COLÉGIO MILITAR DE CURITIBA
MEMORIAL DESCRITIVO
Reforma
ALOJAMENTO DA COMPANHIA DE COMANDO E
SERVIÇOS - ALOJ. CCSv
Setembro de 2012
1. GENERALIDADES
1.1.
OBJETIVO
O presente Memorial Descritivo tem por finalidade estabelecer critérios para a
execução das obras, bem como especificar os materiais a serem utilizados nos
serviços de reforma do Alojamento da Companhia de Comando e Serviços que ,
compreendendo uma área aproximada de 155,0 m². O imóvel está situado na Praça
Conselheiro Thomas Coelho, Nº: 01 - Tarumã , Curitiba/PR..
1.2.
•
CONSIDERAÇÕES GERAIS
A execução de todos os serviços obedecerá a indicações e especificações dos
projetos executivos, aos padrões estabelecidos pelo COLÉGIO MILITAR DE
CURITIBA e, principalmente, à boa técnica construtiva, atendendo às
recomendações da ABNT, das normas de segurança e das empresas
concessionárias locais.
•
A execução dos serviços deve obedecer as Normas e exigências da NBR 7678 –
Segurança na Execução de Obras em Serviços de Construção ,NR-18 , Resoluções
da Comana e Leis Ambientais.
•
Todas as medidas deverão ser conferidas no local, não cabendo nenhum serviço
extra por diferenças entre as medidas constantes no projeto e as existentes.
•
Antes da execução dos serviços aos quais se referem a produção ou a instalação
dos materiais e/ou produtos especificados, e que dependem de dimensões exatas,
deverão ser confirmadas as medidas na obra.
•
A produção e instalação dos materiais e/ou produtos deverão seguir rigorosamente a
recomendação do fabricante, a fim de manter a garantia dos mesmos.
•
Em função da diversidade de marcas existentes no mercado, eventuais substituições
por equivalentes serão possíveis, desde que apresentadas e aprovadas com
antecedência pelo COLÉGIO MILITAR DE CURITIBA, devendo os produtos
apresentarem características e desempenho técnico equivalentes àqueles
especificados, mediante comprovação através de ensaios desenvolvidos pelos
fabricantes, de acordo com as Normas Brasileiras.
1.3.
RELAÇÃO DE DOCUMENTOS
Este memorial é parte integrante do Projeto Executivo, o qual contém os seguintes
documentos:
1. PROJETO EXECUTIVO DE ARQUITETURA
2. PROJETO ESTRUTURAL
3. PROJETO EXECUTIVO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
4. PROJETO EXECUTIVO DE INSTALAÇÕES HIDROSANITARIA
1
5. MEMORIAL DESCRITIVO
6. PLANILHA DE ORÇAMENTO GERAL
7. CRONOGRAMA GERAL DA OBRA
2. SERVIÇOS PRELIMINARES
2.1.
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, os Projetos Executivos, Memorial Descritivo,
exigências do COLÉGIO MILITAR DE CURITIBA, obedecendo às normas da ABNT
atinentes ao assunto e demais pertinentes.
2.2.
CANTEIRO DE OBRAS
Deve ser feita a instalação do canteiro de obras em local previamente definido junto
com a fiscalização da COLÉGIO MILITAR DE CURITIBA. O canteiro de obras deve ser livre
e desimpedido, limpo e organizado. Será procedida periodicamente a remoção de todo o
entulho e detritos que venham a se acumular na obra durante a construção.
2.3.
INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
A edificação existente, assim como suas instalações, não poderá servir como local
para armazenamento de materiais e ferramentas, vestiário de operários e sanitários, bem
como escritório da administração, para que não prejudique o andamento da obra.
Devem ser estudadas as áreas disponíveis e as condições de higiene e
trabalhabilidade na obra em etapas finais para indicar a construção do novo barraco.
2.4.
TAPUME E PLACA DE OBRA
Será executado o tapume nos locais julgados necessários para o fechamento da
obra, com painel em compensado de 6 mm de espessura até a altura de 220 cm,
estruturado com caibros de madeira de lei, pintado com tinta látex PVA, na cor branca.
Serão fixadas em local visível as placas de identificação da obra, placa do construtor
e placa do proprietário de acordo com o Manual de Uso da Marca do Governo Federal Obras, editado pela SECOM/PR em novembro de 2011 ,(marca e logotipo, nome e
endereço completo da obra, nome/CREA/especialidade dos responsáveis técnicos pelos
projetos, execução e fiscalização).
3. DEMOLIÇÕES E REMOÇÕES
3.1.
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, os Projetos Executivos de Arquitetura e
Estrutural, obedecendo as normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes.
3.2.
•
DEMOLIÇÕES
Serão demolidas as paredes de alvenaria indicadas em projeto.
2
•
Serão retiradas as portas internas e externas existentes sem reaproveitamento de
material, bem como as soleiras de granito.
•
Serão retiradas as janelas em ferro ou madeira indicadas em projeto.
•
Serão retirados os revestimentos cerâmicos de azulejos das paredes.
•
O contra piso e os pisos existentes demarcados em projetos serão demolidos.
•
Serão retirados os rodapés existentes.
•
Serão retiradas todas as instalações elétricas, inclusive eletrodutos e instalações
hidrossanitárias existentes.
•
Serão retirados os aparelhos sanitários: louças; metais; complementos hidráulicos e
acessórios.
•
Serão retirados os forros conforme demarcado em Projeto.
•
O entulho não poderá ser utilizado para qualquer fim na execução desta obra e deverá
ser removido do canteiro.
3.3.
REMOÇÕES
A CONTRATADA responsabilizar-se-á pelo destino dos materiais retirados da obra,
conforme orientação da fiscalização da COLÉGIO MILITAR DE CURITIBA, e, o entulho não
poderá ser utilizado para qualquer fim na execução desta obra e deverá ser removido do
canteiro.
4
ALVENARIA
Materiais Indicados:
• Blocos cerâmicos de vedação de 6 furos, tamanho 10 x 20 x 20 cm, resistência > 1,5 MPa.
• Ferro de 5mm para ligações entre pilares e alvenarias
• Resina Epóxi – Compound da Sika
4.1
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, o Projeto Executivo de Arquitetura e o Memorial
Descritivo, obedecendo às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes,
assim como as recomendações dos fabricantes.
4.2.1
ALVENARIA EM BLOCO CERAMICO
Deverão ser executadas as parede de alvenaria definidas em projeto, com tijolos
cerâmicos de 6 furos (10 x 20 x 20 cm) em ½ vez, ou 1 vez conforme determina o Projeto,
executado com juntas de 10 mm de espessura, de argamassa de assentamento no traço 1:2:8
(cimento, cal hidratada e areia média).
As dimensões deverão ser compatíveis com as paredes existentes, de maneira a
não gerar grandes enchimentos de argamassa de revestimento, não sendo permitido o
corte das peças para atingir as espessuras.
5.
REVESTIMENTOS
3
5.1
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, projetos executivos e o Memorial Descritivo,
obedecendo às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes
5.2
CHAPISCO
Todas as superfícies internas e externas das alvenarias a serem executadas
deverão receber chapisco com argamassa no traço 1:3 (cimento e areia) com espessura de
5,0 mm.
5.3
EMBOÇO
Os emboços serão executados com argamassa pré-fabricada. Na
impossibilidade, a FISCALIZAÇÃO admitirá as argamassas descritas nos itens a seguir.
Para superfícies internas poderá ser utilizada argamassa A.16 (traço 1:2:7 de
cimento e areia fina peneirada), ou a A.26 (traço 1:2:9 de cimento e areia), com
emprego de areia média, entendendo-se como tal a areia que passa na peneira de 2,4
mm e fica retida na de 0,6 mm.
Para superfícies externas poderá ser utilizada argamassa A.15 (traço 1:2:5 de
cimento e areia fina peneirada), a A.26 (traço 1:2:9 de cimento e areia) ou a A.6 (traço
1:6 de cimento e areia).
A espessura do emboço não deve ultrapassar a 20 mm, de modo que, com a
aplicação de 5 mm de reboco o revestimento da argamassa não ultrapasse 25 mm.
5.4
REBOCO
As paredes destinadas a pintura de base de epóxi e de poliuretano, receberão
reboco pré-fabricado do tipo definido na E ARG.10, ou argamassa usual isenta de cal na
sua composição.
A espessura do reboco não deve ultrapassar a 5 mm, de modo que, com os
20mm do emboço, o revestimento de argamassa não ultrapasse 25 mm.
5.5
PASTILHAS
As paredes dos lavabos receberão pastilhas 5x5cm na altura de um metro e uma faixa
de 10cm granito Santa Cecília de acabamento logo acima da pastilha, conforme especifica
projeto, perfeitamente alinhadas, rejuntadas com rejunte flexível para pastilhas do tipo II, na
cor branca.
Materiais Indicados
• Pastilha cerâmica , na cor BÓRAX. Referência: Serie CRISTAL – SG 8414, da
ATLAS ou equivalente, para paredes indicadas em planta
4
• Argamassa colante flexível, tipo AC II para revestimentos cerâmicos. Referência:
Superliga Plus, da Portokoll ou equivalente.
• Rejunte flexível para azulejos, na cor da pastilha. Referência: P-Flex, da Portokoll ou
equivalente.
6. FORROS:
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, Projeto Executivo de Arquitetura e Memorial
Descritivo, obedecendo às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes, assim
como as recomendações dos fabricantes.
6.1.
FORRO DE GESSO GIPSON
Serão instalados nos ambientes forros em placas 60x60cm de gesso gipson, fixados
em pendurais de arame galvanizado com massa de gesso e estopa e massa de gesso. O
acabamento do forro junto as paredes deverá ter negativos de 2x2cm em todo perímetro das
alvenarias.
Materiais Indicados
• Pinos de sustentação: os pinos serão fixados com sistema de fixação com tiro de
pistola.
• Estrutura de sustentação: pendurais de arame galvanizado nº 18
• Placas de gesso gipson liso.
7.
PAVIMENTAÇÃO
7.1.
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, o Projeto Executivo de Arquitetura e o Memorial
Descritivo, obedecendo às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes, assim
como as recomendações dos fabricantes.
7.2
CONTRAPISO
Todo o contrapiso deverá ser executado em concreto (Fck = 15 MPa), armado com
malha dupla em aço Ø 5,0 mm a cada 15 cm, com espessura variável de acordo com o
revestimento final a ser aplicado (revestimento de granito e piso laminado de madeira) e
impermeabilizados como observado no item Impermeabilização.
PISOS INTERNOS:
7.3.
PISO CERÂMICO
No piso interno, serão assentados pisos cerâmicos 45 x 45 cm, PEI 3, na cor Creme e
Nude, com argamassa colante flexível do tipo ACII e juntas (espessura de 3 mm), na cor
branca.
Materiais Indicados:
5
•
Piso porcelanato 60 x 60 cm, PEI 5. Referência: Linha MINERAL, cor Nude, da
Portobello ou similar.
• Piso porcelanato 60 x 60 cm, PEI 5. Referência: Linha MINERAL, cor Creme, da
Portobello ou similar.
• Argamassa colante flexível para revestimentos cerâmicos do tipo ACII. Referência:
Superliga Plus, da Portokoll ou similar.
• Rejunte flexível para peças cerâmicas do tipo II, na cor branca. Referência: L-Flex,
da Portokoll ou similar.
7.4.
SOLEIRAS DE GRANITO
Nas portas que interligam ambientes com diferentes revestimentos de piso serão
utilizadas soleiras em granito polido (espessura de 2 cm) de largura igual à espessura da
parede, cor Branco Himalaia, assentadas com argamassa colante flexível do tipo ACII.
Material Indicado
• Argamassa colante flexível para Mármores e granitos do tipo ACII. Referência:
Argamassa especial para Mármores e Granitos, da Portokoll ou equivalente
7.5 RODAPÉS CERÂMICO
Nos encontros das paredes rebocadas com os pisos serão aplicados Rodapés
cerâmicos , igual o piso na cor NUDE.
7. PINTURA
7.1
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, projetos executivos e Memorial Descritivo,
obedecendo às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes, assim como as
recomendações dos fabricantes.
7.2.
TINTA ACRÍLICA
As superfícies das paredes em alvenaria na área internas e externas que não
receberem aplicação de cerâmica, receberão pintura com selador (1 demão), massa acrílica (2
demãos) e pintura com tinta acrílica com acabamento fosco, na cor branca nas fachadas e
muros da edificação (2 demãos, no mínimo).
Materiais Indicados
• Selador Acrílico. Referência: linha Metalatex, da Sherwin Williams ou equivalente.
• Massa acrílica. Referência: linha Metalatex, da Sherwin Williams ou equivalente.
• Tinta acrílica, acabamento fosco, na cor branca. Referência: linha Duraplast, da
Sherwin Williams ou equivalente.
9.
IMPERMEABILIZAÇÃO
9.1
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, Projetos Executivos Estruturais e Memorial
Descritivo, obedecendo às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes,
assim como as recomendações dos fabricantes.
6
9.2
REVESTIMENTO IMPERMEABILIZANTE BICOMPONENTE SEMIFLEXÍVEL
No contrapiso de toda a área molhada (banheiros) , deverá ser executada
impermeabilização com revestimento impermeabilizante bicomponente semiflexível.
Materiais Indicados
• Revestimento impermeabilizante bicomponente semiflexível de base acrílica.
Referência: SikaTop 100, Sika ou equivalente.
10.
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
10.1.
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, os respectivos projetos e o Memorial Descritivo,
obedecendo às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes, assim como as
recomendações dos fabricantes.
10.2.
INSTALAÇÕES DE ÁGUA FRIA
Toda a Rede Hidráulica de Água Fria deverá ser executada conforme especifica o
projeto de Instalações Hidrossanitárias.
Toda a instalação de água fria será executada em tubos de PVC rígido da linha
soldável.
O dimensionamento das tubulações que atendem aos aparelhos foi realizado a partir
de ábacos e tabelas, de acordo com a norma NBR 5626.
As colunas de alimentação de água, todos os ramais e sub-ramais de alimentação e a
locação dos pontos de consumo deverão ser executados de acordo com o Projeto de
Instalações Hidrossanitárias. Qualquer alteração em projeto poderá ser feita mediante
aprovação da FISCALIZAÇÃO e da CONTRATANTE. Toda a tubulação da rede de
alimentação é em PVC de 25 mm de diâmetro.
NORMAS
As instalações sanitárias de água fria obedecerão às normas da ABNT atinentes ao
assunto, com particular atenção para o disposto nas seguintes:
EB-829/75
Recebimento de instalações prediais de água fria (NBR-5651).
NB-92/80
Instalações prediais de água fria (NBR-5626);
NB-115/64
Execução de tubulação de pressão de PVC rígido com junta
soldada, rosqueada ou com anéis de borracha (NBR-7372);
Obedecerão igualmente, aos códigos e posturas dos órgãos oficiais competentes que
jurisdicionem a localidade onde será executada a obra e ao projeto respectivo.
Generalidades
A execução das instalações hidráulicas e sanitárias deverá ser efetuada por
profissionais devidamente habilitados, o que não eximirá a Empreiteira das responsabilidades
pelo perfeito funcionamento.
A emenda dos tubos deverá ser feita por meios de luvas soldáveis e ou com bolsa e
virola, tomando-se de cuidado de não deixar rebarbas no tubo que possa prejudicar a
estanqueidade da mesma.
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A canalização no interior da edificação não deverá ficar solidária a estrutura do
mesmo. Em torno da canalização, nos alicerces ou paredes por ela atravessados, deve haver
folga de um diâmetro comercial acima para que um eventual recalque do edifício não venha a
danificar as tubulações.
As aberturas nas paredes deverão ser feitas de forma a permitir a colocação de tubos
livres de tensões.
Quando enterrada, a canalização deverá ser assentada em terreno resistente ou sobre
embasamento apropriado com recobrimento mínimo de 30 cm (trinta centímetros), para locais
com trafego de caminhões, recobrimento de 80 cm.
Nos trechos onde tal recobrimento não seja possível, ou onde a canalização estiver
sujeita a fortes compressões ou choques, ou ainda, nos trechos situados em área edificada, a
canalização deve ter a proteção de um envelope de concreto.
Quando da necessidade de cortar o tubo, esta operação deverá ser perpendicular ao
eixo do mesmo. Após o corte removem-se com uma rosqueta as rebarbas, e, para união com
anel de borracha a ponta do tubo deverá ser chanfrada (ângulo de 15 graus x compr. 5 mm),
com auxílio de uma lima.
A ponta e a bolsa do tubo devem ser limpas com especial cuidado na virola aonde irá
se alojar o anel de borracha.
Aplicar somente a pasta lubrificante recomendada pelo fabricante, no anel e na ponta
do tubo. Não usar óleos ou graxas que poderão atacar o anel de borracha.
Nas conexões, as pontas deverão ser introduzidas até o fundo da bolsa, devendo ser
fixadas, quando em instalações externas com braçadeira para evitar deslizamento das
mesmas.
Nos tubos com ponta e bolsa soldáveis, limpar cuidadosamente a ponta e a bolsa dos
tubos com estopa branca; lixar a ponta e a bolsa dos tubos até tirar todo o brilho; limpar a
bolsa e a ponta dos tubos com estopa branca embebida em solução limpadora recomendada
pelo fabricante, removendo todo e qualquer vestígio de sujeira e gordura; marcar na ponta do
tubo a profundidade da bolsa; aplicar o adesivo recomendado pelo fabricante, primeiro na
bolsa e depois na ponta do tubo e, imediatamente, proceder a montagem da junta; introduzir a
ponta do tubo até o fundo da bolsa, observando a posição de marca feita na ponta. Usar,
quando se fizer necessário, os tubos de prolongamentos nas caixas sifonadas.
O desenvolvimento das tubulações deve ser de preferência retilíneo e ser fixado de
modo a manter as condições do Projeto.
As tubulações devem ser instaladas de maneira tal que não sofram danos causados
pela movimentação da estrutura do prédio ou por outras solicitações mecânicas. As
tubulações horizontais de esgotamento sanitário devem ser instaladas com declividade
constante e não menores que 1% (um por cento).
As caixas de inspeção devem ser fechadas hermeticamente com tampa removível e
terem fundo construído de modo a assegurar rápido escoamento e evitar formação de
depósito.
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Não deverão ser utilizados os tubos e ou conexões que apresentarem falhas como:
deformação, fissuras, folga excessiva entre a bolsa e a ponta e soldas velhas com muito
coágulo.
A execução dos serviços será feita de acordo com o que prescreve a Norma Brasileira
para execução de Instalações Hidráulicas, com os seguintes cuidados:
•
Nas passagens pelas lajes, deixar caixa de madeira com dimensões
apropriadas ou tubo com diâmetro comercial acima.
•
Durante a construção as extremidades livres das tubulações serão tapadas, a
fim de evitar obstruções.
•
As juntas em PVC serão coladas com material apropriado com lixamento
prévio para facilitar o perfeito ajuste entre as partes.
•
Todas as tubulações aparentes deverão ser pintadas conforme o tipo e de
acordo com a Norma Brasileira NB 54/86.
•
Todas as deflexões, ângulos e derivações necessárias a interligação das
tubulações, serão feitas por meio de conexões apropriadas para cada caso,
não sendo permitidas curvaturas em tubos.
•
As caixas de inspeção e de passagem serão executadas em tijolos de barro,
maciços, impermeabilizados interna e externamente com argamassa de
cimento e areia, no traço 1:3, adicionando Vedacit na proporção indicada pelo
fabricante; após a cura pintar com duas demãos de Neutrol 45. Deverá ser
utilizado tampa removível em concreto pré-moldado com puxador em aço CA
50 de 10 mm de bitola.
•
A execução das diversas instalações acompanhará a construção. Os serviços
de montagem dos aparelhos sanitários devem ser feito com o máximo esmero,
a fim de se obter um acabamento de primeira qualidade. Cada aparelho
sanitário deverá ser instalado conforme as normas dos respectivos fabricantes,
devendo tomar cuidados especiais com os calços de fixação, nivelamento e os
acoplamentos às tubulações.
•
Todos os registros e aparelhos deverão ser protegidos com papel durante a
construção e pintura. Após o término da pintura, serão colocadas as canoplas
cromadas.
•
Todos os aparelhos, equipamentos e tubulações deverão ser devidamente
testados segundo as normas da ABNT, sendo de responsabilidade exclusiva
da CONSTRUTORA e deverão ser feitos na presença da FISCALIZAÇÃO.
A CONSTRUTORA deverá instalar todos os equipamentos necessários à realização
dos testes, bem como fornecer material e mão de obra para a execução dos mesmos.
A CONSTRUTORA será responsável por todas as conseqüências relativas aos testes,
devendo proceder a reposição imediata de todos os materiais e equipamentos que possam
ser avariados durante a fase de testes.
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Água Fria
Toda a rede foi dimensionada e deverá ser executada de acordo com as
especificações da NBR 5626 da ABNT.
Todas as tubulações e conexões serão executadas em PVC, soldável rígido, marrom,
classe 12, tipo ponta e bolsa para os tubos, e bolsa para as conexões de acordo com as
especificações NBR 5648 da ABNT, em cloreto de polivinila não plastificado, por aditivos, por
extrusão.
A distribuição de Água Fria será oriunda
banheiros.
dos reservatórios situados na laje dos
As colunas, ramais e sub-ramais, deverão ser executados conforme projeto, os quais
foram dimensionados, levando-se em consideração velocidade, vazão, perda de carga e
pressão mínima sempre obedecendo aos limites permitidos para a instalação em questão. As
colunas de alimentação terão registros de gaveta, setorizando um agrupamento de unidades
de consumo (banheiros, cozinhas, etc.) e, quando necessário, em cada unidade de consumo,
visando favorecer manobras em eventuais manutenções.
Internas à edificação
Água fria – tubulações
A rede de água fria deverá ser em tubulação de PVC rígido, soldável, nos diâmetros
especificados em projeto.
As conexões deverão ser em PVC rígido soldável, exceto nos locais de saídas para
torneiras, onde serão em PVC rígido soldável com rosca e bucha de latão (série azul), com
anel metálico de reforço.
Os diâmetros serão conforme especificado nos projetos.
Água fria – registros e válvulas
Serão nos locais, diâmetros e tipos especificados em projeto.
No caso de registros e válvulas, não será admitida improvisações, na colocação da
canopla, para ajuste de altura do acabamento. O "Empreiteiro" deve atentar para que o nível
dos registros (em relação à parede acabada) deve ficar exato para receber manoplas e/ou
demais acabamentos, sem emendas ou quaisquer outras improvisações.
Torneiras
As torneiras serão em metal, cromadas.
Devem ser localizadas e nos diâmetros especificados nos projetos de instalações
hidráulicas.
Esgoto Sanitário
Internas Esgoto
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A instalação de esgoto sanitário deverá ser executada como projetado, de modo a
atender as exigências técnicas mínimas, em caimentos, seções e peças de conexão,
permitindo assim um fácil escoamento. Até a rede existente.
O traçado da tubulação deverá ser executado de forma a ser o mais retilíneo possível,
evitando-se mudanças bruscas de direção.
A captação dos esgotos sanitários serão por tubos e conexões indicados em Projeto,
no que se refere a bitola, tubo e localização todo o esgoto secundário será ligado primeiro à
caixa sifonada, protegendo assim o ambiente interno contra o retorno de gases. Nos locais
onde o esgoto secundário está ligado ao esgoto primário o fecho hídrico será protegido por
tubo ventilador que deverá estender-se no mínimo 30 cm acima do telhado.
Em toda a mudança de direção dos tubos coletores enterrados foram previstas caixas
de inspeção. Como observado na NBR 8160 da ABNT. Deverão ser executados respeitando
as declividades mínimas especificadas em projeto.
•
As colunas de ventilação foram dimensionadas em função do número de
aparelhos utilizados, e serão executados de acordo com o projeto.
•
As caixas sifonadas e ralos secos, serão cilíndricos de PVC rígido EB-608,
com grelha e porta grelha cromada nas dimensões indicadas em projeto.
•
Todas as tubulações e conexões serão executadas em PVC rígido branco, tipo
ponta lisa com luva simples para tubos e luva para as conexões, em cloreto de
polivinila não plastificado, com aditivos por extrusão, fabricados conforme NBR
5688 da ABNT.
Esgotos e Ventilação - tubulações
A rede de esgoto deverá ser em tubulação, conexões em PVC rígido, nos diâmetros
especificados em projeto.
Esgotos e Ventilação – complementares
As caixas sifonadas serão conforme localização, tipos e dimensões informados em
projeto.
Todas as caixas sifonadas devem ser em corpo monobloco, com anel de fixação do
porta grelha, e grelha metálica. O sifão deverá ser dotado de plug para inspeções e limpezas.
No caso de necessidade do uso de prolongamentos, estes devem ser de mesmo diâmetro e
marca da caixa sifonada, sendo inseridos entre o corpo e o anel de fixação do porta grelha.
O corte das entradas e saída da caixa sifonada deve ser feito com o uso de ferramenta
específica para esse fim. Essa ferramenta consiste em uma serra tipo “copo” no exato
diâmetro da entrada ou saída.
Esgoto externo
Todo esgoto dos laboratórios serão escoados até uma fossa séptica. Após a fossa
séptica o esgoto primário será encaminhado para um filtro anaeróbio situado ao lado da fossa
séptica, conforme projeto. A partir deste tratamento o escoamento líquido sofrerá um
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tratamento de desinfecção através da cloração por pastilhas, situado na saída do filtro
anaeróbio, e em seguida encaminhado à rede de águas pluviais. Os demais esgotos sanitários
serão encaminhados para a rede de esgoto existente.
11.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
11.1.
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, Projeto Executivo de Instalações Elétricas, obedecendo
às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes, assim como as exigências da
concessionária local e recomendações dos fabricantes.
11.2.
INSTALAÇÕES
Deverão ser executadas as instalações elétricas para atender as necessidades da
edificação.
As instalações de infraestrutura deverão ser ocultas nos ambientes de trabalho e de
circulação. Portanto, serão em parte embutidas na alvenaria ou fixadas à laje acima do forro
por meio de acessórios galvanizados.
Todas as instalações de infraestrutura serão executadas com todos os componentes
cuidadosamente ajustados em posição e firmemente ligados às estruturas de suporte,
formando um conjunto satisfatório e de boa aparência.
Todos os eletrodutos e caixas serão instalados alinhados, nivelados e em perfeito
esquadro com as superfícies de paredes, teto e piso.
As caixas e gabinetes de equipamentos serão instalados com utilização de nível de
pedreiro.
Os cabos condutores serão em cobre com isolamento em PVC ou XLPE, nos
diâmetros informados no Diagrama Unifilar do projeto e deverão atender a NBR 5410.
Serão adotadas como padrão as seguintes alturas das caixas e quadros instalados na
parede, sendo que todas as alturas referem-se ao centro das caixas e ao piso acabado:
•
•
•
•
tomadas médias (110 cm)
tomadas baixas (30 cm)
tomadas altas (220 cm)
Quadro de Distribuição (130 cm)
Especial atenção deverá ser dada ao nivelamento e ao alinhamento das caixas 4x2” e
4x4”, para que, na conclusão dos trabalhos, todos os pontos de saída estejam nivelados e em
perfeito esquadro com aberturas e paredes.
Todos os condutores deverão ser identificados em ambas as extremidades (quadros e
tomadas).
Materiais Indicados:
• Eletrodutos
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- Eletroduto de PEAD (polietileno de alta densidade), seção circular, com corrugação helicoidal
e impermeável, acompanhado de terminais e conexões, conforme normas NBR 13897, NBR
13898, NBR 14692. Referência: marca Kanalex ou equivalente.
- Eletroduto rígido em PVC com curvas, buchas, arruelas, luvas, cotovelos e abraçadeiras,
encaixe com pressão normal, não propagador de chamas (autoextinguível), na cor bege, sem
rosca, conforme norma NBR 15465, resistência à ruptura classe B. Referência: marca Wetzel
ou equivalente. Aplicação: infraestrutura do entreforro, tubulações enterradas ou aparentes.
- Eletroduto flexível corrugado em PVC com luvas, não propagador de chamas
(autoextinguível), conforme norma NBR 15465, classes Leve (paredes) e Média (lajes e
paredes). Referência: Tigre ou equivalente. Aplicação: Infraestrutura embutida em alvenaria e
lajes.
• Caixas de Passagem
- Caixa de passagem em PVC, não propagador de chamas (autoextinguível), conforme norma
NBR 15465, resistência à ruptura classe B. Referência: Tigre ou equivalente.
• Acessórios de Fixação
- Braçadeiras de união horizontal, vergalhão com rosca total, arruelas, porcas sextavadas,
parafusos, buchas em aço tratado zincado, acabamento bicromatizado ou inox. Referência:
marca Mopa ou equivalente.
• Tomadas
- Tomada 16A/250v com espelho na cor branca, conforme NBR 14136. Referência: Linha Pial
Plus, da Pial Legrand ou equivalente.
• Interruptores
- Interruptor 10A/250v com espelho em PVC na cor branca. Referência: Linha Pial Plus, da
Pial Legrand ou equivalente.
• Luminárias
Luminária de sobrepor corpo e chapa em aço pintado na cor branco, com difusor acrílico
translúcido para 4 lâmpadas fluorescente de 16W
• Lâmpadas
- Lâmpada Fluorescente tubular 16W para reator eletrônico, Temperatura de cor de 4000K,
fluxo Luminoso de 1200 lumens. Referência: linha Fluorescente Tubular T8, código
FO16W/840, da Osram ou equivalente. Aplicação: nas luminárias de embutir, de comprimento
igual a 590 mm.
• Plugues
- Plugue compacto de termoplástico, 2P+T, 10A /250v. Referência: linha Tec, cód. PRM 8428
BR, da Prime ou equivalente. Aplicação: nas luminárias embutidas.
• Reatores
- Reator eletrônico AFP (alto fator de potência) para lâmpadas fluorescentes tubulares,
máxima variação de tensão de alimentação +/- 10%, freqüência de rede de 50 ou 60 Hz,
temperatura de operação até 50º C, partida das lâmpadas ultrarápida, freqüência de
funcionamento de 35 a 65 kHz, economia no consumo de energia de até 30%, conforme
normas NBR 14417 e NBR 14418. Referência: linha Fluortronic, da Osram ou equivalente.
13
• Quadro de Distribuição
- Quadro de embutir para disjuntores padrão DIN, IP 40 – IK 07, classe II, conforme norma
NBR IEC 62.208, autoextinguível, executado em aço carbono, com pintura de poliéster
eletrostática a pó e tratamento anticorrosivo através de banho químico tanto na caixa como na
porta metálica desmontáveis com trinco, com barras de neutro e terra, com bornes de entrada,
pentes de alimentação e demais conexões, capacidade e dimensões conforme cada quadro
especificado em projeto. Referência: CEMAR ou equivalente.
• Dispositivos de Proteção
- Disjuntores termomagnéticos certificados conforme norma NBR NM 60898/2004, com a
função de proteger os circuitos contra sobrecorrente. Serão unipolares com corrente nominal
de 16A, 25A e 40A, frequência de funcionamento de 50/60 Hz. Referência: linha UNIC DIN, da
Pial Legrand ou equivalente. Aplicação: no Quadro de Distribuição.
- Dispositivos de proteção contra surtos de 20 KA, frequência de funcionamento de50/60 Hz,
com a função de proteger equipamentos eletro-eletrônicos contra sobretensões na rede
elétrica. Referência: marca Pial Legrand ou equivalente. Aplicação: no Quadro de Distribuição.
• Condutores
- Cabos elétricos flexíveis, diâmetro 2,50 mm², diâmetro 4,00 mm², diâmetro 6,00 mm²,
material condutor cobre, isolamento em PVC, tensão de 750V, certificação ISO 9001,
conforme NBR NM 2470-3 e cabos elétricos flexíveis do tipo “cordplast”/”sintenax”, diâmetro 3
# 2,5 mm ², material condutor cobre, isolamento em XLPE, tensão 0,6/1 Kv, certificação ISO
9001, conforme NBR 7285. Serão nas cores Preto (fase 1 ou R), Cinza (fase 2 ou S),
Vermelho (fase 3 ou T), Azul (neutro), Verde Escuro (terra), Branco (retorno). Isolamento em
XLPE. Referência: marca Prysmian ou equivalente. Aplicação: nas instalações.
• Fita Isolante
- Fita isolante autoextinguível, tensão disruptiva de 7000V, resistência à isolação de 50000
Mohm, espessura 0,125 mm e largura de 19,0 mm. Referência: marca Tigre ou equivalente.
Aplicação: emendas nos condutores.
12.
ESQUADRIAS E FERRAGENS
12.1 CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, projetos executivos e o Memorial Descritivo,
obedecendo às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes.
12.1.1 PORTAS DE MADEIRA
As portas internas deverão ser de madeira sarrafeada (e = 35 mm), de Cambara, sem nós
ou fendas, não ardida, isenta de carunchos ou brocas. Os batentes (marcos) e guarnições e
alisares de 7 cm, não poderão apresentar empenamentos, deslocamentos, rachaduras,
lascas, desigualdades na madeira, entre outros defeitos. Os montantes e travessas serão de
madeira de lei certificada, maciça, e em largura suficiente para permitir o embutimento de
fechaduras e dobradiças.
Materiais Indicados
• Fechadura do tipo interna de 5 pinos, com acabamento cromado acetinado,
maçaneta do tipo alavanca, rosetas e espelho em latão com acabamento cromado acetinado.
Referência: Conjunto 515, da La Fonte ou equivalente.
14
• Fechadura do tipo banheiro de 5 pinos, com acabamento cromado acetinado,
maçaneta do tipo alavanca, rosetas e espelho em latão com acabamento cromado.
Referência: Conjunto 515, da La Fonte ou equivalente.
• Dobradiças tipo anel e bola em latão, com acabamento cromado acetinado, de 3” x 2
½”, sendo 3 unidades por folha. Referência: Dobradiças 85 reforçadas com anéis da La Fonte
ou equivalente. Aplicação: portas de madeira (P8 e P9).
12.3.
ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO
Serão instaladas nas paredes das fachadas esquadrias de ferro, seguindo os modelos
existentes , na cor preto, do tipo maxim-ar e vidro mini boreal.
Para as portas de alumínio que serão instaladas, deverão seguir o Projeto de
esquadrias para sua execução, utilizando alumínio da linha Gold ou equivalente.
Materiais Indicados
• Perfil de alumínio anodizado com acabamento fosco, cor preto. Referência: Linha
Gold, da Alcoa ou equivalente. Aplicação: Esquadrias de alumínio
• Dobradiças em alumínio, com acabamento anodizado preto polido, sendo 3 unidades
por folha. Referência: Dobradiça Inova 7000, código DOBINOVA, da Udinese ou equivalente.
Aplicação: porta de alumínio
13.
VIDROS
13.1.
CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, Projeto Executivo de Arquitetura e o Memorial
Descritivo, obedecendo às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais pertinentes.
13.2 VIDRO LISO COMUM
Nas esquadrias será utilizado vidro comum incolor 4 mm.
Material Indicado:
• Vidro comum liso incolor de espessura igual a 4mm. Referência: Cebrace ou
equivalente.
13.3.
ESPELHOS
Deverão ser instalados nos sanitários espelhos retangulares (60 cm x 80 cm), com
bisotê de 2 cm nas bordas, fixados com botonetes cromados na alvenaria.
Materiais Indicados
• Espelho incolor 4 mm. Referência: Linha Optimirror Plus, da Cebrace ou equivalente.
• Fixador de espelhos. Referência: Fixa Espelho, da Cebrace ou equivalente.
13.4.
VIDRO TEMPERADO
Deverão ser instalados nas portas externas de vidro temperado 10mm, incolor com
dimensões conforme projeto com porta de abir.
15
14.
APARELHOS SANITÁRIOS
14.1. CONDIÇÕES GERAIS
Serão conforme estas especificações, Projetos Executivos de Arquitetura e Projeto de
Instalações Hidrossanitárias, obedecendo às normas da ABNT atinentes ao assunto e demais
pertinentes, assim como as recomendações dos fabricantes.
14.2. LOUÇAS
• Lavatório , cor branco e acessórios para fixação com acabamento cromado.
Referência: Código L 903 – GE 17, da Deca ou equivalente. Aplicação: Sanitários
• Bacia convencional , cor branco gelo e acessórios para fixação com acabamento
cromado. Referência: linha Vogue Plus, código CP 51 – GE 17, da Deca ou equivalente.
14.3. METAIS
• Misturador BELLE EPOQUE, acabamento cromado. Referência: DECA ou
equivalente. Aplicação: sanitários.
• Torneira de parede para tanque com arejador, acabamento cromado. Referência:
linha Standard, código 1154 C39, da Deca ou equivalente. Aplicação: DML.
14.4. COMPLEMENTOS
• Caixa de descarga de embutir para alvenaria, de acionamento frontal, componentes
e acessórios para fixação com acabamento cromado. Referência: linha Deficiente Físico e
Idoso, cód. M 9000, da Montana ou equivalente. Aplicação: sanitário PNE.
• Sifão copo em PVC 1¼”, com fecho hídrico e saída e entrada regulável. Referência:
linha Sifão Mobylle Copo Multiuso, código 26901600, da Tigre ou equivalente. Aplicação:
lavatórios dos sanitários.
• Sifão copo em PVC 1½”, com fecho hídrico e saída e entrada regulável. Referência:
linha Sifão Mobylle Copo Multiuso, código 26901600, da Tigre ou equivalente. Aplicação:cuba
da copa.
• Anel de vedação para bacia sanitária. Referência: Linha Decanel, da Deca ou
equivalente. Aplicação: sanitários.
• Válvula de escoamento 1¼”, acabamento cromado e tampa plástica. Referência:
código 1602 C PLA, da Deca ou equivalente. Aplicação: cubas e lavatórios dos sanitários.
• Engate Flexível 40 cm com acabamento cromado. Referência: código 4606 C 040,
da Deca ou equivalente. Aplicação: sanitários e copa.
14.5. BANCADAS EM GRANITO
• Bancada e roda pia em granito polido, cor conforme especificação em projeto,
espessura 2 cm, com cuba embutida em rebaixo na pedra. Aplicação: copa e banheiros
14.6. ACESSÓRIOS
• Assento sanitário em MDF, cor branca e acessórios para fixação com acabamento
cromado. Referência: linha VOGUE PLUS, da Incepa ou equivalente. Aplicação: sanitários.
• Grelha redonda em PVC (100 mm), acabamento cromado. Referência: código
27511007, da Tigre ou equivalente. Aplicação: caixas sifonadas das instalações sanitárias de
esgoto.
15. COBERTURA
15.1
CONDIÇÕES GERAIS
16
.15.2 MADEIRAMENTO
O madeiramento do telhado deve ser executado em madeira de CAMBARÁ,
na cor natural, seca e selecionada, sem nós ou rachaduras fixadas com pregos.
As emendas das vigas devem ser feitas com encaixes.
A estrutura de madeira deve ser tratado com pintura imunizante.
Materiais Indicados:
Madeiras de Cambará ou similar.
Pintura imunizante : REF. Jimo Cupim, da Jimo ou similar
15.3 TELHAMENTO
Deverão ser utilizadas telhas metálicas Aluzinco, onduladas.
As cumeeiras deverão ser executadas com o mesmo material das telhas.
Material Indicado
Telha Caletão de fibrocimento, conforme a existente
16.
LIMPEZA DA OBRA
Os serviços de limpeza dos materiais aplicados devem ser feitos de acordo com as
recomendações dos fabricantes.
•
Deverá ser demolido o barraco de obras existente.
•
Após a conclusão dos serviços, a obra deverá ser entregue completamente limpa,
com todos os elementos de alvenaria, revestimentos cerâmicos, azulejos, vidros e
aparelhos sanitários limpos e cuidadosamente lavados, de modo a não danificar
outras partes da obra.
•
Haverá especial cuidado em se remover quaisquer detritos ou salpicos de
argamassa endurecida das superfícies, assim como todas as manchas e salpicos de
tinta.
•
As instalações elétricas, hidráulicas e drenagem pluvial deverão ser entregues
devidamente testadas e em perfeito estado de funcionamento.
•
Os entulhos, restos de materiais, andaimes e outros equipamentos de obra devem
ser totalmente removidos.
17
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MEMORIAL DESCRITIVO - Colégio Militar de Curitiba