PREFEITURA MUNICIPAL DE MARAVILHAS
EDITAL 001/2009 - Concurso Público
Prova: 14 de Março de 2010.
CARGO: 32. Professor PII – Matemática (18h/a) e 33. Professor PII –
Matemática (6h/a)
1- Este caderno de provas contém um total de 30 (trinta) questões objetivas,
sendo 10 (dez) de Língua Portuguesa e 20 (vinte) de Conhecimentos
Específicos, em 14 páginas numeradas. Confira-o.
2- Confira se este caderno corresponde ao cargo para o qual você está
concorrendo.
3- Esta prova terá, no máximo, três horas de duração, incluído o tempo
destinado à transcrição de suas respostas no gabarito oficial.
4- Não perca tempo em questões cujas respostas lhe pareçam difíceis; volte a
elas se lhe sobrar tempo.
5- Respondidas as questões, você deverá passar o gabarito para a sua folha de
respostas, usando caneta esferográfica azul ou preta.
6- Este caderno deverá ser devolvido ao fiscal, juntamente com sua folha de
respostas.
7- Esta página poderá ser destacada para anotações ou transcrição das
respostas que você assinalou.
8- Após o término da prova, serão disponibilizados, no primeiro dia útil
subsequente à prova, no sítio eletrônico: www.fumarc.org.br, o caderno de
prova e o gabarito oficial.
22
Nº INSCRIÇÃO
ASSINATURA CANDIDATO
UTILIZE O GABARITO ABAIXO COMO RASCUNHO
GABARITO
LÍNGUA PORTUGUESA
QUESTÕES
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
RESPOSTAS
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
QUESTÕES
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
RESPOSTAS
QUESTÕES
RESPOSTAS
Prezado(a) candidato(a):
Assine e coloque seu número de inscrição no quadro abaixo. Preencha, com traços
firmes, o espaço reservado a cada opção na folha de resposta.
Nº de Inscrição
Nome
PROVA DE LÍNGUA PORTUGUESA - NÍVEL SUPERIOR
O coração nas trevas
Metafísica para o crepúsculo
1 Disposto a aproveitar do primeiro ao último raio de sol das férias estivais alémmar, o amigo da coluna perguntou candidamente ao porteiro do hotel: “Quando
escurece aqui?” A resposta veio na mistura de humor torto e lógica implacável que
nós, malandros otários d’aquém-mar, preferimos acreditar ser burrice: “Não,
senhor, aqui não escurece nunca, pois, quando está a escurecer, nós acendemos
as luzes e, pronto, continua tudo claro”.
2 Lembrei-me dessa história verídica com vocação para anedota dias atrás,
conforme a luz caía sobre a serra. A sede da fazenda já estava iluminada, bem
como as outras casas, mas se assemelhavam, todas, a barcos iluminados e
desamparados, cercados pela escuridão de alto-mar. Esse momento nunca me
forneceu especial motivo para riso, mas por alguma desrazão, senti aquele
crepúsculo da semana passada como particularmente angustioso.
3 No lusco-fusco, quase trombei com uma amiga, que, vim a descobrir, pensava
mais ou menos os mesmos pensamentos. Falou-me do sentimento de opressão
que sentia no peito a cada vez que, hospedada no campo, chegava a noite,
tornando luzes e sons esparsos, quando não extintos. A noite seguinte foi pior.
Sozinho a perambular pelo gramado, o peso da hora ficou quase insuportável, e
achei até que fosse chorar.
4 Minha mulher nasceu no interior de Minas, não na roça, mas numa pequena
cidade da Zona da Mata. Ainda assim, ela com frequência fala da sensação de
melancolia que a invade ao pôr do sol, mesmo aqui na cidade grande. Lá na serra,
a inevitabilidade da noite afinal pegou-me da forma que, creio, desde sempre a
atormenta. E avistar um grande pássaro preto caminhando em silêncio pelo
bambuzal não deixou o clima menos lúgubre.
5 Não há, porém nada de sobrenatural no acima relatado. O medo que nossa
espécie sente do escuro não foi de todo superado nem pelo pré-histórico anônimo
que dominou o fogo nem por Thomas Alva Edison e sua lâmpada elétrica.
Continuamos vagamente cientes de que, sim, as trevas continuam à espreita, logo
adiante dos círculos de luz. Não é à toa que aquele que talvez seja o mais
resistente mito grego, o do titã Prometeu, diga respeito ao roubo do fogo dos
deuses do Olimpo para compartilhar com os homens cá embaixo.
6 Quiçá esse desconforto indefinível não seja nem tanto medo do escuro quanto
do escurecer. Estará aí a chave para a angústia do crepúsculo? Com o escuro a
gente se conforma, até porque não há outro jeito. No escurecer, a gente se
revolta, acha que cabe recurso, luz, injeção, coquetel de drogas. Entramos, claro,
no terreno da metáfora para a morte e da metafísica em geral. Aliás, metafísica tal
como desprezada por Wittgenstein: o terreno das coisas sobre as quais não
podemos falar e, portanto, deveríamos calar.
7Existe uma música que faz a trilha sonora dos meus crepúsculos mais tristes. É
“Virgem”, de Marina Lima, dela com o irmão poeta e filósofo, Antônio Cícero,
gravada pela primeira vez no LP homônimo, de 1987. Cumpre esse papel porque
é exatamente na hora da morte da luz que se dá a canção: “O Hotel Marina
quando acende/ Não é por nós dois/ Nem lembra o nosso amor/ Os inocentes do
Leblon/ Esses nem sabem de você”.
8 Contudo, o mais brilhante achado da letra é logo o verso inicial, “As coisas não
precisam de você”. Isso é a própria náusea sartriana em meio comprimido, o falso
antídoto surgindo nos dois versos subsequentes, “Quem disse que eu/ tinha que
precisar?” O mal-estar que nasce da percepção de que as coisas não precisam de
você – e, subentende-se, de mim – é precisamente o cerne do romance que o
bom, então jovem e para sempre zarolho Jean-Paul publicou em 1938: “A
Náusea”, cujo título original era “Melancolia”.
9 Numa tarde de janeiro, que no inverno setentrional é toda crepúsculo, o
personagem Antoine Roquentin, historiador de 35 anos, sente a existência cair-lhe
sobre os ombros no jardim público da província. Ele descobre, aturdido, o que
significa existir. A presença da copa das árvores sobre sua cabeça e das raízes
delas sob seus pés se corporifica num enjoo. Roquentin sente-se num “amontoado
de entes incômodos”, sem razão para estarem ali.
10 “Eles não desejavam existir, só que não podiam evitá-lo; era isso”, lê-se na
tradução de Rita Braga, para a Nova Fronteira, que preserva os itálicos do autor.
“Então realizavam suas pequenas funções, devagar, sem entusiasmo; a seiva
subia lentamente pelos veios, a contragosto, e as raízes se enfiavam lentamente
na terra. Mas a cada momento eles pareciam a pique de abandonar tudo e se
aniquilar.” (...)
2
11 Todo ente nasce sem razão, se prolonga por fraqueza e morre por acaso.
Inclinei-me para trás e fechei as pálpebras. Mas as imagens imediatamente
alertadas, de um salto vieram encher de existências meus olhos fechados: a
existência é uma plenitude que o homem não pode abandonar”.
12 No filme “Ricardo III – Um ensaio”, Al Pacino cogita que tudo o que pensamos
de modo desconexo já foi escrito por Shakespeare. O crítico Harold Bloom
também escreveu algo assim. Só pelo Bardo, não sei, mas por alguém, como
Sartre, tenho quase certeza. Ao cair da luz, as coisas se dissolvem no escuro, mas
continuam ali, tão firmes quanto podem estar. O gramado, o bambuzal, os
pássaros, as palmeiras, a mata circundante, os animais, eles continuam lá, no
escuro, neste preciso momento. As coisas não precisam de nós.
(DAPIEVE, Arthur. O Globo, Segundo Caderno. 31 de Julho de 2009)
QUESTÃO 01
Pode-se afirmar, relacionando título, subtítulo e texto, que a intenção do autor é,
principalmente, a de:
a) descrever o cair da tarde nas cidades do interior.
b) comparar o entardecer em diversas cidades do interior.
c) refletir sobre o sentimento que se desperta no ser, ao cair da tarde, nas
cidades interioranas.
d) criticar o vazio existencial provocado pelos sentimentos, quando a tarde
chega.
QUESTÃO 02
Observe as afirmativas que se seguem:
I. “continuamos vagamente cientes de que, sim, as trevas continuam à espreita,
logo adiante dos círculos de luz”.
II. “Com o escuro, a gente se conforma, até porque não há outro jeito”.
III. “Não senhor, aqui não escurece nunca...”
Expressa a principal idéia sugerida pelo título do texto “O coração nas trevas” o
que se afirma SOMENTE em:
a) II.
b) I e III.
c) I e II.
d) I.
3
QUESTÃO 03
Marque a afirmação CORRETA:
a) O autor do texto é absolutamente imparcial ao narrar os fatos.
b) O texto prestigia verbos nos tempos do futuro, configurando uma das
características da narrativa.
c) O texto revela marcas subjetivas do autor, quando os verbos aparecem em
primeira pessoa em passagens como: “Continuamos vagamente cientes de que,
sim, as trevas continuam à espreita...”
d) Existe uma contradição entre o título “O coração nas trevas” e as ideias
apresentadas no texto.
QUESTÃO 04
A pergunta, no primeiro parágrafo do texto, “Quando escurece aqui?” provocou
uma resposta na “ mistura de humor torto e lógica implacável”. A expressão
“humor torto” se traduz, na visão“ dos malandros otários d’aquém-mar, em
“burrice“.
Pode-se inferir, por meio dos termos em negrito, que há, com relação à pergunta
do amigo e a resposta do porteiro, um sentimento de:
a)
b)
c)
d)
indignação.
repúdio.
irritação.
desprezo.
QUESTÃO 05
Considere o excerto: “No lusco-fusco, quase trombei com uma amiga...”
A expressão destacada tem, no texto, sentido equivalente a:
a) “noite adentro “
b) “tarde da noite”
c) “noite profunda”
d) “ao entardecer”
4
QUESTÃO 06
Observe o fragmento:
“ Quiçá esse desconforto indefinível não seja nem tanto medo do escuro quanto
do escurecer”.
O vocábulo sublinhado tem, no texto, sentido equivalente a:
a)
b)
c)
d)
embora.
realmente.
finalmente.
talvez.
QUESTÃO 07
Releia o último parágrafo do texto. Observe as expressões: “o gramado, o
bambuzal, os pássaros, as palmeiras, a mata circundante, os animais...”
Ao enumerar elementos da natureza, o objetivo do autor foi o de:
a) apontar, por meio da gradação, situações que se ampliam, com o movimento
do olhar.
b) apresentar um cenário estático, ligado aos elementos naturais.
c) comparar as classes de palavras, separando-as entre substantivos e verbos.
d) exemplificar, por meio de adjetivação, o cenário do campo.
QUESTÃO 08
Observe as informações acerca do emprego de sinais de pontuação:
I. O uso das aspas, nos parágrafos 7 e 8, representa uma habilidade
intertextual.
II. Os travessões, no 8º §, foram empregados para dar ênfase ao termo anterior.
III. As reticências (...) no 10º § significam uma interrupção do assunto exposto.
Está CORRETO o que se afirma em:
a)
b)
c)
d)
I e II.
I e III.
I, II e III.
II e III.
5
QUESTÃO 09
Observe o fragmento:
“Al Pacino cogita que tudo o que pensamos de modo desconexo já foi escrito por
Shakespeare”.
O termo sublinhado é um _____________ e tem a função de
______________________. A opção que completa corretamente as lacunas é:
a)
b)
c)
d)
artigo / definir uma idéia.
pronome / demonstrar uma substituição na estrutura da frase.
artigo / resumir o contexto da informação.
pronome / adicionar reflexões sobre o tema.
QUESTÃO 10
Releia a seguinte passagem do texto:
“A noite seguinte foi pior. Sozinho a perambular pelo gramado, o peso da hora
ficou quase insuportável, e achei que fosse chorar”.
Os verbos assinalados foram utilizados pelo autor com a intenção de demonstrar:
a)
b)
c)
d)
uma ocorrência simultânea de ações.
situações ocorridas em um tempo passado definido.
uma hipótese ou previsão de situações no percurso das ideias.
uma situação possível de ser diagnosticada no tempo em que ocorrem os
fatos.
6
PROFESSOR MUNICIPAL II - MATEMÁTICA
QUESTÃO 11
Dois estudantes, A e B, receberam bolsas de mesmo valor para serem monitores.
No final do mês, o estudante A havia gasto
do total de sua Bolsa, o estudante
do total de sua Bolsa, sendo que o estudante A ficou com R$
B havia gasto
10,00 a mais que o estudante
B. Quantos reais economizou o estudante B?
a)
b)
c)
d)
R$ 70,00.
R$ 90,00.
R$ 80,00.
R$100,00.
QUESTÃO 12
Que valor mais se aproxima do valor da média aritmética entre os números reais
log 3, log 4, log 5 e log 6 ? Admita que log (3,6)
0,6.
a)
b)
c)
d)
0,52
0,45
0,75
0,65
QUESTÃO 13
A soma dos quatro ângulos agudos formados por duas retas paralelas cortadas
por uma reta transversal é igual a 100o. O ângulo obtuso mede:
a)
b)
c)
d)
160o
165o
170o
155o
7
QUESTÃO 14
O lucro de uma empresa foi dividido entre seus três sócios: Alberto, José e
Henrique, em partes diretamente proporcionais a 4, 3 e 5, respectivamente.
Sabendo que Alberto recebeu R$ 60.000,00 a mais que José, quanto recebeu
Henrique ?
a)
b)
c)
d)
R$ 240.000,00
R$ 180.000,00
R$ 300.000,00
R$ 480.000,00
QUESTÃO 15
Classifique cada sentença em verdadeira(V) ou falsa (F):
( ) Todo número natural é inteiro
( ) Todo número racional é real
( ) Todo número inteiro é racional
( ) Todo número real é irracional
Assinale a alternativa abaixo que representa a sua classificação:
a)
b)
c)
d)
Todas as alternativas são falsas.
Só existe uma alternativa falsa.
Todas as alternativas são verdadeiras.
Só existe uma alternativa verdadeira.
QUESTÃO 16
Uma impressora foi vendida com um desconto de R$ 30,00, sendo esse valor
igual a 2,5% do preço original. Qual é o preço da impressora após o desconto?
a)R$ 1.240,00
b)R$ 1.500,00
c) R$ 1.340,00
d)R$ 1.470,00
8
QUESTÃO 17
Qual o valor de:
a)
b)
c)
d)
QUESTÃO 18
Um comerciante leva a um banco 3 cheques pré-datados, cujos valores são R$
3.500,00, R$ 4.000,00 e R$ 5.000,00, vencíveis em 45, 60 e 90 dias,
respectivamente. O banco utiliza uma taxa de desconto de 2% ao mês. Qual é o
valor líquido recebido pelo comerciante?
a)
b)
c)
d)
R$ 11.323,00
R$ 12.500,00
R$ 11.935,00
R$ 12.339,00
QUESTÃO 19
Dadas duas circunferências coplanares e concêntricas de raios iguais a 5m e 4cm.
Qual das alternativas abaixo representa a área da coroa circular determinada por
essas circunferências.
a)
b)
c)
d)
15
9
6
1
2
2
2
2
9
QUESTÃO 20
Um microcomputador é vendido à vista por R$ 2.000,00 ou a prazo com R$ 500,00
de entrada mais uma parcela de R$ 1.815,00 a ser paga em dois meses após a
compra. Qual é a taxa mensal de juros compostos do financiamento?
a)
b)
c)
d)
13%a.m.
12%a.m.
11%a.m.
10%a.m.
QUESTÃO 21
A tecla de divisão de uma calculadora comum não funciona. Você deseja dividir
um número por 50, usando a calculadora, você deve multiplicar o número por qual
fator?
a)
b)
c)
d)
0,04
0,03
0,02
0,05
QUESTÃO 22
Os números abaixo indicam a quantidade de faltas de um aluno durante o
semestre letivo nas oito disciplinas do seu curso superior:
3 – 4 – 8 – 9 – 5 – 4 – 6 –5
Qual das alternativas seguintes representa o número mediano de faltas desse
aluno?
a)
b)
c)
d)
4,2 faltas
5 faltas
5,5 faltas
6,2 faltas
10
QUESTÃO 23
Marque a alternativa que mais se aproxima da medida da área do triângulo cujos
lados medem 6 cm, 5 cm e 4 cm.
a)
b)
c)
d)
8,8 cm2
7,8 cm2
9,8 cm2
10,8 cm2
QUESTÃO 24
O sistema de radar é programado para registrar automaticamente a velocidade de
todos os veículos que trafegam por uma determinada avenida. A velocidade
máxima permitida é de 70 km/h. O levantamento estatístico dos registros do radar
aponta para uma distribuição percentual de veículos de acordo com sua
velocidade aproximada. Aferiu-se que: 5% dos veículos trafegam a uma
velocidade de 30 km/h; 15% trafegam a uma velocidade de 55 km/h; 50%
trafegam a 60 km/h e 10% trafegam a 80 km/h.
O valor médio de velocidades para os veículos corresponde a:
a)
b)
c)
d)
55,7Km/k
59,7Km/h
62,4 Km/h
78,5 Km/h
11
QUESTÃO 25
Dadas as sentenças abaixo, Classifique cada uma como verdadeira ou falsa e
marque a alternativa que melhor representa a sua escolha:
I. O Incentro é o ponto de interseção das bissetrizes internas de um triângulo.
II. O Circuncentro é o ponto de concurso ou de encontro das mediatrizes dos lados
de um triângulo.
III. O Baricentro é o ponto de encontro das medianas de um triângulo.
a)
b)
c)
d)
As três sentenças estão corretas.
As três sentenças estão incorretas.
A sentença II está incorreta.
A sentença III está incorreta.
QUESTÃO 26
Um aparelho de som é vendido por R$ 1000,00 para pagamento dentro de 90 dias
após a compra. Se o pagamento for feito à vista, há um desconto de 10% sobre o
preço de R$ 1.000,00. Qual é a taxa mensal de juros simples que mais se
aproxima da taxa cobrada na compra a prazo?
a)
b)
c)
d)
3,4%a.m.
2,5%a.m.
4, 2%a.m.
3,7%a.m.
QUESTÃO 27
Um triângulo tem como medidas de seus lados 7, 12 e 13. Trata-se então, de um
triângulo:
a)
b)
c)
d)
Retângulo.
Obtusângulo.
Acutângulo.
Isósceles.
12
QUESTÃO 28
A lógica das quantidades intensivas é diferente da lógica das quantidades
extensivas porque não está baseada na relação parte-todo, mas na relação entre
duas quantidades diferentes. A diferença entre esses dois tipos de quantidade
pode ser facilmente compreendida quando fazemos uma comparação entre as
quantidades extensiva e intensiva que podem ser medidas em uma mesma
situação. (NUNES, Terezinha. Educação Matemática, 2005, p.122).
Então, dadas as sentenças abaixo, pode-se afirmar que:
I. A lógica das quantidades extensivas baseia-se
portanto, no raciocínio aditivo.
II. A lógica das quantidades intensivas baseia-se
quantidades: portanto, no raciocínio aditivo.
III. A lógica das quantidades extensivas baseia-se
portanto, no raciocínio multiplicativo.
IV. A lógica das quantidades intensivas baseia-se
quantidades: portanto, no raciocínio multiplicativo.
na relação parte-todo:
na relação entre duas
na relação parte-todo:
na relação entre duas
Verifica que são verdadeiras as proposições:
a)
b)
c)
d)
apenas
apenas
apenas
apenas
I e II.
II e III.
I e IV.
III e IV.
13
QUESTÃO 29
Em relação à matemática, há no seu ensino certas características – como sua
universalidade e a própria concepção acerca da finalidade de seu estudo – que
fazem com que os alunos dos mais diferentes países se comportem de uma
maneira muito similar. Alguns autores e estudiosos apontam as mesmas
dificuldades e sugerem novas formas de ensiná-la. Essas são pautadas,
principalmente, nas atividades em grupo, uma vez que reconhecem o papel da
interação na construção do conhecimento matemático. Nessa preocupação os
autores reconhecem a influência do pensamento de Vygotsky, pois para ele a
aprendizagem
dos
conceitos
deveria
ter
suas
origens
nas_______________________.
(Moysés,
1997.p 61)
Marque que completa adequadamente a lacuna acima, considerando o
pensamento do autor:
a)
b)
c)
d)
práticas etnoculturais.
práticas sociais.
práticas pedagógicas.
práticas profissionais.
QUESTÃO 30
A realização de investigações na aula de Matemática implica que menos tempo
seja destinado para outras atividades, expõe Ponte (2003, p.140). É natural que,
nas primeiras tentativas, o professor comece por recorrer a tarefas já construídas,
utilizando-as nessa forma ou fazendo pequenas adaptações. Depois de algumas
experiências, é provável que comece a ganhar confiança para ser ele próprio a
pensar nas situações a propor aos seus alunos. Diz ainda que, o trabalho
colaborativo com outros professores não favorece em nada a experimentação de
novas práticas de ensino, possibilitando o confronto de idéias e experiências.
Assinale a afirmação CORRETA:
a) A exposição acima aponta integralmente as idéias do autor.
b) Quanto ao trabalho colaborativo, o que está escrito contradiz o pensamento do
autor.
c) Quanto à realização das atividades de investigação, o autor afirma em seu
texto que o fator tempo não deve ser ponderado pelo professor.
d) Para o autor, em seu texto, a possibilidade de insegurança por parte do
professor não é levada em conta.
14
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Professor PII – Matemática (18h/a) e Professor PII