FOL • Faculdade de Odontologia de Lins / UNIMEP AÇÃO DO SYMPHYTUM OFFICINALE NA REPARAÇÃO DO PROCESSO ALVEOLAR APÓS EXODONTIA THE ACTION OF SYMPHYTUM OFFICINALE ON THE ALVEOLAR REPAIR PROCESS AFTER EXODONTIA ELENY BALDUCCI-ROSLINDO Professora assistente doutora de Histologia e Embriologia da Faculdade de Odontologia de Araraquara/Unesp ANA CAROLINA DA MATA Mestre em Periodontia pela Faculdade de Odontologia de Araraquara/Unesp DANIELA MERCALDI MALAGOLI Ex-estagiária de Histologia e Embriologia da Faculdade de Odontologia de Araraquara/Unesp RESUMO SUMMARY O objetivo deste trabalho foi avaliar em camundongos a ação do Symphytum officinale, na reparação do processo alveolar após exodontia. Foram utilizados 30 camundongos, separados em dois grupos – controle e tratado. Ao tratado foi administrado, por via oral, o medicamento Symphytum officinale, 6 CH, cinco dias antes da extração do incisivo superior direito e no controle foi administrado 5 ml de álcool etílico a 70%, diluídos em 30 ml de soro fisiológico. Os animais foram sacrificados 7, 14 e 21 dias após o ato operatório, preparando-se a seguir as peças da hemi-maxila direita para análise histológica. Concluiu-se que: 1. o Symphytum officinale estimulou intensamente os eventos biológicos ocorridos na neoformação óssea, durante o processo de reparação alveolar após extração dentária, quando comparados àqueles encontrado no grupo controle; 2. o medicamento homeopático pode ser uma opção para o uso do cirurgião dentista em um ato cirúrgico, desde que tenha consciência e conhecimento sobre dosagem e tipo de administração em humanos. The objective of this study was to evaluate, in mice, the action of Symphytum officinale in the alveolar repair process after teeth extraction. Thirty mice were separated into two groups – control and treated. The animals of the treated group were medicated with Symphytum officinale, 6 CH, five days prior to the extraction of the upper right incisor. Animals from the control group received 5 ml of 70% alcohol diluted in 30 ml of saline. The animals were sacrificed 7, 14 and 21 days after the operation and the specimens of the right hemimaxilla were prepared for histological analysis. Considering the results we conclud that: 1. Symphytum officinale intensely stimulated the biological events that occurred in the osseous neoformation during the process of alveolar repair process after the tooth extraction when compared to the control group; 2. results show that the homeopathic medicine can be an option in oral surgery as long as correct dosage and administration parameters for human beings are respected. UNITERMOS: SYMPHYTUM OFFICINALE – HOMEOPATIA – EXTRAÇÃO KEYWORDS: SYMPHYTUM OFFICINALE – HOMEOPATHY – TOOTH DENTÁRIA – CICATRIZAÇÃO DE FERIDA. EXTRACTION – WOUND HEALING. Rev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 47-52, 2003 47 48 MATERIAL E MÉTODO O cirurgião-dentista tem evoluído na área clínica terapêutica, integrando a prática médica homeopática na elaboração do tratamento do sistema estomatognático.13 O dentista homeopata analisa e compreende o paciente como um todo, considerando a cavidade bucal como um dos componentes do indivíduo. Na prática homeopática, sinais e sintomas psíquicos, gerais e locais são analisados para posteriores prescrições de medicamento.12 Alguns medicamentos homeopáticos possuem a capacidade de promover melhor cicatrização e recuperação tecidual nos tratamentos de lesões traumáticas, como é o caso da substância Symphytum officinale.25, 27 A palavra Symphytum deriva do grego Symphuô (em português, eu reúno), que alude à propriedade de consolidar e soldar os ossos fraturados e bordas das feridas. Esta planta, conhecida popularmente como Confrey, possui no rizoma a alantoína, substância utilizada em dermatologia por suas propriedades cicatrizantes, além de ser adstringente, emoliente e suavizante.17, 26 O processo de reparo em feridas de extração dentária vem sendo estudado em ratos,9, 15, 20 cães,21 macacos23 e no homem,2 com o objetivo de estabelecer padrões normais das ocorrências biológicas nele envolvidas. A influência de fatores sistêmicos, como quimioterápicos,8 antibióticos11 e medicamentos homeopáticos,3 ou locais, como osso orgânico20 e estimulação ultra-sônica na região alveolar,28 tem sido demonstrada em vários trabalhos que discutem o processo de reparo alveolar. Morfologicamente, são consideradas quatro fases na evolução do processo de reparo alveolar: proliferação celular, desenvolvimento do tecido conjuntivo, maturação do tecido conjuntivo e diferenciação óssea ou mineralização.5 Investigações a respeito do processo de reparação utilizando Symphytum officinale como terapêutica homeopática se fazem necessárias, pois na literatura são poucos os trabalhos que citam a utilização da homeopatia como modalidade terapêutica. Assim, o objetivo deste trabalho foi analisar histologicamente a reparação do alvéolo dentário após exodontia, administrando esse medicamento em camundongos. Foram utilizados 30 camundongos (Mus musculus) com dez dias de idade, divididos em dois grupos experimentais: controle e tratado. Ao grupo tratado foi administrado, por via oral, o medicamento Symphytum officinale na potência 6 CH * durante cinco dias antes da extração do incisivo superior direito, sendo a posologia de duas gotas, três vezes ao dia. O mesmo procedimento (duas gotas, três vezes ao dia) foi realizado com o grupo controle, usando-se 5 ml de álcool etílico a 70%, diluídos em 30 ml de soro fisiológico. O uso do álcool etílico para o grupo controle deu-se em virtude de ele ser empregado na dinamização do medicamento, na potência 6 CH. Após anestesia intra-peritonial com hidrato de cloral a 10%, na dose de 0,4 ml/100 g de peso corporal, foi realizada a extração do incisivo superior direito. Decorridos os períodos de sete, 14 e 21 dias após o ato operatório, os animais foram sacrificados por inalação de éter sulfúrico, sendo a maxila direita separada da esquerda. As peças foram fixadas em formalina a 10% durante 48 horas. Depois, foi realizada a descalcificação, em solução de citrato de sódio a 20% e ácido fórmico a 50% em partes iguais, segundo a técnica de Morse.14 Em seguida, as peças foram desidratadas, diafanizadas e incluídas em parafina, sendo orientadas de forma a permitir cortes dos alvéolos em sentido longitudinal. Os cortes semi-seriados, com 6 µm de espessura, foram corados com hematoxilina e eosina, para serem submetidos a análise histológica. RESULTADOS Para a descrição dos resultados da análise histológica, o alvéolo dentário foi dividido em três terços: cervical, médio e apical, considerados a partir da crista alveolar em direção do fundo do alvéolo. No grupo controle, aos sete dias, nota-se no alvéolo dentário presença de coágulo sangüíneo sem organização, que mostra em seu interior vários macrófagos e discreta proliferação de fibroblastos nos terços médio e apical. Delgadas trabéculas ósseas neoformadas, isoladas e irregulares são observadas no terço médio, contendo numerosos osteoblastos na periferia (fig. 1). * CH - Escala de diluição e dinamização segundo Escala Centesimal de Hahnemania, preconozada por Cristian Federico Samuel Hahnemann. 6 potência obtida pela dinamização. Rev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 47-52, 2003 UNIMEP • Universidade Metodista de Piracicaba INTRODUÇÃO FOL • Faculdade de Odontologia de Lins / UNIMEP FIGURA 1. GRUPO MÉDIO – SETE DIAS. ALVÉOLO DENTÁRIO CONTROLE DO TERÇO MOS- FIGURA 3. GRUPO CONTROLE – 14 DIAS. TERÇO MÉDIO DO ALVÉOLO DENTÁRIO EXIBINDO TRABÉCULAS COM AMPLOS ESPAÇOS INTERTRABECULA- TANDO AMPLOS ESPAÇOS INTERTRABECULA- RES. RES. H.E. 312,5 X. ÓSSEAS ESPESSAS DELIMI- TRANDO TRABÉCULAS ÓSSEAS DELGADAS H.E. 312,5 X. No grupo tratado, aos sete dias, nos terços médio e apical, o alvéolo dentário apresenta-se parcialmente preenchido por tecido conjuntivo neoformado, bem vascularizado e rico em fibroblastos. Em alguns locais, ainda são observados restos de coágulo sangüíneo com macrófagos. No terço médio, do lado lingual, trabéculas ósseas neoformadas contendo no seu interior numerosos osteócitos, isoladas ou não, projetam-se da compacta óssea para o centro do alvéolo (fig. 2). No grupo controle, aos 14 dias, os terços médio e apical do alvéolo mostram-se preenchidos por trabéculas ósseas delgadas ou espessas, com osteócitos no interior e amplos espaços intertrabeculares ocupados por tecido conjuntivo ricamente celularizado e vascularizado (fig. 3). No terço cervical, observa-se discreta formação de tecido ósseo com trabéculas delgadas, irregulares, e tecido conjuntivo rico em fibroblastos. O alvéolo dentário no grupo tratado aos 14 dias apresenta, no terço cervical, trabéculas ósseas delgadas, cujo arranjo origina amplos espaços medulares. Nos terços médio e apical, encontra-se em quase toda sua extensão tecido ósseo, caracterizado por trabéculas ósseas espessas, com ossificação mais intensa, quando comparada com os grupos anteriores, sem, no entanto, originar espaços medulares definidos (fig. 4). FIGURA 2. GRUPO FIGURA 4. GRUPO TRATADO – SETE DIAS. TERÇO TRATADO – 14 DIAS. TERÇO MÉDIO DO ALVÉOLO DENTÁRIO MOSTRANDO MÉDIO DO ALVÉOLO DENTÁRIO MOSTRANDO TRABÉCULAS ÓSSEAS ESPESSAS ORIGINANDO TRABÉCULAS ÓSSEAS ESPESSAS COM REDU- AMPLOS ESPAÇOS INTERTRABECULARES. H.E. 312,5X. ZIDOS ESPAÇOS INTERTRABECULARES. H.E. 312,5 X. 49 Rev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 47-52, 2003 DO ALVÉOLO DENTÁRIO EXIBINDO TRABÉCULAS ÓSSEAS ESPESSAS DELIMITANDO REDUZIDOS ESPAÇOS MEDULARES. H.E. 312,5 X. No grupo controle aos 21 dias, o alvéolo apresenta-se quase todo preenchido por tecido ósseo neoformado. No terço cervical, as trabéculas ósseas apresentam-se delgadas ou espessas, irregulares, formando espaços intertrabeculares indefinidos. Em alguns locais, observam-se, ainda, áreas contendo coágulo sangüíneo com macrófagos. Nos terços médio e apical, as trabéculas ósseas são mais desenvolvidas e espessas, sem, no entanto, originar espaços medulares definidos (fig. 5). O grupo tratado, aos 21 dias, mostra o alvéolo dentário, nos terços considerados, preenchido por tecido ósseo maduro, com exceção de restritas áreas no terço cervical, que ainda mostra algumas trabéculas ósseas com diferentes características de ossificação. Os arranjos das trabéculas ósseas espessas presentes nos terços médio e apical formam espaços medulares definidos (fig. 6). FIGURA 6. GRUPO TRATADO – 21 DIAS. TERÇO MÉDIO DO ALVÉOLO DENTÁRIO MOSTRANDO TECIDO ÓSSEO MADURO, COM ESPAÇOS MEDULARES DEFINIDOS. 50 H.E. 312,5 X. DISCUSSÃO Morfologicamente, são consideradas quatro fases no processo de reparação alveolar após extração dentária: 1. proliferação celular; 2. desenvolvimento de tecido conjuntivo; 3. maturação do tecido conjuntivo; e 4. calcificação óssea.5 A primeira fase ocorre imediatamente após a extração, quando o coágulo sanguíneo é invadido por fibroblastos24 e as células endoteliais se proliferam, originando novos capilares.5 Na segunda fase, o tecido conjuntivo neoformado exibe proliferação angioblástica e grande quantidade de fibroblastos que sintetizam fibras e substância fundamental amorfa. A terceira fase compreende a maturação do tecido conjuntivo, o aumento de fibras colágenas e a diminuição do número de células e vasos sanguíneos. Na última fase, os osteoblastos iniciam a deposição de matriz orgânica, formando tecido osteóide, ocorrendo calcificação e formação das trabéculas ósseas.5 A completa reparação do alvéolo dentário consiste no seu preenchimento por tecido ósseo neoformado, cristas alveolares remodeladas e seu fechamento pela mucosa gengival.2, 5 Esses procedimentos ocorrem no rato por volta do 21.º dia11, 16 e no homem, no 64.º dia2, 19 após a exodontia. Interferências na reparação alveolar podem provir de processos locais, como a presença de corpos estranhos,1 resíduos de raiz,6 osso orgânico20 e estimulação ultrasônica,28 e de processos sistêmicos,4, 7, 10 administração de drogas9, 22 e medicamentos homeopáticos.3 O medicamento homeopático conhecido popularmente como Confrey ou Consólida (do latim, consolidar fraturas) – que contém em sua composição a alantoína, que tem atividade cicatrizante, e mucilagem, com propriedades antiirritante e hidratante –17, 26 foi utilizado neste trabalho para avaliarmos a ação de suas propriedades no processo cicatricial alveolar após extração. Os resultados de pesquisas de laboratório comprovaram que ele é um vegetal rico em vitaminas e sais minerais e que o seu teor de proteínas, açúcar e vitamina A é cinco vezes maior do que o do leite e da alfafa. Os sais minerais de maior destaque são os compostos de ferro, manganês, cálcio, fósforo e zinco.18, 25 Os resultados obtidos nos períodos considerados mostraram que as feridas de extração dentária submetidas à ação do SymRev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 47-52, 2003 UNIMEP • Universidade Metodista de Piracicaba FIGURA 5. GRUPO CONTROLE – 21 DIAS. TERÇO MÉDIO FOL • Faculdade de Odontologia de Lins / UNIMEP phytum officinale apresentam um processo de reparação do alvéolo diferenciado, quando comparado com as do grupo controle. A análise histológica realizada no grupo controle mostrou que o processo de reparo em ferida de extração dentária é semelhante aos resultados encontrados por outros autores,2, 5, 24 verificando-se uma evolução gradativa na formação do tecido de granulação cicatricial, proliferação fibroblástica e vascular, com neoformação de tecido conjuntivo e deposição de tecido ósseo, nos períodos examinados. Nos resultados dos animais tratados, observamos que a reparação tecidual em ferida de extração dentária apresentou uma organização mais rápida do coágulo sangüíneo, maior proliferação fibroblástica e vascular, com maior quantidade de tecido conjuntivo neoformado e trabéculas ósseas espessas, com numerosos osteoblastos na periferia e formando espaços medulares definidos. Os resultados obtidos neste trabalho reforçam os encontrados em nossa pesquisa anterior,3 quando foi administrado, nos períodos pré e pós-cirúrgico, o complexo Symphytum officinale e Calendula officinalis em camundongos com extração do incisivo superior. Na referida pesquisa, ficou demonstrado que o complexo acelerou o ritmo da reparação alveolar no grupo tratado, com formação precoce de tecidos de granulação e ósseo, principalmente nos períodos iniciais de observação. Assim, mostramos que o Symphytum officinale sozinho, sem conjugação de qualquer outra substância, atua sobre as feridas de extração dentária, produzindo um reparo ósseo e tecidual mais rápido e qualitativamente melhor, independente do tempo de exposição. Dos muitos fenômenos que caracterizam o organismo vivo, a cicatrização das feridas é um dos mais interessantes. A capacidade de reparação do tecido lesado é uma resposta da própria vida – e nesse processo pode residir a compreensão final da natureza. A cicatrização das feridas deve ser considerada como um dos mecanismos primários da sobrevivência a partir do nascimento. Portanto, o processo de reparação não é um fenômeno isolado, mas sim uma série complexa de eventos biológicos. A análise dos resultados do processo de reparo em feridas de extração dentária mosRev. Fac. Odontol. Lins, Piracicaba, 15 (1): 47-52, 2003 trou que as propriedades biológicas e terapêuticas do Symphytum officinale aceleraram o processo de neoformação óssea após a extração dentária em camundongos. CONCLUSÃO Com base nos resultados histológicos obtidos neste estudo, parece-nos lícito concluir que: 1. o Symphytum officinale estimulou intensamente os eventos biológicos que ocorrem na neoformação óssea durante o processo de reparação alveolar após extração dentária, quando comparados aos encontrados no grupo controle; 2. os resultados mostraram que o medicamento homeopático pode ser uma opção para uso do cirurgião-dentista em um ato cirúrgico, desde que o profissional tenha consciência e conhecimentos sobre sua dosagem e o tipo de administração para humanos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Abreu EM, Vizioli MR, Valdrighi L. The healing of foreign bodies 3 (fragments of silver amalgam and of zinc oxideeugenol impression paste). Rev Fac Odont São José dos Campos 1974; 3:119-31. 2. Amler MH. 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