JB NEWS
O
Rede Catarinense de Comunicação da Maçonaria Universal
www.radiosintonia33 – [email protected]
Informativo Nr. 1.210
Filiado à ABIM sob nr. 007/JV
Editoria: IrJeronimo Borges – JP-2307-MT/SCSC
Rio Branco (AC) quarta-fra, 25 de dezembro de 2013
É NATAL
BOAS FESTAS – FELIZ NATAL – FELIZ ANO NOVO
O JB News está sendo editado em Rio Branco (AC)
Índice:
Bloco 1 - Almanaque
Bloco 2 - Opinião: (Mensagem) - Ir Valdemar Sansão (É Natal – Reflexões )
Bloco 3 – IrPaulo Roberto – Maçons Célebres ( Ir Charles Grandison Finney )
Bloco 4 - IrAquilino R. Leal – “ A Pregação III “
Bloco 5 - IrWaldemar Henrique Dias – A Verdadeira História de Natal
Bloco 6 - IrPaulo Celso Soares da Silva – Natal, é muito mais do que muitos pensam
Bloco 7 - Ir José Valdecir de Souza Martins – Aprendiz da Vida
Bloco 7 - Destaques JB – (com a homenagem do Ir. Adilson Zotovici ao NATAL)
Pesquisas e artigos desta edição:
Arquivo próprio - Internet - Colaboradores
– Blogs - http:pt.wikipedia.org - Imagens: próprias e www.google.com.br
Os artigos constantes desta edição não refletem necessariamente a opinião
deste informativo, sendo plena a responsabilidade de seus autores.
Hoje, 25 de dezembro de 2013, 359º dia do calendário gregoriano. Faltam 6 para acabar o ano.
Dia de Natal
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1 - almanaque
Eventos Históricos
Aprofunde seu conhecimento
clicando nas palavras sublinhadas
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800 — Carlos Magno é coroado Imperador pelo Papa Leão III. Tem início o Sacro Império Romano
1046 — É eleito o Papa Clemente II
1066 — Guilherme da Normandia é coroado rei de Inglaterra na Abadia de Westminster
1104 — Constança de França divorcia-se de Hugo I de Champagne.
1599 — Fundação da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, Brasil.
1837 — Fundação do Condado de Dade
1881 — Primeiro voo no Brasil, em Belém, de um balão dirigível Le Victoria, e o segundo voô do
mundo por Júlio César Ribeiro de Sousa.
1926 — Início do Período Showa no Japão
1938 — Primeiro espécimen vivo do Celacanto, que era considerado extinto foi encontrado na costa
leste da África do Sul
1941 — II Guerra Mundial: Hong Kong rende-se aos Japoneses
1948 — Fundação da escola de samba Beija-Flor
1991 — Mikhail Gorbachev renuncia à presidência da União Soviética
feriados e eventos cíclicos
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800 — Carlos Magno é coroado Imperador pelo Papa Leão III. Tem início o Sacro Império Romano
1046 — É eleito o Papa Clemente II
1066 — Guilherme da Normandia é coroado rei de Inglaterra na Abadia de Westminster
1104 — Constança de França divorcia-se de Hugo I de Champagne.
1599 — Fundação da cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte, Brasil.
1837 — Fundação do Condado de Dade
1881 — Primeiro voo no Brasil, em Belém, de um balão dirigível Le Victoria, e o segundo voô do
mundo por Júlio César Ribeiro de Sousa.
1926 — Início do Período Showa no Japão
1938 — Primeiro espécimen vivo do Celacanto, que era considerado extinto foi encontrado na costa
leste da África do Sul
1941 — II Guerra Mundial: Hong Kong rende-se aos Japoneses
1948 — Fundação da escola de samba Beija-Flor
1991 — Mikhail Gorbachev renuncia à presidência da União Soviética
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Históricos de santa catarina:
1861
1893
1970
Inaugura-se, nesta data, na cidade de Desterro, a igreja de Nossa Senhora do Parto.
Decreto nº 1617, desta data, prorrogou até 31 de janeiro do ano seguinte o ―
estado de sítio‖ no Distrito
Federal e estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, conflagrados face à
Revolução Federalista.
Morre, em Rio do Sul, Guilherme Gemballa, doutor em Farmácia e Bioquímica e um dos fundadores da
Fundação Educacional do Alto Vale do Itajaí.
fatos maçônicos do dia
(Fontes: “O Livro dos Dias” do Ir João Guilherme - 18ª edição e arquivo pessoal)
1756
1761
1823
1831
Fundado o Grande Oriente dos Países Baixos
Fundada a Grande Loja da Suécia, trabalhando no Rito Escandinavo.
Sai a primeira edição do jornal Typhis Pernambuco, com que Frei Caneca () defende os ideais liberais e
a Constituinte dissolvida por D. Pedro I.
Fundada a Loja Philantrophia e Liberdade, em Porto Alegre, trabalhando no Rito Francês.
Feliz Natal!
Boas Festas!
Ho, Ho, Ho, Ho...
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Natal!
2 - Opinião - “É Natal”
IrValdemar Sansão (Reflexões sobre o Natal)
É Natal
Dia 25 de dezembro
Reflexões sobre o Natal!
Glória a Deus nas alturas, paz aos homens na terra!
Texto do Ir Valdemar Sansão
Apesar das químicas dos alimentos e das pressões da vida moderna, baseada em competições, quase
sempre desiguais, que nos levam ao estresse e consequentes depressões, a saúde física das pessoas esta
melhor.
Prevalecem ainda as doenças produzidas por influências psíquicas. (emoções, desejos, medo, etc.), que
poderiam ser evitadas se tivéssemos autocontrole diante das situações mais naturais e diante das quais nos
desequilibramos.
São dessa natureza os infartos, as gastrites e ulcerações, a hipertensão, a angina e
outras doenças nascidas da ansiedade e do descontrole emocional. Destacam-se
nesse campo a impaciência, a inconformação, a inveja, as suscetibilidades por
ninharias, a pressa, a cólera, e os seus derivados; geradas pela dupla famosa:
orgulho e egoísmo.
Neste Natal observemos: banquetes exagerados, esnobações com bebidas, fartura
que agride a desigualdade do mundo. Destinemos uma parte dos gastos com os
presentes desnecessários. Sugerimos doação a projetos cadastrados e
regulamentados, de reconhecida solidez e avaliados por meio de seu histórico –
escolher bem a instituição é ficar de olho em entidades “picaretas” uma das garantias de amparo à criança
abandonada, aos moradores de rua, a um asilo ou orfanato. Será o presente que daremos ao Mestre Maior
neste Natal, porque nos natais passados presenteamos nossos familiares e nada oferecemos ao
Aniversariante. Nem um Pai Nosso!
Lembremos Jesus de Nazareth: “Tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, necessitei
de roupas e me vestistes, estive enfermo e cuidastes de mim, estive preso e me visitaste”. Então os justos lhe
perguntaram: “Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber?”
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E Ele respondeu: “Digo-lhe em verdade, que o que fizestes a algum dos meus menores irmãos, a mim o
fizestes”. Temos que nos convencer que enquanto houver lágrimas nos olhos de um único ser na Terra, todos
nós estaremos chorando.
Ao Irmão morador de rua, cujo nome não sabemos, enviamos preces de gratidão pelo que nos ensinou a
valorizar nossa saúde, nosso lar, nosso alimento, nosso trabalho, todos eles riqueza que nunca percebemos
que possuíamos. Agradecemos por mostrar-nos onde está a felicidade.
As comemorações de Natal oferece-nos a oportunidade de profundas reflexões, seja com a constante
manifestação do Amor Divino em favor da Humanidade, seja com relação ao permanente convite D´Aquele
que nos ensinou: “Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados que eu vos aliviarei” – “Eu sou
o Caminho, e a Verdade e a Vida”!
Neste Natal, em que a humanidade se sente mais próxima do Criador, nossos corações se entrelaçam,
permitindo-nos ver que, em realidade somos Irmãos, não importando a cor, a raça ou o credo de cada um,
sem ter plena consciência que somos uma sociedade fabricada por disputas, discordâncias e debates? A
hora é de reconciliação, reatamento de amizades, feitas pela graça de Deus e continuar juntos nessa grande
família, em caminhos de paz, união e realizações.
Somos, por isso mesmo, levado a indagar – por que não somos assim nos 365 dias do ano?
F E L I Z N A T A L !_________________
MOVIMENTO UNIFICADO DE DEFESA DA CRIANÇA E ADOLESCENTE DE RUA
E-mail: [email protected]
O Ir.‟. Gilson Lopes da Silva, presidente da Entidade, luta com dificuldades para
prosseguir com a Missão. As necessidades e contas do abrigo das crianças só
aumentam. Os recursos estão exauridos. S.O.S!!!
VAMOS PRESTAR ASSISTÊNCIA E APOIAR COM TODAS NOSSAS FORÇAS.
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3 - Maçons Célebres –
] Paulo Roberto "
" Ir
Bloco produzido às quartas-feiras
pelo Ir. Paulo Roberto VMda
ARLS Rei David nr. 58 (GLSC)
Florianópolis - Paulo Roberto
Contato: [email protected]
Paulo Roberto
Charles Grandison Finney
Pregador, professor, teólogo, abolicionista.
*Warren (EUA), 24 de agosto de 1792.
†Oberlin (EUA), 16 de agosto de 1875.
Nascido numa pequena cidade do Connecticut (EUA), Charles Grandison Finney era o mais
jovem dos quinze filhos de um típico casal de fazendeiros americanos. Frequentou a escola até os quinze ou
dezesseis anos de idade, quando foi tido como capaz de lecionar nas mesmas instituições e nos mesmos
moldes pelos quais fora formado. Sua grande estatura, olhar penetrante, pendor musical e espírito de
liderança logo lhe granjearam o reconhecimento da comunidade em que vivia.
Mais tarde ingressou como estagiário em um escritório de advocacia, onde então, pretendia estudar para
tornar-se um advogado, na cidade de Adams, tendo resignado à profissão após sua conversão, e atendido ao
chamado para tornar-se um pregador do Evangelho.
Assim, com a idade de vinte e nove anos, sob a orientação do pastor George Washington Gale, formou-se
ministro da Igreja Presbiteriana, embora desde o começo já tivesse muitas divergências acerca de doutrinas
fundamentais pregadas por aquele segmento religioso.
Foi considerado um avivalista estado-unidense, sendo um dos líderes do “Segundo Grande Despertar” “Second Great Awakening”.
Introduziu várias inovações no ministério religioso, tais como a censura pública e nominal de pessoas durante
o sermão, a permissão da manifestação das mulheres em cultos para ambos os sexos e outros. Era também
famoso por realizar seus sermões de improviso.
Em 1832 mudou-se para a cidade de Nova Iorque, onde pastoreou na “Chatham Street Chapel”, e mais tarde
fundou e pastoreou no “Broadway Tabernacle” (atualmente chamada de “Broadway United Church of Christ”
).
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Ao largo de sua atividade como evangelizador popular, Finney envolveu-se com o movimento abolicionista. Já
em 1821 negara comunhão a traficantes de escravos em suas igrejas.
Em 1835 mudou-se para Ohio onde atuou como professor de teologia e depois presidente (reitor) do “Oberlin
College” (no período de 1851 – 1866).
Faleceu em 16 de agosto de 1875. Encontra-se sepultado em “Westwood Cemetery”, Oberlin, Ohio nos
Estados Unidos
Maçonaria
Antes de sua conversão Charles Grandison Finney era um ativo membro da
Maçonaria, tornando-se depois desta um forte oponente da entidade, tendo escrito um
extenso livro atacando-a, intitulado "The Character, Claims, and Practical Workings of
Freemasonry" ("O Caráter, Pretensões, e Funcionamento Prático da Maçonaria", numa
livre tradução)..
Havia alcançado o terceiro grau como Mestre Maçom, em oito anos. Veio depois a
afirmar que parte de seu juramento como maçom era imoral e a Maçonaria era
perigosa ao governo civil, comprovando isto com o assassinato do anti-maçom William
Morgan.
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4 - Aquilino r. leal Nascimento de Jesus: Mais outra dúvida
O Ir Aquilino R. Leal *
([email protected] )
escreve aos domingos e quartas-feiras,
neste espaço.
A PREGAÇÃO (III)
Material originalmente publicado na edição 190, 02/05/2009, do semanário FOLHA
MAÇÔNICA – ligeiramente modificado para os propósitos do JB NEWS.
Aquilino R. Leal
Fato: Um belo e ensolarado sábado da esplendorosa primavera de 2008... Batem à nossa porta. Os latidos
dos cachorros retiram-nos da paz. Entre as duas acácias da entrada também duas pessoas...
A pergunta: “Gostaria de conhecer a verdade?”.
Que verdade? Não existem verdades absolutas a não ser esta!
Respondemos e nos retiramos não sem antes receber um folheto no qual seis perguntas se faziam presentes,
das quais as duas primeiras (SERÁ QUE DEUS REALMENTE SE IMPORTA CONOSCO e A GUERRA E O
SOFRIMENTO ACABARÃO ALGUM DIA?) já objetadas aqui no JB NEWS.
A terceira:
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Conclusão: O texto talvez se refira à alma ou aos espíritos que, segundo algumas crenças, incluindo a cristã,
continuam vivendo depois da morte, ou à direita do Todo Poderoso ou no Inferno. Ou será que não existe o
Céu e o indispensável e antagônico Inferno pós morte? Segundo a Igreja Cristã o castigo pode ser eterno o
que cremos ser bastante „pesado‟ e sobretudo injusto para os que não seguem os ditames estabelecidos.
Segundo algumas crenças, qual umbanda e quimbanda, por exemplo, tais entidades podem interagir com o
mundo físico.
Os humanos deixam de existir? Não se trata em deixar de existir, há apenas uma transformação da matéria
em uma outra matéria, e nada mais. Assim pensamos!
Acreditamos que o panfleto recebido „forçou a barra‟ no que diz respeito a Salmos 146,3s1: o discurso está
muito aquém da pergunta do folheto.
Algo semelhante ocorre em Gênesis 3,192: O fato de tornar-se pó o corpo físico não implica,
necessariamente, que o corpo espiritual, se é que existe, também se torne pó.
Fundamentados em Ecl 9,53 lamentamos informar: a sabedoria e o conhecimento „vai para o ralo„ quando
formos para a sepultura! Nenhum projeto a vista... Não poderemos ajudar, nem prejudicar, ninguém
independentemente de quem seja! Não adianta, portanto, pedir ajuda a um pai, mãe, filho(a), esposo(a),
amigo(a) etc. que tenha „partido‟: tal ação não passa de uma asneira segundo o exposto em Ecl 9,5, Ecl 9,6 4
e Ecl 9,105! Morreu... Acabou! Fez, fez... Não fez... „Ferrou‟! Fudeu!
“O médico vê o homem em toda a sua fraqueza; o jurista vê-o em toda a sua maldade; o
teólogo, em toda a sua imbecilidade.” (Arthur Schopenhauer)
Imagem extraída, nov./2013, da pasta IMAGENS, FOTOS,DESENHOS\RELIGIOSOS, MITOLOGIA, SÍMBOLOS, LENDAS E
1 “[3] Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há salvação. [4] Sai-lhe o espírito,
volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos.”
2 “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és
pó e em pó te tornarás.”
3 “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco
terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento.”
4 “No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és
pó e em pó te tornarás.”
5 "Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu
vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”
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AFINS\CLIP; link http://sdrv.ms/QobWqH
Material assinado pelo Ir Aquilino R. Leal, engenheiro eletricista, professor universitário, iniciado em 03
de setembro de 1976 no Templo Tiradentes (São Cristóvão – Rio de Janeiro - Brasil), elevado em 28 de abril
de 1978 e exaltado em 23 de março de 1979 ocupando o veneralato em 05 de julho de 1988.
É fundador de duas Lojas Maçônicas, entre elas a Loja Stanislas de Guaita 165 – Rio de Janeiro, ambas
trabalhando no REAA e às terças-feiras.
Desde 2008 é colaborador permanente do semanário FOLHA MAÇÔNICA ([email protected]),
atualmente com a responsabilidade de três colunas semanais: A POLÊMICA NA FOLHA, EUREKA (TUREKA
E NÓSREKA) e ENQUETE INÚTIL. Gerencia o „PONTO CULTURAL DO FOLHA MAÇÔNICA‟
(http://sdrv.ms/QobWqH) onde estão postados mais de 16 mil títulos sobre a Ordem e afins para livremente
baixar.
Também colaborador permanente, desde março de 2013, com duas colunas mensais, do mensário espanhol
RETALES DE MASONERÍA
5 – a verdadeira história do natal
Ir Waldemar Henrique Dias
A Verdadeira História do Natal
Colaboração do Ir. Waldemar Henrique Dias
Florianópolis - SC
Texto publicado em 2006 pela Superinteressante.
Vale pela lição de tolerância :-)
A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de
tradições que deram origem à Noite Feliz
por Texto Thiago Minami e Alexandre Versignassi
Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele
que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone,
nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias
antes e se recuperam de uma longa comilança.
Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de “nascimento” do deus
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persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas
entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.
A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga
quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano
no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez
mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o “renascimento” do Sol.
Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta
dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na
Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o
deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo
dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a
harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do
Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em
3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.
A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de
dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno – pelo calendário atual, diferente daquele
dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse
culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o
Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da
divindade. E ela foi parar no centro do Império.
Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra
farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno,
senhor da agricultura. “O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro
das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes”, dizem os historiadores Mary Beard e John
North no livro Religions of Rome (“Religiões de Roma”, sem tradução para o português). Os mais animados
se entregavam a orgias – mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião
nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.
Solstício cristão
As datas religiosas mais importantes para os primeiros seguidores de Jesus só tinham a ver com o martírio
dele: a Sexta-Feira Santa (crucificação) e a Páscoa (ressurreição). O costume, afinal, era lembrar apenas a
morte de personagens importantes. Líderes da Igreja achavam que não fazia sentido comemorar o
nascimento de um santo ou de um mártir – já que ele só se torna uma coisa ou outra depois de morrer. Sem
falar que ninguém fazia idéia da data em que Cristo veio ao mundo – o Novo Testamento não diz nada a
respeito. Só que tinha uma coisa: os fiéis de Roma queriam arranjar algo para fazer frente às comemorações
pelo solstício. E colocar uma celebração cristã bem nessa época viria a calhar – principalmente para os
chefes da Igreja, que teriam mais facilidade em amealhar novos fiéis. Aí, em 221 d.C., o historiador cristão
Sextus Julius Africanus teve a sacada: cravou o aniversário de Jesus no dia 25 de dezembro, nascimento de
Mitra. A Igreja aceitou a proposta e, a partir do século 4, quando o cristianismo virou a religião oficial do
Império, o Festival do Sol Invicto começou a mudar de homenageado. “Associado ao deus-sol, Jesus assumiu
a forma da luz que traria a salvação para a humanidade”, diz o historiador Pedro Paulo Funari, da Unicamp.
Assim, a invenção católica herdava tradições anteriores. “Ao contrário do que se pensa, os cristãos nem
sempre destruíam as outras percepções de mundo como rolos compressores. Nesse caso, o que ocorreu foi
uma troca cultural”, afirma outro historiador especialista em Antiguidade, André Chevitarese, da UFRJ.
Não dá para dizer ao certo como eram os primeiros Natais cristãos, mas é fato que hábitos como a troca de
presentes e as refeições suntuosas permaneceram. E a coisa não parou por aí. Ao longo da Idade Média,
enquanto missionários espalhavam o cristianismo pela Europa, costumes de outros povos foram entrando
para a tradição natalina. A que deixou um legado mais forte foi o Yule, a festa que os nórdicos faziam em
homenagem ao solstício. O presunto da ceia, a decoração toda colorida das casas e a árvore de Natal vêm
de lá. Só isso.
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Outra contribuição do norte foi a idéia de um ser sobrenatural que dá presentes para as criancinhas durante o
Yule. Em algumas tradições escandinavas, era (e ainda é) um gnomo quem cumpre esse papel. Mas essa
figura logo ganharia traços mais humanos.
Nasce o Papai Noel
Ásia Menor, século 4. Três moças da cidade de Myra (onde hoje fica a Turquia) estavam na pior. O pai delas
não tinha um gato para puxar pelo rabo, e as garotas só viam um jeito de sair da miséria: entrar para o ramo
da prostituição. Foi então que, numa noite de inverno, um homem misterioso jogou um saquinho cheio de
ouro pela janela (alguns dizem que foi pela chaminé) e sumiu. Na noite seguinte, atirou outro; depois, mais
outro. Um para cada moça. Aí as meninas usaram o ouro como dotes de casamento – não dava para arranjar
um bom marido na época sem pagar por isso. E viveram felizes para sempre, sem o fantasma de entrar para
a vida, digamos, “profissional”. Tudo graças ao sujeito dos saquinhos. O nome dele? Papai Noel.
Bom, mais ou menos. O tal benfeitor era um homem de carne e osso conhecido como Nicolau de Myra, o
bispo da cidade. Não existem registros históricos sobre a vida dele, mas lenda é o que não falta. Nicolau seria
um ricaço que passou a vida dando presentes para os pobres. Histórias sobre a generosidade do bispo, como
essa das moças que escaparam do bordel, ganharam status de mito. Logo atribuíram toda sorte de milagres
a ele. E um século após sua morte, o bispo foi canonizado pela Igreja Católica. Virou são Nicolau.
Um santo multiuso: padroeiro das crianças, dos mercadores e dos marinheiros, que levaram sua fama de
bonzinho para todos os cantos do Velho Continente. Na Rússia e na Grécia Nicolau virou o santo nº1, a
Nossa Senhora Aparecida deles. No resto da Europa, a imagem benevolente do bispo de Myra se fundiu com
as tradições do Natal. E ele virou o presenteador oficial da data. Na Grã-Bretanha, passaram a chamá-lo de
Father Christmas (Papai Natal). Os franceses cunharam Pére Nöel, que quer dizer a mesma coisa e deu
origem ao nome que usamos aqui. Na Holanda, o santo Nicolau teve o nome encurtado para Sinterklaas. E o
povo dos Países Baixos levou essa versão para a colônia holandesa de Nova Amsterdã (atual Nova York) no
século 17 – daí o Santa Claus que os ianques adotariam depois. Assim o Natal que a gente conhece ia
ganhando o mundo, mas nem todos gostaram da idéia.
Natal fora-da-lei
Inglaterra, década de 1640. Em meio a uma sangrenta guerra civil, o rei Charles 1º digladiava com os cristãos
puritanos – os filhotes mais radicais da Reforma Protestante, que dividiu o cristianismo em várias facções no
século 16.
Os puritanos queriam quebrar todos os laços que outras igrejas protestantes, como a anglicana, dos nobres
ingleses, ainda mantinham com o catolicismo. A idéia de comemorar o Natal, veja só, era um desses laços.
Então precisava ser extirpada.
Primeiro, eles tentaram mudar o nome da data de “Christmas” (Christ‟s mass, ou Missa de Cristo) para
Christide (Tempo de Cristo) – já que “missa” é um termo católico. Não satisfeitos, decidiram extinguir o Natal
numa canetada: em 1645, o Parlamento, de maioria puritana, proibiu as comemorações pelo nascimento de
Cristo. As justificativas eram que, além de não estar mencionada na Bíblia, a festa ainda dava início a 12 dias
de gula, preguiça e mais um punhado de outros pecados.
A população não quis nem saber e continuou a cair na gandaia às escondidas. Em 1649, Charles 1º foi
executado e o líder do exército puritano Oliver Cromwell assumiu o poder. As intrigas sobre a comemoração
se acirraram, e chegaram a pancadaria e repressões violentas. A situação, no entanto, durou pouco. Em 1658
Cromwell morreu e a restauração da monarquia trouxe a festa de volta. Mas o Natal não estava
completamente a salvo. Alguns puritanos do outro lado do oceano logo proibiriam a comemoração em suas
bandas. Foi na então colônia inglesa de Boston, onde festejar o 25 de dezembro virou uma prática ilegal entre
1659 e 1681. O lugar que se tornaria os EUA, afinal, tinha sido colonizado por puritanos ainda mais linha-dura
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que os seguidores de Cromwell. Tanto que o Natal só virou feriado nacional por lá em 1870, quando uma
nova realidade já falava mais alto que cismas religiosas.
Tio Patinhas
Londres, 1846, auge da Revolução Industrial. O rico Ebenezer Scrooge passa seus Natais sozinho e quer que
os pobres se explodam “para acabar com o crescimento da população”, dizia. Mas aí ele recebe a visita de 3
espíritos que representam o Natal. Eles lhe ensinam que essa é a data para esquecer diferenças sociais, abrir
o coração, compartilhar riquezas. E o pão-duro se transforma num homem generoso.
Eis o enredo de Um Conto de Natal, do britânico Charles Dickens. O escritor vivia em uma Londres caótica,
suja e superpopulada – o número de habitantes tinha saltado de 1 milhão para 2,3 milhões na 1a metade do
século 19. Dickens, então, carregou nas tintas para evocar o Natal como um momento de redenção contra
esse estresse todo, um intervalo de fraternidade em meio à competição do capitalismo industrial. Depois,
inúmeros escritores seguiram a mesma linha – o nome original do Tio Patinhas, por exemplo, é Uncle
Scrooge, e a primeira história do pato avarento, feita em
1947, faz paródia a Um Conto de Natal. Tudo isso, no fim das
contas, consolidou a imagem do “espírito natalino” que hoje
retumba na mídia. Quer dizer: quando começar o próximo
especial de Natal da Xuxa, pode ter certeza de que o
fantasma
de
Dickens
vai
estar
ali.
Outra contribuição da Revolução Industrial, bem mais óbvia,
foi a produção em massa. Ela turbinou a indústria dos
presentes, fez nascer a publicidade natalina e acabou
transformando o bispo Nicolau no garoto-propaganda mais
requisitado do planeta. Até meados do século 19, a imagem
mais comum dele era a de um bispo mesmo, com manto
vermelho e mitra – aquele chapéu comprido que as autoridades católicas usam. Para se enquadrar nos novos
tempos, então, o homem passou por uma plástica. O cirurgião foi o desenhista americano Thomas Nast, que
em 1862, tirou as referências religiosas, adicionou uns quilinhos a mais, remodelou o figurino vermelho e
estabeleceu a residência dele no Pólo Norte – para que o velhinho não pertencesse a país nenhum. Nascia o
Papai Noel de hoje. Mas a figura do bom velhinho só bombaria mesmo no mundo todo depois de 1931,
quando ele virou estrela de uma série de anúncios da Coca-Cola. A campanha foi sucesso imediato. Tão
grande que, nas décadas seguintes, o gorducho se tornou a coisa mais associada ao Natal. Mais até que o
verdadeiro homenageado da comemoração. Ele mesmo: o Sol.
Para saber mais
Religions of Rome - Mary Beard, John North; Cambridge, EUA, 1998
Santa Claus: A Biography - Gerry Bowler, McClelland & Stewart, EUA, 2005
www.candlegrove.com/solstice.html - Como várias culturas comemoram o solstício de inverno.
Fonte:
http://super.abril.com.br/historia/verdadeira-historia-natal-446723.shtml
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Rio Branco (AC), quarta-feira, 25 de dezembro de 2013. (Edição de Natal)
6- natal é muito mais do que muitos pensam
Ir Paulo Celso Soares da Silva
NATAL É MUITO MAIS DO QUE MUITOS PENSAM...
Ir  Paulo Celso Soares da Silva
Loja Maçônica Amor ao Próximo nº 0295
Oriente de Paraíba do Sul / RJ
PEDIDO DE NATAL
No silêncio desta noite Santa
Ceia nos lares, orgia nos bares,
Uns vão outros voltam
Sem entenderem o que se festeja;
Vão como sombras vagando ao nada,
Como folhas secas carregadas ao vento,
Vão angustiados pensando no pão minguado
Num mundo onde ninguém se conhece,
Onde impera o egoísmo, sentimentos perdidos,
Onde não se distingue o riso do pranto,
Onde são destorcidos os íntimos valores,
Onde a mão do afago retraiu-se,
Onde não se ouve mais o cantar do pássaro,
Onde não se sente mais o perfume da flor,
Onde não se ouve mais o murmurar da fonte,
Onde há mais joio que trigo,
Onde se ouve dolorosos clamores,
Onde não há mais chance de solução.
A paz é violada, a moral desfalecida,
Sorrisos trancados, corações fechados,
Pessoas inquietas, crianças famintas,
Tantas bandeiras rasgadas !
Pivetes dormindo nos bancos das praças,
A fome dizima e consome,
Corpos emagrecidos enrolados em trapos...
Não se consegue cantar a canção mais bela,
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Sonhos desfeitos como fumaça no ar.
Tu Senhor
Que nasceste numa manjedoura
Ensinando-nos a humildade
Dê-nos um mundo melhor,
Permita que possamos refletir
Ainda que por poucos momentos,
Antes que os animais se sobreponham...
Que entendamos que a vida dura só um momento;
Nos ensine a espalhar o riso e recolher o pranto,
Aviva a chama da compreensão e do respeito
Para que nos unamos cada vez mais;
Que a Tua Luz brilhe intensa
E a todos ilumine
Espargindo raios de fé e amor ao próximo,
Para que a harmonia inunde todos os lares
Neste e em todos os natais,
FELIZ NATAL !!!

Amados Irmãos, cunhadas e sobrinhos, desejo um Feliz Natal a todos. Que a família maçônica
nunca se esqueça do real significado do Natal.
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7- aprendiz da vida
r José Valdecir de Souza Martins
Aprendiz Da Vida
Autor:
Ir José Valdecir de Sousa Martins
A cada Natal meu que se passa, num total de cinqüenta e um, a cada dia, tenho a nítida
impressão que a vida me obriga a pensar na sua essência, na sua evolução natural e na verdadeira razão
das coisas, isto é: nascer, crescer, aprender, evoluir com a ajuda de quem nos rodeia e ser melhor a cada dia
que passa até que um dia... deixar de receber conhecimento terreno e experimentar uma vida para além da
que já conheço.
O ser humano por mais idade e conhecimento que tenha, sempre será um eterno aprendiz,
somente não serão, se não querer exercitar a humildade, e achar que a vida lhes deve, e achar que seus
desejos não foram alcançados. Mas devagarzinho vamos caminhando em busca do nosso progresso, às
vezes doloroso, mas com muito aprendizado.
Quanto mais vivemos, mais temos a certeza que temos muito a aprender. E este grande
aprendizado é o PERDOAR. O perdão é um exercício diário para nos tornarmos uma pessoa melhor. É um
exercício fácil? No meu entender é compreender, aceitar e seguir adiante. É poder olhar nos olhos daquela
pessoa novamente, e se precisar, dar a mão sem sentimento de sacrifício. Então; é simples?
No meu mais profundo sentimento, acredito que muito, muito poucas pessoas conseguem
perdoar. Perdoam, mas só da boca para fora. Isso é perdoar? Perdoam e dizem que não querem ver a cara
dessa ou daquela pessoa na sua frente. Seria isso perdão? Acredito que não, assim pensando, sendo assim,
sinto que ainda não aprendi a perdoar. É triste? Claro que é muito triste. Mas ainda há um longo caminho pela
frente.
Temos que descobrir o tempo certo da vida ou ela vem espontaneamente? Para muitos, é
difícil saber o tempo certo de mudar, de amar, de perdoar, ou até mesmo de ser feliz. Só sabem que é tempo
certo apenas de viver. O importante, é que a maturidade deixa o fruto mais doce.
Somos mesmo eternos aprendizes da vida. Nunca saberemos tudo... somos humanos... somos
aprendizes... sempre teremos algo a aprender e a ensinar. Mas, aprender que na vida só amar e ser simples,
já nos vale e muito apena.
Exemplifico a vida como feminina, como é uma Mãe... é portanto no seu seio que teremos o
eterno aprendizado. A cada dia, no amadurecimento natural, vamos adquirindo mais experiência, mais
sabedoria para termos a verdadeira felicidade e a capacidade de irmos relevando aquilo que não nos agrada,
que nos incomoda... Daí nascerá o processo natural do saber perdoar, de mais amor, numa harmonia infinita.
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Valdecir Martins. Bacharel em Adm. de Empresas
Policial Militar – AL Sgt. PM. Graduado e Pós-Graduado em Estudos de Política e Estratégia pela UCDB/ADESG, XXI
CEPE. E-mail: valdeci3pontocom [email protected] Site: www.valdecimartins.com.br
8 - destaques jb
Resenha Geral
Obrigado!
O JB News recebeu, agradece e retribui com tríplice intensidade, os votos e mensagens
Natalinas: IrJosé Roberto Messias; Ir Calid Arab (Rio Branco); Fábio Flávio (Porto Alegre);
Ir Ailton Elisiário e Cunhada Socorro (Campina Grande PB); Ir Paulo Velloso (Florianópolis);
Ir Paulo Roberto Pinto (Florianópolis); Ir Reinaldo Castro; Ir Paulo Roberto Malty e Família;
Ir Cledson Cardoso; Ir Paulo Celso Soares da Silva (Paraíba do Sul RJ); Ir Roberto C. de
Corrêa; Ir Walter Antonio Reis Filho, Delegado Regional para o Vale de Florianópolis para o Rito
Adonhiramita; Matteo Maglia III Secondo Sorvegliante della R:.L:. ACACIA 669 Or:.Roma; Ir
Marcos Coimbra; Ir Roberto Vandré Rosa e Família (Florianópolis); Ir Georges Hhouri; Ir
Douglas Maurício Spies (Jaraguá do Sul SC); Ir Adilson Zotovici e Família (São Paulo); Ir João
Guilherme C. Ribeiro; Ir Samuel da Silva Pinto (Caxias do Sul): Ir Sebastião Barbosa Correa
e Família; Ir William Gustavo Roncalli (Porto Alegre); Ir Rubens Azevedo e Família (Natal
RN); Irmãos Claudio Rodrigues e Hernani de Alvarenga Machado, de Belo Horizonte; Irmão
Vladimir (Porto Alegre); Ir Paulo R. Carvalho, Loja Caratinga Livre, Caratinga MG; Ir Salles,
Loja Presidente Roosevelt, 02 Criciúma; Ir Marcos Antonio Bergantini e Família; Ir Téofilo
Jorge e Família, MI da Loja Lara Ribas, 66 Florianópolis; Ir Valdir Santana da Silva Vem. Mestre
da Loja Maçônica Onze de Outubro Jurisdicionada ao Grande Oriente da Paraiba- Comab Oriente
de Campina Grande Paraíba;
(continua na próxima edição).
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José Maurício Guimarães
Nos meus tempos de ginásio (ginásio era, uma
fase da vida escolar quando os estudantes atiravam pedras polidas uns nos outros) era costume
respondermos à chamada nas aulas de latim com "adsum", que significa: estou presente. Virgílio
disse em Eneida: "Quem quaeritis adsum" que poderíamos traduzir por "aquele a quem procurais
aqui está" ou, melhor ainda: "aqui presente aquele a quem procurais". Eu sempre digo: a
vantagem do latim é que, mesmo os iletrados podem fazer uso dele impunemente ( o que não era o
caso de Virgílio).
Pois. Estou presente. "Aqui me tens de regresso e suplicante te peço a minha nova inscrição. Voltei
pra rever os amigos..."
Estive um ano e cinco meses mergulhado numa pesquisa e elaboração de um livro que será lançado
em julho de 2014 sobre a história, formação e fundamentos da Grande Loja Maçônica de Minas
Gerais. Durante esse tempo eu não fiz outra coisa senão estudar e escrever. Tive que liberar espaço
na minha memória ram (não confundir com memória rã). Comprei sapatos com fecho-éclair para
economizar espaços vitais na cachola. Com isso o blog foi o primeiro a ser "sacrificado".
Voltei, para a alegria (e alergia) de muitos assim como para o desespero de milhões. [
http://zmauricio.blogspot.com.br/ ]
"Entre tapas e beijos", desejo a todos vocês boas cervejas, vinhos, os champagne, águas-ardentes,
uísques, cognac, vodka... mas se forem dirigir (ou governar), não bebam - nem fumem.
CHEGOU TAMBÉM A HORA DA FAXINA: os que se sentem desesperados e/ou incomodados com
minhas mensagens, recebendo e-mails em duplicata ou outros inconvenientes por acaso e
involuntariamente impostos, sintam-se à vontade para pedir o cancelamento de envios,
respondendo com a palavrinha mágica "remover".
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Feliz Natal, Boas
Festas e Venturoso 2014,
com muitas realizações e SAÚDE, extensivo a toda a Família. São os votos do
JB News em nome dos nossos articulistas, escritores, poetas, e de todos aqueles
que através deste Informativo virtual não se cansam de contribuir com o
crescimento da cultura Maçônica. Aos Irmãos assinantes, aos simpatizantes do
JB News, os desejos de um Feliz Natal!
A Criação é do Ir João Guilherme
Rádio Sintonia 33 & JB News
HO, HO, HO, HO, HO!!! É NATAL!
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1 – Banda militar - Um espectáculo imperdível!
http://www.youtube.com/watch?v=RrURsTxIg6s
2 – Mercado Central de BH com Saulo Laranjeira
<http://www.youtube.com/watch?v=M0pRmFGAt6w&feature=player_embedded>
3 – Mialgres de Jesus Cristo.
http://www.youtube.com/watch?v=naqOC0vLWv0&feature=related
4 – Quantas horas e quantos cálculos foram necessários para a organização desta
desorganizada apresentação espectacular?!!!!
Clique aqui
5 – Bolero De Ravel Orquesta Filarmónica De Munich
http://www.youtube.com/watch?v=AmEJLoawItU
6 - Daniel Boone A História De Natal By Bergmann (Filme dublado)
http://www.youtube.com/watch?v=sX3yHVcCcOM
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A homenagem do Ir. Adilson Zotovici
Ao DIA DE NATAL.
NATAL...
Já nasceu o Deus Menino
Enviado pra salvação
Soa anunciando o sino !
Unigênita criação
Seu Filho, que PAI Divino !
Com todo amor, em união,
Roguemos ao Pai Celestial
Invocando sua intercessão
Sob esse inefável astral
Tal qual nossa gratidão,
Orando por um Feliz Natal !
Adilson Zotovici
ARLS Chequer Nassif-169
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