1 LASO LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO E OTIMIZAÇÃO EMPRESARIAL TEXTO PARA DISCUSSÃO - 02 Desafios relacionados com o Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Fortaleza: Identificação de fatores críticos para uma Governança Local voltada ao desenvolvimento do setor ALEXANDRE GOMES GALINDO SAMUEL FAÇANHA CÂMARA Este Texto para Discussão é parte integrante do conteúdo do Projeto de Qualificação para a Dissertação, referente ao Curso de Mestrado Acadêmico de Administração da Universidade Estadual do Ceará-UECE. FORTALEZA – CEARÁ DEZEMBRO DE 2007 2 LASO LABORATÓRIO DE SIMULAÇÃO E OTIMIZAÇÃO EMPRESARIAL TEXTO PARA DISCUSSÃO - 02 Desafios relacionados com o Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Fortaleza: Identificação de fatores críticos para uma Governança Local voltada ao desenvolvimento do setor ELABORAÇÃO Alexandre Gomes Galindo ORIENTAÇÃO Samuel Façanha Câmara COLABORAÇÃO INSTITUCIONAL Instituto de Tecnologia da Informação do Ceará - INSOFT Universidade Estadual do Ceará - UECE Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FUNCAP Fortaleza (CE), 05 de dezembro de 2007. 3 SUMÁRIO Resumo................................................................................................................... 04 Lista de Figuras..................................................................................................... 05 Lista de Gráficos ................................................................................................... 06 Lista de Tabelas .................................................................................................... 07 Lista de Quadros................................................................................................... 08 1 Introdução ............................................................................................................. 10 2 O Setor de Tecnologia da Informação e seus Desafios ...................................... 12 3 Governança Local em Aglomerados Empresariais ........................................... 23 4 Aspectos Metodológicos........................................................................................ 36 5 Resultados.............................................................................................................. 43 5.1 Inferências sobre os desafios relacionados com o APL de TI de Fortaleza ........... 43 5.2 Interpretação dos Resultados .................................................................................. 65 6 Considerações Finais ............................................................................................ 76 Referências Bibliográficas ................................................................................... 84 Apêndices .............................................................................................................. 88 Apêndice 1 (Modelo da Ficha de Edição do Corpus para a Exploração)............... 89 Apêndice 2 (Fichas de Inventário da Análise de Conteúdo) .................................. 90 Apêndice 3 (Fichas de Classificação da Analise de Conteúdo-Identificação) .......115 Apêndice 4 (Fichas de Classificação da Analise de Conteúdo-Agrupamento) ......127 Apêndice 5 (Ficha-Gabarito de Codificação da Analise de Conteúdo)..................129 4 RESUMO O fenômeno da aglomeração industrial incorpora em seu dinamismo fatores indutores de mudança, crescimento e desenvolvimento regional, onde as empresas que se situam no aglomerado se beneficiam das economias externas geradas e das vantagens oriundas das atividades colaborativas realizadas com os diversos agentes locais. A identificação dos desafios relacionados com o desenvolvimento de um arranjo produtivo local (APL), possibilita um adequado alinhamento de esforços através de uma governança local focada na busca de maiores níveis de integração, competitividade e sustentabilidade regional. O objetivo deste trabalho é identificar os desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de Tecnologia da Informação de Foraleza, através da analise dos conteúdos nos discursos declarados pelas notícias divulgadas, entre os anos de 2002 a 2007, pelas seguintes instituições: i) Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet do Ceará-ASSESPRO-CE; ii) Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará-SEITAC; iii) Instituto de Tecnologia do CearáINSOFT, iv) Instituto Titan-Tecnologia, Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste-TITAN e a v) Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará-SECITECE. Através das evidências encontradas, foram identificados desafios, pressupostos interesses subjacentes às instituições e apontadas alternativas de enfrentamento. A relevância do estudo está na contribuição para o maior aprofundamento dos conhecimentos relativos ao setor de Tecnologia da Informação de Fortaleza e na identificação de possíveis balizadores para a elaboração e implementação de estratégias mais efetivas de governança local voltadas para o desenvolvimento do setor. Palavras - chave: Arranjos Produtivos Locais; Tecnologia da Informação; Governança 5 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Cadeia Produtiva de Eletroeletrônica 14 FIGURA 2 Cadeia Produtiva do Setor de Informática 15 FIGURA 3 Cadeia Produtiva da Industria da Informação 16 FIGURA 4 Cadeia Produtiva da Industria de Software 17 FIGURA 5 Vertentes do processo de desenvolvimento do APL 30 FIGURA 6 Modelo de mobilização social de APL através de uma abordagem cooperativa 32 Processo de construção do Modelo de Alavancagem de APL’s através de uma Governança Local baseada em uma abordagem cooperativa. 33 FIGURA 8 Estrutura da Analise de Conteúdo 37 FIGURA 9 Fatores críticos de sucesso na dinâmica de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza 65 Vínculos entre desafios e fatores críticos relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza 66 Alicerce para o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza fundamentado nas relações entre os Fatores Críticos de Sucesso 68 Direções Estratégicas de Governança Local para o Desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza 69 FIGURA 13 Ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza 71 FIGURA 14 Representação diagramática da estrutura de alavancagem do APL de TI de Fortaleza através da mobilização de agentes locais 80 FIGURA 7 FIGURA 10 FIGURA 11 FIGURA 12 6 LISTA DE GRÁFICOS GRÁFICO 1 Natureza dos recortes extraídos 42 GRÁFICO 2 Proporção das ocorrências dos desafios por instituição 46 GRÁFICO 3 Principais desafios vinculados aos PROJETOS do APL de TI de Fortaleza 47 Principais desafios vinculados as ações desenvolvidas no APL de TI de Fortaleza 49 Principais desafios considerados como alvos nos planejamentos das instituições associativas no APL de TI de Fortaleza e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará 50 Principais desafios considerados como balizadores das Políticas das instituições associativas no APL de TI de Fortaleza e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará 52 Principais desafios vinculados às sugestões realizadas para o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza 53 Principais desafios considerados como vetores para investimentos no APL de TI de Fortaleza 54 Principais desafios debatidos entre agentes vinculados ao APL de TI de Fortaleza 55 Principais desafios relacionados com as dificuldades inerentes ao processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza 57 Principais desafios explicitamente assumidos nos conteúdos analisados 58 Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pela Assespro/Seitac 60 Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pelo Insoft 61 Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pela Secitece 62 Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pelo Titan 63 GRÁFICO 4 GRÁFICO 5 GRÁFICO 6 GRÁFICO 7 GRÁFICO 8 GRÁFICO 9 GRÁFICO 10 GRÁFICO 11 GRÁFICO 12 GRÁFICO 13 GRÁFICO 14 GRÁFICO 15 7 LISTA DE TABELAS TABELA 1 TABELA 2 TABELA 3 TABELA 4 TABELA 5 TABELA 6 TABELA 7 TABELA 8 TABELA 9 TABELA 10 TABELA 11 TABELA 12 TABELA 13 TABELA 14 TABELA 15 TABELA 16 TABELA 17 TABELA 18 TABELA 19 TABELA 20 TABELA 21 TABELA 22 TABELA 23 TABELA 24 TABELA 25 TABELA 26 TABELA 27 Características das Notícias disponíveis nos Sites Características das Notícias disponíveis no Corpus Tamanho das Notícias disponíveis no Corpus (número de palavras por notícias) Número de Extratos e Ocorrências dos Índices Ocorrências dos desafios vinculados ao desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza Ocorrências dos Grandes Desafios vinculados ao desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROJETOS Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROJETOS Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROGRAMAS Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROGRAMAS Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PLANOS INSTITUCIONAIS Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PLANOS INSTITUCIONAIS Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados às POLÍTICAS Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às POLÍTICAS Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos INVESTIMENTOS Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos INVESTIMENTOS Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às SUGESTÕES Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados às PAUTAS Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às PAUTAS Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROBLEMAS Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROBLEMAS Freqüência Geral dos Desafios vinculados como DESAFIOS EXPLÍCITOS Freqüência dos Grandes Desafios vinculados como DESAFIOS EXPLÍCITOS Freqüência dos Desafios Vinculados ao ASSESPRO/SEITAC Freqüência dos Desafios Vinculados ao INSOFT Freqüência dos Desafios Vinculados a SECITECE Freqüência dos Desafios Vinculados a TITAN 38 38 39 42 44 45 47 47 48 48 49 50 51 51 52 53 53 55 55 56 56 58 58 59 60 61 63 8 LISTA DE QUADROS QUADRO 1 Problemas relacionados com o fomento da inovação tecnológica, competitividade e exportações do setor eletroeletrônico 20 Recomendações de Políticas Públicas voltadas para o enfrentamento dos desafios do Setor de TI 21 Exemplos de formas de ações conjuntas em aglomerações de empresas 22 QUADRO 4 Categorias de governança segundo a localidade e esferas indutoras 23 QUADRO 5 Principais características de aglomerados em função do tipo de governança 26 QUADRO 6 Exemplos de ações de políticas setoriais por objetivos e critérios 27 QUADRO 7 Características das entidades que compõem o modelo de alavancagem de APL’s 32 QUADRO 8 Pressuposto norteador da analise do conteúdo e definição do Corpus 38 QUADRO 9 Avaliação da adequabilidade do Corpus através das regras de constituição 39 QUADRO 2 QUADRO 3 QUADRO 10 Definição da unidade de registro e dos índices relacionados com a análise de conteúdo 40 QUADRO 11 Critérios de categorização semântica da analise de conteúdo 40 QUADRO 12 Desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza 43 QUADRO 13 Desafios mais citados em relação ao desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza 45 QUADRO 14 Principais interesses subjacentes às instituições analisadas 64 QUADRO 15 Alternativas de enfrentamento dos desafios relacionados com o APL de TI de Fortaleza 69 QUADRO 16 Objetivos e esferas de impacto das ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza 72 9 QUADRO 17 Principais Stakeholders relacionados com as ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza 73 QUADRO 18 Desafios e ações complementares indutores de desenvolvimento do APL de TI 76 QUADRO 19 Enquadramento das ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI segundo objetivos e critérios de consolidação setorial propostos por Cassiolato, Lastres e Szapiro 77 QUADRO 20 Composição da Câmara de Tecnologia da Informação do Ceará 79 QUADRO 21 Principais vantagens e limitações relacionadas com o tipo de ancoragem definida para a instalação da Câmara de TI do Ceará (CTI). 81 10 1. Introdução O fenômeno da aglomeração industrial incorpora em seu dinamismo fatores indutores de mudança, crescimento e desenvolvimento regional sobre o aspecto econômico, político e social. As empresas que se situam no aglomerado se beneficiam das economias externas geradas pela concentração de agentes especializados na região, bem como das vantagens provocadas pelas atividades colaborativas realizadas na localidade com os envolvidos no setor. Vale destacar que os Arranjos Produtivos Locais (APL), entendidos como fenômenos dinâmicos, se transformam a cada momento, podendo atingir níveis diferenciados de desenvolvimento. O processo de coordenação das atividades colaborativas, com o propósito de consolidar uma ambiência favorável à obtenção de vantagens competitivas sustentáveis, é considerado como característica básica de uma governança local indutora de desenvolvimento regional. Desta forma, torna-se relevante a identificação dos desafios relacionados com o processo de desenvolvimento dos APL’s, visto que possibilita um adequado alinhamento de esforços dos agentes envolvidos, na busca de enfrentarem e superarem os principais entraves que dificultam o processo de transformação de um APL para níveis de maior integração, competitividade e sustentabilidade. Este estudo, de caráter exploratório, tem o objetivo de identificar os desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de Tecnologia da Informação (TI) de Fortaleza, capital do Estado do Ceará, através da analise dos conteúdos existentes nos discursos declarados pelas instituições representativas do setor. Desta forma, foram analisadas 575 notícias divulgadas, entre os anos de 2002 a 2007, nos Sites das seguintes instituições: i) Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet do Ceará-ASSESPRO-CE; ii) Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará-SEITAC; iii) Instituto de Tecnologia do Ceará-INSOFT, iv) Instituto Titan-Tecnologia, Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste-TITAN e a v) Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará-SECITECE. 11 Os conteúdos dos discursos declarados pelas instituições foram analisados através do método proposto por Bardin (1979), sendo possível identificar desafios, pressupor interesses subjacentes e apontar alternativas de enfrentamento voltadas para a promoção do desenvolvimento do APL. A relevância da analise referente às evidências encontradas no estudo está no fato de que as informações geradas, além de contribuírem para o maior aprofundamento sobre o setor de TI de Fortaleza, servem de elementos balizadores para a elaboração e implementação de estratégias mais efetivas de governança local voltada para o desenvolvimento regional. Além desta parte introdutória, nas seções seguintes são apontados os aspectos conceituais sobre o setor de TI e seus desafios, bem como sobre a importância da governança local em aglomerados empresariais. Em seguinda, é detalhada a metodologia utilizada no estudo e, logo após, são apresentados os resultados e analises das evidências identificadas. Por fim, na última seção, são apresentadas as considerações finais e recomendações, através do emparelhamento dos resultados com o referencial teórico utilizado no estudo, dentro da perspectiva de enfrentamento dos desafios através de uma governança local fundamentada em uma abordagem cooperativa entre os agentes do setor. 12 2. O Setor de Tecnologia da Informação e seus Desafios Entendida como atividade de negócio, a Tecnologia da Informação representa um setor que incorpora um conjunto extenso de agentes envolvidos no complexo mercado de software, que abrange produtos e serviços de diversas naturezas. Sobre a perspectiva do modelo de negócio o setor pode ser classificado como de produtos de software, de serviços ou de software embarcados. Os produtos podem ser classificados em infra-estrutura (sistemas operacionais, gerenciadores de redes ou de armazenagem, dentre outros), ferramentas (linguagens de programação, de modelagem de dados, dentre outros) ou aplicativos (Enterprise Resource Pnning-ERP, Recursos Humanos, etc). Baseado no mercado de destino, os produtos podem ser também classificados como horizontais, quando se aplicam a qualquer tipo de usuário, ou verticais, quando são específicos para algum usuário ou atividade, bem como, de massa ou corporativos. Ainda, sobre a forma de comercialização, os produtos podem ser denominados de pacotes (produtos padronizados), customizados (adaptados para cada usuário) ou sob encomenda (específicos para cada usuário). Os serviços, denominados de outsourcing, são classificados como convencionais (terceirização de uma atividade específica de Tecnologia da Informação) ou como Business Process Outsourcing-BPO, (contrato com o propósito de uma organização externa fornecer um processo ou função de negócio). Já o software embarcado, representa aquele que não é tratado separadamente de um produto específico ao qual está integrado, como por exemplo, o software contido nos celulares ou vídeo games. Deve-se estar atento para o fato de que o funcionamento do software está sempre vinculado a vários elementos como hardware e pessoas. Esta característica inexoravelmente torna os sistemas dependentes de componentes complementares, induzindo à formação de um setor caracterizado por diversas redes de agentes envolvidos em complexas relações de competição e cooperação, como fornecedores, clientes, concorrentes, associações/sindicatos, agencias governamentais, dentre outros. 13 Desta forma, a descrição da cadeia produtiva, representativa da seqüência de atividades envolvidas na captação de insumos, processamento e geração dos produtos finais relacionados com o setor de Tecnologia da Informação, esbarra em duas dificuldades. A primeira diz respeito à elevada diversidade característica deste setor, tanto no que se refere à natureza dos produtos gerados, quanto aos tipos de serviços possíveis de serem prestados. Já a segunda dificuldade, reside nas diversas denominações dadas ao setor, pois o mesmo com freqüência é identificado como Setor de Eletroeletrônicos, Setor de Informática, Indústria da Informação ou Indústria de Software. Sob a perspectiva dos eletroeletrônicos, a cadeia produtiva compõe-se do encadeamento dos insumos, subsistemas, produtos e bens finais, conforme sugere a Fundação CERTI (2005). Enquadram-se nos Insumos os produtos da microeletrônica, os materiais elétricos básicos e os componentes passivos, como por exemplo, condensadores, capacitores, circuitos impressos, etc. Os Subsistemas são considerados insumos que já passaram por outros processos de elaboração, podendo ser Eletromecanismos (como mecanismos de DVD, gravadores, terminais, dentre outros), Projetos de Produtos (placas e circuitos) e/ou Componentes Mecânicos (gabinetes e racks). O elo da cadeia denominado de Produto se caracteriza pelos produtos de eletrônica, desenvolvimento de software e a produção de hardware. Estes produtos podem ser incorporados a produtos mais complexos da cadeia ou serem dirigidos aos consumidores finais. Convêm acrescentar que, segundo o modelo, alguns setores são associados aos elos da cadeia, em especial a Indústria de Plástico e Borrachas, a Indústria Metal Mecânica, a Indústria de Papel e Celulose e a Indústria Química, conforme se pode observar na figura 1. 14 Figura 1- Cadeia Produtiva de Eletroeletrônica Fonte: Fundação CERTI, 2005 Uma outra descrição de cadeia produtiva, representativa do Setor de Informática, é apresentada pelo Programa de Apoio ao Crescimento Tecnológico em Informática do Estado do Rio de Janeiro (Rio Conhecimento), criado em julho de 2003. De acordo com o modelo desenvolvido, o fluxo produtivo perpassa pelos elos: i) de fabricação de componentes; ii) fabricação de aplicativos e internet e iii) serviços de distribuição e representação com o propósito de atender às demandas do mercado interno e externo. Os três elos da cadeia são alimentados subsidiariamente pelas ações de pesquisa e capacitação, através da participação ativa das Universidades, Escolas Técnicas e Governo, e são ancoradas pelos aspectos legais, tributários, de financiamento e de concessão de fomentos através de bolsas, com participação ativa do Governo e de investidores, conforme pode-se observar na figura 2. 15 Figura 2- Cadeia Produtiva do Setor de Informática Fonte: Rio Conhecimento apud Lócio, 2004. p.32. Já, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial-SENAI e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas-SEBRAE, tendem a denominar o setor como Indústria da Informação, cuja descrição da cadeia produtiva, apresentada pelo Sindicato das Industrias da Informação do Distrito Federal (2003), envolve várias dimensões e sua representação é adotada como referencia na concepção do Arranjo Produtivo Local do Distrito Federal (CADEIA PRODUTIVA DA INDÚSTRIA DA INFORMAÇÃO, 2007). Em pleno estágio de franco desenvolvimento e considerado de fundamental importância sócio-econômica, a cadeia produtiva da indústria da informação engloba seis dimensões integradas com o propósito de disponibilizar produtos e serviços ao usuário final. A Dimensão Nuclear da cadeia diz respeito ao Ambiente Tecnológico que engloba as áreas de software, hardware e desenvolvimento, amparada pela Dimensão do Conhecimento, através dos centros tecnológicos e das instituições de formação educacional. As Dimensões de InfraEstrutura, Telecomunicações e Serviços Operacionais se relacionam entre si, e com o núcleo da cadeia, como geradores de insumos e viabilizadores da oferta de produtos e serviços para a Dimensão Comercial ou para os próprios usuários finais (FIGURA 3). 16 Figura 3- Cadeia Produtiva da Industria da Informação Fonte: Governo do Distrito Federal Lócio (2004), ao analisar o setor como Industria de Software, apresenta a cadeia produtiva como fruto da conexão de cinco blocos de atividades distintas. Enquanto os dois primeiros blocos referem-se ao Cliente/Mercado e ao Apoio Institucional, os outros três correspondem a fase produtiva, sendo estas denominadas de Insumos, Produto e Distribuição. De acordo com o autor, o primeiro aspecto indutor da produção refere-se ao estabelecimento das demandas oriundas dos Clientes/Mercados, representados por empresas, instituições de ensino, governo, indústrias e pelas próprias pessoas físicas, influenciando direta ou indiretamente as três fases produtivas da cadeia. O apoio institucional atua como alicerce estrutural da cadeia, através dos financiamentos, das ações governamentais e da terceirização de serviços considerados de apoio ao setor, como administração, marketing, contabilidade, etc. Na perspectiva do processo produtivo do modelo, os insumos correspondem aos requisitos materiais, técnicos e Institucionais necessários para a confecção do software. O produto corresponde ao elo da cadeia representativo do processo de desenvolvimento do software, passando desde sua formatação em estado semi-acabado, até a 17 consolidação do produto final. Já a distribuição, corresponde ao conjunto de processos e Fonte: Lócio, 2004 Figura 4- Cadeia Produtiva da Industria de Software canais voltados para propiciar o acesso do produto/serviço ao cliente final (FIGURA 4). 18 Dentro da perspectiva global, em que as relações econômicas e sociais se configuram sobre o paradigma da tecnologia da informação, Werthein (2000) alerta sobre a existência de vários desafios éticos, sociais, econômicos e educacionais que requerem enfrentamento dos países, em especial sobre a forma de compromisso político, com o propósito de minimizar as desigualdades no acesso à informação, provocadas pelos impactos do crescimento e desenvolvimento do setor. Sobre a esfera da ética, o referido autor aponta, dentre outros, para o cuidado que se deve ter nos: i) processos de perda da qualificação e conseqüente desemprego, associada à automação, ii) processos de transformação das comunicações interpessoal e grupal e iii) nas questões relacionadas com as transformações das identidades, associadas à profunda indução provocada pela crescente e complexa mudança tecnológica. No aspecto social, destaca-se a atenção que deve ser dada com os efeitos da tecnologia da informação nas dinâmicas da sociedade, principalmente no que se refere ao desemprego tecnológico e desqualificação do trabalho, devendo-se para tal, implementar constantemente ações voltadas para analise e reestruturação sistêmica do emprego e para requalificação de trabalhadores. Ainda sobre este aspecto, em países populosos e com baixos níveis de renda per capta, deve-se estar atento ao enfrentamento de desafios específicos como a alta taxa de analfabetismo adulto e o baixo acesso à educação formal avançada e à tecnologia da informação, tanto convencional, quanto moderna. Os desafios econômicos giram em torno principalmente das necessidades de investimentos nas novas tecnologias, e de seus usos, buscando a elevação das capacidades tecnológicas locais e no desenvolvimento das instituições políticas, culturais, econômicas e sociais. Outro ponto de destaque está relacionado com a necessidade de se estabelecer um equilíbrio entre as metas de exportação de produtos/serviços de maior valor tecnológico agregado, ao mesmo tempo em que se amplia à adoção local das novas tecnologias. Frente às forças dos processos de exclusão, as ações fundamentais recaem na necessidade de investimentos voltados para a promoção do acesso universal tanto à infra-estrutura, quanto aos serviços de informação a preços acessíveis. No campo da educação, torna-se essencial a identificação do papel da informática e telemática no desenvolvimento educacional, bem como das formas de utilização voltadas para facilitar uma efetiva aceleração do processo ensino-aprendizagem, processo esse 19 fundamentado em uma pedagogia de educação para todos, ao longo da vida, com qualidade e garantia de diversidade. Ao abordar o papel do Estado Brasileiro na consolidação de uma sociedade fundamentada no paradigma da tecnologia da informação, Ferreira (2003) aponta para existência de três desafios fundamentais. O primeiro é representado pelo analfabetismo, o segundo pela necessidade de capacitação dos recursos humanos da burocracia do Estado e o terceiro pela dificuldade do cidadão comum ao acesso às tecnologias da informação. Para o analfabetismo, a implementação de programas de alfabetização e a preparação docente são apresentadas pelo autor como dois caminhos de enfrentamento. Sobre a capacitação de recursos humanos, as alternativas de intervenção do Estado recaem na implementação de programas de capacitação dos servidores públicos, no uso das escolas púbicas de governo e na busca de parcerias com instituições formadoras de profissionais. Já, para a democratização da informática atingir o maior número possível de cidadãos, as ações devem atingir tanto as esferas escolar, quanto não escolar através de investimentos voltados para as unidades de ensino e para construção de unidades efetivas de informação públicas, distribuídas em pontos estratégicos das cidades. Sobre a perspectiva das empresas, além de alertarem para o fato de que a retenção de empregados, o uso de programas de incentivos e a implementação de processos de controle e gerenciamento de produtos são fatores críticos para a sobrevivência das empresas de TI, Wiegel et al (2005), afirmam que as empresas líderes do setor eletroeletrônico possuem as seguintes características comuns: i) elevados investimentos em P&D; ii) pessoal empregado com elevado nível de qualificação; iii) ciclos curtos de vida de produtos e processos e iv) intensas relações produto-usuário ou contratante-contratado. Os referidos autores, ao realizarem um diagnóstico das dificuldades e carências do setor apresentaram vários problemas, indutores de desafios, relacionados com o fomento da inovação tecnológica, da competitividade e das exportações no tecido empresarial brasileiro. Estes problemas foram agrupados em três dimensões representativas, respectivamente, das Pequenas e Médias Empresas, dos Centros Tecnológicos e dos Processos Administrativos, conforme quadro 1. 20 QUADRO 1- Problemas relacionados com o fomento da inovação tecnológica, competitividade e exportações do setor eletroeletrônico DIMENSÕES PROBLEMAS INDUTORES DE DESAFIOS Desconhecimento de onde e como obter apoio tecnológico. Freqüente incapacidade de dialogar, tecnicamente, com os provedores de serviços tecnológicos. Custo dos serviços providos (preços elevados). Prazos de execução incompatíveis com as exigências produtivas e econômicas da empresa. Insuficiente oferta de graduados (ensino superior) com preparação para rapidamente se tornarem produtivos na empresa. 6. Limitado nível educacional dos gestores. 7. Ausência de espírito cooperativo interempresas. 8. Posicionamento passivo no mercado e ausência de estratégia empresarial. 9. Insensibilidade da gestão empresarial à crescente importância da globalização dos mercados. 10. Baixo poder de compra de vasta proporção da população (incentivo à baixa qualidade da produção, isto é, concorrência exclusivamente em preço). 11. Custo do dinheiro (taxas de juros) muito elevado. 12. Períodos caracterizados por taxas de câmbio fortemente adversas, em matéria de importações. 13. Uma estrutura fiscal nacional (alíquotas) favorecedora da montagem de componentes importados em detrimento da manufatura local. 14. Quase inexistente uso, por parte do governo, do mecanismo das compras públicas como instrumento indutor do desenvolvimento nacional de tecnologias. 1. Carências nos domínios de garantia da qualidade, certificação e credenciamento. 2. Níveis insuficientes ou inadequados de capacitação de parte do pessoal técnico auxiliar. 3. Capacidade insuficiente para responder, com rapidez, à demanda em determinados tipos de atividades (normalmente rotineiras). 4. Dotação insuficiente em equipamentos, por vezes até para testes críticos (por exemplo: ensaio de envelhecimento de plásticos e de componentes eletrônicos). 5. Escassa demanda empresarial (ou outra) para serviços tecnológicos avançados. 6. Carência de equipamento necessário para a realização de ensaios e testes muito especializados. 7. Insuficiente back-up científico-tecnológico em domínios de média a elevada complexidade técnica e processual. 8. Desconhecimento das necessidades (qualitativas e quantitativas) da demanda potencial. 9. Ausência de sentido comercial e de marketing. 10. Ausência de estratégia de especialização e de mercado. 11. Gestão insuficientemente profissionalizada. 12. Fluxo irregular de financiamento, nas unidades pertencentes ao setor público. 1. Inexperiência no efetivo acompanhamento de execução e na determinação dos benefícios perduráveis dos projetos. 2. Inabilidade para a identificação das conseqüências indiretas de específicas provisões dos mecanismos de financiamento. 3. Incapacidade de efetiva avaliação do mérito de novos projetos apresentados “não usuais” como, por exemplo, das propostas notoriamente inovadoras provenientes de grupos de pesquisa ainda não consolidados. 4. Segmentação interinstitucional e conseqüentes deficiências de comunicação e partilha de informação entre entidades desenvolvendo atividades de financiamento afins. 5. Operação pulverizada de fundos e conseqüentes incoerências em critérios de elegibilidade e condições de aplicação (por exemplo, inviabilizadoras de financiamentos simultâneos, mas de origem diferenciada, de parceiros consorciados). 1. 2. 3. 4. 5. Pequenas e Médias Empresas Centros Tecnológicos Administração Fonte: Wiegel et al (2005) Ao analisar os principais desafios do setor de TI no Brasil, denominado no estudo de Industria de Software, Kubota (2006) aponta para cinco grandes dificuldades que devem ser enfrentadas pelos agentes envolvidos no setor. Enquanto a primeira diz respeito ao baixo nível de internacionalização das empresas brasileiras, a segunda está relacionada com a dificuldade, no mercado interno, de obtenção de recursos para novos investimentos e capital de giro. Esta situação é fortemente vinculada à terceira dificuldade, que está no fato dos bancos serem extremamente reticentes quanto a emprestar dinheiro para empresas de sofware. 21 A quarta dificuldade, também apontada para ser analisada e enfrentada com profundidade pelo setor de TI, refere-se ao pouco desenvolvimento do mercado de Venture Capital, em função dos elevados custos do mercado de ações no Brasil, inexistindo praticamente a figura dos investidores que financiam as firmas brasileiras de base tecnológica em seus primeiros passos, denominados de angels. Já a quinta dificuldade, é representada pelo virtual monopólio no mercado de determinadas certificações de software, muito importantes para a penetração no mercado internacional e para a realização de compras governamentais, elevando ainda mais os custos. O referido autor, ainda apresenta alternativas de políticas públicas voltadas para o mercado de crédito, certificação, processo de internacionalização, enfrentamento da pirataria e recursos humanos, vinculados com a dinâmica do setor, conforme quadro 2. QUADRO 2- Recomendações de Políticas Públicas voltadas para o enfrentamento dos desafios do Setor de TI DIMENSÕES Crédito Certificação Internacionalização Pirataria Recursos Humanos 1. 2. 3. 1. 2. 3. 1. 2. 3. 4. 5. 1. 2. 1. 2. 3. DESCRIÇÃO DAS ALTERNATIVAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS Programas voltados para empresas inovadoras sem garantias reais. Criação de um Sistema Nacional de Garantias. Venture Capital Governamental. Incentivo às empresas para realizarem a certificação Brasileira (MPS-Br). Facilitação ao acesso a financiamentos para a obtenção de certificações internacionais. Contribuição para o surgimento de novas empresas certificadoras no Brasil. Realização de parcerias estratégicas voltadas para o mercado internacional. Implementação de programas de intercâmbio no exterior com programadores. Ações que melhorem o nível de fluência em inglês dos programadores e empresários do setor. Implementação de ações conjuntas de mudança de imagem do Brasil-Exportador. Concretização de ações e medidas de atração de empresas transnacionais de software para o Brasil. Uso do Poder do Estado para garantir os incentivos e direitos dos desenvolvedores de software. Uso de medidas que evitem a exclusão do Brasil no Sistema Geral de Preferência pelos EUA. (Médio/Longo Prazos) Melhoria da Formação média dos alunos em Inglês e Matemática. (Curto Prazo) Qualificação de Profissionais Brasileiros em Inglês e em tecnologias emergentes. Investimentos na formação de consultores de comércio exterior especializados em produtos e serviços de base tecnológica. Fonte: Kubota (2006) Sob a perspectiva da região nordeste, em especial no Ceará, a esfera empresarial, através do Instituto Titan-Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste; do Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará e da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet do Ceará (2006; 2007), destaca dois grandes desafios gerais a serem enfrentados para o desenvolvimento do setor no Estado. São eles: i) aumento da produtividade a partir de investimentos em tecnologia e ii) criação de marco regulatório capaz de proporcionar 22 condições mínimas de crescimento do setor, atração de investimentos e proteção das empresas existentes e de seus patrimônios intelectuais e tangíveis. Para enfrentamento destes desafios, foram eleitos oito vetores de desenvolvimento a saber: i) Recursos humanos; ii) política de compras governamentais; iii) política tributária; iv) pesquisa e desenvolvimento, v) infra-estrutura; vi) financiamento; vii) mercado interno e externo e viii) marca e imagem. Dentre as iniciativas de maior destaque apontadas como imprescindíveis, pela esfera empresarial, ressaltam-se os esforços para: i)criação de um núcleo do Pólo Tecnológico de desenvolvimento da industria da informação (denominado de Titan Park, no Município de Euzébio); ii) consolidação do Centro de Pesquisa em Tecnologia da Informação do Ceará (denominado de Instituto de Tecnologia da Informação-Insoft, em parceria com o Centro de Pesquisa Renato Acher-CenPRA) e iii) criação de uma instituição de formação de recursos humanos em Tecnologia da Informação dentro de uma concepção denominada de Universidade do Trabalho Digital. Por mais que os referidos desafios e alternativas de enfrentamento tenham sido propostas pelo setor produtivo, as referidas instituições representativas das empresas de Tecnologia da Informação do Ceará, reforçam a necessidade de sinergia entre os diversos atores econômicos, políticos e sociais envolvidos para a melhoria das condições locais, em especial do governo, academia e empresas. Desta forma, vale destacar que a identificação dos diversos desafios relacionados com o setor de TI proporciona aos agentes envolvidos condições de implementarem, de forma isolada ou conjuntamente, estratégias efetivas de enfrentamento, voltadas tanto para a conquista de vantagens competitivas, quanto para o fortalecimento do setor e conseqüente promoção do desenvolvimento local sustentado. 23 3. Governança Local em Aglomerados Empresariais O fenômeno da aglomeração industrial incorpora em sua dinâmica elementos que atuam como indutores de mudança, crescimento e desenvolvimento regional, tanto sobre o aspecto econômico, como político e social. No que se referem às empresas que fazem parte destes aglomerados, suas vantagens competitivas são oriundas das economias externas à firma, provocadas pela concentração de agentes especializados e/ou das ações conjuntas que podem ser estabelecidas com os diversos agentes locais (GARCIA; MOTTA; AMATO NETO, 2004). A execução de ações conjuntas está relacionada com a natureza dos agentes envolvidos e dos projetos pelos quais os interesses comuns se convergem, podendo ser influenciada por grandes empresas locais, por um conjunto de empresas de menor porte ou por outros agentes e organismos da região. Consequentemente, as formas de cooperação podem ser realizadas de diversas maneiras, sendo enquadradas por Schmitz (1997) em duas dimensões. A primeira diz respeito ao tipo de relação entre as empresas, podendo ser bilateral (quando individualmente compartilham equipamentos ou desenvolvem um produto novo) ou multilateral (quando grupos de várias empresas juntam as forças em associações empresariais ou consórcios). A segunda dimensão das cooperações está relacionada com a natureza das empresas envolvidas, podendo ser considerada cooperação horizontal (entre competidores) e cooperação vertical (entre empresas que integram elos diferentes da cadeia produtiva), conforme se verifica no quadro 3. QUADRO 3- Exemplos de formas de ações conjuntas em aglomerações de empresas HORIZONTAIS VERTICAIS BILATERAIS Compartilhamento de Equipamentos Empresas Produtoras e usuárias em programas de melhoria de componentes. MULTILATERAIS Associações e Consórcios Empresariais Alianças ao longo da cadeia produtiva Fonte: Schmitz (1997) As cooperações bilaterais-verticais ocorrem quando empresas de diversos elos da cadeia produtiva, cujos interesses são comuns, realizam parcerias para atingir objetivos específicos, sendo típicas de aglomerados onde grandes empresas coordenam as atividades de seus produtores de pequeno e médio porte. Já a cooperação bilateral-horizontal ocorre quando empresas concorrentes se coordenam para desenvolver um trabalho específico em conjunto, 24 sendo típica de um ambiente onde se verifica: i) fortes relações de confiança entre as empresas; ii) objetivos da cooperação claramente definidos e iii) definição clara da repartição dos resultados oriundos da cooperação. Enquanto as formas de cooperação multilateral-horizontal ocorrem quando organismos públicos, ou privados locais, coordenam projetos setoriais que envolvem a participação de empresas concorrentes, as cooperações multilaterais-verticais ocorrem entre instituições e empresas que pertencem a cadeias produtivas diferentes, mas que possuem relações de troca em função das complementaridades de seus interesses. Conforme ratificam Motta e Hansen (2003), o incremento de competitividade dos aglomerados através das ações coletivas, manifestadas em sua maioria através de processos formais, depende de agentes que planejem, executem e coordenem estas ações. Consequentemente, se estes agentes não forem capazes de estabelecer mecanismos que estimulem a realização de tarefas compartilhadas entre si, as empresas estarão aproveitando apenas parte dos benefícios da aglomeração. Para Humphrey e Schmitz (2000), o termo governança designa o processo de coordenação dos atores envolvidos em determinado setor econômico, nas esferas pública e privada e nos níveis local e global, podendo se manifestar em diversas categorias, conforme apresentado no quadro 4. QUADRO 4- Categorias de governança segundo a localidade e esferas indutoras NÍVEL LOCAL GOVERNANÇA PRIVADA Associações Empresariais Locais. Aglomerações Hub-and-Spoke * GOVERNANÇA PÚBLICA Instituições Governamentais Locais e Regionais. GOVERNANÇA HÍBRIDA Políticas Locais e Regionais de Relacionamento. NÍVEL GLOBAL Cadeias Produtivas dirigidas pelos Compradores. Cadeias Produtivas dirigidas pelos Produtores. Regras da Organização Internacional do Comércio (WTO). Regras Nacionais e Supranacionais. Padrões Internacionais. Organizações Não-Governamentias Internacionais. Fonte: Humphrey e Schmitz (2000) Nota: (*) Aglomerações “Centro-Radiais” caracterizadas por um Sistema Produtivo Local articulado em torno de uma grande empresa local coordenadora da cadeia (MARKUSSEN,1995. p21) Sobre a perspectiva da governança local, as ações coordenadas pelo setor público tendem a ser caracterizadas por políticas de fomento ao desenvolvimento e à competitividade das empresas locais, através de ações voltadas ao apoio e prestação de serviços ao setor 25 produtivo, como centros de treinamento de mão-de-obra, centros de prestação de serviços tecnológicos e agencias governamentais de desenvolvimento. No caso da governança local privada, as iniciativas são desenvolvidas pelas associações empresariais e agências privadas locais de desenvolvimento, por meio de ações de fomento à competitividade e de promoção do conjunto das empresas, através da provisão de infraestruturas e serviços aos produtores, criação de programas de treinamento, criação de agências provedoras de informações tecnológicas e de mercado e programas de sensibilização sobre a importância da cooperação. Vale destacar que na maioria das vezes, observam-se formas híbridas de governança, onde as ações locais são coordenadas ao mesmo tempo pelos setores púbicos e privados, de tal forma que a organização produtiva comandada pelos entes privados recebe apoio do setor público e as iniciativas das esferas púbicas são efetivadas em alinhamento com as capacidades e demandas das entidades privadas. Para Suzigan, Garcia e Furtado (2002), a governança local é influenciada pela estrutura de produção, aglomeração territorial, organização industrial, inserção no mercado, densidade institucional e pelo tecido social existente, sendo na maioria das vezes híbrida. Segundo as evidências obtidas em seus estudos, relacionados com as formas de coordenação dos sistemas de micros, pequenas e médias empresas em aglomerados industriais, as cadeias produtivas comandadas pelos compradores tendem a dificultar o desenvolvimento local e as formas conjugadas de governança local pública/privada são muito importantes para o sucesso dos aglomerados que não são rigidamente subordinados às cadeias globais de produção. De acordo com os autores, as políticas para a indução dos processos de aprendizado coletivo nas aglomerações empresariais, com o propósito de fomentar o desenvolvimento local, devem ser implementadas buscando estimular: 1- contratação de agentes coordenadores que articulem as ações e interações de empresas e instituições locais e funcionem como mediadores das relações dessas empresas e instituições com o meio externo, especialmente instituições governamentais e agentes financeiros; 26 2- criação de novas empresas como desmembramentos (spin-offs) das empresas e instituições de pesquisa locais; 3- intensificação de atividades internas de P&D das empresas visando à realização de projetos completos de desenvolvimento de produtos, incluindo design, concepção, desenvolvimento, protótipos, adequação das linhas de produção e comercialização; 4- constituição ou reforço de centros coletivos, tecnológicos e de formação de recursos humanos, capacitados para oferecer cursos profissionalizantes nas áreas de interesse do setor, serviços tecnológicos, testes de produtos e outros serviços; 5- suprimento de serviços empresariais especializados intensivos em conhecimento tais como pesquisas de mercados, tendências de moda, sistemas de automação (especialmente para design, modelagem de produtos, manufatura e comercialização), desenvolvimento de software específicos, implantação de códigos de barras e outros; 6- implantação de programas de gestão empresarial e de qualidade, incluindo qualificação e capacitação de fornecedores, introdução de padrões e normas técnicas e certificações; 7- utilização dos instrumentos legais de proteção à inovação, e 8- criação de sistemas de informação que permitam às empresas e instituições locais o acesso a conhecimentos específicos às atividades locais, sejam de natureza tecnológica, software, mercados, tendências e outras, sejam legislações, linhas de financiamento, bancos de dados e eventos e publicações nacionais e internacionais da área. Para Cassiolato, Lastres e Szapiro (2000), o conceito de governaça deve partir da idéia geral do estabelecimento de práticas democráticas locais, através da intervenção e participação das diferentes categorias de atores nos processos de decisões locais, havendo consequentemente diferentes tipos de configurações condicionadas pelas formas de coordenação e pelas características das lideranças exercidas pelos agentes. Em função destes fatores, são apresentadas quatro situações diferenciadas de aglomerações induzidas por diferentes tipos de governança. A primeira é quando grandes empresas funcionam como “âncoras” na economia regional com fornecedores e provedores de serviços. Neste caso, as grandes empresas “âncoras” firmam importantes relações técnicas e econômicas com fornecedores locais, concretizando um forte vínculo de cooperação, estimulando o desenvolvimento de capacitações e estabelecendo uma competitividade sistêmica. A segunda situação refere-se ao modelo denominado por Markussen (1995) por “plataforma Industrial Satélite”, o qual diz respeito às plantas industriais de empresas cuja sede se localiza fora 27 do arranjo. Estas configurações são encontradas frequentemente onde a localização de tais subsidiárias é induzida por políticas nacionais e/ou regionais de incentivos com o objetivo de estimular o desenvolvimento local. Neste caso, as decisões sobre investimento são tomadas fora do âmbito da aglomeração e as empresas do tipo “plataforma satélite” podem ficar espacialmente independentes das operações para frente e para trás da cadeia produtiva. A terceira e quarta situações referem-se às aglomerações de pequenas e médias empresas (PME’s) sem governança local definida, onde a diferença está apenas na maneira pelas quais as referidas empresas surgem. No primeiro caso as PME’s locais surgem a partir da existência, na localidade, de instituições científico-tecnológicas, sendo comum nas áreas de alta tecnologia como informática, biotecnologia, telecomunicações, etc. Nesta situação os programas de incubadoras e outros de estímulo público ao surgimento de novas empresas tornam-se instrumentos que são frequentemente utilizados. Já, no segundo caso, encontram-se todas as outras situações possíveis onde os aglomerados de PMEs existem sem haver, na localidade, grandes empresas responsáveis pela governança (QUADRO 5). QUADRO 5- Principais características de aglomerados em função do tipo de governança TIPOS DE GOVERNANÇA Características Economias de Escala Nível de atividade das empresas locais Comércio Intraaglomerado InvestimentosChave Cooperação produtor-usuário AGLOMERAÇÕES COM GOVERNANÇA LOCAL DE GRANDES EMPRESAS Aglomerações Aglomerações Controladas por Controladas por Grandes Empresas Grandes Empresas tipo Plataforma com Sede Local Industrial Satélite AGLOMERAÇÕES SEM GOVERNANÇA LOCAL DEFINIDA Aglomerações de PME’s sem Governança Local Aglomerações de PME’s surgidas a partir da infraestrutura de C&T Altas Altas Baixas Altas Baixo (exceto serviços) Baixo a moderado Alto Baixas ou nenhuma Entre grande firma e fornecedores Mínimo Altamente desenvolvido Decisão local Decisão Externa Decisão local Alta entre instituições e fornecedores No governo local ou externa ao aglomerado Baixa, podendo crescer significativamente Praticamente nula Importante Baixa Baixa Alta com instituições Longo prazo Curto prazo Internas ao aglomerado Externas Boas Depende das instituições governamentais Importante Fraco na promoção Alta em infraestrutura Cooperação com Alta com empresa Alta firmas externas matriz ao Arranjo Regulação das Longo prazo Curto prazo Relações Fontes de Empresa grande Externas Financiamento Possibilidades de Ameaçada pela Depende da grande relocalização das crescimento ao empresa atividades longo prazo Papel do Governo Importante Importante Local Fonte: Adaptado de Cassiolato, Lastres e Szapiro (2000) 28 Enquanto nos dois primeiros casos a transformação dos Arranjos Produtivos Locais (APL’s) em sistemas mais complexos e desenvolvidos poderá se dar a partir da indução por via de políticas públicas corretamente direcionadas e efetivas, nos dois últimos casos as possibilidades de transformações recaem na busca de uma efetiva governança local. Fundamentado nesta expectativa de transformação, crescimento e desenvolvimento dos arranjos produtivos, os referidos autores sugerem ações de políticas para o fortalecimento setorial através de quatro objetivos que devem ser alcançados através dos critérios de neutralidade das iniciativas (de tal forma que todas as firmas do arranjo possam ser beneficiadas), de reciprocidade (visando agrupar firmas de forma complementar ao longo da cadeia) e de efeito-demonstração (através de projetos-pilotos de sucesso), conforme apresentado no quadro 6. QUADRO 6- Exemplos de ações de políticas setoriais por objetivos e critérios Critérios Objetivos NEUTRALIDADE • Centros de Informação. • Centros de Certificação de Qualidade. Revolucionar e estimular o • Escolas Técnicas. ambiente • Políticas de Inclusão Social. • Políticas voltadas ao Capital Social. Ampliar Economias de • Consórcios. Escala • Marcas de Qualidade. Coletivas e/ou • Comércio Comum. Superar Gargalos • Financiamento à Infraestrutura logística. Fortalecer as Economias • Financiamento à Infraestrutura Externas de Telecom, Energia, Transporte, etc. Fortalecer as Sinergias do Aglomerado • Novas Instituições/Organizações voltadas à cooperação. RECIPROCIDADE CRIAÇÃO DE EXEMPLOS • Políticas de Inclusão Social. • Políticas voltadas ao Capital Social. • Pilotos de Introdução de Tecnologias Inovadoras. • Redes. • Iniciativas de Cooperação. • Pilotos de Cooperação. -------- -------- • Joint-ventures para atividades complementares. • Novas Instituições/Organizações voltadas à cooperação. • Atração de investimentos complementares. • Novas Instituições/Organizações voltadas à cooperação. • Incubadoras. Fonte: Adaptado de Cassiolato, Lastres e Szapiro (2000) Para Woitchunas e Sausen (2005), o desenvolvimento territorial se fundamenta nas influências oriundas dos seus próprios agentes e a indução do desenvolvimento local através da consolidação de redes de empresas possui uma relação positiva, gerando os seguintes benefícios: i) maior utilização de estratégias; ii) crescimento das empresas e iii) geração de empregos. Entretanto, os referidos autores alertam para o fato de que a interferência das empresas no gerenciamento da rede é prejudicial quando falta controle, planejamento e informações. 29 Cândido (2002), ao fazer uma revisão bibliográfica sobre o papel do Estado na geração de vantagens competitivas, através da formação de redes interorganizacionais, destaca que o Estado deve ser um elemento ativo na coordenação do desenvolvimento industrial, através de uma intervenção indireta, focada na formação prévia de pessoal, nos eventuais subsídios, na organização eventual de uma cooperação entre centros de pesquisa, escolas e empresas e no estimulo da concorrência no plano interno, devendo evitar a regulação exagerada, se responsabilizando por áreas onde o setor produtivo não for capaz de se desenvolver e assegurando uma educação de boa qualidade. Sobre a mesma questão, Carvalho (2005) afirma: “O Governo em suas várias esferas deve fornecer cidadãos educados e infraestrutura de alta qualidade. Mas surge neste contexto um papel importante do Governo: o de legislador, tanto no que concerne às regras de competição (leis de proteção a propriedade intelectual, anti-truste,etc..) como na definição da política industrial para o incentivo a formação e crescimento dos clusters, (isenções, incentivos fiscais, etc..). Cabe ressaltar o papel de financiamento, através de suas agências e bancos.” (CARVALHO, 2005. p. 45) Do ponto de vista da gestão da informação, Aun, Carvalho e Kroeff (2005) argumentam que a inovação e o aprendizado interativos possivelmente são as mais importantes forças dos APL’s, devendo a governança local não deixar de incorporar em sua dinâmica os estímulos aos processos de aprendizado e aos processos de capacitação produtiva, criando ambientes coletivos de trocas de informações, conhecimentos e aprendizados. Sobre este aspecto, Johnson e Lundvall (2005) alertam para o fato de que as instituições promotoras de educação e treinamento devem se preocupar também com a aprendizagem das pessoas ao longo da vida e que as políticas mediadoras devem ser focadas em conhecimentos relativos aos setores produtivos em questão e às capacidades técnicas de resolução dos seus conflitos. A lógica espacial do atual paradigma técno-econômico, se fundamenta, segundo Albagli (1999) em três tendências principais: i) concentração e centralização das decisões de caráter estratégico; ii) descentralização do gerenciamento organizacional e iii) inter-relações espaciais possibilitadas pelos fluxos informacionais, limitados pelas estruturas de poder e pela infraestrutura de Tecnologia da Informação e comunicação disponíveis em cada região. Desta forma, fica nítido o fato de que não existe uma tendência de globalização tecnológica e sim um processo natural de ampliação das diferenças entre empresas, regiões e países, na medida em que a detenção de conhecimentos e tecnologias torna-se elemento crítico em termos da capacidade de inovação e de desenvolvimento econômico. Neste contexto, vale destacar que o Estado, frente aos processos de governanças locais, possui um papel essencial como fomentador, regulador e 30 articulador das políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), visto que, segundo Loiola e Ribeiro (2005), nos países desenvolvidos a tendência das novas políticas de CT&I se fundamentam nas seguintes ações: 1- Políticas centradas em interações; 2- Enfoque de baixo para cima; 3- Fomento ao aprendizado; 4- Promoção e difusão de estruturas de governança em rede; 5- Foco nas competências e necessidades regionais/locais; 6- Potencialização do intercâmbio com outros locais com “massa crítica”; 7- Reestruturação tecnológica; 8- Monitoração e avaliação das políticas públicas; 9- Gestão descentralizada das políticas e 10- Ênfase na difusão das “melhores práticas” ajustadas às especificidades locais. Tendo em vista que a tecnologia é entendida como uma variável capaz de definir não só modelos organizacionais e práticas de gestão, como também o perfil de desenvolvimento de determinada região, Passador (2003) alerta que a falta de políticas de CT&I é um deságio para o desenvolvimento social e econômico e sua presença torna-se essencial nos processos de governaça local envolvendo governos, empresas e universidades. Sobre este aspecto, vale destacar a falta de prioridade dada às questões de CT&I nos sistemas de inovação nordestino, diagnosticada por Rocha (1999), o que explica, em parte, o autonomismo e isolacionismo das práticas nesta área nos estados do nordeste brasileiro. Preservando as proporcionalidades relativas aos padrões de desigualdades das regiões brasileiras, as melhores capacidades instaladas estão nos Estados do Ceará, Pernambuco, Bahia e Paraíba, sendo também identificadas competências nas áreas da Tecnologia da Informação, telecomunicações e automação, dentre outras. Segundo o autor, as limitações de base tecno-científica dos estados do nordeste poderão ser superadas através de esforços cooperativos visando captar competências fora da região, seja pela atração de cientistas e técnicos nacionais e estrangeiros qualificados, ou seja, pela realização de projetos cooperativos envolvendo empresas e grupos de pesquisa dos Institutos e Universidades locais. Ao se conceber os APL’s como um avanço, comparado ao funcionamento disperso e isolado de empresas e outros agentes, deve-se estar atento para o fato de que este é um fenômeno 31 dinâmico capaz de sofrer processos de involução ou até de crescimento e desenvolvimento para formas superiores de organização, com estruturas sistêmicas mais complexas e sustentáveis. Consequentemente, as abordagens relacionadas com o processo de governança local trazem em si não apenas o intuito de garantir a sobrevivência do aglomerado, e sim, principalmente o intuito de promover a transformação do APL em uma aglomeração industrial mais desenvolvida, denominada em sua manifestação mais expressiva de Sistema Produtivo Local. Para Amorim, Moreira e Ipiranga (2004), este processo de evolução dos APL’s para níveis maiores de competitividade e sustentabilidade se fundamenta nas dimensões produtivas, institucionais e comunitárias da região, através do poder de participação e atuação conjunta dos agentes locais (capital social) e da coordenação e controle das ações e projetos que são elaborados (governança), estando os processos de mudança e desenvolvimento baseados inevitavelmente em uma abordagem participativa voltada para o desenvolvimento da capacidade produtiva e inovativa, bem como para a formação de competências, conforme figura 5. COMPETITIVIDADE SUSTENTABILIDADE ARRANJO PRODUTIVO LOCAL Desenvolvimento da Capacidade Produtiva e Inovativa Formação de Competências Fortalecimento do Capital Social e da Governança Figura 5- Vertentes do processo de desenvolvimento do APL Fonte: Adaptado de Amorim, Moreira e Ipiranga (2004) Na dimensão produtiva, o desenvolvimento da capacidade de produção local está fundamentado na melhoria da qualidade dos produtos e processos, no adensamento das aglomerações, no aprofundamento da especialização/inovação e na diferenciação dos produtos. Na dimensão institucional, enquanto o fortalecimento do Capital Social está diretamente vinculado com a criação de uma rede de cooperação entre atores e instituições locais, o fortalecimento da Governança se relaciona com a intensificação deliberada das relações entre atores e instituições na região e com a formação de um processo contínuo de coordenação das referidas relações. Já, a dimensão comunitária é fortalecida através da formação de competências e do processo de aprendizado de seus agentes. 32 As autoras afirmam que a transformação e o desenvolvimento do APL requerem a formação de uma governança local baseada na criação de entidades organizacionais que contribuam para uma ambiência favorável, com os seguintes objetivos: 1-Explorar as potencialidades do Capital social através da valorização e criação de sinergias entre as competências locais; 2-Organizar as complementaridades entre recursos e projetos; 3-Promover as trocas de saberes e de experiências; 4-Formar redes de ajuda mútua; 5-Fomentar a auto-organização das comunidades locais; 6-Proporcionar a maior participação dos atores e da população em geral nas decisões políticas; 7-Estimular a abertura para novas formas de especialidades e 8-Desenvolver parcerias como meio para viabilizar o desenvolvimento local do território. Dentro desta perspectiva é proposto um modelo de alavancagem de APL’s, em especial para o Estado do Ceará, através da criação de três tipos de entidades, que conjuntamente servem como instrumentos integrados de mobilização social baseados em uma abordagem cooperativa. A primeira entidade, denominada genericamente de “Fórum de Mudança” trata-se de um espaço organizacional através do qual os principais atores institucionais, públicos e privados, são convidados a participarem com o propósito de convergirem e difundirem idéias, visando assegurar uma relação legitima entre as propostas de inovação e aqueles que serão chamados para gerir e atuar nas práticas específicas de cada contexto. A segunda entidade, denominada genericamente de “laboratórios para a inovação”, é representada pelos grupos de trabalho operativos que são criados para colocar em prática as propostas de melhorias deliberadas pelo Fórum. Estes laboratórios são formados por representantes selecionados no Fórum e devem gerar soluções para assuntos específicos, tendo natureza e modalidades diferentes, dependendo de seus objetivos. Já, a terceira entidade é denominada genericamente de “Pontos de Escuta” e tem como objetivo criar uma rede de interlocutores da comunidade local e regional, capazes de gerar informações, bem como, avaliar e operacionalizar os projetos que experimentarão as práticas e procedimentos inovadores. Estes Pontos de Escuta envolvem as pessoas e as organizações que possuem a capacidade de gerar informações, bem como, dominem o estado da arte pertinente aos temas por eles trabalhados (QUADRO 7 e FIGURA 6). 33 QUADRO 7- Características das entidades que compõem o modelo de alavancagem de APL’s Exemplos de Composição do Fórum para Mudança Lideranças do APL Representante da Prefeitura Representante do SEBRAE Representante do BNB Representante do Governo Estadual Membro do CDL local Representante do Banco do Brasil Representante das Universidades com atuação no território Representante dos CENTEC/CVTs presentes no território Transportadoras, Correios Representante dos compradores e intermediários dos produtos do APL ------------------------------------------- Exemplos de Laboratórios para a Inovação e seus objetivos Observatório nacional e internacional sobre as novas tendências da moda, etc Criação de um pool para a prospecção de novos mercados, canais de distribuição nacionais e internacionais Desenvolvimento de práticas cooperativas (relações e trocas) inter-empresas e interarranjos Relações com o crédito bancário e desenvolvimento de formas de financiamento customizados e coletivo Ações focalizadas no processo de inovação, design e diversificação Projetos comuns para a formação e desenvolvimento dos Recursos Humanos Desenvolvimento de novas competências técnicas (skills). Exemplos: design, logística e marketing Gestão de problemas comuns do ambiente Criação de uma rede de parcerias com autoridades públicas e governo estadual, municipal e federal Coesão e interação entre vários sujeitos produtivos e institucionais (nacionais e internacionais) para trocas de best-practices Ações de marketing social e cultural relacionadas com o desenvolvimento da imagem (aspectos intangíveis) do território Promoção de ações comerciais entre as PME e entre os Arranjos Estímulo ao empreendedorismo e o controle de PME emergentes Relações entre contratadas e sub-contratadas Exemplos de Pontos de Escuta Universidades CENTECs CVTs SENAI EMBRAPA Centro Internacional de Negócios-CIN (FIEC/SEBRAE) Centros Culturais Associações de classe e comunitárias EMPRABA Centros de Estudos e Pesquisas Internacionais Câmaras de Comércio Sindicatos Bancos --------------- Fonte: Amorim, Moreira e Ipiranga (2004) Figura 6- Modelo de mobilização social de APL através de uma abordagem cooperativa Fonte: Ipiranga, Amorim e Moreira Faria (2007) 34 A dinâmica proposta pelo modelo, e ratificada na analise de dois casos de APL’S por Ipiranga, Amorim e Moreira Faria (2007), se inicia com a criação do Fórum e a partir dele são formados os grupos de trabalhos (laboratórios para a inovação) com o propósito de operacionalizarem os projetos, bem como identificarem e se conectarem com os Pontos de Escuta (fontes privilegiadas de informações, e de experiências relacionadas com os temas de cada laboratório). Cada entidade acolhe conjuntos diferenciados de atores produtivos, institucionais e comunitários, operando através de uma liderança que busca, em cada nível, atingir objetivos específicos. Enquanto no Fórum, a liderança coordena o esforço coletivo de mudança e congrega as iniciativas voltadas para este fim, nos laboratórios o líder tem o papel de juntar os demais colaboradores do grupo com o propósito de assegurar que os objetivos sugeridos pelo Fórum sejam plenamente alcançados. Já, nos Pontos de Escuta, o processo de liderança se ampara na identificação dos indivíduos e instituições de referência que facilitarão os contatos e as trocas de informações (FIGURA 7). 3° Identificação e Conexão com Pontos de Escuta SUSTENTABILIDADE 2° Criação dos Laboratórios de Inovação COMPETITIVIDADE 1° Criação do Fórum de Mudança ARRANJO PRODUTIVO LOCAL PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO 4° Mudança, Crescimento e Desenvolvimento Figura 7- Processo de construção do Modelo de Alavancagem de APL’s através de uma Governança Local baseada em uma abordagem cooperativa. Convém frizar que, por mais que o estabelecimento de uma governança local, voltada para o desenvolvimento de um APL, esteja amparada em uma organização que congregue os principais agentes representativos do setor, deve-se estar atento sobre o risco das ações propostas e aprovadas por estes fóruns encontrarem dificuldade de serem concretizadas adequadamente, pela falta de um instrumento operacional mais consistente, que englobe e ampare os grupos de trabalho 35 representativos dos laboratórios para inovação. Esta questão torna-se procedente, na medida em que Cassaroto Filho (2003) apresenta exemplos de casos concretos e sugere a incorporação, na estrutura da cúpula da governança, de Agências de Desenvolvimento, setoriais ou funcionais, capazes de servirem de instrumentos de integração estratégica e operacional. Mesmo ciente das dificuldades em se estabelecer conexões causais exatas entre a implementação de determinadas políticas com o sucesso dos aglomerados, além do fato de que os aglomerados empresariais podem surgir sem que aja uma estratégia deliberada de indução, vale destacar que os modelos mais indicados de promoção do desenvolvimento regional, baseados na consolidação de redes entre organizações, são aqueles fundamentados em uma abordagem participativa. Esta abordagem se caracteriza por uma governança voltada para busca efetiva do envolvimento dos atores sociais diretamente vinculados com o setor, preservando ao mesmo tempo os componentes representativos da cultura e interesses locais. 36 4. Aspectos Metodológicos O objetivo do estudo é identificar os desafios relacionados com o desenvolvimento do Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Fortaleza, capital do Estado do Ceará-Brasil, através da analise dos conteúdos existentes nos discursos declarados pelas instituições representativas do setor. A pesquisa parte do pressuposto de que desafios explicitamente identificados possuem a capacidade de assumirem o papel de elementos impulsionadores da elaboração de estratégias de mudança, crescimento e desenvolvimento. Levando em consideração os pressupostos sobre a natureza do ambiente de estudo e do nível de objetividade utilizado pela pesquisa, concebe-se que a abordagem incorporada fundamentou-se, segundo Burrell (1999), no paradigma da sociologia interpretativista, integrando alguns elementos da perspectiva funcionalista, conforme admitem Lewis e Grimes (2005). A pesquisa, realizada no período compreendido entre junho a outubro de 2007, é considerada de caráter exploratório, amparada em dados primários, através da utilização da analise de conteúdo como uma técnica de investigação, alinhada aos pressupostos interpretativistas, conforme afirmam Silva, Gobbi e Simão (2005), havendo conjuntamente a incorporação de elementos quantitativos e qualitativos no tratamento das informações como prevê Godoy (1995). As instituições consideradas como atores sociais representativos do APL de Tecnologia da Informação de Fortaleza foram: Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet do Ceará-ASSESPRO-CE; Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará-SEITAC; Instituto de Tecnologia do Ceará-INSOFT; Instituto Titan-Tecnologia, Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste-TITAN e a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará-SECITECE. Estas instituições foram consideradas relevantes, para os propósitos do estudo, pelos seguintes motivos: i) Exceto a SECITEC, todas as instituições são entidades associativas de empresas de tecnologia da informação do Estado do Ceará e ii) todas são instituições que historicamente fazem parte do corpo de principais atores sociais mais ativos nas discussões 37 sobre a construção das políticas públicas estaduais relacionadas com o setor de Tecnologia da Informação. Usando como pressuposto básico o fato de que os atores sociais expressam seus pontos de vista também escrevendo, e que textos, ao mesmo tempo em que as falas, transmitem os pensamentos, sentimentos, memórias, planos e discussões sobre os assuntos debatidos (Bauer, 2003), estabeleceu-se como fonte para o estudo, o conjunto das notícias divulgadas nos sites oficiais das respectivas instituições na Internet. Convém esclarecer que no estado do Ceará a ASSESPRO e o SEITAC compõem uma aliança institucional denominada de sistema Assespro/Seitac o qual aglutina as divulgações destas duas instituições em um site único. A analise de conteúdo foi escolhida como ferramenta para a compreensão dos significados que os referidos atores sociais exteriorizam em seus discursos, pelo fato da possibilidade deste instrumento ser aplicado a tudo que é dito em entrevistas, depoimentos, jornais, livros, textos ou, em termos gerais, a tudo que é dito, visto ou escrito conforme argumenta Ferreira (2000). Sobre a perspectiva quantitativa, a analise buscou identificar a recorrência dos significados encontrados com o propósito de evidenciar padrões que possam sugerir a existência de focos de interesses representativos das respectivas instituições. Dentro da perspectiva qualitativa, a analise de conteúdo foi estruturante na medida em que buscou filtrar determinados aspectos do material analisado, estabelecendo recortes, através de critérios pré-definidos, e posteriormente compondo uma estrutura através da identificação de dimensões específicas relativas ao assunto trabalhado (MAYRING, 2002). A metodologia de analise foi baseada na estrutura proposta por Bardin (1979), envolvendo três fases denominadas respectivamente de: i) Pré-Analise; ii) Exploração do Material e iii) Tratamento dos Resultados e Interpretações. (FIGURA 8) 38 PRÉ-ANALISE Leitura “Flutuante” Formulação das Hipóteses e dos Objetivos Escolha de Documentos Referenciação dos Indices Constituição do Corpus Elaboração dos Indicadores Dimensão e Direções de analise Preparação do Material Regras de recorte, de categorização, de codificação “Texting” das técnicas EXPLORAÇÃO DO MATERIAL (CODIFICAÇÃO) Administração das Técnicas Sobre o Corpus TRATAMENTO DOS RESULTADOS E INTERPRETAÇÕES Operações Estatísticas Provas de Validação Sintese e seleção dos resultados Inferências Outras orientações para uma nova analise Interpretação Utilização dos resultados de analise para fins teóricos ou pragmáticos Figura 8- Estrutura da Analise de Conteúdo Fonte: Bardin (1979, p.102) Tendo em vista a natureza exploratória do estudo, foi realizada durante a Pré-Analise, uma leitura flutuante em todos os Sites oficiais das instituições e em seguida formulado o pressuposto norteador da análise, em substituição do possível estabelecimento de hipóteses e objetivos, conforme admite Ferreira (op.cit). Logo após, foram escolhidos os documentos para estudo e construído o Corpus, utilizando a data de 12 de agosto de 2007 como corte temporal delimitador (QUADRO 8). 39 QUADRO 8- Pressuposto norteador da analise do conteúdo e definição do Corpus PRESSUPOSTO NORTEADOR DEFINIÇÃO DO CORPUS Os principais desafios do APL de TI de Fortaleza estão incorporados nas notícias divulgadas através das 5 Instituições (Assespro/Seitac;Insoft; Titan e Secitece), como elementos que precisam ser trabalhados para a promoção do desenvolvimento do referido Setor. Corpus do trabalho: É o conjunto de todas as notícias divulgadas nos sites da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet com o Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará (Sistema ASSESPRO/SEITAC); Instituto de Tecnologia da Informação do Ceará (INSOFT); Instituto de Tecnologia, Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste (TITAN) e Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará (SECITECE), disponíveis em 12 de agosto de 2007 nos endereços eletrônicos abaixo, cobrindo um período de registro compreendido entre os anos de 2002 até 2007. FONTES DO CONTEÚDO DO CORPUS INSTITUIÇÃO ENDEREÇO ELETRÔNICO ASSESPRO / SEITAC INSOFT <http://www.assesproce.org.br/index_mod.php?mod=noticias&submod=desc_lins_notícias|todas%20as%20noticias> <http://www.insoft.softex.br/noticias2.aspx> TITAN SECITECE <http://www.conteud.secrel.com.br/content/aplicacao/titan/_includes/html/index.asp> <http://www.sct.ce.gov.br> PERÍODO DAS NOTÍCIAS 2002 até 2007 2007 2003 até 2007 2003 até 2007 Das 592 notícias disponíveis nos Sites das Instituições, foram excluídas do Corpus algumas notícias por terem conteúdos identicamente repetidos ou por estarem indisponíveis para acesso. Ao final, o Corpus se caracterizou como sendo um conjunto de 575 notícias transcritas, com uma média geral de 7 parágrafos com 60 palavras. Vale destacar que de fato, o tamanho das notícias foi elemento de grande variabilidade, havendo notícias de um parágrafo contendo 22 palavras, até notícias que incorporavam aproximadamente 30 parágrafos em sua formatação (TABELAS 1, 2 e 3). TABELA 1: Características das Notícias disponíveis nos Sites. Características das Notícias Títulos de Notícias existentes no Site Conteúdos de Notícias Indisponíveis Total de Notícias disponíveis para analise Assespro/Seitac 195 195 Insoft 16 16 Secitece 203 203 Titan 174 4 170 TOTAL 588 4 584 Secitece 203 203 Titan 170 9 161 TOTAL 584 9 575 TABELA 2: Características das Notícias disponíveis no Corpus. Características das Notícias Quantidade de Notícias disponíveis Conteúdo repetido Total de Notícias analisadas Assespro/Seitac 195 195 Insoft 16 16 40 TABELA 3: Tamanho das Notícias disponíveis no Corpus (número de palavras por notícias). Características das Notícias Média Desvio Padrão Mediana Mínimo Máximo Somatório Assespro/Seitac 337,7 307,4 273 22 1692 65.856 Insoft 335,4 152,5 306,5 133 726 5.367 Secitece 524,5 416,8 438 66 3821 106.477 Titan 427,3 333,1 319 34 1849 68.792 Sob a ótica da constituição, o Corpus foi considerado adequado para o estudo, na medida em que atende a todos os critérios estabelecidos pela literatura, conforme avaliação feita durante a Pré-Analise (QUADRO 9), sendo preparado para a exploração através de uma edição em fichas de três colunas com o propósito de proceder à catalogação da origem das notícias e a identificação dos trechos destacados na analise (Apêndice 1). QUADRO 9- Avaliação da adequabilidade do Corpus através das regras de constituição REGRAS (OU CRITÉRIOS) DE CONSTITUIÇÃO DO CORPUS DEFINIÇÃO Deve-se esgotar a totalidade da comunicação, não omitindo nada. A amostra deve representar o universo. Representatividade Os dados devem referir-se ao mesmo tema, sendo obtidos por técnicas iguais e colhidos por indivíduos Homogenidade semelhantes. Os documentos precisam adaptar-se ao conteúdo e Pertinência objetivo da pesquisa. Nota: (*) A avaliação realizada pelo autor, através de uma escala que utilizou os seguintes Plenamente ao Critério; 2-Atende parcialmente ao Critério e 3-Não Atende ao Critério. Exaustividade AVALIAÇÃO* Atende Plenamente Atende Parcialmente Atende Plenamente Atende Plenamente conceitos: 1-Atende Ainda na fase de Pré-Análise, foram estabelecidas as unidades de registro, os índices, os indicadores e as regras de recortes, categorização e codificação. A unidade de registro foi estabelecida através de um tema, sendo os índices (critérios de identificação e extração dos trechos significantes) fundamentados em elementos vinculados à conotação dada ao referido tema, conforme descrição contida no quadro 10. 41 QUADRO 10- Definição da unidade de registro e dos índices relacionados com a análise de conteúdo UNIDADE DE REGISTRO CONOTAÇÃO DO TEMA INDICES Projetos Programas Planos Institucionais Políticas Investimentos Sugestões Pautas Problemas Desafios Explícitos Tema :Desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São considerados desafios todos os elementos que necessitam ser enfrentados, superados ou trabalhados para a promoção do desenvolvimento do setor de TI dentro do contexto do APL de Fortaleza. Relatos referentes aos projetos, programas, planos institucionais, políticas, investimentos, sugestões, pautas, problemas ou desafios explícitos contidos no Corpus, que estejam vinculados à promoção do desenvolvimento do setor de TI no APL de Fortaleza ou no Estado do Ceará em geral. DEFINIÇÕES São todas as propostas de ação estruturadas, que estão vinculadas ao Tema e ainda não foram implementadas. São todas as ações que são vinculadas ao Tema e que estão iniciando ou estão em plena fase de implementação. São todas as metas, ou objetivos institucionais, a serem alcançados pelos planejamentos de gestão das instituições que estão sendo analisadas. São todas as diretrizes, ou posturas, institucionais (públicas ou privadas), que fundamentam as ações de determinada instituição ou grupos de instituições. Representam o tipo de gasto, público ou privado, realizado para promover ações vinculadas ao Tema analisado, preferencialmente de cunho monetário. São todas as propostas vinculadas ao Tema, advindas de uma pessoa, conjunto de pessoas ou instituições. São todos os tópicos e/ou objetivos vinculados à realização de reuniões, encontros ou eventos entre os agentes relacionados com o setor. São todas as dificuldades relacionadas com a dinâmica de um determinado sistema e/ou com o alcance de um determinado objetivo. São propósitos, objetivos, metas ou ações que assumem o papel de missão, individual ou coletiva, voltada para o desenvolvimento do setor. Na medida em que a definição dos indicadores se baseou nas ocorrências e nas freqüências de cada índice, as regras de contagem escolhidas foram consequentemente a presença e a freqüência de cada índice. Por fim, o critério definido para a escolha das categorias se baseou na abordagem semântica, sendo a categorização durante o inventário realizada através do processo de “caixa” (categorias pré-definidas) e durante a classificação através do processo de “milha” (criação de categorias por agrupamento em função das similaridades semânticas), procedendo-se no máximo dois ciclos de sistematização, conforme descrição no quadro 11. QUADRO 11- Critérios de categorização semântica da analise de conteúdo ETAPAS DA CATEGORIZAÇÃO Inventário Classificação CRITÉRIOS A categorização será fundamentada na abordagem SEMÂNTICA, em função do tema escolhido, através de um INVENTÁRIO estruturado em categorias pré-definidas (processo de “caixa”), representadas pelos índices estabelecidos na fase de préanalise. A CLASSIFICAÇÃO será realizada através da criação de categorias SEMÂNTICAS representativas dos desafios do setor de TI, através de um processo de agrupamento por Similaridade (processo de “Milha”), procedendo no máximo dois ciclos de sistematização. 42 Na fase de Exploração do Material procedeu-se a utilização das técnicas, ocorrendo à identificação dos trechos significantes no Corpus, segundo cada índice estabelecido, e a extração de cada trecho para as fichas de inventário (Apêndice 2). Logo após foi realizado o processo de classificação, através da criação de categorias de desafios, em dois ciclos de sistematização denominados de identificação (Apêndice 3) e de agrupamento (Apêndice 4). Por fim, foi confeccionado uma Ficha-Gabarito de Codificação com o propósito de subsidiar o processo de tabulação dos dados (Apêndice 5). Na fase de Tratamento dos Resultados e Interpretações foram realizadas as operações estatísticas e os procedimentos de inferência e de interpretação. Inicialmente os dados contidos no Gabarito de Codificação foram ordenados, tabulados e em seguida descritos, em função das ocorrências e freqüências, sendo apresentados em forma de tabelas, quadros e gráficos. Sobre o aspecto da inferência, dois pólos de analise foram utilizados. Dentro da perspectiva das variáveis de inferência, ou seja, os efeitos observados pela analise, foram apresentados os desafios do setor que foram encontrados, baseados nas significações das MENSAGENS referentes ao tema. Já, dentro da perspectiva das variáveis inferidas (possíveis causas geradoras dos efeitos encontrados), inferiu-se sobre os interesses subjacentes aos EMISSORES, isto é, os interesses subjacentes às cinco instituições analisadas. Por fim, a interpretação dos resultados foi apresentada dentro de duas dimensões conjugadas, através da construção iterativa de uma explicação, na medida em que, segundo Vergara (2005), a interpretação é realizada com base apenas nas relações entre as categorias encontradas, processo esse, geralmente utilizado em pesquisas exploratórias. A primeira dimensão, ancorada em uma perspectiva mais conceitual, buscou interpretar os desafios que foram identificados como fatores críticos de sucesso relacionados com o processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. Já a segunda dimensão, voltada para geração de proposições, apresenta direções estratégicas de Governança e ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza, baseadas nas evidencias extraídas pelo estudo. O emparelhamento (associação dos resultados ao referencial teórico utilizado no estudo) é utilizado, em especial, nas considerações finais, com o propósito de contextualizar as alternativas de aplicação das interpretações realizadas. 43 5. Resultados 5.1- Inferências sobre os desafios relacionados com o APL de TI de Fortaleza Em termos gerais, o conjunto de recortes, extraídos com forte vínculo de significação com a unidade de registro, isto é, com os desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza, teve uma elevada contribuição de extratos que se configuravam como Desafios Explícitos, Pautas, Projetos e Programas. Vale destacar também a ocorrência de um número significativo de Problemas apresentados pela Assespro/Seitac e de Políticas vinculadas aos conteúdos divulgados pela Secitece, conforme se pode observar na tabela 4 e Gráfico 1. TABELA 4: Número de Extratos e Ocorrências dos Índices ÍNDICES Características das Notícias Extratos (Recortes) Projetos Programas Planos Institucionais Políticas Investimentos Sugestões Pautas Problemas Desafios Explícitos Desafios Explícitos 22,4% Assespro/Seitac 222 38 29 11 20 10 5 31 33 45 Insoft 7 1 1 1 2 2 Secitece 82 3 16 14 12 2 11 7 17 Titan 118 18 6 6 10 4 4 34 4 32 Projetos 13,8% Program as 12,1% Planos Institucionais 4,2% Problem as 10,7% Políticas 10,3% Pautas 17,9% Sugestões 2,6% Investim entos 6,1% Gráfico 1- Natureza dos recortes extraídos TOTAL 429 59 52 18 44 26 11 77 46 96 44 Percebe-se que os três índices mais recorrentes representam 54,1% dos recortes obtidos, sugerindo que os discursos das instituições expressam uma evidente mobilização dos agentes vinculados ao APL em torno de idéias voltadas para o desenvolvimento do setor, onde o sistema Assespro/Seitac tem se esforçado em apontar as principais limitações e a Secitece buscado divulgar políticas de enfrentamento. Foram identificados 35 desafios vinculados ao tema, sendo os mesmos agrupados por similaridade em quatro conjuntos representativos dos Grandes Desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza e descritos de acordo com o que se pode observar no Quadro 12. Convém ressaltar que alguns desafios, em função de suas características, foram enquadrados em mais de um grupo. QUADRO 12: Desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza (Continua) CÓDIGO D.01 D.02 D.03 D.04 D.05 D.06 D.07 D.08 D.09 D.10 D.11 D.12 D.13 D.14 D.15 D.16 D.17 D.18 D.19 D.20 D.21 D.22 D.23 D.24 D.25 D.26 D.27 D.28 D.29 D.30 D.31 D.32 D.33 D.34 D.35 DESAFIOS Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI. Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI. Consolidação de Parque Tecnológico. Redução da Carga Tributária. Fortalecimento das empresas do Estado. Enfrentamento à Exclusão Digital. Melhoria da Infra-Estrutura de TI. Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor. Capacitação dos Empresários locais. Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico. Formação de parcerias entre as empresas do setor. Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. Maior organização do setor. Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. Implementação de mecanismos de fomento do mercado. Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. Informatização dos serviços públicos. Investimentos em P&D e Inovação. Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. Informatização das empresas em geral. Fomentar atividades de alto valor agregado. Profissionais especializados para atender a demanda do setor. Redução dos índices de pirataria. Ampliação do número de empresas do setor com certificações. Atração de empresas de TI para o Estado. Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. Fixação de Mão-de-obra qualificada na região. Redução da mortalidade das empresas novas do setor. Redução do mercado informal. Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. Proteção de Marcas e Patentes. Melhoria do nível de Gestão dos ICT’s. Melhoria do Padrão de Qualidade dos Produtos e Serviços. Desburocratização. 45 QUADRO 12: Desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza (Continuação) GRANDES DESAFIOS GD-A Fortalecimento da Competitividade do APL. GD-B Ampliação do Mercado atingido pela atuação das empresas do APL. GD-C Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação no APL. GD-D Formação de Alianças Estratégicas importantes para o desenvolvimento do APL. COMPETITIVIDADE MERCADO INOVAÇÃO GD-A GD-B GD-C CÓDIGO D.01 D.05 D.06 D.07 D.08 D.10 D.13 D.14 D.16 D.17 D.22 D.23 D.25 D.26 D.27 D.28 D.29 D.31 D.32 D.34 D.35 D.02 D.07 D.11 D.13 D.16 D.17 D.18 D.21 D.24 D.30 D.01 D.04 D.19 D.20 D.27 D.29 D.01 D.03 D.04 D.32 D.33 ALIANÇAS GD-D D.09 D.11 D.12 D.15 D.20 As instituições que apresentaram maior número de ocorrências de desafios foram Assespro/Seitac (32 desafios), Titan (21 desafios) e Secitece (19 desafios), conforme se pode verificar na tabela 5. TABELA 5: Ocorrências dos desafios vinculados ao desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza Desafios (Código) Assespro Insoft Secitece Titan Total D.01 D.02 D.03 D.04 D.05 D.06 D.07 D.08 D.09 D.10 D.11 D.12 D.13 D.14 D.15 D.16 D.17 D.18 D.19 D.20 D.21 D.22 D.23 D.24 D.25 D.26 D.27 D.28 D.29 D.30 D.31 D.32 D.33 D.34 D.35 Total de Desafios 3 5 6 50 18 5 27 2 2 6 5 1 25 4 13 1 11 7 23 12 11 1 22 3 3 2 1 1 1 1 2 1 32 1 1 2 1 2 1 6 1 12 2 6 1 17 8 1 10 3 26 9 1 8 3 2 3 8 1 19 2 34 2 12 1 1 1 12 2 8 8 4 23 27 7 3 3 2 3 1 1 21 6 17 8 90 20 7 56 11 4 7 6 1 49 6 21 1 19 14 73 48 11 2 39 3 6 7 7 3 2 1 13 1 1 1 1 35 46 Vale destacar que o mesmo padrão, referente ao número de ocorrência dos desafios em cada instituição, se repete nos Grandes Desafios, conforme se pode observar na tabela 6. Este quadro denota possivelmente o grau de engajamento que cada instituição possui nos debates sobre a importância do desenvolvimento do setor, com exceção do Insoft, pelo fato do número de notícias vinculadas em seu Site não ser suficiente para este tipo de inferência, visto que a instituição não mantém disponíveis os registros históricos de todas as notícias que já foram divulgadas. TABELA 6: Ocorrências dos Grandes Desafios vinculados ao desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza GRANDES DESAFIOS Assespro Insoft Secitece Titan Total 76 62 68 65 271 6 2 2 1 11 37 32 38 15 122 29 22 65 59 175 148 118 173 140 579 GD-A: Fortalecimento da Competitividade GD-B: Ampliação do Mercado GD-C: Desenvolvimento de Inovação GD-E: Formação de Alianças Estratégicas Total Outro ponto importante, diz respeito ao fato de que o conjunto que engloba aproximadamente 80% da freqüência acumulada das ocorrências é composto por 12 desafios que se destacam como elementos vinculados ao desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza, como pode-se observar no quadro 13. QUADRO 13: Desafios mais citados em relação ao desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza DESAFIOS RELACIONADOS COM O DESENVOLVIMENTO DO APL DE TI DE FORTALEZA Fortalecimento da Competitividade do APL Ampliação do Mercado atingido pela atuação das empresas do APL Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação no APL Formação de Alianças Estratégicas importantes para o desenvolvimento do APL D.05- Redução da Carga Tributária. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. 47 Ainda sobre o aspecto geral, convém ressaltar que, enquanto o fortalecimento da competitividade do APL se configura como desafio de destaque nos conteúdos extraídos da Assespro/Seitac, Insoft e Secitece, percebe-se que a consolidação de um ambiente de desenvolvimento da inovação no APL se destaca nos conteúdos oriundos da Secitece e do Titan. Dentro deste contexto, verifica-se também um acentuado enfoque nos conteúdos vinculados a formação de alianças estratégicas importantes para o desenvolvimento do APL por parte do Titan (GRÁFICO 2) 60,0 50,0 40,0 (%) 30,0 20,0 10,0 0,0 Assespro/ Seitac Insoft Secitece Titan Total Fortalecimento da Competitividade 28,0 54,5 30,3 16,6 25,6 Ampliação do M ercado 22,9 18,2 26,2 12,6 20,4 Desenvolvimento de Inovação 25,1 18,2 31,1 37,1 29,9 Formação de Alianças Estratégicas 24,0 9,1 12,3 33,7 24,2 Gráfico 2- Proporção das ocorrências dos desafios por instituição Ao se analisar os índice dentro da perspectiva dos Projetos, o desenvolvimento de inovação e a formação de alianças estratégicas se destacam como Grandes Desafios (TABELA 7). Ao se detalhar os registros, verifica-se que aproximadamente 80% da freqüência acumulada das ocorrências abrange 4 desafios vinculados aos projetos do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Consolidação de Parque Tecnológico; 2- Investimentos e P&D e Inovação; 3- Enfrentamento à Exclusão Digital e a 4- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional, de acordo com a tabela 8 e Gráfico 3. 48 TABELA 7: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROJETOS GRANDES DESAFIOS Assespro Insoft FREQUÊNCIA Secitece Titan Total 13 10 33 29 85 - 1 3 2 6 5 5 17 15 42 18 16 53 46 133 GD-A: Fortalecimento da Competitividade GD-B: Ampliação do Mercado GD-C: Desenvolvimento de Inovação GD-E: Formação de Alianças Estratégicas Total TABELA 8: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROJETOS Desafios (Código) D.04 D.19 D.07 D.13 D.17 D.20 D.23 D.01 D.02 D.03 D.05 D.08 D.15 D.21 Total 60,0 Freqüência 42 12 7 7 3 3 3 1 1 1 1 1 1 1 84 (%) 50,0 14,3 8,3 8,3 3,6 3,6 3,6 1,2 1,2 1,2 1,2 1,2 1,2 1,2 100 (%) Acum 50,0 64,3 72,6 81,0 84,5 88,1 91,7 92,9 94,0 95,2 96,4 97,6 98,8 100,0 - 50,0 50,0 (%) 40,0 30,0 20,0 19,0 14,3 10,0 8,3 8,3 Enfrentamento à Exclusão Digital Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional 0,0 Consolidação de Parque Tecnológico Investimentos em P&D e Inovação Outros Gráfico 3- Principais desafios vinculados aos PROJETOS do APL de TI de Fortaleza Sobre o aspecto dos Programas, o fortalecimento da competitividade do APL e a ampliação do mercado atingido pela atuação das empresas do APL se destacam como Grandes Desafios (TABELA 9). Ao se detalhar os registros, verifica-se que aproximadamente 90% da freqüência acumulada das ocorrências abrangem 7 desafios 49 enfrentados pelas ações desenvolvidas no APL de TI de Fortaleza. São eles: 1Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 2Fomento de atividades de alto valor agregado; 3- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional; 4- Formação de parcerias entre as empresas do setor; 5- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor; 6Implementação de mecanismos de fomento do mercado e a 7- Investimentos em P&D e Inovação (TABELA 10 e GRÁFICO 4) TABELA 9: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROGRAMAS GRANDES DESAFIOS Assespro Insoft FREQUÊNCIA Secitece Titan Total 25 16 7 9 57 1 1 2 12 14 5 1 32 5 5 1 1 12 43 35 14 11 103 GD-A: Fortalecimento da Competitividade GD-B: Ampliação do Mercado GD-C: Desenvolvimento de Inovação GD-E: Formação de Alianças Estratégicas Total TABELA 10: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROGRAMAS Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.23 D.22 D.13 D.12 D.15 D.16 D.19 D.06 D.07 D.20 D.27 D.03 D.21 Total 27 15 9 4 4 4 4 2 2 2 2 1 1 77 35,1 19,5 11,7 5,2 5,2 5,2 5,2 2,6 2,6 2,6 2,6 1,3 1,3 100 35,1 54,5 66,2 71,4 76,6 81,8 87,0 89,6 92,2 94,8 97,4 98,7 100,0 - 50 Im plem entação de m ecanism os de fom ento do m ercado. 5% Outros 13% Investim entos em P&D e Inovação. 5% Profissionais especializados para atender a dem anda do setor. 36% Aum ento do nível de integração (cooperação) entre as em presas do setor. 5% Form ação de parcerias entre as em presas do setor. 5% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado internacional. 12% Fom entar atividades de alto valor agregado. 19% Gráfico 4- Principais desafios vinculados as ações desenvolvidas no APL de TI de Fortaleza No que se refere aos Planos Institucionais, o desenvolvimento de inovação e a formação de alianças estratégicas se destacam como Grandes Desafios (TABELA 11). Verifica-se que aproximadamente 77% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 9 desafios considerados como alvos de enfrentamento pelos planos das instituições associativas do APL de TI de Fortaleza e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará. São eles: 1- Consolidação de Parque Tecnológico; 2- Investimentos em P&D e Inovação; 3- Aumento do poder associativo das empresas do setor; 4- Enfrentamento à Exclusão Digital; 5- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do setor; 6- Interiorização das ações do setor de TI no Estado; 7- Maior entrosamento dos empresários com o poder público; 8- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional e a 9- Informatização dos serviços públicos (TABELA 12 e GRÁFICO 5) TABELA 11: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PLANOS INSTITUCIONAIS GRANDES DESAFIOS GD-A: Fortalecimento da Competitividade GD-B: Ampliação do Mercado GD-C: Desenvolvimento de Inovação GD-E: Formação de Alianças Estratégicas Total Assespro Insoft FREQUÊNCIA Secitece Titan Total 5 7 4 7 23 1 1 - 3 2 6 5 16 8 9 10 13 40 51 Tabela 12: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PLANOS INSTITUCIONAIS Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.04 D.19 D.09 D.07 D.20 D.02 D.11 D.13 D.18 D.01 D.03 D.05 D.14 D.17 D.21 D.25 D.26 D.31 Total 7 5 4 3 3 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 39 17,9 12,8 10,3 7,7 7,7 5,1 5,1 5,1 5,1 2,6 2,6 2,6 2,6 2,6 2,6 2,6 2,6 2,6 100 17,9 30,8 41,0 48,7 56,4 61,5 66,7 71,8 76,9 79,5 82,1 84,6 87,2 89,7 92,3 94,9 97,4 100,0 - Inform atização dos serviços públicos. 5% Outros 23% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado internacional. 5% Maior entrosam ento dos em presários com o poder púbico. 5% Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. 5% Consolidação de Parque Tecnológico. 18% Investim entos em P&D e Inovação. 13% Aum ento do Poder associativo das Em presas do Setor. 10% Aum ento do intercâm bio entre universidades, governo e as em presas do setor. 8% Enfrentam ento à Exclusão Digital. 8% Gráfico 5- Principais desafios considerados como alvos nos planejamentos das instituições associativas no APL de TI de Fortaleza e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará Ao se analisar os índices relacionados com as Políticas, verificou-se que o fortalecimento da competitividade do APL e o desenvolvimento de inovação se destacam como Grandes Desafios (TABELA 13). Outro ponto que vale destaque diz respeito ao fato de que aproximadamente 89% da freqüência acumulada das ocorrências engloba 10 desafios considerados como balizadores das diretrizes e/ou posturas das instituições associativas do APL de TI de Fortaleza e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará. São 52 eles: 1- Investimentos em P&D e Inovação; 2- Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 3- Enfrentamento à Exclusão Digital; 4- Interiorização das ações do setor de TI no Estado; 5- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional; 6- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil; 7- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do setor; 8- Consolidação de Parque Tecnológico e a 9- Informatização dos serviços públicos e a 10- Atração de empresas de TI para o Estado (TABELA 14 e GRÁFICO 6). Tabela 13: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados às POLÍTICAS GRANDES DESAFIOS Assespro Insoft FREQUÊNCIA Secitece Titan Total 12 9 8 2 31 - 10 5 9 4 28 5 4 6 3 18 27 18 23 9 77 GD-A: Fortalecimento da Competitividade GD-B: Ampliação do Mercado GD-C: Desenvolvimento de Inovação GD-E: Formação de Alianças Estratégicas Total TABELA 14: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às POLÍTICAS Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.19 D.23 D.07 D.02 D.13 D.31 D.20 D.04 D.18 D.26 D.22 D.03 D.08 D.10 D.15 D.17 D.27 17 10 7 5 5 5 4 3 3 3 2 1 1 1 1 1 1 24,3 14,3 10,0 7,1 7,1 7,1 5,7 4,3 4,3 4,3 2,9 1,4 1,4 1,4 1,4 1,4 1,4 24,3 38,6 48,6 55,7 62,9 70,0 75,7 80,0 84,3 88,6 91,4 92,9 94,3 95,7 97,1 98,6 100,0 Total 70 100 - 53 Inform atização dos serviços públicos. 4% Atração de em presas de TI para o Estado. 4% Investim entos em P&D e Inovação. 25% Ouros 11% Consolidação de Parque Tecnológico. 4% Aum ento do intercâm bio entre universidades, governo e as em presas do setor. 6% Fortalecim ento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. 7% Profissionais especializados para atender a dem anda do setor. 15% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado internacional. 7% Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. 7% Enfrentam ento à Exclusão Digital. 10% Gráfico 6- Principais desafios considerados como balizadores das Políticas das instituições associativas no APL de TI de Fortaleza e da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará Dentro da perspectiva dos Investimentos, o desenvolvimento de inovação se destaca como Grande Desafio, conforme se pode observar na tabela 15. Ao se detalhar os registros, verifica-se que aproximadamente 78% da freqüência acumulada das ocorrências incorporam 4 desafios relacionados com os esforços de investimento no APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Investimentos em P&D e Inovação; 2- Consolidação de Parque Tecnológico; 3Melhoria da infra-estrutura de TI e a 4- Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor (TABELA 16 e GRÁFICO 7). TABELA 15: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos INVESTIMENTOS GRANDES DESAFIOS GD-A: Fortalecimento da Competitividade GD-B: Ampliação do Mercado GD-C: Desenvolvimento de Inovação GD-E: Formação de Alianças Estratégicas Total Assespro Insoft FREQUÊNCIA Secitece 3 3 9 4 19 - 5 2 9 1 17 Titan Total 2 3 1 6 10 5 21 6 42 54 TABELA 16: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos INVESTIMENTOS Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.19 D.04 D.08 D.23 D.13 D.20 D.02 D.05 D.07 D.18 Total 16 5 4 3 2 2 1 1 1 1 36 44,4 13,9 11,1 8,3 5,6 5,6 2,8 2,8 2,8 2,8 100 44,4 58,3 69,4 77,8 83,3 88,9 91,7 94,4 97,2 100,0 - 50,0 44,4 40,0 30,0 (%) 22,2 20,0 13,9 11,1 8,3 10,0 0,0 Investimentos em P&D e Inovação. Consolidação de Parque Tecnológico. Melhoria da Infra-Estrutura de TI. Profissionais especializados para atender a demanda do setor. Outros Gráfico 7- Principais desafios vinculados às sugestões realizadas para o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza Sobre as Sugestões, vale destacar que 60% da freqüência acumulada das ocorrências envolvem 4 desafios vinculados aos conteúdos analisados. São eles: 1- Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 2- Consolidação de Parque Tecnológico; 3- Informatização dos serviços públicos e o 4- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do setor, de acordo com o que se pode observar na tabela 17 e Gráfico 8. TABELA 17: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às SUGESTÕES Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.23 D.04 D.18 D.20 D.02 D.03 D.05 D.07 D.13 D.19 Total 3 2 2 2 1 1 1 1 1 1 15 20,0 13,3 13,3 13,3 6,7 6,7 6,7 6,7 6,7 6,7 100 20,0 33,3 46,7 60,0 66,7 73,3 80,0 86,7 93,3 100,0 - 55 50,0 40,0 (%) 40,0 30,0 20,0 20,0 13,3 13,3 13,3 Consolidação de Parque Tecnológico. Informatização dos serviços públicos. Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. 10,0 0,0 Profissionais especializados para atender a demanda do setor. Outros Gráfico 8- Principais desafios considerados como vetores para investimentos no APL de TI de Fortaleza Ainda no que se refere às Sugestões vinculadas ao desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza, verifica-se que os desafios que integram o restante dos 40% da freqüência acumulada das ocorrências são: 1- Interiorização das ações do setor de TI no Estado; 2Formação de parcerias estratégicas com os Stakeholders vinculados ao setor de TI; 3Redução da Carga Tributária; 4- Enfrentamento à Exclusão Digital; 5- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional e o 6- Investimentos em P&D e Inovação. Dentro da perspectiva das Pautas, o desenvolvimento de inovação e a formação de alianças estratégicas se destacam como Grandes Desafios, conforme tabela 18. Ao se detalhar os registros, verifica-se que aproximadamente 77% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 7 desafios considerados como objetos de discussão nas reuniões entre os agentes vinculados ao APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Consolidação de Parque Tecnológico; 2- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do setor; 3- Investimentos em P&D e Inovação; 4- Enfrentamento à Exclusão Digital; 5Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor; 6- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional e a 7- Informatização dos serviços públicos (TABELA 19 e GRÁFICO 9). 56 TABELA 18: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados às PAUTAS GRANDES DESAFIOS Assespro Insoft FREQUÊNCIA Secitece Titan Total 6 10 18 21 55 1 1 2 9 9 3 21 8 4 27 26 65 24 24 48 47 143 GD-A: Fortalecimento da Competitividade GD-B: Ampliação do Mercado GD-C: Desenvolvimento de Inovação GD-E: Formação de Alianças Estratégicas Total TABELA 19: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados às PAUTAS Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.04 D.20 D.19 D.07 D.15 D.13 D.18 D.11 D.23 D.27 D.14 D.17 D.21 D.31 D.02 D.05 D.06 D.08 D.25 D.28 D.32 Total 24 12 11 9 8 7 7 3 3 3 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 102 23,5 11,8 10,8 8,8 7,8 6,9 6,9 2,9 2,9 2,9 2,0 2,0 2,0 2,0 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 100 23,5 35,3 46,1 54,9 62,7 69,6 76,5 79,4 82,4 85,3 87,3 89,2 91,2 93,1 94,1 95,1 96,1 97,1 98,0 99,0 100,0 - Consolidação de Parque Tecnológico. 23% Outros 23% Inform atização dos serviços públicos. 7% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado internacional. 7% Aum ento do nível de integração (cooperação) entre as em presas do setor. 8% Aum ento do intercâm bio entre universidades, governo e as em presas do setor. 12% Enfrentam ento à Exclusão Digital. 9% Investim entos em P&D e Inovação. 11% Gráfico 9- Principais desafios debatidos entre agentes vinculados ao APL de TI de Fortaleza 57 Na dimensão dos Problemas, o fortalecimento da competitividade do APL e a ampliação do mercado atingido pela atuação das empresas do APL se destacam como Grandes Desafios (TABELA 20). Verifica-se também que aproximadamente 73% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 8 desafios relacionados com as dificuldades inerentes ao processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Redução da Carga Tributária; 2- Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 3- Enfrentamento à Exclusão Digital; 4- Informatização das empresas em geral; 5- Consolidação de Parque Tecnológico; 6- Capacitação dos empresários locais; 7- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional e a 8- Redução dos índices de pirataria (TABELA 21 e GRÁFICO 10). TABELA 20: Freqüência dos Grandes Desafios Vinculados aos PROBLEMAS GRANDES DESAFIOS Assespro Insoft FREQUÊNCIA Secitece Titan Total 23 11 5 4 43 2 1 3 7 4 1 1 13 2 2 2 3 9 34 17 9 8 68 GD-A: Fortalecimento da Competitividade GD-B: Ampliação do Mercado GD-C: Desenvolvimento de Inovação GD-E: Formação de Alianças Estratégicas Total TABELA 21: Freqüência Geral dos Desafios Vinculados aos PROBLEMAS Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.05 D.23 D.07 D.21 D.04 D.10 D.13 D.24 D.20 D.29 D.31 D.01 D.06 D.09 D.14 D.15 D.19 D.25 D.30 D.35 Total 12 7 5 5 3 3 3 3 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 56 21,4 12,5 8,9 8,9 5,4 5,4 5,4 5,4 3,6 3,6 3,6 1,8 1,8 1,8 1,8 1,8 1,8 1,8 1,8 1,8 100 21,4 33,9 42,9 51,8 57,1 62,5 67,9 73,2 76,8 80,4 83,9 85,7 87,5 89,3 91,1 92,9 94,6 96,4 98,2 100,0 - 58 Outros 28% Redução dos índices de pirataria. 5% Redução da Carga Tributária. 22% Profissionais especializados para atender a dem anda do setor. 12% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado internacional. 5% Capacitação dos Em presários locais. 5% Consolidação de Parque Tecnológico. 5% Inform atização das em presas em geral. 9% Enfrentam ento à Exclusão Digital. 9% Gráfico 10- Principais desafios relacionados com as dificuldades inerentes ao processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza Ao serem analisados os Desafios Explícitos assumidos nos conteúdos das notícias, verifica-se que aproximadamente 83% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 11 desafios relacionados com o processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional; 2- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do setor; 3- Consolidação de Parque Tecnológico; 4- Investimentos em P&D e Inovação; 5Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado nacional; 6Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 7Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor; 8- Redução da Carga Tributária; 9- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil; 10- Interiorização das ações do setor de TI no Estado e a 11- Melhoria de infraestrutura de TI (TABELA 22 e GRÁFICO 11). Ainda relacionado com o respectivo índice, convém destacar que, sobre a ótica do agrupamento, os quatro Grandes Desafios se tornam expressivos com aproximadamente o mesmo grau de freqüência conforme se pode observar na tabela 23. 59 TABELA 22: Freqüência Geral dos Desafios vinculados como DESAFIOS EXPLÍCITOS Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.13 D.20 D.04 D.19 D.17 D.23 D.15 D.05 D.31 D.02 D.08 D.01 D.06 D.07 D.25 D.26 D.03 D.10 D.18 D.21 D.28 D.11 D.12 D.14 D.16 D.27 D.33 D.34 Total 36 25 24 21 16 11 10 5 5 4 4 3 3 3 3 3 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 193 18,7 13,0 12,4 10,9 8,3 5,7 5,2 2,6 2,6 2,1 2,1 1,6 1,6 1,6 1,6 1,6 1,0 1,0 1,0 1,0 1,0 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5 100 18,7 31,6 44,0 54,9 63,2 68,9 74,1 76,7 79,3 81,3 83,4 85,0 86,5 88,1 89,6 91,2 92,2 93,3 94,3 95,3 96,4 96,9 97,4 97,9 98,4 99,0 99,5 100,0 - Fortalecim ento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. 3% Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. 2% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado internacional. 18% Melhoria da InfraEstrutura de TI. 2% Outros 17% Redução da Carga Tributária. 3% Aum ento do intercâm bio entre universidades, governo e as em presas do setor. 13% Aum ento do nível de integração (cooperação) entre as em presas do setor. 5% Profissionais especializados para atender a dem anda do setor. 6% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado Nacional. 8% Investim entos em P&D e Inovação. 11% Consolidação de Parque Tecnológico. 12% Gráfico 11- Principais desafios explicitamente assumidos nos conteúdos analisados TABELA 23: Freqüência dos Grandes Desafios vinculados como DESAFIOS EXPLÍCITOS GRANDES DESAFIOS GD-A: Fortalecimento da Competitividade GD-B: Ampliação do Mercado GD-C: Desenvolvimento de Inovação GD-E: Formação de Alianças Estratégicas Total Assespro Insoft FREQUÊNCIA Secitece 24 23 21 25 93 2 1 3 8 9 12 7 36 Titan Total 15 9 21 19 64 49 42 54 51 196 60 Tendo em vista o conteúdo divulgado pela Assespro/Seitac, verifica-se que aproximadamente 80% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 11 desafios relacionados com o processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1Consolidação de Parque Tecnológico; 2- Enfrentamento à Exclusão Digital; 3Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional; 4Investimentos em P&D e Inovação; 5- Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 6- Redução da Carga Tributária; 7Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor; 8- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do setor; 9- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado nacional; 10- Informatização das empresas em geral e a 11- Informatização dos serviços públicos (TABELA 24 e GRAFICO 12) TABELA 24: Freqüência dos Desafios Vinculados ao ASSESPRO/SEITAC Desafios (Código) D.04 D.07 D.13 D.19 D.23 D.05 D.15 D.20 D.17 D.21 D.18 D.03 D.10 D.02 D.06 D.11 D.14 D.01 D.24 D.25 D.08 D.09 D.26 D.31 D.12 D.16 D.22 D.27 D.28 D.29 D.30 D.35 Total Freqüência 50 27 25 23 22 18 13 12 11 11 7 6 6 5 5 5 4 3 3 3 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 1 1 275 (%) 18,2 9,8 9,1 8,4 8,0 6,5 4,7 4,4 4,0 4,0 2,5 2,2 2,2 1,8 1,8 1,8 1,5 1,1 1,1 1,1 0,7 0,7 0,7 0,7 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 0,4 100 (%) Acum 18,2 28,0 37,1 45,5 53,5 60,0 64,7 69,1 73,1 77,1 79,6 81,8 84,0 85,8 87,6 89,5 90,9 92,0 93,1 94,2 94,9 95,6 96,4 97,1 97,5 97,8 98,2 98,5 98,9 99,3 99,6 100,0 - 61 Inform atização das em presas em geral. 4% Inform atização dos serviços públicos. 3% Consolidação de Parque Tecnológico. 18% Outros 20% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado Nacional. 4% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado internacional. 9% Aum ento do intercâm bio entre universidades, governo e as em presas do setor. 4% Aum ento do nível de integração (cooperação) entre as em presas do setor. 5% Enfrentam ento à Exclusão Digital. 10% Redução da Carga Tributária. 7% Profissionais especializados para atender a dem anda do setor. 8% Investim entos em P&D e Inovação. 8% Gráfico 12- Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pela Assespro/Seitac Levando em consideração o conteúdo divulgado pelo Insoft, foram identificados apenas 6 desafios vinculados com o processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional; 2Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor; 3Fortalecimento das empresas do Estado; 4- Aumento do poder associativo das empresas do setor; 5- Investimentos em P&D e Inovação e a 6- Redução da mortalidade das empresas novas do setor (TABELA 25 e GRÁFICO 13) Tabela 25: Freqüência dos Desafios Vinculados ao INSOFT Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.13 D.23 D.06 D.09 D.19 D.29 Total 2 2 1 1 1 1 8 25 25 12,5 12,5 12,5 12,5 100 25 50 62,5 75 87,5 100 - 62 Investim entos em P&D e Inovação. 13% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado internacional. 24% Redução da m ortalidade das em presas novas do setor. 13% Aum ento do Poder associativo das Em presas do Setor. 13% Profissionais especializados para atender a dem anda do setor. 24% Fortalecim ento das em presas do Estado. 13% Gráfico 13- Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pelo Insoft Tendo em vista o conteúdo divulgado pela Secitece, verifica-se que aproximadamente 80% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 8 desafios relacionados com o processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Investimentos em P&D e Inovação; 2- Enfrentamento à Exclusão Digital; 3- Interiorização das ações do setor de TI no Estado; 4- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional; 5- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do setor; 6- Melhoria de infra-estrutura de TI; 7- Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor e o 8- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil (TABELA 26 e GRÁFICO 14) TABELA 26: Freqüência dos Desafios Vinculados a SECITECE Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.19 D.07 D.02 D.13 D.20 D.08 D.23 D.31 D.04 D.18 D.25 D.27 D.03 D.26 D.01 D.06 D.10 D.22 D.32 Total 26 17 12 10 9 8 8 8 6 3 3 3 2 2 1 1 1 1 1 122 21,3 13,9 9,8 8,2 7,4 6,6 6,6 6,6 4,9 2,5 2,5 2,5 1,6 1,6 0,8 0,8 0,8 0,8 0,8 100 21,3 35,2 45,1 53,3 60,7 67,2 73,8 80,3 85,2 87,7 90,2 92,6 94,3 95,9 96,7 97,5 98,4 99,2 100,0 - 63 Fortalecim ento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. 7% Investim entos em P&D e Inovação. 20% Outros 20% Enfrentam ento à Exclusão Digital. 14% Profissionais especializados para atender a dem anda do setor. 7% Melhoria da InfraEstrutura de TI. 7% Aum ento do intercâm bio entre universidades, governo e as em presas do setor. 7% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado internacional. 8% Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. 10% Gráfico 14- Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pela Secitece No que se refere ao conteúdo divulgado pelo Titan, verifica-se que aproximadamente 80% da freqüência acumulada das ocorrências englobam 7 desafios relacionados com o processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza. São eles: 1- Consolidação de Parque Tecnológico; 2- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e empresas do setor; 3- Investimentos em P&D e Inovação; 4- Enfrentamento à Exclusão Digital; 5- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional; 6- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor e a 7Formação/captação de profissionais especializados para atender a demanda do setor e o 8- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado nacional (TABELA 27 e GRÁFICO 15) 64 TABELA 27: Freqüência dos Desafios Vinculados a TITAN Desafios (Código) Freqüência (%) (%) Acum D.04 D.20 D.19 D.07 D.13 D.15 D.17 D.23 D.18 D.26 D.27 D.31 D.01 D.05 D.14 D.28 D.08 D.09 D.11 D.33 D.34 Total 34 27 23 12 12 8 8 7 4 3 3 3 2 2 2 2 1 1 1 1 1 157 21,7 17,2 14,6 7,6 7,6 5,1 5,1 4,5 2,5 1,9 1,9 1,9 1,3 1,3 1,3 1,3 0,6 0,6 0,6 0,6 0,6 100 21,7 38,9 53,5 61,1 68,8 73,9 79,0 83,4 86,0 87,9 89,8 91,7 93,0 94,3 95,5 96,8 97,5 98,1 98,7 99,4 100,0 - Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado Nacional. 5% Outros 21% Aum ento do nível de integração (cooperação) entre as em presas do setor. 5% Am pliação da capacidade com petitiva do APL para o m ercado internacional. 8% Consolidação de Parque Tecnológico. 21% Aum ento do intercâm bio entre universidades, governo e as em presas do setor. 17% Enfrentam ento à Exclusão Digital. 8% Investim entos em P&D e Inovação. 15% Gráfico 15- Principais desafios sobre perspectiva dos conteúdos divulgados pelo Titan Dentro da perspectiva das variáveis inferidas (interesses subjacentes aos emissores), percebe-se que as quatro instituições analisadas apresentam distintos interesses em função do tipo de conjunto de desafios encontrados na analise. Levando em consideração as freqüências apresentadas pelos principais desafios vinculados às instituições, verifica-se que, a Assespro/Seitac, Insoft e Titan, através de posições diferenciadas, convergem seus interesses na elevação da competitividade do APL e a Secitece aparenta estar fundamentada no esforço de promover, através de políticas públicas, o fortalecimento do setor de TI no 65 Ceará, tanto no que se refere à região metropolitana de fortaleza, quanto nos municípios do interior do Estado (QUADRO 14). QUADRO 14: Principais interesses subjacentes às instituições analisadas Instituição Interesses Interesses vinculados aos principais desafios identificados em cada Instituição Interesse Subjacente Central ASSESPRO/SEITAC INSOFT SECITECE TITAN Consolidar o Parque Tecnológico no Município de Euzébio. Ampliar o mercado atingido pelas empresas do APL, tanto no que se refere ao mercado nacional, quanto no internacional. Consolidar o ambiente propício ao desenvolvimento da Inovação no setor de TI. Consolidar o Parque Tecnológico no Município de Euzébio. Ampliar o mercado atingido pelas empresas do APL, tanto no que se refere ao mercado nacional, quanto no internacional. Apoiar as empresas do APL de TI, tanto no que se refere à P&D, quanto à formação/qualificação de profissionais para atender a demanda do setor. Promover o enfrentamento da exclusão digital no Estado. Promover o enfrentamento da exclusão digital no Estado. ---------------- Promover a ampliação das ações do setor de TI no Estado, em especial nos municípios do interior. Elevação da Competitividade do Setor Elevação da Competitividade do Setor Fortalecimento Regional Ampliar os níveis de cooperação e integração entre os diversos agentes vinculados ao APL, incluído também as universidades, governo e empresas do setor. Ampliar o mercado atingido pelas empresas do APL, tanto no que se refere ao mercado nacional, quanto no internacional. Elevação da Competitividade do Setor Ainda sobre as instituições analisadas, convém destacar que o foco subjacente ao discurso do Insoft que o faz se diferenciar das demais entidades diz respeito ao interesse expresso em apoiar as empresas do APL, tanto no que se refere à P&D, quanto à formação/qualificação de profissionais para atender as demandas do setor. Já, a Secitece se destaca ao incorporar em seu discurso os propósitos de consolidar um ambiente propício ao desenvolvimento da Inovação no setor de TI e promover a ampliação das ações do setor no Estado, em especial nos municípios do interior. Sobre o Titan, o seu destaque em relação às outras três instituições se apóia em um discurso que busca ratificar a importância da ampliação dos níveis de cooperação e integração entre os diversos agentes vinculados ao APL, incluído também as universidades, governo e empresas do setor. 5.2- Interpretação dos Resultados Na dimensão formada pelo conjunto de notícias divulgadas pelas instituições analisadas (Assespro/Seitac, Insoft, Secitece e Titan), após o processo de tabulação e inferências, foram 66 identificados quatro vetores que assumem o papel de fatores críticos de sucesso fundamentais na dinâmica de desenvolvimento do Arranjo Produtivo Local de TI de Fortaleza. Estes vetores são representados pelos quatro Grandes Desafios que se originam nos discursos declarados pelas principais instituições do setor, refletindo o entendimento dos mesmos no que diz respeito às principais demandas atualmente existentes no APL. Os quatro fatores críticos de sucesso são: 1-Fortalecimento da Competitividade do APL; 2Ampliação do Mercado atingido pela atuação das empresas do APL; 3-Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação no APL e 4-Formação de Alianças Estratégicas importantes para o desenvolvimento do APL (Figura 9). Ampliação do mercado Fortalecimento da Competitividade PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO APL DE TI DE FORTALEZA Formação de Alianças Estratégicas Consolidação de um ambiente de Inovação Figura 9- Fatores críticos de sucesso na dinâmica de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza Cada um dos quatro vetores, considerados como fatores críticos de sucesso na dinâmica de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza, se origina da composição de um ou mais grupos de desafios que foram identificados nos discursos expressos pelas instituições consideradas como representativas do setor. Cada conjunto de desafios incorpora características diferenciadas de tal forma que o vincula a um ou mais fator crítico. Desta forma, a convergência dos referidos desafios em conjuntos vinculados aos quatro fatores críticos se baseia em um processo de agrupamento realizado em função das similaridades entre suas naturezas, estando alguns desafios vinculados em mais do que um fator crítico, conforme se observa na figura 10. Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico Figura 10- Vínculos entre desafios e fatores críticos relacionados com o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza Formação de Alianças Estratégicas Consolidação de Parque Tecnológico. Investimentos em P&D e Inovação. Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. Melhoria do nível de Gestão dos ICT’s. Formação de Parcerias estratégicas com os Stakeholders vinculados ao setor de TI. Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor. Formação de parcerias entre as empresas do setor. Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI. Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. Redução da mortalidade das empresas novas do setor. Proteção de Marcas e Patentes. Fortalecimento da Competitividade do APL Redução da Carga Tributária. Fortalecimento das empresas do Estado. Melhoria da Infra-Estrutura de TI. Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. Capacitação dos Empresários locais. Informatização dos serviços públicos. Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região. Ampliação Informatização das empresas em geral. Fomentar atividades de alto valor agregado. Redução dos índices de pirataria. do mercado Profissionais especializados para atender a demanda do setor. Redução do mercado informal. Ampliação do número de empresas do setor com certificações. Atingido pelo APL Atração de empresas de TI para o Estado. Fixação de Mão-de-obra qualificada na região. Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. Melhoria do Padrão de Qualidade dos Produtos e Serviços. Enfrentamento à Exclusão Digital. Desburocratização. Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. Implementação de mecanismos de fomento do mercado. Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. 67 68 Utilizando como critério os vínculos existentes com os 35 desafios, percebe-se uma configuração que conecta os quatro Fatores Críticos de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza em uma estrutura que se decompõe em dois grandes blocos de relações. O primeiro bloco se caracteriza pela conexão entre: i) a consolidação de um ambiente inovativo; ii) o fortalecimento da competitividade e iii) a formação de alianças estratégicas. A conjugação destes três elementos engloba as estruturas básicas de sustentação das relações geradoras de vantagens provenientes das características da aglomeração regional, sendo este bloco considerado representativo das bases do fortalecimento da infra-estrutura do APL. O segundo bloco é caracterizado pela conexão entre: i) o fortalecimento da competitividade; ii) formação de alianças estratégicas e iii) a ampliação do mercado atingido pelo arranjo. Esta conjugação envolve os desafios relacionados com os processos finais de venda de produtos e de prestação de serviços vinculados com o setor, sendo este bloco representativo das bases do fortalecimento das relações de mercado do APL. Esta conformação, oriunda das interconexões entre os desafios identificados nos discursos declarados pelas instituições representativas do setor, surge como uma possibilidade factível de servir como alicerce para o alinhamento dos processos de planejamento e implementação de ações estratégicas dos agentes políticos, econômicos e sociais envolvidos com as dinâmicas de crescimento e desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza (FIGURA 11). 69 AMPLIAÇÃO DO MERCADO ATINGIDO PELO APL FORMAÇÃO DE ALIANÇAS ENTRE AGENTES DO APL FORTALECIMENTO DA COMPETITIVIDADE DO APL AMPLIAÇÃO DO MERCADO ATINGIDO PELO APL BASES DO FORTALECIMENTO DAS RELAÇÕES DE MERCADO DO APL FORMAÇÃO DE ALIANÇAS ENTRE AGENTES DO APL FORTALECIMENTO DA COMPETITIVIDADE DO APL BASES DO FORTALECIMENTO DA INFRA-ESTRUTURA DO APL CONSOLIDAÇÃO DE UM AMBIENTE DE INOVAÇÃO NO APL FORMAÇÃO DE ALIANÇAS ENTRE AGENTES DO APL FORTALECIMENTO DA COMPETITIVIDADE DO APL CONFIGURAÇÃO GERAL DAS RELAÇÕES ENTRE OS FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO CONSOLIDAÇÃO DE UM AMBIENTE DE INOVAÇÃO NO APL Figura 11- Alicerce para o desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza fundamentado nas relações entre os Fatores Críticos de Sucesso Na dimensão interpretativa voltada para a apresentação de proposições, exploraram-se os desdobramentos relacionados com as evidências encontradas, sobre a ótica da governança local, visto que o processo de desenvolvimento incorpora ações deliberadas para superação de desafios específicos. Entendendo governança como processo de coordenação de atores econômicos, políticos e sociais, nas esferas pública e privada, e nos níveis local e global, para o alcance de propósitos comuns, faz-se necessário, para a melhoria do processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza, a convergência de esforços entre os diversos Stakeholders sobre uma plataforma que propicie um adequado alinhamento de suas estratégias. Fundamentada nas evidências encontradas, a dinâmica de governança local do APL de TI de Fortaleza tende a obter resultados sustentáveis através do alinhamento do processo de 70 coordenação em quatro direções estratégicas, representativas, cada uma, dos fatores considerados críticos para o desenvolvimento do setor (FIGURA 12). Ampliação do mercado Atingido pelo APL Fortalecimento da Competitividade do APL PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO APL DE TI DE FORTALEZA PRINCIPAIS DIREÇÕES ESTRATÉGICAS Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação no APL Formação de Alianças Estratégicas entre agentes vinculados ao APL Figura 12- Direções Estratégicas de Governança Local para o Desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza Utilizando os conjuntos de desafios vinculados aos quatro fatores críticos apresentados na figura 10, obtém-se 14 alternativas de enfrentamento para cada grupo, que assumem o papel de ações indutoras de desenvolvimento, conforme descrito no quadro 15 e figura 13. QUADRO 15: Alternativas de enfrentamento dos desafios relacionados com o APL de TI de Fortaleza (Continua) GRUPO DE DESAFIOS 9 9 9 9 9 9 9 A 9 9 9 9 9 B 9 9 9 9 9 9 Redução da Carga Tributária. Fortalecimento das empresas do Estado. Melhoria da Infra-Estrutura de TI. Capacitação dos Empresários locais. Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região. Fomentar atividades de alto valor agregado. Profissionais especializados para atender a demanda do setor. Ampliação do número de empresas do setor com certificações. Atração de empresas de TI para o Estado. Fixação de Mão-de-obra qualificada na região. Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. Melhoria do Padrão de Qualidade dos Produtos e Serviços. Desburocratização. Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. Informatização dos serviços públicos. Informatização das empresas em geral. Redução dos índices de pirataria. Redução do mercado informal. FATOR CRÍTICO DE SUCESSO ALTERNATIVAS DE ENFRENTAMENTO (Ações Indutoras de Desenvolvimento) Ações Pontuais: Fortalecimento da Competitividade do APL Ampliação do Mercado Atingido pelo APL • Planos de redução de Carga Tributária e Captação de Recursos. • Programa de apoio a Certificações e Qualidade. • Programa de atração de Competências. • Programa de formação/qualificação profissional. • Plano de Desburocratização do Setor. • Programa de estímulo ao uso da TI nas esferas públicas e privadas. 71 QUADRO 15: Alternativas de enfrentamento dos desafios relacionados com o APL de TI de Fortaleza (Continuação) GRUPO DE DESAFIOS C 9 Enfrentamento à Exclusão Digital. 9 Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. 9 Implementação de mecanismos de fomento do mercado. 9 Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D 9 Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico E 9 Formação de Parcerias estratégicas com os Stakeholders vinculados ao setor de TI. 9 Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor. 9 Formação de parcerias entre as empresas do setor. 9 Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. F 9 Consolidação de Parque Tecnológico. 9 Investimentos em P&D e Inovação. G 9 Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. 9 Melhoria do nível de Gestão dos ICT’s. H 9 Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI. I 9 Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. 9 Redução da mortalidade das empresas novas do setor. 9 Proteção de Marcas e Patentes. FATOR CRÍTICO DE SUCESSO Fortalecimento da Competitividade do APL Ampliação do Mercado Atingido pelo APL Formação de Alianças Estratégicas Ampliação do Mercado Atingido pelo APL Formação de Alianças Estratégicas Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação Formação de Alianças Estratégicas Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação Fortalecimento da Competitividade do APL Formação de Alianças Estratégicas Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação Fortalecimento da Competitividade do APL ALTERNATIVAS DE ENFRENTAMENTO (Ações Indutoras de Desenvolvimento) • Projetos de Inclusão Digital. • Programas de incentivo a capacidade competitiva das empresas locais no mercado Nacional e Internacional. • Instituição de canais formais e efetivos de participação dos empresários nos processos de elaboração, implementação, controle e avaliação de Políticas Públicas do setor de TI. • Projeto de alinhamento estratégico de Governança entre Assespro/Seitac, Insoft e Titan. • Programa de Consolidação do(s) Parque(s) e Núcleo(s) Tecnológico(s) no Estado (Eusébio e outros Municípios do Interior). • Criação da Rede Estadual de Pesquisadores e Núcleos/Centros/Grupos de Pesquisa vinculados ao Setor de TI. • Criação do Banco de Dados do Setor (Observatório do APL) • Programa de estímulo ao empreendedorismo e a Proteção de Marcas e Patentes. (Sebrae/Secitece) 72 •Projetos de Inclusão Digital. •Programas de incentivo a capacidade competitiva das empresas locais no mercado Nacional e Internacional. Ações Pontuais: •Planos de redução de Carga Tributária e Captação de Recursos. •Programa de apoio a Certificações e Qualidade. •Programa de atração de Competências. •Programa de formação/qualificação profissional. •Plano de Desburocratização do Setor. •Programa de estímulo ao uso da TI nas esferas públicas e privadas. AMPLIAÇÃO DO MERCADO ATINGIDO PELO APL FORMAÇÃO DE ALIANÇAS ENTRE AGENTES DO APL FORTALECIMENTO DA COMPETITIVIDADE DO APL •Programa de estímulo ao empreendedorismo e a Proteção de Marcas e Patentes. (SEBRAE/SECITECE) •Projeto de alinhamento estratégico de Governança entre Assespro/Seitac, Insoft e Titan. CONSOLIDAÇÃO DE UM AMBIENTE DE INOVAÇÃO NO APL •Criação do Banco de Dados do Setor (Observatório do APL) •Instituição de canais formais e efetivos de participação dos empresários nos processos de elaboração, implementação, controle e avaliação de Políticas Públicas do setor de TI. •Programa de Consolidação do(s) Parque(s) e Núcleo(s) Tecnológico(s) no Estado. (Eusébio e outros Municípios do Interior) •Criação da Rede Estadual de Pesquisadores e Núcleos/Centros/Grupos de Pesquisa vinculados ao Setor de TI. Figura 13- Ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza Vale ressaltar que cada ação indutora incorpora em si objetivos gerais na expectativa de promover impactos em cada vetor de desenvolvimento (QUADRO 16), envolvendo agentes diferenciados, e prováveis lideranças, nos processos de elaboração, implementação, controle e avaliação (QUADRO 17). 73 QUADRO 16: Objetivos e esferas de impacto das ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza AÇÕES INDUTORAS OBJETIVOS GERAIS Reduzir a quantidade de pessoas que não possuem conhecimento básico e avançado de informática no Estado do Ceará. Melhorar a capacidade das empresas locais em oferecer seus produtos e serviços no mercado nacional e internacional. Induzir a informatização das organizações púbicas e privadas, tanto na capital quanto no interior do Estado do Ceará. ESFERAS DE IMPACTO NO APL - Fortalecimento da Competitividade. - Ampliação do Mercado. 1 Projetos de Inclusão Digital. 2 Programas de incentivo a capacidade competitiva das empresas locais no mercado Nacional e Internacional. 3 Programa de estímulo ao uso da TI nas esferas públicas e privadas. 4 Instituição de canais formais e efetivos de participação dos empresários nos processos de elaboração, implementação, controle e avaliação de Políticas Públicas do setor de TI. Promover maior alinhamento entre as políticas públicas vinculadas ao setor de TI com as reais demandas empresariais e sociais. - Ampliação do Mercado. - Formação de Alianças Estratégicas. 5 Projeto de alinhamento estratégico de Governança entre Assespro/Seitac, Insoft e Titan. Consolidar parcerias estratégicas entre os Stakeholders vinculados ao APL, capazes de promover efetivo desenvolvimento do Setor de TI. - Formação de Alianças Estratégicas. Estabelecer núcleos estaduais de excelência em P&D e inovação no setor de TI. - Formação de Alianças Estratégicas. - Consolidação de um Ambiente de Inovação. 6 7 Programa de Consolidação do(s) Parque(s) e Núcleo(s) Tecnológico(s) no Estado. (Eusébio e outros Municípios do Interior) Criação da Rede Estadual de Pesquisadores e Núcleos/Centros/Grupos de Pesquisa vinculados ao Setor de TI. 8 Criação do Banco de Dados do Setor (Observatório do APL) 9 Programa de estímulo ao empreendedorismo e a Proteção de Marcas e Patentes. (SEBRAE/SECITECE) 10 Planos de redução de Carga Tributária e Captação de Recursos. 11 Programa de apoio a Certificações e Qualidade. 12 Programa de atração de Competências. 13 Programa de formação/qualificação profissional. 14 Plano de Desburocratização do Setor. Integrar Universidades, Governo e empresas do estado em uma rede de intercâmbio e produção de P&D e Inovação na área de TI. Promover o cadastro e monitoramento (através de simetria de informação) das características e atividades desenvolvidas pelos Stakeholders vinculados ao APL de TI de Fortaleza. Estimular a iniciativa empreendedora e inovadora no setor de TI, nas áreas da gestão e da propriedade intelectual. Proporcionar folga financeira nas empresas do APL para que as mesmas realizem investimentos geradores de resultados Aumentar o número de empresas do APL com certificações na área de TI e da Qualidade. Atrair empresas e profissionais qualificados do setor de TI para atuarem no APL. Formar e/ou qualificar profissionais especializados para atuarem no APL. Reduzir os efeitos da burocratização na tramitação dos processos relacionados com a dinâmica do Setor de TI no Estado do Ceará. - Fortalecimento da Competitividade. - Ampliação do Mercado. - Ampliação do Mercado. - Consolidação de um Ambiente de Inovação. - Fortalecimento da Competitividade. - Formação de Alianças Estratégicas. - Consolidação de um Ambiente de Inovação. - Fortalecimento da Competitividade. - Consolidação de um Ambiente de Inovação. - Fortalecimento da Competitividade. - Fortalecimento da Competitividade. - Fortalecimento da Competitividade. - Fortalecimento da Competitividade. - Fortalecimento da Competitividade. 74 QUADRO 17: Principais Stakeholders relacionados com as ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza AÇÕES INDUTORAS 1 Projetos de Inclusão Digital. 2 Programas de incentivo a capacidade competitiva das empresas locais no mercado Nacional e Internacional. 3 Programa de estímulo ao uso da TI nas esferas públicas e privadas. 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Instituição de canais formais e efetivos de participação dos empresários nos processos de elaboração, implementação, controle e avaliação de Políticas Públicas do setor de TI. Projeto de alinhamento estratégico de Governança entre Assespro/Seitac, Insoft e Titan. Programa de Consolidação do(s) Parque(s) e Núcleo(s) Tecnológico(s) no Estado. (Eusébio e outros Municípios do Interior) PRINCIPAIS STAKEHOLDERS ENVOLVIDOS SECITECE / SEDUC Prefeituras Municipais do Ceará Instituições de Ensino Superior Empresas Governo do Estado do Ceará Prefeituras Municipais do Ceará Assespro / Seitac / Titan Empresas Governo do Estado do Ceará Prefeituras Municipais do Ceará Titan FIEC / FECOMERCIO SEBRAE (PROINPE) Governo do Estado do Ceará Prefeituras Municipais do Ceará Assespro / Seitac / Insoft / Titan Empresas Assespro / Seitac / Insoft / Titan Governo do Estado do Ceará Prefeituras Municipais do Ceará Assespro / Seitac / Insoft / Titan Criação da Rede Estadual de Pesquisadores e SECITECE Instituições de Ensino Superior Núcleos/Centros/Grupos de Pesquisa CEFET’s vinculados ao Setor de TI. Insoft SECITECE Criação do Banco de Dados do Setor Assespro / Seitac / Insoft / Titan (Observatório do APL) IBGE Programa de estímulo ao empreendedorismo e SEBRAE SECITECE a Proteção de Marcas e Patentes. INPI (Inst. Nac. de Propriedade (SEBRAE/SECITECE) Industrial) Governo Federal Governo do Estado do Ceará Planos de redução de Carga Tributária e Prefeituras Municipais do Ceará Bancos Captação de Recursos. Finep / Funcap Assespro / Seitac / Titan Ministério da Ciência e Tecnologia Programa de apoio a Certificações e Qualidade. SECITECE Insoft Governo do Estado do Ceará Prefeituras Municipais do Ceará Programa de atração de Competências. Assespro / Seitac / Insoft / Titan Empresas Instituições de Ensino Superior CEFT’s Programa de formação/qualificação STDS / SINE profissional. SESI / SENAC Empresas Governo Federal Governo do Estado do Ceará Plano de Desburocratização do Setor. Prefeituras Municipais do Ceará PROVAVEL LIDERANÇA INDUTORA SECITECE SEDUC Assespro/Seitac Titan Governo do Estado do Ceará Titan SEBRAE Assespro/Seitac Insoft Titan Assespro/Seitac Insoft Titan Titan SECITECE Insoft Liderança Difusa Assespro/Seitac Titan Insoft Governo do Estado do Ceará (Atração de Empresas) Insoft (Atração de Pessoas) Titan (Atração de Pessoas) Liderança Difusa Governo do Estado do Ceará Prefeituras Municipais do Ceará 75 Sobre o ponto de vista da abordagem interpretativa, fundamentada apenas nas relações entre as categorias encontradas na analise (construção iterativa de uma explicação), concebese que o processo de evolução do APL de TI de Fortaleza, para níveis mais desenvolvidos de organização, com estruturas sistêmicas de maior integração e sustentabilidade, perpassa pelo enfrentamento dos desafios identificados, através de uma governança local que coordene a adequação e implementação das ações de enfrentamento propostas. 76 6. Considerações Finais Ao se proceder a analise de conteúdo dos discursos declarados pelas instituições representativas do setor de Tecnologia da Informação do Estado do Ceará, foi identificado um conjunto de 35 desafios relacionados com o desenvolvimento do APL de Fortaleza. Estes desafios se agrupam em 4 fatores críticos que refletem às principais demandas atualmente existentes no que diz respeito às bases para o fortalecimento da infra-estrutura e das relações de mercado do aglomerado. Quando se realiza a associação das evidências obtidas pela analise das demandas do APL de Fortaleza com os resultados dos estudos de Werthein (op.cit.), Ferreira (op.cit), Wiegel et al (op.cit) e Kubota (op.cit), sobre os desafios relacionados com o setor de Tecnologia da Informação, verifica-se uma forte semelhança entre os desafios representativos do contexto cearense com aqueles existentes em uma realidade mais abrangente. Inclusive vale destacar que os desafios e proposições apresentados nos anos de 2006 e 2007 pelo setor de TI do Ceará são plenamente englobados na configuração composta pelos quatro fatores críticos identificados na analise. Entretanto, além das demandas identificadas, nove outros desafios foram apontados pelos autores acima, como elementos que necessitam de enfrentamento pelos agentes que estão envolvidos, ou são impactados, pelas dinâmicas do setor. Conforme se pode observar no quadro 18, os referidos desafios possuem forte relação com o processo de fortalecimento da competitividade do APL e induzem ao surgimento de ações complementares indutoras de desenvolvimento. 77 QUADRO 18: Desafios e ações complementares indutores de desenvolvimento do APL de TI GRUPO DE DESAFIOS 1. Alta Taxa de analfabetismo adulto. 2. Baixo acesso a educação formal avançada. 3. necessidade de capacitação dos Recursos Humanos atuantes na esfera da burocracia do Estado. 4. custos dos serviços providos (preços elevados) 5. Custo do dinheiro (taxas e juros muito elevadas) 6. Períodos com taxa de câmbio bastante adversa para os processos de importação 7. Dificuldade da obtenção (no mercado interno) de recursos para financiamento 8. Resistência dos Bancos quanto a emprestar dinheiro às empresas. 9. Pouco desenvolvimento do Mercado de Venture Capital. FATOR CRÍTICO DE SUCESSO ALTERNATIVAS DE ENFRENTAMENTO (Ações Indutoras de Desenvolvimento) 15 • Programa de melhoria da qualidade e acesso ao ensino e de incentivos à qualificação no nível de alfabetização e de formação básica. 16 • Programa de incentivo profissional de acesso ao nível superior Fortalecimento da Competitividade do APL Fortalecimento da Competitividade do APL 17 18 19 Fortalecimento da Competitividade do APL • Implementação de Programas de capacitação dos servidores públicos estaduais e municipais. • Programas específicos de financiamento destinados à investimentos e Capital de Giro em empresas de TI. OBJETIVOS GERAIS • Aumentar os níveis de escolaridade da população e dos funcionários atuantes nas empresas de TI, sobre o aspecto da alfabetização e de formação de nível básico • Ampliar as taxas de funcionários atuantes nas empresas de TI que estejam cursando ou tenham concluído o ensino superior • Aumentar o nível de escolaridade dos servidores públicos estaduais e municipais do Estado do Ceará • Aumentar o n° de empresas que utilizam linhas de financiamento para realizarem investimentos e administrarem seus Capitais de Giro. • Programas de crédito voltado para empresas inovadoras sem garantias reais. PRINCIPAIS STAKEHOLDERS ENVOLVIDOS • Empresas • SEDUC • Secretarias Municipais de Educação • SINE • SENAI • SENAC • SEDUC • SINE • • • • • FIEC • FECOMERCIO • Assespro/Seitac 21 • Criação de um Sistema Estadual de Garantia. • Venture Capital Governamental. • Aumentar o n° de empresas que utilizam financiamentos de terceiros para realizarem investimentos. Empresas IES FIEC FECOMERCIO • Governo do Estado do Ceará • Prefeituras municipais do Ceará • • • • • Banco do Brasil BNB. Caixa. BNDS Bancos Privados • • • • • Banco do Brasil BNB. Caixa. BNDS Bancos Privados SEBRAE Governo Estadual Governo Municipal Empresas Bancos Governo Federal Governo Estadual Ass.Brasileira de Capital de Risco (ABCR) Comissão de Valores Mobiliários (CVM) • • 20 PROVAVEL LIDERANÇA INDUTORA • • • • • • • • Governo do Estado do Ceará. • Liderança Difusa. • Liderança Difusa. • Liderança Difusa • Liderança Difusa 78 Tendo em vista que o APL de TI de Fortaleza apresenta fortes traços que o caracteriza como sendo uma aglomeração de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME’s) sem uma governança local fortemente verticalizada, torna-se evidente que a possibilidade de crescimento e desenvolvimento ao longo prazo são boas, sendo o papel do governo local, neste processo, um fator de significativa importância. Sobre este aspecto, vale destacar que as ações indutoras de desenvolvimento propostas neste trabalho podem ser implementadas através de um plano setorial estratégico que vincule o conjunto de ações aos objetivos propostos por Cassiolato, Lastres e Szapiro (op.cit), de acordo com os critérios de neutralidade, reciprocidade e de criação de exemplos, conforme descrito no quadro 19. QUADRO 19- Enquadramento das ações indutoras de desenvolvimento do APL de TI segundo objetivos e critérios de consolidação setorial propostos por Cassiolato, Lastres e Szapiro Critérios Objetivos NEUTRALIDADE RECIPROCIDADE CRIAÇÃO DE EXEMPLOS Revolucionar e estimular o ambiente • Projetos de Inclusão Digital. • Programa de Consolidação do(s) Parque(s) e Núcleo(s) Tecnológico(s) no Estado. (Eusébio e outros Municípios do Interior). • Criação do Banco de Dados do Setor (Observatório do APL). • Programa de apoio a Certificações e Qualidade. • Programa de formação e qualificação profissional. • Programa de Incentivos à qualificação no nível de alfabetização e de formação básica. • Implementação de Programas de capacitação dos servidores públicos estaduais e municipais. • Projetos de Inclusão Digital. • Programa de formação e qualificação profissional. • Programa de Incentivos à qualificação no nível de alfabetização e de formação básica. • Implementação de Programas de capacitação dos servidores públicos estaduais e municipais. • Projetos de Inclusão Digital. • Programa de Consolidação do(s) Parque(s) e Núcleo(s) Tecnológico(s) no Estado. (Eusébio e outros Municípios do Interior). Ampliar Economias de Escala Coletivas e/ou Superar Gargalos • Programas de incentivo a capacidade • Programas de incentivo a competitiva das empresas locais no mercado capacidade competitiva das Nacional e Internacional. empresas locais no mercado Nacional e Internacional. • Programa de apoio a Certificações e Qualidade. Fortalecer as Economias Externas • Programa de estímulo ao uso da TI nas esferas públicas e privadas. • Planos de redução de Carga Tributária e Captação de Recursos. • Plano de Desburocratização do Setor. • Programas específicos de financiamento destinados à investimentos e Capital de Giro em empresas de TI. • Programas de crédito voltado para empresas inovadoras sem garantias reais. • Criação de um Sistema Estadual de Garantia. • Venture Capital Governamental. ---------------- • Criação da Rede Estadual de Pesquisadores e Núcleos/Centros/Grupos de Pesquisa vinculados ao Setor de TI. • Projeto de alinhamento estratégico de Governança entre Assespro/Seitac, Insoft e Titan. • Criação da Rede Estadual de Pesquisadores, Núcleos, Centros e Grupos de Pesquisa vinculados ao Setor de TI. • Instituição de canais formais e efetivos de participação dos empresários nos processos de elaboração, implementação, controle e avaliação de Políticas Públicas do setor de TI. Fortalecer as Sinergias do Aglomerado • Programa de estímulo ao empreendedorismo e a Proteção de Marcas e Patentes. ---------------- • Programa de atração de Competências. 79 Sobre a perspectiva do processo de mobilização dos atores sociais locais para a mudança em direção ao desenvolvimento do setor, vale destacar as possibilidades de uso do modelo de alavancagem de APL’s sugerido por Amorim, Moreira e Ipiranga (op.cit.), na medida em que o respectivo modelo surge como proposta voltada para a realidade dos aglomerados cearenses. O processo se inicia pela criação de um Fórum para Mudanças, formado Stakeholders locais e a partir dele, são estabelecidos os grupos de trabalho chamados de Laboratórios para Inovação, visando operacionalizar as propostas deliberadas pelo Fórum, bem como identificar e se conectar com Pontos de Escuta representativos das fontes privilegiadas de informação e de experiência relacionadas com os objetivos de cada laboratório. Consequentemente, os efeitos provocados pelas externalidades geradas promoverão, em médio a longo prazo, a aceleração dos processos de mudança, crescimento e desenvolvimento do setor na região. No caso das possibilidades específicas sugeridas por este trabalho, o Fórum para Mudança surge com a denominação de “Câmara de Tecnologia da Informação do CearáCTI”, formada pelas entidades associativas do setor, entidades governamentais, entidades de qualificação técnica e profissional, instituições de ensino técnico e superior, institutos de pesquisa, instituições financeiras e de financiamento de ciência, tecnologia e inovação, bem como outras instituições relevantes vinculadas ao setor. A Câmara, ancorada, ou não, por uma agência de desenvolvimento funcional, operacionalizará suas deliberações através de quatro “Sub-Câmaras de Desenvolvimento-SCD” integradas, que assumem o papel de laboratórios para inovação, compostas inicialmente por 21 Equipes de Projetos, voltadas para implementar, respectivamente, as 21 ações indutoras de desenvolvimento direcionadas para o enfrentamento dos desafios do APL de TI de Fortaleza. Ainda sobre este aspecto, convém destacar que as equipes de projetos poderão estar vinculadas a mais de uma Sub-Câmara, em função da natureza de cada ação, ou serem fundidas, em função das priorizações estratégicas de Governança. Vale chamar atenção para o fato de que a elaboração do planejamento, implementação, controle e avaliação das ações perpassam por processos de colaboração e engajamento ativo dos agentes possuidores das informações e experiências relativas a cada ação, considerados neste contexto como pontos de escuta, sob a denominação de “Colaboradores Técnicos” (pessoas físicas) ou “Colaboradores Institucionais” (pessoas jurídicas). A composição da Câmara de Tecnologia da Informação do Ceará e a representação diagramática do processo de 80 alavancagem do APL de TI de Fortaleza, através de um modelo de mobilização dos agentes sociais locais, estão detalhadas no quadro 20 e na figura 14. QUADRO 20: Composição da Câmara de Tecnologia da Informação do Ceará PRINCIPAIS STAKEHOLDERS INTEGRANTES DA CÂMARA DE TI DO CEARÁ EQUIPES DE PROJETOS ( EP ) Laboratórios para Inovação (EP.1) Inclusão Digital. (EP.2)Incentivo a Capacidade Competitiva. SECITECE - SEDUC STDS - PMF/CTI Representantes Municipais (EP.3) Estímulo ao uso de TI. (SCD.1) Sub-Câmara de Desenvolvimento para o Fortalecimento da Competitividade SEBRAE/CE - SESI/CE SENAC/CE - SINE-CE (SCD.2) Sub-Câmara de Desenvolvimento da Ampliação de Mercado UFC - UECE - UNIFOR Outras IES - CEFET (SCD.3) Sub-Câmara de Desenvolvimento de Alianças Colaborativas Banco do Brasil Caixa Econômica Banco do Nordeste BNDS Outros Bancos FUNCAP Outras Entidades de Financiamento Entidades de Formação e Qualificação Profissional Entidades Associativas e Governamentais Fórum para Mudança INSOFT - TITAN ASSESPRO -SEITAC FIEC - FECOMERCIO SUB-CÂMARAS DE DESENVOLVIMENTO ( SCD ) (SCD.4) Sub-Câmara de Desenvolvimento de Ambientes Inovativos IBGE IPECE (EP.4) Representatividade Empresarial. (EP.5) Alinhamento Estratégico. (EP.6) Parque Tecnológico (EP.7) Rede Estadual de Pesquisadores. (EP.8) Observatório de TI (EP.9) Empreendedorismo, Marcas e Patentes. (EP.10) Tributação e Recursos. (EP.11) Certificação e Qualidade. (EP.12) Atração de Competências. (EP.13) Formação e Qualificação Profissional. (EP.14) Desburocratização. (EP.15) Incentivo à Alfabetização e Educação Básica. (EP.16) Incentivo ao acesso ao Nível Superior. (EP.17) Qualificação e Capacitação de TI dos servidores Públicos. (EP.18) Financiamento (Investimentos e Capital de Giro). (EP.19) Financiamento (Empresas Inovativas sem garantias). PROVÁVEIS LIDERANÇAS DE COORDENAÇÃO PRINCIPAIS COLABORADORES Coordenadores Pontos de Escuta SECITECE -SEDUC Universidades ASSESPRO -SEITAC TITAN Governo Estadual TITAN - SEBRAE/CE ASSESPRO - SEITAC INSOFT - TITAN ASSESPRO - SEITAC INSOFT - TITAN TITAN Associações Comunitárias SECITECE INSOFT Escolas Empresas IPECE SEBRAE/CE Câmaras de Comércio Liderança Difusa Prefeituras Municipais ASSESPRO -SEITAC TITAN ASSESPRO INSOFT Governo Estadual INSOFT -TITAN Liderança Difusa Governo Estadual Prefeituras do Ceará SEDUC - SINE/CE SEITAC INSOFT TITAN Institutos e Grupos de Pesquisadores INPI Bancos FIEC - FECOMERCIO ASSESPRO - SEITAC Governo Estadual Governo Estadual PMI Órgãos de Certificação Liderança Difusa CEFET SESI/CE Liderança Difusa SINE/CE (EP.20) Sistema de Garantias. Liderança Difusa FIEC (EP.21) Venture Capital Governamental. Liderança Difusa FECOMERCIO LEGENDA: INSOFT - Instituto de Tecnologia da Informação TITAN - Instituto Titan ASSESPRO - Ass. das Empresas de TI, Software e Internet SEITAC- Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação FIEC - Federação das Industrias do Estado do Ceará FECOMERCIO - Federação do Comércio do Estado do Ceará SECITECE - Secretaria Estadual da Ciência e Tecnologia SEDUC - Secretaria Estadual da Educação STDS - Secretaria Estadual do Trab. e Desenv. Social PMF/CTI - Pref. de Fortaleza /Comissão de TI SEBRAE/CE - Serviço Bras. de apoio às Micro e Pequenas Empresas SESI/CE - Serviço Social da Industria SENAC/CE - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial SINE/CE - Sistema Nacional de Emprego UFC - Universidade Federal do Ceará UECE - Universidade Estadual do Ceará UNIFOR - Universidade de Fortaleza CEFET - Centro Federal de Educação Tecnológica BNDS- Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social FUNCAP- Fundação de Amparo a Pesquisa do Ceará IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IPECE- Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará 81 Esfera de Governança Estratégica Esfera de Governança Operativa EQUIPES DE PROJETOS COLABORADORES EP.4 EP.5 Sub-Câmara de Desenvolvimento de Alianças Colaborativas EP.7 EP.8 EP.9 EP.10 EP.11 Sub-Câmara de Desenvolvimento de Ambientes Inovativos EP.12 EP.13 EP.14 EP.15 Outras Entidades EP.16 Sub-Câmara de Desenvolvimento para o Fortalecimento da Competitividade EP.17 EP.18 EP.19 PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO APL DE TI DE FORTALEZA INFRA-ESTRUTURA DO APL CÂMARA DE TI Entidades Governamentais Entidades de Qualificação Profissional EP.3 EXTERNALIDADES INOVATIVAS Entidades de Financiamento Sub-Câmara de Desenvolvimento da Ampliação de Mercado EP.6 Entidades Associativas Entidades de Formação Profissional EP.2 RELAÇÕES DE MERCADO DO APL EP.1 EP.20 EP.21 Figura 14- Representação diagramática da estrutura de alavancagem do APL de TI de Fortaleza através da mobilização de agentes locais Frente à possibilidade de enfrentamento dos desafios inerentes ao desenvolvimento do APL, através da criação de um Fórum de Mudança, os agentes envolvidos são remetidos a refletirem sobre qual plataforma institucional será ancorada uma possível Câmara de TI do Ceará. Sobre esta questão, quatro alternativas surgem como opções capazes de viabilizar um adequado engajamento dos possíveis Stakeholders dentro de uma legitimidade capaz de proporcionar uma governança local forte o suficiente para promover mudanças. A primeira alternativa enquadra a Câmara como uma entidade convergente oriunda da estrutura formal a Federação das Indústrias do Estado do Ceará-FIEC, na medida em que a federação representa as industrias do Estado, incluindo àquelas relacionadas com o setor de TI. A segunda opção vincula a Câmara à estrutura formal da Federação de Comércio do Estado do Ceará-FECOMERCIO, visto que a referida federação engloba as entidades comerciais do 82 Estado, e dentre elas o Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação-SEITAC. A terceira alternativa supõe a ancoragem da Câmara na estrutura formal do Governo do Estado do Ceará, em especial, vinculada à Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará-ADECE, através de uma relação que pode ser de subordinação ou de parceria institucional e estratégica. A quarta alternativa se caracteriza por uma Câmara autônoma, originada pela aliança entre as entidades associativas do setor (FIEC, FECOMERCIO, ASSESPRO, SEITAC, INSOFT e TITAN), sendo gerido através de fundos provenientes do orçamento do Estado do Ceará, das respectivas entidades ou de ambos. Para cada alternativa, existe possíveis vantagens e limitações relacionadas com os aspectos estruturais, financeiros e de gestão da Câmara de TI, devendo os envolvidos com o processo de sua implantação definirem a alternativa mais adequada ao contexto das relações existentes (QUADRO 21) aproveitando as suas vantagens e criando mecanismos de enfrentamento das limitações. QUADRO 21- Principais vantagens e limitações relacionadas com o tipo de ancoragem definida para a instalação da Câmara de TI do Ceará (CTI). ALTERNATIVA DE ANCORAGEM Federação das Industrias do Estado do Ceará ( FIEC ) Federação de Comércio do Estado do Caeará ( FECOMERCIO ) Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará ( ADECE ) Aliança entre as Instituições Associativas representativas do Setor de TI do Ceará PRINCIPAIS VANTAGENS Infra-estrutura para funcionamento da CTI. Recursos para funcionamento oriundos, em sua maior parte, da FIEC. Infra-estrutura para funcionamento da CTI. Recursos para funcionamento oriundos, em sua maior parte, da FECOMERCIO. Infra-estrutura para funcionamento da CTI. Recursos para funcionamento oriundos, em sua maior parte, do orçamento da ADECE. Maior envolvimento e alinhamento estratégico das entidades representativas das empresas de TI do Estado. PRINCIPAIS LIMITAÇÕES Forte víeis das ações sobre a perspectiva dos paradigmas da Industria. Risco de isolamento institucional. Forte víeis das ações sobre a perspectiva dos paradigmas do Comércio. Risco de isolamento institucional. Vulnerabilidade do processo de governança local às mudanças sazonais oriundas das alternâncias das políticas de governo. Sem fontes seguras de recursos para a instalação e funcionamento da CTI. A alavancagem do processo de desenvolvimento do APL de TI de Fortaleza demanda uma convergência inicial de esforços, por parte dos poderes públicos, associações de 83 empresas e grupos de empresários, buscando gerar sinergias positivas capazes de envolver outras instituições, de tal forma que seja consolidada uma rede consistente de sustentação da governança local em condições de promover a transformação do APL para níveis mais sólidos de competitividade e sustentabilidade regional. 84 Referências Bibliográficas ALBAGLI, Sarita. Globalização e espacialidade: o novo papel local. In: CASSIOLATO, José Eduardo; LASTRES, Helena Maria Martins. 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Brasília (DF), 2005. 1 CD-ROM. 88 Apêndices 89 Apêndice 1 Modelo da Ficha de Edição do Corpus para a Exploração (Apresentação da Ficha 001) FICHA CF-001 IDENTIFICAÇÀO Seitac e Assespro lançaram esse mês o planejamento estratégico do segundo semestre de 2002 O Povo NOTÍCIA EXTRATO-ÍNDICE Seitac e Assespro lançaram esse mês o planejamento estratégico do segundo semestre de 2002 para a área de TI do Ceará O Seitac - Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará e a Assespro - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet lançaram esse mês o planejamento estratégico do segundo semestre de 2002 para a área de TI do Ceará. Segundo Paulo César Cavalcanti, presidente do Seitac e vice-presidente da Assespro, a iniciativa marca a unificação de ações das duas entidades no estado. O trabalho foi iniciado há três meses, de acordo com ele, e a previsão é de que tudo esteja concluído na primeira quinzena de setembro. noticia assespro-01 Entre as bases do planejamento anunciado pelo presidente estão o ''levantamento de informações sobre a área de TI nas empresas, no setor bancário e nos governos, o planejamento de ações de interesse para o setor, o encaminhamento de propostas para os poderes legislativo e executivo, busca da interiorização e formação de parcerias com entidades sociais''. Além disso, as instituições estão aproveitando o ano eleitoral para promover debates sobre políticas para Tecnologia de Informação com os candidatos ao Governo do Estado. O primeiro foi realizado no último dia 25, com o senador Sérgio Machado, e para essa semana está agendado o próximo, com o candidato Lúcio Alcântara. Como medidas concretas foram citadas a consolidação dos pólos de TI em Sobral, na região do Cariri e em Iguatu, a criação de delegacias das entidades em municípios cearenses (inseridas na proposta de interiorização), ações sociais conjuntas com o Pacto de Cooperação e a Federação do Comércio e sugestão nos poderes públicos de redução de ICMS e limitação dos incentivos oficiais apenas para empresas totalmente cearenses. Paulo Cavalcanti afirma que o Ceará ocupa o segundo lugar no Nordeste em faturamento do setor de TI, perdendo apenas para Pernambuco e em ''empate técnico'' com a Bahia. Ele também garante que a crise do setor de tecnologia, que começou na década de 90 com as empresas de Internet e agora chegou às de telecomunicações, não tem sido significativa no estado. ''Temos tido crescimento e acredito que continuaremos com essa tendência'', afirma. Os problemas por aqui teriam acontecido apenas no setor varejista de suprimentos para informática, por causa da concorrência das grandes magazines. Hoje existem 600 filiados no sistema Seitac-Assespro do Ceará, mas não há nenhum levantamento sobre a real situação de todas elas, nem do faturamento global do setor. Segundo o presidente do Seitac, isso se deve principalmente ao funcionamento irregular de empresas de venda de hardware, mas ele adianta que as duas entidades também estão tomando medidas para combater os problemas de evasão fiscal e pirataria. 90 Apêndice 2 Fichas de Inventário da Análise de Conteúdo 91 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-001 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-001 (...)''levantamento de informações sobre a área de TI nas empresas, no setor bancário e nos governos, o planejamento de ações de interesse para o setor, o encaminhamento de propostas para os poderes legislativo e executivo, busca da interiorização e formação de parcerias com entidades sociais''. E-002 Como medidas concretas foram citadas a consolidação dos pólos de TI em Sobral, na região do Cariri e em Iguatu, a criação de delegacias das entidades em municípios cearenses (inseridas na proposta de interiorização), ações sociais conjuntas com o Pacto de Cooperação e a Federação do Comércio e sugestão nos poderes públicos de redução de ICMS e limitação dos incentivos oficiais apenas para empresas totalmente cearenses. E-003 No caso específico do Ceará, Teresa Mota disse que já foi apresentado à Finep um projeto de Residência em Software, que ainda não teve os recursos liberados. Além disso, o MCT recebeu mais oito propostas, envolvendo a criação de ilhas digitais, visando o acesso à população à TI; de um censo setorial, de maior dinâmica ao Cenapad; de melhoria da infra-estrutura, inclusive de cabos submarinos, redes e infovias, entre outros projetos. CF-001 CF-002 E-004 E-005 E-006 E-007 E-008 E-009 CF-004 E-010 E-011 E-012 E-013 E-014 CF-005 E-015 E-016 E-017 CF-010 RECORTE E-018 E-019 E-020 CF-011 E-021 E-022 Os empresários cearenses precisam se aproximar da Assespro para defenderem os interesses do Estado no fundo”, ressaltou, (...) (...) sugerindo ainda a criação de uma Secretaria Municipal de Tecnologia para dar maior apoio aos empresários locais. Dentro dessa visão, há uma necessidade dos empresários se capacitarem para enfrentar o mercado, de maior aproximação com a Câmara e da formação de parcerias. Incremento nas exportações e redução definitiva da alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 12% para 7%, são algumas metas definidas como prioritárias pelos representantes do... (Seitac) e da (Assespro). Mas as empresas do Sul ainda conseguem as verbas com mais facilidades que nós, infelizmente. Nós pretendíamos aumentar ainda mais a base do sistema, com adesões de associados. O que nós estamos fazendo é procurar alternativas, buscando a profissionalização do empresariado para explorar áreas onde ainda não atuamos. Pretendemos aumentar a oferta de serviços para os associados, aumentar a atuação política nos três níveis de governo (municipal, estadual e federal), aumentar a integração das empresas do sistema através de eventos sociais, esportivos e culturais, fornecer apoio técnico para geração de negócios e aumentar a visibilidade do sistema na sociedade, inclusive com p gina no jornal e programa de TV. Há, na próxima gestão, a intenção de interiorizar as ações. Não vamos poder atuar em todas as regiões, mas pretendemos estar mais presentes em pólos como o Cariri e as regiões próximas de Sobral e Iguatu. Ele acrescenta que programas de treinamento da população carente dentro das empresas de TI&T tornarão a inclusão digital uma realidade. ´Estamos na era do conhecimento, quando ações simplesmente assistencialistas só resolvem o problema do presente. Se cada setor se organizar e contribuir dentro de sua área de conhecimento, poderemos obter grandes melhorias´, avalia. “Necessitamos de uma maior integração e de mecanismos de fomento do mercado, além de projetos de capacitação de gestores e técnicos, com o objetivo de que mais empresas locais possam competir com outras regiões do país e até mesmo exportar.´ Entre outros projetos idealizados estão: a criação de um Parque Tecnológico, com infra-estrutura física e tecnológica que garanta o intercâmbio entre as empresas do setor, e o estabelecimento de uma Central de Estágio, que disponibilizará programas com universidades para gerência de estágios e encaminhamento ao primeiro emprego. Para garantir competitividade com outros Estados nordestinos, o Sistema propôs a redução do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços) de 12% para 7%, através do Poder Legislativo (...) Outra iniciativa foi de incentivo aos governos municipal e estadual a se integrarem através da informatização de seus serviços - visando a prestação de informação em tempo hábil, com precisão e qualidade, bem como a melhoria dos aspectos de fiscalização. ´Buscamos uma base sólida e uma atuação mais forte da Tecnologia da Informação no Estado´, (...) . Na pauta do encontro, o projeto do Parque Tecnológico para o Estado, bem como a captação de recursos junto às entidades governamentais para sua viabilização. “Todas essas condições são oferecidas pela região do Eusébio. Além disso, o município oferece incentivos fiscais - a exemplo da lei de isenção da tributação do ISS para softwares e a redução de serviços relacionados com tecnologia para 1% e 80% do IPTU para os imóveis localizados no condomínio industrial de informática”, O Instituto deverá elevar o investimento em pesquisa, propiciando um maior intercâmbio com as universidades e o setor produtivo. Ações de inclusão digital também estão sendo pensadas, no sentido de promover o desenvolvimento da comunidade como um todo e formar um Pólo de Tecnologia do Ceará integrado com as iniciativas e projetos dos governos estadual, federal e municipal. O Pólo Tecnológico firmará parceria com Setor Público visando a competitividade no mercado nacional e internacional e buscará a união de ações com a comunidade científica. 92 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-002 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-023 CF-013 E-024 E-025 E-026 CF-014 E-027 E-028 E-029 CF-016 E-030 E-031 CF-017 E-032 E-033 E-034 CF-018 E-035 E-036 E-037 CF-020 E-038 CF-021 E-039 CF-024 E-040 E-041 CF-025 E-042 CF-026 E-043 CF-027 E-044 CF-028 E-045 CF-029 E-046 CF-030 E-047 CF-031 E-048 RECORTE Em pauta, portanto, assuntos como segurança, relacionamento com clientes (CRM), sistemas integrados de gestão (ERP) e soluções de contingência, entre outros. (...) o principal objetivo da iniciativa é o de difundir as potencialidades da tecnologia da informação na gestão de negócios, incluindo empresas públicas e privadas. Com a globalização, estamos diante de um momento de extrema competição entre as empresas onde o poder, antes nas mãos de escassos fornecedores, está se concentrando no cliente, que agora dispõe de inúmeras opções. Ele, o todo poderoso cliente, não mais admite de seus fornecedores desperdícios que aumentem seu valor, lentidões em processos que não lhe agreguem valor. O mercado de tecnologia de informação e telecomunicações no Ceará comporta a criação de quatro pólos tecnológicos que, espalhados em locais estratégicos do estado, teriam o objetivo de contribuir para expansão e consolidação das chamadas Empresas de Base Tecnológica. ´O objetivo da nova política econômica no que se refere às Empresas de Base Tecnológica é de promover atividades de alto valor agregado, ou de alta tecnologia, tendo como público-alvo as incubadoras e empresas incubadas, empresas não incubadas e projetos inovadores´ (...) o projeto de criação do Pólo de Tecnologia no Ceará traz benefícios para todo o estado, pois fortalece um setor que se destaca por gerar empregos altamente qualificados, além de criar ambiente propício ao incremento da pesquisa, (...) Lançado em setembro do ano passado, o projeto do Centro Digital - empreendimento tecnológico que seria instalado no mesmo prédio onde funciona o Cine São Luiz em Fortaleza - não conseguiu sair do papel. A principal barreira a ser ultrapassada para a concretização do projeto é a falta de dinheiro. Diante de tantas barreiras, ganha força a proposta alternativa de construir um parque tecnológico numa outra área. (...) A sede do parque tem grandes chances de ficar localizada no município do Eusébio, (...) Interessada em automatizar as empresas cearenses filiadas aos seus 33 sindicatos, a Fecomércio, em parceria com o Sistema Assespro/Seitac, está lançando o “Programa de Informatização”. O projeto, que vai atender os empresários em condições especiais, está em fase de estruturação dos pontos principais acerca das principais vantagens de compra de softwares através da parceria. ´Queremos aumentar tanto a produtividade quanto melhorar a competitividade das empresas.´ Segundo João Carlos Pereira, diretor-executivo da Softium Informática, o parque tecnológico no Eusébio pretende reunir pequenas, médias e grandes empresas de tecnologia, bem como institutos de pesquisa, laboratórios e Universidades em um só espaço horizontal. Por reunir empresas e institutos de pesquisa em um só espaço, vai possibilitar a criação de novos produtos e serviços especializados, incrementando a competitividade dos produtos cearenses no mercado nacional e internacional. ´O parque vai criar uma identidade para as empresas de software no Ceará. Como contra-partida ao voto de confiança que a prefeitura do Eusébio deu ao parque tecnológico, o Seitac vai desenvolver um trabalho de inclusão digital com jovens carentes do município. O objetivo do projeto é incentivar e ampliar as exportações, otimizando o potencial existente por meio da adequação dos processos e produtos às exigências do mercado externo e de uma eficiente estratégia comercial e de marketing internacional. Além da apresentação da missão, valores e objetivos do Instituto, foram definidas as regras de entrada, bem como os direitos de novos associados. O Parque Tecnológico pretende abrigar empresas incubadas dos setores de TI&T, bem como para laboratórios de universidades, espaços para entidades de pesquisa, fornecedores estratégicos. Corresponder à demanda existente junto a empresas de tecnologia da informação, automação e telecomunicações, para busca e escolha de profissionais que estejam dentro do perfil buscado por elas, em convênio firmado com as principais universidades do Estado. Foi dentro desse contexto e com esse objetivo que surgiu há um mês a Central de Estágios on-line. Chamada de Estágio Fácil, a central é fruto de uma parceria do FastJob com o sistema Assespro/Seitac Sua missão é trabalhar para que as empresas cearenses se capacitem e se orientem para captar os recursos do Prosoft. (...) Há também a possibilidade de trabalho em prol da atração de capital de risco. O Estado do Ceará deverá contar, até o final deste ano, com seu próprio parque tecnológico.(...) Com previsão de funcionamento numa área de aproximadamente dez hectares, o parque deve instalar-se no município de Eusébio (CE), que partiu na frente ao oferecer incentivos fiscais. Diminuir o nível de exclusão tecnológica nas empresas cearenses. Com este objetivo foi lançado ontem, dia 21, no Centro Dragão do Mar, às 18 horas, o Programa de Automação Comercial (PAC). Desenvolvido pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomercio), o Programa fornecerá, através do Banco do Brasil (BB), linhas de crédito diferenciadas, para compra de equipamentos e produtos de informática, com parcelamento em até 36 meses, para empresas com faturamento bruto anual de até R$ 5 milhões. O Programa de Automação Comercial (PAC), lançado pela Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio), fornecerá às empresas, sobretudo às de pequeno e médio portes, as condições para maior poder de venda, obtida através da agilidade no atendimento e da qualificação dos clientes. (...)O PAC, como destacou o presidente da Fecomércio, Luiz Gastão Bittencourt, visa criar condições especiais de financiamento para aquisição de equipamentos e produtos exclusivamente de informática. Em plena era digital, onde a tecnologia é apontada por especialistas como o principal fator para o sucesso empresarial, quase um terço do comércio varejista de Fortaleza não apresenta qualquer tipo de informatização. Programa de Automação Comercial (PAC) será lançado na quinta-feira (...)O programa informatizará as empresas cearenses filiadas aos sindicatos da Federação, criando condições especiais de financiamento para aquisição de equipamentos e produtos exclusivamente de informática. Estudos do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio (IPDC) indicam que 33,14% das lojas de Fortaleza ainda não estão automatizadas e 29,71% dos lojistas até querem automatizar o negócio, mas não podem. 93 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-003 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato CF-034 E-049 CF-035 E-050 CF-037 E-051 E-052 E-053 E-054 CF-038 E-055 E-056 CF-039 CF-040 E-057 E-058 E-059 E-060 E-061 E-062 CF-044 E-063 E-064 CF-045 E-065 E-066 E-067 CF-047 E-068 E-069 E-070 RECORTE Se o atual índice de pirataria de software no Brasil, que é de 55%, fosse reduzido em 10 pontos percentuais nos próximos quatro anos, o segmento de Tecnologia da Informação (que reúne profissionais e empresas de informática e algumas áreas de telecomunicações) do País teria 13 mil novos empregos e aumentaria a arrecadação tributária em R$ 1 bilhão por ano. (...)‘‘O problema não tem relação com preço, até porque os produtos mais pirateados são os mais baratos. O que ainda existe é uma cultura de desrespeito aos direitos autorais, e isso não se limita apenas aos softwares, mas a outros produtos de criação’’, acredita. De acordo com o presidente do (...) (Seitac), Edson Amaro, o problema dos preços altos nos softwares brasileiros existe, e tem influência sobre o índice de pirataria. ‘‘Acho que a carga tributária é muito alta e o mercado é pequeno, o que impede a redução dos valores dos aplicativos. A produção de software demanda investimentos muito altos e as empresas precisam de retorno. Se o número de consumidores é restrito, a solução é aumentar o preço’’, diz. A falta de um alinhamento estratégico entre os negócios e o investimento em tecnologia nas empresas tem criado descompasso que pode acabar em desperdícios de recursos no ambiente corporativo. Para Mota, o planejamento estratégico tem que considerar a aplicação da tecnologia da informação dentro da empresa, para que a mesma tire proveito de seus benefícios de forma consciente e planejada. Investimento em qualidade e busca por novas oportunidades fora do País. Essa é a forma que as empresas cearenses de tecnologia estão encontrando para driblar as dificuldades, diante de um mercado local retraído. De forma mais prudente e levando em conta as dificuldades financeiras do País e do Estado, as empresas tentam levar adiante os projetos de implantação de um pólo local de tecnologia. (...) Mais realista que o Ceará Digital, o futuro parque ainda está na fase de procura pelo terreno e busca de apoio financeiro junto à prefeitura do Eusébio, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, e o próprio Governo do Estado. A outra iniciativa local que merece destaque é o grupo de 24 empresas cearenses filiadas à Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex) e que integram o projeto Projeto Setorial Integrado para Exportação de Software (PSI Software-CE). Quatorze delas participaram de uma viagem aos países ibéricos (Portugal e Espanha) entre os dias 31 de outubro e 8 de novembro, em busca de parceiros na Europa. Criado em 2002, o PSI Software tem como meta exportar US$ 3,7 milhões até agosto do ano que vem. De acordo com os entrevistados por O POVO, o setor de tecnologia cearense tem, ainda, dois grandes desafios pela frente. O primeiro deles é um mapeamento completo das empresas do Estado, para que se tenha idéia do seu tamanho dentro da economia local. Outro ponto relevante é a profissionalização da área, através da busca por certificados internacionais. A visita de quase dez dias a Europa ajudou os empresários cearenses a criarem perspectivas de negócios no mercado internacional. Para ganhar em competitividade, o empresariado local quer implantar no ano que vem um Pólo Tecnológico no Eusébio. Ele ressaltou que a falta de alinhamento estratégico entre os negócios e o investimento em tecnologia da informação dentro das empresas tem gerado desperdícios dentro do ambiente corporativo. Para chegar nesta etapa de amadurecimento, a empresa já vem investindo na obtenção da certificação ISO, prevista para ocorrer em fevereiro de 2004. Hélio Barros tem definido como prioridade, a adoção de uma ´política de inovação´, para dar sustentação ao desenvolvimento da tecnologia. Entre as missões de Hélio Barros está a continuidade e a potencialização dos programas tecnológicos desenvolvidos pela anterior administração no interior, a exemplo dos Centros de Ensino Tecnológico Sua idéia é atrair empresas ao Ceará e, ao mesmo tempo, estimular o mercado local para a obtenção de projeção nacional. Neste ano, o município partiu na frente, ao oferecer incentivos fiscais em uma área para a instalação do Parque Tecnológico do Estado. Atuando de modo integrado com as iniciativas e projetos dos governos federal, estadual e municipal, o Sistema vem demonstrando através de suas principais ações, o compromisso com o crescimento de todo o segmento no país. Pautado pela inclusão social e digital, como molas propulsoras do desenvolvimento para um ´Ceará globalizado´, suas ações em prol do crescimento do setor de TI&T local se dão através do fortalecimento do setor produtivo, cooperação entre empresas e do desenvolvimento de parcerias e alianças estratégicas. Trabalhando de modo integrado com as iniciativas e projetos dos governos federal, estadual e municipal, no Ceará, o Sistema Assespro/Seitac vem demonstrando, através de suas principais ações, que seu compromisso é com o crescimento de todo o segmento no País. Pautado pela inclusão social e digital, como molas propulsoras do desenvolvimento para um “Ceará globalizado”, seu trabalho é em prol do crescimento do setor de TI&T (Tecnologia da Informação e Telecomunicações), através do fortalecimento do setor produtivo, cooperação entre empresas e do desenvolvimento de parcerias e alianças estratégicas. Hélio Barros - secretário da Ciência e Tecnologia Tem definido como prioridade, a adoção de uma “política de inovação”, para dar sustentação ao desenvolvimento da tecnologia. Sua idéia é atrair empresas ao Ceará e, ao mesmo tempo, estimular o mercado local para a obtenção de projeção nacional. Régis Dias - secretário de Desenvolvimento Econômico. Tem considerado fundamental o estímulo ao empreendedorismo cearense através do setor tecnológico. O secretário aposta em ações concretas de valorização do comércio internacional e de capacitação das empresas para negociação com os grandes trades do mercado, (...) Fortalecendo a política de interiorização, sua pasta valoriza não somente o incentivo fiscal para atração de empresas, mas a infra-estrutura, a estabilidade econômica, a posição geográfica e o empreendedor local. 94 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-004 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-071 CF-048 E-072 E-073 CF-050 E-074 E-075 E-076 CF-051 E-077 CF-052 E-078 CF-055 E-079 CF-056 E-080 CF-057 E-081 CF-058 E-082 E-083 CF-059 E-084 CF-060 E-085 CF-061 E-086 CF-062 E-087 CF-063 E-088 CF-064 E-089 CF-065 E-090 E-091 RECORTE “Somos uma nação de excluídos digitais.” Tentando reduzir disparidades tão absurdas, a prefeitura do Eusébio, numa parceira com o Governo do Estado, em projeto-piloto do Sistema Assespro/Seitac (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet e Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará), vai promover cursos de informática para capacitação de jovens carentes do município, com renda familiar de até R$ 100,00. (...)O primeiro projeto de inclusão digital do Sistema Assespro/Seitac faz parte das mudanças a serem implementadas no Eusébio com a instalação do Pólo Tecnológico, (...) Entre as atividades realizadas pelas empresas de Tecnologia da Informação no Ceará, as de ´inclusão´, sejam elas de inclusão digital ou de colocação e recolocação profissional, encontram-se entre as de maior importância, ainda mais com a aquisição de recursos e formação de parcerias entre a iniciativa privada e o poder público para a implantação de um Parque Tecnológico no município do Eusébio. A iniciativa é mais uma parceria com a prefeitura do município. Responsável pela doação do terreno onde será construído o Parque, hoje avaliado em R$ 400 mil, a prefeitura do Eusébio aprovou ainda lei de incentivo fiscal a empresas de softwares que se instalarem na cidade. O Programa de Automatização Comercial – denominado “PAC” – vem apresentando condições especiais de financiamento para aquisição de equipamentos e produtos exclusivamente de informática. O lançamento de uma “Central de Estágios”, vem possibilitando a oferta de estágios para os estudantes dos cursos de nível superior de informática e áreas correlacionadas, em parceria com o site líder no segmento de seleção e recolocação profissional, FastJob. Mas nada foi mais impactante do que a Cofins, que passou de 3% para 7,6%. (...) o Governo pisou na bola e, numa reestruturação da legislação tributária com foco no setor financeiro, acabou prejudicando a maior parte das prestadoras de serviço do País, inclusive as de Tecnologia da Informação. Completando seis meses de criação, a Central de Estágios - uma iniciativa do Sistema Assespro/Seitac - continua a ofertar estágios para os estudantes dos cursos de nível superior de informática (e áreas correlacionadas, como: administração, contábeis, economia). (...)o serviço oferecido aos empresários é muito positivo, pois elimina muitas etapas do processo de recrutamento. Dando continuidade ao programa ´Microsiga Dá Educação´, a empresa inaugurou a Sala Microsiga, no curso de Engenharia da Produção, da Universidade Federal do Ceará (UFC). O objetivo da empresa é levar conhecimento e educação às faculdades, fornecendo ferramentas que possibilitem ao aluno compartilhar demonstrações de sistemas de gestão empresarial. Os empresários do setor de tecnologia da informação do Estado, (...)comemoram os seis meses de existência do projeto Central de Estágios, que continua a ofertar estágios para os estudantes dos cursos de nível técnico e superior de informática (e áreas correlacionadas: como administração, contábeis, economia). (...)houve melhora no processo de identificação e seleção de candidatos, facilitando a integração aos programas de estágio oferecidos pelas 600 empresas conveniadas à Central. Empresários da área de tecnologia do Ceará lançaram uma Central de Estágios, iniciativa modelo com o objetivo de ajudar recém-formados a conseguir o primeiro emprego, que pretende abrir 1.500 oportunidades de estágios, este ano. O estágio é o primeiro passo para a obtenção do emprego. Desemprego em alta, faculdades aos borbotões, e a palavra estágio pisca aos olhos de tantos estudantes. Mirando nessa turma, o endereço www.estagiofacil.com.br está cadastrando gratuitamente universitários de informática e áreas como administração, contábeis e economia. A iniciativa é do Sistema Assespro/Seitac Na pauta, a captação de recursos e a discussão de verbas para o setor, além de projetos de exportação de software, questões relativas à carga tributária, bem como a realização de eventos, a exemplo da Fenasoft. No intuito de promover a integração entre as empresas do setor de tecnologia da informação (TI) do Ceará, visando a captação e a geração de negócios entre as mesmas, foi realizado em Fortaleza no último dia 13 de abril a primeira edição do Encontro das Empresas de Tecnologia. A iniciativa, denominada ‘‘Estágio Fácil’’, funciona através de convênio com seis instituições de ensino superior — Unifor, UFC, Uece, FIC, Fanor e Unice — e pretende abrir vagas para cerca de 300 universitários neste ano. O projeto arquitetônico do Parque Tecnológico do Instituto Titan já foi escolhido: (...) Através do programa ‘‘Empresa Competitiva’’, a Secretaria da Ciência e Tecnologia do Ceará — em parceria com (...) deverá financiar R$ 8 milhões para empresas locais pesquisarem e desenvolverem projetos inovadores na área tecnológica. Entidades que reúnem as empresas de tecnologia no Estado lançaram no ano passado um serviço de seleção e contratação online de estagiários. (...) Desde setembro de 2003, quando foi lançado, 10 empresas já utilizaram os serviços do Estágio Fácil, admitindo quase 50 estagiários em seus quadros. Brasil continua exportando mão-de-obra barata e importando tecnologia. É para mudar essa realidade que empresas e universidades cearenses estão se unindo. Ontem foi dado um importante passo no sentido de unir esforços em prol da tecnologia produzida no Estado. Durante encontro na Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), representantes do (...) estiveram discutindo os editais da Finep e do CNPq para projetos de pesquisa na área de tecnologia. Cerca de R$ 94, 2 milhões estão previstos nos seis editais lançados pelas duas instituições. Para a região Nordeste serão destinados 30% desse montante, R$ 28,2 milhões. (...) o evento tem por objetivo unir os aspectos econômicos das empresas à pesquisa acadêmica. Ele explicou que 80% das empresas de Tecnologia da Informação e telecomunicações (TI&T) são pequenas, tendo em média cinco funcionários, não podendo investir em pesquisa. 95 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-005 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha CF-066 Extrato E-092 E-093 E-094 CF-067 E-095 E-096 E-097 CF-069 E-098 CF-070 E-099 CF-071 E-100 E-101 E-102 CF-072 E-103 E-104 E-105 CF-075 E-106 CF-076 E-107 CF-077 E-108 E-109 CF-078 E-110 E-111 CF-079 E-112 CF-083 E-113 CF-089 E-114 E-115 CF-090 E-116 RECORTE (...) representantes dos três setores discutiram a participação em conjunto em seis editais lançados por duas agências de fomento federais que estão destinando recursos para projetos na área desenvolvidos nas regões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. ''A nossa preocupação é iniciar esse processo para alavancar o setor de tecnologia no Ceará lá fora. Crescer para fora é o nosso grande desafio'' A criação de um pólo de tecnologia no Eusébio e a alavancagem de recursos para projetos nesse setor no Ceará estão entre os objetivos de empresários e pesquisadores desse segmento. Ontem à tarde, representantes de empresas de tecnologia da informação e telecomunicações, de universidades e do governo se reuniram para tratar da participação conjunta em editais do CNPQ e da Finep, (...) A aproximação daqueles que atuam no setor deve fortalecer as empresas de tecnologia locais na disputa por mercados fora do Ceará, Ele disse que o projeto de implantação da fase inicial do parque tecnológico no Eusébio demanda R$ 6 milhões. O evento reúne periodicamente os empresários filiados ao Sistema Assespro/Seitac, bem como os integrantes do Instituto Titan, visando a integração entre as empresas associadas, com foco na captação e geração de negócios entre as mesmas. O objetivo é gerar negócios entre essas empresas através da troca de experiências corporativas na área. A série de eventos, iniciada em abril deste ano, (...) Projeto de Inclusão Digital leva informática para comunidade do Eusébio (...)as empresas de tecnologia estão adotando o conceito de “cooperação”, trabalhando em prol do crescimento do segmento como um todo. “A aproximação dos que atuam no setor fortalece as empresas locais na disputa por mercados fora do Estado. A conquista desses mercados é o nosso principal desafio” (...) O Instituto Titan também foca suas ações no combate à exclusão digital. Desde o mês de junho deste ano está promovendo cursos de informática gratuitos para capacitação de jovens carentes do município, com renda familiar de até R$ 100,00. O município do Eusébio vem sendo o preferido pelo setor para a implantação do Pólo. “Essa iniciativa propiciará uma grande mudança no segmento tecnológico, através da sinergia propiciada pela convivência entre as empresas e o setor acadêmico. Acredito que o Pólo vai gerar um salto positivo, tanto no crescimento do setor como na qualidade de seus produtos, contribuindo para a pesquisa e o desenvolvimento econômico e social do nosso Estado” Na convenção dos jovens empresários haverá um estande do Estágio Fácil, acesso ao portal de oferta de estágios a estudantes de nível superior de informática e áreas afins, implantado pelo Sistema Assespro/Seitac, em parceria com o FastJob. Dentro da VIII Convenção Estadual dos Jovens Empresários, que acontece no próximo dia 5 de novembro, no Centro de Convenções do Sebrae/CE, haverá um stand do Estágio Fácil (...) O CNPq aprovou 11 projetos cearenses (...)Dos 11 projetos do Ceará, quatro são da área de tecnologia, de iniciativa das empresas Iativa Tecnologia e Comunicação, Sena Informática, Softsite Informática e Fluxus Automação de Sistemas. O programa destinará recursos financeiros para o trabalho de bolsistas em cada projeto aprovado. O pólo deverá ser instalado no município do Eusébio, localizado a 40 quilômetros de Fortaleza. Para garantir a competitividade no mercado nacional e internacional, bem como a união de ações entre as comunidades científica e empresarial, será destinado um espaço no pólo, cuja área física será em torno de quatro hectares, para a implantação de incubadas dos setores de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Eletrônica e Automação, bem como para laboratórios de universidades, entidades de pesquisa, fornecedores estratégicos. No Brasil, 70,4% dos computadores vendidos têm origem no mercado ilegal, onde reinam as peças e acessórios contrabandeados, a sonegação fiscal e a pirataria de software. (...)em Fortaleza os computadores de procedência ilegal são cerca de 20% mais baratos do que os comercializados nas lojas tradicionais. ‘‘Geralmente essas empresas só passam dois anos, no máximo, no mercado’’ (...)‘‘O sindicato tem uma grande preocupação com esse problema, mas tem muita dificuldade em combater’’ (...)‘‘No mercado corporativo esse problema já foi superado, mas o varejo é dominado por esse mercado informal que traz uma série de prejuízos ao Estado, ao cidadão, ao usuário e ao mercado’’. O evento, que acontece no La Maison Dunas, em Fortaleza, também comemora os resultados das ações promovidas pelo setor ao longo do ano — algumas delas no campo da inclusão digital, com a entrada em operação dos pólos de capacitação gratuita em informática para os jovens do município de Eusébio. O ano não começou bem para as empresas de tecnologia do Ceará que foram afetadas também pela Medida Provisória 232, que elevará as alíquotas do Imposto de Renda (IR) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) dos prestadores de serviço. (...) Ao propor a elevação da carga tributária das prestadoras de serviço, Castro diz que o governo tirou a competitividade do segmento. “Se elevar o preço, a prestadora perderá o cliente para o concorrente”, acrescentou. Empresários dos setores da tecnologia da informação, de telecomunicações, de eletrônica e automação (TI&T) apresentaram na tarde de ontem, ao ministro das Comunicações, Eunício Oliveira, uma proposta de projeto para criar no Ceará, um pólo de desenvolvimento integrado de hardwares, softwares e de inovações tecnológicas digitais, no Ceará. Para Mota, o novo polo irá ampliar a cooperação entre os agentes do setor, elevando a competitividade das empresas nos cenários nacional e internacional. Diante dos empresários, o ministro disse que recursos existem, e que a liberação vem ocorrendo de acordo com a demanda. “Recursos há, o que nos falta são projetos”, ressaltou o ministro. 96 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-006 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha CF-091 Extrato E-117 E-118 CF-092 E-119 CF-093 E-120 CF-094 E-121 CF-095 E-122 E-123 CF-096 E-124 CF-097 E-125 E-126 E-127 E-128 CF-098 E-129 E-130 E-131 E-132 CF-099 E-133 E-134 CF-100 E-135 CF-101 E-136 CF-105 E-137 CF-107 E-138 RECORTE O ministro Eunício Oliveira esteve ontem na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) para discutir a criação de um pólo de tecnologia, no valor estimado de R$ 6 milhões (...). Ele seria construído em um terreno de 4 hectares doado pela prefeitura do Eusébio, na Região metropolitana de Fortaleza. (...) o objetivo é criar no Ceará ''uma cultura de software''. ''É hora de a tecnologia ganhar relevância, assim como o turismo, as confecções, os calçados e as rosas'', afirma Mota. Os empresários do setor de Tecnologia da Informação & Telecomunicações (TI&T) promovem na próxima segundafeira o Seminário de Apresentação do Estudo de Viabilidade para a Implantação do Parque Tecnológico (Titan Park). Com investimento estimado em R$ 6 milhões, a serem rateados entre diversos parceiros, públicos e privados, o município de Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza, vai sediar o 1º Pólo Tecnológico, que deverá atrair cerca de 50 empresas dos segmentos de tecnologia e de informação — gerando, inicialmente, mais de três mil empregos diretos. Os empresários dos setores de Tecnologia da Informação, Informática, Telecomunicações e similares estão apreensivos com os efeitos da lei estadual 13.569, de 30 de dezembro de 2004, que institui a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), a partir deste mês, sobre software (programa de computador), incluindo sua licença de uso. (...)os encargos da nova tributação poderá inviabilizar também o esforço de consolidação de um parque tecnológico no Eusébio. Representantes do setor alegam que a nova tributação deve afetar a produção do parque tecnológico cearense e que, como conseqüência, as empresas podem fechar as portas ou sair do Estado. ‘‘É uma medida absurda, que torna o Ceará inviável’’, reclama Alexandre Mota, presidente da Assespro-CE. "A tributação sobre o software vai afetar a produção e obrigar algumas empresas a fechar as portas ou sair do Ceará, prejudicando criação de empregos, além de comprometer os planos de construção do Parque Tecnológico, o Titan Park, no município do Eusébio" (...) "Em vez de atrair novos investimentos, o estado estará expulsando as empresas de tecnologia, favorecendo a migração de emprego e renda para outros centros do País como São Paulo, por exemplo." Segundo o titular da Secitece, o esforço dos empresários cearenses de TI, principalmente no que se refere à construção de um pólo de tecnologia, é relevante e precisa ser reconhecido. "Eles têm todo o nosso apoio. Hoje, observamos nível elevado de conscientização e de diálogo entre o empresariado local e os dirigentes municipais. Isso é muito importante e de, certa forma, representa um avanço recente em termos de Brasil", afirma Barros. Além do Titan Park, na região do Eusébio, o secretário confia no desenvolvimento de outros pólos de TI no interior do estado, a exemplo do Cariri, Sobral e Limoeiro do Norte. (...) O estudo de viabilidade para a implantação do parque, instalado em terreno de 4,1 hectares no município do Eusébio, foi aprovado pela Fianciadora de Estudos e Projetos (Finep), em dezembro de 2004, (...) "O objetivo é aproveitar o potencial tecnológico do estado , garantindo competitividade nacional e internacional, além de cooperação, envolvendo todo o segmento - hardware, software, serviços e inovação", explica Alexandre Mota. O objetivo foi o de apresentar o potencial tecnológico do Ceará, como também debater possíveis parcerias e investimentos que o governo federal possa disponibilizar para o segmento no Ceará. (...) os empresários discutiram o projeto para a criação de um parque tecnológico integrador, visando gerar competitividade internacional, além de cooperação entre as empresas que desenvolvem hardware, software, serviços e de inovação digital. “Queremos criar uma cultura de software, fazendo com que a nossa tecnologia conquiste relevância, assim como ocorreu em outras áreas, como turismo, confecções, calçados e rosas’’, afirmou. O governo está preocupado com isso e quer reverter a situação, criando um modelo de política industrial voltado para a geração de empregos, exportação e inclusão digital”, (...) Já o segundo encontro foi realizado no dia 28 de fevereiro, na forma de Seminário de Apresentação do Estudo de Viabilidade para a Implantação do Parque Tecnológico, denominado Titan Park. O objetivo é aproveitar todo o potencial tecnológico cearense, para gerar competitividade internacional, além de cooperação entre as empresas que desenvolvem hardware, software, serviços e inovação. Software volta a ser isento do ICMS no CE Lúcio isenta indústria de software do ICMS. As empresas que produzem software no Ceará poderão ficar isentas do pagamento de ICMS. A definição só depende de aprovação da Assembléia Legislativa (...) se a cobrança continuasse a existir tornaria inviável a consolidação de um Parque Tecnológico no Ceará. ''O projeto de viabilidade do Parque Tecnológico no Eusébio, previsto para ocupar inicialmente mais de quatro hectares e gerar, em até cinco anos, mais de três mil empregos e R$ 100 milhões de renda, seria prejudicado''. As empresas produtoras de software no Ceará não precisarão mais pagar a tarifa de 17% de Imposto de Circulação sobre Mercadorias (ICMS). Empresários e dirigentes de entidades empresariais cearenses consideram a chamada ''MP do Bem'', que reduz impostos e prevê outros incentivos, um avanço (...) Em relação à exportação comenta que a desoneração atinge apenas as empresas que detêm um mínimo de 80% de sua receita voltada para exportar. ''Como o Brasil ainda não possui vocação exportadora acredito que pouquíssimas empresas poderão ser beneficiadas''. Coordenada pelo Insoft (Instituto do Software do Ceará) e pelo Instituto Titan, a II Rodada pretende criar parcerias entre pesquisadores das universidades e empresários cearenses. 97 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-007 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-139 CF-108 E-140 CF-109 E-141 CF-110 E-142 E-143 CF-116 E-144 CF-119 E-145 CF-121 E-146 CF-124 E-147 CF-125 E-148 E-149 E-150 E-151 CF-126 E-152 E-153 E-154 E-155 E-156 CF-128 E-157 RECORTE O objetivo é que as idéias acadêmicas possam se transformar em projetos cooperativos com os empresários (...)O objetivo é que as idéias acadêmicas possam se transformar em projetos cooperativos com os empresários, visando à concretização de soluções tecnológicas no mercado tecnológico. (...)A oportunidade criada visa estimular o espírito empreendedor nos jovens, incentivando a criação de novas empresas de TIC locais. O evento é aberto ao público. (...) o evento se constitui em "momento singular para o diálogo com pesquisadores", em torno de idéias que poderão se transformar em projetos cooperativos de P&D e no lançamento de novos produtos no mercado brasileiro e até de novas empresas no Ceará. Já o Titan Park deverá ser o primeiro Parque Tecnológico construído através da parceria entre os poderes públicos e privados. (...) quando for construído, provavelmente no final de 2006, o Pólo deverá atrair cerca de 50 empresas dos segmentos de tecnologia e de informação local, nacional e até internacional - gerando, inicialmente, mais de três mil empregos diretos. Promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), através do Instituto de desenvolvimento industrial (Indi), a feira se propõe a discutir e aprofundar experiências e práticas de sucesso tecnológico.(...) a feira tem grande potencial “para gerar negócios e promover financiamento de compra de tecnologia através da apresentação das empresas e do melhor conhecimento do mercado cearense. Outra modalidade de negócios completamente distinta, a prestação de serviços de informática, está se desenvolvendo em alguns pólos da região. (...)A informática deverá ter ainda mais estímulo com a construção de um parque tecnológico –o Titan Park, (...) Em aproximadamente duas semanas, o Titan Park, iniciativa do setor de Tecnologia da Informação do Estado, irá inaugurar a recepção, que deverá sediar uma ilha digital e cursos de capacitação. (...) A recepção do parque, primeira unidade a ser construída, deverá ter uma ilha digital e um centro de capacitação com cursos gratuitos para a comunidade do Eusébio, município que sediará o novo pólo. O objetivo é aproveitar todo o potencial tecnológico cearense para fornecer competitividade nacional e internacional, além de cooperação, envolvendo todo o segmento local de hardware, software, serviços e inovação. (...)a construção do parque tecnológico é uma luta dos empresários do setor de Tecnologia da Informação e ressalta que, para se tornar uma realidade nos moldes do que foi idealizado pelos empresários do setor, o futuro pólo ainda ‘‘depende do apoio das instituições públicas’’. O Estágio Fácil, no mercado há dois anos, é um serviço na Internet gratuito, que encaminha estudantes de nível superior dos cursos de Informática, Ciências Contábeis, Economia, Psicologia, Comércio Exterior, Marketing, dentre outros, a oportunidades de estágios em várias empresas cearenses. O setor de tecnologia da informação no Ceará, que elegeu o município de Eusébio, na região metropolitana de Fortaleza, para instalar o Titan Park, prevê o maior volume de obras para o final de 2006. (...) Mota diz que a construção do parque, luta dos empresários do setor, precisa de muito mais para se tornar uma realidade. “O futuro pólo ainda “depende do apoio das instituições públicas’’, afirma. A previsão é de que este pólo tecnológico gere logo de início mais de três mil empregos diretos. Segundo o presidente do Seitac, há planos de ainda neste primeiro semestre implantar no local uma unidade da Ilha Digital, um projeto de inclusão digital do governo do Estado. O município do Eusébio foi escolhido para ser sede do Parque Tecnológico cearense Titan Park. "A nossa previsão é de que ele gere, logo de início, mais de 3 mil empregos diretos, atraindo cerca de 50 empresas, universidades e institutos de pesquisa nacionais e internacionais" (...) "O Titan Park abrigará espaço também para ilha digital, com acesso à internet para a comunidade" (...) Apoiar o governo estadual no desenvolvimento de um pólo da indústria da informação no Ceará e atuar em parceria com instituições de pesquisa no país e outros centros de referência em tecnologia no Nordeste, como o pólo de Recife, para fortalecer a região com competitividade no segmento de TI, são os principais objetivos sobre os quais o Instituto Titan quer avançar em 2006. O novo presidente do Instituto Titan defende um movimento empresarial com investimento aplicado em pesquisa e desenvolvimento e que “visa colocar no mercado produtos inovadores com alto agregado tecnológico, capazes de competir no mercado local e internacional”. Esse desenvolvimento, de acordo com Lenardo, passa pela união de três vetores, o setor produtivo, o governo (‘‘na criação do ambiente jurídico e de infra-estrutura necessários’’) e a academia (‘‘que gera os recursos humanos adequados e o pensamento em direção à inovação’’). ‘‘Nosso intuito em 2006 é que o Ceará seja cada vez mais um celeiro de tecnologia e que as empresas se estabeleçam e se desenvolvam, gerando emprego, renda e, sobretudo, contribuindo para o crescimento do setor tecnológico no Brasil’’, afirma. ‘‘Acredito que neste ano o segmento esteja preparado para a conquista dos melhores índices de qualidade, de comercialização e de credibibilidade no mercado nacional e internacional’’. ‘‘Devemos fortalecer nossa união, visando a ampliar os projetos. Para isso, contamos com todo o apoio do setor produtivo, visando à geração de inovação em um contexto propício para pesquisa e desenvolvimento e, conseqüentemente, para a exportação de tecnologia’’. ‘‘Nossa expectativa de trabalho junto ao Instituto Titan é grande, principalmente no que tange a consolidar o pólo de tecnologia, que será um marco transformador de nosso Estado’’ (...) A criação de um pólo de tecnologia não é um objetivo apenas do setor de TI no Ceará. A visão de que os investimentos na área de tecnologia podem representar avanços para a economia no futuro também é compartilhada pelo setor produtivo e governos em outras regiões do país, acirrando a competição nessa área. Outras portas devem se abrir para o setor de Tecnologia da Informação no Ceará. Até o final deste ano deve ser construído um Pólo de Desenvolvimento da Indústria de Tecnologia da Informação e Comunicação, o Titan Park, através de parceria entre poder público e iniciativa privada. 98 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-008 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-158 CF-130 E-159 E-160 E-161 E-162 CF-132 E-163 E-164 CF-135 E-165 CF-137 E-166 CF-138 E-167 CF-142 E-168 CF-145 E-169 CF-146 E-170 E-171 CF-147 CF-148 E-172 E-173 E-174 CF-149 E-175 CF-153 E-176 CF-154 E-177 RECORTE (...)“estamos dando grandes passos, trabalho semelhante ao que já ocorreu na Irlanda, Índia e Coréia, países que deram um grande salto graças aos investimentos em tecnologia. “Não há inovação sem o setor produtivo e o suporte do Governo. É dessa forma que vamos avançar na oferta ao mercado internacional de produtos de qualidade com alto agregado tecnológico, a preços competitivos, assim gerar riqueza para melhor dividir com a sociedade”, afirma. (...) quando o setor empresarial decide apoiar as três esferas de governo no desenvolvimento de um pólo da indústria da informação no Ceará, é porque os empresários querem atuar em parceria com instituições de pesquisa no País e atrair centros de referência em tecnologia no Nordeste, fortalecendo a região com competitividade no segmento de TI, apostando, também, na união com outros pólos regionais vizinhos, como o de Recife. Ceará quer assumir liderança em tecnologia (...) qualificação profissional é estratégica. Para o deputado, os pilares para esse desenvolvimento estão no incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento; na criação de cursos seqüenciais de Tecnologia da Informação (TI), buscando, inclusive, uma aproximação com as universidades e escolas técnicas do Estado; e na criação de um mercado consumidor para essa tecnologia. O que Holanda, destaca, no entanto é a falta de pessoas qualificadas para atuarem nesse trabalho. "O Brasil tem um déficit de quase 100 mil pessoas qualificadas", estima. O discurso do deputado, segundo o presidente do Instituto, Lenardo de Castro, está em total consonância com o que já vem sendo feito pela entidade. Segundo Castro, a implementação do parque tecnológico e do centro deve contar com um investimento de R$ 25 milhões, financiados pelas 20 empresas que compõem o Instituto e pelo Governo do Estado, gerando em torno de cinco mil empregos. Uma reunião pautada em aspectos bem relevantes para o Ceará acontece, hoje, na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, para discutir o projeto de um Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação do Estado do Ceará, (...) a reunião servirá para que seja apresentado um pré-projeto feito com o apoio da Finep - Financiadora de Estudo e Projetos, e que contém o detalhamento institucional, jurídico e econômico para a sua implantação do pólo em um terreno de quatro hectares, no município do Eusébio. Para este ano eles definiram quatro focos, cujos resultados são esperados para este mês de abril. O mês marca a inauguração de um Centro de Pesquisas em P&D para o setor, em conjunto com a Secretaria da Ciência e Tecnologia do Estado e Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). (...) Eusébio é para onde miram os holofotes dos empresários do setor e também dos cérebros do Governo do Estado. Ainda em fase de discussão no Governo, a idéia é criar um Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação para o Ceará. (...)Vão também instalar um Fórum Permanente de Políticas Públicas em TI. O Fórum vai gerar uma série de eventos periódicos que pretende reunir grandes personalidades brasileiras do meio para debater os principais temas do setor. O evento cria oportunidades para que as empresas cearenses de tecnologia apresentem seus produtos e serviços aos diversos órgãos estaduais. O projeto de implantação do Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação do Ceará, que terá sede no município do Eusébio (Região Metropolitana), será tema de exposição e debates nesta segunda-feira próxima, a partir das 9 horas, na sede da Empresa Fotossensores (Jardim das Oliveiras). (...)O objetivo é reforçar apoio para que a instalação do Pólo, com 4.1 hectares assegurados e incentivos fiscais garantidos pela prefeitura do Eusébio, ganhe celeridade, (...) O comitê vai conhecer a proposta do Instituto Titan e do Padetec para a criação de um Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação, inicialmente sediado no município de Eusébio. O Comitê da Pequena e Média Empresa (Copem), ligado à Confederação Nacional da Indústria – CNI, está hoje em Fortaleza. Veio conhecer as iniciativas locais para a área de inovação tecnológica cearense, em particular, a proposta do Instituto Titan e do Padetec, referentes ao projeto de um Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação, inicialmente nucleado no município do Eusébio. Confederação Nacional da Indústria (CNI) conheceu ontem a implantação do Pólo de Tecnologia da Informação no Ceará. O pólo demanda investimentos de mais de R$ 25 milhões O Pólo destinará espaço para as empresas incubadas dos setores de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Eletrônica e Automação, bem como para laboratórios de universidades, entidades de pesquisa, fornecedores estratégicos, setores de administração central, espaços para convenções e serviços de conveniência, entre outros equipamentos. "Por nosso convite, o CenPRA, juntamente com os empresários cearenses, o Instituto do Software do Ceará (Insoft) e o grupo do Instituto Titan, formarão uma nova entidade que será significativa para a pesquisa e o desenvolvimento do estado do Ceará", assinalou. Um braço do Centro de Pesquisa Renato Archer (CenPRA), do MCT, vai ser instalado em Fortaleza. O ministro Sérgio Rezende já autorizou a instalação do CenPRA cearense, numa associação com o Instituto do Software do Ceará (Insoft) e o Instituto Titan, (...) Como ações do futuro do Insoft, ele citou o apoio ao desenvolvimento do software livre, incentivo ao segmento de software de jogos, inclusão digital e fomento à demanda por tecnologia da informação, parceria na implantação do Titan Park e fomento à qualidade de software. O Centro de Pesquisas do Ceará, que será inaugurado até o fim do ano, será voltado para a Pesquisa e o Desenvolvimento (P&D) de novos produtos tecnológicos em software e hardware e deve aumentar a competitividade internacional do setor. (...) Dentre as áreas de foco do trabalho, estão: soluções em displays, governo eletrônico, fabricação de componentes de rádio freqüência e para TV Digital. Convênio firmado ontem implanta no Ceará um centro de pesquisas que tem como objetivo favorecer a inserção de produtos tecnológicos produzidos no Ceará no mercado da América Latina, Estados Unidos e Europa a partir do final deste ano. O diferencial é que o centro reúne os setores governamentais, privado e a academia, com seu conhecimento científico. 99 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-009 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato CF-155 E-178 CF-156 E-179 CF-159 E-180 CF-162 E-181 E-182 CF-167 E-183 E-184 E-185 CF-168 E-186 E-187 E-188 CF-169 E-189 E-190 CF-170 E-191 CF-171 E-192 CF-172 E-193 CF-173 E-194 CF-174 E-195 RECORTE Presidente do CenPRA firma convênio com Insoft e Instituto Titan, em Fortaleza (...)Existem várias ações que serão disparadas a partir dessa cooperação. A instalação de laboratórios e a constituição dos grupos serão feitas durante esse processo. O Centro de Pesquisas Titan-Insoft-Cenpra terá sede na Cidade dos Funcionários, ao lado da Funcap. O ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, confirmou ontem que virá a Fortaleza na próxima sexta-feira. Na agenda dele, assinatura de convênio que implementará, na prática, a chegada de uma unidade do Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), de Campinas (SP), no stado. O evento pretende ampliar as discussões em torno das melhores práticas dentro do processo das compras governamentais para o setor de tecnologia da informação local. A demonstração de prioridade nas políticas públicas não se faz com discursos, mas no orçamento. O Pró-Conhecimento abrange ações em oito Projetos Estruturantes que vão fundamentar o desenvolvimento, no longo prazo, nas seguintes áreas: Indústria de Informação e Automação; Universitária e Educação Tecnológica, Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), Energia; Financiamento à Inovação; Museus de Ciências e Tecnologia; Tecnologia Industrial Básica (TIB) e Projeto Estruturante de Formação e Financiamento de Recursos Humanos (RH). No Ceará, o Governo do Estado, principalmente através da Secitece-Secretaria de Ciência e Tecnologia do estado do Ceará, SDE- Secretaria de Direito Econômico, incentiva incubadoras e empresas de base tecnológica e reconhece que as mesmas são instrumento de desenvolvimento consentâneo com a nova era do conhecimento. No Ceará o governo, através da Secitece, lançou em 2004 o Programa Empresa Competitiva estimulando a pesquisa em 35 empresas com a participação de dinheiro público, uma ação inédita no Brasil. Agora lança o Programa Estruturante do Conhecimento para diversas áreas entre elas as da Tecnologia da Informação e de Energias Alternativas. É um começo de passos largos que não pode deixar de ser apoiado e enriquecido, pois essa é a única forma de mudar o cenário da economia cearense e da qualidade de vida na nossa região. Um total de R$ 73,14 milhões deve ser investido no Programa Estruturante do Conhecimento, o Pró-Conhecimento. (...)O Pró-Conhecimento terá projetos em áreas como indústria de informação e automação, energia, pesquisa e desenvolvimento (P&D) e educação (superior, profissional e tecnológica). Além disso, o Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação do Estado do Ceará (Titan Park) deve receber R$ 2,3 milhões do Pró-Conhecimento. A intenção é que os recursos sejam aplicados para constituir uma infra-estrutura tecnológica e de comunicação entre universidades, instituições de P&D e empresas privadas. O Instituto de Pesquisa em Automação, Eletrônica, Hardware e Software do Nordeste , uma composição do Centro de Pesquisa Renato Archer (CenPRA), Instituto do Software do Ceará (Insoft) e Instituto Titan deve ficar com cerca de R$ 1,75 milhão do Pró-conhecimento. O Governo do Estado, através da Secretaria da Ciência & Tecnologia (Secitece), marca um grande tento na área de tecnologia da informação e comunicação no Ceará, com a implantação ainda este ano de dois importantes projetos: o Centro de Pesquisas do Ceará e o Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação. O Centro de Pesquisas Titan-Insoft-Cenpra será voltado para a Pesquisa & Desenvolvimento de novos produtos tecnológicos em software e hardware, aumentando a competitividade internacional do setor, inserindo produtos de alto valor agregado tecnológico. O convênio do Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação equivale inicialmente a R$ 2 milhões e 300 mil e se encontra localizado em uma área de 4,1 hectares no Eusébio, tendo já concluído a área que abrigará, a partir da próxima sexta-feira, 23, o Centro Digital da Região Metropolitana. "O nosso objetivo é ensinar aos jovens da comunidade como utilizar a Tecnologia da Informação (TI), incluindo digitalmente 2.500 pessoas no primeiro ano de funcionamento" O governador Lúcio esteve em Brasília, já voltou e hoje, às 10 horas, no Eusébio, inaugura o Centro Digital do Ceará, que vai operar nos moldes de garagens digitais existentes no Estado e capacitará jovens entre 14 e 24 anos em informática, (...)O Centro Digital do Ceará ficará dentro das instalações do Titan Park. O Instituto Titan inaugura, hoje, às 10 horas, o Centro Digital do Ceará, dentro do Titan Park, localizado no Eusébio. (...) são as personalidades que vão inaugurar, às 10h de hoje, o Centro Digital daquele instituto. A unidade vai operar nos moldes das Garagens Digitais do Estado e capacitará jovens entre 14 e 24 anos em informática, por meio da parceria entre os órgãos e instituições envolvidos. "A geração do emprego e renda, a democratização e inclusão digital serão estimuladas, por meio de cursos gratuitos". (...) O CDC começa a funcionar hoje, nos moldes das três Garagens Digitais - existentes nas cidades de Limoeiro do Norte, Beberibe e São Gonçalo do Amarante. (...)Esta área é a primeira etapa a ser inaugurada dentro da estrutura de um grande Parque Tecnológico, que abrigará empresas dos setores de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Eletrônica e Automação, bem como incubadas, laboratórios, entidades de pesquisa, contando ainda com centro de convenções e conveniência, dentre outros equipamentos. (...)Com a inauguração do CDC do Eusébio, até o final do ano devem ser treinadas mais 120 pessoas apenas nesta unidade. Começa a sair do papel Parque Tecnológico do Ceará, projeto conduzido pelo Instituto de Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste (Titan), instalado em área de 4,1 hectares, no município do Eusébio, região metropolitana de Fortaleza. (...) até dezembro, deverão ser inaugurados o Centro de Convivência, com banco, bibliotecas, espaços comerciais, auditórios, posto dos Correios, entre outros, e o primeiro bloco, com capacidade para até 12 empresas. (...) “Vamos oferecer cursos gratuitos como forma de estimular a inclusão digital e contribuir na geração de emprego e renda” 100 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-010 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-196 CF-175 E-197 E-198 CF-179 E-199 CF-180 E-200 E-201 CF-183 E-202 E-203 CF-185 E-204 E-205 CF-186 E-206 CF-187 E-207 CF-188 E-208 CF-189 E-209 CF-190 E-210 CF-191 E-211 CF-193 E-212 CF-194 E-213 CF-197 E-214 E-215 CF-204 E-216 CF-205 E-217 RECORTE Titan Park inicia com Centro Digital do Ceará (CDC) implantação de parque tecnológico em Eusébio. (...) Estão ainda previstas para o parque empresas incubadas, laboratórios, entidades de pesquisa, centro de convenções e conveniência, e outros equipamentos. Para ele, o Ceará tem que avançar cada vez mais nesta área, com a parceria do poder público municipal, dos empresários empreendedores que procuram abrir novos caminhos, e do governo do Estado através da Secitece". "A academia, as universidades, abrigam e são celeiro do conhecimento, porém não há inovação sem o setor produtivo. (...)o governo do Ceará está criando o ambiente necessário para aglutinar pessoas e empresas que geram e usam conhecimento, podendo assim ser o elo de ligação entre a academia e o setor produtivo de tecnologia da informação. (...) Encontro Nacional das Empresas de Software e Serviços de Informática que, este ano, tem como tema: Articulação e cooperação: um caminho de sucesso. (...) destaca a oportunidade para fomentar a geração de negócios e parcerias com empresas nacionais. (...), o projeto de Residência Tecnológica em software criado pelo Instituto Atlântico com base no modelo da residência médica. (...) A iniciativa foi desenhada para capacitar profissionais na formação teórica e prática em projetos de desenvolvimento de software na realidade de empresas privadas. A capacitação faz parte da preparação da mão-de-obra para atender ao mercado de exportação de software e serviços, conhecido como offshore, em que grandes corporações da Europa e EUA terceirizam o trabalho para países emergentes. Com vistas a participar deste mercado, o Instituto Atlântico se associou à Secrel e à Firm Economics, da Inglaterra, numa nova empresa, a Secrel International. A integração visa o aumento da qualificação de profissionais de software de nível superior e de nível médio, de forma a suprir as demandas atuais e futuras do mercado e fornecer serviços e produtos à altura das necessidades do mercado mundial, disse o superintendente do Instituto Atlântico, José Eduardo Martins. Com o objetivo de promover a inclusão social para crianças e adolescentes, o Instituto Aldy Mentor, representado por Arcelino Mentor, assinou , no dia 18 de maio, convênio com o Governo do Estado do Ceará (...) A parceria prevê o compromisso mútuo de somar esforços e recursos no sentido de desenvolverem programas de educação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico e publicação nas áreas de tecnologia da informação e telecomunicação. Focado nos negócios e no fortalecimento das relações entre empresa, governo e academia. Assim foi o novo formato da InfoBrasil, realizado entre os dias 23 e 26 de maio, transformando o auditório do Sebrae Ceará num espaço de interação profissional, valorização de novos projetos, apoio a inclusão digital e social e grande oportunidade de aperfeiçoamento acadêmico. Alem do contato direto com personalidades do mercado de tecnologia, a área acadêmica contou com a presença marcante do Estande do Sistema Assespro/Seitac, que, apresentou o projeto de integração entre Estudantes, Empresas e Instituições de Ensino, através da criação do portal Estágio Fácil, promovendo cadastros de estagiários e empresas parceiras durante todo o evento. O Governador Cid Gomes recebeu em sua residência a classe empresarial do Setor de TIC em conjunto com o Secretário René Barreira e seu Adjunto Mauro Oliveira para debater políticas setoriais de desenvolvimento do setor e discutir a missão a Inglaterra com o objetivo de posicionar o Ceará no mercado de offshore. (...) defenderam a necessidade de apoio à Secretaria de Ciência e Tecnologia na implementação de uma política para o setor onde se incluem a implantação de um amplo programa de capacitação de recursos humanos envolvendo a Secretaria de Educação com o E-jovem e a Universidade do Trabalho Digital da Secitece. Apesar do setor de Tecnologia da Informação ter sido definido em 2004 pelo Governo Federal como uma das prioridades da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), não foi ainda implementada nenhuma medida efetiva que vise a redução dos altíssimos custos tributários e encargos trabalhistas, ou editais que facilitem às nossas Empresas acesso a programas de qualificação de gestão, de processos ou de recursos humanos. A área de tecnologia tem sido um dos grandes investimentos de desenvolvimento social da gestão do Governador Cid Gomes, tendo realizado, recentemente, um encontro com representantes do setor, onde o Sistema Assespro/Seitac defendeu a implantação de um amplo programa de capacitação de recursos humanos envolvendo a Secretaria de Educação com o e-jovem e a Universidade do Trabalho Digital da Secitece. "Há uma fuga de cérebros", afirma, ao citar como exemplo o estande da Google montado no FISL - a empresa está selecionando profissionais brasileiros para trabalhar com essa tecnologia. É insuficiente, no Brasil, o apoio permanente e sistemático, por intermédio de capital de risco, às empresas em estágio nascente voltadas para inovação. Trata-se da avaliação de um cenário, onde as corporações estão buscando atualizar-se na legislação SarbanesOxley(EUA), Controles Internos, Auditoria de Sistemas do Banco Central e Basiléia II. A idéia é criar um novo posicionamento para a Marca Brasil no exterior, mostrando que o país oferece uma enorme variedade de produtos de qualidade e que refletem a criatividade, talento e diversidade dos brasileiros. O CETI tem como principais objetivos promover e coordenar o entendimento das entidades de representação da classe empresarial e servir de Fórum de debate de questões de interesse comum a seus membros. “Queremos propor projetos para cidade e para o Estado que promovam o desenvolvimento Sócio-econômico a partir do crescimento sustentado das empresas de TIC”, ressalta. Hélio Barros disse que fará "um grande esforço para que o conceito de inovação deixe de ser figurativo e penetre a realidade do setor produtivo cearense. O grupo de transição facilitou minha tarefa. Deu-me um roteiro bastante bom com propostas e indicações de necessidades para consolidar a inovação na C&T cearense", revelou. "Vamos jogar forte na área de tecnologia da informação", anuncia o secretário, ao avaliar que na área de informática temos meios para crescer. (...)"A idéia é potencializar esta área, principalmente no interior. Vamos reunir empresários e cientistas para saber o que falta para crescer com as micro e pequenas empresas de base tecnológica", anunciou. 101 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-011 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato CF-211 E-218 CF-213 E-219 CF-216 E-220 CF-217 E-221 E-222 CF-225 E-223 E-224 E-225 CF-230 E-226 CF-231 E-227 CF-232 E-228 CF-233 E-229 CF-234 E-230 E-231 CF-244 E-232 CF-246 E-233 CF-248 E-234 RECORTE O diretor científico da Funcap, José Vitorino de Souza, avalia que o novo desafio que se impõe às Fundações de Amparo à Pesquisa é a inovação tecnológica. O setor produtivo de bens e serviços precisa aliar competitividade tanto no mercado interno como externo. É necessário aportar investimentos em pesquisa e desenvolvimento, além do incentivo às empresas inovadoras , afirma. As ações de regionalização do Ministério da Ciência e Tecnologia, através da Finep e CNPq nos estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, estão sendo revistas e deverão ser reforçadas, com o objetivo de reduzir as diferenças regionais. (...) Os três arranjos produtivos do Ceará – fruticultura, floricultura e ovino-caprinocultura – estão bem organizados, mas existe imenso potencial e várias áreas devem ser negociadas futuramente, disse Bracarense. Como áreas potenciais, ele citou o setor de mecânica com a fábrica de veículos Troler, tecnologia da informação e o apoio a incubadoras de empresas de base tecnológica. (...) De acordo com o assessor, para reduzir a falta de infra-estrutura laboratorial e de massa crítica nas regiões menos desenvolvidas, será diminuída a densidade dos recursos distribuídos pela política de edital, ao passo que aumentará o fomento direto do CNPq e Finep nas três regiões. (...) trouxe ao debate nacional a questão do desequilíbrio regional em ciência e tecnologia (C&T). (...) Injusto no desequilíbrio regional é o Ceará ter apenas uma universidade federal, quando outros chegam a ter mais de dez e dezenas de centros federais de alta tecnologia. Também injusto é construir uma base científica respeitável, como Pernambuco e Ceará, e não poder evoluir. "A maior repercussão do Progex é o aumento das exportações das micro e pequenas empresas, a exemplo do sucesso alcançado pelo programa em quatro anos, em São Paulo", disse Krishnamurti. O secretário atribui o crescimento na exportação à participação das empresas, universidades, Comissão de Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Banco do Nordeste e rodadas de negócios no Sebrae. Mas considerou a ciência e tecnologia "um elo faltante" e disse esperar que venha a ser muito bem articulado pelo Progex. (...). "Ciência e tecnologia não é assunto só de cientista, mas de empresários e agora faz parte da decisão maior da sociedade sobre onde investir o seu esforço", disse Hélio Barros. O secretário anunciou que é importante também manter o esforço de desenvolver a ciência e a tecnologia no interior, (...) (...) o Progex produziu uma simbiose com outro programa de apoio à exportação do Sebrae, o Programa Setorial Integrado (PSI), financiado pelo Apex. Segundo ele, dos três setores, calçados, confeções e sofware, o de software é o que está mais avançado, e até o final deste ano deverá atingir a meta de exportação. Entre os gargalos dos produtos nacionais para exportação, nos quais o Progex atua, ele citou o design, embalagem e logística. Conforme consta do documento divulgado no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, pretende também promover a integração entre as universidades e diversos núcleos tecnológicos com vistas à implementação de um parque tecnológico. É anunciada meta de atrair novas empresas de base tecnológica (EBT), "que promovem atividades de alto valor agregado e de alta tecnologia" e de fomentar a implantação de incubadoras de empresas. O secretário Hélio Barros disse que o ambiente de apoio à inovação que está sendo projetado pela secretaria da Ciência e Tecnologia visa a descentralização, num caminho diferente do que fez Pernambuco com o Porto Digital. (...) O modelo definido no Ceará, por sua vez, visa distribuir parques tecnológicos de tecnologia da informação, de telecomunicações, fármacos, biotecnologia, petroquímica e outras empresas de base tecnológica em áreas na Região Metropolitana de Fortaleza. Apenas as empresas de base tecnológica têm assegurados três pontos caso permaneçam na Região Metropolitana de Fortaleza, um atenuante na regra para induzir a interiorização do investimento privado. A política de indução privilegia com maior pontuação as empresas de maior geração de emprego, mas abre nesta regra geral uma exceção - apenas quando trata-se de projeto de inovação tecnológica. Ao assinar, nesta terça-feira, dia 29 de julho, convênio de mútua cooperação em ciência e tecnologia com o governador de São Paulo, Geraldo Alckimin, o governador Lúcio Alcântara, disse que “a palavra inovação no Ceará não é um modismo inconseqüente, mas uma política de governo”. (...) “Se você é cearense, tem uma idéia e deseja desenvolvê-la no Ceará, o receberemos de braços abertos. Mas se você não é cearense, mas também tem uma boa idéia e quer incubála em condições favoráveis de clima e infra-estrutura, o faremos cearense e parceiro”, conclamou. O valor é destinado ao financiamento da infra-estrutura para a implantação de novos grupos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação em instituições públicas de pesquisa. A ciência e a tecnologia, articuladas em um ambiente favorável à inovação, são fatores necessários ao desenvolvimento econômico e social dos países e essenciais para determinar as condições de competitividade do setor produtivo e para potencializar os resultados dos investimentos estratégicos. O Ministério de Ciência e Tecnologia - MCT está empenhado em promover o desenvolvimento equilibrado da ciência e tecnologia no território nacional, fator de redução das desigualdades regionais. Neste sentido, propugna pela efetiva desconcentração geográfica dos recursos, com percentuais mínimos de aplicação nas regiões Norte, Nordeste e CentroOeste. No nível básico, o Instituto Centec dá cursos profissionalizantes pela rede de 40 Centros Vocacionais Tecnológicos (CVT), um em Fortaleza e 39 no interior do Ceará. O Plano tem como proposta “promover uma ampla integração das políticas de capacitação e formação profissional com outras políticas, especialmente as de educação, geração de emprego e renda, desenvolvimento local e regional e ciência e tecnologia”. (...) A capacitação dos estudantes se dará por meio do Programa Ceará Digital, com apoio da infraestrutura das Infovias do Desenvolvimento com programas de capacitação em uso da informática, pelo programa Internet nas Escolas e com projetos de democratização de acesso à Internet, o programa Ilhas Digitais. (...) “As ações voltadas para estimular a capacidade de inovação das empresas deverão orientar-se, principalmente, para fortificar a relação do setor industrial com o sistema estadual de fomento à pesquisa; mobilizar a comunidade tecnológica, no intuito de implementar projeto industrial com interesse na área da inovação tecnológica”, diz o Plano. 102 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-012 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato CF-254 E-235 CF-255 E-236 CF-258 E-237 CF-259 E-238 CF-260 E-239 CF-267 E-240 CF-277 E-241 CF-278 E-242 E-243 CF-279 E-244 CF-280 E-245 E-246 CF-281 E-247 E-248 CF-288 E-249 CF-290 E-250 CF-293 E-251 CF-295 E-252 RECORTE Estabelecimento de ações de interiorização do desenvolvimento tecnológico, através da fixação de um pólo tecnológico em Sobral, com a criação da filial do Instituto Atlântico. A Infovia, por sua vez, quer lançar lá fora um software de monitoramento de sistemas, o Cyclops. Até o próximo dia 30 de janeiro de 2004 será lançado o Edital Público do projeto Empresa Competitiva, da Secretaria da Ciência e Tecnologia, que tem como objetivo financiar empresas nas atividades de pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos que vão ser lançados no mercado. (...) Estas atividades deverão ser empreendidas por pesquisadores da empresa em associação com instituições de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), universidades públicas ou privadas, centros e institutos tecnológicos, nas fases que antecedem o processo de comercialização, explica o secretário da Ciência e Tecnologia (...) O coordenador, Antonio Salvador Rocha, disse que as empresas não têm ainda a cultura de fazer projetos neste molde, e às vezes não conhecem os pesquisadores nas universidades ou institutos de pesquisa e centros tecnológicos que terão de se associar ao projeto. O Empresa Competitiva é destinado a empresas que queiram desenvolver produtos e processos inovativos nas fases que precedem a comercialização. Estes centros terão três níveis, e o mais alto, por exigir a presença de um instituto de pesquisa e desenvolvimento em tecnologia da informação, será instalado em Sobral. (...) “Por enquanto, o único no nível 3 é o de Sobral, e tem como objetivo dar uma formação nas áreas de software livre e hardware para capacitar pessoal para fazer negócios, gerar empresas na região Norte e renda”, disse o secretário. Projeto dá início à implantação do programa Centros Digitais: Tecnologia da Informação para o Negócio, o Emprego e a Renda - Um projeto de inclusão social, empreendedorismo e inovação no interior do Estado do Ceará. (...) Para este ano, está prevista ainda a instalação de mais dois Centros Digitais localizados em Quixeramobim e Tauá, que terão o nível 1, o mais básico. Mais dois Centros de nível 2 vão ser instalados junto ao Centec em Juazeiro do Norte e Limoeiro do Norte e um outro de nível 3, em Sobral, envolvendo o Instituto Atlântico, a Universidade Vale do Acaraú (UVA), Centec e Prefeitura local. “Cada CVT terá um Centro Digital. Os Centros Digitais do Ceará: Tecnologia da Informação para o Negócio, o Emprego e a Renda - Um projeto de inclusão social, empreendedorismo e inovação no interior do Estado do Ceará visa disseminar as habilidades nesta área entre jovens e adultos, como forma de apoio ao emprego não-agrícola no interior do Estado do Ceará. (...) Tem como objetivos básicos o apoio ao empreendedorismo em hardware e Software para o mercado local, nacional e internacional, a promoção da inclusão digital de micro e pequenos empresários e da comunidade em geral (...) Ribeiro relatou a proposta que a presidente mundial da HP, Carly Fiorina, apresentou ao presidente Lula para tornar o País mais competitivo na inserção no mercado internacional de serviços de alta tecnologia. A proposta abrange desde serviços de software que grandes empresas possam necessitar até serviços que requerem uma grande infra-estrutura tecnológica, que poderia ser, por exemplo gerenciamento e operação de toda uma grande empresa espalhada em várias partes do mundo, explica. “É um programa que desenvolvemos em conjunto com a Fundação Abrinq, o Garagem Digital”, diz Ribeiro. (...) Ribeiro acredita que do Ceará o projeto pode começar a ter outra ampliação. “Outras empresas poderão se interessar pelo modelo e ajudar a suportá-lo, e ele pode se transformar numa coisa mais prevalente no processo educacional e de formação de mão-de-obra e de formação de empreendedorismo, que são dois elementos fundamentais neste conceito de exportação de serviços que eu falei antes”, observou. Projeto de inclusão digital visa a inclusão social. Estes alunos vão receber formação em tecnologia dentro de um modelo de educação que inclui empreendedorismo, comunicação e marketing, ciências sociais, arte e design, (...) “O adolescente que passa dos 18 anos, no Brasil encontra uma dificuldade muito grande em ter uma perspectiva de futuro, uma possibilidade de empregabilidade. É um dos direitos dele, além da educação, a perspectiva de se empregar, de ser um cidadão e se sustentar”, afirma. Hoje, as chances são muito limitadas, e se limitam ainda mais à medida se tiver um desenvolvimento tecnológico, considera Naves. “Se você não passa por uma inclusão digital hoje, a dificuldade de competir depois amanhã por um lugar no mercado de trabalho é muito grande”, avalia. “Precisamos de um trabalho de impacto. No momento em que o Estado assume isso, uma política pública, a gente tem grande chance de ter uma grande escala na formação de jovens no Brasil”, assinala. (...) “Com esta iniciativa envolvendo o governo do Ceará, entidades da comunidade, entidades da sociedade civil, do terceiro setor, temos na prática uma aplicação da teoria da proteção integral da criança e do adolescente preconizada pelo Estatuto. A terceira Garagem Digital do Ceará será inaugurada nesta segunda-feira, 8 de novembro, às 9h, em Limoeiro do Norte, no Núcleo de Informação Tecnológica (NIT), (...) "Em parceria com a Fundação Abrinq, conseguimos reunir condições para que centenas de jovens tenham acesso não apenas a avançadas tecnologias, mas a experiências de grupo capazes de desenvolver a cidadania, a criatividade e a empregabilidade. A expansão do projeto comprova que estamos no caminho certo", complementa. O primeiro centro de pesquisa e desenvolvimento (P&D) em tecnologia da informação do interior do Ceará, a filial do Instituto Atlântico em Sobral, terá inaugurada suas instalações no próximo dia 21, às 10h, (...) O objetivo do projeto é pesquisar, desenvolver e implantar um projeto piloto de telemedicina e telesaúde visando comprovar e experimentar a eficiência do seu uso na educação em saúde com ênfase no ensino a distância on line, a tomada de decisão e monitoramento remoto, com ênfase no desenvolvimento de equipamentos e software (...) O projeto vai gerar impactos positivos nas atividades econômicas em telecomunicações, consultoria em sistemas de informática, desenvolvimento de software, atividades de banco de dados, educação superior, educação continuada ou permanente e aprendizagem profissional, ensino a distância e atividades de serviços de complemantação diagnóstica ou terapêutica. As três Garagens Digitais se incorporam ao projeto dos Centros Digitais do Ceará, que está sendo implantado pela Secretaria da Ciência e Tecnologia e prevê 87 unidades até 2007 para capacitação e empreendedorismo em software e hardware. 103 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-013 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha CF-296 Extrato E-253 E-254 CF-297 E-255 CF-298 E-256 CF-300 E-257 CF-318 E-258 CF-323 E-259 CF-327 E-260 E-261 CF-329 E-262 CF-330 E-263 CF-331 E-264 E-265 CF-333 E-266 E-267 CF-335 E-268 RECORTE O Programa incentiva nas empresas a criação de centros ou departamentos de pesquisa e desenvolvimento para novos produtos ou aperfeiçoamento dos já existentes. O secretário conclamou as empresas a criarem núcleos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e a interagirem com instituições de pesquisa para a elaboração de projetos a serem encaminhados à Funcap no programa Pappe. As políticas de inclusão digital do governo do Ceará e do governo federal vão estar em discussão no próximo dia 15, no seminário “Experiências em Inclusão Digital: a busca por soluções”, no teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. O evento tem como objetivo apresentar aos micros, pequenos e médios empresários a importância da proteção de marcas e patentes para ampliar suas estratégias de negócios. Iniciativas em pesquisa e desenvolvimento (P&D) visam mercado brasileiro e internacional. (...) ". Com foco inicial no atendimento ao projeto PC Cidadão através do programa de inclusão digital do governo federal, a Solbras também almeja o mercado corporativo e será âncora para as ações do grupo Solbi no Mercosul e países da África. (...)"A Secretaria da Ciência e Tecnologia tem grande expectativa de que a parceria entre a Solbras e o Instituto Atlântico seja mais um ponto na relação da pesquisa com a empresa, que fortalece a inovação no Ceará", (...) Garagens Digitais e PC Multiusuário estão entre finalistas. Dois dos três projetos cearenses que concorrem ao Prêmio Telemar de Inclusão Digital, que será anunciado nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, pertencem ao projeto Centro Digital do Ceará (CDC), da Secretaria da Ciência e Tecnologia. (...) O terceiro projeto do Ceará que concorre na final do prêmio de Inclusão Digital é o Cefet-Pirambu. Evento discute nos dias 1 e 2 descentralização na aplicação de recursos do MCT, Finep e CNPq. (...)Neste cenário, será realizada em Fortaleza nos dias 1 e 2 de fevereiro a primeira reunião do ano do Fórum Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (Consecti) e do Fórum Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa, na expectativa de maior descentralização na aplicação dos recursos para os Estados. “Serão adquiridos equipamentos sofisticados para fazer diferença na pesquisa do Ceará - nada de menos de US$ 100 mil”, observa o secretário. Para Hélio Barros, o objetivo do LCPD é compartilhar interesses acadêmicos e nãoacadêmicos que priorizem a pesquisa e desenvolvimento (P&D) necessários ao parque empresarial cearense, realimentem a pós-graduação (doutores formam doutores) e a base de pesquisa. (...) “Será uma infra-estrutura laboratorial para apoiar as exigências de P&D empresarial, atrair empresas de alta tecnologia e recursos humanos qualificados e integrar os melhores recursos humanos oriundos dos atuais institutos, serviços tecnológicos e os programas de pós-graduação Ceará, em parceria com outros institutos públicos”, definiu. (...) Entre as áreas prioritárias para as pesquisas do LCPD, ele exemplificou com a cadeia de petróleo, setor metal-mecânico e meteriais, tecnologia da informação, fármacos, meio ambiente, no conjunto de materiais que podem ser estudados pelas técnicas de espectroscopia vibracional e espectrometria de massa. (...) a InfoBrasil é uma iniciativa que forma tradição na ciência e tecnologia regional, pois cria raízes na divulgação, produção e uso do conhecimento nas áreas de TI e Telecom. Para ele, estas duas áreas têm expressiva participação na ciência e tecnologia, que foi absorvida nas diretrizes de desenvolvimento do Ceará como política estruturante do conhecimento. No dias 12, Eduardo Costa, da Finep, apresenta às 9h30, pela primeira vez, a solução de governo eletrônico que desenvolveu para o Banco Mundial, no Fórum de Gestores da Ciência e Tecnologia dos Municípios, na palestra Solução de e-Gov para um Mundo Global. (...) Às 16h, Wagner José Quirici, diretor-presidente do Serpro, aborda o tema "Tecnologia da informação para o setor público". (...) As iniciativas de governo eletrônico do governo estadual serão apresentadas no seminário e-Gov. Três experiências nacionais bem sucedidas de inclusão digital serão expostas a seguir dentro do tema Avaliação dos Programas de Inclusão Digital do Governo Federal, (...) A partir das 15h, o superintendente do Sebrae-CE, Alcy Porto, fala sobre a Inserção competitiva das micro e pequenas empresas de software no mercado e, às 16, Wagner José Quirici, diretor-presidente do Serpro, debate o tema Tecnologia da Informação e Comunicação para o setor público. A I Conferência Estadual de Educação Profissional e Tecnológica será realizada nos dias 15 a 17 de maio, em Fortaleza, na FIEC, tendo como tema Estratégias para o Desenvolvimento e a Inclusão Social. “Recomendei ao secretário Hélio institucionalizar um programa estruturante do conhecimento nos seus diferentes setores para tentar dar passos firmes que amanhã não sejam passos em falso. Sempre avançando, melhorando, expandindo suas atividades”, disse o governador. “Hélio tem também um excelente relacionamento com a área empresarial, onde nós estamos construindo parcerias, estamos investindo nisso. Espero que no fim do governo nós tenhamos dado passos bastante significativos nessas áreas”, declarou Lúcio Alcântara. “Se fala em inclusão, inclusão, inclusão sem educação e sem acesso ao ensino superior. Não podemos falar em inclusão. Isso é inclusão de segunda classe, ou de terceira. É uma coisa muito ruim”, criticou o governador. “O ministro deu todo o aval para que o CenPRA venha para o Ceará e participe de um novo projeto para fazer florescer a pesquisa e desenvolvimento nas áreas de software e hardware, (...)“Tenho certeza de que, com esta aproximação entre o Titan, CenPRA e Insoft liderando um projeto de P&D, vamos dar um passo gigantesco”, disse Hélio Barros. Segundo ele, os empresários e a academia, com esta aliança, mostram que estão no caminho certo: a conjunção de vários segmentos que vão permitir constituir um processo sólido de formação de riqueza no estado do Ceará. 104 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-014 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato CF-337 E-269 CF-338 E-270 E-271 CF-340 E-272 CF-344 E-273 CF-352 E-274 CF-365 E-275 E-276 CF-368 E-277 E-278 CF-371 E-279 E-280 E-281 CF-373 E-282 E-283 CF-377 E-284 RECORTE O governo do Ceará, assim, demonstra reconhecer que é por meio do conhecimento que o Estado pode investir no seu principal agente de mudança, a qualificação dos seus recursos humanos. Esta é a melhor compreensão de que a política baseada no conhecimento é fundamental para o desenvolvimento do nosso Estado. Ações de ciência, tecnologia, educação superior e educação tecnológica configuram a Política Estruturante do Conhecimento do Ceará. No Brasil, as políticas públicas federais e estaduais nunca se apropriaram do conhecimento como infra-estrutura para o desenvolvimento e fator indutivo para a geração da riqueza. Exclusivamente identificadas como políticas sociais, a educação, a ciência e a tecnologia nunca foram vistas como instrumentos da política econômica, nem mesmo da política industrial. Daí porque os programas estruturantes governamentais sempre se destinaram ao fortalecimento de infraestruturas físicas, priorizadas nos orçamentos. O Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação do Estado do Ceará (Titan Park) receberá R$ 2,3 milhões. O objetivo do Titan Park é constituir uma infra-estrutura tecnológica e de comunicação entre as universidades, instituições de P&D e empresas privadas, capaz de promover a modernização, manutenção ou elevação da competitividade dos diversos agentes econômicos, prioritariamente do setor de TIC, bem como a criação de novos agentes. O Titan Park, parque tecnológico de tecnologia da informação formado por 20 empresas, iniciou implantação sextafeira, 23 de junho, ao inaugurar um Centro Digital do Ceará (CDC) em Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza, (...) O CDC "é o primeiro passo para a implantação desse projeto, que nesse momento já considero realizado", (...) "A academia, as universidades, abrigam e são celeiro do conhecimento, porém não há inovação sem o setor produtivo. As empresas entram com o que têm de melhor desse tipo de negócio. Entram com o mercado, com a busca pelo lucro, pela rentabilidade, pela velocidade". Unidades funcionam em Beberibe, Limoeiro do Norte, São Gonçalo do Amarante, Aracoiaba, Crateús, Reriutaba, Forquilha, Pedra Branca, Nova Russas, Irauçuba, Amontada, Barreira, Massapê e Eusébio O projeto Centro Digital do Ceará (CDC): Tecnologia da Informação para o Negócio, o Emprego e a Renda, com 14 unidades implantadas no interior do Ceará, já atende a 1.120 alunos. Semana Nacional de Ciência e Tecnologia será realizada de 16 a 23 de outubro (...) "A presença do Interior demonstra o efeito democrático de difusão da experiência nas instituições cearenses", (...) . “É hora de investirmos ainda mais na inclusão digital, como estratégia de inclusão social e de procurarmos fortalecer a educação a distância, semi-presencial, que há de potencializar a nossa capacidade de levar o conhecimento a todos os rincões do Ceará”, afirmou. (...)”. Entre eles, citou a implantação de políticas afirmativas voltadas para a interiorização da educação superior, o estímulo à formação para o trabalho articulada com a formação básica, o estabelecimento de linhas de apoio a ações indutores em ciência e tecnologia. A reunião vai tratar também do programa da Secitece de estímulo à criação de estruturas de Ciência e Tecnologia e Inovação nos municípios, seja com a criação de secretarias, núcleos ou coordenações, com vista ao desenvolvimento local por meio da participação em programas estaduais e federais que têm recursos específicos para esta área. Os municípios que aderirem a este programa de interiorização das ações de ciência e tecnologia receberão da Secitece um kit de Inclusão Digital - 1 micro computador e 10 Bolsas de Iniciação Tecnológica (PBIC-JR) da Funcap para uma ação de difusão da tecnologia. A presidente da Assespro, Carol Melo, disse que o evento vai possibilitar a interação entre empresas, academia e governo. “Há uma carência em conhecer o mercado, as empresas, os clientes. Hoje, as Universidades não conhecem as demandas das empresas, o que gera problemas não só da escassez da mão-de-obra para o setor”, afirmou. O conteúdo dos temas da InfroBrasil foi previamente discutido pela comunidade, e inclui painéis sobre E-Gov na gestão, na educação, saúde e segurança, gestão, certificação, agronegócios, indústria de software, inovação, segurança, bioenergia, soluções web. Vai abordar ainda a discussão das tecnologias Wi-FI, Wimax, Wimesh, modernização do SRJ, infra-estrutura de Telecom, off-shore, regulamentação, convergência, mobilidade, inclusão digital, educação, games, S.O.A. e TV Digital. Estudos prevêem que Brasil irá do 15º lugar no outsourcing em 2006 para o 4º lugar em 2015 A Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece) e a Secretaria da Educação (Seduc) do Estado promovem às 15h da próxima terça-feira, 20 de março, a palestra "Mercado offshore: oportunidades de geração de emprego e renda para o Ceará" (...) A palestra possibilitará conhecer melhor o potencial do mercado offshore e a importância de uma ação intensiva de qualificação de recursos humanos para capacitar os jovens cearenses a aproveitar esta oportunidade para geração de emprego e renda. Segundo ele, o mercado offshore que hoje é dominado pela Índia e China vai deixando para os países asiáticos serviços que demandam menor conhecimento como digitação e call center em procura do Brasil que tem serviços de melhor qualidade na área de software. “O Ceará precisa preparar recursos humanos em grande escala para atender a essa demanda, que os Estados do Sul e Sudeste vão querer atender”, (...) Ceará é competitivo com a Ásia nos aspectos de cultura e ética empresarial, custos compatíveis, mecanismos da Lei de Informática e instituições de ensino e pesquisa. José Eduardo Martins diz que é determinante também a maturidade reconhecida no domínio de processos e qualidade, a exemplo do Atlântico que fez o dever de casa e foi a primeira organização do Norte e Nordeste a conquistar o CMMI Nível 3, (...) Chega nesta terça-feira à noite ao Porto do Pecém o navio Aliança Maracanã, procedente de Hamburgo, Alemanha, com US$ 2,75 milhões em equipamentos para pesquisa técnico-científica de laboratórios das universidades do Ceará. O carregamento é destinado a nove laboratórios da Universidade Federal do Ceará (UFC), sete laboratórios da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e um da Universidade Vale do Acaraú (UVA). O investimento faz parte do Programa de Modernização Laboratorial para Fortalecimento da Pesquisa e Inovação Tecnológica, da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Estado (Secitece). Os equipamentos serão recebidos pelo secretário René Barreira. 105 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-015 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha CF-383 Extrato E-285 E-286 CF-384 E-287 E-288 CF-385 E-289 CF-386 E-290 E-291 CF-387 E-292 E-293 E-294 CF-388 E-295 CF-391 E-296 RECORTE A Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará definiu participação com apoio e parceria na realização do Fórum e Congresso Ibero-Americano de Robótica e Automação Industrial, que acontece em Fortaleza nos dias 1 a 3 de outubro, na Unifor. "Temos interesse em dar não apenas apoio institucional mas com a marca do governo do Ceará", anunciou o secretário da Secitece, René Barreira. . "Finalmente, depois de dois anos de lutas e reuniões com pesquisadores para definir quais os laboratórios fariam a diferença com uma tecnologia de ponta, estamos recebendo o primeiro desembarque", disse Erivan Melo. "O governo do Estado está investindo em pesquisa e desenvolvimento, visando a melhoria da qualidade de vida dos cearenses", (...) Segundo ele, esse diferencial coloca o estado do Ceará em pé de igualdade em equipamentos e capacidade de conhecimento com outras regiões desenvolvidas do país, viabilizando uma maior visibilidade e capacidade de formação em alta tecnologia e de carreamento de recursos financeiros e tecnológicos para o seu desenvolvimento sustentável". "A empresa cearense ganha com esses novos equipamentos porque os recursos humanos formados tendem a ficar no Estado, engenheiros, mestres e doutores. As empresas têm que ter capacidades de absorvê-los", afirmou. Ao conhecer e aprovar a proposta de atribuições e de integrantes do Conselho de Ciência, Tecnologia e Inovação, o governador Cid Gomes recomendou a realização de audiências públicas para discussão do conteúdo com comunidade acadêmica e empresarial. (...) O organismo não será deliberativo nem consultivo, mas desempenhará a função de um instrumento para auxiliar o governador, que presidirá o Conselho. São também suas atribuições participar da elaboração do Plano Plurianual e do orçamento na área de C&TI, realizar estudos temáticos no segmento e orientar as instituições de pesquisa. O secretário da Ciência, Tecnologia e Educação Superior, René Barreira, informou que o Projeto de Lei do CECT&I será encaminhado pelo governador Cid Gomes na segunda semana de junho, após mais um debate com a comunidade acadêmica e empresarial. (...) "Os prefeitos devem ser envolvidos nesse processo, porque a ação de ciência, tecnologia e inovação acontece nos municípios", argumentou o prefeito de Juazeiro do Norte, Raimundo Macedo. (...) O secretário assinalou ainda que, depois de 18 anos, o CECT&I, criado na Constituição de 1989, ainda não foi implantado, e que este é um desafio que o atual governo irá resolver. O governador do Ceará, Cid Gomes, dará palestra na Embaixada do Brasil em Londres, no dia 29, com o objetivo de convencer grandes corporações européias a contratarem no Estado a produção terceirizada de softwares e serviços offshore. (...) são fatores de competitividade do Brasil neste mercado custos razoáveis, boa ética empresarial, boas relações com sindicatos, empreendedorismo, ambiente político aceitável e ótimo investimento em pesquisa. O consultor destaca que são vantagens do Ceará a qualidade da mão-de-obra de preço competitivo em relação ao custo no sudeste brasileiro e a certificação internacional dos processos e serviços. (... ) Os clientes potenciais compradores de serviços offshore, reunidos para o evento na Embaixada do Brasil na Inglaterra, atuam nos segmentos financeiro, de energia, telecomunicações, indústria de medicamentos e governo. "O Brasil é a bola da vez e esta é a hora do Ceará se tornar um grande fornecedor mundial de Serviços de TI. Poderemos gerar dezenas de milhares de empregos qualificados no Estado" (...) "pois a Índia, a maior fornecedora mundial está se tornando menos competitiva pela alta progressiva sustentada dos salários, deficiências de infra-estrutura, grande diferença de fuso horário". (...) esta missão faz parte do esforço do Governo do Ceará e Secitece em fortalecer todo o setor de TIC do Estado do Ceará dentro de um conjunto integrado de ações governamentais para o setor, (...) "a Prefeitura de Fortaleza também está estudando a criação de um Pólo de Tecnologia da Informação e Comunicação com a concessão de um conjunto considerável de incentivos fiscais e não fiscais para isso. (...)"É o que a gente se propunha fazer quando viemos para o Ceará em 2001, ajudar a fomentar aqui um polo de tecnologia que traga novos investimentos, crie mais emprego e desenvolva o Estado", (...) Conforme Violado, desde o início tem dado para o Atlântico a recomendação: "não tente fazer as coisas sozinho. Vamos fazer em parceria com as Universidades e empresas locais". "Fortaleza começa a entrar no mapa internacional de atração de projetos internacionais. Vamos trazer mais riqueza, mais desenvolvimento, mais preparação de pessoal". A ação no mercado offshore vai demandar uma quantidade muito grande de gente daqui para a frente. Vamos ter de dinamizar muito mais a formação de pessoal, o engajamento de outras instituições e projetos", recomenda. O governador Cid Gomes dá palestra nesta quarta-feira na Embaixada do Brasil em Londres sobre o tema “Potencial do Ceará no Mercado Offshore” para executivos de tecnologia da informação de bancos e empresas da Europa. A iniciativa busca posicionar o Estado com a atração de investidores para contratos de terceirização de softwares e serviços no Ceará, que faz parte de uma estratégia da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece) para fortalecer as empresas locais do setor. Também faz parte da ação parceria com a Secretaria de Educação para promover a formação massiva de jovens para atender o mercado externo do tipo offshore. Conforme Mauro Oliveira, na ocasião o governador Cid Gomes firmou compromisso do governo em atender todas as demandas para acelerar algumas estratégias do setor local de tecnologia da informação. Dentre as iniciativas a serem apoiadas, o secretário adjunto cita uma forte ação de capacitação de recursos humanos, investimentos para viabilizar o empreendimento Titan Park no Eusébio e articulações com Prefeitura de Fortaleza em algumas ações que vêm sendo trabalhadas com os empresários do setor e Secitece. Os equipamentos foram encomendados por pesquisadores de quatro laboratórios da UFC e um da Uece. Este é o segundo embarque do financiamento contratado pelo governo do Estado à MLW Intermed; (...) 106 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-016 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-297 CF-395 E-298 CF-396 CF-397 E-299 E-300 E-301 E-302 CF-399 E-303 E-304 CF-401 E-305 CF-402 E-306 CF-403 E-307 CF-404 E-308 CF-405 E-309 E-310 CF-406 E-311 E-312 RECORTE No Workshop ´Novos Caminhos para o Setor de TI´ foi debatida a criação de um Parque Tecnológico no Estado. Na oportunidade, o Sistema Assespro-Seitac fez o lançamento do Instituto Titan - Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste. (...) Na pauta do encontro, o projeto do Parque Tecnológico para o Estado, bem como a captação de recursos junto às entidades governamentais para sua viabilização. “Todas essas condições são oferecidas pela região do Eusébio. (...) O Instituto deverá elevar o investimento em pesquisa, propiciando um maior intercâmbio com as universidades e o setor produtivo. Ações de inclusão digital também estão sendo pensadas, no sentido de promover o desenvolvimento da comunidade como um todo e formar um Pólo de Tecnologia do Ceará integrado com as iniciativas e projetos dos governos estadual, federal e municipal. (...) O Pólo Tecnológico firmará parceria com Setor Público visando a competitividade no mercado nacional e internacional e buscará a união de ações com a comunidade científica. Estão avançadas as negociações das empresas de Tecnologia da Informação e Telecomunicações (TI&T) para a instalação de uma parque tecnológico no município do Eusébio, a 20 km de Fortaleza. (...) , o parque tecnológico no Eusébio pretende reunir pequenas, médias e grandes empresas de tecnologia, bem como institutos de pesquisa, laboratórios e Universidades em um só espaço horizontal. (...) o parque vai exercer atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, consultoria e serviços. Por reunir empresas e institutos de pesquisa em um só espaço, vai possibilitar a criação de novos produtos e serviços especializados, incrementando a competitividade dos produtos cearenses no mercado nacional e internacional. (...) ´O parque vai criar uma identidade para as empresas de software no Ceará. “Somos uma nação de excluídos digitais.” (...) : “Queremos fortalecer a responsabilidade social”, disse. “A municipalidade não pode trabalhar sozinha” O primeiro projeto de inclusão digital do Sistema Assespro/Seitac faz parte das mudanças a serem implementadas no Eusébio com a instalação do Pólo Tecnológico, (...) O Instituto Titan está sendo responsável pela condução de diversas ações em prol da atração de recursos destinados à pesquisa e ao desenvolvimento (P&D) do Estado, fornecendo consultoria e serviços, projetos cooperativos baseados em conhecimento, ensino e formação de recursos humanos. (...) O Instituto Titan também foca suas ações no combate à exclusão digital. De acordo com ele, as empresas de tecnologia estão adotando o conceito de “cooperação”, trabalhando em prol do crescimento do segmento como um todo. Pólo de TI. O município do Eusébio vem sendo o preferido pelo setor para a implantação do Pólo. A criação de um pólo de tecnologia no Eusébio e a alavancagem de recursos para projetos nesse setor no Ceará estão entre os objetivos de empresários e pesquisadores desse segmento. O Parque Tecnológico pretende abrigar empresas incubadas dos setores de TI&T, bem como para laboratórios de universidades, espaços para entidades de pesquisa, fornecedores estratégicos. Projeto de Inclusão Digital leva informática para comunidade do Eusébio Visando proporcionar um ambiente de desenvolvimento para as empresas do setor de Tecnologia da Informação no Estado, nasceu, em maio de 2003, (...) Nesta quarta-feira, ainda dentro da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, na sede do Instituto Titan (Av. Dom Luiz, 880/407), das 14h às 17h, será realizado o encontro de trabalho ‘Tecnologia da Informação: Um Diferencial Competitivo dos APL's no Ceará’. (...) No encontro, representantes dos principais Arranjos Produtivos Locais - APL's, apoiados pelas diversas Secretarias de Estado, apresentarão as várias dificuldades que vêm encontrando no apoio à produção, comercialização e divulgação de seus diversos produtos. (...) Também serão propostos caminhos para as empresas do setor de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, associadas ao Instituto Titan, visando a colaboração destas para o aprimoramento dos processos. "Nós estamos em conversas bastante avançadas com as principais universidades da área de tecnologia no sentido delas investirem em centros de pesquisa para que possamos realizar um trabalho conjunto", destacou. (...) O pólo deverá ser instalado no município do Eusébio, localizado a 40 quilômetros de Fortaleza. (...) Para garantir a competitividade no mercado nacional e internacional, bem como a união de ações entre as comunidades científica e empresarial, será destinado um espaço no pólo, cuja área física será em torno de quatro hectares, para a implantação de incubadas dos setores de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Eletrônica e Automação, bem como para laboratórios de universidades, entidades de pesquisa, fornecedores estratégicos. Reunindo empresas, instituições governamentais da área de tecnologia da informação e de ensino superior para discutir o tema “Inclusão Digital”, a 31ª edição da feira passou a ser um evento nacional, promovido pela empresa A2 Comunicação em parceria com o Sebrae. De acordo com Alexandre Mota,a organização do Sistema Local de Inovação na área de TI&T, em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado (SECITECE) é o maior desafio colocado hoje ao Titan.. “O êxito dessa proposta ocorrerá quando todas as instituições capazes de fortalecer o arranjo de produtivo de TI&T estiverem abrigadas em um mesmo ambiente”, disse o presidente, fazendo referência ao Parque Tecnológico do Ceará, a ser instalado no município do Eusébio. Ao falar sobre a relevância de iniciativas que visem a promoção da Inclusão Digital, tema da Infobrasil deste ano, Alexandre Mota citou um projeto já implementado pelo Titan, em parceria com o Instituto Aldy Mentor, que em junho de 2004 ofereceu cursos de capacitação para jovens de 15 a 24 anos, com renda familiar de até R$ 100. “Esse é um trabalho fundamentado na lógica da inclusão, realizado em parceria com a Prefeitura do Eusébio e as empresas associadas ao Instituto”. 107 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-017 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato CF-407 E-313 CF-408 E-314 CF-409 E-315 CF-410 E-316 CF-414 E-317 CF-419 E-318 CF-420 E-319 CF-421 E-320 CF-422 E-321 CF-425 E-322 CF-427 E-323 CF-431 E-324 CF-432 E-325 CF-433 E-326 CF-434 E-327 E-328 CF-438 E-329 CF-443 E-330 RECORTE Os empresários do setor de Tecnologia da Informação & Telecomunicações (TI&T) promovem na próxima segundafeira o Seminário de Apresentação do Estudo de Viabilidade para a Implantação do Parque Tecnológico (Titan Park). O Instituto Titan (Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Automação do Nordeste), quer tirar do papel, nos próximos dois anos, o sonhado Parque Tecnológico do Estado, orçado em R$ 6 milhões, recursos divididos entre a iniciativa privada e o setor público. (...) "O objetivo é aproveitar o potencial tecnológico do estado , garantindo competitividade nacional e internacional, além de cooperação, envolvendo todo o segmento - hardware, software, serviços e inovação", explica Alexandre Mota. A informática deverá ter ainda mais estímulo com a construção de um parque tecnológico – o Titan Park, (...). O empreendimento está orçado em 6 milhões de reais e deverá atrair cerca de 50 empresas de tecnologia e de informação, gerando inicialmente mais de 3.000 empregos diretos. A FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, aprovou, em dezembro do ano passado, o projeto Plano de Investimento do Parque Tecnológico Titan, proposto pelo Instituto Titan, que também é o responsável por sua execução. (...) O Parque Tecnológico de TI&T do Ceará vai propiciar um crescimento substancial da competitividade cearense na área de TI, gerar empregos e, principalmente, consolidar o crescimento da participação do setor no mercado externo. O presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Titan encaminhou ao Presidente do Conselho Regional do Senai um pedido de apoio ao censo de TI&T do Ceará. Um ambiente propício para a construção de novas parcerias. Será assim a II Rodada de Parcerias Pesquisador – Empresa, promovida pelo Instituto Titan e pelo Instituto de Software do Ceara (Insoft), como parte da programação da Feira Brasileira de Tecnologia – Febratecno. (..) O objetivo é aproximar empresas e instituições de ensino que já atuam na área de Pesquisa e Desenvolvimento, na tentativa de incorporar inovação aos produtos e processos desenvolvidos. O Instituto Titan - que está frente de ações de combate à exclusão digital, atuando junto à comunidade do Eusébio, em parceria com prefeitura municipal, será destaque na TV Diário. (...) Na opinião da empresária Caroline Mello, a idéia de “multiplicar conhecimento” é uma necessidade para a região, pois, à medida que os alunos forem sendo formados, deverão se tornar instrutores em outras localidades. A aprovação, pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), do “Plano de Investimento do Parque Tecnológico Titan”, vem motivando a realização de ações no sentido de viabilizar a implantação do Titan Park. A Febratecno pretende fortalecer a cultura da inovação tecnológica no Nordeste brasileiro, através de ações concretas de divulgação, comercialização e transferência de tecnologias, possibilitando a aproximação das tendências e tecnologias existentes de seu consumidor final, seja ele empresas ou pessoas físicas. (...) A novidade dessa segunda edição do evento é a I Rodada de Parcerias Pesquisador-Empresa do Futuro. O objetivo do encontro é incitar o espírito empreendedor em alunos de cursos superiores da área de TI&T, através da apresentação de iniciativas bem sucedidas. A troca de idéias visa estimular a criação de novas empresas, o surgimento de novos pesquisadores e o conseqüente fortalecimento do setor. Na Febratecno, feira tecnológica que será realizada em Fortaleza, de 4 a 7 de julho, no Centro de Convenções, acontece a Segunda Rodada de Parcerias Pesquisador-Empresa, que tem a coordenação do Instituto Titan, em parceria com o Insoft. A rodada tem o objetivo de unir idéias acadêmicas a projetos cooperativos de P&D com os empresários, visando lançar novos produtos e soluções tecnológicas no mercado local. Transformar as idéias e projetos que surgem no meio acadêmico em produtos e soluções tecnológicas para o mercado é o foco da II Rodada de Parcerias Pesquisador-Empresa, que acontece esta semana em Fortaleza, como parte da programação da Febratecno (Feira Brasileira de Tecnologia), no Centro de Convenções Edson Queiroz. Coordenada pelo Insoft (Instituto do Software do Ceará) e pelo Instituto Titan, a II Rodada pretende criar parcerias entre pesquisadores das universidades e empresários cearenses. O objetivo é que as idéias acadêmicas possam se transformar em projetos cooperativos com os empresários. (...) A II Rodada ocorrerá nesta quarta-feira, dia 6 de julho, das 15 às 20h, no Centro de Convenções. O objetivo é que as idéias acadêmicas possam se transformar em projetos cooperativos com os empresários, visando à concretização de soluções tecnológicas no mercado tecnológico. (...) A oportunidade criada visa estimular o espírito empreendedor nos jovens, incentivando a criação de novas empresas de TIC locais. O evento é aberto ao público. (...) a feira se propõe a discutir e aprofundar experiências e práticas de sucesso tecnológico. (...) a feira tem grande potencial “para gerar negócios e promover financiamento de compra de tecnologia através da apresentação das empresas e do melhor conhecimento do mercado cearense. (...) a II Rodada de Parcerias Pesquisador-Empresa reuniu empresários e locais e pesquisadores na apresentação do que tem sido desenvolvido em tecnologia cearense e nas potencialidades desta para a economia local. No local, empresários e pesquisadores estiveram reunidos para, através do diálogo, encontrar áreas de interesse comum, que poderão resultar em novas parcerias e no desenvolvimento de novos produtos. (...) a II Rodada de Parcerias Pesquisador-Empresa reuniu em sua segunda edição o dobro do número de pessoas do primeiro encontro, e integrou a realização da Feira Brasileira de Tecnologia, Febratecno, que encerrou-se ontem. “Essa é uma oportunidade rara de nós aproximarmos o meio acadêmico do meio empresarial”. “Essa é uma oportunidade rara de nós aproximarmos o meio acadêmico do meio empresarial”. “Uma reunião histórica”. (...) De acordo com Antônio Vasques, a reunião foi resultado do esforço empreendido pelo Instituto Titan no sentido de aproximar o meio acadêmico e empresarial. “Pela primeira vez na história da UECE, professores doutores se reuniram com empresários para apresentar projetos ao CNPq e responder a quatro editais”,disse o consultor. (...) “O encontro foi memorável para os pesquisadores que, pela primeira vez, tiveram contato direto com empresários, intermediados pelo Instituto Titan. Teremos desdobramentos positivos, com a apresentação de pelo menos três projetos em parceria”(...) A experiência do Parque Tecnológico de Belo Horizonte vai ser o tema da palestra do Professor Doutor Mauro Borges Lemos, marcada para a próxima quarta, dia 20, a partir das 9h, na Sala VIP da Cobertura FIEC. 108 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-018 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha CF-446 Extrato E-331 E-332 CF-448 E-333 E-334 CF-453 E-335 CF-456 E-336 CF-457 E-337 CF-460 E-338 E-339 CF-461 E-340 CF-464 E-341 CF-468 E-342 RECORTE O ministro disse que dará continuidade ao Plano Estratégico do MCT. Para ele, os quatro eixos estratégicos definidos pelo Plano - Inclusão Social, Consolidação e Expansão do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, Objetivos Estratégicos Nacionais e Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior - abordam os principais temas da Ciência e Tecnologia, e têm sucesso nesse último ano e meio. Uma aula sobre implementação e gestão de Parques Tecnológicos. Assim pode ser definida a palestra do Professor Doutor Mauro Borges Lemos, realizada na última quarta, dia 20, na cobertura da Fiec.(...) A apresentação do Professor Mauro foi importante para auxiliar na modelagem da parceria público-privada que já vem sendo discutida sistematicamente, desde o início do mês de junho, entre um grupo de consultores e a diretoria do Instituto Titan. Durante a palestra, Mauro Borges informou que o projeto de criação do Parque Tecnológico de Belo Horizonte vem sendo construído há mais de dez anos, contando hoje com o apoio do que ele chamou de “três comunidades”: setor público, privado e academia. “Agora já existe um consenso de que esse projeto é da cidade. Criou-se esse sentimento, de modo que o Parque está consolidado”. (...) . “O projeto tem que ser voltado para as carências do ambiente, não adianta ser virtual. Uma coisa decisiva é responder à pergunta: em quê o projeto vai contribuir, concretamente, para a base produtiva daquele local?”. (...) “Só pode existir um Parque Tecnológico se houver também uma universidade que lhe dê suporte”. (...) Segundo o professor, parte importante do investimento no Parque Tecnológico de Belo Horizonte vem sendo assegurada pelo setor público, através da Prefeitura, do Governo do Estado e do Governo Federal. A colaboração da Universidade Federal com o projeto do Parque Tecnológico de TI&T do Ceará motivou a realização, na tarde do dia 28 de julho, de uma reunião com o professor Fernando Carvalho, chefe do Departamento do Curso de Computação da UFC. (...) Na ocasião foi apresentada ao professor a proposta do Parque e as vantagens de sua instalação do município do Eusébio. (...) De acordo com ele, esse é um fator que interessa diretamente ao empresariado, já que é fundamental para qualificar a produção cearense de TI&T. “Mas a universidade não pode ser o departamento de pesquisa da empresa, porque ela tem outras atividades e outros interesses. As empresas têm que ter seus próprios departamentos de pesquisa, porque essa é uma forma de elas estarem em contato com o meio acadêmico”. O lançamento de dois cursos de pós-graduação em SP reforça a idéia do Instituto Titan, que em parceria com universidades locais está organizando a instalação de cursos de pós-graduação semelhantes no Bloco do Conhecimento do Parque Tecnológico do TI&C do Ceará. Um Fórum marcado para os próximos dias 18 e 19 de agosto vai discutir um assunto que interessa cada vez mais às empresas associadas ao Instituto Titan. Entre os destaques da programação, está uma palestra que vai tratar da comercialização de produtos e serviços da área de Voz sobre IP. O papel das instituições de fomento, de ensino e pesquisa e das empresas na construção do primeiro Parque Tecnológico de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) do Ceará tem motivado a realização de vários encontros entre os parceiros do projeto, que tem uma proposta inédita no Estado de parceria público-privada, e já conta com o apoio da Finep, Governo do Estado, Prefeitura do Eusébio, Sebrae-CE e Sistema Fiec. (...) . “Somos empresários, concorrentes, e nos juntamos para sermos mais fortes, por isso queremos ter um espaço comum, onde seja possível fortalecer o arranjo produtivo local”. (...) . “É sem dúvida uma iniciativa inusitada, porque vocês se associaram, e isso é uma coisa que raramente se vê. Acho que o Titan Park poderá ser o impulsionador de uma série de ações de P&D inovadoras e um forte argumento par privilegiar o projeto Eusébio Digital”. (...) “O que eu entendi é que do Titan Park sairão empresas para concorrer internacionalmente”. Empreendedorismo. Esse foi o tema central da palestra proferida pelo Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Titan Alexandre Mota, durante a II Semana de Administração da UFC. “Sempre que você reúne empresas em um aglomerado, você impulsiona o arranjo produtivo local, e nós percebemos que o objetivo comum era necessário para que o setor de TI cearense fosse fortalecido”, esclareceu Alexandre Mota, ao falar sobre o Parque Tecnológico de Tecnologia da Informação e Comunicação que será instalado no Eusébio e já conta com a parceria da Financiadora de Estudos e Projetos do MCT (Finep), da Fiec, Sebrae-CE, Governo do Estado e Prefeitura do Eusébio. A principal meta é informatizar completamente os estados e adotar novos modelos de gestão e de tecnologias da informação. "Os governos estaduais têm o desafio de promover reformas administrativas para melhorar o desempenho e a utilização dos recursos públicos e, assim, aumentar a disciplina fiscal no País", afirmou o secretário. "Trata-se de um programa grande, que envolve todos os níveis, desde cursos de inglês técnico até cursos de mestrado e doutorado na área. A idéia não é só formar pessoal, mas atualizar aqueles que estão no mercado e treiná-los com ferramentas novas que aparecem diariamente", declara Rezende. (...) Sérgio Rezende, que assumiu o ministério no final de julho, declarou que pretende dar continuidade às ações iniciadas na gestão anterior, conduzida por Eduardo Campos. "Elas são baseadas em quatro eixos básicos: a expansão e o fortalecimento do Sistema Nacional de C&T, a Política Industrial e Tecnológica de Comércio Exterior, os objetivos estratégicos nacionais e a aplicação de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social", detalha. 109 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-019 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-343 E-344 E-345 CF-475 E-346 CF-476 E-347 E-348 CF-478 E-349 CF-481 E-350 CF-482 E-351 CF-484 E-352 E-353 CF-485 E-354 E-355 RECORTE Com o objetivo de fortalecer a interação entre centros e institutos de pesquisa, o Instituto Titan promoveu, no último dia 31 de agosto, uma reunião com representantes de algumas dessas entidades em sua sede. Entre as seis causas apontadas para a melhoria no tratamento dado à área no país está o aumento da participação do setor privado, que segundo eles “tem dado mais importância ao tema, pressionado por requisitos de competitividade”. No setor de TIC da região metropolitana de Fortaleza, essa participação também tem aumentado. Em 2005, o Instituto Titan e as empresas a ele associadas vêm trabalhando com 24 projetos cooperativos de P&D, em resposta aos editais das agências do MCT. (...) “vários levantamentos mostram que em todo o mundo há incremento do investimento privado em CT&I, com a formação de organizações privadas (muitas vezes sem fins lucrativos)”. Esse processo tem, basicamente, cinco indicadores principais que se interlaçam: a) ampliação da percepção pública sobre a importância do desenvolvimento científico e tecnológico no cotidiano das pessoas; b) ampliação dos investimentos em C,T&I com aumento da participação relativa do setor privado; c) alteração no espírito e nos rumos da política pública de C,T&I; e) aumento dos indicadores de produção científica e de formação de recursos humanos qualificados para P&D; e f) maior importância relativa da temática de C,T&I na agenda política do país. O que se pergunta é como proceder para que os ICPs ampliem seu potencial inovativo, assim como um novo compromisso social que os qualifique como organizações imprescindíveis não apenas ao desenvolvimento científico e tecnológico, como também sócioeconomico, à sustentabilidade ambiental e à participação ativa na definição e execução de políticas públicas, como é o caso da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior. (...) Vários ICPs vêm implementando políticas internas de capacitação gerencial. A gestão de organizações de C,T&I não é tarefa simples. Tem pontos semelhantes e pontos específicos em relação ao gerenciamento de empresas e mesmo em relação à gestão pública (administração direta e indireta). As características intrínsecas das atividades de P&D, por exemplo, requerem um compromisso por parte dos esquemas gerenciais que permita acompanhamento e controle dentro de um ambiente de liberdade de ação de um trabalho que tem natureza essencialmente criativa. (...) Historicamente, a maior parte dos ICPs no Brasil, mormente públicos e mesmo privados sem fins lucrativos, não foi criada com preocupações de profissionalização da gestão. O Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas - PAPPE é um programa realizado pela Finep em parceria com as Fundações Estaduais de Amparo á Pesquisa – FAP’s. O objetivo do Programa é financiar atividades de P&D de produtos e processos inovadores empreendidos por pesquisadores, que atuem diretamente ou em cooperação com empresas de base tecnológica, como é o caso das Associadas do Titan. Qual é a grande dificuldade que vivemos no Brasil? O conceito de que a universidade está numa "torre de marfim" e de que a indústria não tem acesso a ela. Reciprocamente, a universidade diz que não é procurada pela indústria: fica enclausurada na sua "torre de marfim" e não acessa essa indústria. Mas não é assim: a universidade cada vez mais está aberta. Falta, no entanto, um espaço institucional onde se faça o encontro da demanda do mundo real com a possibilidade da produção tecnológica e científica do mundo acadêmico. A implementação do sistema de parques demonstra à exaustão o compromisso de São Paulo com a inovação tecnológica, a formação de recursos humanos e, sobretudo, com a visão de modernidade — para atender o dia de hoje e para atender às necessidades dos próximos 25 anos. A implantação, a operação, o aspecto imobiliário dos parques são assunto do setor privado. O que o Estado vai fazer é articular, viabilizar a legislação adequada, montar as parcerias em cada parque, respeitadas as peculiaridades. (...) Os parques serão o lugar de encontro da iniciativa privada e do setor de pesquisa — o setor privado fazendo a sua demanda e a pesquisa oferecendo o seu resultado. Qual é a grande dificuldade que vivemos no Brasil? O conceito de que a universidade está numa "torre de marfim" e de que a indústria não tem acesso a ela. Reciprocamente, a universidade diz que não é procurada pela indústria: fica enclausurada na sua "torre de marfim" e não acessa essa indústria. Mas não é assim: a universidade cada vez mais está aberta. Falta, no entanto, um espaço institucional onde se faça o encontro da demanda do mundo real com a possibilidade da produção tecnológica e científica do mundo acadêmico. De acordo com ela, a maior dificuldade das empresas é compartilhar o conhecimento produzido no Brasil antes antes de partir para o exterior. Como exemplo da necessidade de se intensificar o diálogo e a cooperação no meio empresarial, a ex-ministra citou os consórcios de exportação, onde as brigas entre os empresários são um problema recorrente. “Por incrível que pareça, a principal dificuldade é o empresário entender que dentro do Brasil ele está competindo com o seu colega, mas lá fora ele pode ser um grande aliado”. A experiência de implementação do Parque Tecnológico e Científico de Campinas é o tema da palestra que será realizada pelo SEBRAE-Ce em parceria com o Instituto Titan nesta sexta feira. (...) O evento visa enriquecer as idéias em torno da construção do projeto do Parque Tecnológico de TIC que será instalado no município do Eusébio. A experiência de implementação do Parque Tecnológico e Científico de Campinas foi o tema da palestra realizada pelo professor Rinaldo Fonseca, pesquisador do Instituto de Economia da UNICAMP, no ultimo dia 30 de setembro. O evento realizado pelo SEBRAE-Ce em parceria com o Instituto Titan, no âmbito do projeto “Fortalecendo o Arranjo Produtivo de TIC na Região Metropolitana de Fortaleza” visou enriquecer as idéias em torno da construção do projeto do Parque Tecnológico que será instalado no município do Eusébio. Comentando sobre as Instituições que devem compor um Parque, ao lado das empresas, inclusive de empresas âncoras, Rinaldo destacou as Instituições de Ensino e Pesquisa e as Incubadoras, além daquelas que possam oferecer os seguintes serviços: fundos próprios de capital de risco e capital “semente”; assistência para relocação corporativa; acesso a laboratórios; consultoria para propriedade intelectual; serviços de treinamento, acesso a fundo de capacitação “semente”; e suporte para gerenciamento. Finalizou mencionado o que é necessário pensar para estruturar um Parque Tecnológico, colocando a construção de consensos como ponto central. Dentro desse consenso inclui-se as diversas relações que são benéficas para todos os envolvidos, entre elas: relações universidade/ institutos de pesquisa/ empresas; relações universidade-poder público; relações com incubadoras existentes; e relações universidade-universidade. Durante a IV Semana de Tecnologia da UNIFOR, o Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Titan, Alexandre Mota, ministrou no ultimo dia 05 de outubro palestra sobre “Parque Tecnológico como Ambiente de Inovação”, apresentando o Parque Tecnológico do Eusébio como uma proposta para um novo Ceará. 110 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-020 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato CF-487 E-356 CF-489 E-357 CF-490 E-358 CF-493 E-359 CF-496 E-360 CF-500 E-361 CF-503 E-362 CF-504 E-363 CF-507 E-364 CF-508 E-365 CF-510 E-366 CF-515 E-367 RECORTE O Instituto Titan, enquanto agência organizadora da inovação no ambiente privado no setor de Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC, trabalha com três entes que têm linguagem, cultura e comportamentos distintos (empresa, universidades e governos). Como em qualquer outra área específica a TIC, também possui termos técnicos particulares. Tem assim, uma linguagem própria, e o Titan reconhece a importância de se conhecer referido linguajar para que se verifique maior agilidade na atividade executada e interação comunicacional. O mais importante é a disponibilidade de recursos humanos preparados em qualidade e quantidade para atender o mercado, sejam pessoas formadas no Brasil ou fora. "Precisa ter talentos, investir em pessoas. O Brasil pode atrair cérebros, pode mantê-los, motivá-los? O ambiente deve ser de melhoria contínua, é preciso investir na formação de recursos humanos e incentivá-los a fazer o melhor", ponderou. (...) Outro ponto importante é a capacidade de inovar, fundamental para se disputar mercados. "É preciso um feedback constante dos desenvolvedores e dos clientes para melhorar sempre o que você faz. A empresa precisa aprender com o que faz bem e com o que não faz tão bem assim", apontou. (...) O executivo detalhou alguns passos da implementação da inovação adotados pela Microsoft. O primeiro é a determinação de um objetivo ambicioso. Depois, a revisão dos próprios procedimentos, dos modelos de negócios, e a realização do chamado benchmarking, a comparação com outras empresas, para poder diferenciar seu produto dos demais. Manter um ambiente que incentive a geração de novas idéias é princípio básico e fator de sucesso no caso da Microsoft. Segundo ele, isso inclui recompensar as pessoas que inovam. (...) "Os times precisam contar com a melhor estrutura, as melhores ferramentas para o desenvolvimento, as mais rápidas conexões, poderosos hardwares, ferramentas de engenharia de software produtivas", recomendou. Quando procura uma parceria para offshoring, além de qualidade, custo e cumprimento dos prazos, a Microsoft avalia se a empresa tem capacidade para trabalhar no ritmo exigido pelo negócio. (...) A comunicação em inglês é outro item fundamental. (...) Para diminuir o risco, a Microsoft verifica as finanças e a reputação das empresas contratadas no exterior. Segurança física, da rede, leis de propriedade intelectual em vigor no país, treinamento dado para os funcionários e compatibilidade tecnológica também contam. As condições econômicas e políticas de um país, em horizonte de três ou quatro anos, são outros componentes levados em consideração. "O Brasil precisa ser citado no exterior, como hoje são citadas a Índia e a China. E isso é marketing", completou. Greenspoon sugeriu às empresas interessadas em parcerias nos moldes do offshoring que realizem um projeto-piloto para mostrar o que podem fazer. "Uma experiência bem-sucedida ajuda a obter reconhecimento", apontou. Tendo em vista o sucesso que foi disponibilizar na internet o Mapa da Ciência, Tecnologia e Inovação de São Paulo, por que não adaptar esse idéia para as instituições de P&D na área de TIC no Ceará? Essa iniciativa poderá ser viabilizada através de parceria entre a Secretaria da Ciência e Tecnologia do Estado do Ceará - SECITECE e as empresas associadas ao Instituto Titan. As empresas associadas ao Instituto Titan investem cada vez mais em práticas cooperativas, diferenciando-se positivamente da tendência nacional, o que revela o êxito do trabalho do Instituto. O Presidente do Conselho Deliberativo do Titan, Alexandre Mota, fará a Palestra Magna sobre o tema “Titan Park: Proposta de Parque Tecnológico para o Ceará”, (...) No Ceará, o Parque Tecnológico do Eusébio, como dirá Alexandre Mota aos futuros bacharéis do curso de Sistemas de Informação da FA7, abrigará o cluster de Tecnologia da Informação e Comunicações – TIC. O Presidente do Conselho Deliberativo do Titan, Alexandre Mota, fez a Palestra Magna sobre o tema “Titan Park: Proposta de Parque Tecnológico para o Ceará”, (...) No Ceará, o Parque Tecnológico do Eusébio, como dirá Alexandre Mota aos futuros bacharéis do curso de Sistemas de Informação da FA7, abrigará o cluster de Tecnologia da Informação e Comunicações – TIC. Já que a Tecnologia da Informação vem sendo aplicada como instrumento de eficiência da saúde,da educação, da justiça e da economia,porque não usá-la na gestão pública? Esse é o motivo da realização do Congresso de Informática Pública (Conip). Os dados a seguir evidenciam a importância de um trabalho de inclusão digital, meta essa idealizada pelo Instituto Titan para o ano que se aproxima. O Parlamento, representado pela Câmara dos Deputados e pela Câmara dos Vereadores, e o Executivo, Estadual e Municipal, em São Paulo atentos para a importância de pólos tecnológicos como alavancadores do desenvolvimento se envolvem com a questão, como mostra a matéria abaixo. Exemplo que o Ceará deve seguir para o êxito do Parque Tecnológico de TIC no município do Eusébio. Ambas as matérias, tem conteúdo relacionado as discussões que vem ocorrendo entre as associadas do Instituto Titan principalmente com vistas à implantação do Parque Tecnológico do Eusébio, quando afirmam que um Parque Tecnológico é antes de tudo um instrumento de política setorial, ou mais precisamente de política industrial mas deve ser planejado pelos governos locais como um meio de desenvolvimento econômico regional. “Governos não precisam, necessariamente, exercer o papel de instituição proponente em todos os exercícios de participação pública . Mas podem contribuir fortemente para a construção das condições institucionais que possibilitem a atuação de outros atores sociais no processo.” (...) Para que essas novas tendências tecnológicas venham a beneficiar a população, a participação do cidadão comum é fundamental, isto é, o envolvimento de empresários, de pesquisadores nas decisões de políticas públicas, ou seja a participação do tipo consulta. Os principais pontos discutidos pelos representantes das associadas do Instituto Titan em reunião extraordinária, marcando a inauguração da recepção do Parque Tecnológico do Eusébio,foram as novas tedências tecnológicas. Assim, a exemplo de Pernambuco, o Ceará deverá discutir o contexto dessa antecipação do futuro entre empresários e pesquisadores universitários. 111 FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-021 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-368 E-369 E-370 CF-520 E-371 E-372 E-373 E-374 E-375 E-376 CF-522 E-377 E-378 CF-525 E-379 CF-526 E-380 E-381 E-382 E-383 CF-528 E-384 E-385 E-386 CF-529 E-387 CF-530 E-388 CF-531 E-389 RECORTE Apoiar o governo estadual no desenvolvimento de um pólo da indústria da informação no Ceará e atuar em parceria com instituições de pesquisa no país e outros centros de referência em tecnologia no Nordeste, como o pólo de Recife, para fortalecer a região com competitividade no segmento de TI, são os principais objetivos sobre os quais o Instituto Titan quer avançar em 2006. O novo presidente do Instituto Titan defende um movimento empresarial com investimento aplicado em pesquisa e desenvolvimento e que “visa colocar no mercado produtos inovadores com alto agregado tecnológico, capazes de competir no mercado local e internacional”. Esse desenvolvimento, de acordo com Lenardo, passa pela união de três vetores, o setor produtivo, o governo (‘‘na criação do ambiente jurídico e de infra-estrutura necessários’’) e a academia (‘‘que gera os recursos humanos adequados e o pensamento em direção à inovação’’). ‘‘Nosso intuito em 2006 é que o Ceará seja cada vez mais um celeiro de tecnologia e que as empresas se estabeleçam e se desenvolvam, gerando emprego, renda e, sobretudo, contribuindo para o crescimento do setor tecnológico no Brasil’’, afirma. (...) afirma que a principal força do setor está na cultura de união do empresariado. ‘‘Acredito que neste ano o segmento esteja preparado para a conquista dos melhores índices de qualidade, de comercialização e de credibibilidade no mercado nacional e internacional’’. ‘‘Devemos fortalecer nossa união, visando a ampliar os projetos. Para isso, contamos com todo o apoio do setor produtivo, visando à geração de inovação em um contexto propício para pesquisa e desenvolvimento e, conseqüentemente, para a exportação de tecnologia’’. ‘‘Nossa expectativa de trabalho junto ao Instituto Titan é grande, principalmente no que tange a consolidar o pólo de tecnologia, que será um marco transformador de nosso Estado’’ No Ceará, o pólo Titan Park, no Eusébio, deve ser construído ainda este ano, com a previsão de atrair cerca de 50 empresas e instituições de pesquisa. "O desafio para 2006 no Brasil é crescer a participação de mercado, que já é uma das maiores do mundo. A nova fábrica na Alemanha vai dobrar a capacidade de produção e entregar processadores com tecnologia de ponta, o que também deve aumentar a participação da AMD em servidores." (...) O grande desafio para 2006 será ampliar a penetração no segmento de SMB (Small and Médium Business)." "Estamos entusiasmados com o compromisso do governo com a inclusão digital (...) Quanto à questão do Parque, Lenardo falou sobre o Projeto Estruturante que compreenderá o Pólo da Indústria de TI, nucleado pelo Parque Tecnológico da Região Metropolitana de Fortaleza, que se instalará no Eusébio. (...) Saraiva de Castro explicou que a geração de novas empresas e produtos está diretamente ligada com o objetivo de P&D. Em seguida comentou sobre o Fórum Permanente de Políticas Públicas de TI, que deverá discutir entre outros temas a questão da tributação no setor de software e a participação do setor no estatuto da micro-empresa. O Instituto, visando a interação com os atores do processo da inovação (Universidade, Empresa, e Governo), ampliou a sua rede de relacionamentos através da realização de duas Rodadas de Parceria Pesquisador-Empresa. “Ceará Competitivo Inovador e Tecnológico” foi o tema do debate, ao vivo, do programa “Cena Pública”, apresentado pelo jornalista Moacir Maia na TV Ceará no dia 21 de fevereiro. João Aquino da Secitece, afirmou que é preciso investir na matéria prima, mentes cearenses, para formar indústrias com alicerces fortes em base tecnológica. De acordo com Lima Verde, o Governador Lúcio Alcântara está focando em incentivar as indústrias do conhecimento e, desse modo, investindo em Ciência e Tecnologia com vistas a aumentar ainda mais o PIB cearense. E, continuou, atualmente há uma tentativa de se criar uma grande central de laboratórios, estruturando-a com equipamentos de última geração e com os melhores pesquisadores do Estado. Completou dizendo que é necessário conceber e implantar esse tipo de ação, que gera diferencial não podendo o Estado limitar-se a conceder incentivo de ICMS, já que esses todos podem conceder. É necessário investir em fatores de competitividade para atrair empresas. Caso contrário com a mesma velocidade que chegam elas podem ir, diferente das que são atraídas por uma base de conhecimento, essas ficarão e brotarão frutos, conclui Aquino. Particularmente sobre o funcionamento da hélice tríplice, interação universidade, governo e empresa considerou um processo difícil, porém muito desejado. Dificuldades de linguagens vão existir, mas o desejo de superar as dificuldades é maior, e o sucesso com essa visão, será garantido, concluiu Ícaro. Para 2006 elegemos quatro macro-programas em que estaremos depositando todas as nossas energias: 1) O start up do Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação, Titan Park, realizado em conjunto com o Governo do Estado, dentro do Projeto Estruturante da Indústria do Conhecimento do Ceará, da Secitece; 2) A implantação de um Instituto de Pesquisa & Desenvolvimento, que funcionará como elo de ligação do setor com a academia visando gerar produtos inovadores e capazes de competir no mercado global; 3) A realização, de forma sistemática, de um Fórum Permanente de Discussão das Políticas Públicas de TI no Ceará, capaz de ajudar da solidificação do setor a longo prazo; 4) A criação de políticas para agregar novos associados, reforçando o nosso objetivo de pensar coletivamente. Oito representantes do Instituto Titan reuniram-se em 22/03, no gabinete do secretário do Desenvolvimento Econômico (SDE), Régis Dias, para avançar na estratégia de participação do Governo na implantação do Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação. Na reunião foi discutida a importância do projeto do Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação, centrado no município do Eusébio (Titan Park), bem como detalhes sobre os procedimentos a serem tomados quanto à infraestrutura do Parque. O Centro Industrial do Ceará (CIC), a Secretaria da Ciência, Tecnologia & Educação Superior (Secitece), juntamente com o Instituto Titan, a FUNCAP, SEBRAE e IEL/CE, organizaram, dentro da programação do Ciclo de Debates, na cobertura da FIEC, no ultimo dia 10, o debate com o tema: “Recursos e Oportunidades para Projetos de Inovação Cooperados entre Empresas e Instituições Científicas e Tecnológicas”. O evento visava o aumento da participação das empresas e pesquisadores do Ceará em projetos com recursos incentivados da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). 112 FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-022 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato CF-532 E-390 CF-533 E-391 CF-534 E-392 E-393 E-394 CF-535 E-395 E-396 CF-536 E-397 CF-538 E-398 E-399 CF-542 E-400 CF-547 E-401 CF-548 E-402 CF-550 E-403 CF-552 E-404 E-405 CF-558 E-406 CF-559 E-407 RECORTE “A partir desta aliança formada, o setor de TIC terá uma alavancagem considerável no que tange à Pesquisa e ao Desenvolvimento”, afirmou. Lucio Alcântara também conheceu detalhes acerca de investimentos firmados em parceria com a Seinfra, SDE, Secitece, Prefeitura do Eusébio e o Instituto Titan para o outro projeto, o Titan Park. O presidente do Titan, Lenardo de Castro, salientou o avanço que o Estado poderá obter a partir da operacionalização deste Pólo de Desenvolvimento da Indústria da Informação, nucleado no Eusébio. "Deveremos saltar de 1.500 para 5 mil empregos gerados, sem falar na injeção de cerca de R$ 250 milhões em faturamento", apresentou. Ainda crescendo diante dos desafios de investimento para atingir seu potencial, o setor de software cearense já demonstra uma atenção quanto à questão da qualidade. Pode ser um passo ainda que pequeno diante ao desafio de colocar o Ceará definitivamente no mapa de P&D em Hardware e Software, mas é um passo gigantesco se considerarmos o modelo inovador da parceria, fruto de um processo de aproximação entre empresários, setor acadêmico - científico e governo que foi construído ao longo desse ano. Após uma breve apresentação de cada uma das empresas representadas, o governador se inteirou acerca dos detalhes em torno da operação do Centro de Pesquisas Titan-Insoft-Cenpra e do Parque Tecnológico do Eusébio. A Secictece, o Instituto Titan e o Insoft formalizaram convênio de cooperação técnica com o Centro de Pesquisas Renato Archer (Cenpra), visando à instalação de um grande Centro de Pesquisas na capital até o final deste ano. (...) O Centro de Pesquisas Titan-Insoft-Cenpra será voltado para a Pesquisa & Desenvolvimento de novos produtos tecnológicos em software e hardware, aumentando a competitividade internacional do setor, inserindo produtos de alto agregado tecnológico. Preocupado em desenvolver o trabalho de inclusão social e digital para a população jovem carente, há quase três anos fundou o Instituto Aldy Mentor, entidade sem fins lucrativos que implanta programas de reintegração em beneficio de mais de oito mil crianças no Estado. Na manhã do dia 30, na Secrel, ocorreu à primeira etapa do Workshop que teve como objetivo a troca de experiências quanto a estrutura funcional de instituições referências no Estado, como o Instituto Atlântico e o Padetec. (...) "Estes workshps são fundamentais para a ampliação da relação entre os Institutos, a exemplo do Titan e do Atlântico. Estamos buscando este contato maior, a partir de uma parceria efetiva com as empresas em Fortaleza. Assim, direcionamos as coisas para um objetivo comum." “Nos orgulhamos quando vemos concretizados projetos como o do Instituto de Pesquisa & Desenvolvimento e do Centro Digital”, (...) No último dia 31 de outubro foi realizado o II Seminário Titan-Insoft-CenPRA, VII Seminário BrDisplay e V Seminário Latin American SID Chapter, no Hotel Sonata de Iracema, das 8hs às 17hs, tendo por objetivo analisar as oportunidades para a inserção competitiva do Ceará no mercado de displays. “O display é o componente mais importante dos equipamentos, pois é a parte de maior valor, sendo, ao mesmo tempo, um vetor de inovação. Dominar a tecnologia de displays é imperativo para equilibrar nossa balança de pagamentos devido à importação desta tecnologia em nosso país”, avaliou. Em sua apresentação, Victor Mammana, aproveitou para enfatizar o importante uso de displays em oportunidades de inclusão digital, a exemplo do programa “Um Computador por Criança” (One LapTop Per Child). O presidente, que assume pela segunda vez consecutiva a liderança da instituição, agradeceu a presença de todos, discorrendo acerca das dificuldades superadas ao longo do ano e dos projetos futuros envolvendo a captação de recursos, maior investimento nas empresas associadas e um trabalho em prol do reconhecimento nacional. “Estamos trabalhando mediante perspectivas promissoras, a partir da entrada em operação do Instituto Titan-Insoft-CenPRA, voltado para P&D na Avenida Oliveira Paiva, além dos convênios firmados para o Centro Digital, dentro do Pólo de Desenvolvimento da Industria da Informação, no Eusébio. Este foi um ano de muitas vitórias, mas vamos continuar a trabalhar para dar passos ainda mais longos.” (...) importância das universidades presentes nesse mercado, enfatizando que é preciso o alinhamento de todo o sistema de produção e de comercialização dentro de um processo sinérgico de cooperação mútua. "Não existe inovação sem o setor produtivo. Vamos trabalhar essencialmente na tecnologia da informação, cobrindo de componentes e semicondutores, displays, até software e sistemas aplicados à sociedade. Por exemplo, governo eletrônico. Existem várias ações que serão disparadas a partir dessa cooperação. A instalação de laboratórios e a constituição dos grupos serão feitas durante esse processo. Vários países desenvolvidos, com os EUA e a Coréia já demonstraram claramente que investir em pequenas empresas de base tecnológica é uma estratégia importante de avanço. Já Hélio Barros falou com otimismo acerca do trabalho desempenhado à frente da Secitece ao longo dos últimos anos, esperando a continuidade dos projetos na área de P&D. “É preciso continuar a investir em nossos jovens para que estes, ao concluírem seus estudos, possam aplicar seus conhecimentos em prol do mercado profissional tecnológico cearense.” “Nossa visão é a de agregar a academia, tradicional celeiro de conhecimento, ao universo empresarial, pois não há inovação de outra forma. As empresas precisam estar em perfeita sintonia com o governo e com as universidades", explica Castro. Será realizada a palestra “A Convergência Tecnológica na Coréia do Sul” no dia 08 de janeiro de 2007 às 18:30 horas no NATI / UNIFOR. (...) A apresentação descreverá como a convergência digital se desenvolve na Coréia do Sul, onde o governo tem tido, através de políticas públicas consistentes, um papel indutor do desenvolvimento de diversas novas tecnologias de TICs. 113 FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-023 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-408 E-409 E-410 CF-564 E-411 E-412 E-413 E-414 E-415 CF-568 E-416 E-417 E-418 E-419 E-420 CF-569 E-421 E-422 E-423 RECORTE O Governo do Estado pretende com o encontro, estabelecer uma relação de confiança com as empresas, incentivar projetos de modernização, captar investimentos e inclusão digital. De início ele destacou a importância da tecnologia como forma de permitir uma maior competitividade para o Ceará. Quanto à decisão do governo de incentivar no que concerne às compras governamentais, desenvolvimento e aquisição de software afirmou na sua segunda colocação: “No que puder desenvolver com gente da terra, para mim é um ganho duplo”, (...)Segundo Fernando Carvalho, presidente da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (ETICE), o Estado pretende investir um total de R$ 10 milhões para o desenvolvimento de softwares de gestão governamental. “Temos consciência de que esse mercado irá trazer desenvolvimento socioeconômico para nossa Região”, explica. Com os investimentos, o Governo pretende dar respostas às reivindicações do Setor, principalmente no que diz respeito à qualificação da mão-de-obra, a redução de ICMS para os produtos e a criação de uma Universidade do Trabalho Digital já em funcionamento, sugerido pelo Instituto TITAN e Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secitece). Os empresários ressaltaram a capacidade das suas empresas, que já exportam, possuírem maturidade no mercado e com a contribuição recíproca do governo, poderão levar o Ceará ao destaque nacional e internacional no quesito TIC. Alexandre Mota, vice-presidente do Instituto TITAN e diretor da Lanlink, enfatiza duas vertentes. Uma sendo o uso intensivo da TI, para melhorar a gestão do Governo. E a segunda seria a formação de mão-de-obra qualificada, junto com o projeto de políticas púbicas. E ainda, reforçar a competição fora do estado, que trás benefícios diretos com a geração emprego e renda. Lenardo Castro, presidente do Instituto TITAN se pôs à disposição do Governo, reforçando ainda a questão da mão-deobra através do projeto e-jovem e a Universidade do Trabalho Digital (UDT), como uma iniciativa para incluir digitalmente e integrar no mercado de trabalho, jovens cearenses egressos do ensino médio. Um dos pontos de maior relevância do encontro foi a parceria que o Governo pretende fazer com as universidades. A UFC e o Cefet já são grandes fornecedores de mão-de-obra e de pesquisas. “Se investirmos na qualificação de mão-deobra nas universidades, logo o Ceará passará a ser referência em TI no mundo todo. Somos competentes e podemos realizar mais este sonho”, afirmou Cid Gomes. Estabelecer um canal de desenvolvimento local em parceria com as empresas e os agentes acadêmicos, incentivando as competências a contribuir nos projetos de modernização, captação de investimentos e inclusão digital no Estado. Este foi o objetivo principal da reunião ocorrida nesta sexta-feira (06/07), no Palácio Iracema, entre o Governador Cid Gomes, representantes do setor acadêmico e a diretoria do Sistema Assespro/Seitac, representante legal, no estado do Ceará, do setor empresarial de TIC “Minha disposição, como Governador, é de investir em tecnologia da informação, no governo, em todas as áreas que se possa imaginar e mais algumas que me derem como sugestão. A segunda colocação é que, o que eu puder desenvolver, aqui, com gente da terra, para mim, é um ganho duplo”. Afirmou. (...) As prioridades do governo são a criação de páginas na Internet para as secretarias estaduais e o desenvolvimento de um Sistema de Gerenciamento de Administração Pública, já em processo de modelagem, com previsão para ficar pronto em julho de 2008 e que envolve: Contabilidade, Setor de Compras e Integração com os sistemas: Financeiro, Controle de Programa e Orçamento. (...) “Nós queremos uma rede de integração para todas as secretarias. Hoje, cada secretaria tem um software diferente e nós queremos uma integração para que as informações possam ser acessadas com facilidade e diminua a burocracia para o serviço para o cidadão”, afirma Fernando Carvalho. Outros projetos são para criar um “data-center” para centralizar as informações do governo e a mudança do serviço de transmissão de voz por telefone para transmissão de voz sobre IP que utiliza a Internet. O Estado, também, pretende instituir parcerias com as universidades. A UFC e o Cefet já são grandes fornecedores de mão-de-obra e de pesquisas. “Se investirmos na qualificação de mão-de-obra nas universidades, logo o Ceará passará a ser referência em TI no mundo todo. Somos competentes e podemos realizar mais este sonho”, afirmou Cid Gomes. Com os investimentos, o Governo pretende dar respostas às reivindicações do Setor, principalmente no que diz respeito à qualificação da mão-de-obra, a redução de ICMS para os produtos e a criação de uma Universidade Digital, já em funcionamento. O governo do Ceará pretende investir R$ 10 milhões na compra de softwares de gestão e estimular empresas baseadas no estado a participar do processo de licitação. A mesma estratégia será adotada na elaboração de páginas de internet para as secretarias estaduais, decisão que anima os empresários da área de Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC). Ao incentivar pequenas a prestar serviços de forma competitiva, o governo também assegura projetos de modernização, captação de investimentos e inclusão digital, além de responder a reivindicações do setor, principalmente quanto à qualificação da mão-de-obra e redução de ICMS. Trinta representantes de empresas de TIC do Ceará que participaram da reunião com o governador alinham, entre as reivindicações, apoio a programas de formação de recursos humanos, redução da carga tributária (ICMS sobre softwares), preferência em compras governamentais e estímulo para aumento da competitividade das empresas nas exportações. “Se investirmos na qualificação de mão-de-obra nas universidades, o Ceará passará a ser referência em TI, pois somos competentes”, assinala. Conforme os empresários, o desenvolvimento do setor depende ainda de agilidade nos projetos de fronteira rápida (Sefaz), certificação digital e eliminação de transações em papel, entre outros pontos. 114 FICHA DE INVENTARIO FICHA: I-024 CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato E-424 E-425 CF-570 E-426 E-427 CF-573 E-428 CF-577 E-429 RECORTE Enquanto o desemprego atinge profissionais em vários segmentos da economia no país, o setor de tecnologia da informação (TI) no Ceará tem atualmente uma oferta de 800 vagas, ainda não preenchidas, para profissionais qualificados na área. Na ocasião, Cid anunciou que o governo decidiu não contratar empresas de fora para desenvolver seu sistema de gestão governamental, um investimento previsto de R$ 10 milhões. Entretanto, para colocar o Ceará em um patamar competitivo com outras regiões do país e do exterior, o setor quer muito mais que isso. Maurício Brito, presidente do Sindicato das Empresas de Informática, Telecomunicações e Automação do Ceará (Seitac), reforçou a grande preocupação do setor com a formação de recursos humanos, que segundo ele não vem tendo o apoio necessário das instituições municipais, estaduais e federais. Entre as reivindicações, os empresários defendem, além da preferência nas compras governamentais, redução do ICMS sobre softwares e apoio para o aumento da competitividade das empresas locais. Um tratamento tributário diferenciado também é pleiteado pela presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet, Caroline Mello. Lenardo Castro lembrou que o software, mesmo que seja produzido no Ceará, é bi-taxado, tendo de pagar ICMS e ISS. RESULTADO E BENEFÍCIOS DA PARCERIA: a) Para o Estado do Ceará: • Consolidar-se como foco e referência nacional em tecnologia para automação comercial, pois as principais empresas do Brasil nessa área fazem projetos no Ceará; • Novos investimentos em tecnologia no Ceará; • Disseminar a cultura de software fiscal, procurando reduzir a sonegação; • Capacitação de recursos humanos nas universidades e no setor produtivo. Será instalado nesta quarta-feira (dia 27) às 15h, na Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece), o Grupo de Trabalho sobre Inclusão Digital, que funcionará como um fórum permanente para discussão do setor. Coordenado por Raimir Holanda Filho, da Secitece, o fórum tem como objetivo definir política de inclusão digital do estado do Ceará. (...) Na ocasião, coordenadores dos programas Garagem Digital e Centro Digital do Ceará (CDC) do Instituto Centec, farão uma exposição sobre o trabalho realizado. 115 Apêndice 3 Fichas de Classificação da Análise de Conteúdo (Ciclo de Identificação dos Desafios) 116 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato Índice E-001 Planos E-002 Desafios E-003 Projetos E-004 E-005 Problemas Sugestões E-006 Desafios E-007 Planos E-008 E-009 E-010 Problemas Planos Programas E-011 Planos E-012 Planos E-013 Planos E-014 Desafios E-015 E-016 E-017 E-018 E-019 E-020 Projetos Sugestões Sugestões Planos Pautas Projetos E-021 Desafios E-022 Desafios E-023 Pautas E-024 Pautas E-025 Desafios E-026 E-027 E-028 E-029 E-030 E-031 E-032 E-033 Sugestões Políticas Políticas Projetos Problemas Sugestões Projetos Desafios CF-001 CF-002 CF-004 CF-005 CF-010 CF-011 CF-013 CF-014 CF-016 CF-017 IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.05- Redução da Carga Tributária. D.06- Fortalecimento das empresas do Estado. D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.09- Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.10- Capacitação dos Empresários locais. D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico. D.12- Formação de parcerias entre as empresas do setor. D.05- Redução da Carga Tributária (ICMS). D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.14- Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região. D.09- Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor. D.10- Capacitação dos Empresários locais. D.09- Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor. D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.14- Maior organização do setor. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.16- Implementação de mecanismos de fomento do mercado. D.10- Capacitação dos Empresários locais. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.05- Redução da Carga Tributária (ICMS). D.18- Informatização dos serviços públicos. D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.21- Informatização das empresas em geral. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.21- Informatização das empresas em geral. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.21- Informatização das empresas em geral. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.22- Fomentar atividades de alto valor agregado. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.21- Informatização das empresas em geral. D.21- Informatização das empresas em geral. FICHA: C-01 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice D.01 D.02 D.03 D.02 D.04 D.05 D.06 D.01 D.07 D.08 D.09 D.02 D.10 D.11 D.12 D.05 D.13 D.14 D.09 D.10 D.09 D.11 D.02 D.07 D.14 D.15 D.16 D.10 D.17 D.13 D.04 D.05 D.18 D.11 D.04 D.04 D.19 D.20 D.07 D.04 D.04 D.17 D.13 D.20 D.18 D.21 D.18 D.21 D.18 D.21 D.04 D.22 D.04 D.04 D.04 D.04 D.21 D.21 Por Notícia D.01 D.02 D.03 D.04 D.05 D.06 D.01 D.07 D.08 D.09 D.02 D.10 D.11 D.12 D.05 D.13 D.14 D.10 D.09 D.11 D.02 D.07 D.14 D.15 D.16 D.10 D.17 D.13 D.04 D.05 D.18 D.11 D.04 D.19 D.20 D.07 D.17 D.13 D.18 D.21 D.04 D.22 D.04 D.21 117 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Extrato Índice E-034 Projetos E-035 Desafios E-036 Desafios E-037 Projetos CF-025 CF-026 CF-027 CF-028 CF-029 CF-030 CF-031 CF-034 E-038 E-039 E-040 E-041 E-042 E-043 E-044 E-045 E-046 E-047 E-048 E-049 Desafios Pautas Problemas Projetos Problemas Projetos Programas Programas Problemas Programa Problemas Problemas CF-035 E-050 Problemas E-051 E-052 E-053 E-054 E-055 Problemas Problemas Desafios Projetos Desafios E-056 Desafios E-057 E-058 E-059 E-060 E-061 E-062 E-063 Desafios Desafios Problemas Problemas Políticas Políticas Projetos E-064 Programas Ficha CF-018 CF-020 CF-021 CF-024 CF-037 CF-038 CF-039 CF-040 CF-044 CF-045 CF-047 CF-048 CF-050 CF-051 CF-052 E-065 Programas E-066 Políticas E-067 Políticas E-068 Políticas E-069 Políticas E-070 E-071 Políticas Problemas E-072 Projetos E-073 Programas E-074 E-075 E-076 E-077 E-078 Projetos Programas Programas Problemas Programas IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.10- Capacitação dos Empresários locais. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.21- Informatização das empresas em geral. D.21- Informatização das empresas em geral. D.21- Informatização das empresas em geral. D.21- Informatização das empresas em geral. D.21- Informatização das empresas em geral. D.24- Redução dos índices de pirataria. D.24- Redução dos índices de pirataria. D.05- Redução da Carga Tributária. D.21- Informatização das empresas em geral. D.21- Informatização das empresas em geral. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI. D.25- Ampliação do número de empresas do setor com certificações. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.21- Informatização das empresas em geral. D.25- Ampliação do número de empresas do Setor com certificações. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.06- Fortalecimento das empresas do Estado. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.06- Fortalecimento das empresas do Estado. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.26- Atração de empresas de TI para o Estado. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.10- Capacitação dos Empresários locais. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.21- Informatização das empresas em geral. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.05- Redução da Carga Tributária. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. FICHA: C-02 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice D.04 D.04 D.17 D.13 D.04 D.04 D.07 D.13 D.04 D.23 D.23 D.10 D.04 D.21 D.21 D.21 D.21 D.21 D.24 D.24 D.05 D.21 D.21 D.13 D.04 D.13 D.01 D.25 D.13 D.04 D.21 D.25 D.19 D.02 D.04 D.07 D.06 D.15 D.03 D.07 D.06 D.15 D.03 D.19 D.26 D.17 D.27 D.13 D.10 D.02 D.07 D.07 D.04 D.07 D.23 D.04 D.04 D.21 D.23 D.05 D.23 Por Notícia D.04 D.17 D.13 D.07 D.13 D.04 D.23 D.10 D.04 D.21 D.21 D.21 D.21 D.21 D.24 D.24 D.05 D.21 D.13 D.04 D.01 D.25 D.13 D.04 D.21 D.25 D.19 D.02 D.04 D.07 D.06 D.15 D.03 D.07 D.06 D.15 D.03 D.19 D.26 D.17 D.27 D.13 D.10 D.02 D.07 D.04 D.07 D.23 D.04 D.21 D.05 D.23 118 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Extrato Índice E-079 E-080 E-081 E-082 E-083 Programas Programas Programas Problemas Programas CF-059 E-084 Pautas CF-060 CF-061 CF-062 CF-063 CF-064 E-085 E-086 E-087 E-088 E-089 Pautas Programas Projeto Investimentos Programas Ficha CF-055 CF-056 CF-057 CF-058 E-090 Pautas E-091 E-092 Problemas Pautas E-093 Desafios E-094 E-095 Desafios Pautas E-096 Desafios E-097 E-098 E-099 E-100 Projetos Pautas Pautas Programas E-101 Desafios E-102 E-103 E-104 Políticas Programas Projetos E-105 Desafios E-106 E-107 E-108 E-109 Programas Programas Investimentos Projetos E-110 Desafios E-111 Problemas E-112 Problemas E-113 E-114 E-115 Pautas Problemas Pautas E-116 Projetos CF-092 CF-093 E-117 E-118 E-119 E-120 Projetos Desafios Pautas Investimentos CF-094 E-121 Problemas CF-095 E-122 Problemas CF-065 CF-066 CF-067 CF-069 CF-070 CF-071 CF-072 CF-075 CF-076 CF-077 CF-078 CF-079 CF-083 CF-089 CF-090 CF-091 IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.05- Redução da Carga Tributária. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.28- Fixação de Mão-de-obra qualificada na região. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.24- Redução dos índices de pirataria. D.29- Redução da mortalidade das empresas novas do setor. D.30- Redução do mercado informal. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.05- Redução da Carga Tributária. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.05- Redução da Carga Tributária. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.05- Redução da Carga Tributária. FICHA: C-03 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice Por Notícia D.23 D.23 D.23 D.23 D.23 D.23 D.13 D.05 D.15 D.23 D.04 D.19 D.23 D.28 D.19 D.19 D.19 D.17 D.13 D.04 D.19 D.03 D.17 D.13 D.04 D.15 D.15 D.07 D.15 D.17 D.13 D.07 D.07 D.04 D.20 D.04 D.19 D.23 D.23 D.19 D.04 D.17 D.13 D.04 D.24 D.29 D.30 D.07 D.05 D.04 D.04 D.03 D.13 D.04 D.04 D.04 D.04 D.05 D.04 D.05 D.23 D.23 D.23 D.23 D.23 D.13 D.05 D.15 D.23 D.04 D.19 D.23 D.28 D.19 D.19 D.17 D.13 D.04 D.19 D.03 D.17 D.13 D.15 D.15 D.07 D.15 D.17 D.13 D.07 D.04 D.20 D.19 D.23 D.23 D.19 D.04 D.17 D.13 D.24 D.29 D.30 D.07 D.05 D.04 D.03 D.13 D.04 D.04 D.04 D.05 D.04 D.05 119 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha CF-096 CF-097 CF-098 Extrato Índice E-123 Problemas E-124 E-125 Desafios Projeto E-126 Desafio E-127 Pautas E-128 Projetos E-129 Desafios E-130 Políticas E-131 Pauta E-132 Desafios E-133 E-134 Problemas Problemas E-135 Projetos CF-101 E-136 Problemas CF-105 E-137 Problemas CF-107 E-138 E-139 E-140 E-141 E-142 Pautas Pautas Projetos Pautas Projetos E-143 Projetos E-144 Desafios CF-119 CF-121 E-145 E-146 Programas Projetos CF-124 E-147 Projetos CF-125 E-148 Projetos E-149 Planos E-150 Desafios E-151 E-152 Desafios Planos E-153 Desafios E-154 Desafios E-155 E-156 E-157 E-158 Desafios Desafios Projetos Desafios E-159 Desafios E-160 Desafios CF-099 CF-100 CF-108 CF-109 CF-110 CF-116 CF-126 CF-128 CF-130 IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.05- Redução da Carga Tributária. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.05- Redução da Carga Tributária. D.05- Redução da Carga Tributária. D.05- Redução da Carga Tributária. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.05- Redução da Carga Tributária. D.05- Redução da Carga Tributária. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.26- Atração de empresas de TI para o Estado D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. FICHA: C-04 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice D.05 D.04 D.04 D.04 D.17 D.13 D.15 D.11 D.13 D.15 D.04 D.13 D.07 D.04 D.13 D.15 D.05 D.05 D.05 D.04 D.05 D.05 D.13 D.20 D.20 D.04 D.15 D.04 D.04 D.07 D.13 D.15 D.04 D.23 D.04 D.04 D.07 D.04 D.07 D.04 D.19 D.17 D.13 D.20 D.26 D.17 D.13 D.15 D.19 D.13 D.04 D.04 D.04 D.19 D.19 D.20 D.13 D.04 D.19 D.20 Por Notícia D.05 D.04 D.04 D.17 D.13 D.15 D.11 D.13 D.15 D.04 D.07 D.05 D.05 D.04 D.05 D.05 D.13 D.20 D.20 D.04 D.15 D.04 D.04 D.07 D.13 D.15 D.23 D.04 D.04 D.07 D.04 D.07 D.04 D.19 D.17 D.13 D.20 D.26 D.15 D.04 D.19 D.20 D.13 D.04 120 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Extrato Índice E-161 Desafios E-162 Desafios CF-135 E-163 E-164 E-165 Problemas Projetos Pautas CF-137 E-166 Planos CF-138 CF-142 CF-145 CF-146 E-167 E-168 E-169 E-170 E-171 E-172 E-173 E-174 Pautas Pautas Pautas Pautas Pautas Projetos Projetos Projetos E-175 Planos CF-153 E-176 Projetos CF-154 E-177 Projetos CF-155 CF-156 CF-159 CF-162 E-178 E-179 E-180 E-181 E-182 E-183 E-184 E-185 Projetos Projetos Pautas Pautas Políticas Políticas Políticas Investimentos E-186 Investimentos E-187 Investimentos E-188 Investimentos E-189 Investimentos E-190 Investimentos CF-170 E-191 Programas CF-171 E-192 Programas CF-172 E-193 Programas CF-173 E-194 Programas CF-174 E-195 Programas E-196 Programas E-197 E-198 E-199 E-200 Desafios Desafios Pautas Pautas Ficha CF-132 CF-147 CF-148 CF-149 CF-167 CF-168 CF-169 CF-175 CF-179 CF-180 IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.21- Informatização das empresas em geral. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.25- Ampliação do número de empresas do Setor com certificações. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. FICHA: C-05 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice D.23 D.19 D.20 D.23 D.23 D.04 D.19 D.04 D.11 D.04 D.04 D.04 D.04 D.04 D.19 D.19 D.07 D.18 D.21 D.04 D.25 D.19 D.19 D.13 D.20 D.19 D.19 D.19 D.18 D.19 D.19 D.19 D.19 D.04 D.08 D.20 D.19 D.19 D.04 D.19 D.13 D.04 D.07 D.07 D.04 D.07 D.04 D.07 D.04 D.04 D.07 D.04 D.07 D.04 D.07 D.03 D.20 D.15 D.17 Por Notícia D.23 D.19 D.20 D.04 D.19 D.04 D.11 D.04 D.04 D.04 D.04 D.19 D.19 D.07 D.18 D.21 D.04 D.25 D.19 D.19 D.13 D.20 D.19 D.19 D.19 D.18 D.19 D.19 D.04 D.08 D.20 D.19 D.04 D.13 D.07 D.07 D.04 D.07 D.04 D.07 D.04 D.04 D.07 D.04 D.07 D.04 D.07 D.03 D.20 D.15 D.17 121 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato Índice E-201 Projetos E-202 Desafios E-203 Desafios E-204 Programas E-205 Pautas E-206 Programas CF-187 E-207 Políticas CF-188 E-208 Problemas CF-189 CF-190 CF-191 CF-193 CF-194 CF-204 E-209 E-210 E-211 E-212 E-213 E-214 E-215 E-216 Políticas Problemas Problemas Pautas Desafios Planos Desafios Desafios CF-205 E-217 Desafios CF-211 E-218 Desafios CF-213 E-219 Desafios CF-216 CF-217 E-220 E-221 Problemas Investimentos E-222 Desafios CF-225 E-223 E-224 E-225 Desafios Programas Problemas CF-230 E-226 Políticas CF-231 E-227 Políticas CF-232 E-228 Políticas CF-233 E-229 Políticas CF-183 CF-185 CF-186 CF-197 CF-234 E-230 Investimentos CF-246 E-231 E-232 E-233 Desafios Políticas Investimentos CF-248 E-234 Políticas CF-254 E-235 Projetos CF-255 CF-258 CF-259 CF-260 CF-267 E-236 E-237 E-238 E-239 E-240 Programas Investimentos Problemas Investimentos Programas CF-277 E-241 Programas CF-278 E-242 Programas CF-244 IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.05- Redução da Carga Tributária. D.10- Capacitação dos Empresários locais. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.29- Redução da mortalidade das empresas novas do setor. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.09- Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor. D.06- Fortalecimento das empresas do Estado. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.26- Atração de empresas de TI para o Estado. D.22- Fomentar atividades de alto valor agregado. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.26- Atração de empresas de TI para o Estado. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.10- Capacitação dos Empresários locais. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. FICHA: C-06 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice D.23 D.23 D.13 D.13 D.23 D.07 D.20 D.07 D.23 D.13 D.23 D.05 D.10 D.23 D.23 D.23 D.29 D.13 D.13 D.09 D.06 D.19 D.02 D.20 D.19 D.31 D.08 D.19 D.31 D.13 D.13 D.20 D.02 D.13 D.13 D.20 D.26 D.22 D.19 D.04 D.02 D.19 D.26 D.23 D.08 D.19 D.19 D.31 D.02 D.23 D.19 D.02 D.04 D.13 D.19 D.10 D.19 D.02 D.07 D.02 D.07 D.13 Por Notícia D.23 D.13 D.07 D.20 D.07 D.23 D.13 D.23 D.05 D.10 D.23 D.23 D.23 D.29 D.13 D.13 D.09 D.06 D.19 D.02 D.20 D.19 D.31 D.08 D.19 D.31 D.13 D.13 D.20 D.02 D.20 D.26 D.22 D.19 D.04 D.02 D.19 D.26 D.23 D.08 D.19 D.19 D.31 D.02 D.23 D.19 D.02 D.04 D.13 D.19 D.10 D.19 D.02 D.07 D.02 D.07 D.13 122 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Extrato Índice E-243 Desafios E-244 Programas CF-280 E-245 Programas CF-281 E-246 E-247 Problemas Problemas Ficha CF-279 E-248 Políticas CF-297 CF-298 E-249 E-250 E-251 E-252 E-253 E-254 E-255 E-256 Programas Programas Projetos Programas Investimentos Sugestões Pautas Pautas CF-300 E-257 Programas CF-318 CF-323 E-258 E-259 Programas Pautas CF-327 E-260 Investimentos CF-329 E-261 E-262 Políticas Pautas CF-330 E-263 Pautas CF-331 E-264 E-265 E-266 E-267 Pautas Política Desafios Problemas CF-335 E-268 Projetos CF-337 E-269 Políticas CF-338 E-270 Investimentos E-271 Programas E-272 Desafios CF-344 E-273 Programas CF-352 E-274 Programas CF-365 E-275 Políticas E-276 Pautas E-277 Políticas E-278 Problemas E-279 Pautas CF-288 CF-290 CF-293 CF-295 CF-296 CF-333 CF-340 CF-368 CF-371 IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.32- Proteção de Marcas e Patentes. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.25- Ampliação do número de empresas do setor com certificações. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. FICHA: C-07 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice D.13 D.08 D.07 D.23 D.27 D.13 D.07 D.27 D.07 D.07 D.07 D.03 D.07 D.19 D.19 D.07 D.19 D.19 D.07 D.32 D.19 D.07 D.07 D.31 D.19 D.08 D.19 D.18 D.07 D.18 D.07 D.31 D.20 D.07 D.19 D.20 D.23 D.19 D.08 D.04 D.08 D.04 D.20 D.19 D.07 D.02 D.02 D.07 D.02 D.19 D.19 D.02 D.02 D.19 D.01 D.18 D.25 D.19 D.08 D.13 D.07 Por Notícia D.13 D.08 D.07 D.23 D.27 D.07 D.27 D.07 D.03 D.07 D.19 D.19 D.07 D.19 D.07 D.32 D.19 D.07 D.07 D.31 D.19 D.08 D.19 D.18 D.07 D.18 D.07 D.31 D.20 D.07 D.19 D.20 D.23 D.19 D.08 D.04 D.08 D.04 D.20 D.19 D.07 D.02 D.02 D.07 D.02 D.19 D.19 D.02 D.01 D.18 D.25 D.19 D.08 D.13 D.07 123 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Extrato Índice E-280 Desafios E-281 Pautas E-282 Desafios E-283 Desafios CF-377 CF-383 E-284 E-285 E-286 Investimentos Políticas Investimentos CF-384 E-287 Desafios CF-385 E-288 E-289 Investimentos Desafios CF-386 E-290 Desafios E-291 Pautas Ficha CF-373 E-292 Desafios E-293 Sugestões E-294 Pautas E-295 Políticas E-296 Investimentos E-297 Pautas E-298 Projetos CF-396 E-299 Projetos CF-397 E-300 E-301 Problemas Projetos E-302 Programas E-303 E-304 E-305 E-306 E-307 E-308 E-309 E-310 Políticas Projetos Projetos Projetos Programas Pautas Projetos Pautas CF-406 E-311 Desafios CF-407 E-312 E-313 Programas Pautas CF-387 CF-388 CF-391 CF-395 CF-399 CF-401 CF-402 CF-403 CF-404 CF-405 IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.25- Ampliação do número de empresas do setor com certificações. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.02- Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.25- Ampliação do número de empresas do setor com certificações. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.08.- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.03- Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.06- Fortalecimento das empresas do Estado. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.14- Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.14- Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. FICHA: C-08 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice D.13 D.13 D.23 D.13 D.23 D.31 D.13 D.25 D.19 D.13 D.19 D.19 D.31 D.23 D.20 D.20 D.02 D.13 D.13 D.27 D.19 D.31 D.25 D.23 D.08 D.04 D.20 D.13 D.23 D.03 D.13 D.06 D.23 D.23 D.04 D.19 D.04 D.14 D.04 D.19 D.20 D.17 D.13 D.04 D.17 D.13 D.07 D.07 D.14 D.07 D.15 D.04 D.04 D.04 D.07 D.15 D.04 D.07 D.19 D.04 D.07 D.04 Por Notícia D.13 D.23 D.31 D.25 D.19 D.13 D.19 D.31 D.23 D.20 D.20 D.02 D.13 D.27 D.19 D.31 D.25 D.23 D.08 D.04 D.20 D.03 D.13 D.06 D.23 D.04 D.19 D.04 D.14 D.19 D.20 D.17 D.13 D.04 D.17 D.13 D.07 D.14 D.07 D.15 D.04 D.04 D.04 D.07 D.15 D.04 D.07 D.19 D.04 D.04 124 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Extrato Índice CF-408 E-314 Projetos CF-409 E-315 Projetos CF-410 E-316 Projetos CF-414 CF-419 CF-420 CF-421 CF-422 CF-425 CF-427 E-317 E-318 E-319 E-320 E-321 E-322 E-323 Desafios Pautas Programas Projetos Pautas Pautas Pautas CF-431 E-324 Pautas CF-432 CF-434 E-325 E-326 E-327 E-328 Pautas Pautas Desafios Desafios CF-438 E-329 Pautas CF-443 E-330 Pautas CF-446 E-331 Planos Ficha CF-433 E-332 Pautas E-333 Desafios CF-453 E-334 E-335 Pautas Sugestões CF-456 E-336 Desafios CF-457 E-337 Pautas CF-460 E-338 Projetos E-339 Pautas E-340 Desafios CF-464 E-341 Desafios CF-468 E-342 Políticas CF-475 E-343 E-344 E-345 Pautas Desafios Políticas CF-448 CF-461 E-346 Desafios CF-481 E-347 E-348 E-349 E-350 Investimentos Problemas Desafios Problemas CF-482 E-351 Problemas CF-484 E-352 E-353 Pautas Pautas CF-485 E-354 Desafios E-355 Pautas E-356 Políticas CF-476 CF-478 CF-487 IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.27- Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.33- Melhoria do nível de Gestão dos ICT’s. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. FICHA: C-09 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice Por Notícia D.04 D.17 D.13 D.04 D.04 D.13 D.01 D.20 D.07 D.04 D.27 D.20 D.20 D.20 D.27 D.20 D.20 D.20 D.20 D.20 D.19 D.04 D.07 D.19 D.04 D.04 D.20 D.04 D.20 D.20 D.23 D.04 D.19 D.04 D.19 D.27 D.15 D.04 D.18 D.23 D.19 D.13 D.07 D.15 D.19 D.19 D.19 D.33 D.19 D.20 D.04 D.20 D.15 D.13 D.04 D.04 D.04 D.20 D.04 D.19 D.20 D.04 D.17 D.13 D.04 D.04 D.13 D.01 D.20 D.07 D.04 D.27 D.20 D.20 D.20 D.27 D.20 D.20 D.20 D.20 D.19 D.04 D.07 D.19 D.04 D.20 D.04 D.20 D.20 D.23 D.04 D.19 D.04 D.19 D.27 D.15 D.04 D.18 D.23 D.19 D.13 D.07 D.15 D.19 D.33 D.19 D.20 D.04 D.20 D.15 D.13 D.04 D.04 D.20 D.19 D.20 125 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha Extrato Índice CF-489 E-357 Desafios CF-490 CF-493 CF-496 CF-500 CF-503 CF-504 CF-507 CF-508 CF-510 CF-515 E-358 E-359 E-360 E-361 E-362 E-363 E-364 E-365 E-366 E-367 Desafios Desafios Pautas Pautas Pautas Políticas Projetos Projetos Sugestões Pautas E-368 Planos E-369 Desafios E-370 Desafios E-371 Desafios E-372 Desafios E-373 Desafios E-374 E-375 E-376 Desafios Projetos Desafios E-377 Desafios E-378 Política CF-525 E-379 Planos CF-526 E-380 Políticas E-381 E-382 E-383 Pautas Desafios Políticas E-384 Desafios E-385 Desafios E-386 Planos E-387 E-388 E-389 E-390 E-391 E-392 E-393 E-394 E-395 E-396 Pautas Pautas Pautas Projetos Projetos Desafios Desafios Pautas Projetos Programas CF-520 CF-522 CF-528 CF-529 CF-530 CF-531 CF-532 CF-533 CF-534 CF-535 IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.26- Atração de empresas de TI para o Estado. D.28- Fixação de Mão-de-obra qualificada na região. D.08- Melhoria da Infra-Estrutura de TI. D.01- Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.26- Atração de empresas de TI para o Estado. D.28- Fixação de Mão-de-obra qualificada na região. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.05- Redução da Carga Tributária. D.26- Atração de empresas de TI para o Estado. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.09- Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.34- Melhoria do Padrão de Qualidade dos Produtos e Serviços. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. FICHA: C-10 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice Por Notícia D.23 D.13 D.26 D.28 D.08 D.01 D.15 D.04 D.04 D.18 D.07 D.04 D.04 D.20 D.04 D.04 D.20 D.31 D.19 D.17 D.13 D.20 D.26 D.28 D.31 D.15 D.17 D.13 D.15 D.19 D.17 D.13 D.04 D.04 D.13 D.17 D.13 D.07 D.04 D.19 D.19 D.20 D.31 D.23 D.19 D.19 D.05 D.26 D.20 D.04 D.19 D.20 D.09 D.04 D.04 D.19 D.19 D.04 D.34 D.20 D.04 D.19 D.07 D.23 D.13 D.26 D.28 D.08 D.01 D.15 D.04 D.04 D.18 D.07 D.04 D.04 D.20 D.04 D.04 D.20 D.31 D.19 D.17 D.13 D.26 D.28 D.15 D.13 D.17 D.07 D.04 D.19 D.19 D.20 D.31 D.23 D.19 D.05 D.26 D.20 D.04 D.19 D.20 D.09 D.04 D.19 D.19 D.04 D.34 D.20 D.04 D.19 D.07 126 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CLASSIFICAÇÃO CÓD. IDENTIFICAÇÃO Corpus Ficha CF-536 Extrato Índice E-397 Pautas E-398 Programas E-399 Pautas E-400 Desafios CF-547 E-401 Planos CF-548 E-402 Desafios CF-550 E-403 Planos CF-538 CF-542 CF-552 E-404 Investimentos E-405 Políticas E-406 E-407 Desafios Pautas E-408 Pautas E-409 Políticas E-410 Investimentos E-411 Desafios E-412 Sugestões E-413 Sugestões E-414 Investimentos E-415 Pautas E-416 Políticas E-417 Políticas E-418 Desafios E-419 Investimentos E-420 Desafios E-421 Desafios E-422 E-423 E-424 Políticas Problemas Problemas E-425 Políticas E-426 Problemas E-427 Problemas CF-573 E-428 Programas CF-577 E-429 Programas CF-558 CF-559 CF-564 CF-568 CF-569 CF-570 IDENTIFICAÇÃO DOS DESAFIOS VINCULADOS D.15- Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.04- Consolidação de Parque Tecnológico. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.11- Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.05- Redução da Carga Tributária. D.17- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.14- Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.20- Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.05- Redução da Carga Tributária. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.06- Fortalecimento das empresas do Estado. D.14- Ampliação da capacidade de captação de recursos para a região. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.05- Redução da Carga Tributária. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.05- Redução da Carga Tributária. D.13- Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.35- Desburocratização. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.18- Informatização dos serviços públicos. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.31- Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.05- Redução da Carga Tributária. D.06- Fortalecimento das empresas do Estado. D.19- Investimentos em P&D e Inovação. D.23- Profissionais especializados para atender a demanda do setor. D.07- Enfrentamento à Exclusão Digital. FICHA: C-11 CÓDIGOS DESAFIOS Por Índice Por Notícia D.15 D.19 D.04 D.17 D.13 D.17 D.13 D.07 D.19 D.04 D.20 D.17 D.13 D.18 D.20 D.19 D.19 D.23 D.20 D.20 D.11 D.19 D.07 D.31 D.18 D.23 D.05 D.17 D.13 D.18 D.23 D.23 D.07 D.20 D.23 D.20 D.14 D.07 D.18 D.31 D.20 D.23 D.23 D.05 D.18 D.06 D.14 D.07 D.23 D.05 D.23 D.05 D.13 D.23 D.35 D.23 D.18 D.31 D.31 D.23 D.05 D.06 D.19 D.23 D.07 D.15 D.19 D.04 D.17 D.13 D.07 D.19 D.04 D.20 D.17 D.13 D.18 D.20 D.19 D.19 D.23 D.20 D.20 D.11 D.19 D.07 D.31 D.18 D.23 D.05 D.17 D.13 D.20 D.23 D.20 D.14 D.07 D.18 D.31 D.23 D.05 D.18 D.06 D.14 D.07 D.23 D.05 D.13 D.35 D.23 D.18 D.31 D.05 D.06 D.19 D.23 D.07 127 Apêndice 4 Fichas de Classificação da Análise de Conteúdo (Ciclo de Agrupamento dos Desafios) 128 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA CÓDIGO 1º. CICLO DE CLASSIFICAÇÃO (IDENTIFICAÇÃO) 2º. CICLO DE CLASSIFICAÇÃO (AGRUPAMENTO) D.01 D.02 D.03 D.04 D.05 D.06 D.07 D.08 D.09 D.10 D.11 D.12 D.13 D.14 D.15 D.16 D.17 D.18 D.19 D.20 D.21 D.22 D.23 D.24 D.25 D.26 D.27 D.28 D.29 D.30 D.31 D.32 D.33 D.34 D.35 Levantamento de informações mais detalhadas sobre o Setor de TI. Interiorização das ações do Setor de TI no Estado. Formação de Parcerias estratégicas com o Stakeholders vinculados ao setor de TI. Consolidação de Parque Tecnológico. Redução da Carga Tributária. Fortalecimento das empresas do Estado. Enfrentamento à Exclusão Digital. Melhoria da Infra-Estrutura de TI. Aumento do Poder associativo das Empresas do Setor. Capacitação dos Empresários locais. Maior entrosamento dos empresários com o poder púbico. Formação de parcerias entre as empresas do setor. Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado internacional. Maior organização do setor. Aumento do nível de integração (cooperação) entre as empresas do setor. Implementação de mecanismos de fomento do mercado. Ampliação da capacidade competitiva do APL para o mercado Nacional. Informatização dos serviços públicos. Investimentos em P&D e Inovação. Aumento do intercâmbio entre universidades, governo e as empresas do setor. Informatização das empresas em geral. Fomentar atividades de alto valor agregado. Profissionais especializados para atender a demanda do setor. Redução dos índices de pirataria. Ampliação do número de empresas do setor com certificações. Atração de empresas de TI para o Estado. Estimulo ao empreendedorismo no Setor de TI. Fixação de Mão-de-obra qualificada na região. Redução da mortalidade das empresas novas do setor. Redução do mercado informal. Fortalecimento setorial em relação com as outras regiões do Brasil. Proteção de Marcas e Patentes. Melhoria do nível de Gestão dos ICT’s. Melhoria do Padrão de Qualidade dos Produtos e Serviços. Desburocratização. DESAFIOS GRANDES DESAFIOS Competitividade-Inovação-Aliança Mercado Aliança Inovação-Aliança Competitividade Competitividade Competitividade-Mercado Competitividade Aliança Competitividade Mercado-Aliança Aliança Competitividade-Mercado Competitividade Aliança Competitividade-Mercado Competitividade-Mercado Mercado Inovação-Aliança Inovação Mercado Competitividade Competitividade Mercado Competitividade Competitividade Competitividade-Inovação Competitividade Competitividade-Inovação Mercado Competitividade Competitividade-Inovação Inovação Competitividade Competitividade 2º. CICLO DE CLASSIFICAÇÃO (AGRUPAMENTO) GD-A: Fortalecimento da Competitividade do APL. GD-B: Ampliação do Mercado atingido pela atuação das empresas do APL. GD-C: Consolidação de um ambiente de desenvolvimento de Inovação no APL. GD-D: Formação de Alianças Estratégicas importantes para o desenvolvimento do APL. COMPETITIVIDADE GD-A D.23 D.01 D.25 D.05 D.26 D.06 D.27 D.07 D.28 D.08 D.29 D.10 D.31 D.13 D.32 D.14 D.34 D.16 D.35 D.17 D.22 MERCADO GD-B D.02 D.07 D.11 D.13 D.16 D.17 D.18 D.21 D.24 D.30 INOVAÇÃO GD-C D.01 D.04 D.19 D.20 D.27 D.29 D.32 D.33 ALIANÇAS GD-D D.01 D.03 D.04 D.09 D.11 D.12 D.15 D.20 129 Apêndice 5 Fichas-Gabarito de Codificação da Análise de Conteúdo 130 Fonte do Conteúdo Ficha Corpus DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios Planos D.01 D.02 D.03 E-002 Desafios D.02 D.04 D.05 D.06 E-003 Projetos D.01 D.07 D.08 E-004 E-005 Problemas Sugestões E-006 Desafios E-007 Planos E-008 E-009 E-010 Problemas Planos Programas E-011 Planos E-012 Planos E-013 Planos E-014 Desafios E-015 Projetos D.04 E-016 E-017 Sugestões Sugestões D.05 D.18 E-018 Planos D.11 E-019 Pautas D.04 E-020 Projetos D.04 E-001 Assespro Assespro Assespro Assespro Assespro Assespro Assespro Assespro CF-001 CF-002 CF-004 CF-005 CF-010 CF-011 CF-013 CF-014 D.09 D.02 D.10 D.11 D.12 D.05 D.13 D.14 D.09 D.10 D.09 D.11 D.02 D.07 D.14 D.15 D.16 D.10 D.17 D.13 D.19 D.20 D.07 D.04 D.04 D.17 D.13 D.20 D.18 D.21 D.18 D.21 D.18 D.21 E-021 Desafios E-022 Desafios E-023 Pautas E-024 Pautas E-025 Desafios E-026 Sugestões D.04 E-027 Políticas D.22 E-028 Políticas D.04 GD-A GD-C GD-D GD-B GD-B GD-C GD-D GD-A GD-A GD-C GD-D GD-B GD-D GD-B GD-A GD-B GD-D GD-A GD-B GD-A GD-D GD-A GD-D GD-B GD-B GD-A GD-B GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-B GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B FICHA: COD-01 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.01 D.02 D.03 D.04 D.05 D.06 GD-A GD-C GD-D GD-B D.01 D.07 D.08 D.09 D.02 D.10 D.11 D.12 GD-A GD-C GD-D GD-B D.05 D.13 D.14 D.10 D.09 D.11 D.02 GD-A GD-B GD-D D.07 D.14 D.15 D.16 D.10 D.17 D.13 D.04 D.05 D.18 GD-A GD-B GD-D GD-C D.11 GD-B GD-D D.04 D.19 D.20 D.07 D.17 D.13 GD-C GD-D GD-A GD-B D.18 D.21 GD-B D.04 D.22 GD-C GD-D GD-A GD-B GD-B GD-B GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D 131 Fonte do Conteúdo Assespro Assespro Assespro Ficha Corpus CF-016 CF-017 CF-018 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios E-029 Projetos D.04 E-030 Problemas D.04 E-031 Sugestões D.04 E-032 E-033 Projetos Desafios D.21 D.21 E-034 Projetos D.04 E-035 Desafios D.04 D.17 D.13 E-036 Desafios D.04 E-037 Projetos D.04 D.07 Desafios D.13 Assespro CF-020 E-038 Assespro CF-021 E-039 Pautas D.04 Problemas Projetos Problemas D.23 D.23 D.10 Assespro CF-024 Assespro CF-025 E-040 E-041 E-042 Assespro CF-026 E-043 Projetos D.04 Assespro Assespro Assespro Assespro Assespro Assespro CF-027 CF-028 CF-029 CF-030 CF-031 CF-034 E-044 E-045 E-046 E-047 E-048 E-049 Programas Programas Problemas Programa Problemas Problemas Assespro CF-035 E-050 Problemas CF-037 E-051 E-052 Problemas Problemas D.21 D.21 D.21 D.21 D.21 D.24 D.24 D.05 D.21 D.21 E-053 Desafios D.13 E-054 Projetos D.04 E-055 Desafios D.13 E-056 Desafios D.01 D.25 E-057 Desafios D.13 Assespro Assespro Assespro Assespro Assespro CF-038 CF-039 CF-040 CF-044 E-058 Desafios D.04 E-059 E-060 E-061 E-062 Problemas Problemas Políticas Políticas D.21 D.25 D.19 D.02 E-063 Projetos D.04 E-064 Programas D.07 D.06 D.15 D.03 GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-B GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-A GD-A GD-C GD-D GD-B GD-B GD-B GD-B GD-B GD-B GD-B GD-A GD-B GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-A GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-B GD-A GD-C GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-D FICHA: COD-02 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.04 GD-C GD-D D.21 GD-B D.04 D.17 D.13 D.07 GD-C GD-D GD-A GD-B D.13 D.04 GD-A GD-B GD-C GD-D D.23 GD-A D.10 D.21 D.21 D.21 D.21 D.21 D.24 D.24 D.05 GD-A GD-C GD-D GD-B GD-B GD-B GD-B GD-B GD-B GD-B GD-A D.21 GD-B D.13 D.04 D.01 D.25 GD-A GD-B GD-C GD-D D.04 D.13 D.04 D.21 D.25 D.19 D.02 D.04 D.07 D.06 D.15 D.03 GD-A GD-B GD-C GD-D GD-B GD-A GD-C GD-B GD-D GD-A 132 Fonte do Conteúdo Assespro Assespro Assespro Assespro Ficha Corpus CF-045 CF-047 CF-048 CF-050 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios D.07 D.06 D.15 D.03 D.19 D.26 D.17 E-065 Programas E-066 Políticas E-067 Políticas E-068 Políticas E-069 Políticas E-070 Políticas D.13 D.10 D.02 E-071 Problemas D.07 D.27 E-072 Projetos D.07 D.04 E-073 Programas D.07 D.23 D.04 E-074 Projetos D.04 E-075 E-076 E-077 E-078 E-079 E-080 E-081 E-082 E-083 Programas Programas Problemas Programas Programas Programas Programas Problemas Programas Assespro Assespro Assespro Assespro Assespro CF-051 CF-052 CF-055 CF-056 CF-057 Assespro CF-058 Assespro CF-059 E-084 Pautas Assespro Assespro CF-060 CF-061 E-085 E-086 Pautas Programas D.21 D.23 D.05 D.23 D.23 D.23 D.23 D.23 D.23 D.23 D.13 D.05 D.15 D.23 Assespro CF-062 E-087 Projeto D.04 Assespro Assespro CF-063 CF-064 E-088 E-089 Investimentos Programas Assespro CF-065 E-090 Pautas E-091 E-092 Problemas Pautas E-093 Desafios D.19 D.23 D.28 D.19 D.19 D.19 D.17 D.13 E-094 Desafios D.04 E-095 Pautas E-096 Desafios D.19 D.03 D.17 D.13 Assespro CF-066 Assespro CF-067 E-097 Projetos D.04 Assespro Assespro CF-069 CF-070 E-098 E-099 Pautas Pautas D.15 D.15 Assespro CF-071 E-100 Programas D.07 GD-A GD-B GD-D GD-C GD-A GD-B GD-A GD-C GD-A GD-B GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-B GD-A GD-A GD-A GD-A GD-A GD-A GD-A GD-A GD-A GD-B GD-D GD-A GD-C GD-D GD-C GD-A GD-A GD-C GD-C GD-C GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-D GD-D GD-A GD-B FICHA: COD-03 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.07 D.06 D.15 D.03 GD-A GD-B GD-D D.19 D.26 D.17 D.27 D.13 D.10 D.02 GD-C GD-A GD-B D.07 D.04 GD-A GD-B GD-C GD-D D.07 D.23 D.04 D.21 GD-A GD-B GD-C GD-D D.05 D.23 D.23 D.23 D.23 GD-A GD-A GD-A GD-A GD-A D.23 GD-A D.23 D.13 D.05 D.15 D.23 GD-A GD-B D.19 D.23 GD-D GD-A GD-C GD-D GD-C GD-A D.28 D.19 GD-A GD-C D.19 D.17 D.13 GD-C GD-A GD-B D.04 D.19 D.03 D.17 D.13 GD-C GD-D GD-A GD-B D.04 D.15 D.15 D.07 GD-D GD-D GD-A GD-B 133 Fonte do Conteúdo Assespro Assespro Assespro Assespro Assespro Ficha Corpus CF-072 CF-075 CF-076 CF-077 CF-078 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios E-101 Desafios D.15 D.17 D.13 E-102 Políticas D.07 E-103 Programas D.07 E-104 Projetos D.04 E-105 Desafios E-106 E-107 E-108 Programas Programas Investimentos D.20 D.04 D.19 D.23 D.23 D.19 E-109 Projetos D.04 E-110 Desafios D.17 D.13 D.04 E-111 Problemas D.24 E-112 Problemas D.29 D.30 Assespro CF-079 Assespro CF-083 E-113 Pautas D.07 Assespro CF-089 E-114 Problemas D.05 E-115 Pautas D.04 E-116 Projetos D.04 D.03 D.13 E-117 Projetos D.04 E-118 Desafios D.04 Assespro Assespro CF-090 CF-091 Assespro CF-092 E-119 Pautas D.04 Assespro CF-093 E-120 Investimentos D.04 Assespro CF-094 E-121 Problemas D.05 D.04 Assespro CF-095 E-122 Problemas D.05 CF-096 E-123 Problemas Assespro D.05 D.04 E-124 Desafios D.04 E-125 Projeto D.04 E-126 Desafio D.17 D.13 D.15 Assespro CF-097 GD-D GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D FICHA: COD-04 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.15 D.17 D.13 D.07 D.04 D.20 D.19 GD-D GD-A GD-B GD-C D.23 D.23 D.19 GD-A GD-A GD-C D.04 D.17 D.13 GD-C GD-D GD-A GD-B D.24 D.29 D.30 GD-B GD-A GD-C GD-C GD-D GD-A GD-A GD-C GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-B GD-A GD-C GD-B GD-A GD-B GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-A GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-D D.07 D.05 GD-A GD-B GD-A D.04 D.03 D.13 GD-C GD-D GD-A GD-B D.04 GD-C GD-D D.04 D.04 D.05 D.04 D.05 GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-A D.05 D.04 GD-A GD-C GD-D D.04 D.17 D.13 D.15 GD-C GD-D GD-A GD-B 134 Fonte do Conteúdo Assespro Ficha Corpus CF-098 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios E-127 Pautas D.11 E-128 Projetos D.13 D.15 E-129 Desafios D.04 E-130 Políticas D.13 D.07 E-131 Pauta D.04 E-132 Desafios D.13 D.15 E-133 E-134 Problemas Problemas D.05 D.05 E-135 Projetos D.05 D.04 Assespro CF-099 Assespro CF-100 Assespro CF-101 E-136 Problemas Assespro CF-105 E-137 Problemas Assespro CF-107 E-138 Pautas D.20 CF-108 E-139 Pautas D.20 Assespro E-140 Projetos D.04 Assespro CF-109 E-141 Pautas D.15 Assespro CF-110 E-142 Projetos D.04 E-143 Projetos D.04 D.07 E-144 Desafios D.13 D.15 D.04 Assespro D.05 D.05 D.13 CF-116 Assespro CF-119 E-145 Programas D.23 Assespro CF-121 E-146 Projetos D.04 Assespro CF-124 E-147 Projetos D.04 D.07 Assespro CF-125 E-148 Projetos D.04 D.07 E-149 Planos D.04 E-150 Desafios D.19 D.17 D.13 E-151 Desafios D.20 E-152 Planos E-153 Desafios D.26 D.17 D.13 E-154 Desafios E-155 Desafios D.04 E-156 Desafios D.04 Assespro CF-126 D.15 D.19 D.13 GD-B GD-D GD-A GD-B GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-D GD-A GD-A GD-A GD-C GD-D GD-A GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-A GD-B GD-D GD-C GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-A GD-B GD-D GD-C GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D FICHA: COD-05 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.11 D.13 D.15 D.04 D.07 GD-B GD-D GD-A GD-C D.05 GD-A D.05 D.04 GD-A GD-C GD-D D.05 D.05 D.13 D.20 GD-A GD-A GD-B GD-C GD-D D.20 D.04 GD-C GD-D D.15 GD-D GD-C GD-D D.04 D.04 D.07 D.13 D.15 GD-C GD-D GD-A GD-B D.23 GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B D.04 D.04 D.07 D.04 D.07 D.04 D.19 D.17 D.13 D.20 D.26 D.15 GD-C GD-D GD-A GD-B 135 Fonte do Conteúdo Assespro Assespro Assespro Ficha Corpus CF-128 CF-130 CF-132 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios E-157 Projetos D.04 E-158 Desafios D.19 E-159 Desafios D.19 D.20 D.13 E-160 Desafios E-161 Desafios E-162 Desafios E-163 E-164 Problemas Projetos D.04 D.19 D.20 D.23 D.19 D.20 D.23 D.23 Assespro CF-135 E-165 Pautas D.04 Assespro CF-137 E-166 Planos D.19 D.04 Assespro CF-138 E-167 Pautas D.11 Assespro CF-142 E-168 Pautas D.04 Assespro CF-145 E-169 Pautas D.04 Assespro CF-146 E-170 Pautas D.04 CF-147 E-171 Pautas D.04 Assespro E-172 Projetos D.04 E-173 E-174 Projetos Projetos D.19 D.19 D.07 D.18 D.21 D.04 D.25 D.19 Assespro CF-148 Assespro CF-149 Assespro CF-153 E-175 Planos E-176 Projetos D.19 D.13 D.20 Assespro CF-154 E-177 Projetos Assespro Assespro Assespro Assespro CF-155 CF-156 CF-159 CF-162 Assespro CF-167 E-178 E-179 E-180 E-181 E-182 E-183 E-184 E-185 Projetos Projetos Pautas Pautas Políticas Políticas Políticas Investimentos E-186 Investimentos E-187 Investimentos E-188 Investimentos E-189 Investimentos D.19 D.13 E-190 Investimentos D.04 D.07 Assespro Assespro CF-168 CF-169 D.19 D.19 D.19 D.18 D.19 D.19 D.19 D.19 D.04 D.08 D.20 D.19 D.19 D.04 GD-C GD-D GD-C GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-A GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-B GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-C GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-C GD-A GD-B GD-D GD-C GD-C GD-C GD-B GD-C GD-C GD-C GD-C GD-C GD-D GD-A GD-C GD-C GD-D GD-C GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B FICHA: COD-06 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.04 GD-C GD-D D.19 D.20 D.13 D.04 GD-C GD-D GD-A GD-B D.23 D.19 D.20 GD-A GD-C GD-D D.04 D.19 D.04 D.11 D.04 D.04 D.04 D.04 D.19 D.19 D.07 D.18 D.21 D.04 D.25 D.19 GD-C GD-D GD-C GD-D GD-B GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-C GD-A GD-B GD-D D.19 D.19 D.19 D.18 GD-C GD-C GD-A GD-B GD-D GD-C GD-C GD-C GD-B D.19 GD-C D.19 D.04 D.08 D.20 GD-C GD-D GD-A D.19 D.04 D.13 D.07 GD-C GD-D GD-A GD-B D.19 D.13 D.20 136 Fonte do Conteúdo Ficha Corpus DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios Assespro CF-170 E-191 Programas D.07 D.04 Assespro CF-171 E-192 Programas D.07 D.04 Assespro CF-172 E-193 Programas D.07 D.04 Assespro CF-173 E-194 Programas D.04 D.07 Assespro CF-174 E-195 Programas D.04 D.07 E-196 Programas D.04 D.07 E-197 Desafios D.03 E-198 Desafios D.20 Assespro CF-175 Assespro CF-179 E-199 Pautas D.15 Assespro CF-180 E-200 Pautas D.17 E-201 Projetos E-202 Desafios E-203 Desafios D.23 D.23 D.13 D.13 D.23 E-204 Programas D.07 E-205 Pautas D.20 D.07 E-206 Programas Assespro Assespro Assespro CF-183 CF-185 CF-186 Assespro CF-187 E-207 Políticas Assespro CF-188 E-208 Problemas Assespro Insoft CF-189 CF-190 E-209 E-210 Políticas Problemas D.23 D.13 D.23 D.05 D.10 D.23 D.23 D.23 Insoft CF-191 E-211 Problemas D.29 Insoft CF-193 E-212 Pautas D.13 Insoft CF-194 E-213 Desafios D.13 Planos Desafios Desafios D.09 D.06 D.19 D.02 D.20 Insoft CF-197 Secitece CF-204 E-214 E-215 E-216 Secitece CF-205 E-217 Desafios Secitece CF-211 E-218 Desafios Secitece CF-213 E-219 Desafios Secitece CF-216 E-220 Problemas D.19 D.31 D.08 D.19 D.31 GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-D GD-C GD-D GD-D GD-A GD-B GD-A GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-A GD-A GD-B GD-A GD-A GD-A GD-A GD-C GD-A GD-B GD-A GD-B GD-D GD-A GD-C GD-B GD-C GD-D GD-C GD-A GD-C GD-A FICHA: COD-07 Desafios Vinculados D.07 D.04 D.07 D.04 D.07 D.04 D.04 D.07 D.04 D.07 Grandes Desafios GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B D.04 D.07 D.03 D.20 GD-C GD-D GD-A GD-B D.15 GD-D GD-A GD-B D.17 D.23 D.13 GD-A GD-B D.07 GD-A GD-B D.20 D.07 D.23 GD-C GD-D GD-A GD-B D.13 D.23 D.05 D.10 D.23 D.23 D.23 D.29 D.13 D.13 D.09 D.06 D.19 D.02 D.20 D.19 D.31 D.08 D.19 D.31 GD-A GD-B GD-A GD-A GD-A GD-A GD-C GD-A GD-B GD-A GD-B GD-D GD-A GD-C GD-B GD-C GD-D GD-C GD-A GD-C GD-A 137 Fonte do Conteúdo Secitece Secitece Ficha Corpus CF-217 CF-225 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios E-221 Investimentos D.13 E-222 Desafios D.13 D.20 E-223 Desafios D.02 E-224 Programas D.13 E-225 Problemas D.13 D.20 D.26 D.22 D.19 D.04 D.02 D.19 D.26 D.23 D.08 D.19 D.19 D.31 D.02 D.23 D.19 Secitece CF-230 E-226 Políticas Secitece CF-231 E-227 Políticas Secitece CF-232 E-228 Políticas Secitece CF-233 E-229 Políticas Secitece CF-234 E-230 Investimentos Secitece CF-244 Secitece CF-246 E-231 E-232 E-233 Desafios Políticas Investimentos Secitece CF-248 E-234 Políticas Secitece CF-254 E-235 Projetos Secitece CF-255 E-236 Programas D.13 Secitece Secitece Secitece Secitece CF-258 CF-259 CF-260 CF-267 E-237 E-238 E-239 E-240 Investimentos Problemas Investimentos Programas Secitece CF-277 E-241 Programas Secitece CF-278 E-242 Programas E-243 Desafios D.19 D.10 D.19 D.02 D.07 D.02 D.07 D.13 D.13 D.08 D.07 D.23 D.27 D.13 Secitece Secitece Secitece CF-279 CF-280 CF-281 D.02 D.04 E-244 Programas E-245 Programas D.07 D.27 E-246 Problemas D.07 E-247 Problemas D.07 E-248 Políticas D.07 D.03 Secitece CF-288 E-249 Programas D.07 Secitece Secitece CF-290 CF-293 E-250 E-251 Programas Projetos D.19 D.19 Secitece CF-295 E-252 Programas D.07 Secitece CF-296 E-253 E-254 Investimentos Sugestões D.19 D.19 Secitece CF-297 E-255 Pautas D.07 GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-B GD-C GD-A GD-A GD-C GD-C GD-A GD-B GD-A GD-C GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-A GD-C GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-A GD-B GD-C GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-D GD-A GD-B GD-C GD-C GD-A GD-B GD-C GD-C GD-A GD-B FICHA: COD-08 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.13 GD-A GD-B D.13 D.20 D.02 GD-A GD-B GD-C GD-D D.20 D.26 D.22 D.19 D.04 D.02 D.19 D.26 D.23 D.08 D.19 D.19 D.31 D.02 D.23 D.19 D.02 D.04 D.13 D.19 D.10 D.19 D.02 D.07 D.02 D.07 D.13 GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-B GD-C GD-A GD-A GD-C GD-C GD-A GD-B GD-A GD-C GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-A GD-C GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B D.13 D.08 D.07 D.23 D.27 GD-A GD-B GD-C D.07 D.27 GD-A GD-B GD-C D.07 D.03 GD-A GD-B GD-D D.07 D.19 D.19 D.07 GD-A GD-B GD-C GD-C GD-A GD-B D.19 GD-C D.07 GD-A GD-B 138 Fonte do Conteúdo Ficha Corpus DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios Secitece CF-298 E-256 Pautas D.32 Secitece CF-300 E-257 Programas D.19 D.07 Secitece CF-318 E-258 Programas D.07 Secitece CF-323 E-259 Pautas Secitece CF-327 E-260 Investimentos Secitece CF-329 E-261 E-262 Políticas Pautas Secitece CF-330 E-263 Pautas D.31 D.19 D.08 D.19 D.18 D.07 D.18 Secitece CF-331 E-264 Pautas D.07 E-265 Política D.31 E-266 Desafios D.20 E-267 Problemas Secitece CF-333 D.07 D.19 D.20 D.23 D.19 D.08 Secitece CF-335 E-268 Projetos Secitece CF-337 E-269 Políticas Secitece CF-338 E-270 Investimentos D.04 D.08 CF-340 E-271 Programas D.04 Secitece E-272 Desafios D.20 D.19 D.07 D.02 D.02 D.07 D.02 D.19 D.19 D.02 D.02 D.19 Secitece CF-344 E-273 Programas Secitece CF-352 E-274 Programas Secitece CF-365 E-275 Políticas CF-368 E-276 Pautas Secitece E-277 Políticas E-278 Problemas D.01 E-279 Pautas D.18 D.25 D.19 D.08 D.13 D.07 E-280 Desafios D.13 E-281 Pautas Secitece CF-371 Secitece CF-377 E-284 Investimentos D.13 D.23 D.13 D.23 D.31 D.13 D.25 D.19 Secitece CF-383 E-285 Políticas D.13 Secitece CF-373 E-282 Desafios E-283 Desafios GD-A GD-C GD-C GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-C GD-A GD-C GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-C GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-B GD-A GD-B GD-C GD-C GD-B GD-B GD-C GD-A GD-C GD-D GD-B GD-A GD-C GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-A GD-B FICHA: COD-09 Desafios Vinculados D.32 D.19 D.07 D.07 D.31 D.19 D.08 D.19 D.18 D.07 D.18 D.07 D.31 D.20 D.07 D.19 D.20 D.23 D.19 D.08 Grandes Desafios GD-A GD-C GD-C GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-C GD-A GD-C GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-C GD-D GD-B GD-C GD-D GD-A GD-C D.04 D.08 GD-C GD-D GD-A D.04 D.20 D.19 GD-C GD-D D.07 D.02 D.02 D.07 D.02 D.19 GD-A GD-B GD-B GD-A GD-B GD-C D.19 D.02 GD-C GD-B D.01 D.18 D.25 D.19 D.08 D.13 D.07 GD-A GD-C GD-D GD-B D.13 D.23 D.31 D.25 GD-A GD-B D.19 D.13 GD-C GD-A GD-B 139 Fonte do Conteúdo Secitece Ficha Corpus CF-384 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios Investimentos D.19 GD-C E-286 E-287 Desafios E-288 Investimentos D.19 D.31 D.23 Secitece CF-385 E-289 Desafios D.20 Secitece CF-386 E-290 Desafios D.20 D.02 E-291 Pautas D.13 Secitece Secitece Secitece Titan CF-387 Desafios E-293 Sugestões E-294 Pautas E-295 Políticas D.23 D.04 E-296 Investimentos D.19 E-297 Pautas D.04 D.14 E-298 Projetos D.04 D.19 D.20 D.17 D.13 E-299 Projetos D.04 D.17 D.13 E-300 Problemas D.07 E-301 Projetos D.07 E-302 Programas E-303 Políticas D.14 D.07 D.15 E-304 Projetos D.04 CF-395 Titan CF-396 Titan CF-397 Titan E-292 CF-388 CF-391 CF-399 D.13 D.27 D.19 D.31 D.25 D.23 D.08 D.04 D.20 D.13 D.23 D.03 D.13 D.06 D.23 Titan CF-401 E-305 Projetos D.04 Titan CF-402 E-306 Projetos D.04 Titan CF-403 E-307 Programas D.07 Titan CF-404 E-308 Pautas D.15 Titan CF-405 E-309 Projetos D.04 E-310 Pautas D.07 E-311 Desafios D.19 D.04 E-312 Programas D.07 Titan CF-406 GD-C GD-A GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-D GD-A GD-B GD-A GD-C GD-D GD-C GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-B FICHA: COD-10 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.19 D.31 D.23 GD-C GD-A D.20 D.20 D.02 GD-C GD-D GD-C GD-D GD-B D.13 D.27 D.19 D.31 D.25 D.23 D.08 D.04 D.20 D.03 GD-A GD-B GD-C GD-D D.13 D.06 D.23 D.04 GD-A GD-B GD-C GD-D D.19 GD-C D.04 D.14 D.19 D.20 D.17 D.13 GD-C GD-D GD-A GD-B D.04 D.17 D.13 GD-C GD-D GD-A GD-B D.07 GD-A GD-B D.14 D.07 D.15 D.04 GD-A GD-B GD-D GD-C D.04 D.04 D.07 D.15 D.04 D.07 D.19 D.04 GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D 140 Fonte do Conteúdo Ficha Corpus DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios Titan CF-407 E-313 Pautas D.04 Titan CF-408 E-314 Projetos D.04 D.17 D.13 Titan CF-409 E-315 Projetos D.04 Titan CF-410 E-316 Projetos D.04 D.13 Titan CF-414 E-317 Desafios D.01 Titan CF-419 E-318 Pautas D.20 Titan CF-420 E-319 Programas D.07 Titan CF-421 E-320 Projetos D.04 Titan CF-422 E-321 Pautas D.27 Titan CF-425 E-322 Pautas D.20 Titan CF-427 E-323 Pautas D.20 Titan CF-431 E-324 Pautas D.20 D.27 Titan CF-432 E-325 Pautas D.20 CF-433 E-326 Pautas D.20 Titan E-327 Desafios D.20 Titan CF-434 E-328 Desafios D.20 Titan CF-438 E-329 Pautas D.20 D.19 Titan CF-443 E-330 Pautas D.04 Titan CF-446 E-331 Planos D.07 D.19 CF-448 E-332 Pautas D.04 Titan E-333 Desafios D.04 D.20 E-334 Pautas D.04 E-335 Sugestões Titan CF-453 Titan CF-456 E-336 Desafios Titan CF-457 E-337 Pautas Titan CF-460 E-338 Projetos CF-461 E-339 Pautas Titan Titan CF-464 E-340 Desafios E-341 Desafios D.20 D.20 D.23 D.04 D.19 D.04 D.19 D.27 D.15 D.04 D.18 GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-C GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-C GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-C GD-B FICHA: COD-11 Desafios Vinculados D.04 D.04 D.17 D.13 D.04 D.04 D.13 D.01 D.20 D.07 D.04 D.27 D.20 D.20 D.20 D.27 D.20 D.20 D.20 D.20 D.19 D.04 D.07 D.19 Grandes Desafios GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-C GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C D.04 D.20 GD-C GD-D D.04 D.20 GD-C GD-D D.20 D.23 D.04 D.19 D.04 D.19 GD-C GD-D GD-A GD-C GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-C GD-B D.27 D.15 D.04 D.18 141 Fonte do Conteúdo Titan Titan Ficha Corpus DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios E-346 Desafios E-347 Investimentos D.23 D.19 D.13 D.07 D.15 D.19 D.19 D.19 D.33 D.19 E-348 Problemas D.20 E-349 Desafios D.04 CF-468 E-342 Políticas CF-475 E-343 E-344 E-345 Pautas Desafios Políticas Titan CF-476 Titan CF-478 Titan CF-481 E-350 Problemas D.20 Titan CF-482 E-351 Problemas D.15 D.13 Titan CF-484 E-352 Pautas D.04 E-353 Pautas D.04 E-354 Desafios E-355 Pautas E-356 Políticas D.20 Titan Titan CF-485 CF-487 D.04 D.20 D.04 D.19 Titan CF-489 E-357 Desafios D.23 D.13 D.26 D.28 D.08 Titan CF-490 E-358 Desafios D.01 Titan CF-493 E-359 Desafios D.15 Titan CF-496 E-360 Pautas D.04 Titan CF-500 E-361 Pautas D.04 Titan CF-503 E-362 Pautas D.18 Titan CF-504 E-363 Políticas D.07 Titan CF-507 E-364 Projetos D.04 Titan CF-508 E-365 Projetos D.04 Titan CF-510 E-366 Sugestões D.20 Titan CF-515 E-367 Pautas D.04 GD-A GD-C GD-B GD-D GD-C GD-C GD-C GD-C GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-A GD-C GD-D GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D FICHA: COD-12 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.23 D.19 D.13 D.07 GD-A GD-C GD-B D.15 D.19 D.33 GD-D GD-C D.19 GD-C D.20 D.04 GD-C GD-D D.20 D.15 D.13 D.04 GD-C GD-D GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D D.04 D.20 D.19 GD-C GD-D D.20 GD-C GD-D D.23 D.13 D.26 D.28 D.08 GD-A GD-B D.01 D.15 D.04 D.04 D.18 D.07 D.04 D.04 D.20 D.04 GD-A GD-C GD-D GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-D 142 Fonte do Conteúdo Titan Titan Ficha Corpus DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios Planos E-369 Desafios E-370 Desafios E-371 Desafios E-372 Desafios E-373 Desafios E-374 Desafios D.04 E-375 Projetos D.04 E-376 Desafios D.13 E-377 Desafios D.17 D.13 E-378 Política D.07 CF-520 CF-522 Titan CF-525 E-379 Planos Titan CF-526 E-380 Políticas E-381 E-382 E-383 Pautas Desafios Políticas Titan Titan CF-528 CF-529 D.04 D.20 D.31 D.19 D.17 D.13 E-368 D.20 D.26 D.28 D.31 D.15 D.17 D.13 D.15 D.19 D.17 D.13 D.04 D.19 D.19 D.20 D.31 D.23 D.19 D.19 D.05 D.26 GD-D GD-A GD-B GD-D GD-C GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-A GD-C GD-C GD-A Desafios E-385 Desafios D.20 GD-C GD-D E-386 Planos D.04 D.19 D.20 D.09 GD-C GD-D E-387 Pautas D.04 CF-530 E-388 Pautas D.04 Titan Titan CF-531 CF-532 E-389 E-390 Pautas Projetos D.19 D.19 Titan CF-533 E-391 Projetos D.04 Titan CF-534 E-392 Desafios D.34 E-393 Desafios D.20 E-394 Pautas D.04 E-395 Projetos D.19 E-396 Programas D.07 D.15 D.19 D.04 CF-535 GD-A E-384 Titan Titan GD-C GD-D GD-A GD-C GD-A GD-B GD-C GD-D Titan CF-536 E-397 Pautas Titan CF-538 E-398 Programas GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-C GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-C GD-A GD-B GD-D GD-C GD-D FICHA: COD-13 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.04 D.20 D.31 D.19 D.17 D.13 D.26 D.28 D.15 GD-C GD-D GD-A GD-B D.13 D.17 D.07 GD-A GD-B D.04 D.19 D.19 D.20 GD-C GD-D GD-C GD-D D.31 D.23 D.19 D.05 D.26 D.20 GD-A GD-C GD-D D.04 D.19 D.20 D.09 GD-C GD-D D.34 GD-C GD-D GD-C GD-C GD-C GD-D GD-A D.20 D.04 D.19 D.07 GD-C GD-D GD-A GD-B D.15 D.19 D.04 GD-D GD-C GD-D D.04 D.19 D.19 D.04 143 Fonte do Conteúdo Titan Ficha Corpus CF-542 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios E-399 Pautas E-400 Desafios Titan CF-547 E-401 Planos Titan CF-548 E-402 Desafios D.17 D.13 D.17 D.13 D.07 D.19 D.04 D.20 D.17 D.13 D.18 D.20 D.19 D.19 D.23 Titan CF-550 E-403 Planos Titan CF-552 E-404 Investimentos CF-558 E-405 Políticas Titan E-406 Desafios D.20 E-407 Pautas D.20 E-408 Pautas D.11 D.19 D.07 E-409 Políticas E-410 Investimentos Titan Titan Assespro CF-559 CF-564 CF-568 E-411 Desafios E-412 Sugestões E-413 Sugestões E-414 Investimentos D.20 D.23 E-415 Pautas D.20 D.14 D.07 E-416 Políticas D.18 D.31 E-417 Políticas D.20 D.23 E-418 Desafios E-419 Investimentos E-420 Assespro D.31 D.18 D.23 D.05 D.17 D.13 D.18 D.23 D.23 D.07 Desafios CF-569 E-421 Desafios E-422 E-423 Políticas Problemas D.23 D.05 D.18 D.06 D.14 D.07 D.23 D.05 D.23 D.05 D.13 D.23 D.35 GD-A GD-B GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C GD-C GD-A GD-C GD-D GD-C GD-D GD-B GD-D GD-C GD-A GD-A GD-B GD-A GD-A GD-B GD-B GD-A GD-A GD-B GD-C GD-D GD-A GD-C GD-D GD-A GD-B GD-B GD-A GD-C GD-D GD-A FICHA: COD-14 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.17 D.13 D.07 GD-A GD-B D.19 D.04 D.17 D.13 D.18 D.20 D.19 GD-C GD-D GD-C GD-D GD-A GD-B GD-C GD-D GD-C D.19 D.23 D.20 GD-C GD-A GD-D D.20 GD-C GD-D D.11 D.19 D.07 D.31 D.18 D.23 D.05 D.17 D.13 D.20 D.23 GD-B GD-D GD-C GD-A D.20 D.14 D.07 D.18 D.31 D.23 D.05 GD-C GD-D GD-A GD-B D.18 D.06 D.14 D.07 D.23 D.05 D.13 D.35 GD-B GD-A D.20 GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-B GD-A GD-A 144 Fonte do Conteúdo Assespro Ficha Corpus CF-570 DESAFIOS DO APL DE TI DE FORTALEZA FICHA DE CODIFICAÇÃO CÓDIGOS Desafios Grandes Extrato Índice Vinculados Desafios Problemas D.23 GD-A E-424 E-425 Políticas E-426 Problemas E-427 Problemas Insoft CF-573 E-428 Programas Secitece CF-577 E-429 Programas D.18 D.31 D.31 D.23 D.05 D.06 D.19 D.23 D.07 GD-B GD-A GD-A GD-A GD-C GD-A GD-A GD-B FICHA: COD-15 Desafios Vinculados Grandes Desafios D.23 D.18 D.31 D.05 D.06 GD-A GD-B D.19 D.23 D.07 GD-C GD-A GD-A GD-B