Clipping Perimetral fecha definitivamente no dia 19 4009449 - O GLOBO - RIO - RIO DE JANEIRO - RJ - 11/10/2013 - Pág 12 A prefeitura do Rio acaba de anunciar que o Elevado da Perimetral será interditado ao trânsito, entre o Gasômetro e a Praça Mauá, a partir do próximo dia 19, dentro dos preparativos para a demolição da estrutura. Nesta data está previsto também a inauguração da Via Binária do Porto. O secretário municipal de Transportes, Carlos Roberto Osório, detalha, neste momento, uma série de mudanças de trânsito que ocorrerão nos próximos dias no Centro da cidade. As mudanças já começam neste sábado e incluem a ampliação do horário de proibição de carga e descarga, a implantação de uma faixa reversível na Avenida Presidente Vargas pela manhã - a partir da próxima segunda-feira - e a extinção de 1.500 vagas rotativas na região do Centro para estimular o uso do transporte coletivo. Haverá reforços no transporte público, segundo a prefeitura. Com 3.500 metros de extensão, a Via Binário é paralela à Avenida Rodrigues Alves. E será inaugurada sem o Túnel Oscar Niemeyer, que só ficará pronto em junho de 2014. Até lá, a pista em direção ao Viaduto do Gasômetro funcionará a partir da Rua Silvino Montenegro e, no sentido oposto, rumo à Avenida Rio Branco, será utilizada plenamente. Segundo a prefeitura, a abertura e o bom funcionamento da Binário do Porto são fundamentais para a demolição da Perimetral, prevista para o fim do ano. — Sem a Binário, fica impossível derrubar a Perimetral. Ela vai servir como alternativa para quem passa pelo viaduto, que vai ser demolido até o final do ano. Antes disso, precisamos fazer testes e simulações no trânsito — disse o prefeito Eduardo Paes, em entrevista ao Globo em agosto. A prefeitura pretende realizar por toda a cidade uma campanha informando os caminhos alternativos para quem precisar se dirigir à Zona Sul e outros pontos da cidade pelo Elevado. A partir do dia 19, parte dos ônibus que vêm da Avenida Brasil, e entram no Centro via avenidas Francisco Bicalho, Rodrigues Alves e Presidente Vargas, retornarão a seus pontos de origem a partir do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into). Ficha Técnica Empresa: ANEPAC Autor: Estado: RJ Categoria: Infra-estrutura e Habitação Cidade: RIO DE JANEIRO Tipo Veículo: JORNAL Clipping Rodovias serão leiloadas em novembro 4009266 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA & NEGÓCIOS - SÃO PAULO - SP - 11/10/2013 Pág B 4 BRASÍLIA - O governo federal pretende retomar no final de novembro os leilões de concessão em rodovias, informou o ministro dos Transportes, César Borges. Após reunir-se com a presidente Dilma Rousseff nesta quinta-feira, 10, ele disse que no início da próxima semana serão publicados os editais de dois trechos. Serão oferecidos ao mercado a BR-163 no Mato Grosso e um conjunto formado por seções das BRs 060, 153 e 262 no Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais. Esses são os lotes que mais despertam interesse no setor privado, segundo concluiu o governo após uma série de reuniões com as concessionárias e construtoras, depois que o leilão da BR-262 no Espírito Santo e em Minas Gerais não atraiu nenhum interessado. Um deles, informou Borges, será leiloado no dia 27 de novembro. O governo espera, ainda, que o Tribunal de Contas da União (TCU) aprove até o fim do mês os estudos para a concessão da BR-163 no Mato Grosso do Sul. Se isso de fato ocorrer, ela será leiloada em 17 de dezembro. Já a BR-040 no trecho que sai do Distrito Federal, passa por Goiás e chega a Minas Gerais pode ficar para janeiro, embora o governo tenha anunciado, há apenas dez dias, que ofereceria o trecho à iniciativa privada ainda este ano. Originalmente, esse trecho deveria ter sido leiloado em janeiro de 2013. Entre empreendedores, há dúvida sobre a atratividade dessa rodovia. Uma das causas é a retirada das as praças de pedágio de Luziânia (GO) e Nova Lima (MG), que são de grande tráfego por estarem nas proximidades de Brasília e Belo Horizonte, respectivamente. No início deste mês, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizou audiências públicas para discutir as concessões das BRs 040 e 116. Houve pouca participação. Na capital federal, a reunião foi encerrada cerca de uma hora após o início, por falta de participantes. A BR-163 no Mato Grosso do Sul também é vista com ressalvas, porque os investimentos para duplicação são grandes e, portanto, o pedágio tende a ser elevado. É a situação oposta da mesma rodovia no Mato Grosso, que já tem boa parte duplicada e previsão de pedágio baixo. Os empreendedores também veem com reserva o trecho no Sul porque o asfaltamento da via rumo aos portos no Pará vai desviar para o Norte boa parte da carga que hoje vai para Santos (SP) e Paranaguá (PR). Ficha Técnica Empresa: ANEPAC Autor: Anne Warth Estado: SP Categoria: Infra-estrutura e Habitação Cidade: SÃO PAULO Tipo Veículo: JORNAL Clipping Goiás tem projeto para produção de terras raras 4009666 - O ESTADO DE S. PAULO - FÓRUNS ESTADÃO REGIÕES - SÃO PAULO - SP 11/10/2013 - Pág H 5 GOIÂNIA - De 2013 até 2016, Goiás deve receber 22 investimentos na área da mineração, que ultrapassam R$ 8 bilhões. Um dos principais projetos é da Mineração Serra Verde (MSV), subsidiária do Grupo Mining Ventures Brasil, que está pronta para produzir terras raras críticas. Com grande demanda mundial pelo setor de alta tecnologia, esses minérios são encontrados com teor próximo de 100% na cidade de Minaçu, no norte do Goiás. As terras raras contém 17 elementos químicos minerais, utilizados em vários setores para fabricação de vidro, cerâmica, computadores, tablets, smartphones e automóveis. As terras raras críticas são compostas por elementos muito escassos (praseodímio, neodímio, európio, gadolínio, térbio, disprósio e ítrio), que têm demanda crescente e previsão de escassez mundial em 2016. A exploração das terras raras é polêmica, por conta dos cuidados ambientais exigidos por possíveis teores radioativos. Sua exploração vinha sendo minimizada desde a década de 1990. O único país a exportar esses minérios é a China, mas as vendas estão em retração. Andreas Sprecher, presidente do Grupo Mining Ventures, afirma que a jazida de Minaçu será um centro atrativo para empreendimentos que processem as terras raras. "Com isso, o Brasil deixará de ser um mero exportador de matérias-primas, para se colocar na vanguarda dessa tecnologia de ponta, com amplos benefícios para sua economia." Ficha Técnica Empresa: ANEPAC Autor: Marília Assunção Estado: SP Categoria: Legislação / Mineração Cidade: SÃO PAULO Tipo Veículo: JORNAL Clipping Caixas fechadas 4009213 - O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA & NEGÓCIOS - SÃO PAULO - SP - 11/10/2013 Pág B 2 A conversão ainda que tardia do governo Dilma às concessões dos serviços públicos não deixa de ser um fato positivo. Mas vai enfrentando problemas diversos com falta de traquejo, desconfianças, contradições internas e ameaça de descontinuidade. A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que coordena os leilões de concessão de infraestrutura, reconhece que o governo paga o preço do aprendizado. Isso implica forte dose de tentativa e erro, que come prazos e exige consertos em quase todas as etapas de qualquer processo de licitação. É enorme a lista de organismos e repartições do governo, cada uma com suas próprias burocracias, culturas, expectativas e tempos, que participam de cada processo desses. Apenas na área dos transportes rodoviários, por exemplo, há um rolo de siglas que envolvem Casa Civil, Ministério dos Transportes, Ministério da Fazenda, Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Tribunal de Contas da União (TCU), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), o Ibama, que expede os certificados de licenciamento ambiental, e o sempre inevitável BNDES. “É um universo de caixas fechadas, onde ninguém conversa com ninguém e é preciso colocar todos em contato uns com os outros. Mas este não é um programa apenas de um governo; é um programa de Estado que tem de ser enfrentado”, diz a ministra Gleisi. O problema é que esse tipo de percepção de que é preciso dar capacidade de gestão à administração pública ainda parece raro em Brasília. O risco é o de que a dispersão e a falta de foco prevaleçam, até porque as eleições podem mudar muita coisa e a própria ministra Gleisi, por exemplo, prepara-se para candidatar-se ao governo do Estado do Paraná e terá de passar o bastão para quem fará o último trecho da corrida de obstáculos. Todos esses projetos, por sua vez, pressupõem financiamento firme, num momento em que o Tesouro já é uma laranja espremida demais. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, vem batalhando para atrair os bancos privados nacionais para a cobertura desses projetos, numa paisagem em que quase não há capitais de longo prazo no Brasil e até mesmo os financiamentos habitacionais, que têm 15, 20, 30 anos para voltar em prestações mensais, são bancados pela caderneta de poupança, que é um crédito à vista do aplicador. Além disso, os bancos privados enfrentam a concorrência do BNDES cujos créditos são subsidiados. É um jogo em que, para ter algum sucesso, parece exigir a contrapartida de compensação aos bancos, artifício que quase sempre produz outras distorções, além de não remover a que o originou. E ainda é preciso lembrar que o clima de desconfianças recíprocas não está desfeito. O governo ainda acha que os empresários só querem moleza, enquanto os empresários estão convencidos de que o governo os vê como instituições de benemerência, sem fins lucrativos. São obstáculos importantes que se ergueram ou se consolidaram nos últimos nove anos em que o governo federal descuidou da promoção de leilões de concessões públicas. CONFIRA: Número-base. Para efeito de projeção de movimento de carga e de passageiros, os estudos de viabilidade da Casa Civil para os projetos de logística do governo preveem um crescimento médio do PIB do Brasil de 3,18% nos próximos dez anos. Tirar de onde? Sobre esses 3,18%, cabem duas observações: (1) é crescimento do PIB substancialmente mais baixo do que os 4,0% médios ao ano previstos há 11 dias pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para o período 2013-2022; e (2) mesmo para garantir um crescimento médio do PIB de 3,18% será preciso que o investimento, hoje de 18,6% do PIB, salte para, pelo menos, 23% do PIB. Como garantir esse salto numa economia que hoje poupa apenas 17% do PIB é uma incógnita. O caldeirão e as colheres. Nas consultas feitas ao setor privado, apenas para os projetos de expansão dos portos de Santos e Paranaguá, o governo recebeu mais de 3 mil sugestões. Ficha Técnica Empresa: ANEPAC Autor: Celso Ming Estado: SP Categoria: Infra-estrutura e Habitação Cidade: SÃO PAULO Tipo Veículo: JORNAL