UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA
CENTRO CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS
DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA
Projeto Político Pedagógico
Matemática – Licenciatura
Integral e Noturno
(Campus Viçosa)
VIÇOSA – MG
2013
MISSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA
“Exercer uma ação integrada das atividades de ensino, pesquisa e extensão, visando
à universalização da educação superior de qualidade, à promoção do
desenvolvimento das ciências, letras e artes e à formação de cidadãos com visão
técnica, científica e humanística, capazes de enfrentar desafios e atender às
demandas da sociedade.”
(Resolução 14/2006/CONSU)
MEMBROS DA COMISSÃO COORDENADORA
Rogério Carvalho Picanço - Departamento de Matemática
Rosane Soares Moreira Viana - Departamento de Matemática
Ariane Piovezan Entringer - Departamento de Matemática
Daniel Heber Theodoro Franco - Departamento de Física
Fernanda Moura de Oliveira – Departamento de Matemática
Kennedy Martins Pedroso - Departamento de Matemática
Luciana Maria Mendonça Bragança - Departamento de Matemática
Marli Regina dos Santos - Departamento de Matemática
Margareth da Silva Alves – Departamento de Matemática
Mercio Botelho Faria – Departamento de Matemática
Paulo Roberto Colares Guimarães - Departamento de Física
Simone Maria de Moraes - Departamento de Matemática
MEMBROS DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
Rogério Carvalho Picanço - Departamento de Matemática
Rosane Soares Moreira Viana - Departamento de Matemática
Ariane Piovezan Entringer - Departamento de Matemática
Daniel Heber Theodoro Franco - Departamento de Física
Fernanda Moura de Oliveira – Departamento de Matemática
Kennedy Martins Pedroso - Departamento de Matemática
Luciana Maria Mendonça Bragança - Departamento de Matemática
Marli Regina dos Santos - Departamento de Matemática
Margareth da Silva Alves – Departamento de Matemática
Mercio Botelho Faria – Departamento de Matemática
Paulo Roberto Colares Guimarães - Departamento de Física
Simone Maria de Moraes - Departamento de Matemática
Anderson Luis A. de Araújo - Departamento de Matemática
COLABORADORES NA ELABORAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO
PEDAGÓGICO DO CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA
Rosane Soares Moreira Viana - Departamento de Matemática
Rogério Carvalho Picanço - Departamento de Matemática
Kennedy Martins Pedroso - Departamento de Matemática
Luciana Maria Mendonça Bragança - Departamento de Matemática
Marli Regina dos Santos - Departamento de Matemática
Simone Maria de Moraes - Departamento de Matemática
IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Curso: Graduação em Matemática
Modalidade: Licenciatura
Título acadêmico conferido: Licenciado em Matemática
Modalidade de ensino: Presencial
Regime de matrícula: Semestral
Turnos de funcionamento: Integral e Noturno
Tempo de duração do Curso no Turno Integral:
Prazo mínimo: três anos (seis semestres)
Prazo padrão: quatro anos (oito semestres)
Prazo máximo: seis anos e meio (treze semestres)
Tempo de duração do Curso no Turno Noturno:
Prazo mínimo: três anos (seis semestres)
Prazo padrão: quatro anos e meio (nove semestres)
Prazo máximo: oito anos (dezesseis semestres)
Carga horária total: 2.910 horas
Número de vagas oferecidas: 45 vagas no Turno Integral e 40 vagas no Turno Noturno
Local de funcionamento: Campus Viçosa
Forma de ingresso: Conforme o Regime Didático da UFV
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA - UFV
Av. P. H. Rolfs, s/n
CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS - CCE
Ed. Arthur da Silva Bernardes
Campus Universitário
CEP 36570-000
Viçosa-MG
Fone: (31) 3899 1284 FAX: (31) 3899 2053
SUMÁRIO
1.APRESENTAÇÃO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA (UFV)..................................1
2.APRESENTAÇÃO DO CURSO......................................................................................................................2
2.1. HISTÓRICO DO CURSO DE MATEMÁTICA DA UFV .....................................................................2
2.2. O CURSO DE MATEMÁTICA NA UFV...............................................................................................4
3.FUNDAMENTAÇÃO LEGAL........................................................................................................................6
4.CONCEPÇÃO DO CURSO.............................................................................................................................8
5.OBJETIVOS DO CURSO................................................................................................................................8
6.PERFIL E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS...........................................................................................8
6.1.PERFIL DO LICENCIADO EM MATEMÁTICA...................................................................................8
6.2.COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO LICENCIADO EM MATEMÁTICA................................10
7.ESTRUTURA CURRICULAR......................................................................................................................12
7.1.CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO GERAL.............................................................................................12
7.2.CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA ...................................................................................13
7.3.CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL..............................................................................13
7.4. CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA...............................................................................14
7.5. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO.................................................................................15
7.6. PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR...........................................................................17
7.7. ATIVIDADES COMPLEMENTARES.................................................................................................18
7.8.EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E
CULTURA AFROBRASILEIRA E AFRICANA........................................................................................18
7.9.POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL.......................................................................................19
8.INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO.....................................................................................19
9.MATRIZ CURRICULAR DO CURSO.........................................................................................................19
9.1.BIBLIOGRAFIA BÁSICA, COMPLEMENTAR E PERIÓDICOS......................................................19
10.METODOLOGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM...............................................................................20
11.AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM............................................................20
12. OUTRAS ATIVIDADES DO CURSO.......................................................................................................22
13. INGRESSO NO CURSO.............................................................................................................................22
14. APOIO AO DISCENTE..............................................................................................................................23
15. AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO ...........................................................................................................24
16. INTEGRAÇÃO COM AS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA...........................................................25
17. COLEGIADO DO CURSO ........................................................................................................................27
18. RECURSOS HUMANOS E INFRA-ESTRUTURA..................................................................................28
ANEXO I ............................................................................................................................................................1
MATRIZ CURRICULAR ..................................................................................................................................1
ANEXO II..........................................................................................................................................................13
PROGRAMAS ANALÍTICOS DAS DISCIPLINAS ......................................................................................13
ANEXO III........................................................................................................................................................14
EMENTAS DAS DISCIPLINAS .....................................................................................................................14
ANEXO V...........................................................................................................................................................1
PLANO DE ESTÁGIO ......................................................................................................................................1
ANEXO VI..........................................................................................................................................................2
ATIVIDADES COMPLEMENTARES .............................................................................................................2
ANEXO VIi.........................................................................................................................................................5
RECURSOS HUMANOS .................................................................................................................................5
ANEXO VIII.......................................................................................................................................................9
VINCULAÇÃO DE DOCENTES ÀS DISCIPLINAS ......................................................................................9
ANEXO IX........................................................................................................................................................16
ATA Nº 17 DA REUNIÃO DO CEPE .............................................................................................................16
ANEXO X.........................................................................................................................................................17
RECONHECIMENTO......................................................................................................................................17
ANEXO XI........................................................................................................................................................18
LEGISLAÇÕES................................................................................................................................................18
ANEXO XII.......................................................................................................................................................19
RESOLUÇÕES.................................................................................................................................................19
ANEXO XIII.....................................................................................................................................................20
REGIME DIDÁTICO DA UFV........................................................................................................................20
1. APRESENTAÇÃO GERAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA
(UFV)
A Universidade Federal de Viçosa originou-se da Escola Superior de Agricultura e
Veterinária - ESAV, criada pelo Decreto 6.053, de 30 de março de 1922, pelo então Presidente do
Estado de Minas Gerais, Arthur da Silva Bernardes.
A ESAV foi inaugurada em 28 de agosto de 1926, por seu idealizador Arthur Bernardes
que, na época, ocupava o cargo máximo de Presidente da República. Em 1927 foram iniciadas as
atividades didáticas, com a instalação dos Cursos Fundamental e Médio e, no ano seguinte, do
Curso Superior de Agricultura. Em 1932 foi a vez do Curso Superior de Veterinária. No período de
sua criação, o Prof. Peter Henry Rolfs foi convidado por Arthur Bernardes para organizar e dirigir a
ESAV. Também veio, a convite, o Engenheiro João Carlos Bello Lisboa, para administrar os
trabalhos de construção do estabelecimento.
Visando ao desenvolvimento da Escola, em 1948, o Governo do Estado transformou-a na
Universidade Rural do Estado de Minas Gerais - UREMG, que era composta pela Escola Superior
de Agricultura, pela Escola Superior de Veterinária, pela Escola Superior de Ciências Domésticas,
pela Escola de Especialização (Pós-graduação), pelo Serviço de Experimentação e Pesquisa e pelo
Serviço de Extensão.
Graças a sua sólida base e a seu bem estruturado desenvolvimento, a Universidade adquiriu
renome em todo o País, o que motivou o Governo Federal a federalizá-la, em 15 de julho de 1969,
com o nome de Universidade Federal de Viçosa.
A Universidade Federal de Viçosa vem acumulando, desde sua fundação, larga experiência
e tradição em ensino, pesquisa e extensão, que formam a base de sua filosofia de trabalho. Desde
seus primórdios, a UFV tem se preocupado em promover a integração vertical do ensino. Nesse
sentido, trabalha de maneira efetiva, mantendo atualmente, além dos cursos de Graduação e Pósgraduação, o Colégio de Aplicação (COLUNI – Ensino Médio Geral), a Central de Ensino e
Desenvolvimento Agrário de Florestal (Ensino Médio Técnico e Médio Geral), a Escola Estadual
Effie Rolfs (Ensino Fundamental e Médio Geral), o Laboratório de Desenvolvimento Infantil, que
atende a crianças de 3 meses a 5 anos e o Laboratório de Desenvolvimento Humano, para crianças
de 5 a 6 anos.
Por tradição, a área de Ciências Agrárias é a mais desenvolvida na UFV, sendo conhecida e
respeitada no Brasil e no Exterior. Apesar dessa ênfase na agropecuária, a Instituição vem
1
assumindo caráter eclético, expandindo-se noutras áreas do conhecimento, como Ciências
Biológicas e da Saúde, Ciências Exatas e Tecnológicas e Ciências Humanas, Letras e Artes. Tratase de uma postura coerente com o conceito de universidade moderna, tendo em vista que a
interação das diversas áreas aperfeiçoa os resultados.
A UFV tem contado com o trabalho de professores e pesquisadores estrangeiros de renome
na comunidade científica, que colaboram com o seu corpo docente, ao mesmo tempo em que
executa um programa de treinamento que mantém diversos profissionais se especializando no País
e no Exterior. Nesse particular, a UFV é, sem dúvida, uma das instituições brasileiras com índices
mais elevados de pessoal docente com qualificação em nível de Pós-graduação.
A Universidade tem inúmeros motivos para se orgulhar de seu passado e presente de
trabalho, sacrifícios e êxitos e, por isso, sente-se forte e preparada para o futuro, pronta a oferecer
soluções que efetivamente colaborem para que o Brasil enfrente, com segurança e dignidade, todas
as condições adversas que se configurem na conjuntura mundial.
2. APRESENTAÇÃO DO CURSO
2.1. HISTÓRICO DO CURSO DE MATEMÁTICA DA UFV
O Curso de Matemática, habilitação Bacharelado, da Universidade Federal de Viçosa
(UFV) foi autorizado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) em 1971, conforme
Ata no 17 de 25/06/1971. Em agosto de 1971, uma primeira turma do Curso foi implementada com
três alunos oriundos de transferência interna. A primeira turma, com ingressantes via vestibular, foi
iniciada em março de 1972.
Em 1975, iniciou-se o Curso de Licenciatura de 1º grau em Ciências, podendo os
estudantes, ao final, continuarem seus estudos, visando graduar-se também em Licenciatura Plena
numa das quatro áreas: Biologia, Física, Matemática ou Química. Aos estudantes que optavam por
Matemática era também oferecida a possibilidade de habilitarem-se como Bacharéis, desde que
continuassem seus estudos.
Em 1982, foram reestruturados os Cursos de Licenciatura Plena da UFV, conforme a Ata
171 do CEPE, de 14/10/1982, desvinculando-os do Curso de Ciências. Assim, a partir 1983, o
Curso de Matemática (Bacharelado) começou a oferecer aos Bacharéis a opção de se habilitarem
também como Licenciados, desde que cursassem as disciplinas de formação pedagógica.
Em 1988, foi promovida uma ampla reforma na estrutura curricular do Curso de
Matemática e passou-se a oferecer a possibilidade do estudante, a seu critério e sob a orientação do
2
Coordenador do Curso, fazer a Licenciatura ou o Bacharelado, de modo independente, ou graduarse em ambas as habilitações.
A estrutura curricular do Curso de Matemática esteve sempre organizada de modo a
atender ao currículo mínimo e à duração estabelecidos pelas resoluções do Conselho Federal de
Educação, contando com disciplinas obrigatórias e optativas. O Curso de Matemática –Bacharelado
– obteve o seu primeiro reconhecimento em 07/11/77 pelo Parecer 3130 e a Licenciatura Plena em
Matemática da UFV foi reconhecida pelo Decreto n o 81.265 de 27/01/1978.
O Curso de Matemática da UFV, nas modalidades Licenciatura e Bacharelado, foi
reconhecido pelo Conselho Federal de Educação de acordo com o Parecer n o 447/82 - Portaria
no405, de 29/09/82 (Bacharelado) e Portaria no 704, de 18/12/81 (Licenciatura).
Em 1999, a Comissão Coordenadora do Curso de Matemática iniciou a reformulação do
Projeto Pedagógico do Curso, a fim de elaborar um novo projeto para atender às Diretrizes
Curriculares do MEC constantes na nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei
nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996).
Nesse mesmo ano, uma comissão designada pelo Ministério da Educação (MEC), esteve
presente no Departamento de Matemática da UFV (DMA), para proceder a Avaliação das
Condições de Oferta do Curso. Nessa ocasião a Comissão Coordenadora apresentou a nova
proposta de Projeto Pedagógico à Comissão de Avaliadores do MEC, a qual fez algumas sugestões
que foram incorporadas, em sua maioria, ao novo Projeto Pedagógico do Curso.
O Projeto Pedagógico PRE 011104/99, aprovado pelo Conselho Técnico de Graduação em
Ata n° 301 de 08/12/1999, entrou em vigor no primeiro semestre de 2000. Nele o estudante poderia
optar por graduar-se em uma das habilitações, Licenciatura ou Bacharelado, ou em ambas. Na
Licenciatura, as modificações visaram dar mais consistência à formação dos profissionais do
ensino de Matemática, e, para tal, criaram-se novas disciplinas que tinham como objetivo reforçar
os conteúdos de conhecimento básico, bem como a Instrumentação para o Ensino de Matemática.
Na área pedagógica, as disciplinas tomaram aspectos teórico-práticos, com a criação de disciplinas
práticas cursadas em regime de co-requisito com as teóricas, contemplando a exigência legal das
300 horas de prática de ensino, juntamente com o estágio supervisionado.
Ainda, para atender aos princípios de flexibilização, o número de disciplinas no grupo de
optativas foi aumentado, contemplando uma formação diversificada para o futuro professor, tanto
no aspecto de ampliar ou aprofundar seus conhecimentos na área, quanto no de adquirir
conhecimentos de outras áreas, afins ou não, atendendo aos princípios da interdisciplinaridade.
No ano de 2002 o MEC publicou a Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro, que em seu
Artigo 1º estabelece mudanças na carga horária para os cursos de Licenciatura. Por outro lado, a
3
Resolução CNE/CP nº. 1, de 18 de fevereiro do mesmo ano, institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, em curso de
Licenciatura, de graduação plena, construindo um conjunto de princípios, fundamentos e
procedimentos a serem observados na organização institucional e curricular.
Já os Pareceres CNE/CP 9/2001 e CNE/CP 28/2001, que fundamentam as Resoluções 1 e
2/2002 citadas acima, delineiam as alterações a serem feitas nos projetos pedagógicos da
Licenciatura, principalmente no que tange à questão das práticas pedagógicas e do estágio
supervisionado. Além disso, a Resolução CNE/CES 3, de 18 de fevereiro de 2003 estabelece as
Diretrizes Curriculares para os Cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura, de acordo com
o Parecer CNE/CES 1302/2001.
Iniciou em 2009 o Curso de Matemática-Licenciatura no turno noturno, autorizado pelo
CEPE-UFV em Ata no 441 de 06/09/2007. O oferecimento de 40 vagas no Curso no período
noturno fez parte do Projeto da UFV para o Programa de Apoio aos Planos de Reestruturação e
Expansão das Universidades Federais – REUNI, instituído pelo Decreto nº 6.096, de 24 de abril de
2007 que teve como um dos objetivos dotar as universidades federais das condições necessárias
para ampliação do acesso e permanência na educação superior.
A presente proposta de Projeto Político Pedagógico para o Curso de MatemáticaLicenciatura, nos turnos integral e noturno, elaborada após diversas discussões entre os membros
da Comissão Coordenadora do Curso, pelo Núcleo Docente Estruturante e por alguns professores
do DMA, pretende atender aos princípios legais, dentro do contexto em que se insere este curso na
UFV.
2.2. O CURSO DE MATEMÁTICA NA UFV
O ensino básico no Brasil encontra-se em uma situação crítica, atingindo especialmente a
formação matemática. Existe uma grande massa de cidadãos que, mesmo tendo concluído o ensino
médio, é incapaz de manipular informações matemáticas simples − o chamado analfabetismo
numérico. O fraco desempenho dos estudantes universitários nas disciplinas básicas de Matemática
revela desconhecimentos de conceitos matemáticos fundamentais que deveriam ter sido
assimilados durante os anos escolares anteriores.
Diante dessa situação, constata-se a necessidade da oferta de cursos pelas universidades
públicas e privadas que garantam a formação do profissional de ensino em Matemática, atendendo
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às exigências da legislação vigente, visando suprir a carência de professores devidamente
qualificados para assumir a docência na Educação Básica.
Nesse sentido, o Curso de Matemática - Licenciatura da Universidade Federal de Viçosa se
propõe a formar profissionais aptos a atuarem na Escola Básica, com capacidade de liderança e de
propagador de conhecimento entre seus pares.
Os alunos ingressantes no curso são, em sua maioria, oriundos de diversos estados das
regiões sudeste e nordeste, de cidades próximas a Viçosa e também de cidades do norte de Minas,
interior do estado do Espírito Santo e de algumas cidades da região sul da Bahia. Grande parte
desses estudantes possui baixo nível socioeconômico e apresenta várias deficiências quanto ao
conhecimento matemático do ensino básico, bem como, deficiências em ler, interpretar e redigir
textos, em elaborar planos e estratégias para a resolução de um problema, em avaliar e/ou estimar
situações e emitir respostas.
Apesar da heterogeneidade na formação básica dos estudantes devido em grande parte às
deficiências no ensino nas diversas regiões, as disciplinas iniciais do Curso de MatemáticaLicenciatura da UFV buscam proporcionar um nivelamento e a homogeneização dos
conhecimentos destes estudantes. Assim, espera-se que no decorrer do curso, os alunos superem as
dificuldades de formação, e cumpram com êxito a matriz curricular do curso, tornando-se bons
profissionais.
A Matriz Curricular proposta neste projeto assegura uma formação com conteúdos de
diferentes áreas de conhecimento profissional, e se propõe a promover o desenvolvimento das
competências específicas de um licenciado. Além disso, essa matriz não veta ao futuro licenciado a
possibilidade de cursar disciplinas mais avançadas do Curso de Matemática - Bacharelado, que
certamente lhe serão úteis caso venha a prosseguir seus estudos de pós-graduação ou atuar na
docência em nível superior.
Ao finalizar o curso de Licenciatura em Matemática da UFV, o licenciado poderá atuar no
ensino de Matemática na educação básica, especificamente do 6° ao 9° ano do ensino fundamental
e em todo o ensino médio. Também deverá estar apto a atuar em escolas técnicas e na educação de
jovens e adultos. Dessa maneira, espera-se formar profissionais que estejam em condições de
exercer posições de liderança no ensino de Matemática na educação básica da região e do país.
O licenciado em Matemática deverá inserir-se na sociedade, enquanto profissional,
preparado para enfrentar os desafios das rápidas transformações do mercado de trabalho, das
condições de exercício profissional e até mesmo da sociedade.
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Ele deverá ter uma visão de seu papel social de educador e capacidade de se inserir em
diversas realidades com sensibilidade para interpretar as ações dos educandos. Deverá ainda
contribuir com a aprendizagem da Matemática na formação dos indivíduos para a
construção/exercício de sua cidadania e deverá ter capacidade de atuar com profissionalismo em
situações de diversidades regionais e estruturais.
A Universidade Federal de Viçosa dispõe de uma boa infra-estrutura, como alojamentos,
restaurantes universitários, auxílio alimentação, etc., que permitem aos estudantes condições para
desenvolver seu potencial. Além disso, o Departamento de Matemática conta com um corpo
docente qualificado, comprometido com a educação de qualidade, que vem desenvolvendo projetos
de extensão relacionados ao Ensino de Matemática e projetos de ensino como o PIBID- Programa
de incentivo à Docência. Todos estes fatores contribuem para a excelência do Curso de Matemática
da UFV.
Durante o Curso os estudantes podem complementar sua formação acadêmica participando
de projetos de iniciação científica e de extensão, ou ainda atuando como monitor ou tutor nas
disciplinas oferecidas pelo Departamento. Os estudantes do curso têm à sua disposição laboratórios
de computadores e de ensino, equipados com materiais lúdicos. A existência do Curso de Mestrado
em Matemática na UFV possibilita ao licenciando o contato e a troca de experiências com
estudantes de Pós Graduação no ambiente do departamento, além de oferecer a oportunidade de
participar de atividades como seminários, palestras etc.
Vale ressaltar que nas seis avaliações (1998-2003) realizadas pelo ENC-MEC (Provão) o
Curso de Bacharelado em Matemática da UFV sempre obteve o conceito A e em 2006 obteve nota
máxima no ENADE-MEC, sendo classificado entre os seis melhores cursos de Matemática do país.
Em avaliação feita pelo Guia do Estudante da Editora Abril, no ano de 2011, o Curso obteve o selo
de qualidade “cinco estrelas”.
3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
O Projeto Político Pedagógico do Curso de Matemática–Licenciatura, Campus Viçosa, tem
como referências básicas:
• Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996;
• Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de Matemática, Bacharelado e Licenciatura,
Parecer CNE/CES N° 1.302, de 06 de novembro de 2001 e Resolução CNE/CES 3, de 18 de
fevereiro de 2003;
6
• Resolução CNE/CP N° 2, de 19 de fevereiro de 2002. Institui a duração e a carga horária dos
cursos de licenciatura, de graduação plena, de formação de professores da Educação Básica em
nível superior;
• RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. Institui Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de
licenciatura, de graduação plena.
• RESOLUÇÃO Nº 1, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2005. Altera a Resolução CNE/CP nº
1/2002, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da
Educação Básica, em nível superior, curso de Licenciatura de graduação plena.
• RESOLUÇÃO Nº 2, DE 27 DE AGOSTO DE 2004. Adia o prazo previsto no art. 15 da
Resolução CNE/CP1/2002, que institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de
Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena.
• Políticas de educação ambiental, Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº 4.281 de 25
de junho de 2002;
• Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-brasileira e Africana, Resolução CNE/CP N° 01 de 17 de junho de
2004;
•
Disciplina obrigatória/optativa de Libras, Decreto N° 5.626, de 22 de dezembro de 2005;
• Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, Decreto N°
5.296/2004, com prazo de implantação das condições até dezembro de 2008;
• Núcleo Docente Estruturante (NDE), Resolução CONAES N° 1, de 17 de junho de 2010;
• Informações acadêmicas disponibilizadas na forma impressa e virtual conforme exigência que
consta no Art. 32 da Portaria Normativa N° 40 de 12/12/2007 (alterada pela Portaria Normativa
MEC N° 23 de 01/12/2010, publicada em 29/12/2010;
Internamente, são observadas as instruções contidas no MIPA – Manual de Instruções de
Procedimentos Acadêmicos e as seguintes legislações:
• Resolução do CEPE Nº 03/2010 que instituiu os Núcleos Docentes Estruturantes;
• Resolução do CEPE Nº 07/2011 que aprova a forma da gestão acadêmica dos cursos de
graduação da Universidade Federal de Viçosa;
• ATO No 049/2010/PRE, de 29/06/2010 que instituiu a Normatização do Estágio Supervisionado
dos Cursos de Licenciatura da Universidade Federal de Viçosa.
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4. CONCEPÇÃO DO CURSO
O Curso de Matemática-Licenciatura foi concebido para formar professores para atuar no
ensino fundamental (6º ao 9° ano) e no ensino médio, preparados para o exercício crítico e
competente da docência, pautados nos valores e princípios estéticos, políticos e éticos da profissão,
com iniciativa para a pesquisa e o auto-aperfeiçoamento, contribuindo para a melhoria da Educação
Básica em Matemática.
5. OBJETIVOS DO CURSO
Possibilitar ao licenciando, durante sua formação, situações de aprendizagens visando uma
ação docente no sentido de:
• Dominar os conteúdos de Matemática que serão objetos de sua atividade de ensino,
praticando formas de realizar a transposição didática.
• Aplicar e correlacionar os conhecimentos matemáticos na área das Ciências da
Natureza.
• Interagir de forma ativa e solidária com a comunidade, na busca de soluções aos seus
problemas, a partir de sua atuação profissional e da utilização de métodos desenvolvidos
através da Matemática.
• Solucionar problemas reais da prática pedagógica, observando as etapas de
aprendizagem dos estudantes, como também suas características socioculturais,
mediante uma postura reflexivo-investigativa;
• Participar e colaborar no processo de discussão, planejamento, execução e avaliação do
projeto pedagógico da instituição em que esteja atuando.
6. PERFIL E COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS
6.1. PERFIL DO LICENCIADO EM MATEMÁTICA
De acordo com a LDB (9394/96), os cursos de Licenciatura visam à formação de um
profissional cujo perfil é o de professor, que paute sua prática pedagógica nos princípios:
• Éticos: de autonomia, de responsabilidade, de solidariedade e de respeito comum;
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• Políticos: dos direitos e deveres da cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à
ordem democrática;
• Estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da diversidade de
manifestações artísticas e culturais.
Um curso de Licenciatura em Matemática tem por objetivo formar um professor de
Matemática para as quatro séries finais do ensino fundamental e para o ensino médio, que seja um
profissional da área da educação, capaz de deter as seguintes características:
• Dominar efetivamente conhecimento matemático específico e não trivial, tendo
consciência do modo de produção próprio desta ciência - origens, processo de criação,
inserção cultural - tendo também conhecimento das suas aplicações em diversas áreas.
• Ter uma formação de cidadão, ética e moral, que permita o exercício da docência de
forma digna e responsável e a percepção do quanto o domínio de certos conteúdos,
habilidades e competências, próprias à matemática, importam para o exercício pleno da
cidadania.
• Ser capaz de trabalhar de forma integrada em equipes da sua área e/ou de outras áreas e
de exercer liderança, no sentido de conseguir contribuir efetivamente com a proposta
pedagógica da sua Escola e favorecer uma aprendizagem multidisciplinar e significativa
para os seus alunos.
• Ter maturidade para utilizar adequadamente ou perceber o significado da precisão
dedutiva num processo de demonstração, assim como para empregar procedimentos
indutivos ou analógicos na criação de matemática, entendida como uma atividade de
resolução de problemas, tanto na sua relação pessoal com a ciência matemática quanto
na dinâmica de ensino-aprendizagem.
• Compreender as características peculiares a cada um dos raciocínios típicos da
matemática: o raciocínio lógico-algébrico, o combinatório, o geométrico.
• Dominar a forma lógica característica do pensamento matemático e ter conhecimentos
dos pressupostos da Psicologia Cognitiva de modo a compreender as potencialidades de
raciocínio em cada faixa etária. Em outras palavras, ser capaz de, por um lado,
favorecer o desenvolvimento de raciocínio de seus alunos e, por outro lado, não
9
extrapolar as exigências de rigor a ponto de gerar insegurança nos seus alunos em
relação à matemática.
• Estar familiarizado com as metodologias e materiais diversificados de apoio ao ensino,
de modo a poder decidir, diante de cada conteúdo específico e cada classe particular de
alunos, qual o melhor procedimento pedagógico para favorecer a aprendizagem
significativa de matemática, estando preparado para avaliar os resultados de suas ações
por diferentes caminhos e de forma continuada.
• Perceber seu papel social de educador, capaz de se inserir em diversas realidades com
sensibilidade para interpretar as ações dos alunos e ter consciência de seu papel na
superação dos preconceitos, traduzidos pela rejeição, que muitas vezes estão presentes
no ensino-aprendizagem da disciplina, procurando rotas alternativas de ação para leválo a desenvolver-se plenamente, com base nos resultados de suas avaliações, sendo
assim motivador que desperte o desenvolvimento da autonomia nos seus alunos.
• Ser engajado num processo de contínuo aprimoramento profissional, procurando
sempre atualizar seus conhecimentos com abertura para adquirir e utilizar novas ideias e
tecnologia visando adaptar o seu trabalho às novas demandas socioculturais.
6.2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DO LICENCIADO EM MATEMÁTICA
Considerando-se o perfil para o licenciado delineado anteriormente, o Curso de
Licenciatura em Matemática, deve ter como objetivo desenvolver nos seus alunos as seguintes
habilidades e competências:
• Capacidade de expressar-se, através da comunicação escrita e oral, com clareza,
precisão e objetividade.
• Habilidade
de
discorrer
sobre
conceitos
matemáticos,
definições,
teoremas,
propriedades, etc., comunicar ideias e técnicas matemáticas, utilizando rigor lógicocientífico em cada situação.
• Pensamento heurístico competente: analisar e formular problemas matemáticos
explorando diversos aspectos, de modo a ser capaz de encaminhar e avaliar soluções,
criticar e utilizar novas ideias e tecnologias para a resolução, explorar situações,
10
compreender os conceitos abstratos envolvidos, conjecturar, elaborar argumentações,
interpretar e representar dados graficamente, elaborar e/ou aplicar modelos.
• Domínio dos raciocínios algébrico, geométrico, combinatório de modo a poder
argumentar com clareza e objetividade dentro destes contextos cognitivos, ou seja, os
alunos devem desenvolver capacidade dedutiva com sistemas axiomáticos, percepção
geométrico-espacial.
• Capacidade de contextualizar e inter-relacionar conceitos e propriedades matemáticas,
bem como de utilizá-los em outras áreas do conhecimento e em aplicações variadas. Em
especial, poder interpretar matematicamente situações ou fenômenos que emergem de
outras áreas do conhecimento ou de situações reais.
• Visão histórica e crítica da Matemática, tanto no seu estado atual como nas várias fases
da sua evolução que lhe permita tomar decisões sobre a importância relativa dos vários
tópicos tanto no interior da ciência matemática como para a aprendizagem significativa
do estudante da Escola Básica.
• Domínio dos conteúdos básicos de matemática, estatística, informática, física e
pedagogia que constam no rol dos conteúdos curriculares. É importante ressaltar que
estes foram pensados de modo a garantir, não só os objetivos já apontados, como
também propiciar o necessário distanciamento e visão abrangente de conteúdos além
daqueles que deverão ser ministrados na Escola Básica.
• Domínio dos processos de construção do conhecimento matemático próprios da criança
e do adolescente, com capacidade de desenvolver estratégias de ensino que favoreçam a
criatividade, a autonomia e a flexibilidade do pensamento matemático dos alunos.
• Capacidade de desenvolver e estruturar projetos, avaliar livros didáticos e paradidáticos,
aplicativos computacionais, e outros materiais didáticos de Matemática.
• Capacidade de criar e utilizar, em sala de aula, ferramentas didático-pedagógicas tais
como jogos matemáticos, material concreto, etc. e também utilizar novas tecnologias
como vídeo, áudio, calculadora, computador, aplicativos computacionais entre outros.
• Capacidade de organizar e estruturar cursos, planejar ações de ensino e aprendizagem
de Matemática para a educação básica.
• Conhecimento das propostas ou parâmetros curriculares, bem como das diversas visões
pedagógicas vigentes, com capacidade de analisar criticamente propostas curriculares
11
de Matemática para a educação básica e formular a sua própria concepção diante das
correntes existentes.
• Vivência direta com a estrutura escolar vigente no país, contribuindo para a realização
de projetos coletivos dentro da Escola Básica.
7. ESTRUTURA CURRICULAR
O curso de Matemática da UFV no turno integral (campus Viçosa) oferece ao estudante a
opção de Bacharelado ou Licenciatura, cuja escolha deve ocorrer ao final do primeiro semestre
letivo. Já no turno noturno é oferecida somente a Licenciatura.
Os conteúdos curriculares do curso estão estruturados em: formação geral, formação
específica, formação profissional e formação pedagógica. Considerando tal estrutura, as áreas de
conhecimento que perpassam o Curso de Matemática–Licenciatura podem ser assim delineadas:
7.1. CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO GERAL
São os conteúdos considerados como básicos e imprescindíveis à formação do futuro
professor. Estes conteúdos estão distribuídos em um conjunto de disciplinas relativos a Matemática
Fundamental, Física e áreas afins à Matemática, da seguinte forma:
A) Matemática Fundamental
Consiste no conteúdo programático de Matemática ministrado nos Ensinos Fundamental e
Médio, com aprofundamento das teorias e dos conceitos envolvidos, distribuído nas disciplinas:
Fundamentos da Matemática Elementar I, Fundamentos da Matemática Elementar II, Fundamentos
da Matemática Elementar III, Introdução à Álgebra, Geometria Analítica, Fundamentos de
Geometria, Matemática Finita, Desenho Geométrico, dentre outras.
B) Física
Pauta-se em conhecimentos de Física Geral relevantes para o entendimento dos conceitos e
técnicas matemáticas, envolvendo práticas de laboratório e noções de Física Moderna permitindo
uma atuação interdisciplinar. Distribui-se nas seguintes disciplinas: Física I, Física II, Laboratório
de Física A, entre outras.
C) Áreas Afins à Matemática
As disciplinas desse conjunto estão relacionadas a problemas e campos de aplicação das
teorias matemáticas, especialmente nas áreas de Informática e Estatística, buscando valorizar o
conhecimento interdisciplinar, articulando teoria e prática. Abrange conhecimentos sobre
12
linguagem algorítmica e técnicas básicas de programação, tratamento de dados utilizando os
métodos estatísticos, noções básicas de probabilidades e estatística. Distribui-se nas seguintes
disciplinas: Introdução à Programação I e Iniciação à Estatística.
Além dessas disciplinas os alunos cursam a disciplina Português Instrumental I, com
conhecimentos básicos de leitura e interpretação de texto e com possibilidade de cursarem
disciplinas optativas ou facultativas, tais como Inglês e Francês.
7.2. CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA
São os ampliadores do conhecimento matemático que possibilitam uma visão mais
abrangente das subáreas da matemática e suas conexões com outras áreas do conhecimento. Estes
conteúdos estão distribuídos nas seguintes disciplinas: Cálculo Diferencial e Integral I, Cálculo
Diferencial e Integral II, Cálculo Diferencial e Integral III, Introdução à Álgebra Linear,
Matemática Computacional, Noções de Equações Diferenciais Ordinárias.
7.3. CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
São aqueles imprescindíveis para a caracterização da identidade do licenciado em
Matemática. As disciplinas de formação profissional têm como objetivo aprofundar os
conhecimentos matemáticos, possibilitar um salto qualitativo na capacidade de abstração e
propiciar uma visão mais abrangente do desenvolvimento da Matemática como ciência,
apresentando cronologicamente os momentos históricos e as contribuições da Matemática no
desenvolvimento do pensamento humano e nas descobertas da Ciência. Os conteúdos de formação
profissional estão distribuídos nas seguintes disciplinas: Álgebra para Licenciatura, Análise para
Licenciatura, História da Matemática, Fundamentos de Aritmética.
A estrutura curricular do curso contempla a flexibilidade por meio da inclusão de
disciplinas optativas e facultativas, que permitem a exploração e abordagem não só de temas do
campo especializado, mas também de tópicos abrangentes, atuais e relevantes. Os estudantes
podem cursar diferentes disciplinas optativas dentro das áreas de seu interesse. Sob a orientação do
coordenador do curso, o estudante deverá complementar a sua formação com, no mínimo, 240
horas em disciplinas optativas ou facultativas.
Além disso, os estudantes são estimulados a realizarem atividades complementares que
visam enriquecer a sua formação, tais como iniciação científica, monitoria, tutoria, atividades de
13
extensão, programa de mobilidade acadêmica, participação em eventos e congressos, minicursos,
cursos de línguas estrangeiras e participação na organização de eventos.
7.4. CONTEÚDOS DE FORMAÇÃO PEDAGÓGICA
São os conteúdos diretamente relacionados à prática de ensino e imprescindíveis à
formação do Professor de Matemática. Esses conteúdos são também caracterizados pelo
conhecimento sobre a educação numa abordagem dirigida ao trabalho do professor, de um ponto de
vista teórico-prático.
Os conhecimentos pedagógicos são aqueles que ocorrem na confluência entre as áreas
pedagógicas em sentido estrito e as áreas de conteúdo específico da Matemática. Esses
conhecimentos devem ir ao encontro do discurso teórico sobre Educação e a realidade concreta da
sala de aula, estabelecendo pontes entre os conteúdos das diversas áreas do currículo da
Licenciatura e aqueles que os egressos lecionarão em escolas do ensino básico.
Ademais, estes conhecimentos devem propiciar, através de contatos com currículos,
programas e materiais didáticos, uma conscientização sobre a situação atual do ensino.
As disciplinas relacionadas ao conteúdo de formação pedagógica são: Psicologia do
Desenvolvimento da Aprendizagem, Didática e Estrutura e Funcionamento do Ensino Fundamental
e Médio.
• Psicologia da Aprendizagem
São conhecimentos que têm o objetivo de capacitar os futuros professores para trabalhar
com a psicopedagogia em prol do processo de desenvolvimento, tanto individual quanto
social, e da aprendizagem da Matemática pelo aluno da Escola Básica.
•
Didática
São conhecimentos que possibilitam aos futuros professores refletirem sobre a natureza
e as dimensões da relação educacional, em especial, da relação e da dinâmica
pedagógica, capacitando-o a fazer análises e/ou críticas de produções sobre ensino.
•
Estrutura e Funcionamento de Ensino
São conhecimentos que proporcionam aos futuros professores condições para a
compreensão da estrutura e funcionamento do Ensino básico, no âmbito da realidade
escolar brasileira. Além disso, esses conhecimentos possibilitam a compreensão da
estrutura administrativa da Escola Básica.
14
7.5. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O Estágio Curricular Supervisionado possibilita ao licenciando o exercício da sua futura
atividade profissional sendo, portanto, um momento formativo em que se deve priorizar a vivência
do estudante da Licenciatura no ambiente educacional, ou seja, nas escolas de educação básica.
O Estágio Curricular Supervisionado compreende a um conjunto de atividades nas quais o
estudante irá vivenciar as atividades da prática docente, bem como diferentes modos de atuação do
professor e metodologias de ensino. Ele aborda diversas dimensões da atuação profissional, dando
destaque para a interação do estudante na comunidade escolar, a compreensão da organização dos
estabelecimentos de ensino, o planejamento escolar, a observação participativa em sala de aula e a
elaboração, execução e avaliação de regência.
A legislação estipula que o estágio curricular supervisionado se efetive a partir da segunda
metade do curso de formação de professores e sob a forma de dedicação concentrada, a fim de que
se possa realizar como coroamento formativo da relação teoria-prática.
O Estágio Supervisionado de todos os Cursos de Licenciatura da UFV está estruturado a
partir das normas que regulamentam os estágios de intervenção no ambiente escolar, instituído pelo
ATO Nº 007/2013/PRE, de 22/02/2013 (anexo IV). O regulamento visa normatizar a organização
didático-pedagógica do Estágio Supervisionado dos Cursos de Licenciatura da UFV, em
conformidade com a Legislação Federal, pela Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, pelo
Regulamento de Estágios da UFV, aprovado pela Resolução nº 11/88/CONSU, em 17 de agosto de
1988, e pela Resolução CNE/CP nº 2, de 19 de fevereiro de 2002.
As disciplinas de estágio estão distribuídas ao longo dos dois últimos anos do curso,
totalizando 405 horas/aula, nas três disciplinas oferecidas pelo Departamento de Matemática:
MAT394 – Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica A (120 horas) ; MAT395 –
Estágio Supervisionado de Matemática na Educação Básica B (120 horas) e MAT 396 – Estágio
Supervisionado de Matemática na Educação Básica C (165 horas).
Por meio do convênio firmado entre a Pró-Reitoria de Ensino da UFV e as secretarias
Estadual e Municipal de Educação, é divulgada, no início de cada semestre, a relação de escolas e
professores aptos a receber estagiários.
15
A supervisão e avaliação dos Estágios Supervisionados são definidas pelo professor da
disciplina (orientador de estágio) em parceria com o professor da Educação Básica, de acordo com
o cronograma organizado no início de cada semestre letivo.
O controle da frequência do Estagiário ocorre por meio dos seguintes instrumentos:
I-
Lista de presença das aulas teóricas; e
II-
Ficha de frequência das atividades práticas, assinada pelo Professor de espaços
formais do campo de estágio ou outro profissional habilitado para supervisionar os trabalhos, da
unidade concedente.
Na avaliação das atividades de Estágio Supervisionado são utilizados os seguintes
instrumentos: relatórios semestrais, frequência nas aulas de orientação; frequência nas aulas
regenciais na unidade de ensino concedente; entre outros instrumentos avaliativos definidos pelo
professor da disciplina.
O estagiário que exercer atividades de docência regular na educação básica, durante a
vigência do estágio, poderá ter redução de carga horária prática das disciplinas de estágio curricular
supervisionado de até o máximo de 200 (duzentas) horas, de acordo com o Parágrafo Único do
Artigo 1º da Resolução CNE/CP 2, de 19 de fevereiro de 2002. Para obter tal benefício, o estudante
deve encaminhar ao professor da disciplina, via ofício, os documentos comprobatórios.
O curso de Matemática-Licenciatura prevê a possibilidade de cumprimento de atividades de
estágio obrigatório realizadas em projetos de extensão ou ensino desde que:
•
O estagiário esteja atuando no projeto no período da realização do Estágio e
encaminhe,
via
ofício,
os
documentos
comprobatórios
ao
professor
da
disciplina/coordenador do curso.
•
O projeto contemple atividades correlatas às atividades de estágio;
•
Os coordenadores da disciplina de estágio juntamente com a coordenação do curso
estejam em comum acordo sobre o aproveitamento, bem como quanto à porcentagem
de aproveitamento.
•
O estudante esteja inscrito na equipe de trabalho do projeto de extensão ou ensino,
devidamente registrado na UFV;
•
As horas aproveitadas não sejam contabilizadas como atividades extracurriculares na
disciplina MAT295-Estudos independentes.
No caso em que o estudante estiver exercendo atividades de docência ou atuando em
projeto de extensão ou ensino, o aproveitamento da carga horária na disciplina de estágio
16
supervisionado em que ele estiver matriculado não poderá ultrapassar cinquenta por cento da carga
horária total da disciplina.
Dentre as atividades correlatas às atividades de estágio, destacam-se:
•
Pesquisas no ambiente escolar sobre o cotidiano escolar, o funcionamento da escola e os
sistemas de avaliação.
•
Pesquisas sobre o projeto pedagógico da escola e o currículo em matemática.
•
Atividades de observação participante e apoio ao professor;
•
Atividades de reforço, recuperação e avanço dos alunos do ensino básico;
•
Elaboração, implementação e avaliação de planos de aula;
•
Elaboração e aplicação de atividades (provas, listas de exercícios) junto aos alunos.
•
Participação em reuniões pedagógicas e de Planejamento Didático no ambiente escolar.
•
Elaboração de subsídios para o ensino e aprendizagem de matemática.
O licenciando também pode realizar estágios não obrigatórios, remunerados ou não,
desenvolvidos como atividade opcional, desde que devidamente regularizados e enquadrados no
que a lei vigente determina. Neste caso, o aproveitamento da carga horária fica a critério da
Comissão Coordenadora do Curso, não excedendo o máximo de cinquenta por cento estipulados
acima.
7.6. PRÁTICA COMO COMPONENTE CURRICULAR
As atividades de prática consistem em procedimentos pedagógicos e tecnológicos que
auxiliarão na compreensão e contextualização dos conhecimentos que constituem os componentes
curriculares de formação do futuro professor.
Esses procedimentos serão desenvolvidos através da observação e reflexão, visando a
atuação em situações contextualizadas, com o registro das observações realizadas e a resolução de
situações-problema. Além disso, estas atividades poderão ser enriquecidas com tecnologias da
informação, incluindo o uso de computador e vídeo, narrativas orais, materiais produzidos pelos
alunos, simulações de situações e estudos de casos.
Essas atividades estão presentes desde o início do curso, em disciplinas próprias ou em
algumas disciplinas existentes de caráter teórico-prático, nas quais os alunos serão estimulados a
17
confeccionar materiais didáticos direcionados ao ensino de diferentes conteúdos de Matemática e
exercer atividades de simulação de aulas para o Ensino Fundamental e Médio.
As atividades práticas estão distribuídas em 420 horas/aula nas seguintes disciplinas:
MAT102 – Prática de Ensino de Matemática I (60 horas dedicadas à Prática como Componente
Curricular); MAT103 – Prática de Ensino de Matemática II (60 horas dedicadas à Prática como
Componente Curricular); MAT105 – Fundamentos de Matemática Elementar I (60 horas – 15
horas dedicadas à Prática como Componente Curricular); MAT206 – Fundamentos de Matemática
Elementar II (60 horas – 15 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular); MAT207 Prática de Ensino de Matemática III (60 horas dedicadas à Prática como Componente Curricular);
MAT208 - Prática de Ensino de Matemática IV (60 horas dedicadas à Prática como Componente
Curricular); MAT172 – Matemática Computacional (60 horas dedicadas à Prática como
Componente Curricular); MAT250 – Geometria Espacial (60 horas – 30 horas dedicadas à Prática
como Componente Curricular); MAT490 – Oficinas de Matemática (60 horas dedicadas à Prática
como Componente Curricular).
7.7. ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares são aquelas que ampliam e completam a formação do
licenciado, de natureza acadêmico-científico-cultural, que fazem parte da vida escolar do estudante
universitário, relacionadas com o exercício de sua futura profissão.
As atividades complementares têm caráter obrigatório, totalizando 210 horas que serão
contabilizadas na disciplina MAT295 – Atividades Complementares.
As regras para validação das atividades a serem contabilizadas serão determinadas pela
Comissão Coordenadora do Curso de Matemática, sendo atualizadas sempre que necessário.
Para o estudante matricular-se nessa disciplina ele deverá apresentar à Comissão
Coordenadora, no semestre anterior à matrícula, os comprovantes que atestam a sua participação
em atividades complementares, de modo que atinja a carga horária exigida, conforme as regras
estabelecidas pela Comissão Coordenadora, conforme anexo V.
7.8. EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E PARA O ENSINO DE
HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA E AFRICANA
O Curso contempla atividades que envolvem a Educação das Relações Étnico-raciais,
Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana nas seguintes disciplinas: MAT100
18
(Colóquios de Matemática) em que os estudantes terão seminários que abordarão temas sobre as
relações étnico-raciais na educação e o estudo de história e da cultura afro-brasileira e africana.
MAT295 (Atividades Complementares) em que será contabilizada carga horária de atividades
extracurriculares cujos temas deverão envolver relações étnico-raciais na educação e o estudo de
história e da cultura afro-brasileira e africana. MAT208 (Prática de Ensino de Matemática IV) em
que são abordados tópicos de Etnomatemática. MAT490 (Oficinas de Matemática) em que serão
abordados, em seminários e palestras, temas sobre as relações étnico-raciais na educação, o estuda
da história afro-brasileira e africana.
7.9. POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
O Curso contempla atividades que envolvem a Educação Ambiental nas seguintes
disciplinas: MAT100 (Colóquios de Matemática) em que os estudantes terão seminários que
abordarão temas sobre a educação ambiental. MAT295 (Atividades Complementares) em que será
contabilizada carga horária de atividades extracurriculares cujos temas deverão abordar a educação
ambiental. MAT490 (Oficinas de Matemática) em que serão abordados, em seminários e palestras,
temas sobre a educação ambiental
8. INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO
EXIGÊNCIAS
HORAS/AULA
Disciplinas obrigatórias
2.670
Disciplinas optativas
240
TOTAL
2.910
9. MATRIZ CURRICULAR DO CURSO
A matriz curricular com informações sobre sequência de oferecimento, créditos, carga
horária, pré-requisitos, co-requisitos, bem como os Programas Analíticos e as ementas de todas as
disciplinas do Curso (obrigatórias e optativas) encontram-se nos anexos I, II e III.
9.1. BIBLIOGRAFIA BÁSICA, COMPLEMENTAR E PERIÓDICOS.
19
A bibliografia básica e complementar, por título e por disciplina, encontra-se no anexo IV.
Com relação aos periódicos especializados, os alunos do curso de Matemática - Licenciatura tem
acesso, dentro do Campus UFV, a cerca de 800 periódicos de Matemática, indexados e correntes,
disponibilizados no portal de periódicos da CAPES (www.periodicos.com.br), sob a forma virtual
ou impressa.
10. METODOLOGIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM
A metodologia é focada no estudante, visto como sujeito ativo e participativo do processo
de ensino e aprendizagem. Valoriza os questionamentos, as ideias e as sugestões dos estudantes, de
maneira a contribuir para que o aprendizado esteja mais perto de formar cidadãos conscientes,
ativos e construtores de novos argumentos.
Diversas atividades são desenvolvidas, por meio de aulas teóricas e práticas, para que os
estudantes pensem de forma integrada e sejam capazes de consolidar seu conhecimento.
Nas aulas teóricas expositivas, o conteúdo é apresentado de maneira a estimular o diálogo
entre professores e alunos, além de discussões entre os alunos, visando à construção de um
raciocínio lógico sobre o assunto ou tema apresentado. São incluídas apresentações dinâmicas de
trabalhos acadêmicos (escrita e oral) e grupos de discussão de casos, situações problema, análise de
artigos científicos, aplicabilidade de novas tecnologias e outros assuntos que permitam aos alunos o
desenvolvimento de habilidades de análise crítica e integração de conteúdos. Os conteúdos práticos
mesclam aulas demonstrativas com aulas em que os alunos efetivamente elaboram e executam as
atividades.
11. AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM
A avaliação do rendimento acadêmico encontra-se disciplinado pelo Regime Didático da
Graduação que estabelece procedimentos e condições inerentes à avaliação. Entendendo que tais
procedimentos não podem estar dissociados do processo ensino-aprendizagem, as avaliações
deverão se pautar nos seguintes princípios:
•
Planejamento dos procedimentos de avaliação de forma integrada com o processo
educacional, com conteúdos e objetivos bem definidos;
•
Utilização dos resultados dos procedimentos de avaliação para discussões e redefinições do
processo ensino-aprendizagem;
20
•
Realização de avaliações formativas frequentes e periódicas;
•
Opção preferencial pelos instrumentos de avaliação que contemplem os aspectos
cognitivos, as habilidades e as competências do processo ensino-aprendizagem;
•
Utilização dos resultados das avaliações para monitorar a eficiência do processo ensinoaprendizagem, para orientar os professores e alunos, para estimular e acompanhar o
aprendizado individual dos estudantes e para garantir a obediência a padrões mínimos de
qualidade de desempenho profissional dos estudantes que irão se graduar. Ou seja, as
avaliações serão utilizadas como uma forma de aprimoramento da educação do estudante e
das práticas pedagógicas utilizadas pelos professores.
O processo de avaliação faz parte integrante da formação do futuro licenciado, tendo a
função de diagnosticar o quanto os resultados traçados no processo de formação foram alcançados.
Este é um processo contínuo, e, em seu percurso, devem ser corrigidos eventuais erros e falhas e
ser propostos novos rumos para que as competências estabelecidas sejam atingidas. Deve ter,
ainda, a finalidade de orientar o trabalho dos docentes, possibilitando-lhes identificar em qual fase
e/ou nível de aprendizagem e conhecimento se encontram os estudantes.
Para isso o docente formador deverá estabelecer um diálogo contínuo com os estudantes
em torno dos critérios e formas de avaliação, apresentando com clareza as etapas e os objetivos.
Lembrando-lhes que ao serem avaliados também estarão aprendendo as diferentes formas de
avaliar. Neste sentido, as formas de avaliação propostas neste Projeto para o Curso de MatemáticaLicenciatura são as seguintes: provas individuais, escrita ou oral; testes; trabalhos escritos
individuais ou em equipe; apresentação oral individual ou em equipe; atividades investigativas;
trabalhos práticos e seminários; elaboração de projetos interdisciplinares; produção de materiais
didáticos; realização de pesquisa bibliográfica; observações do professor; entre outros.
No ensino de Matemática, a tradicional prova individual é de grande relevância no
processo de avaliação, pois permite avaliar diversas competências, tais como a capacidade de
expressar-se na forma escrita com clareza e precisão, a capacidade de utilizar conceitos e técnicas,
a capacidade de compreender, criticar e utilizar novas ideias na resolução de problemas, a
habilidade de identificar, formular e resolver problemas usando rigor lógico-científico em sua
análise e a capacidade de estabelecer relações entre a Matemática e outras áreas do conhecimento.
Já as outras formas de avaliação permitem avaliar competências, como a capacidade de
trabalhar em equipe, de utilizar novas tecnologias, a capacidade de aprendizagem continuada, de
elaborar e analisar criticamente propostas curriculares de ensino-aprendizagem de Matemática na
Educação Básica, de selecionar, analisar e produzir materiais didáticos, entre outras.
21
12. OUTRAS ATIVIDADES DO CURSO
O curso propõe oferecer os seguintes grupos de atividades, com o intuito de melhorar a
formação do licenciando:
•
Projetos de extensão, palestras, seminários e minicursos;
•
Projetos de iniciação à docência no ensino fundamental e médio; experiência didática na
graduação, tais como monitorias e tutorias;
•
Projetos de iniciação científica; apresentação de trabalhos em eventos científicos,
trabalhos publicados em periódicos ou anais de congressos e simpósios;
•
Atividades administrativas: representante estudantil em Comissões Coordenadoras do
Curso, do Colegiado, Conselho Universitário, Centro Acadêmico e Diretório Central dos
estudantes.
13. INGRESSO NO CURSO
A UFV oferece anualmente 85 vagas para o Curso Matemática-Licenciatura, destas, 45
vagas no turno integral e 40 vagas no turno noturno. A admissão do estudante se dá por uma das
seguintes modalidades: Sistema de Seleção Unificada (SISU/MEC); Programa de Avaliação
Seriada para Ingresso no Ensino Superior (PASES/UFV); Concurso de Vagas Ociosas; Reativação
de matrícula; Programa de Estudantes - Convênio de Graduação (PEC-G); e por outras
modalidades de processos seletivos previamente aprovados pelos Colegiados Superiores da UFV.
A forma de ingresso na Graduação na modalidade Concurso Vestibular vigorou até o ano
de 2011, tendo sido extinta, conforme Resolução Conjunta CEPE/CONSU N° 01/11, e substituída,
a partir de 2012, pelo do Sistema de Seleção Unificado (SISU) do MEC. A UFV aderiu ao SISU
disponibilizando 80% (oitenta por cento) de suas vagas, ficando reservadas 20% (vinte por cento)
das vagas para o processo seletivo no PASES.
A UFV oferece aos estudantes ingressantes um catálogo, no qual constam o Regime
Didático, a Matriz Curricular, Ementário das disciplinas, dentre outras informações. Uma cópia do
Regime Didático da UFV encontra-se no Anexo XI.
22
14. APOIO AO DISCENTE
Ao ingressar na UFV, cada estudante tem um Orientador Acadêmico nomeado pelo Diretor
do CCE por indicação da Comissão Coordenadora do Curso. Compete ao Orientador exercer o
acompanhamento acadêmico dos seus orientados e elaborar, em conjunto com seu orientado, o
plano de estudo a ser cumprido.
A UFV mantém programas de tutoria em disciplinas, principalmente em áreas básicas de
Matemática, Química, Física e Biologia, para os alunos recém admitidos que apresentam
desempenho abaixo da média da nota do Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM. Os tutores
são estudantes de graduação, previamente selecionados por exames orais e escritos, que
acompanham seus tutorandos em encontros semanais. Algumas disciplinas contam com o apoio de
tutores que são estudantes de Pós-graduação, em especial os bolsistas do programa REUNI na
UFV.
Os alunos, monitores, tutores e professores de cada disciplina são integrados por uma
plataforma online chamada PVANET. Essa plataforma é um canal de comunicação entre todos os
atores de uma disciplina. Nela, podem ser disponibilizados roteiros de aulas práticas, anotações de
aulas teóricas, cronograma, gabaritos e quaisquer outras informações relevantes aos alunos. Além
disso, o Departamento de Matemática disponibiliza um site de apoio ao estudante de graduação que
cursa suas disciplinas, chamado INTERMAT, onde podem ser encontradas listas de exercícios,
material didático, applets java, bibliotecas on-line, links interessantes, entre outros.
A UFV disponibiliza o Sistema de Apoio ao Ensino – SAPIENS que é um sistema
computacional que possibilita a estudantes, professores e coordenadores de cursos o acesso a
informações gerenciadas pela Diretoria de Registro Escolar. Os professores utilizam esse sistema
para fazerem lançamentos de notas e faltas ao longo do semestre, deixar recados para os estudantes
bem como enviar e-mails. Os estudantes podem acessar, pelo SAPIENS, seu histórico escolar, a
relação de disciplinas matriculadas, cursadas e a cursar, o plano de estudos, os dados pessoais e a
análise curricular (síntese da vida acadêmica). Para utilizar o sistema, o usuário deve informar o
número de matrícula e a senha fornecidos pelo Registro Escolar.
O Controle Acadêmico (CONAC) é um sistema utilizado pela Diretoria de Registro
Escolar para gerenciamento e elaboração do horário de aulas de todos os cursos de Graduação e
emissão de documentos acadêmicos.
O Sistema Integrado de Atualização de Catálogo (SIAC) é um sistema utilizado pela PróReitoria de Ensino para acompanhamento e atualização dos projetos pedagógicos dos cursos,
especialmente no que se refere à atualização dos planos de estudo, bibliografias e matrizes
curriculares dos cursos.
23
O Sistema de Controle de Processos Acadêmicos (MIPA) é sistema utilizado por
estudantes e docentes para acompanhamento de processos em tramitação em diferentes instâncias
da UFV.
Do ponto de vista esportivo, o Campus UFV – Viçosa conta com quadras, piscinas e outros
locais para a prática de esportes, além de amplos espaços gramados e áreas reflorestadas.
Há três restaurantes dentro do Campus de Viçosa, sendo um subsidiado pela UFV, o qual
oferece alimentação a baixo custo aos estudantes, pesquisadores visitantes e estagiários externos,
brasileiros e estrangeiros.
Há também programas de assistência ao estudante em situação de vulnerabilidade sócioeconômica, oferecendo auxílio alimentação e moradia dentro do Campus, viabilizados pela PróReitoria de Assuntos Comunitários.
A Divisão de Saúde da UFV oferece a toda comunidade universitária atendimento médico,
odontológico e psicológico.
Os estudantes que tenham filhos com idade entre 3 meses e 6 anos podem matriculá-los nos
Laboratórios de Desenvolvimento Infantil (LDI) e no Laboratório de Desenvolvimento Humano,
pertencentes ao Departamento de Economia Doméstica da UFV, sob a responsabilidade da área de
Família e Desenvolvimento Humano. No LDI, as crianças admitidas permanecem em horário
integral desenvolvendo diversas atividades adequadas a cada faixa etária, acompanhadas por
profissionais formados e em formação.
A UFV está também atenta à vida do estudante dentro e fora do Campus. Já foi
implementado um programa de acompanhamento da rotina estudantil e devem ser propostas
campanhas mais objetivas da área da saúde, relacionadas a temas como DST/AIDS, drogas, sexo,
gravidez na adolescência, dentre outros.
O estudante ingressante na UFV conta com o blog do calouro (www.blogdocalouro.ufv.br),
no qual ele e seus familiares podem consultar informações referentes ao atendimento estudantil, ao
Regimento Geral da UFV, ao Regime Didático, além de encontrarem diversas informações que
buscam facilitar sua rotina durante os anos em que estiver matriculado na instituição.
15. AUTO-AVALIAÇÃO DO CURSO
A UFV possui uma Comissão Permanente de Avaliação de Disciplinas (COPAD) que é um
órgão vinculado à Pró -Reitoria de Ensino. Esse órgão foi criado com o objetivo de acompanhar as
disciplinas da Graduação, diagnosticando aspectos que devem ser mantidos ou reformulados em
cada uma, para fins de melhoria e busca pela excelência do ensino e aprendizagem na UFV. A
24
avaliação é realizada permanentemente por um sistema informatizado online, no qual professores e
alunos aferem as disciplinas e o próprio desempenho. As informações coletadas são utilizadas pela
Administração Superior, Chefias dos Departamentos, Coordenações de Curso e Professores, para
análise da adequação das disciplinas ao curso.
A auto-avaliação do Curso é feita internamente pelo Núcleo Docente Estruturante (NDE) e
pela Comissão Coordenadora do Curso de Matemática, que analisam periodicamente a matriz
curricular e o desempenho dos estudantes e propõe ações nas áreas acadêmico-administrativas
visando corrigir as deficiências detectadas.
Várias ferramentas estão disponíveis para permitir o processo de autoavaliação, valendo
citar:
•
Sistema de Apoio ao Ensino (SAPIENS);
•
Sistema de avaliação das disciplinas da UFV, coordenado pela Comissão Permanente de
Avaliação de Disciplinas (COPAD).
Também são utilizadas na auto-avaliação do Curso, indicadores externos obtidos por
entidades governamentais e privadas, tais como:
•
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) que analisa as
instituições, os cursos e o desempenho dos estudantes. Ele reúne informações do Exame
Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e das avaliações institucionais e dos
cursos. O ENADE avalia rendimento dos estudantes dos cursos de Graduação, ingressantes
e concluintes, e é obrigatório para os estudantes selecionados. A periodicidade máxima
com que cada área do conhecimento é avaliada é trienal. Os processos avaliativos do
SINAES são coordenados e supervisionados pela Comissão Nacional de Avaliação da
Educação Superior (CONAES).
•
Conceito Preliminar de Curso (CPC) que é um indicador prévio calculado pelo MEC sobre
situação dos cursos de graduação no País e representa efetivamente o que se espera de um
curso em termos de qualidade e excelência.
•
Guia do Estudante, da Editora Abril, que avalia anualmente a qualidade de cursos de
Graduação no país e disponibiliza índices de desempenho e competência dos cursos das
Instituições de Ensino Superior.
16. INTEGRAÇÃO COM AS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO BÁSICA
O curso de Matemática–Licenciatura desenvolve diversos projetos de extensão e ensino,
além de estabelecer outros convênios, visando estimular a cooperação entre Universidade e Escola
25
de educação Básica e o ensino aprendizagem da Matemática. Estes projetos promovem a formação
do licenciando na prática e estabelecem parcerias entre as instituições de ensino e a universidade.
Por meio delas, os estudantes tem um envolvimento direto com alunos do Ensino Fundamental e
Médio, conhecem melhor o ambiente escolar em suas condições reais, podendo interferir de forma
positiva nessa realidade. A UFV participa dos seguintes programas institucionais:
•
PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência
Este programa tem como principal objetivo promover a formação do licenciando, oferecendo
bolsas de iniciação à docência aos estudantes de cursos presenciais que realizam atividades nas
escolas públicas. Assim, o PIBID busca antecipar o vínculo entre os futuros professores e as salas
de aula da rede pública, por meio da articulação entre os cursos de licenciatura e as escolas
estaduais e municipais. Entre as propostas do PIBID está o incentivo à carreira do magistério nas
áreas da educação básica com maior carência de professores com formação específica, como
ciência e matemática do sexto ao nono ano do ensino fundamental e física, química, biologia e
matemática para o ensino médio.
•
PROEXT - Programa de Extensão Universitária
Este programa é destinado a apoiar as Instituições públicas de educação superior no
desenvolvimento de projetos de extensão universitária, com vistas a ampliar sua interação com a
sociedade, estimular o desenvolvimento social e crítico dos estudantes, bem como a atuação do
profissional pautada na cidadania e na função social da educação superior, além de contribuir para
a melhoria da qualidade da educação brasileira por meio do contato direto dos estudantes com
realidades concretas e da troca de saberes acadêmicos e populares.
•
PRODOCÊNCIA – Programa de Consolidação das Licenciaturas
Este programa tem como finalidade o fomento à inovação e à elevação da qualidade dos cursos de
formação para o magistério da Educação Básica, na perspectiva de valorização da carreira docente.
O programa apoia projetos que se enquadrem entre os objetivos do programa. Dentre estes,
destacam-se: i) fomento a projetos pedagógicos que renovem a estrutura acadêmica e curricular dos
cursos de licenciatura; ii) fomento à experiências metodológicas e práticas docentes de caráter
inovador; iii) fomento a propostas que integrem a educação superior com a educação básica, de
articulação entre teoria e prática e cooperação entre unidades acadêmicas .
Além desses programas, a UFV participa do Programa Jovens Talentos para a Ciência, o
novo programa de incentivo à iniciação científica que tem o objetivo de inserir precocemente os
estudantes no meio científico e também do Programa de Licenciaturas Internacionais
26
CAPES/Universidade de Coimbra, um convênio assinado entre o Brasil e Portugal – ou seja, entre
a CAPES e a Universidade de Coimbra, de 29/05/2010 – com vistas a possibilitar melhorias na
formação inicial de professores, bem como possibilitar aos estudantes condições para vivenciar a
cultura e o conhecimento em outro país e. Dessa maneira, a UFV tem favorecido a formação de um
novo perfil para o profissional da Educação, de modo a atuar na Educação Básica com plenas
condições para desenvolver um trabalho de qualidade e relevância.
17. COLEGIADO DO CURSO
A Coordenação Didática Pedagógica do curso de Matemática-Licenciatura, sob a
administração do Centro de Ciências Exatas (CCE), é exercida por uma Comissão Coordenadora
constituída de dois representantes do departamento de Física (DPF) e de sete docentes do
departamento de Matemática (DMA). Compete a esta Comissão (Resolução CEPE 07/2011):
• Elaborar, manter atualizado e propor modificações no projeto pedagógico do curso;
• Exercer a coordenação didático-pedagógica do curso, segundo as normas vigentes;
• Acompanhar a orientação acadêmica dos estudantes do curso;
• Avaliar, anualmente, o desenvolvimento do curso, tendo como base o instrumento de
avaliação institucional e encaminhar o relatório padronizado, à Câmara de Ensino, até a 4ª
semana do 1º período letivo de cada ano;
• Encaminhar às Câmaras de Ensino a proposta de criação de disciplinas de interesse do
curso;
•
Propor às Câmaras de Ensino a criação de disciplinas de interesse do curso;
•
Manifestar sobre as modificações dos programas analíticos das disciplinas do curso;
•
Propor critérios para os processos seletivos de ingresso no curso;
•
Pronunciar sobre solicitações de aproveitamento e equivalência de disciplinas, ouvidos os
departamentos envolvidos, se necessário pronunciar sobre as solicitações de estudantes
para cursar disciplinas em outras instituições de ensino, no programa de mobilidade
acadêmica, bem como a equivalência entre as disciplinas a serem cursadas.
•
Pronunciar sobre a dispensa de pré ou correquisito, solicitadas por estudantes regulares,
ouvidos os Departamentos envolvidos, se necessário, em casos não previstos no Regime
Didático da UFV;
27
•
Selecionar os candidatos a estágio ou atividades de experiência profissional no exterior,
em consonância com a coordenação do convênio na UFV;
•
Indicar, ao Diretor de Centro, os nomes dos Orientadores Acadêmicos, se necessário;
•
Opinar sobre solicitações de estudantes e outros assuntos concernentes ao curso, não
previstos nos incisos anteriores, em consonância com os Órgãos Superiores;
•
Analisar os principais indicadores acadêmicos do curso, dentre eles: índice de
reprovação, taxa de evasão, taxa de conclusão de curso, coeficientes de rendimento,
avaliação de disciplinas
A Comissão Coordenadora se reúne ao menos quatro vezes por período letivo, por
convocação do seu Presidente ou da maioria de seus membros, sendo necessário estarem presentes,
no mínimo, 50% dos membros mais um. A convocação deverá ser realizada com no mínimo 48
horas de antecedência, incluindo a pauta de assuntos, ressalvadas as disposições em contrário. As
decisões da Comissão Coordenadora são tomadas pela maioria dos membros presentes,
obedecendo ao disposto no Regimento Geral. Em caso de empate na votação de uma decisão, o
presidente exercerá o voto de qualidade. O registro das reuniões é feito em ata, que, depois de
discutida e aprovada, é assinada pelo presidente e um dos membros da Comissão. Cabe ao
Coordenador encaminhar os processos, com pareceres e deliberações da Comissão Coordenadora,
aos órgãos competentes.
18. RECURSOS HUMANOS E INFRA-ESTRUTURA
O Departamento de Matemática da UFV (DMA) oferece os cursos de MatemáticaBacharelado, Matemática-Licenciatura nas modalidades presencial e a distância, Mestrado
Acadêmico em Matemática e Mestrado Profissional. Ele está localizado na ala A do terceiro e
quarto andar do prédio do Centro de Ciências Exatas da UFV (CCE) e conta com diversos
ambientes nos quais são realizadas atividades de ensino, pesquisa e extensão e desenvolvidas as
atividades da secretaria e coordenação do curso. Dispõe de: 30 (trinta) gabinetes com área
aproximada de 12,5 m2 cada, que são utilizados pelos professores (na maioria individualmente);
uma sala de seminário de 32,44 m 2 com uma TV LCD de 42 polegadas; e uma sala de reuniões de
49,78 m2.
Todos os gabinetes são equipados com um computador por docente. A secretaria de
graduação possui 40,13 m2 e dispõe de 3 computadores e 3 impressoras. Na secretaria encontram-
28
se a disposição dos professores para auxiliar em suas atividades: 5 notebooks, 3 projetores
multimídia, 1 copiadora/impressora e 1 filmadora. A Coordenação do Curso de Matemática,
localizada na sala 309 do CCE, dispõe de um espaço físico de 16,74 m 2 e possui os seguintes
equipamentos: 2 computadores ligados à internet, 1 impressora, 1 projetor multimídia, 2 notebooks.
O departamento possui ainda dois laboratórios de informática de área 32,90 m2 e 34,19 m2
e um laboratório de ensino de área 32,90 m2 que são utilizados por docentes e estudantes do curso
em aulas práticas ou atividades de estudo. Cada laboratório de informática possui em média 16
computadores com sistema operacional Linux e acesso à internet. Estes laboratórios estão
disponíveis aos alunos nos horários de funcionamento da secretaria. O DMA oferece acesso à rede
Wi-Fi disponibilizada em suas dependências.
Também são amplamente utilizados em atividades do curso um auditório e uma biblioteca
setorial localizados no prédio do CCE.
O Centro Acadêmico da Matemática (CAMat) está localizado no subsolo do Centro de
Vivência do campus da UFV. A área total é de aproximadamente 9 m². Sua estrutura serve como
base de reuniões e espaço de socialização para os estudantes do Curso de Matemática. Pode-se
entrar em contato com o CAMat pelo e–mail [email protected].
As disciplinas do Curso de Matemática-Licenciatura são também realizadas em outros
ambientes da UFV, tais como: laboratórios de informática localizados no prédio da Caixa
Econômica Federal; laboratórios de física localizados no CCE, salas localizadas nos pavilhões de
aulas (PVA e PVB). Atualmente, encontra-se em construção um terceiro pavilhão de aulas, o PVC.
Os pavilhões de aula possuem diversas salas com capacidade variável (de 20 a 60 estudantes) e
auditórios com capacidade para 150 estudantes. Grande parte das salas de aulas possui recursos de
projeção multimídia e acesso à Internet e todas possuem quadro negro e ventiladores de teto.
A Biblioteca Central presente no campus de Viçosa dispõe de um acervo de
aproximadamente 173.620 livros e mais de 7.581 títulos de periódicos, além de um banco de teses
com 28.129 registros e 2.636 obras em Braille. Dispõe ainda de publicações seriadas (43.970),
teses (28.129), separatas (10.540), relatórios (10.689), folhetos (5.308), obras raras (1.298),
recortes de jornais (2.902), microfichas (3.361), microfilmes (110), videotape (621) e outros
materiais especiais (5.542). A UFV oferece pleno acesso ao Portal de Periódicos da CAPES
(http://www.periodicos.capes.gov.br), que é uma das maiores bibliotecas virtuais do mundo,
permitindo a realização de pesquisa bibliográfica atualizada e rápida, em todos os pontos de
internet do Campus Viçosa. Além disso, permite acesso remoto ao Portal a alunos e professores da
UFV em qualquer lugar do país. Todos os livros passam por processo de cadastramento, recebendo
etiquetas elaboradas de acordo com as padronizações internacionais da área de biblioteconomia.
29
Todo o material bibliográfico encontra-se distribuído numa área de aproximadamente
12.643,43 m2, divididos em quatro andares com três salas que possuem revestimento acústico para
estudo em grupo e doze salas de estudo individuais. A Biblioteca funciona de segunda à sexta-feira,
das 6h00 às 23h45 e sábado, das 6h00 às 17h45. A base de dados de livros e teses do acervo da
Biblioteca Central da UFV está disponível para consulta on-line, através de microcomputadores
instalados no próprio prédio ou pela rede. Sobre a atividade biblioteconômica na UFV, ela remonta
ao ano do início do seu funcionamento, quando cada unidade de ensino administrava o seu próprio
acervo. Em 1969, assumiu a condição de Biblioteca Central e, pela atual estrutura administrativa ,
acha-se subordinada à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação.
A tabela abaixo apresenta uma relação de ambientes e área construída na UFV onde são
desenvolvidas diversas atividades de ensino, pesquisa e extensão:
ÁREA CONSTRUÍDA, POR FINALIDADE, NO CAMPUS - UFV - 2007
INSTALAÇÕES ACADÊMICAS
Sala de aula teórica
Sala de aula prática
Sala de estudos
Sala de para extensão
Sala para pesquisa
Laboratórios
SUB-TOTAL
Nº
OUTRAS INSTALAÇÕES
Auditório
Biblioteca setorial
Gabinete de docente
Gabinete técnico
SUB-TOTAL
Nº
EDIFICAÇÕES
Biblioteca Central
Divisão de Gráfica Universitária/Editora UFV
Hospital Veterinário/Departamento de Veterinária
Ambulatório Médico
Alojamentos (Blocos)
Praça de Esportes (Área Coberta)
Creche
Centro de Vivência
Usina de Café
SUB-TOTAL
Nº
154
40
131
22
22
558
927
17
28
723
212
980
1
1
1
1
7
1
1
1
1
15
ÁREA (m2)
11.445,22
2.218,24
3.416,17
341,57
242,85
23.152,10
40.816,15
ÁREA(m2)
2.379,43
703,94
11.868,49
2.984,86
17.936,72
ÁREA (m2)
12.643,43
2.210,00
4.303,01
2.524,45
22.405,00
6.338,30
1.186,00
5.115,00
1.376,27
58.101,46
Fonte: http://www.ufv.br/proplan/
No que se referem aos recursos humanos, o Departamento de Matemática conta com 34
docentes efetivos que possuem titulação obtida em programas de Pós-graduação Strictu Sensu.
Cerca de 70% dos docentes do DMA que atuam no Curso de Matemática-Licenciatura são doutores
e obtiveram seus títulos em renomadas instituições no Brasil e no exterior. Além disso, aqueles que
possuem título de Pós-graduação em nível de mestrado são encorajados pelo Departamento de
Matemática da UFV a obter o título de doutor, com possibilidade de afastamento das atividades
30
profissionais durante o período de treinamento. Todos os docentes efetivos do curso atuam em
regime de 40 horas com dedicação exclusiva (anexo V e VI).
Os profissionais técnico-administrativos são contratados pela Universidade Federal de
Viçosa ou prestam serviços por meio de empresas terceirizadas. Aqueles contratados pela UFV são
incentivados a ingressar em cursos de aperfeiçoamento e programas de Pós-graduação. Atualmente,
o DMA conta com dois secretários de graduação e dois técnicos administrativos, que auxiliam nas
atividades do curso (anexo VI).
O DMA conta ainda com o apoio de monitores de informática que auxiliam na manutenção
da rede intranet e dos laboratórios de informática do departamento.
31
ANEXO I
MATRIZ CURRICULAR
DO CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA
(CAMPUS VIÇOSA)
MATRIZ CURRICULAR DO
CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (TURNO INTEGRAL)
Exigência
Disciplinas obrigatórias
Disciplinas optativas
Horas
Prazos
Anos
2.670
Mínimo
3,0
Padrão
4,0
Máximo
6,5
240
TOTAL
2.910
SEQUÊNCIA SUGERIDA
Disciplinas Obrigatórias
Código
Carga
Horária
Nome
Total
H.A.
Cr (T-P)
1º Período
ARQ102
Desenho Geométrico
4(2-2)
60
LET104
Oficina de Leituras e Produção de
Gêneros Acadêmicos
4(4-0)
60
0(0-2)
30
4(3-1)
60
4(4-0)
60
4(3-1)
60
TOTAL
20
330
TOTAL ACUMULADO
20
330
MAT100 Colóquios de Matemática
MAT105 Fundamentos
Elementar I
de
Matemática
MAT131 Introdução à Álgebra
MAT206 Fundamentos
Elementar II
de
Matemática
2º Período
EDU117
Psicologia do Desenvolvimento da
Aprendizagem
4(4-0)
60
INF100
Introdução à Programação I
4(2-2)
60
MAT137 Introdução à Álgebra Linear
4(4-0)
60
MAT141 Cálculo Diferencial e Integral I
6(6-0)
90
MAT152 Geometria Analítica
4(4-0)
60
TOTAL
22
330
TOTAL ACUMULADO
42
660
Pré-requisito
(Pré ou Corequisito)*
3º Período
EST105
Iniciação à Estatística
4(4-0)
60 MAT141
MAT102 Prática de Ensino de Matemática I
4(0-4)
60
MAT143 Cálculo Diferencial e Integral II
6(6-0)
90 MAT141
MAT153 Fundamentos de Geometria
4(4-0)
60
MAT209 Fundamentos de Matemática
Elementar III
2(2-0)
30
TOTAL
20
300
TOTAL ACUMULADO
62
960
4º Período
EDU144
Estrutura e Funcionamento do Ensino
Fundamental e Médio
4(4-0)
60
FIS201
Física I
4(4-0)
60 MAT141*
MAT103
Prática de Ensino de Matemática II
4(0-4)
60 MAT102
MAT243
Cálculo Diferencial e Integral III
6(6-0)
MAT250
Geometria Espacial
4(2-2)
90 MAT143 e
MAT152 e
MAT137*
60 MAT153
TOTAL
22
330
TOTAL ACUMULADO
84
1.290
5º Período
FIS202
Física II
4(4-0)
60 FIS201 e MAT141
FIS224
Laboratório de Física A
2(0-2)
30 FIS201*
MAT203
Matemática Finita
4(4-0)
60
MAT207
Prática de Ensino de Matemática III
4(2-2)
60 MAT103
MAT232
Fundamentos de Aritmética
4(4-0)
60 MAT131*
MAT394
Estágio Supervisionado de
Matemática na Educação Básica A
8(2-6)
120 EDU144 e
MAT207*
TOTAL
TOTAL ACUMULADO
26
390
110
1.680
6º Período
EDU155
Didática
4(4-0)
60 EDU117
MAT172
Matemática Computacional
4(0-4)
60 ARQ102* e
MAT137 e
MAT153 e
MAT143
60 MAT207* e
EDU155*
MAT208
Prática de Ensino de Matemática IV
4(2-2)
MAT332
Álgebra para Licenciatura
4(4-0)
60 MAT131
MAT395
Estágio Supervisionado de
Matemática na Educação Básica B
(Optativas)
8(2-6)
120 MAT207
TOTAL
TOTAL ACUMULADO
24
360
134
2.040
7º Período
LET290
LIBRAS Língua Brasileira de Sinais
3(1-2)
45
MAT342
Análise para Licenciatura
4(4-0)
60 MAT143
MAT396
Estágio Supervisionado de
Matemática na Educação Básica C
MAT490
Oficinas de Matemática
11(2-9)
165 MAT394* e
MAT395*
4(0-4)
60 MAT207*
(Optativas)
TOTAL
TOTAL ACUMULADO
22
330
156
2.370
0(0-14)
210
8º Período
MAT295
Atividades Complementares
MAT305
História da Matemática
2(2-0)
30 MAT243*
MAT340
Equações Diferenciais Ordinárias I
4(4-0)
60 MAT243*
(Optativas)
TOTAL
TOTAL ACUMULADO
6
300
162
2.670
MATRIZ CURRICULAR DO
CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (TURNO NOTURNO)
Exigência
Disciplinas obrigatórias
Disciplinas optativas
Horas
Prazos
Anos
2.670
Mínimo
3,0
Padrão
4,5
Máximo
8,0
240
TOTAL
2.910
SEQUÊNCIA SUGERIDA
Disciplinas Obrigatórias
Código
Carga
Horária
Nome
Total
H.A.
Cr (T-P)
1º Período
ARQ102
Desenho Geométrico
4(2-2)
60
INF100
Introdução à Programação I
4(2-2)
60
MAT100 Colóquios de Matemática
0(0-2)
30
MAT105 Fundamentos de Matemática
Elementar I
4(3-1)
60
MAT206 Fundamentos de Matemática
Elementar II
4(3-1)
60
TOTAL
16
270
TOTAL ACUMULADO
16
270
4(4-0)
60
MAT131 Introdução à Álgebra
4(4-0)
60
MAT141 Cálculo Diferencial e Integral I
6(6-0)
90
MAT152 Geometria Analítica
4(4-0)
60
TOTAL
18
270
TOTAL ACUMULADO
34
540
2º Período
LET104
Oficina de Leitura e Produção de
Gêneros Acadêmicos
(Optativas)
3º Período
Pré-requisito
(Pré ou Corequisito)*
MAT102 Prática de Ensino de Matemática I
4(0-4)
60
MAT137 Introdução à Álgebra Linear
4(4-0)
60
MAT143 Cálculo Diferencial e Integral II
6(6-0)
90 MAT141
MAT153 Fundamentos de Geometria
4(4-0)
60
MAT209 Fundamentos de Matemática
Elementar III
2(2-0)
30
TOTAL
20
300
TOTAL ACUMULADO
54
840
4º Período
EDU117
Psicologia do Desenvolvimento da
Aprendizagem
4(4-0)
60
EST105
Iniciação à Estatística
4(4-0)
60 MAT141
FIS201
Física I
4(4-0)
60 MAT141*
MAT243
Cálculo Diferencial e Integral III
6(6-0)
MAT250
Geometria Espacial
4(2-2)
90 MAT143 e
MAT152 e
MAT137*
60 MAT153
(Optativas)
TOTAL
22
330
TOTAL ACUMULADO
76
1.170
5º Período
EDU155
Didática
4(4-0)
60 EDU117
FIS202
Física II
4(4-0)
60 FIS201 e MAT141
FIS224
Laboratório de Física A
2(0-2)
30 FIS201*
MAT203
Matemática Finita
4(4-0)
60
MAT232
Fundamentos de Aritmética
4(4-0)
60 MAT131*
TOTAL
18
270
TOTAL ACUMULADO
94
1.440
6º Período
EDU144
Estrutura e Funcionamento do Ensino
Fundamental e Médio
4(4-0)
60
MAT103
Prática de Ensino de Matemática II
4(0-4)
60 MAT102
MAT172
Matemática Computacional
4(0-4)
60 ARQ102* e
MAT137e
MAT153 e
MAT143
MAT332
Álgebra para Licenciatura
4(4-0)
60 MAT131
MAT340
Equações Diferenciais Ordinárias I
4(4-0)
60 MAT243*
TOTAL
TOTAL ACUMULADO
20
300
114
1.740
7º Período
MAT207
Prática de Ensino de Matemática III
4(2-2)
60 MAT103
MAT342
Análise para Licenciatura
4(4-0)
60 MAT143
MAT394
Estágio Supervisionado de
Matemática na Educação Básica A
8(2-6)
120 EDU144 e
MAT207*
(Optativas)
TOTAL
TOTAL ACUMULADO
16
240
130
1.980
8º Período
MAT208
Prática de Ensino de Matemática IV
4(2-2)
60 MAT207* e
EDU155*
MAT305
História da Matemática
2(2-0)
30 MAT243*
MAT395
Estágio Supervisionado de
Matemática na Educação Básica B
8(2-6)
120 MAT207
(Optativas)
TOTAL
TOTAL ACUMULADO
14
210
144
2.190
3(1-2)
45
9º Período
LET290
LIBRAS Língua Brasileira de Sinais
MAT295
Atividades Complementares
0(0-14)
210
MAT396
Estágio Supervisionado de
Matemática na Educação Básica C
11(2-9)
165 MAT394* e
MAT395*
MAT490
Oficinas de Matemática
4(0-4)
60 MAT207*
(Optativas)
TOTAL
TOTAL ACUMULADO
18
480
162
2.670
Disciplinas optativas do Curso de Matemática – Licenciatura
(Turno Integral)
ADM250
ARQ103
BAN100
BAN140
Matemática Financeira
Geometria Descritiva
Zoologia Geral
Elementos de Fisiologia
Humana
Biologia Celular
Laboratório de Biologia
Celular
Citologia e Histologia
Ecologia Básica
Genética
Evolução Orgânica
Instrumentação para o Ensino
de Ciências
Botânica Geral
4(4-0)
4(4-0)
4(2-2)
3(3-0)
60
60
60 BIO111 e BIO112
45 BIO120
2(2-0)
2(0-2)
30 BIO112*
30 BIO111*
4(2-2)
3(3-0)
4(4-0)
4(4-0)
4(0-4)
60
45
60 BIO111 e BIO112
60 BIO240
60 EDU155
5(3-2)
4(4-0)
3(3-0)
4(4-0)
4(4-0)
60
EDU230
EDU314
EST220
EST410
EST411
EST437
Psicologia
Filosofia da Ciência
Educação e Realidade
Brasileira
Concepção Filosófica da
Educação
Sociologia da Educação I
Dinâmica de Grupo
Estatística Experimental
Probabilidade
Inferência
Séries Temporais
75 (BIO111* e BIO112*)
ou BIO120*
60
45
60
4(4-0)
4(4-0)
4(4-0)
3(3-0)
3(3-0)
3(3-0)
60
60
60
45
45
45
FIS203
FIS204
Física III
Física IV
4(4-0)
4(4-0)
60
60
Laboratório de Física B
Introdução à Programação II
Pesquisa Operacional I
Pesquisa Operacional II
Pesquisa Operacional III
Simulação
Inglês I
Inglês II
Leitura e Compreensão de
Textos em Francês I
LET226 Leitura e Compreensão de
Textos em Francês II
MAT271 Cálculo Numérico
2(0-2)
4(2-2)
4(4-0)
4(4-0)
4(4-0)
3(3-0)
4(4-0)
4(4-0)
4(4-0)
30
60
60
60
60
45
60
60 LET215
60
4(4-0)
60 LET225
4(4-0)
MAT330 Álgebra I
6(6-0)
60 MAT137 e MAT143 e
INF100
90 MAT131
BIO111
BIO112
BIO120
BIO131
BIO240
BIO340
BIO490
BVE100
EDU110
EDU127
EDU133
EDU227
FIS225
INF101
INF280
INF281
INF282
INF485
LET215
LET216
LET225
EST105
EST105 e MAT141
EST410
EST105 e MAT137 e
MAT143
FIS201 e MAT243*
FIS202 e FIS203 e
MAT243
FIS203*
INF100
INF100 e MAT137
INF280
INF280
EST105 ou EST410
MAT331
MAT336
MAT337
MAT341
MAT343
MAT345
MAT350
Álgebra II
Álgebra Linear I
Álgebra Linear II
Análise I
Variáveis Complexas
Análise II
Introdução às Geometrias
Não-Euclidianas
MAT433 Teoria dos Números
6(6-0)
4(4-0)
4(4-0)
6(6-0)
6(6-0)
6(6-0)
4(4-0)
90
60
60
90
90
90
60
4(4-0)
MAT440 Equações Diferenciais
Ordinárias II
MAT442 Introdução às Equações
Diferenciais Parciais
MAT443 Medida e integração
MAT448 Espaços Métricos
MAT451 Geometria Diferencial
4(4-0)
60 MAT232 ou MAT330
ou MAT332
60 MAT340
4(4-0)
60 MAT243 e MAT340
4(4-0)
6(6-0)
6(6-0)
MAT452
MAT453
MAT458
MAT475
Geometria Diferencial II
Geometria Hiperbólica
Topologia Geral
Tópicos em Matemática
Aplicada
MAT492 Monografia e Seminário B
4(4-0)
4(4-0)
4(4-0)
4(4-0)
60 MAT341
90 MAT341
90 MAT243 e (MAT341 ou
MAT342)
60 MAT451 e MAT345*
60 MAT153
60 MAT341
60 MAT243
QUI100
QUI107
QUI120
QUI138
Química Geral
Laboratório de Química Geral
Química Inorgânica I
Fundamentos de Química
Orgânica
Laboratório de Química
Orgânica
Instrumentação para o Ensino
de Química I
3(3-0)
2(0-2)
5(3-2)
3(3-0)
60 MAT207* e (MAT342
ou MAT 332)
45
30 QUI100*
75 QUI100 e QUI107
45
2(0-2)
30 QUI138*
5(3-2)
Geologia e Pedologia
5(3-2)
75 EDU117 e EDU155 e
QUI120 e QUI138* e
QUI139
75 QUI100
QUI139
QUI343
SOL215
4(2-2)
MAT330
MAT137
MAT336
MAT143
MAT243
MAT341 ou MAT342
MAT137 e MAT153
Disciplinas optativas do Curso de Matemática – Licenciatura
(Turno noturno)
ADM250
ARQ103
BAN200
BAN210
BIO111
BIO112
Matemática Financeira
Geometria Descritiva
Zoologia dos Invertebrados I
Anatomia Humana
Biologia Celular
Laboratório de Biologia
Celular
BIO131 Ecologia Básica
BIO221 Histologia Básica
BIO240 Genética
BQI101 Laboratório de Bioquímica I
BQI103 Bioquímica I
BVE202 Biologia e Ecologia de Algas e
Briófitas
EDU110 Psicologia
EDU127 Filosofia da Ciência
EDU133 Educação e Realidade
Brasileira
EDU227 Concepção Filosófica da
Educação
EDU230 Sociologia e Educação I
EDU314 Dinâmica de Grupo
EST220 Estatística Experimental
FIS203
Física III
LET215 Inglês I
LET216 Inglês II
LET225 Leitura e Compreensão de
Textos em Francês I
LET226 Leitura e Compreensão de
Textos em Francês II
MAT271 Cálculo Numérico
4(4-0)
4(4-0)
4(2-2)
4(2-2)
2(2-0)
2(0-2)
60
60
60
60
30
30
3(3-0)
4(2-2)
4(4-0)
2(0-2)
5(5-0)
3(1-2)
45
60 BIO111 e BIO112
60 BIO111 e BIO112
30 BQI103*
75
45
4(4-0)
3(3-0)
4(4-0)
60
45
60
4(4-0)
60
4(4-0)
4(4-0)
4(4-0)
4(4-0)
4(4-0)
4(4-0)
4(4-0)
60
60
60 EST105
60 FIS201 e MAT243*
60
60 LET215
60
4(4-0)
60 LET225
4(4-0)
MAT345 Análise II
MAT350 Introdução às Geometrias
Não-Euclidianas
MAT433 Teoria dos Números
MAT440 Equações Diferenciais
Ordinárias II
MAT442 Introdução às Equações
Diferenciais Parciais
MAT451 Geometria Diferencial
MAT453 Geometria Hiperbólica
MAT492 Monografia e Seminário B
6(6-0)
4(4-0)
60 MAT137 e MAT143 e
INF100
90 MAT342
60 MAT137 e MAT153
4(4-0)
4(4-0)
60 MAT232 ou MAT332
60 MAT340
4(4-0)
60 MAT243 e MAT340
6(6-0)
4(4-0)
4(2-2)
90 MAT243 e MAT342
60 MAT153
60 MAT207* e (MAT342 ou
MAT 332)
BIO111* e BIO112*
BIO111* e BIO112*
BIO112*
BIO111*
MBI101
QUI100
QUI101
Biologia de Microrganismos
5(3-2)
75
Química Geral
3(3-0)
45
Formação Profissional e Áreas
2(2-0)
30
de Atuação do Químico
QUI107 Laboratório de Química Geral
2(0-2)
30 QUI100*
QUI120 Química Inorgânica I
5(3-2)
75 QUI100 e QUI107
Observação: Além das disciplinas obrigatórias, o estudante deverá complementar sua
formação com disciplinas optativas, sob aconselhamento da Comissão Coordenadora, da
seguinte forma: 240 horas, das quais, no mínimo, 120 horas devem ser escolhidas dentre as
listadas acima; 120 horas podem ser escolhidas dentre todas as disciplinas oferecidas no
Catálogo de Graduação da UFV e devem ser cursadas somente a partir do 5º período. Essas
disciplinas possibilitam ao estudante ampliar sua formação em qualquer campo do
conhecimento com base estrita no seu interesse individual.
ANEXO II
PROGRAMAS ANALÍTICOS DAS DISCIPLINAS
DO CURSO DE MATEMÁTICA-LICENCIATURA
(CAMPUS VIÇOSA)
ANEXO III
EMENTAS DAS DISCIPLINAS
DO CURSO DE MATEMÁTICA-LICENCIATURA
(CAMPUS VIÇOSA)
QUADRO DE EMENTAS DAS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DO
CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (CAMPUS VIÇOSA)
Código
Disciplina
Carga
Horária
(horas)
ARQ102
Desenho Geométrico
60
Ementa
Introdução. Construções fundamentais. Lugar geométrico. Concordância. Segmentos
proporcionais. Equivalência. Semelhança e homotetia. Cônicas e espirais. Retificação de
circunferência.
EDU117
Psicologia do Desenvolvimento da
Aprendizagem
60
A relação da psicologia com a educação. Introdução ao estudo dos processos de desenvolvimento
e de aprendizagem. Enfoque comportamentalista e seus desdobramentos na prática educacional.
Enfoque psicanalítico e seus desdobramentos na prática educacional. Enfoque gestaltista e seus
desdobramentos na prática educacional. Enfoque humanista e seus desdobramentos na prática
educacional. Enfoque psicogenético e seus desdobramentos na prática educacional. Enfoque
histórico-cultural e seus desdobramentos na prática educacional.
EDU144
Estrutura e Funcionamento do
Ensino Fundamental e Médio
60
Fundamentos filosóficos, históricos e sócio-políticos. O sistema escolar brasileiro. Fundamentos
legais. O ensino fundamental e médio na Lei 9394/96.
EDU155
Didática
60
A didática na formação do professor. Diferentes concepções de ensino no Brasil. A sala de aula
como espaço interdisciplinar. A construção do conhecimento em sala de aula. Planejamento de
ensino.
EST105
Iniciação à Estatística
60
Conceitos introdutórios. Estatística descritiva. Regressão linear simples e correlação amostral.
Introdução à teoria da probabilidade. Variáveis aleatórias discretas e contínuas. Funções de
variáveis aleatórias. Esperança matemática, variância e covariância. Distribuições de variáveis
aleatórias discretas e contínuas. Testes de significância: qui-quadrado, F e t.
FIS201
Física I
60
Medidas em física. Movimento de translação. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Sistemas
de partículas. Dinâmica da rotação. Equilíbrio e elasticidade. Oscilações. Gravitação.
FIS202
Física II
60
Fluidos. Ondas em meios elásticos. Natureza e propagação da luz. Óptica geométrica. Óptica
física. Temperatura. Termodinâmica. Teoria cinética dos gases.
FIS224
Laboratório de Física A
60
Medidas de física. Movimento de translação. Dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Sistemas
de partículas. Equilíbrio. Oscilações. Ondas em meios elásticos. Ótica geométrica. Ótica física.
Termodinâmica.
Elementos de uma linguagem algorítmica. Comandos básicos da linguagem. Algoritmos x
programas. Tipos estruturados de dados. Subprogramas. Técnicas básicas de programação.
INF100
Introdução a Programação I
60
LET100
Português Instrumental I
60
LET290
LIBRAS Língua Brasileira de
Sinais
45
O sujeito surdo. Noções linguísticas de libras. A gramática da língua de sinais. Aspectos sobre a
educação dos surdos. Teoria da tradução e interpretação.
30
Seminários semanais proferidos por professores do Departamento de Matemática e /ou
convidados que abordarão temas sobre a estrutura do curso de Matemática da UFV (Licenciatura
e Bacharelado), áreas de atuação, mercado de trabalho do profissional de Matemática, atribuições
profissionais e ética profissional, as relações étnico-raciais na educação, o estudo de história e
cultura afro-brasileira e africana, educação ambiental, o ensino, a pesquisa e a extensão no
Departamento de Matemática da UFV.
60
Estudo sobre os objetivos do ensino de Matemática e sobre a estrutura de uma aula de
Matemática. Estudo sobre métodos de ensino. Planejamento de aula. O ensino da Álgebra. O
ensino de Aritmética. O ensino da Geometria. Análise crítica de recursos didáticos, de livros
didáticos antigos e atuais e de revistas especializadas. Planejamento de projeto escolar
interdisciplinar
MAT100
MAT102
Colóquios Matemática
Prática de Ensino de Matemática I
Concepções de leitura e produção, considerando o enfoque tradicional e interacionista. Os sujeitos
da leitura e da produção. Compreensão e expressão oral. Leitura e produção de textos
informativos e acadêmicos.
MAT103
Prática de Ensino de Matemática II
60
Estudo sobre os objetivos do ensino de Matemática no Ensino Médio. Planejamento didático no
Ensino Médio. Estudo sobre os diversos métodos de ensino e critérios de avaliação. Ensino de
Álgebra, de Análise e de Geometria no Ensino Médio. Análise e crítica de recursos didáticos.
Análise de livros didáticos antigos e atuais. Análise de revistas especializadas. Reflexão crítica do
uso do material didático. Planejamento de projeto escolar interdisciplinar.
MAT105
Fundamentos de Matemática
Elementar I
60
Conjuntos numéricos. Funções elementares. Função exponencial. Função logarítmica.
MAT131
Introdução à Álgebra
60
Noções de lógica matemática. Conjuntos. Operações entre conjuntos. Relações. Funções ou
aplicações. Operações binárias.
MAT137
Introdução à Álgebra Linear
60
Matrizes. Sistema de equações lineares. Determinantes e matriz inversa. Espaços vetoriais.
Transformações lineares. Diagonalização de operadores.
MAT141
Cálculo Diferencial e Integral I
90
Funções. Limites e continuidade. Derivadas. Aplicações da derivada. Integrais. Aplicações da
integral.
MAT143
Cálculo Diferencial e Integral II
90
Regra de L'Hospital. Integrais impróprias e aplicações. Equações paramétricas e coordenadas
MAT152
MAT153
Geometria Analítica
Fundamentos de Geometria
60
polares. Funções vetoriais. Sequências e séries infinitas. Séries de potências.
Vetores. Retas e planos. Distância e ângulo. Cônicas. Superfícies quádricas.
60
Desenvolvimento histórico da geometria. Axiomas da geometria plana: incidência e ordem.
Axiomas da geometria plana: medição. Axiomas da geometria plana: congruência. Teorema do
ângulo externo e consequências. O quinto postulado de Euclides. Semelhança de triângulos.
Polígonos. Círculos. Áreas e comprimentos.
MAT172
Matemática Computacional
60
Uso de editores de textos e planilhas eletrônicas para confecção de textos matemáticos. Recursos
de informática para auxiliar no ensino de geometria e de aritmética nos Ensinos Fundamental e
Médio. Pesquisa científica na rede de computadores. Resolução de listas de exercícios utilizando
os softwares de computação simbólica. Produção de material para ser disponibilizado na Internet.
MAT203
Matemática Finita
60
Análise combinatória. Introdução à probabilidade.
MAT206
Fundamentos de Matemática
Elementar II
60
Trigonometria e funções trigonométricas. Introdução aos números complexos. Polinômios.
Prática de Ensino de Matemática
III
Análise e discussão das diversas propostas curriculares de matemática para o Ensino Fundamental
e Médio. Metodologia e técnicas para o ensino de matemática. Avaliação da aprendizagem.
Principais sistemas de avaliação das redes de ensino. Análise do livro didático de matemática e do
PNLD. Análise e discussão de textos (resenhas, comentários críticos e registros escritos) sobre
Educação Matemática a partir da observação do ambiente escolar. O ensino de geometria, o
ensino da aritmética e o ensino de álgebra
MAT208
Prática de Ensino de Matemática
IV
60
Análise e discussão dos PCNs e da proposta curricular de matemática para o Ensino Médio da
SEE-MG. Tendências em educação matemática. Avaliação da aprendizagem. Discussão sobre o
ENEM. Análise e discussão de textos (resenhas, comentários críticos e registros escritos) sobre
educação matemática a partir da observação do ambiente escolar. A geometria e a álgebra no
ensino médio.
MAT209
Fundamentos de Matemática
Elementar III
30
Progressões aritméticas. Progressões geométricas. Matemática financeira
MAT232
Fundamentos de Aritmética
60
Sistemas de numeração. Indução, boa ordenação e divisão euclidiana. O teorema fundamental da
aritmética. Equações diofantinas lineares e congruências. Os números racionais. Tópicos sobre
números inteiros.
MAT243
Cálculo Diferencial e Integral III
90
Funções de várias variáveis. Integrais duplas e triplas. Cálculo vetorial.
MAT250
Geometria Espacial
60
Conceitos primitivos e postulados. Retas e planos: paralelismo e perpendicularismo. Diedros.
MAT207
Triedros. Poliedros convexos. Sólidos: prismas, pirâmides, cilindros, cones e troncos. Esfera.
Inscrição e circunscrição de sólidos. Superfícies e sólidos de revolução
MAT295
Atividades Complementares
210
Nessa disciplina será contabilizada uma carga horária de no mínimo 210 horas na participação do
aluno em: projetos educacionais, cursos de verão, cursos de extensão, participação em palestras,
congressos, seminários e similares, atividades de extensão, sessões de vídeos, etc. Dentre as
atividades validadas deverão constar ações relacionadas aos tópicos: as atribuições e a ética
profissional; as relações étnico-raciais na educação; o estudo de história e cultura afro-brasileira e
africana; educação ambiental. Os critérios de validação dessas atividades serão estabelecidos pela
Comissão Coordenadora do Curso de Matemática, sendo atualizados sempre que necessário. Para
o aluno matricular-se nessa disciplina deverá apresentar à Comissão Coordenadora, no semestre
anterior à matrícula, os comprovantes que atestam a participação em atividades complementares
de modo que atinja a carga horária total necessária para sua integralização.
MAT305
História da Matemática
30
Tópicos de história da matemática.
MAT332
Álgebra para Licenciatura
60
Introdução à teoria de grupos. Introdução à teoria de anéis. Anéis de polinômios.
MAT340
Equações Diferenciais Ordinárias I
60
Introdução ao estudo das equações diferenciais ordinárias. Equações de primeira ordem. Equações
de segunda ordem não lineares. Equações lineares de segunda ordem. Resolução em séries de
potências. Sistemas de equações diferenciais lineares. Transformada de Laplace
MAT342
Análise para Licenciatura
60
Números reais. Sequências e séries. Limite de funções definidas em intervalos. Funções
contínuas. Derivadas de funções.
120
A situação do ensino de matemática no Ensino Fundamental. A aprendizagem da docência: a
articulação da teoria e da prática. Metodologias e técnicas de ensino de matemática. O livro
didático de matemática o PNLD. As reuniões pedagógicas e o planejamento didático. A prática
docente em Matemática. O cotidiano escolar e o funcionamento da escola. O Projeto Pedagógico
da escola e o currículo em matemática. A avaliação. Subsídios teóricos e metodológicos para a
elaboração de projetos interdisciplinares.
120
A situação do ensino de Matemática no Ensino Médio. A aprendizagem da docência: a articulação
da teoria e da prática. Metodologias e técnicas de ensino de matemática. O livro didático do
Ensino Médio. As reuniões pedagógicas e o planejamento didático. A prática docente em
Matemática. O cotidiano escolar e o funcionamento da escola. O projeto pedagógico da escola e o
currículo em matemática. Subsídios teóricos e metodológicos para a elaboração de projetos
interdisciplinares.
MAT394
MAT395
MAT396
Estágio Supervisionado de
Matemática na Educação Básica A
Estágio Supervisionado de
Matemática na Educação Básica B
Estágio Supervisionado de
Matemática na Educação Básica C
165
A situação do ensino de matemática no Ensino Básico. Metodologias e técnicas de ensino de
matemática. A aprendizagem da docência: a articulação da teoria e da prática. Concepções de
Ensino e prática docente. O projeto pedagógico da escola e o currículo em matemática. Subsídios
teóricos e metodológicos para a elaboração de projetos interdisciplinares.
MAT490
Oficinas de Matemática
60
Organização de eventos, jornadas, oficinas matemáticas e minicursos. Participação em evento.
Produção, organização e execução de seminários e palestras. Elaboração de projetos pedagógicos
de Matemática dos ensinos fundamental e médio.
QUADRO DE EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS DO
CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (INTEGRAL)
Código
Disciplina
Ementa
ADM250
Matemática Financeira
ARQ103
Geometria Descritiva
Fundamentos de desenho geométrico. Geometria de representação: os entes fundamentais do
espaço métrico.
BAN100
Zoologia Geral
Zoologia no contexto das ciências. Sistemática e taxonomia. Relações entre seres vivos.
Protozoários. Platelmintos. Aschelmintos. Anelídeos. Artrópodes. Moluscos. Cordados.
BAN140
Biologia Humana
Introdução à Fisiologia. Sistema nervoso. Sistema endócrino. Sistema cardiovascular. Sistema
respiratório. Sistema digestório. Sistema excretor. Sistema reprodutor masculino. Sistema
reprodutor feminino.
BIO111
Biologia Celular
Introdução às células e vírus. Tipos de microscópio. Composição química da célula. Estrutura das
membranas e transporte. Mitocôndria. Célula vegetal. Citoesqueleto. Estrutura do núcleo
interfásico. Processos de síntese na célula. Compartimentos intracelulares e transporte. Ciclo
celular.
BIO112
Laboratório de Biologia Celular
Técnicas de preparo de materiais para microscopia de luz. Utilização do microscópio de luz.
Aumento, resolução e profundidade de campo. Coloração. Técnicas citoquímicas e extração de
componentes químicos da célula. Permeabilidade seletiva de membranas. Mitocôndrias. Célula
Vegetal. Movimentos celulares. Núcleo e nucléolo. Retículo endoplasmático, complexo de golgi e
lisossomos. Mitose e cromossomos metafásicos. Meiose.
BIO120
Citologia e Histologia
Introdução às células e vírus. Citoesqueleto. Estrutura das membranas e transporte. Mitocôndria.
Juros e capitalização simples. Capitalização composta. Desconto e taxa de desconto. Taxas
nominais, efetivas e reais. Séries de pagamentos. Sistema de amortização. Correção monetária e
inflação.
Compartimentos intracelulares e transporte. Estrutura do núcleo interfásico. Divisão celular.
Tecidos epiteliais. Tecido conjuntivo propriamente dito. Tecidos conjuntivos especializados em
sustentação. Sangue. Tecido nervoso. Tecido muscular.
BIO131
Ecologia Básica
O que é ecologia e o que não é ecologia? Ecologia e evolução. Condições e recursos. Ecologia de
populações. Histórias de vida. Interação entre populações. Regulação populacional. Ecologia de
comunidades. Teias alimentares e estabilidade. Ecologia de ecossistemas. Padrões de riqueza de
espécies. Alterações antrópicas.
BIO240
Genética
Genética e sua importância. Células e cromossomos. Mitose e meiose. Gametogênese e
fertilização. Herança monofatorial. Dois ou mais pares de alelos. Interação gênica. Probabilidade
e teste de proporções genéticas. Determinação do sexo. Herança relacionada ao sexo. Ligação
gênica e mapas cromossômicos. Bases químicas da herança. Mutação. Alelismo múltiplo.
Alterações cromossômicas estruturais. Variações numéricas dos cromossomos. Herança
citoplasmática. Genética de populações. Genética quantitativa.
BIO340
Evolução Orgânica
A teoria sintética da evolução e seu desenvolvimento. As fontes de variabilidade. A organização
da variabilidade genética nas populações. Diferenciação das populações. Isolamento reprodutivo e
origem das espécies. As grandes linhas da evolução. Evolução do homem.
BIO490
Instrumentação para o Ensino de
Ciências
Análise e discussão das propostas curriculares para o ensino de ciências no ensino fundamental. A
importância da elaboração de planejamentos e planos de atividades. Seleção e utilização de
estratégias e ensino coerentes com os objetivos propostos para o ensino de ciências. Utilização do
laboratório de ciências nas escolas de ensino fundamental. Planejamento e desenvolvimento de
atividades extra-classe. Utilização de instrumentos adequados para a avaliação no ensino de
ciências. Elaboração de projetos de pesquisa relacionados ao ensino de ciências.
BVE100
Botânica Geral
Classificação geral dos organismos. Características da célula vegetal. Histologia vegetal.
Morfologia externa e interna da raiz e do caule. Morfologia e fisiologia foliar. Transporte de água
e assimilados. Nutrição mineral. Reprodução sexuada e vegetativa. Controle do crescimento e
desenvolvimento.
EDU110
Psicologia
Introdução à ciência psicológica. Sistemas teóricos. Fundamentos e processos do comportamento.
Personalidade, desvios e dependências.
EDU127
Filosofia da Ciência
Introdução ao pensamento científico. As posições da ciência moderna. Obstáculos à produção da
ciência. Deontologia.
EDU133
Educação e Realidade Brasileira
Introdução aos estudos educacionais. O fenômeno educativo na sociedade moderna. A
modernização da sociedade brasileira e o sistema educacional.
EDU227
Concepção Filosófica da Educação
O social-histórico: as dimensões instituinte e instituído e os processos de socialização e
individualização. Concepção filosófica da educação: institucionalização e identidade. A filosofia
da educação: elucidação do fenômeno educativo e possibilidade de autonomia.
EDU230
Sociologia e Educação I
A formação do pensamento sociológico. Sociologia de Émile Durkheim. A Sociologia de Karl
Marx. A Sociologia de Max Weber. Novas tendências no pensamento sociológico e a educação.
EDU314
Dinâmica de Grupo
Histórico sobre grupos. Conceituação de grupo: relação indivíduo/grupo. Fatores que interferem
nas dinâmicas grupais. Papéis grupais. Grupo operativo. Análise institucional.
EST220
Estatística Experimental
Testes de hipóteses. Testes F e t. Contrastes. Princípios básicos da experimentação.
Procedimentos para comparações múltiplas: testes de Tukey, Duncan e Scheffé e t. Delineamentos
experimentais. Experimentos fatoriais e em parcelas subdivididas. Regressão linear. Correlação.
EST410
Probabilidade
Modelo probabilístico. Variáveis aleatórias. O Método Jacobiano. Esperança matemática. Função
geradora de momento e função característica. Distribuição e esperança condicionais. A lei dos
grandes números. Algumas distribuições discretas. Algumas distribuições contínuas. Aplicações à
teoria da confiabilidade.
EST411
Inferência
Estimação. Quadrados mínimos e outros métodos. Estimação por intervalo. Testes de hipóteses:
simples e compostas. Testes de hipóteses referentes às médias. Testes de hipóteses. Referentes às
variâncias. Teste de qualidade de ajuste. Teste da razão de verossimilhança e hipóteses lineares
gerais.
EST437
Séries Temporais
Preliminares. Modelos lineares estacionários e não-estacionários. Construção de modelos
estocásticos.
FIS203
Física III
Força e campo elétricos. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Resistência, correntes e
circuitos elétricos. Campo magnético. Lei de Ampère. Lei de Indução de Faraday. Indutância e
oscilações eletromagnéticas. Correntes alternadas. Propriedades magnéticas da matéria.
FIS204
Física IV
Equações de Maxwell. Ondas eletromagnéticas. Teoria da relatividade restrita. Radiação de corpo
negro. Propriedades corpusculares da radiação. Propriedades ondulatórias das partículas. Modelos
atômicos.
FIS225
Laboratório de Física B
Eletrostática. Circuitos de corrente contínua. Campo magnético. Indução eletromagnética. Uso do
multímetro e do osciloscópio. Circuitos de corrente alternada. Física moderna.
FIS312
Instrumentação para o Ensino de
Física I
Programa de física de nível médio. Ensino de física experimental. Outras metodologias de ensino
de física. Planejamento de atividades nas áreas de mecânica e termodinâmica.
FIS313
Instrumentação para o Ensino de
Planejamento, execução e avaliação de atividades nas áreas de ótica, eletricidade, magnetismo,
Física II
eletromagnetismo e física moderna. Projeto de ensino de física no ambiente escolar.
INF101
Introdução à Programação II
Revisão de funções e arranjos. Registros. Funções recursivas. Ponteiros. Tipos abstratos de dados
e classes. Noções sobre bancos de dados.
INF280
Pesquisa Operacional I
Preliminares. Introdução à programação linear. Introdução à simulação discreta. Fluxos em rede.
INF281
Pesquisa Operacional II
Introdução à programação linear inteira. Introdução à programação não-linear. Introdução aos
problemas estocásticos.
INF282
Pesquisa Operacional III
Introdução à matemática financeira e engenharia econômica. Programação da produção: o
problema de sequenciação. Introdução aos problemas de estoque. Introdução aos problemas de
localização e distribuição em redes. Introdução à teoria das filas.
INF485
Simulação
Introdução. Planejamento de experimentos com simulação. Geração de números pseudoaleatórios. Geração de valores de variáveis aleatórias. Modelos baseados em filas. Simulação
contínua. Pacotes para simulação.
LET101
Português Instrumental II
Conceituação e textualidade. Tipologia textual. Léxico e argumentatividade. Textos informativos
e acadêmicos.
LET215
Inglês I
Técnicas de leitura e compreensão de textos científicos: o uso do dicionário e formação de
palavras. O estudo das funções do discurso. O uso de sinais de referência.
LET216
Inglês II
Técnicas de leitura e compreensão de textos científicos: técnicas de anotação. O uso de conectivos
de estruturas. O uso de conectivos de parágrafos.
LET225
Francês Instrumental I
Estratégias de leitura. Gêneros discursivos. As diversas competências exigidas para a
compreensão de textos. A coerência e a coesão textuais.
LET226
Francês Instrumental II
A habilidade de leitura e suas diversas competências. Fundamentos linguísticos e discursivos do
texto. Fundamentos lógico-sintáticos do texto. Persuasão e argumentação.
MAT271
Cálculo Numérico
Introdução. Solução de equações não-lineares. Interpolação e aproximações. Integração. Sistemas
de equações lineares. Resolução de equações diferenciais ordinárias.
MAT330
Álgebra I
Números inteiros. Introdução à teoria de grupos. Introdução à teoria de anéis. Anéis de
polinômios sobre um corpo.
MAT331
Álgebra II
Domínios. Corpos. Extensões de corpos. Teoria de Galois.
MAT336
Álgebra Linear I
Espaços vetoriais. Álgebra das transformações lineares. Grupo de transformações lineares
invertíveis. Transformações lineares e matrizes. Formas canônicas
MAT337
Álgebra Linear II
Funcionais lineares. Produtos internos. Espaços vetoriais com produto interno. Adjuntos.
Operadores ortogonais e unitários. Operadores normais e teorema espectral. Formas positivas.
Aplicações. Formas bilineares e formas quadráticas. Diagonalização de formas quadráticas.
MAT341
Análise I
Números reais. Sequências e séries de números reais. Algumas noções topológicas. Limite de
funções. Funções contínuas. Derivadas de funções. Integral de Riemann.
MAT343
Variáveis Complexas
Números complexos. Limite e continuidade. Derivadas. Integração. Séries de potências. Resíduos.
MAT345
Análise II
Topologia do espaço euclidiano. Caminhos no espaço euclidiano. Funções reais de várias
variáveis. Aplicações diferenciáveis.
MAT350
Introdução às Geometrias NãoEuclidianas
Preliminares. Geometria afim no plano euclidiano. Geometria esférica plana. Geometria projetiva
plana. Geometria hiperbólica plana.
MAT433
Teoria dos Números
Congruências. Funções aritméticas. Resíduos quadráticos. A equação de Pell. Decomposição em
soma de quadrados. Frações contínuas. Inteiros quadráticos.
MAT440
Equações Diferenciais Ordinárias
II
Equações diferenciais de 1a e 2a ordens. Equações diferenciais no plano. Sistemas de equações
diferenciais. Teorema de existência e unicidade de soluções.
MAT442
Introdução às Equações
Diferenciais Parciais
Equação do calor. Séries de Fourier. Equação de onda. Equação de Laplace. Transformada de
Fourier.
MAT443
Medida e integração
Sigma-Álgebras. Medidas. Diferenciação e integração. Espaços LP
MAT448
Espaços Métricos
Conjuntos. Números reais. Espaços métricos. A topologia dos espaços métricos. Continuidade.
Conjuntos compactos. Conjuntos conexos. Espaços métricos completos. Espaços topológicos.
MAT451
Geometria Diferencial
Preliminares. Curvas no plano. Curvas no espaço. Geometria de superfícies no espaço.
MAT453
Geometria Hiperbólica
Preliminares. Geometria Neutra Plana. Descrição Qualitativa do Plano Hiperbólico. Geometria
Hiperbólica Espacial. Modelos do Plano Hiperbólico.
MAT458
Topologia Geral
Espaços topológicos. Continuidade em espaços topológicos. Equivalência topológica. Invariantes
topológicos. Espaços topológicos. Axiomas de separação e enumerabilidade. O Teorema de
Extensão de Tietze para espaços métricos. Espaços conexos. Espaços compactos. Espaços
quocientes. Caminhos homotópicos. O grupo fundamental. O grupo fundamental do círculo.
Grupos topológicos.
MAT475
Tópicos em Matemática Aplicada
Nesta disciplina deverão ser desenvolvidos tópicos especiais em Matemática Aplicada que não
constem nos programas de outras disciplinas. Esta disciplina só deverá ser cursada por estudantes
que tiverem obtido um bom rendimento no pré-requisito.
MAT492
Monografia e Seminário B
Elaboração de uma monografia sobre o tópico de matemática pura ou aplicada, escolhido para
estudo sob a orientação do professor coordenador da disciplina, e sua defesa em seminário do
departamento. Sugestão do roteiro a ser seguido para a execução dessa disciplina. Escolha do
tópico a ser abordado na monografia. Pesquisa bibliográfica.
QUI100
Química Geral
Ciência e química. Energia e ionização e tabela periódica. Visão microscópica do equilíbrio.
Equilíbrio heterogêneo. Equilíbrio de dissociação: ácidos e bases. Processos espontâneos e
eletroquímicos.
QUI107
Laboratório de Química Geral
O laboratório e equipamento de laboratório. Substâncias puras e misturas. Fenômenos físicos e
químicos e reações químicas. Propriedades dos elementos químicos. Obtenção e purificação de
substâncias. Estudo das soluções. Estequiometria. Ácidos e bases. Oxirredução. Pilhas. Cinética
das reações químicas. Termoquímica. Reações químicas especiais.
QUI120
Química Inorgânica I
Estrutura eletrônica dos átomos. Tabela periódica e propriedades periódicas dos elementos.
Ligação iônica. Ligação covalente.
QUI138
Fundamentos de Química
Orgânica
Introdução ao estudo da química orgânica. Sinopse das funções orgânicas. Alcanos. Alquenos e
alquinos. Hidrocarbonetos aromáticos benzênicos e seus derivados. Alcoóis, éteres e fenóis. As
substâncias quirais. Aldeídos e cetonas. Os ácidos carboxílicos e seus derivados funcionais.
Aminas.
QUI139
Laboratório de Química Orgânica
Material do laboratório de química orgânica e normas de segurança. Extração com solventes.
Destilação simples. Síntese da acetanilida. Recristalização. Determinação de constantes físicas de
compostos orgânicos. Solubilidade e identificação de compostos orgânicos. Hidrocarbonetos
insaturados. Oxidação de alcoóis. Obtenção do ácido acetilsalicílico. Obtenção de um
Azobenzeno. Extração, isolamento e purificação da piperina.
QUI343
Instrumentação para o Ensino de
Química I
A Química no ensino médio. Estratégias de ensino visando a aprendizagem significativa de
Química. Elaboração de programas de curso visando à aprendizagem significativa de Química no
ensino médio.
SOL215
Geologia e Pedologia
Estrutura dos minerais de argila e propriedades físico-químicas dos solos. Noções de geologia
geral, mineralogia e petrologia. Intemperismo e pedogênese. O sistema solo e suas propriedades
físicas, químicas e mineralógicas. Noções de classificação dos solos. Geografia de solos e
principais ambientes pedobioclimáticos do Brasil.
QUADRO DE EMENTAS DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS DO
CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA (NOTURNO)
Código
Disciplina
Ementa
ADM250
Matemática Financeira
Juros e capitalização simples. Capitalização composta. Desconto e taxa de desconto. Taxas
nominais, efetivas e reais. Séries de pagamentos. Sistema de amortização. Correção monetária e
inflação.
ARQ103
Geometria Descritiva
Fundamentos de desenho geométrico. Geometria de representação: os entes fundamentais do
espaço métrico.
BAN200
Zoologia dos invertebrados
Princípios de sistemática e taxonomia. Princípios básicos de embriologia. Protozoa. Introdução ao
sub-reino Metazoa. Filo Porífera. Os Cnidários. Os Ctenóforos. Introdução aos Bilateria. Filo
Platyhelminthes. Os nemertinos. Os Aschelminthes.
BAN210
Anatomia Humana
Introdução ao estudo de anatomia. Sistema esquelético. Articulações. Sistema muscular. Sistema
nervoso. Sistemas circulatório e linfático. Sistema respiratório. Sistema digestivo. Sistema
urinário. Sistema genital. Sistema endócrino. Sistema tegumentar.
BIO111
Biologia Celular
Introdução às células e vírus. Tipos de microscópio. Composição química da célula. Estrutura das
membranas e transporte. Mitocôndria. Célula vegetal. Citoesqueleto. Estrutura do núcleo
interfásico. Processos de síntese na célula. Compartimentos intracelulares e transporte. Ciclo
celular.
BIO112
Laboratório de Biologia Celular
Técnicas de preparo de materiais para microscopia de luz. Utilização do microscópio de luz.
Aumento, resolução e profundidade de campo. Coloração. Técnicas citoquímicas e extração de
componentes químicos da célula. Permeabilidade seletiva de membranas. Mitocôndrias. Célula
Vegetal. Movimentos celulares. Núcleo e nucléolo. Retículo endoplasmático, complexo de golgi e
lisossomos. Mitose e cromossomos metafásicos. Meiose.
BIO131
Ecologia Básica
O que é ecologia e o que não é ecologia?. Ecologia e evolução. Condições e recursos. Ecologia de
populações. Histórias de vida. Interação entre populações. Regulação populacional. Ecologia de
comunidades. Teias alimentares e estabilidade. Ecologia de ecossistemas. Padrões de riqueza de
espécies. Alterações antrópicas.
BIO221
Histologia Básica
Tecidos epiteliais. Tecido conjuntivo propriamente dito. Tecido adiposo. Tecido cartilaginoso.
Tecido ósseo. Sangue e hemocitopoese. Tecido nervoso. Tecidos musculares.
BIO240
Genética
Genética e sua importância. Células e cromossomos. Mitose e meiose. Gametogênese e
fertilização. Herança monofatorial. Dois ou mais pares de alelos. Interação gênica. Probabilidade
e teste de proporções genéticas. Determinação do sexo. Herança relacionada ao sexo. Ligação
gênica e mapas cromossômicos. Bases químicas da herança. Mutação. Alelismo múltiplo.
Alterações cromossômicas estruturais. Variações numéricas dos cromossomos. Herança
citoplasmática. Genética de populações. Genética quantitativa.
BQI101
Laboratório de Bioquímica I
Introdução aos trabalhos práticos. Caracterização de carboidratos. Titulação potenciométrica de
um aminoácido. Separação e análise de aminoácidos. Caracterização de lipídios. Técnicas de
precipitação de proteínas. Dosagem das proteínas do leite pelo método fotocolorimétrico de
biureto. Hidrólise do amido. Estudo da polifenoloxidase extraída da batatinha. Identificação dos
ácidos nucléicos em material biológico.
BQI103
Bioquímica I
Carboidratos. Lipídios. Ácidos nucléicos. Bioenergética. Aminoácidos. Proteínas. Enzimas.
Vitaminas e coenzimas. Catabolismo de carboidratos. Oxidações biológicas. Catabolismo de
lipídios. Catabolismo de compostos nitrogenados. Biossíntese. Fotossíntese. Biossíntese de ácidos
nucléicos e proteínas.
BVE202
Biologia e Ecologia de Algas e
Briófitas
Sistemas de classificação. Cianobactérias e algas de águas continentais e marinhas: morfologia,
fisiologia, ultra-estrutura, ecologia e aspectos evolutivos. Identificação de gêneros e espécies
representativas. Briófitas: morfologia, sistemática, reprodução, ecologia e filogenia.
EDU110
Psicologia
Introdução à ciência psicológica. Sistemas teóricos. Fundamentos e processos do comportamento.
Personalidade, desvios e dependências.
EDU127
Filosofia da Ciência
Introdução ao pensamento científico. As posições da ciência moderna. Obstáculos à produção da
ciência. Deontologia.
EDU133
Educação e Realidade Brasileira
Introdução aos estudos educacionais. O fenômeno educativo na sociedade moderna. A
modernização da sociedade brasileira e o sistema educacional.
EDU227
Concepção Filosófica da Educação
O social-histórico: as dimensões instituinte e instituído e os processos de socialização e
individualização. Concepção filosófica da educação: institucionalização e identidade. A filosofia
da educação: elucidação do fenômeno educativo e possibilidade de autonomia.
EDU230
Sociologia e Educação I
A formação do pensamento sociológico. Sociologia de Émile Durkheim. A Sociologia de Karl
Marx. A Sociologia de Max Weber. Novas tendências no pensamento sociológico e a educação.
EDU314
Dinâmica de Grupo
Histórico sobre grupos. Conceituação de grupo: relação indivíduo/grupo. Fatores que interferem
nas dinâmicas grupais. Papéis grupais. Grupo operativo. Análise institucional.
EST220
Estatística Experimental
Testes de hipóteses. Testes F e t. Contrastes. Princípios básicos da experimentação.
Procedimentos para comparações múltiplas: testes de Tukey, Duncan e Scheffé e t. Delineamentos
experimentais. Experimentos fatoriais e em parcelas subdivididas. Regressão linear. Correlação.
FIS203
Física III
Força e campo elétricos. Potencial elétrico. Capacitância e dielétricos. Resistência, correntes e
circuitos elétricos. Campo magnético. Lei de Ampère. Lei de Indução de Faraday. Indutância e
oscilações eletromagnéticas. Correntes alternadas. Propriedades magnéticas da matéria.
LET101
Português Instrumental II
Conceituação e textualidade. Tipologia textual. Léxico e argumentatividade. Textos informativos
e acadêmicos.
LET215
Inglês I
Técnicas de leitura e compreensão de textos científicos: o uso do dicionário e formação de
palavras. O estudo das funções do discurso. O uso de sinais de referência.
LET216
Inglês II
Técnicas de leitura e compreensão de textos científicos: técnicas de anotação. O uso de conectivos
de estruturas. O uso de conectivos de parágrafos.
LET225
Leitura e Compreensão de Textos
em Francês I
Estratégias de leitura. Gêneros discursivos. As diversas competências exigidas para a
compreensão de textos. A coerência e a coesão textuais.
LET226
Leitura e Compreensão de Textos
em Francês II
A habilidade de leitura e suas diversas competências. Fundamentos linguísticos e discursivos do
texto. Fundamentos lógico-sintáticos do texto. Persuasão e argumentação.
MAT271
Cálculo Numérico
Introdução. Solução de equações não-lineares. Interpolação e aproximações. Integração. Sistemas
de equações lineares. Resolução de equações diferenciais ordinárias.
MAT350
Introdução às Geometrias NãoEuclidianas
Preliminares. Geometria afim no plano euclidiano. Geometria esférica plana. Geometria projetiva
plana. Geometria hiperbólica plana.
MAT433
Teoria dos Números
Congruências. Funções aritméticas. Resíduos quadráticos. Caracteres. Números primos. Inteiros
quadráticos.
MAT440
Introdução às Equações
Diferenciais Ordinárias
Equações diferenciais de 1a e 2a ordens. Equações diferenciais no plano. Sistemas de equações
diferenciais. Teorema de existência e unicidade de soluções.
MAT442
Introdução às Equações
Diferenciais Parciais
Equação do calor. Séries de Fourier. Equação de onda. Equação de Laplace. Transformada de
Fourier.
MAT451
Geometria Diferencial
Preliminares. Curvas no plano. Curvas no espaço. Geometria de superfícies no espaço.
MAT453
Geometria Hiperbólica
Preliminares. Geometria Neutra Plana. Descrição Qualitativa do Plano Hiperbólico. Geometria
Hiperbólica Espacial. Modelos do Plano Hiperbólico.
MAT492
Monografia e Seminário B
Elaboração de uma monografia sobre tópico de Matemática ou Educação Matemática, escolhido
para estudo sob a orientação do professor coordenador da disciplina, e sua apresentação em
seminário do departamento. Sugestão do roteiro a ser seguido para a execução dessa disciplina.
Escolha do tópico a ser abordado na monografia. Pesquisa bibliográfica.
QUI100
Química Geral
Ciência e química. Energia e ionização e tabela periódica. Visão microscópica do equilíbrio.
Equilíbrio heterogêneo. Equilíbrio de dissociação: ácidos e bases. Processos espontâneos e
eletroquímicos.
QUI101
Formação Profissional e Áreas de
Atuação do Químico
A estrutura do Curso de Química da UFV: Licenciatura e Bacharelado. Áreas de atuação e
mercado de trabalho do Químico. Atribuições profissionais, legislação e ética profissional. O
ensino, a pesquisa e a extensão no Departamento de Química da UFV.
QUI107
Laboratório de Química Geral
O laboratório e equipamento de laboratório. Substâncias puras e misturas. Fenômenos físicos e
químicos e reações químicas. Propriedades dos elementos químicos. Obtenção e purificação de
substâncias. Estudo das soluções. Estequiometria. Ácidos e bases. Oxirredução. Pilhas. Cinética
das reações químicas. Termoquímica. Reações químicas especiais.
QUI120
Química Inorgânica I
Estrutura eletrônica dos átomos. Tabela periódica e propriedades periódicas dos elementos.
Ligação iônica. Ligação covalente.
QUI145
História da Química
A alquimia e a iatroquímica. A química no século XIX. A química moderna.
ANEXO V
PLANO DE ESTÁGIO
NORMATIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DOS CURSOS DE
LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA.
ANEXO VI
ATIVIDADES COMPLEMENTARES
NORMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE
MATEMÁTICA – LICENCIATURA
CRITÉRIOS DE PONTUAÇÃO DE ATIVIDADES A SEREM CONTABILIZADAS NA
DISCIPLINA MAT 295 – ATIVIDADES COMPLEMENTARES
ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Registrado na PEC (750h =
Participação
1ano)
em Projeto
de Extensão
SERÃO CONTABILIZADAS
CARGA
HORÁRIA
HORAS PAR
DISCIPLINA
50 horas por ano1.
OBS: Para o voluntário será de 300% mantendo a
proporção com base nas horas do certificado, desde
que esta atividade não contabiliza mais de 100h.
Não registrado na PEC (750h 30 horas por ano1.
=1ano).
Participação
50 horas por ano1.
em Projeto Registrado na PEC
de Ensino
300% da carga horária total.
Ministrar
Na área de Matemática.
Mini-curso,
Palestras e Em
outras
áreas
do 200% da carga horária total.
Seminários conhecimento.
Na área de Matemática com 10 horas mais 60% da carga horária do
evento.
apresentação.
Em
outras
áreas
do
conhecimento
com
apresentação.
Na área de Matemática sem
apresentação.
Em
outras
áreas
do
conhecimento1
sem
apresentação.
Auxílio em minicurso na
Semana do Fazendeiro
Participação na Organização de Eventos.
Participação em Mini-cursos e Palestras
Independentes.
Participação
em Eventos
(Congressos,
Encontros,
Seminários,
etc.)
Apresentação de Pôster (por título)
ATIVIDADES DE ENSINO
Em Matemática e áreas
afins, com avaliação.
Em Matemática e áreas
afins, sem avaliação.
Monitoria, Tutoria e Assessoria (com
acompanhamento de coordenador) (360h
=1ano).
Monitoria nos Ensinos Fundamental e
Médio (200h =1ano).
Cursos de
Verão.
ATIVIDADES DE PESQUISA
5 horas mais 50% da carga horária do
evento.
60% da carga horária do evento.
50% da carga horária do evento.
Carga horária total.
100% da carga horária do evento1.
Carga horária total.
1ª vez – 10h.3
A partir da 2ª vez – 5h. 3
SERÃO CONTABILIZADAS
CARGA
HORÁRIA
HORAS PAR
CARGA
HORAS PAR
DISCIPLINA
50% da carga horária total.
20% da carga horária total.
50 horas por ano1.
50 horas por ano1.
SERÃO CONTABILIZADAS
Na área de Matemática, na 50 horas por ano1.
Participação
UFV.
em Projeto
de Iniciação Em
outras
áreas
do
30 horas por ano1.
Científica
conhecimento, na UFV.
HORÁRIA
DISCIPLINA
Trabalhos
Publicados
Resumos em anais nas 25h cada.
áreas de Matemática e afins.
Na íntegra em anais nas 50h cada.
áreas de Matemática e afins.
OUTRAS ATIVIDADES
Comissão Coordenadora
Colegiados
Participação Conselhos Universitários
Diretoria de Centro
Discente
Acadêmico
Diretoria de Diretório
Acadêmico
Curso de Língua Estrangeira
Atividades Culturais e Esportivas
Serviços de apoio e organização em
atividades ligadas ao DMA (por exemplo:
OBMEP, bolsa atividade, monitoria em
minicurso sem remuneração, etc.)
As atividades que não constam na listagem
acima, serão analisadas e pontuadas a
critério da Comissão Coordenadora.
SERÃO CONTABILIZADAS
CARGA
HORÁRIA
30 horas por ano1.
30 horas por ano1.
30 horas por ano1.
20 horas por ano2.
20 horas por ano2.
30% da carga horária total3.
30 horas por ano2.
1/7 da carga horária, contabilizando até 20
horas.
*Esta tabela foi atualizada em reunião da Comissão Coordenadora do Curso de
Matemática no dia 08/07/2010, data a partir da qual passa vigorar.
1
Nesta atividade serão contabilizadas no máximo 100h.
Está atividade será contabilizada uma única vez.
3
Nesta atividade serão contabilizadas no máximo 50h.
2
HORAS PAR
DISCIPLINA
ANEXO VIi
RECURSOS HUMANOS
VINCULADOS AO CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA
(CAMPUS VIÇOSA)
QUADRO DE DOCENTES INTERNOS AO DMA VINCULADOS AO CURSO DE
MATEMÁTICA – LICENCIATURA
CPF DO
PROFESSOR
CARGO
TITULAÇÃO
048.555.436-40
Adjunto II
Doutorado
669.173.956-68
Adjunto II
Doutorado
085.815.317-33
Adjunto II
Doutorado
720.118.072-04
Adjunto II
Doutorado
098.229.907-90
Adjunto I
Doutorado
194.350.456-34
Assistente IV
Bacharel
038.484.356-59
Assistente II
Mestrado /
Doutorando
679.808.136-34
Associado I
Doutorado
069.392.036-05
Assistente II
Mestrado
055.841.556-32
Assistente II
Mestrado /
Doutorando
057.415.617-80
Adjunto II
Doutorado
042.528.696-76
Assistente II
Mestrado
054.694.236-97
Assistente I
Mestrado
232.685.058-05
Adjunto I
Doutorado
938.673.106-10
Adjunto II
Doutorado
733.298.356-72
Assistente IV
Mestrado
716.921.697-34
Adjunto I
Doutorado
034.094.386-61
Adjunto III
Doutorado
892.752.257-53
Associado III
Doutorado
Marinês Guerreiro
450.978.280-20
Associado IV
Ph.D
Marli Regina dos Santos
251.027.388-44
Assistente III
Mestrado /
Doutoranda
Mercio Botelho Faria
008.213.456-13
Adjunto IV
Doutorado
Paulo Tadeu de Almeida
Campos
208.484.476-20
Associado III
Doutorado
DOCENTE
Abílio Lemos Cardoso
Júnior
Alexandre Miranda
Alves
Allan de Oliveira Moura
Anderson Luis
Albuquerque de Araújo
Ariane Piovezan
Entringer
Braz Moura Freitas
Caroline Mendes dos
Passos
Catarina Mendes de
Jesus
Cristiane Botelho
Valadares
Édson José Teixeira
Enoch Humberto Apaza
Calla
Fernanda Moura de
Oliveira
Gláucia Aparecida
Soares Miranda
Juan Valentin Mendoza
Mogollón
Kennedy Martins
Pedroso
Laerte Dias Carvalho
Lana Mara Rodrigues
dos Santos
Luciana Maria M.
Bragança
Margareth da Silva
Alves
REGIME DE
TRABALHO
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Rogério Carvalho
Picanço
Rosane Soares Moreira
Viana
764.080.607-06
Adjunto II
Doutorado
612.758.756-53
Assistente IV
Mestrado
Sandro Vieira Romero
164.677.458-25
Adjunto III
Doutorado
Simone Maria de
Moraes
125.073.798-20
Associado I
Doutorado
Sônia Maria Fernandes
778.978.206-10
Adjunto IV
Doutorado
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
QUADRO DE DOCENTES EXTERNOS AO DMA VINCULADOS AO CURSO DE
MATEMÁTICA – LICENCIATURA
DOCENTE
CPF DO
PROFESSOR
CARGO
TITULAÇÃO
Geraldo Browne Ribeiro
Filho
435.681.737-00
Adjunto II
Doutorado
Douglas Lopes de Souza
013.910.966-81
Assistente I
Mestrado
Carlos Gomide da Silva
752.052.547-34
Assistente IV
Mestrado
Elaine Aparecida
Fernandes
027.576.066-97
Adjunto III
Doutorado
Newton Paulo Bueno
012.326.048-52
Associado III
Pós-Doutorado
Marcelo Loures dos Santos
839.443.976-49
Adjunto II
Doutorado
458.460.906-30
Adjunto III
Doutorado
493.158.546-91
Assistente II
Mestrado
213.425.473-49
Adjunto II
Doutorado
262.031.036-91
Adjunto I
Doutorado
197.294.056-20
Adjunto I
Doutorado
612.704.316-68
Associado II
Doutorado
José Ivo Ribeiro Júnior
661.456.946-53
Associado III
Doutorado
José Arnaldo Redinz
837.947.007-71
Associado III
Doutorado
Alvaro José Magalhães
Neves
531.754.686-91
Adjunto IV
Pós-doutorado
Tiago José de Oliveira
063.385.926-58
Adjunto I
Doutorado
Lucas Alves da Silva Mol
044.926.646-02
Adjunto I
Doutorado
969.214.986-20
Associado I
Doutorado
143.047.548-07
Adjunto III
Doutorado
Wânia Maria Guimarães
Lacerda
Joana D´Arc G.
Hollerback
Maria Veranilda Soares
Mota
Marilene de Melo Vieira
Maria Alba Pereira de
Deus
Carlos Henrique Osório e
Silva
Rober Hilário Velasquez
Lara
Maximiliano Luis
REGIME DE
TRABALHO
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Munford
Ismael Lima Menezes
Sobrinho
813.605.256-53
Associado I
Doutorado
Lucas Alves da Silva Mol
044.926.646-02
Adjunto I
Doutorado
Oswaldo Monteiro Del
Cima
834.184.827-91
Adjunto I
Doutorado
Márcio Santos Rocha
854.976.063-34
Adjunto II
Doutorado
248.210.046-15
Associado II
Doutorado
046.632.666-14
Adjunto I
Doutorado
032.990.886-37
Assistente I
Mestrado
Leacir N. Bastos
180.756.736-20
Associado III
Doutorado
José Elias Claudio Arroyo
052.963.377-94
Adjunto III
Doutorado
Mauro Nacif Rocha
572.954.336-00
Associado II
Doutorado
046.632.666-14
Adjunto I
Doutorado
424.675.196-00
Adjunto I
Doutorado
916.145.707-87
Adjunto IV
Doutorado
583.626.146-68
Associado II
Doutorado
253.600.866-53
Associado I
Doutorado
971.705.426-68
Assistente III
Mestrado
971.705.426-68
Assistente III
Mestrado
Ana Luisa Borba Gediel
000.728.400-48
Assistente I
Doutorado
Roberto Andre Muller
530.150.888-15
Adjunto IV
Doutorado
Alexandre Tadeu Gomes
de Carvalho
Luciana Brugiolo
Gonçalves
Marcos Henrique F.
Ribeiro
Luciana Brugiolo
Gonçalves
Aparecida de Araujo
Oliveira
Cristiane Cataldi dos
Santos Paes
Ana Maria Ferreira
Barcelos
Gracia Regina Gonçalves
Matosalem V. Pereira
Junior
Matosalem V. Pereira
Junior
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
Dedicação
Exclusiva
QUADRO DE TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS DO DMA VINCULADOS AO
CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA
NOME
Ariadne Nogueira Dias
Jair Pereira Lopes
João Marcos Diniz Viana
Marco Lúcio G. Pesce
CPF
819.374.666-04
136.821.996-91
004.676.846-77
023.684.846-12
CARGO
Secretária
Auxiliar Administrativo
Auxiliar Administrativo
Secretário
REGIME DE
TRABALHO
40 horas
40 horas
40 horas
40 horas
ANEXO VIII
VINCULAÇÃO DE DOCENTES ÀS DISCIPLINAS
DO CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA
(CAMPUS VIÇOSA)
QUADRO COM A VINCULAÇÃO DE DOCENTES ÀS DISCIPLINAS DO CURSO
DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA
CÓDIGO DA
DISCIPLINA
ARQ102
ARQ103
NOME DA DISCIPLINA
Desenho Geométrico
Geometria Descritiva
ADM250
Matemática Financeira
BAN100
Zoologia Geral
BAN140
Elementos de Fisiologia Humana
BAN200
Zoologia dos Invertebrados
BAN210
Anatomia Humana
BIO111
Biologia Celular
BIO112
BIO120
Laboratório de Biologia Celular
Citologia e Histologia
BIO131
Ecologia Básica
BIO221
BIO240
Histologia Básica
Genética
BIO340
Evolução Orgânica
BIO490
BQI100
Instrumentação para o Ensino
Bioquímica Fundamental
BQI103
Bioquímica I
BVE100
ECO255
Botânica Geral
Biologia e Ecologia de Algas e
Briófitas
Estatística Econômica e Empresarial
ECO271
Microeconomia I
ECO274
Contabilidade Nacional
ECO275
EDU110
EDU127
Macroeconomia I
Psicologia
Psicologia do Desenvolvimento da
Aprendizagem
Filosofia da Ciência
EDU133
Educação e Realidade Brasileira
EDU144
Estrutura e Funcionamento
Ensino Fundamental e Médio
EDU155
Didática
EDU227
Concepção Filosófica da Educação
BVE202
EDU117
do
NOME DO
PROFESSOR
Clarissa Ferreira Albrecht
Douglas Lopes de Souza
Fernanda Maria de
Almeida
Romulo Ribon
Jener Alexandre Sampaio
Zuanon
Maria Augusta Lima
Siqueira
Ita de Oliveira e Silva
Tânia Maria Fernandes
Salomão
José Eduardo Serrão
Juliana Silva Rocha
Flávia Maria da Silva
Carmo
Juliana Silva Rocha
Marcos Ribeiro Furtado
Lucio Antonio de Oliveira
Campos
Gínia César Bontempo
Virgínia Ramos Pizziolo
Valéria Monteze
Guimarães
Pedro
CPF DO
PROFESSOR
957.867.691-68
013.910.966-81
061.341.456-02
879.809.837-34
484.991.966-91
033.863.676-58
806.375.661-49
453.610.296-53
054.249.828-67
004.572.296-08
455.092.046-72
516.419.096-68
744.901.178-68
612.704.236-49
492.523.566-49
418.625.036-72
Pedro
Carlos Gomide da Silva
Elaine Aparecida
Fernandes
Fabrício de Assis Campos
Vieira
Newton Paulo Bueno
Eduardo Simonini Lopes
752.052.547-34
Marcelo Loures dos Santos
839.443.976-49
Cézar Luíz De Mari
Wania Maria Guimarães
Lacerda
627.793.629-87
Joana D´Arc G. Hollerback
493.158.546-91
Maria Veranilda Soares
Mota
Marilene de Melo Vieira
027.576.066-97
049.683.256-57
012.326.048-52
898.843.886-87
458.460.906-30
213.425.473-49
262.031.036-91
EDU314
EDU341
Dinâmica de Grupo
Estrutura e Funcionamento
Ensino Superior
do
EST105
Iniciação à Estatística
EST220
EST410
Estatística Experimental
Probabilidade
EST411
Inferência
EST437
FIS201
Séries Temporais
Física I
FIS202
Física II
FIS203
FIS204
FIS224
FIS225
Física III
Física IV
Laboratório de Física A
Laboratório de Física B
Métodos da Física
Teórica I
Instrumentação para o Ensino da
Física I
Instrumentação para o Ensino da
Física II
FIS270
FIS312
FIS313
Marcelo Loures dos Santos
839.443.976-49
José Henrique de Oliveira
164.125.166-20
Carlos Henrique Osório e
Silva
José Ivo Ribeiro Júnior
José Arnaldo Redinz
Álvaro José Magalhães
Neves
Tiago José de Oliveira
José Arnaldo Redinz
Álvaro José Magalhães
Neves
Tiago José Magalhães
Sukarno Olavo Ferreira
Paulo Roberto Colares
Maximiliano Luis Munford
Ismael Lima Menezes
Sobrinho
Orlando Pinheiro da
Fonseca Rodrigues
Orlando Pinheiro da
Fonseca Rodrigues
Osvaldo Monteiro Del
Cima
Márcio Santos Rocha
Alexandre Tadeu Gomes
de Carvalho
Marcos Henrique F.
Ribeiro
Luciana Brugiolo
Gonçalves
Luciana Brugiolo
Gonçalves
José Elias Cláudio Arroyo
Mauro Nacif Rocha
Ana Maria F. Barcelos
Matosalem V. Pereira
Junior
Aparecida de Araújo
Oliveira
Cristiane Cataldi dos
Santos Paes
Hilda Simone Henrique
Coelho
612.704.316-68
661.456.946-53
837.947.007-71
531.754.686-91
063.385.926-58
837.947.007-91
531.754.686-91
063.385.926-58
522.267.656-15
174.475.426-87
143.047.548-07
813.605.256-53
512.257.436-72
512.257.436-72
FIS333
Mecânica Clássica
FIS344
Termodinâmica Clássica
FIS391
Eletrônica Instrumental
INF100
Introdução à Programação I
INF101
Introdução à Programação II
INF280
Pesquisa Operacional I
INF281
INF282
INF485
Pesquisa Operacional II
Pesquisa Operacional III
Simulação
LET101
Português Instrumental II
LET104
Oficina de Leitura e Produção de
Gêneros Acadêmicos
LET215
Inglês I
LET216
Inglês II
Gracia Regina Gonçalves
Leitura e Compreensão de Textos
em Francês I
Leitura e Compreensão de Textos
em Francês II
Matosalem Vilarino
Pereira Junior
971.705.426-68
Matosalem Vilarino
Pereira Junior
971.705.426-68
LET225
LET226
834.184.827-91
854.976.063-34
248.210.046-15
032.990.886-37
046.632.666-14
046.632.666-14
052.963.377-94
572.954.336-00
583.626.146-68
971.705.426-68
424.675.196-00
916.145.707-87
674.446.526-00
253.600.866-53
MAT100
MAT102
MAT103
MAT105
MAT131
MAT137
MAT141
MAT143
MAT152
MAT153
Marinês Guerreiro
Rosane Soares Moreira
Viana
Fernanda Moura de
Oliveira
Prática de Ensino de Matemática I
Marli Regina dos Santos
Caroline Mendes dos
Passos
Marli Regina dos Santos
Marinês Guerreiro
Prática de Ensino de Matemática II
Caroline Mendes dos
Passos
Lana Mara Rodrigues dos
Fundamentos
de
Matemática
Santos
Elementar I
Marinês Guerreiro
Allan de Oliveira Moura
Introdução à Álgebra
Mercio Botelho Faria
Marinês Guerreiro
Édson José Teixeira
Luciana Maria M.
Bragança
Introdução à Álgebra Linear
Lana Mara Rodrigues dos
Santos
Paulo Tadeu de Almeida
Campos
Paulo Tadeu de Almeida
Campos
Fernanda Moura de
Oliveira
Allan de Oliveira Moura
Cálculo Diferencial e Integral I
Cristiane Botelho
Valadares
Rosane Soares Moreira
Viana
Margareth da Silva Alves
Ariane Piovezan Entringer
Laerte Dias Carvalho
Margareth da Silva Alves
Fernanda Moura de
Cálculo Diferencial e Integral II
Oliveira
Cristiane Botelho
Valadares
Marli Regina dos Santos
Paulo Tadeu de Almeida
Geometria Analítica
Campos
Catarina Mendes de Jesus
Marli Regina dos Santos
Paulo Tadeu de Almeida
Campos
Fundamentos de Geometria
Ariane Piovezan Entringer
Anderson Luis Albuque de
Araújo
Colóquios de Matemática
450.978.280-20
612.758.756-53
042.528.696-76
251.027.388-44
038.484.356-59
251.027.388-44
450.978.280-20
038.484.356-59
716.921.697-34
450.978.280-20
085.815.317-33
008.213.456-13
450.978.280-20
055.841.556-32
034.094.386-61
716.921.697-34
208.484.476-20
208.484.476-20
042.528.696-76
085.815.317-33
069.392.036-05
612.758.756-53
892.752.257-53
098.229.907-90
733.298.356-72
892.752.257-53
042.528.696-76
069.392.036-05
251.027.388-44
208.484.476-20
679.808.136-34
251.027.388-44
208.484.476-20
098.229.907-90
720.118.072-04
MAT171
MAT172
MAT203
MAT206
MAT207
MAT208
MAT209
MAT232
MAT243
MAT250
MAT271
MAT290
MAT291
MAT292
MAT295
MAT305
MAT330
MAT331
MAT332
Diogo da Silva Machado
Mercio Botelho Faria
Édson José Teixeira
Lana Mara Rodrigues dos
Santos
Matemática Computacional
Kennedy Martins Pedroso
Mercio Botelho Faria
Kennedy Martins Pedroso
Rogério Carvalho Picanço
Matemática Finita
Simone Maria de Moraes
Marinês Guerreiro
Rosane Soares Moreira
Fundamentos
de
Matemática
Viana
Elementar II
Simone Maria de Moraes
Caroline Mendes dos
Prática de Ensino de Matemática III Passos
Marli Regina dos Santos
Prática de Ensino de Matemática IV Marli Regina dos Santos
Fundamentos de Matemática III
Rogério Carvalho Picanço
Mercio Botelho Faria
Fundamentos de Aritmética
Simone Maria de Moraes
Allan de Oliveira Moura
Laerte Dias Carvalho
Sandro Vieira Romero
Cálculo Diferencial e Integral III
Margareth da Silva Alves
Kennedy Martins Pedroso
Marinês Guerreiro
Geometria Espacial
Abílio Lemos Cardoso
Júnior
Kennedy Martins Pedroso
Luciana Maria M.
Cálculo Numérico
Bragança
Juan Valentin Mendoza
Mogollón
Rosane Soares Moreira
Atividades Especiais I
Viana
Rosane Soares Moreira
Atividades Especiais II
Viana
Rosane Soares Moreira
Atividades Especiais III
Viana
Atividades Complementares
Catarina Mendes de Jesus
História da Matemática
Sandro Vieira Romero
Marinês Guerreiro
Rogério Carvalho Picanço
Álgebra I
Sônia Maria Fernandes
Marinês Guerreiro
Rogério Carvalho Picanço
Álgebra II
Sônia Maria Fernandes
Marinês Guerreiro
Álgebra para Licenciatura
Rogério Carvalho Picanço
Sônia Maria Fernandes
Matemática no Computador II
099.719.107-48
008.213.456-13
055.841.556-32
716.921.697-34
938.673.106-10
008.213.456-13
938.673.106-10
764.080.607-06
125.073.798-20
450.978.280-20
612.758.756-53
125.073.798-20
038.484.356-59
251.027.388-44
251.027.388-44
764.080.607-06
008.213.456-13
125.073.798-20
085.815.317-33
733.298.356-72
164.677.458-25
892.752.257-53
938.673.106-10
450.978.280-20
048.555.436-40
938.673.106-10
034.094.386-61
232.685.058-05
612.758.756-53
612.758.756-53
612.758.756-53
679.808.136-34
164.677.458-25
450.978.280-20
764.080.607-06
778.978.206-10
450.978.280-20
764.080.607-06
778.978.206-10
450.978.280-20
764.080.607-06
778.978.206-10
MAT336
Álgebra Linear I
MAT337
Álgebra Linear II
MAT340
Equações Diferenciais Ordinárias I
MAT341
Análise I
MAT342
Análise para Licenciatura
MAT343
Variáveis Complexas
MAT345
Análise II
MAT346
Análise III
MAT350
MAT394
MAT395
MAT396
Introdução às Geometrias NãoEuclidianas
Estágio
Supervisionado
de
Matemática na Educação Básica A
Estágio
Supervisionado
de
Matemática na Educação Básica B
Estágio
Supervisionado
de
Matemática na Educação Básica C
MAT433
Teoria dos Números
MAT434
MAT436
MAT440
Tópicos de Álgebra
Complementos de Álgebra Linear
Equações Diferenciais Ordinárias II
Introdução às Equações Diferenciais
Parciais
MAT442
MAT443
Medida e Integração
MAT444
MAT445
Tópicos em Análise
Cálculo das Variações
MAT448
Espaços Métricos
MAT451
Geometria Diferencial I
MAT453
MAT456
MAT458
Geometria Hiperbólica
Tópicos em Geometria ou Topologia
Topologia Geral
Marinês Guerreiro
Sônia Maria Fernandes
Marinês Guerreiro
Margareth da Silva Alves
Rogério Carvalho Picanço
Sônia Maria Fernandes
Enoch H. Apaza Calla
Rosane Soares Moreira
Viana
Alexandre Miranda Alves
Paulo Tadeu de Almeida
Campos
Margareth da Silva Alves
Fernanda Moura de
Oliveira
Paulo Tadeu de Almeida
Campos
Alexandre Miranda Alves
Margareth da Silva Alves
Anderson Luis Albuque de
Araújo
Kennedy Martins Pedroso
450.978.280-20
778.978.206-10
450.978.280-20
892.752.257-53
764.080.607-06
778.978.206-10
057.415.617-80
Simone Maria de Moraes
125.073.798-20
Marli Regina dos Santos
Mercio Botelho Faria
Luciana Maria M.
Bragança
251.027.388-44
008.213.456-13
Marli Regina dos Santos
251.027.388-44
Marinês Guerreiro
Abílio Lemos Cardoso
Júnior
Sônia Maria Fernandes
Margareth da Silva Alves
Alexandre Miranda Alves
Ariane Piovezan Entringer
Sandro Vieira Romero
Anderson L. Albuquerque
Araújo
Margareth da Silva Alves
Margareth da Silva Alves
Catarina Mendes de Jesus
Luciana Maria M.
Bragança
Simone Maria de Moraes
Catarina Mendes de Jesus
Mercio Botelho Faria
Simone Maria de Moraes
Simone Maria de Moraes
Catarina Mendes de Jesus
Simone Maria de Moraes
450.978.280-20
612.758.756-53
669.173.956-68
208.484.476-20
892.752.257-53
042.528.696-76
208.484.476-20
669.173.956-68
892.752.257-53
720.118.072-04
938.673.106-10
034.094.386-61
048.555.436-40
778.978.206-10
892.752.257-53
669.173.956-68
098.229.907-90
164.677.458-25
720.118.072-04
892.752.257-53
892.752.257-53
679.808.136-34
034.094.386-61
125.073.798-20
679.808.136-34
008.213.456-13
125.073.798-20
125.073.798-20
679.808.136-34
125.073.798-20
MAT473
Análise Numérica I
MAT475
MAT490
MAT491
MAT492
Tópicos em Matemática Aplicada
Oficinas de Matemática
Monografia e Seminário A
Monografia e Seminário
MAT490
Oficinas de Matemática
QUI100
QUI101
QUI107
QUI120
QUI138
QUI139
QUI145
QUI250
QUI343
SOL215
Química Geral
Formação Profissional e
Áreas de Atuação do Químico
Laboratório de Química
Geral
Química Inorgânica
Fundamentos de Química
Orgânica
Laboratório de Química
Orgânica
História da Química
Cristalografia
Instrumentação para o
Ensino de Química
Geologia e Pedologia
Lana Mara Rodrigues dos
Santos
Simone Maria de Moraes
716.921.697-34
125.073.798-20
Simone Maria de Moraes
125.073.798-20
Marli Regina dos Santos
Caroline Mendes dos
Passos
Joel Antônio de Oliveira
251.027.388-44
Regina Simplício Carvalho
457.342.326-53
Efraim Lázaro Reis
166.967.276-04
José Roberto da Silveira
Maia
Célia Regina Álvares
Maltha
Mayura Marques
Magalhães Rubinger
Regina Simplicio Carvalho
Roberto Andrea Muller
Vinícius Catão de Assis
Souza
Jaime Wilson Vargas de
Mello
038.484.356-59
457.342.326-53
530.150.888-15
715.901.106-68
260.752.020-72
ANEXO IX
ATA Nº 17 DA REUNIÃO DO CEPE
QUE AUTORIZA A CRIAÇÃO DO CURSO DE MATEMÁTICA-LICENCIATURA
(CAMPUS VIÇOSA)
ANEXO X
RECONHECIMENTO
PORTARIA N 704, DE 18 DE DEZEMBRO DE 1981 DE RECONHECIMENTO DO
CURSO DE MATEMÁTICA - LICENCIATURA
(CAMPUS VIÇOSA)
O
ANEXO XI
LEGISLAÇÕES
PARA O CURSO DE MATEMÁTICA – LICENCIATURA
(CAMPUS VIÇOSA)
ANEXO XII
RESOLUÇÕES
ANEXO XIII
REGIME DIDÁTICO DA UFV
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Projeto Político Pedagógico Matemática – Licenciatura