Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR EM AGRONOMIA CÂMPUS RIO DO SUL BLUMENAU/SC MAIO/2014 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense FRANCISCO JOSÉ MONTORIO SOBRAL REITOR JOSETE MARA STAHELIN PEREIRA PRO-REITORA DE ENSINO OSCAR EMILIO LUDTKE HARTHMANN DIRETOR DO CÂMPUS TIAGO BOECHEL DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DO CÂMPUS FERNANDO JOLY CAMPOS COORDENADOR DO CURSO COMISSÃO DE ELABORAÇÃO E SISTEMATIZAÇÃO: André Kuhn Raupp Fernando Joly Campos Irineu Marchi Isabel Cristina Müller Leandro Luiz Marcuzzo Leonardo de Oliveira Neves PPC – Agronomia SUMÁRIO 1. 1. APRESENTAÇÃO 2. 1 3. 2.4. ÁREA DE ORIGEM / IDENTIFICAÇÃO 3. 3.4. MISSÃO INSTITUCIONAL/IFC 3 5. 4.6. VISÃO INSTITUCIONAL/IFC 8. 5. 5. 2 7. 3 GÊNESE E IDENTIDADE DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE 3 6. HISTÓRICO INSTITUCIONAL DOS CÂMPUS DO IFC 4 7. JUSTIFICATIVA DA CRIAÇÃO DO CURSO 5 8. MISSÃO DO CURSO 7 9. VISÃO DO CURSO 7 10. PERFIL DO CURSO 7 11. ACESSO E APOIO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 8 12. OBJETIVOS DO CURSO 11.1. Geral 10 11.2. Específicos 10 13. CONCEPÇÃO DO CURSO 12 13.1. Princípios Filosóficos e Pedagógicos do Curso 12 13.1.1. Fundamentos, princípios e objetivos do curso 12 13.1.2. Bases teórico-conceituais 12 13.1.3. Fundamentos teórico-metadológicos 13 13.1.4. Bases teórico-instrumentais 15 13.2. Diretrizes Curriculares 15 13.3. Legislação 17 13.4. Campo de atuação 18 14. PERFIL DO EGRESSO 19 15. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO 20 15.1. Matriz curricular de disciplinas obrigatórias 20 15.2. Matriz curricular de disciplinas optativas 22 15.3. Ementário Das Disciplinas Obrigatórias 22 PPC – Agronomia 15.4. Relação Teoria e Prática 58 15.5. Interdisciplinariedade 58 16. RESUMO GERAL DA MATRIZ CURRICULAR 59 16.1. Núcleo dos Conteúdos Básicos 59 16.2. Núcleo dos Conteúdos Profissionais Essenciais 60 16.3. Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos 62 17. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL – CÂMPUS 17.1. Sistema de Avaliação do Curso 62 62 18. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DO ALUNO 63 19. CORPO DOCENTE 64 19.1. Quadro de docentes efetivos 64 19.2. Núcleo Docente Estruturante 66 20. CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO 67 21. ATIVIDADES ACADÊMICAS 68 21.1. Atividades Acadêmicas Complementares 69 21.2. Atividades de Monitoria 70 22. ESTÁGIO CURRICULAR 72 22.1. Operacionalização do Estágio Curricular 72 22.2. Orientação de Estágio Curricular 73 22.3. Sistema de Avaliação do Estágio Curricular 74 23. ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO (Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008) 75 24. TRABALHO DE CURSO (TC) 75 25. PESQUISA E EXTENSÃO 76 25.1. Linhas da Pesquisa 77 25.2. Grupos de pesquisas cadastrados no CNPQ em 2014 78 25.3. Programas de iniciação científica 78 25.4. Ações de extensão 80 26. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA 81 27. INFRAESTRUTURA 83 27.1. Estrutura Física e Recursos Pedagógicos 83 27.1.1. Laboratórios 84 PPC – Agronomia 27.1.2. Área experimental 87 27.1.3. Acervo bibliográfico 87 28. CONSIDERAÇÕES FINAIS 88 29 89 REFERÊNCIAS PPC – Agronomia 1. APRESENTAÇÃO Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, criados pela Lei 11.892/2008, constituem um novo modelo de instituição de educação profissional e tecnológica que visa responder, de forma eficaz, às demandas crescentes por formação profissional, por difusão de conhecimentos científicos e tecnológicos e de suporte aos arranjos produtivos locais. Presentes em todos os estados, os Institutos Federais contém a reorganização da rede federal de educação profissional oferecendo formação inicial e continuada, ensino médio integrado, cursos superiores de tecnologia, bacharelado, licenciaturas e pós-graduação. O Instituto Federal Catarinense resultou da integração das antigas Escolas Agrotécnicas Federais de Concórdia, Rio do Sul e Sombrio, juntamente com os Colégios Agrícolas de Araquari e de Camboriú, até então vinculados à Universidade Federal de Santa Catarina. O Instituto Federal Catarinense oferece cursos em sintonia com a consolidação e o fortalecimento dos arranjos produtivos locais; estimulando a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo e o cooperativismo, apoiando os processos educativos que levam à geração de trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão. Para que os objetivos estabelecidos pela lei 11.892/2008 sejam alcançados fez-se necessário a elaboração de documentos que norteiam todas as funções e atividades no exercício da docência, os quais são construídos em sintonia e/ou articulação com o PDI e o PPI, com as Políticas Públicas de Educação e com as Diretrizes Curriculares Nacionais. Nessa perspectiva, o presente documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso Superior de Agronomia, com o intuito de expressar os principais parâmetros para a ação educativa, fundamentando, juntamente com o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), a gestão acadêmica, pedagógica e administrativa de cada curso. Vale ressaltar que devido à importância do PPC, o mesmo deverá estar em permanente construção, sendo elaborado, reelaborado, implementado e avaliado. 1 2. ÁREA DE ORIGEM / IDENTIFICAÇÃO Quadro 01 – Identificação do Curso de Agronomia CNPJ: 10.635.424.0002-67 Razão Social: INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE Nome de Fantasia: INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE – CÂMPUS RIO DO SUL Esfera Administrativa: Federal Endereço: Estrada do Redentor nº 5665, Bairro Canta Galo - Rio do Sul, SC - CEP 89160-000 Telefone/Fax: (047) 3531-3700, 3525-8600 E-mail de contato: [email protected] Site da unidade: www.ifc-riodosul.edu.br Área do Plano: Ciências Agrárias Curso: Bacharelado em Agronomia Título: Engenheiro Agrônomo Carga Horária Curricular Obrigatória: 3.645 horas – 243 créditos Atividades Complementares Obrigatórias: 120 horas – 8 créditos Disciplinas Optativas Obrigatórias: 90 horas – 6 créditos Estágio Curricular Obrigatório: 450 horas – 30 créditos Trabalho de curso: 60 horas – 4 créditos Carga Horária Total do Curso: 4.365 horas – 291 créditos Turno de Funcionamento do Curso: Integral Número de Vagas por Turma: 45 vagas Funcionamento do Curso: Matrícula semestral por disciplinas com entrada anual Tempo de Integralização: Mínimo de 10 semestres e máximo de 20 semestres Legislação e atos oficiais relativos ao curso: Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966; Resolução CONFEA nº 218, de 29 de junho de 1973; Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; Parecer CNE/CES nº 306, de 7 de outubro de 2004; Resolução CONFEA no 1.010, de 22 de agosto de 2005; Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro de 2006; Resolução CNE no 8, de 31 de janeiro de 2007; Resolução CNE no 2, de 18 de junho de 2007; Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008. 2 3. MISSÃO INSTITUCIONAL - IFC Ofertar uma educação de excelência, pública e gratuita, com ações de ensino, pesquisa e extensão, a fim de contribuir para o desenvolvimento socioambiental, econômico e cultural. 4. VISÃO INSTITUCIONAL – IFC Ser referência em educação, ciência e tecnologia na formação de profissionais-cidadãos comprometidos com o desenvolvimento de uma sociedade democrática, inclusiva, social e ambientalmente equilibrada. 5. GÊNESE E IDENTIDADE DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE O Instituto Federal Catarinense, com sede em Blumenau/SC, criado pela Lei nº 11.892/08 (BRASIL, 2008b), possui atualmente seis câmpus instalados no Estado de Santa Catarina, a saber: Araquari, Camboriú, Concórdia, Rio do Sul, Sombrio e Videira; e os câmpus avançados de: Blumenau, São Francisco, Ibirama, Luzerna e São Franscisco. De acordo com a Lei é uma Autarquia Federal vinculada ao Ministério da Educação gozando das seguintes prerrogativas: autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-científica e disciplinar. Essa Instituição abrange todo o território catarinense, o que contribuirá para posicionar a nova estrutura do Instituto Federal Catarinense, recém-implantado, numa Instituição de desenvolvimento estadual e, seus câmpus, em elos de desenvolvimento regional, garantindo-lhe a manutenção da respeitabilidade, junto às comunidades onde se inserem suas antigas instituições, cuja credibilidade foi construída ao longo de sua história. No âmbito da gestão institucional, o Instituto Federal Catarinense busca mecanismos participativos para a tomada de decisão, com representantes de todos os setores institucionais e da sociedade. Com a criação dos Institutos Federais, a Rede de Educação Profissional e Tecnológica aumenta significativamente a inserção na área de pesquisa e extensão, estimulando o desenvolvimento de soluções técnicas e tecnológicas e estendendo seus benefícios à comunidade. O Instituto Federal Catarinense oferece cursos em sintonia com a consolidação e o fortalecimento dos arranjos produtivos locais, estimulando a pesquisa aplicada, a produção cultural, o empreendedorismo e o cooperativismo, além de apoiar processos educativos que levem à geração de trabalho e renda, especialmente a partir de processos de autogestão. 3 6. HISTÓRICO INSTITUCIONAL DO CÂMPUS RIO DO SUL DO IFC O Câmpus de Rio do Sul, integrante do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense, foi implantado inicialmente como Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, criada pela Lei nº 8.670 de 30 de junho de 1993. A Instituição iniciou suas atividades didáticas com o curso de Técnico em Agropecuária, com duração de três anos, no sistema de Escola-Fazenda. Por meio da Lei nº 11.892 de 29 de dezembro de 2008, que instituiu a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, criou-se os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, em que a Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul passou a integrar o Instituto Federal Catarinense como um de seus câmpus. Atualmente, na Unidade Sede (Serra Canoas), são ofertados os cursos Técnicos Profissionais Integrados ao Ensino Médio em Agropecuária e Agroecologia; os Cursos Técnicos Profissionais e Subsequente ao Ensino Médio em Agropecuária. Na sede, onde funcionam os cursos das ciências agrárias, os estudantes matriculados no ensino técnico podem optar pelo regime de internato ou semi-internato, sendo que atualmente (2014) aproximadamente 300 estudantes moram nas dependências do instituto. O funcionamento das atividades na sede ocorre em período integral, com aulas teóricas e práticas, nos períodos da manhã e tarde, incluindo ainda, outras atividades para atendimento da comunidade externa, como cursos de curta duração que visam à atualização, capacitação e treinamento em áreas diversas. O Instituto tem marcante atuação junto à comunidade regional, pois ao longo de sua existência, vem desenvolvendo estudos, pesquisas e programas de treinamento na área técnica, por meio de cursos de atualização, aperfeiçoamento, treinamentos e capacitação. Tais atividades contam com a participação de profissionais da própria Instituição, bem como de empresas como a EMBRAPA, EPAGRI, SENAR, EMATER, Sindicatos, Cooperativas, Secretarias da Agricultura e Secretarias de Desenvolvimento Regional, entre outros, com as quais o Instituto firma parcerias para este fim. Com a passagem de Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul para Instituto Federal Catarinense, o câmpus de Rio do Sul instalou uma nova unidade denominada de Unidade Urbana, onde funcionam três cursos superiores (Licenciatura em Matemática, Bacharelado em Ciência da Computação, e Licenciatura em Física) e três cursos técnicos (Técnico em Informática – concomitancia externa e subsequente; Técnico em Agrimensura – subsequente; e Técnico em Eletroeletrônica – subsequente). 4 7. JUSTIFICATIVA DA CRIAÇÃO DO CURSO Em função da realidade econômica de Santa Catarina e à franca expansão das exigências da própria economia nacional e mundial; e, da necessidade de adequação ao momento de transição global, a criação do Curso de Agronomia pelo Instituto Federal Catarinense – Câmpus de Rio do Sul tem em seu projeto pedagógico e base curricular o intuito de evidenciar sua adequação às necessidades tecnológicas que o setor primário da economia demanda frente às novas concepções de produção e mercado. A globalização dos mercados aponta para novas demandas das commodities agrícolas para atender ao crescimento do setor industrial, ao aumento do consumo humano, em função do crescimento econômico, principalmente dos países emergentes e o próprio aumento populacional mundial. Neste sentido, há de se considerar o crescimento sistemático de um novo padrão de consumo de alguns países menos desenvolvidos, além do crescimento acelerado das economias emergentes, os avanços tecnológicos do setor produtivo, as necessidades cada vez maiores de exportação de produtos agrícolas para atender aos mercados com pouca capacidade de produção, a restrição de áreas apropriadas para o cultivo agrícola e o crescente uso de alguns produtos agrícolas para a substituição de fontes energéticas como o petróleo. Estas novas demandas internacionais por commodities agrícolas têm gerado um descompasso entre a produção e o consumo. Entre 1990 e 2007, a população mundial cresceu 25,7% enquanto que a produção de alimentos atingiu somente 12,5%. O aumento do uso de grãos, somente para a bioenergia, segundo a F.O. Lcht`s World Ethanol and Biofuel Report de abril de 2008 consumiu 4,5% da oferta global de grãos em 2007. A produção de milho na China cresceu 21,9% entre 2001 a 2005, enquanto o incremento das usinas foi de 84%, consumindo 23 milhões de toneladas. Nos EUA, a demanda de milho para etanol saltou de 41 milhões de toneladas para 81 milhões de toneladas entre as safras de 2005/2006 e 2007/2008. A área plantada na última safra, segundo o Banco Central (junho 2008) cresceu 19%, indicando um quadro de escassez futura de grãos (ECONOMIA BR, 2010). O aumento dos preços internacionais do petróleo e a escassez de matéria prima para a produção de insumos agrícolas têm gerado uma elevação significativa dos preços destes produtos. Isso, aliado à baixa generalizada dos preços dos produtos agrícolas tem forçado as economias mais fortes a reduzir despesas com importação e diminuir o custo da bioenergia viabilizando maiores lucros ao setor da indústria, deixando o setor produtivo com a margem de lucro muito reduzida, chegando a inviabilizar determinados sistemas produtivos menos favorecidos de tecnologias e recursos. 5 Uma das saídas do setor agropecuário, frente à problemática do esgotamento de áreas para expansão da produção, a baixa dos preços dos produtos produzidos e ao aumento dos custos de produção é o investimento em tecnologias modernas que elevem a produtividade. Em termos de expansão de áreas, os Estados do Sul do Brasil são os que possuem as menores condições. Interessa citar aqui que a produtividade brasileira de grãos, de um modo geral, fica em torno de 50% inferior aos níveis europeus e norte americano. Só para ilustração, a produção média de milho nos Estados Unidos da América chega a dez toneladas por hectare, enquanto que em Santa Catarina não passa de cinco a seis toneladas por hectare (SINTESE AGROPECUÁRIA ANUAL DE SANTA CATARIANA 20082009). O setor agropecuário brasileiro é responsável por 25% do PIB nacional e, em função da fertilidade de nosso solo, clima favorável, possibilidade de grande aumento da produção pela expansão de áreas ainda permitidas e aumento da produtividade pelo uso de novas tecnologias é considerado o país com melhores condições de atender as necessidades alimentares da população mundial futura. Na América do Sul e Central, a agricultura é responsável por 23,8% das exportações e de 8,2% das importações, o que demonstra a importância da produção agrícola nesta parte do mundo. No entanto, somos carentes na adoção de tecnologias modernas para um melhor desempenho deste setor (ECONOMIA BR, 2010). A região do Alto Vale do Rio Itajaí, onde o Câmpus do IFC esta inserido, apresenta uma estrutura fundiária onde predominam as propriedades de pequeno porte, onde são produzidos produtos para a subsistência das famílias e produtos destinados ao mercado consumidor, sejam eles para o consumo in natura ou como matéria prima para a indústria de transformação. Devido às características da região, tais como tamanho das propriedades, topografia e microclima, existe uma diversidade grande de produtos que são produzidos, destacando-se as produções de arroz irrigado, fumo, cebola, milho, soja, feijão, mandioca, hortaliças, reflorestamento, criação de aves, de suínos e produção de leite. A base da produção agropecuária estimulou também a fundação de pequenas indústrias do ramo alimentício e da madeira na região. Em virtude das mudanças na economia regional, devido ao aumento da industrialização, o setor agropecuário da região passou por um processo de reconfiguração. A população rural diminuiu significativamente e as pessoas passaram a ocupar mais postos de trabalhos urbanos. Com a diminuição da população urbana houve a necessidade de aumentar a produtividade por meio da utilização, cada vez maior, de insumos e do uso da mecanização. Assim, um dos gargalos ao desenvolvimento agrícola regional tem sido a falta de profissionais especializados que gerem técnicas sustentáveis para o aumento da produtividade e consequentes aumento de renda dos produtores. 6 A solução para o aumento tecnológico está diretamente vinculada ao aumento de pesquisas, maior e melhor formação de profissionais para este setor e o treinamento de produtores rurais. Neste sentido, justifica-se a formação de novos profissionais na área da agronomia que dominem esta ciência, busquem novas tecnologias para a produção eficiente e levem ao produtor rural soluções para a eficiência produtiva com maior resultado econômico. 8. MISSÃO DO CURSO Contribuir para a formação de Engenheiros Agrônomos criativos, competentes, críticos e reflexivos, capazes de agregar valor aos produtos e serviços prestados pelas organizações do setor de produção agropecuária, com responsabilidade ambiental, mediante a busca de soluções alternativas e consolidação de novos empreendimentos, visando a melhoria da qualidade de vida da sociedade. 9. VISÃO DO CURSO Ser referência no ensino da Agronomia, dentro de uma visão de formação humanística, política e técnica, formando profissionais-cidadãos comprometidos com o desenvolvimento de uma sociedade democrática, inclusiva, social e ambientalmente equilibrada, capazes de analisar a conjuntura que envolve a unidade produtiva e seu entorno, tendo postura questionadora e inovadora que contemple solução ao desenvolvimento social. Como princípios desta visão destacamos o ensino, a pesquisa, a extensão, o empreendedorismo, o auto-desenvolvimento e a consciência ambiental. 10. PERFIL DO CURSO Carga horária total do curso: 4365 horas – 291 créditos Carga horária das atividades complementares: 120 Horas – 08 créditos Carga horária do estágio: 450 horas – 30 créditos Duração do curso (semestre/ano): 10 SEMESTRES /5 ANOS Núcleo básico: 810 Horas – 54 créditos Número de vagas (semestre/ano): 45 vagas anuais Turno de funcionamento do curso: Integral Câmpus onde o curso é oferecido: Câmpus Rio do Sul Forma de ingresso e acesso: Processo seletivo e ENEM/SISU e apartir de 2015 apenas pelo ENEM/SISU. Período de integralização: mínimo de 10 e máximo de 20 semestres. 7 11. ACESSO E APOIO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS OU MOBILIDADE REDUZIDA Quando da fundação da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, não havia por parte do poder público e sociedade geral uma preocupação em relação à inclusão das pessoas com necessidades especiais no ensino regular, essa responsabilidade era atribuída às escolas especiais. Todavia com as políticas de educação inclusiva, um novo olhar tem sido lançado no Instituto Federal Catarinense no sentido de desenvolver ações que promovam o acesso e apoio a pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida. Com a Lei Federal nº 10.098 de dezembro de 2000 e o decreto nº 5.296/2004 estabelecemse normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Desta forma, projetos de natureza arquitetônica e urbanística, de comunicação e informação, de transporte coletivo, bem como a execução de qualquer tipo de obra, tendo destinação pública ou coletiva, devem considerar aspectos da acessibilidade e atendimento às necessidades específicas de pessoas com deficiência no que concerne e regulamenta a Lei da Acessibilidade. Em consonância com tais aspectos a Portaria Ministerial nº 3.284 de 07 de novembro de 2003 dispõem sobre os requisitos de acessibilidade de pessoas com deficiências, instruindo também sobre os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, bem como o credenciamento de instituições. Em virtude disso, iniciou-se uma sensibilização em relação à inclusão. Diante de tais considerações, convém ressaltar algumas informações relevantes quanto ao acesso e apoio a pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida no âmbito do Instituto Federal Catarinense - Câmpus Rio do Sul. O Instituto Federal Catarinense - Câmpus Rio do Sul é constituído atualmente pela Sede e Unidade Urbana. A Sede está localizada a 5 km do centro da cidade, na localidade de Serra Canoas, o acesso é por estrada sem pavimentação e o meio de transporte utilizado pelos alunos, e maioria dos servidores, é o transporte coletivo urbano, o qual não possui nenhuma adaptação. A partir da portaria do MEC/SETEC nº 151 de 11 de julho de 2005, que disciplina a forma de operacionalização da ação TEC NEP – Educação Tecnológica e Profissionalização para Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, que tem por objetivo a inclusão, permanência e saída com sucesso destes alunos em cursos de formação inicial e continuada, técnicos e tecnológicos, no âmbito da Rede Federal de Educação Tecnológica, foi constituído através da portaria nº 200/05 de 28 de setembro de 2005 o NAPNE (Núcleo de Apoio as Pessoas com Necessidades Específicas) da então Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul, hoje Instituto Federal Catarinense. 8 O NAPNE do IF Catarinense – Câmpus Rio do Sul possui como uma de suas principais competências o fato de articular ações conjuntas com a comunidade escolar, no intuito de buscar promover a quebra de barreiras atitudinais, educacionais e arquitetônicas. Dentre algumas das atividades ligadas ao acesso e apoio às pessoas com deficiência, pode-se elencar: Sensibilização da comunidade escolar em relação ao processo de inclusão; Levantamento por meio de um CHECK LIST com 101 itens, de toda a estrutura física e barreiras arquitetônicas no Instituto; Encaminhamento à direção geral de um relatório demonstrativo da acessibilidade no Instituto, para que sejam tomadas as medidas necessárias a atender às exigências da ABNT 9050; Participação de um servidor no curso de especialização a Distância em Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva; Encaminhamento de projeto para a implantação da infraestrutura de acessibilidade das pessoas com deficiência; Solicitação de equipamentos e recursos materiais para adaptação de material didático pedagógico e estruturação de sala multifuncional de modo a atender alunos cegos, com visão subnormal e Surdos, nas suas especificidades; Aquisição de software leitor de tela a ser utilizado pelos alunos com diagnóstico de baixa-visão; Valorização da cultura e singularidade Surda, buscando propiciar o serviço de interprete/tradutor de LIBRAS, bem como a adoção de estratégias didáticometodológicas que considere o conteúdo semântico da escrita do surdo. Neste sentido também são oferecidos cursos, palestras e oficinas acerca de LIBRAS e aspectos da cultura Surda para a comunidade escolar; Solicitação e instalação de TDD, telefone com teclado para surdos. Em relação a aspectos de infraestrutura das instalações é possível destacar: A sede da instituição, bem como a biblioteca onde estão as salas de trabalho, laboratórios e salas de aula atendem as exigências da ABNT 9050, quanto aos espaços livres de circulação e corredores, área de transferência e área de alcance; A biblioteca possui opção de acesso através de rampas com corrimãos, facilitando a circulação de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida e banheiro acessível; No prédio administrativo da sede, atualmente, existe um sanitário masculino adaptado com barra de apoio; 9 Sabe-se que as Unidades de Ensino e Produção também necessitam de adequações e adaptações para atender os critérios de acessibilidade; A instituição possui reserva de vaga em estacionamento para pessoa com deficiência; O prédio Laboratorial possui elevador para pessoas com deficiência e sanitários masculinos e femininos adaptados. As Salas de Aula do Bloco C, utlizadas exclusivamente pelos alunos da agronomia, possuem acesso à sanitários masculinos e femininos adaptados. A instituição entende que a acessibilidade aos espaços que visam à formação e profissionalização de jovens e adultos é mais do que permitir que pessoas com deficiências participem das suas atividades de ensino, pesquisa e extensão, mas também a de promover as potencialidades de cada um respeitando suas características individuais, favorecendo o acesso ao conhecimento e cidadania. Diante disso, sabe-se que na ânsia de melhor respeitar as diferenças e necessidades específicas de cada sujeito, muitos outros aspectos, tais como materiais didáticos e estrutrais ainda precisam ser ampliados. 12. OBJETIVOS DO CURSO 12.1. Geral O Curso de Agronomia do Câmpus Rio do Sul do Instituto Federal Catarinense tem como objetivo formar Engenheiros Agrônomos com sólida formação técnico-científica e responsabilidade social, aptos a absorver, promover, orientar e administrar a utilização racional e sustentável dos diversos fatores que compõem os sistemas de produção, transformação e comercialização, em consonância com os preceitos de proteção ambiental, atendendo as necessidades sociais e humanas de acordo com suas mudanças no espaço e no tempo. 12.2. Específicos O curso pretende formar profissionais capazes de: Gerar e disseminar tecnologias apropriadas à pesquisa e ao setor produtivo de forma a interferir na realidade agrícola regional; Planejar, aplicar técnicas, métodos e processos de produção, adequados à solução de problemas do desenvolvimento da produção e da produtividade dos produtos agropecuários; 10 Contribuir decisivamente no desenvolvimento da ciência e tecnologia dos setores produtivos da região, com ênfase no desenvolvimento das atividades agropecuárias e agroindustriais; Incentivar o trabalho de iniciação científica visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura para uma educação integral e contínua; Promover a divulgação de conhecimentos técnicos, científicos e culturais que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber por meio do ensino, de publicações, videoconferências, seminários, encontros, simpósios, congressos e outras formas de comunicação; Preparar profissionais que atendam às necessidades e interesses do atual estágio de desenvolvimento tecnológico agrícola e agroindustrial, em equilíbrio com o meio ambiente; Desenvolver estudos que ofereçam subsídios à implantação e aprimoramento de técnicas ambientais no manejo das atividades produtivas dos diversos segmentos agrícola e agroindustrial; Despertar no setor produtivo agrícola local e regional, uma mentalidade de desenvolvimento sustentável, tendo em vista as novas demandas tecnológicas agroindustriais que se apresentam no início do terceiro do milênio; Propiciar por meio da integração interdisciplinar uma visão sistêmica, de modo a conferir um bom domínio da realidade física, social e econômica; Garantir a formação e a conduta ética do profissional, com base no estabelecimento de um comportamento correto perante a sociedade; Planejar, coordenar e executar projetos de produção animal, abordando o melhoramento, manejo e nutrição; Planejar, executar, supervisionar e orientar programas para o manejo e controle de doenças, pragas e plantas daninhas à produção vegetal; Planejar, coordenar e executar programas referentes à ciência do solo, nas áreas de gênese, morfologia, classificação, fertilidade, biologia, microbiologia, uso, manejo e conservação; Planejar, coordenar e executar projetos e ações de caráter socioeconômico, bem como desenvolver a consciência e responsabilidade social, utilizando conhecimentos da sociologia, comunicação, política, economia, administração, 11 comercialização, legislação e educação, a fim de promover a organização e o bem estar da população; Analisar, avaliar, orientar e fiscalizar o processo de produção, beneficiamento e conservação de produtos de origem animal e vegetal; Gerar e difundir conhecimentos, métodos e técnicas de produção e administração, envolvendo o ensino, a pesquisa e a extensão na área da Agronomia; Atuar no âmbito da agricultura familiar buscando a sustentabilidade, com ênfase no enfoque do agroecológico e na proteção ambiental; Promover o resgate e a valorização do conhecimento cultural local e regional, integrando o saber informal ao saber acadêmico, respeitando os anseios, necessidades, e potencialidades regionais nas práticas agronômicas; Propiciar por meio de estágios e convênios um processo de formação profissional na área de ciências agrárias, onde as questões inerentes a realidade da vida prática diária estarão integradas nas disciplinas do currículo. 13. CONCEPÇÃO DO CURSO 13.1. Princípios Filosóficos e Pedagógicos do Curso 13.1.1. Fundamentos, princípios e objetivos do curso O Curso de Agronomia do IFC câmpus Rio do Sul fundamenta-se com base no perfil do egresso que deseja formar. Portanto, que este seja um profissional qualificado para o exercício das Ciências Agronômicas, através de uma perspectiva humanística, crítica e reflexiva. Esses profissionais deverão ser capazes de reconhecer e intervir sobre problemas/situações associadas às diferentes áreas de atuação do engenheiro agrônomo; sendo capacitados a atuar com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, agindo como promotores da produção de alimentos de forma sustentável. Através disso, tem por objetivo, o preparo do indivíduo com base numa sólida formação geral-profissional, pautada por princípios éticos-políticos e técnicoscientíficos, voltados para a complexidade das relações e das demandas humanas e sociais. 13.1.2. Bases teórico-conceituais Tendo como base fundamentadora os princípios do IFC, enquanto instituição impulsionadora do desenvolvimento da comunidade, o Curso de Agronomia centraliza a ação formadora no homem, entendido como um ser de relações em busca de sua completude. O IFC procura investir na área da agropecuária com a oferta do Curso de Agronomia, cujo profissional se destaca no contexto social 12 como um dos agentes de transformação da realidade que configura a necessidade de assegurar condições à vida. Nesse sentido, os princípios Epistemológicos que o Curso adota perpassam as concepções de: - Homem como sujeito social e ideológico constituído no conjunto das práticas histórico-sociais que, por isso mesmo, está sujeito ao conjunto de valores que regulam as relações no grupo em que se encontra inseridas; - Ciência como um constructor efetivado no conjunto dos processos sociais, os quais, pelos procedimentos metodológicos específicos validam os conhecimentos (re) elaborados em cada campo do saber. Neste sentido, o saber científico constitui-se num movimento permanente. A ciência, portanto, em determinado campo do conhecimento, constrói e legitima procedimentos capazes de sustentarem o rigor metodológico e a validade dos resultados. Nessa perspectiva, ciência/política constitui uma unidade. - Criticidade como modelo ideal de desenvolvimento profissional, e no envolvimento com a sociedade e nas demais práticas inerentes ao setor primário. Desse modo, desnuda-se a aparência e infere diretamente na essência dos fenômenos agropecuários. - Ciências Humanas como pólo de irradiação do conhecimento nas áreas humanísticas, tendo na compreensão da realidade e do próprio homem, seu modelo de transformação da sociedade. - Ciências Agrárias como agente da transformação da realidade social, através da compreensão e análise crítica do passado, buscando atingir a sustentabilidade e, por conseqüência, o crescimento do setor primário. 13.1.3. Fundamentos teórico-metodológicos De acordo com Delors (1999), através de suas contribuições publicadas em Relatório da UNESCO, educar é desenvolver no ser humano quatro competências básicas: - Competência pessoal: aprender a ser - Competência relacional: aprender a conviver; - Competência produtiva: aprender a fazer; - Competência cognitiva: aprender a conhecer. Portanto, as práticas metodológicas desenvolvidas devem estar sempre atentas a estas dimensões de competências, evitando e superando dificuldades quanto à quantificação do saber do discente, priorizando a construção do conhecimento. Desta forma, as estratégias de ensino devem estar de acordo com os objetivos das disciplinas, tais como, a resolução e discussão de problemas, a realização e apresentação de trabalhos monográficos ou de investigação, visitas de estudo e outras formas de transmissão de conhecimentos que promovam a integração do saber fazer, através da 13 interligação entre os conhecimentos teóricos e a vivência experimental. Os princípios didático pedagógicos, inter-relacionados aos princípios epistemológicos e aos princípios éticos, expressam-se através de: Indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, sendo o Curso um lugar de síntese de congregação das ideologias. Investigação científica que possibilite a descoberta, a organização, o desenvolvimento e a produção dos saberes nas áreas abrangidas pela Agronomia. Formação do acadêmico como sujeito de seu processo educativo, consciente de sua identidade, capaz de fazer opções fundamentadas em suas habilidades, capacidades e aptidões. Conhecimento das expectativas do setor agropecuário, visando à atualização curricular em linhas de pesquisa e extensão que redimensionem o processo de ensino-aprendizagem. Prática social que envolve a constante otimização do currículo, a adoção de metodologias alternativas e a avaliação que traduz a linha filosófica do IFC e do Curso, por extensão. A formação de novos profissionais deve se realizar tendo em vista práticas pedagógicas que garantam a inovação e a preparação do egresso, não somente para o campo de trabalho que se vislumbra no momento histórico atual, como também, instrumentá-lo para as mudanças que estão ocorrendo globalmente e, que devem levá-lo a manter-se atualizado. O momento exige profissionais que saibam “ler” a realidade e dar respostas adequadas. Quanto ao ensino, o processo de formação profissional transcende os aspectos voltados diretamente ao suprimento do mercado de trabalho. Deve, pois, fazer uso das problemáticas relativas às questões sociais como conteúdo do saber, com propósito de garantir a formação de profissionais competentes técnica e cientificamente, cidadãos críticos e politicamente aptos a contibuirem com uma sociedade mais justa e humana. Da mesma maneira, nas práticas investigativas, a produção científica deve ser concebida como atividade social, na medida em que seja levada a efeito, de acordo com os interesses e necessidades da sociedade, como instrumento estratégico em função da utilização de seus resultados no desenvolvimento econômico, social, tecnológico e científico, completando o ciclo dinâmico da cultura e da ciência. A efetivação dessas atividades terá início nos estágios, quando se verifica a “retroalimentação”, e nos trabalhos de extensão, estendendo-se à sala de aula, aos laboratórios e, por fim, na área experimental, com a realização de experimentos a campo. Deve-se considerar, nesse enfoque, o aprimoramento da extensão, compreendendo-se como campo de produção de saber sistematizado e, antes de tudo, como espaço básico de divulgação e ampliação do acesso ao conhecimento. 14 Além desses aspectos, a função social do IFC é ampliada, assegurando a sua própria democratização através da conquista de formas participativas na condução das decisões, da avaliação de formas de organização e produção do trabalho acadêmico e das relações internas de poder. Prevê ainda a revisão constante das relações adequadas na construção do saber, mediante o incentivo à sua socialização, à extensão das oportunidades a todos e, acima de tudo, à cooperação para que a comunidade possa trabalhar e contribuir no levantamento e na solução dos problemas sociais do país. Considerando que o projeto pedagógico significa a definição de uma política educacional do curso, na tentativa de uma interpretação globalizadora, deve se buscar a superação das particularidades inseridas na dimensão organizacional quanto à fragmentação do saber. Em função disso, preconizou-se a integração acadêmica, com o exercício concomitante da interdisciplinaridade. Sob essa ótica, o Projeto Político Pedagógico é um processo eminentemente dinâmico, tendo função articuladora como proposta de execução capaz de integrar as ações intracurso e entre os demais cursos existentes. Acrescenta, ainda, a articulação dos programas e atividades (ensino, pesquisa e extensão) representadas por meio do corpo docente, discente e técnico. Através de uma concepção integralizadora da realidade, o Projeto Político Pedagógico privilegia o processo, os procedimentos e definições resultantes do todo da Instituição, submetidos constantemente à análise e revisões. 13.1.4. Bases teórico-instrumentais Diante das constantes mudanças sociais e do conhecimento científico, a educação dos profissionais da área agronômica exige das instituições formadoras um perfil profissional que inclua visão sistêmica, capacidade de comunicação e negociação, habilidades para gerenciar serviços, hábito de autoaprendizagem e um olhar bem mais preparado para lidar com a complexidade e a incerteza. A fim de promover a formação de um profissional generalista na área agronômica, o conhecimento teórico adquirido deve ter um enfoque interdisciplinar e inter-relacionado com os saberes práticos. A articulação entre teoria e prática é estimulada precocemente em atividades tais como: práticas em laboratórios, estágios curriculares e extracurriculares, monitorias, trabalhos de pesquisa e extensão, viagem de estudo e momentos de formação. 13.2. Diretrizes Curriculares As novas diretrizes curriculares propostas pelo Ministério da Educação para as unidades de ensino da área das Ciências Agrárias estão baseadas: 15 Parecer CNE/CES nº 306, de 7 de outubro de 2004 Aprova as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia. Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro de 2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia e dá outras providências. Resolução CNE no2, de 18 de junho de 2007 Dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial; Resolução CNE no 8, de 31 de janeiro de 2007 Dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial; Estas prevêem o desenvolvimento de suas atividades, referenciadas num Projeto Pedagógico, que deverá nortear-se para a construção do saber, respaldando-se na indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão, em consonância com a missão das Instituições de Ensino Superior, no atendimento às demandas da sociedade. Assim, as reformas necessárias ao atual currículo do Curso de Agronomia do IFC, cujos três princípios básicos, amplamente assumidos no discurso universitário contemporâneo e que se constituem no atual Projeto Pedagógico do Instituto Federal Catarinense, sustentam os objetivos a serem perseguidos, tais como: a) o compromisso da instituição pública com os interesses coletivos; b) a indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão; c) a formação de um aluno crítico, criativo, capaz de participar no processo de mudança da realidade; O currículo é concebido como sistema articulado, no qual se busca, além da transmissão de conteúdos, o desenvolvimento de habilidades básicas, específicas e globais, de atitudes formativas, de análise crítica e de percepção global da atuação do aluno como profissional e como membro da sociedade. Estes deverão extrapolar campos ou áreas específicas do saber, adequadas ao dinamismo do conhecimento, da ciência e da prática profissional. A matriz curricular do Curso de Agronomia do Instituto Federal Catarinense busca a formação de um profissional empreendedor, dotado de um pensamento reflexivo e apto para a inserção profissional e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira. Com o intuito de possibilitar esta formação foi estabelecida uma relação de disciplinas com sentido interdisciplinar e de desenvolvimento técnico-científico, de forma a proporcionar desenvolvimento sistemático da cultura empreendedora que, promovem visão de gestão e comportamento autônomo do estudante. 16 Além disso, os professores desenvolvem atividades interdisciplinares, proporcionando visão sistêmica e integradora de todo o curso. Outras atividades como, dinâmicas de grupo, estudos de casos, visitas técnicas, seminários promovem a interdisciplinaridade na medida em que mobilizam competências além das desenvolvidas pela disciplina ministrada. A aprendizagem se torna mais significativa quando se dá pela interação, colocando os acadêmicos em desafios, onde eles têm de tomar decisão, trabalhar em equipe, estabelecer prioridades, cumprir prazos, administrar tempo, fazer inferências, entre outros comportamentos estabelecidos. As visitas técnicas são planejadas com antecedência e propostas nos Planos de Ensino. Ao final do curso, cada aluno deve realizar um trabalho de conclusão de curso e realizar estágio curricular nas empresas de acordo com a Resolução CNE/CES 1, de 2 de fevererio de 2006, o Projeto de Criação do Curso e as demais normas da legislação e do Instituto Federal Catarinense. Complementa a grade curricular as atividades complementares e de extensão, planejadas e ofertadas a cada semestre pelo curso de agronomia. Ao longo do semestre letivo, são oferecidos palestras, seminários, ministradas por professores e pesquisadores de outras instituições, bem como profissionais que atuam no mercado. 13.3. Legislação Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008, que institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências. Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências. Resolução CNE nº 1, de 2 de fevereiro de 2006, institui as diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia e dá outras providências. Resolução CNE no 2, de 18 de junho de 2007, dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. Parecer do CNE no 306/2004, diretrizes curriculares nacionais para o curso de Engenharia Agronômica ou Agronomia. Resolução CONFEA nº 218, de 29 de junho de 1973, que discrimina atividades das diferentes 17 modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia. Resolução CONFEA no 1.010, de 22 de agosto de 2005, dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/CREA, para efeito de fiscalização do exercício profissional. 13.4. Campo de Atuação A área de atuação do egresso do Curso de Agronomia é bastante ampla, indo desde atividades internas das unidades de produção até as atividades do meio urbano, incorporando áreas genéricas e específicas do conhecimento, incluindo esferas do ensino, pesquisa e extensão, supervisão, coordenação e orientação técnica. Este egresso será capaz de: Conceber, projetar e analisar sistemas específicos da área; Analisar estudos de viabilidade técnico-econômica; Prestar assistência, assessoria e consultoria; Coordenar e fiscalizar obras e serviços técnicos, produção técnica e especializada; Realizar vistorias, perícias, arbitramentos, laudos e pareceres técnicos; Realizar trabalhos de pesquisa, extensão, análise, experimentação, ensaio e divulgação técnica; Elaborar orçamentos; Realizar padronizações, mensurações e controles de qualidade; Conduzir equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou manutenção; Executar e fiscalizar trabalhos de instalação, operação, manutenção, montagem e reparo; Elaborar desenho técnico. Atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitária junto a empresas públicas e privada. Exercer atividades de docência, pesquisa e extensão na área de ciências agrárias. O desempenho destas atividades refere-se a: Engenharia rural, construções para fins rurais e suas instalações complementares; irrigação e drenagem para fins agrícolas; fitotecnia, melhoramento vegetal, ecologia e agrometeorologia; zootecnia, melhoramento animal, agrostologia; recursos naturais renováveis e não renováveis; gestão e legislação ambiental; defesa fitossanitária; química agrícola; tecnologia de armazenamento, transformação, beneficiamento e conservação de alimentos e produtos de origem animal e vegetal (amido, açúcar, óleos, laticínios, vinhos e destilados); zimotecnia agropecuária; bromatologia, rações 18 e nutrição animal; pedologia/edafologia, manejo e conservação, fertilizantes, corretivos e condicionantes do solo; sistemas de culturas e de utilização de solo; microbiologia agrícola; biometria; parques e jardins; moto-mecanização agrícola; implementos agrícolas; crédito, economia e administração rural; sociologia e desenvolvimento rural; assistência técnica e extensão rural; políticas públicas para a agricultura e meio rural; legislação agrária e profissional. Nesse sentido, o profissional engenheiro agrônomo pode ter uma formação ao mesmo tempo generalista com alguma especialização. Esse perfil o habilita a atuar em áreas diversificadas como as da produção agropecuária tanto em grandes propriedades quanto em estabelecimentos familiares, agroindústrias, empresas públicas e privadas do ramo agropecuário e prestadoras de assistência técnica. Profissionalmente, o engenheiro agrônomo pode se estabelecer ainda como agente de serviços ou como autônomo, prestando assessoria, projetando, coordenando, supervisionando e implantando projetos de produção e comercialização agropecuária, nas empresas e unidades produtivas, buscando a valorização de postura empreendedora. A tendência do mercado de trabalho para o engenheiro agrônomo é bastante favorável merecendo destaque, o crescimento das exportações e a projeção que o Brasil vem alcançando na produção de energia de fontes renováveis (álcool e biodiesel), os biocombustíveis. A chamada agroenergia é, atualmente, referência no trabalho agronômico. 14. PERFIL DO EGRESSO O perfil profissional do Engenheiro Agrônomo, segundo parecer do CNE no 306/2004 e a Resolução 1 de 02/02/2006, deverá ter uma formação generalista, com sólido embasamento nas áreas fundamentais do conhecimento científico e técnico relacionado às ciências agrárias e do ambiente, sendo capaz de gerar e difundir conhecimentos científicos e técnicas agronômicas adequadas à promover o desenvolvimento do setor agropecuário brasileiro através de uma atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas de ordem humana, produtiva, científica e tecnológica, postando-se dentro das atribuições que a legislação profissional lhe confere de forma ética, observando aspectos culturais, políticos, sociais, ambientais e econômicos, proporcionando um desenvolvimento sustentável e contribuindo para a melhoria da sociedade. O profissional formado deverá estar apto a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, sócioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como utilizar racionalmente os recursos disponíveis, 19 além de conservar o equilíbrio do ambiente. Deverá ainda ter a capacidade de adaptação, de modo flexível, crítico e criativo, às novas situações, seguindo a Res. 01 de 02/06/2006. 15. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO 15.1. Matrizes curriculares de disciplinas obrigatórias 2o SEMESTRE AG-21 AG-22 AG-23 AG-24 AG-25 AG-26 AG-27 3o SEMESTRE AG-31 AG-32 AG-33 AG-34 AG-35 AG-36 AG-37 4o SEMESTRE 1o SEMESTRE Quadro 02- Matriz Curricular das Disciplinas Obrigatórias Código Disciplinas AG-11 Física AG-12 Matemática AG-13 Introdução à Agronomia AG-14 Química Geral e Orgânica AG-15 Botânica AG-16 Introdução à Informática AG-17 Português Instrumental AG- 18 Biologia Geral AG-41 AG-42 AG-43 AG-44 AG-45 AG-46 AG-47 5o SE ME ST RE AG-51 AG-52 SUB-TOTAL Cálculo Diferencial Integral Química Analítica Anatomia, Fisiologia e Bem Estar Animal Metodologia Científica Zoologia Geral e parasitologia Desenho Técnico Gênese e Classificação dos Solos SUB-TOTAL Estatística Bioquímica Máquinas, Motores Agrícolas e Energia Agrometeorologia e Climatologia Agricultura e Ciência do Ambiente Microbiologia Física do Solo SUB-TOTAL Fisiologia Vegetal Mecanização Agrícola Topografia Básica e Planimetria Genética Entomologia Geral Experimentação Agrícola Química e Fertilidade do Solo SUB-TOTAL Topografia Planialtimétrica Hidrologia Agrícola CH 60 60 30 75 75 30 30 45 405 60 75 60 45 60 30 75 405 60 90 60 60 45 45 45 405 75 60 60 45 60 30 75 405 45 45 Crédito Pré-requisitos 4s 4 2 5 5 2 2 3 27 4 5 4 3 4 2 5 27 4 6 4 4 3 3 3 27 5 4 4 3 4 2 5 27 4 3 AG-12 AG-14 AG-12 AG-12 AG-14 AG-11 AG-12 AG-13 AG-27 AG-15 /AG-32 AG-33 AG-26 AG-31 AG-25 AG-31 AG-27/AG-22 AG-43 AG-34 20 6o SEMESTRE 7o SEMESTRE AG-71 AG-72 AG-73 AG-74 AG-75 AG-76 AG-77 8o SEMESTRE AG-81 AG-82 AG-83 AG-84 AG-85 AG-86 AG-87 AG-91 AG-92 AG-93 AG-94 AG-95 AG-96 AG-97 AG-98 AG-99 10o SEMESTR E AG-61 AG-62 AG-63 AG-64 AG-65 AG-66 AG-67 AG-68 9o SEMESTRE AG-53 AG-54 AG-55 AG-56 AG-57 AG-58 Nutrição Vegetal Pragas das Plantas Cultivadas Fitopatologia Geral Nutrição Animal Defensivos Agrícolas Melhoramento Animal SUB-TOTAL Hidráulica Agrícola Fitopatologia Agrícola Manejo e Utilização de Pastagens Manejo de Plantas Daninhas Geoprocessamento Perícia, Avaliação e Legislação Agrícola Culturas Anuais de Inverno Suinocultura SUB-TOTAL Olericultura Culturas Anuais de Verão Fruticultura Tropical e Subtropical Irrigação e Drenagem Avicultura Economia e Mercado Agrícola Melhoramento Vegetal e Biotecnologia SUB-TOTAL Fruticultura de Clima Temperado Uso Manejo e Conservação do Solo Bovinocultura de Leite Tecnologia de Produtos de Origem Tecnologia e Produção de Sementes e Vegetal Mudas Construções Rurais Planejamento e Administração Rural SUB-TOTAL Bovinocultura de Corte Tecnologia de Produtos de Origem Floricultura, Paisagismo, Parques e Animal Manejo e Produção Florestal Jardins Fisiologia e Manejo Pós-Colheita Sociologia e Extensão Rural Defesa Sanitária Vegetal Plantas Bioativas Viticultura e Enologia SUB-TOTAL TOTAL 60 45 60 60 60 30 405 60 60 45 45 45 60 45 45 405 75 60 60 60 45 45 60 405 60 75 45 45 60 60 60 405 45 45 45 45 60 60 45 30 30 405 3.645 4 3 4 3 4 2 27 4 4 3 3 3 4 3 3 27 5 4 4 4 3 3 4 27 4 5 3 3 4 4 4 27 3 3 3 3 4 4 3 2 2 27 243 Estágio Curricular 450 30 Trabalho de Curso 60 4 AG-41 AG-45 AG-36 AG-32 AG-14 AG-44 AG-52 AG-55 AG-56/AG-41 AG-57 AG-51 AG-13 AG-41/AG-53 AG-56/AG-58 AG-53 AG-41/AG-53 AG-53 AG- 61 AG-56/AG-58 AG-12 AG-44 AG-53 AG-37 AG-56/AG-58 AG-32 AG-77 AG-26 AG-76 AG-56/AG-58 AG-32 AG-26 AG-41 AG-13 AG-66 AG-41 AG-32 21 Atividades Complementares Disciplinas Optativas SUB-TOTAL TOTAL GERAL 120 8 90 6 720 4.365 48 291 As disciplinas optativas, conforme quadro abaixo, serão ofertados durante o andamento normal do curso, conforme disponibilidade de docentes e necessidades por parte dos acadêmicos. Todo o acadêmico deverá cursar no mínimo três disciplinas optativas durante o curso. 15.2. Matriz curricular de dsciplinas optativas DISCIPLINAS OPTATIVAS Quadro 03- Matriz curricular das disciplinas optativas Código Disciplinas CH Créditos Pré-requisitos AGOP-02 Agricultura de Precisão 30 2 AG-65 AGOP-03 Cultura da Cebola 30 2 AGOP-04 Fruteiras Nativas e Exóticas 30 2 AGOP-05 Apicultura 30 2 AGOP-07 Inglês Técnico 30 2 AGOP-08 Cultivo em Ambientes Protegidos 30 2 AGOP-10 Espanhol Técnico 30 2 AGOP-11 Libras* 60 4 AGOP-13 Evapotranspiração 30 2 AG-34 AGOP-14 Biologia Molecular 30 2 AG-44 AGOP-15 Agroecologia 30 2 AGOP-16 Fertilizantes, Corretivos e Resíduos 30 2 AG-47 * Disciplina oferecida em conjunto com os cursos de licenciatura do Instituto Federal Catarinense, Câmpus Rio do Sul. 15.3. Ementário das disciplinas obrigatórias 1° Semestre Física – 60h EMENTA: Princípios de termodinâmica. Fluidos. Gases. Vetores. Deslocamento. Velocidade. Aceleração. Condições gerais de equilíbrio. Trabalho. Energia. Conservação de energia. Eletrostática. Eletrodinâmica. Eletromagnetismo. Fenômenos ondulatórios. Óptica geométrica. Óptica física. Introdução à física nuclear e a física atômica. 22 BIBLIOGRAFIA BÁSICA SEARS, Francis Weston & ZEMANSKI, Mark W., YOUNG, Hugh D. & FREEDMAN. Física I: Mecânica. São Paulo: Addison Wesley, 2008. SEARS, Francis Weston & ZEMANSKI, Mark W., YOUNG, Hugh D. & FREEDMAN. Física II: Termodinâmica e Ondas. São Paulo: Addison Wesley, 2008. SEARS, Francis Weston & ZEMANSKI, Mark W., YOUNG, Hugh D. & FREEDMAN. Física III: Eletromagnetismo. São Paulo: Addison Wesley, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HALLIDAY. D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. v. 2. Rio de Janeiro: LTC, 2009. - 4v, il. Tradução de: Fundamentals of physics. HALLIDAY. D.; RESNICK, R. Fundamentos de Física. v. 3. Rio de Janeiro: LTC, 2009. - 4v, il. Tradução de: Fundamentals of physics. OKUNO, E. et al. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas. São Paulo: Harbra, 1982. RESNICK, R. & EISBERG, R. Física Quântica: Átomos, moléculas, sólidos núcleos e partículas. Rio de Janeiro: Campus, 1994. SEARS, F.W.;& ZEMANSKI, M.W., YOUNG, HH.D.; FREEDMAN. Física 4: Ótica e Física Moderna. São Paulo: Addison Wesley, 2008. Matemática – 60h EMENTA: Proporção e aplicações. Expressões algébricas. Potências e Radicais. Funções de 1° e 2° Graus. Função Exponencial. Logaritmo. Trigonometria. Geometria espacial. Medida de área e volume. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, R.S. Matemática Aplicada às Ciências Agrárias. Viçosa: Editora UFV, 1999. MEDEIROS, Valéria Zuma de. Pré-Cálculo. Cengage Learning, 2009. MEDEIROS, S e outros. Matemática Básica para Cursos Superiores. São Paulo: Atlas, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOLDSTEIN, L e outros. Matemática Aplicada. 10. ed. Porto Alegre: Bookmann, 2006. IEZZI. G. Fundamentos de Matemática. Elementar. vol. 1. São Paulo: Atual, 1993. LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. vol. 1. São Paulo: Harbra, 1994. LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. vol. 2. São Paulo: Harbra, 1994. MACHADO, A.S. Matemática: temas e metas-1: conjuntos numéricos e funções. São Paulo, Atual, 1998. 248p. Introdução à Agronomia – 30h EMENTA: O curso de Agronomia no IFET-Câmpus Rio do Sul. Aspectos da formação do Engenheiro Agrônomo e áreas de atuação. Histórico e evolução da agricultura. O solo como base da produção vegetal. Agricultura e meio ambiente. Noções sobre a evolução recente e a realidade atual das agriculturas brasileira e catarinense; Produção Animal e vegetal. Espaços sociais e econômicos da Agricultura. Legislação profissional na área da agronomia. Código de ética. Órgãos de Representação profissional da categoria. 23 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABBOUD, A.C. S. Introdução à agronomia. Rio de Janeiro: Interciência, 2013, 644p. ROMERO, J. Dicionário agrícola Ceres: Agronomia século XXI. São Paulo: Ceres, 2006, 1176p. TEIXEIRA, W. (Org.). Decifrando a terra. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009. 557 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BATALHA, M.O. Gestão agroindus trial. GEPAI : Grupo de Estudos e Pesquisas Agroindustriais. 5. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2009. 2 v. BELLINGINI, R. Pequenas histórias de plantar e de colher. São Paulo, SP. 2012. 61p. BORÉM, A. Glossário agronômico. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa, 2005. 117 p. MAZOYER, M.; ROUDART, L. História das agriculturas no mundo: do neolítico à crise contemporânea. São Paulo, SP: Editora UNESP Brasília, DF, NEAD, 2010. 568 p. Disponível em: <http://pt.scribd.com/adaomarin/d/60887022-Historia-das-agriculturas-no-mundo-Do-neolitico-acrise-contemporanea> SANTO, B. R. do E. Os caminhos da agricultura brasileira. São Paulo, SP: Evoluir, 2001. 329 p. Disponível em: <http://books.google.com.br/books?id=vMYOAQAAIAAJ&pg=PA215&lpg=PA215&dq=resenha+%22c aminhos+da+agricultura+brasileira%22&source=bl&ots=TkuFE8NnoU&sig=Aw4HtLyUAAGXwSSYvSE4 zC-doCQ&hl=pt-BR&sa=X&ei=pa4rT_TKFoG3twf_n DWDw&ved=0CDsQ6AEwBA#v=onepage&q&f=false> Química Geral e Orgânica – 75h EMENTA: Estrutura da matéria. Tabela Periódica. Ligações Químicas. Funções Inorgânicas. Estequiometria. Soluções. Química Orgânica: funções orgânicas, isomeria, preparação de compostos orgânicos. Noções de Química Analítica: soluções, equilíbrio químico, volumetria, análise instrumental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, G.C. Química Moderna. Scipione. 2005. PERUZZO, F. Mi.; CANTO, E.L. Quimica na abordagem do cotidiano: volume único. 2. ed. São Paulo, SP: Moderna, 2002- 584p. SARDELLA, Antonio; MATEUS, Edegar. Curso de química: volume 3: quimica organica . São Paulo: Ática, 1991. 454 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EBBING, D.E. Química Geral. Rio de Janeiro: LTC S.A, 1998. FONSECA, M.R.M. Química Geral, Fisico-Química e Orgânica. São Paulo: FTD, v. 1, 2 e 3, 1992. MURRY, J. Química Orgânica. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC S/A, 1997. RUSSELL, J.B. Química geral. 2. ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 1994. 2v. (xxxviii, 1268 p.) MC SARDELLA, A. Curso de Química: química geral. Volume 1. Editora Ática. 1997. Botânica – 75h 24 EMENTA: Citologia vegetal. Histologia vegetal. Morfologia e anatomia dos órgãos vegetais. Botânica Sistemática; Sistemas Filogenéticos Principais; Nomenclatura Botânica; Unidades de um Sistema de Classificação; Caracterização de Famílias e Espécies Vegetais de Interesse Econômico Agrícola. BIBLIOGRAFIA BÁSICA APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B. & CARMELLO-GUERREIRO, S.M. 2006. Anatomia Vegetal. 2ª edição, Viçosa: UFV. 438 p. APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B. Morfologia de Sistemas Subterrâneos: Histórico e Evolução do Conhecimento no Brasil. Ed. A. S. Pinto. 2003.80 p. BARROSO, G. M. et al. Sistemática de Angiospermas do Brasil. Viçosa: UFV, vol. 1, 2ª ed. 2002 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B. Organografia Vegetal. Piracicaba: Centro Acadêmico Luiz de Queiroz. 1995. JOLY, A.B. Botânica: Chaves de identificação das famílias de plantas vasculares que ocorrem no Brasil. São Paulo: Nacional, 1975. LARCHER, W. Ecofisiologia Vegetal. São Paulo: EDUSP, 2000. SOUZA, L.A. de. Anatomia do fruto e da semente. Editora UEPG, Ponta Grossa. 2006. 196p. SOUZA, L.A. de. Morfologia e Anatomia Vegetal: célula, tecidos, órgãos e plântula. Editora UEPG, Ponta Grossa. 2003.258p. Introdução à Informática – 30h EMENTA: Introdução à Informática. Hardware (Redes) e Software. Funcionamento de um sistema operacional. Manipulação de programas, documentos e banco de dados. Funcionamento de Editores de Texto. Funcionamento de Planilhas Eletrônicas. Funcionamento de Software de Apresentação. Funcionamento Básico da Internet. Seleção de Aplicativos e de práticas em computadores relacionadas com o curso. Rotinas e procedimentos profissionais específicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPRON, H.L.; JONHSON, J.A. Introdução à Informática. São paulo: Pearson Education, 2004. MANZANO, P. Fórmulas e Funções com Microsoft Excel. São Paulo: Ciência Moderna, 2005. NORTON, Peter. Introdução à informática. São Paulo: Makron Bocks, 1996. - 619 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MCFEDRIES, P. Fórmulas e Funções com Microsoft Excel. 2005. MORAZ, E.; FERRARI, F.A. Entendendo e Dominando o Excel: Desvende os recursos profissionais do Excel. 2006. RITA, S. Dominando as Ferramentas do Google. Digerati Books, 2007. VELLOSO, F.C. Informática: conceitos básicos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1997. WHITE; DEFLER. Informática Total: tudo que você precisa saber sobre computadores, redes e internet. São Paulo: Market Books, 1999. Português Instrumental – 30h 25 EMENTA: Leitura e análise de textos em sua intertextualidade, observando as diferentes funções e análise dos elementos estruturais. Instrumentalização da Língua portuguesa. Leitura e produção de parágrafos coerentes e coesos. Produção e análise de textos diversos, observação de suas qualidades da concisão, da progressividade, da lógica e da criatividade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 18ª.ed. São Paulo: Atica, 1999. COSTA VAL, Maria da Graça. Redação e textualidade. 2ª.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999. FAVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais. 9ª .ed. São Paulo: Atica, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANTUNES, I. Aula de Português: Encontro & interação. São Paulo: Parábola Editorial, 2003. CUNHA, Celso Ferreira da. Nova gramática do português contemporâneo. 3ª .. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. DIONISIO, Ângela Paiva; BEZERRA, Maria Auxiliadora; MACHADO, Anna Rachel. Gêneros textuais & ensino. 2ª.ed. Rio de Janeiro: Lucerda, 2003. FILHO, Domício Proença Filho. A Linguagem Literária. São Paulo: Ática,1992. FIORIN, Jose Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Lições de texto: leitura e redação. 4ª.ed. São Paulo: Atica, 2001. Biologia Geral – 45h EMENTA: A química da vida: moléculas mestras. Origem da vida e Evolução. A Teoria Celular: as células e as funções celulares. Energia química para vida: fotossíntese, quimiossíntese, respiração, fermentação e biossíntese. Código genético. Reprodução. Classificação dos seres vivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. 1268, 90 p. COOPER, G.M; HAUSMAN, R.E.; BORGES-OSÓRIO, M.R.; CHIES, T.T.S.(Trad). A célula: uma abordagem molecular. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 716 p. JUNQUEIRA, L.C.U. Biologia Celular e Molecular. 8a edição. Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2005. 332p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERTS, B. ; BRAY, D.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WALTER, P. Fundamentos de Biologia Celular. Ed. Artmed, São Paulo. 2011. JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 9a ed. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2012. LODISH, H.; BERK, A.; ZIPURSKY, S. L.; MATSUDAIRA, P.; BALTIMORE, D., & DARNELL, J. Biologia Celular e Molecular.5a ed. Ed. Artmed. 2005. RAVEN, P.; EVERT, R.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 7. ed. 2007. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 3ed. 2004. 2° Semestre 26 Cálculo Diferencial Integral – 60h EMENTA: Conjuntos numéricos. Funções reais de um variável real. Limite e continuidade. Derivada e aplicações. Integral definida e indefinida. Álgebra matricial. Sistema de equações lineares. Álgebra vetorial. Noções de espaços vetoriais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOULOS, P. Cálculo Diferencial e Integral, volume 1. São Paulo: Makron Books, 1999. HOFFMANN, L.D. Cálculo: um curso moderno e suas aplicações. vol. 1. 7. ed. Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos, 2002. LEITHOLD, L. Cálculo com Geometria Analítica. São Paulo: Harbra, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERREIRA, R.S. Matemática Aplicada às Ciências Agrárias. Viçosa: Editora UFV, 1999. FLEMMING, D.M. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 5 ed. São Paulo: Blücher, 1980. GOLDSTEIN, L. e outros. Matemática Aplicada. 10. ed. Porto Alegre: Bookmann, 2006. GUIDORIZZI, H.L. Um Curso de Cálculo. v. 1 a 4. 3ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998. SPIEGEL, M.R. Manual de Fórmulas e Tabelas Matemáticas. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1974, 268p. Química Analítica – 75h EMENTA: Fórmulas e Equações Químicas. Soluções. Equilíbrio Químico: Ácidos e Bases. Acidimetria e Alcalimetria. Oxidação e redução. Volumetria de oxi-redução. Precipitação e dissolução. Gravimetria. Complexos e quelatos. Quelatometria. Comportamento químico dos compostos de nitrogênio, de fósforo, de potássio, de alumínio, de cálcio, de magnésio e de enxofre. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATKINS, P. Princípios de Química. São Paulo: Editora Bookman. 2001. KOTZ, J. C. Química geral e reações químicas. v. 2 São Paulo: Cengage Learning, 2009. SKOOG, D. A. Fundamentos de Química Analítica. São Paulo: Pioneira, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BACAN, N. Química Analítica Quantitativa Elementar. 3 Ed. São Paulo: Blucher, 2001 HARRIS, D. C. Analise química quantitativa. 7. ed. Rio de Janeiro : LTC, 2008. KOTZ, J. C. Química geral e reações químicas. v. 1 São Paulo: Cengage Learning, 2009. RUSSEL, J.B. Química Geral. v. 1 e 2. 2 ed. São Paulo: Makron Books do Brasil. 1994. VOGEL, A.I. Análise Química Quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. 2002. Anatomia, Fisiologia e Bem Estar Animal – 60h EMENTA: Introdução ao estudo das espécies zootécnicas; princípios anatomo-fisiometabólicos gerais dos animais domésticos; comportamento e bem estar dos animais de interesse zootécnico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DYCE, K.M., SACK, W.O. Tratado de Anatomia Veterinária. Ed.Elsevier, 4ª ed, 2010, 856 p. 27 FRANDSON, R. D; WILKE, W. Lee; FAILS, Anna Dee. Anatomia e fisiologia dos animais de fazenda. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. xii, 413 p. REECE, W. O. Anatomia Funcional e Fisiologia dos animais domésticos. Ed. Roca, 3ª ed, 2008, 480p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BROOM, D.M., FRASER, A.F. O comportamento e o bem estar de animais domésticos. Ed. Manole, 4ª ed., 2010, 438p. GRANDIN, T., JOHNSON, C. O bem estar dos animais. Ed. Rocco, 1ª ed., 2010, 336p. HAFEZ, E. S. E. Reprodução Animal. 7ª ed.São Paulo: Manole, 2003. REECE, W. O. Fisiologia de animais domésticos. Ed.Roca, São Paulo, 1996, 351p. SISSON & GROSMAN. Anatomia dos animais domésticos. Vol. I. Ed. Getty, 5ª ed. Metodologia Científica – 45h EMENTA: O papel da ciência na sociedade. Tipos de conhecimentos. Métodos e técnicas de pesquisa. Trabalhos acadêmicos. Projeto de pesquisa experimental e não experimental. Pesquisa quantitativa e qualitativa. Relatórios de pesquisa. Normas da ABNT. Direitos autorais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRADE, M.M. Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação . 10. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 158 p. BOOTH, W.C.; COLOMB, G.G.; WILLIAMS, J.M. A arte da pesquisa. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005. xv, 351 p. KOCHE, J.C. Fundamentos de metodologia científica. 28.ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2009. 182 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, A.M.P. (Org.). Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática . São Paulo: Cengage Learning, 2004. 154 p. GUERRA, M.O.; CASTRO, N.C. Como fazer um projeto de pesquisa. 6. ed. rev. e atual. Juiz de Fora: Ed. da UFJF, 2009. 47 p. MARCONI, M.A.; LAKATOS, E.M. Fundamentos de metodologia científica. 7.ed. São Paulo: Atlas, 2010. 300 p. SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. São Paulo, SP: Martins Fontes, 2008. 425 p. SANTOS, J.A.; PARRA FILHO, D. Metodologia científica. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2012. xiv, 251 p. Zoologia Agrícola e Parasitologia – 60h EMENTA: Introdução à Zoologia. Filo Protozoa. Filo Platyhelminthes. Filo Arthropoda. Filo Chordata Subfilo Vertebrata. Doenças Parasitárias Humanas e Animais, Relações entre seres vivos. Noções de Nematologia e Acarologia Agrícolas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GARCIA, F.R.M. Zoologia Agrícola. Manejo ecológico de pragas. 2ª edição. Rígel. Porto Alegre. 2002. 240p. MORAES, G.J.; FLECHTMANN, C.H.W. Manual de acarologia: Acarologia básica e ácaros de plantas cultivadas no Brasil. Ribeirão Preto: Holos. 2008, 308p. 28 RUPPERT, E.E.; FOX, R.S.; BARNES, R.D. Zoologia dos invertebrados: Uma abordagem funcionalevolutiva. São Paulo: Roca. 2005, 1145p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ. 2002, 920p. MOORE, J. Uma Introdução aos Invertebrados. São Paulo: Livraria Santos Editora, 2003. 356p. STORER, T.I.; USINGER, L.R.; STEBBINS, R C.; NUBAKKEN, J.W. Zoologia Geral. 6a Edição. Companhia Editora Nacional, São Paulo, 1984. 816p RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M. Invertebrados: Manual de Aulas Práticas. Holos, Ribeirão Preto, 2002. 226p. WEN, F.H.; FRANÇA, F.O.S.; CARDOSO, J.L.C. Animais peçonhentos no Brasil: Biologia, clínica e terapêutica dos acidentes. São Paulo: Sarvier (Almed). 2009, 550p. Desenho Técnico – 30h EMENTA: Normas técnicas brasileiras. Material de desenho. Letras e algarismos. Representações gráficas. Corte e seções. Especificações de medidas. Cotas. Instrumentos de desenho. Desenho de órgãos de máquinas. Desenho arquitetônico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRENCH, T.E.; VIERCK, C.J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8. ed. atual., rev. e ampl. São Paulo: Globo, 2005. 1093p. SILVA, A. Desenho técnico moderno. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2006. xviii, 475 p. SPECK, H.J.; PEIXOTO, V.V. Manual basico de desenho tecnico. 5. ed. rev. -. Florianópolis, SC: Ed. da UFSC, 2009. 203p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10067 - Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico. Rio de Janeiro: 1995. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 10068 - Folha de Desenho -Leiaute e Dimensões. Rio de Janeiro: 1987. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8196 - Desenho Técnico -Emprego de Escalas. Rio de Janeiro: 1999. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8402 - Execução de Caráter para Escrita em Desenho Técnico. Rio de Janeiro: 1994. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 8403 - Aplicação de Linhas em Desenhos Gênese e Classificação do Solo – 75h EMENTA: Histórico, evolução e importância da Ciência do Solo. Fatores e processos de formação do solo. Material de origem e sua relação com a potencialidade agrícola dos solos. Caracterização e identificação de diferentes classes de solos. Pedogênese e sua relação com o relevo e o ambiente. Atributos químicos e físicos do solo, sua relação com os fatores e processos formadores do solo, bem como sua importância para o uso agrícola das diferentes classes de solo. Identificação das principais classes de solos. 29 BIBLIOGRAFIA BÁSICA EMBRAPA, Sistema Brasileiro de Classificação dos Solos. Rio de Janeiro, 2º Edição, 306 p. 2006. LEPSCH, I. 19 Lições de Pedologia. Oficina de Textos. 1º edição. 456p. 2011. TEIXEIRA, W.; TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD, T.R.; & TAIOLI, F. (2000) Decifrando a Terra. Ed. Oficina de Textos. São Paulo. 557 pg. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KER J.C., CURI N., SCHAEFER C.E., TORRADO P.V. Pedologia: fundamentos. SBCS – Sociedade Brasileira de Ciência do Solo. SBCS. 343p. 2012. LEINZ, V. & AMARAL, S. E. Geologia Geral. São Paulo. Cia. Editora Nacional, 1978, 397 p. LEMOS, R.C., SANTOS, R.D. Manual de Descrição e Coleta de Solo no Campo. SBCS, 3. 84p. 1996. POPP, J.H. Geologia Geral. LTC – Livros Técnicos. 6 Edição. 2010. RESENDE; M., Curi; N., Rezende, S.B, Corrêa, G.F. Pedologia: Base para Distinção de Ambiente. Editora UFLA, 5º Edição. 322 p. 2007. 3° Semestre Estatística – 60h EMENTA: Conceitos básicos: séries estatísticas, distribuição de freqüência, média de: tendência central, dispersão ou variabilidade, assimetria e curtose, probabilidade, variáveis aleatórias, distribuição de probabilidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LARSON, R.; FARBER, B. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. MAGALHÃES, M.N.; LIMA, A.C.P. Noções de probabilidade e estatística. 7. ed. São Paulo: EDUSP, 2010. MORETTIN, P.A.; BUSSAB, W.O. Estatística básica. 6. ed., rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBETTA, P.A. Estatística aplicada às ciências sociais. 5. ed. Florianópolis: UFSC, 2003. HEATH, O V S. A estatistica na pesquisa cientifica. São Paulo: E.P.U/EDUSP, 1981. MORETTIN, L.G. Estatística Básica. v.1. São Paulo: Makron Books do Brasil, 2000. TRIOLA, M.F. Introdução à estatistica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, c2008. WALPOLE, R.E. Probabilidade & estatística: para engenharia e ciências . 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009. Bioquímica – 90h EMENTA: Funções orgânicas principais. Fundamentos de mecanismos de reações orgânicas. Proteínas. Enzimas. Glicídios. Oxidação e reduções. Metabolismo dos glicídios. Lipídios. Metabolismo dos lipídios. Metabolismo das proteínas. Biologia molecular. Fotossíntese. Bioquímica animal. 30 BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAMPBELL, Pamela C; HARVEY, Richard A; FERRIER, Denise R. Bioquímica ilustrada. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 519 p. NELSON, D.L. & COX, M.M. LEHNINGER. Princípios de Bioquímica. Sarvier; Terceira Edição, São Paulo, 2002. STRYER, L. Bioquímica. 3. ed. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 1988. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. & WALTER, P. Biologia Molecular da Célula. 4th ed. ARTMED, Porto Alegre. 2004. RAVEN, P.; EVERT, R.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 7. ed. 2007. SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. 9. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. 496 p. SOLOMONS, T. W. Graham; FRYHLE, Craig B. Química orgânica. 10. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. xxi, 616 p. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 3ed. 2004. Máquinas, Motores Agrícolas e Energia – 60h EMENTA: Fontes alternativas de energia; motores e tratores agrícolas; máquinas agrícolas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALASTREIRE, Luiz Antonio. Máquinas agrícolas. São Paulo, SP: Manole, 1990. 310p. (3 exemplares na biblioteca). MÁRQUEZ, L. Tractores agricolas: tecnologia y utilizacion. Madrid: B&H, 2011. REIS, A. V.; MACHADO, A. L. T.; TILMANN, C. A. C. Motores, Tratores, Combustíveis e Lubrificantes. Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 315p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIALHE, L. G. Máquinas agrícolas para plantio. Campinas: Millennium, 2012. MONTEIRO, L. A.; SILVA, P. R. A. Operação com tratores agrícolas. Botucatu: Ed. dos Autores, 2009. 76p. SILVEIRA, G.M. Máquinas para a Pecuária. São Paulo, ed. Nobel, 1997. 167p. SILVEIRA, G.M. Máquinas para Colheita e Transporte - volume 4. Ed. Aprenda Fácil, 2001. SILVEIRA, G.M. Máquinas para Plantio e Condução das Culturas - volume 3. Aprenda Fácil, 2001. Agrometereologia e Climatologia – 60h EMENTA: Introdução à Climatologia Agrícola. Relações Terra-Sol e suas influências sobre os vegetais e animais. Atmosfera. Estações Meteorológicas. Elementos do clima de importância agropecuária. Balanço Hídrico. Zoneamento agroclimático. Classificações Climáticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 31 PEREIRA, A.R.; ANGELOCCI, L.R. Agrometeorologia: fundamentos e aplicações práticas. Guaíba, RS: Agropecuaria, 2002. 478p. REICHARDT, K; TIMM, L.C. Solo, planta e atmonsfera: Conceitos, processos e aplicações. Sâo Paulo: Manole, 2012, 524p. SOARES, R.V.; BATISTA, A.C. Meteorologia e climatologia florestal. 2004, 1945p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AYOADE, J.O. Introdução à climatologia para os trópicos. Bertrand Brasil, 2011, 332p. CARLESSE, R.; PETRY, M.T.; ROSA, G.M.; HELDWEIN, A.B. Uso e benefício da coleta automática de dados meteorológicos na agricultura. Santa Maria: UFSM, 2007, 165p. TORRE, E. Climatologia fácil. Oficina de textos, 212, 148p. TORRES, F.T.P.; MACHADO, P.J.O. Introdução à climatologia. CENGACE, 2011, 256p. VIANELLO, R.L.; LAVES, A.R. Meteorologia básica e aplicações. Viçosa: UFV, 2012, 460p. Agricultura e Ciência do Ambiente – 45h EMENTA: Funções da agricultura. Processos de produção. Agroecossistemas e o manejo animal e vegetal. As dinâmicas populacionais e a gestão dos recursos e o ambiente. A poluição ambiental. Agriculturas alternativas e seus movimentos. Agricultura familiar. O mercado de ecoprodutos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GLIESSMAN, S.R. Agroecologia. Processos Ecológicos em Agricultura Sustentável. UFRGS, 3a ed. 2005. 658p. PRIMAVESI, A.M. Manejo Ecológico do Solo: a Agricultura em Regiões Tropicais. Nobel, 2002. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. 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São Paulo: Makron Books, 1996. PELCZAR, M. J., CHANG, E. C. S., KRIEG, N. R. Microbiologia: conceitos e aplicações, V.2, 2ª ed. São Paulo: Makron Books, 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FRANCO, B. D. G. M.; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo: Atheneu, 2008. MADIGAN, M. T.; MARTINKO, J. M.; DUNLAP, P. V.; et al. Microbiologia de Brock. 10 ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. MOREIRA, F. M. S.; SIQUEIRA, J. O. Microbiologia e bioquímica do solo. 2 ed. Lavras: UFLA, 2006. SILVA FILHO, G. N. Microbiologia: manual de aulas práticas. 2 ed. Florianópolis:UFSC, 2007. TRABULSI, L. R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 5ª ed. São Paulo: Atheneu, 2008. 760p. Física do Solo – 45h EMENTA: Propriedades físicas do solo e suas relações com fatores de crescimento de plantas. Textura e Extrurura do solo, densidade de partícula, densidade do solo e resistênca a penetração. Água no solo: Umidade, retenção, armazenamento e movimento. Temperatura do solo. Processos físicos que ocorrem no solo. Intervalo hídrico ótimo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA EMBRAPA. Manual de Métodos de Análise de Solo. 2.ed. ver. Atual. Rio de janeiro: EMBRAPA-CNPS, 1997. 212p.QUIRIJIN, de J. V.L. Física do Solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS) 298p. 2010. KLEIN, V.A Física do Solo. UPF Editora. 2º edição. 240p. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CLAESSEN, M.E.C. (Org). Manual de métodos de análise de solo. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: EMBRAPA-CNPS, 1997. xii,212p. BRADY, N.C.; WEIL, R.R. Elementos da natureza e propriedades dos solos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. xiv, [9], 685 p. KIEHL, E. J. Manual de Edafologia. Agronômica Ceres, São Paulo, 1979. 262p. REICHARDT, K. & TOMM, L.C. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri: Manole, 2004. 478p. REICHARDT, K. & TOMM, L.C. Solo, Planta e Atmosfera: conceitos, processos e aplicações. Barueri: Manole, 2º edição. 2012. 4° Semestre Fisiologia Vegetal – 75h EMENTA: Relações hídricas. Transporte e translocação de água e solutos. Nutrição mineral. Transporte de solutos. Bioquímica e metabolismo. Crescimento e desenvolvimento (Reguladores vegetais, Tropismos e Fotoperiodismo). Fisiologia do estresse. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 33 AVEN, P.H.; EVERT, R.F.; EICHHORN, S.E. Biologia vegetal. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. TAIZ, L..; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 4. ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009. TORRES, A.C. Cultura de tecidos e transformação genética de plantas. Brasília, DF: EMBRAPA, SPI, 1998-1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTRO, P.R.C. ; FERREIRA, S.O.; YAMADA, T. Ecofisiologia da produção agricola. Piracicaba, SP: POTAFOS, 1987. CASTRO; KLUGE; PERES. Manual de fisiologia vegetal. Sâo Paulo: Agronômica Ceres, 2005, 640p. CASTRO; KLUGE; SESTARI. Manual de fisiologia vegetal: Fisiologia de cultivos. Sâo Paulo: Agronômica Ceres, 2008, 864p. FERRI, M.G.; ANDRADE, M.A.Br.; LAMBERTI, A. Botânica: fisiologia : curso experimental. 3. ed. São Paulo: Nobel, 1992. FERRI, Mario Guimarães. Fisiologia vegetal. São Paulo: EPU: Ed. da Univ. de São Paulo, 1979. 2v. Mecanização Agrícola – 60h EMENTA: Avaliação de máquinas agrícolas, análise operacional, análise econômica, planejamento da mecanização agrícola e segurança do trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo, SP: Manole, 1990. 310p. MIALHE, L. G. Máquinas agrícolas para plantio. Campinas: Millennium, 2012. PORTELLA, J. A. Semeadoras para plantio direto. Aprenda fácil editora, 2001. 249p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALASTREIRE, L.A. O Estado-da-arte da agricultura de precisão no Brasil. Piracicaba, SP. Março, 2000. 227p. MACHADO, A. L T.; REIS, A. V., MORAES, M. L. B.; ALONÇO, A. S. Máquinas para preparo do solo, semeadura, adubação e tratamentos culturais. Pelotas: Ed. UFPel, 1999. MONTEIRO, L. A. Prevenção de acidentes com tratores agrícolas e florestais. Botucatu: Editora Diagrama. 2010. MORAES, M.L.B.; REIS, A.V.; MACHADO, A. L. T. Máquina para colheita e processamento dos grãos. Pelotas, Ed. UFPel, 1999. 150p. REIS, A. V.; MACHADO, A. L. T. Acidentes com máquinas agrícolas: texto de referência para técnicos e extensionistas. Pelotas: Editora e Gráfica Universitária Pelotas, 2009. 103p. Topografia Básica e Planimetria – 60h EMENTA: Conceito e divisão da topografia. Topometria planimétrica. Instrumentos topográficos. Métodos de levantamento planimétrico. Medição de distâncias e ângulos. Cálculo de área (Geométrico e analítico). Demarcação e divisão de áreas. Desenho de plantas. Memorial descritivo, elaboração de plantas topográficas e locação de obras para fins agrícolas. Posicionamento por satélites artificiais. 34 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORGES, A. C. Topografia Aplicada à Engenharia Civil – Volume 1. Editora Edgard Blucher. BORGES, A. C. Topografia Aplicada à Engenharia Civil – Volume 2. Editora Edgard Blucher. McCORMAC, J. Topografia. Tradução: Daniel Carneiro da Silva. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASACA, J. M. M.; MATOS, J. L. de; DIAS, J. M. B. Topografia geral. 4ª Edição. Editora LTC. 2007. COMASTRI, J.A; TULER, J. C. Topografia: Altimetria. 3 ed. Viçosa. Editora: UFV, 1998. GONÇALVES, J. A.; MADEIRA. S.; SOUZA, J. J. Topografia: Conceitos e Aplicações. 3ª Edição. Editora Lidel, Portugal, 2012. LEE, S. H. Introdução ao projeto geométrico de rodovias. 3ª Edição Revisada e Ampliada, Editora da UFSC, Florianópolis, 2008. LOCH, C; CORDINI, J. Topografia Contemporânea: Planimetria. 2 ed. Florianópolis: UFSC, 2000. Genética – 45h EMENTA: Estudo da célula; biologia molecular, divisão celular, alterações cromossômicas; herança qualitativa; ligação permuta e mapas genéticos; determinação do sexo; herança extracromossômica; genética de populações; teoria sintética da evolução; evolução das plantas cultivadas e herança quantitativa. Noções de transgenia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEIGUELMAN, B. Dinâmica dos genes nas famílias e populações. 2a ed. Ribeirão Preto: SBG. 1995. GRIFFITHS, A.J.F.; WEESLER, S.R.; LEWONTIN, R.C.; CARROL, S.B. Introdução à genética. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. xix, 710 p. SNUSTAD, D. P.r; SIMMONS, M.J. Fundamentos de genética. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012. 903 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BURNS, Ge.W.; BOTTINO, P.J. Genética. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 381 p. LAJOLO, F.M.; NUTTI, M.R. Transgênicos: bases científicas da sua segurança. São Paulo: Edusp. 2012. NICHOLAS, F. W. Introdução à genética veterinária. Porto Alegre: Artmed, 2011. ix, 347 p. RAMALHO, M., SANTOS, J.B., PINTO, C.A.B.P. Genética na Agropecuária. Ed. UFLA, Lavras, 2000. 472p. TORRES, A.C.; CALDAS, L.S.; BUSO, J.A. Cultura de tecidos e transformação genética de plantas. vol, 1. Ed. Embrapa, 1998. Entomologia Geral – 60h EMENTA: Introdução à entomologia. Princípios básicos da entomologia agrícola. Dinâmica populacional dos insetos. Conceitos e danos de insetos-praga. Identificação de insetos. Biologia e ecologia dos insetos. Anatomia, fisiologia, filogenia de Arthropoda. Reprodução, desenvolvimento, taxonomia e classificação dos insetos das ordens; Orthoptera; Thysanoptera; Hemiptera; Homoptera; Lepidoptera; Diptera; Coleoptera; Hymenoptera, e ácaros fitófagos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 35 BUZZI, Z.J. Entomologia Didática. 4. Ed. Curitiba: Universidade Federal do Paraná – UFPR. 2010, 348p. FUJIHARA, R.T.; FORTI, L.C.; ALMEIDA, M.C.; BALDIN, E.L.L. Insetos de importância econômica: Guia ilustrado para identificação de famílias. Botucatu: FEPAF, 2011, 391p. GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R.P.L.; BATISTA, G.C.; BERTI FILHO, E.; PARRA, J.R.P.; ZUCCHI, R.A.; ALVES, S.B.; VENDRAMIM, J.D.; MARCHINI, L.C.; LOPES, J.R.S.; OMOTO, C. Entomologia Agrícola. 3º ed., Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BUENO, V.H.P. Controle Biológico de Pragas, Produção massal e Controle de Qualidade. Editora UFLA, Lavras, 2a Edição. GALLO, Domingos. Entomologia agrícola. Piracicaba, SP: FEALQ, 2002. xv,920p. ZAMBOLIM, L.; PICANÇO, M.C. Controle biológico: Pragas e doenças, exemplos práticos. VIçosa: UFV/DFP. 2009, 310p. RAFAEL, J.A. et al. Insetos do Brasil: Diversidade e taxonomia. Ribeirao Preto: Holos. 2012, 810p. SERRA-FREIRE, N.M.; MELLO, R.P. Entomologia & Acarologia na Medicina Veterinária. Rio de Janeiro: L.F. Livro de Veterinária LTDA. 2006, 199p. Experimentação Agrícola – 30h EMENTA: Fundamentos de Estatística experimental. Análise de variância. Introdução ao estudo da experimentação agrícola. Experimentos usados na agricultura. Interpretação do resultado de experimentos agrícolas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMES, F.P. Curso de Estatística Experimental. 15 ed. Piracicaba: FEALQ. 2009. 451p. PIMENTEL-GOMES, F. & GARCIA, C.H. Estatística Aplicada a Experimentos Agronômicos e Florestais. Exposição com exemplos e orientações para uso de aplicativos. FEALQ, Piracicaba, SP. 2002. 309p. STORCK, L.; LOPES, S.J.; GARCIA, D.C.; ESTEFANEL, V. Experimentação Vegetal. 3ª edição. Santa Maria: UFSM, 2006. 200p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, D.F. & OGLIARI, P.J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas: com noções de experimentação. Editora UFSC. 2007. 438p. FONSECA, J.S. da; MARTINS, G. de A. Curso de estatística. 6. ed. São Paulo: Atlas, 1996. 320p. MORETTIN, P.A.; BUSSAB, W.O. Estatística básica. 6ª ed., rev. e atual. São Paulo: Saraiva, 2010. 540p. 14 exemplares na sede urbana. RAMALHO, M.A.P.; FERREIRA, D.F.; OLIVEIRA, A.C. Experimentação em Genética e Melhoramento de Plantas. 3ᵃ ed. Editora UFLA., Lavras, 2012. 305p. VIEIRA, S. Análise de variância: ANOVA. 1ª edição. São Paulo: Atlas, 2006. 216p. Química e Fertilidade do Solo – 75h EMENTA: Composição química e mineralógica do solo. Cargas elétricas e fenômenos de adsorção e troca iônica. Reação do solo e o problema da acidez. Matéria orgânica, nitrogêncio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre e micronutrientes do solo, bem como elementos potencialmente tóxicos 36 ao ambiente. Conceitos e leis da fertilidde do solo. Interpretação de análises de solo e recomendação de fertilizantes e corretivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BISSANI, C. A.; GIANELLO, C.; CAMARGO, F. A. O. TEDESCO, M. J. Fertilidade dos Solos e Manejo da Adubação de Culturas. 2ª edição. Editora metrópole. Porto Alegre, 2008. 344p. FERREIRA, M.E.; da Cruz, M.C.P.; van Raij, B.; de Abreu, C.A. Micronutrientes e Elementos Tóxicos na Agricultura. Editora Legis Summa Ltda. 2001. 600p. MEURER, E. J. Fundamentos de Química do solo. 5ª edição. Porto Alegre: Editora Evangraf, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALLEONI, L.R.F., MELO, V.F. Química e Mineralogia de Solos – Volume I. Sociedade Brasileira de Ciência do solo. Viçosa. 2009. ALLEONI, L.R.F., MELO, V.F. Química e Mineralogia de Solos – Volume II. Sociedade Brasileira de Ciência do solo. Viçosa. 2009. NOVAIS, R.F., ALVAREZ, V.H., BARROS, N.F., FONTES, R.L., CANTARUTTI, R.B. e NEVES, J.C.L. Fertilidade do solo. Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa. 2007. PROCHNOW, l.I., CASARIN, V. & STIPP, S. R. (Editores). Boas Práticas Para o Uso Eficiente de Fertilizantes. Volume I: Contexto Mundial e Práticas de Suporte. IPNI, Piracicaba, 2011. 462p. VAN RAIJ, B. Fertilidade do Solo e Manejo de Nutrientes. IPNI, Piracicaba, 2011. 420p. 5° Semestre Topografia Planialtimétrica – 45h EMENTA: Altimetria. Instrumentos de levantamento altimétrico. Métodos gerais de nivelamento (barométrico, geométrico e trigonométrico). Desenho da planta altimétrica. Planialtimetria. Métodos de levantamento planaltimétrico. Demarcação de linhas de nível e desnível. Seções transversais. Estudo dos erros. Estradas Rurais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMASTRI, J.A; TULER, J. C. Topografia – Altimetria. 3 ed. Viçosa. Editora: UFV, 1999. COMASTRI, J.A; & JUNIOR, J.G. Topografia Aplicada – medição, divisão e demarcação. Viçosa. Editora: UFV, 2003. McCORMAC, J. Topografia. Tradução: Daniel Carneiro da Silva. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORGES, A. C. Topografia Aplicada à Engenharia Civil – Volume 1. Editora Edgard Blucher. BORGES, A de C. Exercícios de Topografia. 7 ed. São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda, 1992. ESPARTEL, L. Curso de Topografia. Porto Alegre: Globo, 1975. GONÇALVES, J. A.; MADEIRA. S.; SOUZA, J. J. Topografia: Conceitos e Aplicações. 3ª Edição. Editora Lidel, Portugal, 2012. LEE, S. H. Introdução ao projeto geométrico de rodovias - 3. ed. rev. e ampl. Florianópolis: UFSC, 2008. Hidrologia Agrícola – 45h 37 EMENTA: Água e os Impactos Ambientais sobre as Bacias Hidrográficas. Gestão de recursos hídricos. Noções de Climatologia. Dinâmica da água nas bacias hidrográficas. Planejamento e utilização de bacias hidrográficas. Legislação relacionada a recursos hídricos e ambientais. Modelos de avaliação/gestão de recursos hídricos. Aspectos técnicos relacionados ao planejamento e manejo integrados dos recursos hídricos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RECURSOSHÍDRICOS (ABRH). Hidráulica aplicada. 2.ed. rev. e ampl. Porto Alegre: ABRH, 2003. 621p. AZEVEDO NETO, J. M. Manual de hidráulica. 8 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1998. 699p. PORTO, R. M. Hidráulica básica. São Carlos: EESC/USP, 1998. 540p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BABTISTA, M. B., COELHO, M. M. L.P., CIRILO, J. A. (Organizadores). Hidráulica Aplicada. Porto Alegre: ABRH, 2001. CARVALHO, J. A.; OLIVEIRA, L. F. C. Instalações de bombeamento para irrigação: hidráulica e consumo de energia. Lavra: UFLA, 2008. DENICULI. W. Bombas hidráulicas. Viçosa: UFV. 2005. 152p. LOPES, J. D. S.; LIMA, F. Z. Pequenas barragens de terra. Viçosa: Aprenda Fácil, 2005. MORANO, J. R. Pequenas barragens de terra. São Paulo: Codasp. 2006. 103 p. Nutrição Vegetal – 60h EMENTA: Histórico e evolução da nutrição mineral de plantas. Critérios de essencialidade. Os elementos essenciais: macro e micronutrientes. Absorção iônica radicular. Transporte e Redistribuição. Absorção iônica foliar e princípios de adubação foliar. Funções dos macro e dos micronutrientes. Eficiência nutricional. Elementos úteis. Elementos tóxicos. Avaliação do estado nutricional das plantas. Nutrição de plantas em ambiente controlado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA EPSTEIN, E.; BLOOM, A. J. Nutrição Mineral de Plantas. Princípios e perspectivas. 2a. Ed. Planta, Trad. Nunes, M.E.T., Londrina-PR, 2006. 403p. MALAVOLTA, E. Manual de Nutrição Mineral de Plantas. São Paulo: Editora Agronômica Ceres, 2006. 638 p. PRADO, R. M. Nutrição de Plantas. Editora UNESP, 2009. 408p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DO VALE. D. W.; SOUZA, J. I.; PRADO, R. M. Manejo da fertilidade do solo e nutrição de plantas. 1ª Edição. Ribeirão Preto: Editora Legis Summa, 2010. 428p. FERNANDES, M.S. (Editor) Nutrição Mineral de Plantas. Viçosa: Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, 2006. 432p. FERREIRA, M.E.; da Cruz, M.C.P.; van Raij, B.; de Abreu, C.A. Micronutrientes e Elementos Tóxicos na Agricultura. Editora Legis Summa Ltda. 2001. 600p. MALAVOLTA, E.; VITTI, G.C.; OLIVEIRA, S.A. Avaliação do Estado Nutricional de Plantas: Princípios e Aplicações. 2.ed. Piracicaba: POTAFOS, 1997, 319p. MARSCHNER, H. Mineral Nutrition of Higher Plants. 2.ed. New York: Academic Press, 1995. 889p. 38 Pragas das Plantas Cultivadas – 45h EMENTA: Introdução à entomologia agrícola. Principais pragas das culturas. Insetos úteis. Métodos de controle de pragas (legislativo, por comportamento, cultural, mecânico, físico e biológico). Manejo e produção Integrada. Controle autocida. Método de controle convencional. Transgenia e resistência de plantas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUENO, V.H.P. Controle Biológico de Pragas, Produção massal e Controle de Qualidade. Editora UFLA, Lavras, 2a Edição, Revisada e Ampliada, 2009, 420p. GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ. 2002, 920p. NAKANO, O. Entomologia econômica. Piracicaba. 2011, 464p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATHIÉ, I & PAULA, D.C. Insetos de grãos armazenados: aspectos biológicos e identificação. São Paulo: Varela. 2002, 244p. ALVES, S.B. Controle Microbiano de Insetos. 2º Edição. Piracicaba: FEALQ, 1998, 1163p. CAMPAHOLA, C.; BETTIOL, W. Métodos alternativos de controle fitossanitário. Jaguariúna: EMBRAPA Meio Ambiente. 2003, 279p. MALAVASI, A.; ZUCCHI, R.A. Moscas-das-frutas de importância econômica no Brasil: conhecimento básico e aplicado. Ribeirão Preto: Holos. 2000, 327p. PARRA, J.R.P.; BOTELHO, P.S.M.; CORRÊA-FERREIRA, B.S.; BENTO, J.M.S. Controle Biológico no Brasil: parasitóides e predadores. São Paulo: Manole, v. 1. 635 p. 2002. Fitopatologia Geral – 60h EMENTA: História da fitopatologia. Importância das doenças das plantas. Natureza das doenças. Relações ecológicas entre microorganismos. Agentes causais. Classificação das doenças. Mecanismo de resistência e defesa das plantas às enfermidades. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIM FILHO, A. Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos. v.1, 4 ed. São Paulo: Ceres, 2011. BLUM, L. E. B. Fitopatologia: o estudo das doenças de plantas. 1 ed. Brasília: Otimismo, 2006. VALE,F. X. R.; JESUS JUNIOR, W. C.; ZAMBOLIM, L. Epidemiologia aplicada ao manejo de doenças de plantas. Belo Horizonte: Perfill, 2004. 531p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERGAMIM FILHO, A. Doenças de plantas tropicais: Epidemiologia e controle econômico. São Paulo: Ceres, 1996. KIMATI, H.; AMORIM L.; BERGAMIN FILHO, A.; et al. Manual de Fitopatologia: Doenças das Plantas Cultivadas. v.2. 4 ed. São Paulo: Ceres, 2005. MIZUBUTI, E.S.G.; MAFFIA, L.A. Introdução à Fitopatologia. Viçosa: UFV, 2007. RAVEN, P. et al. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. ROMEIRO, R. S. Bactérias Fitopatogênicas. 2 ed. Viçosa: UFV, 2005. 39 Nutrição Animal – 60h EMENTA: Introdução a Nutrição Animal. Composição Química dos Alimentos. Carboidratos na Nutrição dos Animais Monogástricos. Microbiologia do rúmen. Carboidratos na Nutrição dos Animais Ruminantes. Lipídios na Nutrição Animal. Proteínas na Nutrição dos Animais Monogástricos. Compostos Nitrogenados Protéicos e não Protéicos na Nutrição dos Ruminantes. Aminoácidos Essenciais na Nutrição Animal. Metabolismo Energético. Minerais. Vitaminas. Principais aditivos. Exigências Nutricionais dos Animais Domésticos. Formulação de Ração para os Animais Monogástricos. Formulação de Ração para os Animais Ruminantes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDRIGUETO, J.M. et al. Nutrição Animal: alimentação animal. São Paulo, 1999. 425 p. BUTOLO, J.E. Qualidade de ingredientes na alimentação animal. Campinas: J.E. Butolo, 2002. CAMPOS, F.P., NUSSIO, C.M.B., NUSSIO, L.G. Métodos de análises de alimentos. Editora FEALQ, 2004, 135p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERCHIELLI, T.T.; PIRES, A.V.; OLIVEIRA, S.G. Nutrição de ruminantes. Jaboticabal: FUNEP. 2011, 616p. BERTECHINI, A.G. Nutrição de monogástricos. Editora UFLA, 2006, 301p. CAMPOS, F.P.; NUSSIO, C.M.B. ; NUSSIO, L.G. . Métodos de análise de alimentos. 1. ed. PiracicabaSP: FEALQ, 2004. v. 1. 135p. CECCHI, H.M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. 2 ed. Campinas: Editora da UNICAMP, 2003. 207p. FIALHO, E.T. Alimentos alternativos para suínos. Editora UFLA, 2009. 232 p. Defensivos Agrícolas – 60h EMENTA: Histórico e conceitos do controle de pragas. Classificação e toxicologia dos defensivos agrícolas. Classes, formulações e toxicologia dos defensivos. Método de controle químico. Controles utilizados nas principais culturas. Seletividade dos defensivos. Tecnologia de aplicação de defensivos. Armazenagem de defensivos e embalagens. Uso de equipamento de proteção individual (EPI). Devolução de embalagens de agrotóxicos após utilização; Receituário Agronômico: Introdução. Legislação Federal de agrotóxicos e afins. Registro de agrotóxicos: Ministério da Agricultura, Ministério da Saúde e Ibama. Receituário quimioterápico x receituário alternativo. Agrotóxicos. Grupos de agrotóxicos e toxicologia. Receituário agronômico. Tecnologia de aplicação de agrotóxicos. Impacto ambiental dos agrotóxicos. Análise de resíduos em alimentos BIBLIOGRAFIA BÁSICA REIS, E.M.; REIS, A.C.; CARMONA, M.A. Manual de fungicidas: guia para o controle químico de doenças de plantas. Passo Fundo: UPF. 2010, 226p. ZAMBOLIM, L.; CONCEIÇÃO, M.Z.; SANTIAGO. T. O que engenheiros agrônomos devem saber para orientar o uso de produtos fitossanitários. Viçosa: UFV/DFP. 2008, 464p. 40 ZAMBOLIM, L. et al. Produtos fitossanitários (fungicidas, inseticidas,acaricidas e herbicidas). Viçosa: UFV/DFP. 2008, 652p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DURIGAN, J.C. Efeitos de adjuvantes na aplicação e eficácia dos herbicidas. Jaboticabal:FUNEP, 1993. 42p. GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ. 2002, 920p. RODRIGUES, B.N.; ALMEIDA, F.S. Guia de herbicidas. 6 ed. São Paulo:Livroceres, 2005. 697p. SCHVARTSMAN, S.; ALMEIDA, W.F. Tratamento das intoxicações agudas. São Paulo: ANDEF Associação Nacional de Agrícolas, 1989. 116 p. SILVA JÚNIOR, D.F. Legislação federal: agrotóxicos e afins. São Paulo:INDAX, 2003. 392p. Melhoramento Animal – 30h EMENTA: Introdução ao estudo do melhoramento animal. Princípios básicos da genética. Genética das populações. Etapas do melhoramento animal. Melhoramento das espécies domésticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PEREIRA, J.C. C. Melhoramento Genético Aplicado à Produção Animal. 6ª ed. Belo Horizonte: FEP MVZ. 2012. 758p. SILVA, M. de A. Conceitos de genética quantitativa e de populações aplicados ao melhoramento genético animal. 1ª ed. Belo Horizonte: FEP MVZ. 2009. 195p. KINGHORN, B. WERF, J. V.D.; RYAN, M. Melhoramento animal: uso de novas tecnologias. 1ª ed. Editora: Fealq. 2006. 367p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ESPÍNDOLA, G.B. Formação do coelho híbrido destinado ao abate. 1ª ed. Editora: Expressão - gráfica e editora, 2012. 76p. BOWMAN, J.C. Introdução ao melhoramento genético animal. São Paulo: EDUSP, 1981. 87p. QUEIROZ, S.A. de. Introdução ao melhoramento genético de bovinos de corte. 1ª ed. Editora Agro Livros. 2012. 152p. RAMALHO, M.A.P.; SANTOS, J.B.; PINTO, C.A.B.; SOUZA, E.A.; GONÇALVES, F.M.A.; SOUZA, J.C. Genética na Agropecuária. 5ᵃ ed. Editora UFLA, Lavras, 2012. 565p. RESENDE, M.D.V. e ROSA-PEREZ, J.R.H. Genética e melhoramento de ovinos. 1ª ed. Curitiba: editora da UFPR, 2002. 184p. 6º SEMESTRE Hidráulica Agrícola – 60h EMENTA: Hidrostática. Pequenas barragens de terra. Hidrodinâmica. Noções de hidrometria. Cálculo de perda de carga. Condutos sob pressão. Estações elevatórias. Distribuição de água por gravidade. Condutos livres. Estudo da água e solo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 41 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RECURSOS HÍDRICOS (ABRH). Hidráulica aplicada. 2.ed. rev. e ampl. Porto Alegre: ABRH, 2003. 621p. AZEVEDO NETTO, J.M. Manual de hidráulica. 8. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2012. 669 p. PORTO, R. M. Hidráulica básica. São Carlos: EESC/USP, 1998. 540p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BABTISTA, M. B., COELHO, M. M. L.P., CIRILO, J. A. (Organizadores). Hidráulica Aplicada. Porto Alegre:ABRH, 2001. BRUNETTI, F. Mecânica dos fluidos. 2. ed., rev. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. xiv, 431 p. DENICULI. W. Bombas hidráulicas. Viçosa: UFV. 2005. 152p. LOPES, J. D. S.; LIMA, F. Z. Pequenas barragens de terra. Viçosa: Aprenda Fácil, 2005. KLAR, A. E. A água no sistema solo-planta-atmosfera. São Paulo: Ed. Nobel, 1984. 408p. Fitopatologia Agrícola – 60h EMENTA: Variabilidade dos agentes fitopatogênicos. Controle das doenças das plantas. Epidemiologia. Avaliação das doenças das plantas. Controle das doenças. Principais doenças das culturas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIM FILHO, A. Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos. v.1, 4 ed. São Paulo: Ceres, 2011. KIMATI, H.; AMORIM L.; BERGAMIN FILHO, A.; et al. Manual de Fitopatologia: Doenças das Plantas Cultivadas. v.2. 4 ed. São Paulo: Ceres, 2005. VALE, F. X. R.; JESUS JUNIOR, W. C.; ZAMBOLIM , L.. Epidemiologia aplicada ao manejo de doenças de plantas. Belo Horizonte: Perfill, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R.; COSTA, H. Sementes: Qualidade fitosanitária. Viçosa: UFV, 2005. ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R.; COSTA, H. Controle de doenças de plantas - hortaliças. v.1, Viçosa:UFV, 2000. ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R.; COSTA, H. Controle de doenças de plantas: hortaliças. v.2, Viçosa:UFV, 2000. ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R.; MONTEIRO, A. J. B.; et al. Controle de doenças de plantas: fruteiras. v.1, Viçosa:UFV, 2002. ZAMBOLIM, L.; VALE, F. X. R.; MONTEIRO, A. J. B.; et al. Controle de doenças de plantas: fruteiras. v.2, Viçosa:UFV, 2002. Manejo e Utilização de Pastagens – 45h EMENTA: Características gerais das pastagens naturais e cultivadas e da produção animal a pasto no sul do Brasil. Ecossistema pastoril: componentes e princípios de seu funcionamento. Produtividade potencial, produtividade real e sustentabilidade em ecossistemas pastoris. Estabelecimento, morfogênese, formação, formação da área foliar, utilização da radiação solar e repartição da biomassa em plantas forrageiras. Utilização de pastagens: o processo do pastejo; pressão de pastejo; carga animal e lotação, métodos de pastejo. Métodos para determinação da disponibilidade de forragem, ajuste da carga animal, diferimento, limpeza, adubação e introdução de espécies. 42 Principais espécies de gramíneas e leguminosas nativas e cultivadas: espécies anuais, perenes, hibernais e estivais. Conservação de plantas forrageiras: fenação e ensilagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CÓRDOVA; U.A.; PRESTES, N.E.; SANTOS, O.V.; ZARDO,V.F. Melhoramento e manejo de pastagens no Planalto Catarinense. Florianópolis: EPAGRI, 2004. MACHADO, L.C.P. Pastoreio racional Voisin: tecnologia agroecológica para o terceiro milênio. Porto Alegre: Cinco Continentes,2004. 313 p. PEIXOTO, A.M.; PEDROSO, C.B.S.; MOURA, J.C.; FARIA, V.P. A planta forrageira no sistema de produção. Piracicaba: FEALQ, 2001, 458p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, P.C.F., RODRIGUES, L.R.A. Potencial de exploração integrada de bovinos e outras espécies para utilização intensiva de pastagens. In: SIMPÓSIO SOBRE MANEJO DA PASTAGEM, 13, Piracicaba, SP, 1997, Anais...Piracicaba: FEALQ, p. 275-301, 1997. GONÇALES, D.A.; COSTA, C.; CAMPOS, L. Solos tropicais sob pastagem: características e técnicas para correção e adubação. São Paulo: Ícona, 1992, 78p. PEDREIRA, C.G.S.; MOURA, J.C. Produção de ruminates em pastagem. Anais do 24º Simpósio sobre manejo de pastagem. Piracicaba: FEALQ, 2007, 472p. PEDREIRA, C.G.S.; MOURA, J.C.; SILVA, S.C.; FARIA, V.P. Prática da produção animal em pastagem. Anais do 22º Simpósio sobre manejo de pastagem. Piracicaba: FEALQ, 2005, 403p. SILVA, S.C.; PEDREIRA, C.G.S.; MOURA, J.C.; FARIA, V.P. Intensificação de sistemas de produção animal em pastagem. Anais do 25º Simpósio sobre manejo de pastagem. Piracicaba: FEALQ, 2008, 278p. Manejo de Plantas Daninhas – 45h EMENTA: Plantas invasoras. Biologia e manejo de plantas daninhas. Alelopatia. Métodos de manejo de plantas daninhas (mecânico, físico, cultural, biológico, químico). Sistemas de controle de plantas invasoras. Herbicidologia. Aspectos relacionadas à fisiologia dos herbicidas nas plantas daninhas e cultivadas. Mecanismos de ação. Comportamento dos herbicidas no solo e modos de ação. Destino dos herbicidas no ambiente. Avaliação dos efeitos de herbicidas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEUBER, ROBERT. Ciência das plantas infestantes: Fundamentos. 2ª ed., Jaboticabal, FUNEP, 2003. 452p. GONÇALES, D.A.; COSTA, C.; CAMPOS, L. Solos tropicais sob pastagem: características e técnicas para correção e adubação. São Paulo: Ícona, 1992, 78p. SILVA, ANTONIO ALBERTO DA (Org.); SILVA, JOSÉ FRANCISCO (Org.). Tópicos em manejo de plantas daninhas. 1. ed. Viçosa:Editora UFV, 2007. v. 1. 367 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEUBER, ROBERT. Ciência das plantas infestantes: Manejo. 1ª ed., v.2, Campinas, 1997. 285 p. LORENZI, H. Manual de Identificação e Controle de Plantas Daninhas: Plantio direto e convencional. 6ª Edição. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. 2006, 339p. 43 LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 6º Edição. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. 2000. 608p VARGAS, L.; ROMAN, E.S. Manual de Manejo e Controle de Plantas Daninhas. EMBRAPA. 2004,652p. VIDAL, R. A. Ação dos herbicidas. Porto Alegre, Ribas Vidal, 2002. v. 1. 89 p. Geoprocessamento – 45h EMENTA: Introdução ao sensoriamento remoto. Princípios físicos e elementos de interpretação. Sistemas de sensoriamento remoto. Sensores e produtos. Interpretação de imagens. Visão estereoscópica. Fotointerpretação e fotogrametria. Restituição. Tomada, transmissão, armazenamento, processamento e Interpretação de dados. Monitoramento de recursos terrestres. Georreferenciamento, noções básicas de cartografia e geoprocessamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ERBA, D. A. Topografia para estudantes de arquitetura, engenharia e geologia. 2009. GASPAR. J. A. Cartas e Projecções Cartográficas. Editora LIDEL. 3ª. Edição atualizada e aumentada. 2005. MONICO, J. F. G. Posicionamento pelo GNSS – Descrição, Fundamentos e Aplicações. 2ª Edição. Unesp, Presidente Prudente, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSAD, E.D.; SAND, E.E. Sistema de Informações Geográficas. 1º. ed. Brasília: EMBRAPA, 1998. CARVER, A.J. Fotografia Aérea para Planejadores de uso da Terra. 1º. ed. Brasília: Ministério da Agricultura, 1988. GARCIA, G. Sensoriamento Remoto. 1º. ed. São Paulo: Nobel, 1982. GEMAEL, C. Introdução ao ajustamento de observações – aplicações geodésicas. Editora UFPR. Curitiba. 1994. NOVO, E.M.L.M. Sensoriamento Remoto - Princípios e Aplicações. Editora Edgard Blucher. 1989. Perícia Avaliação e Legislação Agrícola – 60h EMENTA: Atividades periciais no âmbito da Agronomia. Ações judiciais no âmbito da Agronomia. Avaliação de inventário rural. Honorários periciais. Períciais ambientais. Elaboração de Laudo pericial. Metodologia de Análise Ambiental. Avaliação de recursos e danos ambientais. Licenciamento ambiental. Impactos ambientais. Direito Ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUNHA, S.B da ; GUERRA, A.J.T. Avaliação e Perícia Ambiental. Ed. Bertrand Brasil, Rio de Janeiro, 1999. DEMÉTRIO, V.A. Novas Diretrizes para Avaliação de Imóveis Rurais. Congresso de Avaliações e Perícias – IBAPE. Águas de São Pedro, 1991. LEPSCH, I.F., (Coord.) Manual para Levantamento Utilitário do Meio Físico e Classificação de Terras no Sistema de Capacidade de Uso. Campinas: Sociedade Brasileira da Ciência do Solo, 1983. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BARBIERI, J.C. Desenvolvimento e Meio Ambiente: as estratégias e mudanças da agenda 21. Petrópolis: Vozes, 1997. 44 DAUDT, C.D.L., Curso de Avaliações e Perícias Judiciais (Vistoria e Avaliação de Imóveis Rurais). Porto Alegre: CREA/RS, 1996. DAUDT, C.D.L., Metodologia dos Diferenciais Agronômicos na Vistoria e Avaliação do Imóvel Rural. Porto Alegre: CREA/RS, 1996. DEMÉTRIO, V.A. (Coord.). Anais do Simpósio sobre Engenharia de Avaliações e Perícias. Piracicaba: FEALQ, 1995. KOZMA, M.C.F. da S. Engenharia de Avaliações (Avaliação de Propriedades Rurais). São Paulo: Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia; ed. PINI, 1984. Culturas Anuais de Inverno – 45h EMENTA: Leguminosas de outono-inverno. Gramíneas de outono-inverno. Cultivo das principais culturas de outono-inverno. Importância e usos, fases do desenvolvimento da planta, morfologia de alguns caracteres, clima e solo, fotoperiodismo, épocas de plantio, cultivares, preparo do solo, espaçamento e densidade, controle de invasoras, nutrição e adubação, inoculação de sementes, irrigação, pragas e doenças, custo de produção, colheita, processamento e armazenamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAIER, A.C.; FLOSS, E.L.; AUDE, M.I.S. As Lavouras de Inverno - 1: aveia, centeio, triticale, colza, alpiste. 2 ed. São Paulo: Globo, 1989. 172p. MUNDSTOCK, C.M. Planejamento e Manejo Integrado da Lavoura de Trigo. Porto Alegre: Editora do Autor, 1999. 228p. SANTOS, H.P., FONTANELI, R.S., SPERA, S.T. Sistema de produção para cereais de inverno sob plantio direto no Sul do Brasil. 1º edição, Passo Fundo. Embrapa Trigo, 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALDANZI, G. As Lavouras de Inverno - 2: cevada, tremoço, linho, lentilha. 2 ed. Rio de Janeiro: Globo, 1988. 184p. CUNHA, G.R.; BACALTCHUK, B. Tecnologia para Produzir Trigo no Rio Grande do Sul. (Série culturas). Porto Alegre: Embrapa, 2000. GUARIENTI, E.M. Qualidade Industrial de Trigo. 2 ed. Passo Fundo: EMBRAPA/CNPT, 1996. 36p. (Documento, 27). MUNDSTOCK, C.M. Cultivo dos Cereais de Estação Fria: trigo, cevada, aveia, centeio, alpiste e triticale. Porto Alegre: NSB, 1983. 265p. SILVA, M.S. Manejo da Cultura de Cevada Cervejeira – Espaçamento e Densidade de Semeadura para a Região Sul do Brasil. Passo Fundo: EMBRAPA/CNPT, 1998. 32p. (Documento, 53). Suinocultura – 45h EMENTA: Introdução à suinocultura. Particularidades da nutrição, da sanidade, da reprodução, da alimentação e do melhoramento genético. Sistemas de criação. Instalações. Manejo. Manejo dos dejetos. Comercialização. Planejamento e administração de empresas suinícolas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARAMORI JR, J.G., SILVA, A.B., Manejo de leitões – da maternidade à terminação. Editora LK, 2006, 80p. 45 FERREIRA, R.A. Maior produção com melhor ambiente – para aves, suínos e bovinos. Editora Aprenda Fácil, 1ª ed, 2011, 401p. FERREIRA, R.A. Suinocultura – Manual prático de criação. Editora Aprenda fácil, 2012, 433 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MORÉS, N., SOBESTIANSKY, J, LOPES, A. Avaliação patológica de suínos no abate. Editora Embrapa, 1ª ed, 2000. 39p. SEGANFREDO, M.A. Gestão ambiental na suinocultura. Editora Embrapa. 1ª ed, 2007, 302p. SOBESTIANSKY, J. Suinocultura intensiva – produção, manejo e saúde do rebanho. Editora Embrapa. 1ª ed, 1998, 388p. UPNMOOR, I. Produção de suínos – período de creche. Editora Agropecuária, vol.2, 2009, 92p. UPNMOOR, I. Produção de suínos – a matriz. Editora Agropecuária, vol.4, 2000, 162p. 7º SEMESTRE Olericultura – 75h EMENTA: Métodos e técnicas para implantação e manejo dos cultivos olerícolas. Principais doenças e pragas olerícolas e seu controle. Principais culturas olerícolas. Colheita, classificação e embalagem de produtos olerícolas. Noções de pós-colheita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FILGUEIRA, F.A.R. Novo manual de olericultura: agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças. 3. ed. rev. e ampl. Viçosa: Ed. UFV, 2008. 421p. FONTES, P.C.R. Olericultura: teoria e prática. Viçosa: Ed. UFV, 2005. 486p. SOUZA, Jacimar Luis de; RESENDE, Patrícia. Manual de horticultura orgânica. 2.ed. rev. ampl. Viçosa: Aprenda Fácil, 2006. 843p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HENZ, G.P.; ALCÂNTARA, F.A.; RESENDE, F.V. Produção orgânica de hortaliças: o produtor pergunta, a Embrapa responde. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2007. 308 p. (500 perguntas, 500 respostas) MINAMI, K. Produção de mudas de alta qualidade em horticultura. São Paulo: T. A. Queiroz, 1995. vii, 128[8]p. PEREIRA, A.S.; DANIELS, J. O Cultivo da batata na Região Sul do Brasil. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica, 2003. 567p. WENDLING, I.; GATTO, A. Substratos, adubação e irrigação na produção de mudas. Viçosa: Aprenda Fácil, 2002. 165p. WORDELL FILHO, João Américo. Manejo fitossanitário na cultura da cebola. Florianópolis: Epagri, 2006. 226 p Culturas Anuais de Verão – 60h EMENTA: Estudo sucinto das culturas do arroz, feijão, milho, sorgo, soja. Destacando importância e usos, fases do desenvolvimento da planta, morfologia de alguns caracteres, clima e solo, fotoperiodismo, épocas de plantio, cultivares, preparo do solo, espaçamento e densidade, controle 46 de invasoras, nutrição e adubação, inoculação de sementes, irrigação, pragas e doenças, custo de produção, colheita, processamento e armazenamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DOURADO NETO, D.; FANCELLI, A.L. Produção de feijão. Guaíba, RS: Agropecuaria, 2000. 386p. FORNASIERI FILHO, D. Manual da cultura do milho. Jaboticabal, FUNEP. 576p, 2007. GOMES, A.S., MAGALHÃES JUNIOR, A.M. Arroz irrigado no Sul do Brasil. EMBRAPA Informações Tecnológicas. 899p. 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS PRODUTORES DE ALGODÃO. Algodão no cerrado do Brasil. 2. ed. Goiania: Mundial, 2011. 1082 p. EMBRAPA. Tecnologias de produção de soja - Paraná 2007. Londrina , PR: Embrapa Soja, 2006. 217 p. (Embrapa-Soja. Sistemas de Produção; 10) EMBRAPA. Tecnologia de produção de Soja - região central do Brasil. Embrapa Soja, Sistema de Produção 15, 261p. 2011. EPAGRI. A cultura do arroz irrigado pré-germinado. Florianópolis, 273p. 2002. FANCELLI, A.L. Produção de feijão. Piracicaba, 386p. 2007. Fruticultura Tropical e Subtropical – 60h EMENTA: Importância da fruticultura de clima tropical, fisiologia da produção das frutas de clima tropical, técnicas de produção de mudas e manejo cultural das principais frutíferas de clima tropical no Brasil. Planejamento de projetos frutícolas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KOLLER, O.C. Citricultura: laranja, limão e tangerina. Porto Alegre: Editora Rigel, 1994. 446p. SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. Piracicaba: Fealq, 1998. 760p. SOUSA, J. S. I. de. Poda das plantas frutiferas. nova ed. rev. e atual. São Paulo, SP: Nobel, 2005. 191p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOMES, Pimentel. Fruticultura brasileira. 13. ed. São Paulo: Nobel, [2007]. 446p. INSTITUTO CENTRO DE ENSINO TECNOLÓGICO. Produtor de bananas. Fortaleza: D. Rocha; 2004.64 p. (Cadernos tecnológicos) LORENZI, Harri. Frutas brasileiras e exóticas cultivadas (de consumo in natura). Nova Odessa (SP): Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2006. 640 p. MANICA, Ivo. Fruticultura tropical 4: banana. Porto Alegre: Cinco Continentes, 1997. 485 p. MANICA, Ivo. Fruticultura tropical 6: goiaba. Porto Alegre: Cinco Continentes, 2000. 374 p. Irrigação e Drenagem – 60h EMENTA: Conhecimentos básicos de relação solo-água-clima-planta. Métodos de manejo da irrigação: princípios e prática. Qualidade da água para irrigação. A água na produção agrícola. Sistematização. Operacionalização de sistemas de irrigação. Irrigação superficial. Irrigação pressurizada. Tópicos de fertirrigação. Drenagem de terras agrícolas 47 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASTOS, Edna. Manual de irrigação: técnicas para instalação de qualquer sistema na lavoura . Rio de Janeiro: Tecnoprint, 1987. 103 p. BERNARDO, S.; SOARES, A. A.; MANTOVANI, E. C. Manual de Irrigação. 8 ed. Viçosa: Ed. UFV, 2006. 625p. MANTOVANI, E. C.; BERNARDO, S.; PALARETTI, L. F. Irrigação: princípios e métodos. 3 ed. – atual. Viçosa: Ed. UFV, 2009. 355p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, J. A. Dimensionamento de pequenas barragens para irrigação. Lavras: Ed. UFLA. 2008. 158 p. CRUCIANI, D.E. A drenagem na agricultura. 4. ed. São Paulo, SP: Nobel, 1989. 337 p. KLAR, A. E. A água no sistema solo-planta-atmosfera. São Paulo: Ed. Nobel, 1984. 408p. OLIVEIRA, A. S. A irrigação e a relação solo-planta-atmosfera. São Paulo: Ed. LK, 2006. 88 p. TEODORO, A. C.; SILVA, F. Água na irrigação rural – quantidade e qualidade. São Paulo: Ed. Funep. 2007. 80 p. Avicultura – 45h EMENTA: Introdução à Avicultura. Particularidades da nutrição, da sanidade, da reprodução, da alimentação e do melhoramento genético. Sistemas de criação. Instalações. Manejo. Comercialização. Planejamento e administração de empresas avícolas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBINO, L.F.T. Produção e manejo de frangos de corte. Editora UFV, 2008, 88p. MACARI, M, FURLAN, R.L., GONZALES, E. Fisiologia aviária aplicada a frangos de corte. Editora FACTA, 2ª ed, 2002, 375p. MACARI, M., GONZALES, E. Manejo da incubação. Editora FACTA, 2ª ed, 2003, 537p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MACARI, M. Manejo de matrizes de corte. Editora FACTA, 2ª ed, 2005, 421p. MENDES, A.A. Produção de frangos de corte. Editora FACTA, 2004, 356p. SANTOS, B.M. Terapêutica e desinfecção em avicultura. Editora UFV, 2008, 87p. SILVA, I.J.O. Ambiência na produção de aves em clima tropical. Editora Funep, v.1, 2001, 200p. SILVA, I.J.O. Ambiência na produção de aves em clima tropical. Editora Funep, v.2, 2001, 214p. Economia e Mercado Agrícola – 45h EMENTA: Conhecimentos básicos de economia; aspectos específicos da teoria econômica, nos campos da macro e microeconomia; identificação dos ambientes institucional e organizacional do agronegócio a estrutura e política dos mercados e a formação de preços agrícolas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARBAGE, A. P. Economia Rural: conceitos básicos e aplicações. Chapecó: Universitária Grifos, 2000. 305p. BACHA, C.J.C. Economia e política agrícola no Brasil. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2012. 248 p. 48 ZYLBERSZTAJN, D. & NEVES, M. F. Economia e Gestão dos Negócios Agroalimentares. São Paulo: Pioneira, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BONNAL, P.; LEITE, S.P. Análise comparada de políticas agrícolas: uma agenda em transformação. 1. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 2011. v. 1. 387p . LEITE, S.P. Políticas públicas e agricultura no Brasil. 2a. ed.. 2. ed. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2009. v. 1. 252p . PARKIN, M. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo : Addison Wesley, 2003. SACHS, J.; Larrain, F. Macroenomia (Edição Revisada e Atualizada). São Paulo: Pearson Makron Books, 2000. VAN DER PLOEG, J.D. Camponeses e Impérios alimentares: lutas por autonomia e sustentabilidade na era da globalização. Tradução Rita Pereira. – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2008. WILKINSON, J. Mercados, Redes e Valores. 1. ed. Porto Alegre: UFRGS Editora, 2008. v. 1. 213p. Melhoramento Vegetal e Biotecnologia – 60h EMENTA: Princípios fundamentais do melhoramento vegetal. Variabilidade natural e induzida no melhoramento vegetal. Aplicação dos métodos de melhoramento às plantas autógamas. Aplicação dos métodos de melhoramento às plantas alógamas. Aplicação dos métodos de melhoramento às plantas de propagação vegetativa. Técnicas auxiliares no melhoramento vegetal. Processos biotecnológicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORÉM, A.; FRITSCHE-NETO, R. Biotecnologia Aplicada ao melhoramento de plantas. Viçosa: UFV. 2012, 335p. BORÉM, A.; MIRANDA, G.V. Melhoramento de plantas. 6. ed. Minas Gerais: UFV, 2013. 523 p. PINTO, R.J.B. Introdução ao melhoramento genético de plantas. Maringá: UEM. 2009, 351 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BORÉM, A.; CAIXETA, E.T. Marcadores moleculares. Viçosa: UFV. 2009, 532p. BORÉM, A. Hibridação artificial de plantas. Viçosa: UFV. 2009, 625p. BORÉM, A.; ROMANO, E.; GROSSI DE SÁ, M.F. Fluxo Gênico e Transgênico. Viçosa:UFV.2007. 199p. BRUCKNER, C.H. Fundamentos do melhoramento de fruteiras. Viçosa: UFV. 2008, 202p. RAMALHO, M.A.P.; FERREIRA, D.F.; OLIVEIRA, A.C. Experimentação genética e melhoramento de plantas. Lavras: UFLA. 2012, 305p. 8º SEMESTRE Fruticultura de Clima Temperado – 60h EMENTA: Importância da fruticultura de clima temperado em regiões frias e subtropicais, fisiologia da produção e peculiaridades das frutas de clima temperado, técnicas de produção de mudas e manejo cultural das principais frutíferas de clima temperado no Brasil. Planejamento de projetos frutícolas. 49 BIBLIOGRAFIA BÁSICA EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUARIA E EXTENSAO RURAL DE SANTA CATARINA. A Cultura da macieira. Florianópolis, SC: Epagri, 2002. 743p. MEDEIROS, C.A.B. & RASEIRA, M.C.B. 1998. A Cultura do Pessegueiro. Pelotas: EMBRAPA, 1998, 351p. SIMÃO, S. Tratado de Fruticultura. Piracicaba. FEALQ, 1998. 760p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FAORO, I.D. Nashi, a pêra japonesa. Florianópolis, SC: EPAGRI, 2001. 341p. LORENZI, H., BACHER, L., LACERDA, M., SARTORI, S. Frutas Brasileiras e Exóticas Cultivadas: (para consumo in natura). São Paulo. Instituto Plantarum de Estudo da Flora, 2006. MARTINS, F.P.; PEREIRA, F.M. Cultura do Caquizeiro. Jaboticabal: FINEP, 1989. 71p. MEDEIROS, C.A.B. & RASEIRA, M.C.B. 1998. A Cultura do Pessegueiro. Pelotas: EMBRAPA, 1998, 351p. OJIMA, M.; DALLORTO, F.A.; BARBOSA, W.; MARTINS, F.P.; SANTOS, R. R. Cultura da Nespereira. Campinas: Instituto Agronômico, 1999. 36p. (Boletim técnico, 185). PIO, R.; SCARPARE FILHO, J.A.; MOURÃO FILHO, F.de A.A. A Cultura do Caquizeiro. 23. ed. Piracicaba: DIBD/ESALQ, 2003. 35 p. (Boletim Técnico). Uso Manejo e Conservação do Solo – 75h EMENTA: Reflexos econômicos e ambientais da erosão no solo; mecânica da erosão do solo e fatores que a influenciam; predição da erosão hídrica pluvial do solo; conservação do solo e da água; sistemas de manejo; práticas conservacionistas do solo e da água; causas e conseqüências da degradação do solo e características de solos degradados; recuperação de solos degradados; planejamento de uso do solo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERTONI, J. Conservação do Solo. 3 ed. São Paulo: Ícone, 1990. 355p. BRANDÃO, V.S.; CECÍLIO, R.A.; PRUSKI, F.F. & SILVA, D.D. Infiltração de Água no Solo. Viçosa, MG, 120p. 2006. GUERRA, A.J.T.; SILVA, A.S. da.; BOTELHO, R.G.M. (Organizadores). Erosão e Conservação dos Solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999. 339p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DENARDIN, J.E.; KOCHHANN, R.A.; FLORES, C.A.; FERREIRA, T.N.; CASSOL, E.A.; MONDARDO, A. & SCHARZ, R.A. Manejo de Enxurrada em Sistema Plantio Direto. Porto Alegre, RS, 88p. 2005. DENARDIN, J.E.; KOCHHANN, R.A.; FLORES, C.A.; FERREIRA, T.N.; CASSOL, E.A.; MONDARDO, A. & SCHARZ, R.A. Manejo de Enxurrada em Sistema Plantio Direto. Porto Alegre, RS, 88p. 2005. DERPSCH, R.; ROTH, C.H.; SIDIRAS, N.; KÖEPKE, U. Controle da Erosão no Paraná, Brasil. Sistemas de cobertura do solo, plantio direto e preparo conservacionista do solo. GTZ/IAPAR, 1991. p. 147-163. FIORIN, J.E. Manejo e Fertilidade do Solo no Sistema Plantio Direto. Passo Fundo/RS: Berthier, 2007. 184p. PRADO, H. Solos Tropicais: potencialidades, limitações, manejo e capacidade de uso. 2.ed. Jaboticabal: FUNEP, 1998. 231p. 50 Bovinocultura de Leite – 45h EMENTA: Importância da bovinocultura leiteira. Principais raças. Cálculo da composição e evolução dos rebanhos. Manejo e adaptações ambientais. Produção e produtividade. Principais doenças e seu controle. Nutrição e reprodução. Sistemas de produção. Instalações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ATHIÊ, F. Gado Leiteiro: uma proposta adequada de manejo. São Paulo: Nobel, 1988. DEGASPERI, S.A.R.; PIEKARSKI, P.R.B. Bovinocultura Leiteira, Planejamento, Manejo e Instalações. Curitiba: Livraria Chain, 1988. PEIXOTO, A.M.; MOURA, J.C.; FARIA, V.P. Planejamento da Exploração Leiteira. Editora FEALQ. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRIGUETO, J.M. et all. Nutrição Animal. Vol 2. São Paulo: Nobel, 1986. BATISTTON, W. C. Gado Leiteiro. Instituto Campineiro de Ensino Agrícola, 1976. CAMPOS,O.F. Gado de Leite. 500 Perguntas. 500 Respostas. EMBRAPA-SPI CNPGL, 1993. MACHADO, L. C. P. Pastoreio Racional Voisin: tecnologia agroecológica para o terceiro milênio. Porto alegre: Cinco Continentes, 2004. TRONCO, V.M. Manual para a Inspeção da Qualidade do Leite. Santa Maria: UFSM, 1997. 66p Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal – 45h EMENTA: Aspectos históricos e importância da tecnologia de alimentos. Matérias-primas de origem vegetal. Noções sobre a estrutura, composição química e alterações dos alimentos de origem vegetal. Tecnologia, processamento e conservação de produtos de origem vegetal. Higiene e controle de qualidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA EVANGELISTA, J. Tecnologia de alimentos. 2.ed. São Paulo, SP; Atheneu, 2008. 652p. FRANCO, B.D.G.M; LANDGRAF, M. Microbiologia dos alimentos. São Paulo, SP: Atheneu, 1996. 182p. GAVA, A.J. Tecnologia de alimentos: Princípios e Aplicações. Ed. Nobel. 512p. 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOBBIO, F.O.; BOBBIO, P.A. Introdução à química de alimentos. 2. ed. São Paulo, SP: Varela, 1992. 223 p. CECCHI, H.M. Fundamentos teóricos e práticos em análise de alimentos. 2. ed. rev. Campinas, SP: Ed. da UNICAMP, c2003. 207 p. COULTATE, T. P. Alimentos: a química de seus componentes. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. 368 p. GAVA, A.J. Princípios de tecnologia de alimentos. São Paulo: Nobel, c1977. (8a. reimpressão 1998) 284p. OETTERER, M.; REGINATO-D'ARCE, M.A.B; SPOTO, M.H.F. Fundamentos de ciência e tecnologia de alimentos. Barueri: Manole, 2006. 612 p. Tecnologia de Produção de Sementes e Mudas – 60h 51 EMENTA: Importância das sementes. Embriologia. Fisiologia das sementes. Fatores que afetam a produção de sementes: instalação e fiscalização de campos de produção. Secagem, beneficiamento, armazenamento de sementes. Sistema de produção. Comercialização e Legislação. Análise da qualidade da semente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, N.M.; NAKAGAWA, J. Sementes: Ciência, Tecnologia e Produção. 5ª Edição FUNEP. 2012. 590p. MARCOS FILHO, J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. FEALQ, 2005. 495p. NASCIMENTO, W.M. Hortaliças: Tecnologia de Produção de Sementes. Editora Embrapa, 2008. 316 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, N.M. A Secagem de Sementes. 2° Edição. FUNEP.. 182p. 2005. GOULART, A.C.P. Fungos em sementes de soja: detecção, importância e controle. Embrapa. 2005, 72p. FERREIRA, A.G. e BORGHETTI, F. (orgs). Germinação do Básico ao Aplicado. Artmed, Porto Alegre. 2004. 323p. PUZZI, D. Abastecimento e Armazenagem de Grãos. Inst. Campineiro de Ensino Agrícola, Campinas, 2000. 664p. SANTOS, A.F. et al. Patologia de Sementes Florestais, 1ª Edição. EMBRAPA. 236p. 2011 Construções Rurais – 60h EMENTA: Materiais de construções. Estudo dos diversos materiais de construção civil aplicados nas construções rurais. Noções de resistência dos materiais. Técnicas construtivas. Projetos. Conforto ambiental. Estradas rurais. Instalações elétricas rurais. Modelos de instalações para fins rurais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAUER, L. A. F. Materiais de construção, V.1. LTC. BAUER, L. A.F. Materiais de construção, V.2. LTC PEREIRA, M.F. Construções rurais. 4. ed. São Paulo: Livraria Nobel, 1986. 330p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARNEIRO, O. Construções Rurais. 8. ed. São Paulo: Nobel, 1979. 719p. CRUZ, J.T.; MICHELETTI, J.V. Bovinocultura leiteira: instalações. Curitiba: Litero-Tecnica, 1985. 359 p. FERREIRA, R.A. Suinocultura: Manual prático de criação. Editora Aprenda fácil, 2012, 433 p. MENDES, A.A. Produção de frangos de corte. Editora FACTA, 2004, 356p. KURT, E. Cerca elétrica: manual de construção e manejo. 1. ed. Florianópolis: Epagri, 1995. 68 p. (EMPASC. Boletim Tecnico; 17) Planejamento e Administração Rural – 60h EMENTA: Noções gerais de administração; Áreas empresariais; Funções administrativas; Níveis de decisão; Potencialidade das propriedades rurais; Ambiente das empresas rurais; Análise de investimento; Planejamento e controle da produção; Custos de produção; Elaboração de projetos agropecuários; índices de desempenho da propriedade rural; Noções de crédito rural. 52 BIBLIOGRAFIA BÁSICA BATALHA, M.O. Gestão Agroindustrial. Vol. 1. 3º Ed: São Paulo. Atlas. 2007. 800 p. SILVA, R. A. G. DA. Administração Rural - Teoria e Prática. 2ª Ed. Editora Jurua. 2009. 192 p ZUIN, L. F, S.; QUEIROZ, T.R. Agronegócios: Gestão e Inovação. 1ª Ed. Editora: Saraiva. 2006. 464 pg. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BATALHA, M. O. Gestão Agroindustrial. Vol. 2. 4ª Ed. São Paulo: Atlas. 2007. 424 pg. CHIAVENATO, I. Teoria Geral da Administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. V1. CHIAVENATO, I. Teoria Geral da Administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. v2. MARION, J. C. Contabilidade da pecuária. 7. Ed. – São Paulo : Atlas, 2010, 216 p. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração. São Paulo. Atlas. 2009. 9º SEMESTRE Bovinocultura de Corte – 45h EMENTA: Situação atual da bovinocultura de corte. Raças bovinas de corte. Avaliação fenotípica e genotípica de bovinos de corte. Manejo de bovinos de corte. Instalações em bovinocultura de corte. Manejo Alimentar e sanitário em bovinocultura de corte. Rastreabilidade e escrituração zootécnica. Avaliação de carcaças e qualidade da carne bovina. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAZZARINI NETO.S. Coleção: Lucrando com a Pecuária: Comercialização, Cria e Recria, Reprodução e melhoramento, Confinamento, Engorda a pasto. 3 ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2000. LUCHIARI FILHO, ALBINO. Pecuária da Carne Bovina. 1ª. ed. São Paulo: o próprio autor, 2000. OLIVEIRA, RONALDO LOPES; BARBOSA, MARCO AURÉLIO ALVES F. Bovinocutura de Corte: Desafios e Tecnologias. 1ª. ed. Salvador: UFBA, 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LOPES, H.S. Suplementação de Baixo Custo para Bovinos: mineral e alimentar. Brasília: Embrapa-SPI, 1998. MAGALHÃES, K.A.; PAULINO. V.R.; VALADARES FILHO, S de C. Exigências nutricionais de Zebuínos e Tabelas de Composição de Alimentos/ BR-Corte. Viçosa: UFV, 2006. MARTIN, L.C.T. Bovinos: Volumosos Suplementares. São Paulo: Nobel, 1997. PEIXOTO, A.M.; MOURA. J.C.; FARIAS, V.P. Bovinocultura de Corte: Fundamentos da Exploração Racional. 3 ed. Piracicaba: FEALQ. 1999. SANTOS, F.A.P.; MOURA, J.C.; FARIA, V.P. Requisitos de Qualidade na Bovinocultura de Corte. Piracicaba: FEALQ. 2007, 331p. Tecnologia de produtos de Origem Animal – 45h EMENTA: Matérias-primas de origem animal. Noções sobre a estrutura, composição e alterações dos alimentos de origem animal. Tecnologia, processamento e conservação de produtos de origem animal com ênfase em carnes e laticínios. Higiene e controle de qualidade. 53 BIBLIOGAFIA BÁSICA FELLOW, P.J. Tecnologia do Processamento de Alimentos: princípios e prática. 2ª ed. Porto Alegre. Artmed, 2006. 602p. MORETTO, E. et al. Introdução à Ciência de Alimentos. Florianópolis. Ed. da UFSC, 2002. 255p. PEREDA, J.A.O. et al. Tecnologia de Alimentos: alimentos de origem animal. Porto Alegre. Artmed, Vol.2, 2005. 279p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, J.M.A. Química de Alimentos. 3ª ed. Viçosa. UFV, 2004. 478p. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Métodos Físico-Químicos para Análise de Alimentos. Brasília. Ed. MS, 2005. 1018p. COULTATE, T.P. Alimentos: a química de seus componentes. 3ª ed. Porto Alegre. Artmed, 2004. 368p. FRANCO, B.D.G.M. & LANDGRAF, M. Microbiologia dos Alimentos. São Paulo. Atheneu, 1996. 182p. OETTERER, M.; REGITANO-d'ARCE, M.A.B.; SPOTO, M.H.F. Fundamentos de Ciência e Tecnologia de Alimentos. São Paulo. Manole, 2006. 612p. Floricultura, Paisagismo, Parques e Jardins – 45h EMENTA: Importância econômica e social da floricultura. Técnicas gerais para produção de plantas ornamentais: substrato, controle ambiental e adubação. Principais tipos de plantas ornamentais e sistemas de produção. Comercialização. Noções de Arquitetura paisagística. Elaboração de projetos paisagísticos. Parques e jardins. Arborização urbana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIRA FILHO, J. A.; PAIVA, H. N.; GONÇALVES, W. Paisagismo: Princípios Básicos. Viçosa: Aprenda fácil. 2001.166p. LORENZI, H.; SOUZA, H.M. Plantas Ornamentais do Brasil: arbustivas, herbáceas e trepadeiras. 3ª ed. 2001. 1088p. LORENZI, H. Plantas Ornamentais do Brasil. 2ª ed. Nova Odessa: Plantarum. 1999. 1088p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FARIA, R, T. Paisagismo: Harmonia, Ciência e Arte. Londrina, PR. Mecenas, 2005, 132 p. FILHO, J. A. DE LIRA. Paisagismo: Elementos de composição e Estética. Viçosa, MG. Aprenda Fácil, 2002, 194 p. il. WANDERLING, I.;PAIVA, H. N.; GONÇALVES, W. Técnicas de produção de Plantas Ornamentais. Viçosa: Aprenda fácil. 2005, 223p. LORENZI, H. Árvores Exóticas no Brasil. Nova Odessa: Plantarum, v.1 2003. 396p. PAIVA, P. D. DE OLIVEIRA. Paisagismo: Conceitos e Aplicações. Editora UFLA, Lavras, 2008, 608 p. Manejo e Produção Florestal – 45h EMENTA: A floresta, sua importância e influência no meio ambiente; princípios de dendrologia e dendrometria; silvicultura ao nível de fazenda. Importância econômica, social e ecológica de florestas, sementes florestais, viveiros florestais, principais espécies para formação de florestas. Tratos culturais. 54 BIBLIOGRAFIA BÁSICA GALVÃO, A. P. M. (org.). Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais: um guia para ações municipais e regionais. Brasília: Embrapa Comunicação para Transferência de Tecnologia; Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2000. 351 p. GONÇALVEZ, J. L. M.; BENEDETTI, V. (eds). Nutrição e fertilização florestal. Piracicaba: IPEF, 2000. 427 p. SOARES, C. P. B.; PAULA NETO, F.; SOUZA, A. L.. Dendrometria e inventário florestal. Viçosa: Ed. UFV. 276 p. 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARNEIRO, J. G. A. Produção e controle de qualidade de mudas florestais. Viçosa: Editora Folha de Viçosa, 451 p. 1995. LAMPRECHT, H.. Silvicultura nos trópicos: ecossistemas florestais e respectivas espécies arbóreas – possibilidades e métodos de aproveitamento sustentado. Tradução de Guilherme de Almeida-Sedas e Gilberto Calcagnotto. Rossdorf: TZ – Verl. – Ges.,343 p. 1990 MARCHIORI, J. N. C. Elementos de Dendrologia. 2 ed. Santa Maria: Ed. UFSM, 2004. 176p. REZENDE, J. L. P.; OLIVEIRA, A. D. Análise econômica e social de projetos florestais. 2 ed. Viçosa: UFV, 386 p. 2001. SILVA, M. L.; JACOVINE, L. A. G.; VALVAERDE, S. R. Economia Florestal. Viçosa: UFV, 178 p. 2002. Fisiologia e Manejo Pós-Colheita – 60h EMENTA: Caracterização dos produtos hortícolas e grãos armazenados. Perdas dos produtos hortícolas e grãos armazenados na pós-colheita e suas causas. Fatores de colheita e pré-colheita. Desenvolvimento fisiológico de frutos e hortaliças na pós-colheita. Respiração de frutos e hortaliças. Fitohormônios. Manuseio. Tipos de armazenagem e alterações fisiológicas. Pós-colheita dos grãos armazenados. Qualidade dos produtos na pós-colheita. Maturação, padronização e classificação, armazenamento e comercialização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHITARRA, M.I.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de Frutos e Hortaliças; Fisiologia e Manuseio. ESALQ, Lavras, 1990. 293 p. KLUGE, R.A.; NACHTIGAL, J.C.; FACHINELLO, J.C.; BILHALVA, A.B. Fisiologia e Manejo Pós-Colheita de Frutas de Clima Temperado. 2a Ed. Campinas: Livraria e Editora Rural, 2002. 214p. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 3ed. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHITARRA, M. I. F.; CHITARRA, A.B. Pós-colheita de Frutas e Hortaliças, Glossário. Editora UFLA, Lavras, 1 ed., 2006, 256 p. FILHO, M. J. Fisiologia de sementes de plantas cultivadas. Editora FEALQ, 2005, 495 p. KADER, A.A. Tecnologia Postcosecha de Cultivos Hortofrutícolas. Davis, Ed. UC Davis Ed. Thirty edition, 2011. 584p. MORETTI, C. L.; AZEVEDO, J. H. Manual série Agronegócio: Hortaliças minimamente processadas. Editora EMBRAPA, 2003. OLIVEIRA, S. M. A. de et al. Patologia pós colheita: frutas, olerícolas e ornamentais tropicais. Editora EMBRAPA, 2006. 855 p. 55 Sociologia e Extensão Rural – 60h EMENTA: Reconstrução histórica da extensão rural no Brasil, seus objetivos e concepções metodológicas; análise dos modelos de ação extensionista, suas transformações e perspectivas. O contexto atual da extensão rural e as tendências de mudanças dos enfoques tradicionais. Conceitos básicos de sociologia, antropologia e questões étnico-raciais no campo. O estado e a questão fundiária. Os movimentos sociais no meio rural. A questão da terra e a reforma agrária. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREIRE, P. Extensão ou Comunicação? Paz e Terra: 2006. OLINGER, G. Métodos de Extensão Rural. Florianópolis: EPAGRI, 2001. 163p. STÉDILE, J.P. A questão agrária na década de 1990. 4° Ed. Porto Alegre: Ed. da UFRGS, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABRAMOVAY, R. Paradigmas do capitalismo agrário em questão. São Paulo: HUCITEC/UNICAMP, 1992, 275 p. BICCA, E.F. Extensão Rural: da pesquisa ao campo. Guaíba: Agropecuária.1992. 184p. COLETTI, S. A Estrutura Sindical no Campo. São Paulo: Unicamp, 1998. COSTA, M.C.C. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3° ed. rev. e. ampl. – São Paulo: Moderna, 2005. DIAS, R. Introdução à Sociologia. São Paulo : Pearson Prentice Hall, 2005. TAGLIARI, P.S. A Articulação Pesquisa/Extensão Rural na Agricultura. EPAGRI, 1994. Defesa Sanitária Vegetal – 45h EMENTA: Legislação Fitossanitária, Fitossanidade e fitiatria. Desenvolvimento e bioensaios com métodos de controle. Toxicidade, segurança e tecnologia no uso de agrotóxicos. Manejo da resistência aos métodos de controle. Manejo integrado em fitossanidade. Sistemas de previsão de problemas fitossanitários. Produção de agentes biológicos. Biossegurança e Legislação. Desenvolvimento de patentes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AMORIM, L.; REZENDE, J.A.M.; BERGAMIM FILHO, A. Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos. v.1, 4 ed. São Paulo: Ceres, 2011. GALLO, D. et al. Entomologia Agrícola. Piracicaba: FEALQ. 2002, 920p. LORENZI. H. Plantas daninhas do Brasil: terrestres. Aquáticas, parasitas e toxicas. 4ª ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2008. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LORENZI. H. Manual de identificação e controle de plantas daninhas: plantio direto e convencional. 6 ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2006. MELLO, G. F. R. Zoologia agrícola: manejo ecológico de pragas. 3 ed. Porto Alegre: Rigel, 2008. PARRA, J. R. P.; BOTELHO, P. S. M.; CORRÊA-FERREIRA, B. S. et al. Controle Biológico no Brasil: Parasitoides e predadores. São Paulo: Manole, 2002. REIS, E. M. Previsão de doenças. Passo Fundo: UFP, 2004. STADNICK, M. J.; TALAMINI, V. Manejo ecológico de doenças de plantas. Florianópolis: UFSC, 2004. 56 Plantas Bioativas – 30h EMENTA: Importância econômica e social, origem, botânica, cultivares, exigências climáticas, propagação, nutrição, tratos culturais, elaboração de projetos, colheita e comercialização das principais espécies bioativas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORADIN, L.; SIMINSKI, A.; REIS, A. Espécies nativas da flora brasileira de valor econômico atual ou potencial : plantas para o futuro - Região Sul. Brasília : Ministério do Meio Ambiente, 2011, 934 p. LORENZI, H. Plantas Medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas. Nova Odessa, SP: Instituto Plantarum, 2 ed. 2010. MORELLI, M. S. Guia de produção para plantas medicinais e aromáticas e flores comestíveis. 1 ed., 2010, 251 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SARTÓRIO, M. L.; TRINDADE, C.; RESENDE, P.; MACHADO, J. R.; Cultivo Orgânico de Plantas Medicinais. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2000, 260 p. SATIO, M. L. SCRAMIN, S. Plantas aromáticas e seu uso na agricultura. Editora EMBRAPA Meio Ambiente, 45 p. SERAFINI, L. A.; SANTOS, A. C. A. DOS. Óleos essenciais – extração e aplicações de óleos essenciais de plantas. Editora EDUCDS, 1 ed., 2002, 54 p. SILVA, A. G.; LAMEIRA, A.P. do N.; AMORIM, A. C. L.; LAMEIRA, C. N.; ALCÂNTARA, D. de A.; OLIVEIRA, E. C. P. de; PINTO, J. E. B. P. Plantas Medicinais: do cultivo, manipulação e uso à recomendação popular. Editora EMBRAPA, Belém, PA, 2008, 264 p. TORRES, P. G. V. Plantas medicinais, aromáticas e condimentares – uma abordagem prática para o dia a dia. Editora: Rigel, 1 ed., 2005, 144 p. Viticultura e Enologia – 30h EMENTA: Introdução. Classificação e descrição botânica da videira. Discriminação das espécies mais importantes. Fatores edafoclimáticos. Implantação do vinhedo. Propagação; ciclo vegetativo da planta; manejo do vinhedo. Doenças e pragas. Colheita. Manipulação e conservação pós-colheita. Estudo da matéria-prima. Tecnologia de vinificação. Tratamento dos vinhos. Defeitos e alterações. Estabelecimentos vinícolas. Legislação vinícola. Análises químicas. Anáologia de produção na viticultura, tecnologia em enologia e elaboração e execução de prlises cromatográficas. Teste laboratorial. Análise sensorial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GIL, G.F.S.; PHILIPPO PSZCZÓLKOWSKI, P. Viticultura, Fundamentos para Optimizar Producción y Calidad. Ediciones Universidad Católica de Chile, Santiago, Chile. 2007. 535 p. INGLÊS DE SOUZA, J.S. & MARTINS, F.P. Viticultura Brasileira. Fesalq, Piracicaba, 2002. 368p. POMMER, C.V. Uva Tecnologia de Produção pós-colheita e mercado. Porto Alegre: Cinco Continentes. 2003. 790p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EMBRAPA INFORMAÇÃO TECNOLÓGICA; RIZZON, L.A. (Ed.). Metodologia para análise de mosto e suco de uva. Brasília, DF, 2010. 78 p. 57 FRANCO, S.C.; BRAUNE, R. O que é enologia. São Paulo: Brasiliense, 2008. 170 p. IZZON, Luiz Antenor (Ed.). Metodologia para análise de vinho. Brasília, DF: EMBRAPA Informação Tecnológica, 2010. 120 p. LEÃO, P.C.S.; SOARES, J.M. (Ed.). A vitivinicultura no semiárido brasileiro. Petrolina: EMBRAPA, 2009. 756 p. MANICA, I.; POMMER, C.V. Uva: do plantio à produção, pós-colheita e mercado. 1ªed. Porto Alegre. 2006. 192p. 15.4. Relação Teoria e Prática A relação entre a teoria e prática, tem a finalidade de fortalecer o conjunto de elementos norteadores da aquisição de conhecimentos e habilidades, necessários à concepção e a prática da profissão, tornando o profissional eclético, crítico e criativo para a solução das diversas situações requeridas em seu campo de atuação. A dinâmica de oferta de aulas práticas para cada disciplina da matriz curricular deverá estar contemplada em cada plano das disciplinas, sendo estas de responsabilidade do professor da mesma e com o acompanhamento do setor pedagógico. Considerando a formação do profissional de Agronomia e a necessidade de saber fazer para melhor atender os objetivos que o perfil profissional requer, faz-se necessário o planejamento de atividades práticas que contemplem a maior carga horária possível de cada disciplina do curso segundo suas características. A estrutura existente da instituição possibilitará por meio de seus laboratórios didáticos, de pesquisa e de produção, a execução das atividades práticas previstas no plano de ensino. Os conteúdos teóricos e práticos deverão constar do plano pedagógico de ensino elaborado pelos docentes de cada disciplina com seu respectivo cronograma de execução, os quais serão avaliados e aprovados pelo Núcleo Docente Estruturante. Os trabalhos de pesquisa, extensão, viagens técnicas, trabalho de curso, atividades complementares e estágio curricular (todas curriculares obrigatórias) serão indispensáveis ao cumprimento das atividades práticas programadas. 15.5. Interdisciplinaridade Para avançar na direção da interdisciplinaridade, as disciplinas de cada semestre deverão ser programadas em conjunto pelos professores de todas as disciplinas do semestre, buscando planejamento de atividades de ensino, pesquisa e extensão; melhor utilização dos laboratórios; evitar sobreposição de conteúdos; estabelecer a complementaridade entre as disciplinas; uniformizar critérios de avaliação; maior eficiência no aproveitamento de aulas práticas e visitas técnicas que envolvem o trabalho em estabelecimentos externos à instituição; contemplar a contextualização, programando conteúdos que enfoquem áreas específicas de interesse do curso 58 como as questões ambientais, sociais, sustentabilidade, empreendedorismo, dentre outras; discutir e programar ações integradas na viabilização da realização do trabalho de curso (TC) quando os projetos estiverem relacionados com as disciplinas; integração das disciplinas na articulação com as atividades complementares dos acadêmicos. 16. RESUMO GERAL DA MATRIZ CURRICULAR De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Agronomia, instituídas pela Resolução CNE nº 1 de 02 de fevereiro de 2006, os conteúdos curriculares do curso devem ser distribuídos em 03 (três) núcleos de conteúdos. Sendo de Conteúdos Básicos, de Conteúdos Profissionais Essenciais e de Conteúdos Profissionais Específicos. 16.1. Núcleo dos Conteúdos Básicos Quadro 04 Grupo de Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Básicos Código Disciplina CH Nº Créditos Semestre Prérequisito AG-11 Física 60 4 1º - AG-12 Matemática 60 4 1º - AG-13 Introdução à Agronomia 30 2 1º - AG-14 Química Geral e Orgânica 75 5 1º - AG-15 Botânica 75 5 1º - AG-16 Introdução à Informática 30 2 1º - AG-17 Português Instrumental 30 2 1º - AG- 18 Biologia Geral 45 3 1º - AG-21 Cálculo Diferencial Integral 60 4 2º AG-12 AG-22 Química Analítica 75 5 2º AG14 AG-23 Anatomia, Fisiologia e Bem Estar Animal 60 4 2º - AG-24 Metodologia Científica 45 3 2º - AG-25 Zoologia Geral e parasitismo 60 4 2º - AG-26 Desenho técnico 30 2 2º AG-12 AG-27 Gênese e Classificação dos solos 75 5 2º - 59 AG-31 Estatística CARGA HORÁRIA TOTAL 60 4 870 58 3º AG-12 16.2. Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais Quadro 05. Grupo de Disciplinas do Núcleo de Conteúdos Profissionais Essenciais Código Disciplina CH Nº Semestre Créditos 3º AG-32 Bioquímica 90 6 Máquinas e Motores Agrícolas e 3º AG-33 Energia 60 4 3º AG-34 Agrometereologia e Climatologia 60 4 3º AG-35 Agricultura e Ciência do Ambiente 45 3 3º AG-36 Agrometereologia e Microbiologia 45 3 3º AG-37 Física do Solo 45 3 4º AG-41 Fisiologia Vegetal 75 5 4º AG-42 Mecanização Agrícola 60 4 4º AG-43 Topografia Básica e Planimetria 60 4 4º AG-44 Genética 45 3 4º AG-45 Entomologia Geral 60 4 4º AG-46 Experimentação Agrícola 30 2 4º AG-47 Química e Fertilidade do Solo 75 5 5º AG-51 Topografia Planialtimétrica 45 3 5º AG-52 Hidrologia Agrícola 45 3 5º AG-53 Nutrição Vegetal 60 4 5º AG-54 Pragas das Plantas Cultivadas 45 3 5º AG-55 Fitopatologia Geral 60 4 5º AG-56 Nutrição Animal 60 4 5º AG-57 Defensivos Agrícolas 60 4 5º AG-58 Melhoramento Animal 30 2 6º AG-61 Hidráulica Agrícola 60 4 Pré Requisitos AG-14 AG-11 AG-12 AG-13 AG-27 AG-15 AG-32 AG-33 AG-26 AG-31 AG-25 AG-31 AG-27 AG-22 AG-43 AG-34 AG-41 AG-45 AG-36 AG-32 AG-14 AG-44 AG-52 60 AG-62 Fitopatologia Agrícola 60 4 AG-63 Manejo e Utilização de Pastagens 45 3 AG-64 Manejo de Plantas Daninhas 45 3 AG-65 Geoprocessamento 45 3 AG-66 Perícia, Avaliação e Legislação Agrícola 60 4 AG-67 Culturas Anuais de Inverno 45 3 AG-68 Suinocultura 45 3 AG-71 Olericultura 75 5 AG-72 Culturas Anuais de Verão 60 4 AG-73 Fruticultura tropical e Subtropical 60 4 AG-74 Irrigação e Drenagem 60 4 AG-75 Avicultura 45 3 AG-76 Economia e Mercado Agrícola 45 3 AG-77 Melhoramento Vegetal e Biotecnologia 60 4 AG-81 Fruticultura de Clima Temperado 60 4 AG-82 Uso Manejo e Conservação do Solo 75 5 AG-83 45 3 45 3 AG-85 Bovinocultura de Leite Tecnologia de Produtos de Origem Vegetal Tecnologia e Produção de Sementes e Mudas 60 4 AG-86 Construções Rurais 60 4 AG-87 Planejamento e Administração Rural 60 4 AG-91 45 3 45 3 AG-93 Bovinocultura de corte Tecnologia de produtos de origem animal Floricultura, Paisagismo, Parques e Jardins 45 3 AG-94 Manejo e Produção Florestal 45 3 AG-95 Fisiologia e manejo pós-colheita 60 4 AG-96 Sociologia e Extensão Rural 60 4 AG-97 Defesa Sanitária Vegetal 45 3 AG-84 AG-92 6º AG-55 6º AG-56 AG-41 6º AG-57 6º AG-51 6º AG-13 6º AG-41 AG-53 6º AG-56 AG-58 7º AG-53 7º AG-41 AG-53 7º AG-53 7º AG-61 7º AG-56 AG-58 7º AG-12 7º AG-44 8º AG-53 8º AG-37 8º AG-56 AG-58 8º AG-32 8º AG-77 8º AG-26 8º AG-76 9º AG-56 AG-58 9º AG-32 9º AG-26 9º - 9º AG-41 9º AG-13 9º AG-66 61 AG-98 Plantas Bioativas AG-99 Viticultura e enologia CARGA HORÁRIA TOTAL 30 2 30 2775 2 185 9º AG-41 9º AG-32 16.3.Núcleo de Conteúdos Profissionais Específicos Quadro 06- Disciplinas do Núcleo Específico Código Disciplinas AGOP-02 AGOP-03 AGOP-04 AGOP-06 AGOP-07 AGOP-08 AGOP-10 AGOP-11 AGOP-13 AGOP-13 AGOP-14 AGOP-15 AGOP-16 Agricultura de Precisão Cultura da Cebola Fruteiras Nativas e Exóticas Piscicultura Inglês Técnico Cultivo em Ambientes Protegidos Espanhol Técnico Libras Evapotranspiração Evapotranspiração Biologia Molecular Agroecologia Fertilizantes, Corretivos e Resíduos Trabalho de Curso Estágio Curricular Supervisionado Atividades Complementares CARGA HORÁRIA TOTAL CH 30 30 30 30 30 30 30 30 30 30 30 30 30 60 784 Nº Créditos 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 4 30 Sem. de Oferta Flexível Flexível Flexível Flexível Flexível Flexível Flexível Flexível Flexível Flexível Flexível Flexível Flexível 8º e 9º Sem. 10o Sem. Todo curso Pré requisitos AG-65 AG-34 AG-34 AG-44 AG-47 56 17. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL – CÂMPUS 17.1. Sistema de Avaliação do Curso A avaliação do curso seguem as estratégias pedagógicas, as metodologias e os critérios de avaliação institucional, os quais permitem diagnosticar se as metas e os objetivos do curso estão sendo alcançados, servindo de elemento para formular e planejar mudanças. Para tanto, estas são promovidas de acordo com as necessidades ou em eventos anuais para avaliação sobre o andamento do curso e possíveis mudanças a serem adotadas. A avaliação externa adotará mecanismos do MEC, através do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE previsto pelo Sistema Nacional de Avaliação do Ensino 62 Superior (SINAES), e indiretamente pela sociedade onde estarão atuando os profissionais formados pela Instituição. O perfil do corpo docente também consiste em um quesito de avaliação importante, juntamente com as instalações físicas e as condições e programas de atendimento aos acadêmicos. Serão ainda avaliados os aspectos pedagógicos do curso, como currículo, proposta de avaliação e acompanhamento, acessibilidade e permanência conforme normativas do SINAES. A avaliação será realizada por uma Comissão Própria de Avaliação - CPA, que organiza e/ou define os procedimentos e mecanismos adotados para a avaliação dos cursos do IFC. Esta comissão atua de acordo com seus critérios, buscando informações junto ao corpo docente ou discente, através de preenchimento de questionário próprio. As avaliações da comissão são anuais, podendo ser realizada a qualquer época do ano letivo. 18. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DO ALUNO A avaliação fornece subsídios ao professor para o próprio processo de ensinoaprendizagem, buscando compreender as defasagens de aprendizagem. Neste sentido, a avaliação possibilita a identificação das diferentes formas de apropriação dos conceitos científicos elaborados pelos alunos, seus sucessos e defasagens de aprendizagem, além de possibilitar uma ação imediata e mais efetiva do professor, como mediador, recuperando os conhecimentos necessários de maneira mais significativa e paralelamente aos estudos, como preconiza a LDB. Cabe ao professor fazer todos os registros e anotações necessárias das conclusões das avaliações, bem como de todo o processo ensino-aprendizagem, os quais servirão para orientá-lo em relação a outros elementos envolvidos no processo para a continuidade do trabalho. A verificação do rendimento acadêmico será feita através de testes, provas, trabalhos e outros meios que permitam avaliar o progresso do aluno e o esforço dispensado no processo de aprendizagem e o rendimento verificado nas atividades de cada disciplina, área de estudo ou atividade, dará origem à nota. As notas atribuídas para o rendimento acadêmico obedecem à escala de zero (0,0) a dez (10,0), podendo ser fracionada até décimos. Durante o semestre letivo, cada aluno receberá pelo menos duas notas parciais (NP) resultantes das avaliações e trabalhos acadêmicos atribuídos pelo professor. Recomenda-se que os critérios de avaliação utilizados pelo professor sejam apresentados aos alunos, juntamente com o conteúdo programático da disciplina no plano de 63 ensino, a cada início de semestre letivo, e, em caso de alterações necessárias, que os alunos sejam informados das mudanças ocorridas. Considerar-se-á aprovado em cada disciplina, o aluno que tiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e média semestral (MS) igual ou superior a 6,0 (seis inteiros) na disciplina. O curso não prevê exame final. Aos alunos que ingressaram entre 2010 e 2012, para as disciplinas que serão cursadas na fase regular correspondente, fica assegurado o sistema anterior em que se considerará aprovado em cada disciplina, o aluno que tiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e média semestral (MS) igual ou superior a 7,0 (sete inteiros). Para os alunos que não obterem a nota mínima para a aprovação terá direito ao exame final. Caso o aluno reprove e venha a cursar com outra turma deverá adequar-se a nova sistemática de nota superior a 6,0 (seis) na disciplina sem direito ao exame final. Caso o aluno não possa comparecer à avaliação, o mesmo poderá requerer junto à secretaria, no prazo regimental após a avaliação, uma nova avaliação, anexando justificativa. O resultado desta solicitação será obtido em até uma semana após a realização desta solicitação. Poderão ser validados aproveitamentos de estudos realizados pelos alunos em outra instituição de ensino superior, desde que os conteúdos estudados contemplem ao menos 75% do conteúdo da disciplina e a frequência do aluno seja de no mínimo 75%. Será considerado reprovado o aluno que: I – não obtiver frequência igual ou superior a 75%; III – não alcançar a média semestral 6,0 (seis), pois o curso não prevê exame final. É dever de o professor apresentar ao aluno o resultado das avaliações parciais no máximo, até 15 (quinze) dias após a sua realização. A regulamentação completa da organização acadêmica, em geral, e da avaliação, em particular, está materializada na “Organização Acadêmica dos Cursos de Graduação do Instituto Federal Catarinense”. O Núcleo Docente Estruturante ou o Colegiado de Curso analisará qualquer questão não regulamentada, conforme a competência de cada uma sobre a questão. 19. CORPO DOCENTE 19.1. Quadro de Docentes Efetivos O quadro atual de docentes efetivos do Curso de Agronomia está listado no quadro 07. 64 Quadro 07– Relação de docentes efetivos vinculados ao Curso de Agronomia Regime de Formação acadêmica Nome trabalho Titulação 40h/DE Graduação em Agronomia Mestrado 40h/DE Graduação em Agronomia Doutorado 40h/DE Graduação em Engenharia Florestal Mestrado 40h/DE Graduação em Engenharia de Pesca Doutorado Claudio Keske 40h/DE Graduação em Agronomia Everton Eduardo Lopes Juffo 40h/DE Graduação em Medicina Veterinária Fabrício Campos Masiero 40h/DE 40h/DE Graduação em Agronomia Graduação em Agronomia 40h/DE Graduação em Engenharia Agronômica Graduação em Licenciatura em Matemática Graduação em Engenharia Agronômica Alexandra Goede de Souza André Kuhn Raupp Bruna Verediana Muller Cesar Ademar Hermes Fernando Francisco Dillmann Pajara Fernando Joly Campos Gilberto Mazoco Jubini Gilmar Silvério da Rocha Irineu Marchi 40h/DE 40h/DE Mestrado Doutorado Mestrado Doutorado Mestrado Doutorado Doutorado 40h/DE Graduação em Licenciatura em Química Graduação em Ciências Biológicas 40h/DE Graduação em Agronomia Doutorado 40h/DE Graduação em Ciências Biológicas Doutorado Jonatas Steinbach 40h/DE Graduação em Licenciatura em Física Karla Funfgelt 40h/DE 40h/DE Graduação em Arquitetura Graduação em Licenciatura em Técnicas Agropecuárias Doutorado 40h/DE Graduação em Agronomia Doutorado 40h/DE Graduação em Meteorologia Doutorado Luiz Gustavo Dutra 40h/DE Graduação em Licenciatura em Química Marilac Priscila Vivan 40h/DE Graduação em Medicina Veterinária Marinês Dias Gonçalves 40h/DE 40h/DE Graduação em Letras Graduação em Letras 40h/DE Graduação em Agronomia Doutorado 40h/DE Graduação em Engenharia Florestal Doutorado 40h/DE 40h/DE Graduação em Farmácia Graduação em Medicina Veterinária Isabel Cristina Muller João Célio de Araújo Jonas da Silva Döge Karla Paola Picoli Leandro Luiz Marcuzzo Leonardo de Oliveira Neves Orlando Cristofolini Oscar Emilio Ludtke Harthmann Paulo José da Fonseca Pires Renata Bongiolo Magenis Rita de Albernaz Gonçalves da Silva 40h/DE Doutorado Doutorado Especialização Mestrado Mestrado Mestrado Especialização Especialização Mestrado Mestrado 65 Robinson Jardel Pires de Oliveira Romano Roberto Valicheski Rômulo João Debarba Rosana Ceolin Meneghetti Rubens Prawucki Ruy Piehowiak Sidinei Leandro Klöckner Sturmer Taise Cristine Buske Vanius Buzzatti Falleiro Ziocélito José Bardini 40h/DE Agronomia Mestrado 40h/DE Doutorado 40h/DE Graduação em Licenciatura em Ciências Agrícolas Graduação em Agronomia 40h/DE Graduação em Agronomia Doutorado 40h/DE Graduação em Letras Doutorado 40h/DE Graduação em Licenciatura em Matemática Graduação em Agronomia 40h/DE Mestrado Especialização Doutorado 20h Graduação em Agronomia Mestrado 40h/DE Graduação em Zootecnia Doutorado 40h/DE Graduação em Engenharia de Agrimensura Mestrado 19.2. Núcleo Docente Estruturante A Organização Didática dos Cursos Superiores, aprovada pela Resolução nº 057 de 2002, é que define as atribuições e composição do NDE (Núcleo Docente Básico) de um curso superior de graduação do IFC. O NDBconstitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. Deve ser constituído por membros efetivos do corpo docente do curso, que exerçam liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso. São atribuições do NDE: I – elaborar, implantar, supervisionar e consolidar o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e Projeto Político-Pedagógico Institucional (PPI) do IF Catarinense; II – contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; III – zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; IV – indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado e/ou mundo do trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; V – acompanhar todo processo didático-pedagógico, analisando os resultados do processo de ensino aprendizagem, observando o Projeto Pedagógico do Curso (PPC); 66 VI – acompanhar, junto à Coordenação do Curso, o processo do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e propor ações que garantam um nível de avaliação adequado ao Ministério da Educação (MEC) e IF Catarinense; VII – incentivar e acompanhar a produção de material científico ou didático para publicação; VIII – definir a presidência do núcleo. A constituição do NDE deverá atender, no mínimo, os seguintes critérios: I – Coordenador do Curso; II – por um mínimo de 5 (cinco) professores pertencentes ao corpo docente do curso; III – ter pelo menos 60% de seus membros com titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu; IV – ter todos seus membros em regime de trabalho de tempo parcial ou integral, sendo pelo menos 20% em tempo integral. O NDE poderá ser assessorado por um técnico administrativo em educação da área pedagógica ou NUPE, que deverá ser indicado pelos NDE. Os câmpus terão autonomia para definir as estratégias de escolha dos integrantes do NDE e garantir sua permanência por no mínimo 3 (três) anos, assegurando estratégias de renovação parcial dos integrantes. 20. CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO Quadro 08- Relação de cargo e regime de trabalho do corpo Técnico Administrativo do Câmpus Rio do Sul do Instituto Federal Catarinense. CARGA HORÁRIA Nome Maior Titulação Adriano Becker Alceu Luiz Rosa Aline Tomazia Seemann Ana Maristela O. Piedade André Munzlinger Angélica Reineri Antonio Luiz Tramontin Brunhilde Berg Fromming Carlos Leovegildo Kjellim Clóvis Cristiano Brignoli Especialização Ensino Médio Ensino Médio Daniel Fachini Especialização Cargo/Função 20h Especialização Graduação Graduação Graduação Ensino Médio Especialização Mestrado Assistente em Administração Eletricista Auxiliar em Administrativo Contadora Jornalista Enfermeira Técnico em Agropecuária Auxiliar em Enfermagem 30h 40h x x x x x x x Assistente em Administração x Técnico de Tecn. da Informação Assistente em Administração x x 67 Deisi Martignago Douglas Mateus Mello Eder Favretto Elizeti Nienckötter Emerson Montagna Emília Cristina Schlemper Eurico da P. Pittaluga Neto Fatima Rosangela de S. Saraiva Helmuth dos Santos Jorge Luis Araújo dos Santos José Gregório Volpato Judite Feliponi Laércio de Souza Maicon Fontanive Marcelo Foster Márcio Rampelotti Marco Vinicius da Silva Granez Marcos Cezar Franzão Maria Lenir Stupp Marilene Reis Schwendl er Maria de Fátima Burger Bordin Mariluci A. da Silva Mylene Hafemann Olavo Acácio Paulik Onilde Brugnerotto Osmar Gutjahr Osvaldo Bluning Rogério Krause Sarita Martins Caminã Reinicke Sergio Campestrini Sergio Luis Kreusch Especialização Ensino Médio Graduação Especialização Graduação Graduação Especialização Mestrado Ensino Médio Graduação Ensino Médio Ensino Médio Especialização Especialização Ensino Médio Ensino Médio Ensino Médio Especialização Mestrado Bibliotecária Auxiliar de Biblioteca Técnico de Agropecuária Assistente em Administração Analista de Tec. Da Informação Assistente em Administração x x x x x Tecnólogo em Cooperativismo x Laboratorista x Auxiliar de carpintaria Psicólogo x x Técnico em Agropecuária Cozinheira Pedagogo- Supervisão Educacional Técnico em Agropecuária Técnico em Agropecuária Técnico em Agropecuária Técnico em Agropecuária x x x Técnico em Agropecuária Pedagoga- Supervisão Educacional Assistente em Administração x x Assistente de Aluno x Pedagoga- Orientadora Educacional Telefonista Assistente de Aluno Técnico em Agropecuária Auxiliar de Encanador Tratorista Assistente em Administração Nutricionista x Assistente de Aluno Operador de Máquina Agrícola x x x x x x x x Especialização Especialização Especialização Ensino Médio Graduação Mestrado Ensino Médio Ensino Médio Graduação Especialização Graduação Ensino Médio x x x x x x x 21. ATIVIDADES ACADÊMICAS 68 As atividades acadêmicas objetivam a participação do estudante em atividades que busquem o desenvolvimento de conhecimentos teóricos e habilidades práticas, por meio de aulas expositivas, teóricas e práticas, de análises quantitativas e qualitativas, visuais e instrumentais, no campo e em laboratórios, em contato direto e constante com o universo das ciências agrárias, também primam pela oportunização aos estudantes de seminários, palestras e visitas técnicas. Nesse ambiente, o discente tem a oportunidade de aprender a analisar e entender esse universo, de modo a buscar e adotar formas de estabelecer uma relação respeitosa e harmoniosa entre a espécie humana e os recursos naturais existentes, com o objetivo de contribuir para o bem-estar comum sustentável. O currículo é constituído de atividades acadêmicas obrigatórias e eletivas. As atividades acadêmicas obrigatórias perfazem 80,73% da carga horária total, em que são concentrados os conteúdos básicos compostos de matérias que fornecem ao estudante o embasamento teórico necessário para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. Fazem parte das atividades acadêmicas obrigatórias também os conteúdos profissionais essenciais, compostos de matérias destinadas à caracterização da identidade profissional. As atividades acadêmicas optativas perfazem 19,3% da carga horária total e integra a parte flexível do currículo. São matérias de conteúdos profissionais específicos, que visam a contribuir para o aperfeiçoamento profissional do egresso. O estudante deverá, ainda, realizar um estágio curricular de 450 horas, o que corresponde, aproximadamente, a 9,97% da carga horária total, com o objetivo de exercitar sua profissão, complementando o treinamento recebido no curso acadêmico, mediante contato com o mundo real. 21.1. Atividades Acadêmicas Complementares Objetivando atingir o perfil profissional definido e exigido pelo mercado e também pela sociedade, a matriz curricular do Curso de Agronomia prevê a realização de atividades complementares, conforme Resolução CNE/CES nº 1, de 2 de fevereiro de 2006, que deverão ser realizadas ao longo do Curso. A ampliação do horizonte da formação profissional, possibilitando ao futuro Engenheiro Agrônomo uma formação sócio-cultural mais abrangente é a principal meta na implantação de tais atividades. Atividades como iniciação científica e tecnológica, programas acadêmicos amplos, programas de extensão universitária, visitas técnicas, participação e apresentação de trabalhos em eventos científicos, organização de eventos, estágios extracurriculares, participação em seminários e palestras, realização de cursos em áreas afins à Agronomia, dentre outras, são disponibilizadas aos discentes e estes devem cumprir um número mínimo de 120 horas (8 créditos) em atividades complementares. Ao final de cada semestre, os acadêmicos devem apresentar à Secretaria 69 Acadêmica as atividades desenvolvidas e que poderão ser computadas de acordo com a tabela de atividades complementares ao curso. As Atividades Complementares do curso de Agronomia dividem-se em cinco categorias: - ensino; - pesquisa; - extensão; - cidadania, cultura e esporte; - formação profissional. A descrição das atividades curriculares previstas, bem como osprocedimentos de avaliação dos documentos comprobatórios para a validação das horas das atividades complementares, constram na Resolução nº43 – Conselho Superior, de 2 de julho de 2013. 21.2. Atividades de Monitoria O Curso de Agronomia prevê a monitoria como uma atividade de complementação e aprofundamento dos conteúdos e das ações de formação de seu aluno. A monitoria oferecida pelo curso de Agronomia seguirá as normas já existentes no Regulamento da Instituição. A atividade de monitoria visa atender os seguintes objetivos: I - Propiciar ao acadêmico a oportunidade de desenvolver e compartilhar suas habilidades e competências para a carreira docente, nas funções de ensino; II - Assegurar a cooperação didática entre o corpo docente e discente nas funções universitárias; III - Oportunizar ao acadêmico a preparação e o direcionamento profissional técnico e/ou docente, nas várias áreas de interesse, visando seu treinamento em serviço, exploração de aptidões intelectuais e ampliar as oportunidades profissionais; IV - Oferecer aos acadêmicos de cada curso oportunidades de complementação e aprofundamentos de conteúdos nas diversas disciplinas. A atividade de monitoria, nos cursos de graduação dos Câmpus, é exercida por acadêmico regularmente matriculado, durante o período letivo e de acordo com as normas específicas de cada modalidade citada em regulamento próprio. Cabe ao professor da disciplina solicitar o auxílio de monitor mediante projeto de monitoria para a respectiva disciplina a ser encaminhado ao Coordenador do Curso. Em todas as modalidades, após o cumprimento do programa de monitoria, o monitor, se aprovado na avaliação receberá um certificado emitido pelo Instituto Federal Catarinense. Cada câmpus poderá oferecer aos seus acadêmicos a modalidade de monitoria com bolsa auxílio em disciplinas já cursadas pelo acadêmico. Nesta modalidade, o acadêmico monitor recebe 70 ajuda de custo, fixada em proposta apresentada pela Direção Geral, durante o período em que estiver realizando esta atividade. Para candidatar-se a esta modalidade o acadêmico deve: comprovar a aprovação na disciplina, quando já cursada, através do histórico escolar; ser indicado, depois de selecionado em teste classificatório específico, a ser proposto e aplicado por comissão especialmente designada para este fim, segundo critérios e procedimentos estabelecidos em Edital. Caberá ao Coordenador do Curso referendar e homologar a classificação indicada pela comissão. O programa de monitoria com bolsa auxílio, indicando o número de bolsas e respectivos valores deverão ser propostos anualmente pelo Instituto. São atribuições do monitor: auxiliar o docente nas atividades: didático - científicas, inclusive na preparação de aulas, atividades e trabalhos didáticos, atendimento e orientação de acadêmicos, em períodos por ele já cursados; auxiliar o corpo discente, sob a supervisão docente, na orientação de trabalhos de laboratório, de pesquisas bibliográficas, de trabalhos de campo e de outros compatíveis com seu grau de conhecimento e experiência; atender pequenos grupos em horários que não coincidam com os seus horários de aula. É importante salientar que fica evidente no regulamento que é vedado ao Monitor elaborar, aplicar ou corrigir provas, ministrar aulas como substituto ou outras funções exclusivamente docentes. Em relação ao regime de trabalho o programa de monitoria não implica em nenhum tipo de relação empregatícia entre o aluno e a Instituição. O Monitor exerce suas atividades sob orientação de professor responsável que zelará pelo fiel cumprimento das atividades previstas. O horário das atividades do Monitor não pode, em hipótese alguma, prejudicar as atividades discentes e será fixado no ato de designação, a carga horária compatível com as funções e atividades a serem desempenhadas. As atividades de monitoria terão no mínimo de 4 horas semanais e no máximo 20 horas semanais. As atividades do Monitor obedecem, em cada semestre, ao projeto elaborado pelo professor, aprovado pelo Coordenador do Curso nas duas modalidades. Para divulgação e supervisão das monitorias o edital para seleção de monitores na modalidade de bolsa auxílio em disciplinas já cursadas deverá constar obrigatoriamente: os critérios para recrutamento e seleção dos monitores; os planos de trabalho do programa de monitoria; os mecanismos de acompanhamento e avaliação pelo professor supervisor do trabalho do monitor; a forma de controle do encaminhamento da freqüência dos monitores. No caso dos monitores na modalidade de bolsa auxílio, o Coordenador de Curso após ter a comprovação do professor responsável pelas atividades de monitoria do acadêmico encaminhará à Direção Geral, mensalmente, a freqüência do monitor, com vistas ao pagamento da respectiva bolsa. 71 A concessão e renovação da bolsa de Monitoria dependerão da existência de vagas e da análise do desempenho do Monitor, a ser realizada pelo professor supervisor, homologada pela Coordenação do Curso. A Instituição, de acordo com a legislação própria, tomará as providências necessárias para assegurar aos monitores contra acidentes pessoais que poderão ocorrer durante o desempenho de suas atividades. 22. ESTÁGIO CURRICULAR O estágio curricular supervisionado do curso de Agronomia será obrigatório para todos os acadêmicos do curso e visa assegurar o contato do aluno com situações, contextos e instituições, permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais reais, servindo de experiência para um melhor exercício de sua profissão. A carga horária mínima é de 450 horas e será parte integrante do currículo do curso, podendo ser realizado prioritariamente no último ano do mesmo ou após o aluno ter sido aprovado em todas as disciplinas obrigatórias. Além do estágio supervisionado obrigatório, o aluno poderá realizar estágio extracurricular. A regulamentação dos estágios seguirá as normas/resoluções e ou regulamentos do IFC e as demais estabelecidas por cada câmpus, as quais deverão conter as diferentes modalidades de operacionalização, formas de apresentação e avaliação de relatórios finais, com acompanhamento individualizado, inclusive durante a fase de realização e ao final do mesmo. 22.1. Operacionalização do Estágio Curricular O Estagio Curricular Supervisionado, fazendo parte da matriz curricular, constitui-se num espaço de aprendizagem concreta de vivencia pratica do Agrônomo. O objetivo central se direciona na aplicação dos conhecimentos científicos adquiridos durante a realização do Curso e a vivência profissional nas diferentes áreas da Agronomia. O Estagio Supervisionado e obrigatório para a conclusão do curso de Agronomia conforme a Lei no 5.540/68 e decreto de Regulamentação nº 4.807/75 do Ministério de Educação e Cultura e Resolução no 48/76 e 50/76 do Conselho Federal de Educação, Parecer 1898/75 e 2911/76 que tratam dos conteúdos de Engenharia e demais normas do IFC, dentre elas o Regimento Geral dos Estágios e o Regulamento do Estágio dos câmpus. O Estagio Supervisionado, a ser realizado pelos acadêmicos do último semestre do Curso de Agronomia, consiste em trabalho a ser desempenhado pelo aluno do curso, dentro de suas áreas de atuação. Somente poderá realizar o estágio curricular obrigatório, o acadêmico que tiver concluído com êxito todas as disciplinas obrigatórias do currículo. O Estagio terá duração mínima de 450 horas, 72 efetivamente comprovadas dentro da empresa, objetivando ao acadêmico evidenciar a aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso no mercado de trabalho, moldar o perfil do profissional para que busque os conhecimentos complementares para sua futura profissão e permitir ao futuro Agrônomo a experimentação de suas habilidades pessoais e de relacionamento interpessoal. Os mecanismos de acompanhamento e de cumprimento são feitos pela Coordenadoria responsável pelos estágios na Instituição e pelo professor orientador escolhido pelo aluno. Estes consistem sistematicamente nas seguintes etapas: a) Elaboração, em conjunto com o professor orientador de estágio e o responsável técnico da empresa, do Plano de Estágio, a ser entregue junto a Coordenação de estágios, ate um prazo máximo de 30 dias após o inicio do estágio; b) Elaboração, durante a realização do estagio, do Relatório Técnico de Estágio, através de discussões realizadas entre o acadêmico, o professor orientador e o supervisor do estagiário na empresa; c) Apresentação oral do Relatório de Estagio para uma Comissão/Banca Avaliadora constituída pelo professor orientador e dois docentes, sendo um do Curso e/ou outro externo a este, com a concordância da Coordenação; Na avaliação final do estágio haverá uma nota de zero a dez que será atribuida pelo supervisor do estagiário na empresa, através de preenchimento de formulário padrão encaminhado pela Coordenação de Estágios, cujo resultado será responsável por 40% da média final. Os 60% restantes serão compostos pela avaliação realizada pelo professor orientador de estagio e pela Banca Examinadora; O acadêmico deverá apresentar após a correção final do relatório, uma copia encadernada junto a Coordenação do Curso. A definição da empresa concedente do estagio dar-se-á através de contato prévio entre o coordenador do curso e a respectiva empresa. O estagio será efetivado após a matrícula do aluno na disciplina estagio pratico profissional e, das assinaturas do Contrato de Realização de Estágio Prático Profissional firmado entre o Instituto e a Empresa e do Termo de Compromisso de Estagio firmado entre a Empresa, estagiário e o Instituto. 22.2. Orientação de Estágio Curricular A orientação do estágio é feita pelo professor orientador, no decorrer das atividades, proporcionando o pleno desempenho de ações pertinentes à realidade da profissão. As atribuições da orientação seguirão as normas e regulamento de estágio do IFC e dos Câmpus compreendendo modalidades de supervisão direta ou indireta. A supervisão direta é a 73 orientação e acompanhamento do estagiário pelo professor orientador, através de observações, contínua e direta das atividades desenvolvidas ao longo do processo. A supervisão indireta é a orientação do estagiário feita através de meios de comunicação. Todo o acadêmico estagiário deverá escolher um docente para orientá-lo desde a elaboração do plano de estágio até a conclusão do mesmo. O professor escolhido deverá ser professor efetivo do Instituto Federal Catarinense e da área de conhecimento em que se dará o estágio. Assim que o professor for escolhido o acadêmico deverá fazer o encaminhamento do seu relatório à Coordenação de Estágio para homologação. Compete ao professor orientador, orientar os acadêmicos na escolha do tema ou campo de estágio; orientar cada acadêmico individual ou coletivamente para o desenvolvimento do estágio, em conformidade com a carga horária estabelecida no regulamento do curso; orientar o acadêmico na elaboração do Plano de Estágio, na conduta junto a empresa e na elaboração do relatório de estágio. Em caso de necessidade o orientador poderá ser substituído por outro, a seu pedido ou a pedido do acadêmico. Além do professor orientador, o acadêmico deverá contar com um supervisor da empresa, indicado pela mesma com formação mínima de graduação na área específica do estágio, o qual acompanhará o acadêmico ao longo de todo o estágio. 22.3. Sistema de Avaliação do Estágio Curricular A avaliação faz parte do processo educativo de estágio e integra todas as experiências teóricas e práticas. A avaliação do estágio será feita com base na avaliação do supervisor da empresa, da apresentação do relatório de estágio e da apresentação oral (defesa) das atividades desenvolvidas durante a realização do mesmo. A avaliação do supervisor (AS) do Estágio junto a empresa de acordo com o preenchimento de formulário padrão encaminhado pela Coordenação de Estágios terá peso de 40% da nota final. A avaliação do relatório (AR) feito pelo professor orientador que considerará a (formatação padrão, apresentação, coerência das informações, desenvolvimento, conclusões e referências bibliográficas), terá valor de 20% sobre a nota final. A avaliação da Comissão/banca avaliadora (AB) após ter feito a leitura do relatório e assistido a apresentação oral, fará suas argüições ao acadêmico e atribuirá uma nota a qual terá valor de 40% sobre a nota final. Para fins de lançamento de notas, todas as avaliação, atribuirão notas de 0 (zero) a 10 (dez). 74 A média final para aprovação do acadêmico deverá ser igual ou superior a 6 (seis), seguindo-se a seguinte fórmula. MF = AS*4 + AR*2 + AB*4 10 ≥6 A Comissão/banca avaliadora deverá ser formada pelo orientador do estágio mais dois docentes, um obrigatoriamente pertencente ao curso de agronomia do IFC e outro podendo ser de outra instituição, sendo indicados pelo orientador ou pela Coordenação de Estágio. A banca examinadora em caso de sugerir correções e alterações para melhoria do relatório final definirá prazos para o acadêmico fazer as revisões solicitadas às quais deverão ser encaminhadas à Coordenação de Estágios para aceite e arquivamento. 23. ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO (Lei 11.788 de 25 de setembro de 2008) Além do estágio supervisionado obrigatório, o aluno poderá realizar estágio extracurricular em qualquer período do curso, desde que seguidas às normas institucionais e regulamentares do IFC e do Regulamento do Estágio Curricular e Extracurricular do Curso de Agronomia. 24. TRABALHO DE CURSO (TC) O Trabalho de Curso (TC) é obrigatório, faz parte da matriz curricular, possui carga horária de 60 (sessenta) horas e deve ser realizado e defendido antes do Estágio Curricular Supervisionado, isto é, preferencialmente ao final do nono semestre. Para efetuar o TC, o aluno deverá matricular-se do na secretaria acadêmica depois de ter concluído, no mínimo, 60% dos créditos da carga horária total do curso. Para matricular-se no TC o aluno deverá preencher e entregar na secretaria acadêmica o termo de compromisso de orientado e o termo de aceite do orientador disponibilizado pela Coordenação do Curso. O TC será desenvolvido sob a forma de monografia, que versará sobre temas ligados às diferentes áreas de conhecimento das Ciências Agrárias, podendo desenvolver-se através de pesquisas de campo, elaboração de metodologias, análise crítica e de reflexões sobre os conteúdos de Ciências Agrárias definidas pelas diretrizes curriculares para o curso de Agronomia. Trabalhos de pesquisa e/ou extensão desenvolvidos ao longo do curso poderão subsidiar a elaboração do TC. A apresentação do TC será realizada em defesa pública e apresentação de monografia escrita, de acordo com as normas vigentes no IF Catarinense, Câmpus Rio do Sul. O TC será avaliado mediante entrega de monografia (parte escrita) aos membros da banca examinadora e seminário de 75 apresentação (defesa oral) para uma banca formada por três profissionais, sendo um deles o orientador e dois profissionais da área de agronomia ou áreas afins. É vedada a participação de parentes do discente por consanguinidade até o quarto grau e por afinidade, na condição de orientador (a) ou integrante da banca examinadora de TC do curso. A defesa deverá ser realizada nas dependências do IF Catarinense - Câmpus Rio do Sul. A banca examinadora, após a defesa, deverá preencher ata contendo a avaliação da parte escrita e da apresentação oral. A aprovação no TC estará condicionada a obtenção da média mínima prevista na matriz curricular do Curso. Os aspectos supracitados são detalhados em Regulamento do Trabalho de Curso do Curso de Agronomia, homologado pelo seu Colegiado. 25. PESQUISA E EXTENSÃO As atividades de pesquisa seguirão regimento geral do IFC conforme Resolução no 005/2010 que dispõe sobre o Programa para concessão de Bolsas de Iniciação Científica e de Extensão e ainda a Resolução no 002/2010 que trata sobre o regulamento das atividades de pesquisa além das peculiaridades do PDI e PPI do IFC. O Curso de Agronomia do Instituto Federal Catarinense, na busca de uma identidade clara, considera estratégias pedagógicas que enfatizem a busca e a construção/ produção do conhecimento ao invés da simples transmissão e aquisição de informações. Neste sentido, o curso, além de metodologias demonstrativas, como exemplo, aulas expositivas, buscará diversificação didáticopedagógicas que privilegiem a pesquisa e a extensão como instrumentos de aprendizagem, estimulando a atitude científica. Para tanto é necessário à inserção dos acadêmicos, professores e técnicos administrativos em grupos de pesquisa e em projetos de ensino, pesquisa e extensão que tragam benefícios para a qualidade e aperfeiçoamento do ensino agronômico para a gestão institucional e para a sociedade. De acordo com o PPP da Instituição, a “articulação do ensino, pesquisa e extensão é básica para a sustentação da Instituição. A qualidade do ensino depende da competência em pesquisa. As atividades de extensão se articulam com as experiências de pesquisa e ensino.” Em consonância com essa necessidade incluímos em nosso projeto o estímulo a atividades de pesquisa e extensão, buscando formas de integrar estas atividades evitando a sua dissociação. Para que os acadêmicos tenham oportunidades de participar de atividades de pesquisa e extensão o Curso promoverá discussões sobre o que se entende por pesquisa e extensão, e o papel social destas atividades. Assim como deverão ser ampliadas as oportunidades de participação em 76 projetos de extensão, dada a importância destas atividades para a reconfiguração dos saberes das áreas de conhecimento do Curso. A organização da área de pesquisa se dará segundo Estatuto e orientações do Setor de Pós-graduação de Pesquisa e Extensão do Instituto Catarinense. Internamente o processo se dará pela organização de grupos de pesquisas, podendo dentro de suas características realizar atividades nas mais variadas linhas de pesquisa classificadas pelo CNPq. Os trabalhos desenvolvidos poderão contar com incentivos de Órgãos Financiadores como CNPq, CAPES, FAPESC e outros organismos ou empresas. 25.1 Linhas da Pesquisa As atividades de pesquisa do IF Catarinense estão regulamentadas pelas Resoluções nº 005/2010 e Resolução 002/2011, contemplando programas para concessão de bolsa de Iniciação Científica e de Extensão. O curso será conduzido de forma a oportunizar aos alunos atividades de pesquisa e extensão nas mais diversas áreas do conhecimento. Estas atividades poderão estar ligadas de forma interdisciplinar, contemplando diversas disciplinas de áreas afins. A organização da área de pesquisa se dará segundo regulamentação e orientações do Setor de Pós-graduação de Pesquisa e Extensão do Instituto Federal Catarinense. Internamente o processo se dará pela organização de grupos de pesquisas, podendo dentro de suas características proporcionar atividades nas mais variadas linhas de pesquisa classificadas pelo CNPq. Os trabalhos desenvolvidos poderão contar com incentivos de Órgãos Financiadores como CNPq, CAPES, FAPESC e outros organismos ou empresas nacionais ou internacionais. As linhas de pesquisa são as direções nas quais atuam os pesquisadores envolvidos no curso e são os guias para o desenvolvimento dos TC’s. A seguir temos uma lista das linhas de pesquisa e suas sub-linhas previstas para serem formadoras da base de pesquisa do curso: PRODUÇÃO VEGETAL AGROECOLOGIA CIÊNCIAS DO SOLO FITOSSANIDADE FITOTECNIA FORRAGICULTURA MELHORAMENTO VEGETAL E BIOTECNOLOGIA 77 PÓS-COLHEITA PRODUÇÃO, ARMAZENAGEM E BENEFICIAMENTO DE SEMENTES. PRODUÇÃO ANIMAL BROMATOLOGIA BOVINOCULTURA AVICULTURA SUINOCULTURA AQUICULTURA ENGENHARIA AGRÍCOLA GEOPROCESSAMENTO TOPOGRAFIA IRRIGAÇÃO MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA CLIMATOLOGIA CIÊNCIAS SOCIAIS ADMINISTRAÇÃO RURAL EXTENSÃO RURAL ASSOCIATIVISMO E COOPERATIVISMO 25.2 GRUPOS DE PESQUISAS CADASTRADOS NO CNPQ EM 2014 Desenvolvimento de sistemas ecológicos de vida e produção Entomologia e acarologia agrícola Fitopatologia Produção e beneficiamento de sementes Solos: atributos físicos, químicos e nutrição mineral de plantas Energia na agricultura Grupo de pesquisa interdisciplinar em educação, trabalho, meio ambiente e responsabilidade social Engenharia agrícola Aquicultura 25.3 Programa de iniciação científica 78 O Programa de Iniciação Científica – PIC é destinado a discentes regularmente matriculados em seus cursos de graduação, considerando o bom rendimento nos estudos e o potencial de talento investigativo dos que a ele se candidatarem, viabilizando a participação dos mesmos em Projetos de Pesquisa de Iniciação Científica, aprovados pela Coordenação de Pesquisa e Pós- graduação e Direção Geral. O número de bolsas-auxílio destinadas ao Programa de Iniciação Científica é definido através de Edital, por ato específico da Direção Geral ou Reitoria. Há, porém, a condição de bolsista voluntário, que poderá ser solicitada a qualquer tempo, sendo que estará ausente do recebimento de qualquer tipo de bolsa auxílio da instituição. São objetivos do Programa de Iniciação Científica: I - Em relação à Instituição: a) contribuir para a sistematização e institucionalização da pesquisa de iniciação científica no âmbito dos cursos; b) propiciar condições institucionais e de incentivo para o atendimento aos projetos de investigação científica dos seus discentes com bom desempenho acadêmico; c) tornar as ações institucionais mais pró-ativas e competitivas na construção do conhecimento novo e acessível; d) qualificar discentes, com vistas à continuidade da respectiva formação acadêmica, pelo encaminhamento dos mesmos para programas de pós-graduação. II – em relação aos discentes; a) despertar vocação científica e incentivar talentos potenciais, pela sua participação efetiva em projetos de pesquisa e investigação científica; b) proporcionar o domínio da metodologia científica, assim como, estimular o desenvolvimento do pensamento científico e da criatividade; c) despertar uma nova mentalidade em relação às atividades de pesquisa e da iniciação científica; d) preparar o discente participante do Programa de Iniciação Científica para o acesso à pósgraduação, e) aumentar a produção acadêmica dos discentes vinculados ao Programa. III – em relação aos docentes: a) Estimular docentes a se engajarem no processo de produção de conhecimento novo e otimizando a capacidade de orientação à pesquisa na instituição; b) Estimular o aumento da produção científica; 79 c) Incentivar o envolvimento de docentes em atividades de pesquisa de iniciação científica e de orientação discente; d) Melhorar a qualidade no processo ensino - aprendizagem. As linhas de pesquisa são abrangentes e comtemplam as seguintes áreas: a) Produção e melhoramento vegetal b) Produção e melhoramento animal c) Fitossanidade d) Controle biológico de pragas e doenças e) Integração lavoura-pecuária f) Preservação ambiental g) Desenvolvimento regional sustentável h) Agroindústria de produtos vegetais e animais i) Exploração racional do solo j) Paisagismo e Jardinagem k) Projetos agropecuários l) Armazenamento de produtos agropecuários m) Comercialização agrícola n) Produção orgânica e ecológica 25.4. Ações de Extensão A pesquisa acadêmica permite desvendar as diversas áreas do conhecimento humano e constitui-se como parte inseparável do ensino, dando-lhe significação sempre renovada. As atividades extensionistas constituem práticas acadêmicas articuladas ao ensino e à pesquisa, que permitem estabelecer os vínculos entre as necessidades de soluções para problemas reais da comunidade local/regional e o conhecimento acadêmico. O contato com a comunidade constitui-se como espaço privilegiado para a socialização do conhecimento produzido na Instituição, assim como para a criação de novos conhecimentos que possam contribuir para o desenvolvimento social e deve ser, por estes motivos, preocupação fundamental de todos os cursos da Instituição. Para a garantia desta articulação, a Instituição deve defender o trinômio de ensino, pesquisa e extensão, desenvolver ações para promover a integração e o diálogo permanente entre os setores responsáveis pela realização de ensino, pesquisa e extensão, garantindo também a contribuição neste processo de todos os segmentos da comunidade escolar. Além disso, deve desenvolver ações e adequar sua estrutura organizacional para promover a plenitude deste trinômio. 80 Deve, finalmente, a Instituição promover a formação inicial e continuada de acadêmicos, técnicoadministrativos e professores, a fim de que se sintam motivados e capacitados para a realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão. A clareza destas metas não exclui o reconhecimento de que este é um processo lento e gradual que demanda esforço contínuo da gestão e de toda a comunidade escolar. Quanto à extensão, o Câmpus contribuirá para o desenvolvimento da comunidade, através da atividade de Extensão. A Extensão poderá alcançar toda a coletividade ou parte dela, a instituições públicas ou privadas, abrangendo cursos e serviços que serão realizados na execução de planos específicos. As atividades de Extensão serão disciplinadas pelo Regimento Geral do Instituto Federal Catarinense. As atividades de Extensão são definidas por programas, projetos, cursos, eventos, prestação de serviços, produções e publicações bibliográficas dentro dos Cursos já em funcionamento e em implantação. Os programas são um ou mais conjuntos de ações processuais contínuas de caráter educativo, social, cultural, científico e tecnológico com clareza de diretrizes e voltadas aos objetivos da Instituição. Os cursos fornecidos pelo Instituto fazem parte de um conjunto de ações articuladas, de caráter teórico e/ou prático, presencial ou a distância, planejados e organizados de maneira sistemática, com carga horária definida e processo de avaliação formal; incluindo oficinas, laboratórios e treinamentos. Assim também, os eventos são de ações de interesse técnico, social, científico, esportivo e artístico: Assembléia; Campanha de Difusão Cultural; Campeonato; Ciclo de Estudos; Circuito; Colóquio; Concerto; Conclave; Conferência; Congresso; Conselho; Debate; Encontro; Escola de Férias; Espetáculo; Exibição Pública; Exposição; Feira; Festival; Fórum; Jornada; Lançamento de Publicações e Produtos; Mesa Redonda; Mostra; Olimpíada; Palestra; Recital; Reunião; Semana de Estudos; Seminário; Show; Simpósio; Torneio, e outros. O Instituto também presta serviços através da realização de trabalho oferecido ou contratado por terceiros, comunidade ou empresa, incluindo assessorias, consultorias e cooperação interinstitucional, inclui-se também, a produção e publicação – elaboração de produtos acadêmicos que instrumentalizam ou que são resultantes das ações de ensino, pesquisa e extensão, tais como: cartilhas, vídeos, filmes, softwares, aplicativos multimídia, protocolos, dentre outros. 26. CERTIFICAÇÃO E DIPLOMA 81 A diplomação é o ato de emissão do documento oficial do Instituto Federal Catarinense, que certifica a conclusão de curso de graduação e confere grau ao formado. Sua aplicação é efetivada com aluno regular que tenha integralizado o currículo do respectivo curso. A emissão de certificados e diplomas ficará a cargo da Reitoria do Instituto Federal Catarinense. Aos Câmpus caberá o controle da vida acadêmica do aluno, a oferta de cursos extraclasse, e de extensão, sua organização e controle. Ao aluno concluinte do Curso de Agronomia em todas as suas etapas previstas na matriz curricular inclusive prova do ENADE, será concedido diploma com o título de Engenheiro Agrônomo. Enquanto o diploma não for expedido definitivamente, o aluno concluinte poderá requerer certificado de conclusão de curso. Pontos fundamentais: • O diploma registrado confere ao seu titular todos os direitos e prerrogativas reservados ao exercício profissional da carreira de nível superior. • Para solicitar emissão/registro de diploma, o aluno deverá ter sido previamente identificado pela Coordenação de Registros Escolares como provável formando do período. • A “Relação de Prováveis Formandos do Período” será afixada em mural da Coordenação de Registros Escolares e no site da Instituição. • A Coordenação de Registros Escolares fará a integralização curricular do aluno considerando os registros que constam do “Histórico Escolar” e do “Histórico do Período”, e confrontando-os com o currículo do curso e o período de acompanhamento curricular. • O aluno que se julgar na condição de provável formando e não tiver sido identificado pela Coordenação de Registros Escolares deverá procurar o Departamento de Desenvolvimento Educacional para verificação das pertinências de conclusão do curso. • A habilitação concluída será averbada no verso do Diploma. • O aluno DCS (Portador de Diploma de Curso Superior) que estiver concluindo nova habilitação do mesmo curso e grau anteriormente obtido deverá solicitar apenas Registro/Averbação de Habilitação. • A emissão de 2ª via do diploma dar-se-á com ônus para o solicitante. • A entrega do diploma será efetivada pela Direção-Geral do Câmpus, no período estabelecido no “Calendário do Aluno”. • Para a entrega do diploma, o aluno concluinte estará sujeito às seguintes condições: não ter débito junto à Biblioteca, Coordenação-Geral de Assistência ao Educando, Laboratórios e órgãos que emprestem materiais/equipamentos; não ter débito de documentação junto à Coordenação de Registros Escolares, como: Carteira de Identidade, Título de Eleitor e comprovante de votação, 82 Certificado de conclusão do 2º grau ou documento equivalente, Histórico Escolar do 2º grau ou documento equivalente, Certificado de Alistamento Militar e Guia de Transferência (se for o caso); bem como ter participado da solenidade de outorga de grau. • Os dados de Diplomação constarão do “Livro de Registro de Diplomas”, de periodicidade semestral. • O aluno receberá o diploma junto à Coordenação de Registros Escolares, no período estabelecido no calendário da Instituição, após verificação da “Ata de Outorga de Grau”. 27. INFRAESTRUTURA 27.1. Estrutura Física e Recursos Pedagógicos Quadro 9– Estrutura Física do câmpus AMBIENTE Nº Área (m2) Salas de Aula 24 3.000 Laboratório 14 2.000 Biblioteca 01 566 Auditório 01 1.061 Poli-esportivo 01 2.546 Administrativo 30 1.870 Unidades Didática 30 4.124 Atendimento ao Aluno* 19 4.792 Serviços Gerais 28 4.320 Área Total Construída (m2) Área Total da Instituição (ha) 25.185 305 * refeitório, cozinha, alojamento, sala de TV, sala de estudos, enfermaria, consultórios médico e odontológico, etc. Além dos recursos didáticos pedagógicos, físicos e laboratoriais, a Instituição possui uma área de fazenda com um total de 280 hectares, onde possui uma divisão didática em forma de ambientes externos apropriados para pesquisa e produção, denominados Unidades Educativas de Produção (UEPs). Estas unidades contemplam a possibilidade de realização de atividades práticas das disciplinas curriculares. Os projetos instalados na área da fazenda são classificados segundo dois critérios: Projetos pela Importância Econômica Regional e Projetos Didáticos – Pedagógicos, subdivididos para as áreas de produção animal, produção vegetal, agroindústria, florestal, agroecologia e de mecanização agrícola. 83 27.1.1 Laboratórios O curso de Agronomia dispõe de vários laboratórios que são utilizados nas aulas prática e realização de pesquisa. O curso dispõe de 11 laboratórios implantados e mais quatro laboratórios que estão em fase de implantação. - Laboratório Biologia e Botânica: Com área de 100 m2 e capacidade para 20 alunos por aula prática. O laboratório conta com os seguintes equipamentos: 23 microscópios, 18 estereoscópios, 01 refrigerador, 01 estufa para secagem de matérias, 01 desumidificador de ar, 01 balança analítica, 02 dessecadores, 01 agitador vortex, 06 agitadores magnéticos, 01 sistema de osmose reversa. - Laboratório de Entomologia: Com 100 m2, contendo ambiente para aulas com capacidade para 25 alunos, sala para criação de insetos, sala para o professor e sala para câmaras para criação de insetos. O laboratório conta com os seguintes equipamentos: 25 microscópios estereoscópicos, 1 refrigerador, 1 freezer, 1 forno microondas, 2 prateleiras para crição de insetos com controle de fotoperíodo, 2 agitadores magnéticos com aquecimento, 1 estufa para secagem e esterelização, um destilados de água, 1 balança de precisão, 5 câmeras para criação de insetos tipo B.O.D. e 2 desumidificadores. - Laboratório de Física do Solo: 1 agitador de peneiras; 1 agitador de peneiras tipo Yoder, 1 Geladeira; 1 Mesa de tensão; 1 Estufa com circulação forçada de ar; 1 Estufa sem circulação forçada de ar; 2 Agitador orbital de vidraria; 1 Balança digital (1 casa decimal); 1 Balança digital (3 casas); 1 Balança digital de precisão (4 casas); 1 Agitador magnético com aquecimento; 1Tensiômetro; 1 Destilador de água; 1 Bloco digestor; 1 penetrômetro portátil, 1 Stirrer; 2 Capelas; 2 Microdestilador de nitrogênio; 1 Fotômetro de chama; 1 Espectrofotômetro; 1 Bomba de vácuo; 1 Penetrômetro digital; 1 Penetrômetro digital de bancada; 1 Deionizador de água; 1 forno mufla. - Laboratório de Genética e Melhoramento Vegetal: com área de 100 m², possui um microondas, uma cabine de fluxo laminar, uma estufa de secagem e esterilização, um freezer vertical, um refrigerador, um termociclador, um banho seco com aquecimento e resfriamento, um agitador, uma fonte de eletroforese, uma microcentrífuga, um transiluminador e um agitador magnético com aquecimento. Laboratório de Informática 01: 30 máquinas - Computador: ALL IN ONE HP (Omni Pro110 PC); Processador: Intel(R) Core(TM)2 Duo CPU E7500 @ 2.93GHz 2.94Ghz; Memória (RAM): 4,00GB (Utilizável: 3,87GB); HD: 1024 GB; Leitora/Gravadora: CD/DVD; Portas USB: 6; Entrada de som e microfone lateral; Saída de som traseira; Conectividade sem fio: WI-FI; Conectividade com fio: RJ 45 84 10/100/1000; Monitor: 21" 1600 X 900 (Recomendável); Kit teclado + mouse USB; Sistema Operacional: Windows 7 de 64 Bits. - Laboratório de Informática 02: 24 máquinas - Computador: ASROCK N68-Vs3 FX AM3 (Desktop tipo: Torre); Processador: AMD Phenon II X2 3.00GHz; Memória(RAM): 4GB DDRIII; HD: 500GB; Leitora/Gravadora: CD/DVD; portas USB: 03+02 (02 frontais); 01 Entrada de Microfone e Som (Frontal); 01 Entrada de Microfone e Som (Traseira); Painel de portas com entrada PS2 teclado/mouse; Kit teclado/Mouse; Monitor: 21"; Sistema Operacional: "Linux Ubuntu 13.04, Raring Ringtail" x86_64 x86_64 x86_64 GNU/Linux. - Laboratório de Mecanização Agrícola: Sala de aula com área de 46,7 m2 e laboratório com área de 151,4 m2 com capacidade para 37 alunos por aula prática. A sala de aula consta com 37 carteiras escolares, 1 computador desktop e um aparelho multimídia. O laboratório conta com os seguintes equipamentos: 1 trator 4x2 de 75 cv, 1 trator 4x2 TDA (com tração dianteira auxiliar) de 75 cv, 1 trator 4x2 TDA de 135 cv, 1 arado, 1 grade leve, 1 grade pesada, 1 subsolador de 7 hastes, 1 enxada rotativa, 2 distribuidores de corretivos e fertilizantes sólidos, 2 distribuidores de fertilizantes líquidos, 1 adubadora de linhas, 2 pulverizadores, 2 semeadoras adubadoras, 2 linhas de semeadora de bancada, 1 colhedora tratorizada, 1 segadora de rabiças, 2 carretas agrícolas, 1 carreta graneleira agrícola, 1 motor de bancada, 1 balança digital de precisão, 1 paquímetro digital 150 mm, 1 luxímetro, 2 termômetros laser digital, 1 decibelímetro, 1 tacômetro digital, 1 prensa hidráulica com capacidade de 45 toneladas, 1 guindaste hidráulico com capacidade de 3 toneladas, 1 torno mecânico, 1 esmeril, 1 politriz, 1 serra policorte, 1 furadeira manual, 1 serra tico-tico manual, 1 motoesmeril, 2 compressores de ar, 1 transformador de solda para eletrodo revestido, 1 conjunto de solda oxi-acetileno, 1 máquina de solda MIG. - Laboratório de Microbiologia e fitopatologia: Com 109,15 m², contendo 1 estufa de esterilização e secagem, 5 estufas de crescimento tipo BOD, 2 agitadores, 2 barilete 20 litros, 7 microscópio ótico, 12 microscópio esteroscópico, 2 banho-maria, 3 balanças, 2 agitador de tubo tipo vortex, 2 geladeira, 1 autoclave, 1 forno microondas, 1 liquidificador, 1 ventilador, 1 bomba de vácuo, 1 centrifuga, 1 câmara de fluxo laminar, 1 espectrômetro e 1 contador de colônias. - Laboratório de Piscicultura: Constituido por unidade de pesquisa em aquicultura com 3 filtros mecânicos e biológicos, 6 caixas de reservatório elevado (250 litros) e 6 bombas de água. Unidade de incubação e larvicultura contendo 10 incubadoras tipo Zoug, 1 caixa de fibra de vidro, 1 bomba d’água e 5 caixas de reservatório elevado e 1 aquecedor com termostato. Unidade de indução hormonal. Unidade de ensino contendo 6 tanques de 200 L e 4 tanques de geomembrana. 85 - Laboratório de Química: Com 103 m², com capacidade para 25 alunos, contendo 1 refrigerador, 1 freezer, 1 quadro de vidro, 1 barrilete, 3 agitadores magnéticos com aquecimento, 1 balança de precisão, 1 destilador de osmose reversa, 1 bloco digestor, 1 extrator de óleos e graxas e 1 capela. - Laboratório de Química e Fertilidade do Solo: Com 96 m², com capacidade para 28 alunos simultaneamente, contendo 1 estufa grande para amostras, 1 estufa pequena para vidraria, 1 mufla pequena, 1 mufla média, 1 agitador de tubos vortex, 1 agitador magnético com aquecimento, 2 destiladores micro kejhdal, 1 fotômetro de chama, 1 espectofotômetro, 2 pHmetros de bancada, 1 pHmetro/condutívimetro de bancada,1 quarteador de fertilizantes, 2 banho Maria, 1 capela grande, 1 capela pequena, 1 deionizador, 2 blocos digestores de 40 provas, 1 lousa branca, 1 geladeira, 1 freezer, 1 desumidificador de ar. - Laboratório de Química Geral Orgânica: Com 69 m², contendo 1 estufa, 2 capelas, 4 agitadores magnéticos, 1 geladeira, vários reagentes para experimentos, 2 balanças, 1 evaporador rotativo, 2 peagametros, 1 bomba de vácuo. 1 refrigerador de água para o vácuo, 1 sistema para tratamento de solventes, 1 destilador, 1 sistema para destilação de solventes, 6 mantas para aquecimento, várias vidrarias preparadas para síntese orgânica, vários termômetros de alta e baixa temperatura. - Laboratório de Sementes: Com 100 m² , contendo 1 balança de precisão, 1 medidor de umidade dos grãos, 1 microscópio óptico de precisão, 1 câmara fria úmida, 2 refrigeradores, 1 dessecador, 4 lupas, 3 germinadores de semesntes, 1 forno microondas, 2 microscópios estereoscópicos, 1 medidor de umidade digital, 1 prenssa de aço, 1 soprador de semesntes, 1 homogeneizador, 1 destilador, 1 soprador de semesntes, 1 calador para silos, 1 diafanoscópio para análise de pureza, 1 contador de sementes à vácuo, 1 estufa, 1 câmara de envelhecimento precoce, 1 estufa para secagem com circulação de ar, 1 phmetro, termo hidro timer, 1 testadora de arroz, 1 mesa para classificação de grãos, 1 condudivímetro e 3 câmaras de germinação tipo B.O.D. - Unidade Agroindustrial: Constituída por uma unidade de beneficiamento de alimentos de origem vegetal e duas unidades de processamento de origem animal (carnes e laticínios). Cada unidade beneficiadora conta com uma área de aproximadamente 100 m2 e todas são ligadas a uma caldeira de abastecimento de vapor. A unidade de beneficiamento de leite conta com estrutura física que dispõe de vestiários e banheiros; almoxarifado; laboratório de análises físico-químicas para a recepção do leite; sala de processamento de queijo que dispõe de tanques de coagulação e pias; sala de processamento de derivados que dispõe de tanques de fermentação e concentração, pasteurizador de placas, embaladora para produtos fluidos, dosadora para produtos pastosos, liquidificador industrial; câmara de refrigeração para armazenamento e câmara de maturação de queijos. A unidade de beneficiamento de produtos cárneos dispõe de estrutura para o abate de 86 bovinos, suínos e aves e conta com vestiários e banheiros; almoxarifado; trilhagem aérea; sala de abate; tanques de escaldagem; sala de evisceração; sala de processamento com equipamentos como balança, serra-fita, moedor e embutidor de carne; sala de maturação; sala de defumação e câmaras frias. 27.1.2. Área experimental O curso dispõe de áreas experimentais para utilização como apoio às aulas, unidades demonstrativas e de apoio para a pesquisa. A Unidade Sede ocupa uma área de 184 ha. Está área é dividida nos seguintes setores: - AGRI I – Olericultura; - AGRI II – Grandes culturas; - AGRI III – Fruticultura; - ZOO I – Avicultura; - ZOO II – Suinocultura; - ZOO III – Bovinocultura; - FLORESTA – Floricultura e manejo florestal. - Tecnologia de alimentos – Laticínios, abatedouro e laboratórios de processamento de produtos de origem vegetal e animal. A partir de 2013 foram implantadas novas áreas para pesquisa e apoio dodático próximas às salas de aula do Bloco C (utilização exclusiva do curso), bem com duas casas de vegetação ocupando uma área de 600 m2. Além da área disponível na Unidade Sede existe fazenda com área de 83 há que também é utilizada pelo curso. 27.1.3. Acervo Bibliográfico e Projeção de Expansão A Biblioteca constitui-se em prédio próprio com estrutura anexa de laboratórios, salas de aula e acesso a Internet. O Câmpus de Rio do Sul está adquirindo neste ano de 2009 os títulos necessários Para todas as disciplinas do Curso de Agronomia descritos na Bibliográfica Básica das Disciplinas do Primeiro e Segundo Semestres Letivos. Existe orçamento programado de novos 87 investimentos em títulos e periódicos para os anos seguintes, atendendo assim, a todas as necessidades do Curso. Abaixo relação dos títulos por área de conhecimento e a projeção até 2012. Quadro 11- Relação de títulos (tit.) e exemplares (ex.) existentes no acervo em 2014– Rio do Sul. Livros/folhetos Áreas Cd-rom Periódicos Outros Exemplares Títulos Exemplares Títulos Exemplares Títulos Exemplares Títulos Exemplares Ciências exatas e da 1243 terra 2079 18 25 8 12 3 108 2 8 Ciências Biológicas 849 1186 0 0 0 0 2 72 4 12 Engenharias 647 538 0 0 0 0 0 0 2 6 Ciências da Saúde 257 309 0 0 0 0 0 0 0 0 Ciências Agrárias 4070 6356 270 295 56 71 10 358 0 0 1052 23 52 24 28 2 72 0 0 Ciências Aplicadas Títulos Dvds Sociais 785 Ciências Humanas 1265 2422 0 0 0 0 1 36 5 15 Lingüística, Letras 3562 5270 0 0 0 0 2 72 10 28 Total 12678 19212 88 111 20 718 23 69 311 372 28. CONSIDERAÇÕES FINAIS Todo processo de elaboração do projeto pedagógico do curso superior em Agronomia aconteceu em esforço conjunto entre as Coordenações do Curso, das Comissões de Criação do Curso; do Núcleo Docente Estruturante e do grupo de docentes atuantes no curso, procurando propor um projeto que atenda os anseios dos acadêmicos, as normas legais e institucionais principalmente o PPI e PDI institucional. A base de todo o trabalho está em buscar o equilíbrio entre atender aos aspectos formais e os de atender ao perfil desejado do egresso. O atendimento às questões legais (normas, diretrizes e legislação), bem como as questões sociais e de formação não se esquecendo do todo institucional, desde sua visão, missão, princípios e demais aspectos norteadores do trabalho educacional e formativo, foram contemplados dentro do possível pelo currículo aqui apresentado. Longe de ser um projeto engessado e definitivo, 88 entendemos que sua renovação e atualização devará ser feito sempre que a comunidade escolar (administração, docentes e discentes) julgarem necessário a fim de que o mesmo possa atender melhor aos anseios de todos por uma sociedade melhor. 29. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Lei Federal Nº 5.194 de 24 de dezembro de 1966. Conselho Regional de Engenharia Arquitetura e Agronomia do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2001. BRASIL. Lei Federal Nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. BRASIL. Resolução Nº 1.010, de 22 de agosto de 2005. Diário Oficial da União, Brasília, 30 de ago. 2005 – Seção 1, p. 191 e 192. BRASIL. Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008. Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências. BRASIL. Resolução CNE nº 1, de 2 de fevereiro de 2006. Institui as diretrizes curriculares nacionais para o curso de graduação em Engenharia Agronômica ou Agronomia e dá outras providências; BRASIL. Resolução CNE no 2, de 18 de junho de 2007. Dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial; BRASIL. Resolução CNE no 8, de 31 de janeiro de 2007. Dispõe sobre a carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial; BRASIL. Parecer do CNE no 306/2004. Diretrizes curriculares nacionais para o curso de Engenharia Agronômica ou Agronomia; CREA. Resolução CONFEA nº 218, de 29 de junho de 1973. Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia; CREA. Resolução CONFEA no 1.010, de 22 de agosto de 2005. Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea, para efeito de fiscalização do exercício 89 profissional. EPAGRI. Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola. Síntese anual da agricultura de Santa Catarina 2007-2008. 2008. Disponível em: http://cepa.epagri.sc.gov.br:8080/cepa/ Publicacoes/sintese_2008/Sintese_2008.pdf. Acesso em: março de 2009 IBGE. Censo agropecuário 1995-1996. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/ estatistica/economia/agropecuaria/censoagro/1995_1996/default.shtm. Acesso em: março de 2009. IBGE. Estimativas populacionais dos municípios brasileiros, 2008. Disponível em: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/estimativa2008/default.shtm. Acesso em: 10 de março de 2009. 90