DELANDER DA SILVA NEIVA (Org.)
MANUAL DE NORMATIZAÇÃO DE TRABALHOS
TÉCNICO--CIENCITÍFICOS
TÉCNICO
CIENCITÍFICOS
Faculdade Atenas
5ª EdiçãAMERICAN
TEXTo
Revisada
&
Ampliada
PARACATU-MG
2009
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO .................................................................................................................... 3
1 TRABALHOS MONOGRÁFICOS: TESES, DISSERTAÇÕES E OUTROS ............ 5
1.1 DEFINIÇÕES ................................................................................................................. 5
1.2 ESTRUTURA ................................................................................................................ 6
1.2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ............................................................................... 7
1.2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS ...................................................................................... 19
1.2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS ............................................................................. 20
2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS MONOGRÁFICOS E ACADÊMICOS ........................................................................................................................... 24
3 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA .................................................................................. 29
3.1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO .............................................................. 29
4 RESUMO, RESENHA E RECENSÃO ......................................................................... 31
4.1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO .............................................................. 31
4.2 EXEMPLO DE RESUMO INDICATIVO ................................................................. 33
4.3 EXEMPLO DE RESUMO INFORMATIVO ........................................................... 33
4.4 RESENHA E RECENSÃO (RESUMO CRÍTICO) .................................................. 34
4.4.1 TIPOS DE RESENHA .............................................................................................. 34
4.4.2 ESTRUTURA DA RESENHA CIENTÍFICA ........................................................ 34
4.5 MODELO DE RESENHA OU RECENSÃO (RESUMO CRÍTICO) ..................... 35
5 FICHAMENTO ............................................................................................................... 37
5.1 ASPECTOS FÍSICOS .................................................................................................. 37
5.2 ESTRUTURA DAS FICHAS ...................................................................................... 37
5.3 CONTEÚDO DAS FICHAS ........................................................................................ 40
5.3.1 FICHA BIBLIOGRÁFICA ...................................................................................... 40
5.3.2 FICHAS DE CITAÇÕES – TRANSCRIÇÕES (NBR – 10520) ............................ 41
5.3.3 FICHAS DE RESUMO OU DE CONTEÚDO ....................................................... 42
5.3.4 FICHAMENTO DE ESBOÇO ................................................................................. 43
5.3.5 FICHA DE COMENTÁRIO OU ANALÍTICA ..................................................... 43
5.3.6 FICHAMENTO INFORMATIZADO ..................................................................... 44
5.3.7 TIPOS DE FICHAS DE MANZO ............................................................................ 44
5.4 EXEMPLO DE FICHAS ............................................................................................. 45
6 CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS .................................................................................. 48
6.1 CITAÇÕES DIRETAS ................................................................................................ 48
6.1.1 CITAÇÕES LONGAS (Mais de três linhas)........................................................... 48
6.1.2 CITAÇÕES CURTAS (TEXTO COM ATÉ 3 LINHAS) ..................................... 48
6.2 CITAÇÕES INDIRETAS OU LIVRES ..................................................................... 49
6.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO ........................................................................................... 49
7 NOTAS DE RODAPÉ ..................................................................................................... 50
7.1 TIPOS DE NOTAS DE RODAPÉ .............................................................................. 50
7.1.1 BIBLIOGRÁFICAS ................................................................................................. 50
7.1.2 EXPLICATIVAS ....................................................................................................... 50
7.2 APRESENTAÇÃO E LOCALIZAÇÃO .................................................................... 50
8 REFERÊNCIAS ............................................................................................................. 52
REFERÊNCIAS ................................................................................................................ 99
3
INTRODUÇÃO
O espaço da Academia é um novo mundo, o reino do desvelamento, das contradições, do emergir dialético, do conflito dos opostos, do sair de onde se estava, da construção e
reconstrução infinita de percepções, em síntese, a academia é o campo de trabalho reservado
para se fazer o novo, o inédito, para elaborar o pensamento divergente (criativo).
Podemos comparar a Academia com a fornalha que desintegra as velhas percepções, trabalha na desconstrução do homem virtual e de cujas cinzas ressurge o novo homem,
consciente de sua inserção, participação e comunhão com o micro, meso e macrocosmo.
Ao ingressarmos no novo mundo, iniciamos nossos primeiros passos em direção a
produção do conhecimento e aos poucos deixamos de ser o homem elaborado, construído pelo
outro, para transformarmo-nos em pesquisadores, organizando ideias e novas percepções,
passando a ver o mundo por diversos ângulos, deixamos de viver em uma dimensão para vivermos em níveis pluridimensionais. Aos poucos vamos passando por transformações imperceptíveis e o dogmatismo é transmutado na capacidade de percebermos que o ser humano
possui a capacidade de transcender o cotidiano, elaborando novos campos de convivência
fundamentados na comunhão entre as pessoas, eliminando o despotismo ou o conviver patológico.
A reformulação constante superando o ideal da tribo possui como causa o estudo
contínuo, o surgimento das dúvidas e pesquisas que possam dar respostas às nossas problemáticas. Através das pesquisas as nossas pré-compreensões são substituídas por um novo entendimento que necessita de constante reformulação. O caminhar consiste, justamente, nas formulações e reformulações de nossas percepções através da pesquisa.
A pesquisa em si, realizada em vários níveis, exige um método específico, um
processo apropriado e um tipo de estudo característico para que seja aceita no universo acadêmico. A pesquisa pronta deve ser analisada e aceita pelos intelectuais, exigindo normas
estruturais de apresentação do trabalho elaborado. A inobservância do método, do processo,
do tipo de estudo e da estrutura invalida o trabalho desenvolvido.
As exigências metodológicas, no primeiro momento, despontam como antagônicas ao processo de elaboração do novo, pois, associamos o ato criativo do ser humano a uma
conduta intelectual de plena liberdade, de rompimento ao existente, de oposição as normas
que limitam a plena criatividade. No entanto, o processo de renovação não é caótico, possuindo uma teleologia, axiologia e harmonia entre as partes. A desconstrução e reconstrução são
4
polaridades existentes no interior de uma unidade, não são opostas e sim complementares.
Todo processo de ampliação de consciência é realizado dentro de um sistema que possui como características basilares à harmônica e organização plena.
Diante do exposto, colocamos a disposição dos docentes e discentes o “Manual de
Metodologia” com o objetivo de facilitar o processo de desconstrução e reconstrução do conhecimento. O manual, elaborado pelo nosso eminente professor pesquisador Delander da
Silva Neiva, incansável investigador da metodologia científica, é uma fonte bibliográfica segura para o desenvolvimento dos nossos trabalhos acadêmicos.
O referido manual deve fazer parte integrante de nossa vida acadêmica, sendo
constantemente consultado para que possamos atingir o grau de excelência e no amanhã muito
próximo possamos apresentar os resultados de nossas pesquisas nas monografias de graduação e especialização, dissertação de mestrado, tese de doutorado e pós-doutorado, contribuindo sempre para que tenhamos uma sociedade em que predomine a comunhão.
Prof. Dr Marcos Spagnuolo Souza
Coord. do Núcleo de Pesquisa da Faculdade Atenas
5
1 TRABALHOS MONOGRÁFICOS: TESES, DISSERTAÇÕES E OUTROS
1.1 DEFINIÇÕES
Os trabalhos monográficos constituem o produto de leituras, observações, investigações, dúvidas, reflexões e crítica desenvolvida nos cursos de graduação e pós-graduações.
Tem como marco principal a abordagem de um tema único (mónos = um só e graphein = escrever).
Para Marconi e Lakatos (1990:205), monografia é:
Um estudo sobre um tema específico ou particular, com suficiente valor representativo e que obedece à rigorosa metodologia. Investiga determinado assunto não só em
profundidade, mas em todos os seus ângulos e aspectos [. . .]. Contribuição Importante, original e pessoal para a ciência.
Definições elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnica (ABNT)
(2002:3):
Trabalho de conclusão de curso (TCC), trabalho de graduação interdisciplinar (TGI) e
trabalho de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento e outros: documento que representa o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do
assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa e outros ministrados. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador.
Dissertação e teses constituem o produto de pesquisa desenvolvida em cursos de
pós-graduação – mestrado e doutorado. Segundo ABNT (2002:2)
Dissertação: documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou
exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em
sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando à obtenção do título de mestre.
Tese: documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único bem delimitado. Deve ser elaborado com
base em investigação original, constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa à obtenção do título de doutor ou similar.
6
1.2 ESTRUTURA
As dissertações e teses podem ser compostas das seguintes partes estruturais:
•
•
•
•
•
•
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•
•
•
•
•
•
•
•
Capa
Lombada (opcional)
Folha de rosto
Errata (opcional)
Folha de aprovação
Dedicatória(s) (opcional)
Agradecimento(s) (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo da língua vernácula
Resumo em língua estrangeira
Lista de ilustrações (opcional)
Lista de tabelas (opcional)
Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Lista de símbolos (opcional)
Sumário
Textuais
•
•
•
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
Pós-textuais
•
•
•
•
•
Referências
Glossário (opcional)
Apêndice(s) (opcional)
Anexo(s) (opcional)
Índice(s) (opcional)
Elementos
Pré-textuais
FIGURA 1 – Estrutura das monografias, dissertações e teses.
Observação: Os elementos apresentados em negrito caracterizam-se como o obrigatório à publicação.
O trabalho acadêmico é a primeira experiência de um relato científico e constituise numa preparação metodológica para futuros trabalhos de investigação. Por este motivo sua
estrutura assemelha-se à das dissertações e teses, podendo restringir-se aos elementos considerados essenciais, desta forma, estes podem ser compostos das seguintes partes estruturais:
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•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Capa
Folha de rosto
Errata (opcional)
Folha de aprovação
Dedicatória(s) (opcional)
Agradecimento(s) (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo da língua vernácula
Lista (opcional)
Sumário
Textuais
•
•
•
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
Pós-textuais
•
•
Referências
Anexo(s) (opcional)
Elementos
Pré-textuais
FIGURA 2 – Estrutura de trabalhos acadêmicos.
Observação: Os elementos apresentados em negrito caracterizam-se como o obrigatório à publicação.
1.2.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
a) Capa: proteção externa do trabalho e sobre a qual se imprimem as informações
indispensáveis à sua identificação. Constitui em um elemento obrigatório, onde as informações são transcritas na seguinte ordem:
- nome da instituição (opcional);
- nome do autor;
- título;
- subtítulo, se houver;
- número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada capa a especificação do respectivo volume);
- local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado;
- ano de depósito (da entrega).
8
FACULDADE ATENAS
CURSO DE DIREITO
PERÍODO: 1º
TURMA: ALFA – MATUTINO
DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA
PROFESSOR: DELANDER DA SILVA NEIVA
MARCOS ROBERTO GONÇALVES
MAIOR EFICIÊNCIA NOS ESTUDOS
MAIOR EFICIÊNCIA NOS ESTUDOS
(Conclusão)
(Conclusão)
Por:
Benhur Jorge Silva
Bruno Braz Machado
Dimas Noé Pinto Gonçalves
Geraldo Magela Vieira
Marcos Roberto Gonçalves
Metodologia do Trabalho Científico e da Pesquisa Científica
Período: 1º Turma – Alfa Matutino
1º Sem. /2009
Professor: Delander da Silva Neiva
Paracatu - MG
2009
FIGURA 3 – Capa de trabalho Acadêmico – Mod. Tradicional – mais de
três Integrantes no grupo.
Faculdade de Direito – Atenas
FIGURA 4 - Capa de trabalho Acadêmico – Até três integrantes
no grupo.
b) Lombada: Elemento opcional, onde as informações devem ser impressas, conforme a NBR 12225:
- nome do autor, impresso longitudinalmente e legível do alto para o pé da lombada. Esta forma possibilita a leitura quando o trabalho está no sentido horizontal,
com a face voltada para cima;
- título do trabalho, impresso da mesma forma que o nome do autor;
- elementos alfanuméricos de identificação. Exemplo: v.2.
Luiz Pilla Vares
Socialismo
FIGURA 5 – Lombada ou dorso da publicação
9
c) Folha de rosto: folha que contém elementos essenciais para a identificação do
trabalho,elemento obrigatório, devendo ser apresentada conforme segue:
- Anverso da folha de rosto: os elementos devem figurar na seguinte ordem:
- nome do autor: responsável intelectual do trabalho;
- título principal do trabalho: deve ser claro e preciso,identificando o seu conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação;
- subtítulo: se houver, deve ser evidenciada a sua subordinação ao título principal, precedido de dois-pontos;
- número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada folha de
rosto a especificação do respectivo volume);
- natureza:
- tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e outros,
- objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros),
- o nome da instituição a que é submetido,
- área de concentração.
- nome do orientador e, se houver, do co-orientador;
- local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado;
- ano de depósito (da entrega).
- verso da folha de rosto: deve conter a ficha catalográfica, conforme o código
de catalogação Anglo-Americano vigente.
10
MARCOS ROBERTO GONÇALVES
AS TEORIAS ECONÔMICAS: Uma Visão
Introdutória
Monografia apresentada ao Departamento de Ciências Econômicas da Faculdade de Ciências Econômicas da
Universidade Federal de Minas Gerais
como requisito parcial para obtenção
do título de Bacharel em Ciências Econômicas.
Orientador: William Ricardo de Sá
F481 P Figueiras, Cristina Almeida Cunha.
1986
Práticas educativas no movimento popular: a
experiências das mulheres do Bairro Industrial.
– Belo Horizonte: UFMG/FAE, 1986.395 p.
Dissertação (mestrado) UFMG. FAE.
Belo Horizonte - MG
Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG
2009
1 MULHER – EDUCAÇÃO. I. Título
CDU:396:37
FIGURA 4 – Frente da folha de rosto – Trabalho Acadêmico.
FIGURA 5 – Verso da folha de rosto.
d) Errata: lista das falhas e linhas em que ocorrem erros, seguidos das devidas
correções. Elemento opcional que deve ser inserido logo após a folha de rosto, constituído
pela referência do trabalho e pelo texto da errata e disposto da seguinte maneira:
Exemplo:
Folha
32
80
Linha
3
8
ERRATA
Onde se lê
publiacao
acao
leia-se
publicação
ação
e) Folha de aprovação: elemento obrigatório, colocado logo após a folha de rosto, constituído pelo:
- nome do autor do trabalho;
- título do trabalho e subtítulo (se houver);
- natureza;
- objetivo;
- nome da instituição a que é submetido;
11
- área de concentração;
- data da aprovação;
- nome, titulação e assinatura dos componentes da banca examinadora e instituições a que pertencem;
- a data de aprovação e assinaturas dos membros componentes da banca examinadora são colocada após a aprovação do trabalho.
MARCOS ROBERTO GONÇALVES
AS TEORIAS ECONÔMICAS: Uma Visão Introdutória
Monografia apresentada ao Departamento de Ciências Econômicas da Faculdade
de Ciências Econômicas da Universidade
Federal de Minas Gerais como requisito
parcial para obtenção do título de Bacharel em Ciências Econômicas.
Orientador: William Ricardo de Sá
Banca Examinadora:
Belo Horizonte - MG, 27 de fevereiro de 2009.
_____________________________________________________
Prof. Dr. André da Silva Mendes
_____________________________________________________
Prof. Dr. João Antônio de Castro
____________________________________________________
Prof. Dr. Sérgio Valmor Barbosa
FIGURA 6 – Folha de aprovação – Monografia, dissertação e tese.
12
f) Dedicatória: Folha onde o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho. Elemento opcional, colocado após a folha de aprovação.
Dedico aos meus pais, pelo estímulo, carinho e compreensão, pessoas realmente maravilhosas em minha vida, que em nenhum momento
negaram auxílio, amor e carinho para mim, que
nos momentos mais difíceis somaram suas experiências e me fizeram crer que na vida só se vence através da união e do amor incondicional. Dedicação eterna a vocês será o meu lema. Vocês
são meu exemplo de vida.
FIGURA 7 – Folha de dedicatória.
13
g) Agradecimento: Folhas onde o autor faz agradecimentos dirigidos àqueles que
contribuíram de maneira relevante à elaboração de trabalho. Elemento opcional, colocado
após a dedicatória.
Agradeço primeiramente a Deus, presença
constante em minha vida, razão maior de poder estar concluindo este curso.
Ao meu esposo, por sua paciência neste período do curso em que fiquei distante de Paracatu,
obrigada por cada palavra de incentivo e pela presença forte nos meus momentos de ausência.
Aos meus pais, pelo apoio e dedicação para
comigo. Obrigada por me ajudarem na realização
deste curso.
Agradeço também ao professor Dr. Sérgio
Valmor Barbosa, pelo seu exemplo de vida e dedicação. Obrigada por exigir tanto de mim, isso me
faz tornar melhor do que sou. Valho-me de sua sabedoria e amizade constantes
FIGURA 8 – Folha de agradecimento
14
h) Epígrafe: texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de complementar sua
argumentação, prejuízo da unidade nuclear do trabalho. Elemento opcional, colocado após os
agradecimentos. Podem também constar epígrafes nas folhas de abertura das seções primárias.
Sempre que nos recusamos ser vencidos por alguma nova concepção impressionante, nascida das profundezas da nossa imaginação pelo impacto de um símbolo eterno, estamos privando a nós
mesmos dos frutos de um encontro com a sabedoria
dos milênios.
Heinrich Zimmer (s.d.).
FIGURA 9 – Epígrafe.
15
i) Resumo na língua vernácula: apresentação concisa dos pontos relevantes de
um texto, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo e das conclusões do trabalho. Elemento obrigatório, constituído de uma sequência de frases concisas e objetivas e não de uma
simples enumeração de tópicos, não devendo ultrapassar 500 palavras e seguido, logo abaixo,
das palavras-chave do conteúdo do trabalho e/ou descritores, conforme a NBR 6028.
A TRIBUTAÇÃO NO MERCADO VIRTUAL E O DIREITO DA CONCORRÊNCIA
Carlos Eduardo do Nascimento*
RESUMO
Hodiernamente, a tributação tem onerado em muito a aquisição de produtos pelos
consumidores. Isto tem gerado o surgimento da economia informal, promotora da
evasão tributária, levando a uma suposta concorrência desleal.
A globalização do comércio, através da quebra de fronteiras reais pelo mercado
virtual e a criação de novos mercados relevantes geográficos, baseados nesta nova
situação, nos leva à análise a seguir.
A tributação dos tangíveis comercializados no mercado virtual e a impossibilidade
da tributação dos intangíveis negociados através da internet conduzem à criação de
novos paradigmas e situações contrastantes, que afetam sobremaneira o que poderia ser considerado, em outros tempos, concorrência desleal, pois tais produtos não
teriam agregados aos seus custos a carga tributária, tão onerosa para o contribuinte
brasileiro.
PALAVRAS-CHAVE: Tributação. Globalização. Mercado. Concorrência.
___________
* Advogado e Consultor Tributário, Professor Titular de Direito Constitucional na Faculdade Atenas de
Paracatu, Professor do Centro Jurídico Dominis em Uberaba e Uberlândia das disciplinas Direito Tributário e Processo Tributário e Professor de Direito Tributário no UNIPAM – Centro Universitário de Patos de Minas.
FIGURA 10 – Estrutura metodológica do resumo na língua vernácula.
16
j) Resumo na língua estrangeira: Versão do resumo para idioma de divulgação
internacional. Elemento obrigatório, com as mesmas características do resumo em língua vernácula, digitado ou datilografado em folha separada em:
-
Inglês Abstract;
-
Espanhol Resumem;
-
Francês Resumé.
Deve ser seguido das palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores, na língua.
ABSTRACT
Nowadays taxes have made consumption more expensive. This has generated illegal economic practices due to evasion of taxes, which leads to a supposed
disloyal competition.
Commerce globalization by the falling of barriers in the internet market and
the creation of new geographical relevant markets in this brand new situation are
the reason of our following analysis.
The taxation over goods in real and in virtual market and the impossibility
of taxation over intellectual work commercialized in the internet institutes new paradigms and contrasting situations which immensely affect what could be judged
before as uncompetitive practices, as products involved would not have taxes included in their costs, that are so high for brazilian consumers.
Keyword: TAXATION. GLOBALIZATION. ECOMMERCE
FIGURA 11 – Estrutura metodológica do resumo na língua estrangeira.
17
k) Lista de ilustração e tabelas: Elementos opcionais, que deve ser elaborada
de acordo:
-
com a ordem apresentada no texto;
com cada item designado por seu nome específico e ;
acompanhado do respectivo número da página.
No caso específico das listas de ilustrações, recomenda-se a elaboração de lista
própria para cada tipo de ilustração (desenho, esquemas, fluxogramas, fotografias, gráficos,
mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros).
LISTA DE TABELAS
1 Cursos em que os sujeitos da pesquisa lecionaram 1975 – 78..........................223
2 Disciplinas lecionadas pelos sujeitos da pesquisa 1975 - 78.......................... 224
3 Tempo de experiência dos sujeitos da pesquisa no magistério na área de didática..........................................................................................................................227
4 Caracterização da didática considerando-se categorias isoladas......................233
5 Caracterização da didática considerando-se a combinação de categorias........234
6 Áreas do conhecimento que fundamentam o conteúdo atual da didática.........240
7 Significado do domínio do conteúdo da didática para a eficiência do ensino..244
8 Fatores que influenciam a eficiência do ensino além do domínio do conteúdo da
didática................................................................................................................ 245
9 Temas e sub-temas que constituem o conteúdo atual da didática.................... 268
10 Natureza das publicações representativas do conteúdo atual da didática.......271
FIGURA 12 – Lista de tabela.
LISTA DE ILUSTRAÇÕES
1 Capa de livro.......................................................................................................6
2 Lombada de livro................................................................................................9
3 Errata................................................................................................................11
4 Sumário.............................................................................................................12
5 Folha de aprovação...........................................................................................14
6 Folha de rosto de livro......................................................................................15
7 Folha de rosto de periódico..............................................................................18
FIGURA 13 – Lista de Ilustrações.
18
l) Lista de abreviaturas e siglas: elemento opcional, que consiste nas relações alfabéticas das abreviaturas e siglas utilizadas no texto, seguidas das palavras ou expressões
correspondentes grafadas por extenso. Recomenda-se a elaboração de lista própria para cada
tipo.
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
1
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
2
APB – Associação Paulista de Bibliotecária
3
CFE – Conselho Federal de Educação
4
ISSO – International Standartizantion Organization
5
NBR – Norma Brasileira Registrada
6
SISBI – Sistema de Biblioteca
7
UFU – Universidade Federal de Uberlândia
8
UNESCO – United Nations Educational Scientífic And Cultural Organization
FIGURA 14 – Lista de abreviaturas e siglas
m) Lista de símbolos: elemento opcional, que deve ser elaborado de acordo com a
ordem apresentada no texto, com o devido significado.
19
n) Sumário: elemento obrigatório, cujas partes são acompanhadas do(s) respectivo(s) número(s) da(s) página(s). Havendo mais de um volume, em cada um deve constar o
sumário completo do trabalho, conforme a NBR 6027.
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO.................................................................................................13
2 CONTEXTO HISTÓRICO..............................................................................21
3 A REVISTA...................................................................................................... 33
3.1 CONCILIAÇÃO E CHOQUE......................................................................33
3.2 PROJETO IDEOLÓGICO...........................................................................39
3.2.1 OS MODERNISTAS MINEIROS E O PODER POLÍTICO.................41
3.2.2 OS EDITORIAIS DE A REVISTA...........................................................44
3.3 OS TEXTOS E A RETÓRICA.....................................................................51
3.3.1 RETÓRICA PASSADISTA ORTODOXA............................................. 53
3.3.2 RETÓRICA PASSADISTA DE TRANSIÇÃO...................................... 60
3.3.3 RETÓRICA MODERNISTA DE RENOVAÇÃO................................. 64
4 LEITE CRIÔLO...............................................................................................99
4.1 MEXERICA SE CONHECE PELO CHEIRO.......................................... 99
4.2 A IDEOLOGIA CRIOLISTA.................................................................... 107
4.2.1 O RACISMO CIENTÍFICO................................................................... 109
4.3 A RETÓRICA CRIOLISTA.......................................................................131
4.3.1 A METÁFORA DO CRIOLISMO........................................................ 133
5 CONCLUSÃO................................................................................................ 179
REFERÊNCIAS............................................................................................. 187
FIGURA 17 – Modelo de Sumário
1.2.2 ELEMENTOS TEXTUAIS
Constituídos de três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e conclusão.
a) INTRODUÇÃO: Parte inicial do texto, onde devem constar:
- a delimitação do assunto tratado;
20
- objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do
trabalho.
b) DESENVOLVIMENTO: Parte principal do texto, que contém a exposição
ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em função da abordagem do tema e do método.
c) CONCLUSÃO: Parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses.
1.2.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
a) REFERÊNCIA: elemento obrigatório, elaborado conforme a NBR 6023 e será abordado com maior profundidade no capítulo.
REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 6022: Artigo em
publicação periódica científica impressa. Rio de Janeiro, 2003.
______. NBR 6023 : Referências Bibliográficas. Rio de Janeiro, 2002.
______. NBR 6024: Numeração progressiva das seções de um documento. Rio de
Janeiro, 2003.
FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normatização de publicações técnico-científicas.5.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2001.
GALLIANO, Alfredo Guilherme. O Método Científico: Tória e Prática. São LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica.
3.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projeto de Pesquisa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. 3.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
______. Fundamentos de Metodologia Científica. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: A Prática de Fichamentos, Resumos, Resenhas. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
FIGURA 18 – Referências
21
b) GLOSSÁRIO: elemento opcional, elaborado em ordem alfabética.
GLOSSÁRIO
Assemble: (Montador) Um programa que produz um programa em linguagem
objeto, a partir de um programa em linguagem simbólica. Um montador realiza
funções como: tradução dos códigos simbólicos de operação em instruções executáveis pela máquina: atribuição de locações de memória a cálculo ou endereços absolutos, a partir de endereços simbólicos.
Carregador: (Loader) Uma parte do sistema supervisor usada para carregar
programas da biblioteca do sistema para a memória, antes de sua execução.
Compilador: (Compileri) Um programa mais poderoso que o montador. Além
de ser capaz de traduzir, o compilador é capaz de substituir certos comandos de
entrada por grupos de instruções ou sub-rotinas.
Compositor: (Composer) Versão do link-editor para o sistema/4.
Dados ativos: Dados que estão sendo usados, alterados ou referenciados.
Endereço absoluto: (Absolute address) Uma parte do endereço de memória que
serve de base, índice ou endereço inicial para modificação de endereços subseqüentes.
Fase: (Phase) Um módulo ou grupo de módulos que foi processado pelo linkeditor para formar uma rotina executável Exceto em circunstâncias muito especiais uma fase não é relocável.
Fase móvel: (Overlay Phase) Uma fase que é carregada na memória durante a
execução de um programa e substitui por superposição outra fase móvel e/ou é
substituída por outra fase móvel.
FIGURA 19 – Glossário
c) APÊNDICE: elemento opcional. O(s) apêndice(s) é identificado por:
a) letras maiúsculas consecutivas;
b) travessão e pelos respectivos títulos;
c) excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação
dos apêndices, quando esgotadas as 23 letras do alfabeto.
Exemplo:
- APÊNDICE A - Avaliação numérica de células inflamatórias aos quatro dias
de evolução.
22
- APÊNDICE B – Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração.
d) ANEXO: Elemento opcional. O(s) anexo(s) é identificado por:
-
letras maiúsculas consecutivas;
-
travessão e pelos respectivos títulos;
-
excepcionalmente utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação
dos anexos, quando esgotadas as 23 letras do alfabeto.
Exemplo:
- ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração – Grupo de controle I (Temperatura. . .).
- ANEXO B – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas caudas em regeneração – Grupo de controle II (Temperatura...)
ANEXOS A – DATILOGRAFIA / DIGITAÇÃO DO TEXTO
Os trabalhos devem ser datilografados ou digitados em papel branco, de boa
qualidade, formato A-4 (210mm x 297 mm), com fita preta, em uma só face, usandose espaço duplo entre as linhas, fonte tamanho 12. Deve-se evitar as rasuras ou emendas e obedecer às seguintes margens: margens superior e esquerda – 3,5 cm;
margens inferior e direita – 2,5 cm. A NBR-12256 sugere uma margem de 3 cm para
todos os lados da folha.
Modernamente a forma de parágrafo recuado foi abolida. Adota-se a mesma
margem esquerda para todo o texto destacando-se os parágrafos pelo espaçamento
duplo entre eles. Entretanto, a NBR-12256 recomenda o parágrafo a seis toques a
partir da margem esquerda e, para as transcrições, 12 toques. Alguns autores preferem adotar o parágrafo tradicional e formal, a 2 cm da margem esquerda, nos textos
técnicos. O importante é que, ao se adotar um formato, este seja mantido em todo o
trabalho.
Devem ser adotados caracteres do mesmo tipo para todo o trabalho, de forma
a permitir uma melhor legibilidade. Variações tipográficas são permitidas apenas para notas de rodapé, citações textuais e titulações.
Os símbolos, sinais e letras gregas podem ser inseridos a mão, quando se fizer
necessário.
FIGURA 20 – Anexo
23
e) ÍNDICE: lista de palavras ou frases, ordenadas segundo determinado critério,
que localiza e remete para as informações contidas no texto.
ÍNDICE
ABREVIATURAS
Compiladores, editores, adaptadores, 125-126
Entidades coletivas, 112
Expressões latinas, 119-121
Identificação de, 86
Listas, 15, 32, 87
Meses (nomes de), 86, 182
Nomes geográficos, 85-86
Referências bibliográficas, 128
Tabelas, 96
Títulos de publicações, 86, 114-115
Unidades de peso e medidas, 85
Ver também SIGLAS
Acórdãos ver DOCUMENTOS LEGISLATIVOS
ADAPTAÇÕES (Direitos Autorais), 167
ADAPTADORES
Referências bibliográficas, 126
Adendos ver SUPLEMENTOS
AGRADECIMENTOS
Artigos de publicações periódicas, 60
Dissertações e teses, 32
FIGURA 21 – Índice
24
2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DE TRABALHOS MONOGRÁFICOS E ACADÊMICOS
Apresentação gráfica é a forma de estruturação física e visual de um trabalho. Segue os procedimentos desta apresentação:
a) Formato: Os textos devem ser apresentados:
- em papel branco;
- formato A4 (21 cm x 29,7cm);
- digitados ou datilografados na cor preta, com exceção das ilustrações, no anverso das folhas, exceto a folha de rosto.
- O projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho.
b) Tipo de letra: recomenda-se para digitação:
-
a utilização de fonte tamanho 12 para o texto;
-
tamanho menor para citações de mais de três linhas; notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas.
Observação: No caso de texto digitado, para citações de mais de três linhas, devese observar apenas o recuo de 4 cm da margem esquerda.
c) Margem: As folhas devem apresentar margem:
- esquerda e superior de 3 cm; e
- direita e inferior 2 cm.
d) Entradas: início do parágrafo de ser indicado com seis espaços a partir da margem esquerda.
Em citações textuais (transcrições) mais de três linhas usar recuo de 4 cm da margem esquerda para todas as linhas.
Margem direita
3 CM
3 CM
4 CM
Margem inferior
FIGURA 22 – Apresentação gráfica de margens.
2 CM
Margem de citação longa
Margem de início de parágrafo
Margem esquerda
25
2 CM
2CM
26
e) Espacejamento: Todo o texto deve ser digitado ou datilografado, com espaço
duplo.
- As citações de mais de três linhas, as notas, as referências, as legendas das ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetida e a área de concentração devem ser digitados ou datilografados em
espaço simples.
- As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por espaço duplo.
- Os títulos das subseções devem ser separados do texto que os sucede por dois
espaços duplos.
- Na folha de rosto e na folha da separação, a natureza do trabalho, o objetivo, o
nome da instituição a que é submetida e a área de concentração devem ser alinhados do meio
da mancha para a margem direita.
f) As notas de rodapé: devem ser digitadas dentro das margens, ficando separadas
do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm, a partir da margem esquerda.
g) O indicativo numérico de uma seção: precede seu título, alinhado à esquerda,
separado por um espaço de caractere.
h) Os títulos sem indicativo numérico: errata, agradecimentos, lista de ilustrações, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, sumário, referências, glossário,
apêndice, anexo e índice – devem ser centralizados, conforme a NBR 6024.
i) Elementos sem título e sem indicativo numérico: fazem parte desses elementos: a folha de aprovação, a dedicatória e a epígrafe.
j) Paginação: todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser
contadas sequencialmente, mas não numeradas.
- A numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismo
arábico, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha.
27
- No caso de o trabalho ser constituído de mais de um volume, deve ser mantida
uma única sequência de numeração das folhas, do primeiro ao último volume.
- Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.
k) Numeração Progressiva: para evidencia a sistematização do conteúdo do trabalho, deve-se adotar a numeração progressiva para as seções do texto.
- Os títulos das seções primárias, por serem as principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta.
- Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando-se os recursos de
negrito, itálico ou grifo e redondo, caixa alta ou versal, e outro, conforme a NBR 6024,
l) Siglas: quando aparece pela primeira vez no texto, a forma completa do nome
precede a sigla, colocada entre parênteses.
Exemplo: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
m) Equações e fórmulas: aparecem destacadas no texto de modo a facilitar sua
leitura.
- Na sequência normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior que
comporte seus elementos (expoentes, índice e outros).
- Quando destacadas do parágrafo são centralizadas e, se necessário, deve-se numerá-las.
- Quando fragmentadas em mais de uma linha, por falta de espaço, devem ser interrompidas antes do sinal de igualdade ou depois dos sinais de adição, subtração, multiplicação e divisão.
Exemplo:
X² + Y² = Z²
(1)
(X ²+ Y²)/5 = n (2)
n) Ilustrações: qualquer que seja seu tipo (desenho, esquemas, fluxograma, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros) sua identificação:
- aparece na parte inferior, precedida da palavra designativa;
28
- seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos,
do respectivo título e/ou legenda explicativa de forma breve e clara, dispensando
consulta ao texto, e da fonte.
A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho a que se refere,
conforme o projeto gráfico.
o) Tabelas: as tabelas apresentam informações tratadas estatisticamente, conforme
IBGE (1993).
29
3 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA
A numeração progressiva das seções de documentos escritos, tem por objetivo
expor numa sequência lógica o inter-relacionamento da matéria e a permitir sua localização ,
é se aplica à redação de todos os tipos de documentos escritos, independentemente do seu
suporte, com exceção daqueles que possuem sistematização própria (dicionário, vocabulário,
etc.) ou que não necessitam de sistematização (obras literárias em geral).
3.1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
a) São empregados algarismos arábicos na numeração.
b) O indicativo de seção é alinhado na margem esquerda, precedendo o título,
dele separado por um espaço.
c) Deve-se limitar a numeração progressiva até a seção quinária.
d) O indicativo das seções primárias deve ser grafado em números inteiros a partir de 1.
e) O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção
primária a que pertence, seguido do número que lhe for atribuído na sequência do assunto e
separado por ponto. Repete-se o mesmo processo em relação às demais seções.
Exemplo:
Seção primária
Seção
secundária
Seção
terciária
Seção
quaternária
Seção
quinária
1
1.1
1.1.1
1.1.1.1
1.1.1.1.1
2
2.1
2.1.1
2.1.1.1
2.1.1.1.1
3
3.1
3.1.1
3.1.1.1
3.1.1.1.1
.
.
.
.
.
8
8.1
8.1.1
8.1.1.1
8.1.1.1.1
9
9.1
9.1.1
9.1.1.1
9.1.1.1.1
10
10.1
10.1.1
10.1.1.1
10.1.1.1.1
30
Nota – na leitura oral não se pronuncia os pontos. Exemplo: em 2.1.1, leem-se
dois um um.
f) Não se utilizam ponto, hífen ou qualquer sinal após o indicativo de seção ou de
seu título.
g) Destacam-se gradativamente os títulos das seções, utilizando os recursos de
negrito, itálico ou grifo e redondo, caixa alta ou versal e outros. O título das seções (primárias, secundárias, etc.) deve ser colocado após sua numeração, dele separado por um espaço.
O texto deve iniciar-se em outra linha.
h) Quando for necessário enumerar os diversos assuntos de uma seção que não
possua título, esta deve ser subdividida em alíneas.
i) Quando as alíneas forem cumulativas ou alternativas, pode ser acrescentado,
após a penúltima, e/ou conforme o caso. As alíneas, exceto a última, terminam em ponto-evírgula.
j) A disposição gráfica das alíneas obedece às seguintes regras:
-
o trecho final do texto correspondente, anterior às alíneas, termina em dois
-
as alíneas são ordenadas alfabeticamente;
-
as letras indicativas das alíneas são reentradas em relação à margem esquerda;
-
o texto da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto-e-vírgula,
pontos;
exceto a última que termina em ponto; e, nos casos em que se seguem subalínea, estas terminam em vírgula;
-
a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam sob a primeira le-
tra do texto da própria alínea.
k) Quando a exposição da idéia assim exigir, a alínea pode ser subdividida em
subalínea. As subalíneas devem começar por um hífen, colocado sobre a primeira letra do
texto da alínea correspondente, dele separadas por um espaço.
l) Os indicativos devem ser citados no texto de acordo com os seguintes exemplos:
... na seção 4
... ver 2.2
... em 1.1.2.2, 3º parágrafo de 1.1.2.2
31
4 RESUMO, RESENHA E RECENSÃO
Resumo é a apresentação concisa e seletiva de um texto, ressaltando de forma clara e sintética a natureza e conclusões mais importantes, seu valor e originalidade.
Segundo a NBR 6028 podemos definir três tipos de resumo:
a) Resumo Crítico Resumo redigido por especialistas com análise crítica de um
documento. Também chamado de resenha.
Quando analisa apenas uma determinada edição entre várias, denomina-se recensão.
b) Resumo Indicativo: Indica apenas os pontos principais do documento, não apresentando dados qualitativos, quantitativos etc. De modo geral, não dispensa a consulta ao
original.
c) Resumo Informativo: Informa ao leitor finalidade, metodologia, resultados e
conclusões do documento, de tal forma que este possa, inclusive, dispensar a consulta ao original.
4.1 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
a)
O resumo deve ressaltar: o objetivo, o método, os resultados e as conclusões do
documento.
b) A ordem e a extensão destes itens dependem do tipo de resumo: informativo ou indicativo e do tratamento que cada item recebe no documento original.
c) O resumo deve procedido da referência do documento, com exceção do resumo inserido no próprio documento.
d) O resumo deve ser composto de uma seqüência de frases concisas, afirmativas
e não de enumerações de tópicos. Recomenda-se o uso de parágrafo único.
e) A primeira frase deve ser significativa, explicando o tema principal do documento. A seguir, deve-se indicar a informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da situação etc.).
f) Deve usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.
g) As palavras-chaves devem figurar logo abaixo do resumo, antecedidas da Palavra-chave:, separadas entre si por ponto e finalizadas também por ponto.
32
h) Devem Evitar:
- símbolos e contrações que não sejam de uso corrente;
- formulas, equações, diagramas, abreviaturas, que não sejam absolutamente necessário; quando seu emprego for imprescindível, defini-los na primeira vez que
aparecerem;
- comentários, criticas e julgamento pessoal do resumidor;
- palavras e/ou expressões supérfluas, tais como: “ o presente trabalho trata de ...”
, “ O autor do trabalho descreve...”
- uso de parágrafos.
i) Extensão:
- Comunicações breves: 50 a 100 palavras
- Artigos de periódicos: 100 a 250 palavras
- Trabalhos acadêmicos (teses, dissertação e outros) e relatórios técnicocientíficos: 150 a 500 palavras.
Observação: Os resumos críticos, por suas características especiais, não estão sujeitos a limite de palavras
ESTRUTURA DE RESUMO
GALLIANO, Alfredo Guilherme. O Método Científico: Teoria e Pratica. São Paulo: Harbra
Ltda, 1986. p. 105 – 117.
João Paulo da Cunha *
TEXTO
________________
* Aluno do 1º período da turma Alfa Noturno do Curso de Direito da Faculdade Atenas – Disciplina: Metodologia do Trabalho
Científico e da Pesquisa Cientifica – Prof.: Delander da Silva Neiva.
Figura 23 – Estrutura de resumo.
33
4.2 EXEMPLO DE RESUMO INDICATIVO
TOMAZI, Nelson Dacio. Iniciação a Sociologia. São Paulo: Atual, 1993.
Pesquisa da sociologia atual no Brasil. Identificam-se três correntes de pensamento, baseadas em modelos históricos, matemáticos e sociológicos. A diversidade de sociologia
em geral e sua situação no pais.
4.3 EXEMPLO DE RESUMO INFORMATIVO
TOMAZI, Nelson Dacio. Iniciação a Sociologia. São Paulo: Atual, 1993.
Pesquisa da sociologia atual no Brasil. Constata que existe grande diversidade de
pensamento entre os sociólogos, podendo-se distinguir três tendências principais: a) a corrente
histórica, que busca na história e ciências auxiliares a explicação dos fenômenos sociais. Os
expoentes desta corrente são Tavares Basto, Aníbal Falcão, Euclides da Cunha, Alberto Torres, Oliveira Viana e Gilberto Freyre; b) a corrente teórica, que se inspira diretamente nas
ciências naturais e que pretende conferir à sociologia um mesmo “status”, realiza suas pesquisas, sobretudo em modelos matemáticos e epistemológicos. São autores representativos Pontes de Miranda e Mário Luiz; c) entre 1930 e 1940, apareceu uma nova tendência que tornou a
sociologia no Brasil uma ciência realmente autônoma, com objetivos definidos sistematicamente, métodos particulares e uma teoria sociológica própria. Esta corrente é denominada
corrente sociológica, e os principais nomes a ela associados são Fernando de Azevedo, Emílio
Willems e Florestan Fernandes. A diversidade da sociologia brasileira é explicada pelo estado
da sociologia em geral e sua situação no pais; c) a ausência de uma razoável tradição científica no domínio da sociologia e as pressões exercidas por outros círculos não têm permitido aos
sociólogos estabelecer um sistema próprio de controle social capaz de impor um modelo comum de ação. Apesar da possibilidade de reunir uma documentação copiosa, não há método
padrões para relacionar e interpretar os dados.(Traduzido e adaptado do Sociological Abstract)
34
4.4 RESENHA E RECENSÃO (RESUMO CRÍTICO)
É um relato minucioso das propriedades de um objeto, ou de suas partes constitutivas; é um tipo de redação técnica que inclui variadas modalidades de textos: descrição, narração e dissertação.
Trabalho de síntese, publicado logo após a edição de uma obra, tendo por objetivo
servir como veículo de crítica e avaliação.
4.4.1 TIPOS DE RESENHA
a) Resenha Descritiva: dispensa a apreciação do resenhista. Ressalta a estrutura
da obra (partes, números de paginas, capítulos, assuntos tratados, índices). Se tradução inclui
informar o nome do tradutor. Contém ainda um resumo da obra, a perspectiva teórica, o gênero (crítica literária, livro de negocio, esotérico, romance, teatro, ensaio), o método adotado.
b) Resenha crítica: Exige apreciação do resenhista (Comentários e Julgamento).
Observação: O resumo
nha
restringe ao conteúdo do trabalho analisado, porém a rese-
introduz um quadro de referências mais amplo, comparando, avaliando e criticando a o-
bra, concentra em uma ou em pequeno conjunto de obra. (não pode confundir com revisão de
literatura → busca fazer uma analise ampla da literatura de uma área ou problema especifico).
4.4.2 ESTRUTURA DA RESENHA CIENTÍFICA
a) Referências
b) Credenciais do autor: Informações sobre o autor: nacionalidade, formação
universitária, títulos, livro ou artigo publicado.
c) Resumo da obra (digestor): resumo das idéias principais da obra buscando as
seguintes indagações: (De que se trata o texto? Qual a sua característica principal? Exige algum conhecimento prévio para entendê-la? Descrição do conteúdo dos capítulos ou parte da
obra? Quais as conclusões o autor chegou?Que método utilizou? Dedutivo? Indutivo? Histórico? Comparativo?Estatístico? Que técnica utilizou? Entrevista? Questionário? Que teoria
serve de apoio ao estudo apresentado? Qual é o modelo teórico utilizado?
d) Crítica do resenhista (apreciação e/ou julgamento da obra): Qual a contribuição da obra?As ideais são originais?Como é o estilo do autor: Conciso, objetivo, simples?
Idealista ou realista.
35
f) Indicações do resenhista: A quem é dirigida a obra?A obra é endereçada a
qual disciplina?Pode ser adotada em qualquer curso?Qual?
4.5 MODELO DE RESENHA OU RECENSÃO (RESUMO CRÍTICO)
Referências ANDRADE, Mário de. Querida Henriqueta: cartas de Mário de Andrade a Henriqueta Lisboa. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991. 214 p.
Informações Já foram publicadas cartas de Mário de Andrade a Manoel Bandeira, a Oneyda
Alvarenga (Mário de Andrade: um pouco), a Álvaro Lins, a Fernando Sabino
sobre
(Cartas a um jovem escritor), a Carlos Drummond de Andrade (A lição do amio autor
go), a Prudente de Morais Neto, a Pedro Nava (Correspondente contumaz), a
Rodrigo de Melo Franco, e Anita Malfatti. Em todas elas, é possível verificar a
surpreendente revelação da personalidade de Mário de Andrade, seus conhecimentos, suas preocupações, sua dedicação à arte, o entusiasmo com que tratava
os escritores iniciantes.
Gênero
da
obra
Em querida Henriqueta, reunião de cartas de Mário à poetisa Henriqueta Lisboa,
Mário é tão generoso quanto o fora em A lição do amigo, tão competente quanto
fora nas cartas as cartas a Manoel Bandeira. A exposição é sempre franca, os
temas abordados variados e a profundidade e o valor humano notável. Para alguns, as cartas de Mário, em seu conjunto, estão no mesmo nível que suas criações literárias.
Resumo
Ou
digestor
É possível ver nas cartas o interesse de Mário pela motivação dos iniciantes,
analisando com dedicação e competência tudo o que lhe chegava às mãos. Há
em seu comportamento o sentido quase de missão estética. As recomendações
são as mais variadas: ora sugere alterações, ora a supressão, ora o cuidado com o
ritmo, ora com as manifestações de conteúdo cultural. Não é o mestre que fala,
mas o amigo. Não é o professor, mas o artista experiente, que sabe o que diz e
por que o diz, que tem consciência de tudo o que fala, que leva o trabalho artístico muito a sério. As considerações não são, no entanto, apenas de ordem técnica.
Mário de Andrade, por sua argúcia crítica, penetra na análise psicológica. Assim, examina os retratos feitos por diversos artistas, como Portinari, Anita Malfatti, Lasar Segall. Segundo ele, Segall ter-se-ia fixado em seu lado obscuro,
quase oculto, malévolo de sua personalidade.
A relação angustiada do autor de Macunaíma consegue mesmo aparece nas cartas a Henriqueta Lisboa. Da mesma forma, aparece o problema do remorso e da
culpa, o cansaço diante da propaganda pessoal, do prestígio, da notoriedade, da
polêmica. Não silencia sequer a análise das relações coma família. Não. Também não há lamentações: tudo é exposto com extrema lucidez quanto às virtudes
e defeitos. Mário abre o coração numa confidência de quem acredita na amiga e
nas relações humanas.
36
Avaliação As cartas foram escritas de 1939 a 1945, quando Mário veio a falecer. E são
(Apreciação) mais do que uma fonte de informação ou depósito de idéias estéticas: são um
retrato de seu autor, com suas angústias e expansões de alegria, de emoção e de
rigidez comportamental.
Indicação
da obra
Obra indica aos estudantes da área de humanas.
37
5 FICHAMENTO
Foi criada no séc. XVII por Abade Rozier, da Academia Francesa de Ciências.
Constitui num valioso recurso de estudo de que valem os pesquisadores para a realização de uma obra didática, científica e outras.
As fichas permitem o investigador: identificar as obras,conhecer seu conteúdo, fazer citações, analisar o material, elaborar críticas.
As fichas são utilizadas nas diversas instituições como por exemplo para serviços
administrativos ou para controle nas bibliotecas onde o público possa fazer sua consultas
quando aos dados catalográficos das obras.
5.1 ASPECTOS FÍSICOS
a) Tamanho das fichas:
- Tipo grande – 12,5 cm x 20,5 cm.
- Tipo médio – 10,5 cm x 15,5 cm.
- Tipo pequeno (internacional) – 7,5 cm x 12,5 cm.
As fichas podem ser construídas: dobra-se uma folha de papel A4 ou ofício ao
meio e obtém duas fichas.
A ficha para indicação bibliográfica ou resumo é conveniente que a escolha do
tamanho seja baseada em características individuais: tamanho da letra, pessoas com maior
capacidade de síntese ou prolixas.
As anotações que ocupam mais de uma ficha têm o cabeçalho da primeira ficha
repetido.
5.2 ESTRUTURA DAS FICHAS
a) Cabeçalho:
- Título genérico remoto.
- Titulo genérico próximo.
- Título específico.
- Número de classificação da ficha.
- Letra indicativa da sequência.
38
Esses elementos são escritos na parte superior da ficha, em duas linhas:
a) na primeira, consta apenas, à esquerda,o título genérico remoto;
b) na segunda, em quatro quadrinhos, da esquerda para a direita:
- o título genérico próximo,
- o título específico,
- o número de classificação e,
- o código indicativo da seqüência (que permanecem em branco quando se utiliza
apenas uma ficha, frente e frente e verso).
Para se ter o título específico e o número de classificação da ficha é necessário que
se faça, ao início de cada estudo, um planejamento do assunto que irá pesquisar, com respectiva divisão de tópicos.
Exemplo:
OCUPAÇÕES MARGINAIS NO NORDESTE PAULISTA
1 Introdução
2 Ocupações Marginais
2.1 Conceito de Ocupação Marginal
2.2 Características das Ocupações Marginais
2.2.1 Características Econômicas
2.2.2 Características Sócio-culturais
3 Ocupações Marginais e Mobilidade Social.
.....................................................................................................................................
4 Ocupações Marginais na Área Urbana
4.1 Setor Artesanal
.....................................................................................................................................
Como auxílio do plano pode-se compor os cabeçalhos, como se segue:
1)
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Introdução
2)
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Ocupações Marginais
Conceito de...
2.1
3)
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Ocupações Marginais
Características das...
2.2
1
39
4)
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Características das...
Características Econômicas
2.2.1
5)
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Características das...
Caracterist.. Sócio-culturais
2.2.1
A
6)
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Características das...
Caracterist. Sócio-culturais
2.2.1
B
Quando o corpo ou texto não couber em uma só ficha, necessitando-se de duas ou
mais, deve-se colocar letras maiúsculas indicativas da seqüência, logo após o número de classificação da ficha.
b) Referência: aplicar a NBR 6023 – ABNT.
c) Corpo do texto: o conteúdo das fichas varia segundo o tipo delas.
d) Indicação da obra: as fichas, depois de utilizadas para a realização de um trabalho, poderão ser novamente empregadas na vida acadêmica ou profissional. Dessa forma, é
desejável a indicação da obra.
e) Local: as obras depois de fichada, poder ocorrer a necessidade de voltar à consulta - lá. Tornando importante a indicação do local em que se acha disponível o material.
Exemplo:
Cabeçalho
referência
Bibliográfica
Corpo
ou
Texto
Indicação
da obra
Local
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
O. M. e Mobilidade Social
1
A
PASTORE, José. Desigualdade Mobilidade Social. São Paulo: T.A.
Queiroz, 1979. 217 p.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Indicado para estudante de ciências Sociais e para a disciplina de
Sociologia.
Biblioteca da Faculdade Atenas.
Figura 24 – Modelo de ficha
40
5.3 CONTEÚDO DAS FICHAS
O conteúdo que constitui o corpo ou texto das fichas varia segundo sua finalidade.
Pode ser:
a) Bibliográfica:
- bibliográfica de obra inteira; e
- bibliográfica de parte de uma obra.
b) citações;
c) resumo ou de conteúdo;
d) esboço;
e) comentário ou analítica.
5.3.1 FICHA BIBLIOGRÁFICA
Segundo Salvador (1980:118) a ficha biográfica, de obra inteira ou parte dela, pode referir-se alguns ou a todos os aspectos:
a) o campo do saber que é abordado;
b) os problemas significativos tratados;
c) as conclusões alcançadas;
d) as contribuições especiais em relação ao trabalho;
e) as fontes de dados: documentos; literaturas existentes; estatísticas; observações; entrevistas; questionários; formulários etc.
f) os métodos de abordagem e de procedimento utilizado pelo autor.
Exemplo:
Abordagem
Procedimento
•
•
•
•
Indutivo.
Dedutivo.
Dialético.
Hipotético-dedutivo.
•
•
•
•
Histórico.
Comparativo.
Monográfico.
Estatístico.
41
Modalidade empregada pelo autor
•
Geral, específica, intensiva, extensivas, técnica, não técnica, descritiva, analítica etc.
A utilização de recursos ilustrativos
•
Tabelas, quadros, gráficos, mapas, desenhos
etc.
5.3.2 FICHAS DE CITAÇÕES – TRANSCRIÇÕES (NBR – 10520)
Consiste na reprodução fiel de frases ou sentenças relevantes ao estudo em pauta. Deve-se tomar os seguintes cuidados:
a) toda citação tem de vir entre aspas;
b) se já houver no texto transcrito expressão aspeada, tais aspas devem ser transformadas em aspas simples;
Ex.: “A utilização da ‘exceção’ à regra conduz. . .”
c) após a citação, deve constar o número da página de onde foi extraída;
Ex.: (p.27)
d) a transcrição tem de ser textual, inclui os erros de grafia, se houver. Após eles,
coloca-se o termo [sic], em minúsculo e entre colchete ou parênteses;
Ex.: “Os autores deve [sic] conhecer . . .”
e) a supressão de uma ou mais palavras deve ser indicada, utilizando-se, no local
da omissão, três pontos, procedido e seguido por espaços, no início ou final do texto e entre
parêntese, no meio.
Ex.: “Essa liberdade é a marca predominante no comportamento do garimpeiro:
[. . .] esse desejo de liberdade levá-o a optar, sempre que possível, pela . . .”
(p.130).
f) a supressão de um ou mais parágrafos também deve ser assinalada, utilizandose uma linha inteira.
42
Ex.: “A religião está bastante associada a crendices ás existentes no ambiente
rural brasileiro.
.........................................................................................................................
Nem sempre a necessidade é de saúde para a pessoa ou família”.
g) A frase deve ser complementada, se necessário: quando se extrai uma parte ou
parágrafo de um texto, este perder seu significado, necessitando de um esclarecimento, o qual
deve ser intercalado, entre colchetes.
Ex.: “Esse rio [Sapucaí], que limita Patrocínio Paulista com Batatais e Altinópolis, é afluente do Rio Grande” (p.16-17).
h) quando o pensamento transcrito é de outro autor, tal fato tem de ser assinalado.
Autor fichado cita frases ou parágrafos escritos por outra pessoa. É imprescindível indicar,
entre parêntese, a referência bibliográfica da obra da qual foi extraída a citação.
Ex: “. . . as gupiaras se encontram ora numa, ora noutra margem do rio”. (p.36)
(MACHADO FILHO, Aires da Mata. O Negro e o Garimpeiro em Minas Gerais. 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1964. p. 17).
5.3.3 FICHAS DE RESUMO OU DE CONTEÚDO
Apresenta uma síntese bem clara e concisa das idéias principais do autor ou um resumo dos aspectos essenciais da obra. Característica:
a) não é um sumário ou índice das partes componentes da obra ideia principal
do autor;
b) não é transcrição – parafrasear com suas palavras a ideia do autor;
c) não é longa;
d) não precisa obedecer estritamente à estrutura da obra – essência do texto.
e) buscar a compreensão do texto: análise textual,análise temática e análise interpretativa.
43
5.3.4 FICHAMENTO DE ESBOÇO
Tem certa semelhança com a ficha de resumo ou conteúdo, pois refere-se à apresentação das principais ideias expressas pelo autor, ao longo da sua obra ou parte dela, porém
de forma mais detalhada. Aspectos principais:
a) é a mais extensa das fichas;
b) é a mais detalhada – síntese das idéias de página a pagina;
c) exige a indicação das páginas, em espaço apropriado, á esquerda da ficha.Quando a ideia do autor vem expressa a mais de uma página – a indicação da pagina será
dupla
: Ex.: 53/4.
Quando em uma ou mais paginas não há nada de interessante, elas são puladas, continuando-se a indicação das páginas a partir das seguintes.
5.3.5 FICHA DE COMENTÁRIO OU ANALÍTICA
Consiste na explicação ou interpretação críticas pessoais das ideias expressas pelo
autor ao longo do seu trabalho ou parte dele. Pode apresentar:
a) comentário sobre a forma – aspectos metodológicos;
b) análise crítica do conteúdo – referendando a própria obra;
c) interpretação de um texto obscuro;
d) comparação da obra com outros trabalhos sobre o mesmo tema;
e) explicação da importância da obra para estudo em pauta;
f) Deve analisar os aspectos quantitativos e depois os qualitativos:
No aspecto quantitativo cabe responder
Aspectos qualitativos
•
•
•
•
•
•
pela extensão do texto;
conceitos abordado.
sobre sua constituição:
a) ilustração;
b) exemplos;
c) bibliografias;
d) citações
análise e detecção da hipótese do autor;
objetivo, motivo pelo qual escreveu o texto;
as ideias que fundamentam o texto.
44
O comentarista
deve
verificar
•
se a explicação
genérica;
específica.
•
se a organização do texto
Clara;
Lógica;
Consistente.
• se o tom utilizado na exposição
•
•
•
•
formal;
Informal.
se há pontos fracos ou fortes na argumentação do autor;
se a terminologia é precisa;
se a conclusão é convincente e quem
será beneficiado pela leitura do texto;
deve fazer uma avaliação da obra.
5.3.6 FICHAMENTO INFORMATIZADO
Vantagens:
a) Não há limite de linhas como no fichamento de papel.
b) É possível copia textos, transferirem informações de um local para outro.
c) Pedir ao computador que localize expressões chave etc.
5.3.7 TIPOS DE FICHAS DE MANZO
Manzo (1971:16) apresenta cinco tipos de anotações:
Comentário
•
Explicitação do conteúdo, para sua melhor compreensão.
Informação geral
•
Enfoque mais amplo sobre o conteúdo geral.
Glosa
•
Explicitação ou interpretação de um texto abscuro para
torná-lo mais claro.
Síntese bem clara e concisa das ideias principais ou resumo dos aspectos essenciais.
Reprodução fiel de palavras ou trechos considerados relevantes e que deverão ser colocados entre aspas, devido à
sua importância em relação ao estudo em pauta.
Resumo
•
Citações
•
45
5.4 EXEMPLO DE FICHAS
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Ocupações Marginais na Área Rural
Setor de Mineração
5.3
MARCONI, Marina de Andrade. Garimpos e garimpeiros em Patrocínio Paulista. São Paulo: Conselho Estadual de Artes e Ciências Humanas, 1978. 152 p.
Insere-se no campo da Antropologia Cultural. Utiliza documentação indireta de fontes secundárias e diretas, colhidos os dados através de formulário. Emprega o método de
abordagem indutivo e o de procedimento monográfico e estatístico. A modalidade é específica, intensiva, descritiva e analítica.
Apresenta a caracterização física do Planalto Nordeste Paulista.
Analisa a organização econômica do planalto, descrevendo o aspecto legal do sistema de trabalho e das formas de contrato, assim como a atividade exercida e as ferramentas
empregadas em cada fase do trabalho. Registra os tipos de equipamentos das habitações e
examina o nível de vida das famílias.
Descreve o tipo de família, sua composição, os laços de parentesco e compadrio e
educação dos filhos. Examina a escolaridade e a modalidade profissional entre gerações.
Apresentam as práticas religiosas com especial destaque das superstições, principalmente as ligadas ao garimpo.
Discriminam as formas de lazer, os hábitos alimentares, de higiene e de vestuário.
.......................................................................................................................................
Conclui que o garimpeiro ainda conserva a cultura rurícola, embora em processo de
aculturação. Exerce o nomadismo. É solidário. O traço de irresponsabilidade é mais atenuado do que se esperava.
•
Indicado para estudantes de Ciências Sociais e para as disciplinas de Antropologia Cultural e Social.
•
Biblioteca Pública Municipal Mário de Andrade.
Figura 25 – Ficha bibliográfica.
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Ocupações Marginais na Área Rural
Setor de Mineração
5.3
MARCONI, Marina de Andrade. Garimpos e garimpeiros em Patrocínio Paulista. São
Paulo: Conselho Estadual de Artes e Ciências Humanas, 1978. 152 p.
“Entre os diversos tipos humanos característicos existentes no Brasil, o garimpeiro
apresenta-se, desde os tempos coloniais, como um elemento pioneiro, desbravador e, sob
certa forma, como agente de integração nacional.” (p.7).
“... indivíduos [os garimpeiros] que reunidos mais ou menos acidentalmente
continuam a viver e trabalhar juntos. Normalmente abrangem indivíduos de um só sexo
(...) e sua organização é mais ou manos influenciadas pelos padrões que já existem em
nossa cultura para agrupamentos dessa natureza’’. (p.47) (LINTON, Ralph. O homem:
uma introdução à antropologia. 5. ed. São Paulo: Martins, 1965, p.111).
‘’O garimpeiro (...) é ainda o homem rural em processo lento de urbanização, com
métodos e de vida pouco diferente dos habitantes da cidade, deles não se distanciando notavelmente em nenhum aspecto: vestuário, alimentação, vida familiar. ’’ (p.48)
‘’A característica fundamental no comportamento do garimpeiro (...) é a liberdade’’. (p.130).
Figura 26 – ficha de citações
46
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Ocupações Marginais na Área Rural
Setor de Mineração
5.3
MARCONI, Marina de Andrade. Garimpos e garimpeiros em Patrocínio Paulista.
São Paulo: Conselho Estadual de Artes e Ciências Humanas, 1978. 152 p.
Pesquisa de campo que se propõe a dar uma visão antropológica do garimpo em
Patrocínio Paulista. Descreve um tipo humano característico, o garimpeiro, em uma
abordagem econômica e sócio-cultural.
Enfoca aspectos geográficos e históricos da região, desde a fundação do povoado até a constituição do município. Enfatiza a atividades econômicas da região em que
se insere o garimpo, sua correlação principalmente com as atividades agrícolas, indicando que alguns garimpeiros do local executam o trabalho do garimpo em fins de semana ou no período de entressafra, sendo, portanto, em parte, trabalhadores agrícolas,
apesar de a maioria residir na área urbana.
.................................................................................................................................
Sob o aspecto sócio-cultural demonstra a elevação de nível educacional e a mobilidade profissional entre as gerações: dificilmente o pai do garimpeiro exerceu essa
atividade e as aspirações para os filhos excluem o garimpo. Faz referência ao tipo de
família mais comum – a nuclear -, aos laços de parentesco e ao papel relevante do
compadrio. Considera adequados a alimentação e os hábitos de higiene, tanto dos garimpeiros quanto de suas famílias. [. . .]
Faz um levantamento de crendices e superstições, com especial destaque ao que
se refere à atividade de trabalho. Aponta a influência dos sonhos nas práticas diárias.
Finaliza com um glossário que esclarece a linguagem especial dos garimpeiros.
Figura 27 – Ficha de resumo ou conteúdo
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Ocupações Marginais na Área Rural
Setor de Mineração
5.3
MARCONI, Marina de Andrade. Garimpos e garimpeiros em Patrocínio Paulista.
São Paulo: Conselho Estadual de Artes e Ciências Humanas, 1978. 152 p.
Caracteriza-se por uma coerência entre a parte descritiva e analítica, entre a consulta bibliográfica e a pesquisa de campo. Tal harmonia difícil é às vezes não encontrada em todas as obras dá uma feição específica ao trabalho e revela sua importância.
Os dados, obtidos por levantamento próprio, com o emprego do formulário e entrevistas, caracterizam sua originalidade.
.................................................................................................................................
De todos os trabalhos sobre garimpeiros é o mais detalhado, sobre tudo nos aspectos sócio-culturais, porém não permite uma generalização, por se ter restrito ao garimpo de diamantes em Patrocínio Paulista.
Essencial na análise das condições econômicas e sócio-culturais da atividade de
mineração do Nordeste Paulista.
Figura 27 – Ficha de comentário ou analítica
47
Ocupações Marginais no Nordeste Paulista
Ocupações Marginais na Área Rural
Setor de Mineração
5.3
MARCONI, Marina de Andrade. O garimpeiro – aspectos sócio- culturais. In _______. Garimpos
e garimpeiros em Patrocínio Paulista. São Paulo: Conselho Estadual de Artes e Ciências Humanas, 1978. p. 93 - 126.
93
Economicamente independentes, pois começam a trabalhar cedo, os garimpeiros
em geral possuem família nuclear.
95/6
Freqüentemente casando-se cedo, os garimpeiros não vêem com bons olhos o
celibato, considerando a aquisição de uma esposa como um ideal que lhes confere
prestígio.
97
A mulher é a principal encarregada da educação dos filhos, que segue padrões
diferentes, conforme o sexo da criança.
99
O círculo de amizade é restrito, predominando os laços de parentesco e de trabalho. A mulher desempenha papel secundário, raramente dirigindo a palavra a homens
com exceção dos parentes.
100/1
O compadrio é considerado um laço forte, unindo famílias, sendo as crianças
educadas no respeito aos padrinhos, cuja relação com os pais aproxima-se da de
parentesco.
102/5
A escolaridade dos garimpeiros é geralmente baixa, mas sua preocupação com os
filhos e familiares leva a insistência na escolarização, pois aspiram à independência
para os mesmo e consideram penosa sua atividade o principal fator da escolaridade é
a situação econômica que conduz à atividade remunerada com pouca idade. Porém,
em média, sua escolaridade é mais elevada que a dos pais.
102/10
A quase totalidade dos garimpeiros é católica, tal como são ou eram seus pais,
sendo que as mulheres e filhos revelam maior assiduidade aos cultos. Mantêm, em
suas residências, sinais exteriores de suas crenças (imagens de santos). A prática
religiosa está mesclada com crendices, mas é comum a fé em promessas. Sua religião
é um misto de catolicismo e práticas mágicas.
111
O garimpeiro é extremamente supersticioso e orienta muitas de suas ações pelos
sonhos que têm.
112
114
O receio de mau- olhado liga-se às etapas e frutos de seu trabalho.
Muitos garimpeiros consideram a própria atividade de garimpo como uma forma
de lazer.
Figura 28 – Ficha de esboço
48
6 CITAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS
É a menção, no texto, de uma informação colhida em outra fonte para esclarecimento do assunto em discussão, ou para ilustrar ou sustentar o que se afirma.
Parênteses
•
•
•
Autores;
Instituições;
Títulos.
Letras
minúsculas
citados
Letras maiúsculas
Os dados necessários à identificação da fonte da citação podem aparecer em nota
de rodapé ou em lista de referências no fim do texto.
6.1 CITAÇÕES DIRETAS
Apresentam a transcrição textual dos conceitos do autor consultado;
È necessário especificar
•
•
•
•
Páginas;
Volumes;
Tomo;
Seção.
Após a data de publicação
6.1.1 CITAÇÕES LONGAS (Mais de três linhas)
a) Devem constituir um parágrafo independente;
b) recuado 4 cm da margem esquerda;
c) linhas separadas por espaço simples;
d) letra menor que do texto, letra tamanho 10;
e) sem aspas.
Observação: Quando houver necessidade de no meio de uma citação longa, fazerse uma interrupção para introduzir um comentário do autor, é preferível fechar a citação com
aspas, fazer o comentário e abrir nova citação.
6.1.2 CITAÇÕES CURTAS (TEXTO COM ATÉ 3 LINHAS)
a) Devem ser apresentadas entre aspas duplas;
b) São inseridas no texto.
49
Ex.: a) “A inconfidência é uma falta de fidelidade para com alguém, particularmente para com o soberano ou Estado” (FERREIRA, s.d.). Já aí está indicado uma relação: alguém não foi fiel a alguém.
b) Conforme Castro (1978:45) ou (1978.p.45), “uma tese deve ser original,
importante e viável”.
Observação: Para indicar uma citação dentro de outra citação, utilizam-se aspas
simples.
Ex.: “A informação pode ser usada, ‘como uma forma de pressão’, e mesmo como um elemento vital no bloqueio a um país” (CUNHA, 1984, p.28).
6.2 CITAÇÕES INDIRETAS OU LIVRES
Ocorrem quando se reproduzem ideias e informações do documento, sem transcrever as próprias palavras do autor.
Ex: No dizer de Saviani (1980, p.45), as licenciaturas têm sido desenvolvidas sem
considerar problemas psicológicos, demográficos, históricos, sócio-políticos
e econômicos da educação brasileira
6.3 CITAÇÃO DE CITAÇÃO
Apresenta a transcrição direta ou indireta de um texto em que não teve acesso ao
original.
No corpo do trabalho: Informar o sobrenome do autor do texto original, seguido da
expressão apud (= citado por), mais o sobrenome do autor da obra consultada e o ano de publicação.
Ex.: a) (MARINHO, 1980 apud MARCONI; LAKATOS, 1982)
b) Segundo Silva (1980 apud Ferreira, 1980, p. 8).
50
7 NOTAS DE RODAPÉ
As notas de rodapé têm o objetivo incluir informações complementares e não deve
ser incluído no texto para não interromper a sequência lógica da leitura.
Usam-se algarismos arábicos, na entrelinha superior sem parêntese;
Quando estas notas forem utilizadas, é aconselhável usar o sistema auto-data para
as citações no texto.
7.1 TIPOS DE NOTAS DE RODAPÉ
7.1.1 BIBLIOGRÁFICAS
Utilizadas para indicar fontes bibliográficas permitindo comprovação ou ampliação de conhecimento do leitor.
7.1.2 EXPLICATIVAS
Referem-se a comentários e/ou observações pessoais do autor. São utilizadas para
comentários, explanações e informações complementares de trabalhos e devem ser sucinta,
clara, com numeração única e consecutiva para cada capítulo ou partes. Não se inicia a numeração a cada página.
Ex: a) A primeira citação de uma obra deve ter sua referência bibliográfica completa¹.
________________
¹ A NBR 6023 fixa as condições necessárias para as referências de publicações.
7.2 APRESENTAÇÃO E LOCALIZAÇÃO
a) As notas de rodapé se localizam na margem inferior da mesma página onde
ocorre a chamada numérica recebida no texto;
b) As notas devem ser separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e
por um filete de 3 cm, a partir da margem esquerda;
51
c) As notas devem ser digitadas em espaço simples, com caracteres menores que
os do texto, fonte tamanho 10;
d) A primeira citação de uma obra deve ser sua referência completa:
Ex.: Diz Eco: “Não se pode fazer uma tese sobre um autor ou sobre um tema lendo apenas às vezes as obras escritas nas línguas que conhecemos”¹.
__________________
¹ Eco, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1999. 170 p.
As subsequentes citações da mesma obra podem ser de forma abreviada. Utilizando expressões latinas. Estas expressões devem ser usadas apenas em notas¹.
__________________
Ex.: ¹Eco, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1999. 170 p.
Ibíd. , p. 236.
52
8 REFERÊNCIAS
Conciliando a natureza do trabalho empírico criativo com a qualidade formal, criamos uma fórmula com o objetivo de auxiliar o acadêmico na memorização e elaboração das
referências dos trabalhos técnico-científicos, segue formula abaixo:
A.
T: st.
E.
L:
E,
D.
A – Autor.
T – Título.
st – Subtítulo.
E – Edição.
L – Local da publicação.
E – Editora.
D – Data da publicação.
DEFINIÇÃO: É um conjunto padronizado de elementos descritivos que permitem
a identificação de informações originadas de documentos e/ou outras fontes, usadas para a
produção de documentos e para a inclusão em bibliografias, resumos, recensões e outros.
As referências constituídas de elementos essenciais, acrescidos de elementos
complementares quando necessário, de acordo com o tipo de documento. Os elementos essenciais são as informações indispensáveis à identificação de publicações mencionadas em qualquer trabalho. Os complementares são as informações que, acrescentadas aos elementos essenciais, permitem melhor caracterizar as publicações referenciadas. As referências constantes
de uma lista padronizada devem obedecer aos mesmos princípios. Optando pela utilização dos
elementos complementares, estes devem ser incluídos em todas as referências da lista. Em
determinados documentos, alguns elementos considerados complementares podem se tornar
essenciais. Estes elementos devem ser tirados do próprio documento. Quando isso não for
possível, podem-se utilizar outras fontes de informações, indicando-se os dados entre colchetes. Este item apresenta os elementos essenciais e/ou complementares necessário para a elaboração de referências, seguindo a orientação da NBR – 6023 da ABNT. Inclui, ainda, sugestões
de alguns casos não previstos pela norma.
53
REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
LOCALIZAÇÃO
A referência pode aparecer no rodapé, no fim do texto ou capítulo, em lista de referências no final do trabalho ou antecedendo resumos, resenhas e recensões.
USAM-SE LETRAS MAIÚSCULAS (CAIXA ALTA)
a) nos sobrenome(s) principal(s) do(s) autor(es)
b) nos nomes de entidades coletivas, quando a entrada é direta;
c) na primeira pa
d) lavra da referência, quando a entrada é por título;
e) nos títulos de eventos (congressos, encontros e outros);
f) nos nomes geográficos, quando se tratar de instituições governamentais da administração direta.
USA-SE GRIFO, NEGRITO OU ITÁLICO
No título dos documentos devendo ser uniforme em todas as referências de um
mesmo documento.
ESPACEJAMENTO E ALINHAMENTO
a) a pontuação deve ser uniforme para todas as referências;
b) os diversos campos das referências devem ser separados por 1 espaço;
c) as referências são digitadas usando-se espaço simples entre as linhas e espaço
duplo para separar as referencias entre si;
d) as referências são alinhadas somente à margem esquerda;
e) quando aparecem em nota de rodapé, as referências serão alinhadas, a partir da
2ª linha da mesma referência, abaixo da primeira letra da primeira palavra de forma a destacar
o expoente e sem espaço entre elas.
54
AUTORES (ES)
Indica(m)-se o (s) último (s) sobrenome (s) em maiúsculas seguido (s) do (s) prenome (s) e outros sobrenomes, abreviado (s) ou não. Os autores devem ser separados por ponto-e-vírgula, seguido de espaço.
AUTORES PESSOAIS
a) Sobrenomes simples:
Exemplo
Marcos Freitas.
FREITAS, Marcos.
b) sobrenomes compostos:
- são considerados sobrenomes compostos, entre outros: sobrenomes ligados por
hífen:
Exemplo
Cecil Day-Lewis.
DAY-LEWIS, C.
- Sobrenomes constituídos de duas ou mais palavras que formam uma expressão
individual:
Camilo Castelo Branco
E. Santo Ângelo.
Exemplo
Exemplo
CASTELO BRANCO, C.
SANTO ANGELO, E.
Sobrenomes que designam grau de parentesco (Filho, Júnior, Neto...):
Henrique Marques Junior.
José Vargas Neto.
MARQUES JUNIOR, H.
VARGAS NETO, J.
c) sobrenomes com prefixos:
- Quando o prefixo do último sobrenome consiste de um artigo ou contração da
preposição com o artigo, entrar pelo prefixo:
Gustavo Le Rouge.
LE ROUGE, G.
ZUM BUSCH, J. P.
Exemplo Josef Paul Zum Busch.
Weher Vom Braum.
VOM BRAUM, W.
55
- Quando o prefixo estiver unido ao sobrenome, entrar pelo prefixo:
Exemplo
P.D’Ambrósio
-
D’AMBRÓSIO, P.
Quando o prefixo do último sobrenome consistir de uma preposição seguida do
artigo, entrar pela parte do nome que segue o prefixo:
Exemplo
H. O. de Boor.
C. Von Holt.
BOOR, H. O. de.
HOLT, C. V.
d) sobrenomes de origem espanhola:
Exemplo
Gabriel Garcia Marquez.
GARCIA MARQUEZ, G.
e) Pseudônimo:
Obras escritas sob pseudônimos devem ter entrada pelo pseudônimo, dede que seja
a forma adotada pelo autor.
Exemplo
TUPINAMBÁ, M.
f) outras responsabilidades referentes à autoria (tradução, revisão, atualização, colaboração etc.):
Devem ser acrescentadas logo após o título, conforme aparecem no documento.
Exemplo
Exemplo
SHELDON, S. Um estranho no espelho. Tradução de Ana Lúcia Deiró Cardoso. São Paulo: Círculo do Livro, 1981. 296 p. Título original: A stranger in the
mirror.
BOGLIOLO, L. Bogliolo patologia geral. Colaboração de Geraldo Brasileiro
Filho et al. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. 312 p.
g) vários autores, com responsabilidade intelectual destacada (organizador,
coordenador, editor etc.):
56
A entrada é feita pelo nome do responsável, ou responsáveis, seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador, coordenador etc).
VEIGA, I. P. A.; CARDOSO, M. H. F. (Org.). Escola fundamental: currículo
e ensino. Campinas: Papirus, 1991. 216 p.
Exemplo
h) entidades coletivas (órgãos governamentais, empresas, associações, congressos, seminários etc.):
Entrar pelo nome da entidade responsável, todo em maiúscula. No caso de anais,
proceedings, entrar pelo nome do evento.
Exemplo
SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS, 8., 1994,
CAMPINAS. Anais... Campinas: UNICAMP, 1994. 361 p.
Para o caso de mais de um evento realizado simultaneamente, separar as entradas
por vírgula.
Exemplo
CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 2., CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA
E DOCUMENTAÇÃO, 17., 1994, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte:
Associação de Bibliotecários de Minas Gerais / Escola de Biblioteconomia da
UFMG, 1994. 808 p.
Exemplo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLANDIA. Estatuto e regimento gral
da Universidade Federal de Uberlândia. Uberlândia, 1999. 124 p.
Quando a entidade tem uma denominação específica, a entrada é feita diretamente
pelo seu nome. Se houver duplicidade de nomes, acrescenta-se a unidade geográfica, entre
parênteses.
Exemplo
INSTITUTO DE PESQUISAS ESPACIAIS (Brasil). Estudos econômicos brasileiros. [S.1.], 1968. 281 p.
57
Quando a entidade tem uma denominação genérica, entrar pelo nome do órgão superior, ou pelo nome da jurisdição geográfica a qual pertence.
Exemplo
Exemplo
BRASIL. Ministério da Educação. Serviço de Estatística da Educação e Cultura.
Estudos e informes estatísticos. Brasília, DF, 1986. 143 p.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Proposta curricular para o
ensino de matemática – 1º. Grau. 3. ed. São Paulo, 1988 (c1973). 140 p.
i) autoria desconhecida
Entrar pelo título. A primeira palavra é toda maiúscula. Desconsiderar os artigos
definidos e indefinidos.
Exemplo
BIBLIA Sagrada. Rio de Janeiro: [s.n], 1972.
TÍTULO
O título e o subtítulo devem ser reproduzidos tal como são apresentados na obra ou
trabalho referenciado, separados por dois pontos. Devem-se observar os seguintes critérios:
a) em títulos e subtítulos muito longos pode-se suprimir as últimas palavras com
reticências, desde que não seja alterado o sentido.
Exemplo
Desenvolvimento de ferramentas utilizadas na construção de ambientes para o
processamento...
b) quando o título aparecer em mais de uma língua, registra-se o primeiro. Opcio-
nalmente, registra-se o segundo ou mais destacado, separando-o do primeiro pelo sinal de
igualdade.
c) quando não existir título, deve-se atribuir uma palavra ou frase que identifique o
documento, entre colchetes.
58
EDIÇÃO
A edição aparece na referência bibliográfica após o título e não precisa ser informada, se for a primeira. Em obras traduzidas, aparecerá após a indicação do tradutor, observando-se:
a) deve ser indicada em algarismo arábico, seguido da expressão “Edição” abreviada, em letra minúscula, na língua em que estiver a publicação:
Exemplo
ed. (em português, espanhol, inglês, francês)
aufl. (em alemão)
b) indicam-se emendas e acréscimos à edição, de forma abreviada.
Exemplo
NIETZSCHE, F. W. Assim falava zaratustra. Tradução de José Mendes de
Souza. 6. ed. rev. Aum. São Paulo: Brasil, 1965. 286 p.
c) a versão de documentos eletrônicos deve ser considerada como equivalente à
edição.
Exemplo
ID OUAKE. Version 1.0. London: GT Interactive software, 1996.1 CD-ROM
LOCAL DE PUBLICAÇÃO
Indicar sempre a cidade de publicação, observando-se:
a) no caso de homônimos, acrescenta-se o nome do país, estado etc.
Exemplo
RESENDE, M. Pedologia. 5. ed. Viçosa, MG: Imprensa Universitária, 1995.
100 p.
b) quando há mais de um local para uma só editora, indica-se o mais destacado ou
o primeiro ou o mais destacado;
c) quando a cidade não aparece na publicação, mas pode ser identificada, indica-se
entre colchetes;
59
d) quando não houver local de publicação, usar entre colchetes [S.l.], que é a abreviatura de Sine loco.
Exemplo
XAVIER, E. E. O Ciclo do combustível Nuclear. [S. I]: NUCLEBRAS, [19--].
EDITORA
A editora é a casa publicadora responsável pela produção editorial da obra. Não
confundir com “Editor” que indica o responsável intelectual ou cientifico de coletâneas ou
publicações periódicas. O nome da editora deve ser indicado tal como figura na publicação
referenciada, observando-se:
a) os prenomes são abreviados:
Exemplo
Jorge Zahar
Usar J. Zahar
b) suprimem-se os elementos de natureza jurídica e comercial, desde que sejam
dispensáveis para a identificação:
Exemplo
Editora Martins Fontes Ltda.
Usar Martins Fontes
c) quando houver duas editoras, indica-se ambas, com seus respectivos locais. Se
houver três ou mais editoras, pode-se registrar a primeira, ou o a que estiver em destaque.
Exemplo
SOLA, L.; PAULANI, Leda M. (Org). Lições da década de 80. São Paulo;
EDUSP, Genebra: UNRISD, 1995. 287p.
d) quando a entrada de autoria for a editora, não indicá-la na referência.
Exemplo
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPIRITO SANTO. Biblioteca Central.
Normalização e apresentação de trabalhos científicos e acadêmicos. 3 ed.
Vitória, 1998. 41 p.
60
e) quando não houver editora, usar entre colchetes [s.n.], que é a abreviatura de sine nomine (sem editora).
Exemplo
LOTT, A. M. Teatro em Mato Grosso: veículo de dominação colonial. São
Paulo: [s.n.], 1986. 87 p.
f) quando não houver local e editora, usar entre colchetes [S.I.:s.n.], que é a abreviatura de sine loco (sem local) e sine nomine (sem editora).
DATA DE PUBLICAÇÃO
a) A data de publicação deve ser indicada em números arábicos. Sempre deve ser
indicada uma data, seja da publicação, da impressão, do copirraite ou outra.
Exemplo
PEREIRA, E. Moderna técnica de enfermagem. 5. ed. Rio de Janeiro: Interamericana, c1981. 158 p.
b) em publicações periódicas (jornais e revistas), os meses devem ser abreviados
no idioma da publicação. Não se abreviam os meses designados por palavras de quatro letras
ou menos (ver anexo A);
c) se a publicação indicar, em lugar dos meses, as divisões do ano, transcrevê-las
como aparecem na publicação (Ex.: 2. trim. 1987). As estações do ano são transcritas como
aparecem na publicação:
Exemplo
SESSLE, B. J. The challenges of neuropathic pain. J. Irafac. Paim, Carol
Stream, v. 15, n. 3, p. 189, summer 2001.
d) quando faltar algum dado tipográfico, usam-se as abreviaturas [S.l.] sem local
(sine loco), [s.n.] sem editora (sine nomine), [s.d.] sem data. Na falta dos três dados usar
[s.n.t.] sem notas tipográficas. Porém, a NBR 6023 da ABNT recomenda não deixar nenhuma
referência sem data, registrando-se uma data aproximada de publicação, distribuição, copirraite, impressão etc., entre colchetes como se segue abaixo:
a) [1971 ou 1972] para um ano ou outro;
b) [1981?] para data provável;
c) [ca. 1960] para data aproximada;
61
d) [197-] para década certa;
e) [197-?] para década provável;
f) [18--] para século certo;
g) [18--?] para século provável;
h) [1980] para data certa, não indicada na publicação;
i) [entre 1905 e 1910] para períodos prováveis. Use intervalos menores de 20 anos.
Exemplo
AMARAL SOBRINHO, J. Reflexões sobre a escola. Belo Horizonte: Secretaria
do Estado da Educação, [199-] .
e) em caso de duas datas, ambas podem ser indicadas, desde que seja mencionada
a relação entre elas.
Exemplo
São Paulo (Estado). Secretaria da Educação. Proposta curricular para o ensino
de matemática – 1º. Grau. 3. ed. São Paulo, 1988 (c1973). 140 p.
f) nas referências de obras de vários volumes, consideradas no todo, indica-se a data inicial seguida de:
- hífen, para periódicos em curso de publicação.
Exemplo
REVISTA INFORMÉDICA. Campinas: Lab. Biosintética Informédica, 1993 –.
Bimestral.
- hífen e data do último volume para publicação em vários volumes, produzidos
em um período.
Exemplo
THEODORO JÚNIOR, H. Curso de direito processual civil. 3. ed. Rio de
Janeiro: Forense, 1987 – 1989. 3 v.
NÚMERO DE PÁGINAS OU VOLUMES
Indicar o número de páginas ou volumes, respeitando-se a forma utilizada (letras,
algarismos romanos e arábicos) da seguinte forma:
62
a) Documentos considerados no todo, constituídos de apenas um volume
- Indicar o número total de páginas ou folhas.
Exemplo
260 p. ou xxi, 260 p.
Nota – Alguns trabalhos como teses e dissertações, são impressos apenas na página de frente e, neste caso, indica-se f. (folha).
b) Documentos editados em volumes
- Quando o documento for publicado em mais de um volume, indica-se o número
total de volumes e a abreviatura v:
Exemplo
GRAY, P. E. Princípios de eletrônica. Rio de Janeiro: Ltc, 1974. 3v.
- Quando consultar somente um volume específico, indica-se a abreviatura v., seguida do número do volume:
Exemplo
LEONDES, C. T. (Ed.) Control and dynamic Systems. In: ______. Neural network systems tecniniques and applications. San Diego: Academic, 1998. v. 7.
- Quando o número de volumes bibliográficos diferir do número de volumes físicos, registrar da seguinte forma:
Exemplo
SILVA, De Plácido e. Vocabulário jurídico. 4. ed. Rio de Janeiro: Forense
1996. 5 v. em 3.
c) Documentos considerados em partes (artigos de periódicos, capítulos de livros etc.):
LUISI, LUIZ. Nota sobre a filosofia jurídica de Miguel Reale. In: CAVALCANTI, Teófilo
(org). Estudos em homenagem a Miguel Reale. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1977. p.
233 – 242.
63
d) Documentos sem numeração de páginas, ou com paginação irregular:
Usar a expressão “não paginado”, ou, “paginação irregular” no lugar do número de
páginas.
ILUSTRAÇÕES E DIMENSÕES
a) As ilustrações devem ser indicadas pela abreviatura “il”. Para ilustrações coloridas usar “il. color.”.
b) Se necessário, pode-se indicar a altura do documento em centímetros e, em caso
de formatos excepcionais, também a largura. Em ambos os casos, deve-se aproximar as frações ao centímetro seguinte, com exceção de documentos tridimensionais, cujas medidas devem ser informadas com exatidão.
Exemplo FIGUEIREDO, A. Arte aqui e mato. Cuiabá: UFMT, 1990. 92 p., il. Color., 24
cm.
SÉRIES E COLEÇÕES
Após a descrição do número de paginas ou volumes, ilustrações etc, pode-se incluir o título e a numeração da série e/ ou coleção, quando houver, entre parênteses. Séries e coleções são a reunião de um conjunto de obras que recebem o mesmo tratamento gráficoeditorial e/ ou que mantém correspondência temática entre si.
Exemplo GARCIA, A. A. E. B.; YOTSUYANAGI, K.; VIEIRA, M. C. Sazonalidade do
trabalho na agricultura paulista na década de setenta. São Paulo: Instituto de
Economia Agrícola, 1988. 68 p. (Relatório de pesquisa, 26).
Nota – Neste exemplo, o nome da série é Relatório de pesquisa e o número 26.
ORDENAÇÃO DAS REFERÊNCIAS
As referências dos documentos citados em um trabalho devem ser ordenadas de
acordo com o sistema usado para citação no texto.
64
a) Sistema autor-data (ordem alfabética)
- Quando as citações mencionam os nomes dos autores, as referências devem constar no final do capitulo do artigo ou do trabalho, em uma única ordem alfabética.
Exemplo
No texto:
Miranda & Gusmão (1998) citam em seu trabalho que o projeto que deve ter as características
da área de atuação do pesquisador.
Marconi & Lakatos (1982) descrevem várias técnicas de pesquisa.
Na lista de referências
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982. 205 p.
MIRANDA, J. L. C. da GUSMÃO, H. R. Apresentação e elaboração de projetos e monografias. 2. ed. Niterói: EDUFF, 1998. 57 p.
- Eventualmente pode-se usar um traço (equivalente a 6 espaços da letra utilizada)
em casos de obras do mesmo autor.
Exemplo
FREYRE, G. Casa grande & senzala. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1943. 2 v.
______. Sobrados e mocambos. São Paulo: Nacional, 1936. 405 p.
- Pode-se usar também um traço (equivalente a 6 espaços da letra utilizada) em
casos de varias edições de um mesmo documento referenciado.
Exemplo
FREYRE, G. Sobrados e mocambos. São Paulo: Nacional, 1936. 405 p.
______.______. 2. ed. São Paulo: Nacional, 1936. 410 p.
b) Sistema numérico (ordem de citação no texto):
Se usado o sistema numérico, as referências devem constar no final do capitulo, do
artigo ou trabalho, em ordem numérica crescente, acompanhando a numeração utilizada no
texto. Neste caso, não usar números em notas de rodapé.
65
Exemplo
No texto:
... O projeto deve ter as características da área de atuação do pesquisador.
... Várias técnicas de pesquisa são descritas2.
Na lista de referências:
1 MIRANDA, J. L. C. de.; GUSMÃO, H. R. Apresentação e elaboração de projetos e
monografias. 2. ed. Niterói: EDUFF, 1998. 57 p.
2 MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.
205 p.
Nota – Algumas obras, de cunho histórico ou geográfico, podem apresentar a ordenação das referências por datas (cronológico) ou por locais (geográfico).
MONOGRAFIAS EM GERAL
São considerados documentos monográficos, aqueles constituídos de uma só parte
ou de números previamente estabelecido de partes separadas, que se completam, como por
exemplo: folhetos, teses, dissertações, anais de congressos, guias, catálogos, enciclopédias,
dicionários etc.
LIVROS E FOLHETOS
LIVROS E FOLHETOS CONSIDERADOS NO TODO
Estrutura AUTOR(ES). Título: subtítulo. Indicações de responsabilidade (organização,
revisão crítica, tradução etc). Edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação. (Número de páginas ou volumes, ilustração, dimensão. Nome e número da
série ou coleção. Notas complementares. ISBN – Internacional Standard Book
Number ou ISSN – International Standard Serial Number)12.
a) Um autor:
Exemplo
CASTELLIS, M. Problemas de investigação em sociologia humana. 2. ed. São
Paulo: Martins Fontes, [1989?]. 209 p.
66
b) Dois autores:
Separam-se os autores por ponto e vírgula.
Exemplo
BANTZ, H.; WEISWILLER, H. Juegos y gimnasia para deportistas: entretenimiento del futebolista. Buenos Aires: Paidós, [1982?]. 260 p. (Biblioteca
de Educação Física. Session Deportes, 60).
c) Três autores:
Separam-se autores por ponto e vírgula
Exemplo
GARCIA, A. E. B.; YOTSUYANAGI, K.; VIEIRA, M. C. Sazonalidade do
trabalho na agricultura paulista na década de setenta. São Paulo: Instituto de
Economia Agrícola, 1988. 68 p. (Relatório de pesquisa, 26).
d) Mais de três autores:
Menciona-se apenas o primeiro, seguido da expressão et al. Em casos específicos
(projetos de pesquisa cientifica, indicação de produção cientifica em relatórios para órgãos de
financiamento etc.), nos quais a menção dos nomes for indispensável para certificar a autoria,
indicar todos os nomes.
Exemplo SANT’ANNA, F. M. et al. Dimensões básicas do ensino. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1979. 161 p.
e) Vários autores, com responsabilidade intelectual destacada (organizador,
coordenador, editor etc.):
Exemplo VEIGA, I.P.A.; CARDOSO, M.H.F. (Org.) Escola fundamental: currículo e
ensino. Campinas: Papirus, 1991.216 p.
f) Entidades coletivas:
Exemplo BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação Física e
Esportes. Educação Física de 1ª à 4ª série do 1º grau. Brasília, 1981. 223 p.
67
Exemplo FUNDAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO ADMINISTRATIVO (São Paulo).
Perfil da administração pública paulista 1982. 3. ed. São Paulo, 1982. 2 v.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DESPORTOS AQUATICOS. Regras
de natação da federação Internacional de Natação. Rio de Janeiro, 1998.
30 p.
Exemplo
Exemplo BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. SEED / CENESP. Projeto de
pesquisa: educação física, desporto e esporte para todos na educação especial.
[S.I.]. [19--]. 113 p.
LIVROS E FOLHETOS CONSIDERADOS EM PARTES (capítulos, trechos, volumes
etc.)
a) Parte de livro com autoria própria:
Estrutura AUTOR(ES) do capítulo. Título do capítulo. In: AUTOR(ES) do livro. Título:
subtítulo. Edição. Local: Editora, ano de publicação. Páginas inicial – final da
parte.
Exemplo GETTY, R. The Gross and microscopic occurence and distribution of spontaneous atherosclerosis in the arteries of swine. In: ROBERT JR., A., ATRAUSS, R.
(Ed.). Comparative atherosclerosis. New York: Harper & Row, 1965. p. 11-20.
b) Parte de livro sem autoria especial:
Estrutura
AUTOR(ES). Título do capítulo. In: ______. Título do livro. Edição. Local de
publicação: Editora, ano de publicação. Número do capítulo.
- Capítulo de livro
Exemplo
BITTAR, C.A. Os contratos comerciais e seu regime jurídico. In:______. Contratos Comerciais. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1990. cap. 1, p. 1-5.
68
- Volume de livro:
Exemplo
SOARES, F.; BURLAMAQUI, C.K. Dados estatísticos: microrregiões.
In:______. Pesquisas brasileiras: 1º e 2º graus. São Paulo: Formar, 1972. v. 3.
c) Separata de livro:
Estrutura AUTOR(ES) da separata. Título da separata: subtítulo. Edição. Local: Editor,
ano de publicação. Número total de páginas. Separata de: AUTOR(ES) do livro
(publicação principal). Título. Edição. Local: Editora, ano de publicação. Número total de páginas.
Exemplo AMERICAN PUBLIC HEALTH ASSOCIATION. Selected analytical methods approved and cited by the United States environmental protection agency. Separata de:______. Standard methods for the examination of water
and wastewater. 15. ed. Washington: APHA, 1981. 106 p.
RECEÇÕES, REVISÕES OU RESENHAS DE LIVROS
Estrutura AUTOR(ES) da publicações. Título da publicação resenhada. Local: Editora,data. Número de páginas. AUTOR da resenha. Título da resenha (se houver
título próprio). Dados da publicação que trouxe a resenha.
Exemplo
SIMÕES, S. de D. Deus, pátria e família: as mulheres no golpe de 1964. Petrópolis: Vozes, 184 p. Resenha de: MEGALE, J. F. Participação política feminina.
Ciência e Cultura, São Paulo, v. 38, n. 5, p. 941-942, maio, 1986.
DISSERTAÇÃO, TESES E/ OU OUTROS TRABALHOS ACADÊMICOS
Estrutura AUTOR. Título: subtítulo. Data. Número total de folhas. Tipos de trabalho
(grau) – vinculação acadêmica, local e data de apresentação ou defesa, mencionada na folha de apresentação (se houver).
Exemplo
CORREA, G. G. As reformas educacionais brasileiras: programas de ensino
em Ciências e seriação escolar. 1997. 201 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Centro de Ciências Humanas e Artes, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 1997.
69
Exemplo COSTA, I. C. Sedentarismo e o servidor público federal, 1997. 439 f. Monografia (Especialização) – Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 1998.
ENCICLOPÉDIAS, ANUÁRIOS ETC.
CONSIDERADOS NO TODO
Estrutura TÍTULO: subtítulo. Edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação.
Número de páginas ou volumes.
Exemplo
AGIANUAL 96: anuário estatístico da agricultura brasileira. São Paulo: FNP,
1996. 392 p.
Exemplo ANUÁRIO Delta 1988: com eventos de 1987. Rio de Janeiro: Delta, 1988. 319
p.
Exemplo ENSICLOPÉDIA Barsa. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica do Brasil,
1994. v. 8, v. 10.
Exemplo BRITANNICA Atlas. Chicago: Encyclopaedia Britannica do Brasil, 1994. 320
p.
Nota – Quando a palavra Atlas não constar no título, deve ser indicada como nota
no final da referência.
VERBETES DE ENCICLOPÉDIAS COM INDICAÇÃO DE AUTORIA
Estrutura AUTOR(ES) DO VERBETE. Título do verbete. In: TíTULO da enciclopédia.
Edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação. Volume. Página (ou
páginas) inicial – final da parte.
Exemplo
ZANINI, G. Legação: direito internacional público. In: ENCICLOPÉDIA Saraiva do Direito. São Paulo: Saraiva, 1980. v.48, p. 144-149.
70
VERBETES DE ENCICLOPÉDIAS SEM INDICAÇÃO DE AUTORIA
Estrutura
TíTULO do verbete. In: TíTULO da enciclopédia. Edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação. Volume. Página (ou páginas) inicial – final da
parte.
Exemplo
DOGMA. In: ENCICLOPEDIA Mirador Internacional. São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil, 1994. v. 7. p. 3464.
DICIONÁRIOS
CONSIDERADOS NO TODO
Estrutura
AUTOR(ES). Título. Edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação.
Número de
Exemplo
FERREIRA, A. B. de H. Novo dicionário da língua portuguesa. 2. ed. Rio de
Janeiro: Nova Fronteira, 1986. 1838 p.
- Se não houver uma responsabilidade intelectual destacada, a referência deve seguir a mesma estrutura de enciclopédias:
Exemplo
MICHELIS: ilustraded dictionary. 57. ed. São Paulo: Melhoramentos, 1995.
2v.
VOLUMES ISOLADOS
Exemplo
DICIONÁRIO biográfico universal três. São Paulo: Três Livros e Fascículos,
1983. v. 4, v.6.
71
VERBETES DE DICIONÁRIOS COM COMUNICAÇÃO DE AUTORIA
Estrutura
AUTOR(ES) do verbete. Título. In: AUTOR(ES) do dicionário. Título. Edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação. Volume. Página (ou páginas) inicial – final da parte.
Exemplo
VENÂNCIO FILHO, A. Constituição de 1934. In: BELOCH, I.; ABREU, A.
A. de. Dicionário histórico biográfico brasileiro 1930 – 1983. Rio de Janeiro: FGV/CPDOC/FINEP, 1984. v. 2, p. 913-914.
VERBETES DE DICIONÁRIOS SEM INDICAÇÃO DE AUTORIA
Estrutura
TÍTULO do verbete. In: AUTOR(ES) do dicionário. Título. Edição. Local de
publicação: Editora, ano de publicação. Volume. Página (ou páginas) inicial –
final da parte.
Exemplo
CONTABILIDADE analítica. In: SÁ, A. L. de; SÁ, A. M. L. de. Dicionário
de contabilidade. 9. ed. São Paulo: Atlas, 1995. p. 99.
BÍBLIAS
Estrutura
TÍTULO. Edição. Local de publicação: Editora, ano de publicação. Número de
páginas.
Exemplo
BÍBLIA Sagrada. São Paulo: Paulinas, [19--]. 1695 p.
ATAS DE REUNIÕES
Estrutura
NOME DO ÓRGÃO. título e data. Local de realização, ano. Livro número
página – final.
Exemplo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLANDIA. Biblioteca Central. Ata da
reunião no dia 24 out. 1997. Uberlândia, 1997. Livro 2, p. 11.
72
NORMAS TÉCNICAS
Estrutura
ENTIDADE NORMALIZADORA. Título. Local de publicação, ano de publicação. Números de páginas.
Exemplo
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: referências bibliográficas. Rio de Janeiro, 1989. 9p.
CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, REUNIÕES ETC.
CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, REUNIÕES ETC. CONSIDERADOS NO TODO
Estrutura
NOME DO EVENTO, número do evento, ano de realização, local de realização. Título. Local de publicação: editora, data, (Número de páginas ou volumes.).1
Exemplo
CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 10., 1979 Curitiba. Anais... Curitiba: Associação Bibliotecária do Paraná, 1979. 3 v.
Nota – As reticências no título da referência [Anais...] são usadas para suprimir o
título, que repetiria as mesmas informações da autoria: Anais do Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação.
Para eventos realizados simultaneamente, indicar todos na referência separados por vírgula:
Exemplo
1
CONGRESSO LATINO AMERICANO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 2., CONGRESSO BRASILEIRO DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO, 17., 1994, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: Associação dos Bibliotecários de Minas Gerais / Escola de Biblioteconomia da UFMG, 1994. 808 p.
Os dados entre parênteses na estrutura são complementares.
73
CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, REUNIÕES ETC CONSIDERADOS EM PARTE
Estrutura
AUTOR(ES). Título do trabalho. In: NOME DO EVENTO, número do evento,
data da realização, local de realização. Título da publicação. Local da publicação: Editora, ano de publicação. Páginas inicial-final da parte.
a) Trabalho apresentado em congresso:
Exemplo
ORLANDO FILHO, J.; LEME, E. J. de A. Utilização agrícola dos resíduos da
agroindústria canavieira. In: SIMPOSIO SOBRE FERTILIZANTES NA AGRICULTURA BRASILEIRA, 2., 1984, Brasileira. Anais... Brasileira: EMBRAPA, Departamento de Estudos e Pesquisas, 1984. p. 451-475.
b) Resumo de Trabalho de Congresso:
Exemplo
CAMARGO, A. P. Quantificação das regras para cafeicultura com base no
balanço hídrico mensal. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROMENTEOROLOGIA, 4., 1985, Londrina. Resumo... Campinas: Fundação Cargil,
1985. p. 45-47.
CONVÊNIOS
Estrutura
NOME DA PRIMEIRA INSTITUIÇÃO. Título. Local, data.
Exemplo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLANDIA. Convênio MEC/SESU
para aquisição de livros para graduação. Uberlândia, 1998.
PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS
Periódicos são publicações editadas por tempo indeterminado, em intervalos prefixados, com a participação de vários autores, sob a direção de uma ou várias pessoas. As publicações periódicas mais comuns são jornais e revistas. São constituídos de fascículos, números ou partes, e tratam de assuntos variados, de acordo com um plano definido.
74
CONSIDERADAS NO TODO (coleção)
Estrutura
TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação: Editora, ano do primeiro volume e, se a publicação cessou, também do último. (periodicidade. Notas complementares e ISSN).2
a)
Exemplo
Periódico no todo:
REVISTA BRASILEIRA DE BIBLIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO.
São Paulo: FEBAB, 1992-1993. Semestral. Continuada por: Boletim Informativo da Federação Brasileira de Bibliotecários.
b) Periódico com título genérico:
Acrescentar o nome da entidade autora ou editora, que se vincula ao título entre
colchetes:
Exemplo
BOLETIM ESTATÍSTICO [da] Rede Ferroviária Federal. Rio de Janeiro,
1965-. Trimestral.
CONSIDERADAS EM PARTES
FASCÍCULOS
2
Estrutura
TÍTULO DO PERIÓDICO. Local de publicação: Editora, volume, número,
mês (abreviado)
e ano de publicação.
Exemplo
REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIA DO ESPORTE. Maringá: Departamento de Educação Física da Universidade Estadual de Maringá, v. 13, n.2,
jan. 1992.
Os dados entre parênteses na estrutura são complementares.
75
NÚMEROS ESPECIAIS E SUPLEMENTOS
Estrutura
TITULO DO PERIÓDICO. Título do fascículo, suplemento ou número especial, se houver. Local de publicação: Editora, volume, número, mês (abreviado)
e ano de publicação. Nota indicativa do tipo de fascículo.
Exemplo
CONJUNTURA ECONOMICA. As 500 maiores empresas do Brasil. Rio de
Janeiro: FGV, v. 38, n. 9, set. 1984. 135 p. Edição especial.
ARTIGOS E/ OU MATÉRIAS EM REVISTAS E JORNAIS
Os títulos das revistas e jornais podem ser abreviados quando necessário, de acor-
do com a NBR 6032/1989 da ABNT para títulos nacionais e a norma da INTERNATIONALORGANIZATION FOR STANDARDZATION ISSO 4/1997 para títulos estrangeiros e outras de cada área.
ARTIGOS E/ OU MATÉRIAS E SEPARATAS EM REVISTAS
a) Artigo com indicação de autoria:
Estrutura
AUTOR(ES) do artigo. Título do artigo. Título do periódico. Título do fascículo, suplemento ou número especial, quando houver. Local de publicação,
volume, número, página
inicial e final do artigo, mês (abreviado) e ano de
publicação. Nota indicativa do tipo de fascículo, quando houver (suplemento,
número especial, etc.).
- Artigo:
Exemplo
SINO, M. A. de. Uso de agrofilmes cresce mais de 15%. Plástico Moderno,
São Paulo, v. 26, n. 279, p. 16-21, ago. 1997.
- Número especial:
Exemplo
KREGEL. J. A. Derivatives and global capital flows: applications to Asia.
Cambridge Journal of Economics. The asian crisis, Oxford, v. 22, n. 6, p. 677692, Nov. 1998. Número especial.
76
- Suplemento:
Exemplo
PETRICCIANI, J. C.; GRACHU, V. P.; SIZARET, P. P.; REGAN, P. J. Vaccines: obstacles and opportunities from discovery to use. Reviews of Infectious Diseases, Chicago, v. 11, p. s524 – s529, May/June 1989. Supplement 3.
b) Artigo sem indicação de autoria:
Estrutura
TITULO do artigo. Título do periódico, Local de publicação, volume, número, página inicial e final do artigo, mês (abreviado) e ano de publicação.
CASCÃO venceu. Veja, São Paulo, v. 31, n. 10, p. 81, mar. 1998.
Exemplo
c) separata de revista:
Inclui a expressão “Separata de” antes da transcrição do título.
INVESTIMENTOS e reinvestimentos externos no Brasil. Separata de: Boletim do Banco Central do Brasil, Brasília, v. 30, n. 2, p. 3-34, fev. 1994.
Exemplo
d) carta ao editor:
Inclui nota especificando o tipo de matéria
Exemplo
.VERGARA, I.; TORO, G.; ROMÁN, G.; MENDONZA, G. Fatal GuillainBarre syndrome with reducid-dose antirabies vaccination. Arch. Neurol., Chicago, v. 36, n. 4, p. 254, Apr. 1979. Letters to the Editor.
ARTIGOS DE JORNAIS
a) artigo com indicação de autoria:
Estrutura
AUTOR DO ARTIGO. Título do artigo. Título do Jornal, local de publicação, data de publicação (dia, mês abreviado e ano). Número ou título do caderno, seção ou suplemento. Página do artigo referenciado. Número de ordem
das colunas.
77
- Artigo:
Exemplo
OLIVEIRA, W. P. de. Judô, educação física e moral. Estado de Minas, Belo
Horizonte, 17 mar. 1981. Caderno de Esporte. p. 7, c. 1-4
OLIVEIRA, W. P. de. Judô, educação física e moral. Estado de Minas, Belo
Horizonte, 17 mar. 1981. Caderno de Esporte. p. 7, c. 1-4
Exemplo
- Artigo de suplemento de jornal:
MASCARENHAS, M, das G. Sua safra, seu dinheiro. O Estado de São Paulo, São Paulo, 17 set. 1986. Suplemento Agrícola, p. 14-16.
Exemplo
Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data:
LARANJO, Hélcio. O fim da propaganda. Correio, Uberlândia, p. 1, 29 set.
2000.
Exemplo
b) artigo sem indicação de autoria:
Estrutura
TITULO DO ARTIGO. Título do jornal, local de publicação, data de publicação (dia, mês abreviado e ano). Número ou título do caderno, seção ou suplemento. Página do artigo
referenciado.
Exemplo
COMO evitar os radicais livres. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 9 abr. 1998.
Esportes, p. 5.
PATENTES
Patentes é o registro do direito do inventor, concedido através de um documento
oficial chamado “carta patente”, que garante o uso exclusivo, durante certo período de tempo,
de algo inédito, que tenha inventado, criado ou aperfeiçoado.
78
Estrutura
ENTIDADE RESPONSAVÉL. Autor. Título. Nº da patente e datas (do período de registro).
Exemplo
COMMODITIES TRADING AND DEVELOPMENT LIMITED. André Aspa. Processo e instalação para alcalinizar e pasteurizar as sementes de
cacau antes de seu esmagamento. BR n. PI 8002165, 2 abr. 1980, 25 nov.
1980.
DOCUMENTOS JURÍDICOS
Este item abrange documentos de natureza jurídica: legislação. Jurisprudência (decisões judiciais) e doutrina (interpretação dos textos legais).
LEGISLAÇÃO – constituições, emendas constitucionais, textos legais infraconstitucionais (lei complementar e ordinária, medida provisória, decreto em todas as suas formas,
resolução do Senado Federal) e normas emanadas das entidades coletivas públicas e privadas
(ato normativo, portaria, resolução, ordem de serviço, instituição normativa, comunicado,
aviso, circular, decisão administrativa, entre outros).
Estrutura
JURISDIÇÃO (ou nome da entidade coletiva, no caso de se tratar de normas).
Título, numeração e data. Ementa (elemento complementar) e dados da publicação que transcreveu a legislação. Notas informáticas relativas a outros dados necessários para identificar o trabalho.
- Constituição Federal:
Exemplo
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do
Brasil. Brasília, DF: Senado Federal, 1988.
- Decreto-Lei:
Exemplo
BRASIL. Decreto-Lei nº 2423, de 7 de abril de 1988. Estabelece critérios para
pagamento de gratificação e vantagens pecuniárias os titulares de cargos e empregos da Administração Federal direta e autárquica e dá outras providências.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 8 abr.
1988. Seção 1, p. 6009
79
- Lei:
MINAS GERAIS. Lei nº 9.754, de 16 de janeiro de 1989. Lex: coletânea de
legislação e jurisprudência, São Paulo, v. 53, p. 22, 1989.
Exemplo
- Emenda Constitucional:
Exemplo
BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional nº 9, de 9 de novembro
de 1995. Dá nova redação ao art. 177 da Constituição Federal, alterando e inserindo parágrafos. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência: legislação
federal e marginalia, São Paulo, v. 59, p. 1966, out. /dez. 1995.
- Resolução:
Exemplo
CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO. Resolução nº 771, de 24 de agosto de 1993. Regulamenta características de registros e identificação de veículos
antigos de coleção. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência São Paulo, v.
57, p. 2166-2167, jul. /set. 1993.
- Código:
BRASIL. Código civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por
Juarez de Oliveira. 5. ed. São Paulo: Saraiva, 1990.
Exemplo
- JURISPRUDÊNCIA – (súmulas, enunciados, acórdãos, sentenças, entre outros tipos de decisões judiciais):
Estrutura
JURISDIÇÃO E ÒRGÃO JUDICIÁRIO COMPETENTE. Título (natureza da
decisão
ou ementa) e número. Partes envolvidas (quando houver). Relator.
Local, data e dados da
publicação que trouxe a jurisprudência.
- Extradição:
Exemplo
BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Deferimento de pedido de extradição.
Extradição número 410. Estados Unidos da América e José Antonio Fernandez. Relator: Ministro Rafael Mayer. Brasília, 21 de março de 1984. Revista
Tribunal de Jurisprudência, [Brasília], v. 109, p. 870-879, set. 1984.
80
- Hábeas Corpus:
Exemplo
BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Processual. “Habeas-corpus”. Constrangimento ilegal. “Habeas-corpus” nº 181.636-1, da 6ª. Câmara Cível do
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Brasília, DF, 6 de dezembro de
1994. Lex: jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça de Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v. 10, n. 103, p. 236-240, mar.1998.
- Súmula:
Exemplo
BRASIL. Superior Tribunal Federal. Súmula nº 14. Não é admissível por ato
administrativo restringir, em razão de idade, inscrição em concurso para cargo
público. In: ______.Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994. p. 16.
DOUTRINA
Inclui discussões técnicas sobre questões legais, apresentadas em documentos
convencionais ou em meio eletrônico: livros, artigos de periódicos, artigos de jornais, congressos etc. A referência bibliográfica destes documentos segue a mesma estrutura já apresentada ao longo deste trabalho.
- Artigo de periódico:
Exemplo
VIEIRA, I. de A. Empresa agrária e contratos agrários. Revista dos Tribunais, São Paulo, v. 87, n. 75, p. 29-51.
PUBLICAÇÕES COM NOTAS ESPECIAIS
Notas especiais são informações complementares que podem ser acrescentadas ao
final da referência bibliográfica, sempre que necessário à identificação da obra, como por
exemplo: notas de traduções, separatas, dissertações, teses, resumos, resenhas etc.
81
TRADUÇÕES
Estrutura
AUTOR(ES). Título. Subtítulo. Indicações de responsabilidade (organização,
revisão,
crítica, tradução etc). Edição. Local de publicação: Editora, ano de
publicação. Número de
páginas ou volumes (nome e numeração da série
ou coleção). Nota de tradução.
Tradução do original: indica-se o título ou idioma original, quando mencionado,
em nota especial.
Exemplo
SHELDON, S. Um estranho no espelho. Tradução de Ana Lúcia Deiró Cardoso. São Paulo: Círculo do Livro, 1981. 296 p. Título original: A stranger in
the mirror.
Exemplo
HEMINGWAY, E. A quinta coluna. Tradução de Ênio Silveira. São Paulo:
Civilização Brasileira, 1986. 150 p. Original inglês.
No caso de tradução feita com base em outra tradução, indica-se a da língua do
texto traduzido e a do texto original.
Exemplo
SAADI. O jardim das rosas... Tradução de Aurélio Buarque de Holanda. Rio
de Janeiro: J. Olympio, 1944. 124 p. il. (Coleção Rubaiyat). Versão francesa
de Franz Toussaint. Original árabe.
RELATÓRIOS
Estrutura
NOME DA INTITUIÇÃO. Título. Local data. Número de páginas. Nota indicando o tipo de publicação.
Exemplo
INTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS.Quem é e o que pensa o graduando, 1996: administração. Brasília,
1997. 52 p. Relatório.
82
ENTREVISTAS
ENTREVISTAS EM PROGRAMAS DE TELEVISÃO E RÁDIO
Estrutura
NOME DO ENTREVISTADO. Título do programa. Nome do entrevistador.
Local: Meio de comunicação onde a entrevista foi concedida, data (dia, mês e
ano). Nota de entrevista.
Exemplo
GOMES, C. Eleição: possível candidatura. Entrevistador: Márcio Manzi Alvarenga. Uberlândia: Fundação Rádio e Televisão Educativa de Uberlândia, 30
mar. 1998. Entrevista concedida no programa de televisão “Acontece o seguinte”.
ENTREVISTAS PUBLICADAS
Estrutura
NOME DO ENTREVISTADO. Título da entrevista. Dados da publicação onde
a entrevista foi publicada. Nota de entrevista e nome do entrevistador.
Exemplo
JEREISSATI, T. Cuidado com o já ganhou. Veja São Paulo, v. 31, n. 11, p. 911, mar. 1998. Entrevista concedida a Ernesto Bernardes.
APOSTILAS
Estrutura
AUTOR (ES). Título. Local: Instituição, data. Número de páginas. Nota indicativa de apostila.
Exemplo
CORRÊA, V. L.; CARDOSO, R. M. Treinamento de auxiliares de biblioteca escolares. Belo Horizonte: Consultoria Técnica Educacional, [19--]. 68 p.
Apostilas.
83
TRABALHOS ACEITOS PARA PUBLICAÇÃO
Estrutura
AUTOR(ES). Título. Dados da publicação onde foi aceito. Nota indicando que
a publicação está no prelo.
Exemplo
LUCAS, M. B.; BAPTISTA, G. C. de. Resíduos de fenitrotion na área de irrigação em cultura de berinjela. Bioscience jornal, Uberlândia, 1998. No prelo.
TRABALHOS APRESENTADOS EM EVENTOS, NÃO PUBLICADOS
Estrutura
AUTOR(ES). Título. Data. Nota informativa sobre o evento.
Exemplo
SILVA, Ângela Maria. A biblioteca na pesquisa tecnológica. 1996. Trabalhos apresentados ao 4º Encontro de Recursos Humanos, Uberlândia, 1996.
Não publicado.
RESUMOS
Referenciam-se os resumos obedecendo a mesma estrutura da publicação original,
porém seguida da referência da fonte de onde foi retirado e da indicação “resumo”.
RESUMOS DE TESES PUBLICADOS EM CATÁLOGOS DE TESES
Estrutura
AUTOR da tese. Título. Local, data. Número de páginas. AUTOR da publicação. Referência da publicação que trouxe o resumo. Nota indicativa de resumo.
Exemplo
ARAUJO, H. N. de. Intervenção em obra para implantação do processo construtivo em alvenaria estrutural: um estudo de caso. 1995. 117 f. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA, Dissertações e teses defendidas
na UFSC: 1995. Florianópolis, 1996. 278 p. p. 10. Resumo.
84
RESUMOS DE ARTIGOS PUBLICADOS EM PERIODOS DE REFERÊNCIA
Estrutura
AUTOR(ES) do artigo. TÍtulo do artigo. TÍtulo do periódico que contém o
resumo, local de publicação, número do volume,número do fascículo, páginas
inicial-final, mês (abreviado) e ano de publicação. Nota indicando em qual
periódico de referencia foi indexado.
Exemplo
GUPTA, G, D.; HEATH, I. B. action disruption by latrunculin B causes turgor
related changes in trip growth of saprolegnia ferax hyphae. Fungal Genetic
Biology, Orlando, v. 21, n. 1, p. 64-75, 1997. Resumo do artigo publicado em:
Chermical Abstracts, v. 126, n. 19, maio 1997.
RESUMOS DE TRABALHOS APRESENTADOS EM EVENTOS E PUBLICADOS
EM PERIÓDICOS
Estrutura
AUTOR(ES) do trabalho. Título do trabalho. Título do periódico, local de
publicação, volume, fascículo, páginas inicial-final, mês (abreviado) e ano
de publicação. Nota indicativa do tipo de fascículo e de resumo.
Exemplo
BUENO, S. L. de S. Maturação e desova do camarão branco Penalus schmitti,
sob condições de cultivo em escalas comercial. Ciência e Cultura, São Paulo,
v. 41, n. 7, p. 11, jul. 1989. Suplemento. Resumo do trabalho apresentado na
Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, 41.
CATÁLOGOS DE EXPOSIÇÕES
Estrutura
AUTOR da obra de arte. Título. Local: Editora, ano de publicação. Nota do
tipo de catálogo.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
Exemplo
ROTH, O. Criando papéis: o processo artesanal como linguagem. São Paulo:
Museu de Arte de São Paulo, Rio de Janeiro: Museu de Arte Moderna, 1982.
Catálogo de exposição.
Quando os catálogos não apresentarem título, a entrada será pelo nome do artista,
na ordem direta:
85
Exemplo
JAIR G. São Paulo: Galeria Paulo Prado, 1987. Catálogo de exposição.
EXPOSIÇÕES COLETIVAS
Exemplo
POTEIRO, A. et al. Exposição de Arte Naif. São Paulo: Galeria Jacques Ardies, 1997. Catálogo de exposição.
MOSTRAS, SALÕES, BIENAIS
Exemplo
BIENAL DE SÃO PAULO, 17.; 1983, São Paulo. Exposição de Arte Plumária no Brasil.São Paulo: Maria Otilia Bocchini, 1983. Catálogo de exposição.
ANAIS DE CONGRESSOS PUBLICADOS EM PERIÓDICOS
Estrutura
AUTOR(ES) do artigo. Título do artigo. Título do periódico, local de publicação, número do volume, número do fascículo, páginas inicial-final, mês (abreviado) e ano de publicação.
Nota indicando em qual evento foi apresentado.
Exemplo
HORN, M. M.; COSTA, A. S.; MORAIS, J. C. F. Qualidade do sêmen bovino
congelado submetido a repetidas exposições ao ambiente. Revista Brasileira
de Reprodução Animal, Belo Horizonte, v. 21, n. 2, p. 51-53, 1997. Trabalho
apresentado no 12º Congresso de Reprodução Animal, Belo Horizonte, 1997.
DOCUMENTOS DE ARQUIVOS
Estrutura
AUTOR do documento. Título. Local, data. Nota indicativa de localização do
arquivo.
Exemplo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLANDIA. Regimento geral da Universidade Federal de Uberlândia. Uberlândia, 1970. Arquivo do Centro de
Documentação e Pesquisa Histórica. Coleção João Quintuba.
86
CORRESPONDÊNCIA (cartas, bilhetes, telegramas, memorandos etc)
Estrutura
REMENTENTE. [tipo de correspondência]. Local de emissão, data de emissão. Assunto em forma de nota.
Exemplo
PARREIRA, N. [carta]. Monte Alegre, 14.10.1930. Carta ao Senador Camilo
Chaves relatando a movimentação revolucionária na região de Monte Alegre e
solicitando munições.
PROGRAMAS DE RÁDIO E TELEVISÃO
Estrutura
TEMA. Nome do programa. Local: nome da televisão ou rádio, data da apresentação. Nota especificando o tipo de programa (rádio ou tv).
Exemplo
DECORAÇÃO.Vitrine. São Paulo: TV Cultura, 12 de agosto de 1998. Programa de tv.
DOCUMENTOS SONOROS E MÚSICAIS (discos, fitas cassetes, partitura, entrevistas
gravadas entre outros)
Estrutura
COMPOSITOR(ES) ou INTÉRPRETE (S). Título: subtítulo. Outras indicações de responsabilidade (elenco complementar). Local: Gravadora (ou equivalente), data. Características físicas (especificação do suporte) e duração (elemento complementar). Notas informativas (quando necessário para identificar
o trabalho).
DISCOS
Exemplo
BACH, J. S. Cravo bem temperado. Interpretação de Wanda Landowska.
São Paulo: RCA, 1965. 1 disco sonoro.
Obras com vários compositores, como é o caso de discos de cantores populares,
entrar pelo intérprete:
Exemplo
HOLLANDA, C. B. Chico Buarque. Rio de Janeiro: Polygran. 1984. 1 disco
(17 min), 33 rpm, estéreo.
87
COLEÇÕES
Indicar, no final da referência, a série ou coleção a que pertence o disco:
Exemplo
SCHUBERT, F. Ave Maria. Barcelona: Altaya, 1996. 1 CD. (Música Sacra,
8).
DISCOS COMPACTOS (CD)
Exemplo
Nas trilhas da paixão. Madrid: Gye Records, 1996. 1 cd (44 min.), estéreo.
CD (VÁRIOS COMPOSITORES E VÁRIOS INTÉRPRETES)
Exemplo
MPB especial. [Rio de Janeiro]; Globo: Movieplay, c1995. 1 CD (50 min).
(Globo Collection, 2).
FAIXAS DE DISCOS
Exemplo
HIME, F.; HOLLANDA, C. B. Vai passar. In: HOLLANDA, Chico Buarque.
Chico Buarque. Rio de Janeiro: Polygran, 1984. 1 disco sonoro. Lado 2, faixa
5 (6 min 14s).
FITAS CASSETES
Exemplo
WAGNER, R. Tannhauser: ópera completa. [S. 1.]: Sinter/Urânia, [19--]. 1
fita cassete.
PARTITURAS
Estrutura
COMPOSITOR. Título: subtítulo. Indicações complementares de responsabilidade (elenco complementar). Edição. Local: Editora, data. Número de unidades físicas (partes) e indicação de partitura ou música impressa (número de
volumes ou partes).
Nota – Se necessário, acrescentar outras informações notas informativas no
final da referência.
88
Exemplo
BRAHMS, J. Piano Works complete. New York: International Music Company, [19--]. Partitura (3v.).
Exemplo
DJAVAN. Meu bem querer. Rio de Janeiro: Edições Musicais Tapajós, [19-]. 1 partitura.
Exemplo
VELOSO, C. Song Book. Idealizado, produzido e editado por Almir Chediak.
3. ed. Rio de Janeiro: Lumiar, [19--]. Partitura (2v.).
IMAGENS EM MOVIMENTO (filmes, fitas de vídeo, DVD, entre outros)
Estrutura
TITULO: subtítulo. Autor e indicações de responsabilidade relevantes (diretor,
produtor, realizador, roteirista e outros). Local: Produtora, data. Especificação
do suporte em unidades físicas (duração): indicação de reprodução, som, indicação de cor; largura em milímetros3.
FILME
Exemplo
BAGDAD Café. Direção: Percy Adlon. Alemanha: Paris Vídeo Filmes, 1988.
1 filme (96 min), son., color.
VÍDEO CASSETE
Exemplo
A SEXUALIDADE. Direção de Gabriel Priolli; Eduardo Ramos. São Paulo:
Folha de São Paulo/PUC/SESC, 1997. 1 vídeo cassete (95 min), VHS, son.,
color.
DVD
Exemplo
3
CONCORRENZA Sleale. Direção: Ettore Scola. Roma: Warner Brosm, 2000.
1 DVD (106 min), NTSC, son. color.
Os dados de duração, especificação de reprodução, indicadores de som, cor e largura em milímetros são complementares.
89
DOCUMENTOS ICONOGRÁFICOS (fotografias, slides (diapositivos), original e/ ou
reprodução de obras de arte, cartões postais, transparências, gravuras e outros)
Estrutura
Autor. Título. (quando não houver título, deve-se atribuir uma denominação
ou indicação “sem título” entre colchetes). Data e especificação do suporte.
Nota – Quando necessário, acrescentar elementos complementares relativos a outros dados necessários para melhor identificar o trabalho (técnica, tamanho, indicações de cor
etc.).
PINTURA
Exemplo
DOMINGOS, Sirvaldo. Mulheres em vermelho e verde. 1991. 1 pintura,
papel, color., 80 cm x 100 cm. Coleção particular.
GRAVURA
Exemplo
RAUSCHER, B. B. da S. Dublê de corpo. 1985. 10 gravuras, xilograv, p&b.,
61 cm x 92 cm. Coleção particular.
REPRODUÇÕES DE OBRAS DE ARTES
Exemplo
FRANÇA, Cláudia. Escada. 1997. Fotografia das esculturas por Rosaly Senra.
1997. 3 fot., color., 10 cm x 8 cm.
SLIDES
Exemplo
COBO, E.; CIFUENTES, R. Feto y liquido amniótico. Bogotá: Federación
Panamericana de Asociaciones de Facultades (Escuelas) de Medicina, 1975.
36 diapositivos, color. (Guías didácticos sobre reproducción humana, 4).
FOTOGRAFIAS
Exemplo
COMETA de Halley. 1986. 1 fotografia, p&b., 12 cm x 8 cm.
90
CARTÕES POSTAIS
Exemplo
NORMANDIA: Lago Caracaranã. Normandia: Desenho Letra e Música,
[19__]. 1 cartão-postal: color., 11 cm x 15 cm.
TRANSPARÊNCIAS
GUIMARÃES, Marlene Teodoro. Iniciação à pesquisa e apresentação de
trabalhos científicos. Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia, 1992.
13 transparências, p&b.
Exemplo
DOCUMENTOS TRIDIMENSIONAIS (inclui esculturas, maquetes, objetos e suas representações – fósseis, esqueletos, objetos de museu, animais empalhados, monumentos,
entre outros)
Estrutura
AUTOR. Título: subtítulo (quando não existir título, deve-se atribuir uma denominação ou descrever o objeto). Data. Especificação do suporte em unidades
físicas. Informações complementares: materiais, técnicas, dimensões, entre
outros.
Nota – Quando necessário, acrescentar notas informativas no final da referência,
relativas a outros dados necessários para identificar o trabalho.
FRANÇA, Cláudia. Escada. 1997.1 escultura, estruturas tensionadas, color.,
400 cm x 250 cm x 250cm.
Exemplo
DOCUMENTOS CARTOGRÁFICOS (mapas, globos, atlas, fotografias aéreas entre
outros)
Os documentos cartográficos devem ser referenciados da mesma forma que os documentos monográficos, acrescidos de outras informações, sempre que necessário para sua
identificação.
Estrutura
AUTOR. Título: subtítulo. Edição. Local: Editora, data. Especificação do suporte em unidades físicas: indicação de cor (elemento complementar); dimensão (elemento
complementar). Indicação de escala e outras representações utilizadas (latitudes, longitudes,
meridianos etc).
91
ATLAS
Exemplo
ATLAS geográfico. Rio de Janeiro: FENAME, 1983.113 p..
MAPAS
Exemplo
BRASIL. Ministério dos transportes. Departamento Nacional de estradas de
Rodagem. Mapa rodoviário Espírito Santo. Brasília, 1980. 1 mapa, color.
Escala 1:400.000.
MICROFORMAS
Estrutura
AUTOR. Título. Edição. Local: Editora, data. (Número de unidades físicas:
indicação de cor; dimensão).
MICROFICHAS
Exemplo
JORNADA PAULISTA DE BILIOTECONOMIA E DOCUMENTAÇÃO,
1983, Piracicaba. Anais... Piracicaba: Associação Paulista de Bibliotecários,
1983. 2 microfichas, p&b.
JOGOS
Estrutura
TÍTULO. Local: Fabricante, data. Descrição física.
Exemplo
LEGO. Manaus: Lego do Brasil, 1997.1 jogo (400 peças), color.
DOCUMENTOS ELETRÔNICOS
De acordo com a ISSO 690-2 (1997) documento eletrônico é aquele existente em
formato eletrônico para ser acessado por tecnologia de computador.
A referência de documentos eletrônicos segue os mesmos padrões usados para
documentos
convencionais, acrescentando-se ao final da referência, informações relativas
à
física do meio ou suporte. Recomenda-se não referenciar material eletrônico
de curta du-
ração nas redes.
descrição
92
MONOGRAFIAS EM MEIO ELETRÔNICO CONSIDERADAS NO TODO
Estrutura
AUTOR (ES). Título. Edição. Local de publicação: Editora, data de publicação. Série (opcional). Informações sobre a descrição do meio ou suporte.
Nota – Para documento on-line, são essenciais as informações sobre o endereço
eletrônico, apresentado entre os sinais <>, precedida da expressão “Disponível em:” e a
data de acesso do documento, precedida da expressão “Acesso em:”
Evento on-line:
Exemplo
CONFERENCE OF THE BRAZILIAN MICROELECTRONICS SOCIETY,
12., 1997, Caxambu. Proceedings… Caxambu: Brazilian Microelectronics
Society / Federal School of Engineering of Itajubá, 1997. 1 CD-ROM.
Livro on-line:
PARRISH, T. J. Teaching of the new testament on slavery. New York: J. H.
Ladd, 1856. Disponível em:
<http://www.cs.edu / books.html>. Acesso em: 17 set. 1995.
Exemplo
Resumo de livro eletrônico disponível em base de dados:
DUNNING, J. H. Governments, globalization, and international business.
Oxford: Oxford University Press, 1997. 1 CD-ROM.
Resumo disponível na base de dados Econlit, ago. 1998.
Exemplo
PARTES DE MONOGRAFIAS EM MEIO ELETRÔNICO
a)
Estrutura
Sem autoria especial:
AUTOR (ES) da publicação. Título da parte. In: ______. Título da publicação. Edição. Local: Editora, data de publicação. Número do capítulo, volume
ou parte. Informações
sobre a descrição do meio ou suporte.
93
Nota – Para documentos on-line, são essenciais as informações sobre o endereço
eletrônico, apresentado entre os sinais <>, precedido da expressão “Disponível em:” e
a data de acesso do documento, precedida da expressão “Acesso em:”.
Exemplo
BASCOM, J. The fields of mental science and its division. In: ___.
The principles of psychology. New York: G.P. Durtnam and Son, 1869. cap.
1. Disponível em: <http://www.cs.cmu.edu/books.html>. Acesso em: 19 set.
1998.
b) Com autoria própria:
Estrutura
AUTOR (ES) da parte. Título. In: AUTOR (ES) da publicação. Título da publicação.
Edição. Local de publicação: Editora, data de publicação. Páginas inicial-final da parte. Informações sobre a descrição do meio ou suporte.
Norte – Para documentos on line, são essenciais as informações sobre o endereço
eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão “Disponível em:” e a data
de acesso do documento, precedida da expressão “Acesso em:”.
Exemplo
FAUSTO, A. J. da F,; CERVINI, R. (Org.). O trabalho e a rua. In:
BIBLIOTECA nacional dos direitos da criança. Porto Alegre:
Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul, 1995. 1 CD-ROM.
Exemplo
MIKSA, F. L.; DOTY, P. Intellectual realities and the digital library.
In: CONFERENCE ON THE THEORY AND PRACTICE OF
DIGITAL LIBRARIES, 1994, Austin. Proceedings…Austin:
The University of Texas, 1994. Disponível em:
<http://www.csdl.tamu.edu/DL 94>. Acesso em: 1 out. 1998.
OUTROS DOCUMENTOS DE ACESSO EXCLUSIVO EM MEIO ELETRÔNICO
A estrutura destes documentos varia conforme o tipo de documento.
a) Textos on line, páginas institucionais, bases de dados, bancos de dados etc.:
Estrutura
AUTOR (ES). Denominação ou título: subtítulo. versão (se houver).
Data. Informações sobre a descrição do meio ou suporte.
94
Nota – Para documentos on line, são essenciais as informações sobre o endereço
eletrônico, apresentado entre os sinais < >, precedido da expressão “Disponível em:” e a data
de acesso do documento, precedida da expressão “Acesso em:”.
Trabalho on line:
MOURA, G. A. C. de. Citações e referências a documentos eletrônicos.
Revisado
em
jun.
1996.
Disponível
em:
<http:
www.elogica.com.br/users/gmoura/refere. html>. Acesso em: 25 set. 1998.
Exemplo
Home page institucional:
Exemplo
AUTONOMIA universitária – Ante – projeto da Andifes. Disponível
em: <http://www. ufba.br/autonomia-andifes.html>. Acesso em: 30
abr. 1989.
a) Publicação em disquete:
Estrutura
AUTOR. Nome do arquivo. Local: Editora, data. Informações pertinentes ao
suporte eletrônico.
Exemplo
SILVA, Angela Maria. Guia de bases de dados disponíveis nas bibliotecas
da UFU. doc. Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia, 1998. 1 disquete 5 12 pol. Word for Windows 6.0.
b) Mensagem pessoal;
Estrutura
AUTOR. Título [informações sobre a mensagem]. E-mail do destinatário,
apresentado entre os sinais < > e data de recebimento do e-mail.
Exemplo
MOURA, A. M. Obras preciosas [mensagem pessoal].
Mensagem recebida por <[email protected]> em 1 dez. 1998.
95
Notas – Mensagens pessoais não são recomendáveis como fonte científica ou técnica de pesquisa, devido ao seu caráter informal e efêmero. Somente devem
ser
usadas
quando não se dispuser de outra fonte para abordar o assunto em discussão.
c) Listas de discussão:
Estrutura
TÍTULO da lista. Indicações de responsabilidade. Disponível em: e-mail da
Lista entre os sinais < >. Data de acesso.
Exemplo
LISTA de discussão da Comunidade da Universidade Federal de Uberlândia.
Disponível em: < [email protected]>. Acesso em: 25 out. 1998.
d) Programas de computador (aplicativos, jogos e sistemas operacionais etc.):
Estrutura
AUTOR. Nome do programa e versão. Local: Editora, data de publicação.
Informações pertinentes ao suporte eletrônico.
Nota – Para documentos on line , são essenciais as informações relativas aos endereços eletrônicos, apresentados entre os sinais < >, e precedido da expressão “Disponível em:”
e a data de acesso do documento, precedida da
expressão “Acesso em:”.
Aplicativo:
Exemplo
MICROSOFT Project for windows 95. Versão 4.1 [ S.I.]: Redmond:
Microsoft Corporation, 1997.7 disquetes, 3 12 pol.
Jogo eletrônico:
Exemplo
ID Quaque. version 1.01. London: Gt Interactive Software Corp, 1996.1 CDROM.
96
PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS EM MEIO ELETRÔNICO (JORNAIS E REVISTAS)
a) Artigo de revista meio eletrônico:
Estrutura
AUTOR(ES) Título do artigo. Título da revista, local de publicação, volume,
número, páginas inicial-final do artigo, mês (abreviado) e ano de publicação.
Notas
complementares (opcional). Informações pertinentes ao suporte
eletrônico.
Nota – Para documentos on line, são essenciais as informações relativas ao endereço eletrônico, apresentado entre os sinais < >, e precedido da expressão “Disponível em:”
e a dada de acesso do documento, precedida da expressão “Acesso em:”.
Exemplo
GOMES, L. F. Súmulas vinculantes e independência judicial. Revista dos
Tribunais, São Paulo, v. 86, n. 739, maio 1997.1 CD-ROM.
Exemplo
FRAGA, O. Heitor Villa-Lobos: a survey of his guittar music. Revista Eletrônica de Musicologia, Curitiba, v.1, n.1, set. 1996. Disponível em:
<http://www.cce.ufpr.br/~rem .html>. Acesso em: 2 set. 1998.
Exemplo
BRASIL. Dec. nº 4174, de 25 de março de 2002. Altera dispositivos do decreto nº 2612, de 3 de junho de 1998, que regulamenta o Conselho Nacional de
Recursos Hídricos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 26 mar. 2002. Disponível em: <http://www.in.gov.br>. Acesso em:
26 mar. 2002.
b) artigo ou resumo de revista disponível em bases de dados:
Estrutura
AUTOR. Título do artigo. Título da revista. Local de publicação, volume,
número,
páginas inicial-final do artigo, mês (abreviado) e ano de publicação. Nota informativa indicando a categoria do documento (artigo ou resumo) e a fonte de onde foram retirados. Informações pertinentes ao suporte
eletrônico.
Nota – Para documentos on line, são essenciais as informações relativas aos ende-
reços eletrônicos, apresentados entre os sinais < >, e precedido da expressão “Disponível em:”
e a data de acesso do documento, precedida da expressão “Acesso em:”.
97
Resumo de artigo de revista disponível em bases de dados:
Exemplo
OLDHAM. S. A. et al. The radiology of the thoracic manifestations of AIDS.
Crit. Rev. Diagn. Imaging, v. 39, n. 4, p. 259-338, Aug. 1998. Resumo disponível na base de dados MEDLINE, 1999. Disponível em:
<www.bireme.br>. Acesso em: 14 set.1999.
Artigo de revista disponível em bases de dados:
FERNANDES, I. de T. Os alimentos provisionais na união estável. Revista
Jurídica, Porto Alegre, n. 199, maio 1994. Artigo disponível na base de dados
Júris Síntese, n. 12, jul. / ago. 1998. CD-ROM.
Exemplo
c) Artigo de jornal em meio eletrônico:
Estrutura
AUTOR. Título do artigo. Título do jornal, local, data de publicação (dia, mês
abreviado e ano). Número ou título do caderno, seção ou suplemento. Página
do artigo referenciado. Número de ordem das colunas. Informações pertinentes
ao suporte eletrônico.
Nota – Para documentos on line, são essenciais as informações relativas aos endereços eletrônicos, apresentados entre os sinais < >, e precedido da expressão “Disponível em:”
e a data de acesso do documento, precedida da expressão “Acesso em:”.
Exemplo
COSTA, R. Projeto de demissão de servidor está pronto. O Estado de São
Paulo, São Paulo, 22 set. 1998. Política. Disponível em:
http://www.estado.com.br.Acesso em: 22 set. 98.
d) Artigo de jornal em meio eletrônico não assinado:
Exemplo
INFÂNCIA & Juventude. Observatório de imprensa, Rio de janeiro, 20 mar.
2000. Disponível em:
<http://www2.uol.com.br observatório>. Acesso em: 17 maio 2000.
98
DOCUMENTOS ICONOGRÁFICOS EM MEIO ELETRÔNICO
Estrutura
AUTOR. Título. (quando não houver título, deve-se atribuir uma denominação
ou a indicação “sem título” entre colchetes). Data. Características físicas (especificação do
formato do documento, indicação de cor; dimensões).
Informações pertinentes ao suporte eletrônico.
Exemplo
VALENZUELA VAILLANT, Nevados de quimsachatas. 1 fotografia, color.
Disponível em: <http://pablovalenzuela.cl/ galeria-color.html>. Acesso em: 26
mar.2002.
DOCUMENTOS CARTOGRÁFICOS EM MEIO ELETRÔNICO
Estrutura
AUTOR. Título: subtítulo. Edição. Local: Editora, data. Número de unidades
físicas,
indicação de cor. Dimensão. Indicação de escala e outras representações utilizadas
(latitudes, longitudes, meridianos etc.). Informações pertinentes ao suporte eletrônico.
Exemplo
SERVICIO AUTÔNOMO DE GEOGRAFIA Y CARTOGRAFIA NACIONAL. Barcelona. Caracas, 1995.1 mapa, color. Escala: 1: 100.000. Disponível
em: <http://cep.unep.org/venezuela/netedados>. Acesso em: 20 mar.2002.
PARTITURAS EM MEIO ELETRÔNICO
Estrutura
Compositor. Título: subtítulo. Indicação complementar de responsabilidade.
Edição. Local: Editora. Data. Número de unidades físicas (partes) e indicação
de partitura ou música impressa (número de volumes ou partes). Informações
pertinentes ao suportes eletrônicos.
Exemplo
ALMEIDA, Carlos de. Fantasia – Capricho. [19-- -]. 1 partitura.
Disponível em: <http://suf.to/paulinyi>. Acesso em: 26 mar. 2002.
99
REFERÊNCIAS
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periódica científica impressa. Rio de Janeiro, 2003.
______. NBR 6023 : Referências Bibliográficas. Rio de Janeiro, 2002.
______. NBR 6024: Numeração progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro,
2003.
______. NBR 6027: Sumário. Rio de Janeiro, 2003.
______. NBR 6028: Resumos. Rio de Janeiro, 2003.
______. NBR 10520: Apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro, 2002.
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______. NBR 12225: Apresentação de lombada. Rio de Janeiro, 2003.
______.NBR 14724: Trabalhos acadêmicos. Rio de Janeiro, 2003.
BARRAS, Robert. Os cientistas precisam escrever: guia de redação para cientista, engenheiros e estudantes. Tradução de Leila e Leônidas Hegenberg. São Paulo: T.A. Queiroz,
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FRANÇA, Júnia Lessa et al. Manual para normatização de publicações técnicocientíficas.5.ed. Belo Horizonte: UFMG, 2001.
GALLIANO, Alfredo Guilherme. O Método Científico: Tória e Prática. São Paulo: Harbras
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GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projeto de Pesquisa. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1996.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. 3.ed. São
Paulo: Atlas, 2000.
______. Fundamentos de Metodologia Científica. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2003.
MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: A Prática de Fichamentos, Resumos, Resenhas. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2000.
SILVA, Ângela Maria; PINHEIRO, Maria Salete de Freitas; FREITAS, Nara Eugênia de.
Guia para Normatização de Trabalhos Técnicos-Científicos: Projetos de Pesquisa, Monografias, Dissertações, Teses. Uberlândia: Edufu, 2003.
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