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INFORMATIVO MENSAL DA PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO DA PAMPULHA • ANO V • NÚMERO 57 • BELO HORIZONTE • MARÇO DE 2014
QUARESMA: TEMPO PARA DESPERTAR!
PE. WELITON DA SILVA LOPES
Não se pode trocar a roda quando
o carro encontra-se em movimento!
Mesmo os pit stop da Fórmula 1, por
mais breve, são uma parada. Mas é
possível refletir sobre o tempo, subjugados ao seu movimento interminável? Sim, é possível e inevitável,
ou seja, não se pode compreendê-lo,
mas também não há como não querer
fazê-lo. Este é o convite da Quaresma, que é um tempo dentro do Tempo que, por um momento, nos lança,
imaginativamente, para fora dele.
Contudo, mesmo por imaginação, não
podemos nos alienar do tempo: ela
nos lança para o passado, que não
existe mais, ou para o futuro, que esperamos acontecer. A vida se equilibra sobre essa tensão. No meio está
o presente, o único tempo que ‘temos
nas mãos’, o único de que dispomos.
O homem moderno não admite
o não movimento. Ele precisa estar
fazendo alguma coisa, trabalhando,
produzindo, transformando o mundo.
Rezamos enquanto trabalhamos, comemos enquanto trabalhamos, resolvemos um tanto de coisas enquanto
trabalhamos. É como se estivéssemos sozinhos diante de uma pedreira
enorme e alguém nos dissesse que só
poderemos sair dali depois de a jogarmos abaixo, dispondo apenas de
um martelo. Então, enquanto usamos
uma das mãos para martelar, estendemos a outra para o prato, para a
Bíblia, para saudar alguém.
A celebração da Quaresma nos
desloca para dentro do deserto, seguindo os passos de Jesus que, con-
duzido pelo Espírito, vai nele preparar-se, ou talvez certificar-se de que
está pronto para sua difícil missão.
Seguimos o Espírito que, na liturgia
nos propõe meditações sobre a nossa própria missão, ou melhor, sobre a
nossa participação na missão de Cristo. O deserto não é estagnação, mas
movimento. Contudo, um movimento
diferente, pois, cercado pela secura, ou seja, pelo não ser, só se pode
mergulhar dentro de nós mesmos e aí
fazer um encontro com o divino que
habita em nós.
Quaresma é o tempo da espiritualidade da solidão, embora não do isolamento. O deserto de Jesus é o paradigma para todo cristão, para que se
perceba no mundo como um ser missionário, ou seja, um ser que possui
uma missão. É verdade que a mamãe
Bem-te-vi, ao chocar os ovos e alimentar seus filhotes parece revelar-se também ela um ser de missão. E
de fato, não podemos negar a presença de uma missão dentro de todo o
processo de preparar o ninho, por os
ovos, aquecê-los, buscar o alimento,
esperar o momento de seu rebentozinho saltar para o primeiro voo. Mas,
ela faz tudo isso instintivamente, seguindo um princípio programado, que
não exige dela a consciência do que
está acontecendo. Diferentemente do
que acontece conosco, nossa missão
não é simplesmente a de preservar
nossa espécie, mas torná-la plena,
não somente como espécie, mas também como indivíduo.
É preciso então calar-se, mesmo
que o mundo exterior não silencie
nunca. É preciso mostrar-se capaz
de se reconhecer uma gota d’água no
oceano. Essa ‘gota’ se distancia das
outras, muito breve evapora. Unida
às outras, contudo, fortalece sua existência. Essa metáfora a entendamos
tanto em relação à necessidade que
temos uns dos outros, mas também à
necessidade que, todos juntos, temos
de Deus.
O deserto de Jesus é provisório:
é o tempo que ele precisa para conhecer a força humana e a confiança que tem em Deus para resistir aos
adventos que o aguardam. Assim, a
Quaresma também é um tempo provisório, sabemos quando começa e
quando termina, mas o quão diferente ao sair deste tempo dependerá da
profundidade com que mergulharmos
em sua espiritualidade.
A propósito do tema da Campanha
da Fraternidade deste ano, o tráfico
de pessoas e sua posterior exploração
são expressão vergonhosa de uma
humanidade que, não obstante tanto
desenvolvimento tecnológico, não é
capaz de encontrar meios de preservar ao ser humano seu dom mais precioso, depois da própria vida, que é a
liberdade.
A bem da verdade, estamos falando de uma espécie de barbárie, colocada em funcionamento motivada
pela ganância financeira, que revela
bem o cerne da mentalidade capitalista, que coloca em desvantagem o ser
humano em vista de seus objetivos
materiais. Uma realidade dolorosa
cuja cura depende do empenho de todos os segmentos da sociedade e de
cada um de seus indivíduos.
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SÍNTESE DO TEXTO BASE DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE
PASCOM
A CNBB nos apresenta a Campanha da Fraternidade como itinerário
de libertação pessoal, comunitária e
social. Tráfico Humano e Fraternidade
é o tema da Campanha para a quaresma em 2014. O lema é inspirado na
carta aos Gálatas: “É para a Liberdade que Cristo nos libertou” (5,1).
O Tráfico Humano viola a grandeza de filhos, é cerceamento da liberdade e o desprezo da dignidade
dos filhos e filhas de Deus. Resgatar
essa dignidade, identificar as práticas
de tráfico humano e denunciá-lo são
objetivos dessa Campanha da Fraternidade. Mobilizando cristãos e a
sociedade brasileira para erradicar o
mal do Tráfico Humano, a Campanha
propõe-se a reivindicar dos poderes
públicos, políticas e meios para a reinserção das pessoas atingidas e sensibilizar para a solidariedade com ações
preventivas.
As principais modalidades do Tráfico Humano são: Trafico para exploração no trabalho, para exploração
sexual, para extração de órgãos, para
adoção de crianças, para exploração
da força de trabalho, para atividade
ilícita. O Tráfico Humano caracteriza-se pela ampla estrutura do crime
organizado, em rotas nacionais e internacionais e internacionais, pela invisibilidade ajudada pela falta de denúncia e pelo aliciamento e a coação.
A globalização com a competição
econômica tem provocado migrações
de pessoas em busca de melhores
condições de trabalho e de vida. Essas pessoas tornam-se vulneráveis
perante a ação de tráfico humano. Temos que distinguir na migração atual,
tráfico de pessoas do contrabando de
migrantes, pois nesse último, existe o consentimento do trabalhador
sujeitando-se a uma condição de ilegalidade. Visando o lucro acima de
tudo, a globalização econômica gera
uma massa de excluídos sujeitados
à terceirização, à informalidade e as
formas precárias de trabalho. Dessa
condição aproveita-se o tráfico humano para aliciar pessoas, com propostas de trabalho enganosas.
O Tráfico Humano beneficiado por
preconceitos sociais, raciais e sexuais, agride a dignidade e liberdade de
todos, por isso sua erradicação deve
ser assumida por todos. Uma conversão dos corações para a solidariedade
e cuidado com a vida aponta para um
caminho de menos opulência, menos
concentração de riqueza e esbanjamento. Varias pastorais e organismos
envolvidos com o tema foram reunidas pela CNBB (2011) no Grupo de
Trabalho de Enfrentamento ao Tráfico
Humano. Sem essas articulações da
Igreja e também com a sociedade civil, não se transformará em realidade
os três “P’s” ( prevenção, punição e
proteção) planejados pelo II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de
Pessoas (213-216).
Fortalecer a defesa da dignidade
do ser humano e esclarecer sobre a
grave violação que o Trafico Humano
representa, exige que sejamos como
o bom samaritano. É preciso resistir
“a cultura do bem estar que leva à
globalização da indiferença” denunciada pelo Papa Francisco em Lampedusa-Italia.
Fonte: Site da Arquidiocese de Londrina
O SIGNIFICADO DO CARTAZ: FRATERNIDADE E O TRÁFICO HUMANO!
PASCOM
O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do
tráfico humano.
1- As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e
irmãs traficados e o seu sentimento
de impotência perante os traficantes.
A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico,
que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de
sua gente.
2- Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e
viola a dignidade e os direitos do ser
humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte
superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem
a fraternidade e a solidariedade, que
empobrecem e desumanizam a sociedade.
3- As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida
das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de
libertação do tráfico humano. Essa
esperança se nutre da entrega total
de Jesus Cristo na cruz para vencer as
situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que
Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças,
como as presentes nas modalidades
do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4- A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de
grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa
condição, que facilita o aliciamento
com enganosas promessas de vida
mais digna.
Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças,
adolescentes e jovens são explorados
em atividades contra a própria vontade e por meios violentos.
Fonte: Site da cnbb.org.br
Campanha da Fraternidade 2014.
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PARA MEDITAR: “O SONHO DE ZECA”!
PE. ORIONE e SOLANGE do Carmo
Zeca era um desses garotos trapalhões que não sossegam um minuto. Ia
e vinha o dia inteiro e, por onde passava, deixava todo mundo de cabelo
em pé. O menino era mesmo difícil, a
ponto de sua mãe perder a paciência.
A pobre mulher já havia tentado de
tudo para consertar o menino. Mas,
nada. Ele continuava o mesmo.
Um dia, sua mãe explodiu de raiva
e gritou bem na sua cara: “Zeca, menino perdido! Eu não aguento mais!
De hoje em diante eu te entrego para
Deus. Tudo o que você fizer, Deus vai
vigiar. E, se você fizer arte, peço a
Deus que mande um castigo do céu”.
Quando chegou a noite, Zeca foi
dormir preocupado. Ele estava meio
com medo de Deus e pensava: “Será
que Deus está com raiva de mim?
Será que vai me castigar?” Triste com
tantos pensamentos, adormeceu.
Mas, no meio da noite, Zeca teve um
sonho. Sonhou que Deus veio do céu
e sentou-se aos pés de sua cama. Deu
um sorriso bem grande e lhe disse:
- Zeca, seu bobinho, pode dormir
sossegado, que eu gosto muito de
você. Eu sou o Deus–amor e não fico
com raiva de ninguém. Não vou te
castigar, nem ficar vigiando. Você já
está bem grandinho e sabe que deve
fazer as coisas certas.
No dia seguinte, o garoto acordou
feliz. Havia percebido o quanto Deus
o amava. E – coisa engraçada! – nunca mais sentiu vontade de fazer tanta
arte. Fonte: www.fiquefirme.com.br
O SENTIDO DO JEJUM PARA OS CRISTÃOS
CARDEAL DOM ORANI TEMPESTA
O jejum é uma atitude de penitência. Significa respeitar as coisas numa
atitude de liberdade diante delas. É
uma forma que consiste na privação
de alimentos.
O jejum, no Antigo Testamento,
era um dos grandes meios de expiação e seu efeito devia ser acompanhado de sentimentos de misericórdia
(cf. Lv 16,29.31;23,27.32; Is 63,3-7).
No Novo Testamento é uma prática
de luto e de penitência e é por isso
que os Apóstolos não jejuam, enquanto o Esposo (Jesus) está com eles,
mas jejuarão quando Ele ausentar (cf.
Mt 9,14-15). Jesus, querendo expiar
nossos pecados e manifestando sua
atitude de respeito e liberdade diante
da natureza, jejua.
Então, o jejum é abrir mão de uma
comida ou de bebida, não valendo
pelo que é, mas pelo que significa.
Assim já rezava o Cânon 1251 do Código Pio-Beneditino, uma só refeição
no dia e com pequenas porções de alimento pela manhã e à tarde. Alguns
poderiam dizer que é um jejum relaxado, mas este modo vem da Tradição
da Igreja, por isso é prescrito a todos
e assim todos podem fazer jejum!
Nos nossos dias, a prática do jejum parece ter perdido um pouco do
seu valor espiritual. O jejum deve nos
ajudar a tomar consciência da situa-
ção na qual vivem tantos irmãos nossos particularmente aqueles que são
afetados pela guerra, por sofrimentos
e privações. O Papa Francisco nos
ensina que jejuar voluntariamente
ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom
Samaritano, que se inclina e socorre
o irmão que sofre.
A Igreja nos apresenta quatro tipos de jejuns: o primeiro é o Jejum
com uma refeição: O fiel poderá tomar o café da manhã como faz normalmente e depois faça apenas uma
refeição, ou o almoço ou o jantar.
Deixará de fazer uma refeição, que
será substituída por um lanche simples. Fazer jejum não significa passar
fome. Jejuar é refrear a gula e disciplinar o nosso alimentar, evitando
“beliscar” os alimentos durante o dia.
O segundo jejum é o Jejum a pão e
água: nessa categoria deve-se comer
pão quando se tem fome e beber água
UM CANTO QUE DESPERTA!
PE. WELITON DA SILVA LOPES
No espesso deserto de nosso tempo, dormem os homens! Dormem os
meninos
Que em sonho, crescem e nesse
crescendo, tecem, com fios de ouro,
seu destino.
Que sonho, que ouro e que destino? Os homens, quanta certeza lhes
dão, que possam saltar, largando o
ninho,
E incólumes pisar um firme chão?
Oh, homens, já homens, oh, não durmais! Não lhes devoteis um grão desatino.
Não lhes venha ferir o destino, os
ais que feriram vossos sonhos meninos.
Acaso, não ouvis, em redor, ferozes, os cães famintos, senhores do
mundo?
Ladram e despertam os pequenos,
suas vozes, mas não a vós deste sono
tão fundo?
Não ouvis, dos sinais dos tempos,
os sinos?
Oh, despertai-vos, vos peço, por
Deus, não pelo choro de vossos meninos, mas pelo empenho deste canto
meu.
quando se tem sede e apenas isso e
nada mais. O terceiro jejum é à base
de líquidos: o fiel não come nada, limitando-se a tomar líquidos, como chás
ou sucos de maneiras moderadas,
desde que não sejam vitaminas, não
valendo aqui o jejum à base de caldos. O quarto tipo de jejum é o Jejum
completo: quando não se come coisa
alguma e só se bebe água. Nessa categoria, recomendável para as pessoas que dedicarão o dia em oração, em
abertura à graça, à contemplação e à
interiorização.
Enfim, eis uma forte expressão comunitária que proporciona uma conversão, um recomeçar uma vida nova:
Jejum! Deus abençoe o seu jejum e
que o seu gesto de penitência ajude
a fomentar a paz no mundo, o grande
fruto desejado pelo grande mestre:
Jesus!
Fonte: Site da cnbb.org.br
HOMENAGEM
Sr. José Pedro de Oliveira
100 ANOS DE VIDA
de carinho e dedicação à
nossa paróquia.
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PARA DIVERTIR: SOPA DE LÁGRIMAS!
PASCOM
A mulher do mullá Nasrudin estava muito zangada com ele. Por isso
lhe trouxe uma sopa fervendo, e não o
avisou de que ele poderia queimar-se
ao tomá-la.
Mas ela também estava com fome
e, assim que a sopa foi servida, tomou
um gole. Lágrimas de dor saíram de
seus olhos.
Mas mesmo assim ela ainda esperava que o mullá se queimasse.
-”Minha querida, que aconteceu?”
Perguntou Nasrudin.
-”Eu só estava pensando na minha
pobre e velha mãe. Quando viva, ela
gostava muito desta sopa. Por isso as
lágrimas.”
Nasrudin então tomou um gole escaldante da própria tigela.
E lágrimas lhe escorreram pelo
rosto.
-”Está chorando, Nasrudin?” Perguntou a mulher.
-”Estou! Estou chorando ao pensar
que sua velha mãe está morta, pobrezinha! Mas que deixou alguém como
você na terra dos vivos.” Justificou
Nasrudin.
MORAL da HISTÓRIA: Não se
deve guardar mágoas e rancor. Elas só
servem para provocar mais sofrimento e revelar a intolerância humana.
Fonte: www.nasrudin.com.br
Agenda Paroquial Semanal
SEGUNDA
18 horas
Missa na Casa das Irmãs da Companhia de Maria
18h30min
Reunião dos Vicentinos (Igreja)
20 horas
Terço dos Homens (Igreja)
14h 30 min
Terço Mariano (Igreja)
15 horas
Novena da Sagrada Face (Igreja)
19 horas
Missa (Igreja)
19 horas
Reunião da Equipe de Liturgia
20 horas
Grupo de Oração (Igreja)
19 horas
Missa (Igreja)
20 horas
Reunião do Núcleo de intercessão
QUINTA
19 horas
Missa (Igreja)
SEXTA
19 horas
Missa (Igreja)
8h 30min
Catequese (Centro Pastoral)
10 horas
Intercessão das crianças (Centro Pastoral)
16h às 18h
Acampamento Maanaim (Centro Pastoral)
TERÇA
QUARTA
SÁBADO
DOMINGO
18 horas
Missa (Igreja)
8 horas
Missa (Igreja)
9 horas
Reunião do Grupo de Jovens (Igreja)
18 horas
Missa (Igreja)
Programação Paroquial de Março
2
VIII DOMINGO do TEMPO COMUM
DOMINGO da FAMÍLIA e da CARIDADE
Domingo
16 horas
Adoração ao Santíssimo - Vicentinos, Cat. Boa Viagem
13h 30min Terço
3
Receita do Padre
SANDUÍCHE CREMOSO DE FORNO
INGREDIENTES:
•1 pão de forma
•200 g de presunto
•200 g de mussarela
•1 lata de molho de tomate
•2 colheres de sopa de maionese
•2 copos de leite
•2 colheres (sopa) cheias de creme
de cebola
•Orégano
salpique com orégano.
5. Coloque mais uma camada de
pão de forma.
6. Prepare um mingau ralo com o
leite e o creme de cebola.
7. Jogue por cima e decore a seu
gosto (parmezão, azeitonas,
palmito).
8. Leve ao forno até dourar.
Use a sua criatividade...
2ª Feira
14 horas
Adoração ao Santíssimo
15 horas
Missa de Cura
5
4ª Feira
19 horas
Missa da QUARTA-FEIRA de CINZAS
6
5ª Feira
20 horas
REUNIÃO do Conselho Pastoral Paroquial
7
6ª Feira
18 horas
Adoração ao Santíssimo
19 horass
Missa com CONFISSÃO COMUNITÁRIA
8
Sábado
DIA INTERNACIONAL da MULHER
14h 15min Preparação para o Batismo (no Centro Pastoral)
Reunião da Pastoral da Saúde
I DOMINGO da QUARESMA
9
Domingo
11
3ª Feira
16
Domingo
DOMINGO da ACOLHIDA
10 horas
Batizados
20 horas
Missa de Cura com o GRUPO de ORAÇÃO
22 horas
Adoração ao Santíssimo na Catedral da BOA VIAGEM
II DOMINGO da QUARESMA
MODO DE PREPARO:
1. Em uma forma retangular dispo2.
3.
4.
nha uma camada de fatias de pão
de forma.
Cubra com uma camada fina de
maionese.
Espalhe a mussarela e o presunto.
Coloque o molho de tomate e
DOMINGO do DÍZIMO
8 horas
Missa - Início do ENCONTRO de NOIVOS
18
3ª Feira
Missa da Sagrada Face
19
4ª Feira
DIA de SÃO JOSÉ
20
5ª Feira
23
Domingo
30
Domingo
19 horas
Missa - VIA SACRA
III DOMINGO da QUARESMA
IV DOMINGO da QUARESMA
DOMINGO da MISERICÓRDIA
EXPEDIENTE: Paróquia Santo Antônio da Pampulha, Praça Santo Antônio nº 02 – Jaraguá - BH - MG | Telefax (31) 3427-2866 | Secretaria Paroquial: de 3ª a 6ªfeira de 8h às
11h e de 14h às 19h. Sábado de 16h às 19h | Pároco: Padre Weliton da Silva Lopes. Atendimento do Pároco: de 3ª a 6ª de 15h às 18h | Equipe de Comunicação / PASCOM:
Andrea Costa Barbosa, Fernanda Souza, Fernando de Pádua, Heloísa Costa Barbosa, Henrique Costa Barbosa, Irmã Maria Auxiliadora, João Lopes, Leandro Mendes, Raphaella
Goulart, Washington Oliveira, | Diagramação: Joaquim N. Barbosa | Impressão: Guia Prático Editora / Tiragem: 2000 exemplares | [email protected]
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quaresma: tempo para despertar!