1
INTRODUÇÃO
“Chovia desde o dia 16, aumentando a intensidade das
chuvas a partir das 18 horas do dia 17. As primeiras
barreiras começaram a ceder nas primeiras horas da manhã
do dia 18 e, às 13 horas, mobilizou-se a totalidade da
avalanche.”
(CRUZ, 1974)
De acordo com informações de Cruz (1974):
mortes foram registradas oficialmente;
•436
•400 casas destruídas;
•3.000 desabrigados numa população total de 15.000 habitantes;
Depósitos de 4m a 5m de altura no Rio Santo Antônio com blocos entre 30 t e
•100
t.
2
INTRODUÇÃO
Várzea do Rio Santo Antônio, após a
Catástrofe de Março de 1967
Várzea do Rio Santo Antônio completamente
urbanizada em 2012
3
INTRODUÇÃO

Marcas dos deslizamentos na Serra do Mar
logo após a Catástrofe de 1967 (WITISKI, 2012)

Dimensão do volume de material
transportado das encostas para a planície. Ao
fundo, o Município de Caraguatatuba e a Foz
do Rio Santo Antônio (WITISKI, 2012)
4
INTRODUÇÃO


Ponte do Rio Santo Antônio inteiramente
ruída após o aumento da vazão líquida e
sólida
Acesso ao Município de Caraguatatuba
obstruído pelo deslizamento
5
INTRODUÇÃO
 Segundo Cruz (1974) choveu quase todo dia no verão do episódio. Sendo
541,2mm (20 dias de chuva) em janeiro e 268,6mm (14 dias) em fevereiro e
todos os dias em março até o dia da Catástrofe, culminando em 115mm no
dia 17 e 420mm no dia 18.
 Inserida em uma Rede Acadêmica, financiada pela CAPES (Fundação
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior)
denominada Rede Litoral. Título do projeto: Mudanças Climáticas
Globais e impactos na zona costeira: modelos, indicadores, obras civis e
fatores de mitigação/adaptação – REDE LITORAL NORTE SP (CAPES Edital Ciências do Mar 09/2009).
6

Municípios do Litoral Norte do Estado de São Paulo (Brasil) e destacada a Bacia do Rio Santo
Antônio (adaptado de IPT, 2001)
7
 Contexto da Hidráulica Marítima dentro da Engenharia Civil
8
Obtenção e tratamento de dados de maré
(Fontes de dados: Marégrafos )
 Estação Maregráfica do IGC (Instituto Geográfico e Cartográfico) em




Ubatuba;
Estação Maregráfica do IOUSP (Instituto Oceanográfico da USP) em
Ubatuba;
Dados maregráficos do CTH (Centro Tecnológico de Hidráulica) da
Praia de Martin de Sá em Caraguatatuba;
Marégrafo do Porto de São Sebastião do Departamento Hidroviário;
Bóia do CEBIMAR (Centro de Biologia Marinha da Universidade de São
Paulo) em São Sebastião.
 Dados dentro do intervalo de 1954 a 2005 (com falhas).
 banco é composto por mais de 225.000 leituras horárias de alturas de
maré.
9

Bacias hidrográficas do Litoral Norte do
Estado de São Paulo, estações maregráficas e
pluviométricas (adaptado de CBHLN, 2012)
10
Obtenção e tratamento de dados pluviométricos
(Postos pluviométricos disponíveis na ANA- Hidroweb)
Localização dos postos pluviométricos de
Caraguatatuba (flechas em vermelho) e
Município de Caraguatatuba (flecha azul),
(adaptado de GOOGLE BRASIL, 2012)
11
Obtenção e tratamento de dados pluviométricos
(Postos pluviométricos disponíveis na ANA- Hidroweb)
Município
Prefixo
Caraguatatuba
E2-042
Caraguatatuba
Caraguatatuba
Nome do
Posto
Caraguatatuba
(DER)
Bairro do Rio
E2-043
d´Ouro
E2-046 Caraguatatuba
Altitude
(m)
Latitude
(º)
Longitude (º)
20
-23º35´
-45º27´
200
-23º37´
-45º26´
20
-23º38´
-45º26´
 Posto Selecionado-046: dados de 1943 a 2004;
 Altitude: 20 m;
 Operadora: FCTH;
 Dados diários com falhas;
 Dados de 1943 a 2010, totalizando 24.603 valores diários de
alturas pluviométricas.
12
METODOLOGIA PROBABILÍSTICA PARA EVENTOS CONJUGADOS
CHUVA-MARÉ
Etapa 1: Compilação dos dados
 A metodologia adaptada de
Hidroconsult (1979),
 9.361 dias com a relação entre chuva e
marés,
 (Preamar máxima diária, Baixa-mar
mínima diária e Nível médio diário do
mar).
13
METODOLOGIA PROBABILÍSTICA PARA EVENTOS CONJUGADOS
CHUVA-MARÉ
Etapa 2: Divisão dos dados em grupos de precipitações diárias
 P≥0 mm/dia;
 P≥ 25 mm/dia;
 P≥ 50 mm/dia;
 P≥ 75 mm/dia;
 P≥ 100 mm/dia.
14
METODOLOGIA PROBABILÍSTICA PARA EVENTOS CONJUGADOS
CHUVA-MARÉ
Etapa 4: Cálculo de probabilidades de ocorrência de eventos conjugados chuvamaré

Cálculo de probabilidade de eventos, para P≥0
mm/dia e Nível médio do mar, da região da Bacia do
Santo Antônio/ Caraguatatuba
Onde:
 Ni = número de ordem decrescente do
evento;
 N = número de eventos anuais com tais
características de precipitação e nível de
maré.
15
METODOLOGIA PROBABILÍSTICA PARA EVENTOS CONJUGADOS
CHUVA-MARÉ
Etapa 4: Cálculo de probabilidades de ocorrência de eventos conjugados chuvamaré
Cálculo de probabilidade de eventos, para P≥75
mm/dia e Nível médio do mar, da região da Bacia
do Santo Antônio/ Caraguatatuba
16
METODOLOGIA PROBABILÍSTICA PARA EVENTOS CONJUGADOS
CHUVA-MARÉ
Etapa 4: Cálculo de probabilidades de ocorrência de eventos conjugados chuvaP≥0 mm/dia
maré
P≥75 mm/dia
17
RESULTADOS PRÁTICOS
 Resultados pluviométricos
 Resultados maregráficos
 Resultados de eventos conjugados chuva-maré
18
1425,3
1232
1858,8
1564,9
1411,5
1623,2
2236,5
1584
1463,8
1408,4
1133,4
1537,2
1707,1
2076,8
1826
2305,5
2164,1
1813,1
1544,3
1541,7
1643,6
1523,2
1469,5
1875
1560
1941
1707,1
1065,9
2001,4
1538,5
1822,2
1859,3
1667,4
1478
1417,2
1892,8
2026
1274,7
1918,2
1521,7
1637,5
1798,7
2435,4
2141,2
2349,5
2500
1780,3
1639,9
1645,2
1631,1
2013,7
1376,1
1254,3
1809
1922,8
1683,1
1888,3
1924,2
1511,7
1777,3
1525,8
1573,7
1630,8
2284,5
2210,9
2466,2
2248,1
 MÉDIA= 1700mm/ano
500
1078,3
1500
1930,8
2000
1943
1945
1947
1949
1951
1953
1955
1957
1959
1961
1963
1965
1967
1969
1971
1973
1975
1977
1979
1981
1983
1985
1987
1989
1991
1993
1995
1997
1999
2001
2003
2005
2007
2009
3000
1000
0
Anos
ALTURA REGISTRADA NO PLUVIÔMETRO
(mm/ano)
RESULTADOS PRÁTICOS
Resultados pluviométricos
Precipitação Acumulada anual (mm/ano)
Precipitação acumulada anual (mm/ano)
19
Chuva acumulada anual média (de 1943 a 2010)
jan/54
MESES
mai/05
jun/04
jul/03
ago/02
set/01
out/00
nov/99
dez/98
jan/98
fev/97
mar/96
abr/95
mai/94
jun/93
jul/92
ago/91
set/90
out/89
nov/88
dez/87
jan/87
fev/86
mar/85
abr/84
mai/83
jun/82
jul/81
ago/80
set/79
out/78
nov/77
dez/76
jan/76
fev/75
mar/74
abr/73
mai/72
jun/71
jul/70
ago/69
set/68
out/67
nov/66
dez/65
jan/65
fev/64
mar/63
abr/62
mai/61
jun/60
jul/59
ago/58
set/57
out/56
nov/55
-50,00
dez/54
NÍVEL DO MAR (cm)-REFERÊNCIA IBGE
RESULTADOS PRÁTICOS
Resultados maregráficos
150,00
SÉRIE COMPLETA (1954 A 2005)
100,00
y = 0,0345x + 63,082
Premar Máxima
Mensal (cm)
50,00
y = 0,0203x - 10,413
0,00
Nível Médio
Mensal (cm)
y = 0,0041x - 91,998
-100,00
Baixa-mar
Mínima Mensal
(cm)
-150,00
20
MESES
set/90
jan/90
mai/89
set/88
jan/88
mai/87
set/86
jan/86
mai/85
set/84
jan/84
mai/83
set/82
jan/82
mai/81
set/80
jan/80
mai/79
set/78
jan/78
mai/77
set/76
jan/76
mai/75
set/74
jan/74
mai/73
set/72
jan/72
mai/71
set/70
jan/70
mai/69
set/68
jan/68
mai/67
set/66
jan/66
mai/65
set/64
jan/64
mai/63
set/62
jan/62
mai/61
set/60
jan/60
mai/59
set/58
jan/58
mai/57
set/56
jan/56
-50,00
mai/55
100,00
set/54
jan/54
NÍVEL DO MAR (cm)-REFERÊNCIA IBGE
RESULTADOS PRÁTICOS
Resultados maregráficos
150,00
SÉRIE PARCIAL (Janeiro/1954 a Março/1991)
y = 0,0316x + 63,66
Premar Máxima
Mensal (cm)
50,00
y = 0,0189x - 10,235
0,00
Nível Médio
Mensal (cm)
y = 0,0111x - 93,035
-100,00
Baixa-mar
Mínima Mensal
(cm)
-150,00
21
MESES
fev/05
jun/04
out/03
fev/03
jun/02
out/01
fev/01
jun/00
out/99
fev/99
jun/98
out/97
fev/97
jun/96
out/95
fev/95
jun/94
out/93
fev/93
jun/92
out/91
fev/91
jun/90
out/89
fev/89
jun/88
out/87
fev/87
jun/86
out/85
fev/85
jun/84
out/83
fev/83
jun/82
out/81
fev/81
jun/80
out/79
fev/79
jun/78
out/77
fev/77
jun/76
out/75
fev/75
jun/74
out/73
fev/73
jun/72
out/71
fev/71
jun/70
out/69
-50
fev/69
jun/68
NÍVEL DO MAR (cm)-REFERÊNCIA IBGE
RESULTADOS PRÁTICOS
Resultados maregráficos
150
SÉRIE PARCIAL (Junho/1968 a Agosto/2005)
100
y = 0,0469x + 57,53
Premar Máxima
Mensal (cm)
50
y = 0,0237x - 11,878
0
Nível Médio
Mensal (cm)
y = -0,0007x - 89,80
-100
Baixa-mar
Mínima Mensal
(cm)
-150
22
RESULTADOS PRÁTICOS
Resultados de eventos conjugados chuva-maré
PROBABILIDADE DE OCORRÊNCIA CHUVA DIÁRIA X MARÉ MÉDIA DIÁRIA
P (probabilidade de igualdade ou superação do evento) em %
100,00%
60,00
10,00%
1,00%
50,00
P>0 mm/dia
Nível médio diário de Maré(cm)-IBGE
40,00
30,00
P>25mm/dia
20,00
P>50 mm/dia
10,00
0,00
P>75mm/dia
-10,00
-20,00
P>100 mm/dia
-30,00
-40,00
2
5
10
20
50
100
T (Período de Retorno ) em Anos
23
RESULTADOS PRÁTICOS
Resultados de eventos conjugados chuva-maré
24
DISCUSSÕES
 “É provável que o improvável aconteça”
(Aristóteles)
25
DISCUSSÕES
 O Rio de Janeiro viveu nesta quarta-feira (12/01/2011) um dos dias
mais trágicos de sua história. As chuvas intensas que castigaram a
região serrana do Estado deixaram mais de 250 pessoas mortas,
segundo informações da secretaria de Saúde e Defesa Civil. O
número de mortos em Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo
superam as chuvas que castigaram o Rio em abril de 2010 e
mataram mais de 250 pessoas. O Governo Federal anunciou que vai
liberar mais de R$ 780 milhões para os municípios afetados no
Estado do Rio e de São Paulo.
Com mais de 130 mortes, Teresópolis enfrenta sua maior tragédia.
Segundo o coronel Flávio Castro, da Defesa Civil, o número de
desabrigados passa de 900 e já são mais de 1.200 desalojados no
município.
(Record-RJ, 2011)
26
DISCUSSÕES
 Importância de manterem-se os monitoramentos das variáveis




naturais (chuvas, níveis de marés, correntes, ondas, etc).
Esses dados representam o histórico do comportamento da natureza
ao longo dos anos, e são imprescindíveis para pesquisas em
Engenharia.
Os modelos matemáticos e físicos devem ser calibrados com esses
dados reais, pois somente assim, pode-se ter confiabilidade em
qualquer simulação.
Pesquisas devem ser tratadas como o início do ciclo da Engenharia e
devem ser estimuladas as aplicações.
As pesquisas acadêmicas precisam ser a base conceitual e crítica dos
grandes projetos, assim como fornecer à Sociedade, de forma
transparente, técnica e ética, o retorno do conhecimento adquirido.
27
DISCUSSÕES
 Finalmente, a sistemática adotada nesse estudo de caso específico é
passível de ser generalizada nas localidades em que os efeitos
orográficos sobre o litoral são capazes de conjugar fortes
precipitações com a elevação da maré, como ocorre em extensos
trechos do litoral dos Estados de Santa Catarina ao Espírito Santo.
28
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 ALFREDINI, P.; ARASAKI, E. Obras e Gestão de Portos e Costas. 2ª. ed. São Paulo: Editora
Edgard Blucher Ltda., 2009. ISBN 978-85-212-0486-2.
 ALFREDINI, P.; ARASAKI, E.; AMARAL, R. F. Mean Sea-Level Rise Impacts on Santos
Bay, Southeastern Brazil-Physical Modelling Study. Environmental Monitorind and
Assessment, 144, 2008. 377-387.
 ALVES, M. A. Correntes de maré e inerciais na plataforma continental ao largo de
Ubatuba (SP). Dissertação (Mestrado) Instituto Oceanográfico. Universidade de São
Paulo. São Paulo. 1992.
 ANA-AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS. http://hidroweb.ana.gov.br/. Site da ANAAgência Nacional de Águas, 2005. Disponível em: <http://hidroweb.ana.gov.br/>. Acesso
em: 03 janeiro 2012.
 BRIGATTI, N.; SANT´ANNA NETO, J. L. Dinâmica climática e variações do nível do mar
na geração de enchentes, inundações e ressacas no Litoral Norte paulista. Revista
Formação-Especial 20 anos, Presidente Prudente, v. 2, n. 15, p. 25-36, 2008.
29
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 CASTRO, C. M. D.; PEIXOTO, M. N. D. O.; DO RIO, G. A. P. Riscos Ambientais e
Geografia:Conceituações, Abordagens e Escalas. Anuário do Instituto de Geociências UFRJ, Rio de Janeiro, 2005. 11-30.
 CBHLN-COMITÊ DE BACIAS HIDROGRÁFICAS DO LITORAL NORTE. PORTAL DO
COMITÊ DE BACIAS HIDROGRÁFICAS DO LITORAL NORTE, 2012. Disponivel em:
<http://cbhln.com.br/>. Acesso em: 18 junho 2012.
 CERRI, L. E. S.; AMARAL, C. P. Riscos Geológicos. In: OLIVEIRA, A. M. S.; BRITO, S. N.
A. Geologia de Engenharia. São Paulo: ABGE, 1998.
 COMET. The Comet Program, 2012. Disponivel em: <http://www.comet.ucar.edu/>.
Acesso em: 10 set. 2012.
 COMITÊ DE BACIAS HIDROGRÁFICAS DO LITORAL NORTE. Plano de Bacias
Hidrográficas do Litoral Norte. [S.l.]. 2009.
30
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 CONTI, J. B. Circulação secundária e efeito orográfico na gênese das chuvas na
região lesnordeste paulista. IGEOG/USP. São Paulo. 1975.
 CRUZ, O. A Serra do Mar e o Litoral na Área de Caraguatatuba-SP – Contribuição à
Geomorfologia Litorânea Tropical. São Paulo: [s.n.], 1974. Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Departamento
de Geografia (FLG).
 CUTTER, S. The Changing Nature of Risks and Hazards. Washington, D.C.: Joseph
Henry Press. 2001.
 ESTADO DE SÃO PAULO, 2012. Disponivel em: <http://blogs.estadao.com.br>. Acesso
em: fevereiro 2012.
 FIBGE. Censo Demográfico do Estado de São Paulo. Fundação Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística. Rio de Janeiro. 2001.
31
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 GOOGLE BRASIL. Google Maps, 2012. Disponivel em:
<http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&tab=wl>. Acesso em: 25 jan. 2012.
 HEWITT, K. Regions of Risk. A Geografical Introduction to Disasters. [S.l.]:
Longaman, 1997.
 HIDROCONSULT. Análise Probabilística de Ocorrência Conjugada de Eventos
Máximos Chuva-Maré. DAEE- Departamento Estadual de Águas e Energia. São Paulo.
1979.
 IBGE. Datum Altimétrico Brasileiro. DEGEB- Departamento de Geodésia. Rio de
Janeiro. 1990.
 IBGE. IBGE CIDADES@, 2012. Disponivel em:
<http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=351050#>. Acesso em: 18
Junho 2012.
32
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 PT. RELATÓRIO NO 57.540- Plano de Gerenciamento dos Recursos Hídricos do
Litoral Norte. IPT-Instituto de Pesquisas Tecnológicas. São Paulo. 2001.
 ITA. Mudanças Climáticas Globais e impactos na zona costeira: modelos,
indicadores, obras civis e fatores de mitigação/adaptação. São José dos Campos.
2009.
 MESQUITA, A. R. D. Documento preparado para a FUNDESPA, 1997. Disponivel em:
<http://www.mares.io.usp.br/sudeste/sudeste.html>. Acesso em: 20 Agosto 2012.
 MOREIRA, A. D. S. Sistema de Informações de Indicadores do modelo de Porto
concentrador de carga. São Paulo. 2009.
 NAGHETTINI, M.; PINTO, É. J. D. A. Hidrologia Estatística. Belo Horizonte: CPRMServiço Geológico do Brasil, 2007. ISBN 978-85-7499-023-1.
33
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 PREFEITURA MUNICIPAL DE CARAGUATATUBA, 2012. Disponivel em:
<http://www.caraguatatuba.sp.gov.br>. Acesso em: 13 março 2012.
 RECORD-RJ, P. D. N. D. Portal de Noticias R7, 13 Janeiro 2011. Disponivel em:
<http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/chuvas-causam-a-maior-tragedia-daregiao-serrana-do-rio-de-janeiro-20110113.html>. Acesso em: 05 jan. 2013.
 SAKAI, R. D. O.; ALFREDINI, P. ESTUDO DO IMPACTO DE DEBRIS-FLOWS - CASO
DA BACIA DO RIO SANTO ANTÔNIO EM CARAGUATATUBA (BRASIL). XXV
Congresso Latinoamericano de Hidráulica. San Jose, Costa Rica: [s.n.]. 2012.
 TAVARES, R.; SANT´ANNA NETO, J. L.; SANTORO, J. Chuvas e escorregamentos no
Litoral Norte Paulista entre 1988 e 2001. In: ______ Anais do Encontro de Geógrafos
Brasileiros. Joao Pessoa: [s.n.], 2002.
 VIÉGAS, N. J. D. F. Modelagem Numérica das marés do Litoral no Espírito Santo.
Universidade Federal do Espírito Santo. Vitória-ES. 2006..
34
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 WITISKI, H. D. M. Modellazione numerica di debris-flow per il bacino del Rio
Santo Antônio, in Caraguatatuba, costa nord dello Stato di São Paulo, Brasile.
[S.l.]. 2012.
 ZUQUETTE, L. V.; NAKAZAWA, V. A. Cartas de Geologia de Engenharia. In: OLIVEIRA,
A. M. S.; BRITO, S. N. A. Geologia de Engenharia. [S.l.]: ABGE, 1998.
35
Download

Análise probabilística chuva-maré para a bacia - RedeLitoral