UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA CENTRO CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA Projeto Político Pedagógico Matemática – Licenciatura Integral e Noturno (Campus Viçosa) VIÇOSA – MG 2013 MISSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA “Exercer uma ação integrada das atividades de ensino, pesquisa e extensão, visando à universalização da educação superior de qualidade, à promoção do desenvolvimento das ciências, letras e artes e à formação de cidadãos com visão técnica, científica e humanística, capazes de enfrentar desafios e atender às demandas da sociedade.” (Resolução 14/2006/CONSU) MEMBROS DA COMISSÃO COORDENADORA Rogério Carvalho Picanço - Departamento de Matemática Rosane Soares Moreira Viana - Departamento de Matemática Ariane Piovezan Entringer - Departamento de Matemática Daniel Heber Theodoro Franco - Departamento de Física Fernanda Moura de Oliveira – Departamento de Matemática Kennedy Martins Pedroso - Departamento de Matemática Luciana Maria Mendonça Bragança - Departamento de Matemática Marli Regina dos Santos - Departamento de Matemática Margareth da Silva Alves – Departamento de Matemática Mercio Botelho Faria – Departamento de Matemática Paulo Roberto Colares Guimarães - Departamento de Física Simone Maria de Moraes - Departamento de Matemática MEMBROS DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) Rogério Carvalho Picanço - Departamento de Matemática Rosane Soares Moreira Viana - Departamento de Matemática Ariane Piovezan Entringer - Departamento de Matemática Daniel Heber Theodoro Franco - Departamento de Física Fernanda Moura de Oliveira – Departamento de Matemática Kennedy Martins Pedroso - Departamento de Matemática Luciana Maria Mendonça Bragança - Departamento de Matemática Marli Regina dos Santos - Departamento de Matemática Margareth da Silva Alves – Departamento de Matemática Mercio Botelho Faria – Departamento de Matemática Paulo Roberto Colares Guimarães - Departamento de Física Simone Maria de Moraes - Departamento de Matemática Anderson Luis A. de Araújo - Departamento de Matemática COLABORADORES NA ELABORAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA Rosane Soares Moreira Viana - Departamento de Matemática Rogério Carvalho Picanço - Departamento de Matemática Kennedy Martins Pedroso - Departamento de Matemática Luciana Maria Mendonça Bragança - Departamento de Matemática Marli Regina dos Santos - Departamento de Matemática Simone Maria de Moraes - Departamento de Matemática IDENTIFICAÇÃO DO CURSO Curso: Graduação em Matemática Modalidade: Licenciatura Título acadêmico conferido: Licenciado em Matemática Modalidade de ensino: Presencial Regime de matrícula: Semestral Turnos de funcionamento: Integral e Noturno Tempo de duração do Curso no Turno Integral: Prazo mínimo: três anos (seis semestres) Prazo padrão: quatro anos (oito semestres) Prazo máximo: seis anos e meio (treze semestres) Tempo de duração do Curso no Turno Noturno: Prazo mínimo: três anos (seis semestres) Prazo padrão: quatro anos e meio (nove semestres) Prazo máximo: oito anos (dezesseis semestres) Carga horária total: 2.910 horas Número de vagas oferecidas: 45 vagas no Turno Integral e 40 vagas no Turno Noturno Local de funcionamento: Campus Viçosa Forma de ingresso: Conforme o Regime Didático da UFV UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA - UFV Av. P. H. Rolfs, s/n CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS - CCE Ed. Arthur da Silva Bernardes Campus Universitário CEP 36570-000 Viçosa-MG Fone: (31) 3899 1284 FAX: (31) 3899 2053 SUMÁRIO 1.APRESENTAÇÃO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA (UFV)..................................1 2.APRESENTAÇÃO DO CURSO......................................................................................................................2 2.1. HISTÓRICO DO CURSO DE MATEMÁTICA DA UFV .....................................................................2 2.2. O CURSO DE MATEMÁTICA NA UFV...............................................................................................4 3.FUNDAMENTAÇÃO LEGAL........................................................................................................................6 4.CONCEPÇÃO DO CURSO.............................................................................................................................8 5.OBJETIVOS DO CURSO................................................................................................................................8 6.PERFIL E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS...........................................................................................8 6.1.PERFIL DO LICENCIADO EM MATEMÁTICA...................................................................................8 6.2.COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO LICENCIADO EM MATEMÁTICA................................10 7.ESTRUTURA CURRICULAR......................................................................................................................12 7.1.CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO GERAL.............................................................................................12 7.2.CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA ...................................................................................13 7.3.CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL..............................................................................13 7.4. CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA...............................................................................14 7.5. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO.................................................................................15 7.6. PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR...........................................................................17 7.7. ATIVIDADES COMPLEMENTARES.................................................................................................18 7.8.EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA E AFRICANA........................................................................................18 7.9.POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL.......................................................................................19 8.INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO.....................................................................................19 9.MATRIZ CURRICULAR DO CURSO.........................................................................................................19 9.1.BIBLIOGRAFIA BÁSICA, COMPLEMENTAR E PERIÓDICOS......................................................19 10.METODOLOGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM...............................................................................20 11.AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM............................................................20 12. OUTRAS ATIVIDADES DO CURSO.......................................................................................................22 13. INGRESSO NO CURSO.............................................................................................................................22 14. APOIO AO DISCENTE..............................................................................................................................23 15. AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO ...........................................................................................................24 16. INTEGRAÇÃO COM AS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA...........................................................25 17. COLEGIADO DO CURSO ........................................................................................................................27 18. RECURSOS HUMANOS E INFRA-ESTRUTURA..................................................................................28 ANEXO I ............................................................................................................................................................1 MATRIZ CURRICULAR ..................................................................................................................................1 ANEXO II..........................................................................................................................................................13 PROGRAMAS ANALÍTICOS DAS DISCIPLINAS ......................................................................................13 ANEXO III........................................................................................................................................................14 EMENTAS DAS DISCIPLINAS .....................................................................................................................14 ANEXO V...........................................................................................................................................................1 PLANO DE ESTÁGIO ......................................................................................................................................1 ANEXO VI..........................................................................................................................................................2 ATIVIDADES COMPLEMENTARES .............................................................................................................2 ANEXO VIi.........................................................................................................................................................5 RECURSOS HUMANOS .................................................................................................................................5 ANEXO VIII.......................................................................................................................................................9 VINCULAÇÃO DE DOCENTES ÀS DISCIPLINAS ......................................................................................9 ANEXO IX........................................................................................................................................................16 ATA Nº 17 DA REUNIÃO DO CEPE .............................................................................................................16 ANEXO X.........................................................................................................................................................17 RECONHECIMENTO......................................................................................................................................17 ANEXO XI........................................................................................................................................................18 LEGISLAÇÕES................................................................................................................................................18 ANEXO XII.......................................................................................................................................................19 RESOLUÇÕES.................................................................................................................................................19 ANEXO XIII.....................................................................................................................................................20 REGIME DIDÁTICO DA UFV........................................................................................................................20 1. APRESENTAÇÃO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA (UFV) A Universidade Federal de Viçosa originou-se da Escola Superior de Agricultura e Veterinária - ESAV, criada pelo Decreto 6.053, de 30 de março de 1922, pelo então Presidente do Estado de Minas Gerais, Arthur da Silva Bernardes. A ESAV foi inaugurada em 28 de agosto de 1926, por seu idealizador Arthur Bernardes que, na época, ocupava o cargo máximo de Presidente da República. Em 1927 foram iniciadas as atividades didáticas, com a instalação dos Cursos Fundamental e Médio e, no ano seguinte, do Curso Superior de Agricultura. Em 1932 foi a vez do Curso Superior de Veterinária. No período de sua criação, o Prof. Peter Henry Rolfs foi convidado por Arthur Bernardes para organizar e dirigir a ESAV. Também veio, a convite, o Engenheiro João Carlos Bello Lisboa, para administrar os trabalhos de construção do estabelecimento. Visando ao desenvolvimento da Escola, em 1948, o Governo do Estado transformou-a na Universidade Rural do Estado de Minas Gerais - UREMG, que era composta pela Escola Superior de Agricultura, pela Escola Superior de Veterinária, pela Escola Superior de Ciências Domésticas, pela Escola de Especialização (Pós-graduação), pelo Serviço de Experimentação e Pesquisa e pelo Serviço de Extensão. Graças a sua sólida base e a seu bem estruturado desenvolvimento, a Universidade adquiriu renome em todo o País, o que motivou o Governo Federal a federalizá-la, em 15 de julho de 1969, com o nome de Universidade Federal de Viçosa. A Universidade Federal de Viçosa vem acumulando, desde sua fundação, larga experiência e tradição em ensino, pesquisa e extensão, que formam a base de sua filosofia de trabalho. Desde seus primórdios, a UFV tem se preocupado em promover a integração vertical do ensino. Nesse sentido, trabalha de maneira efetiva, mantendo atualmente, além dos cursos de Graduação e Pósgraduação, o Colégio de Aplicação (COLUNI – Ensino Médio Geral), a Central de Ensino e Desenvolvimento Agrário de Florestal (Ensino Médio Técnico e Médio Geral), a Escola Estadual Effie Rolfs (Ensino Fundamental e Médio Geral), o Laboratório de Desenvolvimento Infantil, que atende a crianças de 3 meses a 5 anos e o Laboratório de Desenvolvimento Humano, para crianças de 5 a 6 anos. Por tradição, a área de Ciências Agrárias é a mais desenvolvida na UFV, sendo conhecida e respeitada no Brasil e no Exterior. Apesar dessa ênfase na agropecuária, a Instituição vem 1 assumindo caráter eclético, expandindo-se noutras áreas do conhecimento, como Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Exatas e Tecnológicas e Ciências Humanas, Letras e Artes. Tratase de uma postura coerente com o conceito de universidade moderna, tendo em vista que a interação das diversas áreas aperfeiçoa os resultados. A UFV tem contado com o trabalho de professores e pesquisadores estrangeiros de renome na comunidade científica, que colaboram com o seu corpo docente, ao mesmo tempo em que executa um programa de treinamento que mantém diversos profissionais se especializando no País e no Exterior. Nesse particular, a UFV é, sem dúvida, uma das instituições brasileiras com índices mais elevados de pessoal docente com qualificação em nível de Pós-graduação. A Universidade tem inúmeros motivos para se orgulhar de seu passado e presente de trabalho, sacrifícios e êxitos e, por isso, sente-se forte e preparada para o futuro, pronta a oferecer soluções que efetivamente colaborem para que o Brasil enfrente, com segurança e dignidade, todas as condições adversas que se configurem na conjuntura mundial. 2. APRESENTAÇÃO DO CURSO 2.1. HISTÓRICO DO CURSO DE MATEMÁTICA DA UFV O Curso de Matemática, habilitação Bacharelado, da Universidade Federal de Viçosa (UFV) foi autorizado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) em 1971, conforme Ata no 17 de 25/06/1971. Em agosto de 1971, uma primeira turma do Curso foi implementada com três alunos oriundos de transferência interna. A primeira turma, com ingressantes via vestibular, foi iniciada em março de 1972. Em 1975, iniciou-se o Curso de Licenciatura de 1º grau em Ciências, podendo os estudantes, ao final, continuarem seus estudos, visando graduar-se também em Licenciatura Plena numa das quatro áreas: Biologia, Física, Matemática ou Química. Aos estudantes que optavam por Matemática era também oferecida a possibilidade de habilitarem-se como Bacharéis, desde que continuassem seus estudos. Em 1982, foram reestruturados os Cursos de Licenciatura Plena da UFV, conforme a Ata 171 do CEPE, de 14/10/1982, desvinculando-os do Curso de Ciências. Assim, a partir 1983, o Curso de Matemática (Bacharelado) começou a oferecer aos Bacharéis a opção de se habilitarem também como Licenciados, desde que cursassem as disciplinas de formação pedagógica. Em 1988, foi promovida uma ampla reforma na estrutura curricular do Curso de Matemática e passou-se a oferecer a possibilidade do estudante, a seu critério e sob a orientação do 2 Coordenador do Curso, fazer a Licenciatura ou o Bacharelado, de modo independente, ou graduarse em ambas as habilitações. A estrutura curricular do Curso de Matemática esteve sempre organizada de modo a atender ao currículo mínimo e à duração estabelecidos pelas resoluções do Conselho Federal de Educação, contando com disciplinas obrigatórias e optativas. O Curso de Matemática –Bacharelado – obteve o seu primeiro reconhecimento em 07/11/77 pelo Parecer 3130 e a Licenciatura Plena em Matemática da UFV foi reconhecida pelo Decreto n o 81.265 de 27/01/1978. O Curso de Matemática da UFV, nas modalidades Licenciatura e Bacharelado, foi reconhecido pelo Conselho Federal de Educação de acordo com o Parecer n o 447/82 - Portaria no405, de 29/09/82 (Bacharelado) e Portaria no 704, de 18/12/81 (Licenciatura). Em 1999, a Comissão Coordenadora do Curso de Matemática iniciou a reformulação do Projeto Pedagógico do Curso, a fim de elaborar um novo projeto para atender às Diretrizes Curriculares do MEC constantes na nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996). Nesse mesmo ano, uma comissão designada pelo Ministério da Educação (MEC), esteve presente no Departamento de Matemática da UFV (DMA), para proceder a Avaliação das Condições de Oferta do Curso. Nessa ocasião a Comissão Coordenadora apresentou a nova proposta de Projeto Pedagógico à Comissão de Avaliadores do MEC, a qual fez algumas sugestões que foram incorporadas, em sua maioria, ao novo Projeto Pedagógico do Curso. O Projeto Pedagógico PRE 011104/99, aprovado pelo Conselho Técnico de Graduação em Ata n° 301 de 08/12/1999, entrou em vigor no primeiro semestre de 2000. Nele o estudante poderia optar por graduar-se em uma das habilitações, Licenciatura ou Bacharelado, ou em ambas. Na Licenciatura, as modificações visaram dar mais consistência à formação dos profissionais do ensino de Matemática, e, para tal, criaram-se novas disciplinas que tinham como objetivo reforçar os conteúdos de conhecimento básico, bem como a Instrumentação para o Ensino de Matemática. Na área pedagógica, as disciplinas tomaram aspectos teórico-práticos, com a criação de disciplinas práticas cursadas em regime de co-requisito com as teóricas, contemplando a exigência legal das 300 horas de prática de ensino, juntamente com o estágio supervisionado. Ainda, para atender aos princípios de flexibilização, o número de disciplinas no grupo de optativas foi aumentado, contemplando uma formação diversificada para o futuro professor, tanto no aspecto de ampliar ou aprofundar seus conhecimentos na área, quanto no de adquirir conhecimentos de outras áreas, afins ou não, atendendo aos princípios da interdisciplinaridade. No ano de 2002 o MEC publicou a Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro, que em seu Artigo 1º estabelece mudanças na carga horária para os cursos de Licenciatura. Por outro lado, a 3 Resolução CNE/CP nº. 1, de 18 de fevereiro do mesmo ano, institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, em curso de Licenciatura, de graduação plena, construindo um conjunto de princípios, fundamentos e procedimentos a serem observados na organização institucional e curricular. Já os Pareceres CNE/CP 9/2001 e CNE/CP 28/2001, que fundamentam as Resoluções 1 e 2/2002 citadas acima, delineiam as alterações a serem feitas nos projetos pedagógicos da Licenciatura, principalmente no que tange à questão das práticas pedagógicas e do estágio supervisionado. Além disso, a Resolução CNE/CES 3, de 18 de fevereiro de 2003 estabelece as Diretrizes Curriculares para os Cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura, de acordo com o Parecer CNE/CES 1302/2001. Iniciou em 2009 o Curso de Matemática-Licenciatura no turno noturno, autorizado pelo CEPE-UFV em Ata no 441 de 06/09/2007. O oferecimento de 40 vagas no Curso no período noturno fez parte do Projeto da UFV para o Programa de Apoio aos Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – REUNI, instituído pelo Decreto nº 6.096, de 24 de abril de 2007 que teve como um dos objetivos dotar as universidades federais das condições necessárias para ampliação do acesso e permanência na educação superior. A presente proposta de Projeto Político Pedagógico para o Curso de MatemáticaLicenciatura, nos turnos integral e noturno, elaborada após diversas discussões entre os membros da Comissão Coordenadora do Curso, pelo Núcleo Docente Estruturante e por alguns professores do DMA, pretende atender aos princípios legais, dentro do contexto em que se insere este curso na UFV. 2.2. O CURSO DE MATEMÁTICA NA UFV O ensino básico no Brasil encontra-se em uma situação crítica, atingindo especialmente a formação matemática. Existe uma grande massa de cidadãos que, mesmo tendo concluído o ensino médio, é incapaz de manipular informações matemáticas simples − o chamado analfabetismo numérico. O fraco desempenho dos estudantes universitários nas disciplinas básicas de Matemática revela desconhecimentos de conceitos matemáticos fundamentais que deveriam ter sido assimilados durante os anos escolares anteriores. Diante dessa situação, constata-se a necessidade da oferta de cursos pelas universidades públicas e privadas que garantam a formação do profissional de ensino em Matemática, atendendo 4 às exigências da legislação vigente, visando suprir a carência de professores devidamente qualificados para assumir a docência na Educação Básica. Nesse sentido, o Curso de Matemática - Licenciatura da Universidade Federal de Viçosa se propõe a formar profissionais aptos a atuarem na Escola Básica, com capacidade de liderança e de propagador de conhecimento entre seus pares. Os alunos ingressantes no curso são, em sua maioria, oriundos de diversos estados das regiões sudeste e nordeste, de cidades próximas a Viçosa e também de cidades do norte de Minas, interior do estado do Espírito Santo e de algumas cidades da região sul da Bahia. Grande parte desses estudantes possui baixo nível socioeconômico e apresenta várias deficiências quanto ao conhecimento matemático do ensino básico, bem como, deficiências em ler, interpretar e redigir textos, em elaborar planos e estratégias para a resolução de um problema, em avaliar e/ou estimar situações e emitir respostas. Apesar da heterogeneidade na formação básica dos estudantes devido em grande parte às deficiências no ensino nas diversas regiões, as disciplinas iniciais do Curso de MatemáticaLicenciatura da UFV buscam proporcionar um nivelamento e a homogeneização dos conhecimentos destes estudantes. Assim, espera-se que no decorrer do curso, os alunos superem as dificuldades de formação, e cumpram com êxito a matriz curricular do curso, tornando-se bons profissionais. A Matriz Curricular proposta neste projeto assegura uma formação com conteúdos de diferentes áreas de conhecimento profissional, e se propõe a promover o desenvolvimento das competências específicas de um licenciado. Além disso, essa matriz não veta ao futuro licenciado a possibilidade de cursar disciplinas mais avançadas do Curso de Matemática - Bacharelado, que certamente lhe serão úteis caso venha a prosseguir seus estudos de pós-graduação ou atuar na docência em nível superior. Ao finalizar o curso de Licenciatura em Matemática da UFV, o licenciado poderá atuar no ensino de Matemática na educação básica, especificamente do 6° ao 9° ano do ensino fundamental e em todo o ensino médio. Também deverá estar apto a atuar em escolas técnicas e na educação de jovens e adultos. Dessa maneira, espera-se formar profissionais que estejam em condições de exercer posições de liderança no ensino de Matemática na educação básica da região e do país. O licenciado em Matemática deverá inserir-se na sociedade, enquanto profissional, preparado para enfrentar os desafios das rápidas transformações do mercado de trabalho, das condições de exercício profissional e até mesmo da sociedade. 5 Ele deverá ter uma visão de seu papel social de educador e capacidade de se inserir em diversas realidades com sensibilidade para interpretar as ações dos educandos. Deverá ainda contribuir com a aprendizagem da Matemática na formação dos indivíduos para a construção/exercício de sua cidadania e deverá ter capacidade de atuar com profissionalismo em situações de diversidades regionais e estruturais. A Universidade Federal de Viçosa dispõe de uma boa infra-estrutura, como alojamentos, restaurantes universitários, auxílio alimentação, etc., que permitem aos estudantes condições para desenvolver seu potencial. Além disso, o Departamento de Matemática conta com um corpo docente qualificado, comprometido com a educação de qualidade, que vem desenvolvendo projetos de extensão relacionados ao Ensino de Matemática e projetos de ensino como o PIBID- Programa de incentivo à Docência. Todos estes fatores contribuem para a excelência do Curso de Matemática da UFV. Durante o Curso os estudantes podem complementar sua formação acadêmica participando de projetos de iniciação científica e de extensão, ou ainda atuando como monitor ou tutor nas disciplinas oferecidas pelo Departamento. Os estudantes do curso têm à sua disposição laboratórios de computadores e de ensino, equipados com materiais lúdicos. A existência do Curso de Mestrado em Matemática na UFV possibilita ao licenciando o contato e a troca de experiências com estudantes de Pós Graduação no ambiente do departamento, além de oferecer a oportunidade de participar de atividades como seminários, palestras etc. Vale ressaltar que nas seis avaliações (1998-2003) realizadas pelo ENC-MEC (Provão) o Curso de Bacharelado em Matemática da UFV sempre obteve o conceito A e em 2006 obteve nota máxima no ENADE-MEC, sendo classificado entre os seis melhores cursos de Matemática do país. Em avaliação feita pelo Guia do Estudante da Editora Abril, no ano de 2011, o Curso obteve o selo de qualidade “cinco estrelas”. 3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL O Projeto Político Pedagógico do Curso de Matemática–Licenciatura, Campus Viçosa, tem como referências básicas: • Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996; • Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura, Parecer CNE/CES N° 1.302, de 06 de novembro de 2001 e Resolução CNE/CES 3, de 18 de fevereiro de 2003; 6 • Resolução CNE/CP N° 2, de 19 de fevereiro de 2002. Institui a duração e a carga horária dos cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em nível superior; • RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. • RESOLUÇÃO Nº 1, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2005. Altera a Resolução CNE/CP nº 1/2002, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de Licenciatura de graduação plena. • RESOLUÇÃO Nº 2, DE 27 DE AGOSTO DE 2004. Adia o prazo previsto no art. 15 da Resolução CNE/CP1/2002, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. • Políticas de educação ambiental, Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25 de junho de 2002; • Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de 2004; • Disciplina obrigatória/optativa de Libras, Decreto N° 5.626, de 22 de dezembro de 2005; • Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, Decreto N° 5.296/2004, com prazo de implantação das condições até dezembro de 2008; • Núcleo Docente Estruturante (NDE), Resolução CONAES N° 1, de 17 de junho de 2010; • Informações acadêmicas disponibilizadas na forma impressa e virtual conforme exigência que consta no Art. 32 da Portaria Normativa N° 40 de 12/12/2007 (alterada pela Portaria Normativa MEC N° 23 de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010; Internamente, são observadas as instruções contidas no MIPA – Manual de Instruções de Procedimentos Acadêmicos e as seguintes legislações: • Resolução do CEPE Nº 03/2010 que instituiu os Núcleos Docentes Estruturantes; • Resolução do CEPE Nº 07/2011 que aprova a forma da gestão acadêmica dos cursos de graduação da Universidade Federal de Viçosa; • ATO No 049/2010/PRE, de 29/06/2010 que instituiu a Normatização do Estágio Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da Universidade Federal de Viçosa. 7 4. CONCEPÇÃO DO CURSO O Curso de Matemática-Licenciatura foi concebido para formar professores para atuar no ensino fundamental (6º ao 9° ano) e no ensino médio, preparados para o exercício crítico e competente da docência, pautados nos valores e princípios estéticos, políticos e éticos da profissão, com iniciativa para a pesquisa e o auto-aperfeiçoamento, contribuindo para a melhoria da Educação Básica em Matemática. 5. OBJETIVOS DO CURSO Possibilitar ao licenciando, durante sua formação, situações de aprendizagens visando uma ação docente no sentido de: • Dominar os conteúdos de Matemática que serão objetos de sua atividade de ensino, praticando formas de realizar a transposição didática. • Aplicar e correlacionar os conhecimentos matemáticos na área das Ciências da Natureza. • Interagir de forma ativa e solidária com a comunidade, na busca de soluções aos seus problemas, a partir de sua atuação profissional e da utilização de métodos desenvolvidos através da Matemática. • Solucionar problemas reais da prática pedagógica, observando as etapas de aprendizagem dos estudantes, como também suas características socioculturais, mediante uma postura reflexivo-investigativa; • Participar e colaborar no processo de discussão, planejamento, execução e avaliação do projeto pedagógico da instituição em que esteja atuando. 6. PERFIL E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS 6.1. PERFIL DO LICENCIADO EM MATEMÁTICA De acordo com a LDB (9394/96), os cursos de Licenciatura visam à formação de um profissional cujo perfil é o de professor, que paute sua prática pedagógica nos princípios: • Éticos: de autonomia, de responsabilidade, de solidariedade e de respeito comum; 8 • Políticos: dos direitos e deveres da cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática; • Estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da diversidade de manifestações artísticas e culturais. Um curso de Licenciatura em Matemática tem por objetivo formar um professor de Matemática para as quatro séries finais do ensino fundamental e para o ensino médio, que seja um profissional da área da educação, capaz de deter as seguintes características: • Dominar efetivamente conhecimento matemático específico e não trivial, tendo consciência do modo de produção próprio desta ciência - origens, processo de criação, inserção cultural - tendo também conhecimento das suas aplicações em diversas áreas. • Ter uma formação de cidadão, ética e moral, que permita o exercício da docência de forma digna e responsável e a percepção do quanto o domínio de certos conteúdos, habilidades e competências, próprias à matemática, importam para o exercício pleno da cidadania. • Ser capaz de trabalhar de forma integrada em equipes da sua área e/ou de outras áreas e de exercer liderança, no sentido de conseguir contribuir efetivamente com a proposta pedagógica da sua Escola e favorecer uma aprendizagem multidisciplinar e significativa para os seus alunos. • Ter maturidade para utilizar adequadamente ou perceber o significado da precisão dedutiva num processo de demonstração, assim como para empregar procedimentos indutivos ou analógicos na criação de matemática, entendida como uma atividade de resolução de problemas, tanto na sua relação pessoal com a ciência matemática quanto na dinâmica de ensino-aprendizagem. • Compreender as características peculiares a cada um dos raciocínios típicos da matemática: o raciocínio lógico-algébrico, o combinatório, o geométrico. • Dominar a forma lógica característica do pensamento matemático e ter conhecimentos dos pressupostos da Psicologia Cognitiva de modo a compreender as potencialidades de raciocínio em cada faixa etária. Em outras palavras, ser capaz de, por um lado, favorecer o desenvolvimento de raciocínio de seus alunos e, por outro lado, não 9 extrapolar as exigências de rigor a ponto de gerar insegurança nos seus alunos em relação à matemática. • Estar familiarizado com as metodologias e materiais diversificados de apoio ao ensino, de modo a poder decidir, diante de cada conteúdo específico e cada classe particular de alunos, qual o melhor procedimento pedagógico para favorecer a aprendizagem significativa de matemática, estando preparado para avaliar os resultados de suas ações por diferentes caminhos e de forma continuada. • Perceber seu papel social de educador, capaz de se inserir em diversas realidades com sensibilidade para interpretar as ações dos alunos e ter consciência de seu papel na superação dos preconceitos, traduzidos pela rejeição, que muitas vezes estão presentes no ensino-aprendizagem da disciplina, procurando rotas alternativas de ação para leválo a desenvolver-se plenamente, com base nos resultados de suas avaliações, sendo assim motivador que desperte o desenvolvimento da autonomia nos seus alunos. • Ser engajado num processo de contínuo aprimoramento profissional, procurando sempre atualizar seus conhecimentos com abertura para adquirir e utilizar novas ideias e tecnologia visando adaptar o seu trabalho às novas demandas socioculturais. 6.2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO LICENCIADO EM MATEMÁTICA Considerando-se o perfil para o licenciado delineado anteriormente, o Curso de Licenciatura em Matemática, deve ter como objetivo desenvolver nos seus alunos as seguintes habilidades e competências: • Capacidade de expressar-se, através da comunicação escrita e oral, com clareza, precisão e objetividade. • Habilidade de discorrer sobre conceitos matemáticos, definições, teoremas, propriedades, etc., comunicar ideias e técnicas matemáticas, utilizando rigor lógicocientífico em cada situação. • Pensamento heurístico competente: analisar e formular problemas matemáticos explorando diversos aspectos, de modo a ser capaz de encaminhar e avaliar soluções, criticar e utilizar novas ideias e tecnologias para a resolução, explorar situações, 10 compreender os conceitos abstratos envolvidos, conjecturar, elaborar argumentações, interpretar e representar dados graficamente, elaborar e/ou aplicar modelos. • Domínio dos raciocínios algébrico, geométrico, combinatório de modo a poder argumentar com clareza e objetividade dentro destes contextos cognitivos, ou seja, os alunos devem desenvolver capacidade dedutiva com sistemas axiomáticos, percepção geométrico-espacial. • Capacidade de contextualizar e inter-relacionar conceitos e propriedades matemáticas, bem como de utilizá-los em outras áreas do conhecimento e em aplicações variadas. Em especial, poder interpretar matematicamente situações ou fenômenos que emergem de outras áreas do conhecimento ou de situações reais. • Visão histórica e crítica da Matemática, tanto no seu estado atual como nas várias fases da sua evolução que lhe permita tomar decisões sobre a importância relativa dos vários tópicos tanto no interior da ciência matemática como para a aprendizagem significativa do estudante da Escola Básica. • Domínio dos conteúdos básicos de matemática, estatística, informática, física e pedagogia que constam no rol dos conteúdos curriculares. É importante ressaltar que estes foram pensados de modo a garantir, não só os objetivos já apontados, como também propiciar o necessário distanciamento e visão abrangente de conteúdos além daqueles que deverão ser ministrados na Escola Básica. • Domínio dos processos de construção do conhecimento matemático próprios da criança e do adolescente, com capacidade de desenvolver estratégias de ensino que favoreçam a criatividade, a autonomia e a flexibilidade do pensamento matemático dos alunos. • Capacidade de desenvolver e estruturar projetos, avaliar livros didáticos e paradidáticos, aplicativos computacionais, e outros materiais didáticos de Matemática. • Capacidade de criar e utilizar, em sala de aula, ferramentas didático-pedagógicas tais como jogos matemáticos, material concreto, etc. e também utilizar novas tecnologias como vídeo, áudio, calculadora, computador, aplicativos computacionais entre outros. • Capacidade de organizar e estruturar cursos, planejar ações de ensino e aprendizagem de Matemática para a educação básica. • Conhecimento das propostas ou parâmetros curriculares, bem como das diversas visões pedagógicas vigentes, com capacidade de analisar criticamente propostas curriculares 11 de Matemática para a educação básica e formular a sua própria concepção diante das correntes existentes. • Vivência direta com a estrutura escolar vigente no país, contribuindo para a realização de projetos coletivos dentro da Escola Básica. 7. ESTRUTURA CURRICULAR O curso de Matemática da UFV no turno integral (campus Viçosa) oferece ao estudante a opção de Bacharelado ou Licenciatura, cuja escolha deve ocorrer ao final do primeiro semestre letivo. Já no turno noturno é oferecida somente a Licenciatura. Os conteúdos curriculares do curso estão estruturados em: formação geral, formação específica, formação profissional e formação pedagógica. Considerando tal estrutura, as áreas de conhecimento que perpassam o Curso de Matemática–Licenciatura podem ser assim delineadas: 7.1. CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO GERAL São os conteúdos considerados como básicos e imprescindíveis à formação do futuro professor. Estes conteúdos estão distribuídos em um conjunto de disciplinas relativos a Matemática Fundamental, Física e áreas afins à Matemática, da seguinte forma: A) Matemática Fundamental Consiste no conteúdo programático de Matemática ministrado nos Ensinos Fundamental e Médio, com aprofundamento das teorias e dos conceitos envolvidos, distribuído nas disciplinas: Fundamentos da Matemática Elementar I, Fundamentos da Matemática Elementar II, Fundamentos da Matemática Elementar III, Introdução à Álgebra, Geometria Analítica, Fundamentos de Geometria, Matemática Finita, Desenho Geométrico, dentre outras. B) Física Pauta-se em conhecimentos de Física Geral relevantes para o entendimento dos conceitos e técnicas matemáticas, envolvendo práticas de laboratório e noções de Física Moderna permitindo uma atuação interdisciplinar. Distribui-se nas seguintes disciplinas: Física I, Física II, Laboratório de Física A, entre outras. C) Áreas Afins à Matemática As disciplinas desse conjunto estão relacionadas a problemas e campos de aplicação das teorias matemáticas, especialmente nas áreas de Informática e Estatística, buscando valorizar o conhecimento interdisciplinar, articulando teoria e prática. Abrange conhecimentos sobre 12 linguagem algorítmica e técnicas básicas de programação, tratamento de dados utilizando os métodos estatísticos, noções básicas de probabilidades e estatística. Distribui-se nas seguintes disciplinas: Introdução à Programação I e Iniciação à Estatística. Além dessas disciplinas os alunos cursam a disciplina Português Instrumental I, com conhecimentos básicos de leitura e interpretação de texto e com possibilidade de cursarem disciplinas optativas ou facultativas, tais como Inglês e Francês. 7.2. CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA São os ampliadores do conhecimento matemático que possibilitam uma visão mais abrangente das subáreas da matemática e suas conexões com outras áreas do conhecimento. Estes conteúdos estão distribuídos nas seguintes disciplinas: Cálculo Diferencial e Integral I, Cálculo Diferencial e Integral II, Cálculo Diferencial e Integral III, Introdução à Álgebra Linear, Matemática Computacional, Noções de Equações Diferenciais Ordinárias. 7.3. CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL São aqueles imprescindíveis para a caracterização da identidade do licenciado em Matemática. As disciplinas de formação profissional têm como objetivo aprofundar os conhecimentos matemáticos, possibilitar um salto qualitativo na capacidade de abstração e propiciar uma visão mais abrangente do desenvolvimento da Matemática como ciência, apresentando cronologicamente os momentos históricos e as contribuições da Matemática no desenvolvimento do pensamento humano e nas descobertas da Ciência. Os conteúdos de formação profissional estão distribuídos nas seguintes disciplinas: Álgebra para Licenciatura, Análise para Licenciatura, História da Matemática, Fundamentos de Aritmética. A estrutura curricular do curso contempla a flexibilidade por meio da inclusão de disciplinas optativas e facultativas, que permitem a exploração e abordagem não só de temas do campo especializado, mas também de tópicos abrangentes, atuais e relevantes. Os estudantes podem cursar diferentes disciplinas optativas dentro das áreas de seu interesse. Sob a orientação do coordenador do curso, o estudante deverá complementar a sua formação com, no mínimo, 240 horas em disciplinas optativas ou facultativas. Além disso, os estudantes são estimulados a realizarem atividades complementares que visam enriquecer a sua formação, tais como iniciação científica, monitoria, tutoria, atividades de 13 extensão, programa de mobilidade acadêmica, participação em eventos e congressos, minicursos, cursos de línguas estrangeiras e participação na organização de eventos. 7.4. CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA São os conteúdos diretamente relacionados à prática de ensino e imprescindíveis à formação do Professor de Matemática. Esses conteúdos são também caracterizados pelo conhecimento sobre a educação numa abordagem dirigida ao trabalho do professor, de um ponto de vista teórico-prático. Os conhecimentos pedagógicos são aqueles que ocorrem na confluência entre as áreas pedagógicas em sentido estrito e as áreas de conteúdo específico da Matemática. Esses conhecimentos devem ir ao encontro do discurso teórico sobre Educação e a realidade concreta da sala de aula, estabelecendo pontes entre os conteúdos das diversas áreas do currículo da Licenciatura e aqueles que os egressos lecionarão em escolas do ensino básico. Ademais, estes conhecimentos devem propiciar, através de contatos com currículos, programas e materiais didáticos, uma conscientização sobre a situação atual do ensino. As disciplinas relacionadas ao conteúdo de formação pedagógica são: Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem, Didática e Estrutura e Funcionamento do Ensino Fundamental e Médio. • Psicologia da Aprendizagem São conhecimentos que têm o objetivo de capacitar os futuros professores para trabalhar com a psicopedagogia em prol do processo de desenvolvimento, tanto individual quanto social, e da aprendizagem da Matemática pelo aluno da Escola Básica. • Didática São conhecimentos que possibilitam aos futuros professores refletirem sobre a natureza e as dimensões da relação educacional, em especial, da relação e da dinâmica pedagógica, capacitando-o a fazer análises e/ou críticas de produções sobre ensino. • Estrutura e Funcionamento de Ensino São conhecimentos que proporcionam aos futuros professores condições para a compreensão da estrutura e funcionamento do Ensino básico, no âmbito da realidade escolar brasileira. Além disso, esses conhecimentos possibilitam a compreensão da estrutura administrativa da Escola Básica. 14 7.5. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O Estágio Curricular Supervisionado possibilita ao licenciando o exercício da sua futura atividade profissional sendo, portanto, um momento formativo em que se deve priorizar a vivência do estudante da Licenciatura no ambiente educacional, ou seja, nas escolas de educação básica. O Estágio Curricular Supervisionado compreende a um conjunto de atividades nas quais o estudante irá vivenciar as atividades da prática docente, bem como diferentes modos de atuação do professor e metodologias de ensino. Ele aborda diversas dimensões da atuação profissional, dando destaque para a interação do estudante na comunidade escolar, a compreensão da organização dos estabelecimentos de ensino, o planejamento escolar, a observação participativa em sala de aula e a elaboração, execução e avaliação de regência. A legislação estipula que o estágio curricular supervisionado se efetive a partir da segunda metade do curso de formação de professores e sob a forma de dedicação concentrada, a fim de que se possa realizar como coroamento formativo da relação teoria-prática. O Estágio Supervisionado de todos os Cursos de Licenciatura da UFV está estruturado a partir das normas que regulamentam os estágios de intervenção no ambiente escolar, instituído pelo ATO Nº 007/2013/PRE, de 22/02/2013 (anexo IV). O regulamento visa normatizar a organização didático-pedagógica do Estágio Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da UFV, em conformidade com a Legislação Federal, pela Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, pelo Regulamento de Estágios da UFV, aprovado pela Resolução nº 11/88/CONSU, em 17 de agosto de 1988, e pela Resolução CNE/CP nº 2, de 19 de fevereiro de 2002. As disciplinas de estágio estão distribuídas ao longo dos dois últimos anos do curso, totalizando 405 horas/aula, nas três disciplinas oferecidas pelo Departamento de Matemática: MAT394 – Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica A (120 horas) ; MAT395 – Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica B (120 horas) e MAT 396 – Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica C (165 horas). Por meio do convênio firmado entre a Pró-Reitoria de Ensino da UFV e as secretarias Estadual e Municipal de Educação, é divulgada, no início de cada semestre, a relação de escolas e professores aptos a receber estagiários. 15 A supervisão e avaliação dos Estágios Supervisionados são definidas pelo professor da disciplina (orientador de estágio) em parceria com o professor da Educação Básica, de acordo com o cronograma organizado no início de cada semestre letivo. O controle da frequência do Estagiário ocorre por meio dos seguintes instrumentos: I- Lista de presença das aulas teóricas; e II- Ficha de frequência das atividades práticas, assinada pelo Professor de espaços formais do campo de estágio ou outro profissional habilitado para supervisionar os trabalhos, da unidade concedente. Na avaliação das atividades de Estágio Supervisionado são utilizados os seguintes instrumentos: relatórios semestrais, frequência nas aulas de orientação; frequência nas aulas regenciais na unidade de ensino concedente; entre outros instrumentos avaliativos definidos pelo professor da disciplina. O estagiário que exercer atividades de docência regular na educação básica, durante a vigência do estágio, poderá ter redução de carga horária prática das disciplinas de estágio curricular supervisionado de até o máximo de 200 (duzentas) horas, de acordo com o Parágrafo Único do Artigo 1º da Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002. Para obter tal benefício, o estudante deve encaminhar ao professor da disciplina, via ofício, os documentos comprobatórios. O curso de Matemática-Licenciatura prevê a possibilidade de cumprimento de atividades de estágio obrigatório realizadas em projetos de extensão ou ensino desde que: • O estagiário esteja atuando no projeto no período da realização do Estágio e encaminhe, via ofício, os documentos comprobatórios ao professor da disciplina/coordenador do curso. • O projeto contemple atividades correlatas às atividades de estágio; • Os coordenadores da disciplina de estágio juntamente com a coordenação do curso estejam em comum acordo sobre o aproveitamento, bem como quanto à porcentagem de aproveitamento. • O estudante esteja inscrito na equipe de trabalho do projeto de extensão ou ensino, devidamente registrado na UFV; • As horas aproveitadas não sejam contabilizadas como atividades extracurriculares na disciplina MAT295-Estudos independentes. No caso em que o estudante estiver exercendo atividades de docência ou atuando em projeto de extensão ou ensino, o aproveitamento da carga horária na disciplina de estágio 16 supervisionado em que ele estiver matriculado não poderá ultrapassar cinquenta por cento da carga horária total da disciplina. Dentre as atividades correlatas às atividades de estágio, destacam-se: • Pesquisas no ambiente escolar sobre o cotidiano escolar, o funcionamento da escola e os sistemas de avaliação. • Pesquisas sobre o projeto pedagógico da escola e o currículo em matemática. • Atividades de observação participante e apoio ao professor; • Atividades de reforço, recuperação e avanço dos alunos do ensino básico; • Elaboração, implementação e avaliação de planos de aula; • Elaboração e aplicação de atividades (provas, listas de exercícios) junto aos alunos. • Participação em reuniões pedagógicas e de Planejamento Didático no ambiente escolar. • Elaboração de subsídios para o ensino e aprendizagem de matemática. O licenciando também pode realizar estágios não obrigatórios, remunerados ou não, desenvolvidos como atividade opcional, desde que devidamente regularizados e enquadrados no que a lei vigente determina. Neste caso, o aproveitamento da carga horária fica a critério da Comissão Coordenadora do Curso, não excedendo o máximo de cinquenta por cento estipulados acima. 7.6. PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR As atividades de prática consistem em procedimentos pedagógicos e tecnológicos que auxiliarão na compreensão e contextualização dos conhecimentos que constituem os componentes curriculares de formação do futuro professor. Esses procedimentos serão desenvolvidos através da observação e reflexão, visando a atuação em situações contextualizadas, com o registro das observações realizadas e a resolução de situações-problema. Além disso, estas atividades poderão ser enriquecidas com tecnologias da informação, incluindo o uso de computador e vídeo, narrativas orais, materiais produzidos pelos alunos, simulações de situações e estudos de casos. Essas atividades estão presentes desde o início do curso, em disciplinas próprias ou em algumas disciplinas existentes de caráter teórico-prático, nas quais os alunos serão estimulados a 17 confeccionar materiais didáticos direcionados ao ensino de diferentes conteúdos de Matemática e exercer atividades de simulação de aulas para o Ensino Fundamental e Médio. As atividades práticas estão distribuídas em 420 horas/aula nas seguintes disciplinas: MAT102 – Prática de Ensino de Matemática I (60 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular); MAT103 – Prática de Ensino de Matemática II (60 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular); MAT105 – Fundamentos de Matemática Elementar I (60 horas – 15 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular); MAT206 – Fundamentos de Matemática Elementar II (60 horas – 15 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular); MAT207 Prática de Ensino de Matemática III (60 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular); MAT208 - Prática de Ensino de Matemática IV (60 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular); MAT172 – Matemática Computacional (60 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular); MAT250 – Geometria Espacial (60 horas – 30 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular); MAT490 – Oficinas de Matemática (60 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular). 7.7. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares são aquelas que ampliam e completam a formação do licenciado, de natureza acadêmico-científico-cultural, que fazem parte da vida escolar do estudante universitário, relacionadas com o exercício de sua futura profissão. As atividades complementares têm caráter obrigatório, totalizando 210 horas que serão contabilizadas na disciplina MAT295 – Atividades Complementares. As regras para validação das atividades a serem contabilizadas serão determinadas pela Comissão Coordenadora do Curso de Matemática, sendo atualizadas sempre que necessário. Para o estudante matricular-se nessa disciplina ele deverá apresentar à Comissão Coordenadora, no semestre anterior à matrícula, os comprovantes que atestam a sua participação em atividades complementares, de modo que atinja a carga horária exigida, conforme as regras estabelecidas pela Comissão Coordenadora, conforme anexo V. 7.8. EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA E AFRICANA O Curso contempla atividades que envolvem a Educação das Relações Étnico-raciais, Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana nas seguintes disciplinas: MAT100 18 (Colóquios de Matemática) em que os estudantes terão seminários que abordarão temas sobre as relações étnico-raciais na educação e o estudo de história e da cultura afro-brasileira e africana. MAT295 (Atividades Complementares) em que será contabilizada carga horária de atividades extracurriculares cujos temas deverão envolver relações étnico-raciais na educação e o estudo de história e da cultura afro-brasileira e africana. MAT208 (Prática de Ensino de Matemática IV) em que são abordados tópicos de Etnomatemática. MAT490 (Oficinas de Matemática) em que serão abordados, em seminários e palestras, temas sobre as relações étnico-raciais na educação, o estuda da história afro-brasileira e africana. 7.9. POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL O Curso contempla atividades que envolvem a Educação Ambiental nas seguintes disciplinas: MAT100 (Colóquios de Matemática) em que os estudantes terão seminários que abordarão temas sobre a educação ambiental. MAT295 (Atividades Complementares) em que será contabilizada carga horária de atividades extracurriculares cujos temas deverão abordar a educação ambiental. MAT490 (Oficinas de Matemática) em que serão abordados, em seminários e palestras, temas sobre a educação ambiental 8. INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO EXIGÊNCIAS HORAS/AULA Disciplinas obrigatórias 2.670 Disciplinas optativas 240 TOTAL 2.910 9. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO A matriz curricular com informações sobre sequência de oferecimento, créditos, carga horária, pré-requisitos, co-requisitos, bem como os Programas Analíticos e as ementas de todas as disciplinas do Curso (obrigatórias e optativas) encontram-se nos anexos I, II e III. 9.1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA, COMPLEMENTAR E PERIÓDICOS. 19 A bibliografia básica e complementar, por título e por disciplina, encontra-se no anexo IV. Com relação aos periódicos especializados, os alunos do curso de Matemática - Licenciatura tem acesso, dentro do Campus UFV, a cerca de 800 periódicos de Matemática, indexados e correntes, disponibilizados no portal de periódicos da CAPES (www.periodicos.com.br), sob a forma virtual ou impressa. 10. METODOLOGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM A metodologia é focada no estudante, visto como sujeito ativo e participativo do processo de ensino e aprendizagem. Valoriza os questionamentos, as ideias e as sugestões dos estudantes, de maneira a contribuir para que o aprendizado esteja mais perto de formar cidadãos conscientes, ativos e construtores de novos argumentos. Diversas atividades são desenvolvidas, por meio de aulas teóricas e práticas, para que os estudantes pensem de forma integrada e sejam capazes de consolidar seu conhecimento. Nas aulas teóricas expositivas, o conteúdo é apresentado de maneira a estimular o diálogo entre professores e alunos, além de discussões entre os alunos, visando à construção de um raciocínio lógico sobre o assunto ou tema apresentado. São incluídas apresentações dinâmicas de trabalhos acadêmicos (escrita e oral) e grupos de discussão de casos, situações problema, análise de artigos científicos, aplicabilidade de novas tecnologias e outros assuntos que permitam aos alunos o desenvolvimento de habilidades de análise crítica e integração de conteúdos. Os conteúdos práticos mesclam aulas demonstrativas com aulas em que os alunos efetivamente elaboram e executam as atividades. 11. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM A avaliação do rendimento acadêmico encontra-se disciplinado pelo Regime Didático da Graduação que estabelece procedimentos e condições inerentes à avaliação. Entendendo que tais procedimentos não podem estar dissociados do processo ensino-aprendizagem, as avaliações deverão se pautar nos seguintes princípios: • Planejamento dos procedimentos de avaliação de forma integrada com o processo educacional, com conteúdos e objetivos bem definidos; • Utilização dos resultados dos procedimentos de avaliação para discussões e redefinições do processo ensino-aprendizagem; 20 • Realização de avaliações formativas frequentes e periódicas; • Opção preferencial pelos instrumentos de avaliação que contemplem os aspectos cognitivos, as habilidades e as competências do processo ensino-aprendizagem; • Utilização dos resultados das avaliações para monitorar a eficiência do processo ensinoaprendizagem, para orientar os professores e alunos, para estimular e acompanhar o aprendizado individual dos estudantes e para garantir a obediência a padrões mínimos de qualidade de desempenho profissional dos estudantes que irão se graduar. Ou seja, as avaliações serão utilizadas como uma forma de aprimoramento da educação do estudante e das práticas pedagógicas utilizadas pelos professores. O processo de avaliação faz parte integrante da formação do futuro licenciado, tendo a função de diagnosticar o quanto os resultados traçados no processo de formação foram alcançados. Este é um processo contínuo, e, em seu percurso, devem ser corrigidos eventuais erros e falhas e ser propostos novos rumos para que as competências estabelecidas sejam atingidas. Deve ter, ainda, a finalidade de orientar o trabalho dos docentes, possibilitando-lhes identificar em qual fase e/ou nível de aprendizagem e conhecimento se encontram os estudantes. Para isso o docente formador deverá estabelecer um diálogo contínuo com os estudantes em torno dos critérios e formas de avaliação, apresentando com clareza as etapas e os objetivos. Lembrando-lhes que ao serem avaliados também estarão aprendendo as diferentes formas de avaliar. Neste sentido, as formas de avaliação propostas neste Projeto para o Curso de MatemáticaLicenciatura são as seguintes: provas individuais, escrita ou oral; testes; trabalhos escritos individuais ou em equipe; apresentação oral individual ou em equipe; atividades investigativas; trabalhos práticos e seminários; elaboração de projetos interdisciplinares; produção de materiais didáticos; realização de pesquisa bibliográfica; observações do professor; entre outros. No ensino de Matemática, a tradicional prova individual é de grande relevância no processo de avaliação, pois permite avaliar diversas competências, tais como a capacidade de expressar-se na forma escrita com clareza e precisão, a capacidade de utilizar conceitos e técnicas, a capacidade de compreender, criticar e utilizar novas ideias na resolução de problemas, a habilidade de identificar, formular e resolver problemas usando rigor lógico-científico em sua análise e a capacidade de estabelecer relações entre a Matemática e outras áreas do conhecimento. Já as outras formas de avaliação permitem avaliar competências, como a capacidade de trabalhar em equipe, de utilizar novas tecnologias, a capacidade de aprendizagem continuada, de elaborar e analisar criticamente propostas curriculares de ensino-aprendizagem de Matemática na Educação Básica, de selecionar, analisar e produzir materiais didáticos, entre outras. 21 12. OUTRAS ATIVIDADES DO CURSO O curso propõe oferecer os seguintes grupos de atividades, com o intuito de melhorar a formação do licenciando: • Projetos de extensão, palestras, seminários e minicursos; • Projetos de iniciação à docência no ensino fundamental e médio; experiência didática na graduação, tais como monitorias e tutorias; • Projetos de iniciação científica; apresentação de trabalhos em eventos científicos, trabalhos publicados em periódicos ou anais de congressos e simpósios; • Atividades administrativas: representante estudantil em Comissões Coordenadoras do Curso, do Colegiado, Conselho Universitário, Centro Acadêmico e Diretório Central dos estudantes. 13. INGRESSO NO CURSO A UFV oferece anualmente 85 vagas para o Curso Matemática-Licenciatura, destas, 45 vagas no turno integral e 40 vagas no turno noturno. A admissão do estudante se dá por uma das seguintes modalidades: Sistema de Seleção Unificada (SISU/MEC); Programa de Avaliação Seriada para Ingresso no Ensino Superior (PASES/UFV); Concurso de Vagas Ociosas; Reativação de matrícula; Programa de Estudantes - Convênio de Graduação (PEC-G); e por outras modalidades de processos seletivos previamente aprovados pelos Colegiados Superiores da UFV. A forma de ingresso na Graduação na modalidade Concurso Vestibular vigorou até o ano de 2011, tendo sido extinta, conforme Resolução Conjunta CEPE/CONSU N° 01/11, e substituída, a partir de 2012, pelo do Sistema de Seleção Unificado (SISU) do MEC. A UFV aderiu ao SISU disponibilizando 80% (oitenta por cento) de suas vagas, ficando reservadas 20% (vinte por cento) das vagas para o processo seletivo no PASES. A UFV oferece aos estudantes ingressantes um catálogo, no qual constam o Regime Didático, a Matriz Curricular, Ementário das disciplinas, dentre outras informações. Uma cópia do Regime Didático da UFV encontra-se no Anexo XI. 22 14. APOIO AO DISCENTE Ao ingressar na UFV, cada estudante tem um Orientador Acadêmico nomeado pelo Diretor do CCE por indicação da Comissão Coordenadora do Curso. Compete ao Orientador exercer o acompanhamento acadêmico dos seus orientados e elaborar, em conjunto com seu orientado, o plano de estudo a ser cumprido. A UFV mantém programas de tutoria em disciplinas, principalmente em áreas básicas de Matemática, Química, Física e Biologia, para os alunos recém admitidos que apresentam desempenho abaixo da média da nota do Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM. Os tutores são estudantes de graduação, previamente selecionados por exames orais e escritos, que acompanham seus tutorandos em encontros semanais. Algumas disciplinas contam com o apoio de tutores que são estudantes de Pós-graduação, em especial os bolsistas do programa REUNI na UFV. Os alunos, monitores, tutores e professores de cada disciplina são integrados por uma plataforma online chamada PVANET. Essa plataforma é um canal de comunicação entre todos os atores de uma disciplina. Nela, podem ser disponibilizados roteiros de aulas práticas, anotações de aulas teóricas, cronograma, gabaritos e quaisquer outras informações relevantes aos alunos. Além disso, o Departamento de Matemática disponibiliza um site de apoio ao estudante de graduação que cursa suas disciplinas, chamado INTERMAT, onde podem ser encontradas listas de exercícios, material didático, applets java, bibliotecas on-line, links interessantes, entre outros. A UFV disponibiliza o Sistema de Apoio ao Ensino – SAPIENS que é um sistema computacional que possibilita a estudantes, professores e coordenadores de cursos o acesso a informações gerenciadas pela Diretoria de Registro Escolar. Os professores utilizam esse sistema para fazerem lançamentos de notas e faltas ao longo do semestre, deixar recados para os estudantes bem como enviar e-mails. Os estudantes podem acessar, pelo SAPIENS, seu histórico escolar, a relação de disciplinas matriculadas, cursadas e a cursar, o plano de estudos, os dados pessoais e a análise curricular (síntese da vida acadêmica). Para utilizar o sistema, o usuário deve informar o número de matrícula e a senha fornecidos pelo Registro Escolar. O Controle Acadêmico (CONAC) é um sistema utilizado pela Diretoria de Registro Escolar para gerenciamento e elaboração do horário de aulas de todos os cursos de Graduação e emissão de documentos acadêmicos. O Sistema Integrado de Atualização de Catálogo (SIAC) é um sistema utilizado pela PróReitoria de Ensino para acompanhamento e atualização dos projetos pedagógicos dos cursos, especialmente no que se refere à atualização dos planos de estudo, bibliografias e matrizes curriculares dos cursos. 23 O Sistema de Controle de Processos Acadêmicos (MIPA) é sistema utilizado por estudantes e docentes para acompanhamento de processos em tramitação em diferentes instâncias da UFV. Do ponto de vista esportivo, o Campus UFV – Viçosa conta com quadras, piscinas e outros locais para a prática de esportes, além de amplos espaços gramados e áreas reflorestadas. Há três restaurantes dentro do Campus de Viçosa, sendo um subsidiado pela UFV, o qual oferece alimentação a baixo custo aos estudantes, pesquisadores visitantes e estagiários externos, brasileiros e estrangeiros. Há também programas de assistência ao estudante em situação de vulnerabilidade sócioeconômica, oferecendo auxílio alimentação e moradia dentro do Campus, viabilizados pela PróReitoria de Assuntos Comunitários. A Divisão de Saúde da UFV oferece a toda comunidade universitária atendimento médico, odontológico e psicológico. Os estudantes que tenham filhos com idade entre 3 meses e 6 anos podem matriculá-los nos Laboratórios de Desenvolvimento Infantil (LDI) e no Laboratório de Desenvolvimento Humano, pertencentes ao Departamento de Economia Doméstica da UFV, sob a responsabilidade da área de Família e Desenvolvimento Humano. No LDI, as crianças admitidas permanecem em horário integral desenvolvendo diversas atividades adequadas a cada faixa etária, acompanhadas por profissionais formados e em formação. A UFV está também atenta à vida do estudante dentro e fora do Campus. Já foi implementado um programa de acompanhamento da rotina estudantil e devem ser propostas campanhas mais objetivas da área da saúde, relacionadas a temas como DST/AIDS, drogas, sexo, gravidez na adolescência, dentre outros. O estudante ingressante na UFV conta com o blog do calouro (www.blogdocalouro.ufv.br), no qual ele e seus familiares podem consultar informações referentes ao atendimento estudantil, ao Regimento Geral da UFV, ao Regime Didático, além de encontrarem diversas informações que buscam facilitar sua rotina durante os anos em que estiver matriculado na instituição. 15. AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO A UFV possui uma Comissão Permanente de Avaliação de Disciplinas (COPAD) que é um órgão vinculado à Pró -Reitoria de Ensino. Esse órgão foi criado com o objetivo de acompanhar as disciplinas da Graduação, diagnosticando aspectos que devem ser mantidos ou reformulados em cada uma, para fins de melhoria e busca pela excelência do ensino e aprendizagem na UFV. A 24 avaliação é realizada permanentemente por um sistema informatizado online, no qual professores e alunos aferem as disciplinas e o próprio desempenho. As informações coletadas são utilizadas pela Administração Superior, Chefias dos Departamentos, Coordenações de Curso e Professores, para análise da adequação das disciplinas ao curso. A auto-avaliação do Curso é feita internamente pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e pela Comissão Coordenadora do Curso de Matemática, que analisam periodicamente a matriz curricular e o desempenho dos estudantes e propõe ações nas áreas acadêmico-administrativas visando corrigir as deficiências detectadas. Várias ferramentas estão disponíveis para permitir o processo de autoavaliação, valendo citar: • Sistema de Apoio ao Ensino (SAPIENS); • Sistema de avaliação das disciplinas da UFV, coordenado pela Comissão Permanente de Avaliação de Disciplinas (COPAD). Também são utilizadas na auto-avaliação do Curso, indicadores externos obtidos por entidades governamentais e privadas, tais como: • Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) que analisa as instituições, os cursos e o desempenho dos estudantes. Ele reúne informações do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e das avaliações institucionais e dos cursos. O ENADE avalia rendimento dos estudantes dos cursos de Graduação, ingressantes e concluintes, e é obrigatório para os estudantes selecionados. A periodicidade máxima com que cada área do conhecimento é avaliada é trienal. Os processos avaliativos do SINAES são coordenados e supervisionados pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (CONAES). • Conceito Preliminar de Curso (CPC) que é um indicador prévio calculado pelo MEC sobre situação dos cursos de graduação no País e representa efetivamente o que se espera de um curso em termos de qualidade e excelência. • Guia do Estudante, da Editora Abril, que avalia anualmente a qualidade de cursos de Graduação no país e disponibiliza índices de desempenho e competência dos cursos das Instituições de Ensino Superior. 16. INTEGRAÇÃO COM AS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA O curso de Matemática–Licenciatura desenvolve diversos projetos de extensão e ensino, além de estabelecer outros convênios, visando estimular a cooperação entre Universidade e Escola 25 de educação Básica e o ensino aprendizagem da Matemática. Estes projetos promovem a formação do licenciando na prática e estabelecem parcerias entre as instituições de ensino e a universidade. Por meio delas, os estudantes tem um envolvimento direto com alunos do Ensino Fundamental e Médio, conhecem melhor o ambiente escolar em suas condições reais, podendo interferir de forma positiva nessa realidade. A UFV participa dos seguintes programas institucionais: • PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência Este programa tem como principal objetivo promover a formação do licenciando, oferecendo bolsas de iniciação à docência aos estudantes de cursos presenciais que realizam atividades nas escolas públicas. Assim, o PIBID busca antecipar o vínculo entre os futuros professores e as salas de aula da rede pública, por meio da articulação entre os cursos de licenciatura e as escolas estaduais e municipais. Entre as propostas do PIBID está o incentivo à carreira do magistério nas áreas da educação básica com maior carência de professores com formação específica, como ciência e matemática do sexto ao nono ano do ensino fundamental e física, química, biologia e matemática para o ensino médio. • PROEXT - Programa de Extensão Universitária Este programa é destinado a apoiar as Instituições públicas de educação superior no desenvolvimento de projetos de extensão universitária, com vistas a ampliar sua interação com a sociedade, estimular o desenvolvimento social e crítico dos estudantes, bem como a atuação do profissional pautada na cidadania e na função social da educação superior, além de contribuir para a melhoria da qualidade da educação brasileira por meio do contato direto dos estudantes com realidades concretas e da troca de saberes acadêmicos e populares. • PRODOCÊNCIA – Programa de Consolidação das Licenciaturas Este programa tem como finalidade o fomento à inovação e à elevação da qualidade dos cursos de formação para o magistério da Educação Básica, na perspectiva de valorização da carreira docente. O programa apoia projetos que se enquadrem entre os objetivos do programa. Dentre estes, destacam-se: i) fomento a projetos pedagógicos que renovem a estrutura acadêmica e curricular dos cursos de licenciatura; ii) fomento à experiências metodológicas e práticas docentes de caráter inovador; iii) fomento a propostas que integrem a educação superior com a educação básica, de articulação entre teoria e prática e cooperação entre unidades acadêmicas . Além desses programas, a UFV participa do Programa Jovens Talentos para a Ciência, o novo programa de incentivo à iniciação científica que tem o objetivo de inserir precocemente os estudantes no meio científico e também do Programa de Licenciaturas Internacionais 26 CAPES/Universidade de Coimbra, um convênio assinado entre o Brasil e Portugal – ou seja, entre a CAPES e a Universidade de Coimbra, de 29/05/2010 – com vistas a possibilitar melhorias na formação inicial de professores, bem como possibilitar aos estudantes condições para vivenciar a cultura e o conhecimento em outro país e. Dessa maneira, a UFV tem favorecido a formação de um novo perfil para o profissional da Educação, de modo a atuar na Educação Básica com plenas condições para desenvolver um trabalho de qualidade e relevância. 17. COLEGIADO DO CURSO A Coordenação Didática Pedagógica do curso de Matemática-Licenciatura, sob a administração do Centro de Ciências Exatas (CCE), é exercida por uma Comissão Coordenadora constituída de dois representantes do departamento de Física (DPF) e de sete docentes do departamento de Matemática (DMA). Compete a esta Comissão (Resolução CEPE 07/2011): • Elaborar, manter atualizado e propor modificações no projeto pedagógico do curso; • Exercer a coordenação didático-pedagógica do curso, segundo as normas vigentes; • Acompanhar a orientação acadêmica dos estudantes do curso; • Avaliar, anualmente, o desenvolvimento do curso, tendo como base o instrumento de avaliação institucional e encaminhar o relatório padronizado, à Câmara de Ensino, até a 4ª semana do 1º período letivo de cada ano; • Encaminhar às Câmaras de Ensino a proposta de criação de disciplinas de interesse do curso; • Propor às Câmaras de Ensino a criação de disciplinas de interesse do curso; • Manifestar sobre as modificações dos programas analíticos das disciplinas do curso; • Propor critérios para os processos seletivos de ingresso no curso; • Pronunciar sobre solicitações de aproveitamento e equivalência de disciplinas, ouvidos os departamentos envolvidos, se necessário pronunciar sobre as solicitações de estudantes para cursar disciplinas em outras instituições de ensino, no programa de mobilidade acadêmica, bem como a equivalência entre as disciplinas a serem cursadas. • Pronunciar sobre a dispensa de pré ou correquisito, solicitadas por estudantes regulares, ouvidos os Departamentos envolvidos, se necessário, em casos não previstos no Regime Didático da UFV; 27 • Selecionar os candidatos a estágio ou atividades de experiência profissional no exterior, em consonância com a coordenação do convênio na UFV; • Indicar, ao Diretor de Centro, os nomes dos Orientadores Acadêmicos, se necessário; • Opinar sobre solicitações de estudantes e outros assuntos concernentes ao curso, não previstos nos incisos anteriores, em consonância com os Órgãos Superiores; • Analisar os principais indicadores acadêmicos do curso, dentre eles: índice de reprovação, taxa de evasão, taxa de conclusão de curso, coeficientes de rendimento, avaliação de disciplinas A Comissão Coordenadora se reúne ao menos quatro vezes por período letivo, por convocação do seu Presidente ou da maioria de seus membros, sendo necessário estarem presentes, no mínimo, 50% dos membros mais um. A convocação deverá ser realizada com no mínimo 48 horas de antecedência, incluindo a pauta de assuntos, ressalvadas as disposições em contrário. As decisões da Comissão Coordenadora são tomadas pela maioria dos membros presentes, obedecendo ao disposto no Regimento Geral. Em caso de empate na votação de uma decisão, o presidente exercerá o voto de qualidade. O registro das reuniões é feito em ata, que, depois de discutida e aprovada, é assinada pelo presidente e um dos membros da Comissão. Cabe ao Coordenador encaminhar os processos, com pareceres e deliberações da Comissão Coordenadora, aos órgãos competentes. 18. RECURSOS HUMANOS E INFRA-ESTRUTURA O Departamento de Matemática da UFV (DMA) oferece os cursos de MatemáticaBacharelado, Matemática-Licenciatura nas modalidades presencial e a distância, Mestrado Acadêmico em Matemática e Mestrado Profissional. Ele está localizado na ala A do terceiro e quarto andar do prédio do Centro de Ciências Exatas da UFV (CCE) e conta com diversos ambientes nos quais são realizadas atividades de ensino, pesquisa e extensão e desenvolvidas as atividades da secretaria e coordenação do curso. Dispõe de: 30 (trinta) gabinetes com área aproximada de 12,5 m2 cada, que são utilizados pelos professores (na maioria individualmente); uma sala de seminário de 32,44 m 2 com uma TV LCD de 42 polegadas; e uma sala de reuniões de 49,78 m2. Todos os gabinetes são equipados com um computador por docente. A secretaria de graduação possui 40,13 m2 e dispõe de 3 computadores e 3 impressoras. Na secretaria encontram- 28 se a disposição dos professores para auxiliar em suas atividades: 5 notebooks, 3 projetores multimídia, 1 copiadora/impressora e 1 filmadora. A Coordenação do Curso de Matemática, localizada na sala 309 do CCE, dispõe de um espaço físico de 16,74 m 2 e possui os seguintes equipamentos: 2 computadores ligados à internet, 1 impressora, 1 projetor multimídia, 2 notebooks. O departamento possui ainda dois laboratórios de informática de área 32,90 m2 e 34,19 m2 e um laboratório de ensino de área 32,90 m2 que são utilizados por docentes e estudantes do curso em aulas práticas ou atividades de estudo. Cada laboratório de informática possui em média 16 computadores com sistema operacional Linux e acesso à internet. Estes laboratórios estão disponíveis aos alunos nos horários de funcionamento da secretaria. O DMA oferece acesso à rede Wi-Fi disponibilizada em suas dependências. Também são amplamente utilizados em atividades do curso um auditório e uma biblioteca setorial localizados no prédio do CCE. O Centro Acadêmico da Matemática (CAMat) está localizado no subsolo do Centro de Vivência do campus da UFV. A área total é de aproximadamente 9 m². Sua estrutura serve como base de reuniões e espaço de socialização para os estudantes do Curso de Matemática. Pode-se entrar em contato com o CAMat pelo e–mail [email protected]. As disciplinas do Curso de Matemática-Licenciatura são também realizadas em outros ambientes da UFV, tais como: laboratórios de informática localizados no prédio da Caixa Econômica Federal; laboratórios de física localizados no CCE, salas localizadas nos pavilhões de aulas (PVA e PVB). Atualmente, encontra-se em construção um terceiro pavilhão de aulas, o PVC. Os pavilhões de aula possuem diversas salas com capacidade variável (de 20 a 60 estudantes) e auditórios com capacidade para 150 estudantes. Grande parte das salas de aulas possui recursos de projeção multimídia e acesso à Internet e todas possuem quadro negro e ventiladores de teto. A Biblioteca Central presente no campus de Viçosa dispõe de um acervo de aproximadamente 173.620 livros e mais de 7.581 títulos de periódicos, além de um banco de teses com 28.129 registros e 2.636 obras em Braille. Dispõe ainda de publicações seriadas (43.970), teses (28.129), separatas (10.540), relatórios (10.689), folhetos (5.308), obras raras (1.298), recortes de jornais (2.902), microfichas (3.361), microfilmes (110), videotape (621) e outros materiais especiais (5.542). A UFV oferece pleno acesso ao Portal de Periódicos da CAPES (http://www.periodicos.capes.gov.br), que é uma das maiores bibliotecas virtuais do mundo, permitindo a realização de pesquisa bibliográfica atualizada e rápida, em todos os pontos de internet do Campus Viçosa. Além disso, permite acesso remoto ao Portal a alunos e professores da UFV em qualquer lugar do país. Todos os livros passam por processo de cadastramento, recebendo etiquetas elaboradas de acordo com as padronizações internacionais da área de biblioteconomia. 29 Todo o material bibliográfico encontra-se distribuído numa área de aproximadamente 12.643,43 m2, divididos em quatro andares com três salas que possuem revestimento acústico para estudo em grupo e doze salas de estudo individuais. A Biblioteca funciona de segunda à sexta-feira, das 6h00 às 23h45 e sábado, das 6h00 às 17h45. A base de dados de livros e teses do acervo da Biblioteca Central da UFV está disponível para consulta on-line, através de microcomputadores instalados no próprio prédio ou pela rede. Sobre a atividade biblioteconômica na UFV, ela remonta ao ano do início do seu funcionamento, quando cada unidade de ensino administrava o seu próprio acervo. Em 1969, assumiu a condição de Biblioteca Central e, pela atual estrutura administrativa , acha-se subordinada à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação. A tabela abaixo apresenta uma relação de ambientes e área construída na UFV onde são desenvolvidas diversas atividades de ensino, pesquisa e extensão: ÁREA CONSTRUÍDA, POR FINALIDADE, NO CAMPUS - UFV - 2007 INSTALAÇÕES ACADÊMICAS Sala de aula teórica Sala de aula prática Sala de estudos Sala de para extensão Sala para pesquisa Laboratórios SUB-TOTAL Nº OUTRAS INSTALAÇÕES Auditório Biblioteca setorial Gabinete de docente Gabinete técnico SUB-TOTAL Nº EDIFICAÇÕES Biblioteca Central Divisão de Gráfica Universitária/Editora UFV Hospital Veterinário/Departamento de Veterinária Ambulatório Médico Alojamentos (Blocos) Praça de Esportes (Área Coberta) Creche Centro de Vivência Usina de Café SUB-TOTAL Nº 154 40 131 22 22 558 927 17 28 723 212 980 1 1 1 1 7 1 1 1 1 15 ÁREA (m2) 11.445,22 2.218,24 3.416,17 341,57 242,85 23.152,10 40.816,15 ÁREA(m2) 2.379,43 703,94 11.868,49 2.984,86 17.936,72 ÁREA (m2) 12.643,43 2.210,00 4.303,01 2.524,45 22.405,00 6.338,30 1.186,00 5.115,00 1.376,27 58.101,46 Fonte: http://www.ufv.br/proplan/ No que se referem aos recursos humanos, o Departamento de Matemática conta com 34 docentes efetivos que possuem titulação obtida em programas de Pós-graduação Strictu Sensu. Cerca de 70% dos docentes do DMA que atuam no Curso de Matemática-Licenciatura são doutores e obtiveram seus títulos em renomadas instituições no Brasil e no exterior. Além disso, aqueles que possuem título de Pós-graduação em nível de mestrado são encorajados pelo Departamento de Matemática da UFV a obter o título de doutor, com possibilidade de afastamento das atividades 30 profissionais durante o período de treinamento. Todos os docentes efetivos do curso atuam em regime de 40 horas com dedicação exclusiva (anexo V e VI). Os profissionais técnico-administrativos são contratados pela Universidade Federal de Viçosa ou prestam serviços por meio de empresas terceirizadas. Aqueles contratados pela UFV são incentivados a ingressar em cursos de aperfeiçoamento e programas de Pós-graduação. Atualmente, o DMA conta com dois secretários de graduação e dois técnicos administrativos, que auxiliam nas atividades do curso (anexo VI). O DMA conta ainda com o apoio de monitores de informática que auxiliam na manutenção da rede intranet e dos laboratórios de informática do departamento. 31 ANEXO I MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA (CAMPUS VIÇOSA) MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (TURNO INTEGRAL) Exigência Disciplinas obrigatórias Disciplinas optativas Horas Prazos Anos 2.670 Mínimo 3,0 Padrão 4,0 Máximo 6,5 240 TOTAL 2.910 SEQUÊNCIA SUGERIDA Disciplinas Obrigatórias Código Carga Horária Nome Total H.A. Cr (T-P) 1º Período ARQ102 Desenho Geométrico 4(2-2) 60 LET104 Oficina de Leituras e Produção de Gêneros Acadêmicos 4(4-0) 60 0(0-2) 30 4(3-1) 60 4(4-0) 60 4(3-1) 60 TOTAL 20 330 TOTAL ACUMULADO 20 330 MAT100 Colóquios de Matemática MAT105 Fundamentos Elementar I de Matemática MAT131 Introdução à Álgebra MAT206 Fundamentos Elementar II de Matemática 2º Período EDU117 Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem 4(4-0) 60 INF100 Introdução à Programação I 4(2-2) 60 MAT137 Introdução à Álgebra Linear 4(4-0) 60 MAT141 Cálculo Diferencial e Integral I 6(6-0) 90 MAT152 Geometria Analítica 4(4-0) 60 TOTAL 22 330 TOTAL ACUMULADO 42 660 Pré-requisito (Pré ou Corequisito)* 3º Período EST105 Iniciação à Estatística 4(4-0) 60 MAT141 MAT102 Prática de Ensino de Matemática I 4(0-4) 60 MAT143 Cálculo Diferencial e Integral II 6(6-0) 90 MAT141 MAT153 Fundamentos de Geometria 4(4-0) 60 MAT209 Fundamentos de Matemática Elementar III 2(2-0) 30 TOTAL 20 300 TOTAL ACUMULADO 62 960 4º Período EDU144 Estrutura e Funcionamento do Ensino Fundamental e Médio 4(4-0) 60 FIS201 Física I 4(4-0) 60 MAT141* MAT103 Prática de Ensino de Matemática II 4(0-4) 60 MAT102 MAT243 Cálculo Diferencial e Integral III 6(6-0) MAT250 Geometria Espacial 4(2-2) 90 MAT143 e MAT152 e MAT137* 60 MAT153 TOTAL 22 330 TOTAL ACUMULADO 84 1.290 5º Período FIS202 Física II 4(4-0) 60 FIS201 e MAT141 FIS224 Laboratório de Física A 2(0-2) 30 FIS201* MAT203 Matemática Finita 4(4-0) 60 MAT207 Prática de Ensino de Matemática III 4(2-2) 60 MAT103 MAT232 Fundamentos de Aritmética 4(4-0) 60 MAT131* MAT394 Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica A 8(2-6) 120 EDU144 e MAT207* TOTAL TOTAL ACUMULADO 26 390 110 1.680 6º Período EDU155 Didática 4(4-0) 60 EDU117 MAT172 Matemática Computacional 4(0-4) 60 ARQ102* e MAT137 e MAT153 e MAT143 60 MAT207* e EDU155* MAT208 Prática de Ensino de Matemática IV 4(2-2) MAT332 Álgebra para Licenciatura 4(4-0) 60 MAT131 MAT395 Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica B (Optativas) 8(2-6) 120 MAT207 TOTAL TOTAL ACUMULADO 24 360 134 2.040 7º Período LET290 LIBRAS Língua Brasileira de Sinais 3(1-2) 45 MAT342 Análise para Licenciatura 4(4-0) 60 MAT143 MAT396 Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica C MAT490 Oficinas de Matemática 11(2-9) 165 MAT394* e MAT395* 4(0-4) 60 MAT207* (Optativas) TOTAL TOTAL ACUMULADO 22 330 156 2.370 0(0-14) 210 8º Período MAT295 Atividades Complementares MAT305 História da Matemática 2(2-0) 30 MAT243* MAT340 Equações Diferenciais Ordinárias I 4(4-0) 60 MAT243* (Optativas) TOTAL TOTAL ACUMULADO 6 300 162 2.670 MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (TURNO NOTURNO) Exigência Disciplinas obrigatórias Disciplinas optativas Horas Prazos Anos 2.670 Mínimo 3,0 Padrão 4,5 Máximo 8,0 240 TOTAL 2.910 SEQUÊNCIA SUGERIDA Disciplinas Obrigatórias Código Carga Horária Nome Total H.A. Cr (T-P) 1º Período ARQ102 Desenho Geométrico 4(2-2) 60 INF100 Introdução à Programação I 4(2-2) 60 MAT100 Colóquios de Matemática 0(0-2) 30 MAT105 Fundamentos de Matemática Elementar I 4(3-1) 60 MAT206 Fundamentos de Matemática Elementar II 4(3-1) 60 TOTAL 16 270 TOTAL ACUMULADO 16 270 4(4-0) 60 MAT131 Introdução à Álgebra 4(4-0) 60 MAT141 Cálculo Diferencial e Integral I 6(6-0) 90 MAT152 Geometria Analítica 4(4-0) 60 TOTAL 18 270 TOTAL ACUMULADO 34 540 2º Período LET104 Oficina de Leitura e Produção de Gêneros Acadêmicos (Optativas) 3º Período Pré-requisito (Pré ou Corequisito)* MAT102 Prática de Ensino de Matemática I 4(0-4) 60 MAT137 Introdução à Álgebra Linear 4(4-0) 60 MAT143 Cálculo Diferencial e Integral II 6(6-0) 90 MAT141 MAT153 Fundamentos de Geometria 4(4-0) 60 MAT209 Fundamentos de Matemática Elementar III 2(2-0) 30 TOTAL 20 300 TOTAL ACUMULADO 54 840 4º Período EDU117 Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem 4(4-0) 60 EST105 Iniciação à Estatística 4(4-0) 60 MAT141 FIS201 Física I 4(4-0) 60 MAT141* MAT243 Cálculo Diferencial e Integral III 6(6-0) MAT250 Geometria Espacial 4(2-2) 90 MAT143 e MAT152 e MAT137* 60 MAT153 (Optativas) TOTAL 22 330 TOTAL ACUMULADO 76 1.170 5º Período EDU155 Didática 4(4-0) 60 EDU117 FIS202 Física II 4(4-0) 60 FIS201 e MAT141 FIS224 Laboratório de Física A 2(0-2) 30 FIS201* MAT203 Matemática Finita 4(4-0) 60 MAT232 Fundamentos de Aritmética 4(4-0) 60 MAT131* TOTAL 18 270 TOTAL ACUMULADO 94 1.440 6º Período EDU144 Estrutura e Funcionamento do Ensino Fundamental e Médio 4(4-0) 60 MAT103 Prática de Ensino de Matemática II 4(0-4) 60 MAT102 MAT172 Matemática Computacional 4(0-4) 60 ARQ102* e MAT137e MAT153 e MAT143 MAT332 Álgebra para Licenciatura 4(4-0) 60 MAT131 MAT340 Equações Diferenciais Ordinárias I 4(4-0) 60 MAT243* TOTAL TOTAL ACUMULADO 20 300 114 1.740 7º Período MAT207 Prática de Ensino de Matemática III 4(2-2) 60 MAT103 MAT342 Análise para Licenciatura 4(4-0) 60 MAT143 MAT394 Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica A 8(2-6) 120 EDU144 e MAT207* (Optativas) TOTAL TOTAL ACUMULADO 16 240 130 1.980 8º Período MAT208 Prática de Ensino de Matemática IV 4(2-2) 60 MAT207* e EDU155* MAT305 História da Matemática 2(2-0) 30 MAT243* MAT395 Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica B 8(2-6) 120 MAT207 (Optativas) TOTAL TOTAL ACUMULADO 14 210 144 2.190 3(1-2) 45 9º Período LET290 LIBRAS Língua Brasileira de Sinais MAT295 Atividades Complementares 0(0-14) 210 MAT396 Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica C 11(2-9) 165 MAT394* e MAT395* MAT490 Oficinas de Matemática 4(0-4) 60 MAT207* (Optativas) TOTAL TOTAL ACUMULADO 18 480 162 2.670 Disciplinas optativas do Curso de Matemática – Licenciatura (Turno Integral) ADM250 ARQ103 BAN100 BAN140 Matemática Financeira Geometria Descritiva Zoologia Geral Elementos de Fisiologia Humana Biologia Celular Laboratório de Biologia Celular Citologia e Histologia Ecologia Básica Genética Evolução Orgânica Instrumentação para o Ensino de Ciências Botânica Geral 4(4-0) 4(4-0) 4(2-2) 3(3-0) 60 60 60 BIO111 e BIO112 45 BIO120 2(2-0) 2(0-2) 30 BIO112* 30 BIO111* 4(2-2) 3(3-0) 4(4-0) 4(4-0) 4(0-4) 60 45 60 BIO111 e BIO112 60 BIO240 60 EDU155 5(3-2) 4(4-0) 3(3-0) 4(4-0) 4(4-0) 60 EDU230 EDU314 EST220 EST410 EST411 EST437 Psicologia Filosofia da Ciência Educação e Realidade Brasileira Concepção Filosófica da Educação Sociologia da Educação I Dinâmica de Grupo Estatística Experimental Probabilidade Inferência Séries Temporais 75 (BIO111* e BIO112*) ou BIO120* 60 45 60 4(4-0) 4(4-0) 4(4-0) 3(3-0) 3(3-0) 3(3-0) 60 60 60 45 45 45 FIS203 FIS204 Física III Física IV 4(4-0) 4(4-0) 60 60 Laboratório de Física B Introdução à Programação II Pesquisa Operacional I Pesquisa Operacional II Pesquisa Operacional III Simulação Inglês I Inglês II Leitura e Compreensão de Textos em Francês I LET226 Leitura e Compreensão de Textos em Francês II MAT271 Cálculo Numérico 2(0-2) 4(2-2) 4(4-0) 4(4-0) 4(4-0) 3(3-0) 4(4-0) 4(4-0) 4(4-0) 30 60 60 60 60 45 60 60 LET215 60 4(4-0) 60 LET225 4(4-0) MAT330 Álgebra I 6(6-0) 60 MAT137 e MAT143 e INF100 90 MAT131 BIO111 BIO112 BIO120 BIO131 BIO240 BIO340 BIO490 BVE100 EDU110 EDU127 EDU133 EDU227 FIS225 INF101 INF280 INF281 INF282 INF485 LET215 LET216 LET225 EST105 EST105 e MAT141 EST410 EST105 e MAT137 e MAT143 FIS201 e MAT243* FIS202 e FIS203 e MAT243 FIS203* INF100 INF100 e MAT137 INF280 INF280 EST105 ou EST410 MAT331 MAT336 MAT337 MAT341 MAT343 MAT345 MAT350 Álgebra II Álgebra Linear I Álgebra Linear II Análise I Variáveis Complexas Análise II Introdução às Geometrias Não-Euclidianas MAT433 Teoria dos Números 6(6-0) 4(4-0) 4(4-0) 6(6-0) 6(6-0) 6(6-0) 4(4-0) 90 60 60 90 90 90 60 4(4-0) MAT440 Equações Diferenciais Ordinárias II MAT442 Introdução às Equações Diferenciais Parciais MAT443 Medida e integração MAT448 Espaços Métricos MAT451 Geometria Diferencial 4(4-0) 60 MAT232 ou MAT330 ou MAT332 60 MAT340 4(4-0) 60 MAT243 e MAT340 4(4-0) 6(6-0) 6(6-0) MAT452 MAT453 MAT458 MAT475 Geometria Diferencial II Geometria Hiperbólica Topologia Geral Tópicos em Matemática Aplicada MAT492 Monografia e Seminário B 4(4-0) 4(4-0) 4(4-0) 4(4-0) 60 MAT341 90 MAT341 90 MAT243 e (MAT341 ou MAT342) 60 MAT451 e MAT345* 60 MAT153 60 MAT341 60 MAT243 QUI100 QUI107 QUI120 QUI138 Química Geral Laboratório de Química Geral Química Inorgânica I Fundamentos de Química Orgânica Laboratório de Química Orgânica Instrumentação para o Ensino de Química I 3(3-0) 2(0-2) 5(3-2) 3(3-0) 60 MAT207* e (MAT342 ou MAT 332) 45 30 QUI100* 75 QUI100 e QUI107 45 2(0-2) 30 QUI138* 5(3-2) Geologia e Pedologia 5(3-2) 75 EDU117 e EDU155 e QUI120 e QUI138* e QUI139 75 QUI100 QUI139 QUI343 SOL215 4(2-2) MAT330 MAT137 MAT336 MAT143 MAT243 MAT341 ou MAT342 MAT137 e MAT153 Disciplinas optativas do Curso de Matemática – Licenciatura (Turno noturno) ADM250 ARQ103 BAN200 BAN210 BIO111 BIO112 Matemática Financeira Geometria Descritiva Zoologia dos Invertebrados I Anatomia Humana Biologia Celular Laboratório de Biologia Celular BIO131 Ecologia Básica BIO221 Histologia Básica BIO240 Genética BQI101 Laboratório de Bioquímica I BQI103 Bioquímica I BVE202 Biologia e Ecologia de Algas e Briófitas EDU110 Psicologia EDU127 Filosofia da Ciência EDU133 Educação e Realidade Brasileira EDU227 Concepção Filosófica da Educação EDU230 Sociologia e Educação I EDU314 Dinâmica de Grupo EST220 Estatística Experimental FIS203 Física III LET215 Inglês I LET216 Inglês II LET225 Leitura e Compreensão de Textos em Francês I LET226 Leitura e Compreensão de Textos em Francês II MAT271 Cálculo Numérico 4(4-0) 4(4-0) 4(2-2) 4(2-2) 2(2-0) 2(0-2) 60 60 60 60 30 30 3(3-0) 4(2-2) 4(4-0) 2(0-2) 5(5-0) 3(1-2) 45 60 BIO111 e BIO112 60 BIO111 e BIO112 30 BQI103* 75 45 4(4-0) 3(3-0) 4(4-0) 60 45 60 4(4-0) 60 4(4-0) 4(4-0) 4(4-0) 4(4-0) 4(4-0) 4(4-0) 4(4-0) 60 60 60 EST105 60 FIS201 e MAT243* 60 60 LET215 60 4(4-0) 60 LET225 4(4-0) MAT345 Análise II MAT350 Introdução às Geometrias Não-Euclidianas MAT433 Teoria dos Números MAT440 Equações Diferenciais Ordinárias II MAT442 Introdução às Equações Diferenciais Parciais MAT451 Geometria Diferencial MAT453 Geometria Hiperbólica MAT492 Monografia e Seminário B 6(6-0) 4(4-0) 60 MAT137 e MAT143 e INF100 90 MAT342 60 MAT137 e MAT153 4(4-0) 4(4-0) 60 MAT232 ou MAT332 60 MAT340 4(4-0) 60 MAT243 e MAT340 6(6-0) 4(4-0) 4(2-2) 90 MAT243 e MAT342 60 MAT153 60 MAT207* e (MAT342 ou MAT 332) BIO111* e BIO112* BIO111* e BIO112* BIO112* BIO111* MBI101 QUI100 QUI101 Biologia de Microrganismos 5(3-2) 75 Química Geral 3(3-0) 45 Formação Profissional e Áreas 2(2-0) 30 de Atuação do Químico QUI107 Laboratório de Química Geral 2(0-2) 30 QUI100* QUI120 Química Inorgânica I 5(3-2) 75 QUI100 e QUI107 Observação: Além das disciplinas obrigatórias, o estudante deverá complementar sua formação com disciplinas optativas, sob aconselhamento da Comissão Coordenadora, da seguinte forma: 240 horas, das quais, no mínimo, 120 horas devem ser escolhidas dentre as listadas acima; 120 horas podem ser escolhidas dentre todas as disciplinas oferecidas no Catálogo de Graduação da UFV e devem ser cursadas somente a partir do 5º período. Essas disciplinas possibilitam ao estudante ampliar sua formação em qualquer campo do conhecimento com base estrita no seu interesse individual. ANEXO II PROGRAMAS ANALÍTICOS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE MATEMÁTICA-LICENCIATURA (CAMPUS VIÇOSA) ANEXO III EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE MATEMÁTICA-LICENCIATURA (CAMPUS VIÇOSA) QUADRO DE EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (CAMPUS VIÇOSA) Código Disciplina Carga Horária (horas) ARQ102 Desenho Geométrico 60 Ementa Introdução. Construções fundamentais. Lugar geométrico. Concordância. Segmentos proporcionais. Equivalência. Semelhança e homotetia. Cônicas e espirais. Retificação de circunferência. EDU117 Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem 60 A relação da psicologia com a educação. Introdução ao estudo dos processos de desenvolvimento e de aprendizagem. Enfoque comportamentalista e seus desdobramentos na prática educacional. Enfoque psicanalítico e seus desdobramentos na prática educacional. Enfoque gestaltista e seus desdobramentos na prática educacional. Enfoque humanista e seus desdobramentos na prática educacional. Enfoque psicogenético e seus desdobramentos na prática educacional. Enfoque histórico-cultural e seus desdobramentos na prática educacional. EDU144 Estrutura e Funcionamento do Ensino Fundamental e Médio 60 Fundamentos filosóficos, históricos e sócio-políticos. O sistema escolar brasileiro. Fundamentos legais. O ensino fundamental e médio na Lei 9394/96. EDU155 Didática 60 A didática na formação do professor. Diferentes concepções de ensino no Brasil. A sala de aula como espaço interdisciplinar. A construção do conhecimento em sala de aula. Planejamento de ensino. EST105 Iniciação à Estatística 60 Conceitos introdutórios. Estatística descritiva. Regressão linear simples e correlação amostral. Introdução à teoria da probabilidade. Variáveis aleatórias discretas e contínuas. Funções de variáveis aleatórias. Esperança matemática, variância e covariância. Distribuições de variáveis aleatórias discretas e contínuas. Testes de significância: qui-quadrado, F e t. FIS201 Física I 60 Medidas em física. Movimento de translação. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Sistemas de partículas. Dinâmica da rotação. Equilíbrio e elasticidade. Oscilações. Gravitação. FIS202 Física II 60 Fluidos. Ondas em meios elásticos. Natureza e propagação da luz. Óptica geométrica. Óptica física. Temperatura. Termodinâmica. Teoria cinética dos gases. FIS224 Laboratório de Física A 60 Medidas de física. Movimento de translação. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Sistemas de partículas. Equilíbrio. Oscilações. Ondas em meios elásticos. Ótica geométrica. Ótica física. Termodinâmica. Elementos de uma linguagem algorítmica. Comandos básicos da linguagem. Algoritmos x programas. Tipos estruturados de dados. Subprogramas. Técnicas básicas de programação. INF100 Introdução a Programação I 60 LET100 Português Instrumental I 60 LET290 LIBRAS Língua Brasileira de Sinais 45 O sujeito surdo. Noções linguísticas de libras. A gramática da língua de sinais. Aspectos sobre a educação dos surdos. Teoria da tradução e interpretação. 30 Seminários semanais proferidos por professores do Departamento de Matemática e /ou convidados que abordarão temas sobre a estrutura do curso de Matemática da UFV (Licenciatura e Bacharelado), áreas de atuação, mercado de trabalho do profissional de Matemática, atribuições profissionais e ética profissional, as relações étnico-raciais na educação, o estudo de história e cultura afro-brasileira e africana, educação ambiental, o ensino, a pesquisa e a extensão no Departamento de Matemática da UFV. 60 Estudo sobre os objetivos do ensino de Matemática e sobre a estrutura de uma aula de Matemática. Estudo sobre métodos de ensino. Planejamento de aula. O ensino da Álgebra. O ensino de Aritmética. O ensino da Geometria. Análise crítica de recursos didáticos, de livros didáticos antigos e atuais e de revistas especializadas. Planejamento de projeto escolar interdisciplinar MAT100 MAT102 Colóquios Matemática Prática de Ensino de Matemática I Concepções de leitura e produção, considerando o enfoque tradicional e interacionista. Os sujeitos da leitura e da produção. Compreensão e expressão oral. Leitura e produção de textos informativos e acadêmicos. MAT103 Prática de Ensino de Matemática II 60 Estudo sobre os objetivos do ensino de Matemática no Ensino Médio. Planejamento didático no Ensino Médio. Estudo sobre os diversos métodos de ensino e critérios de avaliação. Ensino de Álgebra, de Análise e de Geometria no Ensino Médio. Análise e crítica de recursos didáticos. Análise de livros didáticos antigos e atuais. Análise de revistas especializadas. Reflexão crítica do uso do material didático. Planejamento de projeto escolar interdisciplinar. MAT105 Fundamentos de Matemática Elementar I 60 Conjuntos numéricos. Funções elementares. Função exponencial. Função logarítmica. MAT131 Introdução à Álgebra 60 Noções de lógica matemática. Conjuntos. Operações entre conjuntos. Relações. Funções ou aplicações. Operações binárias. MAT137 Introdução à Álgebra Linear 60 Matrizes. Sistema de equações lineares. Determinantes e matriz inversa. Espaços vetoriais. Transformações lineares. Diagonalização de operadores. MAT141 Cálculo Diferencial e Integral I 90 Funções. Limites e continuidade. Derivadas. Aplicações da derivada. Integrais. Aplicações da integral. MAT143 Cálculo Diferencial e Integral II 90 Regra de L'Hospital. Integrais impróprias e aplicações. Equações paramétricas e coordenadas MAT152 MAT153 Geometria Analítica Fundamentos de Geometria 60 polares. Funções vetoriais. Sequências e séries infinitas. Séries de potências. Vetores. Retas e planos. Distância e ângulo. Cônicas. Superfícies quádricas. 60 Desenvolvimento histórico da geometria. Axiomas da geometria plana: incidência e ordem. Axiomas da geometria plana: medição. Axiomas da geometria plana: congruência. Teorema do ângulo externo e consequências. O quinto postulado de Euclides. Semelhança de triângulos. Polígonos. Círculos. Áreas e comprimentos. MAT172 Matemática Computacional 60 Uso de editores de textos e planilhas eletrônicas para confecção de textos matemáticos. Recursos de informática para auxiliar no ensino de geometria e de aritmética nos Ensinos Fundamental e Médio. Pesquisa científica na rede de computadores. Resolução de listas de exercícios utilizando os softwares de computação simbólica. Produção de material para ser disponibilizado na Internet. MAT203 Matemática Finita 60 Análise combinatória. Introdução à probabilidade. MAT206 Fundamentos de Matemática Elementar II 60 Trigonometria e funções trigonométricas. Introdução aos números complexos. Polinômios. Prática de Ensino de Matemática III Análise e discussão das diversas propostas curriculares de matemática para o Ensino Fundamental e Médio. Metodologia e técnicas para o ensino de matemática. Avaliação da aprendizagem. Principais sistemas de avaliação das redes de ensino. Análise do livro didático de matemática e do PNLD. Análise e discussão de textos (resenhas, comentários críticos e registros escritos) sobre Educação Matemática a partir da observação do ambiente escolar. O ensino de geometria, o ensino da aritmética e o ensino de álgebra MAT208 Prática de Ensino de Matemática IV 60 Análise e discussão dos PCNs e da proposta curricular de matemática para o Ensino Médio da SEE-MG. Tendências em educação matemática. Avaliação da aprendizagem. Discussão sobre o ENEM. Análise e discussão de textos (resenhas, comentários críticos e registros escritos) sobre educação matemática a partir da observação do ambiente escolar. A geometria e a álgebra no ensino médio. MAT209 Fundamentos de Matemática Elementar III 30 Progressões aritméticas. Progressões geométricas. Matemática financeira MAT232 Fundamentos de Aritmética 60 Sistemas de numeração. Indução, boa ordenação e divisão euclidiana. O teorema fundamental da aritmética. Equações diofantinas lineares e congruências. Os números racionais. Tópicos sobre números inteiros. MAT243 Cálculo Diferencial e Integral III 90 Funções de várias variáveis. Integrais duplas e triplas. Cálculo vetorial. MAT250 Geometria Espacial 60 Conceitos primitivos e postulados. Retas e planos: paralelismo e perpendicularismo. Diedros. MAT207 Triedros. Poliedros convexos. Sólidos: prismas, pirâmides, cilindros, cones e troncos. Esfera. Inscrição e circunscrição de sólidos. Superfícies e sólidos de revolução MAT295 Atividades Complementares 210 Nessa disciplina será contabilizada uma carga horária de no mínimo 210 horas na participação do aluno em: projetos educacionais, cursos de verão, cursos de extensão, participação em palestras, congressos, seminários e similares, atividades de extensão, sessões de vídeos, etc. Dentre as atividades validadas deverão constar ações relacionadas aos tópicos: as atribuições e a ética profissional; as relações étnico-raciais na educação; o estudo de história e cultura afro-brasileira e africana; educação ambiental. Os critérios de validação dessas atividades serão estabelecidos pela Comissão Coordenadora do Curso de Matemática, sendo atualizados sempre que necessário. Para o aluno matricular-se nessa disciplina deverá apresentar à Comissão Coordenadora, no semestre anterior à matrícula, os comprovantes que atestam a participação em atividades complementares de modo que atinja a carga horária total necessária para sua integralização. MAT305 História da Matemática 30 Tópicos de história da matemática. MAT332 Álgebra para Licenciatura 60 Introdução à teoria de grupos. Introdução à teoria de anéis. Anéis de polinômios. MAT340 Equações Diferenciais Ordinárias I 60 Introdução ao estudo das equações diferenciais ordinárias. Equações de primeira ordem. Equações de segunda ordem não lineares. Equações lineares de segunda ordem. Resolução em séries de potências. Sistemas de equações diferenciais lineares. Transformada de Laplace MAT342 Análise para Licenciatura 60 Números reais. Sequências e séries. Limite de funções definidas em intervalos. Funções contínuas. Derivadas de funções. 120 A situação do ensino de matemática no Ensino Fundamental. A aprendizagem da docência: a articulação da teoria e da prática. Metodologias e técnicas de ensino de matemática. O livro didático de matemática o PNLD. As reuniões pedagógicas e o planejamento didático. A prática docente em Matemática. O cotidiano escolar e o funcionamento da escola. O Projeto Pedagógico da escola e o currículo em matemática. A avaliação. Subsídios teóricos e metodológicos para a elaboração de projetos interdisciplinares. 120 A situação do ensino de Matemática no Ensino Médio. A aprendizagem da docência: a articulação da teoria e da prática. Metodologias e técnicas de ensino de matemática. O livro didático do Ensino Médio. As reuniões pedagógicas e o planejamento didático. A prática docente em Matemática. O cotidiano escolar e o funcionamento da escola. O projeto pedagógico da escola e o currículo em matemática. Subsídios teóricos e metodológicos para a elaboração de projetos interdisciplinares. MAT394 MAT395 MAT396 Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica A Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica B Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica C 165 A situação do ensino de matemática no Ensino Básico. Metodologias e técnicas de ensino de matemática. A aprendizagem da docência: a articulação da teoria e da prática. Concepções de Ensino e prática docente. O projeto pedagógico da escola e o currículo em matemática. Subsídios teóricos e metodológicos para a elaboração de projetos interdisciplinares. MAT490 Oficinas de Matemática 60 Organização de eventos, jornadas, oficinas matemáticas e minicursos. Participação em evento. Produção, organização e execução de seminários e palestras. Elaboração de projetos pedagógicos de Matemática dos ensinos fundamental e médio. QUADRO DE EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS DO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (INTEGRAL) Código Disciplina Ementa ADM250 Matemática Financeira ARQ103 Geometria Descritiva Fundamentos de desenho geométrico. Geometria de representação: os entes fundamentais do espaço métrico. BAN100 Zoologia Geral Zoologia no contexto das ciências. Sistemática e taxonomia. Relações entre seres vivos. Protozoários. Platelmintos. Aschelmintos. Anelídeos. Artrópodes. Moluscos. Cordados. BAN140 Biologia Humana Introdução à Fisiologia. Sistema nervoso. Sistema endócrino. Sistema cardiovascular. Sistema respiratório. Sistema digestório. Sistema excretor. Sistema reprodutor masculino. Sistema reprodutor feminino. BIO111 Biologia Celular Introdução às células e vírus. Tipos de microscópio. Composição química da célula. Estrutura das membranas e transporte. Mitocôndria. Célula vegetal. Citoesqueleto. Estrutura do núcleo interfásico. Processos de síntese na célula. Compartimentos intracelulares e transporte. Ciclo celular. BIO112 Laboratório de Biologia Celular Técnicas de preparo de materiais para microscopia de luz. Utilização do microscópio de luz. Aumento, resolução e profundidade de campo. Coloração. Técnicas citoquímicas e extração de componentes químicos da célula. Permeabilidade seletiva de membranas. Mitocôndrias. Célula Vegetal. Movimentos celulares. Núcleo e nucléolo. Retículo endoplasmático, complexo de golgi e lisossomos. Mitose e cromossomos metafásicos. Meiose. BIO120 Citologia e Histologia Introdução às células e vírus. Citoesqueleto. Estrutura das membranas e transporte. Mitocôndria. Juros e capitalização simples. Capitalização composta. Desconto e taxa de desconto. Taxas nominais, efetivas e reais. Séries de pagamentos. Sistema de amortização. Correção monetária e inflação. Compartimentos intracelulares e transporte. Estrutura do núcleo interfásico. Divisão celular. Tecidos epiteliais. Tecido conjuntivo propriamente dito. Tecidos conjuntivos especializados em sustentação. Sangue. Tecido nervoso. Tecido muscular. BIO131 Ecologia Básica O que é ecologia e o que não é ecologia? Ecologia e evolução. Condições e recursos. Ecologia de populações. Histórias de vida. Interação entre populações. Regulação populacional. Ecologia de comunidades. Teias alimentares e estabilidade. Ecologia de ecossistemas. Padrões de riqueza de espécies. Alterações antrópicas. BIO240 Genética Genética e sua importância. Células e cromossomos. Mitose e meiose. Gametogênese e fertilização. Herança monofatorial. Dois ou mais pares de alelos. Interação gênica. Probabilidade e teste de proporções genéticas. Determinação do sexo. Herança relacionada ao sexo. Ligação gênica e mapas cromossômicos. Bases químicas da herança. Mutação. Alelismo múltiplo. Alterações cromossômicas estruturais. Variações numéricas dos cromossomos. Herança citoplasmática. Genética de populações. Genética quantitativa. BIO340 Evolução Orgânica A teoria sintética da evolução e seu desenvolvimento. As fontes de variabilidade. A organização da variabilidade genética nas populações. Diferenciação das populações. Isolamento reprodutivo e origem das espécies. As grandes linhas da evolução. Evolução do homem. BIO490 Instrumentação para o Ensino de Ciências Análise e discussão das propostas curriculares para o ensino de ciências no ensino fundamental. A importância da elaboração de planejamentos e planos de atividades. Seleção e utilização de estratégias e ensino coerentes com os objetivos propostos para o ensino de ciências. Utilização do laboratório de ciências nas escolas de ensino fundamental. Planejamento e desenvolvimento de atividades extra-classe. Utilização de instrumentos adequados para a avaliação no ensino de ciências. Elaboração de projetos de pesquisa relacionados ao ensino de ciências. BVE100 Botânica Geral Classificação geral dos organismos. Características da célula vegetal. Histologia vegetal. Morfologia externa e interna da raiz e do caule. Morfologia e fisiologia foliar. Transporte de água e assimilados. Nutrição mineral. Reprodução sexuada e vegetativa. Controle do crescimento e desenvolvimento. EDU110 Psicologia Introdução à ciência psicológica. Sistemas teóricos. Fundamentos e processos do comportamento. Personalidade, desvios e dependências. EDU127 Filosofia da Ciência Introdução ao pensamento científico. As posições da ciência moderna. Obstáculos à produção da ciência. Deontologia. EDU133 Educação e Realidade Brasileira Introdução aos estudos educacionais. O fenômeno educativo na sociedade moderna. A modernização da sociedade brasileira e o sistema educacional. EDU227 Concepção Filosófica da Educação O social-histórico: as dimensões instituinte e instituído e os processos de socialização e individualização. Concepção filosófica da educação: institucionalização e identidade. A filosofia da educação: elucidação do fenômeno educativo e possibilidade de autonomia. EDU230 Sociologia e Educação I A formação do pensamento sociológico. Sociologia de Émile Durkheim. A Sociologia de Karl Marx. A Sociologia de Max Weber. Novas tendências no pensamento sociológico e a educação. EDU314 Dinâmica de Grupo Histórico sobre grupos. Conceituação de grupo: relação indivíduo/grupo. Fatores que interferem nas dinâmicas grupais. Papéis grupais. Grupo operativo. Análise institucional. EST220 Estatística Experimental Testes de hipóteses. Testes F e t. Contrastes. Princípios básicos da experimentação. Procedimentos para comparações múltiplas: testes de Tukey, Duncan e Scheffé e t. Delineamentos experimentais. Experimentos fatoriais e em parcelas subdivididas. Regressão linear. Correlação. EST410 Probabilidade Modelo probabilístico. Variáveis aleatórias. O Método Jacobiano. Esperança matemática. Função geradora de momento e função característica. Distribuição e esperança condicionais. A lei dos grandes números. Algumas distribuições discretas. Algumas distribuições contínuas. Aplicações à teoria da confiabilidade. EST411 Inferência Estimação. Quadrados mínimos e outros métodos. Estimação por intervalo. Testes de hipóteses: simples e compostas. Testes de hipóteses referentes às médias. Testes de hipóteses. Referentes às variâncias. Teste de qualidade de ajuste. Teste da razão de verossimilhança e hipóteses lineares gerais. EST437 Séries Temporais Preliminares. Modelos lineares estacionários e não-estacionários. Construção de modelos estocásticos. FIS203 Física III Força e campo elétricos. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Resistência, correntes e circuitos elétricos. Campo magnético. Lei de Ampère. Lei de Indução de Faraday. Indutância e oscilações eletromagnéticas. Correntes alternadas. Propriedades magnéticas da matéria. FIS204 Física IV Equações de Maxwell. Ondas eletromagnéticas. Teoria da relatividade restrita. Radiação de corpo negro. Propriedades corpusculares da radiação. Propriedades ondulatórias das partículas. Modelos atômicos. FIS225 Laboratório de Física B Eletrostática. Circuitos de corrente contínua. Campo magnético. Indução eletromagnética. Uso do multímetro e do osciloscópio. Circuitos de corrente alternada. Física moderna. FIS312 Instrumentação para o Ensino de Física I Programa de física de nível médio. Ensino de física experimental. Outras metodologias de ensino de física. Planejamento de atividades nas áreas de mecânica e termodinâmica. FIS313 Instrumentação para o Ensino de Planejamento, execução e avaliação de atividades nas áreas de ótica, eletricidade, magnetismo, Física II eletromagnetismo e física moderna. Projeto de ensino de física no ambiente escolar. INF101 Introdução à Programação II Revisão de funções e arranjos. Registros. Funções recursivas. Ponteiros. Tipos abstratos de dados e classes. Noções sobre bancos de dados. INF280 Pesquisa Operacional I Preliminares. Introdução à programação linear. Introdução à simulação discreta. Fluxos em rede. INF281 Pesquisa Operacional II Introdução à programação linear inteira. Introdução à programação não-linear. Introdução aos problemas estocásticos. INF282 Pesquisa Operacional III Introdução à matemática financeira e engenharia econômica. Programação da produção: o problema de sequenciação. Introdução aos problemas de estoque. Introdução aos problemas de localização e distribuição em redes. Introdução à teoria das filas. INF485 Simulação Introdução. Planejamento de experimentos com simulação. Geração de números pseudoaleatórios. Geração de valores de variáveis aleatórias. Modelos baseados em filas. Simulação contínua. Pacotes para simulação. LET101 Português Instrumental II Conceituação e textualidade. Tipologia textual. Léxico e argumentatividade. Textos informativos e acadêmicos. LET215 Inglês I Técnicas de leitura e compreensão de textos científicos: o uso do dicionário e formação de palavras. O estudo das funções do discurso. O uso de sinais de referência. LET216 Inglês II Técnicas de leitura e compreensão de textos científicos: técnicas de anotação. O uso de conectivos de estruturas. O uso de conectivos de parágrafos. LET225 Francês Instrumental I Estratégias de leitura. Gêneros discursivos. As diversas competências exigidas para a compreensão de textos. A coerência e a coesão textuais. LET226 Francês Instrumental II A habilidade de leitura e suas diversas competências. Fundamentos linguísticos e discursivos do texto. Fundamentos lógico-sintáticos do texto. Persuasão e argumentação. MAT271 Cálculo Numérico Introdução. Solução de equações não-lineares. Interpolação e aproximações. Integração. Sistemas de equações lineares. Resolução de equações diferenciais ordinárias. MAT330 Álgebra I Números inteiros. Introdução à teoria de grupos. Introdução à teoria de anéis. Anéis de polinômios sobre um corpo. MAT331 Álgebra II Domínios. Corpos. Extensões de corpos. Teoria de Galois. MAT336 Álgebra Linear I Espaços vetoriais. Álgebra das transformações lineares. Grupo de transformações lineares invertíveis. Transformações lineares e matrizes. Formas canônicas MAT337 Álgebra Linear II Funcionais lineares. Produtos internos. Espaços vetoriais com produto interno. Adjuntos. Operadores ortogonais e unitários. Operadores normais e teorema espectral. Formas positivas. Aplicações. Formas bilineares e formas quadráticas. Diagonalização de formas quadráticas. MAT341 Análise I Números reais. Sequências e séries de números reais. Algumas noções topológicas. Limite de funções. Funções contínuas. Derivadas de funções. Integral de Riemann. MAT343 Variáveis Complexas Números complexos. Limite e continuidade. Derivadas. Integração. Séries de potências. Resíduos. MAT345 Análise II Topologia do espaço euclidiano. Caminhos no espaço euclidiano. Funções reais de várias variáveis. Aplicações diferenciáveis. MAT350 Introdução às Geometrias NãoEuclidianas Preliminares. Geometria afim no plano euclidiano. Geometria esférica plana. Geometria projetiva plana. Geometria hiperbólica plana. MAT433 Teoria dos Números Congruências. Funções aritméticas. Resíduos quadráticos. A equação de Pell. Decomposição em soma de quadrados. Frações contínuas. Inteiros quadráticos. MAT440 Equações Diferenciais Ordinárias II Equações diferenciais de 1a e 2a ordens. Equações diferenciais no plano. Sistemas de equações diferenciais. Teorema de existência e unicidade de soluções. MAT442 Introdução às Equações Diferenciais Parciais Equação do calor. Séries de Fourier. Equação de onda. Equação de Laplace. Transformada de Fourier. MAT443 Medida e integração Sigma-Álgebras. Medidas. Diferenciação e integração. Espaços LP MAT448 Espaços Métricos Conjuntos. Números reais. Espaços métricos. A topologia dos espaços métricos. Continuidade. Conjuntos compactos. Conjuntos conexos. Espaços métricos completos. Espaços topológicos. MAT451 Geometria Diferencial Preliminares. Curvas no plano. Curvas no espaço. Geometria de superfícies no espaço. MAT453 Geometria Hiperbólica Preliminares. Geometria Neutra Plana. Descrição Qualitativa do Plano Hiperbólico. Geometria Hiperbólica Espacial. Modelos do Plano Hiperbólico. MAT458 Topologia Geral Espaços topológicos. Continuidade em espaços topológicos. Equivalência topológica. Invariantes topológicos. Espaços topológicos. Axiomas de separação e enumerabilidade. O Teorema de Extensão de Tietze para espaços métricos. Espaços conexos. Espaços compactos. Espaços quocientes. Caminhos homotópicos. O grupo fundamental. O grupo fundamental do círculo. Grupos topológicos. MAT475 Tópicos em Matemática Aplicada Nesta disciplina deverão ser desenvolvidos tópicos especiais em Matemática Aplicada que não constem nos programas de outras disciplinas. Esta disciplina só deverá ser cursada por estudantes que tiverem obtido um bom rendimento no pré-requisito. MAT492 Monografia e Seminário B Elaboração de uma monografia sobre o tópico de matemática pura ou aplicada, escolhido para estudo sob a orientação do professor coordenador da disciplina, e sua defesa em seminário do departamento. Sugestão do roteiro a ser seguido para a execução dessa disciplina. Escolha do tópico a ser abordado na monografia. Pesquisa bibliográfica. QUI100 Química Geral Ciência e química. Energia e ionização e tabela periódica. Visão microscópica do equilíbrio. Equilíbrio heterogêneo. Equilíbrio de dissociação: ácidos e bases. Processos espontâneos e eletroquímicos. QUI107 Laboratório de Química Geral O laboratório e equipamento de laboratório. Substâncias puras e misturas. Fenômenos físicos e químicos e reações químicas. Propriedades dos elementos químicos. Obtenção e purificação de substâncias. Estudo das soluções. Estequiometria. Ácidos e bases. Oxirredução. Pilhas. Cinética das reações químicas. Termoquímica. Reações químicas especiais. QUI120 Química Inorgânica I Estrutura eletrônica dos átomos. Tabela periódica e propriedades periódicas dos elementos. Ligação iônica. Ligação covalente. QUI138 Fundamentos de Química Orgânica Introdução ao estudo da química orgânica. Sinopse das funções orgânicas. Alcanos. Alquenos e alquinos. Hidrocarbonetos aromáticos benzênicos e seus derivados. Alcoóis, éteres e fenóis. As substâncias quirais. Aldeídos e cetonas. Os ácidos carboxílicos e seus derivados funcionais. Aminas. QUI139 Laboratório de Química Orgânica Material do laboratório de química orgânica e normas de segurança. Extração com solventes. Destilação simples. Síntese da acetanilida. Recristalização. Determinação de constantes físicas de compostos orgânicos. Solubilidade e identificação de compostos orgânicos. Hidrocarbonetos insaturados. Oxidação de alcoóis. Obtenção do ácido acetilsalicílico. Obtenção de um Azobenzeno. Extração, isolamento e purificação da piperina. QUI343 Instrumentação para o Ensino de Química I A Química no ensino médio. Estratégias de ensino visando a aprendizagem significativa de Química. Elaboração de programas de curso visando à aprendizagem significativa de Química no ensino médio. SOL215 Geologia e Pedologia Estrutura dos minerais de argila e propriedades físico-químicas dos solos. Noções de geologia geral, mineralogia e petrologia. Intemperismo e pedogênese. O sistema solo e suas propriedades físicas, químicas e mineralógicas. Noções de classificação dos solos. Geografia de solos e principais ambientes pedobioclimáticos do Brasil. QUADRO DE EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS DO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (NOTURNO) Código Disciplina Ementa ADM250 Matemática Financeira Juros e capitalização simples. Capitalização composta. Desconto e taxa de desconto. Taxas nominais, efetivas e reais. Séries de pagamentos. Sistema de amortização. Correção monetária e inflação. ARQ103 Geometria Descritiva Fundamentos de desenho geométrico. Geometria de representação: os entes fundamentais do espaço métrico. BAN200 Zoologia dos invertebrados Princípios de sistemática e taxonomia. Princípios básicos de embriologia. Protozoa. Introdução ao sub-reino Metazoa. Filo Porífera. Os Cnidários. Os Ctenóforos. Introdução aos Bilateria. Filo Platyhelminthes. Os nemertinos. Os Aschelminthes. BAN210 Anatomia Humana Introdução ao estudo de anatomia. Sistema esquelético. Articulações. Sistema muscular. Sistema nervoso. Sistemas circulatório e linfático. Sistema respiratório. Sistema digestivo. Sistema urinário. Sistema genital. Sistema endócrino. Sistema tegumentar. BIO111 Biologia Celular Introdução às células e vírus. Tipos de microscópio. Composição química da célula. Estrutura das membranas e transporte. Mitocôndria. Célula vegetal. Citoesqueleto. Estrutura do núcleo interfásico. Processos de síntese na célula. Compartimentos intracelulares e transporte. Ciclo celular. BIO112 Laboratório de Biologia Celular Técnicas de preparo de materiais para microscopia de luz. Utilização do microscópio de luz. Aumento, resolução e profundidade de campo. Coloração. Técnicas citoquímicas e extração de componentes químicos da célula. Permeabilidade seletiva de membranas. Mitocôndrias. Célula Vegetal. Movimentos celulares. Núcleo e nucléolo. Retículo endoplasmático, complexo de golgi e lisossomos. Mitose e cromossomos metafásicos. Meiose. BIO131 Ecologia Básica O que é ecologia e o que não é ecologia?. Ecologia e evolução. Condições e recursos. Ecologia de populações. Histórias de vida. Interação entre populações. Regulação populacional. Ecologia de comunidades. Teias alimentares e estabilidade. Ecologia de ecossistemas. Padrões de riqueza de espécies. Alterações antrópicas. BIO221 Histologia Básica Tecidos epiteliais. Tecido conjuntivo propriamente dito. Tecido adiposo. Tecido cartilaginoso. Tecido ósseo. Sangue e hemocitopoese. Tecido nervoso. Tecidos musculares. BIO240 Genética Genética e sua importância. Células e cromossomos. Mitose e meiose. Gametogênese e fertilização. Herança monofatorial. Dois ou mais pares de alelos. Interação gênica. Probabilidade e teste de proporções genéticas. Determinação do sexo. Herança relacionada ao sexo. Ligação gênica e mapas cromossômicos. Bases químicas da herança. Mutação. Alelismo múltiplo. Alterações cromossômicas estruturais. Variações numéricas dos cromossomos. Herança citoplasmática. Genética de populações. Genética quantitativa. BQI101 Laboratório de Bioquímica I Introdução aos trabalhos práticos. Caracterização de carboidratos. Titulação potenciométrica de um aminoácido. Separação e análise de aminoácidos. Caracterização de lipídios. Técnicas de precipitação de proteínas. Dosagem das proteínas do leite pelo método fotocolorimétrico de biureto. Hidrólise do amido. Estudo da polifenoloxidase extraída da batatinha. Identificação dos ácidos nucléicos em material biológico. BQI103 Bioquímica I Carboidratos. Lipídios. Ácidos nucléicos. Bioenergética. Aminoácidos. Proteínas. Enzimas. Vitaminas e coenzimas. Catabolismo de carboidratos. Oxidações biológicas. Catabolismo de lipídios. Catabolismo de compostos nitrogenados. Biossíntese. Fotossíntese. Biossíntese de ácidos nucléicos e proteínas. BVE202 Biologia e Ecologia de Algas e Briófitas Sistemas de classificação. Cianobactérias e algas de águas continentais e marinhas: morfologia, fisiologia, ultra-estrutura, ecologia e aspectos evolutivos. Identificação de gêneros e espécies representativas. Briófitas: morfologia, sistemática, reprodução, ecologia e filogenia. EDU110 Psicologia Introdução à ciência psicológica. Sistemas teóricos. Fundamentos e processos do comportamento. Personalidade, desvios e dependências. EDU127 Filosofia da Ciência Introdução ao pensamento científico. As posições da ciência moderna. Obstáculos à produção da ciência. Deontologia. EDU133 Educação e Realidade Brasileira Introdução aos estudos educacionais. O fenômeno educativo na sociedade moderna. A modernização da sociedade brasileira e o sistema educacional. EDU227 Concepção Filosófica da Educação O social-histórico: as dimensões instituinte e instituído e os processos de socialização e individualização. Concepção filosófica da educação: institucionalização e identidade. A filosofia da educação: elucidação do fenômeno educativo e possibilidade de autonomia. EDU230 Sociologia e Educação I A formação do pensamento sociológico. Sociologia de Émile Durkheim. A Sociologia de Karl Marx. A Sociologia de Max Weber. Novas tendências no pensamento sociológico e a educação. EDU314 Dinâmica de Grupo Histórico sobre grupos. Conceituação de grupo: relação indivíduo/grupo. Fatores que interferem nas dinâmicas grupais. Papéis grupais. Grupo operativo. Análise institucional. EST220 Estatística Experimental Testes de hipóteses. Testes F e t. Contrastes. Princípios básicos da experimentação. Procedimentos para comparações múltiplas: testes de Tukey, Duncan e Scheffé e t. Delineamentos experimentais. Experimentos fatoriais e em parcelas subdivididas. Regressão linear. Correlação. FIS203 Física III Força e campo elétricos. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Resistência, correntes e circuitos elétricos. Campo magnético. Lei de Ampère. Lei de Indução de Faraday. Indutância e oscilações eletromagnéticas. Correntes alternadas. Propriedades magnéticas da matéria. LET101 Português Instrumental II Conceituação e textualidade. Tipologia textual. Léxico e argumentatividade. Textos informativos e acadêmicos. LET215 Inglês I Técnicas de leitura e compreensão de textos científicos: o uso do dicionário e formação de palavras. O estudo das funções do discurso. O uso de sinais de referência. LET216 Inglês II Técnicas de leitura e compreensão de textos científicos: técnicas de anotação. O uso de conectivos de estruturas. O uso de conectivos de parágrafos. LET225 Leitura e Compreensão de Textos em Francês I Estratégias de leitura. Gêneros discursivos. As diversas competências exigidas para a compreensão de textos. A coerência e a coesão textuais. LET226 Leitura e Compreensão de Textos em Francês II A habilidade de leitura e suas diversas competências. Fundamentos linguísticos e discursivos do texto. Fundamentos lógico-sintáticos do texto. Persuasão e argumentação. MAT271 Cálculo Numérico Introdução. Solução de equações não-lineares. Interpolação e aproximações. Integração. Sistemas de equações lineares. Resolução de equações diferenciais ordinárias. MAT350 Introdução às Geometrias NãoEuclidianas Preliminares. Geometria afim no plano euclidiano. Geometria esférica plana. Geometria projetiva plana. Geometria hiperbólica plana. MAT433 Teoria dos Números Congruências. Funções aritméticas. Resíduos quadráticos. Caracteres. Números primos. Inteiros quadráticos. MAT440 Introdução às Equações Diferenciais Ordinárias Equações diferenciais de 1a e 2a ordens. Equações diferenciais no plano. Sistemas de equações diferenciais. Teorema de existência e unicidade de soluções. MAT442 Introdução às Equações Diferenciais Parciais Equação do calor. Séries de Fourier. Equação de onda. Equação de Laplace. Transformada de Fourier. MAT451 Geometria Diferencial Preliminares. Curvas no plano. Curvas no espaço. Geometria de superfícies no espaço. MAT453 Geometria Hiperbólica Preliminares. Geometria Neutra Plana. Descrição Qualitativa do Plano Hiperbólico. Geometria Hiperbólica Espacial. Modelos do Plano Hiperbólico. MAT492 Monografia e Seminário B Elaboração de uma monografia sobre tópico de Matemática ou Educação Matemática, escolhido para estudo sob a orientação do professor coordenador da disciplina, e sua apresentação em seminário do departamento. Sugestão do roteiro a ser seguido para a execução dessa disciplina. Escolha do tópico a ser abordado na monografia. Pesquisa bibliográfica. QUI100 Química Geral Ciência e química. Energia e ionização e tabela periódica. Visão microscópica do equilíbrio. Equilíbrio heterogêneo. Equilíbrio de dissociação: ácidos e bases. Processos espontâneos e eletroquímicos. QUI101 Formação Profissional e Áreas de Atuação do Químico A estrutura do Curso de Química da UFV: Licenciatura e Bacharelado. Áreas de atuação e mercado de trabalho do Químico. Atribuições profissionais, legislação e ética profissional. O ensino, a pesquisa e a extensão no Departamento de Química da UFV. QUI107 Laboratório de Química Geral O laboratório e equipamento de laboratório. Substâncias puras e misturas. Fenômenos físicos e químicos e reações químicas. Propriedades dos elementos químicos. Obtenção e purificação de substâncias. Estudo das soluções. Estequiometria. Ácidos e bases. Oxirredução. Pilhas. Cinética das reações químicas. Termoquímica. Reações químicas especiais. QUI120 Química Inorgânica I Estrutura eletrônica dos átomos. Tabela periódica e propriedades periódicas dos elementos. Ligação iônica. Ligação covalente. QUI145 História da Química A alquimia e a iatroquímica. A química no século XIX. A química moderna. ANEXO V PLANO DE ESTÁGIO NORMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. ANEXO VI ATIVIDADES COMPLEMENTARES NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA CRITÉRIOS DE PONTUAÇÃO DE ATIVIDADES A SEREM CONTABILIZADAS NA DISCIPLINA MAT 295 – ATIVIDADES COMPLEMENTARES ATIVIDADES DE EXTENSÃO Registrado na PEC (750h = Participação 1ano) em Projeto de Extensão SERÃO CONTABILIZADAS CARGA HORÁRIA HORAS PAR DISCIPLINA 50 horas por ano1. OBS: Para o voluntário será de 300% mantendo a proporção com base nas horas do certificado, desde que esta atividade não contabiliza mais de 100h. Não registrado na PEC (750h 30 horas por ano1. =1ano). Participação 50 horas por ano1. em Projeto Registrado na PEC de Ensino 300% da carga horária total. Ministrar Na área de Matemática. Mini-curso, Palestras e Em outras áreas do 200% da carga horária total. Seminários conhecimento. Na área de Matemática com 10 horas mais 60% da carga horária do evento. apresentação. Em outras áreas do conhecimento com apresentação. Na área de Matemática sem apresentação. Em outras áreas do conhecimento1 sem apresentação. Auxílio em minicurso na Semana do Fazendeiro Participação na Organização de Eventos. Participação em Mini-cursos e Palestras Independentes. Participação em Eventos (Congressos, Encontros, Seminários, etc.) Apresentação de Pôster (por título) ATIVIDADES DE ENSINO Em Matemática e áreas afins, com avaliação. Em Matemática e áreas afins, sem avaliação. Monitoria, Tutoria e Assessoria (com acompanhamento de coordenador) (360h =1ano). Monitoria nos Ensinos Fundamental e Médio (200h =1ano). Cursos de Verão. ATIVIDADES DE PESQUISA 5 horas mais 50% da carga horária do evento. 60% da carga horária do evento. 50% da carga horária do evento. Carga horária total. 100% da carga horária do evento1. Carga horária total. 1ª vez – 10h.3 A partir da 2ª vez – 5h. 3 SERÃO CONTABILIZADAS CARGA HORÁRIA HORAS PAR CARGA HORAS PAR DISCIPLINA 50% da carga horária total. 20% da carga horária total. 50 horas por ano1. 50 horas por ano1. SERÃO CONTABILIZADAS Na área de Matemática, na 50 horas por ano1. Participação UFV. em Projeto de Iniciação Em outras áreas do 30 horas por ano1. Científica conhecimento, na UFV. HORÁRIA DISCIPLINA Trabalhos Publicados Resumos em anais nas 25h cada. áreas de Matemática e afins. Na íntegra em anais nas 50h cada. áreas de Matemática e afins. OUTRAS ATIVIDADES Comissão Coordenadora Colegiados Participação Conselhos Universitários Diretoria de Centro Discente Acadêmico Diretoria de Diretório Acadêmico Curso de Língua Estrangeira Atividades Culturais e Esportivas Serviços de apoio e organização em atividades ligadas ao DMA (por exemplo: OBMEP, bolsa atividade, monitoria em minicurso sem remuneração, etc.) As atividades que não constam na listagem acima, serão analisadas e pontuadas a critério da Comissão Coordenadora. SERÃO CONTABILIZADAS CARGA HORÁRIA 30 horas por ano1. 30 horas por ano1. 30 horas por ano1. 20 horas por ano2. 20 horas por ano2. 30% da carga horária total3. 30 horas por ano2. 1/7 da carga horária, contabilizando até 20 horas. *Esta tabela foi atualizada em reunião da Comissão Coordenadora do Curso de Matemática no dia 08/07/2010, data a partir da qual passa vigorar. 1 Nesta atividade serão contabilizadas no máximo 100h. Está atividade será contabilizada uma única vez. 3 Nesta atividade serão contabilizadas no máximo 50h. 2 HORAS PAR DISCIPLINA ANEXO VIi RECURSOS HUMANOS VINCULADOS AO CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA (CAMPUS VIÇOSA) QUADRO DE DOCENTES INTERNOS AO DMA VINCULADOS AO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA CPF DO PROFESSOR CARGO TITULAÇÃO 048.555.436-40 Adjunto II Doutorado 669.173.956-68 Adjunto II Doutorado 085.815.317-33 Adjunto II Doutorado 720.118.072-04 Adjunto II Doutorado 098.229.907-90 Adjunto I Doutorado 194.350.456-34 Assistente IV Bacharel 038.484.356-59 Assistente II Mestrado / Doutorando 679.808.136-34 Associado I Doutorado 069.392.036-05 Assistente II Mestrado 055.841.556-32 Assistente II Mestrado / Doutorando 057.415.617-80 Adjunto II Doutorado 042.528.696-76 Assistente II Mestrado 054.694.236-97 Assistente I Mestrado 232.685.058-05 Adjunto I Doutorado 938.673.106-10 Adjunto II Doutorado 733.298.356-72 Assistente IV Mestrado 716.921.697-34 Adjunto I Doutorado 034.094.386-61 Adjunto III Doutorado 892.752.257-53 Associado III Doutorado Marinês Guerreiro 450.978.280-20 Associado IV Ph.D Marli Regina dos Santos 251.027.388-44 Assistente III Mestrado / Doutoranda Mercio Botelho Faria 008.213.456-13 Adjunto IV Doutorado Paulo Tadeu de Almeida Campos 208.484.476-20 Associado III Doutorado DOCENTE Abílio Lemos Cardoso Júnior Alexandre Miranda Alves Allan de Oliveira Moura Anderson Luis Albuquerque de Araújo Ariane Piovezan Entringer Braz Moura Freitas Caroline Mendes dos Passos Catarina Mendes de Jesus Cristiane Botelho Valadares Édson José Teixeira Enoch Humberto Apaza Calla Fernanda Moura de Oliveira Gláucia Aparecida Soares Miranda Juan Valentin Mendoza Mogollón Kennedy Martins Pedroso Laerte Dias Carvalho Lana Mara Rodrigues dos Santos Luciana Maria M. Bragança Margareth da Silva Alves REGIME DE TRABALHO Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Rogério Carvalho Picanço Rosane Soares Moreira Viana 764.080.607-06 Adjunto II Doutorado 612.758.756-53 Assistente IV Mestrado Sandro Vieira Romero 164.677.458-25 Adjunto III Doutorado Simone Maria de Moraes 125.073.798-20 Associado I Doutorado Sônia Maria Fernandes 778.978.206-10 Adjunto IV Doutorado Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva QUADRO DE DOCENTES EXTERNOS AO DMA VINCULADOS AO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA DOCENTE CPF DO PROFESSOR CARGO TITULAÇÃO Geraldo Browne Ribeiro Filho 435.681.737-00 Adjunto II Doutorado Douglas Lopes de Souza 013.910.966-81 Assistente I Mestrado Carlos Gomide da Silva 752.052.547-34 Assistente IV Mestrado Elaine Aparecida Fernandes 027.576.066-97 Adjunto III Doutorado Newton Paulo Bueno 012.326.048-52 Associado III Pós-Doutorado Marcelo Loures dos Santos 839.443.976-49 Adjunto II Doutorado 458.460.906-30 Adjunto III Doutorado 493.158.546-91 Assistente II Mestrado 213.425.473-49 Adjunto II Doutorado 262.031.036-91 Adjunto I Doutorado 197.294.056-20 Adjunto I Doutorado 612.704.316-68 Associado II Doutorado José Ivo Ribeiro Júnior 661.456.946-53 Associado III Doutorado José Arnaldo Redinz 837.947.007-71 Associado III Doutorado Alvaro José Magalhães Neves 531.754.686-91 Adjunto IV Pós-doutorado Tiago José de Oliveira 063.385.926-58 Adjunto I Doutorado Lucas Alves da Silva Mol 044.926.646-02 Adjunto I Doutorado 969.214.986-20 Associado I Doutorado 143.047.548-07 Adjunto III Doutorado Wânia Maria Guimarães Lacerda Joana D´Arc G. Hollerback Maria Veranilda Soares Mota Marilene de Melo Vieira Maria Alba Pereira de Deus Carlos Henrique Osório e Silva Rober Hilário Velasquez Lara Maximiliano Luis REGIME DE TRABALHO Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Munford Ismael Lima Menezes Sobrinho 813.605.256-53 Associado I Doutorado Lucas Alves da Silva Mol 044.926.646-02 Adjunto I Doutorado Oswaldo Monteiro Del Cima 834.184.827-91 Adjunto I Doutorado Márcio Santos Rocha 854.976.063-34 Adjunto II Doutorado 248.210.046-15 Associado II Doutorado 046.632.666-14 Adjunto I Doutorado 032.990.886-37 Assistente I Mestrado Leacir N. Bastos 180.756.736-20 Associado III Doutorado José Elias Claudio Arroyo 052.963.377-94 Adjunto III Doutorado Mauro Nacif Rocha 572.954.336-00 Associado II Doutorado 046.632.666-14 Adjunto I Doutorado 424.675.196-00 Adjunto I Doutorado 916.145.707-87 Adjunto IV Doutorado 583.626.146-68 Associado II Doutorado 253.600.866-53 Associado I Doutorado 971.705.426-68 Assistente III Mestrado 971.705.426-68 Assistente III Mestrado Ana Luisa Borba Gediel 000.728.400-48 Assistente I Doutorado Roberto Andre Muller 530.150.888-15 Adjunto IV Doutorado Alexandre Tadeu Gomes de Carvalho Luciana Brugiolo Gonçalves Marcos Henrique F. Ribeiro Luciana Brugiolo Gonçalves Aparecida de Araujo Oliveira Cristiane Cataldi dos Santos Paes Ana Maria Ferreira Barcelos Gracia Regina Gonçalves Matosalem V. Pereira Junior Matosalem V. Pereira Junior Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva Dedicação Exclusiva QUADRO DE TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DO DMA VINCULADOS AO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA NOME Ariadne Nogueira Dias Jair Pereira Lopes João Marcos Diniz Viana Marco Lúcio G. Pesce CPF 819.374.666-04 136.821.996-91 004.676.846-77 023.684.846-12 CARGO Secretária Auxiliar Administrativo Auxiliar Administrativo Secretário REGIME DE TRABALHO 40 horas 40 horas 40 horas 40 horas ANEXO VIII VINCULAÇÃO DE DOCENTES ÀS DISCIPLINAS DO CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA (CAMPUS VIÇOSA) QUADRO COM A VINCULAÇÃO DE DOCENTES ÀS DISCIPLINAS DO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA CÓDIGO DA DISCIPLINA ARQ102 ARQ103 NOME DA DISCIPLINA Desenho Geométrico Geometria Descritiva ADM250 Matemática Financeira BAN100 Zoologia Geral BAN140 Elementos de Fisiologia Humana BAN200 Zoologia dos Invertebrados BAN210 Anatomia Humana BIO111 Biologia Celular BIO112 BIO120 Laboratório de Biologia Celular Citologia e Histologia BIO131 Ecologia Básica BIO221 BIO240 Histologia Básica Genética BIO340 Evolução Orgânica BIO490 BQI100 Instrumentação para o Ensino Bioquímica Fundamental BQI103 Bioquímica I BVE100 ECO255 Botânica Geral Biologia e Ecologia de Algas e Briófitas Estatística Econômica e Empresarial ECO271 Microeconomia I ECO274 Contabilidade Nacional ECO275 EDU110 EDU127 Macroeconomia I Psicologia Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem Filosofia da Ciência EDU133 Educação e Realidade Brasileira EDU144 Estrutura e Funcionamento Ensino Fundamental e Médio EDU155 Didática EDU227 Concepção Filosófica da Educação BVE202 EDU117 do NOME DO PROFESSOR Clarissa Ferreira Albrecht Douglas Lopes de Souza Fernanda Maria de Almeida Romulo Ribon Jener Alexandre Sampaio Zuanon Maria Augusta Lima Siqueira Ita de Oliveira e Silva Tânia Maria Fernandes Salomão José Eduardo Serrão Juliana Silva Rocha Flávia Maria da Silva Carmo Juliana Silva Rocha Marcos Ribeiro Furtado Lucio Antonio de Oliveira Campos Gínia César Bontempo Virgínia Ramos Pizziolo Valéria Monteze Guimarães Pedro CPF DO PROFESSOR 957.867.691-68 013.910.966-81 061.341.456-02 879.809.837-34 484.991.966-91 033.863.676-58 806.375.661-49 453.610.296-53 054.249.828-67 004.572.296-08 455.092.046-72 516.419.096-68 744.901.178-68 612.704.236-49 492.523.566-49 418.625.036-72 Pedro Carlos Gomide da Silva Elaine Aparecida Fernandes Fabrício de Assis Campos Vieira Newton Paulo Bueno Eduardo Simonini Lopes 752.052.547-34 Marcelo Loures dos Santos 839.443.976-49 Cézar Luíz De Mari Wania Maria Guimarães Lacerda 627.793.629-87 Joana D´Arc G. Hollerback 493.158.546-91 Maria Veranilda Soares Mota Marilene de Melo Vieira 027.576.066-97 049.683.256-57 012.326.048-52 898.843.886-87 458.460.906-30 213.425.473-49 262.031.036-91 EDU314 EDU341 Dinâmica de Grupo Estrutura e Funcionamento Ensino Superior do EST105 Iniciação à Estatística EST220 EST410 Estatística Experimental Probabilidade EST411 Inferência EST437 FIS201 Séries Temporais Física I FIS202 Física II FIS203 FIS204 FIS224 FIS225 Física III Física IV Laboratório de Física A Laboratório de Física B Métodos da Física Teórica I Instrumentação para o Ensino da Física I Instrumentação para o Ensino da Física II FIS270 FIS312 FIS313 Marcelo Loures dos Santos 839.443.976-49 José Henrique de Oliveira 164.125.166-20 Carlos Henrique Osório e Silva José Ivo Ribeiro Júnior José Arnaldo Redinz Álvaro José Magalhães Neves Tiago José de Oliveira José Arnaldo Redinz Álvaro José Magalhães Neves Tiago José Magalhães Sukarno Olavo Ferreira Paulo Roberto Colares Maximiliano Luis Munford Ismael Lima Menezes Sobrinho Orlando Pinheiro da Fonseca Rodrigues Orlando Pinheiro da Fonseca Rodrigues Osvaldo Monteiro Del Cima Márcio Santos Rocha Alexandre Tadeu Gomes de Carvalho Marcos Henrique F. Ribeiro Luciana Brugiolo Gonçalves Luciana Brugiolo Gonçalves José Elias Cláudio Arroyo Mauro Nacif Rocha Ana Maria F. Barcelos Matosalem V. Pereira Junior Aparecida de Araújo Oliveira Cristiane Cataldi dos Santos Paes Hilda Simone Henrique Coelho 612.704.316-68 661.456.946-53 837.947.007-71 531.754.686-91 063.385.926-58 837.947.007-91 531.754.686-91 063.385.926-58 522.267.656-15 174.475.426-87 143.047.548-07 813.605.256-53 512.257.436-72 512.257.436-72 FIS333 Mecânica Clássica FIS344 Termodinâmica Clássica FIS391 Eletrônica Instrumental INF100 Introdução à Programação I INF101 Introdução à Programação II INF280 Pesquisa Operacional I INF281 INF282 INF485 Pesquisa Operacional II Pesquisa Operacional III Simulação LET101 Português Instrumental II LET104 Oficina de Leitura e Produção de Gêneros Acadêmicos LET215 Inglês I LET216 Inglês II Gracia Regina Gonçalves Leitura e Compreensão de Textos em Francês I Leitura e Compreensão de Textos em Francês II Matosalem Vilarino Pereira Junior 971.705.426-68 Matosalem Vilarino Pereira Junior 971.705.426-68 LET225 LET226 834.184.827-91 854.976.063-34 248.210.046-15 032.990.886-37 046.632.666-14 046.632.666-14 052.963.377-94 572.954.336-00 583.626.146-68 971.705.426-68 424.675.196-00 916.145.707-87 674.446.526-00 253.600.866-53 MAT100 MAT102 MAT103 MAT105 MAT131 MAT137 MAT141 MAT143 MAT152 MAT153 Marinês Guerreiro Rosane Soares Moreira Viana Fernanda Moura de Oliveira Prática de Ensino de Matemática I Marli Regina dos Santos Caroline Mendes dos Passos Marli Regina dos Santos Marinês Guerreiro Prática de Ensino de Matemática II Caroline Mendes dos Passos Lana Mara Rodrigues dos Fundamentos de Matemática Santos Elementar I Marinês Guerreiro Allan de Oliveira Moura Introdução à Álgebra Mercio Botelho Faria Marinês Guerreiro Édson José Teixeira Luciana Maria M. Bragança Introdução à Álgebra Linear Lana Mara Rodrigues dos Santos Paulo Tadeu de Almeida Campos Paulo Tadeu de Almeida Campos Fernanda Moura de Oliveira Allan de Oliveira Moura Cálculo Diferencial e Integral I Cristiane Botelho Valadares Rosane Soares Moreira Viana Margareth da Silva Alves Ariane Piovezan Entringer Laerte Dias Carvalho Margareth da Silva Alves Fernanda Moura de Cálculo Diferencial e Integral II Oliveira Cristiane Botelho Valadares Marli Regina dos Santos Paulo Tadeu de Almeida Geometria Analítica Campos Catarina Mendes de Jesus Marli Regina dos Santos Paulo Tadeu de Almeida Campos Fundamentos de Geometria Ariane Piovezan Entringer Anderson Luis Albuque de Araújo Colóquios de Matemática 450.978.280-20 612.758.756-53 042.528.696-76 251.027.388-44 038.484.356-59 251.027.388-44 450.978.280-20 038.484.356-59 716.921.697-34 450.978.280-20 085.815.317-33 008.213.456-13 450.978.280-20 055.841.556-32 034.094.386-61 716.921.697-34 208.484.476-20 208.484.476-20 042.528.696-76 085.815.317-33 069.392.036-05 612.758.756-53 892.752.257-53 098.229.907-90 733.298.356-72 892.752.257-53 042.528.696-76 069.392.036-05 251.027.388-44 208.484.476-20 679.808.136-34 251.027.388-44 208.484.476-20 098.229.907-90 720.118.072-04 MAT171 MAT172 MAT203 MAT206 MAT207 MAT208 MAT209 MAT232 MAT243 MAT250 MAT271 MAT290 MAT291 MAT292 MAT295 MAT305 MAT330 MAT331 MAT332 Diogo da Silva Machado Mercio Botelho Faria Édson José Teixeira Lana Mara Rodrigues dos Santos Matemática Computacional Kennedy Martins Pedroso Mercio Botelho Faria Kennedy Martins Pedroso Rogério Carvalho Picanço Matemática Finita Simone Maria de Moraes Marinês Guerreiro Rosane Soares Moreira Fundamentos de Matemática Viana Elementar II Simone Maria de Moraes Caroline Mendes dos Prática de Ensino de Matemática III Passos Marli Regina dos Santos Prática de Ensino de Matemática IV Marli Regina dos Santos Fundamentos de Matemática III Rogério Carvalho Picanço Mercio Botelho Faria Fundamentos de Aritmética Simone Maria de Moraes Allan de Oliveira Moura Laerte Dias Carvalho Sandro Vieira Romero Cálculo Diferencial e Integral III Margareth da Silva Alves Kennedy Martins Pedroso Marinês Guerreiro Geometria Espacial Abílio Lemos Cardoso Júnior Kennedy Martins Pedroso Luciana Maria M. Cálculo Numérico Bragança Juan Valentin Mendoza Mogollón Rosane Soares Moreira Atividades Especiais I Viana Rosane Soares Moreira Atividades Especiais II Viana Rosane Soares Moreira Atividades Especiais III Viana Atividades Complementares Catarina Mendes de Jesus História da Matemática Sandro Vieira Romero Marinês Guerreiro Rogério Carvalho Picanço Álgebra I Sônia Maria Fernandes Marinês Guerreiro Rogério Carvalho Picanço Álgebra II Sônia Maria Fernandes Marinês Guerreiro Álgebra para Licenciatura Rogério Carvalho Picanço Sônia Maria Fernandes Matemática no Computador II 099.719.107-48 008.213.456-13 055.841.556-32 716.921.697-34 938.673.106-10 008.213.456-13 938.673.106-10 764.080.607-06 125.073.798-20 450.978.280-20 612.758.756-53 125.073.798-20 038.484.356-59 251.027.388-44 251.027.388-44 764.080.607-06 008.213.456-13 125.073.798-20 085.815.317-33 733.298.356-72 164.677.458-25 892.752.257-53 938.673.106-10 450.978.280-20 048.555.436-40 938.673.106-10 034.094.386-61 232.685.058-05 612.758.756-53 612.758.756-53 612.758.756-53 679.808.136-34 164.677.458-25 450.978.280-20 764.080.607-06 778.978.206-10 450.978.280-20 764.080.607-06 778.978.206-10 450.978.280-20 764.080.607-06 778.978.206-10 MAT336 Álgebra Linear I MAT337 Álgebra Linear II MAT340 Equações Diferenciais Ordinárias I MAT341 Análise I MAT342 Análise para Licenciatura MAT343 Variáveis Complexas MAT345 Análise II MAT346 Análise III MAT350 MAT394 MAT395 MAT396 Introdução às Geometrias NãoEuclidianas Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica A Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica B Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica C MAT433 Teoria dos Números MAT434 MAT436 MAT440 Tópicos de Álgebra Complementos de Álgebra Linear Equações Diferenciais Ordinárias II Introdução às Equações Diferenciais Parciais MAT442 MAT443 Medida e Integração MAT444 MAT445 Tópicos em Análise Cálculo das Variações MAT448 Espaços Métricos MAT451 Geometria Diferencial I MAT453 MAT456 MAT458 Geometria Hiperbólica Tópicos em Geometria ou Topologia Topologia Geral Marinês Guerreiro Sônia Maria Fernandes Marinês Guerreiro Margareth da Silva Alves Rogério Carvalho Picanço Sônia Maria Fernandes Enoch H. Apaza Calla Rosane Soares Moreira Viana Alexandre Miranda Alves Paulo Tadeu de Almeida Campos Margareth da Silva Alves Fernanda Moura de Oliveira Paulo Tadeu de Almeida Campos Alexandre Miranda Alves Margareth da Silva Alves Anderson Luis Albuque de Araújo Kennedy Martins Pedroso 450.978.280-20 778.978.206-10 450.978.280-20 892.752.257-53 764.080.607-06 778.978.206-10 057.415.617-80 Simone Maria de Moraes 125.073.798-20 Marli Regina dos Santos Mercio Botelho Faria Luciana Maria M. Bragança 251.027.388-44 008.213.456-13 Marli Regina dos Santos 251.027.388-44 Marinês Guerreiro Abílio Lemos Cardoso Júnior Sônia Maria Fernandes Margareth da Silva Alves Alexandre Miranda Alves Ariane Piovezan Entringer Sandro Vieira Romero Anderson L. Albuquerque Araújo Margareth da Silva Alves Margareth da Silva Alves Catarina Mendes de Jesus Luciana Maria M. Bragança Simone Maria de Moraes Catarina Mendes de Jesus Mercio Botelho Faria Simone Maria de Moraes Simone Maria de Moraes Catarina Mendes de Jesus Simone Maria de Moraes 450.978.280-20 612.758.756-53 669.173.956-68 208.484.476-20 892.752.257-53 042.528.696-76 208.484.476-20 669.173.956-68 892.752.257-53 720.118.072-04 938.673.106-10 034.094.386-61 048.555.436-40 778.978.206-10 892.752.257-53 669.173.956-68 098.229.907-90 164.677.458-25 720.118.072-04 892.752.257-53 892.752.257-53 679.808.136-34 034.094.386-61 125.073.798-20 679.808.136-34 008.213.456-13 125.073.798-20 125.073.798-20 679.808.136-34 125.073.798-20 MAT473 Análise Numérica I MAT475 MAT490 MAT491 MAT492 Tópicos em Matemática Aplicada Oficinas de Matemática Monografia e Seminário A Monografia e Seminário MAT490 Oficinas de Matemática QUI100 QUI101 QUI107 QUI120 QUI138 QUI139 QUI145 QUI250 QUI343 SOL215 Química Geral Formação Profissional e Áreas de Atuação do Químico Laboratório de Química Geral Química Inorgânica Fundamentos de Química Orgânica Laboratório de Química Orgânica História da Química Cristalografia Instrumentação para o Ensino de Química Geologia e Pedologia Lana Mara Rodrigues dos Santos Simone Maria de Moraes 716.921.697-34 125.073.798-20 Simone Maria de Moraes 125.073.798-20 Marli Regina dos Santos Caroline Mendes dos Passos Joel Antônio de Oliveira 251.027.388-44 Regina Simplício Carvalho 457.342.326-53 Efraim Lázaro Reis 166.967.276-04 José Roberto da Silveira Maia Célia Regina Álvares Maltha Mayura Marques Magalhães Rubinger Regina Simplicio Carvalho Roberto Andrea Muller Vinícius Catão de Assis Souza Jaime Wilson Vargas de Mello 038.484.356-59 457.342.326-53 530.150.888-15 715.901.106-68 260.752.020-72 ANEXO IX ATA Nº 17 DA REUNIÃO DO CEPE QUE AUTORIZA A CRIAÇÃO DO CURSO DE MATEMÁTICA-LICENCIATURA (CAMPUS VIÇOSA) ANEXO X RECONHECIMENTO PORTARIA N 704, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1981 DE RECONHECIMENTO DO CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA (CAMPUS VIÇOSA) O ANEXO XI LEGISLAÇÕES PARA O CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (CAMPUS VIÇOSA) ANEXO XII RESOLUÇÕES ANEXO XIII REGIME DIDÁTICO DA UFV