i--1' t«*l *a íut t flM AlllCNATUBA EH LISBOA 1 me*... SOO réia. Annuncios, linhi 20 réis. l mexes. SCO » Oitos na 1.» pagina 100 rs. Arolso .. 10 » Corpo do jornal 40 réis. Communicados e natron artigcs contrai*m-se 17.* anno AMSliiKATIIBA MAS PUOVINCUtt na administração. 3 mezes pagamento adiantado i Sexta-feira 2 de novembro A actriz, O numero telepho- iico é Dia 162. E' hoje mortos. Anlonio de Fernandes d'Araujo nm dia consagrado aos Todas no mundo as famílias teem, mysterioso onde as al- mas habitam, um ente querido, ao Guimarães qual enviam n'este dia uma ora- ção nas azas de uma saudade. O illastre commerciante ha pouco fallecido, cojo retrato hoje damos. nascera em Guimarães, a 2o de março soa de vida 1838, e começou a exercendo mesquinha posição no de Porto a marçano. N'este triste anniversario acompanhamos pois os nossos leitores na homenagem nossos prestada aos seus e mortos, pois que o dia de hoje ó de lucto geral. Mais tarde, foi para o Brazil, a procurar fortnna pelo trabalho honra- AMlgna-ae C. «In Estrel- N'aquelle outro hemispherio la 102. grande e selvagem, como lhe chamou um tribuno quentíssimo, Araujo Guima- rães um grande horisoote para as suas aptidões e actividade inque- brantável. A breve espaço, com pouco capital, fez a primeira casa ra casa Araujo Guimarães tive- um movimento, annualmente, de vinte mil contas com o primeiro estabelecimento de credito do Brazil. Do pela império do Cruzeiro, voltou primeira vez à Europa, em e terra natal, diplomado impe- rialmente com a venera da «Rosa», por serviços que prestára ao Brazil, na preparação d amostras de da Procurara o remanso, depois de tantos annos de trabalho, e afinal, veio encontrar a morte. Araujo Guimarães a sou se no no dia 3 d'agosto ultimo. Era um homem muito sympathies, intelligente, honesto e caritativo. se: 2.» vez «Abel eant'da pela9 sr." Tetrazrini, foi Re- Signorini; sendo muito ápplaudidos caneca á cara, puoho grande ferimento fugir caiu, ficando que ao muito contu- so. resultando lhe urn no sobrVlho di- reito. foi agarrado e recolhi- do a casa. do Castello uma e continuam activamente os trabalhos de construcção dos abarraeamentos annual mette de para S. ser —Foram para da roda prancha attingindo caiu uma a actriz Ame- Martinho, que pro- muito concorrida, se o grande trovoa escondidas na caixa do leme do vapor «City of Cork». Encalhou na de Cima a chalupa franceza «Charles». B. o pôr dos, foi correctís- O publico, esgotou cos o tenor cha- todos applaudidissima no pela maneira cantaram o «dusttc» do acto recebendo por essa occasião uma grande salva de palmas. No fim da opera estes tres ar- tistas foram chamados ã scena. No sabbado repete-se res; «Ernâni». O Diário ao piano, da tomam opera «Mignon» parte os na seguintes soas não exemplar algum das duas edições que reira Lima. D. Cecilia Rodrigues Leite Ribeiro. * • .'á regressou á sua casa em Lisboa, vindo da Cruz Quebrada, o sr. Raymundo Ernesto Pereira Chaves com sua ex familia. —Está na sua casa da Oliveirinha o sr dr. Francisco de Castro Mattoso Corte Real. pl et am e nte em —Regressaram a Lisboa, os srs. I). José Menezes d'Alarcao e D. P. Menezes d'Alarcao. pcnccs dias. Desastre Os náufragos da Figueira Sucedeu dias um ha lamentá- vel incidente nas obras do pbarol da barra de Aveiro. Sua Magestade que teve conhecimento do naufrago do barco de pesca na praia de Buarcos no com perda de vidas, por pedra, tdegramma que do creança nos braços ao posto medico do sr. dr. Leão d'O- liveira, da Prata 441, sito na rua 4.°, dizendo que a mesma creança se achava muito doente. O medico teve apenas de constatar o obito. A fallecida chamava-se There- seis mezes de edade, e era filha da mulher que a conduzia. do resvalar para a gueira, escada buída pelas famílias dos que mor- ra» em «Évo- que se acha e ro- deado de familia. A subscripção mensal esta dando pelo ANTONIO FERNANDES D'ARAUJO GUIMARÃES em em uma queda metros, que guerra reram, e ainda pelos que COROAS bastante maltrata- seus haveres. Agua desastre da todos os generos e a primeira secção do ca- de ferro de Ambaca. preços se P.ETROZEiRO mato expedidor d'outro te- Esquina da rua de S. Francisco de s. Carlos, (6.* ília) até á rua de ausência do sr. da Fazenda na recita de gala em S. Carlos. Explicava-se a coisa por certos mhttí BARATEZA Traductor da Carvalho, Francfort Lis- Tem Completo tortlmeueo boa. RUA AUREA V de ourhenurla preços fteoQ compelenda SOARES i FILHO Oliveira Martins está esDAMNADAS DE PARIS ptiblicada a I4.a caderneta Escriptorio, Travessa da Queimada 35,1.' dado mal com a politica, regressa de do sr. ministro da fazenda. Parece que de o astro-rei do sr. Carvalho é agora o sr. Henrique Moser. norários nomeados da LISBOA tuo uma real simples bebida de effervescente, e constibebida mui agradável e camara os srs. sa Martins e Gaspar Gomes. quer seja tomada só gundo nos informa um nosso amigo medico pelo eminente, defeito não pecca de que a soda e ou- tras aguas gazozas são frequentemente accusadas, istoé: de exer- cer uma acção depressiva sobre o systema orgânico. Looge disso; toos testemunhos medicos ten- dem a exaltar as qualidades the- rapeuticas qae ião altamente distinguem a Agua Apollinans. lm bom brotinho Antonio Carlos dos Santos, caixeiro, zangou-se com Maria da Piedade, e deu-lhe uma tremenda bofetada, fazendo-lhe deitar san- gue pelo nariz. Note-se medicos ho- é quer juntamente com vinho; e, se- com insistência o O verão do S. Martinho foi hon- à litteratura. Ainda bem. Travessa drs. Manuel Bento de Sousa, Sou- de Portugal. O sr. Oliveira Martins, tendo-se official já não esta muito nas boas graças Foram nos mar^s,® e que versará sobre a Está allemã: corrido Marianno AS professor boato de que o sr. marquez da Foz cm todo o genero OURIVESARIA lingua e nossa opinião, su- á qualquer outra agua mi- altamente dos Santa Gertrudes. 42. rez-do Chão SE35PRE NOVIDADES se intitulará «Portugal que se per- S. Bento, 218, 3 ° E. 293 Lisboa. crevendo um livro qae,segundo nos brilhantes, deu n* noute de 31, do fauteuil C. André Barros, rua da Magdalena egramma. botão, cravejado de pe- queninos Lisboa. Expedidor d'outro te- aiviçaras a quom resn- de em refrescante, um remate de brocbe em for 3*7 — CHIADO — 39 Duchesse Uceda, Hotel Central, informam, perdido os neral de que tenhamos noticia; (Havai). Ambrosio Manoel Esteves, Tra- sr. terem Apolianurl» como meza, de maugurar-se a explo- belga, vindo do norte. ella, perior, Loanda, 31, n. FÚNEBRES legramma. O escapa- ram e que possam estar soffrendo privações, por C&mftnlio de ferro barra um couraçado Macieira, Fi- que ali»sucede. Em Nobre da promptamente distri- ficou primeiro 2o;8o0 rs. a ser municipal do no craneo. E' o 18:000 rs eaavnlso interior, d'alguns navegação e commercio marítimo notada dos in- policia Eduardo aos Olivaes, foi cofre dio da camara vessa de Santa Catbarina 4. Marcos, ordenou por ex ccmmissariode Flora, Lisboa. no ca- outubro, teve a infelicidade Telegrammas em deposito Anna Simões, moradora da de 200£000 réis para por intermé- sustentar (Ha vas). por estes dias. 19 o de subir á scena dia nnndados fosse retirada a quantia subscripção \ Eita opera deve Rainha, logo ção d'uma uma Entrou Gbidoiti—Antonio. a causa da desloca- columnas S. Julião, ly t. Solda—Gierno. • se venderam com- de Ambacíi Paroli—Laerte. amuos... Serzedello Pe- E' Meroles—Loterio. ministro já precedentes, do Degene—Guylielmo. Foi D. Amelia Candida suas E os srs.: za, tinha as ex.MI sr.M: Um operário, Garagnani—Filina. com uma que poderam alcançar Coara dos Fazem hoje annos Alemtejo, abriu em Sr." Pacini—Mignon. sal noticia de estimar as pes- artistas: Prandi—Federico. # o que decerto hão L. r. entrevado Principiaram hontem os ensaios, • consa- d'esta publicação, até ao anno. para a opera sua ciar-lhe a recorda- como 4.° edições nos pois a anoun- E, dignos leitoS;gnorin: foram Eduardo Julio Frazão. as duas ção. «miserere». Renée Vidal e Costa Goodolphim. pou- gração. Limitamo deixou saudosa mada no fim do acto. dias deu a esta- a uma Conde da Ribeira Grande. Manuel Saldanha da Gama (Ponte). Dr. João Corrêa de Freitas. d'este livro, já lhe fechou este anno a E os srs.: que em primeiras Foi, emfitt, uma d' O eiras do Canavarro. D. Ermelinda Peixoto Síegner. ronymos. e villa I). Adelaide Emilia Monteverde. D. Maria Xavier de Passos Manuel no templo dos„Je Picão. a na Fer- reira. D. Carlota Lecòr. D Adelaide Augusta Ferreira. xandre Herculano á orches- que I). Julia de Campos Paiva. D. Basilia Augusta Patrone monumento a Ale- que fez aos distin- com Mendes inauguração chamadas, festa discurso ves entendeu nas inú- b r i 1 h ante admira- grande orador Al- o curiosos D. Margarida Abranches de Queiroz. pro ferido pelo a selecta meras * ar": em e primorosa vel de to- assim venda edição o uma poe- parte a nova do por Pe- reira acaba de ex- sr. final e « « A Livraria desempenho, simo ao hotel. (Havas). de Alves Mendes sia original. O Porto, e foi logo pa^ar-lhes a visita Fazem amanhã annos as ex."M Baptista reci- drama, 0 príncipe regente recebeu hontem á tarde a visita da rainha de Portugal e de seu íilho o duque do lib curso Picão. no JHalnlia (Havas). sia original do sr. tou, a Soa Ma&e»- Munich, 1, m. praia de Peniche uma linda poe- dr. de tade Cabo CatToeiro, 1 m. «Discór- Também Reffreafto Cbalup* Charle* dias da Concórdia» e demorar se ali até segunda sobre Vienna apprchendidas 22 pe ças de setim terceiro acto, Parte boje para Mafra tade El-Rfei D. Luiz, qae a próxima feira da. Affonso, no intervallo do segundo o ha tempo se apresentar de feição. —Cala esta noite O doido dias e Caim», a ro a salvar-te», tendo qual cora o marido arrenrsson lhe uma dreira, correu homem de faca em sobre um visinho, altercando principiaram reali- çao balnear, e que admiraveis mulher Penafiel que no adagio da «romanza»eno «cor- Tetrazzini uma Em rua do General theatro comedia agradou como née Vidal e pelo tenor Torres, na te dirigida pelo sr. Cantou-se homtem pela maneira que elU tinha de cantar. tra, magistralmen- Carlos b?ste-nte pela residente na Viella de Pe- Feira de S» Martinho o bello drama ctos a opera «Trovador» que nação, 5:593 isso de se supprimir a musica em —Hontem, Um individuo quesoíTre de alie- tendo por Repres entou- também S. trado.» nervosa, «Taborda». plateia falleceu «Diário Illus- ficou lia Garraio e uma corista. recita hontem café, para a Exposição na llollanda t.—Ao Numero além de bastante ma- muito concorri- 1872, e ha dois annos viera para a sua e 45 m. da b 1888 Esteve brilhante de «ensaques» no Rio de Janeiro. A 31 de outubro, às 2 A correspondência sobre administração a Rodrigo de Mello Carneiro Zagallo, travesssa da Queimada, n.# 35. Oeirara portuguez elo- viu PORTO, goada, — Hontem â noite no theatro D As Uamnadas de Paris do. Telegramoias do Porto íinados de 1«5150 réis que a pequena tem 8 annos d'idade. O brutinho foi quadra. Deve conduzido á es- ■ ——j — -- ter partido hoje para Ma- fra, o regimento d'infanteria n.° 1, tem aguado em Ltsboa por alguns para chuveiros. alvo com a nova arma. fazer exercício de tiro ao &>I &MO B&fc£A«SAl** culo,» srs. O pão (los pobres ção servindo do secretários os Neves Ferreira e Andrade, Ao Primeiras sr. ministro em primeiro logar o sr. «Ernant»-Bftttlstinl da justiça Oliveira, que mandou para a mesa Tudo são materiae8 prosperidades em Lisboa, prehenaimentos de gantescas. em- obras gi- A varinha magica socialista D >pois rense, mar, para os transformar galhardamente. ministro do seio operaçoes de todas as bem do miolo de combinadas, todos os syndi- O sr. ministro da jus- tiça povoa do paiz. reino mão do sr. de conegos as sés O sr. enche districto ministro do capitaes dc as de juizes toda esta de toda opulência esta rosa está a luctar íicticia, riqueza menti- a miséria do povo com o augmento do preço do pão,—do pão que é o udíco alimento Lisboa, a dos pobres. bella Lisboa, a cidade de mármore e granito, rainha do oceano, se na mendiga derá comprar converteu- que nào po- o pao de cada dia, por que até o pao enca- receu sob o consulado de um governo nefasto que espalha o ouro ás mãos cheias n uma febre de desperdício, n'uma loucura de esbanjamento. Ao menos respeite que uma dos pobres. O do expedidor dos carros o comício aonunciadí para Judicibas inconveniente, desatinou, obrigando commissario geral a resse geral e nao do uai iate interesse de partido; e peca foi que o re- o dezembro da 4878, ha nove annos ceder energicamente, no que fez muito bem,porque lhe restituíram mais incommodo. Ao sr. Judicibus seguiu-se o sr. todas as classes, não lhe esquecendo a dyna- que o possue, mais, sendo preciso que o presidente o chamasse a ordem. Failaram jeitos, ainda mais concluindo-se aggregar a si os srs. Luiz Figuei- na camara fljentes no municipal e outros in do partido, ser elaborada em nome dos habitantes da capital, pedmdo promptas pro- nara . a caracter partidário, uma resistencia se tação do sr. Marianno lho, n'este de FOLHETIM PARIS O carroceiro guiava, o com na menor Manuel de Jusus a carroça que rua dos Duuradoures, de 4 annos Laurentim Barral. creança DO ficou ferida na re- Em dia de finados FLIBUSTEIRO (Minha mãe) debilitada E, depois a quantidade de arsebem que nào fosse, felizmente, bastante para a envenenar, occasionara com- Tu, que estas ao pé de Deus, anno talvez, passado 5* vara lhe seria dado. n'um grande socego, rodeada do amisades, para se restabelecer comple- peloj pedido dois da demissão contos de réis, pagos por «alguém», a etiqueta, tico, me pareceu, durante a repredo «Ernâni», insupportavel como odiosa e é o Porque nós tivemos no «Ernâ- ni» a d.ti, cada gar, de ouvir, um grande vez pela e menos vul- vez primeira, prodigioso artista, um glorioso iniciado dos segredos do Dello canto italiano, e a tal etiqueta tyrannisadora, sobre tudo quando se estreia um cantor, que se chama que Baitistini, ordenou nos ô escutássemos em silencio, siastica admiração para noite que nào fosse de gala, dominadora, como se a voz irresistível e violenalma commovida e arrebatada fosse uma cousa que se podesse addiar, que se podesse supprimir!.. expedida de Bolonha, o que ella pensava do extraordinário talento de Battisti- ni, o que Battistim significava para o s'eu apreço; quando a saudosa Mimi tistini me asseverava que Bat- ia ser Liàboa, eu o «enfant gâté» de estava pôr, confesso-o, excederia longe de sup que a todos a realidade os respeitos a espectativa creada por essa car- Pois excedeu-a que nào houve de tal maneira, hontem ninguém em S. Carlos que nào sentisse que tinha na sua presença o primeiro da mo tempo o um admiravel cantor, elegantíssimo, um «charmeur», na ampia accepção da palavra. Como que vimos surgir no pal- co, em ioda a oua realidade históCarlos V. preço da ao pensamento e até a fórma ministro da se prestou a esta im- acudiam-nos os maravilhosos alexandrinos de Hugo, por tal fóro grande vulto, artista nos dava a tangível do legendário iliuminado pelo gemo do auctir do «Ernâni». E a gloria não esta no do insigne barytono volume da voz, que náo é nem muito extensa nem ex mande proceder a na pessoa do sr e verá que são ponto verdadeiras Aguardamos no passado, o um artista brilhaute e um homem realisação todo assim célebre Cotogni, e que é ao mes- ma medico actualidade, um ba- as traordinariamente vibrante. A voz de Baitistini ó o que os francezes chamam ama voz branca. Mas que delicioso timbre ave- ludado, macio, argentino e melo- diosíssimo o d'essa voz formosissi as providencias ma, modulada com uma arte su- que os poderes públicos tomarem prema, conduzida com uma scien sobre cia rara!... Que prodígios de mi- este mettendo acontecimento, não pro- largar mão d'este assumpto. mo e de virtuosidade ella ostenta no canto a «fior di labbra...» Que encanto indescriptivel, d'es- Curso de ensino livre ses que nos deixam immersos em um extasis quasi religioso, o «Ve- Trago o corpo contundido, bem mais brando. Habilitação para exames no lycen nite a mo,» tal qual elle foi vocalisado por Battistim!... na próxima época.—Explicações E não se pense que essa lindísRua da Penha de França (ã praça Eduardo A. da C. Se;g;as. das Flores), n.*8, rez-do-chão pôde portanto, consagrar-se a Ce- vezes, sempre de leste e a Cláudio Prtux. caminho de Revin. pois de ambos, e foi noite, e toma o sima vez atenorada dulcíssima náo possue, a par de uma seduc Apenas a instaliado, cousa que —D rei a Benedicto que o vigie e foi approximar se do tentou, era que são o complemento peregrinos dotes do celebre I do duetto, um Leva aquella caçador! foi sempre assom- broso de talento, attiogindo a emi- Oh! que vistosa e nencia a que On! quejoia! ch! que primor! var-se as summidades, e comma- nicando nos só conseguem elea intensa e subjuga dora emoção, de que íó ellas pos- Embutidos de maiflm, suem o inconquistavel segredo. E*sa arma com que elle mata Em vão o despotismo da pra- Nas suas matas sem fim. emmudecer o pu- blico fanatisado; a despeito d'essa Nunca teve um Arma de tanto valor a Para ir de serra em serra fina sensibilidade artística de El-Rei foi decerto a primeira a insurgir-se, os bravos de todos os pontos clamaçõas ram-se, de Vestido do caçador. irromperam da sala, as ex- assombro snccede- desdobranio-se torren tuosamente e indo cair aos pés do Nem da Austria Se caça no seu paiz, Desfecha uma tal clavina. victorioso. Battistim ê, como já disse, um horaam encantador, uma bella fi- gura shóksperiana, alta, esbelta, distintíssima, justificando por todas as maneiras a heraldica do na seu cende D'aquem ou d'alem da raia Sem qua elle, é barão e des- de uma nobilíssima família Italiana. Mas a sua verdadeira aristocra- Oh! que linda caçadeira Leva aquella caçador! Oh! que vistosa e certeira! Oh! quejoia! que primor! cia está no seu talento enorme, na sua peregrina arte de II phrasear, no proficiente colorido que imprimir ao canto, sabe dando lhe to- Ao longe sóa a busina, Sôa distante o ballali. das as «nu^nces», todas as fiexibi- Ja o sol ao mar inclina. lidades, toda a magia Já descança o javali. incompará- vel em que esse canto se impregna para fascinar nos, dar dentro da para acor- nossa alma mundo de sobrehumanas um commo- ções. Que noutes gloriosas esperam este triumphador, quando o espectador estiver livre di mordiça!... Que horas de incomparável jubilo intellectual nós vamos viver ouvindo-o, da sua captivos longe da terra e das reali suas tristes dades por essa voz ante a qual se povoadas de seres ideaes!... Que Hamlet prodigioso será este grande e genial barytono!... E do «Ernâni» que dizer, pouco mais ha elle cfTuscou porquo tudo e tudo absorveu na irradia- ção onde o admiramos. A debutante, a sr.* Ginlietta Millie, foi uma Elvira (Dona Sol) muito pouco luminosa, uma especie de antith se do sol, que a deixou inteiramente na sombra. Millie, diga se a verdade, é um seprano 1'g^iro, igual a outros que S. Carlos tem supportado sem protesto O ca>tello do senhor. Recolhe a lassa matilha, Repousa-se o caçador. —«Cuidado, pagens,cuidado Co'a minha bella espingarda.» Diz o caçador cansado. E o seu banquete não tarda. arte consummada, levados para abrem regiõss ignotas, Accendem se lumes, brilha Mas a sr. Millie teve pa- —«Riquezas qne «Dado a Luculo... Qliando passa o caçador. Vão erguendo os re'posteiros, Curvando se ao seu senhor. Sôa a fanfarra festiva. Dís candelabros ingentes A bella luz forte e viva Doira os crystaes resplendentes. Começa o festim. Cá fóra, Por não poder comprar pâo, O povo faminto chora A pensar no castelião... ra os binoculos o defeito de se haver esquecido completamente do aphorismo da sua gloriosa patrícia COiECOMCOES msdame de Girardin... O tenor■Migliori, que tinha na ioaqcira garganta uma angina, ainda d'esta vez não teve a habilidade in Aagnsí» Poraeeodop exeliMrtv» tf* dispensável para apagar a má im- aafiBlaierfto pressão que eío® deixára na «Aida». efiedade deOeosprajpftfttaii,, ciado baixo, um artista correcto e ¥ja«ftHta£G> absolutamente senhor ©te. que piza, desenhou do terreno bem a de Ruy da Silva. Mas o successo da noute, do para Baitistini. de que Julião, ora 410. Gabriel Clauoio. Nào tardou muito que o imaginasse. completo no comboio de Char- o ahi comprou uma mala não tre pateo e lhos pequenos, jóias falsas e brin- um chapéo que importa saber. tantemente fechada; o «Marquez» quedos para creanças. gas, e lançou Adivinha-se facilmente tou as o mais amigavelmente pos- quaBdo Joanna Ledrut sível. por missão instruir que, saia, tinha Corentin que se passara durante o dia, do ad- saia raras vezes, pela excellente razão, em primeiro logar, do quando tinha a fazer uma ção, era sempre que Em seguida, regressando a ca- vera o de botins ceu uma cabelleira o rosto ba, que ih'o encobria e recebera por ali perto não a'elle, uma assaz e em não ella igualmen- morrerá, mas a sua mais longa e dure muito embora sa casa! flexão, saíra da hospedaria «Dimas do Meuse» para das de que Joanna Lcdrut Dizia viver das suas rendas, pretendendo que o seduzira a si- tuação pittoresca de Revin, e que Jeannet procurara-lhe uma creada velha, sua parente do todas as precauções balhadora, que não era curiosa excitar a curiosidade, não acabou comtudo por despertar a attenção surda, trae lhe fazia a eosinha. D'este modo, Corentin era relativamente livre das suas acções. Qando queria sair, sob um dis- Queria vôr também Benedicto, Em breve formulou o seu pla- —Visto como é tão difficil en- ninguém, o que se tornava imporna e bonito bessem d'aquellas doentes a tratar n'aquelles dias, e eomo uma rapariga. Sae algumas riosas, não faltariam aldeia saídas sou- myste- fallatorios. a al- a todas as portas e tempo, dizia comsi- go mesmo: —Se lograr vender alguns d'estes objectos melhor para a Prefei- seu chefe servira-Ihe tia conforme alegremente para se forque ves- a qualidade do per- tura, porque é o seu dinheiro que anda em giro. E continuava procurando todas as ruas. Agradava-lhe aquelle pa- trar em casa d'esse marquez, dis- sonagem que tivesse da represen- pel que se comsigo mesmo, tar. sentar. Sentia que havia n'elle ma- que o visitarei, não será ahi visitar aquella que era Seria excitar gente sob recemchegado logo a sua des- confiança. Tornava se Ardennes duas vezes de Chambarand. Mas As mas sim em casa no paiz, não era admissível. Courpier- em Charleville o necer de diversos trajos no. sava de noite, não era —Ignoro, respondeu esperavam Rotret e Mcrou- O dinheiro que este recebera do pretexto por um recado. Ao mesmo signal de Corentin. Chambarand e Sarah. da a um recado, e como só regresvisto Esses agentes, vel, tava. seu inspector, no caso de que este precisasse d'elles. «Marquez», mas isso não lhe bas- —Quem será esse elle ao seu cúmplice. creada fora a offerecendo a sua mercadoria. farce qualquer, mandava a rapaz? disse a velha ordens O Marquez foi logo avisado. crea- estava ninguém talhes. de longe o policia em que deia, batendo do de que o momento mesmo pôr um ou dois agentes às Vira algumas vezes chefe aproveitando dias, em conhecer todos estes de- tremo da aldeia, para a qual man- O disfarçado, saiu de casa, Atravessou belecer numa casa situada no exdara levar os moveis necessários, importante quantia de dinheiro. quasi todo. mandára ter vigiado a casa durante alguns poucas vezes saia da torre, toman para depois de se esta- se estabelecia ali por muito tempo. Apesar Corentin não tardou, Assim e guarne- de uma soberoa bar- que o demoravam ali, pedido seu, a compe- tente mala de bofarinheiro. dos dias passava-os em a de abas lar- ás costas rando lhe os detalhes dó negocio azul, e poz na cabeça de feltro gundo logar porque a maior parte Chambarand. nar- meio rotos, o ali, quando houvesse Corentin, depois de madura re- em Paris, blusa calças de lona branca, calçou uns bém n'aquella que elle amava. de da policia, escrever ao uma tentava—como casa chefe cuidado Vestiu pois Poz Tinha dinheiro, por isso íjue ti- era difficil fat- turaes do Puy de Dôme. vertilo em caso de perigo, levalqunlquer complicação inesperada. em se- de algodão, espe- lhe sou unicamente no amo, mas tam- a receiar viram—e que a taes como agu- sa, passou a caracterisar-se. expedi- de noite novellos qne en- grande talento de iar a linguagem conhecida dos na- intermediário entre quem? E' isto de fiofarinheiro, teu sortiraeai* como tinna um salvo e se restabeleceria. propria onde da ioda a eorrespõadeaeia. imitação, leville 3.°, roa da 3. sea genero e dett ser dirigi- ninguém nos desmentirá. Metteu-se Ctain&E»*;?*, Oôe ofTicina as sem partilhas e sem restricçõas, foi toR^petimol-o, convictos d«v figura lhas, lagrimas nos ftog*» Meroles, o nosso conhecido e apre- do «Marquez». A casa, situada en- as do* Eatrsmfçi&srs*®. aldeia}' Certamente que sim. com fia FABRICA NTS Jeannet que Cláudio Preux estava estava cons- por mim!» Mãos de pagens e monteiros, chèc de objectos, jardim, accumolo «Um banquete de Luculo, não eotrava quem queria em casa Mao* eu «Qaero-as ver n'esse festim: de intermediário entre a torre ea declarar a a caça, Fira a ave, e a ave caia. mais difficil do poude andando apresentação berço, porque o grande barytono Nem uma só ave esvoaça me singulares. Servira esse rapaz julgava: a imperatriz, Como Diana, a divina, tello, que elle rei da terra absurda pragmatica, conlra a qual ... Essas idas e vindas, parecem- ao cabo de quinze certeira.1 Tem fecharia de prata, uma alegria immensa no velho cas quando, ALEGRE logo, Baitistini «Marquez». Ora, isso, á primeira vista, KlLEIâBIO Oh! que liuda caçadeira primeira o hábil agente a impetuosa so- primor vocal, até ao famoso mono- ta. quem ella foi feita sr. primeiras notas, o Desde o andante ha dias, Borghi-Mamo me dizia em uma carta, nos trans- barytono. que recolhêssemos a nossa en»bu- transacção, o nome da pessoa com o ás gmatica t-ntou ça. Instintivamente, publico dos uma morda- rica, a figura épica e seductora de do Tribunal da do muito, fraco, delicado tinha lhe se- encontra, lançando por esta fórma muitos não etiqueta, com todo o seu predomínio hierá- o sr. Antonio Patrício se tante, porque se Felizmente, um ou que esse re. Parece ter desoito annos quan tamente. porque dor, e ainla O sr. Antonio Patrício receberia nossas asseverações. tinha aconvicção de que seCeleste nm simplesmente a rytuno que só tem como compeli de escapar. tempo, abomino barytono o logar de escrivão da Não me abandones perdido é eu desde hontem sa de que Antonio Patrício, Se da região etherea O supukhro a noite que mas não sabemos de quem, a promes exame de Courpierre, a quem nada podia muito a demissão, obtendo, que narramos, tudo desorvens graves e o medico levaria Antonio Patricio, Mande s. ex * syodicar do facto Eu debalde canço a vista; era-me indiferente; devo declarar que se moral transacção. que Laurent não respondia por ella. resistisse, pedindo lhor boa fé, durar, rnais tempo estará em nos- se sr em justiça, que naturalmente, na me- muitos annos; quanto mais tempo absordera, estado Prevenimos Que tenta ir além da terra! —Pois que (Continuado do n.* 5:589; sico que cujo do pagamento. custosa. abalos, o Boa Hora convalescença será XIII aquelies d'esle Nos correaores A voar, a nnir-se à tua. • —Respondo por uma herdeira todos to pathia, da a sua singeleza. Cuido que a alma desato, te... por «Alguém», O facto ahi fica narrado em to- terrogou elle. O* eftponaae» estava tão quasi, na miséria u na família iuleira. —E a menina Chambarand? in- joven está que abulou do estado desgraçado olhos, pegou-lhe nas mãos e aper- PRIMEIRO EPISODIO A escrever. riam Não foi porem egoísta: não pen- de fôra um func- intellig nte, em que Jeannet, TERCEIRA PARTS FILHA que levou o a assignar o requerimen- Attropellamento dias, o douctor A cionario encontra Cuidava DE tonio Patricio, sua mais principal alimentação. Silveira, redactor do «Se- DAMNADAS proporções assustadoras: o sr. An- Lisboa, 18... 288 iS tomou sando Presidiu ao comicio o sr. Eugéda substituição, exploração que ameaça o povo na assumpto melindroso, não tardarão em produzir se. nio sua qu* determi- nome por emquanto calamos, abu- Ca na terra tropeçando; Carva- a doença tremulus», póie pouco, As consequências da ma orien- fôra «delirium contra * valente Em que as flores são abrolhos, muito com a crise de 4856. o promova ram em resultado pareça tem se aggrava- senão completamente, idiota: mal Para a terrena miséria, s* resulta o do consideravelmente nos últimos fazenda, e sem ca- me inspirava sympathia nem anti- Qoando, Patricio Alvares que para que mais a serio, e pelas quaes responsabilisamos, uma representação ao ministro da O publico retirou, fazendo votos indagações que te- de boa fonte, tempos: videncias sobre a carestia do pão. uma mylady de intimo da nossa Os padecimentos do sr. Antonio pai lamento e do sr. ministro da fazenda, que de- já Das nossas mos matrona hirta ta que rebenta impetuosamente do de accordo com tido republicano de sus- mas também para seus o seguinte: a maioria do par- meios para o funccionario que redo e Conceição Gonçalves, para Pódes baixar os teus olhos mesmo facto completamente doido, nos mente aggravados com as tontarias ou talvez o lodagámos o caso. por a mesa nham até aqui d* escassos recur- que se vae parecendo um portanto filhos, dois su- Olha p'ra mim la dos ceus. estd mal estar, estar mite, a pedra, etc. e não sabemos ses trabalhadoras, que mal dispuseria- não tentação mas moito especialmente as clas- agora Entranhamos ptos, Podes vôr tudo o que exista, sos de alimentação, paz de exercer funcções publicas. provém os únicos forçosamente produzir graves emrigorosamente que o declarou inca- se exonera d'um emprego, d'onde Debates do pensamento ferindo o respectivo exa- Chaves Fallou em diversos assum- judicou seriamente. baraços ao governo, está feito da exoneração, porqua ninguém, a A nuvem não se descerra: ha de substituído, em harmo- me meuico, a liberdade, saindo do comicio sem delho» no assumpto, porque o preque está occupa em 26 de do se-lhe levara a aucthondade a pro- Triste illusão do momento! do pão, que que boj* logo noridade, caracoes e pés ainda maiores, nào sentação sr. mandai-o publicanismo mettesse o sen «be- A carestia cia Alvares. qie Meu espirito fluctua: é de transferido na oc- reprehensiveis qus pronunciara e duas a três explica-se. A questão fora regem semelhante assumpto, ten- Diante do teu retrato itto para qua nia com as disposições da lei que A concorrência era graude; t »lvez E vara da comarca de Lisboa, iogar prender. Afinal retirou as palavras qoes- pes-oas. de direito da 5 • logar tão do augmento do preço do pão. mil do juizo logar de es foi republicano tratar da do Ene funccionario, que obteve o esteve estabelecido o «Chalet Dramático», Antonio Maria o velho liberal o sr. Manuel Patri- O carroceiro foi preso. da Alegria n.° 30, onda sr. e que actual- Re^lisou-se hontem de tarde, na roa Nova o essa e inteiriça como casiào do fallecimento de seu pae, para gião frontal. pão do cor fora exonerarto, a Patricio Alvares, crivão A etiqueta, a d'Evora Povo,» ó sr. A 0 comício do atropellou ao menos rente lô se que Rippert. a existencia governo respeite o pào republicano ebo- o governo de milhares de pessoas. Que o o sr. Luiz de Fi- qne foi por muito tempo o mente coisa sagrada, de que depende amigo «Folha adminis- trativos. Mas por debaixo de secção do S guiu-se-lhe o sr. Ju- correspondente da fazenda faz bro- tar oiro cates. A fallou gueiredo, blicas toca tricts, em todoB os portos de da official de 31 seu pedido, dicibus, todos os dis- operário sul. do sr. ministro das ubitas puera Na folha ura officio de adhesão d'ura centro mute representações que se vigor dramático, também d'aquella folha. Paliou estranha, nheiros e vendedores de fazendas mais trar ali sob um outro pretexto. fazia repre- teria para numerosas aventuras, e as aventuras cão lhe desagrada- vam. do Auver- gne. (ConttnúaJ. encontrara procedentes, aiguns d'aquella lhe da Bélgica, outros commumente Corentin pois necessário en- percorridas por anno, por bofari- que vêem, uns e são o acaso ultima nos dias bofarinheiros nacionalidade; e • ULti* ulAKY. Tem Secção dade esta narrativa? litteraria mos dizer. A pesca da sardinha Vamos leitores pois a contar lenda, aos nossos qQ9, segaodo a fabricas Portugal. Sabíamos, porque Tito Livio o diz, que ro- deiam sempre dos grandes alcance. mente Accrescente- se além d'isso que os escriptores que nunca vêr, que todo permita- A será dos O sr. Silva da nação visinha para a enrique- Os mais erudi- cujos trabalhos his cerem com tudo cair nas réies coucurso realmente, constantemnnu costumados a ou: ginavamos quo succedesse o mes- Victor Começa o de duração uma hora. uma republica prima, corno estylo, como ges do império; sardinha principalmente na costa da França Brctanna. Ora bretões tão pesca se a os pescadores dores da são os pesca- ilha de Groix, os «gré- siilans», como lá lhes chamam. E não são to intrépidos, sâo aciivo9 engenhosas, occapam se o que Ines dd tudo notáveis f itas tovào barcos uns muito da d* Madeira, vao pescar pesca. Vao ao é uma dos nossos phantasia criptores, e pela narrativa de turas amorosas, TELEGRAMAS es- tiuctos; repetimos: essa aonda h* boa * 'ilha da ,er gído pbantasiad Paris 31 m. V13la p 5Qetema barata, salgim-nae Tindel a a sítios onde preços sao mais altos. Para f.terem sem este negocio com _ae lúca paohias que teem os seus corres- erjplur pondent s, Bgsa os avis- r se a pesca é boa sempre elles dao a Ugum aviso erro- dando na grésiilans, um Foram temporal correndo tempo como se diz an- cou=a assim medo «os sivel G,orges com aperfeiçoadas, se apanhava sardinha e onde ^anl0 dlx; homens da di a|gaQg\ecai0S para a sua terra com essa esplendida euregaçao. hatugnntaram-lh8S qQe phantasti respei(0 se 6m se da na uma dado d e3Sas durante relação aos com t d0 0 ce.tos uns lí ssam modos de duijr se lhesperguntavadondevnham, dar respondiam que vinham da ilha de a achar 0bserva susiado3 ge na<,iram qaQ ^ 03 pescadores, as- a escasâez do peixeí de qQancio maQÍfdSta em quando, sem se saber porque, at e pediram lribQera esse9 tes de escravos é para desejar que todos os europêos regressem das estações do interior. dQSa9lres a causas tinh?^^narecido la tinham appartudo nunca semelhantes pescadores. Ao mes- Publicações mo tempo cs .grésiilans. com d língua fessavam era «Mil e seiscentas léguas pelo Atlântico», por Lino d'Assumpção. Eite livro, escripto gem fácil mas na elegante distincto prende a attenção interesse da riedade do riosas linguaora como é o do do «Dia-, leitor pelo narrativa, scenario, de pela va- e pelas cu- informações que ministra àcerca da sociedade brazileira. °s dente., a costa e ton- vas descripção fos^ofda bordo, o dialogo polygono padre italiano, são paginas de Portugal. | na fabrica começou logo a cirmas fabricar conser- de sardinha. sardinna. a arl|jheria> cular a idéa de vir para Portugal, não pescar, finas», | fiCava empregados de conserva ^ Dito uito e feito, reito, a i verno promulgou para attender ás reclamações insensatas dos pescadores. Allhnça que, continuando portugueza a prospeÍQdQSlna Como namente com elementos bretães.' diz ainda um rude golpe <jue ja o sr. Pouchet, d'isso ductos da America, sr. Pouchet, nbam «da o nome-. portugueza, diz diz traduziremos um curioso essa protecção sardinha dispensa-a aioda o sam o bacalhau e o arenque ocea- só ti- concorrência elle ainda, fazia tanto a como a dispen- nicos. «Bem o perceberam os Portuguezes, que a psscam paios meios mais aperfeiçoados, que nos perder á Franca «o monopolio ho- náo queremos em França, e sem neslo., 1 se importarem com a idéa de an- viva- mente interessantes, que se lésm com grande interesse, alô com e certa avidez. Este livro de Lino d'Assumpção ha de ter um rápido consumo, ou então jã está de todo embotado o gosto pela litteratnra que errada- mente se chama «fácil» e «ligeira» e que não é, senão a no fim de manifestação contas, trabalhosa de um espirito que pretende darse ares de frívolo sem comtudo deixar de ser reflectido. elle «Emquamo a vida de mar com o Foi preso José Bento Os pro sardinha A — E a proposito franceza. da no se queixar Maria Essa porém não I nha, temível. resultara a ruina da ge Pouchet: como em todos os ramos de actiHHjHilHHMHH vidade humana, com a concorreuera egualmente lerrivel, paragrapho do artigo do sr. Geor- tendo que luctar, cia da America! c0nc0rrencia que auxiliada pelo governo * industria vibrado á França, estava d*eaga republicano, O estabelecimento d'essa indus tria foi, a doze léguas de distancia. das redes aperfeiçoadas, que o go- e aqui te estabeleceu * Vr que Sobretudo combate a prohibição râr^ tem Pr 'fP®p1J mas n'Qm k emigriçao para U rtugal começou j que os de Franca auri sr. d'este diário signatario d'estes Staél, ora em ora que nos Victor primeiro triumvirato. quer Depois Temos vindo vilanias; e não perdemos o séstro. Náo vale a pena (aliarmos muito só accrescentaremos «Deus nos de feóda de que, pensássemos obscuridade mesmo em peia trocar sonhando a nossa celebridade do juro de 3,60 por ento ao anno, e capitalisa sodsemestra»mente IX Hippolyto ds Muitos Cordeiro. lliuâtraae V. dA CE SAS L PAI U no ex- Cirurgião dentista de soas magestades e allezai lhe Pires, por a quantia de ^ ató á dentadura completa. Tra- depois Na Boa Ilora se apurara a ver- a mentira terrogando da accusação. HISTORIA UA PROSTITUIRÃO a publicar-se com a maxima regularidade. Está publicada a caderneta 86. começou in o sr. dr. Mascarenhas. A primeira pergunta tamento dentes especial em desde un moléstias Docct. tloDsultorio medico DK que dirigiu J. A. M. Geraldes Barba coRua Fernandes da Fonseca (Vulgo nhecimento d'algum facto imporGarreirinha do Soccorro. 11, t 0 28 tante, que possa considerar-se por ao examinando foi: tem v. ex ■ assim dizer uma outra renascença, differente da do sr. do século 16? Pasmo Silva Cordeiro, querendo entretanto porque ao silencio fere o dislate, umás importante que mediocre ficar náo calado, a pairar sobre aquelle sumpto. qualquer deve dizer estudante no se não tratava Visto Cordeiro não como AlDeri» Lacerai CIRURGIÃO DENTISTA RU\ OOODRO. N • 40114* o sr. Silva o sr. dr. d'este, ap- parecerara uns trabalhos escriptos se relacionavam com a civilisação da India e que eram uma nova Renas- para nós, represen- tantes daraçaarica e portuguezes muito mais íuteresaantes do que a do de ferro do Sul e Sueste iV\\iiui\eÍLo se a memoria lo passado e principio por assim dizer Caminhos exame. nos não falha, que no fim do sécu- mas que ha de melhor em talheres. Sociète, Alfénide e Christofle d'esse as- respondia, Mascarenhas disse, e litteratura Garrett 10 e u, 12, (Chiado), ^uniaao;, o sex;o século, bana- Ponderou-lhe oillustre interrogante, que Antiga Casa José Alexandre prudente pre- acontecimento liitera- rio do decimo lidades, que deitou se banalidades Renascença Continua d'ura curto imer- vallo para descanso, cença, 6£900 réis. dade ou frontosos do logar. sobre grammatica e philologia, que Apolinaria qne subtrahira Boa do Arsenal SOO 1.° pOLLOC^M-SB parte do século 16. Qae aquellas tentativas causaram uma .i O ANITAS" E O DESINFKGO TANTE DA NATUREZA contendo iodos os princípios hypieuicos gorados noa Pinlwirae» e florestas de Euoalyptos. como *e vé no tratado de -Mr. C. T. Kingzett ,o\»re " A Hygiene da Natureza." » u CANITAS" FLUIDO DESCiO FECTANTE é do cheiro ugradave' côr, não é venenoso, e não ca una nod ou íTcANITAS" FLUIDO DESINO FECTANTE para borrifar quarto-. .««infectar roupa, lavar feridas, e gurgare- e uns ares penhor de juro de cinco por cento ao anno. Depositos na Caixa Eoonomica, a i de novembro de 1888. "Divio sobre sobre o Ministério da Mirinha, e dos títulos de fornecimentos de materiaes do Arsenal da Marinha, a sr. Silva Cordeiro. seriam grotescos se náo fossem af • exame, Credito dg 4 ^ por cento aQ ann0 Desconto de juros de todos os ti•< i. u. ...i4i:«. r mw*** itulos da divida publica portugueza, dnterna e externa; das letras saccapas p*las juntas de fazenda das rovinoias Ultramarinas e pelos commandos das Estações Navaes na nossa humilde pessoa; por isso latim ou era Terminada a primeira do & conceito por qual- banalidade em da ínfamia-1 tugueza e obrigações da Companhia sr Silva G?ral de Credito Predial Portuguez, infinitas vezes á imprensa castigar madame e sob títulos da divida publica por- arran- Hugo administração T7MPRKSTIM0S não sem nexo em Economi- Publico. artigos. chronica e desconcertada. Ora falia em Pompeu, e Portugueza, Junta exposl- nem chronologico, De- Cor- arrogantes e de grande sábio, que Brazil, a historia critica das «mo- davam I quo a ilha senão Eotre os n deu a ca; e isto tudo dito com litlerarias verdadeiramente fúteis. Os In g aitnbuiam-n'a aosde tiros lat^rra artiihPriA do francez deslocando a syilaba tóni- O capitulo sobre a imprensa do que causal pressava o seu (Havas). ca correspondem visado, engaua se. es- narrativo de tal, treito, para lhe náo chamarmos taparticularista que Londres. /,«. nosso presado c< llega «idadp fértil so para aquelles pescadores Escreveram p^a la de ^iansibar canho, pelo caracter jornalista tão cabQ das " estranho <pe fosse tao o mar a aquella ilha. questão Geral positas a Tjpr do um e>pirito cordura natural. Diz-nos jornalista impro- compadecido de revelou-se a • q «os uinge.u sr. aiiva p Cordeiro iro ^ ^í0,. • i Ha can nallA A prisma do seu bello caracter; é tal desastre. deiro Caixas: para mostrar ... llllllo ,.aooUlu as leve nos molestassem sinhas /iha nos diriee O Duraute a lição o sr. Silva Cor- da guarnição. prestava a dar en- viesse a conhecer se mesmo ao de com o qu* no chão se lhe depara, as faces ao jury, se Folgaríamos muito atira costa de lanzibar contra os trafican- volta a escassez que, t<ndo encontrado | f ,„ . na ra ran a n n r ?.uu I do peixe, reputa-o pueril o st. nas cosias portuguesas o El * ^ ^ " I P vAi*/vAn Dninith At 4 (Tl rrti 1 Georges Pouchet. AÍIlrma que é rado da sardinha, os pescadores tão restricto o espaço em que se breties da ilha de Groix cã voltapesca a sardinha com relação a ram nos annos seguintes, e, vol immensidade do mar, que seria tando a Bretanha com a sua cartão absurdo imaginar que se des regação de paixe, tornaram a ventroe a especie por se fazerem n'esdel-o por bom preço, bom para ses pequenos espaços umas ras «lies, mas também convidativo pa zias enormes, como seria imagi ra os compradores. E, sempre que, nar,se se deâiruiam as anao. um pouco soldados si, ^tnleiena com a sardinha. O re- ^ d que o tinham todos tes. Ficaram feridos dois A cia o posição pouco commoda, olhando desvairado em torno de MENDES niSCURSO proferido no templo U line l-rnnvmn« dos Jeronymos nana inaugura- O sr. Silva Cordeiro não conhe- n'es «a jaudo uma incrível amalgama ana- 0 arenque desap. E claro Começaram Os derviches rebeldes flieram a noite passada uma nova tentativa contra o forte que defende as fon- cima, m9fmo Taem se passado annos em apanhado na ilha de Teu. Teu. v s-\ por 4LVES poucas palavras apenas. es- de que, em vista da inter?euçào imminente do governo inglez na arijnqUes. tanto pene. E que M leem monte e ainda esta parte envergonhados I cuiano. A' venda a 3.» edição correcta. desastre egual. O interrogaPreço 300 réis. Livraria Pereira, do sr. dr. Mascarenhas foi o editor, rua Auçusta, 50 a 54 e nas cordato. As suas perguntas mais do costu ne. 23 todas formuladas sobre dou- da no numero 5:592 correga, cahe, rola até ao sopé do de ataque Suakim, 31, m. alturas, ção.Nirra os succe>so3 aonde é que elles responderam sa ceu. Fascinado pelas POR A respeito da sna carta publica- dos A «Sociedade da Missfio da Africa central» foi offloialmente informada patrícios per- unham ido buscar a opin.ão sardjntia sardloha « voltaram seus 03à0 aUtísU aaicam8nte magnstatico sim; o sr. Silva Cordeiro não des- o sr. I pracça dnrante os últimos annos, mjes os a (alla da ilha de Grou compraram a larga, ralmente emitte e é p8tfai;ameQt9 14 descer triumpnante e questão da sardinna, da génio, devia O imperador Guilherme regresso» Tentativa da pelas irradiações do seus admiradores. Mas não foi asy que me deiro. fronte Berlim, 31, n. esta noite a Potsdam. 24 certo, é que I ção do monumento a Alexandre Her- os homens da estofa jury Eraum Sinai de qne o sr. Sil- multa acto com a sua Coimbra. Na- sabe o leitor como pre pirada pela malevolencia dura e embasbacar a turba este exh.^utorado ó tal cavalheirismo, to náo era um abysmo, ou charne- Imperador honrem Herculano lor como homem de sciencia. A um ções e ensinamento, esse assump- a Tijolo 26, 2." cemiterio oriental. Esperam das os seus conhecimentos e o seu va- intellecto illuminada ao sejo ao sr. Cordeiro ricos mais fecundos de considera- Petersbwgo, 31. n. inferior trina, que segura exploração dos veios histó- respeil0 as iníur. dapois eram minação das leis sociológicas e Da com essa connecedor do assumpto, esse d'um vo Cordeiro, dos nossos as*i- v P jachBi qae se vendia banossos a|gam J»ud0 ^ dilatada, tiu para S. Petersburgo. Drt.tão um mais adrede educado na precisa deter- pnantasmagoriia, ,equ(tr tório afauosa ca arida, escabiosa e acintemente Pouchet s-j. occupado desappari?ao as aos carda a n,r. que n'um ptivel. que o sensibilizou muito; foi ao hospital a «isitar os feridos do descarrilamento; e ao meio dia par Muito esiimariamos po- _ue onde fosse, o pescando Os os escnpiores (ran hiljl fr<Undo co raussima. uem liar O tzar foi hoje acolhido em Charkoff com um entbusiasmo indescri- Õ0g necessarias. ae sardinha coisas que nos déjS6 oram dar ae taes redes as b^m „nanleis ou Peniche, ou Fosse eslava com d0 M> do illustraçãj de sainamos deveras candidato ao magisté- d'uma mente incorrectíssima Bineularmente Portugal r(jm que 6 certo é que foi em sitio onse e Viagem cortar tão mdastria. eomsigo na costa de Por tugal, talvez por Ceumbra preferiu rio, es- pois ó dm diante do e emiamie de a coliocar a primeira pedra para o tribunal do império, sendo recebidos com em h us ias ticos vivas. Para um desmentido O que para nó 5 seus desejos ou as suas esperanças 0 porno do do jury e pi faltar a verdade. a não O imperador Guilherme e o rei da Saxonia vieram hoje a esta cida- mes ça do que ouvimos, não queremos tem- aos pira por que nao tendo clara lembran- proporcionava podermos correspouder calçada da brilhante prova do sr. Cordeiro iojuriaria nos na hypoihese de não Leipzii,.?/, n. subir ou e da mais diremos sobre Exuliavamos intuit) do prof-ssor, que nó* o ua Porta Férrea em meoos, não poderia ser malévolo o a&lemÃo obtiver julgarei po o nosso valor intellectual os euthusiavnos do nosso coração ju- do Império é minhas palavras, juro-lhe venil, os vôos arrojados da nossa imaginação d'adjleacente. Quando Tribunal S C0 * da babia da Biscaya, apanharam reciifka^o a uma completamente sua faina as voltas abi. pelas aguas não ousmdo umbem respâiio ba se te ou oito uns traduzil a [faneez zes ào Zia qus sao punidos. qne nao oasanao d|zem neo, ó com a perda d essa fregue- annos, simi- obri d0 Sendo sui f-'guezia. Se por 1 Succedeu pois, de encontrar estraaha padeiros, a quem | jnfci acaso mandam flcou deiro ins- ensejo do traduzirmos a um xima semana. phra^e. ou má. Esses correspondentes são quasi Duruy, tamanho manch;r com qae lhss M"gripham siáo de se reverem as leis constitucionaes, e addiou-se para a pró- estar ir-du em obra de reparo lucro certo, orgamsam-seemcom- chrisiovào Co r de Victor nlada egp va|0_ polia verdadeiramente m >- imante erro os náo noura de ^ vaj Gorvo felizes. sor, que assioi nos A commissão revisionista decidiu por 6 votos contra 1 que é occa- que residiu na Madeira! A qU0 escreVd estas linh.s e pesa0a Em da nos-hiam )S d'estes r&s da tarde ' sMo 0 Preslil? fa" Qebre da casa de sua reslleQC,a na se d'algum d'elles o sr. Silva Cor- nos irri- convidad)S Discutir com de todos os cavalheiros aven- tam pela revelação de rnius essa I estatua, não existe na iiha da Ma- Sao, compram n a aos pescadores, muito outras ldaídade íeaiuaue, \ xo dito, appello para o testemunho | prwnca deleitam singelas maior maior descer? Para confirmar o que dei de valor cí- nos íaitor leitor, ura homem por que a belleza não falte o convezes nome caracter mais puro? preuhes decerto, e bem diríamos o profes- ou nQmental elles a lia Hit* e que o seu fuierai terá lo£ar hoje 2 do còrrente pelas 4 ho- vico ou guerreiro, cujos episodios, traste, umas relações que íoi de anthropologia prehisia n^ta wnlo • cobertas t<trií*a a se rochedo dintu em algum sitio, elles abi es mes, Pinheiro Chagas. o das sua? te sua prosada avó B. Joaquina Ju- nossa tratar de taes pontos, considerar- m(j0 aobra nno. de soberbas epopéas os seus par ntes e só conhecia des- não serem olvidados pelo estudioso, todos a pTru- quede tal H vin Ja viu, lenda a existencia de um rochedo | A revl»ao con«(i(acionai em Franca com uma fórma estranha. Mís es- ter- negoceiam. oej* importância para estatua d.-íU origem haTendo pesca abundant4 de sar para com d essa ?.? sardinha. Nao se contentam pirem com logo que bem, a existencia alam, quando nao lambam dos que da renascença; ao VígS Abranclies Deus servido levar da vidi presen- capar de quaesquer recifes, de so- Pelo estrangeiro Ya pescar, que J^^^'^^TMam'SerUulfs que eu observei immediatamente, bastaote vastos para podermos es- estatua doirada. E . deira, mas sim umas das iihas dos lugras andam por toda a Açores a j[Qa esudo Corvo; a parte; bem a attençio da convidassem Cordeiro, que Miscare- pessoas século na o sr. . mo historiador fallarsubre assumptos como estes, o conhecem profundamente, numa fljcha n esses folgaremos no descoberta mais palpitante, Clpam unificação Alletnanha vida escolar, nos Ora, como os nossos leitores sa- am apporelho admiravel, com uns minam ilha visto Chris- e cruzadas; o que este cava- tia em cit»r Boucher de Pertes co- organi3ação Quando em historia, Parece-nos interessante este as- a America, «aquella hào de fazer! e dr. Mascare- Som actual. Assim nó* o sonhássemos!» dente». vistosos, elrg.ntissimos qae o que romana aaluliae braço estendido mostrava o Occi- pintados com todas as eôres,com mastros bem pelos Carthagine- Colomb > Os Portugueses por- descobertas prova a ter o que se sim, esses ó que teem juizo! Elles elle desperte como o aos falia sahera sr. nhãs fez no meu concurso, eonsis- segundo a lei, .tem O seu assumpto era: queda agora também «Vejam Ui era Portugal! sentido e annunciado aquet.mbsm sâo caso dizer seus patrícios: sump'.o, car por esse mundo de Ghristo. em França «grésiilans», Roma» Pouchet zes, diz que até parece terem per- e pescam tudo o que se possa pes- chamam de tuguez. Contando as pode render dinheiro, Os seus lugres, republica. Pois muito de relance n'um conhecidos pela sua intrépidos grande n essa «Historia intrepidez notável, mas entre elles os mais estudo dos costumes, oas instituições, das luctas da em diz seu «Imitemos os estrangeiros!» éuma escreveu que, um escriptor do pulso do sr. Geor- cedente, Cordeiro o ção oral deiramente maravilhosa, uma obra que lhes dissemos no artigo ante- sr. «A íó^af• E' uma vergonha para no*! Duruy o lheiro dissera? citar ura exemplo. Assim, Como os leitores já sabem pelo desconceituar exame em historia por expôr a li- consolação, repetimos, vôr leitores vão ver. sua caria do Jornal da Noite, para vir dizer: «Vrjam o que se faz «iá • Historia de Rima», que ó verda- porém, como os nossos professor é infolli- mo com a conserva das sardinhas. é para Continuado do n.° 5:592 ó já para no3 de Portugal, nossa expressão vulgar, e interessante de com que o i&feliz candidato na nhas, apresenta uma consolação, nós que estamos a «raia», segundo a uma civi- Quer conhecer o leitor a lealda- e o seu dos lycens outros povos. Quando se o:cupam Basta-nos Cordeiro ... Ora, latinas repugnava lisação mais antiga o que elles tive- rem deixado escapar.» sombrosa, quando se occupam dos ás do que a bellenica. das nossas coisas. vel Professores seus inimigos naturaes, ou então, o que ó peior, povos, mas não ima lettras gregas e dizimado pelos irá ao espirito dos dedicados a idèa de que houvesse senão mais crassa ignorancia a respeito as lendas o berço que questão os tornarão a esse peixe, for pescado, continuam a mostrar a Sabem mostram-se de uma exactidão as- de conserva de sardinha em Pouchet toricos são altamente respeitados, ge Pouchet, s* liga com a fundação das ao seu lhe chama «lenda». tos, aquelles phrase qu* já notámos do sr. Geor- Não o pode- O proprio sr francezes u ria. Houvera aquella celeuma por- alguns elementos de ver-1 niquilarem os bancos que pa>s«*m pElo presente se faz publico, *que no dia 8 de novembro do corrente anno, pelas 12 horas da manhã, na estação do Barreiro, se ha de proceder, na conformidade do disposto no art.0 n.° 103 das tarifas geraes de transportes d estes caminhos de ferro, á venda em hasta púb ica da remessa n.° 306 de pequena velocidade exoedida de Serpa e constante de 25:600 kilogrammas de minério de íerro. Barreiro, 29 de Outubro de 1883, '.T'CANITAS" OLEO DESINFEC^ TANTE. para fumigar quarto* londe ha moléstia, para tractumento •mpigena e rheumatisrao, e p<ira inhalaçao íe vajjor nas moléstias da garganta e do u1^ANITAS" * (SIMPLES) para O regar ruas, e desinfectar cano*, latrinas, eto. u ANITAS" INSECTICIDA para ^ destruir Insectos em plantas is. •u-vores e e para lavagem de estufas. 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Mandara-se nttestados de facultativo» e assoas sdentifleas, juntamente com ha lirecçoes para o u*o. a quem os podir. Agentest JAMlií CASSEIS * Ca., Hna do Moonaho tf* i«7. J. P. â. Paiua Cirnrgiío-dentisU Travessa da Àssumpclo IH. !.• andar 20 Aluga-se CASA mobilada, com ou sem coPelo Engenheiro Chefe da Exploramida, para uma ou duas pescerta celeuma, como succedeu J Çã0. I soas. Travessa das Portas de Santa 0 chefe do movimento mais tarde com um trabalho im25 1 Gatharina n,° 12, 2.® Honorato dt Snisa portante de Pertes sobre prehiste- Circulo '*8TtLHAê ^ aduaneiro do A Ferreira ás í/íirandalPara sul Solicitador As Dores de iiifíieei», Estomago DARA todos SZO «1KD1MWT1 GUIADAS COM O IMPUQO BO e Manaus Sobralense os (íT;itcs decls.a, esperado do Havre de 12 a 13 de que tem a sua residencia em Queluz, por conselho dos me'ticos, uesde o dia 25 de junho ultimo, Con*tipaçêea, Acid«o Pará encartado LISBOA Contencioso fincai o vembro. conservando o seu domicilio na rua! -pyr -i ^ . do Arco do Dandeira. n./> 30, !.• on i HL&Y&Ilh&O Q r^LTCÍL I^elUio de tem o seu escrip'orio forense. CARVÃO, O" BELLOO ■^o sabbaào 3 de notembro, pelo meio dia no armazém aos Aírradece penhorado pessoas que se t em Oucr em PASTILHAS; ancr cm PÓ. leilões d'esta casa fiscal, se procederá á venda das fazendas arresta- a todas as interessado O pela sua saule durante a longa enfermidade, que tem soffrido, e es pera a continuação dos favores de das, e demoradas abaixo mencionadas. Sapatos de trança, quinquilhenas, bijouterias, colheres de ferro esta- seus constituintes, agradece que desde já 8 C 18 COMPANHIA esperado d'Antuerpia em 13 de vembro. indispensável demora em Para carga ou passagens trata-se rua dn Alecrim n.° 10. Almanaeli das senhoras de M. Portuense Estes dois vapores sahirão nrao para os portos acima indicados nhado, etc. Vende-se na loja nova Novaes,Figueira da Foz. vapor ##0«LO Di%A$TtVW** PROPAGADOR DE K. L. de S. Roque, 83 A Os agentes Garland Laidley U 6* SOB A GERE.NCIA Flor Bouquet para do de Vapores Sobralense ou Núpcias embellezar o F BAPTISTA Rosto. B. 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Põe-se em casa pelo preço do PorAs capsulas e rolhas para evitar falsificação Barris na alfandega SMUAO OSP.\Ql3RT«S COM GARRAFA acham-se nistração todos os dias não as 21—Travessa Penhores D 0MING0, 4 de novembro, e dias seguintes, pelo meio dia. ista de objectos de ouro e prata, reloKios, roupas brancas e de còr e muitas outras 13 da manhã até ás desde 4 horas da Lisboa e Administração Geral de outubro de conselho •JOHN ELDER a 7 de novembro. «ACONCAGUA, a 5 de dezembro. C0T0PAX1, a 21 de novembro. ARAUCANIA, a 10 de «<i Os paquetes JOHN ELDER e ACONCAGUA farão escala pi Pernambuco e Bahia para onde só recebem malas e passageiros. Faí-se ab&iimento íamilias que viajarem para os portos do Rraml a P,i9 4* tatá. St 3.» címbs por nurnifico» vapores, etfi viatic i hora &c f/iraida, cama, roupa, etc. k beváo les que as pedirem. Pelo da Queimada—23 diversos usos, louça, mobília , machinas de costura horas feriados, Remettem-se as condições a todos aquel- 17 de 10 da Admi- tarde. garrafas são marcadas com s nossas iniciaes vinhos. exportação. HA MEIAS GARRAFAS. 14 Leilão patentes no escriptorio dos Tabacos, Para Vigo, I88B da tfiaáos, wsinheiros porM^uexes a medico. iordaos, O Plymouth e Liverpool PIQUETE Administração Geral dos Tabacos. ACONCAGUA O Administrador Espera se de a 3 de novembro. ''%rsa«r$6 t passagens trata-se vC SK LISBOA ú £> rt%i* ALFREDO MENDES Di SILVA f £.« 4o «oãré CM ajuntes RO PORT* /«rr*íir« Pini# JSâMê 10- Urro c.e a. João Wovo-10 i