RELAÇÕES INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO
Profª Jaciana Amorim – 2009.
REVISÃO PARA FINAL
INTRODUÇÃO AO COMÉRCIO
INTERNACIONAL
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O QUE É COMÉRCIO INTERNACIONAL?
É a troca de bens ou serviços que
ocorre entre diferentes países.
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TIPOS DE TROCAS
Compra → IMPORTAÇÃO
Venda → EXPORTAÇÃO
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PRINCIPAIS CONCEITOS UTILIZADOS
CONSUMO E PRODUÇÃO
Necessidades primárias ou básicas:



Alimentos
Vestuário
Habitação
Necessidades progressivas:
Educação
 Lazer
 Conforto

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PRINCIPAIS CONCEITOS UTILIZADOS
DIVISÃO DO TRABALHO
A partir do crescimento do consumo o homem observou
que era mais difícil produzir tudo o que
necessitava.Desta forma surgiu a DIVISÃO DO
TRABALHO, onde uma pessoa produzia apenas um
tipo de objeto em quantidades superiores de suas
necessidades e o excedente era trocado por outras
coisas que necessitava.
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PRINCIPAIS CONCEITOS UTILIZADOS
TROCAS
Na pré-história,as trocas aconteciam entre os habitantes de uma
mesma tribo.Devido a evolução do relacionamento humano os locais
de trocas foram se ampliando para locais cada vez mais distantes.
ECONOMIA INTERNACIONAL
É mais abrangente,envolve o comércio internacional(exportação +
importação,prestação de serviços,transferências
unilaterais(donativos,remessas de imigrantes ou para imigrantes) e
movimentação de capitais.
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PRINCIPAIS CONCEITOS UTILIZADOS
Fonte : Disponível em<http://www.mdic.gov.br/arquivos/dwnl_1224506583.pdf> acesso em:12.07.2009
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PRINCIPAIS CONCEITOS UTILIZADOS
Zonas
(ZPE)
de Processamento de Exportação
“Áreas delimitadas, nas quais empresas voltadas
às exportações gozam de incentivos tributários e
cambiais,além de procedimentos aduaneiros
simplificados.”
Fonte : Disponível em<http://www.mdic.gov.br/arquivos/dwnl_1224506583.pdf> acesso em:12.07.2009
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PRINCIPAIS CONCEITOS UTILIZADOS
OBJETIVO DAS ZPE





Atrair novos investimentos
Aumentar exportações
Reduzir desequilíbrios regionais
Gerar emprego e renda
Promover novas tecnologias
Fonte : Disponível em<http://www.mdic.gov.br/arquivos/dwnl_1224506583.pdf> acesso em:12.07.2009
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ZPE EXISTENTES
Fonte : Disponível em<http://www.mdic.gov.br/arquivos/dwnl_1224506583.pdf> acesso em:12.07.2009
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COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
TRATADOS E ACORDOS COMERCIAIS
 São acertos firmados entre países que visam estabelecer
aumento do comércio entre as partes mediante redução de
tarifas alfandegárias.
TRATADOS – são Geralmente mais amplos,complexos e
com um período de duração maior.
 ACORDOS – são mais flexíveis e mais simples.

Ambos estabelecem :
 Lista de produtos beneficiados.
 Quantidades a serem comercializadas.
 Valores gerais e prazo de duração.
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COOPERAÇÃO INTERNACIONAL
TRATADOS E ACORDOS BILATERAIS - firmados entre
dois países.
 TRATADOS E ACORDOS MULTILATERAIS – firmados entre
mais de dois países.

NATUREZA DOS TRATADOS E ACORDOS :
Monetária – Bretton Woods(1944).
 Comercial – GATT(General Agreement on Trade and Tariffs)

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INCOTERMS – Termos do Comércio Internacional
ORIGEM
1936 quando - Câmara Internacional do Comércio(CCI) ,sede
em Paris, interpretou e consolidou as diversas formas
contratuais que vinham sendo utilizadas no comércio
internacional.
 O constante aperfeiçoamento dos processos de negociação e
logístico,tecnologias sofisticadas, fez com que os Incoterms
passassem por diversas modificações ao longo dos anos.
 2000 - Novo conjunto de regras, conhecido atualmente como
Incoterms 2000.

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INCOTERMS – Termos do Comércio Internacional
OBJETIVO

Definir, dentro da estrutura de um contrato de compra e venda
internacional, os direitos e obrigações recíprocos do exportador e
do importador.

Estabelecer um conjunto-padrão de definições e determinando
regras e práticas neutras, como por exemplo: onde o exportador
deve entregar a mercadoria, quem paga o frete, quem é o
responsável pela contratação do seguro.
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FMI – Fundo Monetário Internacional
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FMI – Fundo Monetário Internacional

Criado na Conferência de Bretton Woods , reunião presidida
por Henry Morgenthau (Secretário do Tesouro no governo
Roosevelt).

O Brasil participou deste evento através de uma delegação
composta por Souza Costa (chefe de delegação e na época
ministro da Fazenda), Eugênio Gudin, Octávio de Bulhões e
Roberto Campos.

Em maio de 1946, o FMI iniciou suas atividades. Durante o
período da Guerra Fria, ele era acusado pelos países comunistas
de ser instrumento do capitalismo.
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FMI – Fundo Monetário Internacional
OBJETIVOS




Promover a cooperação monetária internacional,sendo um
mecanismo de consulta e colaboração na resolução dos
problemas financeiros;
Favorecer a expansão equilibrada do comércio, gerando níveis
elevados de emprego e trazendo desenvolvimento dos recursos
produtivos;
Fornecer ajuda financeira aos países membros em dificuldades
econômicas, emprestando recursos quando justificáveis.
Contribuir para a instituição de um sistema multilateral de
pagamentos e promover a estabilidade dos câmbios.
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FMI – Fundo Monetário Internacional
COMO PARTICIPAR?

Qualquer país pode participar, para isto é necessário subscrever
quotas de capital.

A quota é composta de duas partes:
25% em ouro ou moeda forte.
2. 75% em moeda do próprio país.
1.
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WTO – WORLD TRADE ORGANIZATION
OMC – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE COMÉRCIO
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OMC : ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE COMÉRCIO
Princípios
1.Não Discriminação
2.Previsibilidade
3.Concorrência Leal
4. Proibição de Restrições Quantitativas
5. Tratamento Especial e Diferenciado para Países em
Desenvolvimento
Disponível em:<http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=368>acesso em 12.07.09
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UNIÃO EUROPÉIA
Fonte:Disponível em:<http://europa.eu/index_pt.htm> .Acesso em 12.07.09
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PAÍSES MEMBROS
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PAÍSES MEMBROS
Os países da UE (27 membros) e ano da sua adesão:







1952 :Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países
Baixos.
1973: Dinamarca, Irlanda e Reino Unido.
1981 :Grécia.
1986: Portugal, Espanha.
1995 :Áustria, Finlândia e Suécia.
2004 :Chipre, Eslováquia, Eslovênia, Estônia, Hungria, Letônia,
Lituânia, Malta, Polônia e República Checa.
2007: Bulgária e Romênia
Fonte:Disponível em:<http://europa.eu/index_pt.htm> .Acesso em 12.07.09
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OBJETIVO

A União Européia foi criada com o objetivo de pôr termino às freqüentes
guerras sangrentas entre países vizinhos, que culminaram na Segunda
Guerra Mundial.

A partir de 1950, a Comunidade Européia do Carvão e do Aço começa a
unir econômica e politicamente os países europeus, tendo em vista
assegurar uma paz duradoura.

Os seis países fundadores são a Alemanha, a Bélgica, a França, a Itália,
o Luxemburgo e os Países Baixos. Os anos 50 são dominados pela
guerra fria entre o bloco de Leste e o Ocidente.

Em 1956, o movimento de protesto contra o regime comunista na Hungria
é reprimido pelos tanques soviéticos. No ano seguinte, em 1957, a União
Soviética lança o primeiro satélite artificial (o Sputnik 1), liderando a
"corrida espacial". Ainda em 1957, o Tratado de Roma institui a
Comunidade Econômica Européia (CEE) ou “Mercado Comum”.
Fonte:Disponível em:<http://europa.eu/index_pt.htm> .Acesso em 12.07.09
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1957: O Tratado de Roma institui um mercado comum

Esses seis Estados decidiram depois, em 25 de Março de
1957, com o Tratado de Roma, construir uma Comunidade
Econômica Européia (CEE) com base num mercado comum
mais alargado e que abrangia toda uma série de bens e
serviços.

Os direitos aduaneiros entre os seis países foram totalmente
abolidos em 1 de Julho de 1968 e, ao longo da mesma década,
foram definidas políticas comuns, nomeadamente nos
domínios do comércio e da agricultura.
Fonte:Disponível em:<http://europa.eu/index_pt.htm> .Acesso em 12.07.09
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2002: Introdução das notas e moedas de euros.

É então que a União se prepara para a sua mais espetacular
realização de sempre, a criação de uma moeda única .

Em 1999, o euro começou a ser usado para transações
financeiras (não efetuadas em numerário) .

Só três anos mais tarde as notas e as moedas de euros
entraram em circulação nos 12 países da "área do euro". O
euro assume agora o estatuto de grande moeda mundial para
pagamentos e reservas, ao lado do dólar.
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2002: Introdução das notas e moedas de euros.

Em Março de 2000, a UE adotou a "estratégia de Lisboa" com
o objetivo de modernizar a economia européia e torná-la apta a
concorrer no mercado mundial com outros grandes
protagonistas, como os Estados Unidos e os novos países
industrializados.

A estratégia de Lisboa inclui o incentivo à inovação e ao
investimento nas empresas, assim como a modernização dos
sistemas educativos europeus para os adequar às
necessidades da sociedade da informação.
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2004: Mais dez países aderem à União.

Mal se concluíra o alargamento da União Européia para 15
membros, logo se iniciaram os preparativos para novo
alargamento de uma envergadura sem precedentes .

Em meados da década de 90, começaram a bater à porta da
UE os antigos países do bloco soviético (Bulgária, República
Checa, Hungria, Polônia, Romênia e Eslováquia), os três
Estados bálticos que haviam feito parte da União Soviética
(Estônia, Letônia e Lituânia), uma das repúblicas da antiga
Jugoslávia (Eslovênia) e dois países mediterrânicos (Chipre e
Malta).
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2004: Mais dez países aderem à União.

A UE congratulou-se com essa oportunidade de ajudar a
estabilizar o continente europeu e de alargar os benefícios da
integração européia a estas jovens democracias.

As negociações para a adesão dos países candidatos foram
iniciadas em Dezembro de 1997 e a Europa dos 25 tornou se
realidade em 1 de Maio de 2004, quando a adesão de 10 dos
12 candidatos se concretizou.

Seguiram se a Bulgária e a Romênia, em 1 de Janeiro de
2007.
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A MOEDA DO BLOCO - EURO
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A MOEDA DO BLOCO - EURO

O euro (€) é provavelmente a realização mais tangível da UE. A
moeda única é partilhada por 16 países (2009), que
representam mais de dois terços da população da UE. Outros
se lhes seguirão, assim que as suas economias estejam
preparadas.

Todas as notas e moedas em euros podem ser usadas nos
países onde o euro é aceito. Enquanto as notas são sempre
iguais, as moedas têm uma face comum e outra que ostenta
um símbolo nacional do país emissor.

Países da União Européia que usam o euro: Alemanha, Áustria,
Bélgica, Chipre, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Finlândia,
França, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Malta, Países
Baixos e Portugal.
Fonte:Disponível em:<http://europa.eu/index_pt.htm> .Acesso em 12.07.09
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MERCOSUL

O Mercado Comum do Sul (Mercosul) é um amplo projeto de
integração concebido por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

Envolve dimensões econômicas, políticas e sociais, o que se
pode inferir da diversidade de órgãos que ora o compõem, os
quais cuidam de temas tão variados quanto agricultura familiar
ou cinema, por exemplo.

No aspecto econômico, o Mercosul assume, hoje, o caráter
de União Aduaneira, mas seu fim último é constituir-se em
verdadeiro Mercado Comum, seguindo os objetivos
estabelecidos no Tratado de Assunção, por meio do qual o
bloco foi fundado, em 1991.
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OBJETIVO
Objetivo primordial do Tratado de Assunção é a integração dos
quatro Estados Partes por:
Livre
circulação de bens, serviços e fatores produtivos,
Estabelecimento
Adoção
de uma Tarifa Externa Comum (TEC),
de uma política comercial comum,
Coordenação
de políticas macroeconômicas e setoriais,
Harmonização
de legislações nas áreas pertinentes.
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SISTEMA GERAL DE PREFERÊNCIA

O funcionamento do SGP foi idealizado no âmbito da UNCTAD Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento.

Foi idealizado para que mercadorias de países em desenvolvimento
pudessem ter um acesso privilegiado aos mercados dos países
desenvolvidos, em bases não recíprocas, superando-se, dessa
forma, o problema da deterioração dos termos de troca e facilitando o
avanço dos países beneficiados nas etapas no processo de
desenvolvimento.

Por meio do SGP, certos produtos, originários e procedentes de países
beneficiários em desenvolvimento (PD) e de menor desenvolvimento
(PMD), recebem tratamento tarifário preferencial (redução da tarifa
alfandegária) nos mercados dos países outorgantes desse programa.
Fonte:Disponível em:< http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=407>. Acesso em:12.07.2009
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SISTEMA GERAL DE PREFERÊNCIA
O SGP possui as seguintes características:

Unilateral e não-recíproco: os outorgantes concedem o
tratamento tarifário preferencial, sem, contudo, obter o mesmo
tratamento em contrapartida;

Autônomo: cada outorgante possui seu próprio esquema, que
contém a lista de produtos elegíveis ao benefício, respectivas
margens de preferências (redução da tarifa alfandegária) e
regras a serem cumpridas para a concessão do benefício, tais
como Regras de Origem;

Temporário: cada esquema é válido por um prazo
determinado, mas, historicamente, os outorgantes têm sempre
renovado seus esquemas;
Fonte:Disponível em:< http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=407>. Acesso em:12.07.2009
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Aprendendo a Exportar

Os avanços da tecnologia permitem comunicações
imediatas com as mais distintas regiões do planeta,
possibilitando que os mais diversos negócios sejam
efetuados, diariamente, com empresas de variados e
distantes países. No passado, a indústria nacional era
protegida por barreiras que hoje já não existem.

Empresas estrangeiras tem a possibilidade de virem
concorrer com as empresas brasileiras dentro de
nosso próprio país.
Fonte: Disponível em:< http://www.aprendendoaexportar.gov.br/sitio/paginas/porQueExportar/index.html> .Acesso em 12.07.09
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Aprendendo a Exportar

A internacionalização leva ao desenvolvimento da
empresa, pois a obriga a modernizar-se, seja para
conquistar novos mercados, seja para preservar as
suas posições no mercado interno.

O comércio exterior adquire cada vez mais importância
para o empreendedor que queira realmente crescer,
assim como para a economia brasileira, mediante o
ingresso de divisas e geração de emprego e renda.
Fonte: Disponível em:< http://www.aprendendoaexportar.gov.br/sitio/paginas/porQueExportar/index.html> .Acesso em 12.07.09
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Aprendendo a Exportar
Vantagens da Exportação :





A Diversificação de Mercados
O Aumento da Produtividade
Melhora da Qualidade do Produto
Diminuição da Carga Tributária
Melhoria da Empresa
Fonte: Disponível em:< http://www.aprendendoaexportar.gov.br/sitio/paginas/porQueExportar/index.html> .Acesso em 12.07.09
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A Diversificação de Mercados

A estratégia de destinar uma parcela de sua produção
para o mercado interno e outra para o mercado externo
permite que a empresa amplie sua base/carteira de
clientes, o que significa correr menos riscos, pois,
quanto maior o número de mercados ela atingir, menos
dependente ela será.

A diversificação de mercado permite, ainda, que a
sazonalidade do produto seja eliminada, isto é, uma
empresa que fabrica produtos voltados para o clima
frio, poderá produzí-los o ano inteiro, porque terá
diferentes mercados onde vendê-los, e não dependerá
somente das estações nacionais.
Fonte: Disponível em:< http://www.aprendendoaexportar.gov.br/sitio/paginas/porQueExportar/index.html> .Acesso em 12.07.09
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Aumento da Produtividade

Quando uma empresa começa a exportar, sua
produção aumenta numérica e qualitativamente. Isso
ocorre devido a redução da capacidade ociosa
existente, que é obtida por meio da revisão dos
processos produtivos.

O aumento da produção, naturalmente, aumenta
também a capacidade de negociação para a compra
de matéria-prima. Com isso, o custo da fabricação das
mercadorias tende a diminuir, tornando-as mais
competitivas e aumentando a margem de lucro.
Fonte: Disponível em:< http://www.aprendendoaexportar.gov.br/sitio/paginas/porQueExportar/index.html> .Acesso em 12.07.09
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