i--1' t«*l
*a
íut
t flM
AlllCNATUBA EH LISBOA
1 me*...
SOO réia.
Annuncios, linhi 20 réis.
l mexes.
SCO
»
Oitos na 1.» pagina 100 rs.
Arolso ..
10
»
Corpo do jornal 40 réis.
Communicados e natron artigcs contrai*m-se
17.* anno
AMSliiKATIIBA MAS PUOVINCUtt
na administração.
3 mezes pagamento adiantado
i
Sexta-feira
2
de
novembro
A actriz,
O
numero telepho-
iico
é
Dia
162.
E' hoje
mortos.
Anlonio
de
Fernandes
d'Araujo
nm dia consagrado aos
Todas
no mundo
as
famílias teem,
mysterioso onde as al-
mas habitam, um ente querido, ao
Guimarães
qual enviam
n'este dia
uma ora-
ção nas azas de uma saudade.
O illastre commerciante ha pouco fallecido, cojo retrato hoje damos. nascera em Guimarães, a 2o
de
março
soa
de
vida
1838, e começou a
exercendo
mesquinha
posição
no
de
Porto a
marçano.
N'este triste anniversario acompanhamos pois os nossos leitores na
homenagem
nossos
prestada
aos seus e
mortos, pois que o dia de
hoje ó de lucto geral.
Mais tarde, foi para o Brazil, a procurar fortnna pelo trabalho honra-
AMlgna-ae C. «In Estrel-
N'aquelle
outro
hemispherio
la 102.
grande e selvagem, como lhe chamou
um
tribuno
quentíssimo,
Araujo Guima-
rães um grande horisoote para as
suas
aptidões e actividade inque-
brantável.
A
breve
espaço, com
pouco capital, fez a primeira casa
ra
casa Araujo Guimarães tive-
um
movimento, annualmente,
de vinte mil contas com o primeiro
estabelecimento
de credito do
Brazil.
Do
pela
império do Cruzeiro, voltou
primeira
vez à Europa, em
e
terra natal, diplomado impe-
rialmente com a venera da «Rosa»,
por serviços que prestára ao Brazil,
na
preparação d amostras de
da
Procurara o remanso, depois de
tantos annos de trabalho, e afinal,
veio encontrar a morte.
Araujo
Guimarães
a
sou
se
no
no
dia 3 d'agosto ultimo. Era um homem muito sympathies, intelligente, honesto e caritativo.
se:
2.» vez
«Abel
eant'da pela9 sr." Tetrazrini,
foi
Re-
Signorini;
sendo muito ápplaudidos
caneca á cara,
puoho
grande ferimento
fugir
caiu,
ficando
que ao
muito contu-
so.
resultando lhe urn
no sobrVlho di-
reito.
foi agarrado e recolhi-
do a casa.
do Castello
uma
e continuam activamente os
trabalhos de construcção dos abarraeamentos
annual
mette
de
para
S.
ser
—Foram
para
da roda
prancha attingindo
caiu uma
a actriz Ame-
Martinho, que pro-
muito concorrida, se o
grande
trovoa
escondidas na caixa
do leme
do vapor «City
of Cork».
Encalhou
na
de Cima a chalupa franceza «Charles».
B.
o
pôr
dos,
foi correctís-
O publico,
esgotou
cos
o tenor
cha-
todos
applaudidissima
no
pela
maneira
cantaram o «dusttc»
do
acto
recebendo por essa occasião
uma
grande salva de palmas.
No fim da opera
estes
tres ar-
tistas foram chamados ã scena.
No sabbado
repete-se
res;
«Ernâni».
O
Diário
ao piano, da
tomam
opera
«Mignon»
parte
os
na
seguintes
soas
não
exemplar
algum
das duas
edições
que
reira Lima.
D. Cecilia Rodrigues Leite Ribeiro.
*
•
.'á regressou á sua casa em Lisboa, vindo da Cruz Quebrada, o sr.
Raymundo Ernesto Pereira Chaves
com sua ex
familia.
—Está na sua casa da Oliveirinha
o sr dr. Francisco de Castro Mattoso Corte Real.
pl et am e nte em
—Regressaram a Lisboa, os srs.
I). José Menezes d'Alarcao e D. P.
Menezes d'Alarcao.
pcnccs dias.
Desastre
Os náufragos da Figueira
Sucedeu
dias um
ha
lamentá-
vel incidente
nas
obras do pbarol da
barra
de
Aveiro.
Sua Magestade
que teve conhecimento do naufrago do barco de pesca na praia de
Buarcos no
com perda de vidas,
por
pedra,
tdegramma que do
creança
nos braços ao
posto medico do sr.
dr. Leão d'O-
liveira,
da Prata 441,
sito na rua
4.°, dizendo que a mesma creança
se achava muito doente.
O medico teve apenas de constatar o obito.
A fallecida
chamava-se There-
seis mezes de
edade, e
era filha da mulher que a conduzia.
do resvalar para a
gueira,
escada
buída pelas famílias dos que mor-
ra»
em «Évo-
que
se
acha
e
ro-
deado
de familia.
A
subscripção
mensal
esta
dando
pelo
ANTONIO FERNANDES D'ARAUJO GUIMARÃES
em
em
uma queda
metros,
que
guerra
reram, e ainda pelos que
COROAS
bastante maltrata-
seus haveres.
Agua
desastre
da
todos
os
generos
e
a
primeira secção do ca-
de ferro de Ambaca.
preços
se
P.ETROZEiRO
mato
expedidor d'outro te-
Esquina da rua de S.
Francisco
de s. Carlos, (6.* ília) até á rua de
ausência
do sr.
da Fazenda na recita de
gala em S. Carlos.
Explicava-se a coisa por certos
mhttí
BARATEZA
Traductor
da
Carvalho, Francfort Lis-
Tem
Completo tortlmeueo
boa.
RUA AUREA
V
de ourhenurla
preços fteoQ compelenda
SOARES
i FILHO
Oliveira Martins está esDAMNADAS
DE
PARIS
ptiblicada a
I4.a
caderneta
Escriptorio,
Travessa
da
Queimada 35,1.'
dado mal com a politica, regressa
de
do sr. ministro da fazenda.
Parece
que
de
o
astro-rei do sr.
Carvalho é agora o
sr. Henrique Moser.
norários
nomeados
da
LISBOA
tuo
uma
real
simples
bebida de
effervescente, e constibebida mui agradável e
camara os srs.
sa Martins e Gaspar Gomes.
quer
seja tomada só
gundo nos informa um nosso amigo
medico
pelo
eminente,
defeito
não
pecca
de que a soda e ou-
tras aguas gazozas são frequentemente accusadas, istoé: de
exer-
cer uma acção depressiva sobre o
systema orgânico. Looge disso; toos testemunhos medicos ten-
dem
a exaltar as qualidades the-
rapeuticas qae ião altamente distinguem a Agua Apollinans.
lm bom
brotinho
Antonio Carlos dos Santos, caixeiro,
zangou-se
com Maria
da
Piedade, e deu-lhe uma tremenda
bofetada, fazendo-lhe
deitar
san-
gue pelo nariz.
Note-se
medicos ho-
é
quer juntamente com vinho; e, se-
com insistência o
O verão do S. Martinho foi hon-
à litteratura.
Ainda bem.
Travessa
drs. Manuel Bento de Sousa, Sou-
de Portugal.
O sr. Oliveira Martins, tendo-se
official
já não esta muito nas boas graças
Foram
nos mar^s,® e que versará sobre a
Está
allemã:
corrido
Marianno
AS
professor
boato de que o sr. marquez da Foz
cm todo o genero
OURIVESARIA
lingua
e
nossa opinião, su-
á qualquer outra agua mi-
altamente
dos
Santa Gertrudes. 42. rez-do Chão
SE35PRE NOVIDADES
se intitulará «Portugal
que se per-
S. Bento, 218, 3 ° E.
293 Lisboa.
crevendo um livro qae,segundo nos
brilhantes,
deu n* noute de 31, do fauteuil C.
André Barros, rua da Magdalena
egramma.
botão, cravejado de pe-
queninos
Lisboa.
Expedidor d'outro te-
aiviçaras a quom resn-
de
em
refrescante,
um remate de brocbe em for
3*7 — CHIADO — 39
Duchesse Uceda, Hotel Central,
informam,
perdido os
neral de que tenhamos noticia;
(Havai).
Ambrosio Manoel Esteves, Tra-
sr.
terem
Apolianurl»
como
meza,
de maugurar-se a explo-
belga, vindo do norte.
ella,
perior,
Loanda, 31, n.
FÚNEBRES
legramma.
O
escapa-
ram e que possam estar soffrendo
privações, por
C&mftnlio de ferro
barra um couraçado
Macieira,
Fi-
que ali»sucede.
Em
Nobre
da
promptamente distri-
ficou
primeiro
2o;8o0 rs.
a
ser
municipal
do no craneo. E' o
18:000 rs eaavnlso
interior,
d'alguns
navegação e commercio marítimo
notada
dos in-
policia
Eduardo
aos Olivaes, foi
cofre
dio da camara
vessa de Santa Catbarina 4.
Marcos,
ordenou por
ex ccmmissariode
Flora, Lisboa.
no ca-
outubro,
teve a infelicidade
Telegrammas em deposito
Anna Simões, moradora
da
de 200£000 réis para por intermé-
sustentar
(Ha vas).
por estes dias.
19
o
de
subir á scena
dia
nnndados fosse retirada a quantia
subscripção
\
Eita opera deve
Rainha, logo
ção d'uma
uma
Entrou
Gbidoiti—Antonio.
a
causa da desloca-
columnas
S. Julião, ly t.
Solda—Gierno.
•
se venderam com-
de Ambacíi
Paroli—Laerte.
amuos...
Serzedello Pe-
E'
Meroles—Loterio.
ministro
já
precedentes,
do
Degene—Guylielmo.
Foi
D. Amelia Candida
suas
E os srs.:
za, tinha
as ex.MI sr.M:
Um operário,
Garagnani—Filina.
com uma
que
poderam alcançar
Coara
dos
Fazem hoje annos
Alemtejo, abriu em
Sr." Pacini—Mignon.
sal
noticia
de estimar as pes-
artistas:
Prandi—Federico.
#
o que decerto hão
L. r.
entrevado
Principiaram hontem os ensaios,
•
consa-
d'esta publicação,
até ao anno.
para
a opera
sua
ciar-lhe a
recorda-
como
4.°
edições
nos pois a anoun-
E, dignos leitoS;gnorin: foram
Eduardo Julio Frazão.
as duas
ção.
«miserere».
Renée Vidal e
Costa Goodolphim.
pou-
gração. Limitamo
deixou
saudosa
mada no fim do acto.
dias
deu a
esta-
a
uma
Conde da Ribeira Grande.
Manuel Saldanha da Gama (Ponte).
Dr. João Corrêa de Freitas.
d'este livro, já lhe
fechou
este anno a
E os srs.:
que
em
primeiras
Foi, emfitt, uma
d' O eiras
do
Canavarro.
D. Ermelinda Peixoto Síegner.
ronymos.
e
villa
I). Adelaide Emilia Monteverde.
D. Maria Xavier de Passos Manuel
no templo dos„Je
Picão.
a
na
Fer-
reira.
D. Carlota Lecòr.
D Adelaide Augusta Ferreira.
xandre Herculano
á orches-
que
I). Julia de Campos Paiva.
D. Basilia Augusta Patrone
monumento a Ale-
que fez aos distin-
com
Mendes
inauguração
chamadas,
festa
discurso
ves
entendeu nas inú-
b r i 1 h ante
admira-
grande orador Al-
o
curiosos
D. Margarida Abranches de Queiroz.
pro ferido pelo
a selecta
meras
*
ar":
em
e primorosa
vel
de to-
assim
venda
edição o
uma poe-
parte
a
nova
do
por
Pe-
reira acaba de ex-
sr.
final
e
«
«
A Livraria
desempenho,
simo
ao hotel.
(Havas).
de Alves Mendes
sia original.
O
Porto, e foi logo pa^ar-lhes a visita
Fazem amanhã annos as ex."M
Baptista reci-
drama,
0 príncipe regente recebeu hontem á tarde a visita da rainha de
Portugal e de seu íilho o duque do
lib curso
Picão.
no
JHalnlia
(Havas).
sia original do sr.
tou,
a
Soa Ma&e»-
Munich, 1, m.
praia de Peniche
uma linda poe-
dr.
de
tade
Cabo CatToeiro, 1 m.
«Discór-
Também
Reffreafto
Cbalup* Charle*
dias da Concórdia»
e
demorar se ali até segunda
sobre Vienna
apprchendidas 22 pe
ças de setim
terceiro acto,
Parte boje para Mafra
tade El-Rfei D.
Luiz, qae
a próxima feira
da.
Affonso, no intervallo do segundo
o
ha
tempo se apresentar de feição.
—Cala esta noite
O doido
dias
e Caim», a
ro a salvar-te», tendo
qual
cora o marido arrenrsson lhe uma
dreira, correu homem de faca em
sobre um visinho,
altercando
principiaram
reali-
çao balnear, e que
admiraveis
mulher
Penafiel
que
no adagio da «romanza»eno «cor-
Tetrazzini
uma
Em
rua do General
theatro
comedia
agradou
como
née Vidal e pelo tenor
Torres,
na
te dirigida pelo sr.
Cantou-se homtem pela
maneira
que elU tinha de cantar.
tra, magistralmen-
Carlos
b?ste-nte pela
residente na Viella de Pe-
Feira de S» Martinho
o bello drama
ctos
a opera «Trovador» que
nação,
5:593
isso de se supprimir a musica em
—Hontem,
Um individuo quesoíTre de alie-
tendo por
Repres entou-
também
S.
trado.»
nervosa,
«Taborda».
plateia
falleceu
«Diário Illus-
ficou
lia Garraio e uma corista.
recita
hontem
café, para a Exposição na llollanda
t.—Ao
Numero
além de bastante ma-
muito concorri-
1872, e ha dois annos viera para a
sua
e 45 m. da
b
1888
Esteve brilhante
de «ensaques» no Rio de Janeiro.
A
31 de outubro, às 2
A correspondência sobre administração a Rodrigo de Mello Carneiro Zagallo, travesssa da
Queimada, n.# 35.
Oeirara
portuguez elo-
viu
PORTO,
goada,
— Hontem â noite no theatro D
As Uamnadas de Paris
do.
Telegramoias do Porto
íinados
de
1«5150 réis
que
a pequena tem 8
annos d'idade.
O brutinho foi
quadra.
Deve
conduzido á es-
■ ——j —
--
ter partido hoje para Ma-
fra, o regimento d'infanteria n.° 1,
tem aguado em Ltsboa por alguns
para
chuveiros.
alvo com a nova arma.
fazer
exercício
de
tiro ao
&>I &MO B&fc£A«SAl**
culo,»
srs.
O
pão
(los
pobres
ção
servindo do secretários os
Neves
Ferreira
e
Andrade,
Ao
Primeiras
sr. ministro
em primeiro logar o sr.
«Ernant»-Bftttlstinl
da justiça
Oliveira, que mandou para a mesa
Tudo
são
materiae8
prosperidades
em
Lisboa,
prehenaimentos de
gantescas.
em-
obras gi-
A varinha magica
socialista
D >pois
rense,
mar, para os transformar galhardamente.
ministro
do seio
operaçoes
de todas as
bem
do miolo
de
combinadas,
todos os syndi-
O sr. ministro da jus-
tiça povoa
do paiz.
reino
mão do sr.
de conegos as sés
O
sr.
enche
districto
ministro
do
capitaes
dc
as
de
juizes
toda
esta
de toda
opulência
esta
rosa está
a luctar
íicticia,
riqueza menti-
a miséria
do povo
com o augmento do
preço do pão,—do pão que é
o udíco alimento
Lisboa,
a
dos pobres.
bella Lisboa, a
cidade de mármore e granito,
rainha do oceano,
se
na
mendiga
derá comprar
converteu-
que nào po-
o pao de cada
dia, por que até
o pao enca-
receu sob o consulado de um
governo
nefasto que espalha
o ouro ás mãos cheias n uma
febre
de
desperdício, n'uma
loucura de esbanjamento.
Ao menos
respeite
que
uma
dos pobres.
O
do
expedidor
dos
carros
o
comício
aonunciadí para
Judicibas
inconveniente,
desatinou,
obrigando
commissario
geral
a
resse geral e nao do
uai
iate
interesse de
partido; e peca foi que o re-
o
dezembro da 4878, ha nove annos
ceder
energicamente, no que fez
muito bem,porque lhe restituíram
mais incommodo.
Ao sr. Judicibus seguiu-se o sr.
todas
as classes,
não lhe esquecendo a dyna-
que
o possue,
mais,
sendo
preciso
que o
presidente o chamasse a ordem.
Failaram
jeitos,
ainda
mais
concluindo-se
aggregar
a si os srs. Luiz Figuei-
na camara
fljentes
no
municipal e outros in
do partido, ser elaborada
em nome
dos habitantes
da capital, pedmdo
promptas pro-
nara . a
caracter
partidário,
uma resistencia
se
tação do sr. Marianno
lho, n'este
de
FOLHETIM
PARIS
O
carroceiro
guiava,
o
com
na
menor
Manuel de Jusus
a
carroça
que
rua dos Duuradoures,
de
4 annos Laurentim
Barral.
creança
DO
ficou
ferida na re-
Em
dia
de
finados
FLIBUSTEIRO
(Minha
mãe)
debilitada
E, depois a quantidade de arsebem que
nào fosse, felizmente, bastante para a envenenar, occasionara com-
Tu, que estas ao pé de Deus,
anno
talvez,
passado
5* vara lhe seria dado.
n'um
grande socego, rodeada do amisades, para se restabelecer comple-
peloj pedido
dois
da demissão
contos de réis,
pagos
por
«alguém»,
a etiqueta,
tico, me pareceu, durante a repredo
«Ernâni»,
insupportavel
como
odiosa e
é
o
Porque
nós tivemos no «Ernâ-
ni» a d.ti,
cada
gar, de ouvir,
um
grande
vez
pela
e
menos vul-
vez primeira,
prodigioso artista,
um glorioso iniciado dos segredos
do
Dello
canto
italiano,
e
a tal
etiqueta tyrannisadora, sobre tudo
quando se estreia um cantor, que
se chama
que
Baitistini, ordenou nos
ô escutássemos
em silencio,
siastica admiração para noite que
nào fosse
de gala,
dominadora,
como se a voz
irresistível e violenalma commovida
e arrebatada fosse uma cousa que
se podesse addiar, que se podesse
supprimir!..
expedida
de Bolonha, o que ella pensava do
extraordinário
talento de Battisti-
ni, o que Battistim significava para o s'eu apreço; quando a saudosa Mimi
tistini
me asseverava que Bat-
ia ser
Liàboa,
eu
o
«enfant gâté» de
estava
pôr, confesso-o,
excederia
longe de sup
que
a todos
a realidade
os respeitos a
espectativa creada
por
essa car-
Pois excedeu-a
que nào houve
de tal maneira,
hontem
ninguém
em S. Carlos que nào sentisse que
tinha
na sua presença o primeiro
da
mo tempo
o
um
admiravel cantor,
elegantíssimo, um «charmeur», na
ampia accepção da palavra.
Como que vimos
surgir no pal-
co, em ioda a oua realidade históCarlos V.
preço da
ao
pensamento
e até a fórma
ministro da
se prestou a esta im-
acudiam-nos
os
maravilhosos
alexandrinos de Hugo, por tal fóro grande
vulto,
artista
nos dava a
tangível do legendário
iliuminado
pelo
gemo
do
auctir do «Ernâni».
E a gloria
não esta no
do
insigne barytono
volume
da
voz, que
náo é nem muito extensa nem ex
mande proceder a
na
pessoa do sr
e
verá que são
ponto verdadeiras
Aguardamos
no passado, o
um artista brilhaute e um homem
realisação
todo
assim
célebre Cotogni, e que é ao mes-
ma
medico
actualidade, um ba-
as
traordinariamente vibrante. A voz
de Baitistini
ó o que os francezes
chamam ama voz branca.
Mas
que
delicioso timbre ave-
ludado, macio,
argentino
e melo-
diosíssimo o d'essa voz formosissi
as
providencias
ma, modulada
com uma
arte su-
que os poderes públicos tomarem
prema, conduzida com uma scien
sobre
cia rara!... Que prodígios de mi-
este
mettendo
acontecimento,
não
pro-
largar mão d'este
assumpto.
mo e de virtuosidade
ella ostenta
no canto a «fior di labbra...»
Que encanto indescriptivel, d'es-
Curso de ensino livre
ses que nos deixam
immersos em
um extasis quasi religioso, o «Ve-
Trago o corpo contundido,
bem mais brando.
Habilitação para exames no lycen
nite a mo,» tal qual elle foi vocalisado por Battistim!...
na próxima época.—Explicações
E não se pense que essa lindísRua da Penha de França (ã praça
Eduardo A. da C. Se;g;as.
das Flores), n.*8, rez-do-chão
pôde portanto, consagrar-se a Ce-
vezes, sempre de
leste e a Cláudio Prtux.
caminho de Revin.
pois
de
ambos, e foi
noite, e toma o
sima vez atenorada
dulcíssima
náo possue,
a par de uma seduc
Apenas
a
instaliado,
cousa que
—D rei a Benedicto que o vigie
e
foi approximar se do
tentou,
era
que são o complemento
peregrinos
dotes
do celebre
I
do duetto, um
Leva aquella caçador!
foi sempre assom-
broso de talento, attiogindo a emi-
Oh! que vistosa e
nencia
a que
On! quejoia! ch! que primor!
var-se
as summidades, e comma-
nicando nos
só conseguem elea intensa
e subjuga
dora emoção, de que íó ellas pos-
Embutidos de maiflm,
suem o inconquistavel segredo.
E*sa arma com que elle mata
Em
vão
o despotismo
da pra-
Nas suas matas sem fim.
emmudecer o pu-
blico fanatisado;
a despeito d'essa
Nunca teve um
Arma de tanto valor
a
Para ir de serra em serra
fina
sensibilidade
artística
de
El-Rei foi decerto a primeira a insurgir-se, os
bravos
de todos os pontos
clamaçõas
ram-se,
de
Vestido do caçador.
irromperam
da sala, as ex-
assombro snccede-
desdobranio-se
torren
tuosamente e indo cair aos pés do
Nem
da Austria
Se caça no seu paiz,
Desfecha uma tal clavina.
victorioso.
Battistim
ê, como
já disse, um
horaam encantador,
uma bella fi-
gura shóksperiana,
alta,
esbelta,
distintíssima, justificando por todas as maneiras
a heraldica do
na
seu
cende
D'aquem ou d'alem da raia
Sem qua elle,
é barão e des-
de uma nobilíssima família
Italiana.
Mas a sua verdadeira aristocra-
Oh! que linda caçadeira
Leva aquella caçador!
Oh! que vistosa e certeira!
Oh! quejoia! que primor!
cia está no seu talento enorme, na
sua peregrina
arte
de
II
phrasear,
no proficiente colorido que
imprimir ao canto,
sabe
dando lhe
to-
Ao longe sóa a busina,
Sôa distante o ballali.
das as «nu^nces», todas as fiexibi-
Ja o sol ao mar inclina.
lidades, toda a magia
Já descança o javali.
incompará-
vel em que esse canto se impregna para fascinar nos,
dar
dentro
da
para acor-
nossa
alma
mundo de sobrehumanas
um
commo-
ções.
Que
noutes
gloriosas
esperam
este triumphador, quando o espectador estiver livre di mordiça!...
Que horas de incomparável jubilo intellectual nós
vamos viver
ouvindo-o,
da sua
captivos
longe
da terra e das
reali
suas tristes
dades por essa voz ante a qual se
povoadas
de seres ideaes!...
Que Hamlet prodigioso será este grande e genial barytono!...
E do «Ernâni»
que dizer,
pouco
mais ha
elle
cfTuscou
porquo
tudo e tudo
absorveu na
irradia-
ção onde o admiramos.
A debutante, a sr.* Ginlietta Millie,
foi
uma
Elvira
(Dona
Sol)
muito pouco luminosa, uma especie de antith se do sol, que a deixou inteiramente na
sombra.
Millie, diga se a verdade, é um
seprano
1'g^iro,
igual
a
outros
que S. Carlos tem supportado sem
protesto
O ca>tello do senhor.
Recolhe a lassa matilha,
Repousa-se o caçador.
—«Cuidado, pagens,cuidado
Co'a minha bella espingarda.»
Diz o caçador cansado.
E o seu banquete não tarda.
arte
consummada, levados para
abrem regiõss ignotas,
Accendem se lumes, brilha
Mas a sr. Millie teve
pa-
—«Riquezas qne
«Dado a Luculo...
Qliando passa o caçador.
Vão erguendo os re'posteiros,
Curvando se ao seu senhor.
Sôa a fanfarra festiva.
Dís candelabros ingentes
A bella luz forte e viva
Doira os crystaes resplendentes.
Começa o festim. Cá fóra,
Por não poder comprar pâo,
O povo faminto chora
A pensar no castelião...
ra os binoculos o defeito de se haver esquecido completamente
do
aphorismo da sua gloriosa patrícia
COiECOMCOES
msdame de Girardin...
O tenor■Migliori, que
tinha
na
ioaqcira
garganta uma angina, ainda d'esta vez não teve a
habilidade
in
Aagnsí»
Poraeeodop exeliMrtv» tf*
dispensável para apagar a má im-
aafiBlaierfto
pressão que
eío®
deixára
na
«Aida».
efiedade deOeosprajpftfttaii,,
ciado baixo, um artista correcto e
¥ja«ftHta£G>
absolutamente senhor
©te.
que piza, desenhou
do
terreno
bem a
de Ruy da Silva.
Mas o successo
da
noute,
do para Baitistini.
de
que
Julião,
ora
410.
Gabriel Clauoio.
Nào tardou muito que o imaginasse.
completo
no comboio de Char-
o ahi comprou
uma mala
não
tre pateo e
lhos pequenos, jóias falsas e brin-
um chapéo
que importa saber.
tantemente fechada; o «Marquez»
quedos para creanças.
gas, e lançou
Adivinha-se
facilmente
tou as o mais amigavelmente pos-
quaBdo Joanna Ledrut
sível.
por missão
instruir
que,
saia, tinha
Corentin
que se passara durante o dia,
do
ad-
saia raras vezes,
pela
excellente
razão, em primeiro logar, do
quando tinha a fazer uma
ção, era
sempre
que
Em seguida,
regressando a ca-
vera
o
de
botins
ceu
uma
cabelleira
o rosto
ba, que ih'o
encobria
e recebera
por ali perto não
a'elle,
uma assaz
e em
não
ella igualmen-
morrerá,
mas
a sua
mais longa e
dure muito embora
sa casa!
flexão,
saíra
da
hospedaria
«Dimas do Meuse» para
das
de
que Joanna Lcdrut
Dizia
viver
das
suas
rendas,
pretendendo que o seduzira
a si-
tuação pittoresca de Revin, e que
Jeannet procurara-lhe uma creada velha, sua parente
do todas as precauções
balhadora, que não era curiosa
excitar
a
curiosidade,
não
acabou
comtudo por despertar a attenção
surda, trae
lhe fazia a eosinha.
D'este modo, Corentin era relativamente livre das suas acções.
Qando queria sair, sob
um dis-
Queria vôr
também Benedicto,
Em breve
formulou
o seu pla-
—Visto
como
é tão difficil en-
ninguém, o que se tornava imporna
e bonito
bessem d'aquellas
doentes a tratar n'aquelles dias, e
eomo uma rapariga. Sae
algumas
riosas, não faltariam
aldeia
saídas
sou-
myste-
fallatorios.
a
al-
a todas as portas e
tempo,
dizia comsi-
go mesmo:
—Se lograr vender alguns d'estes objectos melhor para a Prefei-
seu chefe servira-Ihe
tia conforme
alegremente
para se forque ves-
a qualidade do per-
tura, porque é o seu
dinheiro que
anda em giro.
E continuava
procurando todas
as ruas. Agradava-lhe aquelle pa-
trar em casa d'esse marquez, dis-
sonagem que tivesse da represen-
pel que
se comsigo mesmo,
tar.
sentar. Sentia que havia n'elle ma-
que o visitarei,
não
será ahi
visitar
aquella
que
era
Seria excitar
gente sob
recemchegado
logo
a
sua des-
confiança.
Tornava se
Ardennes
duas vezes
de Chambarand.
Mas
As
mas sim em casa
no paiz, não era admissível.
Courpier-
em Charleville o
necer de diversos trajos
no.
sava de noite, não era
—Ignoro, respondeu
esperavam
Rotret e Mcrou-
O dinheiro que este recebera do
pretexto
por
um recado.
Ao mesmo
signal de Corentin.
Chambarand e Sarah.
da a um recado, e como só regresvisto
Esses agentes,
vel,
tava.
seu inspector, no caso
de que este precisasse d'elles.
«Marquez», mas isso não lhe bas-
—Quem será esse
elle ao seu cúmplice.
creada fora a
offerecendo a sua mercadoria.
farce qualquer, mandava a
rapaz? disse
a velha
ordens
O Marquez foi logo avisado.
crea-
estava ninguém
talhes.
de longe o
policia
em que
deia, batendo
do
de
que
o momento
mesmo pôr um ou dois agentes às
Vira algumas vezes
chefe
aproveitando
dias, em conhecer todos estes de-
tremo da aldeia, para a qual man-
O
disfarçado, saiu de casa,
Atravessou
belecer numa casa situada no exdara levar os moveis necessários,
importante quantia de dinheiro.
quasi todo.
mandára
ter vigiado a casa durante alguns
poucas vezes saia da torre, toman
para
depois de
se esta-
se estabelecia ali por muito tempo.
Apesar
Corentin não tardou,
Assim
e guarne-
de uma soberoa bar-
que o demoravam ali,
pedido seu,
a compe-
tente mala de bofarinheiro.
dos dias passava-os em
a
de abas lar-
ás costas
rando lhe
os detalhes dó negocio
azul, e
poz na cabeça
de feltro
gundo logar porque a maior parte
Chambarand.
nar-
meio rotos,
o ali, quando houvesse
Corentin, depois de madura re-
em Paris,
blusa
calças de lona branca, calçou uns
bém n'aquella que elle amava.
de
da policia,
escrever ao
uma
tentava—como
casa
chefe
cuidado
Vestiu pois
Poz
Tinha dinheiro, por isso íjue ti-
era difficil fat-
turaes do Puy de Dôme.
vertilo em caso de perigo, levalqunlquer complicação inesperada.
em se-
de algodão, espe-
lhe
sou unicamente no amo, mas tam-
a receiar
viram—e
que a
taes como agu-
sa, passou a caracterisar-se.
expedi-
de noite
novellos
qne en-
grande talento de
iar a linguagem conhecida dos na-
intermediário entre quem? E' isto
de fiofarinheiro,
teu
sortiraeai*
como tinna um
salvo e se restabeleceria.
propria
onde
da ioda a eorrespõadeaeia.
imitação,
leville
3.°,
roa da 3.
sea genero e dett ser dirigi-
ninguém nos desmentirá.
Metteu-se
Ctain&E»*;?*,
Oôe ofTicina as
sem
partilhas e sem restricçõas, foi toR^petimol-o, convictos
d«v
figura
lhas,
lagrimas nos
ftog*»
Meroles, o nosso conhecido e apre-
do «Marquez». A casa, situada en-
as
do*
Eatrsmfçi&srs*®.
aldeia}' Certamente que sim.
com
fia
FABRICA NTS
Jeannet que Cláudio Preux estava
estava cons-
por mim!»
Mãos de pagens e monteiros,
chèc de objectos,
jardim,
accumolo
«Um banquete de Luculo,
não eotrava quem queria em casa
Mao*
eu
«Qaero-as ver n'esse festim:
de intermediário entre a torre ea
declarar a
a caça,
Fira a ave, e a ave caia.
mais difficil do
poude
andando
apresentação
berço, porque
o grande barytono
Nem uma só ave esvoaça
me singulares. Servira esse rapaz
julgava:
a imperatriz,
Como Diana, a divina,
tello,
que elle
rei da terra
absurda pragmatica, conlra a qual
... Essas idas e vindas, parecem-
ao cabo de quinze
certeira.1
Tem fecharia de prata,
uma alegria immensa no velho cas
quando,
ALEGRE
logo, Baitistini
«Marquez».
Ora, isso, á primeira vista,
KlLEIâBIO
Oh! que liuda caçadeira
primeira
o hábil agente
a impetuosa so-
primor vocal, até ao famoso mono-
ta.
quem ella foi feita
sr.
primeiras notas, o
Desde o andante
ha dias, Borghi-Mamo
me dizia em uma carta,
nos trans-
barytono.
que recolhêssemos a nossa en»bu-
transacção, o nome da pessoa com
o
ás
gmatica t-ntou
ça.
Instintivamente,
publico
dos
uma morda-
rica, a figura épica e seductora de
do Tribunal da
do muito, fraco, delicado
tinha
lhe se-
encontra, lançando por esta fórma
muitos
não
etiqueta,
com todo o seu predomínio hierá-
o sr. Antonio Patrício se
tante, porque se
Felizmente,
um ou
que
esse
re. Parece ter desoito annos quan
tamente.
porque
dor, e ainla
O sr. Antonio Patrício receberia
nossas asseverações.
tinha aconvicção de que seCeleste
nm
simplesmente
a
rytuno que só tem como compeli
de
escapar.
tempo,
abomino
barytono
o logar de escrivão da
Não me abandones perdido
é
eu
desde hontem
sa de que
Antonio Patrício,
Se da região etherea
O supukhro
a noite
que
mas
não sabemos de quem, a promes
exame
de Courpierre, a quem nada podia
muito
a demissão, obtendo,
que narramos,
tudo desorvens graves e o medico
levaria
Antonio Patricio,
Mande s. ex * syodicar do facto
Eu debalde canço a vista;
era-me indiferente;
devo declarar
que se
moral transacção.
que
Laurent não respondia por ella.
resistisse,
pedindo
lhor boa fé,
durar, rnais tempo estará em nos-
se
sr
em
justiça, que naturalmente, na me-
muitos annos; quanto mais tempo
absordera,
estado
Prevenimos
Que tenta ir além da terra!
—Pois que
(Continuado do n.* 5:589;
sico que
cujo
do pagamento.
custosa.
abalos,
o
Boa Hora
convalescença será
XIII
aquelies
d'esle
Nos correaores
A voar, a nnir-se à tua.
•
—Respondo por
uma herdeira
todos
to
pathia,
da a sua singeleza.
Cuido que a alma desato,
te...
por
«Alguém»,
O facto ahi fica narrado em to-
terrogou elle.
O* eftponaae»
estava tão
quasi,
na miséria u na família iuleira.
—E a menina Chambarand? in-
joven
está
que abulou do estado desgraçado
olhos, pegou-lhe nas mãos e aper-
PRIMEIRO EPISODIO
A
escrever.
riam
Não foi porem egoísta: não pen-
de
fôra um func-
intellig nte,
em que
Jeannet,
TERCEIRA PARTS
FILHA
que
levou o a assignar o requerimen-
Attropellamento
dias, o douctor
A
cionario
encontra
Cuidava
DE
tonio Patricio,
sua mais principal alimentação.
Silveira, redactor do «Se-
DAMNADAS
proporções assustadoras: o sr. An-
Lisboa, 18...
288
iS
tomou
sando
Presidiu ao comicio o sr. Eugéda
substituição,
exploração que ameaça o povo na
assumpto melindroso,
não tardarão em produzir se.
nio
sua
qu* determi-
nome por emquanto calamos, abu-
Ca na terra tropeçando;
Carva-
a doença
tremulus»,
póie
pouco,
As consequências da ma orien-
fôra
«delirium
contra *
valente
Em que as flores são abrolhos,
muito com a crise de 4856.
o
promova
ram em resultado
pareça
tem se aggrava-
senão completamente, idiota: mal
Para a terrena miséria,
s*
resulta o
do consideravelmente nos últimos
fazenda,
e sem ca-
me inspirava sympathia nem anti-
Qoando,
Patricio Alvares
que
para que mais a serio,
e pelas quaes
responsabilisamos,
uma representação ao ministro da
O publico retirou, fazendo votos
indagações que te-
de boa fonte,
tempos:
videncias sobre a carestia do pão.
uma mylady de
intimo da nossa
Os padecimentos do sr. Antonio
pai lamento e
do sr. ministro da fazenda, que de-
já
Das nossas
mos
matrona hirta
ta que rebenta impetuosamente do
de accordo com
tido republicano
de sus-
mas também para seus
o seguinte:
a maioria do par-
meios
para o funccionario que
redo e Conceição Gonçalves, para
Pódes baixar os teus olhos
mesmo
facto
completamente doido,
nos
mente aggravados com as tontarias
ou talvez
o
lodagámos o caso.
por a mesa
nham até aqui d* escassos recur-
que se vae parecendo um
portanto
filhos,
dois su-
Olha p'ra mim la dos ceus.
estd mal estar,
estar
mite, a pedra, etc. e não sabemos
ses trabalhadoras, que mal dispuseria-
não
tentação
mas moito especialmente as clas-
agora
Entranhamos
ptos,
Podes vôr tudo o que exista,
sos de alimentação,
paz de exercer funcções publicas.
provém os únicos
forçosamente produzir graves emrigorosamente
que o declarou inca-
se exonera d'um emprego, d'onde
Debates do pensamento
ferindo
o respectivo exa-
Chaves Fallou em diversos assum-
judicou seriamente.
baraços ao governo, está
feito
da exoneração, porqua ninguém, a
A nuvem não se descerra:
ha de
substituído, em harmo-
me meuico,
a liberdade, saindo do comicio sem
delho» no assumpto, porque o preque
está
occupa em 26 de
do se-lhe
levara a aucthondade a pro-
Triste illusão do momento!
do pão,
que
que boj*
logo
noridade,
caracoes e pés ainda maiores, nào
sentação
sr.
mandai-o
publicanismo mettesse o sen «be-
A carestia
cia Alvares.
qie
Meu espirito fluctua:
é de
transferido na oc-
reprehensiveis qus pronunciara e
duas a três
explica-se. A questão
fora
regem semelhante assumpto, ten-
Diante do teu retrato
itto
para qua
nia com as disposições da lei que
A concorrência era graude; t »lvez
E
vara da comarca de Lisboa, iogar
prender. Afinal retirou as palavras
qoes-
pes-oas.
de direito da 5 •
logar
tão do augmento do preço do pão.
mil
do juizo
logar de es
foi
republicano
tratar da
do
Ene funccionario, que obteve o
esteve estabelecido o «Chalet Dramático»,
Antonio Maria
o velho liberal o sr. Manuel Patri-
O carroceiro foi preso.
da Alegria n.° 30, onda
sr.
e que actual-
Re^lisou-se hontem de tarde, na
roa Nova
o
essa
e inteiriça como
casiào do fallecimento de seu pae,
para
gião frontal.
pão
do cor
fora exonerarto, a
Patricio Alvares,
crivão
A etiqueta,
a
d'Evora
Povo,»
ó
sr.
A
0 comício
do
atropellou
ao menos
rente lô se que
Rippert.
a existencia
governo
respeite o pào
republicano ebo-
o governo
de milhares de pessoas.
Que o
o sr. Luiz de Fi-
qne foi por muito tempo o
mente
coisa sagrada,
de que depende
amigo
«Folha
adminis-
trativos. Mas por debaixo de
secção do
S guiu-se-lhe o sr. Ju-
correspondente
da fazenda faz bro-
tar oiro
cates.
A
fallou
gueiredo,
blicas toca
tricts, em todoB os portos de
da
official de 31
seu pedido,
dicibus,
todos os dis-
operário
sul.
do sr. ministro das ubitas puera
Na folha
ura officio de adhesão d'ura centro
mute
representações
que se
vigor dramático,
também d'aquella folha.
Paliou
estranha,
nheiros
e vendedores de fazendas
mais
trar ali sob um outro pretexto.
fazia repre-
teria para numerosas aventuras, e
as aventuras
cão
lhe desagrada-
vam.
do Auver-
gne.
(ConttnúaJ.
encontrara
procedentes, aiguns
d'aquella
lhe
da Bélgica, outros
commumente
Corentin
pois necessário en-
percorridas
por anno, por bofari-
que vêem, uns
e
são
o acaso
ultima
nos
dias
bofarinheiros
nacionalidade; e
• ULti* ulAKY.
Tem
Secção
dade esta narrativa?
litteraria
mos dizer.
A pesca da sardinha
Vamos
leitores
pois
a
contar
lenda,
aos nossos
qQ9, segaodo a
fabricas
Portugal. Sabíamos,
porque Tito
Livio o diz, que ro-
deiam
sempre
dos grandes
alcance.
mente
Accrescente-
se além d'isso que
os escriptores
que
nunca
vêr, que todo
permita-
A
será
dos
O sr. Silva
da nação visinha para a enrique-
Os mais erudi-
cujos trabalhos his
cerem com tudo
cair nas réies
coucurso
realmente,
constantemnnu costumados a ou:
ginavamos quo succedesse o mes-
Victor
Começa
o
de duração uma hora.
uma
republica
prima, corno estylo, como
ges
do império;
sardinha
principalmente na costa
da
França
Brctanna. Ora
bretões
tão
pesca se a
os pescadores
dores
da
são os pesca-
ilha de Groix, os «gré-
siilans», como lá lhes chamam. E
não são to intrépidos, sâo aciivo9
engenhosas, occapam se
o que Ines
dd tudo
notáveis f itas
tovào
barcos
uns
muito
da
d* Madeira,
vao
pescar
pesca. Vao ao
é uma
dos nossos
phantasia
criptores,
e
pela narrativa de
turas amorosas,
TELEGRAMAS
es-
tiuctos; repetimos:
essa
aonda h* boa
*
'ilha
da
,er
gído
pbantasiad
Paris 31 m.
V13la p
5Qetema
barata,
salgim-nae
Tindel a
a
sítios
onde
preços sao mais altos.
Para f.terem
sem
este negocio com
_ae
lúca
paohias que teem os seus corres-
erjplur
pondent s,
Bgsa
os
avis- r
se a pesca é boa
sempre
elles dao a
Ugum aviso erro-
dando
na
grésiilans,
um
Foram
temporal
correndo
tempo como
se
diz
an-
cou=a assim
medo
«os
sivel
G,orges
com
aperfeiçoadas,
se apanhava sardinha
e onde
^anl0
dlx;
homens da
di
a|gaQg\ecai0S
para a sua terra com
essa esplendida euregaçao. hatugnntaram-lh8S
qQe
phantasti
respei(0 se
6m
se da na
uma
dado
d e3Sas
durante
relação aos
com
t
d0
0
ce.tos
uns
lí
ssam
modos de
duijr
se lhesperguntavadondevnham,
dar
respondiam que vinham da ilha de
a achar
0bserva
susiado3
ge
na<,iram
qaQ
^
03
pescadores, as-
a escasâez do peixeí
de qQancio
maQÍfdSta
em
quando, sem se saber porque, at
e pediram
lribQera
esse9
tes de escravos é para desejar que
todos os europêos regressem das
estações do interior.
dQSa9lres a causas
tinh?^^narecido
la tinham
appartudo
nunca
semelhantes pescadores. Ao mes-
Publicações
mo tempo cs .grésiilans.
com d
língua
fessavam
era
«Mil
e
seiscentas
léguas
pelo
Atlântico», por Lino d'Assumpção.
Eite livro, escripto
gem
fácil
mas
na
elegante
distincto
prende a attenção
interesse da
riedade do
riosas
linguaora
como é o
do
do
«Dia-,
leitor pelo
narrativa,
scenario,
de
pela
va-
e
pelas cu-
informações que
ministra
àcerca da sociedade brazileira.
°s dente.,
a
costa
e ton-
vas
descripção
fos^ofda
bordo,
o
dialogo
polygono
padre italiano, são paginas
de Portugal. |
na fabrica
começou logo a cirmas fabricar conser-
de sardinha.
sardinna.
a
arl|jheria>
cular a idéa de vir para Portugal,
não pescar,
finas»,
| fiCava
empregados
de conserva
^
Dito
uito
e
feito,
reito, a i
verno promulgou para attender ás
reclamações insensatas dos pescadores.
Allhnça que, continuando
portugueza a prospeÍQdQSlna
Como
namente
com elementos bretães.'
diz ainda
um rude golpe
<jue
ja
o
sr. Pouchet,
d'isso
ductos
da America,
sr. Pouchet,
nbam
«da
o nome-.
portugueza,
diz
diz
traduziremos
um
curioso
essa
protecção
sardinha
dispensa-a
aioda o
sam o bacalhau e o arenque ocea-
só ti-
concorrência
elle ainda,
fazia
tanto
a
como a dispen-
nicos. «Bem o perceberam os Portuguezes,
que
a
psscam
paios
meios mais aperfeiçoados, que nos
perder á Franca «o monopolio ho- náo queremos em França, e sem
neslo.,
1 se importarem com a idéa de an-
viva-
mente interessantes, que
se lésm
com grande interesse,
alô com
e
certa avidez.
Este livro de Lino d'Assumpção
ha de ter um rápido consumo, ou
então jã está de todo
embotado o
gosto pela litteratnra que
errada-
mente se chama «fácil» e «ligeira»
e que não é,
senão a
no
fim
de
manifestação
contas,
trabalhosa
de um espirito que pretende darse ares de
frívolo
sem
comtudo
deixar de ser reflectido.
elle
«Emquamo a
vida de
mar com o
Foi preso José Bento
Os pro
sardinha
A
—
E a proposito
franceza.
da
no
se queixar Maria
Essa porém não I nha,
temível.
resultara a ruina da
ge Pouchet:
como em todos os ramos de actiHHjHilHHMHH
vidade humana, com a concorreuera egualmente
lerrivel,
paragrapho do artigo do sr. Geor-
tendo que luctar,
cia da America!
c0nc0rrencia
que auxiliada pelo governo
*
industria
vibrado á França,
estava
d*eaga
republicano,
O estabelecimento d'essa indus
tria foi,
a doze léguas de distancia.
das redes aperfeiçoadas, que o go-
e aqui te estabeleceu *
Vr
que
Sobretudo combate a prohibição
râr^
tem Pr 'fP®p1J
mas n'Qm
k
emigriçao para U rtugal começou j
que
os de Franca auri
sr.
d'este diário
signatario
d'estes
Staél, ora em
ora
que
nos
Victor
primeiro triumvirato.
quer
Depois
Temos
vindo
vilanias; e não perdemos o séstro.
Náo vale a pena
(aliarmos
muito
só accrescentaremos «Deus nos de
feóda de
que,
pensássemos
obscuridade
mesmo
em
peia
trocar
sonhando
a
nossa
celebridade do
juro de 3,60 por ento ao anno, e
capitalisa sodsemestra»mente
IX
Hippolyto ds Muitos Cordeiro.
lliuâtraae
V. dA
CE SAS L PAI U
no
ex-
Cirurgião dentista
de soas magestades
e allezai
lhe
Pires, por
a quantia de
^ ató á dentadura completa. Tra-
depois
Na Boa Ilora
se apurara a ver-
a mentira
terrogando
da accusação.
HISTORIA UA PROSTITUIRÃO
a
publicar-se com a
maxima regularidade. Está publicada a caderneta 86.
começou in
o sr. dr. Mascarenhas.
A primeira
pergunta
tamento
dentes
especial em
desde un
moléstias
Docct.
tloDsultorio medico
DK
que dirigiu
J.
A.
M.
Geraldes
Barba
coRua Fernandes da Fonseca (Vulgo
nhecimento d'algum facto imporGarreirinha do Soccorro. 11, t 0 28
tante, que possa considerar-se por
ao examinando foi: tem v. ex ■
assim dizer uma outra renascença,
differente da
do
sr.
do século 16? Pasmo
Silva
Cordeiro,
querendo entretanto
porque
ao silencio
fere o dislate,
umás
importante
que
mediocre
ficar
náo
calado,
a pairar
sobre
aquelle
sumpto.
qualquer
deve
dizer
estudante
no
se não tratava
Visto
Cordeiro não
como
AlDeri»
Lacerai
CIRURGIÃO DENTISTA
RU\ OOODRO. N •
40114*
o
sr.
Silva
o sr. dr.
d'este, ap-
parecerara uns trabalhos escriptos
se relacionavam com a civilisação
da India e que eram
uma nova Renas-
para
nós,
represen-
tantes daraçaarica e portuguezes
muito mais íuteresaantes do que a
do
de
ferro
do Sul e Sueste
iV\\iiui\eÍLo
se a memoria
lo passado e principio
por assim dizer
Caminhos
exame.
nos não falha, que no fim do sécu-
mas
que ha de melhor em talheres. Sociète, Alfénide e Christofle
d'esse as-
respondia,
Mascarenhas disse,
e litteratura
Garrett 10 e u,
12, (Chiado),
^uniaao;, o
sex;o século, bana-
Ponderou-lhe oillustre interrogante, que
Antiga Casa José Alexandre
prudente pre-
acontecimento liitera-
rio do decimo
lidades,
que
deitou se
banalidades
Renascença
Continua
d'ura curto imer-
vallo para descanso,
cença,
6£900 réis.
dade ou
frontosos do logar.
sobre grammatica e philologia, que
Apolinaria qne
subtrahira
Boa do Arsenal SOO 1.°
pOLLOC^M-SB
parte do
século
16.
Qae
aquellas tentativas causaram uma
.i O ANITAS" E O DESINFKGO TANTE DA NATUREZA contendo
iodos os princípios hypieuicos gorados noa
Pinlwirae» e florestas de Euoalyptos. como
*e vé no tratado de -Mr. C. T. Kingzett
,o\»re " A Hygiene da Natureza."
»
u CANITAS" FLUIDO
DESCiO FECTANTE é do cheiro ugradave'
côr, não é venenoso, e não ca una nod ou
íTcANITAS" FLUIDO DESINO FECTANTE para borrifar quarto-.
.««infectar roupa, lavar feridas, e gurgare-
e
uns ares
penhor de
juro de cinco por cento ao anno.
Depositos na Caixa Eoonomica, a
i de novembro de 1888.
"Divio
sobre
sobre o
Ministério da Mirinha, e
dos
títulos de
fornecimentos de
materiaes do Arsenal da Marinha, a
sr. Silva Cordeiro.
seriam grotescos se náo fossem af •
exame,
Credito
dg 4 ^ por cento aQ ann0
Desconto
de juros de todos os ti•<
i.
u. ...i4i:«. r
mw***
itulos da divida publica portugueza,
dnterna e externa; das letras saccapas p*las juntas de fazenda das
rovinoias
Ultramarinas
e pelos
commandos
das Estações Navaes
na nossa humilde pessoa; por isso
latim ou era
Terminada a primeira
do
&
conceito por qual-
banalidade em
da
ínfamia-1 tugueza e obrigações da Companhia
sr Silva G?ral de Credito Predial Portuguez,
infinitas vezes á imprensa castigar
madame
e
sob
títulos da divida publica por-
arran-
Hugo
administração
T7MPRKSTIM0S
não
sem nexo
em
Economi-
Publico.
artigos.
chronica e desconcertada. Ora falia em Pompeu,
e
Portugueza,
Junta
exposl-
nem chronologico,
De-
Cor-
arrogantes e de grande sábio, que
Brazil, a historia critica das «mo-
davam I
quo a ilha
senão
Eotre os
n
deu a
ca; e isto tudo dito com
litlerarias
verdadeiramente
fúteis. Os
In
g
aitnbuiam-n'a
aosde
tiros
lat^rra
artiihPriA
do
francez deslocando a syilaba tóni-
O capitulo sobre a imprensa do
que
causal
pressava o seu
(Havas).
ca
correspondem
visado, engaua se.
es-
narrativo
de
tal,
treito, para lhe náo chamarmos taparticularista que
Londres. /,«.
nosso presado c< llega
«idadp
fértil so para aquelles pescadores
Escreveram p^a la
de ^iansibar
canho, pelo caracter
jornalista tão
cabQ das
"
estranho <pe fosse tao
o mar a aquella ilha.
questão
Geral
positas
a
Tjpr do
um e>pirito
cordura
natural. Diz-nos jornalista impro-
compadecido de
revelou-se
a
• q
«os uinge.u
sr. aiiva
p
Cordeiro
iro ^
^í0,.
•
i
Ha
can
nallA
A
prisma do seu bello caracter; é
tal desastre.
deiro
Caixas:
para mostrar
... llllllo
,.aooUlu as
leve nos
molestassem
sinhas /iha nos diriee O
Duraute a lição o sr. Silva Cor-
da guarnição.
prestava a dar en-
viesse a conhecer se mesmo ao de
com o qu* no chão se lhe depara,
as faces ao jury,
se
Folgaríamos muito
atira
costa de lanzibar contra os trafican-
volta
a escassez
que, t<ndo encontrado
|
f
,„
.
na
ra
ran
a
n
n
r
?.uu I do peixe, reputa-o pueril
o st.
nas cosias portuguesas o El * ^ ^ " I P vAi*/vAn
Dninith At
4 (Tl rrti 1
Georges Pouchet. AÍIlrma que é
rado da sardinha, os pescadores
tão restricto o espaço em que se
breties da ilha de Groix cã voltapesca a sardinha com relação a
ram nos annos seguintes, e, vol
immensidade do mar, que seria
tando a Bretanha com a sua cartão absurdo imaginar que se des
regação de paixe, tornaram a ventroe a especie por se fazerem n'esdel-o por bom preço, bom para
ses pequenos espaços umas ras
«lies, mas também convidativo pa
zias enormes, como seria imagi
ra os compradores. E, sempre que, nar,se
se deâiruiam
as anao.
um pouco
soldados
si,
^tnleiena com a sardinha. O re-
^
d
que o tinham
todos
tes. Ficaram feridos dois
A
cia o
posição pouco commoda, olhando
desvairado em torno de
MENDES
niSCURSO proferido no templo
U
line
l-rnnvmn«
dos
Jeronymos
nana inaugura-
O sr. Silva Cordeiro não conhe-
n'es «a
jaudo uma incrível amalgama ana-
0 arenque desap.
E claro
Começaram
Os derviches rebeldes flieram a
noite passada uma nova tentativa
contra o forte que defende as fon-
cima,
m9fmo
Taem se passado annos
em
apanhado na ilha de Teu.
Teu.
v
s-\
por
4LVES
poucas palavras apenas.
es-
de que, em vista da inter?euçào
imminente do governo inglez na
arijnqUes.
tanto pene. E
que
M
leem
monte e ainda
esta parte
envergonhados I cuiano.
A' venda a 3.» edição correcta.
desastre egual. O interrogaPreço 300 réis. Livraria Pereira,
do sr. dr. Mascarenhas foi o
editor, rua Auçusta, 50 a 54 e nas
cordato. As suas perguntas
mais do costu ne.
23
todas formuladas sobre dou-
da no numero 5:592
correga, cahe, rola até ao sopé do
de ataque
Suakim, 31, m.
alturas,
ção.Nirra os succe>so3
aonde é que elles
responderam
sa
ceu. Fascinado pelas
POR
A respeito da sna carta publica-
dos
A «Sociedade da Missfio da Africa
central» foi offloialmente informada
patrícios per-
unham ido buscar
a opin.ão
sardjntia
sardloha
« voltaram
seus
03à0
aUtísU aaicam8nte
magnstatico
sim; o sr. Silva Cordeiro não des-
o sr.
I pracça dnrante os últimos annos,
mjes
os
a
(alla da
ilha de Grou compraram a larga,
ralmente
emitte
e é p8tfai;ameQt9
14
descer triumpnante e
questão da
sardinna,
da
génio, devia
O imperador Guilherme regresso»
Tentativa
da
pelas irradiações do
seus admiradores. Mas não foi asy
que me
deiro.
fronte
Berlim, 31, n.
esta noite a Potsdam.
24
certo, é que I ção do monumento a Alexandre Her-
os homens da estofa
jury Eraum Sinai de qne o sr. Sil-
multa
acto com a sua
Coimbra. Na-
sabe o leitor como
pre pirada pela malevolencia dura
e embasbacar a turba
este
exh.^utorado
ó
tal cavalheirismo,
to náo era um abysmo, ou charne-
Imperador
honrem
Herculano
lor como homem de sciencia. A um
ções e ensinamento, esse assump-
a
Tijolo 26, 2."
cemiterio oriental. Esperam
das
os seus conhecimentos e o seu va-
intellecto
illuminada
ao
sejo ao sr. Cordeiro
ricos mais fecundos de considera-
Petersbwgo, 31. n.
inferior
trina, que
segura exploração dos veios histó-
respeil0 as iníur.
dapois
eram
minação das leis sociológicas e Da
com essa
connecedor do assumpto,
esse
d'um
vo Cordeiro,
dos nossos as*i-
v
P jachBi
qae se vendia banossos
a|gam
J»ud0
^
dilatada,
tiu para S. Petersburgo.
Drt.tão
um
mais
adrede educado na precisa deter-
pnantasmagoriia,
,equ(tr
tório
afauosa
ca arida, escabiosa e acintemente
Pouchet s-j.
occupado
desappari?ao
as
aos carda
a n,r.
que
n'um
ptivel. que o sensibilizou muito; foi
ao hospital a «isitar os feridos do
descarrilamento; e ao meio dia par
Muito esiimariamos po-
_ue
onde fosse, o
pescando
Os
os escnpiores (ran
hiljl
fr<Undo
co
raussima.
uem
liar
O tzar foi hoje acolhido em Charkoff com um entbusiasmo indescri-
Õ0g necessarias.
ae
sardinha
coisas que nos
déjS6
oram dar
ae
taes redes
as
b^m
„nanleis
ou Peniche, ou
Fosse
eslava
com
d0 M>
do
illustraçãj
de
sainamos deveras
candidato ao magisté-
d'uma
mente
incorrectíssima
Bineularmente
Portugal
r(jm
que 6 certo é que foi em sitio onse
e
Viagem
cortar
tão
mdastria.
eomsigo na costa de Por tugal, talvez por Ceumbra
preferiu
rio,
es-
pois
ó
dm
diante do
e
emiamie
de a coliocar a primeira pedra para
o tribunal do império, sendo recebidos com em h us ias ticos vivas.
Para um
desmentido
O que para nó 5
seus
desejos ou as suas esperanças
0
porno
do
do jury e
pi
faltar a verdade.
a
não
O imperador Guilherme e o rei
da Saxonia vieram hoje a esta cida-
mes
ça do que ouvimos, não queremos
tem-
aos
pira
por que nao tendo clara lembran-
proporcionava
podermos correspouder
calçada
da brilhante prova do sr. Cordeiro
iojuriaria nos na hypoihese de não
Leipzii,.?/, n.
subir ou e
da mais diremos sobre
Exuliavamos
intuit) do prof-ssor, que nó*
o
ua Porta Férrea em
meoos, não poderia ser malévolo o
a&lemÃo
obtiver
julgarei
po o nosso valor intellectual
os
euthusiavnos do nosso coração ju-
do Império
é
minhas palavras, juro-lhe
venil, os vôos arrojados da nossa
imaginação d'adjleacente. Quando
Tribunal
S
C0
*
da babia da Biscaya,
apanharam
reciifka^o a
uma
completamente
sua faina as voltas abi.
pelas aguas
não ousmdo umbem
respâiio
ba se te ou oito
uns
traduzil a
[faneez
zes
ào
Zia qus sao punidos.
qne
nao oasanao
d|zem
neo, ó com a perda d essa fregue-
annos,
simi-
obri d0
Sendo
sui f-'guezia. Se por 1
Succedeu pois,
de encontrar
estraaha
padeiros, a quem | jnfci
acaso mandam
flcou
deiro
ins-
ensejo do traduzirmos a um
xima semana.
phra^e.
ou má. Esses correspondentes são
quasi
Duruy,
tamanho
manch;r com
qae lhss M"gripham
siáo de se reverem as leis constitucionaes, e addiou-se para a pró-
estar ir-du
em obra de
reparo
lucro certo, orgamsam-seemcom-
chrisiovào Co
r
de Victor
nlada
egp
va|0_
polia
verdadeiramente m >-
imante erro
os
náo
noura de
^
vaj
Gorvo
felizes.
sor, que assioi nos
A commissão revisionista decidiu
por 6 votos contra 1 que é occa-
que residiu na Madeira! A
qU0 escreVd estas linh.s e
pesa0a
Em
da
nos-hiam )S
d'estes
r&s da tarde
' sMo 0 Preslil? fa"
Qebre da casa de sua reslleQC,a na
se d'algum d'elles o sr. Silva Cor-
nos irri-
convidad)S
Discutir com
de todos os cavalheiros
aven-
tam pela revelação de rnius
essa I
estatua, não existe na iiha da Ma-
Sao, compram n a aos pescadores,
muito
outras
ldaídade
íeaiuaue, \
xo dito, appello para o testemunho | prwnca
deleitam
singelas
maior
maior
descer? Para confirmar o que dei
de valor cí-
nos
íaitor
leitor,
ura homem
por que a belleza não falte o convezes
nome
caracter mais puro?
preuhes
decerto, e bem diríamos o profes-
ou
nQmental
elles
a
lia Hit* e que o seu fuierai terá lo£ar hoje 2 do còrrente pelas 4 ho-
vico ou guerreiro, cujos episodios,
traste, umas
relações que íoi
de anthropologia prehisia n^ta wnlo •
cobertas
t<trií*a
a
se rochedo
dintu em algum sitio, elles abi es
mes,
Pinheiro Chagas.
o
das sua?
te sua prosada avó B. Joaquina Ju-
nossa
tratar de taes pontos, considerar-
m(j0 aobra
nno.
de soberbas epopéas
os seus par ntes e
só conhecia des-
não serem
olvidados pelo estudioso,
todos
a
pTru-
quede tal
H vin
Ja
viu,
lenda a existencia de um rochedo | A revl»ao con«(i(acionai
em
Franca
com uma fórma estranha. Mís es-
ter-
negoceiam.
oej* importância para
estatua
d.-íU origem
haTendo pesca abundant4 de sar
para
com
d essa
?.? sardinha.
Nao se contentam pirem com
logo
que
bem, a existencia
alam, quando nao
lambam
dos que
da renascença; ao
VígS Abranclies
Deus servido levar da vidi presen-
capar de quaesquer recifes, de so-
Pelo estrangeiro
Ya
pescar,
que
J^^^'^^TMam'SerUulfs
que eu observei immediatamente,
bastaote vastos para podermos es-
estatua
doirada. E . deira, mas sim umas das iihas dos
lugras andam por toda a Açores a j[Qa
esudo Corvo; a
parte;
bem
a attençio
da
convidassem
Cordeiro, que Miscare-
pessoas
século
na
o sr.
.
mo historiador
fallarsubre assumptos como estes,
o conhecem profundamente,
numa fljcha
n esses
folgaremos
no
descoberta mais palpitante,
Clpam
unificação
Alletnanha
vida escolar, nos
Ora, como os nossos leitores sa-
am apporelho admiravel, com uns
minam
ilha
visto Chris-
e
cruzadas;
o que este cava-
tia em cit»r Boucher de Pertes co-
organi3ação
Quando em historia,
Parece-nos interessante este as-
a America,
«aquella
hào de fazer!
e
dr. Mascare-
Som
actual.
Assim nó* o sonhássemos!»
dente».
vistosos,
elrg.ntissimos qae
o que
romana
aaluliae
braço estendido mostrava o Occi-
pintados com todas as eôres,com
mastros
bem
pelos Carthagine-
Colomb >
Os Portugueses
por-
descobertas
prova a ter
o que se
sim, esses ó que teem juizo! Elles
elle desperte
como o
aos
falia
sahera
sr.
nhãs fez no meu concurso, eonsis-
segundo a lei, .tem
O seu assumpto era: queda
agora
também
«Vejam
Ui era Portugal!
sentido e annunciado
aquet.mbsm
sâo
caso
dizer
seus patrícios:
sump'.o,
car por esse mundo de Ghristo.
em França «grésiilans»,
Roma»
Pouchet
zes, diz que até parece terem per-
e pescam tudo o que se possa pes-
chamam
de
tuguez. Contando as
pode render dinheiro,
Os seus lugres,
republica. Pois
muito de relance n'um
conhecidos pela sua
intrépidos
grande
n essa «Historia
intrepidez notável, mas entre elles
os mais
estudo
dos costumes, oas instituições, das
luctas da
em
diz
seu
«Imitemos os estrangeiros!» éuma
escreveu
que,
um escriptor do pulso do sr. Geor-
cedente,
Cordeiro o
ção oral
deiramente maravilhosa, uma obra
que lhes dissemos no artigo ante-
sr.
«A
íó^af• E' uma vergonha para no*!
Duruy
o
lheiro dissera?
citar ura exemplo.
Assim,
Como os leitores já sabem pelo
desconceituar
exame em historia por expôr a li-
consolação, repetimos, vôr
leitores vão ver.
sua caria do Jornal da Noite, para
vir dizer: «Vrjam o que se faz «iá
• Historia de Rima», que ó verda-
porém, como os nossos
professor
é infolli-
mo com a conserva das sardinhas.
é
para
Continuado do n.° 5:592
ó já para no3
de Portugal,
nossa expressão vulgar,
e interessante
de com que o i&feliz candidato na
nhas, apresenta
uma consolação, nós que estamos
a «raia», segundo a
uma civi-
Quer conhecer o leitor a lealda-
e o seu
dos lycens
outros povos. Quando se o:cupam
Basta-nos
Cordeiro
...
Ora,
latinas repugnava
lisação mais antiga
o que elles tive-
rem deixado escapar.»
sombrosa, quando se occupam dos
ás
do que a bellenica.
das nossas coisas.
vel
Professores
seus inimigos naturaes, ou então,
o que ó peior,
povos, mas não ima
lettras gregas e
dizimado pelos
irá
ao espirito dos dedicados
a idèa de que houvesse
senão
mais crassa ignorancia a respeito
as lendas o berço
que
questão
os tornarão a
esse peixe,
for pescado,
continuam a mostrar a
Sabem
mostram-se de uma exactidão as-
de conserva de
sardinha em
Pouchet
toricos são altamente respeitados,
ge Pouchet, s* liga com a fundação das
ao seu
lhe chama «lenda».
tos, aquelles
phrase qu* já notámos do sr. Geor-
Não o pode-
O proprio sr
francezes
u
ria. Houvera aquella celeuma por-
alguns elementos de ver-1 niquilarem os bancos que pa>s«*m
pElo presente se faz publico,
*que no dia 8 de novembro do
corrente anno, pelas
12 horas da
manhã, na estação do Barreiro, se
ha de proceder, na conformidade
do disposto no art.0 n.° 103 das tarifas geraes de transportes d estes
caminhos de ferro, á venda em hasta púb ica da remessa n.° 306 de
pequena velocidade
exoedida
de
Serpa e constante de 25:600 kilogrammas de minério de íerro.
Barreiro, 29 de Outubro
de 1883,
'.T'CANITAS" OLEO DESINFEC^ TANTE. para fumigar quarto*
londe ha moléstia, para tractumento
•mpigena e rheumatisrao, e p<ira inhalaçao
íe vajjor nas moléstias da garganta e do
u1^ANITAS" * (SIMPLES)
para
O regar ruas, e desinfectar cano*,
latrinas, eto.
u
ANITAS" INSECTICIDA para
^ destruir Insectos em plantas
is.
•u-vores e
e para lavagem de estufas.
PARA
LAVAP.
:< £ AN IT AS
CARNEIROS, não 6 veneno*) o C
i lavagem melhor e mais barata jjue m»
pode obter; branqueja e amacia a iá, promovendo o seu crescimento o matando
todot ot insectos.
,
u ^ANITAS"
POS DESINFEC•
TANTES para depositos de lixo»,
latrinas, cavalhariças, cazotas de ca es, etc.
UU ANITAS"
SABONETES
^ PARA TOILETTE, amaciam e
melhoram a peUe.
4
t i O ANITAS "
SABÃO
DESINO FECTANTE DURO E MOLE,
HAVENDO No. 1 e 2 DE CADA QUALIDADE, para uso domestico, lavanderia ©
?sfrega geral.
;í
ANITAS" SABAO para lavar
cavallos, gado, cães, gatos o desrruir insectos.
«
H
^ ANITAS ~ GELEIA DESINi;
S' FECTANTE; FUMIG ADORES;
UNGUENTO VETERINÁRIO: POMADA
DESINFECTANTE TARA MOVEIS,
li O ANITAS" FLUIDO DE TOILETrE; PÔS DE TOILETTE;
PÓS PARA DENTES; GASE ANTISEPriCA,
.
ÍÍ w ANITAS" MEDALHAS
D'OURO, .Calcutta, 1S83-18S4, e
Paris, 1886.
;Í OANITAS"
O
MELHOR
E
O MAIS
BARATO
DESINFECTANTE, ã venda em todos as Pbuonaclaa.
Mandara-se nttestados de facultativo» e
assoas sdentifleas, juntamente com ha
lirecçoes para o u*o. a quem os podir.
Agentest JAMlií CASSEIS * Ca.,
Hna do Moonaho tf*
i«7.
J. P.
â.
Paiua
Cirnrgiío-dentisU
Travessa
da
Àssumpclo
IH. !.• andar
20
Aluga-se
CASA mobilada, com ou sem coPelo Engenheiro Chefe da Exploramida, para uma ou duas pescerta celeuma,
como
succedeu J Çã0.
I soas. Travessa das Portas de Santa
0 chefe do movimento
mais tarde com um trabalho im25 1 Gatharina n,° 12, 2.®
Honorato dt Snisa
portante de Pertes sobre prehiste-
Circulo
'*8TtLHAê ^
aduaneiro
do
A
Ferreira ás í/íirandalPara
sul
Solicitador
As
Dores
de
iiifíieei»,
Estomago
DARA
todos
SZO «1KD1MWT1 GUIADAS COM O IMPUQO BO
e Manaus
Sobralense
os (íT;itcs decls.a,
esperado do Havre de 12 a 13 de
que tem a sua residencia em
Queluz, por conselho dos me'ticos,
uesde o dia 25 de junho ultimo,
Con*tipaçêea, Acid«o
Pará
encartado
LISBOA
Contencioso fincai
o
vembro.
conservando o seu domicilio na rua! -pyr
-i
^
.
do Arco do Dandeira. n./> 30, !.• on i HL&Y&Ilh&O Q r^LTCÍL
I^elUio
de tem o seu escrip'orio forense.
CARVÃO, O" BELLOO
■^o sabbaào 3 de notembro, pelo meio dia no armazém aos
Aírradece penhorado
pessoas que se t em
Oucr em PASTILHAS; ancr cm PÓ.
leilões d'esta casa fiscal, se procederá á venda das fazendas arresta-
a todas as
interessado
O
pela sua saule durante a longa enfermidade, que tem soffrido, e es
pera a continuação dos favores de
das, e demoradas abaixo mencionadas.
Sapatos de trança, quinquilhenas,
bijouterias, colheres de ferro esta-
seus constituintes,
agradece
que
desde
já
8
C
18
COMPANHIA
esperado d'Antuerpia em 13 de
vembro.
indispensável demora em
Para carga ou passagens trata-se
rua dn Alecrim n.° 10.
Almanaeli das senhoras
de M.
Portuense
Estes dois vapores sahirão
nrao para
os portos acima indicados
nhado, etc.
Vende-se na loja nova
Novaes,Figueira da Foz.
vapor
##0«LO Di%A$TtVW**
PROPAGADOR
DE
K.
L. de S. Roque, 83
A
Os agentes
Garland Laidley U 6*
SOB A GERE.NCIA
Flor
Bouquet
para
do
de
Vapores Sobralense ou
Núpcias
embellezar
o
F
BAPTISTA
Rosto.
B.
JUNIOR
Portuense
Ex caixeiro
DA
CHIADO,
29,
CASA
1.»
(Esquina da R. de S, Francisco)
T?STA casa avisa os seus fregue
ses e o publico em geral qu
de receber diversas marcas
Esta Companhia, que tem obtido uma acceitaçâo extraordinaria por parte
do
publico, acaba
de receber
novos inscom
trumeolos fazendo as
de
charutos
estrangeiros,
tabaco de folha escolhida com
agradavel paladar, que são:
Por meio de uma applicacão da Flôr do Bouquet de
SEMANAES E WENSAES
Núpcias,
a
cara,
hombros
e
mãos
apresentam
grancia encantadora do lirio e da rosa.
(SEM JURO)
Preços sem
E" um liquido
bem hygienico assimilliando-se ao leite, e nao tem rival no
mundo inteiro para criar, restaurar e conservar a belleza.
competencia
Vende-sc nos Cabelleiros, Perfumistas, Droguistas Inglezes
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1858
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17"
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Espera se de a 3 de novembro.
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