UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA SIGNIFICAÇÃO E CONTEXTO DISCIPLINA LE0002 60 Estuda os processos semânticos e analisa a relação do significado com o contexto, considerando as abordagens da semântica, da pragmática e da lexicologia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A Linguagem: algumas considerações. A teoria lingüística: conceitos fundamentais. Língua, fala e enunciação. Sujeito, cultura e ideologia A significação: o processo semântico. O signo lingüístico. Significante/Significado. Relação triádica: noção básica. Significação e sentido. A construção do sentido. As relações de sentido. Sinonímia e Paráfrase. Ambigüidade e Polissemia. Contradição e antonímia. Pressuposição. Significação e contexto. Texto, contexto e contexto. A dêixis. Os implícitos. Argumentação: lugares e operadores. Procedimentos pragmáticos: Interpretação. Atos de fala. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LYONS, John. Língua (gem). Linguística. Tradução Marilda W. Averburg e Clarisse S. de Souza. Rio de Janeiro: LTC Editora, 1981. KOCH, Ingedore G. V. Argumentação e Linguagem. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2006. ROBERTS, Ian. Português brasileiro - Uma viagem diacrônica. São Paulo: Editora Unicamp, 1996. SILVA, Rosa Virgínia M.e. Contradições no Ensino de Português. 5ª Ed., São Paulo: Contexto, 2002. TEYSSIER, Paul. História da língua portuguesa. 2ª Ed., São Paulo: Martins Fontes, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALTHUSSER, Louis. Aparelhos ideológicos do estado. [1970]. Tradução Walter José Evangelista e Ma. Laura Viveiros de Castro. 6.ed. Rio de Janeiro: Graal, 1992. BAKHTIN, Mikhail. [1929]. Marxismo e filosofia da linguagem. Tradução Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. 7.ed. São Paulo: Hucitec, 1995. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBOSA, Ma. Aparecida. Lexicologia: aspectos estruturais e semânticos e sintáticos. In: PAIS, T. et al. Manual de lingüística. São Paulo: Global, 1986. GUIMARÃES. E. Os limites do sentido: um estudo histórico e enunciativo da linguagem. Campinas: Pontes, 1995. GUIRAUD, Pierre. A Semântica. Tradução de Ma. Elisa Mascarenhas. 5 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1992. ILARI, Rodolfo; GERALDI, José Wanderley. Semântica. São Paulo: Ática, 1995. LANGACKER, Ronald W. A linguagem e sua estrutura: alguns conceitos fundamentais. Tradução de Gilda M.C. de Azevedo. Petrópolis: Vozes, 1980. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA MORFOLOGIA E A CONSTRUÇÃO DO SIGNIFICADO DISCIPLINA LE0003 60 Estuda a constituição mórfica da língua portuguesa, comparando as diversas abordagens sobre os processos de flexão e de formação de palavras e sobre os critérios que definem e distinguem as categorias gramaticais, visando a sua aplicabilidade tanto à pesquisa quanto ao ensino da língua. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceito e objeto de estudo da Morfologia. A Morfologia nos estudos linguísticos e a Morfologia na gramática tradicional. O vocábulo mórfico. O morfema (tipos: significado e significante). Constituintes mórficos do português: Raiz, radical, afixo, vogal temática, desinências e tema. Regras morfofonêmicas e alomorfia. Estrutura mórfica dos nomes. Processos de formação de palavras. Processos de flexão e derivação de palavras. Constituição mórfica dos verbos. Classes de palavras em Português. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARONE, Flávia de Barros. Morfossintaxe. 9ª Ed. São Paulo: Ática, 2001. CASTILHO, Ataliba T. de. A Língua Falada no Ensino de Português. 4ª Ed., São Paulo: Contexto, 2002. KEHDI, Valter. Morfemas do português. 6ª Ed., 4ª reimpressão, São Paulo: Ática, 2002. LAROCA, Maria Nazaré de Carvalho. Manual de Morfologia do Português. 3ª Ed., Campinas-Sp: UFJF; PONTES, 2003. LOPES, Carlos Alberto Gonçalves. Lições de Morfologia da Língua Portuguesa. Jacobina-Ba: Tibô carimbos, 2003. MONTEIRO, José Lemos. Morfologia Portuguesa. 4ª Ed., Campinas-SP: PONTES, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BASÍLIO, Margarida. Teoria lexical. 3 ed. São Paulo: Ática, 1991. CÂMARA JUNIOR, Joaquim Mattoso. Estrutura da língua portuguesa. 35 ed. Petrópolis: Vozes, 2002. HECKLER, Evaldo et all. Estrutura das palavras; famílias, morfologia, análise, origem. São Leopoldo: Ed. UNISINOS, 1994. KEHDI, Valter. Formação de palavras em português. São Paulo: Ática, 1990. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOCH, Ingedore; SILVA, Maria Cecília. Linguística aplicada ao português: morfologia. São Paulo: Cortez, 1986. LAROCA, Maria Nazaré de Carvalho. Manual de morfologia do português. 3 ed. Campinas, São Paulo: Pontes; Juiz de Fora, Minas Gerais: UFJF, 2003. ROCHA, Luiz Carlos de Assis. Estruturas morfológicas do português. Belo Horizonte: UFMG, 1998. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA CONSTRUÇÃO DO SENTIDO NO TEXTO LITERÁRIO DISCIPLINA LE0005 60 Proporciona ao aluno o contato e a vivência direta com o texto literário, fazendo-o perceber a partir da sua sensibilidade e das experiências pessoais, o efeito de fruição, estética que somente tal linguagem simbólica é capaz de produzir no sujeito. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Fenômeno estético-literário. O pré-texto. O texto. O entre-texto. O tema. O clima. O tom. Estilo. Perspectiva – olhar. Aspectos intrínsecos e extrínsecos da obra literária. Tempo e espaço (psicológicos e cronológicos). Linguagem literária. Literatura, fruição e recepção da obra literária. O entre-lugar do discurso. Relações entre literatura e sociedade: o autor e o leitor-autor. A repercussão do texto literário na sociedade. O poder de transformação do texto literário na sociedade. Leitura e análise literária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORTÁZAR, Júlio. Valise de Cronópio. 2ª Ed. São Paulo: Perspectiva. 2004. EAGLETON, Terry. Teoria da literatura: uma introdução. 1ª Ed. São Paulo: Martins Fontes. 2003. FISCHER, Ernest. A necessidade da arte. 9ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara. 2002. GANCHO, Cândida Vilares. Como Analisar Narrrativas. São Paulo: Ática, 2002 MOISÉS, Massaud. A Análise literária. São Paulo: Cultrix, 1984. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CÂNDIDO, Antônio. Literatura e sociedade. 1ª Ed. São Paulo: Nacional. 2006. FRIEDRICH, H. Estrutura da lírica moderna. 2ª Ed. S. Paulo: Duas Cidades, 1991. GROSSMANN, Judith. Temas de Teoria da Literatura. 2ª Ed. São Paulo: Ática. 2003 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO I LABORATÓRIO LE0001 30 Ocupa-se das estratégias de leitura e produção de textos orais e escritos, considerando os aspectos formal e estilístico e sua relação contextual e situacional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Leitura: conceitos de leitura, tipos de leitura, leitura e leitor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GERALDI, João Wanderley. Linguagem e Ensino. 4ª Ed. Campinas: Mercado de Letras ALB. 1997. ________. O texto na sala de aula. 3ª Ed. São Paulo: ABDR. 2002. KATO, Mary A. . O aprendizado da leitura. 5ª Ed. São Paulo: Martins Fontes. 1999. KLEIMAN, Ângela. Leitura - Ensino e Pesquisa. 2ª Ed. Campinas: Pontes. 2001. LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6ª Ed. São Paulo: Ática. 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARRAER, Terezinha Nunes (org.). Aprender Pensando. Petrópolis: Vozes, 1986. CLAKINS, Lucy. Arte de Ensinar e Escrever. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. FERREIRO, Emília. Alfabetização em Processo. São Paulo: Cortez, 1987. TEBEROSKY, Ana. Psicopedagogia da Linguagem Escrita. Campinas. São Paulo: Ed. Universidade Estadual de Campinas, 1993. SEBER, Maria da Glória. A Escrita Infantil. O caminho da Construção. São Paulo: Spicione, 1997. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTUDOS FILOSÓFICOS GRUPOS DE ESTUDO CI0001 30 Reflete sobre o desenvolvimento das correntes filosóficas no ocidente, enfatizando a influência da Filosofia Clássica na constituição do pensamento contemporâneo e sua importância para a compreensão da natureza e da sociedade humana, bem como para o desenvolvimento de princípios libertários e éticos na prática pedagógica e no cotidiano. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Origem da Filosofia. O que é isto, a Filosofia? Os pré-socráticos, a idéia de um princípio unificador. Sócrates – A Maiêutica a Polis Grega e os Sofistas. Platão e o Mundo das Idéias. Aristóteles – a Metafísica, a Lógica e o Primeiro Motor Imóvel. Tópicos: O logos; e ethos; a política; a alétheia; ente; ser; a hermenêutica; a dialética; a ontologia. A Filosofia Helenística e Medieval. O ceticismo de Pirro. O Estoicismo. O Epicurismo. St°. Agostinho e a Patrístrica. St°. Tomás de Aquino e a Escolástica. A Filosofia do Renascimento e da Idade Moderna. Maquiavel e a Política. Montaigne e a filosofia como aprendizado da morte. René Descartes o Método Cartesiano e o Racionalismo. David Hume, Francis Bacon e o Empirismo. Kant, a Máquina Mental Cognitiva e o Criticismo. A Dialética Idealista e a Dialética Materialista (Hegel e Marx). De Kierkegaard a Sartre. Kierkegaard e a crítica a filosofia sistemática. Nietzsche e a Interpretação Moral dos Fenômenos. A fenomenologia hermenêutica da facticidade de Heidegger. O existencialismo e a fenomenologia de Sartre. Tópicos: Michel Foucault e a Microfisica do poder. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABRAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. 4ª Ed., São Paulo: Martins Fontes, 2000. ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando - Introdução à Filosofia. 2ª Ed., São Paulo: Moderna, 1993. BARRETO Jr, Jurandir Antonio Sá. Entre o ser e o dever de ser. Salvador, BA: Uneb, 2003. BENOIT, Hector. Sócrates - O nascimento da Razão Negativa. São Paulo: Moderna, 1996. CHAUI, Marilena. Convite a Filosofia. 12ª Ed. 7ª reimpressão, São Paulo: Ática, 2002. ______. Espinosa: uma Filosofia da Liberdade. São Paulo: Moderna, 1995. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AGOSTINHO, Sto. Confissões. In. Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1985. ARISTÓTELES Textos Selecionados. São Paulo: Nova Cultural. 1993. BACON, F. Novun Organun. In. Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1985. _______. Filosofia. São Paulo: Ática, 2001. DESCARTES, R. Discurso do Método. In Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973. DURANT, Will. A história da filosofia. São Paulo: Nova Cultural. 1996. FÁVERO, Altair, KOHAN, Walter, & RAUBER, Jaime. Um olhar sobre o ensino de filosofia. Ijuí: Editora UNIJUÍ.2002. FRAGA, Paulo & GARCIA, Cláudio. (Orgs.). Filosofia e cotidiano. Ijuí: Editora UNIJUÍ, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA TEXTO LITERÁRIO E A FORMAÇÃO DO LEITOR OFICINA LE0004 45 Estuda as várias possibilidades de leitura que o texto literário oferece considerando a sua contribuição como um instrumento valioso para a formação do leitor competente, uma vez que possibilita essa formação pelo prazer. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A importância do ato de ler; condicionamentos sociais da leitura; a escola e a leitura. O leitor; o escritor e o leitor/público; teoria da recepção. O texto literário e a formação do leitor. O texto literário na escola. O professor competente - estratégias para ampliação do público leitor. A importância do ato de ler; condicionamentos sociais da leitura; a escola e a leitura. O leitor; o escritor e o leitor/público; teoria da recepção. O texto literário e a formação do leitor. O texto literário na escola. O professor competente estratégias para ampliação do público leitor. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMPAGNON, A. O demônio da teoria - literatura e senso comum. Belo Horizonte: UFMG, 2001. ECO, U. e BONAZZI, M. Mentiras que parecem verdades. São Paulo: Summus, 1980. QUEIROZ, Rachel de. O quinze. 73ª Ed. São Paulo: ARX, 2002. RAMOS, Graciliano. São Bernardo. 78ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2004 SCIESZKA, Jon. A verdadeira história dos três porquinhos. 3ª Ed. Campanhia das Letrinhas, 2005. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CÂNDIDO, A. Literatura e sociedade. São Paulo: editora nacional, 1976. LAJOLO, M. Usos e abusos da literatura na escola. RS/RJ: editora Globo, 1982. LINS, O. Evangelho na taba - novos problemas inculturais brasileiros. São Paulo: Summus, 1979. SILVA, A . C. A discriminação do negro no livro didático. Salvador: EDUFBA, 2004. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA I FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA SEMINÁRIOS LE0007 45 Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários tem como objetivo promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Elementos fundamentais de orientação ao estudo acadêmico: métodos e procedimentos. Hermenêutica e construção do sentido: introdução. A construção do conhecimento científico: a gênese epistemológica do conhecimento ocidental, a ciência medieval, a ciência moderna e a ciência contemporânea. Apresentação formal e técnica do texto científico: linguagem, construção do texto. Citação, condensação, notas de rodapé, alinhamento, ordenação, normalização de referenciais. Comunicação e apresentação de estudos científicos: fichamento, seminário, síntese, resenha, comunicados científicos, ensaio, resumo, artigo, monografia, tese. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5ª Ed., São Paulo: Atlas, 1999. LUCKESI, Cipriano. Fazer Universidade: Uma Proposta Metodológica. 8ª Ed., São Paulo: Perspectiva, 2003. MARCONI, Marina de A.. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 5ª Ed., São Paulo: Ática, 2003. _________. Metodologia do Trabalho Cientifico. 6ª Ed., São Paulo: Atlas, 2001. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Cientifico. 22ª Ed., São Paulo: Cortez, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – citações em documentos – apresentação: NBR 10520. Rio de Janeiro, 2002. BACHELARD, G. O novo espírito científico. In. Os pensadores. São Paulo: Abril, 1978. COSMOS by Carl Sagan. Documentário. Direção: Alan Malone. Produção. Produção: Alan Malone. Los Angeles: Still in Motion, 2000. 5 DVD (180 min.) Editora Abril. ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2000. FAZENDA, I. Metodologia da pesquisa educacional. São Paulo: Cortez, 1989. ________. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1996. Recursos de síntese. Organização de Patrícia F. Neves. Disponível em: http://www.falares.net. Acesso em: 30 mar. 2005. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA PRÁTICA PEDAGÓGICA I METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0006 90 Discute e analisa o conceito de educação, as políticas públicas em educação e a influencia das diversas tendências pedagógicas brasileiras nas práticas metodológicas do ensino de Língua Portuguesa e de Literatura, com o objetivo de estabelecer a efetiva relação entre a teoria, a prática e a pesquisa, confrontando os diversos períodos e as mudanças que tenham se efetivado nas escolas, principalmente no que se refere à ministração dos conteudos de lingua e literatura. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Saberes necessários à prática Pedagógica mediante a concepção Freiriana de educação. O conceito de educação; o que é educação – O pensamento de Carlos Rodrigues Brandão. Tendências Pedagógicas. O ensino de Português na escola – Reflexões de Sírio Possenti e Luiz C. Travaglia. Pesquisa em Educação: Construindo estratégias de investigação no campo, diário etnográfico, o relatório técnico analítico e descritivo. Seminário aberto sobre temas provenientes das inquietações oriundas dos campos de pesquisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Nilda (org.). Formação de Professores: Pensar e Fazer . 7ª ed., São Paulo: Cortez, 2002. FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. 26ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. ____________. Pedagogia do Oprimido. 35ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. 20ª Ed. Porto Alegre: Mediação, 2003. MIZUKAMI, Maria das Graças Nicotetti. Ensino: as abordagens do processo. 12ª reimpressão. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária Ltda, 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. Rio de Janeiro: Vozes, 1994. HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. 20 ed. Porto Alegre: Editora mediação, 2003. LIBÂNEO, Carlos José. Didática. São Paulo: Cortez, 1996. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional. 15ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2002. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA TEXTO E DISCURSO DISCIPLINA LE0034 60 Estuda o processo de construção de textos diversos (orais e escritos) numa perspectiva de articulação entre o componente linguístico, o histórico-social e o ideológico. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Elementos iniciais: linguagem, língua, discurso. Concepções de língua, sujeito, texto, sentido. Sistemas de conhecimento e processamento textual. Linguagem e ação. Condição de produção do discurso e efeitos de sentido. Construção dos sentidos no texto. Intertextualidade e polifonia; paráfrase e polissemia;implícitos.Textos persuasivos/ argumentativos. Operadores argumentativos. As bases da análise discursiva. Ideologia, sujeito, discurso. Formação ideológica, formação discursiva; formação imaginária etc. Tipologia e relação entre Discursos. Discursos: lúdico, polêmico, autoritário, religioso, burocrático, terapêutico, didático; etc. Análise de textos diversos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRANDAO, Helena. H. Negamine. Introdução à análise do discurso. 2ª Ed. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2004. CITELLI, Adilson. Linguagem e persuasão. 8ªed. São Paulo: Ática, 2004. COSTA VAL. Maria da Graça. Redação e textualidade. 2ªed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. FIORIM, J. Luis. Linguagem e ideologia. 7ªed. São Paulo: Ática, 2003. KOCH. Ingedore G. V. Desvendando os segredos do texto. 2ª Ed. São Paulo: Cortez, 2003. _____. A interação pela Linguagem. 9ª ed. São Paulo: Contexto, 2004. _____. O texto e a construção dos sentidos. 7ª ed. São Paulo: Contexto, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MAINGUENAU, Dominique. Novas tendências em análise do discurso. Campinas; Pontes, Editora da UNICAMP, 1989. ORLANDI. Eni P. Análise de Discurso: princípios e procedimentos. Campinas,SP: Pontes, 2005. ________. Interpretação: autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. Campinas: Pontes, 2004. ________. Discurso e leitura. São Paulo: Cortez, 1999. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTUDOS SÓCIO-ANTROPOLÓGICOS SEMINÁRIOS ED0001 30 Estuda e analisa a formação dos grupos sociais, utilizando a fundamentação da Sociologia e da Antropologia para estabelecer a sua influencia nas manifestações da linguagem. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A constituição da Sociologia e Antropologia: contexto histórico-social de surgimento das ciências sociais como área de conhecimento: do conhecimento comum ao conhecimento científico. Teorias Clássicas: Estudar a obra de autores que contribuíram para a consolidação dessas ciências, a partir dos diferentes paradigmas de interpretação da vida social, com ênfase nos respectivos métodos de apreensão da realidade. Contribuição regional. Entender a contribuição da Antropologia para o estudo de um mundo globalizado, a partir de alguns paradigmas básicos. Nesse caso, ressaltando o arcabouço teórico de Clifford Geertz, um dos mais importantes para entender as questões que se colocam atualmente, e também o de autores que analisam a dádiva no mundo contemporâneo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOFF, Jacques Lê. História e Memória. 5ª Ed., Campinas, SP: Editora da Unicamp, 1996. DAMATTA, Roberto. Conta de mentiroso. Rio de Janeiro: Rocco, 1993. ________. Relativizando - uma introdução à antropologia social. Rio de Janeiro: Rocco, 1987. GEERTZ, Clifford. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1987. _______. Nova Luz Sobre a Antropologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. HALL, Stuart. Da Diáspora – Identidades e Mediações Culturais. Belo Horizonte, MG: Editora UFMG, 2003. HOEBEL, E. Adamson. Antropologia Cultural e Social. São Paulo: Cultrix, 1976. JAMESON, Fredric. As Marcas do Visível. Rio de Janeiro: Graal, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOURDIEU, P. A miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, 2003. COSTA, C. A contribuição da antropologia à ciência da sociedade. In: ___ Sociologia: introdução à ciência da sociedade, 2. ed., São Paulo: Moderna, 1997. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LAPLATINE, F. Aprender antropologia. São Paulo: Brasiliense, 1992. LÉVI-STRAUSS, C. Antropologia estrutural. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1976. MALINOWSKI, B. Uma teoria científica da cultura. Rio de Janeiro: Zahar, 1970. MARTINS, P. H. A dádiva entre os modernos: discussão sobre os fundamentos e as regras do social. In: MARTINS, P. H. (org.). Petrópolis: Vozes, 2002. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA TRADIÇÃO E RUPTURA EM LITERATURAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DISCIPLINA LE0035 60 Estudos das formas diferenciais de tradição formal e/ou civilizatória nas literaturas de língua portuguesa, bem como as forças históricas, sociais e estéticas que motivaram suas rupturas, sejam elas internas e/ou externas ao sistema literário. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Cânone literário e processos de rupturas. Cânone literário e exclusão de temáticas relevantes do contexto sócio-racial brasileiro. Conquistas modernistas brasileiras e a não problematização de temáticas relevantes do contexto sócio-racial brasileiro. Literatura negra e seus condicionamentos sociais. Literaturas de língua portuguesa: literatura angolana e identidade cultural; literatura e nacionalidade no contexto colonial; engajamento nas literaturas de língua portuguesa (Portugal, Angola, Moçambique, Brasil). Literatura negra brasileira: o quilombismo e outras temáticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, M. Aspectos da literatura brasileira. 6 ed. Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 2002. COMPAGNON A. O demônio da teoria – literatura e senso comum. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001. HALL, S. Da diáspora – identidade e mediações culturais. Belo Horizonte: UFMG; Brasília: UNESCO, 2003. SILVA, J. Vozes quilombolas – uma poética brasileira. Salvador: EDUFBA/ILÊ AIYÊ, 2004. SPINA, Segismund. Era Medieval. 11ª Ed. Rio de Janeiro: DIFEL, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABDALA, B. De vôos e ilhas – literatura e comunitarismos. São Paulo: Ateliê editorial, 2003. CADERNOS NEGROS. Poemas e contos. São Paulo: Quilombhoje, 1978-2004. CAMARGO, O. O negro escrito – apontamentos sobre a presença do negro na literatura brasileira. São Paulo: Sec. de Estado da Cultura, 1987. DIVERSOS AUTORES. Criação crioula, nu elefante branco. São Paulo: IMESP, 1986. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIVERSOS AUTORES. Reflexões sobre a literatura afro-brasileira. São Paulo: Quilombhoje, 1985. SANTILLI, Maria Aparecida. Estórias africanas. São Paulo: Ática, 1985. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTUDO DA PRODUÇÃO LITERÁRIA NO BRASIL SEMINÁRIOS LE0036 45 Estudo da produção literária brasileira, considerando o contexto sócio-cultural, histórico e estilístico dos textos selecionados para compreender a questão da identidade nacional e suas diferentes concepções, bem como a dialética Localismo X Universalismo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O que é nação. Discurso literário e identidade nacional. O cânone e as narrativas de fundação/desconstrução da identidade nacional: Carta, de Pero Vaz de Caminha: um enredo de invenção do Brasil; Iracema, de José de Alencar: uma narrativa de fundação da nacionalidade brasileira; Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto: uma desconstrução da imagem idílica da nação brasileira; e Os sertões, de Euclides da Cunha: uma teoria sobre a viabilidade na nação brasileira. Localismo X Universalismo na Literatura Brasileira: O consórcio de Ciência e Arte n’Os sertões, de Euclides da Cunha; Manifesto da poesia pau-brasil, de Oswald de Andrade; e Manifesto antropófago, de Oswald de Andrade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALENCAR, José de. Iracema. 5 ed., Rio de Janeiro: Record, 2003. (Biografia, introdução e notas Manuel Cavalcanti Proença). BHABHA, Homi K. O local da cultura. 2. ed., Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1998. COELHO, Nelly Novaes. O conto de fadas. São Paulo: DCL, 2003. GARCIA MARQUEZ, Gabriel. Cem anos de solidão. 53ª Ed. Rio de Janeiro: RECORD, 2003. RAMOS, Graciliano. São Bernardo. 78ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2004 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBUQUERQUE JÚNIOR, Durval Muniz de. A invenção do Nordeste e outras artes. 2. ed., Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana / São Paulo: Cortez, 2001. ALENCAR, José de. O sertanejo. 8. ed., São Paulo: Ática, 1996. ALMEIDA, José Maurício Gomes de. A tradição regionalista no romance brasileiro (1857-1945). 2. ed., Rio de Janeiro: Topbooks, 1999. ANDRADE, Mário de. O movimento modernista. Aspectos da literatura brasileira. 4. ed., São Paulo: Martins / Brasília: INL, 1972. ANTELO, Raul... et al. (Orgs.). Declínio da arte, ascensão da cultura. Florianópolis: Letras Contemporâneas e ABRALIC, 1998. BARTHES, Roland. Aula. 7. ed., São Paulo: Cultrix, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LÍNGUA, CULTURA E SOCIEDADE (Componente adicional) METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0037 30 Analisa a inter-relação da língua com a cultura e a sociedade, identificando como a língua reflete e retrata os movimentos culturais e as relações sociais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A interpretação filológica do conceito de língua, cultura e sociedade; Anotações sobre o conceito de língua, linguagem, significação, interpretação e compreensão; A idéia de uma origem da cultura a partir da noção de civilização repressiva; Anotações sobre uma interpretação dialética da civilização (Marcuse); A civilização do controle a ideologia da ciência técnica; Alienação, despersonalização e o fim do sujeito – o declínio da criatividade na indústria cultural; Cognição, civilização e significado – a signagem na sociedade de cultura de massa; A língua e o esvaziamento do significado na massificação; O solapamento do espaço público em prol da cultura de massa e as suas conseqüências políticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABRAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. 4ª Ed., São Paulo: Martins Fontes, 2000. ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofando - Introdução à Filosofia. 2ª Ed., São Paulo: Moderna, 1993. _______. Temas de Filosofia. 2ª Ed. São Paulo: Moderna, 1998. BARRETO Jr, Jurandir Antonio Sá. Entre o ser e o dever de ser. Salvador, BA: Uneb, 2003. BENOIT, Hector. Sócrates - O nascimento da Razão Negativa. São Paulo: Moderna, 1996. BORNHEIM, Gerd A. Os Filosófos Pré-Socráticos. São Paulo: Cutrix. CHAUI, Marilena. Convite a Filosofia. 12ª Ed. 7ª reimpressão, São Paulo: Ática, 2002. _____. Espinosa: uma Filosofia da Liberdade. 1ª Ed. São Paulo: Moderna, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ADORNO, Theodor & HORKHEIMER, Max. Textos escolhidos. In Os Pensadores. 1ª Ed. São Paulo: Nova Cultural. 1991. ADORNO, Theodor et. al. Teoria da cultura de massa.1ª Ed. Rio de Janeiro: Saga. 1969. FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 1979. __________. As palavras e as coisas. 8ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. FREUD, Sigmund. Mal estar na civilização. 1ª Ed. São Paulo: Imago, 1978. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO II LABORATÓRIO LE0033 30 Ocupa-se das estratégias de leitura e produção de textos orais e escritos, considerando os aspectos formal e estilístico e sua relação contextual e situacional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Leitura: Conceito e tipos de leitura; Teorias Linguísticas sobre leitura; Relação leitor – texto; e O processo de leitura e escrita. A noção de texto e textualidade. Texto e discurso. A coesão e a coerência textuais. Gênero e tipos textuais. Funções da linguagem na construção do texto. O parágrafo e sua estrutura. O texto argumentativo. Produções de textos orais e escritos diversos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVARO, Maite. O leiturão: jogos para despertar leitores. 5 ed. São Paulo: Ática, 2002. FARACO, Carlos Alberto e TEZZA, Cristóvão. Oficina de texto. Petrópolis: Rio de Janeiro: Vozes, 2003. GERALDI, J. O texto na sala de aula. 3 ed. São Paulo: Ática, 2002. KLEIMAN, Ângela. Oficina de leitura: teoria e prática. 9 ed. Campinas, SP. Pontes: Editora da UNICAMP, 2002. ZILBERMAN, Regina. Leitura - perspectivas interdisciplinares. 3ª Ed. São Paulo: SP. Ática. 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMETNAR BAKHTIN, Mikhail. [1929]. Marxismo e filosofia da linguagem. Tradução Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. 7.ed. São Paulo: Hucitec, 1995. CLAKINS, Lucy. Arte de Ensinar e Escrever. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989. FERREIRO, Emília. Alfabetização em Processo. São Paulo: Cortez, 1987. SEBER, Maria da Glória. A Escrita Infantil. O caminho da Construção. São Paulo: Spicione, 1997. TEBEROSKY, Ana. Psicopedagogia da Linguagem Escrita. Campinas. São Paulo: Ed. Universidade Estadual de Campinas, 1993. VANOYE, Francis. Usos a linguagem: problemas e técnicas na produção oral e escrita. Tradução e adaptação de Clarisse Madureira Sabóia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA II FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA SEMINÁRIOS ED003 45 Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários tem como objetivo promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução: conceito de ciência e método. Apresentação formal do texto: técnicas (citação, notas de rodapé, alinhamento, ordenação, normas de referência bibliográfica). Comunicação e apresentação de estudos científicos: fichamento, resumo, seminário. A construção de um Pré-Projeto de Pesquisa: tema, problema, hipótese, objetivos, fundamentação teórica, metodologia e pesquisa bibliográfica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. 8 ed. São Paulo: Perspectiva, 5a. Ed., 2003. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos, 6. ed. São Paulo: Atlas, 2001. LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul Ltda., Belo Horizonte: UFMG, 1999. LUCKESI, Cipriano. Fazer Universidade: Uma Proposta Metodológica. 8ª Ed., São Paulo: Perspectiva, 2003. MARCONI, Marina de A. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 5ª Ed., São Paulo: Ática, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – citações em documentos – apresentação: NBR 10520. rio de Janeiro, 2002. 07 p. Recursos de síntese. Organização de Patrícia F. Neves. Disponível em:http://www.falares.net. Acesso em: 30 mar. 2005. O texto científico – Diretrizes para a elaboração e apresentação. Ednalva Maria Marinho dos Santos; a Marlene Aparecida de Souza; Rosa Helena Blanco Machado. 3 . Ed. Salvador: UNYAHNA, 2003. 116 p. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. 22a. Ed. São Paulo: Cortez, 2002. RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. Petrópolis: Vozes, 1986. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA PRÁTICA PEDAGÓGICA II METODOLOGIA DIVERFISICADA ED0002 105 Discute o planejamento, a relação professor-aluno e a avaliação, vivenciando situações de ensinoaprendizagem de temas lingüísticos e literários relacionados aos conteúdos abordados na Educação Básica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Estudo de matrizes curriculares do Estado da Bahia refletindo a língua e a literatura na composição curricular atual. Significado do Planejamento: Conceitos de planejamento; Elementos Básicos do planejamento; Planejamento como processo mental; Planejamento, plano e projeto; e Planejamento didático. Dimensão Teórica e Política. Planejamento dialógico e projeto político pedagógico da escola. O processo de elaboração de planos. As relações que se constroem em sala de aula professor-aluno-conhecimento. A sociedade e seu sistema educacional. Somos a razão e emoção. Aprendizagem significativa. A afetividade construída no espaço da sala de aula. Avaliação do ensino-aprendizagem. Avaliação da aprendizagem escolar. Apontamentos sobre a pedagogia do exame. Um ato amoroso. Avaliação inclusiva. Avaliação mediadora. Pesquisa de campo em escola de 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental e ensino médio. Foco da pesquisa situações de ensino aprendizagem de conteúdos lingüísticos e literários relacionando ao planejamento, relação professor-aluno e avaliação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 7ª Ed. Campinas-SP: Autores Associados, 2005. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 45ª Ed. São Paulo: Cortez, 2003. ______. Pedagogia do Oprimido. 35ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. 20ª Ed. Porto Alegre: Mediação, 2003. MIZUKAMI, Maria das Graças Nicotetti. Ensino: as abordagens do processo. 12ª reimpressão. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária Ltda, 1986. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DALMÁS, Ângelo. Planejamento Participativo na escola. 12ª ed. Petrópolis: Vozes, 1994. FREITAS, Nelson Guedes de. Pedagogia do amor: caminho da libertação na relação. Rio de Janeiro: Wak editora, 2000. GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. Rio de Janeiro: Vozes, 1994. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. 20 ed. Porto Alegre: Editora mediação, 2003. LIBÂNEO, Carlos José. Didática. São Paulo: Cortez, 1996. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional. 15ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2002. LUKESI, Cpriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 4ª Ed. São Paulo: Cortez, 1996. PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento Dialógico. São Paulo: Cortez, 2005. RABELO, Edimar Henrrique. Avaliação novos temas. Novas praticas. Rio de Janeiro: Vozes, 1998. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA RELAÇÕES SINTÁTICAS NA LINGUA DISCIPLINA LE0041 60 Estuda a organização sintática da Língua Portuguesa, observando as relações morfossintáticas entre os elementos da estrutura frasal e as considerações de gramáticas diversas, correlacionando esses conteúdos aos trabalhados no ensino básico, bem como levantando temas que possam ser objetos de investigação científica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Apanhado histórico, sintaxe do português. Classes e funções em textos orais e escritos da LP. Frase. Tipologia frasal. Frases, oração e período. A estrutura frasal. Os processos de coordenação e subordinação. Os predicadores e seus argumentos. Constituintes da sentença: estrutura sintagmática da LP. O sintagma nominal. O sintagma verbal. O sintagma adjetival. O sintagma preposicional. O sintagma adverbial. Funções do QUE e do SE. Estudo do período composto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Tadeu Luciano Siqueira. Sintaxe do Português: da norma para o uso. Salvador-Ba: Empresa Gráfica da Bahia, 2005. AZEREDO, José Carlos de. Iniciação à sintaxe do português. 8ªed., Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000. BECHARA, Evanildo. Lições de Português pela análise sintática. 17ª Ed., Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. CASTILHO, Ataliba T. de. A Língua Falada no Ensino de Português. 4ª Ed., São Paulo: Contexto, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEREDO, José Carlos de. Fundamentos de gramática do Português. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2005. BORBA, Francisco da Silva. Teoria Sintática. 1ª Ed. São Paulo. Editora na Universidade de São Paulo, 1979. CARONE, Flavia de B. Morfossintaxe. 6ª Ed. São Paulo, Ática. 1998. GARCIA, Othon Moacir. Comunicação em prosa moderna. 26ª Ed. Rio de Janeiro: Fundação Getulio Vargas. 2006. KOCH, Ingedore; SILVA, Maria Cecília, Perez de Souza. Lingüística aplicada ao português: sintaxe. 2ª Ed. São Paulo: Cortez, 1996. LEMLE, Miriam. Análise sintática, teoria e descrição do português. 3ª Ed. São Paulo: Ática. 2002. PERINE, Mário. Para uma nova gramática do português. 8ª Ed. São Paulo: Ática. 1995. VALENTE, André (org.). Aulas de português-perspectiva inovadora. 2ª Ed. Petrópolis, RJ: Vozes. 2003. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTUDOS TEÓRICOS DO TEXTO LITERÁRIO DISCIPLINA LE0042 60 Estudo dos elementos constitutivos do texto literário, sua linguagem, sua forma, sua classificação, sua distribuição em gêneros, bem como seu transbordamento e rasuras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Natureza do fenômeno literário: O que é Literatura; Conceitos básicos da teoria literária; O belo, o mito, o trágico, o fantástico; e Conteúdo e forma. A poética de Aristóteles: Mímese e verossimilhança. As teorias críticas: New Criticism; Formalismo russo; Estruturalismo e semiótica; Pós-estruturalismo; Fenomenologia e Hermenêutica; Estética da recepção; Crítica sociológica; Crítica psicanalítica; e Os estudos literários na contemporaneidade. Estrutura da narrativa ficcional: Aspectos da composição; Fábula e enredo; O narrador; Ponto de vista; A personagem; O diálogo; Foco narrativo; e O herói. Narrativas ficcionais: conto, crônica, novela, romance, conto de fadas. O texto poético: Verso e prosa; Estrofe e estribilho; Metrificação; Rima e sonoridade; O ritmo; As imagens; O eu poético; e Poemas de forma fixa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPEDELLI, Samira Youssef. A telenovela. 2. ed., São Paulo: Ática, 2001. CASTILHO, Ataliba T. de. A Língua Falada no Ensino de Português. 4ª Ed., São Paulo: Contexto, 2002. GANCHO, Cândida Vilares. Como Analisar Narrrativas. São Paulo: Ática, 2002 MOISÉS, Massaud. A Análise literária. São Paulo: Cultrix, 1984 OLIVEIRA, Nelson de. (org.). Geração 90: manuscritos de computador. São Paulo: Boitempo, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AGUIAR E SILVA, Vitor Manuel de. Teoria da Literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1976. ALMEIDA, Lélia. Linhagens e ancestralidade na literatura de autoria feminina. In: Espéculo. Revista de estudios literarios, n. 26. Universidad Complutense de Madrid. Disponível em: http://www.ucm.es/info/ especulo/numero26/linhages.html [capturado em 27 de outubro de 2004]. BANDEIRA, Manuel. Seleta em prosa e verso. 5. ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 1986. 166p. (Organização, estudos e notas de Manuel de Moraes). BARTHES, Roland. Aula. 7. ed., São Paulo: Cultrix, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LISPECTOR, Clarice. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. MORGADO, Belkis. A solidão da mulher bem-casada; Um estudo sobre a mulher brasileira. 4. ed., Rio de Janeiro: José Olímpio, 1987. WELLEK, René, WARREN, Austin. Teoria da literatura e metodologia dos estudos literários. São Paulo: Martins Fontes, 2003. (Trad. Luis Carlos Borges). UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA O ESTÉTICO E O LÚDICO NA LITERATURA INFANTO-JUVENIL DISCIPLINA LE0043 60 Estuda o estético e o lúdico na literatura infanto-juvenil, analisando a relação entre o imaginário e a realidade. Discute os conceitos, a história e as condições de produção e recepção do texto, tanto da linguagem oral, quanto da linguagem escrita. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O que é literatura infantil: natureza, função, história. Natureza da literatura – propriedades e funções da literatura. A natureza da literatura infanto-juvenil: tipificada pela recepção. O estético e o lúdico na literatura infanto-juvenil. A função pedagógica da literatura infanto-juvenil. O real e o ficcional. Representação literária: a fantasia e o aprendizado do real. Gêneros literários; temas e subgêneros de literatura infanto-juvenil. Contos de fadas: mitos e arquétipos. A velocidade: prioridade da ação da narrativa. A recepção literária. Elementos da narrativa – produtor, narrador, narratário e leitor real. A atividade da leitura e a produção textual. Linguagem oral e linguagem escrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Tradução de Dora Flaksman. 2.ed.Rio de Janeiro:LTC, 1981. BRAIT, Beth. A personagem. 7. ed. São Paulo: Ática, 2002. COMPAGNON, Antoine. O Demônio da Teoria. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003. ECO, Humberto. Seis passeios pelos bosques da ficção. Tradução: Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. GARCIA MARQUEZ, Gabriel. Cem anos de solidão. 53ª Ed. Rio de Janeiro: RECORD, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARISTÓTELES. Poética. In A Poética Clássica. São Paulo: Editora Cultrix, 1997. HARVEY, Paul. Dicionário Oxford de literatura clássica grega e latina. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998. VEIGA, Ilma Passos Alencastro. (Org.). Técnicas de ensino: por que não? São Paulo: Papirus, 1991. ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. 11. ed. São Paulo: Global, 2003. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LITERATURA E OUTRAS ARTES SEMINÁRIOS LE0044 45 Analisa as relações intersemióticas dos diferentes textos, verificando o cruzamento de leituras e concebendo a literatura como um texto/signo entre muitos outros da expressão artística na comunidade humana. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Natureza da literatura. Literatura e outras artes. Literatura e outros meios de comunicação.A personagem cinematográfica. Literatura e cinema. Literatura e cinema brasileiro. A personagem no teatro. Literatura e teatro. Literatura e música. Literatura e artes plásticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARIÈS, Philippe. História social da criança e da família. Tradução de Dora Flaksman. 2.ed.Rio de Janeiro:LTC, 1981. ANDRADE, M. Aspectos da literatura brasileira. 6 ed. São Paulo: Editora Iatatiaia, 2002. AMADO, JORGE. Terra do sem fim. 72ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2002. CANDIDO, A. et alli. A personagem de ficção. 11 ed. São Paulo: Perspectiva, 2005. COELHO, Nelly Novaes. O conto de fadas. São Paulo: DCL, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, C. Drummond. Farewell. RJ/SP: Record, 1996. LINS, Osman. Do ideal e da Glória – Problemas inculturais brasileiros. São Paulo: SUMMUS, 1977. OLIVEIRA, M. Prates de. Olhares roubados – Cinema, literatura e nacionalidade. Salvador: Quarteto editora, 2004. REVISTA ARGUMENTO, N. 3. São Paulo: Paz e Terra, 1974. WELLEK, R. E WARREN AUTIN. Teoria da Literatura. Lisboa: Publicações Europa – América, S/D. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTUDOS EPISTEMOLÓGICOS DA APRENDIZAGEM DISCIPLINA ED0005 60 Estuda as principais teorias de aprendizagem e suas concepções a respeito do homem e de sua formação como sujeito, analisando os processos envolvidos na aprendizagem, a fim de viabilizar um trabalho educacional. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao conceito de epistemologia. A idéia de uma epistemologia genética a partir de Piaget. As fases de desenvolvimento cognitivo em Piaget. Problemas fundamentais da epistemologia genética e da teoria do desenvolvimento cognitivo. Origens e fundamentos da teoria psicanalítica no interior da psicologia. A constituição do sujeito na teoria de Freud a partir da fase de desenvolvimento, dos complexos de Édipo e Electra e a teoria da sexualidade infantil. Os processos psicanalíticos e sua influência nas questões pedagógicas da aprendizagem. Cognição, civilização e significado – a aprendizagem e seus processos na sociedade de cultura de massa. A aprendizagem segundo a base material da sociedade: Tópicos em Marx, o marxismo em geral e os problemas da aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALSOP, Pippa. Transtornos Emocionais. São Paulo: Summus, 1999. ANADÓN, Marta. Reflexões teóricos-metodológicas sobre as representações sociais. Salvador, BA: Uneb, 2003. ANTUNES, Celso. Jogos para a Estimulação das Múltiplas Inteligências. 11ª Ed., Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. ARIES, Philippe. História social da criança e da família. 2ª Ed., Rio de Janeiro: LTC, 1998. BEE, Helen. A criança em desenvolvimento. 9ª Ed., Porto Alegre, RS: Artmed, 2003. VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. 6ª Ed., São Paulo: Martins Fontes, 1998. _________. Pensamento e Linguagem. 2ª Ed., São Paulo: Martins Fontes, 1998. ZAGURY, Tânia. Encurtando a Adolescência. 9ª Ed., Rio de Janeiro: Record, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 1991. ADORNO, Theodor & HORKHEIMER, Max. Textos escolhidos. In Os Pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1991. ADORNO, Theodor et. al. Teoria da cultura de massa. Rio de Janeiro: Saga, 1969. FREUD, Sigmund. Mal estar na civilização. São Paulo: Imago, 1978. _______. Totem e Tabu e outros trabalhos. São Paulo: Imago, 1976. _______. A etiologia da histeria. In Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud – Vol. III. São Paulo: Imago, 1978, p.179-203. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR SEMINÁRIO INTERDICIPLINAR DE PESQUISA III FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA SEMINÁRIOS ED0007 45 Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários tem como objetivo promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Os problemas fundamentais do conhecimento científico na contemporaneidade: a crise da razão; a arqueologia das ciências humanas; e introdução à epistemologia contemporânea. As revoluções científicas e o conceito de paradigma. Hermenêutica e construção do sentido no texto científico. Construção técnica e temática do artigo e da resenha: aprofundamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAVILLE, C.; DIONNE, J. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul Ltda., Belo Horizonte: UFMG, 1999. LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. de A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos, 6. ed. São Paulo: Atlas, 2001. MARCONI, Marina de A. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 5ª Ed., São Paulo: Ática, 2003. ________. Metodologia do Trabalho Cientifico. 6ª Ed., São Paulo: Atlas, 2001. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Cientifico. 22ª Ed., São Paulo: Cortez, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – citações em documentos – apresentação: NBR 10520. Rio de Janeiro, 2002. BACHELARD, G. O novo espírito científico. In. Os Pensadores. São Paulo: Abril, 1978. COSMOS by Carl Sagan. Documentário. Direção: Alan Malone. Produção: Alan Malone. Los Angeles: Still in Motion, 2000. 5 (DVD (780 MIN), Editora Abril. ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2000. FAZENDA, I. Metodologia da Pesquisa Educacional. São Paulo: Cortez, 1989. ________. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atrás, 1999. KOCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica. Porto Alegre: Vozes, 1982. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA PRÁTICA PEDAGÓGICA III METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0006 105 Analisa e discute a utilização de tecnologias da informação e da comunicação nas situações de ensinoaprendizagem de temas literários e de língua portuguesa relacionados aos conteúdos abordados na Educação Básica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Principais informes teóricos que em base a educação brasileira na sua dimensão histórico-política uma retrospectiva histórica. Os quatro pilares da educação do futuro: aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a viver juntos; e aprender a ser. A educação ao longo de toda a vida. Da comunidade de base à sociedade mundial. Da coesão social a participação democrática. Pobreza e educação. O banco mundial e a educação. Mercados educacionais, escolha e classe social. Adeus a escola pública. A legislação da educação no Brasil. A constituição 1998. A LDB 9394/96. O estatuto da criança e do adolescente. As políticas públicas: O FUNDEF; Os programas; Os PCNS de língua portuguesa de 5ª a 8ª e ensino médio. A formação do professor aos desafios da contemporaneidade e o uso das tecnologias da informação e comunidade e o espaço escolar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 11 ed. Petrópolis - RJ, Vozes, 1998. HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. Porto Alegre: Mediação, 2004. FOUCAULT, M. Vigiar e Punir – história da violência nas prisões. 28 ed. Ed. Petrópolis: Vozes, 1987. FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 35ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. ZABALA, Antoni. A prática Educativa: Como ensinar. Porto alegre: Artemed, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DALMÁS Ângelo. Planejamento Participativo na escola. 12ª ed. Petrópolis: Vozes, 1994 FREITAS, Nelson Guedes de. Pedagogia do amor: caminho da libertação na relação. Rio de Janeiro: Wak, 2000. GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo. Rio de Janeiro: Vozes, 1994. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LIBÂNEO, Carlos José. Didática. São Paulo: Cortez, 1996. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação educacional. 15ª ed. Petrópolis: Vozes, 2002. LUKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 1996. PADILHA, Paulo Roberto. Planejamento Dialógico. São Paulo: Cortez, 2005. RABELO, Edimar Henrrique. Avaliação novos temas, Novas práticas. Rio de Janeiro: Vozes, 1998. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTUDOS FONÉTICOS E FONOLÓGICOS DISCIPLINA LE0009 60 Estuda a constituição fonético-fonológica da língua portuguesa, considerando as diferentes realizações fonéticas e destacando a importância da sua compreensão no processo de aprendizagem da escrita. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A Linguagem: abordagem histórico-filosófica. A língua e suas variantes: variante padrão e não-padrão. Evolução dos estudos fonéticos e fonológicos. Tradição clássica. Tradição moderna. Tradição contemporânea: Escola Estruturalista. Fonética e Fonologia: conceito e distinção; traços distintivos; fone x fonema; letra x som; sílaba (tonicidade) encontros vocálicos; consonantais, dígrafos. O Aparelho Fonador. Estruturas articulatórias. Mecanismo da produção do som. O Alfabeto Fonético Internacional. As consoantes do português brasileiro: conceito, ponto e modo de articulação. As vogais do português brasileiro: altura; posição tônica. Alofone, Neutralização e Arquifonema. A estrutura silábica. A prosódia. Transcrição fonético-fonológica. O sistema fonológico e o sistema ortográfico BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAGLIARI, Luiz Carlos. Análise fonológica. Campinas-SP: Mercado de Letras, 2002. CALLOU, D. e LEITE, Y. Iniciação à Fonética e a Fonologia. 9ª Ed., Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003. SILVA, Rosa Virgínia M.e. Contradições no Ensino de Português. 5ª Ed., São Paulo: Contexto, 2002. SILVA, Thaïs Crisitófaro. Fonética e Fonologia do Português. 6ª Ed., São Paulo: Contexto, 2002. TEYSSIER, Paul. História da língua portuguesa. 2ª Ed., São Paulo: Martins Fontes, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BISOL, Leda. (Org). Introdução aos estudos de fonologia do português brasileiro. 3.ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001. CALLOU, D.; LEITE, Y. Iniciação à Fonética e à Fonologia. 9. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2000. CRYSTAL, D. Dicionário de lingüística e Fonética. Rio de Janeiro: Zahar, 2000. MASSINI-CAGLIARI, Gladis; CAGLIARI, Luiz Carlos. Fonética. In: MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Cristina (Org.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2003. cap.3, p.105-146. vol 2. MATEUS, Ma. Helena M. Aspectos da Fonologia Portuguesa. Lisboa: Centro de estudos Filológicos, 1966. SILVA, Myrian Barbosa. Leitura, Ortografia e Fonologia. 2.ed. São Paulo: Ática, 1993. SILVA, Thaís Cristófaro. Fonética e Fonologia do português: roteiro de estudo e guia de exercícios. 6.ed. São Paulo: Contexto, 2002. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA DIVERSIDADE LINGÜÍSTICA GRUPO DE ESTUDO LE0010 45 Estuda a diversidade da Língua Portuguesa, enfocando as abordagens da Sociolingüística e da Dialectologia, com ênfase na diferenciação dialetal do português brasileiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Linguagem e Lingüística. Conceito e objeto da Lingüística. Variação lingüística. Língua padrão no Brasil. Padrão ideal e padrão real. Noção de erro lingüístico. Gramática e Lingüística. A Lingüística e o ensino de língua materna. Sociolingüística do português do Brasil. Dialetologia no Brasil /Atlas lingüísticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAGNO, Marcos. Preconceito Lingüístico. 21ª Ed. Loyola: São Paulo, 2003. ______. A Língua de Eulália: novela Sociolingüística. 12ª Ed. Contexto: São Paulo, 2003. ______. Lingüística da Norma. 2ª Ed. Loyola: São Paulo, 2004. ______. Português Brasileiro. 4ª Ed. Parábola Editorial: São Paulo, 2004. DUBOIS, Jean. Dicionário de Lingüística. 8ª Ed. Cultrix: São Paulo. FIORIN, José Luiz. Elementos de Análise do Discurso. 14ª Ed. Contexto: São Paulo, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARDOSO, Suzana Alice Marcelino. Diversidade Linguística e ensino. 2ª Ed. Salvador: EDUFBA.1998. ILARI, Rodolfo. A lingüística e o ensino da língua portuguesa. 5ª Ed. São Paulo: Martins Fontes. 2001. MOLLICA, Maria C. Introdução a Sociolinguística: o tratamento da variação. 1ª Ed. São Paulo: Contexto. 2003. POSSENTI, Sírio. Por que (não) estudar gramática na escola. 1ª Ed. Campinas: Mercado de Letras. 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA A FUNÇÃO SOCIAL DA LEITURA E DA PRODUÇÃO TEXTUAL GRUPO DE ESTUDO LE0008 30 Discute sobre as funções sociais que a leitura e a produção textual desempenham na sociedade, avaliando a necessidade de se conhecer os processo cognitivos envolvidos nas atividades e sua relação com o ensino de Língua Portuguesa. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Tipos de leitura. Estratégias de leitura. Tipologia Textual. As condições sociais da leitura. Leitura e compreensão de texto falado e escrito. A leitura literária na escola. Leitura e interdisciplinaridade. Diferenças entre a forma escrita e falada. A aprendizagem da leitura e da escrita. Algumas causas dos problemas de aprendizagem. Família e aprendizagem. Aprendizado como evento social. As condições de aprendizado. O ensino da leitura. Ortografia e significado. O lugar dos computadores no processo de ensino-aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GERALDI, João Wanderley. Linguagem e Ensino. 4ª Ed. Campinas: SP. Mercado de Letras: ALB. 1997. GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 3ª Ed. São Paulo: SP. ABDR. 2002. KATO, Mary A. . O aprendizado da leitura. 5ª Ed. São Paulo: SP. Martins Fontes. 1999. KLEIMAN, A. Oficina de leitura: teoria e prática. 9 ed. Campinas: Pontes /UNICAMP, 2002. ORLANDI, E. Discurso e leitura. 6 ed. São Paulo: Cortez, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOCAMBERT, J. A Leitura em questão. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. KATO, M. O Aprendizado de leitura. São Paulo: Martins Fontes, 1985. KATO, M.(org.) A concepção da escrita pela criança . 2 ed.. Campinas: Pontes, 1992. SMITH, Frank. Compreendendo a leitura: uma análise psicolingüística da leitura e do aprender a ler. Porto Alegre: Artes Médicas, 1991. ZILBERMAN, R. (org.) Leitura em crise na escola: as alternativas do professor. Porto Alegre Mercado Aberto, 1982. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA CÂNONES E CONTEXTOS NA LITERATURA BRASILEIRA SEMINÁRIOS LE0011 45 Estudo de obras e autores cuja permanência se sustenta na reiteração de leituras e revisões críticas ao longo do tempo, tendo em vista o contexto sócio-cultural. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Discutir textos teóricos e críticos sobre o Cânone. Refletir a respeito da escravidão em A Cachoeira de Paulo Afonso de Castro Alves. Analisar as imagens da escravidão na poesia de Luís Gama. Estudar as idéias de invenção do Brasil e fundação da nacionalidade nas obras Triste Fim de Policarpo Quaresma (Lima Barreto) e Iracema (José de Alencar). Analisar as imagens do sertão e a visão de homem brasileiro a partir de Os Sertões de Euclides da Cunha. Discutir sobre a presença do negro da literatura amadiana, a formação do povo brasileiro e sua diversidade cultural. Ler poemas líricos de autores brasileiro e estrangeiros a fim de discutir o conceito de Cânone na poesia moderna e contemporânea. Fazer a leitura de contos de Mário de Andrade, Guimarães Rosa e Adonias Filho e outros para se discutir sobre a contística brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. MOISÉS, Massaud. A análise literária. 14ª Ed. São Paulo: Cultrix. 2003. _______. A literatura Portuguesa. 33ª Ed. Cultrix. 2004. LIMA, Luiz Costa. Teoria da Literatura em suas fontes. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. NASCIMENTO, Evando. Derrida e a Literatura. 2ª Ed. Niterói-RJ: EdUFF, 2001. SOARES, Angélica. Gêneros literários. 6ª Ed. São Paulo: Ática, 2005. SOARES, Leandro. Cadernos de Literatura e diversidades. Vol. 1. Nº 1. Feira de Santana-BA: EdUEFS, 2002. ASSIS, Machado de. 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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTUDOS DA PRODUÇÃO LITERARIA BAIANA DISCIPLINA LE0012 60 Estuda obras de autores baianos, discutindo aspectos fundamentais para a compreensão do quadro da literatura produzido na Bahia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Leitura das obras Jubiabá, Tenda dos Milagres e Pastores da Noite. Estudo da estética modernista baiana e brasileira. A literatura regionalista: o caso de Jorge Amado. Jorge Amado e a cultura popular baiana. A negritude e as narrativas iniciáticas: descentramento e resistências. A representação da Bahia como o local da Cultura em Jorge Amado. Formas de resistência religiosas e culturais dos negros na obra do escritor. Mitologia Africana e o escritor Jorge Amado. As rebeliões escravas e as representações destas nas obras do escritor baiano. Diálogos do escritor Jorge Amado com a produção literária baiana dos séculos XVII Gregório de Matos e XIX Castro Alves. Jorge Amado e João Ubaldo Ribeiro: um diálogo profícuo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMADO, Jorge. Terra do sem fim. 72ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2002. CHIOSSI, Eliana Mara. Fábulas Delicadas. São Paulo: Escrituras, 2009. QUEIROZ, Rachel de. O quinze. 73ª Ed. São Paulo: ARX, 2002. RAMOS, Graciliano. São Bernardo. 78ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2004. SESC- Distrito Federal. Coletânea de Contos- Prêmio SESC de Contos Machado de Assis- Brasília, D.F: SESC/DF, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LINS, Osman. Do ideal e da Glória – Problemas inculturais brasileiros. São Paulo: SUMMUS, 1977. OLIVEIRA, M. Prates de. Olhares roubados – Cinema, literatura e nacionalidade. Salvador: Quarteto editora, 2004. REVISTA ARGUMENTO, N. 3. São Paulo: Paz e Terra, 1974. WELLEK, R. E WARREN AUTIN. Teoria da Literatura. Lisboa: Publicações Europa – América, S/D. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA CURRÍCULO E SOCIEDADE SEMINÁRIO ED0008 30 Estuda as teorias do Currículo, numa perspectiva social e histórica, com ênfase nas discussões curriculares contemporâneas e identifica o perfil profissional do egresso do Curso de Letras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introdução ao problema do currículo à luz do conceito de civilização. A relação entre currículo e sistema escolar. A inter-relação entre os sistemas no interior do modo de produção capitalista globalizado. A instituição de ensino e seus aspectos históricos. A instituição de ensino e o conceito de autonomia relativa. Ideologia e alienação no sistema de ensino: currículo e ideologia. A questão do currículo e o problema da reprodução das lógicas sociais do sistema produtivo. Escola, poder e disciplina: o panoptismo, os sistemas de vigilância e a avaliação. A avaliação e a educação: a transmutação dos saberes e a lógica do exame. Os aparelhos ideológicos e a reprodução: currículo e sociedade de classe. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Nilda (org.). Formação de Professores: Pensar e Fazer. 7ª ed. – São Paulo: Cortez, 2002. FOUCAULT, M. Vigiar e Punir – história da violência nas prisões. 28 ed. Ed. Petrópolis: Vozes, 1987. HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. Porto Alegre: Mediação, 2004. VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de ensino-aprendizagem e projeto políticopedagógico. São Paulo: Libertad, 2000. ZABALZA, Miguel A. Diários de aula: Um instrumento de pesquisa e desenvolvimento profissional. São Paulo: Artmed, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALTHUSSER, L. Aparelhos ideológicos de Estado. 7ª. Ed. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1998. ALVES, Júlia Falivene. A invasão cultural norte-americana. 2ª. Ed. São Paulo: Moderna, 2004. BOURDIEU, P. Contrafogos: táticas para enfrentar a invasão neoliberal. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998. BORGES, J.L. Escola e disciplina: uma abordagem foucaultiana. Disponível em: <www.espacoacademico.com.br >.Acesso em: 28 fev. 2006. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GADOTTI, Moacir. Educação e Poder – introdução à pedagogia do conflito. 10ª. Edição. São Paulo: Cortez Editora, 1991. MARX, Karl Textos Selecionados. In Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural: 1993. SILVA, Antonio Ozaí. Maurício Tragtenberg e a <www.espacoacademico.com.br >. Acesso em: 14 mar. 2006. pedagogia libertária. Disponível em: UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA IV SEMINÁRIOS ED0009 45 Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários têm como objetivo promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Os problemas fundamentais do conhecimento científico e a educação: a pesquisa em educação: aspectos quantitativos e qualitativos; e a cibernética, automação e educação. Metodologia da realização do relatório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KUHN, T. A estrutura das revoluções científicas. 8. ed. São Paulo: Perspectiva, 2003. LUCKESI, Cipriano. Fazer Universidade: Uma Proposta Metodológica. 8ª Ed., São Paulo: Perspectiva, 2003. MARCONI, Marina de A. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 5ª Ed., São Paulo: Ática, 2003. ________. Metodologia do Trabalho Cientifico. 6ª Ed., São Paulo: Atlas, 2001. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Cientifico. 22ª Ed., São Paulo: Cortez, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BACHELARD, G. O novo espírito científico. In. Os Pensadores. São Paulo: Abril, 1978. COSMOS by Carl Sagan. Documentário. Direção: Alan Malone. Produção: Alan Malone. Los Angeles: Still in Motion, 2000. 5 DVD (780 min). Editora Abril. ECO, H. Como se faz uma tese. 20. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. FOLSCHEIDT, D.; WUNENBURGER, J. Metodologia filosófica. 3. ed. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2006. HEIDEGGER, M. Beiträge zur Philosophie. Frankfurt a. m.: Vittorio Klostermann, 1989, p. 145-59. MORAES, R. Filosofia da ciência e da tecnologia. 7. ed. São Paulo: Papirus, 2002. SOUSA SANTOS, B. Introdução a uma ciência pós-moderna. 4. ed. São Paulo: Graal, 2003. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA PRÁTICA PEDAGÓGICA IV MEDTODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0010 105 Discute o lúdico como praocesso de mediação da aprendizagem de Língua e de Literatura e realiza atividades referentes a diversas linguagens artísticas. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Pedagogia da Animação – Um estudo teórico sobre ludicidade. O jogo como elemento da cultura: Um estudo teórico sobre ludicidade com ênfase no pensamento de Johan Huizinga. Jogos para desenvolvimento da linguagem escrita e oral. Jogos didáticos como recursos aplicativos de uma dinamicidade pedagógica. O que são dinâmicas de grupo. Dinâmica de grupo para o desenvolvimento das linguagens escritas e orais. A diversidade da linguagem artística. O teatro e o desenvolvimento de múltiplas habilidades. A música, a dança, a poesia e o ensino da língua e literatura. Manifestações artísticas regionais de Euclides da Cunha, Monte Santo, Araci e Tucano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Nilda (org.). Formação de Professores: Pensar e Fazer. 7ª ed. São Paulo: Cortez, 2002. ANTUNES, Celso. Jogos para a estimulação das múltiplas inteligências. 11 ed. Petrópolis - RJ, Vozes, 1998. HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. Uma prática em construção pré-escola à universidade. 20ª Ed. Porto Alegre: Mediação, 2003. SUASSUNA, Lívia. Ensino de Língua Portuguesa: uma abordagem pragmática. 8 ed. Campinas, SP: Papirus Editora, 1995. VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de ensino-aprendizagem e projeto políticopedagógico. São Paulo: Libertad, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENJAMIN, Walter. Reflexões: A criança, o brinquedo e a Educação. São Paulo: Summus, 1984 HUIZINGA, Johan. Homo Ludens: O jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva / Edusp, 1971 MARCELLINO, Nelson Carvalho. Pedagogia da Animação. São Paulo: Papirus, 1997 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA CONSTITUIÇÃO HISTÓRICA DO PORTUGUÊS BRASILEIRO GRUPOS DE ESTUDO LE0013 60 Reflete sobre o processo de constituição do português do Brasil, observando a contribuição das línguas indígenas e africanas e dos elementos históricos e culturais que o diferenciam do português europeu. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O cenário de construção social no Brasil e o contato lingüístico no período colonial e pós-colonial: demografia histórica e mobilidade social; a colonização do Brasil e a transplantação do português europeu; os povos indígenas, as línguas autóctones e as línguas gerais; o tráfico de escravos e as línguas africanas; as línguas dos imigrantes e a periodização da história lingüística do Brasil. Caracterização do português brasileiro: variação do português brasileiro no plano horizontal; variação do português brasileiro no plano vertical e as diferenças estruturais entre o português brasileiro, o europeu e o africano. Hipóteses explicativas sobre a formação histórica do português brasileiro: a crioulização previa; a transmissão lingüística irregular e a deriva secular e a confluência de motivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMARA Jr., Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. 35ª Ed., Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. CASTILHO, Ataliba T. de. A língua falada no ensino de português. 4 ed. São Paulo: Contexto, 2002. ROBERTS, Ian. Português brasileiro – uma viagem diacrônica. 2 ed. Campinas: UNICAMP, 1996. SILVA, Rosa Virgínia M.e. Contradições no Ensino de Português. 5ª Ed., São Paulo: Contexto, 2002. TEYSSIER, Paul. História da língua portuguesa. 2ª Ed., São Paulo: Martins Fontes, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEVEDO, Marta. Censos demográficos e ‘os índios’: dificuldades para reconhecer e contar. In: RICARDO, Carlos Alberto (Ed.). Povos indígenas no Brasil, 1996-2000. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2000. pp. 79-83. CALLOU, Dinah; BARBOSA, Afrânio; LOPES, Célia. O português do Brasil: polarização sociolingüística. In: CARDOSO, Suzana; MOTA, Jacyra, MATTOS e SILVA, Rosa Virgínia (orgs.). Quinhentos anos de história lingüística do Brasil. Salvador: Secretaria da Cultura e Turismo do Estado da Bahia, 2006. pp. 259292. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DUARTE, Inês. Razões e emoção: miscelânea de estudos em homenagem a Maria Helena Mira Mateus. Lisboa: IN-CM, 2003.pp.395-409. FRANCHETTO, Bruna. O que se sabe sobre as línguas indígenas no Brasil. In: RICARDO, Carlos Alberto (Ed.). Povos indígenas no Brasil, 1996-2000. São Paulo: Instituto Socioambiental, 2000. Pp. 84-88. GALVES, Charlotte. “A sintexe do português brasileiro” . In GALVES, Charlotte. Ensaios sobre as gramáticas do protuguês. Campinas: Editora da UNICAMP, 2001. HOUAISS, Antonio. O português no Brasil. Rio de Janeiro: Unibrade, 1985. LOBO, Tânia. A questão da periodização da história lingüística do Brasil. In: CASTRO, Ivo; MATTOS e SILVA, Rosa Virgínia. Uma interpretação para a generalizada difusão da língua portuguesa no território brasileiro. In: Ensaios para uma sócio-história do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2004. NARO, Anthony; SCHERRE, Maria Marta. Origens do português brasileiro. São Paulo: Parábola, 2007. RODRIGUES, Aryon Dall’ Igna. As outras línguas da colonização do Brasil. In: CARDOSO, Suzana; MOTA, Jacyra; MATTOS e SILVA, Rosa Virgínia (orgs.). Quinhentos anos de história lingüística do Brasil. Salvador: Secretária da Cultura e Turismo do Estado da Bahia, 2006.pp.145-161. VIEIRA, Sílvia. Colocação pronominal nas variedades européia, brasileira e moçambicana: para definição da natureza dos clíticos em português. In: BRANDÃO, Sílvia; MOTA, Maria Antônia. Análise constrativa de variedades do português: primeiros estudos. Rio de Janeiro: In-Fólio, 2003. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA FORMAÇÃO HISTÓRICA DAS LÍNGUAS ROMÂNICAS DISCIPLINA LE0014 45 Estuda a origem, a constituição e a expansão das línguas românicas, com ênfase na língua portuguesa, determinando os fatores sócio-históricos e lingüísticos que contribuíram para esse processo. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Formação das línguas românicas. Conceito de língua românica. Localização Geográfica das línguas românicas. Causas da diversidade de características das línguas românicas. A dialetação do latim na península ibérica. História da Língua portuguesa. Os povos peninsulares. A romanização da Península Ibérica. A invasão germânica. A invasão dos árabes. O condato portucalense. A conquista do algarve. O galego português. Leis fonéticas. Mudanças fonéticas e leis fonéticas. Aplicação das leis fonéticas. Mudança por analogia. Fonética histórica. Metaplasmos. Vocalismo. Consonantismo. Formas convergentes e formas divergentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMARA Jr., Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. 35ª Ed., Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. CASTILHO, Ataliba T. de. A língua falada no ensino de português. 4 ed. São Paulo: Contexto, 2002. FILHO, Leodegário A. de Azevedo. Estudos Filológicos. Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro, 1967. _____. Ensaios de Lingüística e Filologia. Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro, 1971. FARACO, Carlos Alberto. Lingüística histórica: uma introdução ao estudo da história das línguas. São Paulo : Ática, 1991. (Fudamentos) ROBERTS, Ian. Português brasileiro – uma viagem diacrônica. 2 ed. Campinas: UNICAMP, 1996. SILVA, Rosa Virgínia M.e. Contradições no Ensino de Português. 5ª Ed., São Paulo: Contexto, 2002. SILVA NETO, Serafim da. Manual de filologia Portuguesa. 5ª Ed. Rio de janeiro: Presença, 1977 __________. História da Língua Portuguesa. 3ª Ed. Rio de janeiro: Presença, 1979 TEYSSIER, Paul. História da língua portuguesa. 2ª Ed., São Paulo: Martins Fontes, 2001. WILIAMS, Edwin Bucher. Do Latim ao Português. Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro, 2001. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALI, M.S. Gramática histórica da língua portuguesa. 7 ed. São Paulo: Melhoramentos, 1992. BALDINGER, Kurt. La formacion de los domínios lingüísticos em La Península Ibérica.2.ed. correg. Y muy aum. Madrid: Gredos, 1972. BOURCIEZ, Édouard. Elements de linguistique romane. 4.ed. Paris: C. 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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LÍNGUA E CULTURA LATINAS DISCIPLINA LE0016 45 Estuda a sócio-história e a expansão da Língua Latina, focalizando o latim literário e sua variação oral (latim vulgar) e seus reflexos na lingua portuguesa, com ênfase na morfossintaxe nominal. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Histórico da Língua Latina: origem e formação do Império Romano. Os povos pré-romanos. Fundação de Roma. Divisão do império. Formação e expansão da língua latina. As conquistas romanas. Influências da cultura grega. Formação da tradição literária. O Latim: origem indo-européia e história. O Latim Vulgar. Modalidades sociolingüísticas do latim: LV x LC. Fontes do latim vulgar. O latim tardio. A Língua Latina. A fonética e o alfabeto latinos. Os casos latinos. As declinações. A 1ª declinação: as desinências nominais. A 2ª declinação: as desinências nominais. Os adjetivos latinos: adjetivos de 1ª classe: as desinências nominais. O verbo ESSE: presente do indicativo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Napoleão M. de. Gramática Latina. 24. ed. São Paulo: Saraiva, 1992. CARDOSO, Zélia de Almeida. Iniciação ao Latim. 2.ed. São Paulo: Ática, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAILEY, Cyril (org). O Legado de Roma. Tradução Mauro Papelbaum e Luiz Carlos L. Gondim. Rio de Janeiro: Imago, 1996. BORNECQUE, Henri. Roma e os Romanos: literatura, história e antiguidades. Tradução Alceu Dias Lima. São Paulo, EPU: EDUSP, 1976. ELIA, Silvio. Preparação à lingüística românica. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1979. MONÇÃO, Geraldo Ferreira. Curso básico de latim e Latim Forense. Belo Horizonte: Del Rey, 2005. PARATORE, Ettore. História da Literatura Latina. Tradução de Manuel Losa. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1983. PESSÔA, Eduardo. História do Direito Romano. São Paulo: Habeas, 2001. POGGIO, Rosauta M. Galvão Fagundes. Iniciação ao estudo do latim. Salvador: EDUFBA, 1996 WALTER, Henriette. A Aventura das Línguas no Ocidente: origem, história e geografia. Tradução de Sérgio Cunha dos Santos. São Paulo: Mandarim, 1997. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTUDO DA FICÇÃO BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA DISCIPLINA LE0015 45 Estudo seletivo de autores, obras e questões relevantes para a compreensão da ficção contemporânea brasileira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Literatura na Contemporaneidade: A literatura; O autor; O mundo; O leitor; O estilo; A história; O valor. Análise de textos contemporâneos diversos; Literatura e cinema: diálogos possíveis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALENCAR, José de. Senhora. 34ª Ed. São Paulo: Ática, 2003. ________. Iracema. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2003. ALVES, Rubem. O gato que gostava de cenoura. São Paulo: Loyola, 2001. AMADO, Jorge. Terra do sem fim. 72ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2002. ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. 39ª Ed. São Paulo: Ática, 2002. _____. Esaú e Jacó. 12ª Ed. São Paulo: Ática, 2003. _____. Memórias Póstumas de Brás Cubas. 28ª Ed. São Paulo: Ática, 2002. _____. Triste Fim de Policarpo quaresma. 23ª Ed. São Paulo: Ática, 2003. AZEVEDO, Aluísio. O cortiço. 36ª. Ed. São Paulo: ática, 2002. COELHO, Nelly Novaes. O conto de fadas. São Paulo: DCL, 2003. CUNHA, Helena Parente. Desafiando o Cânone. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1999. FACINA, Adriana. Literatura & Sociedade. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. GARCIA MARQUEZ, Gabriel. Cem anos de solidão. 53ª Ed. Rio de Janeiro: RECORD, 2003. GOMES, Álvoro Cardoso. O simbolismo. São Paulo: Ática, 1994. LISPECTOR, Clarice. A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. __________. Felicidade Clandestina. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. __________. Perto do coração selvagem. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. MULLER, Lutz. O herói. São Paulo: Cultrix. QUEIROZ, Eça de. A cidade e as Serras. 2ª Ed. São Paulo: Ática: 2006. ________. O primo Basílio. São Paulo: FTD, 1994. ________. O quinze. 73ª Ed. São Paulo, ARX, 2002. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA BÁSICA QUEIROZ, Eça de Os maias. 1ª Ed. São Paulo: Ática, 2003. RAMOS, Graciliano. São Bernardo. 78ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 2004 SCIESZKA, Jon. A verdadeira história dos três porquinhos. 3ª Ed. Campanhia das Letrinhas, 2005. SPINA, Segismund. Era Medieval. 11ª Ed. Rio de Janeiro: DIFEL, 2006. SQUEFF, Enio. Música. 2ª Ed. São Paulo: Brasiliense, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ADORNO, Theodor W., HORKHEIMER, Max. A indústria cultural: o esclarecimento como mistificação das massas. In: Dialética do esclarecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985, p. 113-56. ANDRADE, Janilto. Por que não ler Paulo Coelho? Rio de Janeiro: Calibán, 2004. ANTELO, Raul... et al. (Orgs.). Declínio da arte, ascensão da cultura. Florianópolis: Letras Contemporâneas e ABRALIC, 1998. ALVES, Ívia. Interfaces; Ensaios críticos sobre escritoras. Ilhéus, BA: Editus, 2005. BARTHES, Roland. Aula. 7. ed., São Paulo: Cultrix, 1996. BRAGA, Rubem, ANDRADE, Carlos Drummond de et al... Crônicas 4. 12. ed., São Paulo: Ática, 2005. (Coleção Para Gostar de Ler) BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. ____. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. BOSI, Viviana, CAMPOS, Cláudia Arruda ... et al. (orgs.). O poema: leitores e leituras. 2. ed., São Paulo: Ateliê Editorial, 2004, 192 p. BROOKSHAW, David. Raça e cor na literatura brasileira. Tradução Marta Kirst. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1983. CANDIDO, Antônio. Na sala de aula; caderno de análise literária. 8. ed., São Paulo: Ática, 2002. ________. Literatura e sociedade; estudos de teoria e história literária. 8. ed., São Paulo: T. A. Queiroz, 2000, 196 p. ________. A educação pela noite & outros ensaios. 3. ed., São Paulo: Ática, 2003, 224p. CÉSAR, Ana Cristina. Novas seletas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2004. (organização, apresentação e notas Armando Freitas Filho). CHIAMPI, Irlemar. O realismo maravilhoso; Forma e ideologia no romance hispano-amaricano. São Paulo: Perpectiva, 1980. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA CÂNONES E CONTEXTOS NA LITERATURA PORTUGUESA DISCIPLINA LE0017 60 Estudo de obras e autores portugueses cuja permanência se sustenta na reiteração de leituras e revisões críticas ao longo do tempo, tendo em vista o contexto sócio-cultural. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Discutir textos teóricos e críticos sobre o Cânone. Refletir a respeito da escravidão em A Cachoeira de Paulo Afonso de Castro Alves. Analisar as imagens da escravidão na poesia de Luís Gama. Estudar as idéias de invenção do Brasil e fundação da nacionalidade nas obras Triste Fim de Policarpo Quaresma (Lima Barreto) e Iracema (José de Alencar). Analisar as imagens do sertão e a visão de homem brasileiro a partir de Os Sertões de Euclides da Cunha. Discutir sobre a presença do negro da literatura amadiana, a formação do povo brasileiro e sua diversidade cultural. Ler poemas líricos de autores brasileiro e estrangeiros a fim de discutir o conceito de Cânone na poesia moderna e contemporânea. Fazer a leitura de contos de Mário de Andrade, Guimarães Rosa e Adonias Filho e outros para se discutir sobre a contística brasileira; BIBLIOGRÁFIA BÁSICA BOSI, Alfredo. Literatura e resistência. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. LIMA, Luiz Costa. Teoria da Literatura em suas fontes. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. NASCIMENTO, Evando. Derrida e a Literatura. 2ª Ed. Niterói-RJ: EdUFF, 2001. SOARES, Angélica. Gêneros literários. 6ª Ed. São Paulo: Ática, 2005. SOARES, Leandro. Cadernos de Literatura e diversidades. Vol. 1. Nº 1. Feira de Santana-BA: EdUEFS, 2002. BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR ASSIS, Machado de. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguillar, 1959. BOAVENTURA, Edivaldo. Estudos sobre castro Alves. Salvador: Edufba, Egba, 1996. CALMON, Pedro. Castro Alves: o homem e a obra. Rio de Janeiro: José Olympio; Brasília: Ministério da Educação e Cultura / Instituto nacional do Livro, 1973. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR FRAGA, Myriam. Leonídia: a musa infeliz do poeta Castro Alves. Salvador: Fundação Casa de Jorge Amado; Braskem, 2002. FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas; tradução Salma Tannus Muchail. 8ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. JOBIM, José Luis (org.). Palavras da crítica. In: REIS, Roberto. Cânon. Rio de Janeiro: Imago, 1992. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LEITURA E SEMIÓTICA (Componente Adicional) METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0018 30 Aborda os princípios para a leitura e interpretação de textos sob a perspectiva semiótica, proporcionando condições de reflexão sobre a organização semio-lingüística dos textos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A Semiótica. Definição e caracterização. Semiótica e semiologia. As bases lingüísticas da semiologia. A teoria sígnica de Saussure. As duas faces do signo. Principais dicotomias saussureanas. O projeto sígnico de Hjelmslev. A semiologia geral de Barthes. A sociossemiótica. As formações discursivas. Linguagem, engajamento e ideologia em M. Bakhtin. A semiótica estrutural da narrativa. Síntese das análises estruturalistas. A semiótica de Greimas: noções fundamentais e análise de casos. BIBLIOGRÁFIA BÁSICA FIORIN, José Luiz. Elementos de análise do discurso. 11 ed. São Paulo: Contexto /EDUSP, 2002. GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. 3ª Ed. São Paulo: SP. ABDR. 2002. KLEIMAN, Ângela. Leitura - Ensino e Pesquisa. 2ª Ed. Campinas: SP. Pontes. 2001. LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. 6ª Ed. São Paulo: SP. Ática. 2002. ZILBERMAN, Regina. Leitura - perspectivas interdisciplinares. 3ª Ed. São Paulo: SP. Ática. 1995. BIBLIOGRÁFIA COMPLEMENTAR ADAM, Jean- Michel; REVAZ, Françoise. A análise da narrativa. Tradução Maria Adelaide Coelho da Silva e Maria de Fátima Aguiar. Lisboa: Gradiva, 1997. BAKHTIN, Mikhail. [1929]. Marxismo e filosofia da linguagem. Tradução Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. 7.ed. São Paulo: Hucitec, 1995. CARMELO, Luís. Semiótica: uma introdução. Lisboa: Europa-América, 2003. GREIMAS, Algirdas Julien. Semântica estrutural. Tradução Haquira Osakabe e Izidoro Blikstein. São Paulo: Cultrix/EDUSP, 1976. HÉNAULT, Anne. História concisa da Semiótica. Tradução Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. LANDOWSKI, Eric. A sociedade refletida – ensaios de sociossemiótica. Tradução Eduardo Brandão. São Paulo: EDUC/Pontes, 1992. LOPES, Ivã Carlos; HERNANDES, Nilton. (orgs.). Semiótica: objetos e práticas. São Paulo: Contexto, 2005. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA V FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA SEMINÁRIOS ED0015 45 Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários têm como objetivo promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A pré-estrutura do conhecimento científico: a ciência enquanto discurso: a tecnificação do “objeto”; as ciências e o problema da pós modernidade; novos paradigmas do conhecimento científico contemporâneo: pesquisa e método; e o “sujeito” e a interpretação científica de mundo. A elaboração científica e a construção dos temas de pesquisa. A lógica da construção monográfica: aspectos “psicológicos” e metodológicos. A pesquisa enquanto experiência provisória de mundo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5ª Ed., São Paulo: Atlas, 1999. LUCKESI, Cipriano. Fazer Universidade: Uma Proposta Metodológica. 8ª Ed., São Paulo: Perspectiva, 2003. MARCONI, Marina de A. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 5ª Ed., São Paulo: Ática, 2003. LUBISCO, Nídia M. L.; VIEIRA, Sônia Chagas. Manual de estilo acadêmico – monografia, dissertações e teses. Com revisão e sugestões de Isnaia Veiga Santana. 4ª edição, Salvador: EDUFBA, 2008. MARCONI, Marina de A. Metodologia do Trabalho Cientifico. 6ª Ed., São Paulo: Atlas, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS NORMAS TÉCNICAS. Informação e documentação – citações em documentos – apresentação: NBR 10520. Rio de Janeiro, 2002. BACHELARD, G. O novo espírito científico. In. Os Pensadores. São Paulo: Abril, 1978. COSMOS by Carl Sagan. Documentário. Direção: Alan Malone. Produção: Alan Malone. Los Angeles: Still in Motion, 2000. 5 (DVD (780 MIN), Editora Abril. ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2000. FAZENDA, I. Metodologia da Pesquisa Educacional. São Paulo: Cortez, 1989. SELLTIZ, C. Métodos de pesquisa nas relações sociais. São Paulo: Ed. Universidade de SP, 1975. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. São Paulo: Cortez, 2002. SHANK R. O que saber e como aprendê-lo. In. As Coisas são Assim. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. SOUZA SANTOS, B. Introdução a uma ciência pós-moderna. 3. ed. São Paulo: Graal, 2000. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO I METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0013 100 Discute os objetivos e metodologias do ensino da língua portuguesa e literatura no ensino fundamental, de 5ª a 8ª séries e ensino médio. Além disso, desenvolve observações e análises das práticas pedagógicas escolares e de outros aspectos educativos, visando à elaboração de projetos de ensino e extensão. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O Estágio e a Formação do professor: análises; propósitos; e reflexões. O Estágio e o professor em atividade: importância; e o porquê da observação. O Estágio e o discente que não exerce a profissão: importância; e o porquê da prática. Teoria e prática: dialogicidade; reflexões; e orientações práticas. BIBLIOGRAFICA BÁSICA FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 45ª Ed. São Paulo: Cortez, 2003. _______. Pedagogia do Oprimido. 35ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. Uma prática em construção pré-escola à universidade. 20ª Ed. Porto Alegre: Mediação, 2003. MIZUKAMI, Maria das Graças Nicotetti. Ensino: as abordagens do processo. 12ª reimpressão. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária Ltda, 1986. PICONEZ, Stela. (coord). A prática de ensino e o estágio supervisionado. 1ed. São Paulo: Papirus, 1991. BIBLIOGRAFICA COMPLEMENTAR BIANCHI, Anna Cecília de Moraes. Orientações para Estágio em Licenciatura. São Paulo: Pioneira Thomson Learning. 2005. CARVALHO, Gislene Teresinha R. Delgado de; ROCHA, Vera Helena Rosa. (orgs). Formação de professores e estágios supervisionados: relatos e reflexões. São Paulo: Andross, 2004. HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora: uma prática em construção pré-escola à universidade. Porto Alegre: Educação e Realidade, 1993. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFICA COMPLEMENTAR LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação e aprendizagem escolar. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1995. MENEGOLLA, Maximiliano. Por que planejar? Currículo – Área – Aula. 4. Ed. Petrópolis: Vozes, 1996. PIMENTA, Selam Garrido. LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. São Paulo: Cortez, 2004. SANT’ANNA, Ilza Martins; MENEGOLLA, Maximiliano. Didática: aprender a ensinar: 7. Ed. São Paulo: Loyola, 2002. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA CONSTITUIÇÃO DAS LÍNGUAS ROMÂNICAS DISCIPLINA LE0046 45 Estuda as transformações que o latim sofreu em sua evolução para as línguas românicas, considerando-se os aspectos fonético-fonológicos, morfossintáticos e lexicais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Filologia: conceito, objeto, objetivo e formas. Filologia Clássica. Filologia românica e comparada. Filologia e Crítica textual. História da crítica textual. Antiguidade Grega. A renascença e a edição de textos. A crítica textual moderna. A edição crítica: conceito, as diferentes. Métodos. Estágios antecedentes ao surgimento do método-histórico comparativo: O surgimento da Romanística. O método-histórico comparativo. Estágios posteriores ao surgimento do método-histórico comparativo: a geografia lingüística. O latim-vulgar. O latim – origem indo-européia. Modalidades sociolinguísticas do latim: Latim-vulgar x latim clássico. Fontes do Latim Vulgar. Latim tardio. Formação das línguas românicas. Romanização. Fatores da fragmentação da língua latina. România Velha X România Nova. História das línguas Românicas. Integração dos elementos formadores das línguas românicas. Substratos: conceito e línguas de substratos. Contribuição fonética das línguas de substratos. Superestratos: conceito e contribuição das línguas de superestratos. Adstrato: conceito e contribuição. Fonologia das línguas românicas. Vocalismo românico. Consonantismo românico. Classificação das línguas românicas. Língua nacional e política. A classificação de F. Diez, de Walter Von Wartburg, Hall e a de Carlo Tagliavini. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FARACO, Carlos Alberto. Lingüística histórica: uma introdução ao estudo da história das línguas. São Paulo: Ática, 1991. (Fudamentos) ILARI, Rodolfo. Linguística românica. São Paulo: Ática, 1992 SILVA NETO, Serafim da. História da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro, livros de Portugal, 1970. VIDOS, B. E. Manual de lingüística românica. Trad. De La Ed. italiana por Francisco de B. Moll. Madrid: Aguilar, 1967. VIDOS, B. E. Manual de Linguística românica. Madrid: Gredos, 1968. WILIAMS, Edwin Bucher. Do Latim ao Português: fonologia e morfologia históricas da língua portuguesa. Rio de Janeiro: MEC/INL, 1961. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AUERBACH, E. Introdução aos Estudos Literários. São Paulo: Cultrix, 1972 BALDINGER, Kurt. La formacion de los domínios lingüísticos em La Península Ibérica.2.ed. correg. Y muy aum. Madrid: Gredos, 1972. BOURCIEZ, Édouard. Elements de linguistique romane. 4.ed. Paris: C. Klincksieck, 1956. CASTRO, Ivo. Curso de história da língua portuguesa. Portugal, Universidade aberta, 1991. CATALÁN, Diego. Las lenguas circunvecinas Del castellano: cuestones de dialectologia hispanoromânica. Madrid: Paraninfo, 1989. COLÓN, German. El espanol e El catalán, juntos y em contraste. Barcelona: Ariel, 1989. ELIA, Silvio. Preparação à lingüística românica. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1974. LAUSBERG, H. Lingüística românica. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkiar, 1981. MIAZZI, Mª Luiza F. Introdução a lingüística românica. São Paulo: Cultrix, 1972. MAURER JR., Teodoro H. O problema do Latim Vulgar. Rio de Janeiro, Academica, 1962. TARALLO, Fernando. Tempos Linguísticos; intinerário histórico da língua portuguesa. São Paulo: Ática, 1970. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LÍNGUA, LITERATURA E CULTURA LATINAS DISCIPLINA LE0049 45 Estuda a língua e a literatura latina, focalizando o latim literário e sua variação oral (latim vulgar) e seus reflexos na língua portuguesa, com ênfase na morfossintaxe verbal. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O latim no contexto das humanidades e no currículo de Letras. Estudo da língua latino: textos e dicionários. Registro do nome e do verbo no dicionário latino. Temas X morfemas no nome e nos verbos latinos. Morfemas de caso (nominais). Morfemas nos pessoais e de voz (verbo). Morfemas modos-temporais (verbo). Tema de “perfecti” / voz passiva (analítica). Formas não pessoais (nominais) do verbo. Voz depoente - conjugação perifrástica - ESSE e formação dos tempos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, Napoleão M. de. Gramática Latina. 24. ed. São Paulo: Saraiva, 1992. CARDOSO, Zélia de Almeida. Iniciação ao Latim. 2.ed. São Paulo: Ática, 1993. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Gramática latina. 24ª ed. São Paulo: Saraiva, 1992. BERGE, Dr. Fr. Damião et alii. Ars latina: curso prático da língua latina. 33ª ed. Petrópolis: Vozes, 2001. CARDOSO, Zélia de Almeida. Iniciação ao latim. 2ª ed. São Paulo: Ática, 1993. FARIA, Ernesto. Dicionário escolar latino-português. 3ª ed. Rio de Janeiro: MEC, 1962. GARCIA, Janete Melasso. Introdução à teoria e prática do latim. Brasília: EDUNB, 1993. RAVIZZA, João. Gramática latina. 14ª ed. Niterói: Escola Industrial Dom Bosco, 1958. SMITH, F. Kinchin. Aprenda sozinho latim. São Paulo: Pioneira, 1972. SPALDING, Tassilo Orpheu. Guia prático de tradução latina. São Paulo: Cultrix, s.d. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LITERATURA: CRÍTICA, HISTÓRIA, CULTURA E SOCIEDADE DISCIPLINA LE0047 60 Estudo dos conceitos de crítica e história, relacionados ao conhecimento da teoria, tendo em vista também a história dos fatos e valores sócio-econômicos, políticos e culturais numa perspectiva contemporânea que compreenda a literatura como fenômeno da cultura e como prática social, relacionada aos diversos campos do saber e da arte, numa abordagem intertextual e interdisciplinar. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Teoria, história e críticas literárias. Conceito de teoria literária. Conceito de crítica literária. Conceito de história da literatura. Embates Teóricos na literatura brasileira. Polêmica entre José Veríssimo e Sílvio Romero. A formação da Literatura brasileira e o seqüestro do barroco na formação da literatura brasileira. Estruturalismo e pós-estruturalismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, Mario de. Aspectos de literatura brasileira. 5.ed. São Paulo: Martins, 1971. BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. São Paulo : Cultrix, 1970. CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. São Paulo: Nacional, 1959. ________. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos. 2.ed. São Paulo: Martins Editora, s/d. v.1. SANTIAGO, Silvano. Uma literatura nos trópicos. São Paulo: Perspectivas, 1978. ROCHA, João Cezar de Castro. (org). Nenhum Brasil existe: pequena enciclopédia. Rio de Janeiro: Topbooks/UniverCidade, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALENCAR, José de. Como e por que sou romancista. Rio de Janeiro: Editora Letras e artes, 1964. CAVALCANTI, Lauro (org). Modernistas na repartição. Tempo Brasileiro/UFRJ: 1993. COUTINHO, Afrãnio. Caminhos do pensamento crítico. Rio de Janeiro: Pallas/INL, 1980. MACHADO DE ASSIS. Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1997. V.3. MELLO FRANCO, Afonso Arinos de. Conceito de civilização brasileira. São Paulo : Nacional, 1936. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MICELI, Sérgio. Intelectuais e classe dirigente no Brasil. São Paulo: Difel, 1979. MOTA, Carlos Guilherme. Ideologia de cultura brasileira. São Paulo: Ática, 1980. PIZARRO, Ana. Palavra, literatura, cultura. Campinas: UNICAMP, 1994. 3.vol. RODRIGUES, José Honório. Teoria da história do Brasil. São Paulo; Nacional, 1949. ROMERO, Sílvio. História de literatura brasileira. 6. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1960. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO LITERATURA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA DISCIPLINA CÓDIGO CARGA HORÁRIA 60 Estuda textos de literaturas de língua portuguesa que abordam a questão étnico racial, visando o resgate e a valorização do povo negro, assim como a sua contribuição para a formação da cultura brasileira. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceito de identidade Cultural. Cultura e literatura. Identidade e literatura. Identidade e cultura na literatura brasileira. Identidade cultural na literatura brasileira sobre o nordeste. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. Trad. Sérgio Miceli. São Paulo:Perspectiva, 1974. CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem & Outras metas: ensaios de teoria e critica literária. 4 ed. Revista e ampliada. São Paulo: Perspectiva, 1992. ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. Trad. Pérola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 1976. JAMESON, Fredric. As marcas do visível. Trad. Ana Lúcia Almeida Gazolla ET AL. Rio de Janeiro: Graal, 1995. LAFETÁ, João Luis ET alii. O nacional e o Popular na cultura brasileira. SP: Brasiliense, 1983. THOMPSOM, John B. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. TRD. Carmen Grisci ET AL. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ADORNO, Theodor W. A indústria cultural. In: COHN, Gabriel (org.). Theodor W. Adorno. Trad. Flávio R. Kothe ET al. São Paulo: Ática, 1986. ADORNO, Theodor W. & HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Trad. Guido A. de Almeida. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. BERND, Zilá. Literatura e identidade nacional. 2.ed. Porto Alegre: UFRGS Editora, 2003. (coleção Síntese Universitária). BURITY, Joanildo A. (org.). Cultura e identidade: perspectivas multidisciplinares. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. CANCLINI, Néstor Garcia. Culturas hibridas: estratégias para entrar y salir de La modernidad. México: Grijalbo, 1989. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FOUCAULT, Michel. O que é um autor. Trad. Antonio F. Cascais e Edmundo Cordeiro. Lisboa: Passagens, 1992. MARQUES, Reinaldo; VILELA, Lúcia Helena. (orgs.). Valores: artes, mercado, política. Belo Horizonte: Ed. UFMG/ Abralic, 2002. ROUANET, Sérgio Paulo. As razões do iluminismo. São Paulo: Companhia das letras, 1987. SILVIA, Tomaz Tadeu. (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2000. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA DISCIPLINA LE0080 30 LITERATURA E IDENTIDADE CULTURAL (Componente adicional) Estuda as relações entre literatura e o processo de construção de identidades socioculturais, considerando textos escritos, práticas e outras manifestações culturais. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Conceito de identidade Cultural. Cultura e literatura. Identidade e literatura. Identidade e cultura na literatura brasileira. Identidade cultural na literatura brasileira sobre o nordeste. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALENCAR, José de. O Guarani. 18 ed. São Paulo: Cortez, 1999. BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. Trad. Sérgio Miceli. São Paulo: Perspectiva, 1974. CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem & Outras metas: ensaios de teoria e crítica literária. 4. ed. revista e ampliada. São Paulo: Perspectiva, 1992. ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. Trad. Pérola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva: 1976. JAMERSON, Fredric. As marcas do visível. Trad. Ana Lúcia Almeida Gazolla ET al. Rio de Janeiro: Graal, 1995. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Trad. Guacira Lopes Louro e Tomaz Tadeu da Silva. 7.ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. LAFETÁ, João Luis et al. O Nacional e o Popular na cultura brasileira. SP: Brasiliense, 1983. ROCHA, João Cezar de Castro. (org). Nenhum Brasil existe: pequena enciclopédia. Rio de Janeiro: Topbooks/UniverCidade, 2003. THOMPSOM, Jonh B. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. Trad. Carmen Grisci et al. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ADORNO, Theodor W. A indústria cultural. In: COHN, Gabriel (org.). Theodor W. Adorno. Trad. Flávio R. Kothe ET al. São Paulo: Ática, 1986. ADORNO, Theodor W. & HORKHEIMER, M. Dialética do esclarecimento. Trad. Guido A. de Almeida. Rio de Janeiro: Zahar, 1985. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERND, Zilá. Literatura e identidade nacional. 2.ed. Porto Alegre: UFRGS Editora, 2003. (coleção Síntese Universitária). BURITY, Joanildo A. (org.). Cultura e identidade: perspectivas multidisciplinares. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. CANCLINI, Néstor Garcia. Culturas hibridas: estratégias para entrar y salir de La modernidad. México: Grijalbo, 1989. FOUCAULT, Michel. O que é um autor. Trad. Antonio F. Cascais e Edmundo Cordeiro. Lisboa: Passagens, 1992. MARQUES, Reinaldo; VILELA, Lúcia Helena. (orgs.). Valores: artes, mercado, política. Belo Horizonte: Ed. UFMG/ Abralic, 2002. ROUANET, Sérgio Paulo. As razões do iluminismo. São Paulo: Companhia das letras, 1987. SILVIA, Tomaz Tadeu. (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2000. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LÍNGUA ESTRANGEIRA INSTRUMENTAL I DISCIPLINA LE0048 45 Estuda as relações gramaticais que se estabelecem na Língua Estrangeira em estudo, compreendendo a sua função na organização dos textos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Introduction to the course: contrastive analysis, English language phonemes and International. Phonetic Alphabet. Verb to be. Present tense. Nouns formed from verbs:swim-swimmer. Present Progressive. Future tense verb going to. Possessive adjectives. Possessive pronouns. Texts: Camp Sunshine,Amanda’s letter to her parents, Amanda’s diary,Mike’s letter. Prepositions. Definite and indefinite articles. Degrees of comparison. Simple past tense- verb to be. Simple present tense. There is / there are. Texts: Champions in the world, Kent’s letter to his friend Hiroshi. Simple Past tense. Regular verbs. Simple past tense. Irregular verbs. Past Progressive. Texts:Ianomani village, Kento’s journal,Interview with Kento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA EASTWOOD, John. Oxford Guide to English grammar. Oxford University Press, 1994. MICHAELIS. Dicionário escolar inglês. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2001. MURPHY, Raymond. Essential Grammar in use. A self-study reference and practice book for elementary students of English. Second edition. Cambridge University Press, 1998. NEGRO, Piel Del. The University of Padua: eight centuries os history. Editrice Sigmund padova, 2003. ROSSETI, Lucia. The University of Padua. An Outline of its history. Edizioni Lint, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AMOS,E. & PRESCHER, E. ACE. São Paulo: Longman, 2000. AITCHISON, James. The Cassel Guide to Written English. London: Cassell, 1994. ALEXANDER, L. G. Longman Advanced Grammar: Reference and Practice. Longman Group Ltd, 1995. ALLSOP, Jake. Cassell’s Students- English Grammar. Cassell Publishers Limited, 1987. QUIRK, R., GREENBAUM, S., LEECH, G. & SVARTVIK, V. J. A Grammar of Contemporary English. Longman group Ltda, 1979. THOMPSON, A. J. & MARTINET A. V. A Practical English Grammar. Fourth edition. Oxford University Press, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA VI SEMINÁRIOS ED0016 45 Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários têm como objetivo promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Métodos e técnicas nas ciências sociais. Método específicos das ciências sociais: histórico, comparativo, monográfico, estatístico, tipológico, funcionalista, estruturalista, etnográfico e clínico. Revisão e o levantamento bibliográfico em relação à temática e objeto de pesquisa. Objeto: problema e problemática. Objetivos: geral e específicos. Justificativa. Metodologia. Revisão e levantamento bibliográficos. Cronograma e referências. Normas da ABNT (atualizadas). Citação. Notas de rodapé. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia cientifica. 5ª edição, 5ª reimpressão. São Paulo: Atlas, 2003. LUBISCO, Nídia M. L.; VIEIRA, Sônia Chagas. Manual de estilo acadêmico – monografia, dissertações e teses. Com revisão e sugestões de Isnaia Veiga Santana. 4ª edição, Salvador: EDUFBA, 2008. MARCONI, Marina de A. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 5ª Ed., São Paulo: Ática, 2003. MARCONI, Marina de A. Metodologia do Trabalho Cientifico. 6ª Ed., São Paulo: Atlas, 2001. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Cientifico. 22ª Ed., São Paulo: Cortez, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRANÇA, Junia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-cientifica. Colaboração: Ana Cristina de Vasconcellos, Maria Helena de Andrade Magalhãe, Stella Maris Borges. 6ª edição ver. e ampl. Belo Horizonte: Ed. UFMG 2003. MEDEIROS, João Bosco. Redação cientifica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7ª edição. São Paulo: Atlas, 2005. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO II METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0017 100 Desenvolve estudos de casos e estudos diagnósticos com vistas à elaboração de projetos diversos para serem aplicados em espaços educativos variados, bem como minicursos e oficinas pedagógicas direcionados a programas de ensino tanto para Instituições como para projetos comunitários. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Fundamentos legais do estágio. Estágio. Os saberes associados à prática docente (vida de professor, práxis, o estágio enquanto pesquisa, ensino e didática, planejando o estágio em forma de projetos, a formação contínua entre a pessoa professor e a organização escola, a racionalização do ensino, porquê o estágio para quem exerce o magistério?). O ensino de Língua Portuguesa (objetivos e metodologias). Projetos de ensino e de extensão. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Nilda (org.). Formação de Professores: Pensar e Fazer . 7ª ed. São Paulo: Cortez, 2002. DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 7ª Ed. Campinas-SP: Autores Associados, 2005. HOFFMANN, Jussara. Avaliação mediadora. Uma prática em construção pré-escola à universidade. 20ª Ed. Porto Alegre: Mediação, 2003. PICONEZ, Stela. (coord). A prática de ensino e o estágio supervisionado. 1ed. São Paulo: Papirus, 1991 SUASSUNA, Lívia. Ensino de Língua Portuguesa: uma abordagem pragmática. 8 ed. Campinas, SP: Papirus Editora, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEREDO, José Carlos de. Letras e comunicação: uma parceria no ensino de língua portuguesa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. BARREIRO, Iraídes Marques de Freitas. Prática de Ensino e Estágio Supervisionado na formação de professores. São Paulo: Avercamp, 2006. FELDMAN, Daniel. Ajudar a ensinar: relações entre didática e ensino. Porto Alegre: Artmed, 2001. HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito & Desafios: uma perspectiva construtiva. Porto Alegre: Meditação, 2003. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LUCKESI, Cipriano C. Avaliação na aprendizagem: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 2002. MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: Epu, 1986 VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de ensino-aprendizagem e projeto políticopedagógico. São Paulo: Libertad, 2000. ZABALZA, Miguel A. Diários de aula: um instrumento de pesquisa e desenvolvimento profissional. São Paulo: Artmed, 2004. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTABELECIMENTO DOS ESTUDOS LINGUÍSTICOS GRUPOS DE ESTUDO LE0050 45 Aborda a origem dos estudos linguística, a sua constituição como ciência e a formação das correntes teóricas dos gregos às correntes atuais, além de avaliar suas contribuições para o ensino da língua e para o desenvolvimento da prática da investigação científica. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A lingüística. Tradição clássica ocidental até sec. XVIII. A lingüística do século XIX. A lingüística do século XX: introdução à Semântica. O estruturalismo. A lingüística estrutural Européia. As bases lingüísticas da semilogia: Ferdinand de Saussure e a Escola de Praga. A teoria sígnica de Saussure. A lingüística estrutural americana. Descritivismo americano. Leonard Bloomfield e Edward Sapir. A Gramática Gerativa: Noam Chomsky. Base teórico-epistemológica. Correntes lingüísticas do Século XX. Funcionalismo. Sociolingüística. Teoria da Enunciação. Pragmática. A teoria do discurso. Escola anglo-saxônica. Escola francesa: Michel Pêcheux; Algirdas J. Greimas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAGNO, Marcos. Preconceito Lingüístico. 21ª Ed. Loyola: São Paulo, 2003. ______. A Língua de Eulália: novela Sociolingüística. 12ª Ed. Contexto: São Paulo, 2003. ______. Lingüística da Norma. 2ª Ed. Loyola: São Paulo, 2004. ______. Português Brasileiro. 4ª Ed. Parábola Editorial: São Paulo, 2004. FIORIN, José Luiz. Elementos de Análise do Discurso. 14ª Ed. Contexto: São Paulo, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BAKHTIN, Mikhail. [1929]. Marxismo e filosofia da linguagem. Tradução Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. 7. Ed. São Paulo: Hucitec, 1995. BENVENISTE, Emile. Problemas de linguística geral. v 1. São Paulo: Pontes/UNICAMP, 1991. LEROY, Maurice. As grandes correntes da linguística moderna. Tradução de Izidoro Blikstein e José Paulo Paes. 2 ed. São Paulo: Cultrix, 1980. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MUSSALIM, Fernanda; BENTES, Anna Christina. (Org.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras. São Paulo: Cortez, 2001. v 1. ORLANDI, Eni P. O que é linguística. São Paulo: Brasileiense, 2006. PINKER, Steven. O instinto da linguagem: como a mente cria a linguagem. Tradução de Claudi Berliner. 2 ed. São Paulo: Martins Fontes: 2004. SAUSSURE, Ferdinand de. [1916]. Curso de linguistica geral. São Paulo: Cultrix, 1975. WEEDWOOD, Bárbara. História concisa da linguística. Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola: 2002. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA CRÍTICA TEXTUAL: EDIÇÕES E ESTUDOS DISCIPLINA LE0052 45 Estuda os textos numa abordagem filosófica, com ênfase para as teorias e modelos de edição pertinentes às diversas situações textuais, considerando-os como instrumentos de análise lingüística e literária. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Crítica textual. Visão histórica do trabalho filológico. O método filológico. Modalidades de trabalhos com os textos. Critica textual tradicional. Crítica Textual moderna. Crítica genética. Crítica textual e edição. A edição de textos manuscritos. Tipos de edição. Problemas relativos a edição de textos. Crítica textual e estudos. Lingüísticos, literários, culturais e históricos. BIBLIOGRAFICA BÁSICA AUERBACH, E. Introdução aos Estudos Literários. São Paulo: Cultrix, 1972 AZEVEDO FILHO, Leodegário A. de. Ensaios de Lingüística, filologia e ecdótica. Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Língua e Literatura / UERJ, 1998. 308 p. CASTRO, Ivo. Curso de história da língua portuguesa. Portugal, Universidade aberta, 1991. ILARI, Rodolfo. Linguística românica. São Paulo: Ática, 1992. LAUSBERG, H. Linguística românica. Lisboa: Fundação CalousteGulbenkiar, 1981. BIBLIOGRAFICA COMPLEMENTAR ACIOLI, Vera Lúcia Costa. A Escrita no Brasil Colônia: um guia para leitura de documentos manuscritos. Recife: EDUFPE/FJN/ Massangana, 1994 AUERBACH, Erich. Introdução aos estudos literários. Trad. De José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix, 1972. AZEVEDO FILHO, Leodegário A. de. Iniciação à crítica textual. Rio de Janeiro: Presença, 1987. 156 p. ( Atualidade Crítica, 12) BERWANGER, Ana Regina, LEAL, João Eurípedes Franklin. Noções de Paleografia e Diplomática. 2 ed. Santa Maria: UFSM, 1995 ( Série Livros Didáticos). CASTILHO, Ataliba T. de (org). Para a história do português brasileiro. São Paulo: Humanitas / FFLCH/ USP, 1998, v. 1. LAUFER, Roger. Introdução à textologia: verificação, estabelecimento, edição de textos. Trad. De Leda Tenório da Mata. São Paulo: Perspectiva, 1980, xiv + 142 p. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFICA COMPLEMENTAR SPINA, Segismundo. Introdução à Edótica: Crítica Textual. 2 ed. Ver. Atual. São Paulo: Ars Poética/ EDUSP, 1994. TELLES, Célia Marques. Mudanças lingüísticas e crítica textual. Estudos Lingüísticos e Literários, Salvador, n. 25/26, p. 91-119, jan-dez. 2000. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ASPECTOS DA LITERATURA PORTUGUESA DISCIPLINA LE0051 45 Reflexão sobre aspectos que norteiam o universo literário português, tanto em relação às formas narrativas quanto às formas poéticas. Enfoque de questões como o agenciamento mútuo entre passado e presente, o tratamento crítico de arquétipos e mitos, a busca de identidade cultural, a singularização da linguagem enquanto produtividade dinâmica de sentido, entre outras. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Estudar a prosa do século XIX em Portugal. Analisar as imagens urbanas e campesinas na narrativa Eciana. Estudar historiograficamente as origens e a formação do modernismo europeu com ênfase em Portugal. Refletir sobre os manifestos que ocorreram em Portugal no período da formação do modernismo. Discutir as influências que os escritores de outros países europeus exerceram sobre autores portugueses. Analisar convergências e rupturas na poesia lírica das primeiras décadas do século XX em Portugal. Refletir sobre o olhar de Fernando Pessoa e Sá de Miranda Carneiro no tocante á modernidade. Discutir sobre as correspondências entre Mário de Sá carneiro e Fernando Pessoa. Conhecer aspectos da poesia heteronímica de Fernando Pessoa. Investigar sobre ausência a morte e a cidade em Mário de Sá Carneiro. Imagens urbanas e campesinas na poesia de Fernando Pessoa e seus heterônimos. A subjetividade e objetividade em Fernando Pessoa. O homem e a dimensão existencial da sua relação como o mundo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BACHELARD, Gastón. A poética do devaneio; tradução Antonio de Pádua Danesi. São Paulo: Martins Fontes, 1988. BARTHES, Roland. Fragmentos de um discurso amoroso. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1991. BAUMAN, Zygmunt. Modernidade e ambivalência. Rio de Janeiro Jorge Zahar Ed, 1999. MASSAUD, Moisés. A criação literária: prosa. São Paulo, Melhoramentos, 1976. _________. A literatura Portuguesa. São Paulo, Cultrix, 1968. QUEIRÓS, Eça de. Primo Basílio. [S.l.]: [s. n.], [s.d.]. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTÔNIO, Sérgio. Breve Interpretação da história de Portugal. F 8 ed; Lisboa, Sá Costa, 1987. CASTRO, Eugênio de. Sonetos escolhidos. Lisboa, Clássica, 1966. COUTINHO, Afrânio. Estilos de época na literatura. [S.l.]: [s. n.], [s.d.]. FRANCASTEL, Pierre. O impressionismo. Trad. Maria do Sameiro Mendonça e Rosa Carreira. São Paulo, Martins Fontes, 1974. GARRETT, Almeida. Viagens na minha terra. Lisboa, Portugália, 1963. LUCAS, Fábio. Fontes literárias Portuguesas. Campinas/ São Paulo, Pontes/ Secretária de Estado da Cultura, 1991. MELLER, Vilson & Sérgio de Castro Pinto (org). Fernando Pessoa- estudos críticos. MENDONÇA, Fernando. A literatura Portuguesa no século XX. São Paulo, HUCITEC, Assis, Facul. Filos. Ciências e Letras, 1973. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LÍNGUA ESTRANGEIRA INSTRUMENTAL II DISCIPLINA LE0053 45 Ocupa-se das estratégias de compreensão, interpretação e produção de textos, incluindo procedimentos e estratégias de tradução. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Reading techniques. Translation techniques. Text study. Grammar: degree of adjectives, prepositions, conjunctions. Translation practice: literary texts X scientific texts, types of text, intertextuality X text comprehension, analysis of the English language vocabulary, cognates e false cognates. Grammar: Demonstrative pronouns, relative pronouns, adjectives, commonest verbal structures in English. Reading activities. Texts for graduate courses. Vocabulary review. Grammar: approaching adverbs in English and Portuguese trough CA analysis. Adverbs of time. Adverbs of manner. Adverbs of frequency. BIBLIOGRAFIA BÁSICA EASTWOOD, John. Oxford Guide to English grammar. Oxford University Press, 1994. MICHAELIS. Dicionário escolar inglês. São Paulo: Editora Melhoramentos, 2001. MURPHY, Raymond. Essential Grammar in use. A self-study reference and practice book for elementary students of English. Second edition. Cambridge University Press, 1998. NEGRO, Piel Del. The University of Padua: eight centuries os history. Editrice Sigmund padova, 2003. ROSSETI, Lucia. The University of Padua. An Outline of its history. Edizioni Lint, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AMOS,E. & PRESCHER, E. ACE. São Paulo: Longman, 2000. AITCHISON, James. The Cassel Guide to Written English. London: Cassell, 1994. ALEXANDER, L. G. Longman Advanced Grammar: Reference and Practice. Longman Group Ltd, 1995. ALLSOP, Jake. Cassell’s Students- English Grammar. Cassell Publishers Limited, 1987. QUIRK, R., GREENBAUM, S., LEECH, G. & SVARTVIK, V. J. A Grammar of Contemporary English. Longman group Ltda, 1979. THOMPSON, A. J. & MARTINET A. V. A Practical English Grammar. Fourth edition. Oxford University Press, 1996. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR SEMINÁRIO INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA VII FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA SEMINÁRIOS ED0018 25 Orienta de forma continuada a construção de trabalhos técnicos e científicos, observando os procedimentos na composição destes trabalhos. Além disso, os seminários têm como objetivo promover a socialização dos trabalhos realizados durante o semestre. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O Aporte Técnico/Teórico do TCC. A escrita. Plano de trabalho escrito. Formas de expansão do parágrafo. Articuladores textuais. Introdução. Desenvolvimento. Conclusão. Resenhas. O conceito e a finalidade. Os tipos de resenhas. Normas da ABNT (atualizadas). Papel, margens e fontes. Títulos, subtítulos, numeração etc. Citação. Notas de rodapé. Referências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5ª Ed., São Paulo: Atlas, 1999. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia cientifica. 5ª edição, 5ª reimpressão. São Paulo: Atlas, 2003. LUBISCO, Nídia M. L.; VIEIRA, Sônia Chagas. Manual de estilo acadêmico – monografia, dissertações e teses. Com revisão e sugestões de Isnaia Veiga Santana. 4ª edição, Salvador: EDUFBA, 2008. LUCKESI, Cipriano. Fazer Universidade: Uma Proposta Metodológica. 8ª Ed., São Paulo: Perspectiva, 2003. MARCONI, Marina de A. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 5ª Ed., São Paulo: Ática, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRANÇA, Junia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-cientifica. Colaboração: Ana Cristina de Vasconcellos, Maria Helena de Andrade Magalhães, Stella Maris Borges. 6ª edição ver. E ampl. Belo Horizonte: Ed. UFMG 2003. MEDEIROS, João Bosco. Redação cientifica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 7ª edição. São Paulo: Atlas, 2005. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTAGIO III METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0019 100 Elabora e desenvolve projetos de docência em classes de ensino fundamental, de 5ª a 8ª séries, na área de Língua Portuguesa e Literatura, discutindo procedimentos didáticos e metodológicos para otimização do ensino de língua materna. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Análise do manual de estágio. Fundamentos legais do estágio. O contexto de sala de aula: local de saberes contextuais. Os saberes associados a prática docente. Aprendizagem de Língua Portuguesa: pontos e contrapontos. Planejamento. O cotidiano do trabalho docente: reflexão da trajetória e das experiências. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 45ª Ed. São Paulo: Cortez, 2003. _______. Pedagogia da Autonomia. 26ª Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2003. MIZUKAMI, Maria das Graças Nicotetti. Ensino: as abordagens do processo. 12ª reimpressão. São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária Ltda, 1986. PICONEZ, Stela. (coord). A prática de ensino e o estágio supervisionado. 1ed. São Paulo: Papirus, 1991 SUASSUNA, Lívia. Ensino de Língua Portuguesa: uma abordagem pragmática. 8 ed. Campinas, SP: Papirus Editora, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEREDO, José Carlos de. Letras e comunicação: uma parceria no ensino de língua portuguesa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. BARREIRO, Iraídes Marques de Freitas. Prática de Ensino e Estágio Supervisionado na formação de professores. São Paulo: Avercamp, 2006. LUCKESI, Cipriano C. Avaliação na aprendizagem: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 2002. MIZUKAMI, Maria da Graça Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: Epu, 1986 VALENTE, André (organizador). Aulas de Português: perspectivas inovadoras. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999. ZABALZA, Miguel A. Diários de aula: um instrumento de pesquisa e desenvolvimento profissional. São Paulo: Artmed, 2004. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LÍNGUA E CULTURA AFRICANAS (Componente adicional) METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0078 45 Estuda a cultura de povos africanos que contribuíram para a formação da sociedade brasileira, escolhendo uma de suas línguas para ser estudada e analisada nos seus aspectos semânticos e gramaticais básicos para que se possa avaliar a sua contribuição tanto cultural quanto lingüística no solo brasileiro. Estuda a cultura africana enfatizando aspectos representativos de uma das línguas oriundas da África no contexto brasileiro. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Noções gerais de lingüística e de sociolingüística. Línguas de áfrica/ língua em África. As grandes famílias de línguas africanas. A situação das línguas coloniais; o contato de línguas. Pidgins e crioulos. Tipos de Pidgins e crioulos. Teoria sobre o processo de crioulização. Algumas propriedades que caracterizam os crioulos. Os crioulos atlânticos de base portuguesa.Em cabo Verde e na Guiné. No Golfo da Guiné. O Português em África: o caso de Moçambique. As línguas bantu. O português moçambicano: uma variedade em formação? Principais propriedades lexicais e gramaticais. Algumas questões de ensino. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas. Trad. Sérgio Miceli. São Paulo:Perspectiva, 1974. CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem & Outras metas: ensaios de teoria e critica literária. 4 ed. Revista e ampliada. São Paulo: Perspectiva, 1992. ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. Trad. Pérola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 1976. JAMESON, Fredric. As marcas do visível. Trad. Ana Lúcia Almeida Gazolla ET AL. Rio de Janeiro: Graal, 1995. LAFETÁ, João Luis ET alii. O nacional e o Popular na cultura brasileira. SP: Brasiliense, 1983. THOMPSOM, John B. Ideologia e cultura moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. TRD. Carmen Grisci ET AL. Petrópolis, RJ: Vozes, 1995. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALEXANDRE, P. (1967) Langues et langage em Afrique Noire, Paris, Payot. BENDOR-SAMUEL, J.(ED.) (1989) The Niger-Congo Languages, University Predd of America. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BONVINI, E.(1974) Traites oppositionnels et traits contrastifs en Kàsim, Paris, Publications Orientalistes de France ( POF- Etudes). BOUQUIAUX, L. THOMAS, J.M.C. (Ed.) (1971) enquête ET description dês langues à tradition orale, Paris, SELAF. CARON, Bernard (Ed) ( 2000) Topicalisation ET focalisation dans les langues africaines, LouvainParis: Peeters. CREISSELS, D. (1989) Aperçu sur les structures phonologiques des langues negro-africaines, Grenoble, ELLUG. HEINE, Bernd e NURSE, Derek (edit) (2000) African languages. Cambridge University Press. HOUIS, M.(1971) Anthropologie linguistique de L’ Afrique Noire, Paris, PUF. MANESSY, G.(1995) Créoles, Pidgins, Variétés Véhiculaires- Procès ET gênese.Paris, Editions Du CNRS. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA LÍNGUA E CULTURA INDÍGENAS METODOLOGIA DIVERSIFICADA LE0028 45 (Componente adicional) Estuda manifestações culturais de povos indígenas do Brasil e, ao mesmo tempo, aspectos gramaticais e semânticos de uma de suas línguas, refletindo sobre a importância de se preservarem suas línguas e culturas como forma de promover o respeito e a consideração as esses povos. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Principais troncos e famílias lingüísticas indígenas. O tronco tupi. Presença indígena n literatura e na cultura popular brasileira. Identidade cultural na literatura brasileira. Diálogos indígenas com a cultura brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALENCAR, José de. O Guarani. 18. Ed. São Paulo: Àtica, 1994. (Série Bom Livro). RIBEIRO, Darcy. Povo Brasileiro. São Paulo: Cia das Letras, 1995. RIBEIRO, Darcy. Os Índios e a Civilização. 7. Ed. São Paulo: Cia das Letras, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERND, Zilá. Literatura e identidade nacional. 2. Ed. Porto Alegre: UFRGS Editora, 2003. ( colação Síntese Universitária). SILVA, Tomaz Tadeu. (org). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2000. VIANNA, Fernando de Luiz Brito. Boleiros do Cerrado: índios xavantes e o futebol. São Paulo: Anna Blume; FAPESP; 2008. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA ESTÁGIO IV METODOLOGIA DIVERSIFICADA ED0020 100 Elabora e desenvolve projetos de docência, em classes de ensino médio na área de Língua Portuguesa e Literatura, discutindo procedimentos didáticos e metodológicos para otimização do ensino da língua materna. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A Pedagogia de Projetos: Por quê? Para quê? Como? O Estágio e o Projeto. Orientações práticas. Elaboração. Reflexões. O planejamento. Do conceito à efetiva elaboração. A prática: compromisso e diversidade. Execução de projetos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Rubem. Estórias de quem gosta de ensinar. 7ª ed. Campinas, São Paulo: Papirus Editora, 2000. ÁRIES, Philippe. História Social da Criança e da Família. 2ª ed. Editora LTC. CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Cia. Das Letras, 1990. DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. 7ª Ed. Campinas-SP: Autores Associados, 2005. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler. 45ª Ed. São Paulo: Cortez, 2003. FREITAS, Helena C. L. O Trabalho como princípio articulador na prática do ensino e nos estágios.Campinas, São Paulo: Papirus, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEREDO, José Carlos de. Letras e comunicação: uma parceria no ensino de língua portuguesa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001. BARREIRO, Iraídes Marques de Freitas. Prática de Ensino e Estágio Supervisionado na formação de professores. São Paulo: Avercamp, 2006. PERRENOUD, Philippe. Avaliação: da excelência à regularização das aprendizagens - entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed, 1999. VALENTE, André (organizador). Aulas de Português: perspectivas inovadoras. Petrópolis, RJ: Vozes, 1999. VASCONCELLOS, Celso dos S. Planejamento: Projeto de ensino-aprendizagem e projeto políticopedagógico. São Paulo: Libertad, 2000. ZABALZA, Miguel A. Diários de aula: um instrumento de pesquisa e desenvolvimento profissional. São Paulo: Artmed, 2004. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha EMENTA COMPONENTE CURRICULAR FORMA DE EXECUÇÃO CÓDIGO CARGA HORÁRIA TCC – TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO DISCIPLINA LE0054 45 Desenvolve estudos de temas discutidos e trabalhados ao longo do curso vinculados à formação acadêmica, culminando na elaboração e apresentação de uma monografia. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Noções sobre ciência. Conceituação, áreas, métodos. Dimensão ética e a pesquisa em letras. A pesquisa. Conceito, procedimentos, o ato de pesquisa, pesquisa no espaço escolar. A Redação científica. Resumo. Resenha. Artigo. Memorial. O Projeto de Pesquisa. Conceito. Estrutura do projeto. Formatação monográfica. Normas gerais: ABNT. BIBLIOGRAFIA BÁSICA HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Trad. Guacira Lopes Louro e Tomaz Tadeu da Silva. 11 ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. LUCKESI, Cipriano. Fazer Universidade: Uma Proposta Metodológica. 8ª Ed., São Paulo: Perspectiva, 2003. MARCONI, Marina de A. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 5ª Ed., São Paulo: Ática, 2003. ROCHA, João Cezar de Castro. (org.). Nenhum Brasil existe; pequena enciclopédia. Rio de Janeiro: Topbooks/UniverCidade, 2003. TORRES, Antonio. Essa Terra. 20. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBUQUERQUE JR., Durval Muniz de. A invenção do Nordeste e outras artes. Recife: FJN, Editora Massangana; São Paulo: Cortez, 1999. BERND, Zilá. Literatura e identidade nacional. 2. ed. Porto Alegre: UFRGS Editora, 2003. (coleção Síntese Universitária). PEREIRA, Elvya Ribeiro. Piguara: Alencar e a invenção do Brasil. Feira de Santana: UEFS, 2000. (Coleção Literatura e Diversidade Cultural). SILVA, Tomaz Tadeu. (org.). Identidade e diferença: a perspectiva dos estudos culturais. Petrópolis: Vozes, 2000. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB Departamento de Ciências Humanas e Tecnologias – DCHT Colegiado do Curso de Letras Campus XXII – Euclides da Cunha