Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Noturno Organizadores Prof. Renato Dardes Barberio Prof. José Alfredo Noronha Viana Prof. Valdemir de Brito Martins Profa. Silvana Machado Kristensen Profa. Rozeli Aparecida ESTÂNCIA TURÍSTICA DE PIRAJU – SP 2014 SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO DA FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE PIRAJU .................. 3 1.1. Histórico da Instituição .................................................... Erro! Indicador não definido. 1.2. Mantenedora: Organização Pirajuense de Educação e Cultura LTDAErro! Indicador não definido. 1.3. Mantida: FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE PIRAJUErro! Indicador não definido. 2. JUSTIFICATIVA DE OFERTA DO CURSO .................................................................................. 7 3. PERFIL PROFISSIONAL ........................................................................................................... 8 4. CONDIÇÕES DE OFERTA E REGIME ACADÊMICO .................................................................. 9 5. MATRIZ CURRICULAR .......................................................................................................... 10 6. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DOS COMPONENTES CURRICULARES .................................. 12 7. METODOLOGIA DE ENSINO ................................................................................................ 53 8. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM............................ 55 9. FORMA DE ACESSO AO CURSO ........................................................................................... 56 10. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ....................................................................... 57 11. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ........................................................................... 59 12. ATIVIDADES COMPLEMENTARES ..................................................................................... 60 13. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO ........................................................... 61 14. ANEXOS ............................................................................................................................ 62 1. IDENTIFICAÇÃO DA FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE PIRAJU 1.1. Histórico da Instituição A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju foi credenciada pelo Decreto Presidencial nº 72.342 de 08/06/73, publicado no DOU de 11/06/73. Cumprindo importante papel social, a FAFIP iniciou suas atividades em 1975, com o curso de Pedagogia. Em 1985 ingressou na Faculdade a primeira turma de História. Ambos os cursos são licenciaturas e mantêm-se em funcionamento até o presente. Desde sua fundação, formaram-se na Instituição mais de 1300 pedagogos e 550 historiadores, o que representa uma média de 56 alunos titulados ao ano. A FAFIP atende a uma microrregião com população de aproximadamente 90 mil habitantes, cujo pólo central é a cidade de Piraju. Essa microrregião teve o ápice de seu desenvolvimento no começo do século XX, com a cultura do café. Com o advento da industrialização, distanciou-se da rota do crescimento econômico. A carência de atividades econômicas pujantes faz com que os municípios apresentem um elevado grau de dependência de recursos públicos. Sendo assim, as boas oportunidades de emprego concentram-se neste setor, em particular, na área da educação. Até o ano de 2005, a FAFIP era a única IES presente nessa microrregião, quando a Faculdade Corporativa CESPI passou a oferecer seus cursos de graduação. Por conta disso, hoje, a maior parte dos educadores em atuação nesta região é oriunda da FAFIP, reconhecida como um centro de excelência em educação superior. A opção da FAFIP pela área da Educação, em especial a formação de professores, advém de dois fatores: das demandas do mercado para o setor e da sua vocação, adotada desde seu nascimento, por seu fundador, e condutor até recentemente, Prof. Hélio Magdalena, que atuou por mais de 30 anos como professor da Educação Básica. No âmbito da formação continuada, a Faculdade ofereceu cursos de capacitação para professores da Rede Estadual de educação, através do Projeto Teia do Saber, da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, entre os anos 2003 e 2006. 3 Também no ano de 2003, deu início a uma importante atividade de extensão: o EDUCA FAFIP - Semana Regional de Educação. É um evento anual, de caráter científico-cultural, que visa propiciar aos alunos, professores e educadores de toda a região contato com a produção acadêmica e com os profissionais das grandes universidades. O evento chega à sua 10ª edição no ano de 2013. A estrutura administrativa e os Projetos Pedagógicos dos cursos têm sido permanentemente reformulados, sobretudo, a partir de 2001, fruto das reflexões provocadas pelos Exames Nacionais de Cursos, pelo Enade e, posteriormente, pelo processo de Autoavaliação, promovido pela CPA. Ao longo desse período, o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) passou por um processo de reestruturação, com a progressiva adoção do sociointeracionismo como principal referência teórica. Tais iniciativas tem proporcionado uma educação adequada às necessidades de nossa sociedade e boas avaliações no ENADE. Quanto à infraestrutura, a Faculdade tem envidado esforços no sentido de prover as melhores condições para o desenvolvimento dos trabalhos acadêmicos. A Biblioteca e o laboratório de informática estão adequados às demandas dos alunos. No início de 2013, a Mantenedora foi incorporada pelo Grupo Educacional UNIESP, o que trouxe possibilidade de maiores investimentos e abertura de novos cursos. A Faculdade caminha, no atual momento, para o oferecimento de dois novos cursos de graduação: Enfermagem e Administração. Além disso, que por si só justificaria o projeto da Instituição, sua Entidade Mantenedora tem se orientado pela defesa, preservação e divulgação dos mais altos valores morais e intelectuais da sociedade brasileira, em sua luta pela qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão, para atender a comunidade em que está inserida. Nesses anos de existência, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju tem demonstrado perseverança, tenacidade e comprovada vocação para a excelência no ensino superior, visando formar profissionais preparados para enfrentar os desafios que o mercado de trabalho atual exige. À vista dos dados, a Faculdade entende que desempenha um papel fundamental para elevação do nível socioeconômico e cultural da região. 4 1.2. Mantenedora: Organização Pirajuense de Educação e Cultura LTDA CNPJ: 54.669.809/0001-30 Endereço: Rua João Hailer, 408 – Centro-Piraju/SP CEP: 18.800-000 E-mail: [email protected] Fone/fax: 55-11-3241 8723 Dirigente principal – José Fernando Pinto da Costa A Organização Pirajuense de Educação e Cultura (OPEC) foi instituída como Entidade Mantenedora no ano de 1972. No de 2013, a OPEC foi incorporada pelo Grupo Educacional UNIESP, cuja missão é: Praticar a Educação Solidária, possibilitando o acesso de todos ao Ensino Superior de qualidade e participando, ativamente, de projetos sociais educacionais e culturais dos setores público e privado, com uma atuação voltada ao desenvolvimento sustentável e ao atendimento à comunidade. 1.3. Mantida: FACULDADE DE FILOSOFIA, CIÊNCIAS E LETRAS DE PIRAJU A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju foi credenciada pelo Decreto Presidencial nº 72.342 de 08/06/73, publicado no DOU de 11/06/73. É uma Instituição de ensino superior privada - particular em sentido estrito, com limite territorial de atuação circunscrito ao município de Piraju/SP, mantida pela Organização Pirajuense de Educação e Cultura Ltda, Sociedade Simples Limitada, com sede e foro à Rua João Hailer, 408 – Centro - na cidade de Piraju/SP, inscrita no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ Nº. 54.669.809/0001-30, e contrato social registrado no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas de Piraju/SP, será regida pela Constituição Federal, pelas normas e legislação do ensino superior, pelo Regulamento da Mantenedora e pelo Regimento Geral. A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju, além das finalidades previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, tem por objetivos: PROMOVER um ensino de qualidade a partir de proposta pedagógica fundamentada na produção científica do conhecimento, que possibilite a construção das competências, habilidades e atitudes necessárias ao perfil de egresso definido nos Projetos Pedagógicos dos Cursos; INTEGRAR o acadêmico na comunidade, preparando-o para compreender os desafios de uma sociedade em constante transformação, articulando a formação científica com as atividades de extensão, de forma a contribuir para os desenvolvimentos do senso de responsabilidade social; OFERECER cursos de graduação e extensão de acordo com as demandas sociais e econômicas da região, contribuindo para a formação profissional, continuada, cultural e pessoal da comunidade onde a Faculdade se encontra; 5 POSSIBILITAR o acesso ao ensino superior a todos por meio de bolsas de estudo e programas de financiamento próprios ou governamentais, promovendo a inclusão social e o desenvolvimento socioeconômico. Dirigente da Faculdade: Diretor Geral: Renato Dardes Barberio 6 2. JUSTIFICATIVA DE OFERTA DO CURSO O curso de Pedagogia oferecido pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju atende a uma microrregião de 90 mil habitantes, cujo polo central é a cidade de Piraju. Esta área do estado de São Paulo vivenciou o ápice de seu desenvolvimento no início do século XX, com a economia cafeeira. A partir de então, passou conviver com baixos investimentos em tecnologia e indústrias, o que tornou sua economia dependente das atividades agrícolas e do comércio. Esta realidade faz com que as poucas oportunidades de emprego qualificado e satisfatoriamente remunerado concentrem-se no setor público, em particular, na educação. Dentro deste contexto, o curso de Pedagogia da FAFIP desempenha um importante papel social na região, pois é o único, em modalidade presencial, na formação de professores para a Educação Infantil e as Séries Iniciais do Ensino Fundamental. Sendo assim, o curso de Pedagogia da FAFIP forma a maior parte dos profissionais que preenchem estas vagas no mercado de trabalho da região. 7 3. PERFIL PROFISSIONAL O perfil desejado de egresso do curso de Pedagogia da FAFIP está em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e com os pareceres CNE/ CP Nº 9/2001, CNE/CP Nº 5/2005 e CNE/CP Nº 3/2006. Ao longo dos três anos, a Faculdade propicia ao aluno condições de suprir eventuais deficiências oriundas da educação básica e oferece uma formação de qualidade, que permite ao egresso o domínio do conhecimento pedagógico. Diante deste desafio, a Faculdade organizou uma grade curricular atualizada e adequada aos desafios educacionais do mundo contemporâneo, para que o aluno possa desenvolver competências e habilidades importantes, que confiram a ele autonomia intelectual. Além disto, a convivência com um sistema de gestão democrática e uma política de extensão responsável ensejam no formando o compromisso com os valores inspiradores da democracia e a compreensão do papel social da escola. Ao longo dos três anos letivos o aluno deve desenvolver as seguintes competências e habilidades: • Competência para promover o próprio saber e socializá-lo com autonomia; • Competência de gestão dos processos educacionais; • Competência de gestão da própria carreira e de desenvolvimento de uma formação permanente; • Competência em educar em meio às diversidades sociais, culturais, religiosas, sexuais, de gênero e étnicas; • Competência para reconhecer e trabalhar com as etapas do desenvolvimento de crianças, jovens e adultos; • Competências e habilidades interpretativas na leitura e produção escrita, assim como na leitura do mundo; • Competência e habilidade na produção do conhecimento científico, sob a perspectiva de entendimento do processo de ensino e aprendizagem; • Competência e habilidade interpretativa na leitura e no diálogo com novas linguagens; • Competência e habilidade na aproximação com um discurso e prática de um espírito de solidariedade e cooperação entre a instituição educativa, a família e a comunidade; • Competência e habilidade no exercício de uma didática e metodologia de ensino com a perspectiva de renovação permanente do processo educativo; • Competência e habilidade dos conhecimentos práticos, pedagógicos e culturais; • Competência e habilidade na articulação dialógica entre a área educacional e as demais áreas do conhecimento considerando o trabalho em equipe; • Competência e habilidade na identificação, reconhecimento e interação com o patrimônio histórico, arqueológico, cultural, arquitetônico, artístico e ambiental, valorizando estes como espaço de veiculação, produção e divulgação de conhecimento, visando desvendar o regional e o universal. 8 4. CONDIÇÕES DE OFERTA E REGIME ACADÊMICO CURSO: Pedagogia VAGAS: 90 vagas totais anuais REGIME ACADÊMICO: Seriado semestral TURMAS: 50 alunos CARGA HORÁRIA TOTAL: 3480 horas DURAÇÃO DA HORA-AULA: 50 minutos TURNO DE FUNCIONAMENTO: Noturno DURAÇÃO MÍNIMA: 8 semestres DURAÇÃO MÁXIMA: 15 semestres A escolha pelo turno noturno para o funcionamento do curso reflete o perfil do alunado da Instituição. O aluno médio da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju trabalha em período integral, durante o dia, para pagar seus estudos. 9 5. MATRIZ CURRICULAR Matriz Curricular do CURSO DE PEDAGOGIA CARGA HORÁRIA SEMESTRAL COMPONENTE CURRICULAR CH Semanal 1o SEMESTRE Organização e Políticas da Educação Básica 4 História da Educação 4 Informática na Educação 2 Comunicação e Expressão 4 Seminários sobre Ética, Estética e Ludicidade na Educação 2 Básica Introdução à Psicologia 4 SUBTOTAL 20 2o SEMESTRE Sociologia da Educação 4 Filosofia da Educação 4 Psicologia da Educação 4 Produção Textual em Educação 2 Metodologia da Pesquisa e do Trabalho Científico 4 Fundamentos da Didática 2 SUBTOTAL 20 3O SEMESTRE Didática e Formação Docente 4 Fundamentos Psicossociais na Educação Infantil 4 Educação na Diversidade Cultural 2 Educação, Natureza e Sociedade 2 Seminários sobre Jogos e Brincadeiras 2 Educação, Espaço e Forma 2 Fundamentos e Metodologia da Alfabetização 4 SUBTOTAL 20 4o SEMESTRE Metodologia e Prática da Alfabetização 2 Fundamentos e Práticas do Ensino da Geografia 2 Fundamentos e Práticas do Ensino de História 2 Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação Básica 2 Psicologia do Desenvolvimento da Aprendizagem 4 Didática e Prática Docente 4 Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos 4 SUBTOTAL 20 5º SEMESTRE Projetos de Educação Ambiental, Nutrição, Cidadania e Saúde 4 Fundamentos e Práticas do Ensino de Ciências 2 Fundamentos e Práticas do Ensino de Artes 2 Matemática 2 Fundamentos e Metodologia da Educação de Jovens e Adultos 2 Currículos e Programas 4 Avaliação Educacional 4 Estágio Supervisionado em Educação Infantil e Ensino Fundamental 1 SUBTOTAL 20 Total Hora Relógio 80 80 40 80 80 80 40 80 66.66 66.66 33.33 66.66 40 40 33.33 80 400 80 400 66.66 333.33 80 80 80 40 80 40 400 80 80 80 40 80 40 400 66.66 66.66 66.66 33.33 66.66 33.33 333.33 80 80 40 40 40 40 80 400 80 80 40 40 40 40 80 400 66.66 66.66 33.33 33.33 33.33 33.33 66.66 333.33 40 40 40 40 80 80 80 400 40 40 40 40 80 80 80 400 33.33 33.33 33.33 33.33 66.66 66.66 66.66 333.33 80 40 40 40 40 80 80 80 40 40 40 40 80 80 66.66 33.33 33.33 33.33 33.33 66.66 66.66 Presencial Práticas 150 400 400 483.33 10 6o PERÍODO Linguagens e Mediações Tecnológicas na Educação 2 Fundamentos e Práticas do Ensino da Matemática 4 Fundamentos e Práticas do Ensino da Língua Portuguesa 4 Didática, Estratégias e Recursos da Educação de Pessoas com 2 Necessidades Especiais Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS 4 A Inclusão de Pessoas com Necessidades Especiais na Educação 4 Básica Práticas Curriculares I Estágio Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos na Educação de Pessoas com Necessidades Especiais SUBTOTAL 20 7o SEMESTRE Pesquisa Educacional 4 Gestão Escolar na Educação Básica 4 Educação nas Áreas de Apoio e Serviço Escolar 4 Gestão da Educação Infantil 2 Estatística Aplicada à Educação 2 Legislação e Normas na Educação Nacional 4 Práticas Curriculares II Estágio Supervisionado em Gestão Escolar SUBTOTAL 20 8o SEMESTRE Gestão Educacional em Ambientes Não Escolares 4 Políticas Públicas e Educação 2 Corpo e Movimento 2 Seminários sobre Educação, Gênero e Sexualidade 4 Trabalho de Conclusão de Curso- TCC 2 Literatura Infantojuvenil 2 Relações Sociais e Éticas 4 Práticas Curriculares III SUBTOTAL 20 Carga Horária CH de Disciplinas Curriculares Presenciais CH de estágio supervisionado CH de atividades complementares CH de atividades de prática curricular Carga Horária total do curso 40 80 80 40 80 80 33.33 66.66 66.66 40 40 33.33 80 80 66.66 80 80 66.66 50 50 50 100 400 50 450 483.33 50 80 80 80 40 40 80 50 50 450 66.66 66.66 66.66 33.33 33.33 66.66 50 50 433.33 40 40 80 40 40 80 40 40 80 40 440 66.66 33.33 33.33 66.66 33.33 33.33 66.66 40 373.33 80 80 80 40 40 80 400 80 40 40 80 40 40 80 400 Hora aula 3.200 3.200 Hora relógio 2.666 300 100 140 3.206 11 6. EMENTÁRIO E BIBLIOGRAFIA DOS COMPONENTES CURRICULARES 1º SEMESTRE CÓDIGO DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL ORGANIZAÇÃO E POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA 4 aulas 80 h/a OBJETIVOS: Promover a compreensão do sistema organizacional, normativo e legal da educação brasileira numa visão crítico de forma a possibilitar o entendimento e a reflexão sobre a atual situação da educação e o papel do educador. EMENTA: Estudo do sistema educacional brasileiro, de seus aspectos organizacionais, de suas políticas e das variáveis intervenientes na gestão da educação básica. Análise teóricoprática da legislação vigente, aplicada á organização escolar em seus aspetos administrativo-pedagógicos na perspectiva da transformação da realidade social. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LIBÂNEO, José C. et.al. Educação Escolar - políticas, estrutura e organização. 10ªed. Cortez, 2012. SANTOS, Pablo. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: Ações, Planos, Programas, Impactos. Cengage. 2011. NEY, Antonio. Política Educacional - organização e estrutura da educação brasileira. Wak, 2008 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: AGUILAR, Luis H.; JEFFREY, Débora C. (org.) Política Educacional Brasileira - análises e entraves. Mercado de Letras, 2012 OLIVEIRA, Dália A.; ROSAR, Maria de F. F. Política e Gestão da Educação. 2ªed. Autêntica, 2010 CECCON, Claudius.et.al. A Vida na Escola e a Escola da Vida. 42ªed. Petrópolis, Editora Vozes, 2010 CÓDIGO DISCIPLINA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Demonstrar que o processo educacional histórico e as mudanças sociais, políticas, econômicas e culturais impulsionam as mudanças educacionais, permitindo a 12 análise das relações entre as teorias pedagógicas e a organização do ensino e o contexto histórico-sócio-político. EMENTA: Discussão sobre o homem como ser histórico e os condicionantes que caracterizam o coletivo histórico. Estudo das abordagens do ensino da história da educação. Compreensão sobre a evolução do processo educativo ao longo da história da humanidade. Verificação dos condicionamentos econômicos e a intrínseca relação com os movimentos políticas da história da humanidade. Estudo da evolução histórica da educação no Brasil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PILETTI, Nelson.; PILETTI, Claudino. História da Educação - de Confúcio a Paulo Freire. Contexto, 2012 ARANHA, M. L. A. História da Educação e da Pedagogia - Geral e Brasil. São Paulo: Moderna, 2006 GHIRALDELLI JUNIOR, Paulo. História da Educação Brasileira. 4ªed. São Paulo: Cortez, 2011 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ROMANELLI, Otaísa de O. História da Educação no Brasil. 38ed. Vozes, 2012 EBY, Frederick. História da Educação Moderna. Teoria, organização e práticas educacionais. Porto Alegre: Globo, 1976. MARROU, Henri Irénnée. História da Educação na Antiguidade. São Paulo, Ed. Herder/EPU (1975). CÓDIGO DISCIPLINA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Compreender as finalidades dos processos de inserção das tecnologias de informação e comunicação no contexto escolar como ferramenta da prática pedagógica. Apontar elementos para a reconfiguração do sistema educacional a partir da inserção das novas tecnologias da informação. Propiciar conhecimentos básicos da informática. EMENTA: Apresentação de novas tecnologias como ferramenta no desenvolvimento de atividades educacionais. Reflexão sobre a presença das tecnologias de informação e comunicação no cotidiano e seu impacto nos mais diversos aspectos cognitivos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: ALMEIDA, Fernando José. Educação e Informática – os computadores na escola. 5ªed. São Paulo: Cortez, 2012. GRISPUN, Mirian P. S. Zipppin (org.). Educação Tecnológica: desafios e perspectivas. 3 ed. São Paulo: Cortez, 2012 LEITE, Ligia Silva. Tecnologia Educacional: Descubra suas Possibilidades na Sala de Aula.7ªed. Vozes. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 13 PAPERT, Seymour. A Máquina das Crianças: repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artes Médicas. 2008. TAJRA, Sanmya. Informática na Educação – novas ferramentas pedagógicas para o professor na atualidade. 9ªed. Érica. 2012. GOMES, Margarita Victória. Cibercultura - formação e atuação docente em rede. Liber Livro. 2010. CÓDIGO DISCIPLINA COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Contribuir para a capacitação do profissional no que diz respeito ao conhecimento e utilização da norma padrão da língua portuguesa. Propiciar subsídios para a leitura, interpretação e produção de textos necessários ao desenvolvimento de atividades acadêmicas e profissionais. EMENTA: Reflexão da linguagem oral e escrita. Estudos da norma padrão da língua portuguesa. Estudo das estruturas de coesão e coerência. Leitura, interpretação e análise de textos de diferentes gêneros. Instrumentalização para produção de textos acadêmicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HENRIQUES, Antonio. Língua Portuguesa - Noções Básicas para Cursos Superiores. 9ªed. Atlas. 2010. CEGALLA, Domingos. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa. 48ªed. Ibep Nacional, 2010 MEDEIROS, João B. Comunicação em Língua Portuguesa. 5ªed. Atlas, 2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. 3ªed. Vozes. 2011. FIORIN, José Luiz; SAVIOLI, Francisco Platão. Para Entender o Texto: leitura e redação. 17ªed. Ática, 2007. ILARI, Rodolfo. Introdução à Semântica: brincando com a gramática. 5.ed. São Paulo: Contexto, 2004. CÓDIGO DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL SEMINÁRIOS DE ÉTICA, ESTÉTICA E LUDICIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2 aulas 40 h/a 14 OBJETIVOS: Compreender os conceitos de ética, estética e ludicidade e suas relações nas ações educativas. Desenvolver a criticidade dos educandos proporcionando subsídios teóricos para a atuação na educação básica. Utilizar as atividades realizadas em aula como instrumento colaborador na formação e educação da criança e do adolescente. EMENTA: Estudo sobre a ética, a estética e a ludicidade envolvendo propostas didáticopedagógicas nas escolas de educação básica. Abordagem sobre a importância de fortalecimento da cidadania e melhores condições de vida para as pessoas. Conceito de ética diferenciando-o do conceito de moral. Reflexão sobre a objetividade ética, as responsabilidades individuais e coletivas das escolhas feita. Estudo da ética e estética como relação indissociável. Estudo dos níveis e modalidades de artes e suas contribuições para formação das crianças e adolescentes da escola básica. O jogo, o brinquedo, as brincadeiras e a tradição popular na educação do ser humano. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MIRANDA, Simão. Oficina de Ludicidade na Escola. Papirus. 2013. SANTOS, Santa Marli. O Brincar na Escola – metodologia ludico vivencial, coletanea de jogos, brinquedos e dinamicas. 2ªed. Vozes. 2011. MACHADO, Nilson J. Ética e Educação - pessoalidade, cidadania didática, epistemologia. Ateliê, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PAGNI, Pedro Angelo. Experiência Estética, Formação Humana e Arte de Viver. Loyola. 2014. RIOS, Terezinha Azeredo. Ética e Competência. São Paulo: Cortez, 2011. DIAS, J. M. De Barros. Ética e Educação. Juruá, 2013. CÓDIGO DISCIPLINA INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Conhecer e aplicar princípios básicos de psicologia na explicação do desempenho humano utilizando termos teóricos da psicologia. EMENTA: Abordagem do desenvolvimento da psicologia enquanto ciência, objeto de estudo, métodos e campos de aplicação. Discussão das principais escolas da psicologia e estudo do contexto de surgimento. Introdução aos fundamentos da psicologia. Abordagem do comportamento humano em seus aspectos físicos, afetivo, emocional e cognitivo. 15 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GRIGGS, Richard. Psicologia – uma abordagem concisa. Artmed. 2009. WEITEN, Wayne. Introdução a Psicologia: temas e variações. Cengage. 2011. MORRIS, Charles G. Introdução a Psicologia. 6ªed. Pearson, 2004 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 1987. PILETTI, N. Psicologia Educacional. São Paulo: Ática, 1987. VIGOTSKI, L. S. A Formação Social da Mente. 2ªed. São Paulo: Martins fontes, 2007. 2º SEMESTRE CÓDIGO DISCIPLINA SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Compreender a educação como processo social. Analisar a relação entre a sociedade e a educação à luz dos clássicos da sociologia. Relacionar o pensamento sociológico com a realidade educacional brasileira. Perceber e discutir os projetos políticos pedagógicos. EMENTA: Conceituação e delimitação do campo de estudo da sociologia da educação. Compreensão dos fundamentos da sociologia da educação tendo como base o discurso dos autores clássicos das ciências sociais e o discurso dos autores contemporâneos. Análise sociológica da dinâmica social e das relações entre educação e sociedade. Reflexão acerca da produção das desigualdades sociais e a desigualdade das oportunidades educacionais. Formas, processos e agentes educacionais: autonomia e heteronomia. Educação e sociedade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DURKHEIM, Émile. Educação e sociologia. 3ªed. Vozes. 2011. MARQUES, Silvia. Sociologia da Educação. LTC. 2012. APLLE, Michael. Sociologia da Educação. Penso. 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PILETTI, Nelson. Sociologia da Educação – do positivismo aos estudos culturais. Ática. 2010. RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociologia da Educação. 6 ed. Lamparina. 2007. 16 SANTOS, Pedro Antonio. Fundamentos de Sociologia Geral. Atlas. 2013. CÓDIGO DISCIPLINA FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Refletir sobre a concepção de homem e de educação por meio das concepções filosóficas inseridas atualmente em nossa realidade educacional, visando o fortalecimento da cidadania e o exercício profissional do licenciado. Reconhecer a importância da filosofia da educação e da história da infância para a formação do educador, relacionando-a com as teorias pedagógicas no contexto da educação brasileira e contextualizando o problema da formação do educador, bem como os temas recorrentes à ética e inclusão social. EMENTA: Reflexão da filosofia da educação como um campo do saber de construção e reconstrução de conceitos e suportes teóricos, discursivos e práticos. Reflexão sobre os conceitos de: autoridade, autonomia, sujeito, objeto, consciência, vontade, desejo, razão, liberdade, dialética e ética, fundamentais para a compreensão e apreensão do complexo campo pedagógico-educacional contemporâneo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DE FÁVERI, Jose Ernesto. Filosofia da Educação - o ensino da filosofia na perspectiva freireana. 2ªed. Vozes, 2011 LUCKESI, Cipriano C. Filosofia da Educação. 26ªed. Cortez, 2011 GUIRALDELLI JUNIOR, Paulo. Filosofia da Educação. Ática, 2007 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ARANHA, Maria C. de Arruda. Filosofando: Introdução a Filosofia. 4ªed. Moderna. 2009 PILETTI, Nelson. Filosofia da Educação. 9ªed. São Paulo: Ática, 2001. WILHELM, Dilthey. Filosofia e Educação. Edusp, 2011 CÓDIGO DISCIPLINA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Propiciar ao aluno compreender e identificar o desenvolvimento da criança, principalmente na educação infantil e ensino fundamental, quanto aos aspectos físico, psicológico, pedagógico e social, contribuindo para a elaboração de programas e atividades curriculares coerentes com os estudos realizados na disciplina. EMENTA: Estudos dos princípios e técnicas psicológicas aplicadas à compreensão e orientação do educando. Estudo do comportamento humano em situação educativa. Reflexão sobre o crescimento e o desenvolvimento do individuo. Abordagem dos conceitos 17 de aprendizagem, personalidade e seu ajustamento. Análise sobre a avaliação e relativas medidas de orientação do processo ensino aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CUNHA, Marcos V. Psicologia da Educação. Lamparina, 2008 GAMEZ, Luciano. Psicologia da Educação. LTC, 2013 VARIOS AUTORES. Psicologia da Educação - múltiplas abordagens. Paco, 2013 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PIAGET, J. Seis Estudos de Psicologia. São Paulo: Forense, 1987. GARDNER, H. Inteligências Múltiplas. A teoria na prática. Porto Alegre: Artes médicas, 2000. VIGOTSKI, L. S. A Construção do Pensamento e da Linguagem. 2ªED. São Paulo: Martins Fontes, 2011. CÓDIGO DISCIPLINA PRODUÇÃO TEXTUAL EM EDUCAÇÃO C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: aprimorar a leitura e a produção escrita de textos da esfera educacional. Habilitar o graduando a reconhecer características essenciais da resenha, do resumo, do artigo científico, de projetos escolares, bem como produzir estes gêneros textuais. EMENTA: estudo do texto como situação comunicativa. Apresentação dos tipos e os gêneros textuais e os fatores de textualidade envolvidos na construção do sentido. Reflexão sobre a importância das práticas da construção de textos, de modo a permitir a compreensão das potencialidades da linguagem escrita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOCH, Ingedore. Ler e Escrever – estratégias de produção textual. Contexto. 2009. MARCUSCHI, Luiz. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. Parábola. 2008. TEIXEIRA, Claudia Souza. Análise e Produção de Textos. Contexto. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BASTOS, Lúcia Kopschitz; MATOS, Maria Augusta de. A Produção Escrita e a Gramática. 2.ed. São Paulo. Martins Fontes, 1992. GERALDI, João Wanderley (org.) O Texto na Sala de Aula. São Paulo: Editora Ática, 2001. 18 BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. 3ªed. Vozes. 2011. DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL METODOLOGIA DA PESQUISA E DO TRABALHO CIENTÍFICO 4 aulas 80 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: promover a pesquisa como atividade que demanda habilidades específicas por parte do pesquisador. Utilizar criticamente os recursos metodológicos que possibilitem a reflexão sobre a definição do conhecimento científico, seus critérios formais e políticos de demarcação científica. EMENTA: método de pesquisa científica. Tipos de pesquisa. A natureza da leitura, entendimento do significado do estudo, análise de textos, pesquisa bibliográfica. Método e técnicas de pesquisa empírica. A natureza do conhecimento científico. O método científico e suas aplicações na pesquisa. Estruturação de um projeto. Normas ABNT. Diretrizes para elaboração de seminários. Elementos constitutivos de uma monografia científica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 7ªed. São Paulo: Atlas, 2010 LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. 6ªed. São Paulo: Atlas, 2011. GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo. 5ªed. Atlas, 2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DEMO, Pedro. Metodologia do Conhecimento Científico. São Paulo: Atlas, 2000. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2002. PINHEIRO, Duda. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - Guia Prático para Elaboração de Projetos. Atlas, 2010 CÓDIGO DISCIPLINA FUNDAMENTOS DA DIDÁTICA C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Apresentar subsídios e metodologia para atuação do professor na educação básica. Compreender as estratégias para elaboração de planos de ensino. Analisar as características e peculiaridades do professor e a respectiva prática pedagógicas. EMENTA: Conceito histórico da didática. Concepções, de didática em diferentes abordagens. 19 Habilidades e competências da profissão docente. Estudo dos métodos de ensino. Reflexão sobre a importância do planejamento na organização e sistematização do processo de ensinoaprendizagem. A relação professor-aluno. Princípios a avaliação da aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CORDEIRO, Jaime. Didática. São Paulo: Contexto, 2007 MALHEIROS, Bruno T. Didática Geral. LTC, 2012 CANDAU, Vera Maria. (org.) A Didática em Questão. 34 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PERRENOUD, Phillipe & Thurler, MG. As competências para ensinar no século XXI: A formação dos professores e o desafio da avaliação. Artmed, 2002. CARVALHO, Ana Maria Pessoa. Formação continuada de professores: uma releitura das áreas de conteúdo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. MENEGOLLA, Maximiliano. Didática: Aprender a Ensinar. 4 ed. São Paulo, Brasil: Edições Loyola, 1989. MORANDI, Franc. Modelos e Métodos em Pedagogia; tradução de Maria Leonor Loureiro. Bauru, EDUSC, 2002. FULLAN, Michael. A escola como organização aprendente: buscando uma educação de qualidade. Traduzido- Regina Garcez. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. CASTRO, Amélia Domingues de; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Ensinar a ensinar: didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Cengage Learning Editores, 2001 HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de Didática Geral. São Paulo: Editora Ática, 2000. 3º SEMESTRE CÓDIGO DISCIPLINA DIDÁTICA E FORMAÇÃO DOCENTE C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Proporcionar uma leitura crítica sobre as finalidades atuais da educação e o seu papel no contexto social. Compreender as diferenças individuais na aprendizagem bem como a importância da relação interpessoal professor-aluno. EMENTA: Estudo da escola como instituição que circunscreve a relação pedagógica. 20 Reflexão sobre aspectos a considerar na relação cotidiana: diferenças individuais na aprendizagem. Discussão das características, atuação e formação docente. Análise da dimensão interpessoal professor-aluno. Estudo da relação ensino-aprendizagem: a questão do conhecimento. A aprendizagem como recurso para aquisição de competências, hábitos, habilidades, atitudes e convicções. Elaboração de planos educacionais como parte constitutiva da questão ensino-aprendizagem no ambiente escolar. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TARDIF, Maurice. Saberes Docentes e a Formação Profissional. 14ªed. Vozes. 2012. VEIGA, Ilma Passos. Formação de professores: políticas e debates. 5ªed. Papirus. 2014. OLIVEIRA, Maria Rita. Currículo, Didática e Formação de Professores. Papirus. 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PERRENOUD, Phillipe & Thurler, MG. As competências para ensinar no século XXI: A formação dos professores e o desafio da avaliação. Artmed, 2002. CARVALHO, Ana Maria Pessoa. Formação continuada de professores: uma releitura das áreas de conteúdo. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2003. MENEGOLLA, Maximiliano. Didática: Aprender a Ensinar. 4 ed. São Paulo, Brasil: Edições Loyola, 1989. MORANDI, Franc. Modelos e Métodos em Pedagogia; tradução de Maria Leonor Loureiro. Bauru, EDUSC, 2002. FULLAN, Michael. A escola como organização aprendente:buscando uma educação de qualidade. Traduzido- Regina Garcez. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. CASTRO, Amélia Domingues de; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. Ensinar a ensinar: didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Cengage Learning Editores, 2001 HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de Didática Geral. São Paulo: Editora Ática, 2000. CÓDIGO DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL FUNDAMENTOS PSICOSSOCIAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 4 aulas 80 h/a OBJETIVOS: Inserir o futuro pedagogo na dimensão do conhecimento de aspectos significativos da compreensão do universo infantil e de seu desenvolvimento desde o período pré-natal até os seis anos de idade. EMENTA: Abordagem das concepções de infância e educação infantil, construídas ao longo do tempo, tendo como pressupostos as diferentes correntes da psicologia e da sociologia. Discussão das principais metodologias e práticas que propiciem às crianças, no cotidiano das instituições destinadas à educação infantil, experiências enriquecedoras que possibilitem o desenvolvimento e garantam seu direito à infância. 21 BIBLIOGRAFIA BÁSICA. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: Da Construção do Ambiente as Práticas Pedagógicas. Vozes. 2011. KRAMER, Sonia. Educação Infantil – formação e responsabilidade. Papirus. 2013. MOYLES, Janet R. Fundamentos da Educação Infantil: enfrentando o desafio. Penso. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COLL, César; PALLÁCIOS Jesús e MARCHESI, Álvaro. Desenvolvimento Psicológico e Educação: psicologia da educação escolar. Porto Alegre: Artmed, 2004. ANTUNES, C. Jogos para Estimulação das Múltiplas Inteligências. 12ªed. Petrópolis: Vozes, 2008. ASSUNPÇÃO JR, Francisco. Situações Psicossociais na Infância e na Adolescência. Atheneu. 2008. CÓDIGO DISCIPLINA EDUCAÇÃO NA DIVERSIDADE CULTURAL C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Propiciar condições para os alunos discutirem a presença da diversidade na escola em uma abordagem pluriética, multicultural e multidisciplinar. Divulgar e produzir conhecimentos bem como posturas, atitudes e valores que fortaleçam a condição de cidadãos que respeitam a pluralidade étnico-social. EMENTA: Estudo da constituição da realidade social brasileira contemporânea, suas instabilidades, conflitos e poder. Abordagem das epistemologias mono e multicultural. Estudo da diversidade étnico-racial com ênfase nas histórias e culturas da África, dos africanos e dos indígenas. Reflexão sobre a presença da diversidade na formação da cultura negra e indígena brasileira. Análise das contribuições dos negros e indígenas na formação da sociedade nacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GOBBI, Marcia Aparecida. Educação e Diversidade Cultural. Junqueira e Marin, 2012. CANDAU, Vera Maria. Multiculturalismo: Diferenças Culturais e Práticas Pedagógicas. Vozes. 2008. LIMA, Maria N. M. Escola Plural – a diversidade está na sala. 3ªed. Cortez, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 22 RIBEIRO, Darcy. O Processo Civilizatório. São Paulo: Vozes, 1978. HERSKOVITS, Melville J. Antropologia Cultural. 4 ed. Vol. 2. São Paulo: Mestre Jou, 1973. DIÉGUES JÚNIOR, Manuel. Etnias e Culturas no Brasil. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1980. KEESING, Felix M. Antropologia Cultural: A Ciência dos Costumes. 2 ed. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1972. CÓDIGO DISCIPLINA EDUCAÇÃO, NATUREZA E SOCIEDADE C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Conhecer e compreender a importância da Educação Natureza e Sociedade inserida no contexto da educação infantil, sobre as formas de como educar as crianças na perspectiva do pertencimento, da preservação, do cuidado, da ludicidade, e do respeito com todos os seres, humanos e não humanos, que habitam diferentes espaços. Possibilitar a seleção de objetivos e conteúdos que vinculem os conhecimentos da Educação Natureza e Sociedade ao cotidiano do aluno e aos acontecimentos diários. EMENTA: Estudo sobre a natureza e a sociedade na educação infantil. Análise dos objetivos, conteúdos, metodologias e avaliação dos conhecimentos relacionados a estas áreas, possibilitando uma interferência multidisciplinar a partir de aspectos geográficos, históricos, culturais e ambientais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PHILLIPI JR, Arlindo. Educação Ambiental e Sustentabilidade. 2ªed. Manole. 2014. BRANCO, S. Meio Ambiente - educação ambiental na educação infantil e no ensino fundamental. Cortez. 2007. LOUREIRO, Carlos Federico. Sociedade e Meio ambiente – a educação ambiental em debate. Cortez. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CURRIE, K. L. Meio Ambiente - interdisciplinaridade na prática. 12ª ed. Rio de Janeiro: Papirus, 2014. GUTIERREZ, Francisco. Ecopedagogia e Cidadania Planetária. 3ªed. Cortez. 2013. BARSANO, Paulo R. Meio Ambiente - guia prático e didático. Érica, 2012 CÓDIGO DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL 23 SEMINÁRIOS SOBRE JOGOS E BRINCADEIRAS 2 aulas 40 h/a OBJETIVOS: Orientar o futuro educador para o desenvolvimento de atividades lúdicas, proporcionando o desenvolvimento integral da criança, que ao brincar exercita corpo, mente, sentimentos e deixa explícitas as diversidades culturais e sociais. Apresentar o jogo como forma sistematizada de brincar e a brincadeira como a ação do lúdico. EMENTA: Apresentação conceitual de jogos e brincadeiras. Reflexão sobre o papel da comunicação infantil na construção do indivíduo. Instrumentalização do docente para atuar como brincante. Apresentação do jogo como instrumento de aprendizagem intelectual, física e motora. Elaboração e construção de jogos que tenham no brincar seu elemento essencial. BIBLIOGRAFIA BÁSICA; PIAGET, Jean William. A Formação do Símbolo na Criança. 4ªed. LTC. 2010. ANTUNES, C. Jogos para a Estimulação das Múltiplas Inteligências. 19ed. Petrópolis: Vozes, 2012. CÓRIA-SABINI, Maria Aparecida; LUCENA, Regina Ferreira de. Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil. 6. ed. Campinas: Papirus, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: OLIVEIRA, Vera Barros de (Org.). O Brincar e a Criança - do Nascimento aos Seis Anos. 10ª ed. Vozes. 2010. SANTOS, Santa Marli. O Brincar na Escola - metodologia lúdico-vivencial, coletânea de Jogos, brinquedos e dinâmicas. 2ªed. Vozes. 2011. SANTOS, Santa Marli. Brinquedoteca - o lúdico em diferentes contextos. 14ªed. Vozes, 2011 CÓDIGO DISCIPLINA EDUCAÇÃO, ESPAÇO E FORMA C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Orientar o futuro educador para o ensino da geometria nos anos iniciais de maneira lúdica, por meio de jogos e brincadeiras, desenvolvendo na criança as noções de forma e espaço a partir da exploração de seu esquema corporal. EMENTA: Fundamentação teórica para o exercício docente no ensino de matemática na educação infantil. As mais novas contribuições dos estudiosos da epistemologia trazem novos conhecimentos sobre a aprendizagem e sem duvida o trabalho de sala de aula deve contemplar a apresentação das novas estratégias levando o docente a construção e ampliação de seu conhecimento. 24 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVES, Eva Maria. A Ludicidade e o Ensino de Matemática. 7ªed. Papirus. 2013 ARANÃO, Ivana Valéria D. A Matemática Através de Brincadeiras e Jogos. 7. ed. Campinas: Papirus, 2014. CARVALHO, Mercedes. Números: conceitos e atividades para educação infantil e ensino fundamental I. Vozes. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: SILVA, Monica Soltau. Clube de Matematica: jogos educativos. 6ªed. Papirus. 2011. PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais – analise e propostas. Penso. 2006. BAIRRAL, Marcelo A. Matemática e Educação Infantil. Vozes, 2012 DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA ALFABETIZAÇÃO 4 aulas 80 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Analisar as concepções de alfabetização e as relações entre alfabetização e letramento, considerando-se as questões sócias históricas e linguísticas e também as concepções teórico-metodológicas das práticas alfabetizadoras, incluindo adaptações curriculares do ensino de Língua Portuguesa para o portador de necessidades especiais. EMENTA: Relação entre os processos de invenção da escrita. Estudo dos conceitos de alfabetização e letramento. Estudos das metodologias da alfabetização. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KLEIN, l. .R. Alfabetização: quem tem medo de ensinar. 6ªed. Cortez. 2012 BARBOSA, José Juvêncio. Alfabetização e Leitura. 3ªed. Cortez. 2013. FARACO, Carlos A. Linguagem Escrita e Alfabetização. Contexto, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LERNER. Delia. Ler e Escrever na Escola: o real, o possível e o necessário. Artmed. 2002. SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Contexto, 2003. 25 DALLA ZEN, Maria Isabel. Alfabe Letrar: Fundamentos e Praticas. Mercado de Letras. 2011. 4º SEMESTRE DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL METODOLOGIA E PRÁTICA DA ALFABETIZAÇÃO 2 aulas 40 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Articular teoria e prática no processo ensino/aprendizagem da aquisição da leitura e escrita. Conhecer a natureza das atividades de alfabetização pautadas na reflexão sobre a língua escrita e propostas metodológicas de resolução de problemas. Entender a contribuição das atividades pedagógicas, que privilegiam textos significativos, divertidos e interessantes, tanto para ler como para escrever, no início da alfabetização e em todo o Ensino Fundamental. EMENTA: Reflexão sobre a alfabetização nas séries iniciais do ensino fundamental. Apresentação da construção da escrita pela criança e as intervenções do professor. Orientações didáticas para o ensino da língua: leitura, escrita, oralidade. Apresentação dos gêneros textuais na comunicação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SMOLKA, Ana Luiza B. A Criança na Fase Inicial da Escrita – alfabetização como processo discursivo. 13ªed. Cortez. 2012. ALMEIDA, Geraldo Peçanha. Praticas de Alfabetização e Letramento. Cortez. 2007. KLEIN, l. .R. Alfabetização - quem tem medo de ensinar. 6ªed. Cortez. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: JURACY ASSMANN SARAIVA. Literatura e Alfabetização - do plano do choro ao plano da ação. Editora Artmed. Porto Alegre, 2001. CARVALHO, Marlene. Alfabetizar e Letrar. Um diálogo entre teoria e prática. Petrópolis: Vozes, 2010 BORTONI RICARDO, Stella M. Falar, Ler e Escrever em Sala de Aula. Parábola, 2008 CÓDIGO DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DO ENSINO DE GEOGRAFIA 2 aulas 40 h/a 26 OBJETIVOS: Possibilitar a seleção de objetivos e conteúdos que vinculem os conhecimentos da Geografia ao cotidiano do aluno e aos acontecimentos diários. Conhecer e aplicar as melhores soluções metodológicas de aprendizagem do conteúdo de Geografia no Ensino Fundamental, conduzindo uma prática reflexiva por meio de conteúdos críticos que favoreçam a consolidação da cidadania. EMENTA: Reflexão sobre os conteúdos, os instrumentos que são utilizados e o modo como se ensina geografia na educação infantil e no ensino fundamental. Discussão do ensino de geografia no contexto histórico e escolar do Brasil. Estudo do percurso e as propostas teórico-metodológicas dos parâmetros curriculares nacionais – PCN. Aprofundamento do foco nos conceitos geográficos e desenvolvimento de práticas pedagógicas que possibilitem a contextualização do professor nos espaços geográficos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAVALCANTI, Lana dos Santos. Geografia, Escola e Construção de Conhecimentos. 18ªed. Campinas: Papirus, 2014. VECENTINI, José William. Ensino de Geografia no Século XXI. 7ªed. Papirus, 2014. CAVALCANTI, Lana De S. Ensino de Geografia na Escola. Papirus, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CASTELLAR, Sônia. Ensino de Geografia. Cengage. 2010. CAVALCANTI, Lana de Souza. A Geografia Escolar e a Cidade: ensaios sobre o ensino de geografia para a vida urbana cotidiana. 3ªed. Papirus. 2014. ROSS, Jurandyr L. Sanches. Geografia do Brasil. 5 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008. CÓDIGO DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DO ENSINO DE HISTÓRIA 2 aulas 40 h/a OBJETIVOS: Compreender as sociedades no passado e no presente, do ponto de vista da população excluída e a importância da História como disciplina escolar para o desvelamento da realidade, conduzindo uma metodologia reflexiva por meio de conteúdos críticos que favoreçam a consolidação da cidadania. EMENTA: Reflexão sobre os conteúdos, os instrumentos que são utilizados e o modo como se ensina história na educação infantil e no ensino fundamental. Discussão do ensino de história no contexto histórico e escolar do Brasil. Estudo do percurso e as propostas teórico-metodológicas dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN. Discussão da importância didática e pedagógica da pesquisa histórico-documental e crítica para o ensino de História para as séries iniciais do Ensino Fundamental. 27 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ABUD, Kátia Maia. Ensino de Historia. Cengage. 2010. HORN, Geraldo B. Ensino de Historia e seu Currículo: Teoria e Método. 4ªed. Vozes. 2011. LAMBERT, Peter. História: Introdução ao Ensino e à Prática. Artmed. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GUIMARÃES, Selva. Didática e Prática do Ensino de História. 13ªed. Papirus, 2013 SANTOS, Adriana S. Ensino de História para o Fundamental 1 - teoria e prática. Contexto, 2014 ANTUNES, Celso. Historia e Didática. Vozes. 2010. BITTENCOURT, C. M. F. O Ensino de Historia e a Criação do Fato. Contexto. 2009. GABRIEL, Carmem T. (org.) Pesquisa em Ensino de História. Mauad, 2014 DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL FUNDAMENTOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA 2 aulas 40 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Conhecer os pressupostos teóricos e metodológicos que norteiam a educação básica. Discutir os novos paradigmas da educação. Compreender a dimensão filosófica, epistemológica e metodológica das práticas pedagógicas. EMENTA: Estudo dos pressupostos clássicos, teóricos metodológicos na educação básica. Reflexão crítica às tendências teóricas metodológicas da contemporaneidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUIDO, Humberto. A Arte de Aprender: Metodologia do Trabalho Escolar para a Educação Básica. Vozes. 2008. VASCONCELLOS, Maria Lucia. Educação Básica. Contexto. 2012. GIAMBIAGI, Fabio. Educação Básica no Brasil – construindo o pais do futuro. Elsevier. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAVIES, Nicholas. FUNDEB: A Redenção da Educação Básica? Autores Associados. 2008. 28 CHARLOT, Bernard. Da Relação com o Saber as Praticas Educativas. Cortez. 2013. RIOS, Terezinha. Compreender e Ensinar – por uma docência de melhor qualidade. 3ªed. Cortez. 2012. CÓDIGO DISCIPLINA PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM C/H SEMANAL CARGA TOTAL 4 aulas 80 h/a OBJETIVOS: Discriminar conceitos de desenvolvimento e aprendizagem segundo as teorias estudadas. Entender a relação dos aspectos que envolvem o desenvolvimento. Compreender à relação entre cognição, cultura, aprendizagem. Dominar o que a teoria preconiza sobre o papel do professor - mediador/ facilitador. EMENTA: Apresentação dos conceitos de desenvolvimento geral, da cognição humana e da aquisição dos saberes. Estudo sobre os processos de desenvolvimento e aprendizagem com prioridade no âmbito escolar. Reflexão sobre as diferentes visões de homem e mundo a partir das abordagens e práticas pedagógicas. Abordagem das teorias de Jean Piaget, Lev S. Vygotsky e Henry Wallon. Estudo das dificuldades de aprendizagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NUNES, Ana Ignez. Psicologia da Aprendizagem – processos, teorias e contextos. 3ªed. Liber Livro. 2011. COLL, C. Desenvolvimento Psicológico e Educação - Psicologia da Educação Escolar. Vol. 2. Artmed. 2005. PILETTI, Nelson. Psicologia da Aprendizagem. Contexto. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: REGO, Teresa Cristina. Vygotsky: Uma perspectiva histórico-cultural da educação. 23. ed. PETROPOLIS: Vozes. 2011 VARIOS AUTORES. Cultura, Aprendizagem e Desenvolvimento. Vozes, 2011 ROTTA, Neura T. Transtornos da Aprendizagem. Artmed, 2008 CÓDIGO DISCIPLINA DIDÁTICA E PRÁTICA DOCENTE C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Propiciar instrumental didático dos diferentes métodos e técnicas pedagógicas dentro do processo ensino aprendizagem para a prática docente diária e para os estágios supervisionados; elaborar programas e atividades curriculares apropriados às diferentes faixas etárias; valorizar a ação do planejamento. EMENTA: Estudos metodológicos da aula. Estudos das competências e habilidades 29 fundamentais à docência humanizada. Apresentação das metodologias necessárias à execução de planejamento que reverta em um processo de ensino-aprendizagem. Conceito e execução do planejamento da ação didática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FRANCO, Maria Amélia. Pedagogia e Pratica Docente. Cortez. 2012. PEIXOTO, Adão José. Formação, Profissionalização e Pratica Docente. Alínea. 2010. CRUZ, C. H.C; GANDIM, D. Planejamento na Sala de Aula. 13ªed. São Paulo: Vozes, 2011 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: PIMENTA, S. G. O Estágio na Formação de Professores: unidade teoria e prática? 11ª ed. Editora Cortez. São Paulo, 2012. VEIGA, I. P. A.. Repensando a Didática. 29ª ed. Editora Papirus, 2014. VEIGA, I. P. A. A Prática Pedagógica do Professor de Didática. 13ªed. Editora Papirus. Campinas, 2013. DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL LEITURA, INTERPRETAÇÃO, PRODUÇÃO DE TEXTOS ACADÊMICOS 4 aulas 80 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Ampliar o conhecimento do estudante em relação à leitura e a interpretação na redação acadêmica. EMENTA: Compreensão e produção de textos acadêmicos na perspectiva da metodologia científica. Análise de artigos científicos. Produção de textos acadêmicos científicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BOFF, Odete Maria. Leitura e Produção Textual. 3ªed. Vozes. 2011 FERREIRA, Gonzaga. Redação Cientifica: como entender e escrever com facilidade. Atlas. 2011. BRASILEIRO, Ada Magaly Matias. Manual de Produção de Textos Acadêmicos e Científicos. São Paulo: Atlas, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MEDEIROS, João Bosco; TOMASI, Carolina. Redação Técnica: elaboração de relatórios 30 técnico-científicos e técnica de normalização textual. 2ªed. São Paulo: Atlas, 2010. CASTRO, Caludio Moura. Como Redigir e Apresentar um Trabalho Científico. São Paulo: Person, 2011. BASTOS, Lúcia Kopschitz; MATOS, Maria Augusta de. A Produção Escrita e a Gramática. 2.ed. São Paulo. Martins Fontes, 1992. 5º SEMESTRE DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL PROJETOS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, NUTRIÇÃO, CIDADANIA E SAÚDE 4 aulas 80 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Inserir a prática docente dentro de um novo pensamento em busca da sustentabilidade e da preservação do Brasil e do planeta. Desenvolver habilidades e atitudes na esfera ambiental para melhoria da qualidade de vida a partir de atividades práticas. Propiciar análises que permitam o desenvolvimento de projetos nas áreas. Evidenciar a importância do educador como agente multiplicador atuante no processo de transformação das ações ambientais de seus futuros educandos. EMENTA: Estudo histórico da Educação Ambiental e suas relações interdisciplinares. Análise holística do meio ambiente. Apresentação e análise das políticas de Educação Ambiental. Estudo do meio enquanto componente curricular para o ensino de crianças. Reflexão de novos conceitos relativos à educação ambiental, nutrição, saúde e cidadania. Estratégias e ações para defesa do meio ambiente, educação ambiental, ética e historicidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, Genebaldo Freire. Atividades Interdisciplinares de Educação Ambiental. 12 ed. Global. 2012. PHILIPI JR; Arlindo. Educação Ambiental e Sustentabilidade. 2ªed. Manole, 2014. GUIMARAES, Mauro. A Dimensão Ambiental na Educação. Papirus, 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SANTOS, Maria Rubio. Educação Infantil e Natureza – tecendo relações rumo a educação ambiental. Mercado de letras. 2013. LOUREIRO, Carlos F. B. Sociedade e Meio Ambiente - e educação ambiental em debate. 7ªed. Cortez, 2012 ODUM, Eugene Pleasants. Ecologia; tradução de Kurt G. Hell. 2 ed. São Paulo: Pioneira, 1985. 31 DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS 2 aulas 40h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Caracteriza ciências e suas práticas. Identificar competências e habilidades desenvolvidas nas práticas. Reconhecer as relações entre os conhecimentos científicos e o conhecimento cotidiano do aluno. EMENTA: Contextualização dos fundamentos e da metodologia do ensino de Ciências nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Estabelecimento de relações entre os saberes sistematizados e cotidianos por meio de experimentos que permitam o desenvolvimento e aprofundamento teórico-prático do conhecimento científico. Compreensão do ensino de ciências naturais como contribuição para reconstrução da relação homem-natureza, a partir do conhecimento científico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: POZO, Juan. A Aprendizagem e o Ensino de Ciências. Artmed. 2009. ASTOLFI, Jean Pierre et. al. A Didática de Ciências. 16ªed. Papirus. 2013. TRIVELATO, Silvia F. Ensino de Ciências. Col. idéias em ação. Cengage. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ANTUNES, Celso. Ciências e Didática. Vozes, 2010 SANTOS, César Sátiro. Ensino de Ciências. 2ªed. Autores Associados. 2012. CARVALHO, Ana Maria Pessoa (org.) Ensino de Ciências por Investigação – condições para implementação em sala de aula. Cengage. 2014. CÓDIGO DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DO ENSINO DE 2 aulas 40 h/a ARTES OBJETIVOS: Diferenciar e explicitar o conceito de arte-educação com expressão própria discutindo as diversas correntes teóricas que permitam a compreensão e a sua importância na apreensão criativa do conhecimento do mundo. Reconhecer as diferentes manifestações artísticas brasileiras. Propiciar o conhecimento de técnicas para a arteeducação. 32 EMENTA: Vivência do lúdico na educação como um instrumento de aprendizagem. Identificação da importância do significado histórico e etimológico da arte-educação. Desenvolvimento de experiências criadoras em arte. Relação da arte com o processo de aprendizagem, comunicação e criatividade. Reconhecimento das diversas manifestações artísticas da cultura brasileira, em especial da cultura afro-brasileira e indígena. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: FRITZEN, Celdon. Educação e Arte – As linguagens artísticas na formação humana. 2ªed. Papirus, 2013. ANTUNES, Celso. Arte e Didática. Vozes. 2010. BARBOSA, Ana Mae. Arte – educação no Brasil. 6ªed.Perspectiva. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: LAVELBERG, Rosa. Para Gostar de Aprender Arte. Penso. 2003. PEREIRA, K. H. Como usar Artes Visuais na Sala De Aula. São Paulo: Contexto, 2012 MOURÃO, Luciana. Ensino de Arte. Cengage. 2006. CÓDIGO DISCIPLINA MATEMÁTICA C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Estudar os conhecimentos fundamentais da matemática. EMENTA: Abordagem dos aspectos históricos da Matemática. Estudo dos conceitos básicos da matemática para formação do professor das séries iniciais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. 2ªed. Cortez. 2011. MACHADO, N. J. Matemática e Realidade - das concepções as ações docentes. 8ªed. Cortez. 2013. MOREIRA, Plínio Cavalcanti. Formação Matemática do Professor - licenciatura e pratica docente escolar. Autentica. 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOYER, Carl B. História da Matemática. 3ªed. Edgard Blucher. 2012. NACARATO, Adair M. et.al. Matemática Nos Anos Iniciais Do Ensino Fundamental 33 tecendo fios do ensinar e do aprender, Autentica, 2009 PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Series Iniciais. Artmed. 2008. DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS 2 aulas 40 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Propiciar ao aluno o desenvolvimento da sua capacidade de reconhecer e atuar sobre problemas da alfabetização, pós-alfabetização e de prosseguimento dos estudos de jovens e adultos. Analisar a política de educação de jovens e adultos como política pública. Refletir sobre planejamento e avaliação didática na educação de jovens e adultos. EMENTA: Estudo das concepções, métodos e formas de ensino na educação de jovens e adultos. Reflexão sobre o sentido social da educação de jovens e adultos. Estudo de propostas de alfabetização e de formas de avaliação para jovens e adultos. Reflexão sobre as políticas públicas de educação para jovens e adultos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARCELOS, Valdo. Educação de Jovens e Adultos – currículo e praticas pedagógicas. 3ªed. Vozes. 2010. SCHWARTZ, Susana. Alfabetização de Jovens e Adultos: Teoria e Prática. 2ªed. Vozes. 2012. GADOTTI, Moacir; ROMÃO, José Eustáquio. Educação de Jovens e Adultos - teoria, prática e proposta. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SAMPAIO, Maria Narcizo. Práticas de Educação de Jovens e Adultos. Autêntica. 2009. BARCELOS, Valdo. Formação de Professores para a Educação de Jovens e Adultos. Vozes. 2010 FREIRE, Paulo. Método Paulo Freire: Alfabetização de Adultos. Brasil: Editora Brasiliense S. A. 1988. CÓDIGO DISCIPLINA CURRÍCULOS E PROGRAMAS C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Conhecer as diferentes concepções curriculares existentes no campo educacional bem como a reflexão crítica das relações que há entre política pública, 34 sociedade, poder e currículo, fundamentando-se na elaboração, organização e implementação de propostas curriculares tendo como princípio a construção e reconstrução dos saberes. EMENTA: Desenvolvimento histórico das teorias do currículo no Brasil. Reflexão do currículo como instrumento pedagógico de construção e reconstrução dos saberes. Articulação das diferentes concepções e organizações curriculares, seus fundamentos teórico-práticos e as relações para a implementação de propostas curriculares baseadas nas políticas educacionais e no multiculturalismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACEDO, Roberto S. Currículo - campo, conceito e história. 6ªed. Vozes, 2012. SACRISTAN, José Gimeno. Saberes e Incertezas sobre o Currículo. Penso, 2013. MOREIRA, Antonio Flavio. Currículos e Programas no Brasil. 18ªed. Papirus. 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: GARCIA, R. L.; MOREIRA, A. F. B. (orgs.). Currículo na Contemporaneidade: incertezas e desafios. 4ªed. Cortez. 2012. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3ª ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2013. GENTIL, Heloisa Salles. Praticas Pedagógicas – política, currículo e espaço escolar. Junqueira e Marin. 2011. CÓDIGO DISCIPLINA AVALIAÇÃO EDUCACIONAL C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Compreender o papel da avaliação no cotidiano escolar como um campo da aprendizagem das ações educacionais, no sentido de uma atuação construtiva e significativa que contribua para o desenvolvimento permanente da comunidade escolar. EMENTA: Estudo dos conceitos de avaliação educacional. Análise dos instrumentos de avaliação. Fundamentação dos critérios de avaliação. Estudo dos conceitos de avaliação institucional e externa (governamentais). BIBLIOGRAFIA BÁSICA FREITAS, Luiz Carlos de. Avaliação Educacional: caminhando pela contramão. Petropolis: Vozes, 2012. FALIVENE, Julia Maria. Avaliação Educacional – da teoria a prática. LTC. 2013. LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem Escolar – estudos e preposições. 22 ed. São 35 Paulo: Cortez. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FREITAS, Dirce Mei Teixeira de. A Avaliação da Educação Básica no Brasil. Autores Associados. 2007. LUCK, Heloísa. Avaliação e Monitoramento do Trabalho Educacional. Vol.3 Vozes. 2013 DEPRESBITERIS, Léa. Avaliação Educacional em Três Atos. São Paulo: Editora SENAC, 2001. 6º SEMESTRE DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL LINGUAGENS E MEDIAÇÕES TECNOLÓGICAS 2 aulas 40 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Compreender as finalidades dos processos de inserção das tecnologias de informação e comunicação no contexto escolar incrementando as práticas pedagógicas e apontando elementos para a reconfiguração do sistema educacional. EMENTA: Identificação dos processos de diferentes linguagens e mediações tecnológicas na educação no contexto escolar. Organização e oferecimento de propostas de formação continuada e para a produção de materiais educativos em diversos suportes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEITE, Ligia S. Tecnologia Educacional – descubra suas possibilidades na sala de aula. 3ªed. Vozes, 2011. TAJRA, S. F. Informática na Educação - novas ferramentas pedagógicas para o professor. 9ª ed. Érica. 2012. MORAM, J. M.; MASSETTO, M.; BEHRENS, M. A. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 21ªed. São Paulo: Papirus. 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Fernando J. Educação e Informática – os computadores na escola. 5ªed. Cortez, 2012. OLIVEIRA, Ramon. Informática Educativa: dos planos e discursos à sala de aula. 17ªed. Papirus. 2014. KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e Ensino Presencial e a Distância. Campinas, SP: 9ª ed. Papirus Editora, 2013 (Série Prática Pedagógica). 36 DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DO ENSINO DA MATEMÁTICA 4 aulas 80 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Identificar o aprendizado matemático, desde sua origem, com toda a sua história, passando pelos últimos séculos, até os dias de hoje, estabelecendo paralelos entre as relações dos conteúdos do estudo da Matemática na Educação Básica. EMENTA: Abordagem do conhecimento matemático com embasamento na visão históricocultural. Estudo das alternativas metodológicas para o ensino da matemática nas séries iniciais. Estudo das orientações curriculares contidas no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI) e nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN´s) para o ciclo I. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PANIZZA, Mabel. Ensinar Matemática na Educação Infantil e nas Séries Iniciais. Penso. 2008. ANTUNES, Celso. Matemática e Didática. Vozes. 2010. FERREIRA, Viviane L. Metodologia do Ensino de Matemática. Cortez. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NACARATO, Adair Mendes. Matemática nos anos Iniciais do Ensino Fundamental – tecendo fios do ensinar e do aprender. Autentica. 2009. KAMII, Constance. A Criança e o Número. 39ªed. Papirus. 2013. HUETE, J. C. O Ensino da Matemática – fundamentos teóricos e bases psicopedagógicas. Penso. 2005. CÓDIGO DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL FUNDAMENTOS E PRÁTICAS DO ENSINO DA LÍNGUA PORTUGUESA 4 aulas 80 h/a OBJETIVOS: Analisar as concepções de alfabetização e as relações entre alfabetização e letramento, considerando as questões sócio-históricas e linguísticas e também as concepções teórico-metodológicas das práticas alfabetizadoras, incluindo adaptações curriculares do ensino de Língua Portuguesa para o portador de necessidades especiais. Conscientizar os alunos em relação ao valor da norma padrão e das variantes não padrões no ensino da Língua Portuguesa. 37 EMENTA: Fundamentos e metodologia do ensino da língua portuguesa nas séries iniciais. Estabelecimentos das relações entre leitura e escrita. Estudo das competências e habilidades da alfabetização e letramento. Apresentação dos gêneros discursivos. Estudo dos mecanismos de coesão e coerência nas diversas práticas textuais. Apresentação do ensino da língua portuguesa nas séries iniciais por meio de contextos teóricometodológicos, incluindo o portador de necessidades especiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, Celso. Língua Portuguesa e Didática. 2ªed.São Paulo: Vozes, 2010. ELIAS, Vanda Maria. Ensino de Língua Portuguesa – oralidade, escrita e leitura. Contexto, 2011. COELHO, Lígia Martha. Língua Materna nas Serie Iniciais do Ensino Fundamental. Vozes. 2009. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CANADAS, Marcos A. Ensino de Língua Portuguesa. Cengage, 2007. CANO, Marcio Rogerio. Língua Portuguesa. Vol.1 Col. A reflexão e a pratica o ensino. Blucher. 2012. FERREIRA, Andrea T. B. O Fazer Cotidiano na Sala de Aula - a organização do trabalho pedagógico no ensino da língua materna. Autêntica, 2012 DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL DIDÁTICA, ESTRATÉGIAS E RECURSOS DA EDUCAÇÃO DE PESSOAS DEFICIENTES 2 aulas 40 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Promover a observação das características dos educandos com deficiência, de modo a oferecer-lhes atividades mais interessantes e desafiadoras ao seu potencial. Conscientizar o aluno da importância de sua atuação para a qualificação do processo de inclusão escolar. Preparar e desenvolver didáticas visando criar estratégias para os futuros profissionais que atuam na rede de ensino, a partir da prática inclusiva. EMENTA: Estudo da didática e estratégias para o acesso ao conhecimento e aos ambientes sociais e escolares de alunos com deficiência. Compreensão dos mecanismos que envolvem a educação inclusiva e de suas implicações na prática educacional como um todo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA REILY, Lucia. Escola Inclusiva: linguagem e mediação. 4ªed. Papirus. 2014. CAIADO, Kátia. Pratica Pedagógica na Educação Especial – multiplicidade do atendimento educacional especial. Junqueira & Marin. 2013. 38 DRAGO, Rogerio. Educação Especial e Educação Inclusiva: Conhecimentos, Experiências, Formação. Junqueira & Marin. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SIMÃO, Flavia. Inclusão – educação especial – educação essencial. Cia dos livros. 2010. PACHECO, José. Caminhos para Inclusão. Penso. 2007. GAIO, Roberta. Caminhos Pedagógicos da Educação Especial. 8ªed. Vozes. 2012. CÓDIGO DISCIPLINA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80h/a OBJETIVOS: Conhecer a linguagem Brasileira de Sinais enquanto linguagem e enquanto código diferente da língua portuguesa. Possibilitar o desenvolvimento linguístico, social e intelectual daquele que a utiliza enquanto instrumento comunicativo, favorecendo seu acesso ao conhecimento cultural- científico, bem como a integração no grupo social ao qual pertence , ampliando sua participação individual e profissional nesse meio. EMENTA: Linguagem audiovisual características e propriedades. Libras e língua portuguesa. Estudo básico da estrutura e do funcionamento dessa linguagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa? Parábola, 2009. GESSER, Audrei. O Ouvinte e a Surdez – sobre ensinar e aprender libras. Parábola, 2012. QUADROS, Ronice M. Língua de Sinais – instrumentos de Avaliação. Artmed, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.1. Ciranda Cultural, 2009. FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.2. Ciranda Cultural, 2009. FRIZANCO, Mary L. E; HONORA, Márcia. Livro Ilustrado da Língua Brasileira de Sinais. Vol.3. Ciranda Cultural, 2009. CÓDIGO DISCIPLINA A INCLUSÃO DE PESSOAS COM C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a 39 NECESSIDADES ESPECIAIS NA EDUCAÇÃO BÁSICA OBJETIVOS: conhecer os princípios motivadores da educação para pessoas deficientes nos documentos oficiais. Saber ler, compreender e refletir os conceitos teóricos da educação para pessoas deficientes. Pesquisar e aprofundar princípios gerais e específicos que envolvem a educação inclusiva. EMENTA: estudo dos fundamentos históricos da política de educação de pessoas deficientes. Compreensão das transformações históricas da educação inclusiva, com vistas à construção de uma prática pedagógico-educacional inclusiva – favorecedora do acesso e permanência do aluno com deficiência. Reflexão dos princípios éticos e da aceitação da diversidade humana, em seus aspectos sociais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SIMÃO, Flavia. Inclusão: Educação Especial, Educação Essencial. Cia dos Livros. 2010. REILY, Lucia. Escola Inclusiva: linguagem e mediação. 4ªed. Papirus. 2014. PACHECO, José. Caminhos para Inclusão. Penso. 2007. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PADILHA, Ana Maria. Praticas Pedagógicas na Educação Especial. 4ªed. Autores Associados. 2007. DRAGO, Rogerio. Educação Especial e Educação Inclusiva: Conhecimentos, Experiências, Formação. Junqueira & Marin. 2011. CAIADO, Kátia. Pratica Pedagógica na Educação Especial – multiplicidade do atendimento educacional especial. Junqueira & Marin. 2013. CÓDIGO DISCIPLINA PRÁTICAS CURRICULARES I C/H SEMANAL CARGA TOTAL 50 horas OBJETIVOS: Oportunizar a participação em atividades de caráter científico, cultural, acadêmico e social. Fortalecer a articulação teoria/prática. Ampliar o universo cultural bem como os horizontes da prática. Enriquecer a formação profissional e social. Favorecer a convivência com as diferenças sociais. Produzir novos saberes. Preparar sujeitos capazes de deliberar sobre a própria prática, a partir da objetivação, questionamento, reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. EMENTA: Realização de atividades que transcendam o espaço de sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação formal, respeitando a articulação teoria/prática. Conhecimento da realidade da comunidade, das famílias e dos próprios discentes. Participação em atividades de caráter científico, cultural e acadêmico, em 40 atividades voltadas à pesquisa, reflexão e intervenção em situações-problema na comunidade escolar ou extra-escolar; projetos sociais e produção de trabalhos científicos diversos. Produção de novos saberes a partir da objetivação, questionamento, reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. Registro formal de todas as atividades. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JEZINE, Edineide. Educação e Movimentos Sociais: novos olhares. 2ªed. Alínea. 2011. SOARES, Vilmabel. Práticas Pedagógicas Vivenciais. Vozes, 2010. PIMENTA, Selma Garrido. (org.). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. 8ªed. Cortez. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, Fernando. A Epistemologia do Professor: o cotidiano da escola. Vozes, 2009. CHARLOT, Bernard. Da Relação com o Saber as Praticas Educativas. Cortez. 2013. ZABALA, A. A Prática Educativa: como ensinar. Trad. Ernani F. da F. Rosa. Editora ArtMed. Porto Alegre, 1998. 7º SEMESTRE CÓDIGO DISCIPLINA PESQUISA EDUCACIONAL C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Propiciar a compreensão da atual discussão epistemológica sobre o conhecimento e as perspectivas atuais da pesquisa em educação relacionados à formação do educador. Fornecer instrumentos teórico-metodológicos para desenvolvimento e elaboração da pesquisa. EMENTA: Estudo da pesquisa como condição essencial para a produção de conhecimento. Reflexão sobre a pesquisa e a prática no cotidiano do educador. Reflexões referentes à produção do conhecimento científico, por meio das quais fornece subsídios para que o aluno elabore o seu Trabalho de Conclusão de Curso – TCC. Análise da pesquisa como processo de tomada de decisões nas diferentes etapas da aprendizagem. Estudo dos princípios de formação profissional numa perspectiva crítica, teórica, ética e criativa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SANTOS FILHO, José. Pesquisa Educacional – quantidade – qualidade. Cortez. 2013. FAZENDA, Ivani, (org). A Pesquisa em Educação e as Transformações do Conhecimento. 41 Campinas; Papirus, SP. 2011. MALHEIROS, Bruno. Metodologia da Pesquisa em Educação. LTC. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUNHA, Maria Isabel da. O Bom Professor e sua Prática. — Campinas, SP: Papirus, 1989. (Coleção Magistério: Formação e Trabalho Pedagógico). TARDIF, Maurice. Saberes Docentes e Formação Profissional. Maurice Tardif. — Petrópolis, RJ: Vozes, 2002. GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo. 5ªed. Atlas, 2010 CÓDIGO DISCIPLINA GESTÃO ESCOLAR NA EDUCAÇÃO BÁSICA C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a OBJETIVOS: Identificar os conceitos de administração e gestão. Reconhecer a realidade escolar nos diferentes níveis de ensino no que tange a gestão educacional. Identificar a dimensão das relações funcionais do gestor com os demais profissionais. Desenvolver as competências necessárias para uma gestão voltada às necessidades educacionais da comunidade. EMENTA: Visão introdutória do fenômeno administrativo, buscando identificar seus fatores sócio-cultural- histórico- político e ético, a partir das teorias e modelos dos principais autores da área, com especial ênfase aos da sociedade moderna e contemporânea, identificando princípios, aspectos que possam ser aplicados com êxito, na gestão. Estudo de gestão democrática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LÜCK, Heloisa. Concepções e Processos Democráticos de Gestão Educacional. 8 ed. Vozes. 2012. CALDERON, Adolfo. Políticas e Gestão da Educação - desafios em tempos de mudanças. Autores Associados. 2013. SANTOS, Clóvis Roberto. A Gestão Educacional e Escolar na Modernidade. Learning, 2008. Cengage BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDROTTI, Azilde L. História da Administração Escolar no Brasil: do diretor ao gestor. 2ªed. Alínea. 2013 42 PARO, Vitor Henrique. Administração Escolar: introdução crítica. São Paulo: Cortez, 1996. MARTINS, José do Prado. Administração Escolar: uma abordagem crítica do processo. São Paulo: Atlas, 1991. DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL EDUCAÇÃO NAS ÁREAS DE APOIO E SERVIÇO ESCOLAR 4 aulas 80 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Capacitar o futuro pedagogo para o ato educativo em ambientes escolares. Apresentar elementos que propiciem a elaboração de projetos educativos, formativos, vocativos e de qualificação profissional tendo o trabalho educativo como categoria fundante do mundo humano. Preparar profissionais comprometidos com um projeto de transformação social. EMENTA: Estudo sobre a capacitação do futuro pedagogo para o trabalho de apoio escolar aos alunos da escola básica. Elaboração de projetos educacionais voltados às dificuldades de aprendizado, de relacionamento, na resolução de problemas pessoais, escolares e familiares e vocacionais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GIACAGLIA. Lia Renata A; PENTEADO. Wilma Millan A. Orientação Educacional na Prática princípios técnicas instrumentos. 6ªed. Cengage. 2011. AMARAL, Josiane C. S. R. do. Fundamentos de Apoio Educacional. Penso, 2014. GRINSPUN, Mirian P.S. Zippin.A Prática dos Orientadores Educacionais. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: VALENTINI, Deborah B. Orientação Vocacional - o que as escolas tema a ver com isso? Papirus, 2013. GRINSPUN, Mirian P.S. Zippin. A Orientação Educacional: conflito de paradigmas e alternativas para a escola. 5ª ed. São Paulo: Cortez, 2011. LUCK, Heloisa. Planejamento em Orientação Educacional. Vozes. 2011. CÓDIGO DISCIPLINA GESTÃO DA EDUCAÇÃO INFANTIL C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Conhecer e interpretar a legislação educacional pertinente às instituições escolares de educação infantil. Identificar a dimensão das políticas públicas na estrutura 43 organizacional do ensino infantil. Formar o profissional apto a gerir instituições de Educação Infantil. EMENTA: Estudo sobre gestão sustentável de escolas de educação infantil e creche. Estudo das ações específicas, competências e habilidades para gerir escolas e classes que atendam a Educação Infantil. Análise das políticas públicas e da legislação para a Educação Infantil. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GUIMARÂES, Daniela. Relações entre Bebês e Adultos na Creche – o cuidado como ética. Cortez. 2011. OSTETTO, Luciana. Educação Infantil – saberes e fazeres da formação de professores. 5ªed. Papirus. 2014. MEDEL, Cássia Ravena. Educação Infantil: da construção do ambiente as práticas pedagógicas. Vozes. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ONGARI, Barbara. A Educadora de Creche - construindo identidades. Cortez. 2003. BECCHI, Egle. Idéias Orientadoras para a Creche: a qualidade negociada. Autores Associados. 2012. OLIVEIRA, Ana Auxiliadora. Gestão Educacional: novos olhares, novas abordagens. 9ªed. Vozes. 2011. CÓDIGO DISCIPLINA ESTATÍSTICA APLICADA À EDUCAÇÃO C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Compreender todas as etapas do método estatístico, bem como reconhecer a estatística como uma ferramenta para inferir conclusões nos campos que constituem os saberes da docência. EMENTA: Introdução dos princípios básicos da estatística e suas variadas aplicações. Compreensão e utilização de seus principais instrumentos de análise. Aplicação de conceitos estatísticos no campo da educação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: NACARATO, Adair Mendes. Estatística e Probabilidade na Educação Básica. Mercado de Letras, 2013. ROCHA, Sergio. Estatística Geral e Aplicada. Atlas. 2014. COSTA, Giovani Glaucio de Oliveira. Curso de Estatística Básica. Atlas. 2011. 44 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: NAZARETH, Helenalda Resende de Sousa. Curso Básico de Estatística. 12 ed. São Paulo: Ática, 2003. VIEIRA, Sonia. Elementos de Estatística. 4 ed. São Paulo: Atlas,2003. MARTINS, Gilberto de Andrade. Estatística Geral e Aplicada. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2002. DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL LEGISLAÇÃO E NORMAS NA EDUCAÇÃO NACIONAL 4 aulas 80 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Reconhecer as funções e o direito da legislação estabelecido nas políticas públicas. Reconhecer que a ação educativa deve ser fundamentada na atual LDB 9.394/96, posicionando-se critica e ativamente como profissional do ensino, frente aos problemas educacionais identificando-os nas atuais políticas públicas. Aplicar os conhecimentos da legislação, assegurando uma vivência institucional norteadora para as questões do cotidiano escolar. Conhecer e analisar as políticas afirmativas. EMENTA: Reflexão sobre o sistema educacional brasileiro e a organização formal da escola. Estudo sobre o ensino da Educação Básica na legislação educacional vigente. Reflexão as políticas de ações afirmativas da educação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FONTOURA, Iara P. LDB - Lei 9394/96 Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Juruá Editora. 2014. SANTOS, Pablo Silva Machado Bispo dos. Guia Prático da Política Educacional no Brasil: ações, planos, programas e impactos. São Paulo: Cengage Learning. 2012. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org.). Projeto Político-Pedagógico da Escola: uma construção possível. Papirus, 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALMEIDA, Maria de Lourdes Pinto de; PEREIRA, Elisabete Monteiro de Aguiar. (orgs.). Políticas Educacionais de Ensino Superior no Século XXI: um olhar transnacional. Mercado de Letras. 2011. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO FUNDAMENTAL. Referencial Curricular para a Educação Infantil. Volumes I, II e III. MEC/SEF. Brasília, 1998. BRZEZINSKI, I. LDB Interpretada: diversos olhares se intercruzam. 8ª ed. Editora Cortez. São Paulo, 2003. 45 CÓDIGO DISCIPLINA C/H SEMANAL PRÁTICAS CURRICULARES II CARGA TOTAL 50 horas OBJETIVOS: oportunizar a participação em atividades de caráter científico, cultural, acadêmico e social. Fortalecer a articulação teoria/prática. Ampliar o universo cultural bem como os horizontes da prática. Enriquecer a formação profissional e social. Favorecer a convivência com as diferenças sociais. Produzir novos saberes. Preparar sujeitos capazes de deliberar sobre a própria prática, a partir da objetivação, questionamento, reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. EMENTA: Realização de atividades que transcendam o espaço de sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação formal, respeitando a articulação teoria/prática. Conhecimento da realidade da comunidade, das famílias e dos próprios discentes. Participação em atividades de caráter científico, cultural e acadêmico, em atividades voltadas à pesquisa, reflexão e intervenção em situações-problema na comunidade escolar ou extraescolar; projetos sociais e produção de trabalhos científicos diversos. Produção de novos saberes a partir da objetivação, questionamento, reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. Registro formal de todas as atividades. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JEZINE, Edineide. Educação e Movimentos Sociais - novos olhares. 2ªed. Alínea. 2011. SOARES, Vilmabel. Práticas Pedagógicas Vivenciais. Vozes, 2010. PIMENTA, Selma Garrido. (org.). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. 8ªed. Cortez. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, Fernando. A Epistemologia do Professor - o cotidiano da escola. Vozes, 2009. CHARLOT, Bernard. Da Relação Com o Saber as Praticas Educativas. Cortez. 2013. ZABALA, A. A Prática Educativa: como ensinar. Trad. Ernani F. da F. Rosa. Editora ArtMed. Porto Alegre, 1998. 8º SEMESTRE CÓDIGO DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL GESTÃO EDUCACIONAL EM AMBIENTES NÃO ESCOLARES 4 aulas 80 h/a OBJETIVOS: Analisar as políticas e a gestão educacional relacionando-as com a formação do pedagogo nos e para os processos escolares e não escolares a fim de subsidiar a construção 46 de sua identidade. Capacitar profissionais para atuação em espaços não escolares. Reconhecer o ato e a gestão educacional como elementos também existentes em espaços não escolares. EMENTA: Análise das políticas públicas e da gestão educacional com ênfase na identidade do pedagogo. Reflexão sobre conceitos e dimensões sócio-políticos da estrutura de espaços não escolares. Conhecimento de princípios e práticas pedagógicas no processo de estruturação e organização de ambientes sócio-educativos em espaços não escolares. Gestão de programas e projetos educacionais voltados para pedagogia social de rua, em ambientes empresariais, hospitalares e da melhoria de qualidade de vida. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: GOHN, M. da G. Movimentos Sociais e Educação. 8ªed. Cortez, 2012. GOHN, Maria da Gloria. Educação não Formal e o Educador Social. Cortez. 2010. LIMA, L. C. A Escola como Organização Educativa. 4ªed. Cortez. 2011. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MONTERIO, Eduardo. Gestão Escolar – perspectivas, desafios e função social. LTC. 2013. MATOS, Elizete Moreira. Pedagogia Hospitalar - a humanização integrando educação e saúde. Vozes. 2012. CALDERON, Adolfo. Políticas e Gestão da Educação - desafios em tempos de mudanças. Autores Associados. 2013. CÓDIGO DISCIPLINA POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Identificar os fundamentos das políticas aplicadas à educação e seu significado atual, enfocando a reforma do Estado, da educação e a intervenção no currículo escolar, tendo como base de suas questões transversais, o exercício do poder, a centralização, a descentralização, o público e o privado, a democratização e a cidadania. EMENTA: Abordagem, a partir de uma análise histórica conceitual e interdisciplinar, de aspectos referentes às relações entre políticas públicas, capitalismo e educação. Análise sobre a concepção de Estado e da(s) ações governamentais e programas de intervenção historicamente implementadas na sociedade. Propostas de debates sobre as relações de produção e a função social da educação, considerando as contribuições da Filosofia, da Sociologia, da Antropologia e da Ciência Política. Identificação das problemáticas da racionalidade, do trabalho, do mundo simbólico, das instituições sociais e políticas em seus aspectos globais e locais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAUJO, Ronaldo Marcos de Lima. Políticas Publicas Educacionais. 2 ed. Campinas, SP: 47 Alínea. 2011. BARONE, Rosa E. Educação e Políticas Publicas. Junqueira e Marin. 2008. LIBÂNEO, José Carlos; OLIVEIRA, João Ferreira de; TOSCHI, Mirza Seabra. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. 10 ed. Cortez. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DEMO, Pedro. Política Social, Educação e Cidadania. 13ªed. Papirus. 2014. LUENA, Carlos. Capitalismo, Estado e Educação. Alínea. 2008. GOMES, Alfredo Macedo. Políticas Publicas e Gestão da Educação. Mercado de Letras. 2012. CÓDIGO DISCIPLINA CORPO E MOVIMENTO C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Refletir sobre a concepção do corpo nos dias atuais e sua utilização em favor da educação. Orientar sobre práticas corporais voltadas a crianças em idade escolar, com a finalidade de conhecimento e desenvolvimento de posturas corporais. Orientar o trabalho do professor na constituição da corporeidade do aluno. EMENTA: Apresentação das diferentes linguagens corporais e artísticas em suas relações com o processo educacional. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GONÇALVES, Maria L. M. Sentir, Pensar, Agir - corporeidade e educação. 15ªed. Papirus, 2013. DAOLIO, Jocimar. Da Cultura do Corpo. 17ªed. Papirus. 2014. MOREIRA, W. W. Corpo em Movimento na Educação Infantil. 1 ed. Ed. Cortez, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DOWBOR, Fátima Freire. Quem Educa Marca o Corpo do Outro. São Paulo: Cortez, 2007. FREIRE, J. B. Educação de Corpo Inteiro - teoria e prática da educação física. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 2010. MIRANDA, Simão de. Oficina de Ludicidade na Escola. Papirus. 2013. CÓDIGO DISCIPLINA SEMINÁRIOS SOBRE EDUCAÇÃO, GÊNERO C/H SEMANAL 4 aulas CARGA TOTAL 80 h/a 48 E SEXUALIDADE OBJETIVOS: Propiciar o conhecimento das questões que envolvem a educação de gênero e de sexualidade. Analisar e compreender a presença da diversidade sexual na escola. Preparar o futuro profissional para lidar com situações de conflito em relação à sexualidade. EMENTA: Discussão sobre os sentidos da sexualidade: natureza, cultura e educação, orientação sexual na escola, os territórios possíveis e necessários; sexo e gênero: masculino e feminino na qualidade da educação. Estudo do desenvolvimento sexual infantil, da educação sexual das famílias, do trabalho integrado família-escola na educação sexual das crianças, do tabu da sexualidade nas famílias e na escola. Construção do conceito da diversidade sexual. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOURO, Guacira Lopes. Corpo, Gênero, Sexualidade - um debate contemporâneo na educação. 9ªed. Vozes. 2011. LOURO, Guacira Lopes. Gênero, Sexualidade, Educação - uma perspectiva pós espiritualista. 14ªed. Vozes. 2011. BONFIM, Cláudia. Desnudando a Educação Sexual. Papirus, 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR EGYPTO, Antonio C. Orientação Sexual na Escola - um projeto apaixonante. 2ªed. Cortez, 2012. FURLANI, Jimena. Educação Sexual na Sala de Aula. Autêntica, 2011. TEIXEIRA, Adla B. M. Discutindo Relações de Gênero na Escola – reflexões e propostas para a ação docente. Junqueira e Marin, 2009. DISCIPLINA C/H SEMANAL CARGA TOTAL TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC 2 aulas 40 h/a CÓDIGO OBJETIVOS: Vivenciar a experiência de uma pesquisa aplicada ao campo específico da área de estudo. Permitir momentos de exercício do raciocínio lógico para preparação de trabalhos científicos e da prática docente. Elaborar o trabalho de conclusão de curso. EMENTA: Aprofundamento das informações e referenciais teóricos e metodológicos para o desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 49 MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de Metodologia Científica. 7ªed. São Paulo: Atlas, 2010 LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. 6ªed. São Paulo: Atlas, 2011. GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo. 5ªed. Atlas, 2010 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DEMO, Pedro. Metodologia do Conhecimento Científico. São Paulo: Atlas, 2000. SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2002. PINHEIRO, Duda. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC - Guia Prático para Elaboração de Projetos. Atlas, 2010 CÓDIGO DISCIPLINA LITERATURA INFANTO-JUVENIL C/H SEMANAL 2 aulas CARGA TOTAL 40 h/a OBJETIVOS: Articular a literatura infantil no contexto educacional, estabelecendo rede de significações, que criem oportunidades de integrar as experiências de vida (re )direcionando a natureza cognitiva, estética, política e ética do ambiente escolar. EMENTA: Reflexão sobre o papel da escola na formação do leitor. Estudo da origem, evolução e tendências da literatura infantil na Europa e no Brasil, tendo por foco as características dos contos de fadas tradicionais e modernos. Estudo da literatura infantil brasileira atual e suas características no contexto literário infanto-juvenil: linguagem, conteúdo e forma. Critérios de seleção de texto literários infanto-juvenis. Análise de obras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LAURITTI, Thiago. Literatura Infantil e Juvenil e Suas Múltiplas Abordagens. Paco, 2013. SOUZA, Ana Aparecida. Literatura Infantil na Escola. Autores Associados. 2010. SILVA, Cleber F. Literatura Infantil Juvenil. Autêntica, 2013. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SILVA, Ezequiel T. Elementos da Pedagogia da Leitura. 4ªed. Martins Fontes. 2002. SOARES, Magda. Literatura Infantil – políticas e concepções. Autentica. 2008. CADEMARTORI, Ligio. O Que é Literatura Infantil. 2ªed. Brasiliense. 2010. CÓDIGO DISCIPLINA C/H CARGA TOTAL 50 RELAÇÕES SOCIAIS NA ESCOLA SEMANAL 4 aulas 80 h/a OBJETIVOS: Identificar e compreender as relações sociais e éticas que se desenvolvem no âmbito escolar e suas implicações na formação do indivíduo e do grupo. EMENTA: Reflexão sobre a função da escola enquanto espaço sociocultural. Estudo dos paradigmas da educação e da ética que permeia a cultura organizacional e as relações nos espaços escolares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACHADO, Nilson J. Ética e Educação - pessoalidade, cidadania didática, epistemologia. Ateliê, 2012 RIOS, Terezinha A. Ética e Competência. São Paulo, Cortez, 2011. GRINSPUN, MIRIAN PAURA. Autonomia e Ética na Escola – o novo mapa da educação. Cortez. 2014. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TOGNETTA, Luciene Regina. Quando a Escola é Democrática – um olhar sobre a pratica das regras e assembleias na escola. 2ªed. Mercado de letras. 2011. GALLO, Sílvio. Ètica e Cidadania - caminhos da filosofia, elementos para o ensino da filosofia. 20. ed. Campinas: Papirus, 2014. DIAS, J. M. De Barros. Ética e Educação. Juruá, 2013. CÓDIGO DISCIPLINA PRÁTICAS CURRICULARES III C/H SEMANAL CARGA TOTAL 40 horas OBJETIVOS: Oportunizar a participação em atividades de caráter científico, cultural, acadêmico e social. Fortalecer a articulação teoria/prática. Ampliar o universo cultural bem como os horizontes da prática. Enriquecer a formação profissional e social. Favorecer a convivência com as diferenças sociais. Produzir novos saberes. Preparar sujeitos capazes de deliberar sobre a própria prática, a partir da objetivação, questionamento, reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. EMENTA: Realização de atividades que transcendam o espaço de sala de aula para o conjunto do ambiente escolar e da própria educação formal, respeitando a articulação teoria/prática. Conhecimento da realidade da comunidade, das famílias e dos próprios discentes. Participação em atividades de caráter científico, cultural e acadêmico, em atividades voltadas à pesquisa, reflexão e intervenção em situações-problema na comunidade escolar ou extraescolar; projetos sociais e produção de trabalhos científicos diversos. Produção de novos saberes a partir da objetivação, questionamento, reflexão, partilha e aperfeiçoamento do próprio ensino. Registro formal de todas as atividades. 51 BIBLIOGRAFIA BÁSICA JEZINE, Edineide. Educação e Movimentos Sociais: novos olhares. 2ªed. Alínea. 2011. SOARES, Vilmabel. Práticas Pedagógicas Vivenciais. Vozes, 2010. PIMENTA, Selma Garrido. (org.). Saberes Pedagógicos e Atividade Docente. 8ªed. Cortez. 2012. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BECKER, Fernando. A Epistemologia do Professor: o cotidiano da escola. Vozes, 2009. CHARLOT, Bernard. Da Relação com o Saber às Praticas Educativas. Cortez. 2013. ZABALA, A. A Prática Educativa: como ensinar. Trad. Ernani F. da F. Rosa. Editora ArtMed. Porto Alegre, 1998. 52 7. METODOLOGIA DE ENSINO As metodologias de ensino a serem adotadas pelos cursos da IES foram definidas em função do perfil do ingressante e a da realidade em que o aluno está inserido. Análise da CPA e NDE´s da Faculdade identificou nos ingressantes formação incompleta do ensino médio. Chama a atenção, em particular, sua dificuldade em ler e interpretar textos acadêmicos. Consequentemente, a capacidade de produção escrita é limitada. Assim como a maioria dos brasileiros, o discente da FAFIP está inserido em um contexto de rápidas transformações. Tal ambiente enseja a formação de um comportamento mais dinâmico, criativo e participativo. Constatada esta realidade, foi delineada uma metodologia de ensino baseada no sociointeracionismo, que consiste em permitir que o aluno construa seu próprio saber, a partir das trocas de experiência no ambiente acadêmico e externo, entendendo o papel primordial do professor como um mediador, que irá abrir os caminhos para a aprendizagem. Dessa forma, metodologia vai ao encontro da realidade e das necessidades do aluno, buscando sua autonomia intelectual e preparando-o para as mudanças no universo do conhecimento. Pretende-se que a metodologia ensino de graduação propicie ao aluno constituir competências, habilidades e atitudes de forma crítica e criativa, estimulando-o a resolver problemas, estudar casos, intervir em realidades, fazer predições sempre de forma ágil, versátil e ética, buscando seu autoaprimoramento e autorrealização como pessoa e como cidadão, qualificando-o profissionalmente, tornando-o ciente de suas responsabilidades, usando para isso os recursos do conhecimento em seus vários níveis e modalidades, além das vivências e intervenções em realidades do seu cotidiano próximo ou remoto. Na prática, adotam-se as seguintes iniciativas pedagógicas: a) Estímulo à leitura, interpretação e produção de textos, preparando o aluno para aprender a aprender; 53 b) Busca permanente de uma formação científica, entendendo o conhecimento como uma construção humana contínua; c) Abordagem interdisciplinar e transdiciplinar, considerando que os problemas e questões do universo do conhecimento extrapolam o isolamento de cada disciplina; d) Interação entre teoria e prática, tanto nas disciplinas curriculares quanto nos estágios supervisionados; e) Equilíbrio entre aulas expositivas e participativas, valorizando a iniciativa do aluno e a constituição de competências, para que os conhecimentos possam refletir-se nas ações; f) Estímulo ao trabalho em equipe, uma vez que nenhum profissional, no mundo contemporâneo, trabalha isoladamente; g) Distribuição das disciplinas de formação básica nos primeiros anos dos cursos; h) Uso correto da Língua Portuguesa, sem abuso da erudição; i) Utilização de recursos áudio-visuais e de tecnologia aplicada à educação; j) Valorização do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), como demonstração da capacidade de investigação científica. k) Adoção de um programa de nivelamento para alunos com dificuldades em língua portuguesa e matemática. 54 8. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM O sistema de avaliação do processo de ensino-aprendizagem da Faculdade tem um caráter diagnóstico e processual, pois ajuda o professor e o aluno a aferir resultados alcançados, considerando os conhecimentos necessários e as competências a serem constituídas. A partir daí, ambos poderão refletir sobre sua prática e buscar formas de solucionar problemas de aprendizagem ainda durante o processo e não apenas no final do semestre letivo. Outro aspecto importante da avaliação é seu caráter formativo. Partindo-se do compromisso da Instituição em formar profissionais com autonomia intelectual, a avaliação envolve a aplicação de provas, a prática de seminários e o desenvolvimento de projetos e trabalhos, individuais ou em grupo, sempre contextualizados para o desenvolvimento das competências requeridas. O aproveitamento escolar é verificado em cada componente curricular, por meio de um acompanhamento contínuo do aluno, da seguinte forma: Há uma nota para cada bimestre letivo, composta pela avaliação de seminários, de trabalhos, de projetos e de uma prova escrita. Conforme previsto no Regimento da Instituição, as diversas formas de avaliação dos componentes curriculares terão seus resultados em notas de 0 a 10, permitindo sua fração em cinco décimos. Para o cálculo da média bimestral, deve ser atribuído peso 7 para a prova escrita e peso 3 para as demais formas de avaliação. É considerado aprovado no semestre o aluno que obtiver média aritmética dos dois bimestres igual ou superior a 7. Tendo obtido média semestral inferior a 7 e não inferior a 3, o aluno pode realizar o exame final. Nesse caso, a média aritmética entre a nota do exame final e a média semestral deverá ser igual ou superior a 5. No Estágio Supervisionado a avaliação é realizada pelo Coordenador de Estágio com base no Relatório Final de estágio, no qual o aluno recebe a menção "suficiente" ou "insuficiente". No Trabalho de Conclusão de Curso o aluno deve elaborar um artigo e apresentá-lo a uma banca composta por três professores, responsável por avaliar a constituição de competências para a pesquisa científica em Educação. Será aprovado o trabalho com nota igual ou superior a 7. Diante do exposto, o sistema de avaliação da Faculdade é parte integrante do processo de ensino-aprendizagem em três dimensões: diagnóstica, processual e formativa. 55 9. FORMA DE ACESSO AO CURSO O acesso à Faculdade ocorre por meio de Processo Seletivo. Todos os candidatos participam de uma redação classificatória e eliminatória sobre temas da sociedade contemporânea e conhecimentos próprios do ensino médio. Assim, a prova possibilita identificar as habilidades do candidato em sintonia com as Diretrizes e os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Médio. O aluno também pode ingressar na IES por meio de transferência. 56 10.ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO O Estágio Supervisionado do curso de Pedagogia da FAFIP oferece ao aluno a vivência de situações da prática docente e de gestão, com a finalidade de desenvolver suas competências profissionais. Esta atividade é realizada em três componentes da matriz curricular: 1. Estágio Supervisionado em Educação Infantil e Ensino Fundamental 1, com carga de 150 horas, realizado no 5º semestre do curso; 2. Estágio Supervisionado na Educação de Jovens e Adultos na Educação de Pessoas com Necessidades Especiais, com carga 100 horas, no 6º semestre do curso; 3. Estágio Supervisionado em Gestão Escolar, com carga de 50 horas, no 7º semestre do curso. O desenvolvimento do Estagio Supervisionado deve obedecer aos seguintes critérios: • O professor orientador tem como incumbência supervisionar, acompanhar e elaborar, juntamente com os alunos, os planos de ensino e relatórios de estágio; • O Estágio Supervisionado em Educação Infantil e o Estágio Supervisionado em Ensino Fundamental devem ser compostos por atividades de observação e regência, sendo que a regência deve ocorrer após a fase de observação, sempre acompanhada de um plano de ensino ; • O Estágio Supervisionado em Gestão Escolar deve ser composto por atividades de leitura dos documentos pedagógicos e administrativos e de observação da gestão da unidade escolar; • O estagiário que exerça atividade docente regular na sua modalidade de estágio poderá ter redução de carga horária do estágio curricular de até 50% (cinquenta por cento) conforme o determinado pela Resolução CNE/CP 2 de 19 de fevereiro de 2002; • A jornada de atividade em estágio não deverá entrar em conflito com o horário de aulas da faculdade; • Os alunos de Estágio Supervisionado em Educação Infantil, em Ensino Fundamental e em Gestão Escolar sujeitam-se a comprovação de aproveitamento, mediante a apresentação do relatório final e da ficha de controle do estágio, com demonstração da carga horária 57 cumprida. Ao final do processo, o orientador decide com a menção de Suficiente ou Insuficiente. 58 11.TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Na FAFIP, o Trabalho de Curso é concebido como iniciação à investigação científica. Este trabalho assume um papel importante no Projeto Pedagógico do curso de Pedagogia, à medida que colabora para o desenvolvimento da autonomia intelectual do aluno e permite ao futuro professor manter-se sempre atualizado. É importante salientar que o foco da pesquisa é o próprio processo de ensino-aprendizagem, considerando que as situações em sala de aula não se repetem e exigem do professor uma adequada interpretação. Para que o aluno possa elaborar seu Trabalho de Curso com desenvoltura, a matriz curricular foi organizada da seguinte forma: • No primeiro ano, as disciplinas Comunicação e Expressão e Produção Textual em Educação propiciam o desenvolvimento das habilidades de leitura, interpretação e produção textual. • No segundo semestre, a disciplina Metodologia da Pesquisa e do Trabalho prepara o aluno para determinados procedimentos de pesquisa, como levantamento de hipóteses, delimitação de problemas, sistematização de informações, análise de dados e conhecimento das normas da ABNT. Essa formação em pesquisa é reforçada no quarto semestre com o componente curricular Leitura, Interpretação e Produção de Textos Acadêmicos e no sétimo semestre com o componente Pesquisa Educacional. • No oitavo semestre, o aluno é matriculado em Trabalho de Conclusão de Curso – TCC – e é encaminhado para um orientador, para o desenvolvimento do Trabalho de Curso. Dependendo do objetivo e alcance do projeto de pesquisa, o orientador recomenda sua elaboração no formato de Monografia ou Artigo Científico, dentro das normas da ABNT. Por fim, o Trabalho é apresentado em um evento organizado pela Instituição, a Semana de Estudos Acadêmicos (SEA), com participação docente e discente. A elaboração e apresentação do Trabalho de Curso, no terceiro ano, é atividade obrigatória. Será considerado aprovado o aluno que cumprir os prazos regimentais da entrega do Trabalho e obtiver nota final igual ou superior a 7, atribuída pela banca de defesa. 59 12.ATIVIDADES COMPLEMENTARES As Atividades Complementares representam uma oportunidade de ampliação do universo cultural e científico do aluno. Sendo um componente curricular do curso de Pedagogia, o aluno deve cumprir 100 horas de atividades, que contam para a integralização da carga horária total do curso. Atendendo aos pareceres CNE/CP 9/2001 e CNE/CP 28/2001, seu desenvolvimento acontece fora da sala de aula, em atividades como participação em seminários e cursos de extensão, realização de pesquisas, desenvolvimento de projetos educacionais, consultas a bibliotecas, viagens culturais, visitas a museus, sessões de cinema, teatro, etc. Conforme estabelecido em regulamento próprio, o aluno tem a liberdade de escolher entre as atividades listadas acima, desde que não haja concentração em uma ou duas delas. Cabe à Coordenação de Atividades Complementares avaliar a adequação das atividades escolhidas pelos discentes à proposta do regulamento. Com o intuito de proporcionar maior qualidade no desenvolvimento das Atividades Complementares, a Faculdade promove eventos, atividades culturais e firma convênios com entidades da região. Dentre os eventos e atividades culturais destacam-se: i) Semana Regional de Educação, ii) Semana de Estudos Acadêmicos, iii) Cine FAFIP, iv) cursos de extensão, v) palestras e vi) excursões culturais. Os convênios, firmados com base em uma proposta educativa, permitem maior interação com a comunidade. Dentre as entidades participantes, merecem destaque: Guarda Mirim de Piraju, Arquivo Municipal, Biblioteca Municipal de Piraju, Museu Histórico de Piraju e Arquivo Municipal de Piraju. Os projetos desenvolvidos nas entidades conveniadas são um importante canal de difusão do conhecimento acadêmico junto à comunidade externa e, em contrapartida, oferecem ao aluno condições para as práticas científicas e culturais. Além disto, despertam no discente o sentido da responsabilidade social, indispensável em sua formação intelectual e profissional. 60 13.SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DE CURSO O Sistema de Avaliação do Projeto de Curso de Pedagogia da FAFIP é composto por uma série de instrumentos. Entre os principais, estão a Auto-Avaliação Institucional, conduzida pela Comissão Própria de Avaliação (CPA), e os resultados do ENADE. O processo de auto-avaliação iniciou-se em 2005, para adequação à Lei 10.861/2004, no âmbito do SINAES. As análises e os relatórios produzidos pela CPA tem tornado mais claras as percepções vividas no dia-a-dia da instituição e são referências importantes para avaliação e re-elaboração do Projeto de Curso. A auto-avaliação permitiu à Faculdade identificar melhor o perfil de seus alunos e, assim, reformular o Projeto Pedagógico Institucional (PPI). Dentro de uma nova diretriz pedagógica, baseada no sócio-interacionismo, a matriz curricular passou por uma reorganização, no ano de 2007. Dentre as principais inovações estão as disciplinas de formação básica, para favorecer o programa de nivelamento e o reforço para a prática de interpretação e produção de textos, voltada principalmente para o desenvolvimento da autonomia intelectual. Este processo também indicou a adoção de um formato ao Trabalho de Curso mais adequado ao perfil do aluno e a reformulação das políticas de extensão, para uma maior integração com o PPI. Por fim, vale mencionar outros instrumentos de avaliação do Projeto de Curso, menos formais, mas não menos importantes. Os resultados alcançados pela apresentação dos trabalhos de curso são indicadores importantes da constituição de competências referentes aos processos de elaboração e apresentação de uma investigação científica. As reuniões pedagógicas representam um momento onde o coordenador tem contato direto com os professores e recebe um diagnóstico realizado por quem convive com os discentes. O próprio coordenador, sendo também professor do primeiro e terceiro anos do curso, pode avaliar o aproveitamento dos alunos ao longo do período. A consolidação da avaliação do curso de Pedagogia ocorre mediante a um processo continuado de observação destes vários indicadores. Da mesma forma, os resultados apontados por esses dados fornecem subsídios para que professores e Coordenação de curso possam pensar e repensar o Projeto de Curso de forma dinâmica e atualizada. 61 14.ANEXOS ANEXO I 62 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES 63 APRESENTAÇÃO As Atividades Complementares são componentes curriculares que possibilitam a ampliação e competências dos alunos por meio de práticas independentes, realizadas especialmente com as relações do mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade, assim podem ser adquiridas dentro ou fora do ambiente escolar, em dias e horários diversificados. As Atividades Complementares têm por finalidade enriquecer o processo de ensinoaprendizagem, privilegiando a complementação da formação social e profissional do discente. Tais atividades proporcionam ao aluno oportunidades de aprimorarem-se culturalmente e tecnicamente, por meio da participação em congressos, seminários, pesquisas, visitas técnicas, dentre outras ações que auxiliem no seu crescimento pessoal e profissional. Trata-se de atividades enriquecedoras e implementadoras do próprio perfil do formando, sem que se confundam com estágio curricular supervisionado. Visam contribuir para o processo de aprendizado do discente, envolvendo as três dimensões da vida acadêmica, a saber: ensino, pesquisa e extensão. Ao realizar essas atividades o aluno se envolve em práticas extracurriculares, as quais devem contribuir para o aumento do seu conhecimento e exercício da cidadania. Abrange a prática de estudos e atividades independentes, transversais, interdisciplinares, de permanente contextualização e atualização. OBJETIVO O objetivo do desenvolvimento de Atividades Complementares consiste em proporcionar aos alunos possibilidades de aprofundamento temático e interdisciplinar, diversificando e enriquecendo a formação oferecida na graduação. 64 Dessa forma, o aluno poderá desenvolver competências requeridas no mercado de trabalho sendo incentivado e orientado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju a buscar e aprofundar temas relacionados à prática das habilitações dos cursos, participando de eventos diversos, bem como realizando ações que contribuam para a formação de um perfil empreendedor, com iniciativa, capacidade de liderança e com habilidades para gerenciar mudanças, e acima de tudo, um perfil profissional autoconfiante, capaz de construir suas próprias oportunidades. I – Disposições Preliminares Artigo 1º - O presente Regulamento integra os Projetos Pedagógicos da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju, na condição de anexo, e tem por finalidade normalizar as Atividades Complementares que o compõem. Artigo 2º - As Atividades Complementares, como componente curricular obrigatório, são indispensáveis para a colação de grau do discente nos cursos de Pedagogia e História, com as cargas horárias inseridas nas estruturas curriculares dos respectivos cursos. II – Da Validação e Composição das Atividades Complementares Artigo 3º - As Atividades Complementares estão descritas no Anexo de nº. 01, sendo que seu integral cumprimento deverá ocorrer entre o primeiro e o último semestre, em qualquer época e, como acima mencionado, constitui condição indispensável para a colação de grau. Artigo 4º - O aproveitamento de carga horária referente às Atividades Complementares será aferido mediante comprovação de participação e aprovação, conforme o caso, após análise da coordenação. Artigo 5º - A realização dessas atividades dependerá exclusivamente da iniciativa e da dinamicidade do aluno, devendo este buscar as atividades que mais lhe interessa para desenvolver. 65 Artigo 6º - Os alunos deverão desenvolver Atividades Complementares, de modo a cumprir o total de horas em suas respectivas grades. § 1º A carga horária total de Atividades Complementares deverá ser cumprida com realização de, pelo menos, quatro modalidades diferenciadas. § 2º – As Atividades Complementares podem ser realizadas a qualquer momento, inclusive durante as férias escolares, desde que respeitados os procedimentos e critérios estabelecidos neste Regulamento. § 3º – Para a validação das Atividades Complementares e o cumprimento da carga horária prevista, cada grupo de atividades será limitado por um montante total de horas, conforme Quadro Anexo nº. 01. § 4º – Os alunos que estão em fase de conclusão dos cursos, deverão completar a carga horária total de suas respectivas matrizes para que possam colar grau. § 5º – Cada modalidade de atividade receberá uma PONTUAÇÃO correspondente a um total de horas resultante doa somatória de cada uma das atividades desenvolvidas, conforme estabelecido no Anexo nº. 01. Artigo 7º - As Atividades Complementares previstas estão relacionadas no Anexo de nº. 01 --- Relação de Atividades Complementares ---, onde consta também a forma de comprovação da atividade, a pontuação correspondente a cada atividade, bem como a carga horária máxima total de cada uma das modalidades de atividades. Artigo 8º - Recomenda-se que, antes de realizar uma Atividade Complementar não contemplada neste Regulamento, o aluno solicite o parecer do professor coordenador das Atividades Complementares sobre a relevância da atividade para a sua formação profissional. Artigo 9º - A validação da Atividade Complementar desenvolvida deverá ser feita junto ao Orientador de Atividades Complementares, a cada período previamente estabelecido com data prefixada em murais das salas de aula, mediante apresentação de PORTFÓLIOS contendo os comprovantes da realização das atividades, bem como dos documentos necessários, conforme consta nos quadros e nos modelos anexos. 66 § 1º - Ao apreciar os comprovantes apresentados, o Orientador das Atividades Complementares poderá recusar a atividade se considerar insatisfatórios a documentação e/ou o desempenho do aluno. § 2º - Estágio curricular supervisionado não pode ser integralizado como Atividades Complementares. § 3º - Sendo aceita a Atividade Complementar realizada pelo aluno, cabe ao Orientador atribuir à pontuação correspondente; § 4º - Os comprovantes originais das atividades desenvolvidas apresentados pelo aluno serão devolvidos após análise do Orientador das Atividades Complementares e devem permanecer sob a posse e responsabilidade direta de cada aluno. Devendo, contudo, ser anexada uma cópia no portfólio a ser entregue no final do semestre. § 5º - Quando ocorrer eventual solicitação de comprovantes já analisados, o aluno deverá reapresentá-los ao Orientador das Atividades Complementares conforme a solicitação. Artigo 10 - O Portfólio de Atividade Complementar deve ser entregue formatado e padronizado em pasta única, ou seja, o aluno deverá agrupar todos os comprovantes, seguidos de um relatório final sobre as atividades desenvolvidas, em uma pasta para documentos (tipo catálogo, fichário, romeu/julieta, etc..), contendo: capa (Modelo no Anexo 2); folha de rosto (Modelo no Anexo 3); ficha de controle; os comprovantes como: certificados; ticket; atestados, declarações, dentre outros, o relatório final, no qual o aluno descreverá todas as atividades desenvolvidas, lembrando que para determinadas atividades o aluno deverá apresentar um resumo, como, por exemplo, no caso de filmes e leituras e, por fim, a guia de recebimento que deverá ser impressa em duas vias. (Instruções Anexas). Artigo 11 - O relatório poderá ser elaborado de próprio punho pelo aluno, em letra legível, ou digitado, observando o modelo contido no Anexo de nº. 05. § 1º - O relatório final deverá conter conteúdos descritivos claros e consistentes das atividades realizadas, interpretando, problematizando e relatando sobre o teor técnico adquirido bem como os benefícios proporcionados. § 2º - Deverão ser levados em consideração os modelos anexos no que se referem aos itens como capa, folha de rosto e outros que sejam pertinentes. Artigo 12 – Os alunos que ingressarem nos cursos constantes no “caput” do artigo 2º deste Regulamento, por meio de transferência ou aproveitamento de estudos, ficam sujeitos 67 ao cumprimento da carga horária de Atividades Complementares, podendo solicitar à coordenação o cômputo da carga horária atribuída pela instituição de origem, observadas as seguintes condições: I - as Atividades Complementares realizadas na instituição/curso de origem devem ser compatíveis com as estabelecidas neste Regulamento; II - a carga horária atribuída pela instituição de origem não poderá ser superior à conferida por este Regulamento. III– Das Atribuições ao Professor Orientador Artigo 13 – O(A) Professor(a) Orientador(a) específico para orientar e analisar as Atividades Complementares terá as seguintes funções: I – Buscar identificar e divulgar aos alunos eventos relacionados à prática das Atividades Complementares estabelecidas no Anexo de nº. 01; II – Organizar, acompanhar e controlar, individual e coletivamente, o desenvolvimento das Atividades Complementares realizadas pelos alunos; III – Analisar os documentos apresentados pelos alunos para comprovar a realização de cada Atividade Complementar; IV – Intervir junto aos alunos que se encontram em atraso no desenvolvimento das Atividades Complementares; V – Receber as Atividades Complementares que estejam de acordo com o presente Regulamento; VI – Validar e realizar os devidos cômputos das horas das Atividades Complementares apresentadas e arquivá-las em pasta própria. VII – Organizar, quando for o caso, a participação dos alunos em eventos. IV– Das Disposições Gerais Artigo 14 - Compete ao NDE – Núcleo Docente Estrutural - dirimir dúvidas referentes à interpretação deste Regulamento, bem como suprir as lacunas constatadas durante a sua aplicação. 68 Artigo 15 – Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo CONSUP – Conselho Superior da Faculdade. Piraju, 07 de Agosto de 2014. José Alfredo Noronha Viana Coordenador de Curso Valdemir de Brito Martins Orientador das Atividades Complementares 69 Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju - FAFIP Anexo 01 – Relação de Atividades Complementares ATIVDADES DESCRIÇÃO COMPROVAÇÃO PONTUAÇÃO Participação em eventos, palestras, cursos, workshops, seminários, congressos, mesasredondas, apresentação de trabalhos acadêmicos ( Projetos de TCC) relacionados ao curso de graduação, inclusive Cursos a Distância. Certificados/Atestados recebidos (com a quantidade de horas expressa). Dependerá da carga horária desenvolvida em cada uma das atividades Consiste em conhecer instituições da sua futura área de atuação profissional. Declaração da instituição visitada e relatório da visita. 4 horas por visita 30h CURSOS (inclusive online) Realização de cursos de Línguas Estrangeiras, informática, bem como outros cursos que não estejam relacionados ao curso de graduação. Certificados recebidos (com a quantidade de horas expressa). Dependerá da carga horária desenvolvida em cada uma das atividades. 40h. ATIVIDADES DIDÁTICOPEDAGÓGICOS E COMUNITÁRIAS Participação em programas como: Escola da Família, trabalhos voluntários em asilo, APAE, hospital, Casa de Abrigo, arquivos, museu, Declaração ou certificação emitida pela entidade (com a quantidade de horas expressa) e relatório da Dependerá da carga horária desenvolvida 60h. APERFEIÇOAMENTO ACADÊMICO VISITAS TÉCNICAS Rua João Hailer, 430 - Centro - 18800-000 - Piraju-SP Tel. 14-3351.8618 CH Max 80h. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju - FAFIP ONG, igrejas, dentre outras. atividade EVENTOS CULTURAIS E ARTÍSTICOS/ CINEMA/ TEATRO/ EXPOSIÇÃO ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS ORGANIZAÇÃO E PARTICIPAÇÃO EM GRUPOS DE ESTUDO PUBLICAÇÃO NA IMPRENSA PUBLICAÇÃO em cada uma das atividades. Participação em eventos culturais e artísticos ou em cinemas, teatros, exposições, dentre outros Comprovante de participação como: ingresso, ticket, etc. O aluno deverá apresentar também uma resenha, crítica, resumo ou relatório 3 a 4 horas por evento 60h. Participação na organização de eventos acadêmicos, culturais, dentre outros. Declaração assinada pelo profissional responsável pelo local e Relatório das Atividades. Dependerá da carga horária desenvolvida na atividade. 40h. Organização e participação em grupos de estudo sobre temas relacionados ao curso de graduação, sob a orientação docente.. Relatórios das atividades ratificados pelo professor/orientador do grupo de estudo (com carga horária expressa). Publicações de artigos em revistas, jornais e sites. Cópia impressa da publicação 10 horas por publicação 80h. Publicações de artigos científicos em Cópia impressa da publicação 60 horas por 120h Rua João Hailer, 430 - Centro - 18800-000 - Piraju-SP Tel. 14-3351.8618 Dependerá da carga horária desenvolvida na atividade. 80h. ACADÊMICA LEITURA DE MATÉRIAS PUBLICADAS NA IMPRENSA E DE LIVROS. EDUCA FAFIP Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju - FAFIP periódicos, capítulo de livro ou livro. Leitura de jornais, revistas, livros relacionados a sua futura área de atuação profissional Participação na Semana Regional da Educação – EDUCA FAFIP publicação Resumos ou resenhas das leituras, incluindo a fonte bibliográfica. 5 horas por leitura 40h 30 horas por evento 90h CURSO DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA DA FAFIP Participação em cursos de extensão realizados pela FAFIP Certificado (com quantidade de horas expressa) e Relatório das Atividades Certificado (com quantidade de horas expressa) TCC (Curso de Pedagogia) Elaboração de TCC Ata Rua João Hailer, 430 - Centro - 18800-000 - Piraju-SP Tel. 14-3351.8618 Dependerá da carga horária desenvolvida na atividade. De acordo com o PPC de Pedagogia 90h 80h Anexo 02 – Modelo de Capa – Papel A4 Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju NOME COMPLETO DO ALUNO (Caixa Alta) PORTFÓLIO ATIVIDADES COMPLEMENTARES PIRAJU - SP 2013 Anexo 03– Modelo de Folha de Rosto – Papel A4 NOME COMPLETO DO ALUNO (Caixa Alta) PORTFÓLIO ATIVIDADES COMPLEMENTARES Portfólio apresentado ao (nome do curso em que está matriculado) da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Piraju. PIRAJU 2014 Anexo 04 – Ficha de Controle FICHA DE CONTROLE DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES NOME COMPLETO DO ALUNO: CURSO: SEMESTRE: ANO: Nº. DATA DESCRIÇÕES DAS ATIVIDADES 1 ____/___/____ 2 ____/___/____ 3 ____/___/____ 4 ____/___/____ 5 ____/___/____ 6 ____/___/____ 7 ____/___/____ 8 ____/___/____ 9 ____/___/____ 10 ____/___/____ 11 ____/___/____ 12 ____/___/____ 13 ____/___/____ 14 ____/___/____ 15 ____/___/____ 16 ____/___/____ 17 ____/___/____ 18 ____/___/____ 19 ____/___/____ 20 ____/___/____ TOTAL DE HORAS: PARECER: ( ) APROVADO ( ) REPROVADO Observação: o aluno deverá utilizar uma ficha por semestre. HORAS Anexo 05 – Modelo de Relatório – Papel A4 Entre 08 e 11 de novembro de 2011, participei da XXVIII Semana de História, realizada na UNESP/Assis. O tema do evento foi “Modalidades de cultural Histórica”, por meio do qual se discutiu as relações interdisciplinares da História com outras disciplinas como Sociologia, Geografia, Economia, Antropologia, Artes, Ciências e Filosofia. A temática foi explorada através de conferências proferidas por especialistas do Brasil e do exterior, mesas redondas e comunicações distribuídas entre diversas Sessões de Trabalho. Participei das mesas redondas, sessões de trabalho e conferência dos dias 10 e 11 de novembro, juntamente com outros estudantes da FAFIP (Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Piraju), com quem me dirigi até Assis-SP, em viagem destinada à participação no evento. Apresentei a comunicação intitulada XXXXXX, a respeito do(a) XXXXXXXXX, no dia XX, às XX horas. Na fala, problematizei XXXX. Nas mesas redondas do dia 10, discutiu-se a temática XXX, sobre a qual se concluiu que XXX. Na conferência XXX, discutiu-se XXX Esta atividade contribuiu para a minha formação no sentido de XXXXX. Portanto, é possível concluir que estes momentos são essenciais para a minha formação geral e profissional XXXXXXX. Local, Data, Assinatura. Orientações: Um relatório é um tipo de texto no qual relatamos alguma experiência (pesquisa, projeto, participação em eventos, cursos, apresentações de trabalho etc.) Inicialmente, é preciso definir do que trata a atividade relatada, local e data de seu desenrolar. Em seguida, é necessário caracterizar a atividade: descrever a temática (no caso de um evento acadêmico, curso ou projeto de extensão), as condições (no caso de uma festa, visita a algum museu, viagem cultural) relatando o local em que a atividade ocorreu (na faculdade ou fora dela), quem foram os demais participantes (os colegas de classe, da faculdade ou outros) etc. Também é necessário descrever a sua participação, em particular, dentro da atividade (apresentou trabalho, assistiu as mesas redondas, conferências, mini cursos), participou da organização da festa, desfilou pela faculdade. Por fim, é preciso concluir o texto apontando as contribuições da atividade para a sua formação profissional ou pessoal. Lembre-se que o texto do relatório deve ter no máximo 01 lauda (página), * Poderá o aluno utilizar quantas pautas forem necessárias para elaborar seus relatórios.