De acordo com ele, esse é um fator que interessa diretamente ao empresariado, já que é fundamental para qualificar a
produção cearense de TI&T. “Mas a universidade não pode ser o departamento de pesquisa da empresa, porque ela tem
outras atividades e outros interesses. As empresas têm que ter seus próprios departamentos de pesquisa, porque essa é
uma forma de elas estarem em contato com o meio acadêmico”.
O lançamento de dois cursos de pós-graduação em SP reforça a idéia do Instituto Titan, que em parceria com
universidades locais está organizando a instalação de cursos de pós-graduação semelhantes no Bloco do Conhecimento
do Parque Tecnológico do TI&C do Ceará.
Um Fórum marcado para os próximos dias 18 e 19 de agosto vai discutir um assunto que interessa cada vez mais às
empresas associadas ao Instituto Titan. Entre os destaques da programação, está uma palestra que vai tratar da
comercialização de produtos e serviços da área de Voz sobre IP.
O papel das instituições de fomento, de ensino e pesquisa e das empresas na construção do primeiro Parque Tecnológico
de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) do Ceará tem motivado a realização de vários encontros entre os
parceiros do projeto, que tem uma proposta inédita no Estado de parceria público-privada, e já conta com o apoio da
Finep, Governo do Estado, Prefeitura do Eusébio, Sebrae-CE e Sistema Fiec. (...) . “Somos empresários, concorrentes,
e nos juntamos para sermos mais fortes, por isso queremos ter um espaço comum, onde seja possível fortalecer o arranjo
produtivo local”. (...) . “É sem dúvida uma iniciativa inusitada, porque vocês se associaram, e isso é uma coisa que
raramente se vê. Acho que o Titan Park poderá ser o impulsionador de uma série de ações de P&D inovadoras e um
forte argumento par privilegiar o projeto Eusébio Digital”. (...) “O que eu entendi é que do Titan Park sairão empresas
para concorrer internacionalmente”.
Empreendedorismo. Esse foi o tema central da palestra proferida pelo Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto
Titan Alexandre Mota, durante a II Semana de Administração da UFC.
“Sempre que você reúne empresas em um aglomerado, você impulsiona o arranjo produtivo local, e nós percebemos
que o objetivo comum era necessário para que o setor de TI cearense fosse fortalecido”, esclareceu Alexandre Mota, ao
falar sobre o Parque Tecnológico de Tecnologia da Informação e Comunicação que será instalado no Eusébio e já conta
com a parceria da Financiadora de Estudos e Projetos do MCT (Finep), da Fiec, Sebrae-CE, Governo do Estado e
Prefeitura do Eusébio.
A principal meta é informatizar completamente os estados e adotar novos modelos de gestão e de tecnologias da
informação. "Os governos estaduais têm o desafio de promover reformas administrativas para melhorar o desempenho e
a utilização dos recursos públicos e, assim, aumentar a disciplina fiscal no País", afirmou o secretário.
"Trata-se de um programa grande, que envolve todos os níveis, desde cursos de inglês técnico até cursos de mestrado e
doutorado na área. A idéia não é só formar pessoal, mas atualizar aqueles que estão no mercado e treiná-los com
ferramentas novas que aparecem diariamente", declara Rezende. (...) Sérgio Rezende, que assumiu o ministério no final
de julho, declarou que pretende dar continuidade às ações iniciadas na gestão anterior, conduzida por Eduardo Campos.
"Elas são baseadas em quatro eixos básicos: a expansão e o fortalecimento do Sistema Nacional de C&T, a Política
Industrial e Tecnológica de Comércio Exterior, os objetivos estratégicos nacionais e a aplicação de Ciência e
Tecnologia para Inclusão Social", detalha.
109
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-019
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-343
E-344
E-345
CF-475
E-346
CF-476
E-347
E-348
CF-478
E-349
CF-481
E-350
CF-482
E-351
CF-484
E-352
E-353
CF-485
E-354
E-355
RECORTE
Com o objetivo de fortalecer a interação entre centros e institutos de pesquisa, o Instituto Titan promoveu, no último dia
31 de agosto, uma reunião com representantes de algumas dessas entidades em sua sede.
Entre as seis causas apontadas para a melhoria no tratamento dado à área no país está o aumento da participação do
setor privado, que segundo eles “tem dado mais importância ao tema, pressionado por requisitos de competitividade”.
No setor de TIC da região metropolitana de Fortaleza, essa participação também tem aumentado. Em 2005, o Instituto
Titan e as empresas a ele associadas vêm trabalhando com 24 projetos cooperativos de P&D, em resposta aos editais das
agências do MCT. (...) “vários levantamentos mostram que em todo o mundo há incremento do investimento privado
em CT&I, com a formação de organizações privadas (muitas vezes sem fins lucrativos)”.
Esse processo tem, basicamente, cinco indicadores principais que se interlaçam: a) ampliação da percepção pública
sobre a importância do desenvolvimento científico e tecnológico no cotidiano das pessoas; b) ampliação dos
investimentos em C,T&I com aumento da participação relativa do setor privado; c) alteração no espírito e nos rumos da
política pública de C,T&I; e) aumento dos indicadores de produção científica e de formação de recursos humanos
qualificados para P&D; e f) maior importância relativa da temática de C,T&I na agenda política do país.
O que se pergunta é como proceder para que os ICPs ampliem seu potencial inovativo, assim como um novo
compromisso social que os qualifique como organizações imprescindíveis não apenas ao desenvolvimento científico e
tecnológico, como também sócioeconomico, à sustentabilidade ambiental e à participação ativa na definição e execução
de políticas públicas, como é o caso da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior. (...) Vários ICPs vêm
implementando políticas internas de capacitação gerencial. A gestão de organizações de C,T&I não é tarefa simples.
Tem pontos semelhantes e pontos específicos em relação ao gerenciamento de empresas e mesmo em relação à gestão
pública (administração direta e indireta). As características intrínsecas das atividades de P&D, por exemplo, requerem
um compromisso por parte dos esquemas gerenciais que permita acompanhamento e controle dentro de um ambiente de
liberdade de ação de um trabalho que tem natureza essencialmente criativa. (...) Historicamente, a maior parte dos ICPs
no Brasil, mormente públicos e mesmo privados sem fins lucrativos, não foi criada com preocupações de
profissionalização da gestão.
O Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas - PAPPE é um programa realizado pela Finep em parceria com as
Fundações Estaduais de Amparo á Pesquisa – FAP’s. O objetivo do Programa é financiar atividades de P&D de
produtos e processos inovadores empreendidos por pesquisadores, que atuem diretamente ou em cooperação com
empresas de base tecnológica, como é o caso das Associadas do Titan.
Qual é a grande dificuldade que vivemos no Brasil? O conceito de que a universidade está numa "torre de marfim" e de
que a indústria não tem acesso a ela. Reciprocamente, a universidade diz que não é procurada pela indústria: fica
enclausurada na sua "torre de marfim" e não acessa essa indústria. Mas não é assim: a universidade cada vez mais está
aberta. Falta, no entanto, um espaço institucional onde se faça o encontro da demanda do mundo real com a
possibilidade da produção tecnológica e científica do mundo acadêmico.
A implementação do sistema de parques demonstra à exaustão o compromisso de São Paulo com a inovação
tecnológica, a formação de recursos humanos e, sobretudo, com a visão de modernidade — para atender o dia de hoje e
para atender às necessidades dos próximos 25 anos. A implantação, a operação, o aspecto imobiliário dos parques são
assunto do setor privado. O que o Estado vai fazer é articular, viabilizar a legislação adequada, montar as parcerias em
cada parque, respeitadas as peculiaridades. (...) Os parques serão o lugar de encontro da iniciativa privada e do setor de
pesquisa — o setor privado fazendo a sua demanda e a pesquisa oferecendo o seu resultado.
Qual é a grande dificuldade que vivemos no Brasil? O conceito de que a universidade está numa "torre de marfim" e de
que a indústria não tem acesso a ela. Reciprocamente, a universidade diz que não é procurada pela indústria: fica
enclausurada na sua "torre de marfim" e não acessa essa indústria. Mas não é assim: a universidade cada vez mais está
aberta. Falta, no entanto, um espaço institucional onde se faça o encontro da demanda do mundo real com a
possibilidade da produção tecnológica e científica do mundo acadêmico.
De acordo com ela, a maior dificuldade das empresas é compartilhar o conhecimento produzido no Brasil antes antes de
partir para o exterior. Como exemplo da necessidade de se intensificar o diálogo e a cooperação no meio empresarial, a
ex-ministra citou os consórcios de exportação, onde as brigas entre os empresários são um problema recorrente. “Por
incrível que pareça, a principal dificuldade é o empresário entender que dentro do Brasil ele está competindo com o seu
colega, mas lá fora ele pode ser um grande aliado”.
A experiência de implementação do Parque Tecnológico e Científico de Campinas é o tema da palestra que será
realizada pelo SEBRAE-Ce em parceria com o Instituto Titan nesta sexta feira. (...) O evento visa enriquecer as idéias
em torno da construção do projeto do Parque Tecnológico de TIC que será instalado no município do Eusébio.
A experiência de implementação do Parque Tecnológico e Científico de Campinas foi o tema da palestra realizada pelo
professor Rinaldo Fonseca, pesquisador do Instituto de Economia da UNICAMP, no ultimo dia 30 de setembro. O
evento realizado pelo SEBRAE-Ce em parceria com o Instituto Titan, no âmbito do projeto “Fortalecendo o Arranjo
Produtivo de TIC na Região Metropolitana de Fortaleza” visou enriquecer as idéias em torno da construção do projeto
do Parque Tecnológico que será instalado no município do Eusébio.
Comentando sobre as Instituições que devem compor um Parque, ao lado das empresas, inclusive de empresas âncoras,
Rinaldo destacou as Instituições de Ensino e Pesquisa e as Incubadoras, além daquelas que possam oferecer os seguintes
serviços: fundos próprios de capital de risco e capital “semente”; assistência para relocação corporativa; acesso a
laboratórios; consultoria para propriedade intelectual; serviços de treinamento, acesso a fundo de capacitação
“semente”; e suporte para gerenciamento. Finalizou mencionado o que é necessário pensar para estruturar um Parque
Tecnológico, colocando a construção de consensos como ponto central. Dentro desse consenso inclui-se as diversas
relações que são benéficas para todos os envolvidos, entre elas: relações universidade/ institutos de pesquisa/ empresas;
relações universidade-poder público; relações com incubadoras existentes; e relações universidade-universidade.
Durante a IV Semana de Tecnologia da UNIFOR, o Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Titan, Alexandre
Mota, ministrou no ultimo dia 05 de outubro palestra sobre “Parque Tecnológico como Ambiente de Inovação”,
apresentando o Parque Tecnológico do Eusébio como uma proposta para um novo Ceará.
110
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-020
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
CF-487
E-356
CF-489
E-357
CF-490
E-358
CF-493
E-359
CF-496
E-360
CF-500
E-361
CF-503
E-362
CF-504
E-363
CF-507
E-364
CF-508
E-365
CF-510
E-366
CF-515
E-367
RECORTE
O Instituto Titan, enquanto agência organizadora da inovação no ambiente privado no setor de Tecnologia da
Informação e Comunicação - TIC, trabalha com três entes que têm linguagem, cultura e comportamentos distintos
(empresa, universidades e governos). Como em qualquer outra área específica a TIC, também possui termos técnicos
particulares. Tem assim, uma linguagem própria, e o Titan reconhece a importância de se conhecer referido linguajar
para que se verifique maior agilidade na atividade executada e interação comunicacional.
O mais importante é a disponibilidade de recursos humanos preparados em qualidade e quantidade para atender o
mercado, sejam pessoas formadas no Brasil ou fora. "Precisa ter talentos, investir em pessoas. O Brasil pode atrair
cérebros, pode mantê-los, motivá-los? O ambiente deve ser de melhoria contínua, é preciso investir na formação de
recursos humanos e incentivá-los a fazer o melhor", ponderou. (...) Outro ponto importante é a capacidade de inovar,
fundamental para se disputar mercados. "É preciso um feedback constante dos desenvolvedores e dos clientes para
melhorar sempre o que você faz. A empresa precisa aprender com o que faz bem e com o que não faz tão bem assim",
apontou. (...) O executivo detalhou alguns passos da implementação da inovação adotados pela Microsoft. O primeiro é
a determinação de um objetivo ambicioso. Depois, a revisão dos próprios procedimentos, dos modelos de negócios, e a
realização do chamado benchmarking, a comparação com outras empresas, para poder diferenciar seu produto dos
demais. Manter um ambiente que incentive a geração de novas idéias é princípio básico e fator de sucesso no caso da
Microsoft. Segundo ele, isso inclui recompensar as pessoas que inovam. (...) "Os times precisam contar com a melhor
estrutura, as melhores ferramentas para o desenvolvimento, as mais rápidas conexões, poderosos hardwares, ferramentas
de engenharia de software produtivas", recomendou. Quando procura uma parceria para offshoring, além de qualidade,
custo e cumprimento dos prazos, a Microsoft avalia se a empresa tem capacidade para trabalhar no ritmo exigido pelo
negócio. (...) A comunicação em inglês é outro item fundamental. (...) Para diminuir o risco, a Microsoft verifica as
finanças e a reputação das empresas contratadas no exterior. Segurança física, da rede, leis de propriedade intelectual
em vigor no país, treinamento dado para os funcionários e compatibilidade tecnológica também contam. As condições
econômicas e políticas de um país, em horizonte de três ou quatro anos, são outros componentes levados em
consideração. "O Brasil precisa ser citado no exterior, como hoje são citadas a Índia e a China. E isso é marketing",
completou. Greenspoon sugeriu às empresas interessadas em parcerias nos moldes do offshoring que realizem um
projeto-piloto para mostrar o que podem fazer. "Uma experiência bem-sucedida ajuda a obter reconhecimento",
apontou.
Tendo em vista o sucesso que foi disponibilizar na internet o Mapa da Ciência, Tecnologia e Inovação de São Paulo, por
que não adaptar esse idéia para as instituições de P&D na área de TIC no Ceará? Essa iniciativa poderá ser viabilizada
através de parceria entre a Secretaria da Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará - SECITECE e as empresas
associadas ao Instituto Titan.
As empresas associadas ao Instituto Titan investem cada vez mais em práticas cooperativas, diferenciando-se
positivamente da tendência nacional, o que revela o êxito do trabalho do Instituto.
O Presidente do Conselho Deliberativo do Titan, Alexandre Mota, fará a Palestra Magna sobre o tema “Titan Park:
Proposta de Parque Tecnológico para o Ceará”, (...) No Ceará, o Parque Tecnológico do Eusébio, como dirá Alexandre
Mota aos futuros bacharéis do curso de Sistemas de Informação da FA7, abrigará o cluster de Tecnologia da Informação
e Comunicações – TIC.
O Presidente do Conselho Deliberativo do Titan, Alexandre Mota, fez a Palestra Magna sobre o tema “Titan Park:
Proposta de Parque Tecnológico para o Ceará”, (...) No Ceará, o Parque Tecnológico do Eusébio, como dirá Alexandre
Mota aos futuros bacharéis do curso de Sistemas de Informação da FA7, abrigará o cluster de Tecnologia da Informação
e Comunicações – TIC.
Já que a Tecnologia da Informação vem sendo aplicada como instrumento de eficiência da saúde,da educação, da justiça
e da economia,porque não usá-la na gestão pública? Esse é o motivo da realização do Congresso de Informática Pública
(Conip).
Os dados a seguir evidenciam a importância de um trabalho de inclusão digital, meta essa idealizada pelo Instituto Titan
para o ano que se aproxima.
O Parlamento, representado pela Câmara dos Deputados e pela Câmara dos Vereadores, e o Executivo, Estadual e
Municipal, em São Paulo atentos para a importância de pólos tecnológicos como alavancadores do desenvolvimento se
envolvem com a questão, como mostra a matéria abaixo. Exemplo que o Ceará deve seguir para o êxito do Parque
Tecnológico de TIC no município do Eusébio.
Ambas as matérias, tem conteúdo relacionado as discussões que vem ocorrendo entre as associadas do Instituto Titan
principalmente com vistas à implantação do Parque Tecnológico do Eusébio, quando afirmam que um Parque
Tecnológico é antes de tudo um instrumento de política setorial, ou mais precisamente de política industrial mas deve
ser planejado pelos governos locais como um meio de desenvolvimento econômico regional.
“Governos não precisam, necessariamente, exercer o papel de instituição proponente em todos os exercícios de
participação pública . Mas podem contribuir fortemente para a construção das condições institucionais que possibilitem
a atuação de outros atores sociais no processo.” (...) Para que essas novas tendências tecnológicas venham a beneficiar
a população, a participação do cidadão comum é fundamental, isto é, o envolvimento de empresários, de pesquisadores
nas decisões de políticas públicas, ou seja a participação do tipo consulta.
Os principais pontos discutidos pelos representantes das associadas do Instituto Titan em reunião extraordinária,
marcando a inauguração da recepção do Parque Tecnológico do Eusébio,foram as novas tedências tecnológicas. Assim,
a exemplo de Pernambuco, o Ceará deverá discutir o contexto dessa antecipação do futuro entre empresários e
pesquisadores universitários.
111
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-021
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-368
E-369
E-370
CF-520
E-371
E-372
E-373
E-374
E-375
E-376
CF-522
E-377
E-378
CF-525
E-379
CF-526
E-380
E-381
E-382
E-383
CF-528
E-384
E-385
E-386
CF-529
E-387
CF-530
E-388
CF-531
E-389
RECORTE
Apoiar o governo estadual no desenvolvimento de um pólo da indústria da informação no Ceará e atuar em parceria
com instituições de pesquisa no país e outros centros de referência em tecnologia no Nordeste, como o pólo de Recife,
para fortalecer a região com competitividade no segmento de TI, são os principais objetivos sobre os quais o Instituto
Titan quer avançar em 2006.
O novo presidente do Instituto Titan defende um movimento empresarial com investimento aplicado em pesquisa e
desenvolvimento e que “visa colocar no mercado produtos inovadores com alto agregado tecnológico, capazes de
competir no mercado local e internacional”.
Esse desenvolvimento, de acordo com Lenardo, passa pela união de três vetores, o setor produtivo, o governo (‘‘na
criação do ambiente jurídico e de infra-estrutura necessários’’) e a academia (‘‘que gera os recursos humanos adequados
e o pensamento em direção à inovação’’).
‘‘Nosso intuito em 2006 é que o Ceará seja cada vez mais um celeiro de tecnologia e que as empresas se estabeleçam e
se desenvolvam, gerando emprego, renda e, sobretudo, contribuindo para o crescimento do setor tecnológico no
Brasil’’, afirma.
(...) afirma que a principal força do setor está na cultura de união do empresariado. ‘‘Acredito que neste ano o segmento
esteja preparado para a conquista dos melhores índices de qualidade, de comercialização e de credibibilidade no
mercado nacional e internacional’’.
‘‘Devemos fortalecer nossa união, visando a ampliar os projetos. Para isso, contamos com todo o apoio do setor
produtivo, visando à geração de inovação em um contexto propício para pesquisa e desenvolvimento e,
conseqüentemente, para a exportação de tecnologia’’.
‘‘Nossa expectativa de trabalho junto ao Instituto Titan é grande, principalmente no que tange a consolidar o pólo de
tecnologia, que será um marco transformador de nosso Estado’’
No Ceará, o pólo Titan Park, no Eusébio, deve ser construído ainda este ano, com a previsão de atrair cerca de 50
empresas e instituições de pesquisa.
"O desafio para 2006 no Brasil é crescer a participação de mercado, que já é uma das maiores do mundo. A nova fábrica
na Alemanha vai dobrar a capacidade de produção e entregar processadores com tecnologia de ponta, o que também
deve aumentar a participação da AMD em servidores."
(...) O grande desafio para 2006 será ampliar a penetração no segmento de SMB (Small and Médium Business)."
"Estamos entusiasmados com o compromisso do governo com a inclusão digital (...)
Quanto à questão do Parque, Lenardo falou sobre o Projeto Estruturante que compreenderá o Pólo da Indústria de TI,
nucleado pelo Parque Tecnológico da Região Metropolitana de Fortaleza, que se instalará no Eusébio. (...) Saraiva de
Castro explicou que a geração de novas empresas e produtos está diretamente ligada com o objetivo de P&D. Em
seguida comentou sobre o Fórum Permanente de Políticas Públicas de TI, que deverá discutir entre outros temas a
questão da tributação no setor de software e a participação do setor no estatuto da micro-empresa.
O Instituto, visando a interação com os atores do processo da inovação (Universidade, Empresa, e Governo), ampliou a
sua rede de relacionamentos através da realização de duas Rodadas de Parceria Pesquisador-Empresa.
“Ceará Competitivo Inovador e Tecnológico” foi o tema do debate, ao vivo, do programa “Cena Pública”, apresentado
pelo jornalista Moacir Maia na TV Ceará no dia 21 de fevereiro.
João Aquino da Secitece, afirmou que é preciso investir na matéria prima, mentes cearenses, para formar indústrias
com alicerces fortes em base tecnológica.
De acordo com Lima Verde, o Governador Lúcio Alcântara está focando em incentivar as indústrias do conhecimento
e, desse modo, investindo em Ciência e Tecnologia com vistas a aumentar ainda mais o PIB cearense.
E, continuou, atualmente há uma tentativa de se criar uma grande central de laboratórios, estruturando-a com
equipamentos de última geração e com os melhores pesquisadores do Estado. Completou dizendo que é necessário
conceber e implantar esse tipo de ação, que gera diferencial não podendo o Estado limitar-se a conceder incentivo de
ICMS, já que esses todos podem conceder. É necessário investir em fatores de competitividade para atrair empresas.
Caso contrário com a mesma velocidade que chegam elas podem ir, diferente das que são atraídas por uma base de
conhecimento, essas ficarão e brotarão frutos, conclui Aquino.
Particularmente sobre o funcionamento da hélice tríplice, interação universidade, governo e empresa considerou um
processo difícil, porém muito desejado. Dificuldades de linguagens vão existir, mas o desejo de superar as dificuldades
é maior, e o sucesso com essa visão, será garantido, concluiu Ícaro.
Para 2006 elegemos quatro macro-programas em que estaremos depositando todas as nossas energias: 1) O start up do
Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação, Titan Park, realizado em conjunto com o Governo do Estado,
dentro do Projeto Estruturante da Indústria do Conhecimento do Ceará, da Secitece; 2) A implantação de um Instituto de
Pesquisa & Desenvolvimento, que funcionará como elo de ligação do setor com a academia visando gerar produtos
inovadores e capazes de competir no mercado global; 3) A realização, de forma sistemática, de um Fórum Permanente
de Discussão das Políticas Públicas de TI no Ceará, capaz de ajudar da solidificação do setor a longo prazo; 4) A criação
de políticas para agregar novos associados, reforçando o nosso objetivo de pensar coletivamente.
Oito representantes do Instituto Titan reuniram-se em 22/03, no gabinete do secretário do Desenvolvimento Econômico
(SDE), Régis Dias, para avançar na estratégia de participação do Governo na implantação do Pólo de Desenvolvimento
da Indústria da Informação.
Na reunião foi discutida a importância do projeto do Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação, centrado no
município do Eusébio (Titan Park), bem como detalhes sobre os procedimentos a serem tomados quanto à infraestrutura do Parque.
O Centro Industrial do Ceará (CIC), a Secretaria da Ciência, Tecnologia & Educação Superior (Secitece), juntamente
com o Instituto Titan, a FUNCAP, SEBRAE e IEL/CE, organizaram, dentro da programação do Ciclo de Debates, na
cobertura da FIEC, no ultimo dia 10, o debate com o tema: “Recursos e Oportunidades para Projetos de Inovação
Cooperados entre Empresas e Instituições Científicas e Tecnológicas”. O evento visava o aumento da participação das
empresas e pesquisadores do Ceará em projetos com recursos incentivados da Finep (Financiadora de Estudos e
Projetos).
112
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-022
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
CF-532
E-390
CF-533
E-391
CF-534
E-392
E-393
E-394
CF-535
E-395
E-396
CF-536
E-397
CF-538
E-398
E-399
CF-542
E-400
CF-547
E-401
CF-548
E-402
CF-550
E-403
CF-552
E-404
E-405
CF-558
E-406
CF-559
E-407
RECORTE
“A partir desta aliança formada, o setor de TIC terá uma alavancagem considerável no que tange à Pesquisa e ao
Desenvolvimento”, afirmou.
Lucio Alcântara também conheceu detalhes acerca de investimentos firmados em parceria com a Seinfra, SDE,
Secitece, Prefeitura do Eusébio e o Instituto Titan para o outro projeto, o Titan Park. O presidente do Titan, Lenardo de
Castro, salientou o avanço que o Estado poderá obter a partir da operacionalização deste Pólo de Desenvolvimento da
Indústria da Informação, nucleado no Eusébio. "Deveremos saltar de 1.500 para 5 mil empregos gerados, sem falar na
injeção de cerca de R$ 250 milhões em faturamento", apresentou.
Ainda crescendo diante dos desafios de investimento para atingir seu potencial, o setor de software cearense já
demonstra uma atenção quanto à questão da qualidade.
Pode ser um passo ainda que pequeno diante ao desafio de colocar o Ceará definitivamente no mapa de P&D em
Hardware e Software, mas é um passo gigantesco se considerarmos o modelo inovador da parceria, fruto de um
processo de aproximação entre empresários, setor acadêmico - científico e governo que foi construído ao longo desse
ano.
Após uma breve apresentação de cada uma das empresas representadas, o governador se inteirou acerca dos detalhes em
torno da operação do Centro de Pesquisas Titan-Insoft-Cenpra e do Parque Tecnológico do Eusébio.
A Secictece, o Instituto Titan e o Insoft formalizaram convênio de cooperação técnica com o Centro de Pesquisas
Renato Archer (Cenpra), visando à instalação de um grande Centro de Pesquisas na capital até o final deste ano. (...) O
Centro de Pesquisas Titan-Insoft-Cenpra será voltado para a Pesquisa & Desenvolvimento de novos produtos
tecnológicos em software e hardware, aumentando a competitividade internacional do setor, inserindo produtos de alto
agregado tecnológico.
Preocupado em desenvolver o trabalho de inclusão social e digital para a população jovem carente, há quase três anos
fundou o Instituto Aldy Mentor, entidade sem fins lucrativos que implanta programas de reintegração em beneficio de
mais de oito mil crianças no Estado.
Na manhã do dia 30, na Secrel, ocorreu à primeira etapa do Workshop que teve como objetivo a troca de experiências
quanto a estrutura funcional de instituições referências no Estado, como o Instituto Atlântico e o Padetec. (...) "Estes
workshps são fundamentais para a ampliação da relação entre os Institutos, a exemplo do Titan e do Atlântico. Estamos
buscando este contato maior, a partir de uma parceria efetiva com as empresas em Fortaleza. Assim, direcionamos as
coisas para um objetivo comum."
“Nos orgulhamos quando vemos concretizados projetos como o do Instituto de Pesquisa & Desenvolvimento e do
Centro Digital”, (...)
No último dia 31 de outubro foi realizado o II Seminário Titan-Insoft-CenPRA, VII Seminário BrDisplay e V Seminário
Latin American SID Chapter, no Hotel Sonata de Iracema, das 8hs às 17hs, tendo por objetivo analisar as oportunidades
para a inserção competitiva do Ceará no mercado de displays.
“O display é o componente mais importante dos equipamentos, pois é a parte de maior valor, sendo, ao mesmo tempo,
um vetor de inovação. Dominar a tecnologia de displays é imperativo para equilibrar nossa balança de pagamentos
devido à importação desta tecnologia em nosso país”, avaliou. Em sua apresentação, Victor Mammana, aproveitou para
enfatizar o importante uso de displays em oportunidades de inclusão digital, a exemplo do programa “Um Computador
por Criança” (One LapTop Per Child).
O presidente, que assume pela segunda vez consecutiva a liderança da instituição, agradeceu a presença de todos,
discorrendo acerca das dificuldades superadas ao longo do ano e dos projetos futuros envolvendo a captação de
recursos, maior investimento nas empresas associadas e um trabalho em prol do reconhecimento nacional. “Estamos
trabalhando mediante perspectivas promissoras, a partir da entrada em operação do Instituto Titan-Insoft-CenPRA,
voltado para P&D na Avenida Oliveira Paiva, além dos convênios firmados para o Centro Digital, dentro do Pólo de
Desenvolvimento da Industria da Informação, no Eusébio. Este foi um ano de muitas vitórias, mas vamos continuar a
trabalhar para dar passos ainda mais longos.”
(...) importância das universidades presentes nesse mercado, enfatizando que é preciso o alinhamento de todo o sistema
de produção e de comercialização dentro de um processo sinérgico de cooperação mútua. "Não existe inovação sem o
setor produtivo.
Vamos trabalhar essencialmente na tecnologia da informação, cobrindo de componentes e semicondutores, displays, até
software e sistemas
aplicados à sociedade. Por exemplo, governo eletrônico. Existem várias ações que serão disparadas a partir dessa
cooperação. A instalação de laboratórios e a constituição dos grupos serão feitas durante esse processo.
Vários países desenvolvidos, com os EUA e a Coréia já demonstraram claramente que investir em pequenas empresas
de base tecnológica é uma estratégia importante de avanço.
Já Hélio Barros falou com otimismo acerca do trabalho desempenhado à frente da Secitece ao longo dos últimos anos,
esperando a continuidade dos projetos na área de P&D. “É preciso continuar a investir em nossos jovens para que estes,
ao concluírem seus estudos, possam aplicar seus conhecimentos em prol do mercado profissional tecnológico cearense.”
“Nossa visão é a de agregar a academia, tradicional celeiro de conhecimento, ao universo empresarial, pois não há
inovação de outra forma. As empresas precisam estar em perfeita sintonia com o governo e com as universidades",
explica Castro.
Será realizada a palestra “A Convergência Tecnológica na Coréia do Sul” no dia 08 de janeiro de 2007 às 18:30 horas
no NATI / UNIFOR. (...) A apresentação descreverá como a convergência digital se desenvolve na Coréia do Sul, onde
o governo tem tido, através de políticas públicas consistentes, um papel indutor do desenvolvimento de diversas novas
tecnologias de TICs.
113
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-023
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-408
E-409
E-410
CF-564
E-411
E-412
E-413
E-414
E-415
CF-568
E-416
E-417
E-418
E-419
E-420
CF-569
E-421
E-422
E-423
RECORTE
O Governo do Estado pretende com o encontro, estabelecer uma relação de confiança com as empresas, incentivar
projetos de modernização, captar investimentos e inclusão digital.
De início ele destacou a importância da tecnologia como forma de permitir uma maior competitividade para o Ceará.
Quanto à decisão do governo de incentivar no que concerne às compras governamentais, desenvolvimento e aquisição
de software afirmou na sua segunda colocação: “No que puder desenvolver com gente da terra, para mim é um ganho
duplo”, (...)Segundo Fernando Carvalho, presidente da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (ETICE), o
Estado pretende investir um total de R$ 10 milhões para o desenvolvimento de softwares de gestão governamental.
“Temos consciência de que esse mercado irá trazer desenvolvimento socioeconômico para nossa Região”, explica.
Com os investimentos, o Governo pretende dar respostas às reivindicações do Setor, principalmente no que diz respeito
à qualificação da mão-de-obra, a redução de ICMS para os produtos e a criação de uma Universidade do Trabalho
Digital já em funcionamento, sugerido pelo Instituto TITAN e Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secitece).
Os empresários ressaltaram a capacidade das suas empresas, que já exportam, possuírem maturidade no mercado e com
a contribuição recíproca do governo, poderão levar o Ceará ao destaque nacional e internacional no quesito TIC.
Alexandre Mota, vice-presidente do Instituto TITAN e diretor da Lanlink, enfatiza duas vertentes. Uma sendo o uso
intensivo da TI, para melhorar a gestão do Governo. E a segunda seria a formação de mão-de-obra qualificada, junto
com o projeto de políticas púbicas. E ainda, reforçar a competição fora do estado, que trás benefícios diretos com a
geração emprego e renda.
Lenardo Castro, presidente do Instituto TITAN se pôs à disposição do Governo, reforçando ainda a questão da mão-deobra através do projeto e-jovem e a Universidade do Trabalho Digital (UDT), como uma iniciativa para incluir
digitalmente e integrar no mercado de trabalho, jovens cearenses egressos do ensino médio.
Um dos pontos de maior relevância do encontro foi a parceria que o Governo pretende fazer com as universidades. A
UFC e o Cefet já são grandes fornecedores de mão-de-obra e de pesquisas. “Se investirmos na qualificação de mão-deobra nas universidades, logo o Ceará passará a ser referência em TI no mundo todo. Somos competentes e podemos
realizar mais este sonho”, afirmou Cid Gomes.
Estabelecer um canal de desenvolvimento local em parceria com as empresas e os agentes acadêmicos, incentivando as
competências a contribuir nos projetos de modernização, captação de investimentos e inclusão digital no Estado. Este
foi o objetivo principal da reunião ocorrida nesta sexta-feira (06/07), no Palácio Iracema, entre o Governador Cid
Gomes, representantes do setor acadêmico e a diretoria do Sistema Assespro/Seitac, representante legal, no estado do
Ceará, do setor empresarial de TIC
“Minha disposição, como Governador, é de investir em tecnologia da informação, no governo, em todas as áreas que se
possa imaginar e mais algumas que me derem como sugestão. A segunda colocação é que, o que eu puder desenvolver,
aqui, com gente da terra, para mim, é um ganho duplo”. Afirmou. (...) As prioridades do governo são a criação de
páginas na Internet para as secretarias estaduais e o desenvolvimento de um Sistema de Gerenciamento de
Administração Pública, já em processo de modelagem, com previsão para ficar pronto em julho de 2008 e que envolve:
Contabilidade, Setor de Compras e Integração com os sistemas: Financeiro, Controle de Programa e Orçamento. (...)
“Nós queremos uma rede de integração para todas as secretarias. Hoje, cada secretaria tem um software diferente e nós
queremos uma integração para que as informações possam ser acessadas com facilidade e diminua a burocracia para o
serviço para o cidadão”, afirma Fernando Carvalho. Outros projetos são para criar um “data-center” para centralizar as
informações do governo e a mudança do serviço de transmissão de voz por telefone para transmissão de voz sobre IP que utiliza a Internet.
O Estado, também, pretende instituir parcerias com as universidades. A UFC e o Cefet já são grandes fornecedores de
mão-de-obra e de pesquisas. “Se investirmos na qualificação de mão-de-obra nas universidades, logo o Ceará passará a
ser referência em TI no mundo todo. Somos competentes e podemos realizar mais este sonho”, afirmou Cid Gomes.
Com os investimentos, o Governo pretende dar respostas às reivindicações do Setor, principalmente no que diz respeito
à qualificação da mão-de-obra, a redução de ICMS para os produtos e a criação de uma Universidade Digital, já em
funcionamento.
O governo do Ceará pretende investir R$ 10 milhões na compra de softwares de gestão e estimular empresas baseadas
no estado a participar do processo de licitação. A mesma estratégia será adotada na elaboração de páginas de internet
para as secretarias estaduais, decisão que anima os empresários da área de Tecnologia da Informação e Comunicações
(TIC).
Ao incentivar pequenas a prestar serviços de forma competitiva, o governo também assegura projetos de modernização,
captação de investimentos e inclusão digital, além de responder a reivindicações do setor, principalmente quanto à
qualificação da mão-de-obra e redução de ICMS.
Trinta representantes de empresas de TIC do Ceará que participaram da reunião com o governador alinham, entre as
reivindicações, apoio a programas de formação de recursos humanos, redução da carga tributária (ICMS sobre
softwares), preferência em compras governamentais e estímulo para aumento da competitividade das empresas nas
exportações.
“Se investirmos na qualificação de mão-de-obra nas universidades, o Ceará passará a ser referência em TI, pois somos
competentes”, assinala.
Conforme os empresários, o desenvolvimento do setor depende ainda de agilidade nos projetos de fronteira rápida
(Sefaz), certificação digital e eliminação de transações em papel, entre outros pontos.
114
FICHA DE INVENTARIO
FICHA: I-024
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
E-424
E-425
CF-570
E-426
E-427
CF-573
E-428
CF-577
E-429
RECORTE
Enquanto o desemprego atinge profissionais em vários segmentos da economia no país, o setor de tecnologia da
informação (TI) no Ceará tem atualmente uma oferta de 800 vagas, ainda não preenchidas, para profissionais
qualificados na área.
Na ocasião, Cid anunciou que o governo decidiu não contratar empresas de fora para desenvolver seu sistema de gestão
governamental, um investimento previsto de R$ 10 milhões.
Entretanto, para colocar o Ceará em um patamar competitivo com outras regiões do país e do exterior, o setor quer
muito mais que isso. Maurício Brito, presidente do Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e
Automação do Ceará (Seitac), reforçou a grande preocupação do setor com a formação de recursos humanos, que
segundo ele não vem tendo o apoio necessário das instituições municipais, estaduais e federais.
Entre as reivindicações, os empresários defendem, além da preferência nas compras governamentais, redução do ICMS
sobre softwares e apoio para o aumento da competitividade das empresas locais. Um tratamento tributário diferenciado
também é pleiteado pela presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e
Internet, Caroline Mello. Lenardo Castro lembrou que o software, mesmo que seja produzido no Ceará, é bi-taxado,
tendo de pagar ICMS e ISS.
RESULTADO E BENEFÍCIOS DA PARCERIA:
a) Para o Estado do Ceará:
• Consolidar-se como foco e referência nacional em tecnologia para automação comercial, pois as principais empresas
do Brasil nessa área fazem projetos no Ceará;
• Novos investimentos em tecnologia no Ceará;
• Disseminar a cultura de software fiscal, procurando reduzir a sonegação;
• Capacitação de recursos humanos nas universidades e no setor produtivo.
Será instalado nesta quarta-feira (dia 27) às 15h, na Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece), o
Grupo de Trabalho sobre Inclusão Digital, que funcionará como um fórum permanente para discussão do setor.
Coordenado por Raimir Holanda Filho, da Secitece, o fórum tem como objetivo definir política de inclusão digital do
estado do Ceará. (...) Na ocasião, coordenadores dos programas Garagem Digital e Centro Digital do Ceará (CDC) do
Instituto Centec, farão uma exposição sobre o trabalho realizado.
115
Apêndice 3
Fichas de Classificação da Análise de Conteúdo
(Ciclo de Identificação dos Desafios)
116
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
Índice
E-001
Planos
E-002
Desafios
E-003
Projetos
E-004
E-005
Problemas
Sugestões
E-006
Desafios
E-007
Planos
E-008
E-009
E-010
Problemas
Planos
Programas
E-011
Planos
E-012
Planos
E-013
Planos
E-014
Desafios
E-015
E-016
E-017
E-018
E-019
E-020
Projetos
Sugestões
Sugestões
Planos
Pautas
Projetos
E-021
Desafios
E-022
Desafios
E-023
Pautas
E-024
Pautas
E-025
Desafios
E-026
E-027
E-028
E-029
E-030
E-031
E-032
E-033
Sugestões
Políticas
Políticas
Projetos
Problemas
Sugestões
Projetos
Desafios
CF-001
CF-002
CF-004
CF-005
CF-010
CF-011
CF-013
CF-014
CF-016
CF-017
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.06- Fortalecimento das empresas do Estado.
D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.09- Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.10- Capacitação dos Empresários locais.
D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico.
D.12- Formação de parcerias entre as empresas do setor.
D.05- Redução da Carga Tributária (ICMS).
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.14- Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região.
D.09- Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor.
D.10- Capacitação dos Empresários locais.
D.09- Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor.
D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.14- Maior organização do setor.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.16- Implementação de mecanismos de fomento do mercado.
D.10- Capacitação dos Empresários locais.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.05- Redução da Carga Tributária (ICMS).
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.22- Fomentar atividades de alto valor agregado.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.21- Informatização das empresas em geral.
FICHA: C-01
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
D.01
D.02
D.03
D.02
D.04
D.05
D.06
D.01
D.07
D.08
D.09
D.02
D.10
D.11
D.12
D.05
D.13
D.14
D.09
D.10
D.09
D.11
D.02
D.07
D.14
D.15
D.16
D.10
D.17
D.13
D.04
D.05
D.18
D.11
D.04
D.04
D.19
D.20
D.07
D.04
D.04
D.17
D.13
D.20
D.18
D.21
D.18
D.21
D.18
D.21
D.04
D.22
D.04
D.04
D.04
D.04
D.21
D.21
Por
Notícia
D.01
D.02
D.03
D.04
D.05
D.06
D.01
D.07
D.08
D.09
D.02
D.10
D.11
D.12
D.05
D.13
D.14
D.10
D.09
D.11
D.02
D.07
D.14
D.15
D.16
D.10
D.17
D.13
D.04
D.05
D.18
D.11
D.04
D.19
D.20
D.07
D.17
D.13
D.18
D.21
D.04
D.22
D.04
D.21
117
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Extrato
Índice
E-034
Projetos
E-035
Desafios
E-036
Desafios
E-037
Projetos
CF-025
CF-026
CF-027
CF-028
CF-029
CF-030
CF-031
CF-034
E-038
E-039
E-040
E-041
E-042
E-043
E-044
E-045
E-046
E-047
E-048
E-049
Desafios
Pautas
Problemas
Projetos
Problemas
Projetos
Programas
Programas
Problemas
Programa
Problemas
Problemas
CF-035
E-050
Problemas
E-051
E-052
E-053
E-054
E-055
Problemas
Problemas
Desafios
Projetos
Desafios
E-056
Desafios
E-057
E-058
E-059
E-060
E-061
E-062
E-063
Desafios
Desafios
Problemas
Problemas
Políticas
Políticas
Projetos
E-064
Programas
Ficha
CF-018
CF-020
CF-021
CF-024
CF-037
CF-038
CF-039
CF-040
CF-044
CF-045
CF-047
CF-048
CF-050
CF-051
CF-052
E-065
Programas
E-066
Políticas
E-067
Políticas
E-068
Políticas
E-069
Políticas
E-070
E-071
Políticas
Problemas
E-072
Projetos
E-073
Programas
E-074
E-075
E-076
E-077
E-078
Projetos
Programas
Programas
Problemas
Programas
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.10- Capacitação dos Empresários locais.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.24- Redução dos índices de pirataria.
D.24- Redução dos índices de pirataria.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI.
D.25- Ampliação do número de empresas do setor com certificações.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.25- Ampliação do número de empresas do Setor com certificações.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.06- Fortalecimento das empresas do Estado.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.06- Fortalecimento das empresas do Estado.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.26- Atração de empresas de TI para o Estado.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.10- Capacitação dos Empresários locais.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
FICHA: C-02
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
D.04
D.04
D.17
D.13
D.04
D.04
D.07
D.13
D.04
D.23
D.23
D.10
D.04
D.21
D.21
D.21
D.21
D.21
D.24
D.24
D.05
D.21
D.21
D.13
D.04
D.13
D.01
D.25
D.13
D.04
D.21
D.25
D.19
D.02
D.04
D.07
D.06
D.15
D.03
D.07
D.06
D.15
D.03
D.19
D.26
D.17
D.27
D.13
D.10
D.02
D.07
D.07
D.04
D.07
D.23
D.04
D.04
D.21
D.23
D.05
D.23
Por
Notícia
D.04
D.17
D.13
D.07
D.13
D.04
D.23
D.10
D.04
D.21
D.21
D.21
D.21
D.21
D.24
D.24
D.05
D.21
D.13
D.04
D.01
D.25
D.13
D.04
D.21
D.25
D.19
D.02
D.04
D.07
D.06
D.15
D.03
D.07
D.06
D.15
D.03
D.19
D.26
D.17
D.27
D.13
D.10
D.02
D.07
D.04
D.07
D.23
D.04
D.21
D.05
D.23
118
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Extrato
Índice
E-079
E-080
E-081
E-082
E-083
Programas
Programas
Programas
Problemas
Programas
CF-059
E-084
Pautas
CF-060
CF-061
CF-062
CF-063
CF-064
E-085
E-086
E-087
E-088
E-089
Pautas
Programas
Projeto
Investimentos
Programas
Ficha
CF-055
CF-056
CF-057
CF-058
E-090
Pautas
E-091
E-092
Problemas
Pautas
E-093
Desafios
E-094
E-095
Desafios
Pautas
E-096
Desafios
E-097
E-098
E-099
E-100
Projetos
Pautas
Pautas
Programas
E-101
Desafios
E-102
E-103
E-104
Políticas
Programas
Projetos
E-105
Desafios
E-106
E-107
E-108
E-109
Programas
Programas
Investimentos
Projetos
E-110
Desafios
E-111
Problemas
E-112
Problemas
E-113
E-114
E-115
Pautas
Problemas
Pautas
E-116
Projetos
CF-092
CF-093
E-117
E-118
E-119
E-120
Projetos
Desafios
Pautas
Investimentos
CF-094
E-121
Problemas
CF-095
E-122
Problemas
CF-065
CF-066
CF-067
CF-069
CF-070
CF-071
CF-072
CF-075
CF-076
CF-077
CF-078
CF-079
CF-083
CF-089
CF-090
CF-091
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.28- Fixação de Mão-de-obra qualificada na região.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.24- Redução dos índices de pirataria.
D.29- Redução da mortalidade das empresas novas do setor.
D.30- Redução do mercado informal.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.05- Redução da Carga Tributária.
FICHA: C-03
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
Por
Notícia
D.23
D.23
D.23
D.23
D.23
D.23
D.13
D.05
D.15
D.23
D.04
D.19
D.23
D.28
D.19
D.19
D.19
D.17
D.13
D.04
D.19
D.03
D.17
D.13
D.04
D.15
D.15
D.07
D.15
D.17
D.13
D.07
D.07
D.04
D.20
D.04
D.19
D.23
D.23
D.19
D.04
D.17
D.13
D.04
D.24
D.29
D.30
D.07
D.05
D.04
D.04
D.03
D.13
D.04
D.04
D.04
D.04
D.05
D.04
D.05
D.23
D.23
D.23
D.23
D.23
D.13
D.05
D.15
D.23
D.04
D.19
D.23
D.28
D.19
D.19
D.17
D.13
D.04
D.19
D.03
D.17
D.13
D.15
D.15
D.07
D.15
D.17
D.13
D.07
D.04
D.20
D.19
D.23
D.23
D.19
D.04
D.17
D.13
D.24
D.29
D.30
D.07
D.05
D.04
D.03
D.13
D.04
D.04
D.04
D.05
D.04
D.05
119
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
CF-096
CF-097
CF-098
Extrato
Índice
E-123
Problemas
E-124
E-125
Desafios
Projeto
E-126
Desafio
E-127
Pautas
E-128
Projetos
E-129
Desafios
E-130
Políticas
E-131
Pauta
E-132
Desafios
E-133
E-134
Problemas
Problemas
E-135
Projetos
CF-101
E-136
Problemas
CF-105
E-137
Problemas
CF-107
E-138
E-139
E-140
E-141
E-142
Pautas
Pautas
Projetos
Pautas
Projetos
E-143
Projetos
E-144
Desafios
CF-119
CF-121
E-145
E-146
Programas
Projetos
CF-124
E-147
Projetos
CF-125
E-148
Projetos
E-149
Planos
E-150
Desafios
E-151
E-152
Desafios
Planos
E-153
Desafios
E-154
Desafios
E-155
E-156
E-157
E-158
Desafios
Desafios
Projetos
Desafios
E-159
Desafios
E-160
Desafios
CF-099
CF-100
CF-108
CF-109
CF-110
CF-116
CF-126
CF-128
CF-130
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.26- Atração de empresas de TI para o Estado
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
FICHA: C-04
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
D.05
D.04
D.04
D.04
D.17
D.13
D.15
D.11
D.13
D.15
D.04
D.13
D.07
D.04
D.13
D.15
D.05
D.05
D.05
D.04
D.05
D.05
D.13
D.20
D.20
D.04
D.15
D.04
D.04
D.07
D.13
D.15
D.04
D.23
D.04
D.04
D.07
D.04
D.07
D.04
D.19
D.17
D.13
D.20
D.26
D.17
D.13
D.15
D.19
D.13
D.04
D.04
D.04
D.19
D.19
D.20
D.13
D.04
D.19
D.20
Por
Notícia
D.05
D.04
D.04
D.17
D.13
D.15
D.11
D.13
D.15
D.04
D.07
D.05
D.05
D.04
D.05
D.05
D.13
D.20
D.20
D.04
D.15
D.04
D.04
D.07
D.13
D.15
D.23
D.04
D.04
D.07
D.04
D.07
D.04
D.19
D.17
D.13
D.20
D.26
D.15
D.04
D.19
D.20
D.13
D.04
120
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Extrato
Índice
E-161
Desafios
E-162
Desafios
CF-135
E-163
E-164
E-165
Problemas
Projetos
Pautas
CF-137
E-166
Planos
CF-138
CF-142
CF-145
CF-146
E-167
E-168
E-169
E-170
E-171
E-172
E-173
E-174
Pautas
Pautas
Pautas
Pautas
Pautas
Projetos
Projetos
Projetos
E-175
Planos
CF-153
E-176
Projetos
CF-154
E-177
Projetos
CF-155
CF-156
CF-159
CF-162
E-178
E-179
E-180
E-181
E-182
E-183
E-184
E-185
Projetos
Projetos
Pautas
Pautas
Políticas
Políticas
Políticas
Investimentos
E-186
Investimentos
E-187
Investimentos
E-188
Investimentos
E-189
Investimentos
E-190
Investimentos
CF-170
E-191
Programas
CF-171
E-192
Programas
CF-172
E-193
Programas
CF-173
E-194
Programas
CF-174
E-195
Programas
E-196
Programas
E-197
E-198
E-199
E-200
Desafios
Desafios
Pautas
Pautas
Ficha
CF-132
CF-147
CF-148
CF-149
CF-167
CF-168
CF-169
CF-175
CF-179
CF-180
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.21- Informatização das empresas em geral.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.25- Ampliação do número de empresas do Setor com certificações.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
FICHA: C-05
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
D.23
D.19
D.20
D.23
D.23
D.04
D.19
D.04
D.11
D.04
D.04
D.04
D.04
D.04
D.19
D.19
D.07
D.18
D.21
D.04
D.25
D.19
D.19
D.13
D.20
D.19
D.19
D.19
D.18
D.19
D.19
D.19
D.19
D.04
D.08
D.20
D.19
D.19
D.04
D.19
D.13
D.04
D.07
D.07
D.04
D.07
D.04
D.07
D.04
D.04
D.07
D.04
D.07
D.04
D.07
D.03
D.20
D.15
D.17
Por
Notícia
D.23
D.19
D.20
D.04
D.19
D.04
D.11
D.04
D.04
D.04
D.04
D.19
D.19
D.07
D.18
D.21
D.04
D.25
D.19
D.19
D.13
D.20
D.19
D.19
D.19
D.18
D.19
D.19
D.04
D.08
D.20
D.19
D.04
D.13
D.07
D.07
D.04
D.07
D.04
D.07
D.04
D.04
D.07
D.04
D.07
D.04
D.07
D.03
D.20
D.15
D.17
121
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
Índice
E-201
Projetos
E-202
Desafios
E-203
Desafios
E-204
Programas
E-205
Pautas
E-206
Programas
CF-187
E-207
Políticas
CF-188
E-208
Problemas
CF-189
CF-190
CF-191
CF-193
CF-194
CF-204
E-209
E-210
E-211
E-212
E-213
E-214
E-215
E-216
Políticas
Problemas
Problemas
Pautas
Desafios
Planos
Desafios
Desafios
CF-205
E-217
Desafios
CF-211
E-218
Desafios
CF-213
E-219
Desafios
CF-216
CF-217
E-220
E-221
Problemas
Investimentos
E-222
Desafios
CF-225
E-223
E-224
E-225
Desafios
Programas
Problemas
CF-230
E-226
Políticas
CF-231
E-227
Políticas
CF-232
E-228
Políticas
CF-233
E-229
Políticas
CF-183
CF-185
CF-186
CF-197
CF-234
E-230
Investimentos
CF-246
E-231
E-232
E-233
Desafios
Políticas
Investimentos
CF-248
E-234
Políticas
CF-254
E-235
Projetos
CF-255
CF-258
CF-259
CF-260
CF-267
E-236
E-237
E-238
E-239
E-240
Programas
Investimentos
Problemas
Investimentos
Programas
CF-277
E-241
Programas
CF-278
E-242
Programas
CF-244
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.10- Capacitação dos Empresários locais.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.29- Redução da mortalidade das empresas novas do setor.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.09- Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor.
D.06- Fortalecimento das empresas do Estado.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.26- Atração de empresas de TI para o Estado.
D.22- Fomentar atividades de alto valor agregado.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.26- Atração de empresas de TI para o Estado.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.10- Capacitação dos Empresários locais.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
FICHA: C-06
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
D.23
D.23
D.13
D.13
D.23
D.07
D.20
D.07
D.23
D.13
D.23
D.05
D.10
D.23
D.23
D.23
D.29
D.13
D.13
D.09
D.06
D.19
D.02
D.20
D.19
D.31
D.08
D.19
D.31
D.13
D.13
D.20
D.02
D.13
D.13
D.20
D.26
D.22
D.19
D.04
D.02
D.19
D.26
D.23
D.08
D.19
D.19
D.31
D.02
D.23
D.19
D.02
D.04
D.13
D.19
D.10
D.19
D.02
D.07
D.02
D.07
D.13
Por
Notícia
D.23
D.13
D.07
D.20
D.07
D.23
D.13
D.23
D.05
D.10
D.23
D.23
D.23
D.29
D.13
D.13
D.09
D.06
D.19
D.02
D.20
D.19
D.31
D.08
D.19
D.31
D.13
D.13
D.20
D.02
D.20
D.26
D.22
D.19
D.04
D.02
D.19
D.26
D.23
D.08
D.19
D.19
D.31
D.02
D.23
D.19
D.02
D.04
D.13
D.19
D.10
D.19
D.02
D.07
D.02
D.07
D.13
122
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Extrato
Índice
E-243
Desafios
E-244
Programas
CF-280
E-245
Programas
CF-281
E-246
E-247
Problemas
Problemas
Ficha
CF-279
E-248
Políticas
CF-297
CF-298
E-249
E-250
E-251
E-252
E-253
E-254
E-255
E-256
Programas
Programas
Projetos
Programas
Investimentos
Sugestões
Pautas
Pautas
CF-300
E-257
Programas
CF-318
CF-323
E-258
E-259
Programas
Pautas
CF-327
E-260
Investimentos
CF-329
E-261
E-262
Políticas
Pautas
CF-330
E-263
Pautas
CF-331
E-264
E-265
E-266
E-267
Pautas
Política
Desafios
Problemas
CF-335
E-268
Projetos
CF-337
E-269
Políticas
CF-338
E-270
Investimentos
E-271
Programas
E-272
Desafios
CF-344
E-273
Programas
CF-352
E-274
Programas
CF-365
E-275
Políticas
E-276
Pautas
E-277
Políticas
E-278
Problemas
E-279
Pautas
CF-288
CF-290
CF-293
CF-295
CF-296
CF-333
CF-340
CF-368
CF-371
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.32- Proteção de Marcas e Patentes.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.25- Ampliação do número de empresas do setor com certificações.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
FICHA: C-07
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
D.13
D.08
D.07
D.23
D.27
D.13
D.07
D.27
D.07
D.07
D.07
D.03
D.07
D.19
D.19
D.07
D.19
D.19
D.07
D.32
D.19
D.07
D.07
D.31
D.19
D.08
D.19
D.18
D.07
D.18
D.07
D.31
D.20
D.07
D.19
D.20
D.23
D.19
D.08
D.04
D.08
D.04
D.20
D.19
D.07
D.02
D.02
D.07
D.02
D.19
D.19
D.02
D.02
D.19
D.01
D.18
D.25
D.19
D.08
D.13
D.07
Por
Notícia
D.13
D.08
D.07
D.23
D.27
D.07
D.27
D.07
D.03
D.07
D.19
D.19
D.07
D.19
D.07
D.32
D.19
D.07
D.07
D.31
D.19
D.08
D.19
D.18
D.07
D.18
D.07
D.31
D.20
D.07
D.19
D.20
D.23
D.19
D.08
D.04
D.08
D.04
D.20
D.19
D.07
D.02
D.02
D.07
D.02
D.19
D.19
D.02
D.01
D.18
D.25
D.19
D.08
D.13
D.07
123
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Extrato
Índice
E-280
Desafios
E-281
Pautas
E-282
Desafios
E-283
Desafios
CF-377
CF-383
E-284
E-285
E-286
Investimentos
Políticas
Investimentos
CF-384
E-287
Desafios
CF-385
E-288
E-289
Investimentos
Desafios
CF-386
E-290
Desafios
E-291
Pautas
Ficha
CF-373
E-292
Desafios
E-293
Sugestões
E-294
Pautas
E-295
Políticas
E-296
Investimentos
E-297
Pautas
E-298
Projetos
CF-396
E-299
Projetos
CF-397
E-300
E-301
Problemas
Projetos
E-302
Programas
E-303
E-304
E-305
E-306
E-307
E-308
E-309
E-310
Políticas
Projetos
Projetos
Projetos
Programas
Pautas
Projetos
Pautas
CF-406
E-311
Desafios
CF-407
E-312
E-313
Programas
Pautas
CF-387
CF-388
CF-391
CF-395
CF-399
CF-401
CF-402
CF-403
CF-404
CF-405
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.25- Ampliação do número de empresas do setor com certificações.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.25- Ampliação do número de empresas do setor com certificações.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.06- Fortalecimento das empresas do Estado.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.14- Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.14- Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
FICHA: C-08
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
D.13
D.13
D.23
D.13
D.23
D.31
D.13
D.25
D.19
D.13
D.19
D.19
D.31
D.23
D.20
D.20
D.02
D.13
D.13
D.27
D.19
D.31
D.25
D.23
D.08
D.04
D.20
D.13
D.23
D.03
D.13
D.06
D.23
D.23
D.04
D.19
D.04
D.14
D.04
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D.20
D.17
D.13
D.04
D.17
D.13
D.07
D.07
D.14
D.07
D.15
D.04
D.04
D.04
D.07
D.15
D.04
D.07
D.19
D.04
D.07
D.04
Por
Notícia
D.13
D.23
D.31
D.25
D.19
D.13
D.19
D.31
D.23
D.20
D.20
D.02
D.13
D.27
D.19
D.31
D.25
D.23
D.08
D.04
D.20
D.03
D.13
D.06
D.23
D.04
D.19
D.04
D.14
D.19
D.20
D.17
D.13
D.04
D.17
D.13
D.07
D.14
D.07
D.15
D.04
D.04
D.04
D.07
D.15
D.04
D.07
D.19
D.04
D.04
124
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Extrato
Índice
CF-408
E-314
Projetos
CF-409
E-315
Projetos
CF-410
E-316
Projetos
CF-414
CF-419
CF-420
CF-421
CF-422
CF-425
CF-427
E-317
E-318
E-319
E-320
E-321
E-322
E-323
Desafios
Pautas
Programas
Projetos
Pautas
Pautas
Pautas
CF-431
E-324
Pautas
CF-432
CF-434
E-325
E-326
E-327
E-328
Pautas
Pautas
Desafios
Desafios
CF-438
E-329
Pautas
CF-443
E-330
Pautas
CF-446
E-331
Planos
Ficha
CF-433
E-332
Pautas
E-333
Desafios
CF-453
E-334
E-335
Pautas
Sugestões
CF-456
E-336
Desafios
CF-457
E-337
Pautas
CF-460
E-338
Projetos
E-339
Pautas
E-340
Desafios
CF-464
E-341
Desafios
CF-468
E-342
Políticas
CF-475
E-343
E-344
E-345
Pautas
Desafios
Políticas
CF-448
CF-461
E-346
Desafios
CF-481
E-347
E-348
E-349
E-350
Investimentos
Problemas
Desafios
Problemas
CF-482
E-351
Problemas
CF-484
E-352
E-353
Pautas
Pautas
CF-485
E-354
Desafios
E-355
Pautas
E-356
Políticas
CF-476
CF-478
CF-487
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.33- Melhoria do nível de Gestão dos ICT’s.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
FICHA: C-09
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
Por
Notícia
D.04
D.17
D.13
D.04
D.04
D.13
D.01
D.20
D.07
D.04
D.27
D.20
D.20
D.20
D.27
D.20
D.20
D.20
D.20
D.20
D.19
D.04
D.07
D.19
D.04
D.04
D.20
D.04
D.20
D.20
D.23
D.04
D.19
D.04
D.19
D.27
D.15
D.04
D.18
D.23
D.19
D.13
D.07
D.15
D.19
D.19
D.19
D.33
D.19
D.20
D.04
D.20
D.15
D.13
D.04
D.04
D.04
D.20
D.04
D.19
D.20
D.04
D.17
D.13
D.04
D.04
D.13
D.01
D.20
D.07
D.04
D.27
D.20
D.20
D.20
D.27
D.20
D.20
D.20
D.20
D.19
D.04
D.07
D.19
D.04
D.20
D.04
D.20
D.20
D.23
D.04
D.19
D.04
D.19
D.27
D.15
D.04
D.18
D.23
D.19
D.13
D.07
D.15
D.19
D.33
D.19
D.20
D.04
D.20
D.15
D.13
D.04
D.04
D.20
D.19
D.20
125
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
Extrato
Índice
CF-489
E-357
Desafios
CF-490
CF-493
CF-496
CF-500
CF-503
CF-504
CF-507
CF-508
CF-510
CF-515
E-358
E-359
E-360
E-361
E-362
E-363
E-364
E-365
E-366
E-367
Desafios
Desafios
Pautas
Pautas
Pautas
Políticas
Projetos
Projetos
Sugestões
Pautas
E-368
Planos
E-369
Desafios
E-370
Desafios
E-371
Desafios
E-372
Desafios
E-373
Desafios
E-374
E-375
E-376
Desafios
Projetos
Desafios
E-377
Desafios
E-378
Política
CF-525
E-379
Planos
CF-526
E-380
Políticas
E-381
E-382
E-383
Pautas
Desafios
Políticas
E-384
Desafios
E-385
Desafios
E-386
Planos
E-387
E-388
E-389
E-390
E-391
E-392
E-393
E-394
E-395
E-396
Pautas
Pautas
Pautas
Projetos
Projetos
Desafios
Desafios
Pautas
Projetos
Programas
CF-520
CF-522
CF-528
CF-529
CF-530
CF-531
CF-532
CF-533
CF-534
CF-535
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.26- Atração de empresas de TI para o Estado.
D.28- Fixação de Mão-de-obra qualificada na região.
D.08- Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.26- Atração de empresas de TI para o Estado.
D.28- Fixação de Mão-de-obra qualificada na região.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.26- Atração de empresas de TI para o Estado.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.09- Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.34- Melhoria do Padrão de Qualidade dos Produtos e Serviços.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
FICHA: C-10
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
Por
Notícia
D.23
D.13
D.26
D.28
D.08
D.01
D.15
D.04
D.04
D.18
D.07
D.04
D.04
D.20
D.04
D.04
D.20
D.31
D.19
D.17
D.13
D.20
D.26
D.28
D.31
D.15
D.17
D.13
D.15
D.19
D.17
D.13
D.04
D.04
D.13
D.17
D.13
D.07
D.04
D.19
D.19
D.20
D.31
D.23
D.19
D.19
D.05
D.26
D.20
D.04
D.19
D.20
D.09
D.04
D.04
D.19
D.19
D.04
D.34
D.20
D.04
D.19
D.07
D.23
D.13
D.26
D.28
D.08
D.01
D.15
D.04
D.04
D.18
D.07
D.04
D.04
D.20
D.04
D.04
D.20
D.31
D.19
D.17
D.13
D.26
D.28
D.15
D.13
D.17
D.07
D.04
D.19
D.19
D.20
D.31
D.23
D.19
D.05
D.26
D.20
D.04
D.19
D.20
D.09
D.04
D.19
D.19
D.04
D.34
D.20
D.04
D.19
D.07
126
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CLASSIFICAÇÃO
CÓD. IDENTIFICAÇÃO
Corpus
Ficha
CF-536
Extrato
Índice
E-397
Pautas
E-398
Programas
E-399
Pautas
E-400
Desafios
CF-547
E-401
Planos
CF-548
E-402
Desafios
CF-550
E-403
Planos
CF-538
CF-542
CF-552
E-404
Investimentos
E-405
Políticas
E-406
E-407
Desafios
Pautas
E-408
Pautas
E-409
Políticas
E-410
Investimentos
E-411
Desafios
E-412
Sugestões
E-413
Sugestões
E-414
Investimentos
E-415
Pautas
E-416
Políticas
E-417
Políticas
E-418
Desafios
E-419
Investimentos
E-420
Desafios
E-421
Desafios
E-422
E-423
E-424
Políticas
Problemas
Problemas
E-425
Políticas
E-426
Problemas
E-427
Problemas
CF-573
E-428
Programas
CF-577
E-429
Programas
CF-558
CF-559
CF-564
CF-568
CF-569
CF-570
IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS
D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.04- Consolidação de Parque Tecnológico.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.14- Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.06- Fortalecimento das empresas do Estado.
D.14- Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.35- Desburocratização.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.18- Informatização dos serviços públicos.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.05- Redução da Carga Tributária.
D.06- Fortalecimento das empresas do Estado.
D.19- Investimentos em P&D e Inovação.
D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital.
FICHA: C-11
CÓDIGOS
DESAFIOS
Por
Índice
Por
Notícia
D.15
D.19
D.04
D.17
D.13
D.17
D.13
D.07
D.19
D.04
D.20
D.17
D.13
D.18
D.20
D.19
D.19
D.23
D.20
D.20
D.11
D.19
D.07
D.31
D.18
D.23
D.05
D.17
D.13
D.18
D.23
D.23
D.07
D.20
D.23
D.20
D.14
D.07
D.18
D.31
D.20
D.23
D.23
D.05
D.18
D.06
D.14
D.07
D.23
D.05
D.23
D.05
D.13
D.23
D.35
D.23
D.18
D.31
D.31
D.23
D.05
D.06
D.19
D.23
D.07
D.15
D.19
D.04
D.17
D.13
D.07
D.19
D.04
D.20
D.17
D.13
D.18
D.20
D.19
D.19
D.23
D.20
D.20
D.11
D.19
D.07
D.31
D.18
D.23
D.05
D.17
D.13
D.20
D.23
D.20
D.14
D.07
D.18
D.31
D.23
D.05
D.18
D.06
D.14
D.07
D.23
D.05
D.13
D.35
D.23
D.18
D.31
D.05
D.06
D.19
D.23
D.07
127
Apêndice 4
Fichas de Classificação da Análise de Conteúdo
(Ciclo de Agrupamento dos Desafios)
128
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
CÓDIGO
1º. CICLO DE CLASSIFICAÇÃO
(IDENTIFICAÇÃO)
2º. CICLO DE CLASSIFICAÇÃO
(AGRUPAMENTO)
D.01
D.02
D.03
D.04
D.05
D.06
D.07
D.08
D.09
D.10
D.11
D.12
D.13
D.14
D.15
D.16
D.17
D.18
D.19
D.20
D.21
D.22
D.23
D.24
D.25
D.26
D.27
D.28
D.29
D.30
D.31
D.32
D.33
D.34
D.35
Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI.
Interiorização das ações do Setor de TI no Estado.
Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI.
Consolidação de Parque Tecnológico.
Redução da Carga Tributária.
Fortalecimento das empresas do Estado.
Enfrentamento à Exclusão Digital.
Melhoria da Infra-Estrutura de TI.
Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor.
Capacitação dos Empresários locais.
Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico.
Formação de parcerias entre as empresas do setor.
Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional.
Maior organização do setor.
Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor.
Implementação de mecanismos de fomento do mercado.
Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional.
Informatização dos serviços públicos.
Investimentos em P&D e Inovação.
Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor.
Informatização das empresas em geral.
Fomentar atividades de alto valor agregado.
Profissionais especializados para atender a demanda do setor.
Redução dos índices de pirataria.
Ampliação do número de empresas do setor com certificações.
Atração de empresas de TI para o Estado.
Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI.
Fixação de Mão-de-obra qualificada na região.
Redução da mortalidade das empresas novas do setor.
Redução do mercado informal.
Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil.
Proteção de Marcas e Patentes.
Melhoria do nível de Gestão dos ICT’s.
Melhoria do Padrão de Qualidade dos Produtos e Serviços.
Desburocratização.
DESAFIOS
GRANDES DESAFIOS
Competitividade-Inovação-Aliança
Mercado
Aliança
Inovação-Aliança
Competitividade
Competitividade
Competitividade-Mercado
Competitividade
Aliança
Competitividade
Mercado-Aliança
Aliança
Competitividade-Mercado
Competitividade
Aliança
Competitividade-Mercado
Competitividade-Mercado
Mercado
Inovação-Aliança
Inovação
Mercado
Competitividade
Competitividade
Mercado
Competitividade
Competitividade
Competitividade-Inovação
Competitividade
Competitividade-Inovação
Mercado
Competitividade
Competitividade-Inovação
Inovação
Competitividade
Competitividade
2º. CICLO DE CLASSIFICAÇÃO (AGRUPAMENTO)
GD-A: Fortalecimento da Competitividade do APL.
GD-B: Ampliação do Mercado atingido pela atuação das empresas do APL.
GD-C: Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação no APL.
GD-D: Formação de Alianças Estratégicas importantes para o desenvolvimento do APL.
COMPETITIVIDADE
GD-A
D.23
D.01
D.25
D.05
D.26
D.06
D.27
D.07
D.28
D.08
D.29
D.10
D.31
D.13
D.32
D.14
D.34
D.16
D.35
D.17
D.22
MERCADO
GD-B
D.02
D.07
D.11
D.13
D.16
D.17
D.18
D.21
D.24
D.30
INOVAÇÃO
GD-C
D.01
D.04
D.19
D.20
D.27
D.29
D.32
D.33
ALIANÇAS
GD-D
D.01
D.03
D.04
D.09
D.11
D.12
D.15
D.20
129
Apêndice 5
Fichas-Gabarito de Codificação da Análise de Conteúdo
130
Fonte do
Conteúdo
Ficha
Corpus
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
Planos
D.01
D.02
D.03
E-002
Desafios
D.02
D.04
D.05
D.06
E-003
Projetos
D.01
D.07
D.08
E-004
E-005
Problemas
Sugestões
E-006
Desafios
E-007
Planos
E-008
E-009
E-010
Problemas
Planos
Programas
E-011
Planos
E-012
Planos
E-013
Planos
E-014
Desafios
E-015
Projetos
D.04
E-016
E-017
Sugestões
Sugestões
D.05
D.18
E-018
Planos
D.11
E-019
Pautas
D.04
E-020
Projetos
D.04
E-001
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
CF-001
CF-002
CF-004
CF-005
CF-010
CF-011
CF-013
CF-014
D.09
D.02
D.10
D.11
D.12
D.05
D.13
D.14
D.09
D.10
D.09
D.11
D.02
D.07
D.14
D.15
D.16
D.10
D.17
D.13
D.19
D.20
D.07
D.04
D.04
D.17
D.13
D.20
D.18
D.21
D.18
D.21
D.18
D.21
E-021
Desafios
E-022
Desafios
E-023
Pautas
E-024
Pautas
E-025
Desafios
E-026
Sugestões
D.04
E-027
Políticas
D.22
E-028
Políticas
D.04
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
GD-D
GD-B
GD-A
GD-B
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-D
GD-A
GD-D
GD-B
GD-B
GD-A
GD-B
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-B
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
FICHA: COD-01
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.01
D.02
D.03
D.04
D.05
D.06
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
D.01
D.07
D.08
D.09
D.02
D.10
D.11
D.12
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
D.05
D.13
D.14
D.10
D.09
D.11
D.02
GD-A
GD-B
GD-D
D.07
D.14
D.15
D.16
D.10
D.17
D.13
D.04
D.05
D.18
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
D.11
GD-B
GD-D
D.04
D.19
D.20
D.07
D.17
D.13
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.18
D.21
GD-B
D.04
D.22
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-B
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
131
Fonte do
Conteúdo
Assespro
Assespro
Assespro
Ficha
Corpus
CF-016
CF-017
CF-018
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
E-029
Projetos
D.04
E-030
Problemas
D.04
E-031
Sugestões
D.04
E-032
E-033
Projetos
Desafios
D.21
D.21
E-034
Projetos
D.04
E-035
Desafios
D.04
D.17
D.13
E-036
Desafios
D.04
E-037
Projetos
D.04
D.07
Desafios
D.13
Assespro
CF-020
E-038
Assespro
CF-021
E-039
Pautas
D.04
Problemas
Projetos
Problemas
D.23
D.23
D.10
Assespro
CF-024
Assespro
CF-025
E-040
E-041
E-042
Assespro
CF-026
E-043
Projetos
D.04
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
CF-027
CF-028
CF-029
CF-030
CF-031
CF-034
E-044
E-045
E-046
E-047
E-048
E-049
Programas
Programas
Problemas
Programa
Problemas
Problemas
Assespro
CF-035
E-050
Problemas
CF-037
E-051
E-052
Problemas
Problemas
D.21
D.21
D.21
D.21
D.21
D.24
D.24
D.05
D.21
D.21
E-053
Desafios
D.13
E-054
Projetos
D.04
E-055
Desafios
D.13
E-056
Desafios
D.01
D.25
E-057
Desafios
D.13
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
CF-038
CF-039
CF-040
CF-044
E-058
Desafios
D.04
E-059
E-060
E-061
E-062
Problemas
Problemas
Políticas
Políticas
D.21
D.25
D.19
D.02
E-063
Projetos
D.04
E-064
Programas
D.07
D.06
D.15
D.03
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-B
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-A
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
GD-B
GD-B
GD-B
GD-B
GD-B
GD-B
GD-A
GD-B
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-B
GD-A
GD-C
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-D
FICHA: COD-02
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.04
GD-C
GD-D
D.21
GD-B
D.04
D.17
D.13
D.07
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.13
D.04
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
D.23
GD-A
D.10
D.21
D.21
D.21
D.21
D.21
D.24
D.24
D.05
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
GD-B
GD-B
GD-B
GD-B
GD-B
GD-B
GD-A
D.21
GD-B
D.13
D.04
D.01
D.25
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
D.04
D.13
D.04
D.21
D.25
D.19
D.02
D.04
D.07
D.06
D.15
D.03
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-B
GD-A
GD-C
GD-B
GD-D
GD-A
132
Fonte do
Conteúdo
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Ficha
Corpus
CF-045
CF-047
CF-048
CF-050
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
D.07
D.06
D.15
D.03
D.19
D.26
D.17
E-065
Programas
E-066
Políticas
E-067
Políticas
E-068
Políticas
E-069
Políticas
E-070
Políticas
D.13
D.10
D.02
E-071
Problemas
D.07
D.27
E-072
Projetos
D.07
D.04
E-073
Programas
D.07
D.23
D.04
E-074
Projetos
D.04
E-075
E-076
E-077
E-078
E-079
E-080
E-081
E-082
E-083
Programas
Programas
Problemas
Programas
Programas
Programas
Programas
Problemas
Programas
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
CF-051
CF-052
CF-055
CF-056
CF-057
Assespro
CF-058
Assespro
CF-059
E-084
Pautas
Assespro
Assespro
CF-060
CF-061
E-085
E-086
Pautas
Programas
D.21
D.23
D.05
D.23
D.23
D.23
D.23
D.23
D.23
D.23
D.13
D.05
D.15
D.23
Assespro
CF-062
E-087
Projeto
D.04
Assespro
Assespro
CF-063
CF-064
E-088
E-089
Investimentos
Programas
Assespro
CF-065
E-090
Pautas
E-091
E-092
Problemas
Pautas
E-093
Desafios
D.19
D.23
D.28
D.19
D.19
D.19
D.17
D.13
E-094
Desafios
D.04
E-095
Pautas
E-096
Desafios
D.19
D.03
D.17
D.13
Assespro
CF-066
Assespro
CF-067
E-097
Projetos
D.04
Assespro
Assespro
CF-069
CF-070
E-098
E-099
Pautas
Pautas
D.15
D.15
Assespro
CF-071
E-100
Programas
D.07
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-A
GD-B
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-B
GD-A
GD-A
GD-A
GD-A
GD-A
GD-A
GD-A
GD-A
GD-A
GD-B
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-A
GD-A
GD-C
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-D
GD-D
GD-A
GD-B
FICHA: COD-03
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.07
D.06
D.15
D.03
GD-A
GD-B
GD-D
D.19
D.26
D.17
D.27
D.13
D.10
D.02
GD-C
GD-A
GD-B
D.07
D.04
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
D.07
D.23
D.04
D.21
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
D.05
D.23
D.23
D.23
D.23
GD-A
GD-A
GD-A
GD-A
GD-A
D.23
GD-A
D.23
D.13
D.05
D.15
D.23
GD-A
GD-B
D.19
D.23
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-A
D.28
D.19
GD-A
GD-C
D.19
D.17
D.13
GD-C
GD-A
GD-B
D.04
D.19
D.03
D.17
D.13
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.04
D.15
D.15
D.07
GD-D
GD-D
GD-A
GD-B
133
Fonte do
Conteúdo
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
Ficha
Corpus
CF-072
CF-075
CF-076
CF-077
CF-078
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
E-101
Desafios
D.15
D.17
D.13
E-102
Políticas
D.07
E-103
Programas
D.07
E-104
Projetos
D.04
E-105
Desafios
E-106
E-107
E-108
Programas
Programas
Investimentos
D.20
D.04
D.19
D.23
D.23
D.19
E-109
Projetos
D.04
E-110
Desafios
D.17
D.13
D.04
E-111
Problemas
D.24
E-112
Problemas
D.29
D.30
Assespro
CF-079
Assespro
CF-083
E-113
Pautas
D.07
Assespro
CF-089
E-114
Problemas
D.05
E-115
Pautas
D.04
E-116
Projetos
D.04
D.03
D.13
E-117
Projetos
D.04
E-118
Desafios
D.04
Assespro
Assespro
CF-090
CF-091
Assespro
CF-092
E-119
Pautas
D.04
Assespro
CF-093
E-120
Investimentos
D.04
Assespro
CF-094
E-121
Problemas
D.05
D.04
Assespro
CF-095
E-122
Problemas
D.05
CF-096
E-123
Problemas
Assespro
D.05
D.04
E-124
Desafios
D.04
E-125
Projeto
D.04
E-126
Desafio
D.17
D.13
D.15
Assespro
CF-097
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
FICHA: COD-04
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.15
D.17
D.13
D.07
D.04
D.20
D.19
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
D.23
D.23
D.19
GD-A
GD-A
GD-C
D.04
D.17
D.13
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.24
D.29
D.30
GD-B
GD-A
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
GD-A
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-B
GD-A
GD-C
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-A
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-D
D.07
D.05
GD-A
GD-B
GD-A
D.04
D.03
D.13
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.04
GD-C
GD-D
D.04
D.04
D.05
D.04
D.05
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-A
D.05
D.04
GD-A
GD-C
GD-D
D.04
D.17
D.13
D.15
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
134
Fonte do
Conteúdo
Assespro
Ficha
Corpus
CF-098
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
E-127
Pautas
D.11
E-128
Projetos
D.13
D.15
E-129
Desafios
D.04
E-130
Políticas
D.13
D.07
E-131
Pauta
D.04
E-132
Desafios
D.13
D.15
E-133
E-134
Problemas
Problemas
D.05
D.05
E-135
Projetos
D.05
D.04
Assespro
CF-099
Assespro
CF-100
Assespro
CF-101
E-136
Problemas
Assespro
CF-105
E-137
Problemas
Assespro
CF-107
E-138
Pautas
D.20
CF-108
E-139
Pautas
D.20
Assespro
E-140
Projetos
D.04
Assespro
CF-109
E-141
Pautas
D.15
Assespro
CF-110
E-142
Projetos
D.04
E-143
Projetos
D.04
D.07
E-144
Desafios
D.13
D.15
D.04
Assespro
D.05
D.05
D.13
CF-116
Assespro
CF-119
E-145
Programas
D.23
Assespro
CF-121
E-146
Projetos
D.04
Assespro
CF-124
E-147
Projetos
D.04
D.07
Assespro
CF-125
E-148
Projetos
D.04
D.07
E-149
Planos
D.04
E-150
Desafios
D.19
D.17
D.13
E-151
Desafios
D.20
E-152
Planos
E-153
Desafios
D.26
D.17
D.13
E-154
Desafios
E-155
Desafios
D.04
E-156
Desafios
D.04
Assespro
CF-126
D.15
D.19
D.13
GD-B
GD-D
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-D
GD-A
GD-A
GD-A
GD-C
GD-D
GD-A
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C GD-D
FICHA: COD-05
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.11
D.13
D.15
D.04
D.07
GD-B
GD-D
GD-A
GD-C
D.05
GD-A
D.05
D.04
GD-A
GD-C
GD-D
D.05
D.05
D.13
D.20
GD-A
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
D.20
D.04
GD-C
GD-D
D.15
GD-D
GD-C
GD-D
D.04
D.04
D.07
D.13
D.15
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.23
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.04
D.04
D.07
D.04
D.07
D.04
D.19
D.17
D.13
D.20
D.26
D.15
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
135
Fonte do
Conteúdo
Assespro
Assespro
Assespro
Ficha
Corpus
CF-128
CF-130
CF-132
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
E-157
Projetos
D.04
E-158
Desafios
D.19
E-159
Desafios
D.19
D.20
D.13
E-160
Desafios
E-161
Desafios
E-162
Desafios
E-163
E-164
Problemas
Projetos
D.04
D.19
D.20
D.23
D.19
D.20
D.23
D.23
Assespro
CF-135
E-165
Pautas
D.04
Assespro
CF-137
E-166
Planos
D.19
D.04
Assespro
CF-138
E-167
Pautas
D.11
Assespro
CF-142
E-168
Pautas
D.04
Assespro
CF-145
E-169
Pautas
D.04
Assespro
CF-146
E-170
Pautas
D.04
CF-147
E-171
Pautas
D.04
Assespro
E-172
Projetos
D.04
E-173
E-174
Projetos
Projetos
D.19
D.19
D.07
D.18
D.21
D.04
D.25
D.19
Assespro
CF-148
Assespro
CF-149
Assespro
CF-153
E-175
Planos
E-176
Projetos
D.19
D.13
D.20
Assespro
CF-154
E-177
Projetos
Assespro
Assespro
Assespro
Assespro
CF-155
CF-156
CF-159
CF-162
Assespro
CF-167
E-178
E-179
E-180
E-181
E-182
E-183
E-184
E-185
Projetos
Projetos
Pautas
Pautas
Políticas
Políticas
Políticas
Investimentos
E-186
Investimentos
E-187
Investimentos
E-188
Investimentos
E-189
Investimentos
D.19
D.13
E-190
Investimentos
D.04
D.07
Assespro
Assespro
CF-168
CF-169
D.19
D.19
D.19
D.18
D.19
D.19
D.19
D.19
D.04
D.08
D.20
D.19
D.19
D.04
GD-C
GD-D
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-A
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-B
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-C
GD-C
GD-B
GD-C
GD-C
GD-C
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-C
GD-D
GD-C
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
FICHA: COD-06
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.04
GD-C
GD-D
D.19
D.20
D.13
D.04
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.23
D.19
D.20
GD-A
GD-C
GD-D
D.04
D.19
D.04
D.11
D.04
D.04
D.04
D.04
D.19
D.19
D.07
D.18
D.21
D.04
D.25
D.19
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-B
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
GD-D
D.19
D.19
D.19
D.18
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-C
GD-C
GD-B
D.19
GD-C
D.19
D.04
D.08
D.20
GD-C
GD-D
GD-A
D.19
D.04
D.13
D.07
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.19
D.13
D.20
136
Fonte do
Conteúdo
Ficha
Corpus
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
Assespro
CF-170
E-191
Programas
D.07
D.04
Assespro
CF-171
E-192
Programas
D.07
D.04
Assespro
CF-172
E-193
Programas
D.07
D.04
Assespro
CF-173
E-194
Programas
D.04
D.07
Assespro
CF-174
E-195
Programas
D.04
D.07
E-196
Programas
D.04
D.07
E-197
Desafios
D.03
E-198
Desafios
D.20
Assespro
CF-175
Assespro
CF-179
E-199
Pautas
D.15
Assespro
CF-180
E-200
Pautas
D.17
E-201
Projetos
E-202
Desafios
E-203
Desafios
D.23
D.23
D.13
D.13
D.23
E-204
Programas
D.07
E-205
Pautas
D.20
D.07
E-206
Programas
Assespro
Assespro
Assespro
CF-183
CF-185
CF-186
Assespro
CF-187
E-207
Políticas
Assespro
CF-188
E-208
Problemas
Assespro
Insoft
CF-189
CF-190
E-209
E-210
Políticas
Problemas
D.23
D.13
D.23
D.05
D.10
D.23
D.23
D.23
Insoft
CF-191
E-211
Problemas
D.29
Insoft
CF-193
E-212
Pautas
D.13
Insoft
CF-194
E-213
Desafios
D.13
Planos
Desafios
Desafios
D.09
D.06
D.19
D.02
D.20
Insoft
CF-197
Secitece
CF-204
E-214
E-215
E-216
Secitece
CF-205
E-217
Desafios
Secitece
CF-211
E-218
Desafios
Secitece
CF-213
E-219
Desafios
Secitece
CF-216
E-220
Problemas
D.19
D.31
D.08
D.19
D.31
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-D
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-A
GD-B
GD-A
GD-A
GD-A
GD-A
GD-C
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-D
GD-A
GD-C
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-A
GD-C
GD-A
FICHA: COD-07
Desafios
Vinculados
D.07
D.04
D.07
D.04
D.07
D.04
D.04
D.07
D.04
D.07
Grandes
Desafios
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.04
D.07
D.03
D.20
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.15
GD-D
GD-A
GD-B
D.17
D.23
D.13
GD-A
GD-B
D.07
GD-A
GD-B
D.20
D.07
D.23
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.13
D.23
D.05
D.10
D.23
D.23
D.23
D.29
D.13
D.13
D.09
D.06
D.19
D.02
D.20
D.19
D.31
D.08
D.19
D.31
GD-A
GD-B
GD-A
GD-A
GD-A
GD-A
GD-C
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-D
GD-A
GD-C
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-A
GD-C
GD-A
137
Fonte do
Conteúdo
Secitece
Secitece
Ficha
Corpus
CF-217
CF-225
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
E-221
Investimentos
D.13
E-222
Desafios
D.13
D.20
E-223
Desafios
D.02
E-224
Programas
D.13
E-225
Problemas
D.13
D.20
D.26
D.22
D.19
D.04
D.02
D.19
D.26
D.23
D.08
D.19
D.19
D.31
D.02
D.23
D.19
Secitece
CF-230
E-226
Políticas
Secitece
CF-231
E-227
Políticas
Secitece
CF-232
E-228
Políticas
Secitece
CF-233
E-229
Políticas
Secitece
CF-234
E-230
Investimentos
Secitece
CF-244
Secitece
CF-246
E-231
E-232
E-233
Desafios
Políticas
Investimentos
Secitece
CF-248
E-234
Políticas
Secitece
CF-254
E-235
Projetos
Secitece
CF-255
E-236
Programas
D.13
Secitece
Secitece
Secitece
Secitece
CF-258
CF-259
CF-260
CF-267
E-237
E-238
E-239
E-240
Investimentos
Problemas
Investimentos
Programas
Secitece
CF-277
E-241
Programas
Secitece
CF-278
E-242
Programas
E-243
Desafios
D.19
D.10
D.19
D.02
D.07
D.02
D.07
D.13
D.13
D.08
D.07
D.23
D.27
D.13
Secitece
Secitece
Secitece
CF-279
CF-280
CF-281
D.02
D.04
E-244
Programas
E-245
Programas
D.07
D.27
E-246
Problemas
D.07
E-247
Problemas
D.07
E-248
Políticas
D.07
D.03
Secitece
CF-288
E-249
Programas
D.07
Secitece
Secitece
CF-290
CF-293
E-250
E-251
Programas
Projetos
D.19
D.19
Secitece
CF-295
E-252
Programas
D.07
Secitece
CF-296
E-253
E-254
Investimentos
Sugestões
D.19
D.19
Secitece
CF-297
E-255
Pautas
D.07
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
GD-C
GD-A
GD-A
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-A
GD-C
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-A
GD-B
GD-C
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
FICHA: COD-08
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.13
GD-A
GD-B
D.13
D.20
D.02
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
D.20
D.26
D.22
D.19
D.04
D.02
D.19
D.26
D.23
D.08
D.19
D.19
D.31
D.02
D.23
D.19
D.02
D.04
D.13
D.19
D.10
D.19
D.02
D.07
D.02
D.07
D.13
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
GD-C
GD-A
GD-A
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-A
GD-C
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
D.13
D.08
D.07
D.23
D.27
GD-A
GD-B
GD-C
D.07
D.27
GD-A
GD-B
GD-C
D.07
D.03
GD-A
GD-B
GD-D
D.07
D.19
D.19
D.07
GD-A
GD-B
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
D.19
GD-C
D.07
GD-A
GD-B
138
Fonte do
Conteúdo
Ficha
Corpus
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
Secitece
CF-298
E-256
Pautas
D.32
Secitece
CF-300
E-257
Programas
D.19
D.07
Secitece
CF-318
E-258
Programas
D.07
Secitece
CF-323
E-259
Pautas
Secitece
CF-327
E-260
Investimentos
Secitece
CF-329
E-261
E-262
Políticas
Pautas
Secitece
CF-330
E-263
Pautas
D.31
D.19
D.08
D.19
D.18
D.07
D.18
Secitece
CF-331
E-264
Pautas
D.07
E-265
Política
D.31
E-266
Desafios
D.20
E-267
Problemas
Secitece
CF-333
D.07
D.19
D.20
D.23
D.19
D.08
Secitece
CF-335
E-268
Projetos
Secitece
CF-337
E-269
Políticas
Secitece
CF-338
E-270
Investimentos
D.04
D.08
CF-340
E-271
Programas
D.04
Secitece
E-272
Desafios
D.20
D.19
D.07
D.02
D.02
D.07
D.02
D.19
D.19
D.02
D.02
D.19
Secitece
CF-344
E-273
Programas
Secitece
CF-352
E-274
Programas
Secitece
CF-365
E-275
Políticas
CF-368
E-276
Pautas
Secitece
E-277
Políticas
E-278
Problemas
D.01
E-279
Pautas
D.18
D.25
D.19
D.08
D.13
D.07
E-280
Desafios
D.13
E-281
Pautas
Secitece
CF-371
Secitece
CF-377
E-284
Investimentos
D.13
D.23
D.13
D.23
D.31
D.13
D.25
D.19
Secitece
CF-383
E-285
Políticas
D.13
Secitece
CF-373
E-282
Desafios
E-283
Desafios
GD-A
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-A
GD-C
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-C
GD-B
GD-B
GD-C
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
GD-A
GD-C
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-A
GD-B
FICHA: COD-09
Desafios
Vinculados
D.32
D.19
D.07
D.07
D.31
D.19
D.08
D.19
D.18
D.07
D.18
D.07
D.31
D.20
D.07
D.19
D.20
D.23
D.19
D.08
Grandes
Desafios
GD-A
GD-C
GD-C
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-A
GD-C
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
D.04
D.08
GD-C
GD-D
GD-A
D.04
D.20
D.19
GD-C
GD-D
D.07
D.02
D.02
D.07
D.02
D.19
GD-A
GD-B
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
D.19
D.02
GD-C
GD-B
D.01
D.18
D.25
D.19
D.08
D.13
D.07
GD-A
GD-C
GD-D
GD-B
D.13
D.23
D.31
D.25
GD-A
GD-B
D.19
D.13
GD-C
GD-A
GD-B
139
Fonte do
Conteúdo
Secitece
Ficha
Corpus
CF-384
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
Investimentos
D.19
GD-C
E-286
E-287
Desafios
E-288
Investimentos
D.19
D.31
D.23
Secitece
CF-385
E-289
Desafios
D.20
Secitece
CF-386
E-290
Desafios
D.20
D.02
E-291
Pautas
D.13
Secitece
Secitece
Secitece
Titan
CF-387
Desafios
E-293
Sugestões
E-294
Pautas
E-295
Políticas
D.23
D.04
E-296
Investimentos
D.19
E-297
Pautas
D.04
D.14
E-298
Projetos
D.04
D.19
D.20
D.17
D.13
E-299
Projetos
D.04
D.17
D.13
E-300
Problemas
D.07
E-301
Projetos
D.07
E-302
Programas
E-303
Políticas
D.14
D.07
D.15
E-304
Projetos
D.04
CF-395
Titan
CF-396
Titan
CF-397
Titan
E-292
CF-388
CF-391
CF-399
D.13
D.27
D.19
D.31
D.25
D.23
D.08
D.04
D.20
D.13
D.23
D.03
D.13
D.06
D.23
Titan
CF-401
E-305
Projetos
D.04
Titan
CF-402
E-306
Projetos
D.04
Titan
CF-403
E-307
Programas
D.07
Titan
CF-404
E-308
Pautas
D.15
Titan
CF-405
E-309
Projetos
D.04
E-310
Pautas
D.07
E-311
Desafios
D.19
D.04
E-312
Programas
D.07
Titan
CF-406
GD-C
GD-A
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
FICHA: COD-10
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.19
D.31
D.23
GD-C
GD-A
D.20
D.20
D.02
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-B
D.13
D.27
D.19
D.31
D.25
D.23
D.08
D.04
D.20
D.03
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
D.13
D.06
D.23
D.04
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
D.19
GD-C
D.04
D.14
D.19
D.20
D.17
D.13
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.04
D.17
D.13
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.07
GD-A
GD-B
D.14
D.07
D.15
D.04
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
D.04
D.04
D.07
D.15
D.04
D.07
D.19
D.04
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
140
Fonte do
Conteúdo
Ficha
Corpus
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
Titan
CF-407
E-313
Pautas
D.04
Titan
CF-408
E-314
Projetos
D.04
D.17
D.13
Titan
CF-409
E-315
Projetos
D.04
Titan
CF-410
E-316
Projetos
D.04
D.13
Titan
CF-414
E-317
Desafios
D.01
Titan
CF-419
E-318
Pautas
D.20
Titan
CF-420
E-319
Programas
D.07
Titan
CF-421
E-320
Projetos
D.04
Titan
CF-422
E-321
Pautas
D.27
Titan
CF-425
E-322
Pautas
D.20
Titan
CF-427
E-323
Pautas
D.20
Titan
CF-431
E-324
Pautas
D.20
D.27
Titan
CF-432
E-325
Pautas
D.20
CF-433
E-326
Pautas
D.20
Titan
E-327
Desafios
D.20
Titan
CF-434
E-328
Desafios
D.20
Titan
CF-438
E-329
Pautas
D.20
D.19
Titan
CF-443
E-330
Pautas
D.04
Titan
CF-446
E-331
Planos
D.07
D.19
CF-448
E-332
Pautas
D.04
Titan
E-333
Desafios
D.04
D.20
E-334
Pautas
D.04
E-335
Sugestões
Titan
CF-453
Titan
CF-456
E-336
Desafios
Titan
CF-457
E-337
Pautas
Titan
CF-460
E-338
Projetos
CF-461
E-339
Pautas
Titan
Titan
CF-464
E-340
Desafios
E-341
Desafios
D.20
D.20
D.23
D.04
D.19
D.04
D.19
D.27
D.15
D.04
D.18
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-B
FICHA: COD-11
Desafios
Vinculados
D.04
D.04
D.17
D.13
D.04
D.04
D.13
D.01
D.20
D.07
D.04
D.27
D.20
D.20
D.20
D.27
D.20
D.20
D.20
D.20
D.19
D.04
D.07
D.19
Grandes
Desafios
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
D.04
D.20
GD-C
GD-D
D.04
D.20
GD-C
GD-D
D.20
D.23
D.04
D.19
D.04
D.19
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-B
D.27
D.15
D.04
D.18
141
Fonte do
Conteúdo
Titan
Titan
Ficha
Corpus
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
E-346
Desafios
E-347
Investimentos
D.23
D.19
D.13
D.07
D.15
D.19
D.19
D.19
D.33
D.19
E-348
Problemas
D.20
E-349
Desafios
D.04
CF-468
E-342
Políticas
CF-475
E-343
E-344
E-345
Pautas
Desafios
Políticas
Titan
CF-476
Titan
CF-478
Titan
CF-481
E-350
Problemas
D.20
Titan
CF-482
E-351
Problemas
D.15
D.13
Titan
CF-484
E-352
Pautas
D.04
E-353
Pautas
D.04
E-354
Desafios
E-355
Pautas
E-356
Políticas
D.20
Titan
Titan
CF-485
CF-487
D.04
D.20
D.04
D.19
Titan
CF-489
E-357
Desafios
D.23
D.13
D.26
D.28
D.08
Titan
CF-490
E-358
Desafios
D.01
Titan
CF-493
E-359
Desafios
D.15
Titan
CF-496
E-360
Pautas
D.04
Titan
CF-500
E-361
Pautas
D.04
Titan
CF-503
E-362
Pautas
D.18
Titan
CF-504
E-363
Políticas
D.07
Titan
CF-507
E-364
Projetos
D.04
Titan
CF-508
E-365
Projetos
D.04
Titan
CF-510
E-366
Sugestões
D.20
Titan
CF-515
E-367
Pautas
D.04
GD-A
GD-C
GD-B
GD-D
GD-C
GD-C
GD-C
GD-C
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-C
GD-D
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
FICHA: COD-12
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.23
D.19
D.13
D.07
GD-A
GD-C
GD-B
D.15
D.19
D.33
GD-D
GD-C
D.19
GD-C
D.20
D.04
GD-C
GD-D
D.20
D.15
D.13
D.04
GD-C
GD-D
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
D.04
D.20
D.19
GD-C
GD-D
D.20
GD-C
GD-D
D.23
D.13
D.26
D.28
D.08
GD-A
GD-B
D.01
D.15
D.04
D.04
D.18
D.07
D.04
D.04
D.20
D.04
GD-A
GD-C
GD-D
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
142
Fonte do
Conteúdo
Titan
Titan
Ficha
Corpus
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
Planos
E-369
Desafios
E-370
Desafios
E-371
Desafios
E-372
Desafios
E-373
Desafios
E-374
Desafios
D.04
E-375
Projetos
D.04
E-376
Desafios
D.13
E-377
Desafios
D.17
D.13
E-378
Política
D.07
CF-520
CF-522
Titan
CF-525
E-379
Planos
Titan
CF-526
E-380
Políticas
E-381
E-382
E-383
Pautas
Desafios
Políticas
Titan
Titan
CF-528
CF-529
D.04
D.20
D.31
D.19
D.17
D.13
E-368
D.20
D.26
D.28
D.31
D.15
D.17
D.13
D.15
D.19
D.17
D.13
D.04
D.19
D.19
D.20
D.31
D.23
D.19
D.19
D.05
D.26
GD-D
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-A
GD-C
GD-C
GD-A
Desafios
E-385
Desafios
D.20
GD-C
GD-D
E-386
Planos
D.04
D.19
D.20
D.09
GD-C
GD-D
E-387
Pautas
D.04
CF-530
E-388
Pautas
D.04
Titan
Titan
CF-531
CF-532
E-389
E-390
Pautas
Projetos
D.19
D.19
Titan
CF-533
E-391
Projetos
D.04
Titan
CF-534
E-392
Desafios
D.34
E-393
Desafios
D.20
E-394
Pautas
D.04
E-395
Projetos
D.19
E-396
Programas
D.07
D.15
D.19
D.04
CF-535
GD-A
E-384
Titan
Titan
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
Titan
CF-536
E-397
Pautas
Titan
CF-538
E-398
Programas
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-C
GD-A
GD-B
GD-D
GD-C
GD-D
FICHA: COD-13
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.04
D.20
D.31
D.19
D.17
D.13
D.26
D.28
D.15
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.13
D.17
D.07
GD-A
GD-B
D.04
D.19
D.19
D.20
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
D.31
D.23
D.19
D.05
D.26
D.20
GD-A
GD-C
GD-D
D.04
D.19
D.20
D.09
GD-C
GD-D
D.34
GD-C
GD-D
GD-C
GD-C
GD-C
GD-D
GD-A
D.20
D.04
D.19
D.07
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.15
D.19
D.04
GD-D
GD-C
GD-D
D.04
D.19
D.19
D.04
143
Fonte do
Conteúdo
Titan
Ficha
Corpus
CF-542
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
E-399
Pautas
E-400
Desafios
Titan
CF-547
E-401
Planos
Titan
CF-548
E-402
Desafios
D.17
D.13
D.17
D.13
D.07
D.19
D.04
D.20
D.17
D.13
D.18
D.20
D.19
D.19
D.23
Titan
CF-550
E-403
Planos
Titan
CF-552
E-404
Investimentos
CF-558
E-405
Políticas
Titan
E-406
Desafios
D.20
E-407
Pautas
D.20
E-408
Pautas
D.11
D.19
D.07
E-409
Políticas
E-410
Investimentos
Titan
Titan
Assespro
CF-559
CF-564
CF-568
E-411
Desafios
E-412
Sugestões
E-413
Sugestões
E-414
Investimentos
D.20
D.23
E-415
Pautas
D.20
D.14
D.07
E-416
Políticas
D.18
D.31
E-417
Políticas
D.20
D.23
E-418
Desafios
E-419
Investimentos
E-420
Assespro
D.31
D.18
D.23
D.05
D.17
D.13
D.18
D.23
D.23
D.07
Desafios
CF-569
E-421
Desafios
E-422
E-423
Políticas
Problemas
D.23
D.05
D.18
D.06
D.14
D.07
D.23
D.05
D.23
D.05
D.13
D.23
D.35
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
GD-C
GD-A
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-B
GD-D
GD-C
GD-A
GD-A
GD-B
GD-A
GD-A
GD-B
GD-B
GD-A
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-A
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-B
GD-A
GD-C
GD-D
GD-A
FICHA: COD-14
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.17
D.13
D.07
GD-A
GD-B
D.19
D.04
D.17
D.13
D.18
D.20
D.19
GD-C
GD-D
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
GD-C
GD-D
GD-C
D.19
D.23
D.20
GD-C
GD-A
GD-D
D.20
GD-C
GD-D
D.11
D.19
D.07
D.31
D.18
D.23
D.05
D.17
D.13
D.20
D.23
GD-B
GD-D
GD-C
GD-A
D.20
D.14
D.07
D.18
D.31
D.23
D.05
GD-C
GD-D
GD-A
GD-B
D.18
D.06
D.14
D.07
D.23
D.05
D.13
D.35
GD-B
GD-A
D.20
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-B
GD-A
GD-A
144
Fonte do
Conteúdo
Assespro
Ficha
Corpus
CF-570
DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA
FICHA DE CODIFICAÇÃO
CÓDIGOS
Desafios
Grandes
Extrato
Índice
Vinculados
Desafios
Problemas
D.23
GD-A
E-424
E-425
Políticas
E-426
Problemas
E-427
Problemas
Insoft
CF-573
E-428
Programas
Secitece
CF-577
E-429
Programas
D.18
D.31
D.31
D.23
D.05
D.06
D.19
D.23
D.07
GD-B
GD-A
GD-A
GD-A
GD-C
GD-A
GD-A
GD-B
FICHA: COD-15
Desafios
Vinculados
Grandes
Desafios
D.23
D.18
D.31
D.05
D.06
GD-A
GD-B
D.19
D.23
D.07
GD-C
GD-A
GD-A
GD-B
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