Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia Catarinense
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR
EM AGRONOMIA
CÂMPUS RIO DO SUL
BLUMENAU/SC
MAIO/2014
Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia Catarinense
FRANCISCO JOSÉ MONTORIO SOBRAL
REITOR
JOSETE MARA STAHELIN PEREIRA
PRO-REITORA DE ENSINO
OSCAR EMILIO LUDTKE HARTHMANN
DIRETOR DO CÂMPUS
TIAGO BOECHEL
DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DO CÂMPUS
FERNANDO JOLY CAMPOS
COORDENADOR DO CURSO
COMISSÃO DE ELABORAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO:
André Kuhn Raupp
Fernando Joly Campos
Irineu Marchi
Isabel Cristina Müller
Leandro Luiz Marcuzzo
Leonardo de Oliveira Neves
PPC – Agronomia
SUMÁRIO
1. 1.
APRESENTAÇÃO
2. 1
3. 2.4. ÁREA DE ORIGEM / IDENTIFICAÇÃO
3. 3.4. MISSÃO INSTITUCIONAL/IFC
3
5. 4.6. VISÃO INSTITUCIONAL/IFC
8. 5.
5. 2
7. 3
GÊNESE E IDENTIDADE DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE
3
6.
HISTÓRICO INSTITUCIONAL DOS CÂMPUS DO IFC
4
7.
JUSTIFICATIVA DA CRIAÇÃO DO CURSO
5
8.
MISSÃO DO CURSO
7
9.
VISÃO DO CURSO
7
10. PERFIL DO CURSO
7
11. ACESSO E APOIO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
8
12. OBJETIVOS DO CURSO
11.1. Geral
10
11.2. Específicos
10
13. CONCEPÇÃO DO CURSO
12
13.1. Princípios Filosóficos e Pedagógicos do Curso
12
13.1.1. Fundamentos, princípios e objetivos do curso
12
13.1.2. Bases teórico-conceituais
12
13.1.3. Fundamentos teórico-metadológicos
13
13.1.4. Bases teórico-instrumentais
15
13.2. Diretrizes Curriculares
15
13.3. Legislação
17
13.4. Campo de atuação
18
14. PERFIL DO EGRESSO
19
15. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
20
15.1. Matriz curricular de disciplinas obrigatórias
20
15.2. Matriz curricular de disciplinas optativas
22
15.3. Ementário Das Disciplinas Obrigatórias
22
PPC – Agronomia
15.4. Relação Teoria e Prática
58
15.5. Interdisciplinariedade
58
16. RESUMO GERAL DA MATRIZ CURRICULAR
59
16.1. Núcleo dos Conteúdos Básicos
59
16.2. Núcleo dos Conteúdos Profissionais Essenciais
60
16.3. Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos
62
17. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL – CÂMPUS
17.1. Sistema de Avaliação do Curso
62
62
18. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DO ALUNO
63
19. CORPO DOCENTE
64
19.1. Quadro de docentes efetivos
64
19.2. Núcleo Docente Estruturante
66
20. CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO
67
21. ATIVIDADES ACADÊMICAS
68
21.1. Atividades Acadêmicas Complementares
69
21.2. Atividades de Monitoria
70
22. ESTÁGIO CURRICULAR
72
22.1. Operacionalização do Estágio Curricular
72
22.2. Orientação de Estágio Curricular
73
22.3. Sistema de Avaliação do Estágio Curricular
74
23. ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO (Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008)
75
24. TRABALHO DE CURSO (TC)
75
25. PESQUISA E EXTENSÃO
76
25.1. Linhas da Pesquisa
77
25.2. Grupos de pesquisas cadastrados no CNPQ em 2014
78
25.3. Programas de iniciação científica
78
25.4. Ações de extensão
80
26. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA
81
27. INFRAESTRUTURA
83
27.1. Estrutura Física e Recursos Pedagógicos
83
27.1.1. Laboratórios
84
PPC – Agronomia
27.1.2. Área experimental
87
27.1.3. Acervo bibliográfico
87
28. CONSIDERAÇÕES FINAIS
88
29
89
REFERÊNCIAS
PPC – Agronomia
1. APRESENTAÇÃO
Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, criados pela Lei 11.892/2008,
constituem um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica que visa
responder, de forma eficaz, às demandas crescentes por formação profissional, por difusão de
conhecimentos científicos e tecnológicos e de suporte aos arranjos produtivos locais.
Presentes em todos os estados, os Institutos Federais contém a reorganização da rede
federal de educação profissional oferecendo formação inicial e continuada, ensino médio integrado,
cursos superiores de tecnologia, bacharelado, licenciaturas e pós-graduação.
O Instituto Federal Catarinense resultou da integração das antigas Escolas Agrotécnicas
Federais de Concórdia, Rio do Sul e Sombrio, juntamente com os Colégios Agrícolas de Araquari e de
Camboriú, até então vinculados à Universidade Federal de Santa Catarina.
O Instituto Federal Catarinense oferece cursos em sintonia com a consolidação e o
fortalecimento dos arranjos produtivos locais; estimulando a pesquisa aplicada, a produção cultural,
o empreendedorismo e o cooperativismo, apoiando os processos educativos que levam à geração de
trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão.
Para que os objetivos estabelecidos pela lei 11.892/2008 sejam alcançados fez-se necessário
a elaboração de documentos que norteiam todas as funções e atividades no exercício da docência, os
quais são construídos em sintonia e/ou articulação com o PDI e o PPI, com as Políticas Públicas de
Educação e com as Diretrizes Curriculares Nacionais.
Nessa perspectiva, o presente documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso Superior
de Agronomia, com o intuito de expressar os principais parâmetros para a ação educativa,
fundamentando, juntamente com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), a gestão acadêmica,
pedagógica e administrativa de cada curso. Vale ressaltar que devido à importância do PPC, o mesmo
deverá estar em permanente construção, sendo elaborado, reelaborado, implementado e avaliado.
1
2. ÁREA DE ORIGEM / IDENTIFICAÇÃO
Quadro 01 – Identificação do Curso de Agronomia
CNPJ: 10.635.424.0002-67
Razão Social: INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE
Nome de Fantasia: INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE – CÂMPUS RIO DO SUL
Esfera Administrativa: Federal
Endereço: Estrada do Redentor nº 5665, Bairro Canta Galo - Rio do Sul, SC - CEP 89160-000
Telefone/Fax: (047) 3531-3700, 3525-8600
E-mail de contato: [email protected]
Site da unidade: www.ifc-riodosul.edu.br
Área do Plano: Ciências Agrárias
Curso: Bacharelado em Agronomia
Título: Engenheiro Agrônomo
Carga Horária Curricular Obrigatória: 3.645 horas – 243 créditos
Atividades Complementares Obrigatórias: 120 horas – 8 créditos
Disciplinas Optativas Obrigatórias: 90 horas – 6 créditos
Estágio Curricular Obrigatório: 450 horas – 30 créditos
Trabalho de curso: 60 horas – 4 créditos
Carga Horária Total do Curso: 4.365 horas – 291 créditos
Turno de Funcionamento do Curso: Integral
Número de Vagas por Turma: 45 vagas
Funcionamento do Curso: Matrícula semestral por disciplinas com entrada anual
Tempo de Integralização: Mínimo de 10 semestres e máximo de 20 semestres
Legislação e atos oficiais relativos ao curso: Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966; Resolução
CONFEA nº 218, de 29 de junho de 1973; Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; Parecer
CNE/CES nº 306, de 7 de outubro de 2004; Resolução CONFEA no 1.010, de 22 de agosto de
2005; Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro de 2006; Resolução CNE no 8, de 31 de janeiro
de 2007; Resolução CNE no 2, de 18 de junho de 2007; Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de
2008.
2
3. MISSÃO INSTITUCIONAL - IFC
Ofertar uma educação de excelência, pública e gratuita, com ações de ensino, pesquisa e
extensão, a fim de contribuir para o desenvolvimento socioambiental, econômico e cultural.
4. VISÃO INSTITUCIONAL – IFC
Ser referência em educação, ciência e tecnologia na formação de profissionais-cidadãos
comprometidos com o desenvolvimento de uma sociedade democrática, inclusiva, social e
ambientalmente equilibrada.
5. GÊNESE E IDENTIDADE DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE
O Instituto Federal Catarinense, com sede em Blumenau/SC, criado pela Lei nº 11.892/08
(BRASIL, 2008b), possui atualmente seis câmpus instalados no Estado de Santa Catarina, a saber:
Araquari, Camboriú, Concórdia, Rio do Sul, Sombrio e Videira; e os câmpus avançados de: Blumenau,
São Francisco, Ibirama, Luzerna e São Franscisco.
De acordo com a Lei é uma Autarquia Federal vinculada ao Ministério da Educação gozando
das seguintes prerrogativas: autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-científica e
disciplinar. Essa Instituição abrange todo o território catarinense, o que contribuirá para posicionar a
nova estrutura do Instituto Federal Catarinense, recém-implantado, numa Instituição de
desenvolvimento estadual e, seus câmpus, em elos de desenvolvimento regional, garantindo-lhe a
manutenção da respeitabilidade, junto às comunidades onde se inserem suas antigas instituições,
cuja credibilidade foi construída ao longo de sua história.
No âmbito da gestão institucional, o Instituto Federal Catarinense busca mecanismos
participativos para a tomada de decisão, com representantes de todos os setores institucionais e da
sociedade. Com a criação dos Institutos Federais, a Rede de Educação Profissional e Tecnológica
aumenta significativamente a inserção na área de pesquisa e extensão, estimulando o
desenvolvimento de soluções técnicas e tecnológicas e estendendo seus benefícios à comunidade.
O Instituto Federal Catarinense oferece cursos em sintonia com a consolidação e o
fortalecimento dos arranjos produtivos locais, estimulando a pesquisa aplicada, a produção cultural,
o empreendedorismo e o cooperativismo, além de apoiar processos educativos que levem à geração
de trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão.
3
6. HISTÓRICO INSTITUCIONAL DO CÂMPUS RIO DO SUL DO IFC
O Câmpus de Rio do Sul, integrante do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
Catarinense, foi implantado inicialmente como Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, criada pela
Lei nº 8.670 de 30 de junho de 1993.
A Instituição iniciou suas atividades didáticas com o curso de Técnico em Agropecuária, com
duração de três anos, no sistema de Escola-Fazenda.
Por meio da Lei nº 11.892 de 29 de dezembro de 2008, que instituiu a Rede Federal de
Educação Profissional, Científica e Tecnológica, criou-se os Institutos Federais de Educação, Ciência e
Tecnologia, em que a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul passou a integrar o Instituto Federal
Catarinense como um de seus câmpus.
Atualmente, na Unidade Sede (Serra Canoas), são ofertados os cursos Técnicos Profissionais
Integrados ao Ensino Médio em Agropecuária e Agroecologia; os Cursos Técnicos Profissionais e
Subsequente ao Ensino Médio em Agropecuária.
Na sede, onde funcionam os cursos das ciências agrárias, os estudantes matriculados no
ensino técnico podem optar pelo regime de internato ou semi-internato, sendo que atualmente
(2014) aproximadamente 300 estudantes moram nas dependências do instituto.
O funcionamento das atividades na sede ocorre em período integral, com aulas teóricas e
práticas, nos períodos da manhã e tarde, incluindo ainda, outras atividades para atendimento da
comunidade externa, como cursos de curta duração que visam à atualização, capacitação e
treinamento em áreas diversas.
O Instituto tem marcante atuação junto à comunidade regional, pois ao longo de sua
existência, vem desenvolvendo estudos, pesquisas e programas de treinamento na área técnica, por
meio de cursos de atualização, aperfeiçoamento, treinamentos e capacitação. Tais atividades contam
com a participação de profissionais da própria Instituição, bem como de empresas como a EMBRAPA,
EPAGRI, SENAR, EMATER, Sindicatos, Cooperativas, Secretarias da Agricultura e Secretarias de
Desenvolvimento Regional, entre outros, com as quais o Instituto firma parcerias para este fim.
Com a passagem de Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul para Instituto Federal
Catarinense, o câmpus de Rio do Sul instalou uma nova unidade denominada de Unidade Urbana,
onde funcionam três cursos superiores (Licenciatura em Matemática, Bacharelado em Ciência da
Computação, e Licenciatura em Física) e três cursos técnicos (Técnico em Informática –
concomitancia externa e subsequente; Técnico em Agrimensura – subsequente; e Técnico em
Eletroeletrônica – subsequente).
4
7. JUSTIFICATIVA DA CRIAÇÃO DO CURSO
Em função da realidade econômica de Santa Catarina e à franca expansão das exigências da
própria economia nacional e mundial; e, da necessidade de adequação ao momento de transição
global, a criação do Curso de Agronomia pelo Instituto Federal Catarinense – Câmpus de Rio do Sul
tem em seu projeto pedagógico e base curricular o intuito de evidenciar sua adequação às
necessidades tecnológicas que o setor primário da economia demanda frente às novas concepções
de produção e mercado.
A globalização dos mercados aponta para novas demandas das commodities agrícolas para
atender ao crescimento do setor industrial, ao aumento do consumo humano, em função do
crescimento econômico, principalmente dos países emergentes e o próprio aumento populacional
mundial. Neste sentido, há de se considerar o crescimento sistemático de um novo padrão de
consumo de alguns países menos desenvolvidos, além do crescimento acelerado das economias
emergentes, os avanços tecnológicos do setor produtivo, as necessidades cada vez maiores de
exportação de produtos agrícolas para atender aos mercados com pouca capacidade de produção, a
restrição de áreas apropriadas para o cultivo agrícola e o crescente uso de alguns produtos agrícolas
para a substituição de fontes energéticas como o petróleo.
Estas novas demandas internacionais por commodities agrícolas têm gerado um
descompasso entre a produção e o consumo. Entre 1990 e 2007, a população mundial cresceu 25,7%
enquanto que a produção de alimentos atingiu somente 12,5%. O aumento do uso de grãos,
somente para a bioenergia, segundo a F.O. Lcht`s World Ethanol and Biofuel Report de abril de 2008
consumiu 4,5% da oferta global de grãos em 2007. A produção de milho na China cresceu 21,9%
entre 2001 a 2005, enquanto o incremento das usinas foi de 84%, consumindo 23 milhões de
toneladas. Nos EUA, a demanda de milho para etanol saltou de 41 milhões de toneladas para 81
milhões de toneladas entre as safras de 2005/2006 e 2007/2008. A área plantada na última safra,
segundo o Banco Central (junho 2008) cresceu 19%, indicando um quadro de escassez futura de
grãos (ECONOMIA BR, 2010).
O aumento dos preços internacionais do petróleo e a escassez de matéria prima para a
produção de insumos agrícolas têm gerado uma elevação significativa dos preços destes produtos.
Isso, aliado à baixa generalizada dos preços dos produtos agrícolas tem forçado as economias mais
fortes a reduzir despesas com importação e diminuir o custo da bioenergia viabilizando maiores
lucros ao setor da indústria, deixando o setor produtivo com a margem de lucro muito reduzida,
chegando a inviabilizar determinados sistemas produtivos menos favorecidos de tecnologias e
recursos.
5
Uma das saídas do setor agropecuário, frente à problemática do esgotamento de áreas para
expansão da produção, a baixa dos preços dos produtos produzidos e ao aumento dos custos de
produção é o investimento em tecnologias modernas que elevem a produtividade. Em termos de
expansão de áreas, os Estados do Sul do Brasil são os que possuem as menores condições. Interessa
citar aqui que a produtividade brasileira de grãos, de um modo geral, fica em torno de 50% inferior
aos níveis europeus e norte americano. Só para ilustração, a produção média de milho nos Estados
Unidos da América chega a dez toneladas por hectare, enquanto que em Santa Catarina não passa de
cinco a seis toneladas por hectare (SINTESE AGROPECUÁRIA ANUAL DE SANTA CATARIANA 20082009).
O setor agropecuário brasileiro é responsável por 25% do PIB nacional e, em função da
fertilidade de nosso solo, clima favorável, possibilidade de grande aumento da produção pela
expansão de áreas ainda permitidas e aumento da produtividade pelo uso de novas tecnologias é
considerado o país com melhores condições de atender as necessidades alimentares da população
mundial futura. Na América do Sul e Central, a agricultura é responsável por 23,8% das exportações e
de 8,2% das importações, o que demonstra a importância da produção agrícola nesta parte do
mundo. No entanto, somos carentes na adoção de tecnologias modernas para um melhor
desempenho deste setor (ECONOMIA BR, 2010).
A região do Alto Vale do Rio Itajaí, onde o Câmpus do IFC esta inserido, apresenta uma
estrutura fundiária onde predominam as propriedades de pequeno porte, onde são produzidos
produtos para a subsistência das famílias e produtos destinados ao mercado consumidor, sejam eles
para o consumo in natura ou como matéria prima para a indústria de transformação.
Devido às características da região, tais como tamanho das propriedades, topografia e
microclima, existe uma diversidade grande de produtos que são produzidos, destacando-se as
produções de arroz irrigado, fumo, cebola, milho, soja, feijão, mandioca, hortaliças, reflorestamento,
criação de aves, de suínos e produção de leite. A base da produção agropecuária estimulou também
a fundação de pequenas indústrias do ramo alimentício e da madeira na região.
Em virtude das mudanças na economia regional, devido ao aumento da industrialização, o
setor agropecuário da região passou por um processo de reconfiguração. A população rural diminuiu
significativamente e as pessoas passaram a ocupar mais postos de trabalhos urbanos. Com a
diminuição da população urbana houve a necessidade de aumentar a produtividade por meio da
utilização, cada vez maior, de insumos e do uso da mecanização.
Assim, um dos gargalos ao desenvolvimento agrícola regional tem sido a falta de profissionais
especializados que gerem técnicas sustentáveis para o aumento da produtividade e consequentes
aumento de renda dos produtores.
6
A solução para o aumento tecnológico está diretamente vinculada ao aumento de pesquisas,
maior e melhor formação de profissionais para este setor e o treinamento de produtores rurais.
Neste sentido, justifica-se a formação de novos profissionais na área da agronomia que dominem
esta ciência, busquem novas tecnologias para a produção eficiente e levem ao produtor rural
soluções para a eficiência produtiva com maior resultado econômico.
8. MISSÃO DO CURSO
Contribuir para a formação de Engenheiros Agrônomos criativos, competentes, críticos e
reflexivos, capazes de agregar valor aos produtos e serviços prestados pelas organizações do setor de
produção agropecuária, com responsabilidade ambiental, mediante a busca de soluções alternativas
e consolidação de novos empreendimentos, visando a melhoria da qualidade de vida da sociedade.
9. VISÃO DO CURSO
Ser referência no ensino da Agronomia, dentro de uma visão de formação humanística,
política e técnica, formando profissionais-cidadãos comprometidos com o desenvolvimento de uma
sociedade democrática, inclusiva, social e ambientalmente equilibrada, capazes de analisar a
conjuntura que envolve a unidade produtiva e seu entorno, tendo postura questionadora e
inovadora que contemple solução ao desenvolvimento social. Como princípios desta visão
destacamos o ensino, a pesquisa, a extensão, o empreendedorismo, o auto-desenvolvimento e a
consciência ambiental.
10. PERFIL DO CURSO

Carga horária total do curso: 4365 horas – 291 créditos

Carga horária das atividades complementares: 120 Horas – 08 créditos

Carga horária do estágio: 450 horas – 30 créditos

Duração do curso (semestre/ano): 10 SEMESTRES /5 ANOS

Núcleo básico: 810 Horas – 54 créditos

Número de vagas (semestre/ano): 45 vagas anuais

Turno de funcionamento do curso: Integral

Câmpus onde o curso é oferecido: Câmpus Rio do Sul

Forma de ingresso e acesso: Processo seletivo e ENEM/SISU e apartir de 2015 apenas
pelo ENEM/SISU.

Período de integralização: mínimo de 10 e máximo de 20 semestres.
7
11. ACESSO E APOIO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS OU MOBILIDADE REDUZIDA
Quando da fundação da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, não havia por parte do
poder público e sociedade geral uma preocupação em relação à inclusão das pessoas com
necessidades especiais no ensino regular, essa responsabilidade era atribuída às escolas especiais.
Todavia com as políticas de educação inclusiva, um novo olhar tem sido lançado no Instituto Federal
Catarinense no sentido de desenvolver ações que promovam o acesso e apoio a pessoas com
deficiências ou mobilidade reduzida.
Com a Lei Federal nº 10.098 de dezembro de 2000 e o decreto nº 5.296/2004 estabelecemse normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência
ou com mobilidade reduzida. Desta forma, projetos de natureza arquitetônica e urbanística, de
comunicação e informação, de transporte coletivo, bem como a execução de qualquer tipo de obra,
tendo destinação pública ou coletiva, devem considerar aspectos da acessibilidade e atendimento às
necessidades específicas de pessoas com deficiência no que concerne e regulamenta a Lei da
Acessibilidade.
Em consonância com tais aspectos a Portaria Ministerial nº 3.284 de 07 de novembro de
2003 dispõem sobre os requisitos de acessibilidade de pessoas com deficiências, instruindo também
sobre os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, bem como o credenciamento de
instituições. Em virtude disso, iniciou-se uma sensibilização em relação à inclusão.
Diante de tais considerações, convém ressaltar algumas informações relevantes quanto ao
acesso e apoio a pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida no âmbito do Instituto Federal
Catarinense - Câmpus Rio do Sul.
O Instituto Federal Catarinense - Câmpus Rio do Sul é constituído atualmente pela Sede e
Unidade Urbana. A Sede está localizada a 5 km do centro da cidade, na localidade de Serra Canoas, o
acesso é por estrada sem pavimentação e o meio de transporte utilizado pelos alunos, e maioria dos
servidores, é o transporte coletivo urbano, o qual não possui nenhuma adaptação.
A partir da portaria do MEC/SETEC nº 151 de 11 de julho de 2005, que disciplina a forma de
operacionalização da ação TEC NEP – Educação Tecnológica e Profissionalização para Pessoas com
Necessidades Educacionais Especiais, que tem por objetivo a inclusão, permanência e saída com
sucesso destes alunos em cursos de formação inicial e continuada, técnicos e tecnológicos, no
âmbito da Rede Federal de Educação Tecnológica, foi constituído através da portaria nº 200/05 de 28
de setembro de 2005 o NAPNE (Núcleo de Apoio as Pessoas com Necessidades Específicas) da então
Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, hoje Instituto Federal Catarinense.
8
O NAPNE do IF Catarinense – Câmpus Rio do Sul possui como uma de suas principais
competências o fato de articular ações conjuntas com a comunidade escolar, no intuito de buscar
promover a quebra de barreiras atitudinais, educacionais e arquitetônicas. Dentre algumas das
atividades ligadas ao acesso e apoio às pessoas com deficiência, pode-se elencar:

Sensibilização da comunidade escolar em relação ao processo de inclusão;

Levantamento por meio de um CHECK LIST com 101 itens, de toda a estrutura física
e barreiras arquitetônicas no Instituto;

Encaminhamento à direção geral de um relatório demonstrativo da acessibilidade
no Instituto, para que sejam tomadas as medidas necessárias a atender às
exigências da ABNT 9050;

Participação de um servidor no curso de especialização a Distância em Educação
Profissional e Tecnológica Inclusiva;

Encaminhamento de projeto para a implantação da infraestrutura de acessibilidade
das pessoas com deficiência;

Solicitação de equipamentos e recursos materiais para adaptação de material
didático pedagógico e estruturação de sala multifuncional de modo a atender
alunos cegos, com visão subnormal e Surdos, nas suas especificidades;

Aquisição de software leitor de tela a ser utilizado pelos alunos com diagnóstico de
baixa-visão;

Valorização da cultura e singularidade Surda, buscando propiciar o serviço de
interprete/tradutor de LIBRAS, bem como a adoção de estratégias didáticometodológicas que considere o conteúdo semântico da escrita do surdo. Neste
sentido também são oferecidos cursos, palestras e oficinas acerca de LIBRAS e
aspectos da cultura Surda para a comunidade escolar;

Solicitação e instalação de TDD, telefone com teclado para surdos.
Em relação a aspectos de infraestrutura das instalações é possível destacar:

A sede da instituição, bem como a biblioteca onde estão as salas de trabalho,
laboratórios e salas de aula atendem as exigências da ABNT 9050, quanto aos
espaços livres de circulação e corredores, área de transferência e área de alcance;

A biblioteca possui opção de acesso através de rampas com corrimãos, facilitando a
circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida e banheiro acessível;

No prédio administrativo da sede, atualmente, existe um sanitário masculino
adaptado com barra de apoio;
9

Sabe-se que as Unidades de Ensino e Produção também necessitam de adequações
e adaptações para atender os critérios de acessibilidade;

A instituição possui reserva de vaga em estacionamento para pessoa com
deficiência;

O prédio Laboratorial possui elevador para pessoas com deficiência e sanitários
masculinos e femininos adaptados.

As Salas de Aula do Bloco C, utlizadas exclusivamente pelos alunos da agronomia,
possuem acesso à sanitários masculinos e femininos adaptados.
A instituição entende que a acessibilidade aos espaços que visam à formação e
profissionalização de jovens e adultos é mais do que permitir que pessoas com deficiências
participem das suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, mas também a de promover as
potencialidades de cada um respeitando suas características individuais, favorecendo o acesso ao
conhecimento e cidadania. Diante disso, sabe-se que na ânsia de melhor respeitar as diferenças e
necessidades específicas de cada sujeito, muitos outros aspectos, tais como materiais didáticos e
estrutrais ainda precisam ser ampliados.
12. OBJETIVOS DO CURSO
12.1. Geral
O Curso de Agronomia do Câmpus Rio do Sul do Instituto Federal Catarinense tem como
objetivo formar Engenheiros Agrônomos com sólida formação técnico-científica e responsabilidade
social, aptos a absorver, promover, orientar e administrar a utilização racional e sustentável dos
diversos fatores que compõem os sistemas de produção, transformação e comercialização, em
consonância com os preceitos de proteção ambiental, atendendo as necessidades sociais e humanas
de acordo com suas mudanças no espaço e no tempo.
12.2. Específicos
O curso pretende formar profissionais capazes de:

Gerar e disseminar tecnologias apropriadas à pesquisa e ao setor produtivo de
forma a interferir na realidade agrícola regional;

Planejar, aplicar técnicas, métodos e processos de produção, adequados à solução
de problemas do desenvolvimento da produção e da produtividade dos produtos
agropecuários;
10

Contribuir decisivamente no desenvolvimento da ciência e tecnologia dos setores
produtivos da região, com ênfase no desenvolvimento das atividades agropecuárias
e agroindustriais;

Incentivar o trabalho de iniciação científica visando o desenvolvimento da ciência e
da tecnologia e da criação e difusão da cultura para uma educação integral e
contínua;

Promover a divulgação de conhecimentos técnicos, científicos e culturais que
constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de
publicações, videoconferências, seminários, encontros, simpósios, congressos e
outras formas de comunicação;

Preparar profissionais que atendam às necessidades e interesses do atual estágio
de desenvolvimento tecnológico agrícola e agroindustrial, em equilíbrio com o meio
ambiente;

Desenvolver estudos que ofereçam subsídios à implantação e aprimoramento de
técnicas ambientais no manejo das atividades produtivas dos diversos segmentos
agrícola e agroindustrial;

Despertar no setor produtivo agrícola local e regional, uma mentalidade de
desenvolvimento sustentável, tendo em vista as novas demandas tecnológicas
agroindustriais que se apresentam no início do terceiro do milênio;

Propiciar por meio da integração interdisciplinar uma visão sistêmica, de modo a
conferir um bom domínio da realidade física, social e econômica;

Garantir a formação e a conduta ética do profissional, com base no
estabelecimento de um comportamento correto perante a sociedade;

Planejar, coordenar e executar projetos de produção animal, abordando o
melhoramento, manejo e nutrição;

Planejar, executar, supervisionar e orientar programas para o manejo e controle de
doenças, pragas e plantas daninhas à produção vegetal;

Planejar, coordenar e executar programas referentes à ciência do solo, nas áreas de
gênese, morfologia, classificação, fertilidade, biologia, microbiologia, uso, manejo e
conservação;

Planejar, coordenar e executar projetos e ações de caráter socioeconômico, bem
como
desenvolver
a
consciência
e
responsabilidade
social,
utilizando
conhecimentos da sociologia, comunicação, política, economia, administração,
11
comercialização, legislação e educação, a fim de promover a organização e o bem
estar da população;

Analisar, avaliar, orientar e fiscalizar o processo de produção, beneficiamento e
conservação de produtos de origem animal e vegetal;

Gerar e difundir conhecimentos, métodos e técnicas de produção e administração,
envolvendo o ensino, a pesquisa e a extensão na área da Agronomia;

Atuar no âmbito da agricultura familiar buscando a sustentabilidade, com ênfase no
enfoque do agroecológico e na proteção ambiental;

Promover o resgate e a valorização do conhecimento cultural local e regional,
integrando o saber informal ao saber acadêmico, respeitando os anseios,
necessidades, e potencialidades regionais nas práticas agronômicas;

Propiciar por meio de estágios e convênios um processo de formação profissional
na área de ciências agrárias, onde as questões inerentes a realidade da vida prática
diária estarão integradas nas disciplinas do currículo.
13. CONCEPÇÃO DO CURSO
13.1. Princípios Filosóficos e Pedagógicos do Curso
13.1.1. Fundamentos, princípios e objetivos do curso
O Curso de Agronomia do IFC câmpus Rio do Sul fundamenta-se com base no perfil do
egresso que deseja formar. Portanto, que este seja um profissional qualificado para o exercício das
Ciências Agronômicas, através de uma perspectiva humanística, crítica e reflexiva. Esses profissionais
deverão ser capazes de reconhecer e intervir sobre problemas/situações associadas às diferentes
áreas de atuação do engenheiro agrônomo;
sendo capacitados a atuar com senso de
responsabilidade social e compromisso com a cidadania, agindo como promotores da produção de
alimentos de forma sustentável. Através disso, tem por objetivo, o preparo do indivíduo com base
numa sólida formação geral-profissional, pautada por princípios éticos-políticos e técnicoscientíficos, voltados para a complexidade das relações e das demandas humanas e sociais.
13.1.2. Bases teórico-conceituais
Tendo como base fundamentadora os princípios do IFC, enquanto instituição impulsionadora
do desenvolvimento da comunidade, o Curso de Agronomia centraliza a ação formadora no homem,
entendido como um ser de relações em busca de sua completude. O IFC procura investir na área da
agropecuária com a oferta do Curso de Agronomia, cujo profissional se destaca no contexto social
12
como um dos agentes de transformação da realidade que configura a necessidade de assegurar
condições à vida. Nesse sentido, os princípios Epistemológicos que o Curso adota perpassam as
concepções de:
- Homem como sujeito social e ideológico constituído no conjunto das práticas histórico-sociais que,
por isso mesmo, está sujeito ao conjunto de valores que regulam as relações no grupo em que se
encontra inseridas;
- Ciência como um constructor efetivado no conjunto dos processos sociais, os quais, pelos
procedimentos metodológicos específicos validam os conhecimentos (re) elaborados em cada campo
do saber. Neste sentido, o saber científico constitui-se num movimento permanente. A ciência,
portanto, em determinado campo do conhecimento, constrói e legitima procedimentos capazes de
sustentarem o rigor metodológico e a validade dos resultados. Nessa perspectiva, ciência/política
constitui uma unidade.
- Criticidade como modelo ideal de desenvolvimento profissional, e no envolvimento com a
sociedade e nas demais práticas inerentes ao setor primário. Desse modo, desnuda-se a aparência e
infere diretamente na essência dos fenômenos agropecuários.
- Ciências Humanas como pólo de irradiação do conhecimento nas áreas humanísticas, tendo na
compreensão da realidade e do próprio homem, seu modelo de transformação da sociedade.
- Ciências Agrárias como agente da transformação da realidade social, através da compreensão e
análise crítica do passado, buscando atingir a sustentabilidade e, por conseqüência, o crescimento do
setor primário.
13.1.3. Fundamentos teórico-metodológicos
De acordo com Delors (1999), através de suas contribuições publicadas em Relatório da
UNESCO, educar é desenvolver no ser humano quatro competências básicas:
- Competência pessoal: aprender a ser
- Competência relacional: aprender a conviver;
- Competência produtiva: aprender a fazer;
- Competência cognitiva: aprender a conhecer.
Portanto, as práticas metodológicas desenvolvidas devem estar sempre atentas a estas
dimensões de competências, evitando e superando dificuldades quanto à quantificação do saber do
discente, priorizando a construção do conhecimento. Desta forma, as estratégias de ensino devem
estar de acordo com os objetivos das disciplinas, tais como, a resolução e discussão de problemas, a
realização e apresentação de trabalhos monográficos ou de investigação, visitas de estudo e outras
formas de transmissão de conhecimentos que promovam a integração do saber fazer, através da
13
interligação entre os conhecimentos teóricos e a vivência experimental. Os princípios didático
pedagógicos, inter-relacionados aos princípios epistemológicos e aos princípios éticos, expressam-se
através de:

Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, sendo o Curso um lugar de síntese de
congregação das ideologias.

Investigação científica que possibilite a descoberta, a organização, o desenvolvimento e a
produção dos saberes nas áreas abrangidas pela Agronomia.

Formação do acadêmico como sujeito de seu processo educativo, consciente de sua
identidade, capaz de fazer opções fundamentadas em suas habilidades, capacidades e
aptidões.

Conhecimento das expectativas do setor agropecuário, visando à atualização curricular em
linhas de pesquisa e extensão que redimensionem o processo de ensino-aprendizagem.

Prática social que envolve a constante otimização do currículo, a adoção de metodologias
alternativas e a avaliação que traduz a linha filosófica do IFC e do Curso, por extensão.
A formação de novos profissionais deve se realizar tendo em vista práticas pedagógicas que
garantam a inovação e a preparação do egresso, não somente para o campo de trabalho que se
vislumbra no momento histórico atual, como também, instrumentá-lo para as mudanças que estão
ocorrendo globalmente e, que devem levá-lo a manter-se atualizado. O momento exige profissionais
que saibam “ler” a realidade e dar respostas adequadas.
Quanto ao ensino, o processo de formação profissional transcende os aspectos voltados
diretamente ao suprimento do mercado de trabalho. Deve, pois, fazer uso das problemáticas
relativas às questões sociais como conteúdo do saber, com propósito de garantir a formação de
profissionais competentes técnica e cientificamente, cidadãos críticos e politicamente aptos a
contibuirem com uma sociedade mais justa e humana.
Da mesma maneira, nas práticas investigativas, a produção científica deve ser concebida
como atividade social, na medida em que seja levada a efeito, de acordo com os interesses e
necessidades da sociedade, como instrumento estratégico em função da utilização de seus
resultados no desenvolvimento econômico, social, tecnológico e científico, completando o ciclo
dinâmico da cultura e da ciência. A efetivação dessas atividades terá início nos estágios, quando se
verifica a “retroalimentação”, e nos trabalhos de extensão, estendendo-se à sala de aula, aos
laboratórios e, por fim, na área experimental, com a realização de experimentos a campo.
Deve-se considerar, nesse enfoque, o aprimoramento da extensão, compreendendo-se como
campo de produção de saber sistematizado e, antes de tudo, como espaço básico de divulgação e
ampliação do acesso ao conhecimento.
14
Além desses aspectos, a função social do IFC é ampliada, assegurando a sua própria
democratização através da conquista de formas participativas na condução das decisões, da
avaliação de formas de organização e produção do trabalho acadêmico e das relações internas de
poder. Prevê ainda a revisão constante das relações adequadas na construção do saber, mediante o
incentivo à sua socialização, à extensão das oportunidades a todos e, acima de tudo, à cooperação
para que a comunidade possa trabalhar e contribuir no levantamento e na solução dos problemas
sociais do país.
Considerando que o projeto pedagógico significa a definição de uma política educacional do
curso, na tentativa de uma interpretação globalizadora, deve se buscar a superação das
particularidades inseridas na dimensão organizacional quanto à fragmentação do saber. Em função
disso, preconizou-se a integração acadêmica, com o exercício concomitante da interdisciplinaridade.
Sob essa ótica, o Projeto Político Pedagógico é um processo eminentemente dinâmico, tendo
função articuladora como proposta de execução capaz de integrar as ações intracurso e entre os
demais cursos existentes.
Acrescenta, ainda, a articulação dos programas e atividades (ensino, pesquisa e extensão)
representadas por meio do corpo docente, discente e técnico. Através de uma concepção
integralizadora da realidade, o Projeto Político Pedagógico privilegia o processo, os procedimentos e
definições resultantes do todo da Instituição, submetidos constantemente à análise e revisões.
13.1.4. Bases teórico-instrumentais
Diante das constantes mudanças sociais e do conhecimento científico, a educação dos
profissionais da área agronômica exige das instituições formadoras um perfil profissional que inclua
visão sistêmica, capacidade de comunicação e negociação, habilidades para gerenciar serviços,
hábito de autoaprendizagem e um olhar bem mais preparado para lidar com a complexidade e a
incerteza. A fim de promover a formação de um profissional generalista na área agronômica, o
conhecimento teórico adquirido deve ter um enfoque interdisciplinar e inter-relacionado com os
saberes práticos. A articulação entre teoria e prática é estimulada precocemente em atividades tais
como: práticas em laboratórios, estágios curriculares e extracurriculares, monitorias, trabalhos de
pesquisa e extensão, viagem de estudo e momentos de formação.
13.2. Diretrizes Curriculares
As novas diretrizes curriculares propostas pelo Ministério da Educação para as unidades de
ensino da área das Ciências Agrárias estão baseadas:
15

Parecer CNE/CES nº 306, de 7 de outubro de 2004
Aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Engenharia
Agronômica ou Agronomia.

Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro de 2006
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia
Agronômica ou Agronomia e dá outras providências.

Resolução CNE no2, de 18 de junho de 2007
Dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos
cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;

Resolução CNE no 8, de 31 de janeiro de 2007
Dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração
dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial;
Estas prevêem o desenvolvimento de suas atividades, referenciadas num Projeto
Pedagógico, que deverá nortear-se para a construção do saber, respaldando-se na indissociabilidade
entre o ensino, a pesquisa e a extensão, em consonância com a missão das Instituições de Ensino
Superior, no atendimento às demandas da sociedade. Assim, as reformas necessárias ao atual
currículo do Curso de Agronomia do IFC, cujos três princípios básicos, amplamente assumidos no
discurso universitário contemporâneo e que se constituem no atual Projeto Pedagógico do Instituto
Federal Catarinense, sustentam os objetivos a serem perseguidos, tais como:
a) o compromisso da instituição pública com os interesses coletivos;
b) a indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão;
c) a formação de um aluno crítico, criativo, capaz de participar no processo de mudança da
realidade;
O currículo é concebido como sistema articulado, no qual se busca, além da transmissão de
conteúdos, o desenvolvimento de habilidades básicas, específicas e globais, de atitudes formativas,
de análise crítica e de percepção global da atuação do aluno como profissional e como membro da
sociedade. Estes deverão extrapolar campos ou áreas específicas do saber, adequadas ao dinamismo
do conhecimento, da ciência e da prática profissional.
A matriz curricular do Curso de Agronomia do Instituto Federal Catarinense busca a formação
de um profissional empreendedor, dotado de um pensamento reflexivo e apto para a inserção
profissional e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira. Com o intuito de
possibilitar esta formação foi estabelecida uma relação de disciplinas com sentido interdisciplinar e
de desenvolvimento técnico-científico, de forma a proporcionar desenvolvimento sistemático da
cultura empreendedora que, promovem visão de gestão e comportamento autônomo do estudante.
16
Além disso, os professores desenvolvem atividades interdisciplinares, proporcionando visão
sistêmica e integradora de todo o curso.
Outras atividades como, dinâmicas de grupo, estudos de casos, visitas técnicas, seminários
promovem a interdisciplinaridade na medida em que mobilizam competências além das
desenvolvidas pela disciplina ministrada. A aprendizagem se torna mais significativa quando se dá
pela interação, colocando os acadêmicos em desafios, onde eles têm de tomar decisão, trabalhar em
equipe, estabelecer prioridades, cumprir prazos, administrar tempo, fazer inferências, entre outros
comportamentos estabelecidos. As visitas técnicas são planejadas com antecedência e propostas nos
Planos de Ensino.
Ao final do curso, cada aluno deve realizar um trabalho de conclusão de curso e realizar
estágio curricular nas empresas de acordo com a Resolução CNE/CES 1, de 2 de fevererio de 2006, o
Projeto de Criação do Curso e as demais normas da legislação e do Instituto Federal Catarinense.
Complementa a grade curricular as atividades complementares e de extensão, planejadas e
ofertadas a cada semestre pelo curso de agronomia.
Ao longo do semestre letivo, são oferecidos palestras, seminários, ministradas por
professores e pesquisadores de outras instituições, bem como profissionais que atuam no mercado.
13.3. Legislação


Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação
nacional.
Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, que institui a Rede Federal de Educação
Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e
Tecnologia, e dá outras providências.

Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, regula o exercício das profissões de Engenheiro,
Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências.

Resolução CNE nº 1, de 2 de fevereiro de 2006, institui as diretrizes curriculares nacionais
para o curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia e dá outras
providências.

Resolução CNE no 2, de 18 de junho de 2007, dispõe sobre a carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados,
na modalidade presencial.

Parecer do CNE no 306/2004, diretrizes curriculares nacionais para o curso de Engenharia
Agronômica ou Agronomia.

Resolução CONFEA nº 218, de 29 de junho de 1973, que discrimina atividades das diferentes
17
modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

Resolução CONFEA no 1.010, de 22 de agosto de 2005, dispõe sobre a regulamentação da
atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de
atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/CREA, para efeito de fiscalização do
exercício profissional.
13.4. Campo de Atuação
A área de atuação do egresso do Curso de Agronomia é bastante ampla, indo desde
atividades internas das unidades de produção até as atividades do meio urbano, incorporando áreas
genéricas e específicas do conhecimento, incluindo esferas do ensino, pesquisa e extensão,
supervisão, coordenação e orientação técnica.
Este egresso será capaz de:

Conceber, projetar e analisar sistemas específicos da área;

Analisar estudos de viabilidade técnico-econômica;

Prestar assistência, assessoria e consultoria;

Coordenar e fiscalizar obras e serviços técnicos, produção técnica e especializada;

Realizar vistorias, perícias, arbitramentos, laudos e pareceres técnicos;

Realizar trabalhos de pesquisa, extensão, análise, experimentação, ensaio e divulgação
técnica;

Elaborar orçamentos;

Realizar padronizações, mensurações e controles de qualidade;

Conduzir equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção;

Executar e fiscalizar trabalhos de instalação, operação, manutenção, montagem e reparo;

Elaborar desenho técnico.

Atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitária junto a empresas públicas
e privada.

Exercer atividades de docência, pesquisa e extensão na área de ciências agrárias.
O desempenho destas atividades refere-se a:
Engenharia rural, construções para fins rurais e suas instalações complementares; irrigação
e drenagem para fins agrícolas; fitotecnia, melhoramento vegetal, ecologia e agrometeorologia;
zootecnia, melhoramento animal, agrostologia; recursos naturais renováveis e não renováveis;
gestão e legislação ambiental; defesa fitossanitária; química agrícola; tecnologia de armazenamento,
transformação, beneficiamento e conservação de alimentos e produtos de origem animal e vegetal
(amido, açúcar, óleos, laticínios, vinhos e destilados); zimotecnia agropecuária; bromatologia, rações
18
e nutrição animal; pedologia/edafologia, manejo e conservação, fertilizantes, corretivos e
condicionantes do solo; sistemas de culturas e de utilização de solo; microbiologia agrícola;
biometria; parques e jardins; moto-mecanização agrícola; implementos agrícolas; crédito, economia
e administração rural; sociologia e desenvolvimento rural; assistência técnica e extensão rural;
políticas públicas para a agricultura e meio rural; legislação agrária e profissional.
Nesse sentido, o profissional engenheiro agrônomo pode ter uma formação ao mesmo
tempo generalista com alguma especialização. Esse perfil o habilita a atuar em áreas diversificadas
como as da produção agropecuária tanto em grandes propriedades quanto em estabelecimentos
familiares, agroindústrias, empresas públicas e privadas do ramo agropecuário e prestadoras de
assistência técnica. Profissionalmente, o engenheiro agrônomo pode se estabelecer ainda como
agente de serviços ou como autônomo, prestando assessoria, projetando, coordenando,
supervisionando e implantando projetos de produção e comercialização agropecuária, nas empresas
e unidades produtivas, buscando a valorização de postura empreendedora.
A tendência do mercado de trabalho para o engenheiro agrônomo é bastante favorável
merecendo destaque, o crescimento das exportações e a projeção que o Brasil vem alcançando na
produção de energia de fontes renováveis (álcool e biodiesel), os biocombustíveis. A chamada
agroenergia é, atualmente, referência no trabalho agronômico.
14. PERFIL DO EGRESSO
O perfil profissional do Engenheiro Agrônomo, segundo parecer do CNE no 306/2004 e a
Resolução 1 de 02/02/2006, deverá ter uma formação generalista, com sólido embasamento nas
áreas fundamentais do conhecimento científico e técnico relacionado às ciências agrárias e do
ambiente, sendo capaz de gerar e difundir conhecimentos científicos e técnicas agronômicas
adequadas à promover o desenvolvimento do setor agropecuário brasileiro através de uma atuação
crítica e criativa na identificação e resolução de problemas de ordem humana, produtiva, científica e
tecnológica, postando-se dentro das atribuições que a legislação profissional lhe confere de forma
ética, observando aspectos culturais, políticos, sociais, ambientais e econômicos, proporcionando um
desenvolvimento sustentável e contribuindo para a melhoria da sociedade.
O profissional formado deverá estar apto a compreender e traduzir as necessidades de
indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, sócioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como utilizar racionalmente os recursos disponíveis,
19
além de conservar o equilíbrio do ambiente. Deverá ainda ter a capacidade de adaptação, de modo
flexível, crítico e criativo, às novas situações, seguindo a Res. 01 de 02/06/2006.
15. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
15.1. Matrizes curriculares de disciplinas obrigatórias
2o SEMESTRE
AG-21
AG-22
AG-23
AG-24
AG-25
AG-26
AG-27
3o SEMESTRE
AG-31
AG-32
AG-33
AG-34
AG-35
AG-36
AG-37
4o SEMESTRE
1o SEMESTRE
Quadro 02- Matriz Curricular das Disciplinas Obrigatórias
Código
Disciplinas
AG-11 Física
AG-12 Matemática
AG-13 Introdução à Agronomia
AG-14 Química Geral e Orgânica
AG-15 Botânica
AG-16 Introdução à Informática
AG-17 Português Instrumental
AG- 18 Biologia Geral
AG-41
AG-42
AG-43
AG-44
AG-45
AG-46
AG-47
5o
SE
ME
ST
RE
AG-51
AG-52
SUB-TOTAL
Cálculo Diferencial Integral
Química Analítica
Anatomia, Fisiologia e Bem Estar Animal
Metodologia Científica
Zoologia Geral e parasitologia
Desenho Técnico
Gênese e Classificação dos Solos
SUB-TOTAL
Estatística
Bioquímica
Máquinas, Motores Agrícolas e Energia
Agrometeorologia e Climatologia
Agricultura e Ciência do Ambiente
Microbiologia
Física do Solo
SUB-TOTAL
Fisiologia Vegetal
Mecanização Agrícola
Topografia Básica e Planimetria
Genética
Entomologia Geral
Experimentação Agrícola
Química e Fertilidade do Solo
SUB-TOTAL
Topografia Planialtimétrica
Hidrologia Agrícola
CH
60
60
30
75
75
30
30
45
405
60
75
60
45
60
30
75
405
60
90
60
60
45
45
45
405
75
60
60
45
60
30
75
405
45
45
Crédito Pré-requisitos
4s
4
2
5
5
2
2
3
27
4
5
4
3
4
2
5
27
4
6
4
4
3
3
3
27
5
4
4
3
4
2
5
27
4
3
AG-12
AG-14
AG-12
AG-12
AG-14
AG-11
AG-12
AG-13
AG-27
AG-15 /AG-32
AG-33
AG-26
AG-31
AG-25
AG-31
AG-27/AG-22
AG-43
AG-34
20
6o SEMESTRE
7o SEMESTRE
AG-71
AG-72
AG-73
AG-74
AG-75
AG-76
AG-77
8o SEMESTRE
AG-81
AG-82
AG-83
AG-84
AG-85
AG-86
AG-87
AG-91
AG-92
AG-93
AG-94
AG-95
AG-96
AG-97
AG-98
AG-99
10o
SEMESTR
E
AG-61
AG-62
AG-63
AG-64
AG-65
AG-66
AG-67
AG-68
9o SEMESTRE
AG-53
AG-54
AG-55
AG-56
AG-57
AG-58
Nutrição Vegetal
Pragas das Plantas Cultivadas
Fitopatologia Geral
Nutrição Animal
Defensivos Agrícolas
Melhoramento Animal
SUB-TOTAL
Hidráulica Agrícola
Fitopatologia Agrícola
Manejo e Utilização de Pastagens
Manejo de Plantas Daninhas
Geoprocessamento
Perícia, Avaliação e Legislação Agrícola
Culturas Anuais de Inverno
Suinocultura
SUB-TOTAL
Olericultura
Culturas Anuais de Verão
Fruticultura Tropical e Subtropical
Irrigação e Drenagem
Avicultura
Economia e Mercado Agrícola
Melhoramento Vegetal e Biotecnologia
SUB-TOTAL
Fruticultura de Clima Temperado
Uso Manejo e Conservação do Solo
Bovinocultura de Leite
Tecnologia de Produtos de Origem
Tecnologia
e Produção de Sementes e
Vegetal
Mudas
Construções
Rurais
Planejamento e Administração Rural
SUB-TOTAL
Bovinocultura de Corte
Tecnologia de Produtos de Origem
Floricultura,
Paisagismo, Parques e
Animal
Manejo
e
Produção
Florestal
Jardins
Fisiologia e Manejo Pós-Colheita
Sociologia e Extensão Rural
Defesa Sanitária Vegetal
Plantas Bioativas
Viticultura e Enologia
SUB-TOTAL
TOTAL
60
45
60
60
60
30
405
60
60
45
45
45
60
45
45
405
75
60
60
60
45
45
60
405
60
75
45
45
60
60
60
405
45
45
45
45
60
60
45
30
30
405
3.645
4
3
4
3
4
2
27
4
4
3
3
3
4
3
3
27
5
4
4
4
3
3
4
27
4
5
3
3
4
4
4
27
3
3
3
3
4
4
3
2
2
27
243
Estágio Curricular
450
30
Trabalho de Curso
60
4
AG-41
AG-45
AG-36
AG-32
AG-14
AG-44
AG-52
AG-55
AG-56/AG-41
AG-57
AG-51
AG-13
AG-41/AG-53
AG-56/AG-58
AG-53
AG-41/AG-53
AG-53
AG- 61
AG-56/AG-58
AG-12
AG-44
AG-53
AG-37
AG-56/AG-58
AG-32
AG-77
AG-26
AG-76
AG-56/AG-58
AG-32
AG-26
AG-41
AG-13
AG-66
AG-41
AG-32
21
Atividades Complementares
Disciplinas Optativas
SUB-TOTAL
TOTAL GERAL
120
8
90
6
720
4.365
48
291
As disciplinas optativas, conforme quadro abaixo, serão ofertados durante o andamento
normal do curso, conforme disponibilidade de docentes e necessidades por parte dos acadêmicos.
Todo o acadêmico deverá cursar no mínimo três disciplinas optativas durante o curso.
15.2. Matriz curricular de dsciplinas optativas
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Quadro 03- Matriz curricular das disciplinas optativas
Código
Disciplinas
CH
Créditos Pré-requisitos
AGOP-02 Agricultura de Precisão
30
2
AG-65
AGOP-03 Cultura da Cebola
30
2
AGOP-04 Fruteiras Nativas e Exóticas
30
2
AGOP-05 Apicultura
30
2
AGOP-07 Inglês Técnico
30
2
AGOP-08 Cultivo em Ambientes Protegidos
30
2
AGOP-10 Espanhol Técnico
30
2
AGOP-11 Libras*
60
4
AGOP-13 Evapotranspiração
30
2
AG-34
AGOP-14 Biologia Molecular
30
2
AG-44
AGOP-15 Agroecologia
30
2
AGOP-16 Fertilizantes, Corretivos e Resíduos
30
2
AG-47
* Disciplina oferecida em conjunto com os cursos de licenciatura do Instituto Federal
Catarinense, Câmpus Rio do Sul.
15.3. Ementário das disciplinas obrigatórias
1° Semestre
Física – 60h
EMENTA: Princípios de termodinâmica. Fluidos. Gases. Vetores. Deslocamento. Velocidade.
Aceleração. Condições gerais de equilíbrio. Trabalho. Energia. Conservação de energia. Eletrostática.
Eletrodinâmica. Eletromagnetismo. Fenômenos ondulatórios. Óptica geométrica. Óptica física.
Introdução à física nuclear e a física atômica.
22
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SEARS, Francis Weston & ZEMANSKI, Mark W., YOUNG, Hugh D. & FREEDMAN. Física I: Mecânica.
São Paulo: Addison Wesley, 2008.
SEARS, Francis Weston & ZEMANSKI, Mark W., YOUNG, Hugh D. & FREEDMAN. Física II:
Termodinâmica e Ondas. São Paulo: Addison Wesley, 2008.
SEARS, Francis Weston & ZEMANSKI, Mark W., YOUNG, Hugh D. & FREEDMAN. Física III:
Eletromagnetismo. São Paulo: Addison Wesley, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HALLIDAY. D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. v. 2. Rio de Janeiro: LTC, 2009. - 4v, il. Tradução
de: Fundamentals of physics.
HALLIDAY. D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. v. 3. Rio de Janeiro: LTC, 2009. - 4v, il. Tradução
de: Fundamentals of physics.
OKUNO, E. et al. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. São Paulo: Harbra, 1982.
RESNICK, R. & EISBERG, R. Física Quântica: Átomos, moléculas, sólidos núcleos e partículas. Rio de
Janeiro: Campus, 1994.
SEARS, F.W.;& ZEMANSKI, M.W., YOUNG, HH.D.; FREEDMAN. Física 4: Ótica e Física Moderna. São
Paulo: Addison Wesley, 2008.
Matemática – 60h
EMENTA: Proporção e aplicações. Expressões algébricas. Potências e Radicais. Funções de 1° e 2°
Graus. Função Exponencial. Logaritmo. Trigonometria. Geometria espacial. Medida de área e volume.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERREIRA, R.S. Matemática Aplicada às Ciências Agrárias. Viçosa: Editora UFV, 1999.
MEDEIROS, Valéria Zuma de. Pré-Cálculo. Cengage Learning, 2009.
MEDEIROS, S e outros. Matemática Básica para Cursos Superiores. São Paulo: Atlas, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GOLDSTEIN, L e outros. Matemática Aplicada. 10. ed. Porto Alegre: Bookmann, 2006.
IEZZI. G. Fundamentos de Matemática. Elementar. vol. 1. São Paulo: Atual, 1993.
LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. vol. 1. São Paulo: Harbra, 1994.
LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. vol. 2. São Paulo: Harbra, 1994.
MACHADO, A.S. Matemática: temas e metas-1: conjuntos numéricos e funções. São Paulo, Atual,
1998. 248p.
Introdução à Agronomia – 30h
EMENTA: O curso de Agronomia no IFET-Câmpus Rio do Sul. Aspectos da formação do Engenheiro
Agrônomo e áreas de atuação. Histórico e evolução da agricultura. O solo como base da produção
vegetal. Agricultura e meio ambiente. Noções sobre a evolução recente e a realidade atual das
agriculturas brasileira e catarinense; Produção Animal e vegetal. Espaços sociais e econômicos da
Agricultura. Legislação profissional na área da agronomia. Código de ética. Órgãos de Representação
profissional da categoria.
23
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ABBOUD, A.C. S. Introdução à agronomia. Rio de Janeiro: Interciência, 2013, 644p.
ROMERO, J. Dicionário agrícola Ceres: Agronomia século XXI. São Paulo: Ceres, 2006, 1176p.
TEIXEIRA, W. (Org.). Decifrando a terra. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009. 557 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BATALHA, M.O. Gestão agroindus trial. GEPAI : Grupo de Estudos e Pesquisas Agroindustriais. 5. ed.
São Paulo, SP: Atlas, 2009. 2 v.
BELLINGINI, R. Pequenas histórias de plantar e de colher. São Paulo, SP. 2012. 61p.
BORÉM, A. Glossário agronômico. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2005. 117 p.
MAZOYER, M.; ROUDART, L. História das agriculturas no mundo: do neolítico à crise
contemporânea. São Paulo, SP: Editora UNESP Brasília, DF, NEAD, 2010. 568 p. Disponível em:
<http://pt.scribd.com/adaomarin/d/60887022-Historia-das-agriculturas-no-mundo-Do-neolitico-acrise-contemporanea>
SANTO, B. R. do E. Os caminhos da agricultura brasileira. São Paulo, SP: Evoluir, 2001. 329 p.
Disponível
em:
<http://books.google.com.br/books?id=vMYOAQAAIAAJ&pg=PA215&lpg=PA215&dq=resenha+%22c
aminhos+da+agricultura+brasileira%22&source=bl&ots=TkuFE8NnoU&sig=Aw4HtLyUAAGXwSSYvSE4
zC-doCQ&hl=pt-BR&sa=X&ei=pa4rT_TKFoG3twf_n
DWDw&ved=0CDsQ6AEwBA#v=onepage&q&f=false>
Química Geral e Orgânica – 75h
EMENTA: Estrutura da matéria. Tabela Periódica. Ligações Químicas. Funções Inorgânicas.
Estequiometria. Soluções. Química Orgânica: funções orgânicas, isomeria, preparação de compostos
orgânicos. Noções de Química Analítica: soluções, equilíbrio químico, volumetria, análise
instrumental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, G.C. Química Moderna. Scipione. 2005.
PERUZZO, F. Mi.; CANTO, E.L. Quimica na abordagem do cotidiano: volume único. 2. ed. São Paulo,
SP: Moderna, 2002- 584p.
SARDELLA, Antonio; MATEUS, Edegar. Curso de química: volume 3: quimica organica . São Paulo:
Ática, 1991. 454 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EBBING, D.E. Química Geral. Rio de Janeiro: LTC S.A, 1998.
FONSECA, M.R.M. Química Geral, Fisico-Química e Orgânica. São Paulo: FTD, v. 1, 2 e 3, 1992.
MURRY, J. Química Orgânica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC S/A, 1997.
RUSSELL, J.B. Química geral. 2. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1994. 2v. (xxxviii, 1268 p.) MC
SARDELLA, A. Curso de Química: química geral. Volume 1. Editora Ática. 1997.
Botânica – 75h
24
EMENTA: Citologia vegetal. Histologia vegetal. Morfologia e anatomia dos órgãos vegetais. Botânica
Sistemática; Sistemas Filogenéticos Principais; Nomenclatura Botânica; Unidades de um Sistema de
Classificação; Caracterização de Famílias e Espécies Vegetais de Interesse Econômico Agrícola.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S.M. 2006. Anatomia Vegetal. 2ª edição,
Viçosa: UFV. 438 p.
APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B. Morfologia de Sistemas Subterrâneos: Histórico e Evolução do
Conhecimento no Brasil. Ed. A. S. Pinto. 2003.80 p.
BARROSO, G. M. et al. Sistemática de Angiospermas do Brasil. Viçosa: UFV, vol. 1, 2ª ed. 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B. Organografia Vegetal. Piracicaba: Centro Acadêmico Luiz de Queiroz.
1995.
JOLY, A.B. Botânica: Chaves de identificação das famílias de plantas vasculares que ocorrem no
Brasil. São Paulo: Nacional, 1975.
LARCHER, W. Ecofisiologia Vegetal. São Paulo: EDUSP, 2000.
SOUZA, L.A. de. Anatomia do fruto e da semente. Editora UEPG, Ponta Grossa. 2006. 196p.
SOUZA, L.A. de. Morfologia e Anatomia Vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântula. Editora UEPG,
Ponta Grossa. 2003.258p.
Introdução à Informática – 30h
EMENTA: Introdução à Informática. Hardware (Redes) e Software. Funcionamento de um sistema
operacional. Manipulação de programas, documentos e banco de dados. Funcionamento de Editores
de Texto. Funcionamento de Planilhas Eletrônicas. Funcionamento de Software de Apresentação.
Funcionamento Básico da Internet. Seleção de Aplicativos e de práticas em computadores
relacionadas com o curso. Rotinas e procedimentos profissionais específicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPRON, H.L.; JONHSON, J.A. Introdução à Informática. São paulo: Pearson Education, 2004.
MANZANO, P. Fórmulas e Funções com Microsoft Excel. São Paulo: Ciência Moderna, 2005.
NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Bocks, 1996. - 619 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MCFEDRIES, P. Fórmulas e Funções com Microsoft Excel. 2005.
MORAZ, E.; FERRARI, F.A. Entendendo e Dominando o Excel: Desvende os recursos profissionais do
Excel. 2006.
RITA, S. Dominando as Ferramentas do Google. Digerati Books, 2007.
VELLOSO, F.C. Informática: conceitos básicos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
WHITE; DEFLER. Informática Total: tudo que você precisa saber sobre computadores, redes e
internet. São Paulo: Market Books, 1999.
Português Instrumental – 30h
25
EMENTA: Leitura e análise de textos em sua intertextualidade, observando as diferentes funções e
análise dos elementos estruturais. Instrumentalização da Língua portuguesa. Leitura e produção de
parágrafos coerentes e coesos. Produção e análise de textos diversos, observação de suas qualidades
da concisão, da progressividade, da lógica e da criatividade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 18ª.ed. São Paulo: Atica, 1999.
COSTA VAL, Maria da Graça. Redação e textualidade. 2ª.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9ª .ed. São Paulo: Atica, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANTUNES, I. Aula de Português: Encontro & interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.
CUNHA, Celso Ferreira da. Nova gramática do português contemporâneo. 3ª .. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 2001.
DIONISIO, Ângela Paiva; BEZERRA, Maria Auxiliadora; MACHADO, Anna Rachel. Gêneros textuais &
ensino. 2ª.ed. Rio de Janeiro: Lucerda, 2003.
FILHO, Domício Proença Filho. A Linguagem Literária. São Paulo: Ática,1992.
FIORIN, Jose Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. 4ª.ed. São Paulo:
Atica, 2001.
Biologia Geral – 45h
EMENTA: A química da vida: moléculas mestras. Origem da vida e Evolução. A Teoria Celular: as
células e as funções celulares. Energia química para vida: fotossíntese, quimiossíntese, respiração,
fermentação e biossíntese. Código genético. Reprodução. Classificação dos seres vivos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1268, 90 p.
COOPER, G.M; HAUSMAN, R.E.; BORGES-OSÓRIO, M.R.; CHIES, T.T.S.(Trad). A célula: uma
abordagem molecular. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 716 p.
JUNQUEIRA, L.C.U. Biologia Celular e Molecular. 8a edição. Editora Guanabara Koogan, Rio de
Janeiro, 2005. 332p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTS, B. ; BRAY, D.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WALTER, P. Fundamentos
de Biologia Celular. Ed. Artmed, São Paulo. 2011.
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 9a ed. Ed. Guanabara Koogan, Rio de
Janeiro, 2012.
LODISH, H.; BERK, A.; ZIPURSKY, S. L.; MATSUDAIRA, P.; BALTIMORE, D., & DARNELL, J. Biologia
Celular e Molecular.5a ed. Ed. Artmed. 2005.
RAVEN, P.; EVERT, R.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 7. ed.
2007.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 3ed. 2004.
2° Semestre
26
Cálculo Diferencial Integral – 60h
EMENTA: Conjuntos numéricos. Funções reais de um variável real. Limite e continuidade. Derivada e
aplicações. Integral definida e indefinida. Álgebra matricial. Sistema de equações lineares. Álgebra
vetorial. Noções de espaços vetoriais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral, volume 1. São Paulo: Makron Books, 1999.
HOFFMANN, L.D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. vol. 1. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC –
Livros Técnicos e Científicos, 2002.
LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRA, R.S. Matemática Aplicada às Ciências Agrárias. Viçosa: Editora UFV, 1999.
FLEMMING, D.M. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5 ed. São Paulo: Blücher, 1980.
GOLDSTEIN, L. e outros. Matemática Aplicada. 10. ed. Porto Alegre: Bookmann, 2006.
GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. v. 1 a 4. 3ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.
SPIEGEL, M.R. Manual de Fórmulas e Tabelas Matemáticas. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1974,
268p.
Química Analítica – 75h
EMENTA: Fórmulas e Equações Químicas. Soluções. Equilíbrio Químico: Ácidos e Bases. Acidimetria e
Alcalimetria. Oxidação e redução. Volumetria de oxi-redução. Precipitação e dissolução. Gravimetria.
Complexos e quelatos. Quelatometria. Comportamento químico dos compostos de nitrogênio, de
fósforo, de potássio, de alumínio, de cálcio, de magnésio e de enxofre.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATKINS, P. Princípios de Química. São Paulo: Editora Bookman. 2001.
KOTZ, J. C. Química geral e reações químicas. v. 2 São Paulo: Cengage Learning, 2009.
SKOOG, D. A. Fundamentos de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BACAN, N. Química Analítica Quantitativa Elementar. 3 Ed. São Paulo: Blucher, 2001
HARRIS, D. C. Analise química quantitativa. 7. ed. Rio de Janeiro : LTC, 2008.
KOTZ, J. C. Química geral e reações químicas. v. 1 São Paulo: Cengage Learning, 2009.
RUSSEL, J.B. Química Geral. v. 1 e 2. 2 ed. São Paulo: Makron Books do Brasil. 1994.
VOGEL, A.I. Análise Química Quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2002.
Anatomia, Fisiologia e Bem Estar Animal – 60h
EMENTA: Introdução ao estudo das espécies zootécnicas; princípios anatomo-fisiometabólicos gerais
dos animais domésticos; comportamento e bem estar dos animais de interesse zootécnico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DYCE, K.M., SACK, W.O. Tratado de Anatomia Veterinária. Ed.Elsevier, 4ª ed, 2010, 856 p.
27
FRANDSON, R. D; WILKE, W. Lee; FAILS, Anna Dee. Anatomia e fisiologia dos animais de fazenda. 7.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. xii, 413 p.
REECE, W. O. Anatomia Funcional e Fisiologia dos animais domésticos. Ed. Roca, 3ª ed, 2008, 480p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BROOM, D.M., FRASER, A.F. O comportamento e o bem estar de animais domésticos. Ed. Manole,
4ª ed., 2010, 438p.
GRANDIN, T., JOHNSON, C. O bem estar dos animais. Ed. Rocco, 1ª ed., 2010, 336p.
HAFEZ, E. S. E. Reprodução Animal. 7ª ed.São Paulo: Manole, 2003.
REECE, W. O. Fisiologia de animais domésticos. Ed.Roca, São Paulo, 1996, 351p.
SISSON & GROSMAN. Anatomia dos animais domésticos. Vol. I. Ed. Getty, 5ª ed.
Metodologia Científica – 45h
EMENTA: O papel da ciência na sociedade. Tipos de conhecimentos. Métodos e técnicas de pesquisa.
Trabalhos acadêmicos. Projeto de pesquisa experimental e não experimental. Pesquisa quantitativa e
qualitativa. Relatórios de pesquisa. Normas da ABNT. Direitos autorais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDRADE, M.M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na
graduação . 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158 p.
BOOTH, W.C.; COLOMB, G.G.; WILLIAMS, J.M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2005. xv, 351 p.
KOCHE, J.C. Fundamentos de metodologia científica. 28.ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2009. 182 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, A.M.P. (Org.). Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática . São Paulo: Cengage
Learning, 2004. 154 p.
GUERRA, M.O.; CASTRO, N.C. Como fazer um projeto de pesquisa. 6. ed. rev. e atual. Juiz de Fora:
Ed. da UFJF, 2009. 47 p.
MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas,
2010. 300 p.
SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. São Paulo, SP: Martins Fontes, 2008. 425 p.
SANTOS, J.A.; PARRA FILHO, D. Metodologia científica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012. xiv,
251 p.
Zoologia Agrícola e Parasitologia – 60h
EMENTA: Introdução à Zoologia. Filo Protozoa. Filo Platyhelminthes. Filo Arthropoda. Filo Chordata Subfilo Vertebrata. Doenças Parasitárias Humanas e Animais, Relações entre seres vivos. Noções de
Nematologia e Acarologia Agrícolas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GARCIA, F.R.M. Zoologia Agrícola. Manejo ecológico de pragas. 2ª edição. Rígel. Porto Alegre. 2002.
240p.
MORAES, G.J.; FLECHTMANN, C.H.W. Manual de acarologia: Acarologia básica e ácaros de plantas
cultivadas no Brasil. Ribeirão Preto: Holos. 2008, 308p.
28
RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: Uma abordagem funcionalevolutiva. São Paulo: Roca. 2005, 1145p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ. 2002, 920p.
MOORE, J. Uma Introdução aos Invertebrados. São Paulo: Livraria Santos Editora, 2003. 356p.
STORER, T.I.; USINGER, L.R.; STEBBINS, R C.; NUBAKKEN, J.W. Zoologia Geral. 6a Edição. Companhia
Editora Nacional, São Paulo, 1984. 816p
RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M. Invertebrados: Manual de Aulas Práticas. Holos, Ribeirão Preto,
2002. 226p.
WEN, F.H.; FRANÇA, F.O.S.; CARDOSO, J.L.C. Animais peçonhentos no Brasil: Biologia, clínica e
terapêutica dos acidentes. São Paulo: Sarvier (Almed). 2009, 550p.
Desenho Técnico – 30h
EMENTA: Normas técnicas brasileiras. Material de desenho. Letras e algarismos. Representações
gráficas. Corte e seções. Especificações de medidas. Cotas. Instrumentos de desenho. Desenho de
órgãos de máquinas. Desenho arquitetônico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FRENCH, T.E.; VIERCK, C.J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8. ed. atual., rev. e ampl. São Paulo:
Globo, 2005. 1093p.
SILVA, A. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2006. xviii,
475 p.
SPECK, H.J.; PEIXOTO, V.V. Manual basico de desenho tecnico. 5. ed. rev. -. Florianópolis, SC: Ed. da
UFSC, 2009. 203p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação
em Desenho Técnico. Rio de Janeiro: 1995.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10068 - Folha de Desenho -Leiaute e
Dimensões. Rio de Janeiro: 1987.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8196 - Desenho Técnico -Emprego de Escalas.
Rio de Janeiro: 1999.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8402 - Execução de Caráter para Escrita em
Desenho Técnico. Rio de Janeiro: 1994.
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8403 - Aplicação de Linhas em Desenhos Gênese e Classificação do Solo – 75h
EMENTA: Histórico, evolução e importância da Ciência do Solo. Fatores e processos de formação do
solo. Material de origem e sua relação com a potencialidade agrícola dos solos. Caracterização e
identificação de diferentes classes de solos. Pedogênese e sua relação com o relevo e o ambiente.
Atributos químicos e físicos do solo, sua relação com os fatores e processos formadores do solo, bem
como sua importância para o uso agrícola das diferentes classes de solo. Identificação das principais
classes de solos.
29
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
EMBRAPA, Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos. Rio de Janeiro, 2º Edição, 306 p. 2006.
LEPSCH, I. 19 Lições de Pedologia. Oficina de Textos. 1º edição. 456p. 2011.
TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; & TAIOLI, F. (2000) Decifrando a Terra. Ed. Oficina
de Textos. São Paulo. 557 pg.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KER J.C., CURI N., SCHAEFER C.E., TORRADO P.V. Pedologia: fundamentos. SBCS – Sociedade
Brasileira de Ciência do Solo. SBCS. 343p. 2012.
LEINZ, V. & AMARAL, S. E. Geologia Geral. São Paulo. Cia. Editora Nacional, 1978, 397 p.
LEMOS, R.C., SANTOS, R.D. Manual de Descrição e Coleta de Solo no Campo. SBCS, 3. 84p. 1996.
POPP, J.H. Geologia Geral. LTC – Livros Técnicos. 6 Edição. 2010.
RESENDE; M., Curi; N., Rezende, S.B, Corrêa, G.F. Pedologia: Base para Distinção de Ambiente.
Editora UFLA, 5º Edição. 322 p. 2007.
3° Semestre
Estatística – 60h
EMENTA: Conceitos básicos: séries estatísticas, distribuição de freqüência, média de: tendência
central, dispersão ou variabilidade, assimetria e curtose, probabilidade, variáveis aleatórias,
distribuição de probabilidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LARSON, R.; FARBER, B. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
MAGALHÃES, M.N.; LIMA, A.C.P. Noções de probabilidade e estatística. 7. ed. São Paulo: EDUSP,
2010.
MORETTIN, P.A.; BUSSAB, W.O. Estatística básica. 6. ed., rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBETTA, P.A. Estatística aplicada às ciências sociais. 5. ed. Florianópolis: UFSC, 2003.
HEATH, O V S. A estatistica na pesquisa cientifica. São Paulo: E.P.U/EDUSP, 1981.
MORETTIN, L.G. Estatística Básica. v.1. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000.
TRIOLA, M.F. Introdução à estatistica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2008.
WALPOLE, R.E. Probabilidade & estatística: para engenharia e ciências . 8. ed. São Paulo: Pearson
Prentice Hall, 2009.
Bioquímica – 90h
EMENTA: Funções orgânicas principais. Fundamentos de mecanismos de reações orgânicas.
Proteínas. Enzimas. Glicídios. Oxidação e reduções. Metabolismo dos glicídios. Lipídios. Metabolismo
dos lipídios. Metabolismo das proteínas. Biologia molecular. Fotossíntese. Bioquímica animal.
30
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHAMPBELL, Pamela C; HARVEY, Richard A; FERRIER, Denise R. Bioquímica ilustrada. 4. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2009. 519 p.
NELSON, D.L. & COX, M.M. LEHNINGER. Princípios de Bioquímica. Sarvier; Terceira Edição, São Paulo,
2002.
STRYER, L. Bioquímica. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 1988.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WALTER, P. Biologia Molecular da
Célula. 4th ed. ARTMED, Porto Alegre. 2004.
RAVEN, P.; EVERT, R.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 7. ed.
2007.
SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. 9. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos
e Científicos, 2009. 496 p.
SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. xxi,
616 p.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 3ed. 2004.
Máquinas, Motores Agrícolas e Energia – 60h
EMENTA: Fontes alternativas de energia; motores e tratores agrícolas; máquinas agrícolas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BALASTREIRE, Luiz Antonio. Máquinas agrícolas. São Paulo, SP: Manole, 1990. 310p. (3 exemplares
na biblioteca).
MÁRQUEZ, L. Tractores agricolas: tecnologia y utilizacion. Madrid: B&H, 2011.
REIS, A. V.; MACHADO, A. L. T.; TILMANN, C. A. C. Motores, Tratores, Combustíveis e Lubrificantes.
Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 315p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MIALHE, L. G. Máquinas agrícolas para plantio. Campinas: Millennium, 2012.
MONTEIRO, L. A.; SILVA, P. R. A. Operação com tratores agrícolas. Botucatu: Ed. dos Autores, 2009.
76p.
SILVEIRA, G.M. Máquinas para a Pecuária. São Paulo, ed. Nobel, 1997. 167p.
SILVEIRA, G.M. Máquinas para Colheita e Transporte - volume 4. Ed. Aprenda Fácil, 2001.
SILVEIRA, G.M. Máquinas para Plantio e Condução das Culturas - volume 3. Aprenda Fácil, 2001.
Agrometereologia e Climatologia – 60h
EMENTA: Introdução à Climatologia Agrícola. Relações Terra-Sol e suas influências sobre os vegetais
e animais. Atmosfera. Estações Meteorológicas. Elementos do clima de importância agropecuária.
Balanço Hídrico. Zoneamento agroclimático. Classificações Climáticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
31
PEREIRA, A.R.; ANGELOCCI, L.R. Agrometeorologia: fundamentos e aplicações práticas. Guaíba, RS:
Agropecuaria, 2002. 478p.
REICHARDT, K; TIMM, L.C. Solo, planta e atmonsfera: Conceitos, processos e aplicações. Sâo Paulo:
Manole, 2012, 524p.
SOARES, R.V.; BATISTA, A.C. Meteorologia e climatologia florestal. 2004, 1945p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AYOADE, J.O. Introdução à climatologia para os trópicos. Bertrand Brasil, 2011, 332p.
CARLESSE, R.; PETRY, M.T.; ROSA, G.M.; HELDWEIN, A.B. Uso e benefício da coleta automática de
dados meteorológicos na agricultura. Santa Maria: UFSM, 2007, 165p.
TORRE, E. Climatologia fácil. Oficina de textos, 212, 148p.
TORRES, F.T.P.; MACHADO, P.J.O. Introdução à climatologia. CENGACE, 2011, 256p.
VIANELLO, R.L.; LAVES, A.R. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: UFV, 2012, 460p.
Agricultura e Ciência do Ambiente – 45h
EMENTA: Funções da agricultura. Processos de produção. Agroecossistemas e o manejo animal e
vegetal. As dinâmicas populacionais e a gestão dos recursos e o ambiente. A poluição ambiental.
Agriculturas alternativas e seus movimentos. Agricultura familiar. O mercado de ecoprodutos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GLIESSMAN, S.R. Agroecologia. Processos Ecológicos em Agricultura Sustentável. UFRGS, 3a ed.
2005. 658p.
PRIMAVESI, A.M. Manejo Ecológico do Solo: a Agricultura em Regiões Tropicais. Nobel, 2002.
ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de Ecologia. Pioneira Thompon, São Paulo, 5a ed. 2007.
632p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALTIERI, M.A. Agroecologia: Bases científicas da agricultura alternativa. São Paulo, PTA-FASE, 1989.
240p.
ANGELOCCI, L.R. Água na Planta e Trocas Gasosas/Energéticas com a Atmosfera. Piracicaba: Ed. do
Autor/ESALQ, 2002.
BONILLA, J.A. Fundamentos da Agricultura Ecológica. São Paulo, Nobel, 1992.260p.
COSTA, M. A G; COSTA, E.C. Poluição Ambiental: Herança para gerações futuras. Santa Maria:
ORIUM, 2004.
ODUM, E.P. Ecologia. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 1988. 434p.
Microbiologia – 45h
EMENTA: Histórico e importância da microbiologia. Caracterização de vírus, bactérias e fungos.
Microbiologia industrial. Técnicas de esterilização. Técnicas de isolamento e observação de
microorganismos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, H.R.; TORRES, B.B. Microbiologia Básica. Editora Atheneu, 1999.
32
PELCZAR, M. J., CHANG, E. C. S., KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações, Vol.1, 2ª ed. São
Paulo: Makron Books, 1996.
PELCZAR, M. J., CHANG, E. C. S., KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações, V.2, 2ª ed. São
Paulo: Makron Books, 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FRANCO, B. D. G. M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2008.
MADIGAN, M. T.; MARTINKO, J. M.; DUNLAP, P. V.; et al. Microbiologia de Brock. 10 ed. Porto
Alegre: Artmed, 2004.
MOREIRA, F. M. S.; SIQUEIRA, J. O. Microbiologia e bioquímica do solo. 2 ed. Lavras: UFLA, 2006.
SILVA FILHO, G. N. Microbiologia: manual de aulas práticas. 2 ed. Florianópolis:UFSC, 2007.
TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5ª ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 760p.
Física do Solo – 45h
EMENTA: Propriedades físicas do solo e suas relações com fatores de crescimento de plantas.
Textura e Extrurura do solo, densidade de partícula, densidade do solo e resistênca a penetração.
Água no solo: Umidade, retenção, armazenamento e movimento. Temperatura do solo. Processos
físicos que ocorrem no solo. Intervalo hídrico ótimo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
EMBRAPA. Manual de Métodos de Análise de Solo. 2.ed. ver. Atual. Rio de janeiro: EMBRAPA-CNPS,
1997. 212p.QUIRIJIN, de J. V.L. Física do Solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS) 298p.
2010.
KLEIN, V.A Física do Solo. UPF Editora. 2º edição. 240p. 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CLAESSEN, M.E.C. (Org). Manual de métodos de análise de solo. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro:
EMBRAPA-CNPS, 1997. xii,212p.
BRADY, N.C.; WEIL, R.R. Elementos da natureza e propriedades dos solos. 3. ed. Porto Alegre:
Bookman, 2013. xiv, [9], 685 p.
KIEHL, E. J. Manual de Edafologia. Agronômica Ceres, São Paulo, 1979. 262p.
REICHARDT, K. & TOMM, L.C. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri:
Manole, 2004. 478p.
REICHARDT, K. & TOMM, L.C. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri:
Manole, 2º edição. 2012.
4° Semestre
Fisiologia Vegetal – 75h
EMENTA: Relações hídricas. Transporte e translocação de água e solutos. Nutrição mineral.
Transporte de solutos. Bioquímica e metabolismo. Crescimento e desenvolvimento (Reguladores
vegetais, Tropismos e Fotoperiodismo). Fisiologia do estresse.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
33
AVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2007.
TAIZ, L..; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 4. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009.
TORRES, A.C. Cultura de tecidos e transformação genética de plantas. Brasília, DF: EMBRAPA, SPI,
1998-1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASTRO, P.R.C. ; FERREIRA, S.O.; YAMADA, T. Ecofisiologia da produção agricola. Piracicaba, SP:
POTAFOS, 1987.
CASTRO; KLUGE; PERES. Manual de fisiologia vegetal. Sâo Paulo: Agronômica Ceres, 2005, 640p.
CASTRO; KLUGE; SESTARI. Manual de fisiologia vegetal: Fisiologia de cultivos. Sâo Paulo: Agronômica
Ceres, 2008, 864p.
FERRI, M.G.; ANDRADE, M.A.Br.; LAMBERTI, A. Botânica: fisiologia : curso experimental. 3. ed. São
Paulo: Nobel, 1992.
FERRI, Mario Guimarães. Fisiologia vegetal. São Paulo: EPU: Ed. da Univ. de São Paulo, 1979. 2v.
Mecanização Agrícola – 60h
EMENTA: Avaliação de máquinas agrícolas, análise operacional, análise econômica, planejamento da
mecanização agrícola e segurança do trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo, SP: Manole, 1990. 310p.
MIALHE, L. G. Máquinas agrícolas para plantio. Campinas: Millennium, 2012.
PORTELLA, J. A. Semeadoras para plantio direto. Aprenda fácil editora, 2001. 249p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BALASTREIRE, L.A. O Estado-da-arte da agricultura de precisão no Brasil. Piracicaba, SP. Março,
2000. 227p.
MACHADO, A. L T.; REIS, A. V., MORAES, M. L. B.; ALONÇO, A. S. Máquinas para preparo do solo,
semeadura, adubação e tratamentos culturais. Pelotas: Ed. UFPel, 1999.
MONTEIRO, L. A. Prevenção de acidentes com tratores agrícolas e florestais. Botucatu: Editora
Diagrama. 2010.
MORAES, M.L.B.; REIS, A.V.; MACHADO, A. L. T. Máquina para colheita e processamento dos grãos.
Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 150p.
REIS, A. V.; MACHADO, A. L. T. Acidentes com máquinas agrícolas: texto de referência para técnicos
e extensionistas. Pelotas: Editora e Gráfica Universitária Pelotas, 2009. 103p.
Topografia Básica e Planimetria – 60h
EMENTA: Conceito e divisão da topografia. Topometria planimétrica. Instrumentos topográficos.
Métodos de levantamento planimétrico. Medição de distâncias e ângulos. Cálculo de área
(Geométrico e analítico). Demarcação e divisão de áreas. Desenho de plantas. Memorial descritivo,
elaboração de plantas topográficas e locação de obras para fins agrícolas. Posicionamento por
satélites artificiais.
34
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORGES, A. C. Topografia Aplicada à Engenharia Civil – Volume 1. Editora Edgard Blucher.
BORGES, A. C. Topografia Aplicada à Engenharia Civil – Volume 2. Editora Edgard Blucher.
McCORMAC, J. Topografia. Tradução: Daniel Carneiro da Silva. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CASACA, J. M. M.; MATOS, J. L. de; DIAS, J. M. B. Topografia geral. 4ª Edição. Editora LTC. 2007.
COMASTRI, J.A; TULER, J. C. Topografia: Altimetria. 3 ed. Viçosa. Editora: UFV, 1998.
GONÇALVES, J. A.; MADEIRA. S.; SOUZA, J. J. Topografia: Conceitos e Aplicações. 3ª Edição. Editora
Lidel, Portugal, 2012.
LEE, S. H. Introdução ao projeto geométrico de rodovias. 3ª Edição Revisada e Ampliada, Editora da
UFSC, Florianópolis, 2008.
LOCH, C; CORDINI, J. Topografia Contemporânea: Planimetria. 2 ed. Florianópolis: UFSC, 2000.
Genética – 45h
EMENTA: Estudo da célula; biologia molecular, divisão celular, alterações cromossômicas; herança
qualitativa; ligação permuta e mapas genéticos; determinação do sexo; herança extracromossômica;
genética de populações; teoria sintética da evolução; evolução das plantas cultivadas e herança
quantitativa. Noções de transgenia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEIGUELMAN, B. Dinâmica dos genes nas famílias e populações. 2a ed. Ribeirão Preto: SBG. 1995.
GRIFFITHS, A.J.F.; WEESLER, S.R.; LEWONTIN, R.C.; CARROL, S.B. Introdução à genética. 10. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xix, 710 p.
SNUSTAD, D. P.r; SIMMONS, M.J. Fundamentos de genética. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2012. 903 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BURNS, Ge.W.; BOTTINO, P.J. Genética. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 381 p.
LAJOLO, F.M.; NUTTI, M.R. Transgênicos: bases científicas da sua segurança. São Paulo: Edusp. 2012.
NICHOLAS, F. W. Introdução à genética veterinária. Porto Alegre: Artmed, 2011. ix, 347 p.
RAMALHO, M., SANTOS, J.B., PINTO, C.A.B.P. Genética na Agropecuária. Ed. UFLA, Lavras, 2000.
472p.
TORRES, A.C.; CALDAS, L.S.; BUSO, J.A. Cultura de tecidos e transformação genética de plantas. vol,
1. Ed. Embrapa, 1998.
Entomologia Geral – 60h
EMENTA: Introdução à entomologia. Princípios básicos da entomologia agrícola. Dinâmica
populacional dos insetos. Conceitos e danos de insetos-praga. Identificação de insetos. Biologia e
ecologia dos insetos. Anatomia, fisiologia, filogenia de Arthropoda. Reprodução, desenvolvimento,
taxonomia e classificação dos insetos das ordens; Orthoptera; Thysanoptera; Hemiptera; Homoptera;
Lepidoptera; Diptera; Coleoptera; Hymenoptera, e ácaros fitófagos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
35
BUZZI, Z.J. Entomologia Didática. 4. Ed. Curitiba: Universidade Federal do Paraná – UFPR. 2010,
348p.
FUJIHARA, R.T.; FORTI, L.C.; ALMEIDA, M.C.; BALDIN, E.L.L. Insetos de importância econômica: Guia
ilustrado para identificação de famílias. Botucatu: FEPAF, 2011, 391p.
GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R.P.L.; BATISTA, G.C.; BERTI FILHO, E.;
PARRA, J.R.P.; ZUCCHI, R.A.; ALVES, S.B.; VENDRAMIM, J.D.; MARCHINI, L.C.; LOPES, J.R.S.; OMOTO, C.
Entomologia Agrícola. 3º ed., Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BUENO, V.H.P. Controle Biológico de Pragas, Produção massal e Controle de Qualidade. Editora
UFLA, Lavras, 2a Edição.
GALLO, Domingos. Entomologia agrícola. Piracicaba, SP: FEALQ, 2002. xv,920p.
ZAMBOLIM, L.; PICANÇO, M.C. Controle biológico: Pragas e doenças, exemplos práticos. VIçosa:
UFV/DFP. 2009, 310p.
RAFAEL, J.A. et al. Insetos do Brasil: Diversidade e taxonomia. Ribeirao Preto: Holos. 2012, 810p.
SERRA-FREIRE, N.M.; MELLO, R.P. Entomologia & Acarologia na Medicina Veterinária. Rio de
Janeiro: L.F. Livro de Veterinária LTDA. 2006, 199p.
Experimentação Agrícola – 30h
EMENTA: Fundamentos de Estatística experimental. Análise de variância. Introdução ao estudo da
experimentação agrícola. Experimentos usados na agricultura. Interpretação do resultado de
experimentos agrícolas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GOMES, F.P. Curso de Estatística Experimental. 15 ed. Piracicaba: FEALQ. 2009. 451p.
PIMENTEL-GOMES, F. & GARCIA, C.H. Estatística Aplicada a Experimentos Agronômicos e Florestais.
Exposição com exemplos e orientações para uso de aplicativos. FEALQ, Piracicaba, SP. 2002. 309p.
STORCK, L.; LOPES, S.J.; GARCIA, D.C.; ESTEFANEL, V. Experimentação Vegetal. 3ª edição. Santa
Maria: UFSM, 2006. 200p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, D.F. & OGLIARI, P.J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas: com noções de
experimentação. Editora UFSC. 2007. 438p.
FONSECA, J.S. da; MARTINS, G. de A. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1996. 320p.
MORETTIN, P.A.; BUSSAB, W.O. Estatística básica. 6ª ed., rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2010. 540p.
14 exemplares na sede urbana.
RAMALHO, M.A.P.; FERREIRA, D.F.; OLIVEIRA, A.C. Experimentação em Genética e Melhoramento de
Plantas. 3ᵃ ed. Editora UFLA., Lavras, 2012. 305p.
VIEIRA, S. Análise de variância: ANOVA. 1ª edição. São Paulo: Atlas, 2006. 216p.
Química e Fertilidade do Solo – 75h
EMENTA: Composição química e mineralógica do solo. Cargas elétricas e fenômenos de adsorção e
troca iônica. Reação do solo e o problema da acidez. Matéria orgânica, nitrogêncio, fósforo, potássio,
cálcio, magnésio, enxofre e micronutrientes do solo, bem como elementos potencialmente tóxicos
36
ao ambiente. Conceitos e leis da fertilidde do solo. Interpretação de análises de solo e recomendação
de fertilizantes e corretivos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BISSANI, C. A.; GIANELLO, C.; CAMARGO, F. A. O. TEDESCO, M. J. Fertilidade dos Solos e Manejo da
Adubação de Culturas. 2ª edição. Editora metrópole. Porto Alegre, 2008. 344p.
FERREIRA, M.E.; da Cruz, M.C.P.; van Raij, B.; de Abreu, C.A. Micronutrientes e Elementos Tóxicos na
Agricultura. Editora Legis Summa Ltda. 2001. 600p.
MEURER, E. J. Fundamentos de Química do solo. 5ª edição. Porto Alegre: Editora Evangraf, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALLEONI, L.R.F., MELO, V.F. Química e Mineralogia de Solos – Volume I. Sociedade Brasileira de
Ciência do solo. Viçosa. 2009.
ALLEONI, L.R.F., MELO, V.F. Química e Mineralogia de Solos – Volume II. Sociedade Brasileira de
Ciência do solo. Viçosa. 2009.
NOVAIS, R.F., ALVAREZ, V.H., BARROS, N.F., FONTES, R.L., CANTARUTTI, R.B. e NEVES, J.C.L.
Fertilidade do solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa. 2007.
PROCHNOW, l.I., CASARIN, V. & STIPP, S. R. (Editores). Boas Práticas Para o Uso Eficiente de
Fertilizantes. Volume I: Contexto Mundial e Práticas de Suporte. IPNI, Piracicaba, 2011. 462p.
VAN RAIJ, B. Fertilidade do Solo e Manejo de Nutrientes. IPNI, Piracicaba, 2011. 420p.
5° Semestre
Topografia Planialtimétrica – 45h
EMENTA: Altimetria. Instrumentos de levantamento altimétrico. Métodos gerais de nivelamento
(barométrico, geométrico e trigonométrico). Desenho da planta altimétrica. Planialtimetria. Métodos
de levantamento planaltimétrico. Demarcação de linhas de nível e desnível. Seções transversais.
Estudo dos erros. Estradas Rurais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COMASTRI, J.A; TULER, J. C. Topografia – Altimetria. 3 ed. Viçosa. Editora: UFV, 1999.
COMASTRI, J.A; & JUNIOR, J.G. Topografia Aplicada – medição, divisão e demarcação. Viçosa.
Editora: UFV, 2003.
McCORMAC, J. Topografia. Tradução: Daniel Carneiro da Silva. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORGES, A. C. Topografia Aplicada à Engenharia Civil – Volume 1. Editora Edgard Blucher.
BORGES, A de C. Exercícios de Topografia. 7 ed. São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda, 1992.
ESPARTEL, L. Curso de Topografia. Porto Alegre: Globo, 1975.
GONÇALVES, J. A.; MADEIRA. S.; SOUZA, J. J. Topografia: Conceitos e Aplicações. 3ª Edição. Editora
Lidel, Portugal, 2012.
LEE, S. H. Introdução ao projeto geométrico de rodovias - 3. ed. rev. e ampl. Florianópolis: UFSC,
2008.
Hidrologia Agrícola – 45h
37
EMENTA: Água e os Impactos Ambientais sobre as Bacias Hidrográficas. Gestão de recursos hídricos.
Noções de Climatologia. Dinâmica da água nas bacias hidrográficas. Planejamento e utilização de
bacias hidrográficas. Legislação relacionada a recursos hídricos e ambientais. Modelos de
avaliação/gestão de recursos hídricos. Aspectos técnicos relacionados ao planejamento e manejo
integrados dos recursos hídricos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RECURSOSHÍDRICOS (ABRH). Hidráulica aplicada. 2.ed. rev. e ampl.
Porto Alegre: ABRH, 2003. 621p.
AZEVEDO NETO, J. M. Manual de hidráulica. 8 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1998. 699p.
PORTO, R. M. Hidráulica básica. São Carlos: EESC/USP, 1998. 540p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BABTISTA, M. B., COELHO, M. M. L.P., CIRILO, J. A. (Organizadores). Hidráulica Aplicada. Porto
Alegre: ABRH, 2001.
CARVALHO, J. A.; OLIVEIRA, L. F. C. Instalações de bombeamento para irrigação: hidráulica e
consumo de energia. Lavra: UFLA, 2008.
DENICULI. W. Bombas hidráulicas. Viçosa: UFV. 2005. 152p.
LOPES, J. D. S.; LIMA, F. Z. Pequenas barragens de terra. Viçosa: Aprenda Fácil, 2005.
MORANO, J. R. Pequenas barragens de terra. São Paulo: Codasp. 2006. 103 p.
Nutrição Vegetal – 60h
EMENTA: Histórico e evolução da nutrição mineral de plantas. Critérios de essencialidade. Os
elementos essenciais: macro e micronutrientes. Absorção iônica radicular. Transporte e
Redistribuição. Absorção iônica foliar e princípios de adubação foliar. Funções dos macro e dos
micronutrientes. Eficiência nutricional. Elementos úteis. Elementos tóxicos. Avaliação do estado
nutricional das plantas. Nutrição de plantas em ambiente controlado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
EPSTEIN, E.; BLOOM, A. J. Nutrição Mineral de Plantas. Princípios e perspectivas. 2a. Ed. Planta, Trad.
Nunes, M.E.T., Londrina-PR, 2006. 403p.
MALAVOLTA, E. Manual de Nutrição Mineral de Plantas. São Paulo: Editora Agronômica Ceres, 2006.
638 p.
PRADO, R. M. Nutrição de Plantas. Editora UNESP, 2009. 408p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DO VALE. D. W.; SOUZA, J. I.; PRADO, R. M. Manejo da fertilidade do solo e nutrição de plantas. 1ª
Edição. Ribeirão Preto: Editora Legis Summa, 2010. 428p.
FERNANDES, M.S. (Editor) Nutrição Mineral de Plantas. Viçosa: Sociedade Brasileira de Ciência do
Solo, 2006. 432p.
FERREIRA, M.E.; da Cruz, M.C.P.; van Raij, B.; de Abreu, C.A. Micronutrientes e Elementos Tóxicos na
Agricultura. Editora Legis Summa Ltda. 2001. 600p.
MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do Estado Nutricional de Plantas: Princípios e
Aplicações. 2.ed. Piracicaba: POTAFOS, 1997, 319p.
MARSCHNER, H. Mineral Nutrition of Higher Plants. 2.ed. New York: Academic Press, 1995. 889p.
38
Pragas das Plantas Cultivadas – 45h
EMENTA: Introdução à entomologia agrícola. Principais pragas das culturas. Insetos úteis. Métodos
de controle de pragas (legislativo, por comportamento, cultural, mecânico, físico e biológico).
Manejo e produção Integrada. Controle autocida. Método de controle convencional. Transgenia e
resistência de plantas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUENO, V.H.P. Controle Biológico de Pragas, Produção massal e Controle de Qualidade. Editora
UFLA, Lavras, 2a Edição, Revisada e Ampliada, 2009, 420p.
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ. 2002, 920p.
NAKANO, O. Entomologia econômica. Piracicaba. 2011, 464p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ATHIÉ, I & PAULA, D.C. Insetos de grãos armazenados: aspectos biológicos e identificação. São Paulo:
Varela. 2002, 244p.
ALVES, S.B. Controle Microbiano de Insetos. 2º Edição. Piracicaba: FEALQ, 1998, 1163p.
CAMPAHOLA, C.; BETTIOL, W. Métodos alternativos de controle fitossanitário. Jaguariúna:
EMBRAPA Meio Ambiente. 2003, 279p.
MALAVASI, A.; ZUCCHI, R.A. Moscas-das-frutas de importância econômica no Brasil: conhecimento
básico e aplicado. Ribeirão Preto: Holos. 2000, 327p.
PARRA, J.R.P.; BOTELHO, P.S.M.; CORRÊA-FERREIRA, B.S.; BENTO, J.M.S. Controle Biológico no Brasil:
parasitóides e predadores. São Paulo: Manole, v. 1. 635 p. 2002.
Fitopatologia Geral – 60h
EMENTA: História da fitopatologia. Importância das doenças das plantas. Natureza das doenças.
Relações ecológicas entre microorganismos. Agentes causais. Classificação das doenças. Mecanismo
de resistência e defesa das plantas às enfermidades.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIM FILHO, A. Manual de Fitopatologia: Princípios e
Conceitos. v.1, 4 ed. São Paulo: Ceres, 2011.
BLUM, L. E. B. Fitopatologia: o estudo das doenças de plantas. 1 ed. Brasília: Otimismo, 2006.
VALE,F. X. R.; JESUS JUNIOR, W. C.; ZAMBOLIM, L. Epidemiologia aplicada ao manejo de doenças de
plantas. Belo Horizonte: Perfill, 2004. 531p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERGAMIM FILHO, A. Doenças de plantas tropicais: Epidemiologia e controle econômico. São Paulo:
Ceres, 1996.
KIMATI, H.; AMORIM L.; BERGAMIN FILHO, A.; et al. Manual de Fitopatologia: Doenças das Plantas
Cultivadas. v.2. 4 ed. São Paulo: Ceres, 2005.
MIZUBUTI, E.S.G.; MAFFIA, L.A. Introdução à Fitopatologia. Viçosa: UFV, 2007.
RAVEN, P. et al. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
ROMEIRO, R. S. Bactérias Fitopatogênicas. 2 ed. Viçosa: UFV, 2005.
39
Nutrição Animal – 60h
EMENTA: Introdução a Nutrição Animal. Composição Química dos Alimentos. Carboidratos na
Nutrição dos Animais Monogástricos. Microbiologia do rúmen. Carboidratos na Nutrição dos Animais
Ruminantes. Lipídios na Nutrição Animal. Proteínas na Nutrição dos Animais Monogástricos.
Compostos Nitrogenados Protéicos e não Protéicos na Nutrição dos Ruminantes. Aminoácidos
Essenciais na Nutrição Animal. Metabolismo Energético. Minerais. Vitaminas. Principais aditivos.
Exigências Nutricionais dos Animais Domésticos. Formulação de Ração para os Animais
Monogástricos. Formulação de Ração para os Animais Ruminantes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDRIGUETO, J.M. et al. Nutrição Animal: alimentação animal. São Paulo, 1999. 425 p.
BUTOLO, J.E. Qualidade de ingredientes na alimentação animal. Campinas: J.E. Butolo, 2002.
CAMPOS, F.P., NUSSIO, C.M.B., NUSSIO, L.G. Métodos de análises de alimentos. Editora FEALQ,
2004, 135p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERCHIELLI, T.T.; PIRES, A.V.; OLIVEIRA, S.G. Nutrição de ruminantes. Jaboticabal: FUNEP. 2011,
616p.
BERTECHINI, A.G. Nutrição de monogástricos. Editora UFLA, 2006, 301p.
CAMPOS, F.P.; NUSSIO, C.M.B. ; NUSSIO, L.G. . Métodos de análise de alimentos. 1. ed. PiracicabaSP: FEALQ, 2004. v. 1. 135p.
CECCHI, H.M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. 2 ed. Campinas: Editora da
UNICAMP, 2003. 207p.
FIALHO, E.T. Alimentos alternativos para suínos. Editora UFLA, 2009. 232 p.
Defensivos Agrícolas – 60h
EMENTA: Histórico e conceitos do controle de pragas. Classificação e toxicologia dos defensivos
agrícolas. Classes, formulações e toxicologia dos defensivos. Método de controle químico. Controles
utilizados nas principais culturas. Seletividade dos defensivos. Tecnologia de aplicação de defensivos.
Armazenagem de defensivos e embalagens. Uso de equipamento de proteção individual (EPI).
Devolução de embalagens de agrotóxicos após utilização; Receituário Agronômico: Introdução.
Legislação Federal de agrotóxicos e afins. Registro de agrotóxicos: Ministério da Agricultura,
Ministério da Saúde e Ibama. Receituário quimioterápico x receituário alternativo. Agrotóxicos.
Grupos de agrotóxicos e toxicologia. Receituário agronômico. Tecnologia de aplicação de
agrotóxicos. Impacto ambiental dos agrotóxicos. Análise de resíduos em alimentos
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
REIS, E.M.; REIS, A.C.; CARMONA, M.A. Manual de fungicidas: guia para o controle químico de
doenças de plantas. Passo Fundo: UPF. 2010, 226p.
ZAMBOLIM, L.; CONCEIÇÃO, M.Z.; SANTIAGO. T. O que engenheiros agrônomos devem saber para
orientar o uso de produtos fitossanitários. Viçosa: UFV/DFP. 2008, 464p.
40
ZAMBOLIM, L. et al. Produtos fitossanitários (fungicidas, inseticidas,acaricidas e herbicidas). Viçosa:
UFV/DFP. 2008, 652p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DURIGAN, J.C. Efeitos de adjuvantes na aplicação e eficácia dos herbicidas. Jaboticabal:FUNEP,
1993. 42p.
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ. 2002, 920p.
RODRIGUES, B.N.; ALMEIDA, F.S. Guia de herbicidas. 6 ed. São Paulo:Livroceres, 2005. 697p.
SCHVARTSMAN, S.; ALMEIDA, W.F. Tratamento das intoxicações agudas. São Paulo: ANDEF Associação Nacional de Agrícolas, 1989. 116 p.
SILVA JÚNIOR, D.F. Legislação federal: agrotóxicos e afins. São Paulo:INDAX, 2003. 392p.
Melhoramento Animal – 30h
EMENTA: Introdução ao estudo do melhoramento animal. Princípios básicos da genética. Genética
das populações. Etapas do melhoramento animal. Melhoramento das espécies domésticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PEREIRA, J.C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. 6ª ed. Belo Horizonte: FEP
MVZ. 2012. 758p.
SILVA, M. de A. Conceitos de genética quantitativa e de populações aplicados ao melhoramento
genético animal. 1ª ed. Belo Horizonte: FEP MVZ. 2009. 195p.
KINGHORN, B. WERF, J. V.D.; RYAN, M. Melhoramento animal: uso de novas tecnologias. 1ª ed.
Editora: Fealq. 2006. 367p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ESPÍNDOLA, G.B. Formação do coelho híbrido destinado ao abate. 1ª ed. Editora: Expressão - gráfica
e editora, 2012. 76p.
BOWMAN, J.C. Introdução ao melhoramento genético animal. São Paulo: EDUSP, 1981. 87p.
QUEIROZ, S.A. de. Introdução ao melhoramento genético de bovinos de corte. 1ª ed. Editora Agro
Livros. 2012. 152p.
RAMALHO, M.A.P.; SANTOS, J.B.; PINTO, C.A.B.; SOUZA, E.A.; GONÇALVES, F.M.A.; SOUZA, J.C.
Genética na Agropecuária. 5ᵃ ed. Editora UFLA, Lavras, 2012. 565p.
RESENDE, M.D.V. e ROSA-PEREZ, J.R.H. Genética e melhoramento de ovinos. 1ª ed. Curitiba: editora
da UFPR, 2002. 184p.
6º SEMESTRE
Hidráulica Agrícola – 60h
EMENTA: Hidrostática. Pequenas barragens de terra. Hidrodinâmica. Noções de hidrometria. Cálculo
de perda de carga. Condutos sob pressão. Estações elevatórias. Distribuição de água por gravidade.
Condutos livres. Estudo da água e solo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
41
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RECURSOS HÍDRICOS (ABRH). Hidráulica aplicada. 2.ed. rev. e ampl.
Porto Alegre: ABRH, 2003. 621p.
AZEVEDO NETTO, J.M. Manual de hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2012. 669 p.
PORTO, R. M. Hidráulica básica. São Carlos: EESC/USP, 1998. 540p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BABTISTA, M. B., COELHO, M. M. L.P., CIRILO, J. A. (Organizadores). Hidráulica Aplicada. Porto
Alegre:ABRH, 2001.
BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. 2. ed., rev. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. xiv, 431 p.
DENICULI. W. Bombas hidráulicas. Viçosa: UFV. 2005. 152p.
LOPES, J. D. S.; LIMA, F. Z. Pequenas barragens de terra. Viçosa: Aprenda Fácil, 2005.
KLAR, A. E. A água no sistema solo-planta-atmosfera. São Paulo: Ed. Nobel, 1984. 408p.
Fitopatologia Agrícola – 60h
EMENTA: Variabilidade dos agentes fitopatogênicos. Controle das doenças das plantas.
Epidemiologia. Avaliação das doenças das plantas. Controle das doenças. Principais doenças das
culturas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIM FILHO, A. Manual de Fitopatologia: Princípios e
Conceitos. v.1, 4 ed. São Paulo: Ceres, 2011.
KIMATI, H.; AMORIM L.; BERGAMIN FILHO, A.; et al. Manual de Fitopatologia: Doenças das Plantas
Cultivadas. v.2. 4 ed. São Paulo: Ceres, 2005.
VALE, F. X. R.; JESUS JUNIOR, W. C.; ZAMBOLIM , L.. Epidemiologia aplicada ao manejo de doenças
de plantas. Belo Horizonte: Perfill, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R.; COSTA, H. Sementes: Qualidade fitosanitária. Viçosa: UFV, 2005.
ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R.; COSTA, H. Controle de doenças de plantas - hortaliças. v.1, Viçosa:UFV,
2000.
ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R.; COSTA, H. Controle de doenças de plantas: hortaliças. v.2, Viçosa:UFV,
2000.
ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R.; MONTEIRO, A. J. B.; et al. Controle de doenças de plantas: fruteiras.
v.1, Viçosa:UFV, 2002.
ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R.; MONTEIRO, A. J. B.; et al. Controle de doenças de plantas: fruteiras.
v.2, Viçosa:UFV, 2002.
Manejo e Utilização de Pastagens – 45h
EMENTA: Características gerais das pastagens naturais e cultivadas e da produção animal a pasto no
sul do Brasil. Ecossistema pastoril: componentes e princípios de seu funcionamento. Produtividade
potencial, produtividade real e sustentabilidade em ecossistemas pastoris. Estabelecimento,
morfogênese, formação, formação da área foliar, utilização da radiação solar e repartição da
biomassa em plantas forrageiras. Utilização de pastagens: o processo do pastejo; pressão de pastejo;
carga animal e lotação, métodos de pastejo. Métodos para determinação da disponibilidade de
forragem, ajuste da carga animal, diferimento, limpeza, adubação e introdução de espécies.
42
Principais espécies de gramíneas e leguminosas nativas e cultivadas: espécies anuais, perenes,
hibernais e estivais. Conservação de plantas forrageiras: fenação e ensilagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CÓRDOVA; U.A.; PRESTES, N.E.; SANTOS, O.V.; ZARDO,V.F. Melhoramento e manejo de pastagens no
Planalto Catarinense. Florianópolis: EPAGRI, 2004.
MACHADO, L.C.P. Pastoreio racional Voisin: tecnologia agroecológica para o terceiro milênio. Porto
Alegre: Cinco Continentes,2004. 313 p.
PEIXOTO, A.M.; PEDROSO, C.B.S.; MOURA, J.C.; FARIA, V.P. A planta forrageira no sistema de
produção. Piracicaba: FEALQ, 2001, 458p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, P.C.F., RODRIGUES, L.R.A. Potencial de exploração integrada de bovinos e outras
espécies para utilização intensiva de pastagens. In: SIMPÓSIO SOBRE MANEJO DA PASTAGEM, 13,
Piracicaba, SP, 1997, Anais...Piracicaba: FEALQ, p. 275-301, 1997.
GONÇALES, D.A.; COSTA, C.; CAMPOS, L. Solos tropicais sob pastagem: características e técnicas para
correção e adubação. São Paulo: Ícona, 1992, 78p.
PEDREIRA, C.G.S.; MOURA, J.C. Produção de ruminates em pastagem. Anais do 24º Simpósio sobre
manejo de pastagem. Piracicaba: FEALQ, 2007, 472p.
PEDREIRA, C.G.S.; MOURA, J.C.; SILVA, S.C.; FARIA, V.P. Prática da produção animal em pastagem.
Anais do 22º Simpósio sobre manejo de pastagem. Piracicaba: FEALQ, 2005, 403p.
SILVA, S.C.; PEDREIRA, C.G.S.; MOURA, J.C.; FARIA, V.P. Intensificação de sistemas de produção
animal em pastagem. Anais do 25º Simpósio sobre manejo de pastagem. Piracicaba: FEALQ, 2008,
278p.
Manejo de Plantas Daninhas – 45h
EMENTA: Plantas invasoras. Biologia e manejo de plantas daninhas. Alelopatia. Métodos de manejo
de plantas daninhas (mecânico, físico, cultural, biológico, químico). Sistemas de controle de plantas
invasoras. Herbicidologia. Aspectos relacionadas à fisiologia dos herbicidas nas plantas daninhas e
cultivadas. Mecanismos de ação. Comportamento dos herbicidas no solo e modos de ação. Destino
dos herbicidas no ambiente. Avaliação dos efeitos de herbicidas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEUBER, ROBERT. Ciência das plantas infestantes: Fundamentos. 2ª ed., Jaboticabal, FUNEP, 2003.
452p.
GONÇALES, D.A.; COSTA, C.; CAMPOS, L. Solos tropicais sob pastagem: características e técnicas para
correção e adubação. São Paulo: Ícona, 1992, 78p.
SILVA, ANTONIO ALBERTO DA (Org.); SILVA, JOSÉ FRANCISCO (Org.). Tópicos em manejo de plantas
daninhas. 1. ed. Viçosa:Editora UFV, 2007. v. 1. 367 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DEUBER, ROBERT. Ciência das plantas infestantes: Manejo. 1ª ed., v.2, Campinas, 1997. 285 p.
LORENZI, H. Manual de Identificação e Controle de Plantas Daninhas: Plantio direto e convencional.
6ª Edição. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. 2006, 339p.
43
LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 6º Edição. São
Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. 2000. 608p
VARGAS, L.; ROMAN, E.S. Manual de Manejo e Controle de Plantas Daninhas. EMBRAPA. 2004,652p.
VIDAL, R. A. Ação dos herbicidas. Porto Alegre, Ribas Vidal, 2002. v. 1. 89 p.
Geoprocessamento – 45h
EMENTA: Introdução ao sensoriamento remoto. Princípios físicos e elementos de interpretação.
Sistemas de sensoriamento remoto. Sensores e produtos. Interpretação de imagens. Visão
estereoscópica. Fotointerpretação e fotogrametria. Restituição. Tomada, transmissão,
armazenamento, processamento e Interpretação de dados. Monitoramento de recursos terrestres.
Georreferenciamento, noções básicas de cartografia e geoprocessamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ERBA, D. A. Topografia para estudantes de arquitetura, engenharia e geologia. 2009.
GASPAR. J. A. Cartas e Projecções Cartográficas. Editora LIDEL. 3ª. Edição atualizada e aumentada.
2005.
MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo GNSS – Descrição, Fundamentos e Aplicações. 2ª Edição.
Unesp, Presidente Prudente, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSAD, E.D.; SAND, E.E. Sistema de Informações Geográficas. 1º. ed. Brasília: EMBRAPA, 1998.
CARVER, A.J. Fotografia Aérea para Planejadores de uso da Terra. 1º. ed. Brasília: Ministério da
Agricultura, 1988.
GARCIA, G. Sensoriamento Remoto. 1º. ed. São Paulo: Nobel, 1982.
GEMAEL, C. Introdução ao ajustamento de observações – aplicações geodésicas. Editora UFPR.
Curitiba. 1994.
NOVO, E.M.L.M. Sensoriamento Remoto - Princípios e Aplicações. Editora Edgard Blucher. 1989.
Perícia Avaliação e Legislação Agrícola – 60h
EMENTA: Atividades periciais no âmbito da Agronomia. Ações judiciais no âmbito da Agronomia.
Avaliação de inventário rural. Honorários periciais. Períciais ambientais. Elaboração de Laudo pericial.
Metodologia de Análise Ambiental. Avaliação de recursos e danos ambientais. Licenciamento
ambiental. Impactos ambientais. Direito Ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUNHA, S.B da ; GUERRA, A.J.T. Avaliação e Perícia Ambiental. Ed. Bertrand Brasil, Rio de Janeiro,
1999.
DEMÉTRIO, V.A. Novas Diretrizes para Avaliação de Imóveis Rurais. Congresso de Avaliações e
Perícias – IBAPE. Águas de São Pedro, 1991.
LEPSCH, I.F., (Coord.) Manual para Levantamento Utilitário do Meio Físico e Classificação de Terras
no Sistema de Capacidade de Uso. Campinas: Sociedade Brasileira da Ciência do Solo, 1983.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BARBIERI, J.C. Desenvolvimento e Meio Ambiente: as estratégias e mudanças da agenda 21.
Petrópolis: Vozes, 1997.
44
DAUDT, C.D.L., Curso de Avaliações e Perícias Judiciais (Vistoria e Avaliação de Imóveis Rurais). Porto
Alegre: CREA/RS, 1996.
DAUDT, C.D.L., Metodologia dos Diferenciais Agronômicos na Vistoria e Avaliação do Imóvel Rural.
Porto Alegre: CREA/RS, 1996.
DEMÉTRIO, V.A. (Coord.). Anais do Simpósio sobre Engenharia de Avaliações e Perícias. Piracicaba:
FEALQ, 1995.
KOZMA, M.C.F. da S. Engenharia de Avaliações (Avaliação de Propriedades Rurais). São Paulo:
Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia; ed. PINI, 1984.
Culturas Anuais de Inverno – 45h
EMENTA: Leguminosas de outono-inverno. Gramíneas de outono-inverno. Cultivo das principais
culturas de outono-inverno. Importância e usos, fases do desenvolvimento da planta, morfologia de
alguns caracteres, clima e solo, fotoperiodismo, épocas de plantio, cultivares, preparo do solo,
espaçamento e densidade, controle de invasoras, nutrição e adubação, inoculação de sementes,
irrigação, pragas e doenças, custo de produção, colheita, processamento e armazenamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAIER, A.C.; FLOSS, E.L.; AUDE, M.I.S. As Lavouras de Inverno - 1: aveia, centeio, triticale, colza,
alpiste. 2 ed. São Paulo: Globo, 1989. 172p.
MUNDSTOCK, C.M. Planejamento e Manejo Integrado da Lavoura de Trigo. Porto Alegre: Editora do
Autor, 1999. 228p.
SANTOS, H.P., FONTANELI, R.S., SPERA, S.T. Sistema de produção para cereais de inverno sob
plantio direto no Sul do Brasil. 1º edição, Passo Fundo. Embrapa Trigo, 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BALDANZI, G. As Lavouras de Inverno - 2: cevada, tremoço, linho, lentilha. 2 ed. Rio de Janeiro:
Globo, 1988. 184p.
CUNHA, G.R.; BACALTCHUK, B. Tecnologia para Produzir Trigo no Rio Grande do Sul. (Série culturas).
Porto Alegre: Embrapa, 2000.
GUARIENTI, E.M. Qualidade Industrial de Trigo. 2 ed. Passo Fundo: EMBRAPA/CNPT, 1996. 36p.
(Documento, 27).
MUNDSTOCK, C.M. Cultivo dos Cereais de Estação Fria: trigo, cevada, aveia, centeio, alpiste e
triticale. Porto Alegre: NSB, 1983. 265p.
SILVA, M.S. Manejo da Cultura de Cevada Cervejeira – Espaçamento e Densidade de Semeadura
para a Região Sul do Brasil. Passo Fundo: EMBRAPA/CNPT, 1998. 32p. (Documento, 53).
Suinocultura – 45h
EMENTA: Introdução à suinocultura. Particularidades da nutrição, da sanidade, da reprodução, da
alimentação e do melhoramento genético. Sistemas de criação. Instalações. Manejo. Manejo dos
dejetos. Comercialização. Planejamento e administração de empresas suinícolas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARAMORI JR, J.G., SILVA, A.B., Manejo de leitões – da maternidade à terminação. Editora LK, 2006,
80p.
45
FERREIRA, R.A. Maior produção com melhor ambiente – para aves, suínos e bovinos. Editora
Aprenda Fácil, 1ª ed, 2011, 401p.
FERREIRA, R.A. Suinocultura – Manual prático de criação. Editora Aprenda fácil, 2012, 433 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MORÉS, N., SOBESTIANSKY, J, LOPES, A. Avaliação patológica de suínos no abate. Editora Embrapa,
1ª ed, 2000. 39p.
SEGANFREDO, M.A. Gestão ambiental na suinocultura. Editora Embrapa. 1ª ed, 2007, 302p.
SOBESTIANSKY, J. Suinocultura intensiva – produção, manejo e saúde do rebanho. Editora Embrapa.
1ª ed, 1998, 388p.
UPNMOOR, I. Produção de suínos – período de creche. Editora Agropecuária, vol.2, 2009, 92p.
UPNMOOR, I. Produção de suínos – a matriz. Editora Agropecuária, vol.4, 2000, 162p.
7º SEMESTRE
Olericultura – 75h
EMENTA: Métodos e técnicas para implantação e manejo dos cultivos olerícolas. Principais doenças e
pragas olerícolas e seu controle. Principais culturas olerícolas. Colheita, classificação e embalagem de
produtos olerícolas. Noções de pós-colheita.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FILGUEIRA, F.A.R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e
comercialização de hortaliças. 3. ed. rev. e ampl. Viçosa: Ed. UFV, 2008. 421p.
FONTES, P.C.R. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: Ed. UFV, 2005. 486p.
SOUZA, Jacimar Luis de; RESENDE, Patrícia. Manual de horticultura orgânica. 2.ed. rev. ampl. Viçosa:
Aprenda Fácil, 2006. 843p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
HENZ, G.P.; ALCÂNTARA, F.A.; RESENDE, F.V. Produção orgânica de hortaliças: o produtor pergunta,
a Embrapa responde. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 308 p. (500 perguntas, 500
respostas)
MINAMI, K. Produção de mudas de alta qualidade em horticultura. São Paulo: T. A. Queiroz, 1995.
vii, 128[8]p.
PEREIRA, A.S.; DANIELS, J. O Cultivo da batata na Região Sul do Brasil. Brasília: Embrapa Informação
Tecnológica, 2003. 567p.
WENDLING, I.; GATTO, A. Substratos, adubação e irrigação na produção de mudas. Viçosa: Aprenda
Fácil, 2002. 165p.
WORDELL FILHO, João Américo. Manejo fitossanitário na cultura da cebola. Florianópolis: Epagri,
2006. 226 p
Culturas Anuais de Verão – 60h
EMENTA: Estudo sucinto das culturas do arroz, feijão, milho, sorgo, soja. Destacando importância e
usos, fases do desenvolvimento da planta, morfologia de alguns caracteres, clima e solo,
fotoperiodismo, épocas de plantio, cultivares, preparo do solo, espaçamento e densidade, controle
46
de invasoras, nutrição e adubação, inoculação de sementes, irrigação, pragas e doenças, custo de
produção, colheita, processamento e armazenamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DOURADO NETO, D.; FANCELLI, A.L. Produção de feijão. Guaíba, RS: Agropecuaria, 2000. 386p.
FORNASIERI FILHO, D. Manual da cultura do milho. Jaboticabal, FUNEP. 576p, 2007.
GOMES, A.S., MAGALHÃES JUNIOR, A.M. Arroz irrigado no Sul do Brasil. EMBRAPA Informações
Tecnológicas. 899p. 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE ALGODÃO. Algodão no cerrado do Brasil. 2. ed.
Goiania: Mundial, 2011. 1082 p.
EMBRAPA. Tecnologias de produção de soja - Paraná 2007. Londrina , PR: Embrapa Soja, 2006. 217
p. (Embrapa-Soja. Sistemas de Produção; 10)
EMBRAPA. Tecnologia de produção de Soja - região central do Brasil. Embrapa Soja, Sistema de
Produção 15, 261p. 2011.
EPAGRI. A cultura do arroz irrigado pré-germinado. Florianópolis, 273p. 2002.
FANCELLI, A.L. Produção de feijão. Piracicaba, 386p. 2007.
Fruticultura Tropical e Subtropical – 60h
EMENTA: Importância da fruticultura de clima tropical, fisiologia da produção das frutas de clima
tropical, técnicas de produção de mudas e manejo cultural das principais frutíferas de clima tropical
no Brasil. Planejamento de projetos frutícolas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KOLLER, O.C. Citricultura: laranja, limão e tangerina. Porto Alegre: Editora Rigel, 1994. 446p.
SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: Fealq, 1998. 760p.
SOUSA, J. S. I. de. Poda das plantas frutiferas. nova ed. rev. e atual. São Paulo, SP: Nobel, 2005. 191p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GOMES, Pimentel. Fruticultura brasileira. 13. ed. São Paulo: Nobel, [2007]. 446p.
INSTITUTO CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO. Produtor de bananas. Fortaleza: D. Rocha; 2004.64 p.
(Cadernos tecnológicos)
LORENZI, Harri. Frutas brasileiras e exóticas cultivadas (de consumo in natura). Nova Odessa (SP):
Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2006. 640 p.
MANICA, Ivo. Fruticultura tropical 4: banana. Porto Alegre: Cinco Continentes, 1997. 485 p.
MANICA, Ivo. Fruticultura tropical 6: goiaba. Porto Alegre: Cinco Continentes, 2000. 374 p.
Irrigação e Drenagem – 60h
EMENTA: Conhecimentos básicos de relação solo-água-clima-planta. Métodos de manejo da
irrigação: princípios e prática. Qualidade da água para irrigação. A água na produção agrícola.
Sistematização. Operacionalização de sistemas de irrigação. Irrigação superficial. Irrigação
pressurizada. Tópicos de fertirrigação. Drenagem de terras agrícolas
47
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASTOS, Edna. Manual de irrigação: técnicas para instalação de qualquer sistema na lavoura . Rio de
Janeiro: Tecnoprint, 1987. 103 p.
BERNARDO, S.; SOARES, A. A.; MANTOVANI, E. C. Manual de Irrigação. 8 ed. Viçosa: Ed. UFV, 2006.
625p.
MANTOVANI, E. C.; BERNARDO, S.; PALARETTI, L. F. Irrigação: princípios e métodos. 3 ed. – atual.
Viçosa: Ed. UFV, 2009. 355p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, J. A. Dimensionamento de pequenas barragens para irrigação. Lavras: Ed. UFLA. 2008.
158 p.
CRUCIANI, D.E. A drenagem na agricultura. 4. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1989. 337 p.
KLAR, A. E. A água no sistema solo-planta-atmosfera. São Paulo: Ed. Nobel, 1984. 408p.
OLIVEIRA, A. S. A irrigação e a relação solo-planta-atmosfera. São Paulo: Ed. LK, 2006. 88 p.
TEODORO, A. C.; SILVA, F. Água na irrigação rural – quantidade e qualidade. São Paulo: Ed. Funep.
2007. 80 p.
Avicultura – 45h
EMENTA: Introdução à Avicultura. Particularidades da nutrição, da sanidade, da reprodução, da
alimentação e do melhoramento genético. Sistemas de criação. Instalações. Manejo.
Comercialização. Planejamento e administração de empresas avícolas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBINO, L.F.T. Produção e manejo de frangos de corte. Editora UFV, 2008, 88p.
MACARI, M, FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia aviária aplicada a frangos de corte. Editora
FACTA, 2ª ed, 2002, 375p.
MACARI, M., GONZALES, E. Manejo da incubação. Editora FACTA, 2ª ed, 2003, 537p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MACARI, M. Manejo de matrizes de corte. Editora FACTA, 2ª ed, 2005, 421p.
MENDES, A.A. Produção de frangos de corte. Editora FACTA, 2004, 356p.
SANTOS, B.M. Terapêutica e desinfecção em avicultura. Editora UFV, 2008, 87p.
SILVA, I.J.O. Ambiência na produção de aves em clima tropical. Editora Funep, v.1, 2001, 200p.
SILVA, I.J.O. Ambiência na produção de aves em clima tropical. Editora Funep, v.2, 2001, 214p.
Economia e Mercado Agrícola – 45h
EMENTA: Conhecimentos básicos de economia; aspectos específicos da teoria econômica, nos
campos da macro e microeconomia; identificação dos ambientes institucional e organizacional do
agronegócio a estrutura e política dos mercados e a formação de preços agrícolas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARBAGE, A. P. Economia Rural: conceitos básicos e aplicações. Chapecó: Universitária Grifos, 2000.
305p.
BACHA, C.J.C. Economia e política agrícola no Brasil. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 248 p.
48
ZYLBERSZTAJN, D. & NEVES, M. F. Economia e Gestão dos Negócios Agroalimentares. São Paulo:
Pioneira, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BONNAL, P.; LEITE, S.P. Análise comparada de políticas agrícolas: uma agenda em transformação. 1.
ed. Rio de Janeiro: Mauad, 2011. v. 1. 387p .
LEITE, S.P. Políticas públicas e agricultura no Brasil. 2a. ed.. 2. ed. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2009.
v. 1. 252p .
PARKIN, M. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo : Addison Wesley, 2003.
SACHS, J.; Larrain, F. Macroenomia (Edição Revisada e Atualizada). São Paulo: Pearson Makron
Books, 2000.
VAN DER PLOEG, J.D. Camponeses e Impérios alimentares: lutas por autonomia e sustentabilidade
na era da globalização. Tradução Rita Pereira. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008.
WILKINSON, J. Mercados, Redes e Valores. 1. ed. Porto Alegre: UFRGS Editora, 2008. v. 1. 213p.
Melhoramento Vegetal e Biotecnologia – 60h
EMENTA: Princípios fundamentais do melhoramento vegetal. Variabilidade natural e induzida no
melhoramento vegetal. Aplicação dos métodos de melhoramento às plantas autógamas. Aplicação
dos métodos de melhoramento às plantas alógamas. Aplicação dos métodos de melhoramento às
plantas de propagação vegetativa. Técnicas auxiliares no melhoramento vegetal. Processos
biotecnológicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORÉM, A.; FRITSCHE-NETO, R. Biotecnologia Aplicada ao melhoramento de plantas. Viçosa: UFV.
2012, 335p.
BORÉM, A.; MIRANDA, G.V. Melhoramento de plantas. 6. ed. Minas Gerais: UFV, 2013. 523 p.
PINTO, R.J.B. Introdução ao melhoramento genético de plantas. Maringá: UEM. 2009, 351 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BORÉM, A.; CAIXETA, E.T. Marcadores moleculares. Viçosa: UFV. 2009, 532p.
BORÉM, A. Hibridação artificial de plantas. Viçosa: UFV. 2009, 625p.
BORÉM, A.; ROMANO, E.; GROSSI DE SÁ, M.F. Fluxo Gênico e Transgênico. Viçosa:UFV.2007. 199p.
BRUCKNER, C.H. Fundamentos do melhoramento de fruteiras. Viçosa: UFV. 2008, 202p.
RAMALHO, M.A.P.; FERREIRA, D.F.; OLIVEIRA, A.C. Experimentação genética e melhoramento de
plantas. Lavras: UFLA. 2012, 305p.
8º SEMESTRE
Fruticultura de Clima Temperado – 60h
EMENTA: Importância da fruticultura de clima temperado em regiões frias e subtropicais, fisiologia
da produção e peculiaridades das frutas de clima temperado, técnicas de produção de mudas e
manejo cultural das principais frutíferas de clima temperado no Brasil. Planejamento de projetos
frutícolas.
49
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUARIA E EXTENSAO RURAL DE SANTA CATARINA. A Cultura da
macieira. Florianópolis, SC: Epagri, 2002. 743p.
MEDEIROS, C.A.B. & RASEIRA, M.C.B. 1998. A Cultura do Pessegueiro. Pelotas: EMBRAPA, 1998,
351p.
SIMÃO, S. Tratado de Fruticultura. Piracicaba. FEALQ, 1998. 760p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FAORO, I.D. Nashi, a pêra japonesa. Florianópolis, SC: EPAGRI, 2001. 341p.
LORENZI, H., BACHER, L., LACERDA, M., SARTORI, S. Frutas Brasileiras e Exóticas Cultivadas: (para
consumo in natura). São Paulo. Instituto Plantarum de Estudo da Flora, 2006.
MARTINS, F.P.; PEREIRA, F.M. Cultura do Caquizeiro. Jaboticabal: FINEP, 1989. 71p.
MEDEIROS, C.A.B. & RASEIRA, M.C.B. 1998. A Cultura do Pessegueiro. Pelotas: EMBRAPA, 1998,
351p.
OJIMA, M.; DALLORTO, F.A.; BARBOSA, W.; MARTINS, F.P.; SANTOS, R. R. Cultura da Nespereira.
Campinas: Instituto Agronômico, 1999. 36p. (Boletim técnico, 185).
PIO, R.; SCARPARE FILHO, J.A.; MOURÃO FILHO, F.de A.A. A Cultura do Caquizeiro. 23. ed. Piracicaba:
DIBD/ESALQ, 2003. 35 p. (Boletim Técnico).
Uso Manejo e Conservação do Solo – 75h
EMENTA: Reflexos econômicos e ambientais da erosão no solo; mecânica da erosão do solo e fatores
que a influenciam; predição da erosão hídrica pluvial do solo; conservação do solo e da água;
sistemas de manejo; práticas conservacionistas do solo e da água; causas e conseqüências da
degradação do solo e características de solos degradados; recuperação de solos degradados;
planejamento de uso do solo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERTONI, J. Conservação do Solo. 3 ed. São Paulo: Ícone, 1990. 355p.
BRANDÃO, V.S.; CECÍLIO, R.A.; PRUSKI, F.F. & SILVA, D.D. Infiltração de Água no Solo. Viçosa, MG,
120p. 2006.
GUERRA, A.J.T.; SILVA, A.S. da.; BOTELHO, R.G.M. (Organizadores). Erosão e Conservação dos Solos:
conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 339p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DENARDIN, J.E.; KOCHHANN, R.A.; FLORES, C.A.; FERREIRA, T.N.; CASSOL, E.A.; MONDARDO, A. &
SCHARZ, R.A. Manejo de Enxurrada em Sistema Plantio Direto. Porto Alegre, RS, 88p. 2005.
DENARDIN, J.E.; KOCHHANN, R.A.; FLORES, C.A.; FERREIRA, T.N.; CASSOL, E.A.; MONDARDO, A. &
SCHARZ, R.A. Manejo de Enxurrada em Sistema Plantio Direto. Porto Alegre, RS, 88p. 2005.
DERPSCH, R.; ROTH, C.H.; SIDIRAS, N.; KÖEPKE, U. Controle da Erosão no Paraná, Brasil. Sistemas de
cobertura do solo, plantio direto e preparo conservacionista do solo. GTZ/IAPAR, 1991. p. 147-163.
FIORIN, J.E. Manejo e Fertilidade do Solo no Sistema Plantio Direto. Passo Fundo/RS: Berthier, 2007.
184p.
PRADO, H. Solos Tropicais: potencialidades, limitações, manejo e capacidade de uso. 2.ed.
Jaboticabal: FUNEP, 1998. 231p.
50
Bovinocultura de Leite – 45h
EMENTA: Importância da bovinocultura leiteira. Principais raças. Cálculo da composição e evolução
dos rebanhos. Manejo e adaptações ambientais. Produção e produtividade. Principais doenças e seu
controle. Nutrição e reprodução. Sistemas de produção. Instalações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ATHIÊ, F. Gado Leiteiro: uma proposta adequada de manejo. São Paulo: Nobel, 1988.
DEGASPERI, S.A.R.; PIEKARSKI, P.R.B. Bovinocultura Leiteira, Planejamento, Manejo e Instalações.
Curitiba: Livraria Chain, 1988.
PEIXOTO, A.M.; MOURA, J.C.; FARIA, V.P. Planejamento da Exploração Leiteira. Editora FEALQ.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRIGUETO, J.M. et all. Nutrição Animal. Vol 2. São Paulo: Nobel, 1986.
BATISTTON, W. C. Gado Leiteiro. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1976.
CAMPOS,O.F. Gado de Leite. 500 Perguntas. 500 Respostas. EMBRAPA-SPI CNPGL, 1993.
MACHADO, L. C. P. Pastoreio Racional Voisin: tecnologia agroecológica para o terceiro milênio. Porto
alegre: Cinco Continentes, 2004.
TRONCO, V.M. Manual para a Inspeção da Qualidade do Leite. Santa Maria: UFSM, 1997. 66p
Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal – 45h
EMENTA: Aspectos históricos e importância da tecnologia de alimentos. Matérias-primas de origem
vegetal. Noções sobre a estrutura, composição química e alterações dos alimentos de origem
vegetal. Tecnologia, processamento e conservação de produtos de origem vegetal. Higiene e
controle de qualidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. 2.ed. São Paulo, SP; Atheneu, 2008. 652p.
FRANCO, B.D.G.M; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo, SP: Atheneu, 1996. 182p.
GAVA, A.J. Tecnologia de alimentos: Princípios e Aplicações. Ed. Nobel. 512p. 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOBBIO, F.O.; BOBBIO, P.A. Introdução à química de alimentos. 2. ed. São Paulo, SP: Varela, 1992.
223 p.
CECCHI, H.M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. 2. ed. rev. Campinas, SP:
Ed. da UNICAMP, c2003. 207 p.
COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 368
p.
GAVA, A.J. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo: Nobel, c1977. (8a. reimpressão 1998)
284p.
OETTERER, M.; REGINATO-D'ARCE, M.A.B; SPOTO, M.H.F. Fundamentos de ciência e tecnologia de
alimentos. Barueri: Manole, 2006. 612 p.
Tecnologia de Produção de Sementes e Mudas – 60h
51
EMENTA: Importância das sementes. Embriologia. Fisiologia das sementes. Fatores que afetam a
produção de sementes: instalação e fiscalização de campos de produção. Secagem, beneficiamento,
armazenamento de sementes. Sistema de produção. Comercialização e Legislação. Análise da
qualidade da semente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, N.M.; NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. 5ª Edição FUNEP. 2012.
590p.
MARCOS FILHO, J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. FEALQ, 2005. 495p.
NASCIMENTO, W.M. Hortaliças: Tecnologia de Produção de Sementes. Editora Embrapa, 2008. 316
p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, N.M. A Secagem de Sementes. 2° Edição. FUNEP.. 182p. 2005.
GOULART, A.C.P. Fungos em sementes de soja: detecção, importância e controle. Embrapa. 2005,
72p.
FERREIRA, A.G. e BORGHETTI, F. (orgs). Germinação do Básico ao Aplicado. Artmed, Porto Alegre.
2004. 323p.
PUZZI, D. Abastecimento e Armazenagem de Grãos. Inst. Campineiro de Ensino Agrícola, Campinas,
2000. 664p.
SANTOS, A.F. et al. Patologia de Sementes Florestais, 1ª Edição. EMBRAPA. 236p. 2011
Construções Rurais – 60h
EMENTA: Materiais de construções. Estudo dos diversos materiais de construção civil aplicados nas
construções rurais. Noções de resistência dos materiais. Técnicas construtivas. Projetos. Conforto
ambiental. Estradas rurais. Instalações elétricas rurais. Modelos de instalações para fins rurais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAUER, L. A. F. Materiais de construção, V.1. LTC.
BAUER, L. A.F. Materiais de construção, V.2. LTC
PEREIRA, M.F. Construções rurais. 4. ed. São Paulo: Livraria Nobel, 1986. 330p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARNEIRO, O. Construções Rurais. 8. ed. São Paulo: Nobel, 1979. 719p.
CRUZ, J.T.; MICHELETTI, J.V. Bovinocultura leiteira: instalações. Curitiba: Litero-Tecnica, 1985. 359 p.
FERREIRA, R.A. Suinocultura: Manual prático de criação. Editora Aprenda fácil, 2012, 433 p.
MENDES, A.A. Produção de frangos de corte. Editora FACTA, 2004, 356p.
KURT, E. Cerca elétrica: manual de construção e manejo. 1. ed. Florianópolis: Epagri, 1995. 68 p.
(EMPASC. Boletim Tecnico; 17)
Planejamento e Administração Rural – 60h
EMENTA: Noções gerais de administração; Áreas empresariais; Funções administrativas; Níveis de
decisão; Potencialidade das propriedades rurais; Ambiente das empresas rurais; Análise de
investimento; Planejamento e controle da produção; Custos de produção; Elaboração de projetos
agropecuários; índices de desempenho da propriedade rural; Noções de crédito rural.
52
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BATALHA, M.O. Gestão Agroindustrial. Vol. 1. 3º Ed: São Paulo. Atlas. 2007. 800 p.
SILVA, R. A. G. DA. Administração Rural - Teoria e Prática. 2ª Ed. Editora Jurua. 2009. 192 p
ZUIN, L. F, S.; QUEIROZ, T.R. Agronegócios: Gestão e Inovação. 1ª Ed. Editora: Saraiva. 2006. 464 pg.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BATALHA, M. O. Gestão Agroindustrial. Vol. 2. 4ª Ed. São Paulo: Atlas. 2007. 424 pg.
CHIAVENATO, I. Teoria Geral da Administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. V1.
CHIAVENATO, I. Teoria Geral da Administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. v2.
MARION, J. C. Contabilidade da pecuária. 7. Ed. – São Paulo : Atlas, 2010, 216 p.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração. São Paulo. Atlas. 2009.
9º SEMESTRE
Bovinocultura de Corte – 45h
EMENTA: Situação atual da bovinocultura de corte. Raças bovinas de corte. Avaliação fenotípica e
genotípica de bovinos de corte. Manejo de bovinos de corte. Instalações em bovinocultura de corte.
Manejo Alimentar e sanitário em bovinocultura de corte. Rastreabilidade e escrituração zootécnica.
Avaliação de carcaças e qualidade da carne bovina.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LAZZARINI NETO.S. Coleção: Lucrando com a Pecuária: Comercialização, Cria e Recria, Reprodução e
melhoramento, Confinamento, Engorda a pasto. 3 ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000.
LUCHIARI FILHO, ALBINO. Pecuária da Carne Bovina. 1ª. ed. São Paulo: o próprio autor, 2000.
OLIVEIRA, RONALDO LOPES; BARBOSA, MARCO AURÉLIO ALVES F. Bovinocutura de Corte: Desafios e
Tecnologias. 1ª. ed. Salvador: UFBA, 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LOPES, H.S. Suplementação de Baixo Custo para Bovinos: mineral e alimentar. Brasília: Embrapa-SPI,
1998.
MAGALHÃES, K.A.; PAULINO. V.R.; VALADARES FILHO, S de C. Exigências nutricionais de Zebuínos e
Tabelas de Composição de Alimentos/ BR-Corte. Viçosa: UFV, 2006.
MARTIN, L.C.T. Bovinos: Volumosos Suplementares. São Paulo: Nobel, 1997.
PEIXOTO, A.M.; MOURA. J.C.; FARIAS, V.P. Bovinocultura de Corte: Fundamentos da Exploração
Racional. 3 ed. Piracicaba: FEALQ. 1999.
SANTOS, F.A.P.; MOURA, J.C.; FARIA, V.P. Requisitos de Qualidade na Bovinocultura de Corte.
Piracicaba: FEALQ. 2007, 331p.
Tecnologia de produtos de Origem Animal – 45h
EMENTA: Matérias-primas de origem animal. Noções sobre a estrutura, composição e alterações dos
alimentos de origem animal. Tecnologia, processamento e conservação de produtos de origem
animal com ênfase em carnes e laticínios. Higiene e controle de qualidade.
53
BIBLIOGAFIA BÁSICA
FELLOW, P.J. Tecnologia do Processamento de Alimentos: princípios e prática. 2ª ed. Porto Alegre.
Artmed, 2006. 602p.
MORETTO, E. et al. Introdução à Ciência de Alimentos. Florianópolis. Ed. da UFSC, 2002. 255p.
PEREDA, J.A.O. et al. Tecnologia de Alimentos: alimentos de origem animal. Porto Alegre. Artmed,
Vol.2, 2005. 279p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARAÚJO, J.M.A. Química de Alimentos. 3ª ed. Viçosa. UFV, 2004. 478p.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Métodos Físico-Químicos para
Análise de Alimentos. Brasília. Ed. MS, 2005. 1018p.
COULTATE, T.P. Alimentos: a química de seus componentes. 3ª ed. Porto Alegre. Artmed, 2004.
368p.
FRANCO, B.D.G.M. & LANDGRAF, M. Microbiologia dos Alimentos. São Paulo. Atheneu, 1996. 182p.
OETTERER, M.; REGITANO-d'ARCE, M.A.B.; SPOTO, M.H.F. Fundamentos de Ciência e Tecnologia de
Alimentos. São Paulo. Manole, 2006. 612p.
Floricultura, Paisagismo, Parques e Jardins – 45h
EMENTA: Importância econômica e social da floricultura. Técnicas gerais para produção de plantas
ornamentais: substrato, controle ambiental e adubação. Principais tipos de plantas ornamentais e
sistemas de produção. Comercialização. Noções de Arquitetura paisagística. Elaboração de projetos
paisagísticos. Parques e jardins. Arborização urbana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIRA FILHO, J. A.; PAIVA, H. N.; GONÇALVES, W. Paisagismo: Princípios Básicos. Viçosa: Aprenda fácil.
2001.166p.
LORENZI, H.; SOUZA, H.M. Plantas Ornamentais do Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3ª
ed. 2001. 1088p.
LORENZI, H. Plantas Ornamentais do Brasil. 2ª ed. Nova Odessa: Plantarum. 1999. 1088p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FARIA, R, T. Paisagismo: Harmonia, Ciência e Arte. Londrina, PR. Mecenas, 2005, 132 p.
FILHO, J. A. DE LIRA. Paisagismo: Elementos de composição e Estética. Viçosa, MG. Aprenda Fácil,
2002, 194 p. il.
WANDERLING, I.;PAIVA, H. N.; GONÇALVES, W. Técnicas de produção de Plantas Ornamentais.
Viçosa: Aprenda fácil. 2005, 223p.
LORENZI, H. Árvores Exóticas no Brasil. Nova Odessa: Plantarum, v.1 2003. 396p.
PAIVA, P. D. DE OLIVEIRA. Paisagismo: Conceitos e Aplicações. Editora UFLA, Lavras, 2008, 608 p.
Manejo e Produção Florestal – 45h
EMENTA: A floresta, sua importância e influência no meio ambiente; princípios de dendrologia e
dendrometria; silvicultura ao nível de fazenda. Importância econômica, social e ecológica de
florestas, sementes florestais, viveiros florestais, principais espécies para formação de florestas.
Tratos culturais.
54
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GALVÃO, A. P. M. (org.). Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais:
um guia para ações municipais e regionais. Brasília: Embrapa Comunicação para Transferência de
Tecnologia; Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2000. 351 p.
GONÇALVEZ, J. L. M.; BENEDETTI, V. (eds). Nutrição e fertilização florestal. Piracicaba: IPEF, 2000.
427 p.
SOARES, C. P. B.; PAULA NETO, F.; SOUZA, A. L.. Dendrometria e inventário florestal. Viçosa: Ed. UFV.
276 p. 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARNEIRO, J. G. A. Produção e controle de qualidade de mudas florestais. Viçosa: Editora Folha de
Viçosa, 451 p. 1995.
LAMPRECHT, H.. Silvicultura nos trópicos: ecossistemas florestais e respectivas espécies arbóreas –
possibilidades e métodos de aproveitamento sustentado. Tradução de Guilherme de Almeida-Sedas
e Gilberto Calcagnotto. Rossdorf: TZ – Verl. – Ges.,343 p. 1990
MARCHIORI, J. N. C. Elementos de Dendrologia. 2 ed. Santa Maria: Ed. UFSM, 2004. 176p.
REZENDE, J. L. P.; OLIVEIRA, A. D. Análise econômica e social de projetos florestais. 2 ed. Viçosa:
UFV, 386 p. 2001.
SILVA, M. L.; JACOVINE, L. A. G.; VALVAERDE, S. R. Economia Florestal. Viçosa: UFV, 178 p. 2002.
Fisiologia e Manejo Pós-Colheita – 60h
EMENTA: Caracterização dos produtos hortícolas e grãos armazenados. Perdas dos produtos
hortícolas e grãos armazenados na pós-colheita e suas causas. Fatores de colheita e pré-colheita.
Desenvolvimento fisiológico de frutos e hortaliças na pós-colheita. Respiração de frutos e hortaliças.
Fitohormônios. Manuseio. Tipos de armazenagem e alterações fisiológicas. Pós-colheita dos grãos
armazenados. Qualidade dos produtos na pós-colheita. Maturação, padronização e classificação,
armazenamento e comercialização.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHITARRA, M.I.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de Frutos e Hortaliças; Fisiologia e Manuseio. ESALQ,
Lavras, 1990. 293 p.
KLUGE, R.A.; NACHTIGAL, J.C.; FACHINELLO, J.C.; BILHALVA, A.B. Fisiologia e Manejo Pós-Colheita de
Frutas de Clima Temperado. 2a Ed. Campinas: Livraria e Editora Rural, 2002. 214p.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 3ed. 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de Frutas e Hortaliças, Glossário. Editora UFLA,
Lavras, 1 ed., 2006, 256 p.
FILHO, M. J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Editora FEALQ, 2005, 495 p.
KADER, A.A. Tecnologia Postcosecha de Cultivos Hortofrutícolas. Davis, Ed. UC Davis Ed. Thirty
edition, 2011. 584p.
MORETTI, C. L.; AZEVEDO, J. H. Manual série Agronegócio: Hortaliças minimamente processadas.
Editora EMBRAPA, 2003.
OLIVEIRA, S. M. A. de et al. Patologia pós colheita: frutas, olerícolas e ornamentais tropicais. Editora
EMBRAPA, 2006. 855 p.
55
Sociologia e Extensão Rural – 60h
EMENTA: Reconstrução histórica da extensão rural no Brasil, seus objetivos e concepções
metodológicas; análise dos modelos de ação extensionista, suas transformações e perspectivas. O
contexto atual da extensão rural e as tendências de mudanças dos enfoques tradicionais. Conceitos
básicos de sociologia, antropologia e questões étnico-raciais no campo. O estado e a questão
fundiária. Os movimentos sociais no meio rural. A questão da terra e a reforma agrária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Paz e Terra: 2006.
OLINGER, G. Métodos de Extensão Rural. Florianópolis: EPAGRI, 2001. 163p.
STÉDILE, J.P. A questão agrária na década de 1990. 4° Ed. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABRAMOVAY, R. Paradigmas do capitalismo agrário em questão. São Paulo: HUCITEC/UNICAMP,
1992, 275 p.
BICCA, E.F. Extensão Rural: da pesquisa ao campo. Guaíba: Agropecuária.1992. 184p.
COLETTI, S. A Estrutura Sindical no Campo. São Paulo: Unicamp, 1998.
COSTA, M.C.C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3° ed. rev. e. ampl. – São Paulo:
Moderna, 2005.
DIAS, R. Introdução à Sociologia. São Paulo : Pearson Prentice Hall, 2005.
TAGLIARI, P.S. A Articulação Pesquisa/Extensão Rural na Agricultura. EPAGRI, 1994.
Defesa Sanitária Vegetal – 45h
EMENTA: Legislação Fitossanitária, Fitossanidade e fitiatria. Desenvolvimento e bioensaios com
métodos de controle. Toxicidade, segurança e tecnologia no uso de agrotóxicos. Manejo da
resistência aos métodos de controle. Manejo integrado em fitossanidade. Sistemas de previsão de
problemas fitossanitários. Produção de agentes biológicos. Biossegurança e Legislação.
Desenvolvimento de patentes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIM FILHO, A. Manual de Fitopatologia: Princípios e
Conceitos. v.1, 4 ed. São Paulo: Ceres, 2011.
GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ. 2002, 920p.
LORENZI. H. Plantas daninhas do Brasil: terrestres. Aquáticas, parasitas e toxicas. 4ª ed. Nova
Odessa: Instituto Plantarum, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LORENZI. H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e convencional.
6 ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2006.
MELLO, G. F. R. Zoologia agrícola: manejo ecológico de pragas. 3 ed. Porto Alegre: Rigel, 2008.
PARRA, J. R. P.; BOTELHO, P. S. M.; CORRÊA-FERREIRA, B. S. et al. Controle Biológico no Brasil:
Parasitoides e predadores. São Paulo: Manole, 2002.
REIS, E. M. Previsão de doenças. Passo Fundo: UFP, 2004.
STADNICK, M. J.; TALAMINI, V. Manejo ecológico de doenças de plantas. Florianópolis: UFSC, 2004.
56
Plantas Bioativas – 30h
EMENTA: Importância econômica e social, origem, botânica, cultivares, exigências climáticas,
propagação, nutrição, tratos culturais, elaboração de projetos, colheita e comercialização das
principais espécies bioativas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CORADIN, L.; SIMINSKI, A.; REIS, A. Espécies nativas da flora brasileira de valor econômico atual ou
potencial : plantas para o futuro - Região Sul. Brasília : Ministério do Meio Ambiente, 2011, 934 p.
LORENZI, H. Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas. Nova Odessa, SP: Instituto
Plantarum, 2 ed. 2010.
MORELLI, M. S. Guia de produção para plantas medicinais e aromáticas e flores comestíveis. 1 ed.,
2010, 251 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SARTÓRIO, M. L.; TRINDADE, C.; RESENDE, P.; MACHADO, J. R.; Cultivo Orgânico de Plantas
Medicinais. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2000, 260 p.
SATIO, M. L. SCRAMIN, S. Plantas aromáticas e seu uso na agricultura. Editora EMBRAPA Meio
Ambiente, 45 p.
SERAFINI, L. A.; SANTOS, A. C. A. DOS. Óleos essenciais – extração e aplicações de óleos essenciais de
plantas. Editora EDUCDS, 1 ed., 2002, 54 p.
SILVA, A. G.; LAMEIRA, A.P. do N.; AMORIM, A. C. L.; LAMEIRA, C. N.; ALCÂNTARA, D. de A.; OLIVEIRA,
E. C. P. de; PINTO, J. E. B. P. Plantas Medicinais: do cultivo, manipulação e uso à recomendação
popular. Editora EMBRAPA, Belém, PA, 2008, 264 p.
TORRES, P. G. V. Plantas medicinais, aromáticas e condimentares – uma abordagem prática para o
dia a dia. Editora: Rigel, 1 ed., 2005, 144 p.
Viticultura e Enologia – 30h
EMENTA: Introdução. Classificação e descrição botânica da videira. Discriminação das espécies mais
importantes. Fatores edafoclimáticos. Implantação do vinhedo. Propagação; ciclo vegetativo da
planta; manejo do vinhedo. Doenças e pragas. Colheita. Manipulação e conservação pós-colheita.
Estudo da matéria-prima. Tecnologia de vinificação. Tratamento dos vinhos. Defeitos e alterações.
Estabelecimentos vinícolas. Legislação vinícola. Análises químicas. Anáologia de produção na
viticultura, tecnologia em enologia e elaboração e execução de prlises cromatográficas. Teste
laboratorial. Análise sensorial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GIL, G.F.S.; PHILIPPO PSZCZÓLKOWSKI, P. Viticultura, Fundamentos para Optimizar Producción y
Calidad. Ediciones Universidad Católica de Chile, Santiago, Chile. 2007. 535 p.
INGLÊS DE SOUZA, J.S. & MARTINS, F.P. Viticultura Brasileira. Fesalq, Piracicaba, 2002. 368p.
POMMER, C.V. Uva Tecnologia de Produção pós-colheita e mercado. Porto Alegre: Cinco
Continentes. 2003. 790p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
EMBRAPA INFORMAÇÃO TECNOLÓGICA; RIZZON, L.A. (Ed.). Metodologia para análise de mosto e
suco de uva. Brasília, DF, 2010. 78 p.
57
FRANCO, S.C.; BRAUNE, R. O que é enologia. São Paulo: Brasiliense, 2008. 170 p.
IZZON, Luiz Antenor (Ed.). Metodologia para análise de vinho. Brasília, DF: EMBRAPA Informação
Tecnológica, 2010. 120 p.
LEÃO, P.C.S.; SOARES, J.M. (Ed.). A vitivinicultura no semiárido brasileiro. Petrolina: EMBRAPA, 2009.
756 p.
MANICA, I.; POMMER, C.V. Uva: do plantio à produção, pós-colheita e mercado. 1ªed. Porto Alegre.
2006. 192p.
15.4. Relação Teoria e Prática
A relação entre a teoria e prática, tem a finalidade de fortalecer o conjunto de elementos
norteadores da aquisição de conhecimentos e habilidades, necessários à concepção e a prática da
profissão, tornando o profissional eclético, crítico e criativo para a solução das diversas situações
requeridas em seu campo de atuação. A dinâmica de oferta de aulas práticas para cada disciplina da
matriz curricular deverá estar contemplada em cada plano das disciplinas, sendo estas de
responsabilidade do professor da mesma e com o acompanhamento do setor pedagógico.
Considerando a formação do profissional de Agronomia e a necessidade de saber fazer para melhor
atender os objetivos que o perfil profissional requer, faz-se necessário o planejamento de atividades
práticas que contemplem a maior carga horária possível de cada disciplina do curso segundo suas
características. A estrutura existente da instituição possibilitará por meio de seus laboratórios
didáticos, de pesquisa e de produção, a execução das atividades práticas previstas no plano de
ensino.
Os conteúdos teóricos e práticos deverão constar do plano pedagógico de ensino elaborado
pelos docentes de cada disciplina com seu respectivo cronograma de execução, os quais serão
avaliados e aprovados pelo Núcleo Docente Estruturante.
Os trabalhos de pesquisa, extensão, viagens técnicas, trabalho de curso, atividades
complementares e estágio curricular (todas curriculares obrigatórias) serão indispensáveis ao
cumprimento das atividades práticas programadas.
15.5. Interdisciplinaridade
Para avançar na direção da interdisciplinaridade, as disciplinas de cada semestre deverão
ser programadas em conjunto pelos professores de todas as disciplinas do semestre, buscando
planejamento de atividades de ensino, pesquisa e extensão; melhor utilização dos laboratórios;
evitar sobreposição de conteúdos; estabelecer a complementaridade entre as disciplinas;
uniformizar critérios de avaliação; maior eficiência no aproveitamento de aulas práticas e visitas
técnicas que envolvem o trabalho em estabelecimentos externos à instituição; contemplar a
contextualização, programando conteúdos que enfoquem áreas específicas de interesse do curso
58
como as questões ambientais, sociais, sustentabilidade, empreendedorismo, dentre outras; discutir e
programar ações integradas na viabilização da realização do trabalho de curso (TC) quando os
projetos estiverem relacionados com as disciplinas; integração das disciplinas na articulação com as
atividades complementares dos acadêmicos.
16. RESUMO GERAL DA MATRIZ CURRICULAR
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Agronomia, instituídas
pela Resolução CNE nº 1 de 02 de fevereiro de 2006, os conteúdos curriculares do curso devem ser
distribuídos em 03 (três) núcleos de conteúdos. Sendo de Conteúdos Básicos, de Conteúdos
Profissionais Essenciais e de Conteúdos Profissionais Específicos.
16.1. Núcleo dos Conteúdos Básicos
Quadro 04 Grupo de Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Básicos
Código
Disciplina
CH
Nº
Créditos
Semestre
Prérequisito
AG-11
Física
60
4
1º
-
AG-12
Matemática
60
4
1º
-
AG-13
Introdução à Agronomia
30
2
1º
-
AG-14
Química Geral e Orgânica
75
5
1º
-
AG-15
Botânica
75
5
1º
-
AG-16
Introdução à Informática
30
2
1º
-
AG-17
Português Instrumental
30
2
1º
-
AG- 18
Biologia Geral
45
3
1º
-
AG-21
Cálculo Diferencial Integral
60
4
2º
AG-12
AG-22
Química Analítica
75
5
2º
AG14
AG-23
Anatomia, Fisiologia e Bem Estar Animal
60
4
2º
-
AG-24
Metodologia Científica
45
3
2º
-
AG-25
Zoologia Geral e parasitismo
60
4
2º
-
AG-26
Desenho técnico
30
2
2º
AG-12
AG-27
Gênese e Classificação dos solos
75
5
2º
-
59
AG-31
Estatística
CARGA HORÁRIA TOTAL
60
4
870
58
3º
AG-12
16.2. Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais
Quadro 05. Grupo de Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais
Código
Disciplina
CH
Nº
Semestre
Créditos
3º
AG-32 Bioquímica
90
6
Máquinas e Motores Agrícolas e
3º
AG-33 Energia
60
4
3º
AG-34 Agrometereologia e Climatologia
60
4
3º
AG-35 Agricultura e Ciência do Ambiente
45
3
3º
AG-36 Agrometereologia e Microbiologia
45
3
3º
AG-37 Física do Solo
45
3
4º
AG-41 Fisiologia Vegetal
75
5
4º
AG-42 Mecanização Agrícola
60
4
4º
AG-43 Topografia Básica e Planimetria
60
4
4º
AG-44 Genética
45
3
4º
AG-45 Entomologia Geral
60
4
4º
AG-46 Experimentação Agrícola
30
2
4º
AG-47 Química e Fertilidade do Solo
75
5
5º
AG-51 Topografia Planialtimétrica
45
3
5º
AG-52 Hidrologia Agrícola
45
3
5º
AG-53 Nutrição Vegetal
60
4
5º
AG-54 Pragas das Plantas Cultivadas
45
3
5º
AG-55 Fitopatologia Geral
60
4
5º
AG-56 Nutrição Animal
60
4
5º
AG-57 Defensivos Agrícolas
60
4
5º
AG-58 Melhoramento Animal
30
2
6º
AG-61 Hidráulica Agrícola
60
4
Pré
Requisitos
AG-14
AG-11
AG-12
AG-13
AG-27
AG-15 AG-32
AG-33
AG-26
AG-31
AG-25
AG-31
AG-27 AG-22
AG-43
AG-34
AG-41
AG-45
AG-36
AG-32
AG-14
AG-44
AG-52
60
AG-62
Fitopatologia Agrícola
60
4
AG-63
Manejo e Utilização de Pastagens
45
3
AG-64
Manejo de Plantas Daninhas
45
3
AG-65
Geoprocessamento
45
3
AG-66
Perícia, Avaliação e Legislação Agrícola
60
4
AG-67
Culturas Anuais de Inverno
45
3
AG-68
Suinocultura
45
3
AG-71
Olericultura
75
5
AG-72
Culturas Anuais de Verão
60
4
AG-73
Fruticultura tropical e Subtropical
60
4
AG-74
Irrigação e Drenagem
60
4
AG-75
Avicultura
45
3
AG-76
Economia e Mercado Agrícola
45
3
AG-77
Melhoramento Vegetal e Biotecnologia
60
4
AG-81
Fruticultura de Clima Temperado
60
4
AG-82
Uso Manejo e Conservação do Solo
75
5
AG-83
45
3
45
3
AG-85
Bovinocultura de Leite
Tecnologia de Produtos de Origem
Vegetal
Tecnologia e Produção de Sementes e
Mudas
60
4
AG-86
Construções Rurais
60
4
AG-87
Planejamento e Administração Rural
60
4
AG-91
45
3
45
3
AG-93
Bovinocultura de corte
Tecnologia de produtos de origem
animal
Floricultura, Paisagismo, Parques e
Jardins
45
3
AG-94
Manejo e Produção Florestal
45
3
AG-95
Fisiologia e manejo pós-colheita
60
4
AG-96
Sociologia e Extensão Rural
60
4
AG-97
Defesa Sanitária Vegetal
45
3
AG-84
AG-92
6º
AG-55
6º
AG-56 AG-41
6º
AG-57
6º
AG-51
6º
AG-13
6º
AG-41 AG-53
6º
AG-56 AG-58
7º
AG-53
7º
AG-41 AG-53
7º
AG-53
7º
AG-61
7º
AG-56 AG-58
7º
AG-12
7º
AG-44
8º
AG-53
8º
AG-37
8º
AG-56 AG-58
8º
AG-32
8º
AG-77
8º
AG-26
8º
AG-76
9º
AG-56 AG-58
9º
AG-32
9º
AG-26
9º
-
9º
AG-41
9º
AG-13
9º
AG-66
61
AG-98
Plantas Bioativas
AG-99 Viticultura e enologia
CARGA HORÁRIA TOTAL
30
2
30
2775
2
185
9º
AG-41
9º
AG-32
16.3.Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos
Quadro 06- Disciplinas do Núcleo Específico
Código
Disciplinas
AGOP-02
AGOP-03
AGOP-04
AGOP-06
AGOP-07
AGOP-08
AGOP-10
AGOP-11
AGOP-13
AGOP-13
AGOP-14
AGOP-15
AGOP-16
Agricultura de Precisão
Cultura da Cebola
Fruteiras Nativas e Exóticas
Piscicultura
Inglês Técnico
Cultivo em Ambientes Protegidos
Espanhol Técnico
Libras
Evapotranspiração
Evapotranspiração
Biologia Molecular
Agroecologia
Fertilizantes, Corretivos e Resíduos
Trabalho de Curso
Estágio Curricular Supervisionado
Atividades Complementares
CARGA HORÁRIA TOTAL
CH
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
30
60
784
Nº
Créditos
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
4
30
Sem. de
Oferta
Flexível
Flexível
Flexível
Flexível
Flexível
Flexível
Flexível
Flexível
Flexível
Flexível
Flexível
Flexível
Flexível
8º e 9º Sem.
10o Sem.
Todo curso
Pré
requisitos
AG-65
AG-34
AG-34
AG-44
AG-47
56
17. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL – CÂMPUS
17.1. Sistema de Avaliação do Curso
A avaliação do curso seguem as estratégias pedagógicas, as metodologias e os critérios de
avaliação institucional, os quais permitem diagnosticar se as metas e os objetivos do curso estão
sendo alcançados, servindo de elemento para formular e planejar mudanças. Para tanto, estas são
promovidas de acordo com as necessidades ou em eventos anuais para avaliação sobre o andamento
do curso e possíveis mudanças a serem adotadas.
A avaliação externa adotará mecanismos do MEC, através do Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes – ENADE previsto pelo Sistema Nacional de Avaliação do Ensino
62
Superior (SINAES), e indiretamente pela sociedade onde estarão atuando os profissionais formados
pela Instituição.
O perfil do corpo docente também consiste em um quesito de avaliação importante,
juntamente com as instalações físicas e as condições e programas de atendimento aos acadêmicos.
Serão ainda avaliados os aspectos pedagógicos do curso, como currículo, proposta de avaliação e
acompanhamento, acessibilidade e permanência conforme normativas do SINAES.
A avaliação será realizada por uma Comissão Própria de Avaliação - CPA, que organiza
e/ou define os procedimentos e mecanismos adotados para a avaliação dos cursos do IFC. Esta
comissão atua de acordo com seus critérios, buscando informações junto ao corpo docente ou
discente, através de preenchimento de questionário próprio. As avaliações da comissão são anuais,
podendo ser realizada a qualquer época do ano letivo.
18. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DO ALUNO
A avaliação fornece subsídios ao professor para o próprio processo de ensinoaprendizagem, buscando compreender as defasagens de aprendizagem.
Neste sentido, a avaliação possibilita a identificação das diferentes formas de
apropriação dos conceitos científicos elaborados pelos alunos, seus sucessos e defasagens de
aprendizagem, além de possibilitar uma ação imediata e mais efetiva do professor, como mediador,
recuperando os conhecimentos necessários de maneira mais significativa e paralelamente aos
estudos, como preconiza a LDB.
Cabe ao professor fazer todos os registros e anotações necessárias das conclusões das
avaliações, bem como de todo o processo ensino-aprendizagem, os quais servirão para orientá-lo em
relação a outros elementos envolvidos no processo para a continuidade do trabalho.
A verificação do rendimento acadêmico será feita através de testes, provas, trabalhos e
outros meios que permitam avaliar o progresso do aluno e o esforço dispensado no processo de
aprendizagem e o rendimento verificado nas atividades de cada disciplina, área de estudo ou
atividade, dará origem à nota.
As notas atribuídas para o rendimento acadêmico obedecem à escala de zero (0,0) a dez
(10,0), podendo ser fracionada até décimos. Durante o semestre letivo, cada aluno receberá pelo
menos duas notas parciais (NP) resultantes das avaliações e trabalhos acadêmicos atribuídos pelo
professor.
Recomenda-se que os critérios de avaliação utilizados pelo professor sejam
apresentados aos alunos, juntamente com o conteúdo programático da disciplina no plano de
63
ensino, a cada início de semestre letivo, e, em caso de alterações necessárias, que os alunos sejam
informados das mudanças ocorridas.
Considerar-se-á aprovado em cada disciplina, o aluno que tiver frequência igual ou
superior a 75% (setenta e cinco por cento) e média semestral (MS) igual ou superior a 6,0 (seis
inteiros) na disciplina. O curso não prevê exame final.
Aos alunos que ingressaram entre 2010 e 2012, para as disciplinas que serão cursadas
na fase regular correspondente, fica assegurado o sistema anterior em que se considerará aprovado
em cada disciplina, o aluno que tiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e
média semestral (MS) igual ou superior a 7,0 (sete inteiros). Para os alunos que não obterem a nota
mínima para a aprovação terá direito ao exame final.
Caso o aluno reprove e venha a cursar com outra turma deverá adequar-se a nova
sistemática de nota superior a 6,0 (seis) na disciplina sem direito ao exame final.
Caso o aluno não possa comparecer à avaliação, o mesmo poderá requerer junto à
secretaria, no prazo regimental após a avaliação, uma nova avaliação, anexando justificativa. O
resultado desta solicitação será obtido em até uma semana após a realização desta solicitação.
Poderão ser validados aproveitamentos de estudos realizados pelos alunos em outra
instituição de ensino superior, desde que os conteúdos estudados contemplem ao menos 75% do
conteúdo da disciplina e a frequência do aluno seja de no mínimo 75%.
Será considerado reprovado o aluno que:
I – não obtiver frequência igual ou superior a 75%;
III – não alcançar a média semestral 6,0 (seis), pois o curso não prevê exame final.
É dever de o professor apresentar ao aluno o resultado das avaliações parciais no máximo,
até 15 (quinze) dias após a sua realização.
A regulamentação completa da organização acadêmica, em geral, e da avaliação, em
particular, está materializada na “Organização Acadêmica dos Cursos de Graduação do Instituto
Federal Catarinense”.
O Núcleo Docente Estruturante ou o Colegiado de Curso analisará qualquer questão não
regulamentada, conforme a competência de cada uma sobre a questão.
19. CORPO DOCENTE
19.1. Quadro de Docentes Efetivos
O quadro atual de docentes efetivos do Curso de Agronomia está listado no quadro 07.
64
Quadro 07– Relação de docentes efetivos vinculados ao Curso de Agronomia
Regime de
Formação acadêmica
Nome
trabalho
Titulação
40h/DE
Graduação em Agronomia
Mestrado
40h/DE
Graduação em Agronomia
Doutorado
40h/DE
Graduação em Engenharia Florestal
Mestrado
40h/DE
Graduação em Engenharia de Pesca
Doutorado
Claudio Keske
40h/DE
Graduação em Agronomia
Everton Eduardo Lopes Juffo
40h/DE
Graduação em Medicina Veterinária
Fabrício Campos Masiero
40h/DE
40h/DE
Graduação em Agronomia
Graduação em Agronomia
40h/DE
Graduação em Engenharia
Agronômica
Graduação em Licenciatura em
Matemática
Graduação em Engenharia
Agronômica
Alexandra Goede de Souza
André Kuhn Raupp
Bruna Verediana Muller
Cesar Ademar Hermes
Fernando Francisco Dillmann Pajara
Fernando Joly Campos
Gilberto Mazoco Jubini
Gilmar Silvério da Rocha
Irineu Marchi
40h/DE
40h/DE
Mestrado
Doutorado
Mestrado
Doutorado
Mestrado
Doutorado
Doutorado
40h/DE
Graduação em Licenciatura em
Química
Graduação em Ciências Biológicas
40h/DE
Graduação em Agronomia
Doutorado
40h/DE
Graduação em Ciências Biológicas
Doutorado
Jonatas Steinbach
40h/DE
Graduação em Licenciatura em Física
Karla Funfgelt
40h/DE
40h/DE
Graduação em Arquitetura
Graduação em Licenciatura em Técnicas
Agropecuárias
Doutorado
40h/DE
Graduação em Agronomia
Doutorado
40h/DE
Graduação em Meteorologia
Doutorado
Luiz Gustavo Dutra
40h/DE
Graduação em Licenciatura em
Química
Marilac Priscila Vivan
40h/DE
Graduação em Medicina Veterinária
Marinês Dias Gonçalves
40h/DE
40h/DE
Graduação em Letras
Graduação em Letras
40h/DE
Graduação em Agronomia
Doutorado
40h/DE
Graduação em Engenharia Florestal
Doutorado
40h/DE
40h/DE
Graduação em Farmácia
Graduação em Medicina Veterinária
Isabel Cristina Muller
João Célio de Araújo
Jonas da Silva Döge
Karla Paola Picoli
Leandro Luiz Marcuzzo
Leonardo de Oliveira Neves
Orlando Cristofolini
Oscar Emilio Ludtke Harthmann
Paulo José da Fonseca Pires
Renata Bongiolo Magenis
Rita de Albernaz Gonçalves da Silva
40h/DE
Doutorado
Doutorado
Especialização
Mestrado
Mestrado
Mestrado
Especialização
Especialização
Mestrado
Mestrado
65
Robinson Jardel Pires de Oliveira
Romano Roberto Valicheski
Rômulo João Debarba
Rosana Ceolin Meneghetti
Rubens Prawucki
Ruy Piehowiak
Sidinei Leandro Klöckner Sturmer
Taise Cristine Buske
Vanius Buzzatti Falleiro
Ziocélito José Bardini
40h/DE
Agronomia
Mestrado
40h/DE
Doutorado
40h/DE
Graduação em Licenciatura em
Ciências Agrícolas
Graduação em Agronomia
40h/DE
Graduação em Agronomia
Doutorado
40h/DE
Graduação em Letras
Doutorado
40h/DE
Graduação em Licenciatura em
Matemática
Graduação em Agronomia
40h/DE
Mestrado
Especialização
Doutorado
20h
Graduação em Agronomia
Mestrado
40h/DE
Graduação em Zootecnia
Doutorado
40h/DE
Graduação em Engenharia de
Agrimensura
Mestrado
19.2. Núcleo Docente Estruturante
A Organização Didática dos Cursos Superiores, aprovada pela Resolução nº 057 de 2002,
é que define as atribuições e composição do NDE (Núcleo Docente Básico) de um curso superior de
graduação do IFC.
O NDBconstitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de
acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do
projeto pedagógico do curso. Deve ser constituído por membros efetivos do corpo docente do curso,
que exerçam liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos
na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela
instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso.
São atribuições do NDE:
I – elaborar, implantar, supervisionar e consolidar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC)
em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), o Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI) e Projeto Político-Pedagógico Institucional (PPI) do IF Catarinense;
II – contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
III – zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de
ensino constantes no currículo;
IV – indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão,
oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado e/ou mundo do trabalho e
afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso;
V – acompanhar todo processo didático-pedagógico, analisando os resultados do
processo de ensino aprendizagem, observando o Projeto Pedagógico do Curso (PPC);
66
VI – acompanhar, junto à Coordenação do Curso, o processo do Exame Nacional de
Desempenho de Estudantes (ENADE) e propor ações que garantam um nível de avaliação adequado
ao Ministério da Educação (MEC) e IF Catarinense;
VII – incentivar e acompanhar a produção de material científico ou didático para
publicação;
VIII – definir a presidência do núcleo.
A constituição do NDE deverá atender, no mínimo, os seguintes critérios:
I – Coordenador do Curso;
II – por um mínimo de 5 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do curso;
III – ter pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em
programas de pós-graduação stricto sensu;
IV – ter todos seus membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo
pelo menos 20% em tempo integral.
O NDE poderá ser assessorado por um técnico administrativo em educação da área
pedagógica ou NUPE, que deverá ser indicado pelos NDE.
Os câmpus terão autonomia para definir as estratégias de escolha dos integrantes do
NDE e garantir sua permanência por no mínimo 3 (três) anos, assegurando estratégias de renovação
parcial dos integrantes.
20. CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO
Quadro 08- Relação de cargo e regime de trabalho do corpo Técnico Administrativo do Câmpus Rio
do Sul do Instituto Federal Catarinense.
CARGA HORÁRIA
Nome
Maior Titulação
Adriano Becker
Alceu Luiz Rosa
Aline Tomazia Seemann
Ana Maristela O.
Piedade
André Munzlinger
Angélica Reineri
Antonio Luiz Tramontin
Brunhilde Berg
Fromming
Carlos Leovegildo
Kjellim
Clóvis Cristiano Brignoli
Especialização
Ensino Médio
Ensino Médio
Daniel Fachini
Especialização
Cargo/Função
20h
Especialização
Graduação
Graduação
Graduação
Ensino Médio
Especialização
Mestrado
Assistente em Administração
Eletricista
Auxiliar em Administrativo
Contadora
Jornalista
Enfermeira
Técnico em Agropecuária
Auxiliar em Enfermagem
30h
40h
x
x
x
x
x
x
x
Assistente em Administração
x
Técnico de Tecn. da
Informação
Assistente em Administração
x
x
67
Deisi Martignago
Douglas Mateus Mello
Eder Favretto
Elizeti Nienckötter
Emerson Montagna
Emília Cristina
Schlemper
Eurico da P. Pittaluga
Neto
Fatima Rosangela de S.
Saraiva
Helmuth dos Santos
Jorge Luis Araújo dos
Santos
José Gregório Volpato
Judite Feliponi
Laércio de Souza
Maicon Fontanive
Marcelo Foster
Márcio Rampelotti
Marco Vinicius da Silva
Granez
Marcos Cezar Franzão
Maria Lenir Stupp
Marilene Reis Schwendl
er
Maria de Fátima Burger
Bordin
Mariluci A. da Silva
Mylene Hafemann
Olavo Acácio Paulik
Onilde Brugnerotto
Osmar Gutjahr
Osvaldo Bluning
Rogério Krause
Sarita Martins Caminã
Reinicke
Sergio Campestrini
Sergio Luis Kreusch
Especialização
Ensino Médio
Graduação
Especialização
Graduação
Graduação
Especialização
Mestrado
Ensino Médio
Graduação
Ensino Médio
Ensino Médio
Especialização
Especialização
Ensino Médio
Ensino Médio
Ensino Médio
Especialização
Mestrado
Bibliotecária
Auxiliar de Biblioteca
Técnico de Agropecuária
Assistente em Administração
Analista de Tec. Da
Informação
Assistente em Administração
x
x
x
x
x
Tecnólogo em Cooperativismo
x
Laboratorista
x
Auxiliar de carpintaria
Psicólogo
x
x
Técnico em Agropecuária
Cozinheira
Pedagogo- Supervisão
Educacional
Técnico em Agropecuária
Técnico em Agropecuária
Técnico em Agropecuária
Técnico em Agropecuária
x
x
x
Técnico em Agropecuária
Pedagoga- Supervisão
Educacional
Assistente em Administração
x
x
Assistente de Aluno
x
Pedagoga- Orientadora
Educacional
Telefonista
Assistente de Aluno
Técnico em Agropecuária
Auxiliar de Encanador
Tratorista
Assistente em Administração
Nutricionista
x
Assistente de Aluno
Operador de Máquina Agrícola
x
x
x
x
x
x
x
x
Especialização
Especialização
Especialização
Ensino Médio
Graduação
Mestrado
Ensino Médio
Ensino Médio
Graduação
Especialização
Graduação
Ensino Médio
x
x
x
x
x
x
x
21. ATIVIDADES ACADÊMICAS
68
As atividades acadêmicas objetivam a participação do estudante em atividades que
busquem o desenvolvimento de conhecimentos teóricos e habilidades práticas, por meio de aulas
expositivas, teóricas e práticas, de análises quantitativas e qualitativas, visuais e instrumentais, no
campo e em laboratórios, em contato direto e constante com o universo das ciências agrárias,
também primam pela oportunização aos estudantes de seminários, palestras e visitas técnicas. Nesse
ambiente, o discente tem a oportunidade de aprender a analisar e entender esse universo, de modo
a buscar e adotar formas de estabelecer uma relação respeitosa e harmoniosa entre a espécie
humana e os recursos naturais existentes, com o objetivo de contribuir para o bem-estar comum
sustentável. O currículo é constituído de atividades acadêmicas obrigatórias e eletivas. As atividades
acadêmicas obrigatórias perfazem 80,73% da carga horária total, em que são concentrados os
conteúdos básicos compostos de matérias que fornecem ao estudante o embasamento teórico
necessário para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. Fazem parte das
atividades acadêmicas obrigatórias também os conteúdos profissionais essenciais, compostos de
matérias destinadas à caracterização da identidade profissional.
As atividades acadêmicas optativas perfazem 19,3% da carga horária total e integra a parte
flexível do currículo. São matérias de conteúdos profissionais específicos, que visam a contribuir para
o aperfeiçoamento profissional do egresso. O estudante deverá, ainda, realizar um estágio curricular
de 450 horas, o que corresponde, aproximadamente, a 9,97% da carga horária total, com o objetivo
de exercitar sua profissão, complementando o treinamento recebido no curso acadêmico, mediante
contato com o mundo real.
21.1. Atividades Acadêmicas Complementares
Objetivando atingir o perfil profissional definido e exigido pelo mercado e também pela
sociedade, a matriz curricular do Curso de Agronomia prevê a realização de atividades
complementares, conforme Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro de 2006, que deverão ser
realizadas ao longo do Curso. A ampliação do horizonte da formação profissional, possibilitando ao
futuro Engenheiro Agrônomo uma formação sócio-cultural mais abrangente é a principal meta na
implantação de tais atividades.
Atividades como iniciação científica e tecnológica, programas acadêmicos amplos,
programas de extensão universitária, visitas técnicas, participação e apresentação de trabalhos em
eventos científicos, organização de eventos, estágios extracurriculares, participação em seminários e
palestras, realização de cursos em áreas afins à Agronomia, dentre outras, são disponibilizadas aos
discentes e estes devem cumprir um número mínimo de 120 horas (8 créditos) em atividades
complementares. Ao final de cada semestre, os acadêmicos devem apresentar à Secretaria
69
Acadêmica as atividades desenvolvidas e que poderão ser computadas de acordo com a tabela de
atividades complementares ao curso.
As Atividades Complementares do curso de Agronomia dividem-se em cinco categorias:
- ensino;
- pesquisa;
- extensão;
- cidadania, cultura e esporte;
- formação profissional.
A descrição das atividades curriculares previstas, bem como osprocedimentos de avaliação
dos documentos comprobatórios para a validação das horas das atividades complementares,
constram na Resolução nº43 – Conselho Superior, de 2 de julho de 2013.
21.2. Atividades de Monitoria
O Curso de Agronomia prevê a monitoria como uma atividade de complementação e
aprofundamento dos conteúdos e das ações de formação de seu aluno. A monitoria oferecida pelo
curso de Agronomia seguirá as normas já existentes no Regulamento da Instituição.
A atividade de monitoria visa atender os seguintes objetivos:
I - Propiciar ao acadêmico a oportunidade de desenvolver e compartilhar suas habilidades e
competências para a carreira docente, nas funções de ensino;
II - Assegurar a cooperação didática entre o corpo docente e discente nas funções universitárias;
III - Oportunizar ao acadêmico a preparação e o direcionamento profissional técnico e/ou docente,
nas várias áreas de interesse, visando seu treinamento em serviço, exploração de aptidões
intelectuais e ampliar as oportunidades profissionais;
IV - Oferecer aos acadêmicos de cada curso oportunidades de complementação e aprofundamentos
de conteúdos nas diversas disciplinas.
A atividade de monitoria, nos cursos de graduação dos Câmpus, é exercida por acadêmico
regularmente matriculado, durante o período letivo e de acordo com as normas específicas de cada
modalidade citada em regulamento próprio.
Cabe ao professor da disciplina solicitar o auxílio de monitor mediante projeto de monitoria
para a respectiva disciplina a ser encaminhado ao Coordenador do Curso.
Em todas as modalidades, após o cumprimento do programa de monitoria, o monitor, se
aprovado na avaliação receberá um certificado emitido pelo Instituto Federal Catarinense.
Cada câmpus poderá oferecer aos seus acadêmicos a modalidade de monitoria com bolsa
auxílio em disciplinas já cursadas pelo acadêmico. Nesta modalidade, o acadêmico monitor recebe
70
ajuda de custo, fixada em proposta apresentada pela Direção Geral, durante o período em que
estiver realizando esta atividade.
Para candidatar-se a esta modalidade o acadêmico deve: comprovar a aprovação na
disciplina, quando já cursada, através do histórico escolar; ser indicado, depois de selecionado em
teste classificatório específico, a ser proposto e aplicado por comissão especialmente designada para
este fim, segundo critérios e procedimentos estabelecidos em Edital. Caberá ao Coordenador do
Curso referendar e homologar a classificação indicada pela comissão.
O programa de monitoria com bolsa auxílio, indicando o número de bolsas e respectivos
valores deverão ser propostos anualmente pelo Instituto.
São atribuições do monitor: auxiliar o docente nas atividades: didático - científicas, inclusive
na preparação de aulas, atividades e trabalhos didáticos, atendimento e orientação de acadêmicos,
em períodos por ele já cursados; auxiliar o corpo discente, sob a supervisão docente, na orientação
de trabalhos de laboratório, de pesquisas bibliográficas, de trabalhos de campo e de outros
compatíveis com seu grau de conhecimento e experiência; atender pequenos grupos em horários
que não coincidam com os seus horários de aula. É importante salientar que fica evidente no
regulamento que é vedado ao Monitor elaborar, aplicar ou corrigir provas, ministrar aulas como
substituto ou outras funções exclusivamente docentes.
Em relação ao regime de trabalho o programa de monitoria não implica em nenhum tipo de
relação empregatícia entre o aluno e a Instituição. O Monitor exerce suas atividades sob orientação
de professor responsável que zelará pelo fiel cumprimento das atividades previstas. O horário das
atividades do Monitor não pode, em hipótese alguma, prejudicar as atividades discentes e será
fixado no ato de designação, a carga horária compatível com as funções e atividades a serem
desempenhadas. As atividades de monitoria terão no mínimo de 4 horas semanais e no máximo 20
horas semanais. As atividades do Monitor obedecem, em cada semestre, ao projeto elaborado pelo
professor, aprovado pelo Coordenador do Curso nas duas modalidades.
Para divulgação e supervisão das monitorias o edital para seleção de monitores na
modalidade de bolsa auxílio em disciplinas já cursadas deverá constar obrigatoriamente: os critérios
para recrutamento e seleção dos monitores; os planos de trabalho do programa de monitoria; os
mecanismos de acompanhamento e avaliação pelo professor supervisor do trabalho do monitor; a
forma de controle do encaminhamento da freqüência dos monitores.
No caso dos monitores na modalidade de bolsa auxílio, o Coordenador de Curso após ter a
comprovação do professor responsável pelas atividades de monitoria do acadêmico encaminhará à
Direção Geral, mensalmente, a freqüência do monitor, com vistas ao pagamento da respectiva bolsa.
71
A concessão e renovação da bolsa de Monitoria dependerão da existência de vagas e da
análise do desempenho do Monitor, a ser realizada pelo professor supervisor, homologada pela
Coordenação do Curso.
A Instituição, de acordo com a legislação própria, tomará as providências necessárias para
assegurar aos monitores contra acidentes pessoais que poderão ocorrer durante o desempenho de
suas atividades.
22. ESTÁGIO CURRICULAR
O estágio curricular supervisionado do curso de Agronomia será obrigatório para todos os
acadêmicos do curso e visa assegurar o contato do aluno com situações, contextos e instituições,
permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais reais,
servindo de experiência para um melhor exercício de sua profissão. A carga horária mínima é de 450
horas e será parte integrante do currículo do curso, podendo ser realizado prioritariamente no
último ano do mesmo ou após o aluno ter sido aprovado em todas as disciplinas obrigatórias. Além
do estágio supervisionado obrigatório, o aluno poderá realizar estágio extracurricular. A
regulamentação dos estágios seguirá as normas/resoluções e ou regulamentos do IFC e as demais
estabelecidas por cada câmpus, as quais deverão conter as diferentes modalidades de
operacionalização, formas de apresentação e avaliação de relatórios finais, com acompanhamento
individualizado, inclusive durante a fase de realização e ao final do mesmo.
22.1. Operacionalização do Estágio Curricular
O Estagio Curricular Supervisionado, fazendo parte da matriz curricular, constitui-se num
espaço de aprendizagem concreta de vivencia pratica do Agrônomo. O objetivo central se direciona
na aplicação dos conhecimentos científicos adquiridos durante a realização do Curso e a vivência
profissional nas diferentes áreas da Agronomia.
O Estagio Supervisionado e obrigatório para a conclusão do curso de Agronomia conforme
a Lei no 5.540/68 e decreto de Regulamentação nº 4.807/75 do Ministério de Educação e Cultura e
Resolução no 48/76 e 50/76 do Conselho Federal de Educação, Parecer 1898/75 e 2911/76 que
tratam dos conteúdos de Engenharia e demais normas do IFC, dentre elas o Regimento Geral dos
Estágios e o Regulamento do Estágio dos câmpus.
O Estagio Supervisionado, a ser realizado pelos acadêmicos do último semestre do Curso de
Agronomia, consiste em trabalho a ser desempenhado pelo aluno do curso, dentro de suas áreas de
atuação. Somente poderá realizar o estágio curricular obrigatório, o acadêmico que tiver concluído
com êxito todas as disciplinas obrigatórias do currículo. O Estagio terá duração mínima de 450 horas,
72
efetivamente comprovadas dentro da empresa, objetivando ao acadêmico evidenciar a
aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso no mercado de trabalho, moldar o
perfil do profissional para que busque os conhecimentos complementares para sua futura profissão e
permitir ao futuro Agrônomo a experimentação de suas habilidades pessoais e de relacionamento
interpessoal.
Os mecanismos de acompanhamento e de cumprimento são feitos pela Coordenadoria
responsável pelos estágios na Instituição e pelo professor orientador escolhido pelo aluno. Estes
consistem sistematicamente nas seguintes etapas:
a) Elaboração, em conjunto com o professor orientador de estágio e o responsável técnico da
empresa, do Plano de Estágio, a ser entregue junto a Coordenação de estágios, ate um prazo máximo
de 30 dias após o inicio do estágio;
b) Elaboração, durante a realização do estagio, do Relatório Técnico de Estágio, através de discussões
realizadas entre o acadêmico, o professor orientador e o supervisor do estagiário na empresa;
c) Apresentação oral do Relatório de Estagio para uma Comissão/Banca Avaliadora constituída pelo
professor orientador e dois docentes, sendo um do Curso e/ou outro externo a este, com a
concordância da Coordenação;
Na avaliação final do estágio haverá uma nota de zero a dez que será atribuida pelo
supervisor do estagiário na empresa, através de preenchimento de formulário padrão encaminhado
pela Coordenação de Estágios, cujo resultado será responsável por 40% da média final. Os 60%
restantes serão compostos pela avaliação realizada pelo professor orientador de estagio e pela Banca
Examinadora;
O acadêmico deverá apresentar após a correção final do relatório, uma copia encadernada
junto a Coordenação do Curso.
A definição da empresa concedente do estagio dar-se-á através de contato prévio entre o
coordenador do curso e a respectiva empresa. O estagio será efetivado após a matrícula do aluno na
disciplina estagio pratico profissional e, das assinaturas do Contrato de Realização de Estágio Prático
Profissional firmado entre o Instituto e a Empresa e do Termo de Compromisso de Estagio firmado
entre a Empresa, estagiário e o Instituto.
22.2. Orientação de Estágio Curricular
A orientação do estágio é feita pelo professor orientador, no decorrer das atividades,
proporcionando o pleno desempenho de ações pertinentes à realidade da profissão.
As atribuições da orientação seguirão as normas e regulamento de estágio do IFC e dos
Câmpus compreendendo modalidades de supervisão direta ou indireta. A supervisão direta é a
73
orientação e acompanhamento do estagiário pelo professor orientador, através de observações,
contínua e direta das atividades desenvolvidas ao longo do processo. A supervisão indireta é a
orientação do estagiário feita através de meios de comunicação.
Todo o acadêmico estagiário deverá escolher um docente para orientá-lo desde a elaboração
do plano de estágio até a conclusão do mesmo. O professor escolhido deverá ser professor efetivo
do Instituto Federal Catarinense e da área de conhecimento em que se dará o estágio. Assim que o
professor for escolhido o acadêmico deverá fazer o encaminhamento do seu relatório à Coordenação
de Estágio para homologação.
Compete ao professor orientador, orientar os acadêmicos na escolha do tema ou campo de
estágio; orientar cada acadêmico individual ou coletivamente para o desenvolvimento do estágio, em
conformidade com a carga horária estabelecida no regulamento do curso; orientar o acadêmico na
elaboração do Plano de Estágio, na conduta junto a empresa e na elaboração do relatório de estágio.
Em caso de necessidade o orientador poderá ser substituído por outro, a seu pedido ou a
pedido do acadêmico.
Além do professor orientador, o acadêmico deverá contar com um supervisor da empresa,
indicado pela mesma com formação mínima de graduação na área específica do estágio, o qual
acompanhará o acadêmico ao longo de todo o estágio.
22.3. Sistema de Avaliação do Estágio Curricular
A avaliação faz parte do processo educativo de estágio e integra todas as experiências
teóricas e práticas.
A avaliação do estágio será feita com base na avaliação do supervisor da empresa, da
apresentação do relatório de estágio e da apresentação oral (defesa) das atividades desenvolvidas
durante a realização do mesmo.
A avaliação do supervisor (AS) do Estágio junto a empresa de acordo com o preenchimento
de formulário padrão encaminhado pela Coordenação de Estágios terá peso de 40% da nota final. A
avaliação do relatório (AR) feito pelo professor orientador que considerará a (formatação padrão,
apresentação, coerência das informações, desenvolvimento, conclusões e referências bibliográficas),
terá valor de 20% sobre a nota final. A avaliação da Comissão/banca avaliadora (AB) após ter feito a
leitura do relatório e assistido a apresentação oral, fará suas argüições ao acadêmico e atribuirá uma
nota a qual terá valor de 40% sobre a nota final.
Para fins de lançamento de notas, todas as avaliação, atribuirão notas de 0 (zero) a 10
(dez).
74
A média final para aprovação do acadêmico deverá ser igual ou superior a 6 (seis),
seguindo-se a seguinte fórmula.
MF = AS*4 + AR*2 + AB*4
10
≥6
A Comissão/banca avaliadora deverá ser formada pelo orientador do estágio mais dois
docentes, um obrigatoriamente pertencente ao curso de agronomia do IFC e outro podendo ser de
outra instituição, sendo indicados pelo orientador ou pela Coordenação de Estágio.
A banca examinadora em caso de sugerir correções e alterações para melhoria do relatório
final definirá prazos para o acadêmico fazer as revisões solicitadas às quais deverão ser
encaminhadas à Coordenação de Estágios para aceite e arquivamento.
23. ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO (Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008)
Além do estágio supervisionado obrigatório, o aluno poderá realizar estágio extracurricular
em qualquer período do curso, desde que seguidas às normas institucionais e regulamentares do IFC
e do Regulamento do Estágio Curricular e Extracurricular do Curso de Agronomia.
24. TRABALHO DE CURSO (TC)
O Trabalho de Curso (TC) é obrigatório, faz parte da matriz curricular, possui carga horária de
60 (sessenta) horas e deve ser realizado e defendido antes do Estágio Curricular Supervisionado, isto
é, preferencialmente ao final do nono semestre. Para efetuar o TC, o aluno deverá matricular-se do
na secretaria acadêmica depois de ter concluído, no mínimo, 60% dos créditos da carga horária total
do curso. Para matricular-se no TC o aluno deverá preencher e entregar na secretaria acadêmica o
termo de compromisso de orientado e o termo de aceite do orientador disponibilizado pela
Coordenação do Curso.
O TC será desenvolvido sob a forma de monografia, que versará sobre temas ligados às
diferentes áreas de conhecimento das Ciências Agrárias, podendo desenvolver-se através de
pesquisas de campo, elaboração de metodologias, análise crítica e de reflexões sobre os conteúdos
de Ciências Agrárias definidas pelas diretrizes curriculares para o curso de Agronomia. Trabalhos de
pesquisa e/ou extensão desenvolvidos ao longo do curso poderão subsidiar a elaboração do TC.
A apresentação do TC será realizada em defesa pública e apresentação de monografia
escrita, de acordo com as normas vigentes no IF Catarinense, Câmpus Rio do Sul. O TC será avaliado
mediante entrega de monografia (parte escrita) aos membros da banca examinadora e seminário de
75
apresentação (defesa oral) para uma banca formada por três profissionais, sendo um deles o
orientador e dois profissionais da área de agronomia ou áreas afins. É vedada a participação de
parentes do discente por consanguinidade até o quarto grau e por afinidade, na condição de
orientador (a) ou integrante da banca examinadora de TC do curso.
A defesa deverá ser realizada nas dependências do IF Catarinense - Câmpus Rio do Sul. A
banca examinadora, após a defesa, deverá preencher ata contendo a avaliação da parte escrita e da
apresentação oral. A aprovação no TC estará condicionada a obtenção da média mínima prevista na
matriz curricular do Curso.
Os aspectos supracitados são detalhados em Regulamento do Trabalho de Curso do Curso de
Agronomia, homologado pelo seu Colegiado.
25. PESQUISA E EXTENSÃO
As atividades de pesquisa seguirão regimento geral do IFC conforme Resolução no 005/2010
que dispõe sobre o Programa para concessão de Bolsas de Iniciação Científica e de Extensão e ainda
a Resolução no 002/2010 que trata sobre o regulamento das atividades de pesquisa além das
peculiaridades do PDI e PPI do IFC.
O Curso de Agronomia do Instituto Federal Catarinense, na busca de uma identidade clara,
considera estratégias pedagógicas que enfatizem a busca e a construção/ produção do conhecimento
ao invés da simples transmissão e aquisição de informações. Neste sentido, o curso, além de
metodologias demonstrativas, como exemplo, aulas expositivas, buscará diversificação didáticopedagógicas que privilegiem a pesquisa e a extensão como instrumentos de aprendizagem,
estimulando a atitude científica. Para tanto é necessário à inserção dos acadêmicos, professores e
técnicos administrativos em grupos de pesquisa e em projetos de ensino, pesquisa e extensão que
tragam benefícios para a qualidade e aperfeiçoamento do ensino agronômico para a gestão
institucional e para a sociedade.
De acordo com o PPP da Instituição, a “articulação do ensino, pesquisa e extensão é básica
para a sustentação da Instituição. A qualidade do ensino depende da competência em pesquisa. As
atividades de extensão se articulam com as experiências de pesquisa e ensino.” Em consonância com
essa necessidade incluímos em nosso projeto o estímulo a atividades de pesquisa e extensão,
buscando formas de integrar estas atividades evitando a sua dissociação.
Para que os acadêmicos tenham oportunidades de participar de atividades de pesquisa e
extensão o Curso promoverá discussões sobre o que se entende por pesquisa e extensão, e o papel
social destas atividades. Assim como deverão ser ampliadas as oportunidades de participação em
76
projetos de extensão, dada a importância destas atividades para a reconfiguração dos saberes das
áreas de conhecimento do Curso.
A organização da área de pesquisa se dará segundo Estatuto e orientações do Setor
de Pós-graduação de Pesquisa e Extensão do Instituto Catarinense. Internamente o processo se dará
pela organização de grupos de pesquisas, podendo dentro de suas características realizar atividades
nas mais variadas linhas de pesquisa classificadas pelo CNPq.
Os trabalhos desenvolvidos poderão contar com incentivos de Órgãos Financiadores como
CNPq, CAPES, FAPESC e outros organismos ou empresas.
25.1 Linhas da Pesquisa
As atividades de pesquisa do IF Catarinense estão regulamentadas pelas Resoluções nº
005/2010 e Resolução 002/2011, contemplando programas para concessão de bolsa de Iniciação
Científica e de Extensão.
O curso será conduzido de forma a oportunizar aos alunos atividades de pesquisa e extensão
nas mais diversas áreas do conhecimento. Estas atividades poderão estar ligadas de forma
interdisciplinar, contemplando diversas disciplinas de áreas afins.
A organização da área de pesquisa se dará segundo regulamentação e orientações do Setor
de Pós-graduação de Pesquisa e Extensão do Instituto Federal Catarinense. Internamente o processo
se dará pela organização de grupos de pesquisas, podendo dentro de suas características
proporcionar atividades nas mais variadas linhas de pesquisa classificadas pelo CNPq.
Os trabalhos desenvolvidos poderão contar com incentivos de Órgãos Financiadores como
CNPq, CAPES, FAPESC e outros organismos ou empresas nacionais ou internacionais.
As linhas de pesquisa são as direções nas quais atuam os pesquisadores envolvidos no curso
e são os guias para o desenvolvimento dos TC’s. A seguir temos uma lista das linhas de pesquisa e
suas sub-linhas previstas para serem formadoras da base de pesquisa do curso:
PRODUÇÃO VEGETAL

AGROECOLOGIA

CIÊNCIAS DO SOLO

FITOSSANIDADE

FITOTECNIA

FORRAGICULTURA

MELHORAMENTO VEGETAL E BIOTECNOLOGIA
77

PÓS-COLHEITA

PRODUÇÃO, ARMAZENAGEM E BENEFICIAMENTO DE SEMENTES.
PRODUÇÃO ANIMAL

BROMATOLOGIA

BOVINOCULTURA

AVICULTURA

SUINOCULTURA

AQUICULTURA
ENGENHARIA AGRÍCOLA

GEOPROCESSAMENTO

TOPOGRAFIA

IRRIGAÇÃO

MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA

CLIMATOLOGIA
CIÊNCIAS SOCIAIS

ADMINISTRAÇÃO RURAL

EXTENSÃO RURAL

ASSOCIATIVISMO E COOPERATIVISMO
25.2
GRUPOS DE PESQUISAS CADASTRADOS NO CNPQ EM 2014

Desenvolvimento de sistemas ecológicos de vida e produção

Entomologia e acarologia agrícola

Fitopatologia

Produção e beneficiamento de sementes

Solos: atributos físicos, químicos e nutrição mineral de plantas

Energia na agricultura

Grupo de pesquisa interdisciplinar em educação, trabalho, meio ambiente e
responsabilidade social

Engenharia agrícola

Aquicultura
25.3 Programa de iniciação científica
78
O Programa de Iniciação Científica – PIC é destinado a discentes regularmente matriculados
em seus cursos de graduação, considerando o bom rendimento nos estudos e o potencial de talento
investigativo dos que a ele se candidatarem, viabilizando a participação dos mesmos em Projetos de
Pesquisa de Iniciação Científica, aprovados pela Coordenação de Pesquisa e Pós- graduação e Direção
Geral.
O número de bolsas-auxílio destinadas ao Programa de Iniciação Científica é definido através
de Edital, por ato específico da Direção Geral ou Reitoria. Há, porém, a condição de bolsista
voluntário, que poderá ser solicitada a qualquer tempo, sendo que estará ausente do recebimento
de qualquer tipo de bolsa auxílio da instituição.
São objetivos do Programa de Iniciação Científica:
I - Em relação à Instituição:
a) contribuir para a sistematização e institucionalização da pesquisa de iniciação científica no
âmbito dos cursos;
b) propiciar condições institucionais e de incentivo para o atendimento aos projetos de
investigação científica dos seus discentes com bom desempenho acadêmico;
c) tornar as ações institucionais mais pró-ativas e competitivas na construção do
conhecimento novo e acessível;
d) qualificar discentes, com vistas à continuidade da respectiva formação acadêmica, pelo
encaminhamento dos mesmos para programas de pós-graduação.
II – em relação aos discentes;
a) despertar vocação científica e incentivar talentos potenciais, pela sua participação efetiva
em projetos de pesquisa e investigação científica;
b) proporcionar o domínio da metodologia científica, assim como, estimular o
desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade;
c) despertar uma nova mentalidade em relação às atividades de pesquisa e da iniciação
científica;
d) preparar o discente participante do Programa de Iniciação Científica para o acesso à pósgraduação,
e) aumentar a produção acadêmica dos discentes vinculados ao Programa.
III – em relação aos docentes:
a) Estimular docentes a se engajarem no processo de produção de conhecimento novo e
otimizando a capacidade de orientação à pesquisa na instituição;
b) Estimular o aumento da produção científica;
79
c) Incentivar o envolvimento de docentes em atividades de pesquisa de iniciação científica e de
orientação discente;
d) Melhorar a qualidade no processo ensino - aprendizagem.
As linhas de pesquisa são abrangentes e comtemplam as seguintes áreas:
a) Produção e melhoramento vegetal
b) Produção e melhoramento animal
c) Fitossanidade
d) Controle biológico de pragas e doenças
e) Integração lavoura-pecuária
f)
Preservação ambiental
g) Desenvolvimento regional sustentável
h) Agroindústria de produtos vegetais e animais
i)
Exploração racional do solo
j)
Paisagismo e Jardinagem
k) Projetos agropecuários
l)
Armazenamento de produtos agropecuários
m) Comercialização agrícola
n) Produção orgânica e ecológica
25.4. Ações de Extensão
A pesquisa acadêmica permite desvendar as diversas áreas do conhecimento humano e
constitui-se como parte inseparável do ensino, dando-lhe significação sempre renovada. As
atividades extensionistas constituem práticas acadêmicas articuladas ao ensino e à pesquisa, que
permitem estabelecer os vínculos entre as necessidades de soluções para problemas reais da
comunidade local/regional e o conhecimento acadêmico.
O contato com a comunidade constitui-se como espaço privilegiado para a socialização do
conhecimento produzido na Instituição, assim como para a criação de novos conhecimentos que
possam contribuir para o desenvolvimento social e deve ser, por estes motivos, preocupação
fundamental de todos os cursos da Instituição.
Para a garantia desta articulação, a Instituição deve defender o trinômio de ensino,
pesquisa e extensão, desenvolver ações para promover a integração e o diálogo permanente entre
os setores responsáveis pela realização de ensino, pesquisa e extensão, garantindo também a
contribuição neste processo de todos os segmentos da comunidade escolar. Além disso, deve
desenvolver ações e adequar sua estrutura organizacional para promover a plenitude deste trinômio.
80
Deve, finalmente, a Instituição promover a formação inicial e continuada de acadêmicos, técnicoadministrativos e professores, a fim de que se sintam motivados e capacitados para a realização de
atividades de ensino, pesquisa e extensão.
A clareza destas metas não exclui o reconhecimento de que este é um processo lento e
gradual que demanda esforço contínuo da gestão e de toda a comunidade escolar.
Quanto à extensão, o Câmpus contribuirá para o desenvolvimento da comunidade, através
da atividade de Extensão. A Extensão poderá alcançar toda a coletividade ou parte dela, a
instituições públicas ou privadas, abrangendo cursos e serviços que serão realizados na execução de
planos específicos.
As atividades de Extensão serão disciplinadas pelo Regimento Geral do Instituto Federal
Catarinense.
As atividades de Extensão são definidas por programas, projetos, cursos, eventos, prestação
de serviços, produções e publicações bibliográficas dentro dos Cursos já em funcionamento e em
implantação.
Os programas são um ou mais conjuntos de ações processuais contínuas de caráter educativo,
social, cultural, científico e tecnológico com clareza de diretrizes e voltadas aos objetivos da
Instituição.
Os cursos fornecidos pelo Instituto fazem parte de um conjunto de ações articuladas, de
caráter teórico e/ou prático, presencial ou a distância, planejados e organizados de maneira
sistemática, com carga horária definida e processo de avaliação formal; incluindo oficinas,
laboratórios e treinamentos. Assim também, os eventos são de ações de interesse técnico, social,
científico, esportivo e artístico: Assembléia; Campanha de Difusão Cultural; Campeonato; Ciclo de
Estudos; Circuito; Colóquio; Concerto; Conclave; Conferência; Congresso; Conselho; Debate;
Encontro; Escola de Férias; Espetáculo; Exibição Pública; Exposição; Feira; Festival; Fórum; Jornada;
Lançamento de Publicações e Produtos; Mesa Redonda; Mostra; Olimpíada; Palestra; Recital;
Reunião; Semana de Estudos; Seminário; Show; Simpósio; Torneio, e outros.
O Instituto também presta serviços através da realização de trabalho oferecido ou contratado
por terceiros, comunidade ou empresa, incluindo assessorias, consultorias e cooperação
interinstitucional, inclui-se também, a produção e publicação – elaboração de produtos acadêmicos
que instrumentalizam ou que são resultantes das ações de ensino, pesquisa e extensão, tais como:
cartilhas, vídeos, filmes, softwares, aplicativos multimídia, protocolos, dentre outros.
26. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA
81
A diplomação é o ato de emissão do documento oficial do Instituto Federal Catarinense,
que certifica a conclusão de curso de graduação e confere grau ao formado. Sua aplicação é
efetivada com aluno regular que tenha integralizado o currículo do respectivo curso.
A emissão de certificados e diplomas ficará a cargo da Reitoria do Instituto Federal
Catarinense. Aos Câmpus caberá o controle da vida acadêmica do aluno, a oferta de cursos
extraclasse, e de extensão, sua organização e controle.
Ao aluno concluinte do Curso de Agronomia em todas as suas etapas previstas na matriz
curricular inclusive prova do ENADE, será concedido diploma com o título de Engenheiro Agrônomo.
Enquanto o diploma não for expedido definitivamente, o aluno concluinte poderá requerer
certificado de conclusão de curso.
Pontos fundamentais:
• O diploma registrado confere ao seu titular todos os direitos e prerrogativas reservados ao
exercício profissional da carreira de nível superior.
• Para solicitar emissão/registro de diploma, o aluno deverá ter sido previamente identificado pela
Coordenação de Registros Escolares como provável formando do período.
• A “Relação de Prováveis Formandos do Período” será afixada em mural da Coordenação de
Registros Escolares e no site da Instituição.
• A Coordenação de Registros Escolares fará a integralização curricular do aluno considerando os
registros que constam do “Histórico Escolar” e do “Histórico do Período”, e confrontando-os com o
currículo do curso e o período de acompanhamento curricular.
• O aluno que se julgar na condição de provável formando e não tiver sido identificado pela
Coordenação de Registros Escolares deverá procurar o Departamento de Desenvolvimento
Educacional para verificação das pertinências de conclusão do curso.
• A habilitação concluída será averbada no verso do Diploma.
• O aluno DCS (Portador de Diploma de Curso Superior) que estiver concluindo nova habilitação do
mesmo curso e grau anteriormente obtido deverá solicitar apenas Registro/Averbação de
Habilitação.
• A emissão de 2ª via do diploma dar-se-á com ônus para o solicitante.
• A entrega do diploma será efetivada pela Direção-Geral do Câmpus, no período estabelecido no
“Calendário do Aluno”.
• Para a entrega do diploma, o aluno concluinte estará sujeito às seguintes condições: não ter débito
junto à Biblioteca, Coordenação-Geral de Assistência ao Educando, Laboratórios e órgãos que
emprestem materiais/equipamentos; não ter débito de documentação junto à Coordenação de
Registros Escolares, como: Carteira de Identidade, Título de Eleitor e comprovante de votação,
82
Certificado de conclusão do 2º grau ou documento equivalente, Histórico Escolar do 2º grau ou
documento equivalente, Certificado de Alistamento Militar e Guia de Transferência (se for o caso);
bem como ter participado da solenidade de outorga de grau.
• Os dados de Diplomação constarão do “Livro de Registro de Diplomas”, de periodicidade semestral.
• O aluno receberá o diploma junto à Coordenação de Registros Escolares, no período estabelecido
no calendário da Instituição, após verificação da “Ata de Outorga de Grau”.
27. INFRAESTRUTURA
27.1. Estrutura Física e Recursos Pedagógicos
Quadro 9– Estrutura Física do câmpus
AMBIENTE
Nº
Área (m2)
Salas de Aula
24
3.000
Laboratório
14
2.000
Biblioteca
01
566
Auditório
01
1.061
Poli-esportivo
01
2.546
Administrativo
30
1.870
Unidades Didática
30
4.124
Atendimento ao Aluno*
19
4.792
Serviços Gerais
28
4.320
Área Total Construída (m2)
Área Total da Instituição (ha)
25.185
305
* refeitório, cozinha, alojamento, sala de TV, sala de estudos, enfermaria, consultórios médico e
odontológico, etc.
Além dos recursos didáticos pedagógicos, físicos e laboratoriais, a Instituição possui uma área
de fazenda com um total de 280 hectares, onde possui uma divisão didática em forma de ambientes
externos apropriados para pesquisa e produção, denominados Unidades Educativas de Produção
(UEPs). Estas unidades contemplam a possibilidade de realização de atividades práticas das
disciplinas curriculares.
Os projetos instalados na área da fazenda são classificados segundo dois critérios: Projetos
pela Importância Econômica Regional e Projetos Didáticos – Pedagógicos, subdivididos para as áreas
de produção animal, produção vegetal, agroindústria, florestal, agroecologia e de mecanização
agrícola.
83
27.1.1 Laboratórios
O curso de Agronomia dispõe de vários laboratórios que são utilizados nas aulas prática e
realização de pesquisa. O curso dispõe de 11 laboratórios implantados e mais quatro laboratórios
que estão em fase de implantação.
- Laboratório Biologia e Botânica: Com área de 100 m2 e capacidade para 20 alunos por aula prática.
O laboratório conta com os seguintes equipamentos: 23 microscópios, 18 estereoscópios, 01
refrigerador, 01 estufa para secagem de matérias, 01 desumidificador de ar, 01 balança analítica, 02
dessecadores, 01 agitador vortex, 06 agitadores magnéticos, 01 sistema de osmose reversa.
- Laboratório de Entomologia: Com 100 m2, contendo ambiente para aulas com capacidade para 25
alunos, sala para criação de insetos, sala para o professor e sala para câmaras para criação de
insetos. O laboratório conta com os seguintes equipamentos: 25 microscópios estereoscópicos, 1
refrigerador, 1 freezer, 1 forno microondas, 2 prateleiras para crição de insetos com controle de
fotoperíodo, 2 agitadores magnéticos com aquecimento, 1 estufa para secagem e esterelização, um
destilados de água, 1 balança de precisão, 5 câmeras para criação de insetos tipo B.O.D. e 2
desumidificadores.
- Laboratório de Física do Solo: 1 agitador de peneiras; 1 agitador de peneiras tipo Yoder, 1
Geladeira; 1 Mesa de tensão; 1 Estufa com circulação forçada de ar; 1 Estufa sem circulação forçada
de ar; 2 Agitador orbital de vidraria; 1 Balança digital (1 casa decimal); 1 Balança digital (3 casas); 1
Balança digital de precisão (4 casas); 1 Agitador magnético com aquecimento; 1Tensiômetro; 1
Destilador de água; 1 Bloco digestor; 1 penetrômetro portátil, 1 Stirrer; 2 Capelas; 2 Microdestilador
de nitrogênio; 1 Fotômetro de chama; 1 Espectrofotômetro; 1 Bomba de vácuo; 1 Penetrômetro
digital; 1 Penetrômetro digital de bancada; 1 Deionizador de água; 1 forno mufla.
- Laboratório de Genética e Melhoramento Vegetal: com área de 100 m², possui um microondas,
uma cabine de fluxo laminar, uma estufa de secagem e esterilização, um freezer vertical, um
refrigerador, um termociclador, um banho seco com aquecimento e resfriamento, um agitador, uma
fonte de eletroforese, uma microcentrífuga, um transiluminador e um agitador magnético com
aquecimento.
Laboratório de Informática 01: 30 máquinas - Computador: ALL IN ONE HP (Omni Pro110 PC);
Processador: Intel(R) Core(TM)2 Duo CPU E7500 @ 2.93GHz 2.94Ghz; Memória (RAM): 4,00GB
(Utilizável: 3,87GB); HD: 1024 GB; Leitora/Gravadora: CD/DVD; Portas USB: 6; Entrada de som e
microfone lateral; Saída de som traseira; Conectividade sem fio: WI-FI; Conectividade com fio: RJ 45
84
10/100/1000; Monitor: 21" 1600 X 900 (Recomendável); Kit teclado + mouse USB; Sistema
Operacional: Windows 7 de 64 Bits.
- Laboratório de Informática 02: 24 máquinas - Computador: ASROCK N68-Vs3 FX AM3 (Desktop
tipo: Torre); Processador: AMD Phenon II X2 3.00GHz; Memória(RAM): 4GB DDRIII; HD: 500GB;
Leitora/Gravadora: CD/DVD; portas USB: 03+02 (02 frontais); 01 Entrada de Microfone e Som
(Frontal); 01 Entrada de Microfone e Som (Traseira); Painel de portas com entrada PS2
teclado/mouse; Kit teclado/Mouse; Monitor: 21"; Sistema Operacional: "Linux Ubuntu 13.04, Raring
Ringtail" x86_64 x86_64 x86_64 GNU/Linux.
- Laboratório de Mecanização Agrícola: Sala de aula com área de 46,7 m2 e laboratório com área de
151,4 m2 com capacidade para 37 alunos por aula prática. A sala de aula consta com 37 carteiras
escolares, 1 computador desktop e um aparelho multimídia. O laboratório conta com os seguintes
equipamentos: 1 trator 4x2 de 75 cv, 1 trator 4x2 TDA (com tração dianteira auxiliar) de 75 cv, 1
trator 4x2 TDA de 135 cv, 1 arado, 1 grade leve, 1 grade pesada, 1 subsolador de 7 hastes, 1 enxada
rotativa, 2 distribuidores de corretivos e fertilizantes sólidos, 2 distribuidores de fertilizantes líquidos,
1 adubadora de linhas, 2 pulverizadores, 2 semeadoras adubadoras, 2 linhas de semeadora de
bancada, 1 colhedora tratorizada, 1 segadora de rabiças, 2 carretas agrícolas, 1 carreta graneleira
agrícola, 1 motor de bancada, 1 balança digital de precisão, 1 paquímetro digital 150 mm, 1
luxímetro, 2 termômetros laser digital, 1 decibelímetro, 1 tacômetro digital, 1 prensa hidráulica com
capacidade de 45 toneladas, 1 guindaste hidráulico com capacidade de 3 toneladas, 1 torno
mecânico, 1 esmeril, 1 politriz, 1 serra policorte, 1 furadeira manual, 1 serra tico-tico manual, 1
motoesmeril, 2 compressores de ar, 1 transformador de solda para eletrodo revestido, 1 conjunto de
solda oxi-acetileno, 1 máquina de solda MIG.
- Laboratório de Microbiologia e fitopatologia: Com 109,15 m², contendo 1 estufa de esterilização e
secagem, 5 estufas de crescimento tipo BOD, 2 agitadores, 2 barilete 20 litros, 7 microscópio ótico,
12 microscópio esteroscópico, 2 banho-maria, 3 balanças, 2 agitador de tubo tipo vortex, 2
geladeira, 1 autoclave, 1 forno microondas, 1 liquidificador, 1 ventilador, 1 bomba de vácuo, 1
centrifuga, 1 câmara de fluxo laminar, 1 espectrômetro e 1 contador de colônias.
- Laboratório de Piscicultura: Constituido por unidade de pesquisa em aquicultura com 3 filtros
mecânicos e biológicos, 6 caixas de reservatório elevado (250 litros) e 6 bombas de água. Unidade de
incubação e larvicultura contendo 10 incubadoras tipo Zoug, 1 caixa de fibra de vidro, 1 bomba
d’água e 5 caixas de reservatório elevado e 1 aquecedor com termostato. Unidade de indução
hormonal. Unidade de ensino contendo 6 tanques de 200 L e 4 tanques de geomembrana.
85
- Laboratório de Química: Com 103 m², com capacidade para 25 alunos, contendo 1 refrigerador, 1
freezer, 1 quadro de vidro, 1 barrilete, 3 agitadores magnéticos com aquecimento, 1 balança de
precisão, 1 destilador de osmose reversa, 1 bloco digestor, 1 extrator de óleos e graxas e 1 capela.
- Laboratório de Química e Fertilidade do Solo: Com 96 m², com capacidade para 28 alunos
simultaneamente, contendo 1 estufa grande para amostras, 1 estufa pequena para vidraria, 1 mufla
pequena, 1 mufla média, 1 agitador de tubos vortex, 1 agitador magnético com aquecimento, 2
destiladores micro kejhdal, 1 fotômetro de chama, 1 espectofotômetro, 2 pHmetros de bancada, 1
pHmetro/condutívimetro de bancada,1 quarteador de fertilizantes, 2 banho Maria, 1 capela grande,
1 capela pequena, 1 deionizador, 2 blocos digestores de 40 provas, 1 lousa branca, 1 geladeira, 1
freezer, 1 desumidificador de ar.
- Laboratório de Química Geral Orgânica: Com 69 m², contendo 1 estufa, 2 capelas, 4 agitadores
magnéticos, 1 geladeira, vários reagentes para experimentos, 2 balanças, 1 evaporador rotativo, 2
peagametros, 1 bomba de vácuo. 1 refrigerador de água para o vácuo, 1 sistema para tratamento de
solventes, 1 destilador, 1 sistema para destilação de solventes, 6 mantas para aquecimento, várias
vidrarias preparadas para síntese orgânica, vários termômetros de alta e baixa temperatura.
- Laboratório de Sementes: Com 100 m² , contendo 1 balança de precisão, 1 medidor de umidade
dos grãos, 1 microscópio óptico de precisão, 1 câmara fria úmida, 2 refrigeradores, 1 dessecador, 4
lupas, 3 germinadores de semesntes, 1 forno microondas, 2 microscópios estereoscópicos, 1 medidor
de umidade digital, 1 prenssa de aço, 1 soprador de semesntes, 1 homogeneizador, 1 destilador, 1
soprador de semesntes, 1 calador para silos, 1 diafanoscópio para análise de pureza, 1 contador de
sementes à vácuo, 1 estufa, 1 câmara de envelhecimento precoce, 1 estufa para secagem com
circulação de ar, 1 phmetro, termo hidro timer, 1 testadora de arroz, 1 mesa para classificação de
grãos, 1 condudivímetro e 3 câmaras de germinação tipo B.O.D.
- Unidade Agroindustrial: Constituída por uma unidade de beneficiamento de alimentos de origem
vegetal e duas unidades de processamento de origem animal (carnes e laticínios). Cada unidade
beneficiadora conta com uma área de aproximadamente 100 m2 e todas são ligadas a uma caldeira
de abastecimento de vapor. A unidade de beneficiamento de leite conta com estrutura física que
dispõe de vestiários e banheiros; almoxarifado; laboratório de análises físico-químicas para a
recepção do leite; sala de processamento de queijo que dispõe de tanques de coagulação e pias; sala
de processamento de derivados que dispõe de tanques de fermentação e concentração,
pasteurizador de placas, embaladora para produtos fluidos, dosadora para produtos pastosos,
liquidificador industrial; câmara de refrigeração para armazenamento e câmara de maturação de
queijos. A unidade de beneficiamento de produtos cárneos dispõe de estrutura para o abate de
86
bovinos, suínos e aves e conta com vestiários e banheiros; almoxarifado; trilhagem aérea; sala de
abate; tanques de escaldagem; sala de evisceração; sala de processamento com equipamentos como
balança, serra-fita, moedor e embutidor de carne; sala de maturação; sala de defumação e câmaras
frias.
27.1.2. Área experimental
O curso dispõe de áreas experimentais para utilização como apoio às aulas, unidades
demonstrativas e de apoio para a pesquisa.
A Unidade Sede ocupa uma área de 184 ha. Está área é dividida nos seguintes setores:
- AGRI I – Olericultura;
- AGRI II – Grandes culturas;
- AGRI III – Fruticultura;
- ZOO I – Avicultura;
- ZOO II – Suinocultura;
- ZOO III – Bovinocultura;
- FLORESTA – Floricultura e manejo florestal.
- Tecnologia de alimentos – Laticínios, abatedouro e laboratórios de processamento de produtos de
origem vegetal e animal.
A partir de 2013 foram implantadas novas áreas para pesquisa e apoio dodático próximas às
salas de aula do Bloco C (utilização exclusiva do curso), bem com duas casas de vegetação ocupando
uma área de 600 m2. Além da área disponível na Unidade Sede existe fazenda com área de 83 há que
também é utilizada pelo curso.
27.1.3. Acervo Bibliográfico e Projeção de Expansão
A Biblioteca constitui-se em prédio próprio com estrutura anexa de laboratórios, salas de
aula e acesso a Internet. O Câmpus de Rio do Sul está adquirindo neste ano de 2009 os títulos
necessários Para todas as disciplinas do Curso de Agronomia descritos na Bibliográfica Básica das
Disciplinas do Primeiro e Segundo Semestres Letivos. Existe orçamento programado de novos
87
investimentos em títulos e periódicos para os anos seguintes, atendendo assim, a todas as
necessidades do Curso. Abaixo relação dos títulos por área de conhecimento e a projeção até 2012.
Quadro 11- Relação de títulos (tit.) e exemplares (ex.) existentes no acervo em 2014– Rio do Sul.
Livros/folhetos
Áreas
Cd-rom
Periódicos
Outros
Exemplares
Títulos
Exemplares
Títulos
Exemplares
Títulos
Exemplares
Títulos
Exemplares
Ciências exatas e da 1243
terra
2079
18
25
8
12
3
108
2
8
Ciências Biológicas
849
1186
0
0
0
0
2
72
4
12
Engenharias
647
538
0
0
0
0
0
0
2
6
Ciências da Saúde
257
309
0
0
0
0
0
0
0
0
Ciências Agrárias
4070
6356
270 295
56
71
10
358
0
0
1052
23
52
24
28
2
72
0
0
Ciências
Aplicadas
Títulos
Dvds
Sociais 785
Ciências Humanas
1265
2422
0
0
0
0
1
36
5
15
Lingüística, Letras
3562
5270
0
0
0
0
2
72
10
28
Total
12678 19212
88
111
20
718
23
69
311 372
28. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Todo processo de elaboração do projeto pedagógico do curso superior em Agronomia
aconteceu em esforço conjunto entre as Coordenações do Curso, das Comissões de Criação do Curso;
do Núcleo Docente Estruturante e do grupo de docentes atuantes no curso, procurando propor um
projeto que atenda os anseios dos acadêmicos, as normas legais e institucionais principalmente o PPI
e PDI institucional. A base de todo o trabalho está em buscar o equilíbrio entre atender aos aspectos
formais e os de atender ao perfil desejado do egresso.
O atendimento às questões legais (normas, diretrizes e legislação), bem como as questões
sociais e de formação não se esquecendo do todo institucional, desde sua visão, missão, princípios e
demais aspectos norteadores do trabalho educacional e formativo, foram contemplados dentro do
possível pelo currículo aqui apresentado. Longe de ser um projeto engessado e definitivo,
88
entendemos que sua renovação e atualização devará ser feito sempre que a comunidade escolar
(administração, docentes e discentes) julgarem necessário a fim de que o mesmo possa atender
melhor aos anseios de todos por uma sociedade melhor.
29. BIBLIOGRAFIA
BRASIL. Lei Federal Nº 5.194 de 24 de dezembro de 1966. Conselho Regional de Engenharia
Arquitetura e Agronomia do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2001.
BRASIL. Lei Federal Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional.
BRASIL. Resolução Nº 1.010, de 22 de agosto de 2005. Diário Oficial da União, Brasília, 30 de ago.
2005 – Seção 1, p. 191 e 192.
BRASIL. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional,
Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras
providências.
BRASIL. Resolução CNE nº 1, de 2 de fevereiro de 2006. Institui as diretrizes curriculares nacionais
para o curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia e dá outras providências;
BRASIL. Resolução CNE no 2, de 18 de junho de 2007. Dispõe sobre a carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial;
BRASIL. Resolução CNE no 8, de 31 de janeiro de 2007. Dispõe sobre a carga horária mínima e
procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na
modalidade presencial;
BRASIL. Parecer do CNE no 306/2004. Diretrizes curriculares nacionais para o curso de Engenharia
Agronômica ou Agronomia;
CREA. Resolução CONFEA nº 218, de 29 de junho de 1973. Discrimina atividades das diferentes
modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia;
CREA. Resolução CONFEA no 1.010, de 22 de agosto de 2005. Dispõe sobre a regulamentação da
atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação
dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício
89
profissional.
EPAGRI. Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola. Síntese anual da agricultura de Santa
Catarina 2007-2008.
2008.
Disponível em:
http://cepa.epagri.sc.gov.br:8080/cepa/
Publicacoes/sintese_2008/Sintese_2008.pdf. Acesso em: março de 2009
IBGE.
Censo
agropecuário
1995-1996.
Disponível
em:
http://www.ibge.gov.br/home/
estatistica/economia/agropecuaria/censoagro/1995_1996/default.shtm. Acesso em: março de 2009.
IBGE.
Estimativas
populacionais
dos
municípios
brasileiros,
2008.
Disponível
em:
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/estimativa2008/default.shtm. Acesso em: 10
de março de 2009.
90
Download

Projeto Pedagógico do Curso Superior em Agronomia – Rio do Sul