A IMPLANTAÇÃO DO LABORATÓRIO DE INFORMÀTICA NA ESCOLA: UMA
EXPERIENCIA EXITOSA
Profª. Josenir Hayne Gomes
Josenir
Hayne
Gomes
http://lattes.cnpq.br/3215164627882966
email:
[email protected], [email protected]; Especializanda em Mídias na
Educação pelo MEC/UNB/UESB;Coordenadora Adm. do Centro de Estudos da
Leitura UESB-Ba; Aperfeiçoamento em Formação de Gestores (extensão pela
Secretaria de Educação da Bahia, SEC-BA); Gestora em Direitos Humanos pela
UNB/Àgere Advocacy (curso de extensão); Graduada em Biologia pela UESB;
Nova associada à ABED Associação Brasileira de Educação à Distância
Ba.Filiação:José Carlos Costa Gomes, Albanir Hayne Gomes - 2Ministério da
Educação e Cultura/Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.
Abstract
This article presents a study of the research activity performed in the basic module
of the Training Program in Continuing Education in the Media MEC/UESB2
(Specialization Course), whose aim was to encourage the establishment of
computer laboratories in public schools and environments for learning
collaborative. It was also considered that the majority of units School received
computers and they were still in use without deposits. Implementation of these
laboratories reinforce the acquisition of knowledge within the computational rules
and standards, both in handling security, as the applicability and use of
educational software, helping and encouraging the process of teaching and
learning of teachers and especially the students.
Key Words: Informatics, deployment, laboratory, school
Resumo
Este artigo apresenta uma atividade de pesquisa realizada no módulo básico do
Programa de Formação Continuada em Mídias na Educação pelo
MEC/UESB²(Curso de Especialização), cujo objetivo foi incentivar a implantação
de laboratórios de informática em escolas públicas como ambientes de
aprendizagem colaborativa. Considerou-se também que a maioria das Unidades
Escolares receberam computadores e estes ainda se encontravam em depósitos
sem utilização. A implantação destes laboratórios reforça a aquisição de
conhecimentos computacionais dentro das normas e padrões de segurança tanto
no manuseio, como na aplicabilidade e uso de softwares educativos, ajudando e
estimulando no processo de ensino-aprendizagem dos docentes e dos discentes.
Palavras-chave: Informática, implantação, laboratório, escola
1
1. Introdução
Chama-se genericamente informática ao conjunto das ciências da informação,
estando incluídas neste grupo: a ciência da computação, a teoria da informação,
o processo de cálculo, a análise numérica e os métodos teóricos da
representação dos conhecimentos e de modelagem dos problemas.
O termo informática, sendo dicionarizado com o mesmo significado amplo nos
dois lados do Atlântico; assume em Portugal o sentido sinônimo de ciência da
computação enquanto que no Brasil é habitualmente usado para referir
especificamente o processo de tratamento da informação por meio de máquinas
eletrônicas definidas como computadores.
A motivação por trás destas pesquisas era o avanço durante a revolução
industrial e a promessa que máquinas poderiam futuramente conseguir resolver
problemas de forma mais rápida e mais eficaz. Do mesmo jeito que as indústrias
manuseiam matéria-prima para transformá-la em um produto final, os algoritmos
foram desenhados para que um dia uma máquina pudesse tratar informações.
Assim nasceu a informática.
Em português, há profissionais da área que também consideram que a palavra
informática seja formada pela junção das palavras informação + automática.
Pode dizer-se que informática é a ciência que estuda o processamento
automático da informação por meio do Computador.
A educação e a informática podem ser consideradas práticas sociais que agem
reforçando ou colaborando com a transformação dos modelos e estruturas
sociais. Tendo a educação o objetivo de preparar a população jovem para a vida
plena da cidadania, e ao acesso às formas modernas do trabalho na sociedade.
Segundo Papert (1994), as crianças são a geração da informática. Assim, a
introdução dos computadores na escola torna-se um elemento atrativo e
excitante, contribuindo para tornar a descoberta do educando mais provável e
também para torná-la mais rica.
O primeiro passo na atualização é o aprendizado. É preciso que se tenha um
conhecimento mínimo do que é a Informática, do que ela é capaz de fazer e quais
são as suas limitações, senão corre-se o risco de esperar que o computador
realize coisas totalmente impossíveis, em decorrência disto a frustração.
A Informática é um dos ramos da atividade humana que mais evolui atualmente.
Torna-se necessária uma atualização constante para que a Informática seja
utilizada de forma eficiente. O computador deve ser um recurso adicional, mais
um subsídio como tantos outros. (Grec, 1993).
Para o professor ou para o pedagogo, a utilização de um computador deve,
antes de mais nada, resultar de uma escolha baseada no conhecimento das
possibilidades oferecidas pela máquina. (Bossuet, 1985, p.31).
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O uso adequado de computadores na educação possibilita: a habilidade de
resolver problemas, o gerenciamento da informação e ênfase na habilidade de
investigação; as estratégias de ensino deverão ser adaptadas para atender as
novas exigências e a forma de participação do estudante no processo.
O último marco nesta evolução, para chegarmos aos computadores como
conhecemos hoje, foi a invenção dos sistemas operacionais, dos quais o
Windows é um exemplo. Estes sistemas permitem que vários programas
estejam rodando ao mesmo tempo, conferindo grande flexibilidade ao uso do
computador.
Por conta disso tudo, os computadores começaram a se tornar mais baratos, mais
"amigáveis" e mais "úteis" às pessoas comuns. Por isso, sobretudo a partir da
década de 80, os computadores começaram a se popularizar, e hoje são
realidade para milhões de pessoas no mundo inteiro.
Mas se os computadores, como aconteceu, foram se tornando mais poderosos e
utilizados, também cresceu enormemente a quantidade de dados espalhados pelo
mundo, havendo a necessidade das pessoas se comunicarem com outras
virtualmente.
Como afirma Papert (1994, p. 06), a mesma revolução tecnológica que foi
responsável pela forte necessidade de aprender melhor oferece também os meios
para adotar ações eficazes. As tecnologias de informação, desde a televisão até
os computadores e todas as suas combinações, abrem oportunidades sem
precedentes para a ação a fim de melhorar a qualidade do ambiente de
aprendizagem, [...]
Assim, a escola e os professores se vêem diante da possibilidade de utilizar os
recursos disponibilizados pela informática para construir e difundir conhecimentos,
utilizando um espaço definido para tal atividade - neste caso o laboratório de
informática-, favorecendo processos de criação nas situações de aprendizagem.
A escola deve considerar que os avanços das TIC – Tecnologias de Informação e
Comunicação, transformam as formas de comunicar, trabalhar, decidir e pensar,
pois,
As novas tecnologias podem reforçar a contribuição dos trabalhos pedagógicos e
didáticos contemporâneos, permitem que sejam criadas situações de
aprendizagem ricas, complexas, diversificadas, por meio de uma divisão de
trabalho que não faz mais com que todo o investimento repouse sobre o
professor, uma vez que tanto a informação quanto a dimensão interativa são
assumidas pelos produtores dos instrumentos. (PERRENOUD,2000, p. 139).
No Brasil, a utilização da informática na educação tem ocorrido, de duas formas
predominantes – uma através da oferta de cursos de informática para a
comunidade escolar (abordagem mais limitada e mais fácil de ser desenvolvida),
_ outra através da utilização em atividades pedagógicas (abordagem mais
complexa e mais difícil de ser desenvolvida). Parece claro que,
3
A proposta de ensino de informática, em relação ao uso da informática no ensino,
tem sua operacionalização, possivelmente, mais simples .(...)Em compensação,
com essa postura, a subutilização dos recursos computacionais é mais
provável,(...) (COX, 2003, p. 31).
Sendo assim,
As novas tecnologias criam novas chances de reformular as relações entre alunos
e professores e de rever a relação da escola com o meio social, ao diversificar os
espaços de construção do conhecimento, ao revolucionar os processos e
metodologias de aprendizagem, permitindo à escola um novo diálogo com os
indivíduos e com o mundo. (MERCADO, 1999, p. 27).
Este autor considera que para que as tecnologias possam concretizar seus
objetivos faz-se necessário, além de uma preparação adequada dos professores,
um projeto educacional ( no nosso caso a implantação do laboratório) que articule
o trabalho do professor ao uso destas tecnologias, do contrário, corre-se o risco
de se confrontar com velhas práticas, acerca das questões pedagógicas.
Aquela onde, segundo Souza ( 2002), “a socialização, o contexto e as interações
permitem a construção significativa de referenciais particulares, numa
configuração dificilmente alcançada pelos espaços tradicionais de ensino e
aprendizagem.”
Espaços formais de aprendizagem que, com raras exceções, ainda não
incorporaram em seus currículos a aprendizagem e a nova pedagogia
relacionadas ao uso das Tecnologias de Informação e Comunicação.
A partir da contextualização realizada sobre a informática destacamos a seguir a
metodologia utilizada para o desenvolvimento do trabalho realizado.
2. A implantação do Laboratório de informática
A problemática foi fundamentada diante da constatação de que muitas escolas
adquiriram computadores e estes encontravam-se em depósitos sem utilização,
ora por falta de conhecimento ora por falta de locais específicos para lidar com
os equipamentos e suas respectivas mídias; surgiu a necessidade de implantar
espaços adequados para o manuseio dos equipamentos.
Os laboratórios de informática têm como objetivo dar apoio aos alunos
oferecendo um ambiente favorável para aquisição de novos conhecimentos bem
como realizações de trabalhos e pesquisas acadêmicas. Os objetivos desejados
com a implantação do laboratório de informática nas escolas foram:
• Democratizar o acesso aos meios de comunicação moderna, incentivando o
desenvolvimento dos processos cognitivos, sociais e afetivos;
• Reconhecer o papel da informática na organização da vida sociocultural e na
compreensão da realidade;
• Relacionar o manuseio do computador com conteúdos significativos, ligados ao
cotidiano;
• Proporcionar a aquisição de conhecimentos;
4
• Desenvolver pesquisas.
Infelizmente nem todas as escolas possuem um espaço (laboratório de
informática) o que dificulta bastante o aprendizado. È claro que o conhecimento
não pode e não deve ser interrompido por tal dificuldade, porém, concorda-se
que se o ambiente é favorável e preparado para tal, as dificuldades são menores
em relação a uma escola sem local específico para o manuseio dos
equipamentos de informática, neste último exemplo os entraves serão maiores.
Diante da problemática apontada elaborou-se um projeto de implantação de
laboratório de informática. Projeto que deve ser desenvolvido com prazo
indeterminado, pois, estamos falando de implantação e continuação com os
trabalhos, através da informatização em ambientes de aprendizagem. A nível
organizacional deve-se obedecer alguns critérios e procedimentos:
¾
¾
¾
¾
¾
¾
Monitoramento dos alunos por professores – articuladores e estagiários;
Acesso em turno oposto, com horário pré-estabelecido;
Segunda, terça e quarta –matutino- das 8:00 às 11:00hs;
Segunda, terça e quarta _vespertino- das 14:00 às 17:00hs;
Divisão das turmas em dois grupos;
Cada computador deverá ser usado por uma dupla.
3 Dificuldades e Contribuições do processo
Várias dificuldades podem ser apontadas na implantação do laboratório,
caracterizada nas seguintes estruturas: estrutura física; estrutura na capacitação
profissional, estrutura pedagógica, estrutura política especificadas da seguinte
forma:
1-Estrutura física: as escolas mais antigas não foram projetadas para receber a
tecnologia, comprometendo assim o uso dos equipamentos; sem mobiliários
específicos, rede elétrica, iluminação, acústica, climatização.
2-Estrutura na Capacitação Profissional: existem grandes dificuldades dos
professores em utilizar os laboratórios de informática (desmotivação, falta de
tempo, carga horária excessiva, etc), bem como a inexistência de profissionais
com capacitação para tal. Infelizmente ainda existem resistências por parte de
alguns profissionais no uso dos equipamentos.
3-Estrutura Pedagógica: parte dos professores apenas mostram ao aluno o
equipamento, desvinculando suas atividades dos conteúdos curriculares, não
havendo articulação entre a tecnologia e o projeto político-pedagógico da escola.
4-Estrutura Política: os equipamentos quando enviados às escolas muitas vezes
ultrapassados, não é verificado o público-alvo (se crianças ou adolescentes),
compra-se equipamentos sem organização do espaço e mobiliário para
acomodação dos mesmos.
Apesar das dificuldades apontadas nas estruturas acima, várias contribuições são
permitidas tanto ao aluno, quanto ao professor através da implantação digital .
Dentre elas destacam-se:
• maior participação nas aulas motivados pela descoberta do novo (era
digital);
• alunos com aula de informática melhoram o raciocínio lógico;
5
•
•
•
•
•
trabalho em laboratório permite uma socialização entre os alunos
melhorando o aprendizado;
possibilidade aos mais carentes o acesso à tecnologia gratuita;
suporte complementar
àqueles alunos com
dificuldades de
aprendizagem;
a inclusão de alunos especiais com deficiências auditivas, visuais, através
de programas específicos para tal;
inserção social dos alunos;
A implantação de um Laboratório de Informática nas escolas possibilita rever a
prática pedagógica instalada anteriormente, procura melhorar o processo ensinoaprendizagem em sala de aula, com o uso dos recursos tecnológicos, exigindo
noções básicas de informática, cuidados e manuseio com os equipamentos,
adequando o meio digital a proposta curricular da escola.
4.Sugestões para Implantação do Laboratório de Informática
A Lei 9394/96, artigo 35 estabelece que o Ensino Médio tem como finalidade
entre outras, a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando,
para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade
a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores.
Diante disso, é necessário que a escola assuma o seu papel de aproximar o
aluno das tecnologias, dando ao aprender e ao ensinar uma nova dimensão, e
acima de tudo, levar o jovem a superar as barreiras da exclusão.
Buscando atender a essa proposta, o Laboratório de Informática visa contribuir
para a formação de indivíduos que possam exercer plenamente sua cidadania,
participando dos processos de construção e transformação da realidade.
Para implantar um Laboratório de Informática na escola será necessário além do
espaço físico, muita determinação, criatividade, vontade de transformação.
Consideramos que existem escolas com equipamentos e sem o espaço para
montar o laboratório, outras com o espaço sem os equipamentos necessários,
nessa problemática uma solução deve ocorrer; uma estratégia é usar a
criatividade.
As escolas sem equipamentos e c/ espaço, pedem remanejamento das máquinas
ao gestor da escola que não tem o espaço; esta por sua vez propõe o uso em
contra-turno dos equipamentos aos seus alunos; até que se construa um espaço
definitivo ao uso dos seus equipamentos, esta flexibilidade de ações é permitida
através dos PDE’s das escolas públicas.
As unidades escolares devem e podem trabalhar em comunhão de ideais e
propostas sérias. O primeiro passo é ter criatividade, vontade de mudar e
transformar algo em desuso, em ações concretas passíveis a acertos.
5.Considerações Finais
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Espera-se com a implantação do Laboratório de Informática encontrar práticas
realmente transformadoras e suficientemente enraizadas para que se possa dizer
que houve transformação efetiva do processo educacional; uma transformação
que enfatiza a criação de ambientes de aprendizagem, nos quais o aluno constrói
o seu conhecimento; ao invés de meramente expectador passando a ser
protagonista das suas ações educativas.
Essa prática possibilita a transição de um sistema fragmentado de ensino para uma
abordagem integradora de conteúdo e voltada para a resolução de problemas
específicos do interesse de cada aluno.
Finalmente, deve-se criar condições para que o professor saiba re-contextualizar o
aprendizado e as experiência vividas durante a sua formação para a sua
realidade de sala de aula compatibilizando as necessidades de seus alunos
(usando como ferramenta o laboratório de informática) e os objetivos
pedagógicos que se dispõe a atingir.
Utilizando então as palavras de Gabriel Perissé “ O professor, como os artistas,
provoca o amor pelo conhecimento, um amor que já existia em nós, mas estava
adormecido. O professor, como os profetas, desencadeia um processo de
descoberta pessoal que, por sua vez, ativa nosso poder criador(...). O professor
do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e
até faz passar (...) O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas
o amor às pedras que existem em todos os caminhos. (...) .Suas aulas são
poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam. Não cansam, desafiam. Não
anestesiam, fazem refletir.O professor do futuro torna o futuro mais real que a
banal ilusão... ”
Bibliografia Consultada:
Almeida, M.E.B.T.M.P. (1996). Informática e Educação - Diretrizes para uma
Formação Reflexiva de Professores. Tese de Mestrado. São Paulo:
Departamento de Supervisão e Currículo da PUC.
Altoé, A. (1993). O Computador na Escola: O Facilitador no Ambiente Logo.Tese
de Mestrado. São Paulo: Departamento de Supervisão e Currículo da PUC.
Andrade, P.F. (1993). (org.) Projeto EDUCOM: Realizações e Produtos. Brasília:
Ministério da Educação e Organização dos Estados Americanos.
http://www.centrorefeducacional.com.br/utliza.html
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Glossário:
Informática- do Fr. Informatique s. f., neol., conjunto de conhecimentos e
técnicas ligadas ao tratamento racional e automático de informação
(armazenamento, análise, organização e transmissão), o qual se encontra
associado à utilização de computadores e respectivos programas.
Implantação- s.f. 1.introdução . 2. Inserir uma coisa em outra. 3.Ação de
implantar, ou o resultado dessa ação.
Laboratório - s. m., lugar onde se faz o estudo experimental de qualquer ramo da
ciência ou se aplicam os conhecimentos científicos com um objetivo prático, por
exemplo, a preparação de medicamentos, o exame de substâncias orgânicas, o
fabrico de substâncias químicas industriais, etc.; lugar onde se efetuam trabalhos
fotográficos ou cinematográficos; parte de um forno de revérbero, onde se coloca
a matéria sobre a qual deve atuar o combustível; fig., lugar de grandes operações
ou transformações.
Escola - do Lat. schola < Gr. scholé, descanso, estudos. sf., estabelecimento de
educação, público ou privado, no qual o ensino, geral ou especializado, é
ministrado de forma coletiva e segundo uma planificação sistematizada; conjunto
dos alunos, professores e pessoal auxiliar de um desses estabelecimentos;
edifício onde funciona um desses estabelecimentos; por ext. o conjunto das
escolas e do ensino ministrado;sistema;doutrina filosófica; experiência; exemplo;
aprendizagem.
Fórum para discussão.
1.Qual o primeiro passo a ser dado na implantação do laboratório de informática?
2.Como conseguir os equipamentos necessários?
3.Não corre o risco do laboratório se tornar apenas acesso à internet, jogos e
similares?
4.Ao trabalhar com uma turma de 40 alunos( infelizmente é a realidade das
nossas escolas), qual a metodologia usada pelo professor, visto que é impossivel
ministrar aula num laboratório com 40 alunos, sendo que a maioria dos mesmos
possui apenas 10 computadores, colocando 2 alunos por computador teremos 20
e os outros 20 alunos o que farão?
5.Como envolver os profissionais em educação? Muitos desmotivados por baixos
salários, sem perspectivas, mais antigos, fechados ao novo e a mudanças?
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Autora do artigo: Josenir Hayne Gomes, brasileira, baiana, brumadense,
especializanda em Mídias na Educação, professora, gestora em Direitos
Humanos.
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MERCADO, Luís Paulo Leopoldo. Formação continuada de professores e novas
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ROCHA, Telma Brito. Mídia e Educação: pensando o currículo na era digital texto
SOUZA, Renato Rocha. Aprendizagem colaborativa em comunidades virtuais: o caso
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STAHL, Marimar M. Ambientes de ensino-aprendizagem computadorizados: da sala de
aula convencional ao mundo da fantasia. Rio de Janeiro: COPPE-UFRJ, 1991.
http://kplus.cosmo.com.br/materia.asp?co=70&rv=Colunistas-Gabriel
professor do futuro
Perissé-
O
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