i RELATÓRIO FINAL DAS OFICINAS REALIZADAS NO I SEMINÁRIO DA PROSPECTIVA REGIONAL DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BRANCO –SP E REALIZADAS NO CURSO DE FORMAÇÃO-AÇÃO Como Preparação para a Análise Estrutural do Processo Prospectivo Com Apóio de Ribeirão Branco - SP Julho 2011 Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave ii APRESENTAÇÃO Este Relatório consolida as informações obtidas nas oficinas realizadas durante o I Seminário da Prospectiva, parte do Processo Prospectivo de Ribeirão Branco – SP, tendo a Coordenação de Lucinei Paes de Lima e Antônio Luís Aulicino, que integra na consolidação os resultados obtidos no Curso Formação-ação dos integrantes e multiplicadores, na época, do Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco SP, ministrado pelo Prof. Dr. Antônio Luís Aulicino, cujo relatório dos resultados dessas oficinas está no Anexo A. O Processo Prospectivo Regional é a antecipação para ação, com apropriação, que significa a participação da sociedade para adquirir conhecimento, tanto da metodologia quanto da situação atual do Município de Ribeirão Branco – SP, e em conjunto construir o futuro para 2030 com comprometimento. Durante este processo foram realizadas diversas reuniões nos bairros, com os empresários e com os jovens de Ribeirão Branco, para sensibilizá-los e conscientizá-los de trabalhar juntos, utilizando a prospectiva. Este processo prospectivo tem uma Governaça, que tem por objetivo sua administração, composta de três Comitês: Comitê de Direção da Prospectiva, Comitê Técnico Prospectivo e o Comitê Local Técnico Prospectivo, sua composição: Comitê de Direção: • José Vicente Felizardo da Silva (Secretario da Agricultura), • Lucinei Paes de Lima (Secretaria da Administração), • Maria Luzia Teixeira Rodrgues (Secreatrária de Educação) • Caster Cesar da Silva ( Secretário da Saúde) • Luciana Cardoso ( Secretária da Assistência Social) • José Luiz Pacheco de Lima (SINTRAGER), • Claudinei Felizardo da Silva ( Presidente do Sindicato dos Agricultores Rurais), • Nivaldo de Siqueira Gomes (FAF/CUT/SP), • Patricia Cartier Paranhos (eng. agrônoma da Casa da Agricultura), • Antônio Paulo de Oliveira (COPERAG)), • José Maria P. da Cruz (COPERAG), • Francisco Feitosa Alves Sobrinho (agrônomo, ITESP), • Rubens Rabczuk (iniciativa privada e tem instituto de pesquisa, empreendedor voltado para agricultura familiar). Comitê Técnico Prospectivo: • Representante do Comitê de Direção • Rubens Rabczuk • Patricia Cartier Paranhos • Francisco Feitosa Alves Sobrinho • Antônio Luís Aulicino (IDS), • Liége Mariel Petroni (IDS), Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave iii • João Trevisan • Marcos Antônio dos Santos • Representante do Comitê Local Técnico Prospectivo • Oswaldo Ramos Leão (Escriturário – Prefeitura) • Maria do Carmo Oliveira (Vice Diretora de Escola) • Ana Carolina Diogo Marinho de Souza (Comunidade Reciclar) Comitê Local Técnico Prospectivo: • Ana Carolina D M Sousa • Anderson S. Gomes • Andresa C. Melo • Caster C. Silva • Claudinei F. Silva • Dirceu Ferreira • Eliana L. S. Machado • Emerson M. Souza • Georgina P. Oliveira • Helena M. Lima • João A. Aranha Jr. • José Luiz P. Lima • José Vicente Felizardo da Silva • Juarez S. Pereira • Leonil Pereira da Silva • Luciana Cardoso • Lucinei P. Lima • Luizmar Rodrigues • Maraine C. Gomes • Maria Carmo Oliveira • Maria Luiza T. Rodrigues • Marisa P. Lima Macedo • Nivaldo S. Gomes • Oswaldo R. Leão • Pamola A. Bento • Patrícia Cartier Paranhos • Pedro A. Rossi • Robson L. F. Rodrigues • Rubens Rabczuk • Sonia A. Oliveira Esta Governança que tornou possível o Processo Prospectivo e a realização do Seminário, que desenvolveu as diversas oficinas, sendo conduzidas pelos integrantes do Comitê Local Técnico Prospectivo. O relatório foi elaboração por Antônio Luís Aulicino e revisado pelos integrantes da Governança do Processo Prospectivo. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave iv SUMÁRIO 1. Introdução................................................................................................................. 2. Resultado do Exercício Oficinas Praticado pelos Participantes do Curso ............... 3. Condução das Oficinas............................................................................................. 3.1. Oficina de Caça às Idéias ou Idéias Recebidas...................................................... 3.2. Oficina de “mudanças e rupturas ... ações”........................................................... 3.3. Oficinas de “freios e inércias”............................................................................... 3.3.1.Oficinas de “freios e inércias”............................................................................. 3.3.2.Oficinas de “freios e inércias”............................................................................. 3.4. Oficina de “mudanças críticas ... às estratégias”................................................ 3.5. Oficina de “Mudanças críticas ... aos cenários exploratórios”.............................. 3.6. Oficinas da “árvore de competência do passado e do presente . . ao futuro”..... 3.6.1. Oficina da “árvore de competência do passado e do presente . . . ao futuro” – 1º. dia................................................................................................................. 3.6.2. Oficina da “árvore de competência do passado e do presente . . . ao futuro” – 2º. dia................................................................................................................. 4. Consolidação dos Resultados obtidos nas diversas Oficinas Realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional de Ribeirão Branco SP................................... 5. Os Resultados obtidos nas Oficinas do Curso de Formação-ação do Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco SP, realizado nos dias 13, 14, 15 e 16 janeiro 2011, em Ribeirão Branco............................................................................ 6. Consolidação Geral dos Resultados do Processo Prospectivo Regional de Ribeirão Branco........................................................................................................ 7. O Conceito da Análise Estutural no Processo Prospectivo.......................................... 8. Referência Bibliográfica Base para Elaboração deste I Seminário da Prospectiva.. ANEXOS...................................................................................................................... ANEXO A: Relatório do Curso Formação-Ação do Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico Prospectivo do Município de Ribeirão Branco –SP........... ANEXO B: Ata da Reunião – Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de Ribeirão Branco – SP....................................................... 1 7 8 9 17 23 23 31 38 47 55 55 62 66 68 69 70 71 72 73 139 Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave v LISTA DE TABELAS Tabela 1:. Hirarquização das Idéias Identificadas........................................................ Tabela 2: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas.............................. Tabela 3: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados...................................... Tabela 4: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados..................................... Tabela 5: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas.............................. Tabela 6: Lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em jogo por mudanças críticas (mudanças críticas)..................................... Tabela 7: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas.............................. Tabela 8: Lista das mudanças críticas com as respectivas questões chave e suas respostas plausíveis e de ruptura.................................................................................... Tabela 9: Fatores da Árvore de Competência do Passado e do Presente e Pontos Fracos e Fortes............................................................................................. Tabela 10 : Fatores da Árvore de Competência do Futuro Desejado e Não Desejado. 12 19 26 33 41 44 49 52 56 61 Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave vi LISTA DE FIGURAS Figura 1: Representação dos diversos tipos de agentes sociais que participaram das oficinas do Seminário e tiveram 100% de presença......................................................................... Figura 2: Plano: Importância x Impacto das principais idéias identificadas.................................... Figura 3: Plano: Importância das mudanças x Grau de preparação................................................. Figura 4: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação........................................ Figura 5: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação........................................ Figura 6: Plano: Importância das Mudanças x Grau de preparação dos Atores.............................. Figura 7: Identificação da Coerência e de Estratégias por meio da Análise Morfológica para atender as Mudanças e Rupturas................................................................................................................. Figura 8: Plano: Importância das Mudanças x Grau de preparação dos Atores.............................. Figura 9: Construção de cenário global a partir das questões chave e respostas, por meio da Análise Morfológica..................................................................................................................... Figura 10: Representação da Árvore de Competência do PASSADO de Ribeirão Branco – SP...... Figura 11: Representação da Árvore de Competência do PRESENTE de Ribeirão Branco - SP... Figura 12: Representação da Árvore de Competência do Futuro Desejado de Ribeirão Branco SP................................................................................................................................... Figura 13: Representação da Árvore de Competência do Futuro Não Desejado de Ribeirão Branco - SP...................................................................................................................... Figura14: Síntese dos resultados das oficinas do Seminário da Prospectiva Regional para o Município de Ribeirão Branco – São Paulo – SP.......................................................... Figura 15: Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formação-ação de Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco – São Paulo – SP............................................................................................................ Figura16: Consolidação da Síntese dos resultados das oficinas do I Seminário da Prospectiva Regional e a Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formaçãoação de Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo do Município de Ribeirão Branco – SP.............................................................................. Figura 17: Ilustração do Escopo das Variáveis-chave que definirão o Espaço Morfológico do Município de Ribierão Branco no Processo Prospectivo 6 13 21 27 34 42 45 51 53 62 61 64 65 67 68 69 70 Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 1 SEMINÁRIO da Prospectiva Regional – Ribeirão Branco SP 1. Introdução O Município de Ribeirão Branco tem as seguintes características: localiza-se na região sudoeste paulista, 210 km de Curitiba e 310 km de São Paulo população: 18.272 habitantes, área: 697.813 km2, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,649, é o antepenúltimo município do Estado de São Paulo, é um dos mais pobres, possui o IDH Renda: 0,573, o IDH Longevidade: 0,600, o IDH Educação: 0,775. O PIB per capita é de R$ 4.681, segundo informações obtidas do IBGE (2010). O Município de Ribeirão Branco faz fronteira com os seguintes municípios: Apiaí, Itapeva, Nova Campina e Guapiara. O município situa-se a 875 metros de altitude média (varia de 800 m até 1250 m) possuindo um relevo acidentado e montanhoso. As rochas são ígneas (granito) e metamórficas (quartzito, gnaisse) e o solo pode ser do tipo cambissolo ou argissolo (antigo podzólico), e são intemperizados e pobres em nutrientes. Há manchas de solos orgânicos (tipo Campos do Jordão) nas áreas mais elevadas. Existe exploração de minerais, tais como: água, tungstênio retirado de volframita, cassiterita e estanho. Possui manchas de matas ombrófilas e ombrófilas mistas (matas com presença da Araucária angustifolia mais conhecida como pinheiro do Paraná). A temperatura média anual é de 18º C, em janeiro é 21ºC e em julho 15ºC. O clima é subtropical, ou Cfb (mesotérmico brando), possibilitando o cultivo de tomate e feijão no verão, pois estas plantas exigem noites frescas. Além da agricultura, existe a monocultura de eucaliptos e pinus. O município de Ribeirão Branco, SP, necessita de nova dinâmica de desenvolvimento, de novo posicionamento, de nova identidade e de sua reconstrução com uma visão de longo prazo compartilhada, com o objetivo de evitar: sua evolução lenta, a desvitalização de sua zona rural e a redução de sua população. Diante desses fatos, o processo prospectivo permitirá inter-relação e integração dos diversos agentes sociais e dos diversos atores do município, como também dos municípios vizinhos, do Estado de São Paulo, de outras regiões e do Brasil Ressaltando, que a Prospectiva Regional é a aplicação de processos sistemáticos e participativos de levantamento de informações relativas ao futuro e de construções de visões a médio e longo prazo para apoiar às decisões e políticas atuais e mobilizar ações comuns. Os integrantes do Comitê Local Técnico Prospectivo, após o curso formação-ação, tornaram-se multiplicadores do processo prospectivo para sensibilizar e conscientizar a Sociedade do processo, tanto em reuniões com os diversos tipos de agentes sociais quanto nas diversas comunidades do Município. Os trabalhos realizados foram: • Curso Formação-ação Prospectiva Regional – 24 participantes – multiplicadores • Elaboração do Banco de Dados – Geotecnológico de Ribeirão Branco • Sensibilização, conscientização e homogeneização dos conceitos do: • Empresários Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 2 • Jovens • • Bloco 1: Boavas, Fria, Palmeirinha, Fazenda Velha, Banco da Terra • Bloco 2: Cerrado, Capote, Cachoerinha • Bloco 3: Capelinha, Morro Alto, Santa Bárbara • Bloco 4: Pacas, Kantian, Saival e Cachoeirinha • Bloco 5: Itaboa, Correias • Bloco 6: Campina de Fora • Bloco 7: Caçadores Brasílio, Santa Rita ( Glauser) Caçador Medeiros • Bloco 8: Batoista, Pêssego, Água Branca • Bloco 9: Rio Apiaí, Coimbra, Marques, Boa Vista e Toca • Bloco 10: São Roque Após a fase de sensibilização e conscientização a sociedade estava preparada para a realização do I Seminário. O objetivo do I Seminário da Prospectiva é consolidar o diagnóstico inicial, em conjunto com a Sociedade do Município de Ribeirão Branco – SP, definir as grande linhas do Futuro de Ribeirão Branco para 2030, que são as vairáveis chave e sua análise profunda, constituindo a Análise Estrutural. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 3 Algumas fotos da Abertura do I Seminário da Prospectiva de Ribeirão Branco – SP: Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 4 O Programa do I Seminário foi o seguinte: 04 junho 2011 08:30 h – 09:00 h Recepção dos participantes e Apresentação do Seminário 09:00 h – 10:00 h Lembranças passadas e o que está em jogo no futuro para Ribeirão Branco. Síntese da Retrospectiva e da Prospectiva 10:00 h – 11:15 h Introdução à Prospectiva 11:15 h – 11:30 h Pausa – Coffee-break 11:30 h – 12:00 h Apresentação das Oficinas da Prospectiva Regional 12:00 h – 13:00 h Os participantes do Seminário deverão se dividir em grupos de 8 a 10 pessoas durante 3 à 4 horas discutindo os temas: Início das oficinas de • Caçar às Idéias; Prospectiva Regional • Antecipar os fatores de mudança e as Inércias • Identificar os Freios e Inércias • Construir as Árvores de Competência do Passado e do Presente 13:00 h – 14:15 h Almoço 14:15 h – 17:00 h Oficinas de Prospectiva 17:00 h – 17:30 h Pausa – Coffee-break 17:30 h – 19:00 h Reunião Plenária onde haverá Síntese dos Trabalhos realizados nas oficinas, permitindo aos diferentes grupos compartilhar suas reflexões e comparar os resultados Abertura do Seminário 1ª. Fase exploratória em grupo de 8 à 10 pessoas 05 junho 2011 08:30 h – 09:30 h Conceito sobre Prospectiva e Métodos – Técnicas 09:00 h – 11:00 h Os grupos de 8 a 10 pessoas, durante 3 à 4 horas darão continuidades aos temas: • Das Idéias às Ações; • Das mudança críticas às Ações; Trabalho nas • Dos Freios e Inércias às Ações; Oficinas de Prospectiva Regional • Das mudança críticas às Estratégias, pela Análise Morfológica; • Das mudança críticas aos Cenários Exploratórios, pela Análise Morfológica; • Construir a Árvore de Competência do Futuro. 11:00 h – 11:15 h Pausa – Coffee-break 11:15 h – 13:00 h Continuação dos trabalhos das Oficinas até o fim 13:00 h – 14:30 h Almoço 14:30 h – 16:00 h Reunião Plenária onde haverá Síntese dos Trabalhos realizados nas oficinas, e as recomendações para a continuidade do Processo Prospectivo Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 5 O I Seminário da Prospectiva Municipal e Regional teve início, no dia 4 de junho de 2011, com a realização das oficinas, iniciando por uma reunião plenária para rever os conceitos de Prospectiva Regional e depois os participantes foram divididos em grupos por tipo de oficina, dirigindo-se para asrespectivas salas com os animadores. O objetivo das oficinas do processo prospectivo regional, citadas no programa do I Seminário, é iniciar o processo de reflexão prospectiva e estratégica para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco, SP, nos ambientes interno e externo no horizonte 2030. As oficinas de prospectiva constituem um exemplo de verdadeira formação-ação, na medida em que propiciam aos participantes as condições indispensáveis para uma participação ativa na reflexão prospectiva do município. Nestes encontros, os participantes são familiarizados com os métodos e as ferramentas da prospectiva estratégica para identificar e hierarquizar em comum os principais desafios do futuro sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco, SP, no horizonte 2030 e identificar pistas para a ação. Na prospectiva, o termo francês “atelier” (oficina ou workshop) é freqüentemente utilizado para designar sessões organizadas de reflexão coletiva. Este termo, desde há muitos anos, é utilizado tanto na França, como em diversos países da União Européia, da Asía e Afríca. O carácter modular destas oficinas bem como a facilidade de sua realização prática permitem-lhes adaptar-se a todas as situações. Devido à sua simplicidade e rapidez de execução, estes seminários aproximam-se de técnicas como a “quick environmental scanning technique” (QUEST) de Burt Nanus (1982). As oficinas devem ser compostas por oito a dez pessoas, quando possível, que se reúnem em várias sessões de trabalho de duas a quatro horas. Nestas oficinas, quaisquer que sejam os temas abordados, são organizadas em torno de dois grandes princípios: 1°/ permitir uma grande liberdade de expressão a todos os interlocutores (tempo de reflexão individual em silêncio, recolhimento de todas as idéias por escrito); 2°/ canalizar a produção dos participantes (nomeadamente através de uma gestão rigorosa do tempo e, sobretudo, através do recurso sistemático de técnicas, tais como: a classificação das idéias, a hierarquização, etc.). É no decurso das sessões de síntese, organizadas no final destas oficinas, que os diferentes grupos partilham as suas reflexões e as comparam. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 6 As oficinas constituem um preâmbulo precioso, senão indispensável, a qualquer reflexão prospectiva. A sua execução é simples e a sua metodologia facilmente apropriável. Eles devem, em primeiro lugar, servir de rampa de lançamento para um processo de reflexão prospectiva em comum. No fim dessas oficinas, no processo prospectivo, os participantes adquirem, assim, um melhor conhecimento dos problemas a estudar. E ficam em posição de definir em conjunto um tema e um método de trabalho adaptado às limitações de tempo e de meios e aos objetivos pretendidos (o método só fica completamente validado após algumas semanas de consolidação). Este documento apresenta a consolidação dos resultados dos trabalhos realizados durante o SEMINÁRIO da Prospectiva Regional – Ribeirão Branco SP, durante os dois dias, tendo como objetivo o desenvolvimento sustentável futuro do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte 2030. Participaram ativamente do Seminário 102 pessoas, sendo que 77 tiveram 100% de presença. A relação dos participantes do Seminário foi elaborada por oficina. Na descrição dos trabalhos realizados por oficina constam os nomes dos participantes. Na figura 1, foi representado somente os tipos de agentes sociais que compareceram no Seminário nos dois dias, isto é, tiveram presença de 100%, nas oficians: Distribuição por Tipo de Agente Social 6% 1% 1% 9% 3% 4% 3% 17% 18% 10% 1% 1% 4% 1% 3% 14% Sem especificação ACS Agricultor Agricultor Familiar Educadora Saúde Escola da Família Estudantes Fruticultor Funcionário Estadual Jovem Agricultor Câmara Legislativa Prefeitura RB Org. Privada SER SINTRAGER Tecn. Meio Ambiente Técnico Florestal 3% Figura 1: Representação dos diversos tipos de agentes sociais que participaram das oficinas do Seminário e tiveram 100% de presença. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 7 2. Resultado do Exercício Oficinas Praticado pelos Participantes do SEMINÁRIO da Prospectiva Regional – Ribeirão Branco SP Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 8 3. Condução das Oficinas Na condução das oficinas os animadores ou facilitadores deverão considerar as orientações relacionadas a seguir, como também o acordo de convivência para os trabalhos nas oficinas atingirem os resultados esperados: Orientações aos animadores ou facilitadores: • • • • • Orientar e esclarecer as atividades a serem desenvolvidas ao longo do dia Solicitar que o grupo selecione uma pessoa a ser responsável pelo registro das informações do grupo Elaborar o acordo de convivência (complementar). O facilitador não desenha e nem escreve nas fichas dos participantes; Deve se responsabilizar por todo o material do grupo (recolher ao final do dia), pela identificação dos participantes dos grupos e a identificar as informações corretamente. • Nunca induzir ou dizer, mas ajudar o participante para o desenvolvimento da atividades a serem realizadas. • Exigir o cumprimento dos acordos • Não deixar que um elemento do grupo tome conta. Acordo de Convivência nos grupos, para desenvolvimento dos trabalhos nas oficinas: • • • • • Participar de todos os dias, se não pode, não participar da oficina Cumprimento do horário Respeitar a fala dos outros Dúvidas devem ser tiradas individualmente Não ter conversas paralelas Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 9 3.1. Oficina de Caça às Idéias ou Idéias Recebidas Algumas idéias recebidas ou caça às ideáis, fundamentadas ou não, é geralmente admitida sem que seja necessário argumentá-la ou justificá-la. Exemplos: “Deus é brasileiro”; “O Brasileiro dá sempre um jeitinho”; “O desenvolvimento é um problema do governo”, “Nas regiões da Mata Atlântica só há desmatamento" Nas regiões Norte e Centro-Oeste só há desmatamento” O objeto desta oficina consiste em fazer um inventário de caçar idéias ou das idéias recebidas e dos consensos dominantes, que circulam no âmbito de desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030. O benefício desta abordagem é que ela parte de uma percepção, que permite revelar as “crenças” e “não expressas”, que tendem a moldar as atitudes e estratégias, e assim, influenciar os jogos dos atores. Animadores ou Facilitadores da Oficina: Nome 1 2 3 4 Claudinei Felizardo da Silva Leonil Pereira da Silva Luizmar Rodrigues Nivaldo S. Gomes Atividade Função SER Legislativo Promoção Social Agric. Fam/ SINTRAGER D. Presidente Vereador Escriturário Diretor Freqüência % 100 100 100 100 Participantes: Nome 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Claudinéia de Siqueira José Cláudio Ricardo Mendes Torres João Carlos Antunes Pinheiro Sueli de Fátima A. Pinheiro Aparecido Tiburcio Aurélio Romário Arian Dias Vieira Keli de Cássia Barros Thales da Silva Rosenéia Pires Reine L. Pires David Gonçalves Werneque Danie Silva Município Freqüência % ACS AC Agricultor Familiar Agricultor Familiar Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco 100 100 100 100 Agricultor Familiar Estudante Estudante Estudante Vendedor Doméstica Doméstica Estudante Agricultor Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco 100 100 100 Atividade Função 50 50 50 50 50 50 Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 10 Oficina de “caça às idéias ou idéias recebidas” seguiu as etapas: Listar as idéias recebidas e dos consensos dominantes circulam no âmbito de desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030 da prospectiva Hierarquizar estas idéias em função da importância de seu impacto sobre os comportamentos e estratégias futuras dos atores Analisar o conteúdo das principais idéias recebidas Identificar as conseqüências delas Tirar as lições desta análise e propor 5 à 10 ações concretas 1) Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “idéias recebidas”: Procedimento utilizado: • Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista das idéias recebidas e dos consensos dominantes que circulam no âmbito de desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030 da prospectiva • Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os participantes. O grupo obteve, assim, 53 idéias, que posteriormente foram reduzidas em razão de algumas terem sido repetidas, apesar de alguma delas foram mantidas e consensos dominantes prováveis de impactar sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. As idéias recebidas e consensos dominantes identificados pelos 9 primeiros participantes, no 1º dia de oficina, foram as seguintes: 1. Moradia aos carentes; 2. Lazer; 3. Acompanhamento técnico agricultura; 4. Saneamento básico; 5. Emprego (oportunidades, fábricas); 6. Creche rural; 7. Escolas; 8. Saúde (médicos, dentistas, postos); 9. Agricultura, melhorar a comercialização e mais assistência técnica; 10. Melhorias das estradas para escoar produção e transporte escolar; 11. Melhorias nos assentamentos do Banco da terra e mais crédito; 12. Melhor educação; 13. Melhorias na saúde; 14. Asfaltamento nos bairros rurais; 15. Posto militar nos bairros rurais; 16. Posto de saúde; 17. Faculdades (escolas técnicas próximas); 18. Fábricas (emprego); 19. Empregos jovens (fábricas); 20. Melhoria no sistema de trânsito (sinalização); 21. Assistência Técnica; 22. Energia elétrica para todos; 23. Rodovia por fora da cidade e bairros, desvios de transporte pesado; 24. Aprendizagem de língua estrangeira 50% da população com acesso ao espanhol e inglês; 25. Educação (faculdade ou universidade local); Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 11 26. Ecoturismo; 27. Segurança – postos em bairros rurais; 28. Acesso via internet rural; 29. Emprego na agricultura; 30. Fortalecimento da Agricultura, comercialização 31. Crédito e garantia de preço mínimo; 32. Estrada na zona rural; 33. Posto de atendimento à saúde; 34. Assistência técnica; 35. Organização em Cooperativas; 36. Construção de mais Escolas; 37. Saneamento básico; 38. Assistência técnica e comercialização na agricutura; 39. Qualidade de ensino; 40. Geração de emprego e renda; 41. Atendimento à saúde; 42. Capacitação de profissionais; 43. Estruturação da saúde (carros, ambulância e postos); 44. Construção de mais escolas; 45. Qualidade de ensino; 46. Atendimento eficiente de policial na zona rural; 47. Programas de sustentabilidade social e econômica; 48. Iluminação nas ruas (urbano e rural); 49. Coleta de lixo; 50. Geração de emprego e renda; 51. Incentivo ao comércio local; 52. Saneamento e esgoto; 53. Profissionais qualificados no setor público; 2) As principais idéias recebidas e dos consensos dominantes sobre o desenvolvimento sutentável do Município de Ribeirão Branco SP, com a hierarquização das principais idéias agrupadas Procedimento utilizado: • As idéias repetidas foram eliminadas e/ou agrupadas, verifica-se que algumas repetições de idéias permaneceram. As idéias em consenso do grupo foram reduzidas para 40 idéias. • A partir dessa nova quantidade de idéias, que expressam a reflexão dos participantes, foi utilizado um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 40 fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP. Cada participante, neste caso, atribuí 20 pontos1 (ou direito de voto) para afetar as 7 idéais recebidas que considera como tendo um impacto sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. • Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme tabela 1, obtendo o seguinte resultado: 1 A regra geral (número de pontos igual ao número de fatores dividido por 2) foi adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 12 Tabela 1: Hirarquização das Idéias Identificadas Ordem Idéia 1ª Fortalecimento da Agricultura (comercialização, crédito, garantia de preços mínimos) Assistência Técnica Construção de novas Escolas Qualidade de ensino Geração de emprego e renda Organização em Cooperativas Melhorar as estradas para escoar produção e transporte escolar Saneamento básico Segurança – existência de muitos postos policiais em geral Profissionais qualificados no setor público Moradia aos carentes Mais crédito produtivo Língua estrangeira Educação (faculdade ou universidade no município) Emprego (oportunidades, fábricas) Saneamento básico Posto de saúde nos bairros Comunicação – acesso à internet e celular Melhores assentamentos do Banco da terra mais crédito Mais assistência na agricultura e comercialização dos produtos Capacitação de profissionais Escolas técnicas no município Iluminação em todas as ruas (urbano e rural) Estruturação da saúde (carros, ambulância e postos) Atendimento à saúde Saneamento e esgoto Coleta de lixo Melhor educação Creche rural Lazer Saúde (médicos, dentistas, postos) Programas de sustentabilidade social e econômica Ecoturismo Asfalto nos bairros rurais Incentivo ao comércio Melhoria no sistema de trânsito (sinalização) Valorização do funcionário público Acompanhamento técnico agricultura Rodovia Luz para população 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 10ª 11ª 12ª 13ª 14ª 15ª 16ª 17ª 18ª 19ª 20ª 21ª 22ª 23ª 24ª 25ª 26ª 27ª 28ª 29ª 30ª 31ª 32ª 33ª 34ª 35ª 36ª 37ª 38ª 39ª 40ª Hierarquização 11 10 10 9 9 8 8 8 8 7 7 7 7 6 6 4 4 4 4 4 4 4 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 1 3) Identificar as conseqüências dessas idéias As principais idéias identificadas e consensos dominantes identificados na etapa 2, estão posicionados sobre um plano cujos eixos medem sua importância (ordenada) e seu impacto (abcissa) (negativo/freio ou positivo/motor) sobre o desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP e região. O posicionamento desses fotores no Plano: importância x impactos, apresentados a seguir, devem se lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada idéia identificada em relação às outras). Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 13 Neste exercício do curso, as idéias foram classificadas na sua maioria como negativo / freio, quando na verdade deveriam ser positivas / motores para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, porém os participantes consideraram as dificuldades de resolver algumas etapas, que tornariam as idéias motores do desenvolvimento, conforme figura 1. Para que sejam resolvidas primeiro essas etapas, as principais idéias foram consideradas freios. Dessa forma, esperam dar a prioridade à essas etapas para tornar as idéias relacionadas os verdadeiros motores do desenvolvimento do município. Zona do que está em jogo e é chave para o futuro Importância das idéias Necessita o Fortalecimento da Agricultura (11) Forte Falta de Assistência Técnica (10) Falta de Qualidade de ensino (10) Falta de Geração de Emprego e Renda (9) Falta Saneamento básico (9) Falta Segurança policial nos bairros (8) Construção de novas escolas (10) Melhorar as estradas para escoar produção e transporte escolar (8) Organização em cooperativas (8) Profissionais qualificados nos setor público (7) Língua estrangeira (7) Moradia aos carentes (7) Mais crédito produtivo (7) Educação (Universidade no Município) (6) Saneamento básico (4) Fraco Falta acesso internet e celular (4) Falta de coleta de lixo (3) Falta de creche rural (3) Empregos (6) Posto de saúde nos bairros (4) Melhorar assentamento Banco da Terra mais crédito (4) Capacitação dos profissionais (4) Falta saúde (médico, dentistas, postos) (3) Iluminação de todas as ruas (urbana e rural) (3) Estruturação da saúde(carros, ambulância, postos) (3) Lazer (3) Negativo / Freio Positivo / motor Impacto sobre o Desenvolvimento do Município Ribeirão Branco – SP e região Figura 2: Plano: Importância x Impacto das principais idéias identificadas 4) Analisar o conteúdo das principais idéias recebidas Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 14 Procedimento utilizado: • Nesta etapa é tratado a avaliação a credibilidade das principais idéias recebidas anteriormente identificadas. • Estas idéias recebidas podem ser consideradas, ao menos parcialmente, como fundamentadas? Para responder a esta questão, o grupo de trabalho identificou os argumentos que fundamentam ou não fundamentam cada uma das principais idéias recebidas. 1ª idéia - “Necessita de Fortalecimento da Agricultura (comercialização, crédito, garantia de preços mínimos)” (11) Fundamentado Não fundamentado 4Melhoria no geral (sementes, 4Não desenvolvimento; máquinas, insumos); 4Regularização fundiária; 4Menor renda; 4Facilitação de empréstimo bancário; 4Aumento da pobreza; 4É preciso apoio e fortalecimento da 4Menos emprego; agricultura para gerar renda; 4Gerar renda e desenvolvimento social; 4Falta de acesso ao mercado; 4Aumento de emprego; 4Aumento do desemprego; 4Mercado local; 4Aumento de problemas sociais; 4Geração de renda e emprego; 4Falta de alimento. 4Garantia do homem no campo com segurança social. Síntese e lições aprendidas: 4Gerar renda; 4Aumento de emprego; 4Inclusão social e permanência no campo; 4Falta de alimento, desemprego, pobreza. 2ª idéia - “Falta de Assistência Técnica” (10) Fundamentado Não fundamentado 4Mais desenvolvimento no Município; 4Existem poucas pessoas que querem isso; 4Melhoria do solo e aumento da 4Baixa produção e menos qualidade; produção; 4Melhor produção com qualidade; 4Aumento no custo da produção; 4Acompanhamento constante de um 4Baixa produção; Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 15 técnico e permanente; 4Saber o que vai fazer; 4Qualificação e qualidade; 4Queda na produção; 4Transferência de conhecimento da 4Aumento na produtividade; 4Não teremos produto qualificado e não 4Aumento de qualidade do produto. 4Aumento de intoxicação; 4Aumento do custeio do produto. produção; atendemos demanda do mercado; Síntese e lições aprendidas: 4Mais desenvolvimento; 4Melhoria do solo; 4Aumento de produção; 4Qualidade, qualificação e conhecimento; 4Saúde, menor custo; 4Baixa produção e aumento de custo; 4Não transferência de conhecimento; 4Intoxicação, falta de qualificação. 3ª idéia - “Construção de Novas Escolas” (10) Fundamentado Não fundamentado 4Aumento de vagas nas escolas; 4Analfabetismo; 4Mais educação e geração de empregos 4Pessoas sem qualificação; temporários; 4Funcionalidade das escolas; 4Desocupados; 4Oportunidades; 4Salas superlotadas; 4Novos espaços de estudo para os 4Superlotação, má qualidade no ensino; jovens; 4Salas lotadas; 4Não construção de escola sem demanda; 4Qualidade de ensino; 4Reorganizar transporte; 4Diminuição de evasão escolar; 4Porque o ensino só vai piorar em nosso município e a criminalidade pode aumentar. 4Aumento na qualidade do ensino; 4Aumento de emprego. Síntese e lições aprendidas: 4Oportunidades, funcionalidade, qualidade do aprendizado. 4Geração de emprego. 4Diminuição de evasão escolar. 4Analfabetismo, desqualificação, má qualidade do ensino e superlotação das salas. 4ª idéia - “Falta Qualidade de Ensino” (9) Fundamentado Não fundamentado 4Menor taxa de analfabetismo; 4Falta de qualificação e presença de professores; Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 16 4Qualidade de ensino para formar 4Oportunidade no mercado de trabalho; cidadãos conscientes de seus direitos e deveres; 4Aumento do analfabetismo; 4Necessidade de boa formação; 4Má formação; 4Capacidade de saber; 4Reeducação e formação familiar; 4Falta de profissional qualificado; 4Êxodo (domicílio); 4Melhor aprendizado. Síntese e lições aprendidas: 4Pouca aprendizagem. 4Má formação. 4Analfabeto funcional. 4Formação familiar. 4Falta qualificação dos profissionais de educação. 4Oportunidade de mercado de trabalho. 5ª idéia - “Falta de Geração de Emprego e Renda” (9) Fundamentado Não fundamentado 4Permanência dos jovens; 4Senão tivermos emprego, o Município não vai crescer; 4Crescimento e desenvolvimento local; 4O Município só tem a “cair” se a população não tiver emprego e renda; 4Trabalho e salário; 4Diminuição de recursos; 4Geração de emprego e renda para que 4Diminuição de impostos; os jovens permaneçam no município. 4Aumento de marginalização; 4Trabalho escravo e pouca renda. Síntese e lições aprendidas: 4Permanência dos jovens, se houver desenvolvimento local.. 4Trabalho escravo, menos impostos, menos desenvolvimento, menor renda. 5) Tirar as lições desta análise e propor 5 à 10 ações concretas Não foram listadas as ações, porque interpretara que as sínteses e lições aprendidas dos 5 principais fatores contemplavam as ações. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 17 3.2. Oficina de “mudanças e rupturas ... ações” 1) Diante de várias incertezas, torna-se necessário antecipar as mudanças e rupturas possíveis, a fim de identificar aquelas que constituem os principais desafios do futuro para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030. Animadores ou Facilitadores da Oficina: Nome 1 2 3 Georgina Pereira de Oliveira José Vicente Felizardo da Silva Rubens Rabczuk Atividade Prefeitura - RB Prefeitura - RB Privada Função Superv. De Ensino Diretor Freqüência % 100 100 100 Participantes: Nome 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Andressa de Camargo Melo Edmar de Oliveira Branco Jorge Aparecido de Oliveira Lara Lucinei dos Santos Gorgonha Orlando de Camargo Sandra da Silva Oliveira Vanessa Aparecida Pereira da Silva Adir do Carmo Lorival José de Sant’Ana José Dias Machado Município Freqüência % Agricultor Familiar Escola da Família Agricultor Familiar Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco 100 100 100 Agricultor Familiar Agente de Saúde Escola da Família Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Itapeva 100 100 100 100 Atividade Agricultor Familiar Agricultor Familiar Função 50 50 50 Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 18 Oficina “mudanças e rupturas ... ações”, seguiu as etapas: Listar os fatores de mudança de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, meio ambiente etc.), de qualquer ordem (externa, interna), pressentidas, almejadas ou temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte 2030. Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Avaliar a domínio dos atores do desenvolvimento face a estas principais mudanças Identificar suas conseqüências e formular as questões principais para o desenvolvimento sustentável futuro do Município de Ribeirão Branco SP Propor 5 à 10 ações concretas Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “mudanças”: Procedimento utilizado : • Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista de mudanças, rupturas tecnológicas, econômicas, políticas, culturais, sociais, organizacionais, regulamentações, etc, que vão marcar o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030 (mudanças pressentidas, desejáveis e temidas por cada um). • Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os participantes. O grupo obteve, assim, 15 fatores de mudanças prováveis de impactar sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. As 15 mudanças identificadas: 1. 2. 3. 4. 5. Jovens e crianças, construir clubes para que eles ficassem fora da rua; Oportunidade de empregos; Mais geração de emprego para população, não temos emprego, só agricultura; Lazer: para crianças se sentirem importantes em seu Município; Investir mais na agricultura, recursos e incentivos, para que os agricultores familiares permaneçam no Município, porque eles já estão indo embora e vai ocorrer mais; 6. Reflorestamento pode causar desemprego; 7. Acesso à segurança para os bairros mais afastados; 8. Universidades: para que os jovens que terminassem seus estudos pudessem alcançar seus objetivos; 9. Acesso à informatização; 10. Segurança: ter nas escolas para que os alunos não sentissem insegurança dentro de suas escolas; 11. Acesso à informação, saúde e transporte; 12. Melhoramento no campo; 13. Mais infra-estrutura (dar mais importância para as zonas rurais e para acesso à internet) para as áreas de difícil acesso; 14. Mais Assistência técnica para nossas lavouras; 15. Organização: maior participação, ter terra para plantar, moradia digna, trabalho com segurança, saúde educação, lazer, transporte com segurança. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 19 2) As principais mudanças Procedimento utilizado: • Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 15 fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante recebe, neste caso, 8 pontos2 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030. Os participantes deverão escolher no máximo 3 fatores. O número de pontos a serem atribuídos a um item deverá situar-se entre 1 e 4: 1 = impacto fraco ou limitado; 2 = impacto sensível; 3 = impacto forte; 4 = impacto crítico. • Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme tabela 2, obtendo o seguinte resultado: Tabela 2: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas Ordem 1 2 Mudança e Ruptura Acesso à informação, saúde e transporte Organização: maior participação, ter terra para plantar, moradia digna, trabalho com segurança, saúde educação, lazer, transporte com segurança Segurança: ter nas escolas para que os alunos não sentissem insegurança dentro de suas escolas Mais Assistência técnica para nossas lavouras Melhoramento no campo 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 Mais infra-estrutura (dar mais importância para as zonas rurais e para acesso à internet) para as áreas de difícil acesso Acesso à informatização Universidades: para que os jovens que terminassem seus estudos pudessem alcançar seus objetivos Investir mais na agricultura, recursos e incentivos, para que os agricultores familiares permaneçam no Município, porque eles já estão indo embora e vai ocorrer mais Acesso à segurança para os bairros mais afastados Oportunidade de empregos Mais geração de emprego para população, não temos emprego, só agricultura Lazer: para crianças se sentirem importantes em seu Município Jovens e crianças, construir clubes para que eles ficassem fora da rua Reflorestamento pode causar desemprego Hierarquização 17 15 12 11 10 10 9 9 8 8 7 7 6 6 6 3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante das principais mudanças Procedimento utilizado: As principais mudanças identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de 2 Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior (seja 15 + 1). Esta regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 20 desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada mudança em relação às outras), conforme expresa a Figura 2. Importância das mudanças Mudanças, principais desafios do futuro Acesso à informação, saúde e transporte (17) Organização: maior participação, ter terra para plantar, moradia digna, trabalho com segurança, saúde educação, lazer, transporte com segurança (15) Segurança: ter nas escolas para que os alunos não sentissem insegurança dentro de suas escolas (12) Mais Assistência técnica para nossas lavouras (11) Forte Melhoramento no campo (10) Acesso à informatização (9) Mais infra-estrutura (dar mais importância para as zonas rurais e para acesso à internet) para as áreas de difícil acesso (10) Universidades: para que os jovens que terminassem seus estudos pudessem alcançar seus objetivos (9) Investir mais na agricultura, recursos e incentivos, para que os agricultores familiares permaneçam no Município, porque eles já estão indo embora e vai ocorrer mais (8) Fraco Oportunidade de empregos (7) Lazer: para crianças se sentirem importantes em seu Município (6) Necessidade de mobilização dos atores de desenvolvimento Acesso à segurança para os bairros mais afastados (8) Mais geração de emprego para população, não temos emprego, só agricultura (7) Reflorestamento pode causar desemprego (6) Fraco Jovens e crianças, construir clubes para que eles ficassem fora da rua (6) Forte Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suportedos para oatores Aprofundamento das Variáveis-chave Grau de preparação atual do desenvolvimento 21 Figura 3: Plano: Importância das mudanças x Grau de preparação 4) Identificar as conseqüências das principais mudanças e formular as questões principais para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030. Consequências: Questões: 1ª. Acesso à informação, saúde e transporte (17) 1ª. Informação: uma sociedade mais informada, mais inteirada e atualizada sobre dados econômicos. 2ª. Saúde: atendimento igualitário, digno e local, com infra-estrutura e equipamentos modernos. 3ª. Transporte: qualificado, que atenda todas as demandas da sociedade e que tenha a sua disposição estradas planejadas e bem conservadas. 1ª. Uma sociedade mais informada será mais exigente? 2ª. Surgirão mais demandas? 3ª. Haverão mais recursos financeiros suficientes? 2ª. Organização: maior participação, ter terra para plantar, moradia digna, trabalho com segurança, saúde educação, lazer, transporte com segurança (15) Consequências: 1ª.Gerará mais consciência para a sociedade e disso resultará uma produção mais livre, uma sociedade mais solidária e tendo suas maiores carências atendidas. Questões: 1ª.Todos irão contribuir para que isso aconteça? 2ª. Quem promoverá e coordenará a Organização? 3ª. Segurança: ter nas escolas para que os alunos não sentissem insegurança dentro de suas escolas (12) Consequências: 1ª. Produtores mais bem informados, que produzirão com mais qualidade, segurança e produtividade. Questões: 1ª. As políticas públicas serão suficientes para essa situação? 2ª. Haverá uma formalização da relação Poder Público e Produtor Rural? 4ª. Mais Assistência técnica para nossas lavouras (11) Consequências: 1ª.Uma sociedade mais cidadã, tranqüila e com mais qualidade de vida. Questões: 1ª. Haverá segurança sem a mudança do Código Penal? Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 22 Consequências: Questões: 5ª. Melhoramento no campo (10) 1ª. Uma agricultura com mais independência econômica e social conseqüentemente mais sustentável. 1ª. Haverá independência econômica, total para que a agricultura seja realmente sustentável? 6ª. Mais infra-estrutura (dar mais importância para as zonas rurais e para acesso à internet) para as áreas de difícil acesso (10) Consequências: 1ª. Vai agilizar a produção e o escoamento, assim como, dará melhor atendimento às populações rurais. Questões: 1ª. Os custos gerados serão divididos entre as esferas de governo de forma adequada? 5) Propor de 5 à 10 ações concretas. 1ª. Discussão ampla com a sociedade com posterior agilização do Poder Legislativo e ações Governamentais a médio prazo. 2ª. Planejamento participativo com a sociedade. 3ª. Discussão constante entre produtores e governo. 4ª. Discussão ampla na sociedade. 5ª. Mais participação popular. 6ª. Pleno entendimento entre os governos municipal, estadual e federal Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 23 3.3. Oficinas de “ freios e inércias” 3.3.1. Oficina de “freios e inércias” 1) O objeto desta oficina, consiste em fazer um inventário dos freios e inércias, que poderão prejudicar ou retardar o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030. O benefício desta abordagem é que ela parte de uma percepção, que permite revelar as “crenças” e “não expressas”, que tendem a moldar as atitudes e estratégias, e assim, influenciar os jogos dos atores. A prospectiva se interessa pelas mudanças, mas também pelas permanências. Em matéria de desenvolvimento regional, é necessário levar em consideração os freios, os obstáculos ou estrangulamentos, assim como a resistência à mudança proveniente das inércias. Animadores ou Facilitadores da Oficina: 1 2 3 4 Nome Atividade Função Ana Carolina D M de Souza Ezequiel Oliveira Lima Maraíne Corrêa Gomes Oswaldo R. Leão Prefeitura RB- Creche -o-oPrefeitura - RB Chefe de direção Tec. Florestal Estudante ADM Freqüência % 100 100 100 100 Participantes: Nome 1 Alaíde AP. Santos 2 Beatriz do Carmo de Pontes Edna AP. da Silva Flozina Rodrigues de Almeida Jéssica de Almeida Chaves José Carlos Cabrera Josiane Rodrigues Ubaldo Lucinda Luiz de Andrade Amaral Maria de Lurdes Garcez Vanessa Cristina Garcez Wilson R. Souza 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Município Freqüência % Rib. Branco 100 Rib. Branco 100 Sind. Empr. Rurais Rib. Branco Rib. Branco 100 100 Estudante Fruticultor Educadora - Saúde Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco 100 100 100 100 Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco 100 100 100 Atividade Secr. Assistência Social Estudante Estudante Função Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 24 Oficina “freios e inércias” seguiu as etapas: Listar os freios, obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Avaliar a domínio dos atores do desenvolvimento face a estes principais fatores Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Propor 5 a 10 ações concretas Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “freios e inércias”: Procedimento utilizado: • Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista dos freios, obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 • Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os participantes. O grupo obteve, assim, 40 freios e inércias prováveis de impactar sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. Os 40 freios e inércias identificados: 1. Projetos voltados para crianças / adolescentes; 2. Violação dos direitos humanos, descrer, ciência dos papéis sociais; 3. Uso de agrotóxicos na agricultura, esquecendo o método agroecológico; 4. Encarecimento do transporte dos produtos agrícolas, referente à estrada e a distância dos mercados; 5. Falta de desenvolvimento social; 6. Falta de saneamento básico nas zonas rurais, esgoto a céu aberto 7. Capacitar os professores com cursos dentro de sala de aula; 8. Cursos técnicos no Município; 9. Habitação; 10. Mais investimento no orçamento para agricultura; 11. Pouco envolvimento da sociedade; 12. Baixo salário; 13. Adicção; 14. Falta de políticas públicas; 15. Dar atenção ao pequeno agricultor; 16. Educação de acordo com a nossa realidade; 17. Falta de agrônomo para acompanhar os agricultores no campo; 18. Saúde; 19. Investimento em educação / mapear as propriedades rurais / estruturar Conselho Ambiental. 20. Trazer pequenas empresas para o Município; 21. Mais segurança nos bairros; 22. Cultural – comodismo / regularização fundiária / falta de faculdade no local; Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 25 23. A falta de policiamento no Município; 24. Falta de controlar a silvicultura; 25. Falta de recursos; 26. Desemprego 27. Falta de fiscalização dentro das escolas em sala de aula; 28. Cultural / comodismo; 29. Educação voltada para desenvolvimento sustentável e humano; 30. Energia elétrica; 31. Falta de respeito ao próximo; 32. Policiamento; 33. Animais soltos nas ruas (invadem hortas); 34. Curso de capacitação dos agricultores; 35. Lazer; 36. Melhoramento da estrutura da terra para que as pessoas possam produzir; 37. Informação correta (dias de encontro, horários, locais,...); 38. Falta de locais para pagamento de luz, água, boletos nos bairros; 39. Campo inadequado para jogos e campeonatos; 40. Falta de manutenção das estradas / dependência de exploradores; 2) Os principais freios e inércias ao desenvolvimento sustentável futuro do Município de Ribeirão Branco SP Procedimento utilizado: • Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 40 fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante recebe, neste caso, 20 pontos3 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. O número de pontos a serem atribuídos a um item deverá situar-se entre 1 e 4: 1 = impacto fraco ou limitado; 2 = impacto sensível; 3 = impacto forte; 4 = impacto crítico. • Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme tabela 3, obtendo o seguinte resultado: 3 Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior (seja 20). Esta regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 26 Tabela 3: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados Ordem Freio / Inércia 1º. 2º. 3º. Violação dos direitos humanos, descrer, ciência dos papéis sociais; Desemprego; Uso de agrotóxicos na agricultura, esquecendo o método agroecológico; Encarecimento do transporte dos produtos agrícolas, referente à estrada e a distância dos mercados; Falta de saneamento básico nas zonas rurais, esgoto a céu aberto; Capacitar os professores com cursos dentro de sala de aula; Cursos técnicos no Município; Habitação; Mais investimento no orçamento para agricultura; Pouco envolvimento da sociedade; Baixo salário; Falta de políticas públicas; Dar atenção ao pequeno agricultor; Educação de acordo com a nossa realidade; Falta de agrônomo para acompanhar os agricultores no campo; Saúde; Trazer pequenas empresas para o Município; Projetos voltados para crianças / adolescentes; Cultural – comodismo / regularização fundiária / falta de faculdade no local / Falta de controlar a silvicultura; Falta de recursos; Falta de fiscalização dentro das escolas em sala de aula; Cultural / comodismo; Educação voltada para desenvolvimento sustentável e humano; Energia elétrica; Falta de respeito ao próximo; Policiamento; Animais soltos nas ruas (invadem hortas); Curso de capacitação dos agricultores; Lazer; Adicção; Informação correta (dias de encontro, horários, locais,...); Mais segurança nos bairros; Falta de locais para pagamento de luz, água, boletos nos bairros; Campo inadequado para jogos e campeonatos; Falta de manutenção das estradas / dependência de exploradores; Falta de desenvolvimento social; A falta de policiamento no Município; Investimento em educação / mapear as propriedades rurais / estruturar Conselho Ambiental. Melhoramento da estrutura da terra para que as pessoas possam produzir; 4º. 5º. 6º. 7º. 8º. 9º. 10º. 11º. 12º. 13º. 14º. 15º. 16º. 17º. 18º. 19º. 20º. 21º. 22º. 23º. 24º. 25º. 26º. 27º. 28º. 29º. 30º. 31º. 32º. 33º. 34º. 35º. 36º. 37º. 38º. 39º. Hierarquização 19 17 16 15 14 11 11 10 8 8 7 7 7 7 6 6 6 5 4 4 4 4 4 4 3 3 3 3 3 3 3 2 2 2 1 3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante dos principais freios e inércias Procedimento utilizado: As principais freios e inércias identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada freio ou inércia em relação às outras). Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 27 Para cada fator verificar se os atores estão bem preparados, mais ou menos preparados ou não estão preparados. Por exemplo: no caso de uns dos fatores o ator público estiver preparado e o ator privado não estiver preparado, considerar esse fator como dois fatores, um para o ator público e outro para o ator privado. Conforme expressa a figura 3. Freios e Inércias, principais desafios do futuro Importância dos freios e inércias Violação dos direitos humanos, descrer, ciência dos papéis sociais 19 Desemprego 17 Uso de agrotóxicos na agricultura, esquecendo o método agroecológico 16 Encarecimento do transporte dos produtos agrícolas, referente à estrada e a distância dos mercados 15 Forte Falta de saneamento básico nas zonas rurais, esgoto a céu aberto 14 Capacitar os professores com cursos dentro de sala de aula Falta investimento no turismo 11 Cursos técnicos no Município 11 Habitação 10 Pouco envolvimento da sociedade 8 Baixo salário 7 Falta de políticas públicas 7 Mais investimento no orçamento para agricultura 8 Dar atenção ao pequeno agricultor 7 Educação de acordo com a nossa realidade 7 Fraco Fraco Forte Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento Figura 4: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 28 4) Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP. 1º. Violação dos direitos humanos, descrer, ciência dos papéis sociais (19) Exigências 1ª. Ter um plano gestor dentro do Município; prévias: 2ª. Educação; 3ª. Criar um departamento dentro da Secretaria para fortalecer a agricultura, reduzindo o uso de agrotóxico de produtos químicos; 4ª. Conscientização; 5ª. Participar das organizações; 6ª. Capacitação de pessoas para saúde / educação; 7ª. Ajudar na construção de fossas sintéticas para os mais necessitados; 8ª. Sempre participar dos acontecimento no Município. Ex.: Audiências Públicas. 9ª. Conversar com a sociedade do Município; 10ª. Projetos de solidariedade para o povo. Condições de 1ª.Por em prática o que já está no papel; sucesso: 2ª. Orientações a partir das classes sociais; 3ª. Dar incentivo e subsídios para aqueles que produzem, respeitando normas técnicas agroecológicas; 4ª. Respeito e colaboração da sociedade; 5ª. Organização, palestras – comprometimento; 6ª. Educação ambiental; 7ª. Fazer reuniões de conscientização nos bairros; 8ª. Compromisso social; 9ª. Colaboração de todos / repassar informações. Exigências prévias: Condições sucesso: 2º. Desemprego (17) 1ª.Investimento em cooperativas; 2ª.Maior oportunidades; 3ª.Organização das cooperativas e associações / PENAE / PAA e outras; 4ª.Políticas paraagregação de empresas e formação profissional; 5ª. Criar meios de trabalho; 6ª. Melhoramento da estrutura das terras; 7ª. Fortalecimento dos meio envolvidos; 8ª. Implantar novas parcerias e fábricas no Município; 9ª. Criação de agroindústria; de 1ª.Investimentos na educação de crianças e jovens; 2ª. Políticas Públicas; 3ª. Fortalecer cooperativas e associações e buscar mais recursos para geração de mais empregos; Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 29 4ª.Incentivos para indústrias e cursos profissionalizantes; 5ª. Ter um plano de carreira; 6ª. Cobrar mais do Legislativo na criação de Leis. Ex.: SIF / SIP/ SIM. Executivo: apoio nos projetos de emendas parlamentares, visando recursos para o fortalecimento das organizações; 7ª. Participação de todos no lucro. 3º. Uso de agrotóxicos na agricultura, esquecendo o método agroecológico (16) Exigências 1ª. Orientação ao agricultor; prévias: 2ª. Capacitação; 3ª. Criação de projetos com tema específico: Agrotóxico x Agroecológico; 4ª. Orientação para os aplicativos de agrotóxicos; 5ª. Incentivo douso de adubos orgânicos; 6ª. Conscientização da população sobre o método agroecológico, profissionais da área capacitados para realização de projetos; 7ª. Ensinar como se faz compostagem; 8ª. Reciclar os lixos tóxicos. Condições de 1ª. Fortalecimento da união sindicato / agricultores; sucesso: 2ª. Mobilização e aplicação de novas alternativas; 3ª. Aplicação da teoria em práticas (dias de campo); 4ª. Comprometimento das empresas distribuidoreas; 5ª. Informação sobre o uso de adubos verdes (adubação orgânica), fortalecimento em métodos viáveis, buscando osprodutos agrícolas, não externos. 4º. Encarecimento do transporte dos produtos agrícolas, referente à estrada e a distância dos mercados (15) Exigências 1ª.Investimentos nas estradas; prévias: 2ª. Diminuir a carga tributária cobrado pelos pedágios; 3ª. Promover profissionais desta área para receber a produção do agricultor, aqui na região, de forma mais viável e de baixo custo; 4ª. Incentivo dos políticos / falta de interesse; 5ª. Acabar com atravessador; 6ª. Retenção dos impostos que são levados para outros Municípios, pelasempresas que levam os produtos do Município; 7ª. Melhoria das estradas. Condições de 1ª. Emissão de nota do produtor, por parte dos grandes produtores; sucesso: 2ª. Investir em cooperativas receptoras para receber a produção; 3ª. Notificar por meio da Secretaria da Fazenda as lojas agropecuárias os alimentos, insumos . . . as notasfiscais, pois sem esta, não haverá geraão de receita para o Município; 4ª. Rever as leis e modificá-las, se for o caso, e cumprí-las; 5ª. Mobilização dos produtores na conservação das estradas, dessa forma o transporte fica barato, principalmente, em épocas de chuva. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 30 5º. Falta de saneamento básico nas zonas rurais, esgoto a céu aberto (14) Exigências 1ª. Criar as redes de esgoto nas zonas rurais; prévias: 2ª. Conscientização do uso da fossa séptica; 3ª. Conscientização da população em relação ao direito de ter saneamento básico esuaunião paraadquirí-lo; 4ª.A Prefeitura saber da importância do saneamento básico e disponibilizá-la para todos; 5ª.Socializar a importância da fossa séptica individual, pois a coletiva tem elevado custo; 6ª. Meio ambiente e saúde. Condições de 1ª. Organização e mobilização d sociedade para atingir a meta sucesso: desejada; 2ª. Parcerias do Poder Público e SABESP; 3ª. Recursos da Secretária de Saúde para melhor condições sanitárias; 4ª. Fazer com que o poder público olhe mais para os menos favorecidos; 5ª. Haver união entre governo e população / cuidar do meio ambiente, assim também cuida-se da saúde; 6ª. Exigir um convênio dos órgãos públicos com as fundações, para acompanhar as famílias vulneráveis; 7ª. Pessoas fiscalizando. 5) Foram proposta 5 ações concretas 1ª. Mobilização para conscientização e comprometimento do Poder Público e da População com a prática cidadã. 2ª. Fazer um estudo e levantamento de acordo com a realidade do Município e seu potencial para geração de emprego e renda; 3ª. Criar novas alternativas, buscando mercado agroecológico. 4ª. Aproximação do entreposto e beneficiamento dos produtos locais para o consumo da própria região. 5ª. Organização e mobilização da sociedade para agir junto ao ministério Público e SABESP Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 31 3.3.2. Oficinas de freios e inércias” 1) O objeto desta oficina, consiste em fazer um inventário dos freios e inércias, que poderão prejudicar ou retardar o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030. O benefício desta abordagem é que ela parte de uma percepção, que permite revelar as “crenças” e “não expressas”, que tendem a moldar as atitudes e estratégias, e assim, influenciar os jogos dos atores. A prospectiva se interessa pelas mudanças, mas também pelas permanências. Em matéria de desenvolvimento regional, é necessário levar em consideração os freios, os obstáculos ou estrangulamentos, assim como a resistência à mudança proveniente das inércias. Animadores ou Facilitadores da Oficina: Nome 1 2 3 Caster Cesar da Silva João Antonio Aranha Junior Pedro Alexandre Rossi Atividade Prefeitura- RB- Saúde Prefeitura - RB Tec. M. Ambiente Função SMS Sec. M .Ambiente Tec. M. Ambiente Freqüência % 100 100 100 Participantes: Nome 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Adriele dos Santos Claudinei Rod. de Souza Ismael Almeida Santos Jaine Stefani A. Pinheiro João De Oliveira Pinheiro Juvelina Aparecida dos Santos Nicolau Theobaldo Werneck Alex Sandro Bispo Danielle de Cássia Franco Duvaldira Isabel de Barros Francisco S. Vieira Jansen Nunes Rosa Josenildo Melo Município Freqüência % Estudante Agricultor Agricultura Familiar Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco 100 100 100 100 100 100 Estudante Rib. Branco 100 Sind. Químicos ABC Sind. Químicos ABC Agricultura Sind. Químicos ABC Sind. Químicos ABC Sind. Químicos ABC ABC 50 ABC Rib. Branco ABC ABC ABC 50 50 50 50 50 Atividade Estudante SINTIGER Função Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 32 Oficina “freios e inércias” seguiu as etapas: Listar os freios, obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Avaliar a domínio dos atores do desenvolvimento face a estes principais fatores Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Propor 5 a 10 ações concretas Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “freios e inércias”: Procedimento utilizado: • Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista dos freios, obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 • Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os participantes. O grupo obteve, assim, 24 freios e inércias prováveis de impactar sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. Os 24 freios e inércias identificados: 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. Integração Regional: preocupação individual dos Municípios; Preço baixo das mercadorias, prejuízo da população; Pouca oportunidade de emprego; Dificuldade de emprego e de aprendizagem profissional; Falta de qualificação para o trabalho – cursos técnicos; Falta de planejamento; Falta de apoio à agricultura familiar; Falta de confiança de investir em outras culturas agrícolas; Falta de vontade do povo; Acesso ao crédito – juros altos; Falta de tecnologia; Falta de saneamento básico; Precariedade da saúde – falta de investimento em equipamentos; Falta de união do povo de Ribeirão Branco; Preservação do meio ambiente; Falta de preservação e qualidade do meio ambiente; Necessidade de pólo tecnológico – capacitação técnica; Falta de incentivo aos agricultores – financiamento – valorização do produto local; Valorizar cada segmento; Atravessador; Falta de transporte público urbano e mobilidade urbana (estradas); Falta de divulgação de produto; Falta de compromisso político; Pouco incentivo cultural e esportivo para os jovens. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 33 2) Os principais freios e inércias ao desenvolvimento sustentável futuro do Município de Ribeirão Branco SP Procedimento utilizado: • Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 40 fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante recebe, neste caso, 12 pontos4 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. O número de pontos a serem atribuídos a um item deverá situar-se entre 1 e 4: 1 = impacto fraco ou limitado; 2 = impacto sensível; 3 = impacto forte; 4 = impacto crítico. • Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme tabela 4, obtendo o seguinte resultado: Tabela 4: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados Ordem 1º. 2º. 3º. 4º. 5º. 6º. 7º. 8º. 9º. 10º. 11º. 12º. 13º. 14º. 15º. 16º. 17º. 18º. 19º. 20º. 21º. 22º. 23º. 24º. Freio / Inércia Pouca oportunidade de emprego Falta de transporte público urbano e mobilidade urbana (estradas) Falta de planejamento Falta de qualificação para o trabalho – cursos técnicos Falta de compromisso político (municipal, estadual e federal) Falta de divulgação de produto Dificuldade de emprego e de aprendizagem profissional Falta de incentivo aos agricultores – financiamento – valorização do produto local Falta de preservação e qualidade do meio ambiente Integração Regional: preocupação individual dos Municípios Preço baixo das mercadorias, prejuízo da população Falta de apoio à agricultura familiar Falta de confiança de investir em outras culturas agrícolas Falta de vontade do povo Acesso ao crédito – juros altos Falta de tecnologia Falta de saneamento básico Precariedade da saúde – falta de investimento em equipamentos Falta de união do povo de Ribeirão Branco Preservação do meio ambiente Necessidade de pólo tecnológico – capacitação técnica Valorizar cada segmento Atravessador Pouco incentivo cultural e esportivo para os jovens Hierarquização 18 14 9 8 7 5 5 4 4 3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante dos principais freios e inércias Procedimento utilizado: 4 Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior (seja 20). Esta regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 34 As principais freios e inércias identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada freio ou inércia em relação às outras). Para cada fator verificar se os atores estão bem preparados, mais ou menos preparados ou não estão preparados. Por exemplo: no caso de uns dos fatores o ator público estiver preparado e o ator privado não estiver preparado, considerar esse fator como dois fatores, um para o ator público e outro para o ator privado. Conforme expressa a figura 4. Freios e Inércias, principais desafios do futuro Importância dos freios e inércias Pouca oportunidade de emprego 18 Falta de transporte público urbano e mobilidade urbana (estradas) 14 Forte Falta de planejamento 9 Falta de qualificação para o trabalho – cursos técnicos 8 Falta de compromisso político (municipal, estadual e federal) 7 Fraco Dificuldade de emprego e de aprendizagem profissional 5 Falta de preservação e qualidade do meio ambiente 4 Fraco Falta de divulgação de produto 5 Falta de incentivo aos agricultores – financiamento – valorização do produto local 4 Forte Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento Figura 5: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 35 4) Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP. Exigências prévias: Condições sucesso: 1º. Pouca oportunidade de emprego (18) 1ª.Instalação de fábricas viáveis; 2ª.Organização social, para trazer empresa, junto ao poder público municipal; 3ª.Mais empresas e mais concursos para trabalhar no Município; 4ª.Empregos justos para o jovem do Município; 5ª.Agroindústria e valorização do produto; 6ª.Incentivo e fortalecimento da ONGs (sindicatos, cooperativas, associações e grupos organizados). de 1ª.Vontade política e da população de fazer (população / empresários / governo); 2ª.A Prefeitura dar oportunidade para as empresas, com estímulos, tais como: menos imposto ou cedendo terreno; 3ª.Pessoas capacitadas (capacitação/qualificação) para o emprego, para que as empresas contratem; 4ª.Atitude empresarial e política para ajudar esses jovens; 5ª.Fábricas, indústria de acordo com a realidade e necessidade da Região; 6ª.Apoio às ONGs (sindicatos, associações, cooperativas e grupos organizados); 7ª.Contratação de empregados e legalidade na situação das empregadas domésticas. 2º. Falta de transporte público urbano e mobilidade urbana (estradas) (14) Exigências 1ª.Prefeitura; prévias: 2ª.União popular; 3ª.Transporte público rural; 4ª.Responsabilidade, regularização e cumprimento contratual; 5ª.Mais empresas no Município; 6ª.Realidade social; 7ª.Mais ônibus. Condições de 1ª.Ter alguém, na Prefeitura, que tome conta desse setor; sucesso: 2ª.Acesso das pessoas ao comércio e à lavoura; 3ª.Haja projetos para organização; 4ª.Falta de uma pessoa responsável para cuidar dessa área; 5ª.Empresa tem que ser acessível à população; 6ª.Levantamento da realidade local; 7ª.Colocar ônibus em circulação, estabelecer horários e taxas com a condição e necessidade social. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 36 Exigências prévias: Condições sucesso: Exigências prévias: Condições sucesso: 3º. Falta de planejamento (9) 1ª.Trabalho em equipe – planejar e organizar juntos (população e governo); 2ª. Interação; 3ª.Observação dos governantes sobre o Município; 4ª.Capacitação e formação de qualquer segmento; 5ª.Elaboração de projetos; 6ª.Técnicos; 7ª.Participação da população. de 1ª.Reuniões da população, maior participação; 2ª.Planejamento do governo municipal com a população; 3ª. Diálogo entre a população e governo; 4ª.Capacitar e formar qualquer segmento; 5ª.Apoio técnico e geral da população; 6ª.Elaboração de planos, projetos elaborados por especialistas embasados nos ânseios da comunidade; 7ª.Considerar a opinião da população no que precisa ser mudado. 4º. Falta de qualificação para o trabalho – cursos técnicos (8) 1ª.Planejamento conjunto, organização de equipes; 2ª.Escolas técnicas para o Município; 3ª.Qualidade na execução do trabalho; 4ª. Incentivo dos políticos / falta de interesse; 5ª.Cursos; 6ª.Profissionais habilitados e dinâmicos para ensinar; 7ª.Cursos gratuitos. de 1ª.Empregos melhores; 2ª.Força de vontade das pessoas; 3ª.Proporcionar qualidade; 4ª.Promover capacitação e informações; 5ª.Faculdades e cursos; 6ª.Oportunidades para aprendizagem. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 37 5º. Falta de compromisso político (municipal, estadual e federal) (7) Exigências 1ª.Formar equipes nos bairros para verificar as promessas dos prévias: políticos; 2ª.Mais participação dos governantes; 3ª.Compromisso; 4ª.Conscientização da população x políticos; 5ª.Cobrança da população. Condições de 1ª. Desenvolver instrumentos de cobrança do políticos eleitos; sucesso: 2ª.As pessoas saibam exigir e votar; 3ª.Mais compromissos dos governantes e da população; 4ª.Organizar para saber exigir; 5ª.Fiscalização por parte da população. 5) Foram proposta 5 ações concretas 1ª. Reunião de todos os setores (ONGs, Prefeitura, empresários, representantes de bairro e etc.) para construção de um diagnóstico da realidade do emprego no Município. 2ª. Realizar reuniões nos bairros para levantamento das demandas locais de transporte. 3ª. Convocar os representantes dos governos (municipal, estadual e federal) para discutir a realidade local e construir nova realidade com assistências técnicas qualificadas. 4ª. Elaborar diagnóstico da realidade local, no que se refere ao trabalho e ao trabalhador. 5ª. Organizar as lideranças dos bairros para exigir dos políticos / governa a participação nas decisões políticas da comunidade. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 38 3.4. Oficina de “mudanças críticas ... às estratégias ” 1) O objetivo desta oficina é identificar, a partir de mudanças e inércias, para o desenvolvimento do Município Ribeirão Branco – SP e região, o que pode estar em jogo (normalmente são várias situações), quais são os objetivos estratégicos e identificar as idéias de ações para serem implementadas para atingir esses objetivos. Animadores ou Facilitadores da Oficina: Nome 1 Francisco Feitosa Alves Sobrinho 2 3 Ismael Carrenho Rodrigues Patrícia Cartier Paranhos Atividade GTO\ITESP Itapeva Prefeitura - RB Prefeitura - RB Função Freqüência % Eng. Agrônomo 100 Sec. Meio Ambiente Eng. Agrônoma 100 100 Participantes: Nome 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Helena Morais Lima João Cláudio de A. Barros José Luiz Pacheco de Lima José Maria de Oliveira Luzia Aparecida de Lara Nicole Santiago Raticori Roberta De Pontes Souza Wandir Santiago Zaqueu do Carmo Cleyton A. Pedro João Vinicius Machado Atividade SINTRAGER Agricultor Diretor Sindical Agricultor Agricultora Estudante Agricultor Jovem Agricultor Dirigente Sindical Função Município Freqüência % Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco 100 100 100 100 100 100 100 100 100 50 50 Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 39 Oficina “mudanças críticas ... às estratégias” seguiu as etapas: Listar os fatores de mudanças e/ou de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, meio ambiente, demográfica, política e outras), de qualquer ordem (externa, interna), pressentidas, almejadas ou temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito sua própria lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em jogo para desenvolver o Município Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030 . Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Avaliar o grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento face às principais mudanças. Identificar, à partir das mudanças críticas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco – SP e regíão, o que pode estar em jogo (normalmente são várias situações), os objetivos estratégicos e identificar as ações para atingir esses objetivos. Durante 15 a 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito sua prórpia lista de objetivos e de ações, respondendo às diversas situações que estão em jogo para desenvolver de maneira sustentável o Município de Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030. Os participantes em conjunto elaboram a pertinência e a coerência das estratégias por meio de análise morfológica Em conjunto os participantes formulam as estratégias, por meio de análise morfológica, necessárias para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “mudanças”: Procedimento utilizado : • Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista de mudanças, rupturas tecnológicas, econômicas, políticas, culturais, sociais, organizacionais, regulamentações, etc, que vão marcar o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030 (mudanças pressentidas, desejáveis e temidas por cada um). • Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os participantes. O grupo obteve, assim, 42 fatores de mudanças prováveis de impactar sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. As 42 mudanças identificadas: 1. Economia: para crescer é preciso trazer algo que empregue; 2. Precisamos de empregos para nós, nossos filhos e todos os jovens do Município; 3. Acesso do produtor rural ao hospital; 4. Melhoria no transporte para tratamento da saúde; 5. Esporte e lazer para o bem estar das pessoas, para que crianças não percam a infância; 6. Trabalho infantil; 7. Políticas para o turismo; 8. Melhoria nos direitos dos cidadãos, acesso à informação; 9. Falta participação dos políticos; 10. Degradação do meio ambiente e política organizacional; 11. Proteção ao meio ambiente, evitar que os rios da cidade sejam poluídos, conscientizar a sociedade; 12. Coleta seletiva; 13. Proibição ou limite de eucalipto; 14. Mudanças climáticas; Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 40 15. Coleta de lixo – reciclagem doméstica; 16. Melhoria na água encanada do bairro e mais limpeza na água; 17. Rede de esgoto; 18. Valorização do trabalhador rural, do campo, oferecer melhor condições em seus locais de trabalho; 19. Mudanças nas pistas e pedestres, escoar produtos agrícolas; 20. Violência; 21. Mais pessoas envolvidas com o desenvolvimento do Município; 22. Educadores especializados; 23. Comercialização da produção dos agricultores e com isso melhor renda; 24. Diminuir o uso de agrotóxico na agricultura; 25. Formar mais lideranças nos bairros; 26. Transporte público na região; 27. Acabar com as queimadas; 28. Melhorar o sinal da rede para o celular; 29. Melhoria na qualidade (acesso) da educação; 30. Diminuir o desmatamento nas florestas; 31. Investimento em agroindústrias para processamento de produtos, agregarem valor; 32. Regulamentação de terras, na zona rural; 33. Escolas técnicas, universidades mais próximas; 34. Aumentar o reflorestamento de árvores nativas; 35. Política pública para os idosos; 36. Tecnologia adaptada para pequenos agricultores; 37. O Poder público apóie as ONGs, Sociais, cooperativas, sindicatos e associações; 38. Melhorar a internet em toda região, para ter acesso mais rápido, pois está muito lento, porque era novidade há 10 atrás, agora não é mais; 39. Mudanças escolares; 40. Melhoramento em todos os bancos da terra e do município; 41. Melhoria no atendimento do Banco do Brasil; 42. Apoio do Município aos agricultores. 2) As principais mudanças Procedimento utilizado: • Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 42 fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante recebe, neste caso, 21 pontos5 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030. Os participantes deverão escolher no máximo 7 fatores. O número de pontos a serem atribuídos a um item deverá situar-se entre 1 e 4: 1 = impacto fraco ou limitado; 2 = impacto sensível; 3 = impacto forte; 4 = impacto crítico. • Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme tabela 5, obtendo o seguinte resultado: 5 Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior, quando for impar. Esta regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 41 Tabela 5: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas Ordem 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 Mudança e Ruptura O Poder público apóie as ONGs, Sociais, cooperativas, sindicatos e associações Acesso do produtor rural ao hospital Apoio do Município aos agricultores Degradação do meio ambiente e política organizacional Diminuir o uso de agrotóxico na agricultura Melhoria no transporte para tratamento da saúde Políticas para o turismo Trabalho infantil Política pública para os idosos Proteção ao meio ambiente, evitar que os rios da cidade sejam poluídos, conscientizar a sociedade Coleta de lixo – reciclagem doméstica Diminuir o desmatamento nas florestas Melhoria nos direitos dos cidadãos, acesso à informação Melhoramento em todos os bancos da terra e do município Mais pessoas envolvidas com o desenvolvimento do Município Rede de esgoto Regulamentação de terras, na zona rural Violência Escolas técnicas, universidades mais próximas Tecnologia adaptada para pequenos agricultores Investimento em agroindústrias para processamento de produtos, agregarem valor. Educadores especializados Proibição ou limite de eucalipto Mudanças climáticas Melhoria na qualidade (acesso) da educação Precisamos de empregos para nós, nossos filhos e todos os jovens do Município Transporte público na região Aumentar o reflorestamento de árvores nativas Comercialização da produção dos agricultores e com isso melhor renda Valorização do trabalhador rural, do campo, oferecer melhor condições em seus locais de trabalho Mudanças nas pistas e pedestres, escoar produtos agrícolas Economia: para crescer é preciso trazer algo que empregue Esporte e lazer para o bem estar das pessoas, para que crianças não percam a infância Falta participação dos políticos Coleta seletiva Melhoria na água encanada do bairro e mais limpeza na água Formar mais lideranças nos bairros Acabar com as queimadas Melhorar o sinal da rede para o celular Melhorar a internet em toda região, para ter acesso mais rápido, pois está muito lento, porque era novidade há 10 atrás, agora não é mais Mudanças escolares Melhoria no atendimento do Banco do Brasil Hierarquização 16 15 11 10 9 9 9 8 8 8 8 7 7 6 6 6 6 5 5 5 5 5 4 4 4 3 3 3 3 3 2 2 3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante das principais mudanças Procedimento utilizado: As principais mudanças identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada mudança em relação às outras), conforme expresa a Figura 6. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 42 Importância das mudanças Mudanças, principais desafios do futuro O Poder público apóie as ONGs, Sociais, cooperativas, sindicatos e associações (16) Acesso do produtor rural ao hospital (15) Necessidade de mobilização dos atores de desenvolvimento Apoio do Município aos agricultores (11) Degradação do meio ambiente e política organizacional (10) Forte Diminuir o uso de agrotóxico na agricultura (9) Trabalho infantil (8) Política pública para os idosos (8) Políticas para o turismo (9) Proteção ao meio ambiente, evitar que os rios da cidade sejam poluídos, conscientizar a sociedade (8) Melhoria no transporte para tratamento da saúde (9) Coleta de lixo – reciclagem doméstica (8) Diminuir o desmatamento nas florestas (7) Melhoria nos direitos dos cidadãos, acesso à informação (7) Melhoramento em Mais pessoas envolvidas todos bancos da terra com o desenvolvimento do e do município (6) Município (6) Regulamentação de Rede de esgoto (6) terras, na zona rural (6) Escolas técnicas, universidades mais Violência (5) próximas (5) Tecnologia adaptada para pequenos agricultores (5) Fraco Proibição ou limite de eucalipto (4) Mudanças climáticas (4) Precisamos de empregos para nós, nossos filhos e todos os jovens do Município (3) Mudanças nas pistas e pedestres, escoar produtos agrícolas (2) Investimento em agroindústrias para processamento de produtos, agregar valor (5) Educadores especializados (5) Melhoria na qualidade (acesso) da educação (4) Comercialização da Transporte produção dos agricultores e público na com isso melhor renda (3) região (3) Valorização do trabalhador rural, do campo, oferecer melhor condições em seus locais de trabalho (3) Aumentar o reflorestamento de árvores nativas (3) Economia: para crescer é preciso trazer algo que empregue (2) Fraco Forte Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento Figura 6: Plano: Importância das Mudanças x Grau de preparação dos Atores Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 43 4) Identificar, à partir das mudanças críticas, identificadas nesta oficina, para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco – SP e regíão, o que pode estar em jogo (normalmente são várias situações), os objetivos estratégicos e identificar as ações para atingir esses objetivos. • Durante 15 a 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito sua prórpia lista de objetivos e de ações, respondendo às diversas situações que estão em jogo para desenvolver de maneira sutentável o Município de Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030. 5) Todos estas proposições são recolhidas e organizadas por meio de várias rodadas entre os participantes. Para iniciar a reflexão, os participantes fizeram para si, as seguintes questões: • Quais são os atores implicados por essas mudanças? • Quais são as forças dessas ações (“alavancas”) (freios ou motores)? • Como melhorar o controle em relação às mudanças que são importantes? • Como reduzir a importância de mudanças que na se tem controle? • Como reduzir suas fraquezas e utilizar suas forças? Conforme mostra a tabela 8, para cada mudança foi descrito o que está em jogo e para cada um definido objetivo, com a respectiva idéia de ação a ser implementada. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 44 Tabela 6: Lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em jogo por mudanças críticas (mudanças críticas) Mudanças críticas O Poder público apóie as ONGs, Sociais, cooperativas, sindicatos e associações (16) O que está em jogo Os objetivos diante do que está em jogo Se o Poder Público ajudar, poderá haver uma melhora Com fortalecimento das organizações as políticas públicas podem chegar mais rápidas. Fortalecimento das organizações para melhoria de vida das pessoas. Fortalecimento dos direitos dos agentes. Unir as organizações e o poder público para o crescimento do Município. Vai melhorar a agricultura e adquirir ferramentas de trabalho. A saúde é o bem estar das pessoas e a atenção dada às pessoas. Melhoria do atendimento, que haja atendimento diferenciado aos mais velhos. O transporte adequado poderá ser evitado as complicações de saúde e até a morte, como conseqüência. Melhor qualidade de vida. Tem que haver uma participação ativa dos agentes sociais Fortalecimento das organizações mais que os organismos, são independentes ou sejam autônomos. Haver comprometimento por parte dos agentes. Acesso do produtor rural ao hospital (15) Apoio do Município aos agricultores (11) Tem que haver mais transporte para melhor atender os bairros. Falta verba (dinheiro) ou ser melhor aplicada. Mais ambulâncias e pessoas capacitadas. Fortalecer a parceria com a população e o transporte em casos urgentes. Disputa entre agricultores e o plantio de pinus e eucalipto Organizar a produção e a comercialização A permanência de nossos descendentes no campo. As entidades precisam de mais técnicos. A união dos representantes do Município com os agricultores. Problemas com os atravessadores, que compram mais barato. Lixo de modo geral acaba indo para o rio e também o desmatamento. Pequeno Produtor x Grande Produtor Degradação do meio ambiente e política organizacional (10) O Poder: sendo assim compra a justiça. A extinção de muitas espécies de animais. Poluição dos rios com esgoto. Desmatamento em nome do progresso. Reflorestamento nas cabeceiras das águas. Diminuir o uso de agrotóxico na agricultura (9) A vida humana e a vida de outros seres vivos. A saúde do País. Conseguir uma produção melhor. Permanência do homem no campo.. Vender a produção para as escolas (vendas institucionais) Melhores condições econômicas e oportunidades de desenvolvimento. Se aprendermos a vender a qualidade de vida será melhor. Para melhorar a comercialização aumentar o valor da CONAB. Fazer a arborização das cidades para melhorar o meio ambiente. Poder econômico reverte (trazer mais benefícios) seu lucro em favor do meio ambiente. Enquanto a agricultura familiar preserva para sobreviver, o grande produtor só destrói o meio ambiente. Pegar o plástico (lixo) e dar a ele uma coleta correta. Que o poder público incentive mais as pessoas para preservar. Todo agricultor tem que ter consciência de que preservando terá uma vida melhor. Produtos saudáveis e qualidade de vida. Melhora o conhecimento para uso de produtos químicos com orientação de agrônomos e técnicos. Poluição Idéias de ações para ser implementada Temos que lutar e acompanhar para fazer acontecer. Condições / acesso / curso de capacitação. Conscientização dos agricultores do valor de estar organizado, porque as conquistas são mais rápidas; Se organizar em grupo, se unir. Políticas de prevenção, no Município, como água tratada e esgoto tratado, diminuição de produtos químicos, hábito alimentar. Melhor atendimento no hospital. Buscar mais recursos e responsabilidade. Mais acompanhamento da saúde nos bairros. Cobrança da população do Município, pois saúde é um direito de todos e a contratação de mais pessoas capacitadas. Reclamar pelos direitos. Se unir em associações. Fortalecer sindicato e cooperativas. Mais crédito e assistência técnica para o produtor. Valorizar a comercialização dos produtos do Município. Aumentar o valor do PAP CONAB.. Arborizar a cidade. Dar condições para o pequeno produtor preservar os córregos e nascentes. Preservar a natureza. Que cada um faça melhor para o meio ambiente. Incentivo aos produtos orgânicos e naturais. Diversidade de cultura. Fiscalização quanto à utilização de produtos químicos. 6) A pertinência e a coerência das estratégias por meio de análise morfológica: Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Açã 45 Alavancas fundamentais relevantes 1. O Poder público apóie as ONGs, Sociais, cooperativas, sindicatos e associações Ações Possíveis Sobre cada uma das alavancas fundamentais 1.1. Temos que lutar e acompanhar para fazer acontecer 1.2. Condições / acesso / curso de capacitação 1.3. Conscientização dos 1.4. Se organizar agricultores do valor de estar organizado, porque as conquistas são mais rápidas em grupo, se unir 2.5. Cobrança da população 2.1. Políticas de 2. Acesso do produtor rural ao hospital 3. Apoio do Município aos agricultores 4. Degradação do meio ambiente e política organizacional 5. Diminuir o uso de agrotóxico na agricultura prevenção, no Município, como água tratada e esgoto tratado, 3.1. Se unir em associações 4.1. Arborizar a cidade 5.1. Incentivo aos produtos orgânicos e naturais 2.2. Melhor atendimento no hospital. 3.2. Fortalecer sindicato e cooperativas 4.2. Dar condições para o pequeno produtor preservar os córregos e nascentes 5.2. Diversidade de cultura 2.3. Buscar mais recursos e responsabilidade 3.3. Mais crédito e assistência técnica para o produtor 4.3. Preservar a natureza 2.4. Mais acompanhamento da saúde nos bairros. 3.4. Valorizar a do Município, pois saúde é um direito de todos e a contratação de mais pessoas capacitadas. Reclamar pelos direitos. 3.5. Aumentar o comercialização dos produtos do Município valor do PAP CONAB 4.4. Que cada um faça melhor para o meio ambiente 5.3. Fiscalização quanto à utilização de produtos químicos Para resumir o conjunto de outras possibilidades ao menos 1.200 estratégias possíveis = 4 x 5 x 5 x 4 x 3. Figura 7: Identificação da Coerência e de Estratégias por meio da Análise Morfológica para atender as Mudanças e Rupturas Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveischave 46 6) Relação das possíveis estratégias escolhidas pelos participantes: 1) Estratégia 1 ( ): compreende a forma estratégica: (1.1; 2.4; 3.3; 4.1; 5.3), que significa: Temos que lutar e acompanhar para fazer acontecer, mais acompanhamento da saúde nos bairros, Mais crédito e assistência técnica para o produtor, Arborizar a cidade, Fiscalização quanto à utilização de produtos químicos. 2) Estratégia 2 ( ): compreende a forma estratégica: (1.3; 2.4; 3.5; 4.2; 5.3), que significa: Conscientização dos agricultores do valor de estar organizado, porque as quistas são mais rápidas, Mais acompanhamento da saúde nos bairros, Aumentar o valor do PAP CONAB, Dar condições para o pequeno produtor preservar os córregos e nascentes, Fiscalização quanto à utilização de produtos químicos. 3) Estratégia 3 ( ): compreende a forma estratégica: (1.1; 2.2; 4.2; 5.1), que significa: Temos que lutar e acompanhar para fazer acontecer, Melhor atendimento no hospital, Dar condições para o pequeno produtor preservar os córregos e nascentes, Incentivo aos produtos orgânicos e naturais. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveischave 47 3.5. Oficina de “Mudanças críticas ... aos cenários exploratórios” 1) O objeto desta oficina consiste em: Identificar os cenários globais: Identificar as principais questões chave pertinente ao futuro a partir das principais mudanças críticas. Identificar os cenários parciais, para encontrar os cenários globais: Identificar para cada questão chave as componentes possíveis Elaborar para cada componente as hipóteses de respostas possíveis. Animadores ou Facilitadores da Oficina: Nome 1 2 3 Eliana L. S. Machado Juarez da Silva Pereira Marcos Antonio dos Santos Atividade Educação Educação Inst. Libros Função Vice-diretor Professor Eng. Agrícola Freqüência % 100 100 100 Participantes: Nome 1 2 3 4 5 6 7 8 Armelino Galvão Oliveira Bernadete dos Santos Cunha Laudelino de Paula Oliveira Marli Rodrigues de Almeida Pedro Custódio de Almeida Silmara A. dos Santos Gabriele Aparecida de Lara Oliveira Nelson Mendes Torres Atividade Agricultor Agricultora Agricultor SER Agricultor Agricultora Estudante Agricultor Função Município Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Freqüência % 100 100 100 100 100 100 50 50 Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Açã 48 Oficina “mudanças críticas ...aos cenários” seguiu as etapas: Listar os fatores de mudanças e/ou de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, meio ambiente, demográfica, política e outras), de qualquer ordem (externa, interna), pressentidas, almejadas ou temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito sua própria lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em jogo para desenvolver o Município Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030 . Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Avaliar o grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento face às principais mudanças. Identificar, à partir das mudanças críticas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco – SP e regíão, as questões chave para cada mudança crítica. Durante 15 a 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito sua prórpia lista de objetivos e de ações, respondendo às diversas situações que estão em jogo para desenvolver de maneira sutentável o Município de Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030. Os participantes em conjunto identtificam para cada questão chave as diferentes respostas plausíveis e rupturas posíveis. Em conjunto os participantes constroem cenários globais, por meio de análise morfológica, considerando a pertinência, a proximidade da verdade (plausível) e a coerência, necessárias para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP 2) Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “mudanças”: Procedimento utilizado : • Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista de mudanças, rupturas tecnológicas, econômicas, políticas, culturais, sociais, organizacionais, regulamentações, etc, que vão marcar o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030 (mudanças pressentidas, desejáveis e temidas por cada um). • Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os participantes. O grupo obteve, assim, 37 fatores de mudanças prováveis de impactar sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. As 37 mudanças identificadas: 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. Trazer indústria, para que nosso Município cresça e oportunidades; Dar mais assistência aos agricultores, os filhos não tem oportunidades e vão embora, porque querem melhorar de vida e o Município não oferece oportunidades, melhorar atendimento da saúde, no Município para mulheres; Melhorar mais a saúde faltam postos nos bairros, sendo poucos os atendimentos, horários curtos e falta profissionais; Melhorar as condições de emprego, o Município não valoriza os trabalhadores, salários baixos, não há renda para sobrevivência, para que torne suas vidas mais fáceis e não uma mão de obra barata; Segurança para a agricultura, muitos familiares da zona rural estão indo embora, por causa de novas plantações de pinus e etc., porque eles não produzem sem terras e falta local para plantar sua lavoura; Muitos idosos moram longe, que vêm ao médico, mas não está, queremos médicos que não faltem e com tempo, e o agendamento seja efetuado mais rápido; Mais empregos e mais trabalho para os bairros do Município;; Melhorar o ensino, principalmente, o ensino médio; Construção de escolas nos bairros principais do Município; Falta de professores, principalmente, no ensino fundamental e médio; Manutenção das estradas, para que o transporte seja melhor; Segurança nas escolas, ampliar a segurança escolar; Boas estradas e mais emprego; Capacitação para monitores, com curso à distância; Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 49 15. Conscientizar a família em relação ao lixo, muita não educam seus filhos, não participam do meio e a respeito da poluição; 16. Aumentar o número de funcionários em escolas públicas, para que cuidem melhor das crianças; 17. Comprometimento político, muitos políticos não cumprem o que prometeram; 18. Mais transporte escolar para o Município; 19. Cumprir o programa habitacional, casas populares; 20. Incentivo aos jovens para cursos de culinária e artesanato, para que tenham seu tempo ocupado e não haja possibilidade de ir para o mau caminho; 21. Construir casas para pessoas carentes, substituir as casas onde moram por casas boas; 22. Recolhimento de resíduos de agrotóxicos que são resíduos químicos e largados ao céu aberto, contaminando a natureza e o ser humano, foi optado pelo recolhimento das embalagens; 23. Mais emprego nos bairros, por exemplo: na Campina de Fora; 24. Melhorou muito a ação escolar no Município, reuniões e merenda escolar; 25. Turismo para região, para comerciantes aumentar a renda; 26. Falta esgoto no bairro Brasílio e Município em geral; 27. Melhorar a educação; 28. Capacitação de funcionário, mão de obra especializada; 29. Respeitar o direito da criança, porque há muitas crianças que são exploradas; 30. Exploração mineral existe sem recuperar o local depois de explorado e sem pagar ao proprietário pela exploração do minério; 31. Segurança, policiamento nos bairros principais, por exemplo: Campina de Fora, que está sem policiamento; 32. Aumento no trabalho social da comunidade, agricultura familiar; 33. Maior transparência e oferta de moradias de qualidade; 34. Ter mais concurso público, emprego para os jovens e ter uma renda familiar digna para sobreviver; 35. Falta melhoria nas estradas (*); 36. Trazer faculdades para o Município (*); 37. Falta área de lazer para os jovens (*). 2) As principais mudanças Procedimento utilizado: • Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 37 fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante recebe, neste caso, 19 pontos6 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030. Os participantes deverão escolher no máximo 7 fatores. O número de pontos a serem atribuídos a um item deverá situar-se entre 1 e 4: 1 = impacto fraco ou limitado; 2 = impacto sensível; 3 = impacto forte; 4 = impacto crítico. • Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme a tabela 7, obtendo o seguinte resultado: Tabela 7: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas Ordem 1 2 3 4 6 Mudança e Ruptura Melhorar mais a saúde faltam postos nos bairros, sendo poucos os atendimentos, horários curtos e falta profissionais, melhorar atendimento da saúde, no Município para mulheres Falta melhoria nas estradas (*) Falta esgoto no bairro Brasílio e Município em geral Ter mais concurso público, emprego para os jovens e ter uma renda familiar digna para Hierarquização 15 10 9 8 Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior, quando for impar. Esta regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 50 sobreviver Trazer faculdades para o Município (*) 8 Falta área de lazer para os jovens (*) 8 Muitos idosos moram longe, que vêm ao médico, mas não está, queremos médicos que não 7 faltem e com tempo, e o agendamento seja efetuado mais rápido 8 Construir casas para pessoas carentes, substituir as casas onde moram por casas boas e 7 maior transparência e oferta de moradias de qualidade 9 Trazer indústria, para que nosso Município cresça e oportunidades 6 10 Dar mais assistência aos agricultores, os filhos não tem oportunidades e vão embora, 4 porque querem melhorar de vida e o Município não oferece oportunidades; 11 Segurança para a agricultura, muitos familiares da zona rural estão indo embora, por causa 4 de novas plantações de pinus e etc., porque eles não produzem sem terras e falta local para plantar sua lavoura 12 Segurança, policiamento nos bairros principais, por exemplo: Campina de Fora, que está 3 sem policiamento 13 Recolhimento de resíduos de agrotóxicos que são resíduos químicos e largados ao céu 3 aberto, contaminando a natureza e o ser humano, foi optado pelo recolhimento das embalagens 14 Conscientizar a família em relação ao lixo, muitas delas não educam seus filhos, não 2 participam do meio e a respeito da poluição. 15 Melhorar as condições de emprego, o Município não valoriza os trabalhadores, salários 2 baixos, não há renda para sobrevivência, para que torne suas vidas mais fáceis e não uma mão de obra barata 16 Mais empregos e mais trabalho para os bairros do Município 17 Melhorar o ensino, principalmente, o ensino médio 18 Construção de escolas nos bairros principais do Município; 19 Falta de professores, principalmente, no ensino fundamental e médio; 20 Manutenção das estradas, para que o transporte seja melhor; 21 Segurança nas escolas, ampliar a segurança escolar; 22 Boas estradas e mais emprego; 23 Capacitação para monitores, com curso à distância 24 Aumentar o número de funcionários em escolas públicas, para que cuidem melhor das crianças; 25 Comprometimento político, muitos políticos não cumprem o que prometeram; 26 Mais transporte escolar para o Município; 27 Cumprir o programa habitacional, casas populares; 28 Incentivo aos jovens para cursos de culinária e artesanato, para que tenham seu tempo ocupado e não haja possibilidade de ir para o mau caminho 29 Mais emprego nos bairros, por exemplo: na Campina de Fora; 30 Melhorou muito a ação escolar no Município, reuniões e merenda escolar; 31 Turismo para região, para comerciantes aumentar a renda 32 Melhorar a educação 33 Capacitação de funcionário, mão de obra especializada 34 Respeitar o direito da criança, porque há muitas crianças que são exploradas 35 Exploração mineral existe sem recuperar o local depois de explorado e sem pagar ao proprietário pela exploração do minério 36 Aumento no trabalho social da comunidade, agricultura familiar OBS.: Em razão de alguns fatores que apareceram no gráfico não constarem na relação dos fatores hierarquizados e pelas informações prestadas pelo animador da oficina, foram consideradas as informações que constavam no Plano de Importância das mudanças x Grau de preparação. Os fatores são aqueles com (*). 5 6 7 3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante das principais mudanças Procedimento utilizado: As principais mudanças identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada mudança em relação às outras), conforme expresa a Figura7. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 51 Importância das mudanças Mudanças, principais desafios do futuro Melhorar mais a saúde faltam postos nos bairros, sendo poucos os atendimentos, horários curtos e falta profissionais, melhorar atendimento da saúde, no Município para mulheres (15) Falta melhoria nas estradas (*) (10) Forte Falta esgoto no bairro Brasílio e Município em geral (9) Ter mais concurso público, emprego Trazer faculdades para os jovens e ter uma renda para o Município familiar digna para sobreviver (8) (*) (8) Falta área de lazer para os jovens (*) (8) Muitos idosos moram longe, que vêm ao médico, mas não está, queremos médicos que não faltem e com tempo, e o agendamento seja efetuado mais rápido (7) Necessidade de mobilização dos atores de desenvolvimento Construir casas para pessoas carentes, substituir as casas onde moram por casas boas e maior transparência e oferta de moradias de qualidade (7) Fraco Fraco Forte Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento Figura 8: Plano: Importância das Mudanças x Grau de preparação dos Atores 4) Na elaboração da Tabela 8, foram consideradas as mudanças críticas mais importantes, para cada mudança foram elaboradas as questões chave e para cada questão chave houve respostas plausíveis e de ruptura. Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave 52 Tabela 8: Lista das mudanças críticas com as respectivas questões chave e suas respostas plausíveis e de ruptura. MUDANÇAS CRÍTICAS QUESTÃO CHAVE RESPOSTA PLAUSÍVEL RESPOSTA - RUPTURA 1.1) Como será a saúde para o idoso, melhor ou pior? 1.2) Como conseguir melhorar o atendimento para saúde? 1.3) Como proporcionar mais atendimento da saúde para os bairros? 1.4) Quem vai contratar mais médico para a população? 1.5) Os jovens formados no Município trabalharão nele? 1.1.1) Trazer mais verbas, pessoas especializadas, equipamentos para exames e médico especialista para o idoso e ser bem atencioso 1.2.1) Contratar mais médicos 1.3.1) Vereador da Câmara Municipal 1.4.1) Governo Municipal 1.5.1) Aumentar as oportunidades para os jovens e mais postos de saúde 1.1.2) Ter mais médicos nos Postos de Saúdes das Zonas Rurais 1.2.2) 1.3.2) Esforço do Prefeito 1.4.2) 1.5.2) Uso correto do dinheiro público Falta melhoria nas estradas (*) 2.1) Como melhorar as estradas abandonadas? 2.2) O que fazer para conservar as estradas rurais? 2.3) Como conservar melhor as estradas da zona rural? 2.4) Como melhorar as estradas no futuro? 2.5) Como serão as estradas na zona rural? 2.6) O governo via asfaltar as zonas rurais? 2.1.2) A Prefeitura deve identificar as estradas ruins e arrumálas para continuarem úteis para os trabalhadores rurais 2.2.2) 2.3.2) União do povo para conservação das estradas rurais 2.4.2) Aumentar o interesse dos políticos para obter mais máquinas para atender melhor a população 2.5.2) 2.6.2) 3 Falta esgoto no bairro Brasílio e Município em geral 3.1) A rede de esgoto é necessária? 3.2) Quem é responsável pelo saneamento básico? 3.3) Como obter a rede de esgoto e água tratada para todos na zona rural? 3.4) Porque não há redes de esgoto nos bairros? 3.5) Que se responsabilizará pelo saneamento básico? 3.6) Como instalar saneamento básico para os moradores que ainda não tem? 4 Ter mais concurso público, emprego para os jovens e ter uma renda familiar digna para sobreviver 2.1.1) A população deve exigir estradas boas dos órgãos públicos 2.2..1) Aumentar a manutenção e pedregulhar 2.3.1) Os representantes devem estar sempre vistoriando a zona rural 2.4.1) Aumentar a verba e o pessoal técnico 2.5.1) Vai ser com aumento das responsabilidades dos envolvidos 2.6.1) Acompanhamento dos órgãos públicos. 3.1.1) Deve construir maior número de fossas e tratamentos corretos 3.2.1) O governo estadual, municipal e a comunidade são responsáveis pelo saneamento básico. 3.3.1) Obter verba por meio de projetos elaborados pelos representantes municipais 3.4.1) Falta de compromisso com a população 3.5.1) As águas da cozinha e do banheiro serão depositadas em fossa na zona rural 3.6.1) Conseguir saneamento básico para todos por meio da reforma pública 4.1.1) Construir mais escolas e estudar mais 5 Trazer faculdades para o Município (*) 1 2 Melhorar mais a saúde faltam postos nos bairros, sendo poucos os atendimentos, horários curtos e falta profissionais, melhorar atendimento da saúde, no Município para mulheres 4.1) Como preparar melhor os jovens para os concursos públicos? 4.2) Como manter os jovens no município? 4.3) Como gerar mais emprego nos serviços municipais? 4.4) Porque não tem concurso público e emprego para jovens e pais de família? 5.1) Como disponibilizar faculdade mais próxima, para os jovens estudarem e adquirir novas profissões? 5.2) Como fazer para que as faculdades venham para o Município? 3.1.2) A população não se deve submeter à vontade política 3.2.2) 3.3.2) Desenvolver um sistema tecnológico para recolher resíduo e dejetos para ser aproveitado como energias alternativas 3.4.2) Exigir da SABESP e da Prefeitura pessoas especializadas 3.5.2) 3.6.2) O governo obter recursos para a alta tecnologia com a finalidade de recolhimento do esgoto e transformá-lo em energia 4.1.2) Aumentar o número de empresas e indústria 4.2.1) Criar escolas nas zonas rurais para os jovens 4.3.1) Os jovens necessitam estudar para trabalhar 4.4.1) Atrair empresas, indústrias e expansão do setor público. 4.2.2) 4.3.2) 4.4.2) Impedir que os atravessadores atuem e a população assuma esse serviço 5.1.1) A Prefeitura pode conceder isenção fiscal para esse tipo de empreendimento 5.2.1) O jovem da zona rural não tem condições de pagar a faculdade, por isso deverá ter uma faculdade pública. 5.1.2) Os jovens devem se mobilizar e cobrar os setores responsáveis para trazer as Faculdades 5.2.2) Ensino universitário público para os jovens carentes da zona rural Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Açã 53 5) Foi elaborado o cenário global em razão do tempo disponível, mas no item 4 serão demonstrados os cenários parciais e o global. QUESTÃO CHAVE 1.1) ) Como será a saúde para o idoso, melhor ou pior? RESPOSTA - PLAUSÍVEL RESPOSTA - RUPTURAS 1.1.1) Trazer mais verbas, pessoas especializadas, equipamentos e médico especialista para o 1.1.2) Ter mais médicos nos Postos de Saúdes das Zonas Rurais idoso e ser bem atencioso 1.2) Como conseguir melhorar o atendimento para saúde? 1.2.1) Contratar mais médicos 1.3) Como proporcionar mais atendimento da saúde para os bairros? 1.3.1) Vereador da Câmara Municipal 1.4) Quem vai contratar mais médico para a população? 1.4.1) Governo Municipal 1.5) Os jovens formados no Município trabalharão nele? 1.5.1) Aumentar as oportunidades para os jovens e mais postos de saúde 1.5.2) Uso correto do dinheiro público 2.1) Como melhorar as estradas abandonadas? 2.1.1) A população deve exigir estradas boas dos órgãos públicos 2.1.2) A Prefeitura deve identificar as estradas ruins e arrumá-las para continuarem úteis 1.3.2) Esforço do Prefeito 2.2) O que fazer para conservar as estradas rurais? 2.2.1 Aumentar a manutenção e pedregulhar 2.3) Como conservar melhor as estradas da zona rural? 2.3.1) Os representantes devem estar sempre vistoriando a zona rural 2.3.2) União do povo para conservação das estradas rurais 2.4) Como melhorar as estradas no futuro? 2.4.1) Aumentar a verba e o pessoal técnico 2.5) Como serão as estradas na zona rural? 2.5.1) Vai ser com aumento das responsabilidades dos envolvidos 2.4.2) Aumentar o interesse dos políticos para obter mais máquinas para atender melhor a população 2.6) O governo via asfaltar as zonas rurais? 2.6.1) Acompanhamento dos órgãos públicos 3.1) A rede de esgoto é necessária? 3.1.1) Deve construir maior número de fossas e tratamentos corretos 3.2) Quem é responsável pelo saneamento básico? 3.2.1) O governo estadual, municipal e a comunidade são responsáveis pelo saneamento básico 3.3) Como obter a rede de esgoto e água tratada para todos na zona rural? 3.3.1) Obter verba por meio de projetos elaborados pelos representantes municipais 3.4) Porque não há redes de esgoto nos bairros? 3.4.1) Falta de compromisso com a população 3.1.2) A população não se deve submeter a vontade política 3.3.2) Desenvolver um sistema tecnológico para recolher resíduos e dejetos para ser aproveitado como energias alternativa 3.4.2) Exigir da SABESP e da Prefeitura pessoas especializadas 3.5) Que se responsabilizará pelo saneamento básico? 3.5.1) As águas da cozinha e do banheiro serão depositados em fossa na zona rural 3.6) Como instalar saneamento básico para os moradores que ainda não tem? 3.6.1) Conseguir saneamento básico para todos por meio da reforma pública 3.6.2) O governo obter recursos para a alta tecnologia com a finalidade de recolhimento do esgoto e transformá-lo em energia 4.1) Como preparar melhor os jovens para os concursos públicos? 4.1.1) Construir mais escolas e estudar mais 4.1.2) Aumentar o número de empresas e indústria 4.2) Como manter o jovens no município? 4.2.1) Criar escolas nas zonas rurais para os jovens 4.3) Como gerar mais emprego nos serviços municipais? 4.3.1) Os jovens necessitam estudar para trabalhar 4.4) Porque não tem concurso público e emprego para jovens e pais de família? 4.4.1) Atrair empresas, indústrias e expansão do setor público 5.1) Como disponibilizar faculdade mais próxima, para os jovens estudarem e adquirir novas profissões? 5.2) Como fazer para que as faculdades venham para o Município? 5.1.1) A Prefeitura pode conceder isenção fiscal para esse tipo de empreendimento 5.2.1) Os jovens da zona rural não tem condições de pagar a faculdade, por isso deverá ter uma faculdade pública 4.4.2) Impedir que os atravessadores atuem e a população assuma esse serviço 5.1.2) Os jovens devem se mobilizar e cobrar os setores responsáveis para trazer as Faculdades 5.2.2) Ensino universitário público para os jovens carentes da zona rural Figura 9: Construção de cenário global a partir das questões chave e respostas, por meio da Análise Morfológica Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Açã 54 OBS.: A Falta de tempo não tornou possível a construção dos cenários parciais, considerando cada questão-chave, como também não foi possível a construção do cenário global juntos. Abaixo foi descrito um possível cenário global, que não foi discutido com os participantes da oficina, que serve como orientação, exemplo, para construção de cenário. 1º.) Cenário Global 1 ( ): o cenário considerado foi (1.5.1; 2.3.2; 3.3.1; 4.4.1; 5.1.2), que significa: Aumentar as oportunidades para os jovens e mais postos de saúde, União do povo para conservação das estradas rurais; Obter verba por meio de projetos elaborados pelos representantes municipais; Atrair empresas, indústrias e expansão do setor público; Os jovens devem se mobilizar e cobrar os setores responsáveis para trazer as Faculdades. Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 55 3.6. Oficina da “árvore de competência do passado e do presente . . . ao futuro” – 1º. dia 3.6.1. Oficina da “árvore de competência do passado e do presente . . . ao futuro” – 1º. dia 1) Objetivo da oficina: • no primeiro dia é elaborar as dinâmicas passadas e presentes do desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP na elaboração de sua árvore de habilidades. Esta oficina precisa a vocação, as competências e seus conhecimentos, mas também sua organização até as linhas de produtos e/ou serviços. A dinâmica leva em conta as mudanças no ambiente; • no segundo dia é imaginar um futuro desejável diante das ameaças e oportunidades do ambiente e construir para o Município Ribeirão Branco – SP uma árvore de competência do futuro, sabendo que a análise prospectiva permite considerar que o futuro possui incertezas e está aberto para muitos futuros possíveis. Animadores ou Facilitadores da Oficina: Nome 1 2 3 Anderson de Siqueira Gomes Lucinei Paes de Lima Maria do Carmo de Oliveira Atividade Função SINTRAGER Prefeitura - RB Educação Tec. Agrícola Administração Vice - diretora Freqüência % 100 100 100 Participantes: Nome 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Celso de Oliveira Claudinei Ribeiro de Almeida Daiane Grasiele Souza Eduardo da S. Oliveira Gisele do Nascimento Veloso Gonçalves Luiz Carlos de Almeida Lara Pedro Leonildo Rossi Chani Dias da Silva Ilcinéia Passífico de Oliveira José Ilson de Oliveira Ferreira Júlio Henrique Santos Reni Silva de Almeida Sueli A. Martins Benfica Atividade Agricultor Agricultora Estudante Agricultor Agricultura Familiar Fruticultor Diretor SINTRAGER Escola Familiar Estudante Diretor Sindical Esporte - Criança Município Freqüência % Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco 100 100 100 100 100 Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco Rib. Branco 100 100 50 50 50 50 50 50 Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 56 Oficina de “árvore de competência do passado, presente e futuro seguiu as etapas Construir a árvore do passado (10 a 20 anos) Construir a árvore presente Na Árvore de Competências do presente, identificar os pontos fortes e os fracos Construir a árvore do futuro, considerando oportunidades e ameaças do ambiente e construir para o Município Ribeirão Branco – SP, no horizonte de 2030, uma árvore de competência do futuro, sabendo que a análise prospectiva permite considerar que o futuro possui incertezas e está aberto para muitos futuros possíveis. 2) Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “árvore de competências do passado e do presente”, considerando: • • • As raízes: valores, competências e pessoas, recursos financeiros, recursos tecnológicos, comerciais, produtivos e outros... adaptados, ao desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP . O tronco: processo, organização e outros adaptados ao desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP Os ramos: linhas de produto – mercado, serviço – mercado e outros ... adaptados ao desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP Construir a árvore do passado (10 a 20 anos): Procedimento utilizado: Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes, tronco e ramos. As idéias são em seguida recolhidas e organizadas, executando várias rodadas sucessivas. Na construção da Árvore de Competências do presente, foram identificados os pontos fortes e os pontos fracos em relação ao ambiente do Município Ribeirão Branco – SP e região, aos atores, considerando à Árvore de Competências do Passado. Esta atividade foi efetuada conforme os participantes foram identificando os elementos do presente. Procedimento utilizado: Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes, tronco e ramos. As idéias são em seguida recolhidas e organizadas, executando várias rodadas sucessivas. Em seguida a Tabela 9 foi preenchida, pelos participantes, inicialmente a árvore de competência do passado e, posteriormente, a árvore de competência do presente, com os diversos fatores, identificando se é ponto fraco e/ou ponto forte em relação aos fatores da árvore de competência do passado. O importante desta oficina foi o resgate do passado e a realidade do presente, considerando :nesta reflexão as grandes aspectos. Tabela 9: Fatores da Árvore de Competência do Passado e do Presente e Pontos Fracos e Fortes Elementos de Representação da Árvore Árvore de Competência PASSADO PRESENTE Fatores do Presente em relação ao Passado Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 57 1. Alimentação: • tudo era natural; • sem agrotóxico; • havia mais qualidade de vida. 2.Habitação: • era muito precária; • casas de pau a pique, madeira ou papel. 3. Farinha de monjolo, arroz de pilão e, o café era torrado em casa mesmo 4. Havia valorização da família, respeito pelos mais velhos. ---o--RAMOS ---o--- ---o--- ---o--- ---o--- ---o--- ---o--- 5. Acesso a educação: • educação infantil na Zona Rural e aumento das vagas da creche na zona Urbana • garantia até o ensino médio 6. Facilidade de Comunicação entre as pessoas: Internet, Telefonia, ainda inexiste em alguns bairros rurais, e Televisão. 7. Saúde: • melhorou atendimento no Município; • tem transporte para os pacientes, e • medicamento de graça. 8. Programas sociais: • bolsa família, • bolsa universidade (municipal), • ação jovem, • escola família, horta comunitária, • Programa Nacional de Alimentação Escolar -PNAE P. Forte P. Forte P. Forte P. Forte TRONCO 1. Havia solidariedade; os mutirões de roçadas; ajudar aos outros. 2. Não existia Assistência Técnica na Agricultura. 3. Todos tinham emprego e seu pedaço de terra. 4. Não havia reuniões para discutir os problemas. 5. Faltava conscientização política e o voto era “cabresto” ---o--- ---o-----o-----o-----o-----o--6. Surge a falta de segurança (policiamento), que antes não precisava P. Fraco Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 58 ---o-----o-----o--- RAIZ 1. Saúde: • era utilizada a medicina alternativa, • havia as parteiras e as benzedeiras, • o hospital era em Itapeva. 2. Lazer: • havia bailes e quermesses • contavam-se causos, • nadava no rio. 3. Educação precária: • era multisseriada, • não tinha transporte, e • não havia merenda escolar. 4. Não havia: • energia elétrica, • transporte e • água encanada. 5. Agricultura: era para consumo próprio e a sobra era vendida 6. A criação de animais era para consumo próprio e a sobra era vendida. ---o--- 7. Faltam investimentos na educação inclusiva e para pessoas especiais. 8. Formação Política: Espaço para população participar e planejar junto 9. Luz para todos (energia elétrica) 10.Organização dos Trabalhadores (sindicato, associações e cooperativas) 11. Tecnologia Agrícola • acesso à variedade de frutas, • equipamentos para agricultura P. Fraco P. Forte P. Forte P. Forte P. Forte ---o--- ---o--- ---o--- ---o--5. Agricultura: • abandono da agricultura para subsistência • surge a Monocultura do tomate e Madeira • desemprego: os pequenos agricultores perderam suas terras e seu trabalho. P. Fraco ---o--7. Falta zoneamento agrícola 8. Surge a falta de segurança (policiamento), que antes não precisava 9. Faltam investimentos na educação inclusiva e para pessoas especiais. P. Fraco P. Fraco P. Fraco As árvores de competência do passado e do presente estam desenhadas nas figura 5 e na figura 6, respectivamente, representando a percepção dos participantes a oficina em relação ao Muncicípio de Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 59 Ribeirão Branco – SP. Verifica-se que os ramos pouco fornecem para seu ambiente, isto é, os produtos e serviços ofertados são poucos, por essa razão os jovens de 20 a 40 anos saem do Município em procura de novas oportunidades. Talvez por essa razão o município esteja na situação em que se encontra. As Árvores de Competências elaboradas durante as oficinas, do Passado e do Presente: Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 60 Alimentação: • tudo era natural; • sem agrotóxico; • havia mais qualidade de vida.Milho, feijão, criação de porcos e tomate Habitação: • era muito precária; • casas de pau a pique, madeira ou papel. Farinha de monjolo, arroz de pilão e, o café era torrado em casa mesmo Havia valorização da família, respeito pelos mais velhos Havia solidariedade; os mutirões de roçadas; ajudar aos outros Não existia Assistência Técnica na Agricultura. Todos tinham emprego e seu pedaço de terra Não havia reuniões para discutir os problemas Faltava conscientização política e o voto era “cabresto” Saúde: • era utilizada a medicina alternativa, • havia as parteiras e as benzedeiras, • o hospital era em Itapeva. Educação precária: • era multisseriada, • não tinha transporte, e • não havia merenda escolar. Lazer: • haviam bailes e quermesses • contava-se causos, • nadava no rio Não havia: • energia elétrica, • transporte e • água encanada. Figura 10: Representação da Árvore de Competência do PASSADO de Ribeirão Branco – SP Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 61 Saúde: • melhorou atendimento no Município; • tem transporte para os pacientes, e • medicamento de graça Acesso a educação: • educação infantil na Zona Rural e aumento das vagas da creche na zona Urbana • garantia até o ensino médio Programas sociais: • bolsa família, • bolsa universidade (municipal), • ação jovem, • escola família, horta comunitária, • Programa Nacional de Alimentação Escolar -PNAE Facilidade de Comunicação entre as pessoas: Internet, Telefonia, ainda inexiste em alguns bairros rurais, e Televisão Surge a falta de segurança (policiamento), que antes não precisava Faltam investimentos na educação inclusiva e para pessoas especiais. Formação Política: Espaço para população participar e planejar junto Luz para todos (energia elétrica) Organização dos Trabalhadores (sindicato, associações e cooperativas) Tecnologia Agrícola • acesso à variedade de frutas, • equipamentos para agricultura Surge a falta de segurança (policiamento), que antes não precisava Agricultura: • abandono da agricultura para subsistência • surge a Monocultura do tomate e Madeira • desemprego: os pequenos agricultores perderam suas terras e seu trabalho. Falta zoneamento agrícola Faltam investimentos na educação inclusiva e para pessoas especiais. Figura 11: Representação da Árvore de Competência do PRESENTE de Ribeirão Branco - SP Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 62 3.6.2. Oficina da “árvore de competência do passado e do presente . . . ao futuro” – 2º. dia 3) Objetivo da oficina no 2º dia: imaginar um futuro desejável diante das ameaças e oportunidades do ambiente e construir para o Município Ribeirão Branco – SP uma árvore de competência do futuro, sabendo que a análise prospectiva permite considerar que o futuro possui incertezas e está aberto para muitos futuros possíveis. Oficina de “árvore de competência do futuro” seguiu as etapas: 1) Construir a árvore do futuro (10 a 20 anos), levando em consideração as mudanças críticas identificadas, considerando o que deve ser: conservado, desenvolvido ou abandonado. Nestas considerações, levar em conta as possíveis ameaças e oportunidades do ambiente. Identificar os elementos da árvore impactados (ativos e vulneráveis) 2) Construir a árvore de competências desejável para o futuro do desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP, considerando o que deve ser: conservado, desenvolvido ou abandonado. Nestas condições, levar em conta as possíveis ameaças e oportunidades do ambiente. 3) Nesta oficina, a construção árvore de futuro leva em cota as forças e fraquezas do desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP e das conseqüências das mudanças. Procedimento utilizado: Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes, tronco e ramos. As idéias são em seguida recolhidas e organizadas , executando várias rodadas sucessivas. Em seguida a Tabela 10 foi preenchida, pelos participantes, inicialmente a árvore de competência do futuro e, posteriormente, identificando as oportunidades e ameaças em reação a árvore do presente. Deve ser ressaltdado que os participantes desta oficina decidiram construir duas árvores para o futuro, uma representando o FUTURO DESEJADO (as oportunidades) e a outra representando o FUTURO NÃO DESEJADO (as ameaças): Tabela 10 : Fatores da Árvore de Competência do Futuro Desejado e Não Desejado Elementos de Representação da Árvore RAMOS Árvore de Competência do Futuro FUTURO DESEJADO - OPORTUNIDADES FUTURO NÃO DESEJADO - AMEAÇAS 1. Asfalto de Ribeirão Branco até Apiaí 2. Geração de empregos (Fábricas Agroindústrias) 3. Melhor transporte coletivo para todos os lugares 4. Lazer: • Centro de Eventos • Incentivo ao esporte • Sala de cinema • Festivais de música • Festas em todos os bairros 5. Comércio local fortalecido 6. Melhor IDH da Região 1. Fome e miséria 2. Mortalidade infantil 3. Êxodo rural, bairros vazios 4. Jovens nas drogas e nas ruas 5. Desemprego 6. Município volta a ser Distrito de Itapeva 7. Construção de presídios em Ribeirão Branco 8. Cidade dos idosos TRONCO 1. Habitação: todos terão casa digna no campo e na cidade Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 63 2. Melhoria da saúde: • médicos de todas as especialidades • equipamento para exames médicos • médicos atendendo nos bairros • funcionários capacitados para atender bem as pessoas 3. Agricultura: • regularização fundiária de todas as terras • levantamento da produção • comércio justo • compradores – todos cadastrados • cooperativas fortes (leite e franco) 4. Comunicação: • telefonia na zona rural • internet em todo Município • informação acessível para serviço 5. Aposentadoria 6. Licença Maternidade 7. Casa de lazer para melhor idade, atendendo também os idosos rurais 8. Turismo: • construção de hotéis e pousadas • restaurantes com comidas típicas • trilhas pra visitação • abertura para visitação das cachoeiras 9. Crédito para produção agrícola com mais rapidez e facilidade. 1.Latifúndio: concentração das nossas terras 2. Monocultura: pinus, eucalipto RAIZ 1. Faculdades no Município 2. Estradas boas e sempre conservadas 3. Zoneamento agrícola: • controle do plantio de madeiras, • preservação das matas e dos rios 4. Educação de qualidade para todas as idades: • creches na zona rural • professores bem preparados e valorizados 5. Política: • políticos escolhidos com comprometimento com a Prospectiva • revisão dos planos de desenvolvimento a cada 10 anos 1. Desaparecimento do Agricultor Familiar do Município 2. Maioria da população na cidade 3. Hospitais lotados 4. Índice alto de violência 5. Educação precária A figura 11 e figura 12 expressam as árvores do futuro do município de Ribeirão Branco SP elaborados pelos participantes do curso. Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 64 Geração de empregos (Fábricas Agroindústrias) Asfalto de Ribeirão Branco até Apiaí Lazer: • Centro de Eventos • Incentivo ao esporte • Sala de cinema • Festivais de música • Festas em todos os bairros Melhor transporte coletivo para todos os lugares Comércio local fortalecido Melhor IDH da Região Habitação: todos terão casa digna no campo e na cidade Comunicação: • telefonia na zona rural • internet em todo Município • informação acessível para serviço Turismo: • construção de hotéis e pousadas • restaurantes com comidas típicas • trilhas pra visitação • abertura para visitação das Crédito para produção agrícola com mais rapidez e facilidade Melhoria da saúde: • médicos de todas as especialidades • equipamento para exames médicos • médicos atendendo nos bairros • funcionários capacitados para atender bem as pessoas Aposentadoria Licença Maternidade Casa de lazer para melhor idade, atendendo também os idosos rurais Agricultura: • regularização fundiária de todas as terras • levantamento da produção • comércio justo • compradores – todos cadastrados • cooperativas fortes (leite e cachoeiras franco) Educação de qualidade para todas as idades: • creches na zona rural • professores bem preparados e valorizados Zoneamento agrícola: • controle do plantio de madeiras, Estradas boas e sempre conservadas • preservação das matas e dos rios Faculdades no Município Política: • políticos escolhidos com comprometimento com a Prospectiva • revisão dos planos de desenvolvimento a cada 10 anos Figura 12: Representação da Árvore de Competência do Futuro Desejado de Ribeirão Branco SP Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 65 Município volta a ser Distrito de Itapeva Jovens nas drogas e nas ruas Desemprego Construção de presídios em Ribeirão Êxodo rural, bairros vazios Cidade dos idosos Mortalidade infantil Fome e miséria Monocultura: pinus, eucalipto Latifúndio: concentração das nossas terras .Desaparecimento do Agricultor Familiar do Município Educação precária Índice alto de violência Maioria da população na cidade . Hospitais lotados Figura 13: Representação da Árvore de Competência do Futuro Não Desejado de Ribeirão Branco SP Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 66 4. Consolidação dos Resultados obtidos nas diversas Oficinas Realizadas no I SEMINÁRIO da Prospectiva Regional de Ribeirão Branco SP Cada Oficina apresentou seus s resultados em Reunião Plenária, tanto no primeiro dia quanto no final do segundo dia: Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 67 A partir dos resultados obtidos nas diversas oficinas é elaborado uma síntese, conforme na figura13, que retrata as variáveis-chave que comporão a Análise Estrutural de Ribeirão Branco - SP. Melhoria na Gestão, Fortalecimento dos grupos organizados; Falta de organização social; Segurança Pública; Profissionais melhor qualificados; Falta de Planejamento; Falta de Compromisso Político Dinamizar a região por meio da Ciência, Tecnologia e Inovação Faculdades para os jovens – Universidade; Cursos Técnicos Infra-estrutura geral, Melhorar as estradas para escoamento da produção; Melhor Sistema de Comunicações e tecnologia da informação; Melhor Sistema de Transporte; Melhorar Sistema Rodovias; Melhorar o asfalto de RB até Apiaí Atrair indústrias e Fortalecer o Comércio Local Desenvolvimento do Pólo Turístico, Falta Investimento em Turismo; Desenvolver Pólo Turístico; Desenvolver o Lazer e resgatar a cultura Desenvolvimento de Ribeirão Branco SP no horizonte 2030 Desenvolvimento Sustentável Rural Fortalecimento da Agricultura, Assistência Técnica; Organização em Cooperativas; Saneamento Básico; Controle do uso de agrotóxico; Falta Plano de Marketing dos Produtos; Facilitar o acesso ao hospital, principalmente idosos Organização da população (Sindicatos, Associações, Cooperativas e outras) Preocupação com o meio ambiente, Conscientizar a sociedade Infra-estrutura social, Melhoria no sistema de saúde (preventivo); Melhoria no sistema educacional; Construção de Escolas, Melhor qualidade de ensino; Melhorar sistema de habitação; Sistema de Saneamento Básico; Organizar atendimento para o idoso , Lazer para os jovens Figura 14: Síntese dos resultados das oficinas do I Seminário da Prospectiva Regional para o Município de Ribeirão Branco – São Paulo - SP Esta fase do processo Prospectivo contribuirá para a Análise Estrutural das variáveis identificadas. Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 68 5. Consolidação dos Resultados obtidos nas Oficinas do Curso de Formação-ação do Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco SP, realizado nos dias 13, 14, 15 e 16 janeiro 2011, em Ribeirão Branco. A partir dos resultados obtidos nas diversas oficinas é elaborado uma síntese, conforme na figura 15, que retrata as variáveis chave que comporão a Análise Estrutural da Prospectiva Regional. Melhoria na Gestão Pública, fortalecimento dos grupos organizados; falta de organização social; ausência de pessoal para elaboração de projetos, falta de visão dos políticos; Falta de recursos financeiros e vontade de trabalho Dinamizar a região por meio Ciência, Tecnologia e Inovação Eficiência / ausência de comunicação; Parque Tecnológico e Universidades Infra-estrutura geral, Saneamento básico; iluminação; conservação de estradas; Asfalto da Rodovia Rib. Branco – Apiaí (SP249) Prefeitura de Ribeirão Branco Desenvolvimento do Pólo Turístico, Falta investimento em Turismo Ministério Público de Itapeva Sindicato dos Empregados Rurais de Rib. Branco e Guapiára Grupo Horsa Desenvolvimento de Ribeirão Branco SP no horizonte 2030 Desenvolvimento Sustentável Rural Efetuar a regularização fundiária; Programa ATER – agroindústria; saneamento básico na zona rural; êxodo rural; efetuar o mapeamento agrícola e agroecollógico, Agricultura Familiar Preocupação com o meio ambiente, Recuperação das micro bacias (23); Controle maior das ações de reflorestamento; Usina de Compostagem – resíduos residenciais Infra-estrutura social, Melhoria no sistema de saúde (preventivo); melhoria no sistema educacional; e de educação; melhor qualificação profissional; desenvolver atividades educacionais com crianças e adolescentes; escolas técnicas; cumprir normas de investimentos em educação e saúde Figura 15: Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formação-ação de Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco – São Paulo - SP Relatório destalhado das oficinas realizadas durante o curso Formação-ação encontra-se no Anexo A. Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 69 6. Consolidação Geral dos Resultados da Prospectiva Regional de Ribeirão Branco A Consolidação Geral dos Resultados obtidos nas Oficinas do I Seminário de Prospectiva e nas Oficinas obtidas no Curso Formação-ação da Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo do Município de Ribeirão Branco – SP, que foi revisada nas reuniões realizadas nos dias: 28 de junho de 2011 e 6 de julho de 2011 e validada pelos Representantes da Sociedade de Ribeirão Branco – SP, na reunião realizada à noite, às 19:00 h, do dia 06 de julho de 2011, na Câmara dos Vereadores do Município de Ribeirão Branco, conforme Ata da Reunião, ver Anexo B, que além da validação dos fatores chave foi efetuada a distribuição deles entre os representantes da Sociedade, que estavam presente. Conforme figura16, que retrata os fatores chave que comporão a Análise Estrutural da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco - SP. Prefeitura de Ribeirão Branco Melhoria na Gestão Fortalecimento dos grupos organizados; Falta de organização social; Ausência de pessoal para elaboração de projetos, Falta de visão dos políticos; Falta de recursos financeiros e vontade de trabalho; Desenvolver Sistema de Segurança Pública Ministério Público de Itapeva Sindicato dos Empregados Rurais de Rib. Branco e Guapiára CONDERSUL Dinamizar a região por meio Ciência, Tecnologia e Inovação Parque Tecnológico; Universidades e Escolas técnicas Infra-estrutura geral, Saneamento básico; iluminação; Melhorar as Estradas para Escoamento da Produção; Asfalto da Rodovia Rib. Branco – Apiaí (SP249); Melhor Sistema de Comunicação (telefonia e internet) e Tecnologia de Informação; Melhoria no Sistema de Transporte Desenvolvimento do Pólo Turístico, Falta investimento em Turismo; Desenvolver o Lazer e Resgatar a Cultura Desenvolvimento de Ribeirão Branco SP no horizonte 2030 Desenvolvimento Sustentável Rural Efetuar a regularização fundiária; Programa ATER; Saneamento básico na zona rural; Êxodo rural; Efetuar o mapeamento agrícola e agroecológico, Plano de Marketing dos Produtos; Agricultura Familiar; Controle do uso agrotóxico; Facilitar o acesso ao hospital para idosos Grupo Horsa Preocupação com o meio ambiente, Conscientizar a Sociedade; Recuperação das micro bacias (23); Controle maior das ações de reflorestamento; Usina de Compostagem – resíduos residenciais Atrair Indústrias e Agroindústrias; Fortalecer o Comércio Local Infra-estrutura social, Melhoria no sistema de saúde (preventivo); Melhoria no sistema educacional; Melhor qualificação profissional; Desenvolver atividades educacionais para crianças e adolescentes; Cumprir normas de investimentos em educação e saúde; Melhoria no Sistema de Habitação; Melhoria no Sistema de Saneamento Básico; Lazer para os Jovens. Figura16: Consolidação da Síntese dos resultados das oficinas do I Seminário da Prospectiva Regional e a Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formação-ação de Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo do Município de Ribeirão Branco – SP Foram identificadas 46 variáveis-chave, que deverão análisadas com profundidade pelos representantes da Sociedade do Município de Ribeirão Branco – SP. Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 70 7. O Conceito da Análise Estutural no Processo Prospectivo Segundo Godet (2001), a Análise Estrutural consiste em identificar as variáveis do ambiente externo, por sua ação direta e também por intermédio de combinações de influências indiretas, em geral negligenciadas, mas de grande poder de influência sobre o sistema, ou seja, sobre o ambiente próximo da organização, e identificar as inter-relações e a relevância dessas variáveis para explicar o sistema. Veja a figura 17: Espaço Morfológico RIBEIRÃO BRANCO SP Variáveis externas Variáveis internas Figura 17: Ilustração do Escopo das Variáveis-chave que definirão o Espaço Morfológico do Município de Ribierão Branco no Processo Prospectivo Fonte: GODET (2001), modificado por AULICINO (2007) As variáveis são classificadas como internas e externas, as internas são as que fazem parte do subsistema objeto do processo e as externas são as que constituem o ambiente desse objeto do processo, neste caso é o Município de Ribeirão Branco – SP. As variáveis deverão ser descritas de maneira profunda, porque este será o momento de aprofundamento delas, devendoseguir o seguinte esquema: Variáveis Descrição Evoluções Passadas Variáveis que provocaram as evoluções Situação atual das variáveis provocadoras das evoluções Tendências Futuras das variáveis provocadoras Rupturas Futuras das variáveis provocadoras DetalhaAtribuição mento das de variáveis expressão mnemônica As variáveis deverão ser descritas, com aprofundamento, que deve considerar as evoluções passadas, verificando quais as variáveis que provocaram essas evoluções, procurando destacá-las, ao mesmo tempo verificar a situação dessas variáveis que provocaram essas evoluções, quais suas tendências e rupturas futuras, procurando detalhar o máximo que as informações obtidas permitirem. Finalmente, encontrar uma expressão mnemômica, que significa uma abreviação da variável para ser colocada, posteriormente, no software MICMAC, onde as variáveis serão analisadas considerando a influência ou dependência existentes entre elas. Nessa análise, as variáveis identificadas como provocadoras, da evolução da variável estudada, deverão ser considerada uma nova vairável e ser analisada como tal, de maneira detalhada. Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 71 8. Referência Bibliográfica Base para Elaboração deste I SEMINÁRIO DA PROSPECTIVA AULICINO, Antônio L. Dissertação de Mestrado: Identificação de Problemas Potenciais na Construção de Cenários e na Formulação de Estratégias em uma Organização: Proposição de um Método - um estudo de caso. São Paulo. FEA-USP, 2002. _________, Tese de Doutorado: Foresight para Políticas de CT&I com Desenvolvimento Sustentável: Estudo de Caso Brasil. São Paulo. FEA-USP, 2006. AULICINO, Antônio L.; KRUGLIANSKAS, Isak. A Contribuição de Foresight Tecnológico na Formulação de Políticas de CT&I do País - Estudo de Caso: MCT-Estudo Prospectar do Brasil. In: SIMPÓSIO DE GESTÃO DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, 23, p. 2004, p. Curitiba. Anais/Núcleo de Políticas e Gestão Tecnológica da Universidade São Paulo. Curitiba, 2004, pp. 2337-2350. BASSALER, Nathalie, “Le maïs et ses avenirs“, Cahier du Lipsor, nº 13, mai 2000. __________, “Le jeu des acteurs de l’information géographique en France: un cas appliqué de la méthode Mactor“, Cahier du Lipsor, nº 17, septembre 2004. BENASSOULI P., MONTI R., “La planification par scénarios, le cas Axa France 2005", Futuribles, nº 203, novembre 1995 BERGER G., , «L’attitude prospective», L’Encyclopédie française, tome XX, Société nouvelle de L’Encyclopédie française 1959. __________, Etapes de la prospective, PUF, 1967. CHAPUY P., MONTI R., "La filière agricole et l’environnement : scénarios 2010 par la méthode Delphi – Abaque de Régnier", Cahiers du LIPSOR, nº 9, mars 1998. CONFERENCE PROCEEDING.The Role of Foresight in the Selection f Research Policy Priorities. EUROPEAN COMISSION – Joint Research Centre – JRC, Institute for Prospective Technological Studies – IPTS, july 2002. FORSE M., L’analyse structurelle du changement social, PUF, 1991. GAVIGAN, James P. and CAHIL, Eamon. Overview of Recent European and Non-European National Technology Foresight Studies. Seville. EUROPEAN COMISSION – Joint Research Centre – JRC, Institute for Prospective Technological Studies – IPTS, march 1997. GAVIGAN, James P. and SCAPOLO, Fabiana. A Comparison of National Foresight Exercises. Bromley. Foresight, vol. 01, n. 06, dec. 1999, p.494-517. GAVIGAN, J. P., SCAPOLO, F., KEENAN, M., MILES, I., FARHI, F., LECOQ, D., CAPRIATI, M. and BARTOLOMEO, T. A Pratical Guide to Regional Foresight. Seville. EUROPEAN COMISSION – Foresight for Regional Development Network – FOREN, december 2001. GEORGANTZAS, Nicholas C. e ACAR, William. Scenario-driven planning. Westport: Quorum Books, 1995. GIGET M., "Arbres technologiques et arbres de compétences. Deux concepts à finalité distinte", Futuribles, nº 137, novembre 1989. _________, "L’identité de l’entreprise. Préalable à la réflexion stratégique", Futuribles, nº 137, novembre 1989. _________, "Le renouveau stratégique des entreprises américaines", Management France, nº 95, janvier 1996. _________, La dynamique stratégique des entreprises, Dunod, 1998 GIGET M. et GODET M., “Deux amants inséparables : prospective et stratégie”, Vers une école européenne du management stratégique, Colloque AFCET-AFPLANE, 1990. GODET M., “Impacte croisés : exemples d’applications”, Futuribles, n° 71, novembre 1983. _________, « Scénarios and strategic management », Butterworth, 1987. traduction de Prospective et planification stratégique, Economica 1985. _________, “Prospective et stratégie : approche intégrée”, Futuribles, n° 137, novembre 1989. _________, ”MORPHOL - A Method of Morphological Analysis – User Manual”. Paris. HEURISCO, 1993. _________, «Manuel de prospective stratégique, tome 2: l’art et la méthode », Dunod, Paris, 1997. GODET M., CHAPUY P., COMYN G., “Scénarios globaux à l’horizon 2000”, Travaux et Recherches de Prospective, Futuribles International n° 1, juin 1995. GODET M. et alii, “La boîte à outils de prospective stratégique”, Cahiers du Lips, n°6, octobre 1996. Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 72 GODET M., ROUBELAT F., “Creating the future : the use and misuse of scenarios”, Long range planning, vol. 29, n°2, avril 1996. GONOD P.,“Dynamique des systèmes et méthodes prospectives”, Travaux et Recherches de Prospective, Futuribles International n° 2, mars 1996. HAMEL G., PRAHALAD C.K., « La conquête du futur », InterEditions, 1995. HELMER O., “Looking forward : a guide to futures research”, Sage publications, 1983. IBEG. Cidades @, (2010). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Disponível em: http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1. Acesso em 20/08/2010. JOUVENEL H. (de), “Sur la méthode prospective : un bref guide méthodologique”, Futuribles, n°179, septembre 1993. JRC - Joint Research Center. www.jrc.es. Internet, 2003. KEENAN, M., ABBOTT, D., SCAPOLO, F. and ZAPPACOSTA, M. Mapping Foresight Competence in Europe: The EUROFOE Pilote Project. EUROPEAN COMISSION – Joint Research Centre – JRC, Institute for Prospective Technological Studies – IPTS, june 2003. LEMPERT, Robert J., POPPER, Steven W. And BANKES, Steven C. Shaping the Next One Hundred Years: New Methods for Qunatitative, Long-Term Policy Analaysis. California. RAND, 2003. LEROY-THERVILLE S., “L’avenir de la réglementation des télécommunications : Etat des lieux et ateliers de prospective", Cahiers du LIPS, nº 12, mars 2000. LESOURNE J., “Plaidoyer pour une recherche en prospective”, Futuribles, n°137, novembre 1989. MARTIN, Ben R. Technology Foresight in a Rapidly Globalizing Economy. Vienna. Proceeding of the Regional Conference, april 2001. MCT – Ministério da Ciência e Tecnologia – ESTUDO PROSPECTAR. Um Exercício de Prospecção Tecnológica Nacional. Brasília. www.mct.gov.br/cct/prospectar/Relatorio_3/sumario.htm, junho 2003. MIRENOWICZ P., CHAPUY P., LOUINEAU Y., "Delphi-Abaque de Régnier : un exemple d’application à la prospective du bruit em 2010", Futuribles, nº 143, mai 1990. MONTI R., MEUNIER F., PACINI V., "BASF Agriculture et ses distributeurs : l’avenir em commun", Travaux et Recherches de Prospective, Futuribles Internacional, nº 3, octobre 1996. MOUSLI, Marc, "Pays Basque 2010: la prospective participative dans un territoire d’exception", Cahier du Lipsor, nº 15, juin 2004. NANUS B., "QUEST – Quick environmental scanning technique", Long Range Planning, vol. 15, nº 2, 1982. NISTEP - National Institute of Science and Technology Policy. (www.nistep.go.jp). Internet, 2003. OSTP - Science and Technology Policy .www.ostp.gov. Internet, 2003. REIBNITZ U. (von), La technique des scénarios, Afnor, 1989. ROUBELAT F., La prospective stratégique en perspective : genèse, études de cas, prospective, thèse de doctorat en sciences de gestion, CNAM, mai 1996. ROY B., Méthodologie multicritère d’aide à la décision, Economica, 1985. SAATY T.L., The analytical hierarchy process, McGraw Hill, 1980. SAINT PAUL R., TENIERE-BUCHOT P.F., Innovation et évaluation technologiques : sélection des projets, méthodes de prévision, Entreprise Moderne d’Edition, 1974. SCHMIDT C., "Prospective industrielle et théorie des jeux : éléments pour un renouvellement méthodologique", Économie appliquée, tome XLVI, nº 4, 1991. VINCKE P., L’aide multicritère à la décision, Editions de l’Université de Bruxelles, 1989. WACK P., “La planification par scénarios”, Futuribles, n°99, mai 1986. WAGNER, C. S., BRAHMAKULAM, I., JACKSON, B., ANNY, W. and YODA, T. Science and Technology Collaboration: Building Capacity in Developing Countries? California. RAND, 2001. WALLISER B., "Méthodes multicritères : arbres de pertinence", Revue RCB, 1978. Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação 73 ANEXOS Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Açã 74 ANEXO A RELATÓRIO DO CURSO FORMAÇÃO-AÇÃO DO PROCESSO PROSPECTIVO REGIONAL DO COMITÊ LOCAL TÉCNICO PROSPECTIVO DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BRANCO –SP Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Açã i RELATÓRIO DO CURSO FORMAÇÃO-AÇÃO DO PROCESSO PROSPECTIVO REGIONAL DO COMITÊ LOCAL TÉCNICO PROSPECTIVO DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BRANCO –SP NOSSO FUTURO COMUM – RIBEIRÃO BRANCO 2030 Com Apóio da Prefeitura de Ribeirão Branco - SP Ministrado por: Prof. Dr. Antônio Luís Aulicino Com a colaboração do: Prof. João Trevisam Ribeirão Branco - SP Janeiro 2011 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP ii SUMÁRIO Capacitação em Prospectiva Regional – Ribeirão Branco SP...................................... 1 Condução das Oficinas................................................................................................. 5 Resultado do Exercício Oficinas Praticado pelos Participantes do Curso................... 6 I) Oficina de Caça às Idéias ou Idéias Recebidas......................................................... 7 II) Oficina de “mudanças e rupturas ... ações”............................................................. 13 III) Oficina da “árvore de competência do passado e do presente”.............................. 19 IV) Oficina da “árvore de competência do futuro”...................................................... 25 V) Oficina de “freios e inércias”.................................................................................. 29 VI) Oficina de “mudanças críticas ... às ações ”....................................................... 34 VII) Oficina de “Mudanças críticas ... aos cenários exploratórios”............................. 38 VIII) Oficina das “Mudanças críticas ... à situação que está em jogo dos atores”....... 45 Consolidação dos Resultados obtidos nas diversas Oficinas Realizadas no Curso de Capacitação do Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco SP............... 51 ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP iii LISTA DE TABELAS Tabela 1: Lista dos participantes do curso................................................................... 7 Tabela 2: Hirarquização das Idéias Identificadas........................................................ 9 Tabela 3: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas............................ 15 Tabela 4: Fatores da Árvore de Competência do Passado e do Presente e Pontos Fracos e Fortes.............................................................................................. 20 Tabela 5 : Fatores da Árvore de Competência do Futuro............................................. 26 Tabela 6: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados...................................... 32 Tabela 7: Lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em jogo por mudanças críticas (freios e inércias)........................................ 36 Tabela 8: Lista das mudanças críticas com as respectivas questões chave e suas respostas plausíveis e de ruptura.................................................................................... 40 Tabela 9: Relação de Atores por mudança crítica considerada importante................. 47 ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP iv LISTA DE FIGURAS Figura 1: Representação dos diversos tipos de agentes Sociais no Curso........................................ 4 Figura 2: Representação da Distribuição dos Participantes que representam o Agente Social Prefeitura de RB............................................................................................................. 4 Figura 3: Plano: Importância x Impacto das principais idéias identificadas.................................... 12 Figura 4: Plano: Importância das mudanças x Grau de preparação................................................. 16 Figura 5: Representação da Árvore de Competência do PASSADO de Ribeirão Branco – SP...... 24 Figura 6: Representação da Árvore de Competência do PRESENTE de Ribeirão Branco - SP..... 25 Figura 7: Representação da Árvore de Competência do Futuro de Ribeirão Branco SP................. 29 Figura 8: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação........................................ 33 Figura 9: Identificação da Coerência e de Estratégias por meio da Análise Morfológica para atender as Mudanças e Rupturas........................................................................................................ 38 Figura 10: Construção de cenários globais a partir das questões chave e respostas, por meio da Análise Morfológica..................................................................................................................... 41 Figura 11: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 1......... 42 Figura 12: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 2......... 43 Figura 13: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 3......... 43 Figura 14: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 4........ 44 Figura 15: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 5........ 44 Figura 16: Construção de Cenários Globais a partir dos Cenários Parciais referentes às Mudanças Críticas.......................................................................................................... 45 Figura 17: Plano de influências e dependências entre os atores...................................................... 49 Figura 18: Plano de influências e dependências entre os atores com as respectivas explicações.... 50 Figura 19: Tela do Software MACTOR para registro dos atores e seus respectivos objetivos....... 51 Figura 20: Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formação-ação de Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco – São Paulo – SP............................................................................................................ 52 ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 1 Capacitação em Prospectiva Regional – Ribeirão Branco SP O Município de Ribeirão Branco tem as seguintes características: localiza-se na região sudoeste paulista, 210 km de Curitiba e 310 km de São Paulo população: 18.272 habitantes, área: 697.813 km2, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,649, é o antepenúltimo município do Estado de São Paulo, é um dos mais pobres, possui o IDH Renda: 0,573, o IDH Longevidade: 0,600 e o IDH Educação: 0,775, e o PIB per capita é de R$ 4.681, segundo informações obtidas do IBGE (2010). O Município de Ribeirão Branco faz fronteira com os seguintes municípios: Apiaí, Itapeva, Nova Campina e Guapiara. O município situa-se a 875 metros de altitude média (varia de 800 m até 1250 m) possuindo um relevo acidentado e montanhoso. As rochas são ígneas (granito) e metamórficas (quartzito, gnaisse) e o solo pode ser do tipo cambissolo ou argissolo (antigo podzólico), e são intemperizados e pobres em nutrientes. Há manchas de solos orgânicos (tipo Campos do Jordão) nas áreas mais elevadas. Existe exploração de minerais, tais como: água, tungstênio retirado de volframita, cassiterita e estanho. Possui manchas de matas ombrófilas e ombrofilas mistas (matas com presença da Araucária angustifolia mais conhecida como pinheiro do Paraná). A temperatura média anual é de 18º C, em janeiro é 21ºC e em julho 15ºC. O clima é subtropical, ou Cfb (mesotérmico brando), possibilitando o cultivo de tomate e feijão no verão, pois estas plantas exigem noites frescas. Além da agricultura, existe a monocultura de eucaliptos e pinus. O município de Ribeirão Branco, SP, necessita de nova dinâmica de desenvolvimento, de novo posicionamento, de nova identidade e de sua reconstrução com uma visão de longo prazo compartilhada, com o objetivo de evitar: sua evolução lenta, a desvitalização de sua zona rural e a redução de sua população. Diante desses fatos, o processo prospectivo permitirá inter-relação e integração dos diversos agentes sociais e dos diversos atores do município, como também dos municípios vizinhos, do Estado de São Paulo, de outras regiões e do Brasil Este curso, O Processo Prospectivo Regional, proporcionou aos participantes compreenderem conceitualmente e serem sensibilizados sobre o processo prospectivo, e sua ocorrência em outras partes do mundo, principalmente, na União Européia. Ressaltando, que a Prospectiva Regional é a aplicação de processos sistemáticos e participativos de levantamento de informações relativas ao futuro e de construções de visões a médio e longo prazo para apoiar às decisões e políticas atuais e mobilizar ações comuns. O objetivo do curso é propiciar aos participantes adquirir os conceitos e sensibilizá-los sobre o processo prospectivo regional para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco, SP. Além disso, é prepará-los para dar o suporte técnico necessário para conduzir o processo prospectivo do município. A estrutura do curso foi a seguinte: 1º dia do curso: • • • • • 7 Apresentações dos participantes (nome, profissão, onde trabalha e função) Conceito sobre Prospectiva Regional 7 Apresentação do Questionário de Retrospectiva Município de Ribeirão Branco – SP e Discussão Apresentação de todas as Oficinas Início das Oficinas do dia: Os conceitos sobre a Prospectiva Regional do dia 13 janeiro 2011 veja no arquivo: Conceitos_Prospectiva_Territorial_13_01_2011.pdf ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 2 – Idéias identificadas / Caça às idéias – Mudanças e rupturas e . . . ações 2º dia do curso: • Prospectiva Regional, reforço conceitual 8 • Apresentação das Oficinas do dia, objetivos a serem atingidos • Início das Oficinas do dia: – Construir as árvores de competências do passado e do presente – Construir a árvore de competência do futuro – Freios e Inércias 3º dia do curso: • Prospectiva Regional, reforço conceitual 9 • Apresentação das Oficinas do dia, objetivos a serem atingidos • Início das Oficinas do dia: – Das mudanças críticas às ações, com análise morfológica – Das mudanças críticas aos cenários exploratórios por meio da análise morfológica – Da mudanças críticas às estratégias dos atores usando método MACTOR – Consolidação dos resultados obtidos nas oficinas, para início da Análise Estrutural 4º dia do curso: • • • • Prospectiva Regional, reforço conceitual 10 Conceito sobre Análise Estrutural Elaboração da Análise Estrutural Construção de Cenários, possíveis, desejáveis e realizáveis O objetivo das oficinas de prospectiva regional, citadas no programa do curso, é iniciar e simular em poucas horas e em grupo o conjunto do processo de reflexão prospectiva e estratégica para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco, SP, nos ambientes interno e externo no horizonte 2030. As oficinas de prospectiva constituem um exemplo de verdadeira formação-ação, na medida em que propiciam aos participantes as condições indispensáveis para uma participação ativa na reflexão prospectiva. Mas o grupo não se limita a ser consumidor de formação, é também produtor de reflexão sobre o problema proposto. Nestes encontros, os participantes são familiarizados com os métodos e as ferramentas da prospectiva estratégica para identificar e hierarquizar em comum os principais desafios do futuro sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco, SP, no horizonte 2030 e identificar pistas para a ação. Na prospectiva, o termo francês “atelier” (oficina ou workshop) é freqüentemente utilizado para designar sessões organizadas de reflexão coletiva. Este termo, desde há muitos anos, é utilizado tanto na França, como em diversos países da União Européia, da Asía e Afríca. O carácter modular destas oficinas bem como a facilidade de sua realização prática permitem-lhes adaptar-se a todas as situações. Devido à sua simplicidade e rapidez de execução, estes seminários aproximam-se de técnicas como a “quick environmental scanning technique” (QUEST) de Burt Nanus (1982). As oficinas devem ser compostas por oito a dez pessoas, no máximo, que se reúnem em várias sessões de trabalho de duas a quatro horas. No caso deste curso houve 26 participantes. Nestas oficinas, quaisquer que sejam os temas abordados, são organizadas em torno de dois grandes princípios: 8 Os conceitos sobre a Prospectiva Regional do dia 14 janeiro 2011 veja no arquivo: Conceitos_Prospectiva_Territorial_14_01_2011.pdf Os conceitos sobre a Prospectiva Regional do dia 15 janeiro 2011 veja no arquivo: Conceitos_Prospectiva_Territorial_15_01_2011.pdf 10 Os conceitos sobre a Prospectiva Regional do dia 16 janeiro 2011 veja no arquivo: Conceitos_Prospectiva_Territorial_16_01_2011.pdf 9 ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 3 1°/ permitir uma grande liberdade de expressão a todos os interlocutores (tempo de reflexão individual em silêncio, recolhimento de todas as idéias por escrito); 2°/ canalizar a produção dos participantes (nomeadamente através de uma gestão rigorosa do tempo e, sobretudo, através do recurso sistemático de técnicas, tais como: a classificação das idéias, a hierarquização, etc.). É no decurso das sessões de síntese, organizadas no final destas oficinas, que os diferentes grupos partilham as suas reflexões e as comparam. As oficinas constituem um preâmbulo precioso, senão indispensável, a qualquer reflexão prospectiva. A sua execução é simples e a sua metodologia facilmente apropriável. Eles devem, em primeiro lugar, servir de rampa de lançamento para um processo de reflexão prospectiva em comum. No fim dessas oficinas, no processo prospectivo, os participantes adquirem, assim, um melhor conhecimento dos problemas a estudar. E ficam em posição de definir em conjunto um tema e um método de trabalho adaptado às limitações de tempo e de meios e aos objetivos pretendidos (o método só fica completamente validado após algumas semanas de consolidação). Este documento apresenta a consolidação dos resultados dos trabalhos realizados durante o curso de Capacitação em Prospectiva Regional, do Comitê Técnico Local Prospectivo, durante os quatro dias, tendo o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte 2030, como suporte da aprendizagem dos conceitos sobre o processo prospectivo regional. Os participantes do curso, constam na Tabela 1. Tabela 1: Lista dos participantes do curso Nome 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 Ana Carolina D M de Souza Anderson de Siqueira Gomes Caster Cesar da Silva Claudinei Felizardo da Silva Eliana L. S. Machado Ezequiel Oliveira Lima Francisco Feitosa Alves Sobrinho Georgina Pereira de Oliveira Ismael Carrenho Rodrigues João Antonio Aranha Junior José Vicente F. Silva Juarez da Silva Pereira Leonil Pereira da Silva Lourival Araujo Andrade Lucinei Paes de Lima Luizmar Rodrigues Maraíne Corrêa Gomes Marcos Antonio dos Santos Maria do Carmo de Oliveira Nivaldo de Siqueira Gomes Oswaldo R. Leão Pâmola de Almeida Bento Patrícia Cartier Paranhos Pedro Alexandre Rossi Robson K.Fogaça Rodrigues Rubens Rabczuk Organização Prefeitura RB- Creche SINTRAGER Prefeitura- RB- Saúde SER Educação -oGTO\ITESP Itapeva Prefeitura - RB Prefeitura - RB Prefeitura - RB Prefeitura - RB Educação Legislativo Pref. Congonhas MG Prefeitura - RB Promoção Social -oInsti. Libros Educação SINTRAGER Prefeitura - RB Prefeitura - RB Prefeitura - RB Tec. M. Ambiente Prefeitura - RB Privada Função Freqüência % Chefe de direção Tec. Agrícola SMS D. Presidente Vice diretor Tec. Florestal Eng. Agrônomo Superv. De Ensino Sec. Meio Ambiente Sec. M .Ambiente Secretário Professor Vereador Secr. Municipal Administração Escriturário Estudante Eng. Agrícola Vice - diretora Diretor ADM Administração Eng. Agrônoma Tec. M. Ambiente Sec. M. Ambiente Diretor 100 100 100 67,5 100 100 100 100 100 100 75 100 100 75 90 100 100 100 100 75 100 100 100 75 100 100 ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 4 Representação Gráfica dos diversos tipos de agentes sociais que partiparam do curso Distribuição dos Participantes por Tipo de Agente Social 4% 4% 4% 4% 4% 8% Técnico Florestal Prefeitura RB Sindicato dos Trabalhadores Empresa Privada Governo do Estado SP Prefeitura de Outra cidade Legislativo de RB Estudante 11% 61% Figura 1: Representação dos diversos tipos de Agentes Sociais no Curso A Distribuição dos Particpantes que representam o Agente Social Prefitura de RB 6% 13% 38% Secretarios Educação Escriturário Agricultura Administração Ambiente 6% 6% 31% Figura 2: Representação da Distribuição dos Participantes que representam o Agente Social Prefeitura de RB ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 5 Condução das Oficinas Na condução das oficinas os animadores ou facilitadores deverão considerar as orientações relacionadas a seguir, como também o acordo de convivência para os trabalhos nas oficinas atingirem os resultados esperados: Orientações aos animadores ou facilitadores: • • • • • Orientar e esclarecer as atividades a serem desenvolvidas ao longo do dia Solicitar que o grupo selecione uma pessoa a ser responsável pelo registro das informações do grupo Elaborar o acordo de convivência (complementar). O facilitador não desenha e nem escreve nas fichas dos participantes; Deve se responsabilizar por todo o material do grupo (recolher ao final do dia), pela identificação dos participantes dos grupos e a identificar as informações corretamente. • Nunca induzir ou dizer, mas ajudar o participante para o desenvolvimento da atividades a serem realizadas. • Exigir o cumprimento dos acordos • Não deixar que um elemento do grupo tome conta. Acordo de Convivência nos grupos, para desenvolvimento dos trabalhos nas oficinas: • • • • • Participar de todos os dias, se não pode, não participar da oficina Cumprimento do horário Respeitar a fala dos outros Dúvidas devem ser tiradas individualmente Não ter conversas paralelas ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 6 Resultado do Exercício Oficinas Praticado pelos Participantes do Curso ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 7 I) Oficina de Caça às Idéias ou Idéias Recebidas Algumas idéias recebidas ou caça às ideáis, fundamentadas ou não, é geralmente admitida sem que seja necessário argumentá-la ou justificá-la. Exemplos: “Deus é brasileiro”; “O Brasileiro dá sempre um jeitinho”; “O desenvolvimento é um problema do governo”, “Nas regiões da Mata Atlântica só há desmatamento" Nas regiões Norte e Centro-Oeste só há desmatamento” O objeto desta oficina consiste em fazer um inventário de caçar idéias ou das idéias recebidas e dos consensos dominantes, que circulam no âmbito de desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030. O benefício desta abordagem é que ela parte de uma percepção, que permite revelar as “crenças” e “não expressas”, que tendem a moldar as atitudes e estratégias, e assim, influenciar os jogos dos atores. Oficina de “caça às idéias ou idéias recebidas” seguiu as etapas: Listar as idéias recebidas e dos consensos dominantes circulam no âmbito de desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030 da prospectiva Hierarquizar estas idéias em função da importância de seu impacto sobre os comportamentos e estratégias futuras dos atores Analisar o conteúdo das principais idéias recebidas Identificar as conseqüências delas Tirar as lições desta análise e propor 5 à 10 ações concretas 1) Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “idéias recebidas”: Procedimento utilizado: • Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista das idéias recebidas e dos consensos dominantes que circulam no âmbito de desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030 da prospectiva • Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os participantes. O grupo obteve, assim, 47 idéias e consensos dominantes prováveis de impactar sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. As 47 idéias identificadas e consensos dominantes identificadas 54. Aumento da importância das culturas de inverno; 55. Aproveitamento dos recursos minerais; 56. Faculdades, visando o desenvolvimento; 57. Melhorar os investimentos para pequenos produtores; 58. Turismo ecológico; 59. A pior praga da agricultura de Ribeirão Branco é o atravessador; 60. Fábrica de tomate seco; 61. Integrar-se a o turismo regional rural e de aventura; 62. Explorar o turismo e diversificar culturas agrícolas; 63. Mudança de paradigmas; 64. Pesquisa direcionada para a Agricultura Familiar; 65. Turismo para aproveitar as belezas do município, construção de teleférico e pontos de observação; 66. Problemas do município são do Poder Público; 67. Sustentabilidade para a Agricultura Familiar; ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 8 68. Apoio à Educação; 69. Educação profissional e tecnológica, colaborar com projetos que contribuam na inserção no mercado de trabalho qualificado e empreendedorismo; 70. Investir no turismo, no lazer para melhorar a qualidade de vida da população e preservação dos recursos naturais; 71. Fazer regularização fundiária das propriedades (cadastro e georeferenciamento); 72. Promover construções ecológicas; 73. Mineração formal e transparente; 74. Aproveitamento da madeira em fábrica de móveis e construção civil; 75. Construção de escolas e oficinas pedagógicas; 76. Propriedades agrícolas sustentáveis com georeferenciamento; 77. Educação profissional e tecnológica; 78. Faculdades / ETEC para diminuir a emigração de jovens; 79. Parques e áreas de lazer para jovens e crianças; 80. Cursos profissionalizantes; 81. Resgate cultural; 82. Fábricas / indústrias como opção de trabalho; 83. Exploração policultural; 84. Produção agroecológica; 85. Investir na educação e formação de cidadãos; 86. Educação diferenciada / reestruturar o processo educacional; 87. Usina de compostagem; 88. Asfalto para Apiaí e Guapiara; 89. Investir na segurança e no esporte / implantação de mais recursos tecnológicos na escola; 90. Conhecimento / conscientização; 91. Centro tecnológico agrícola; 92. Festas tradicionais; 93. Centro histórico; 94. Justiça social, educação, trabalho, inclusão, diversidade e igualdade; 95. Segurança Alimentar (educação alimentar); 96. Equipe técnica para gestão pública participativa; 97. Comprometer todos os segmentos sociais, econômicos com políticas sustentáveis; 98. Erradicação do analfabetismo; 99. Estrada para Apiaí (SP 249); 100. Turismo rural; 2) As 5 principais idéias recebidas e dos consensos dominantes sobre o desenvolvimento sutentável do Município de Ribeirão Branco SP Procedimento utilizado: • Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 47 fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP. Cada participante, neste caso, atribuí 24 pontos11 (ou direito de voto) para afetar as 8 idéais recebidas que considera como tendo um impacto sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. • Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, obtendo o seguinte resultado: 11 A regra geral (número de pontos igual ao número de fatores dividido por 2) foi adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 9 Tabela 2: Hirarquização das Idéias Identificadas Ordem 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 10ª 11ª 12ª 13ª 14ª 15ª 16ª 17ª 18ª 19ª 20ª 21ª 22ª 23ª 24ª 25ª 26ª 27ª 28ª 29ª 30ª 31ª 32ª 33ª 34ª 35ª 36ª 37ª 38ª 39ª 40ª 41ª 42ª 43ª 44ª 45ª 46ª Idéia Produção agroecológica Fazer a regularização fundiária das propriedades Asfalto da Rodovia Ribeirão Branco – Apiaí (SP 249) Sustentabilidade da Agricultura Familiar Usina de Compostagem de resíduos residenciais Pesquisa direcionada para a Agricultura Familiar. Integrar-se ao turismo regional; promover o turismo rural. Turismo de aventura, em nosso município. Estrada de Apiaí para Guapiara. Centro de Tecnologia Agrícola. Educação diferenciada com reestruturação do processo educacional – outro modelo educacional. Parques e áreas de lazer para jovens e crianças. Turismo Ecológico. Festas tradicionais. Comprometer todos os segmentos sociais e econômicos com políticas sustentáveis. Cursos profissionalizantes. Aproveitar os recursos minerais. Faculdades e Escolas Técnicas para amenizar a emigração dos jovens. Exploração de policulturas. Aproveitamento da madeira para fábrica de móveis e construção civil. Indústrias para geração de mais opções de trabalho. Turismo Rural. Investir na educação e formação dos cidadãos Ribeirão branquences. Construção de Escola Sede e Oficinas Pedagógicas (separar Estado e Município). Turismo: aproveitar as belezas do município, como a Serra do Capote; construir um teleférico para passeios e observações das paisagens na Serra. Explorar o turismo e diversificar as culturas agrícolas. Erradicar o analfabetismo. Centro Histórico Municipal. Conhecimento / Conscientização. Educação profissional e tecnológica. Aumentar as construções ecológicas. Justiça social, educação e trabalho: inclusão, diversidade e igualdade. Mineração (formal e transparente) induz ao desenvolvimento socioeconômico. Investimentos na segurança, esporte e cultura locais e implantação de recursos tecnológicos nas escolas em geral. Faculdade visando o desenvolvimento. A pior praga da agricultura de Ribeirão Branco é o atravessador. Educação para alimentação saudável (Segurança Alimentar). Propriedades agrícolas sustentáveis e com gerenciamento. Fábrica de tomate seco. Mudança de paradigma. Aumento da importância nas culturas de inverno. Os problemas do município são do Poder Público. Investimento melhorado para os pequenos produtores. Apoio à Educação com interlocução. Investir no turismo e no lazer para melhorar a qualidade de vida da população; Preservação dos recursos naturais. Resgate cultural. Equipe técnica para gestão participativa (Poder Público e organizações). Hierarquização 30 29 28 26 25 23 23 23 21 19 19 18 18 17 17 17 15 12 12 11 11 11 11 11 11 10 9 8 8 7 7 7 4 4 4 3 3 3 3 1 1 0 0 0 0 0 ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 10 3) Analisar o conteúdo das principais idéias recebidas Procedimento utilizado: • Nesta etapa é tratado a avaliação a credibilidade das principais idéias recebidas anteriormente identificadas. • Estas idéias recebidas podem ser consideradas, ao menos parcialmente, como fundamentadas? Para responder a esta questão, o grupo de trabalho identificou os argumentos que fundamentam ou não fundamentam cada uma das principais idéias recebidas. 1ª idéia - “Produção Agroecológica” (30) Fundamentado Não fundamentado 4Não comprometimento da água; 4Falta de prova científica; 4Produção saudável; 4Alta produtividade; 4Inexistência de intoxicação; 4Periculosidade; 4Solo protegido; 4Custo de produção 4Sustentabilidade Conclusão: 4Gera independência tecnológica e econômica; 4Promove a responsabilidade sócio-ambiental; 4Evita problemas para a saúde. 2ª idéia - “Fazer a regularização fundiária das propriedades” (29) Fundamentado Não fundamentado 4Obtenção de recursos; 4Não aparecer as ocupações irregulares 4Necessidade da organização do município; 4Ordenamento fundiário; 4Cidadania plena; 4Averbação da reserva ambiental. Conclusão: 4Exclusão de políticas oficiais de financiamento. 3ª idéia - “Asfaltamento da Rodovia Ribeirão Branco – Apiaí (SP 249)” (28) Fundamentado Não fundamentado 4Redução do tempo e distância; 4Interesse pela não-regionalização; 4Integração regional / estadual; 4Interesses corporativos. 4Desenvolvimento; 4Segurança; 4Geração de emprego e renda; 4Escoamento da produção Conclusão: 4O asfaltamento induzirá ao desenvolvimento regional. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 11 4ª idéia - “Sustentabilidade da Agricultura Familiar” (26) Fundamentado Não fundamentado 4Emprego e renda; 4Exploração do mercado; 4Cultura; 4Aumento da presença do atravessador; 4Garantia de mercado; 4Não organização; 4Inibe a imigração; 4Concentração de terras 4Melhor conservação do meio ambiente; 4Diversificação da produção; 4Turismo rural; Conclusão: 4Valorização econômica, sócio-ambiental, cultural e familiar. 5ª idéia - “Usina de compostagem de resíduos residenciais”(25) Fundamentado Não fundamentado 4Economia; 4Dificuldade de organização; 4Preservação do meio ambiente; 4Logística de captação; 4Geração de emprego e renda; 4Falta educação ambiental 4Preservação da saúde; 4Insumo agrícola; 4Biogás; 4Biofertilizante Conclusão: 4Promove a melhoria ambiental e a qualidade de vida. 4) Identificar as conseqüências dessas idéias As principais idéias identificadas e consensos dominantes identificados na etapa 2, estão posicionados sobre um plano cujos eixos medem sua importância (ordenada) e seu impacto (abcissa) (negativo/freio ou positivo/motor) sobre o desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP e região. O posicionamento desses fotores no Plano: importância x impactos, apresentados a seguir, devem se lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada idéia identificada em relação às outras). ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 12 Importância das idéias “Produção agroecológica” (30) “Fazer a regularização fundiária das propriedades” (29) “Estradas para Apiaí” (28) Forte Zona do que está em jogo e é chave para o futuro “Sustentabilidade da Agricultura Familiar” (26) “Usina de compostagem de resíduos residenciais” (25) “Pesquisa direcionada para a Agricultura Familiar” (23) “Integrar-se ao turismo regional, promover turismo rural, turismo de aventura, em nosso município e no lazer, para melhorar a qualidade de vida da população e preservação dos recursos naturais” (23) “Centro tecnológico agrícola” (21) “Educação diferenciada” (19) “Reestruturação do processo educacional – outro modelo” (19) “Parques e áreas de lazer para jovens e crianças” (19) Fraco “Turismo ecológico” (18) “Festas tradicionais” (18) Negativo / Freio Positivo / motor Impacto sobre o Desenvolvimento do Município Ribeirão Branco – SP e região Figura 3: Plano: Importância x Impacto das principais idéias identificadas Neste exercício do curso, as idéias foram classificadas na sua maioria como negativo / freio, quando na verdade deveriam ser positivas / motores para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, porém os participantes consideraram as dificuldades de resolver algumas etapas, que tornariam as idéias motores do desenvolvimento, conforme figura 3. Para que sejam resolvidas primeiro essas etapas, as principais idéias foram consideradas freios. Dessa forma, esperam dar a prioridade à essas etapas para tornar as idéias relacionadas os verdadeiros motores do desenvolvimento do município. 5) Tirar as lições desta análise e propor 5 à 10 ações concretas 1ª – Preparação de um programa de ação para a Produção Agroecológica; 2ª – Desenvolvimento de processo de cadastramento e georeferenciamento das propriedades para a devida regularização; 3ª – Mobilização e articulação do poder público e sociedade civil; 4ª – Preparação de programa de ação para a sustentabilidade da Agricultura Familiar; 5ª – Desenvolvimento de processo para funcionamento da usina de compostagem e programa de educação e articulação política. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 13 II) Oficina de “mudanças e rupturas ... ações” Diante de várias incertezas, torna-se necessário antecipar as mudanças e rupturas possíveis, a fim de identificar aquelas que constituem os principais desafios do futuro para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030. Oficina “mudanças e rupturas ... ações”, seguiu as etapas: Listar os fatores de mudança de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, meio ambiente etc.), de qualquer ordem (externa, interna), pressentidas, almejadas ou temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte 2030. Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Avaliar a domínio dos atores do desenvolvimento face a estas principais mudanças Identificar suas conseqüências e formular as questões principais para o desenvolvimento sustentável futuro do Município de Ribeirão Branco SP Propor 5 à 10 ações concretas Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “mudanças”: 1) As 49 mudanças identificadas Procedimento utilizado : • Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista de mudanças, rupturas tecnológicas, econômicas, políticas, culturais, sociais, organizacionais, regulamentações, etc, que vão marcar o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030 (mudanças pressentidas, desejáveis e temidas por cada um). • Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os participantes. O grupo obteve, assim, 49 fatores de mudanças prováveis de impactar sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. 16. Fortalecimento dos grupos organizados (sindicatos, cooperativas) 17. Programa de ATER agroindustrialização 18. Saneamento básico zona rural 19. Mudança do Paradigma Educacional municipal e estadual 20. Tributar as empresas que atuam no município (ICMS) e outros 21. Conservação das estradas Saneamento básico e iluminação 22. Mudanças do foco em saúde curativa para saúde preventiva – políticas publicas preventivas 23. Melhoria nas cidades 24. Recuperação das micro-bacias – total 23 25. Controle das ações reflorestadoras no município 26. Êxodo Rural 27. Fazer mapeamento agrícola e agroecológico 28. Aumento da fiscalização ambiental 29. Trabalhar de forma preventiva 30. Municípios desenvolvidos, riquezas naturais 31. Ter todos os trabalhadores registrados 32. Tecnologia para moradores da zona rural – tecnologia da informação 33. Investimento tecnológico na área agrícola 34. Sustentabilidade Participativa – Conceitos 35. Prosseguimentos dos estudos, mais oportunidades ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 14 36. Política de resgate dos bairros rurais que estão desaparecendo 37. Plano municipal de construção popular alternativa 38. Mudar a forma do uso ..do solo na agricultura 39. Educação ambiental ...municipal estadual 40. Aumento da policia efetiva 41. Diminuir o conceito de crescimento urbano 42. Mudanças de foco do assistencialismo para o pró-ativo (efetuar cursos) 43. Ações que possibilitam o desenvolvimento social através da cultura 44. Mudar a visão política do município. 45. Município será destaque na produção de alimentos. 46. Abertura e garantida de mercado para a agricultura familiar 47. Com o crescimento populacional esperado, precisamos de contribuição 48. Procurar o nosso dever de cidadão para que possamos exigir nossos direitos junto a sociedade 49. Baixa arrecadação no município possa interferir no desenvolvimento 50. Planejamento ...desenvolvimento almejado de forma consciente e efetiva 51. Diminuir o desmatamento 52. Para que todos os agricultores utilizaram talões de notas 53. Aceitação e Organização para o trabalho em grupo 54. Construção de plano para geração de implanta... e renda (alternativas viáveis) 55. Programa de merenda escolar da agricultura familiar, P.A.A. 56. Romper com a imposição econômica que valoriza apenas ganhos financeiros e esquece do coletivo 57. Distribuir as terras devolutas e transforma em propriedades da agricultura familiar 58. Melhorar as estradas....município 59. Criar mais políticas regionais, mais representantes na região, mais reservas para o município 60. Conscientização e mobilização de todos pensando na melhora 61. Ações do poder público articulado a sociedade civil 62. Adaptar os processos de regulamentação 63. Valorização - conhecer e valorizar ações locais 64. Melhoria na cidade 2) As principais mudanças Procedimento utilizado: • Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 49 fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante recebe, neste caso, 25 pontos12 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030. Os participantes deverão escolher no máximo 8 fatores. O número de pontos a serem atribuídos a um item deverá situar-se entre 1 e 4: 1 = impacto fraco ou limitado; 2 = impacto sensível; 3 = impacto forte; 4 = impacto crítico. • Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, obtendo o seguinte resultado: 12 Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior (seja 15 + 1). Esta regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 15 Tabela 3: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas Ordem 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 Mudança e Ruptura Fortalecimento dos grupos organizados (sindicatos, cooperativas) Programa de ATER agroindustrialização Saneamento básico zona rural Mudança do Paradigma Educacional municipal e estadual Tributar as empresas que atuam no município (ICMS) e outros Conservação das estradas Saneamento básico e iluminação Mudanças do foco em saúde curativa para saúde preventiva – políticas publicas preventivas Melhoria nas cidades Recuperação das micro-bacias – total 23 Controle das ações reflorestadoras no município Êxodo Rural Fazer mapeamento agrícola e agroecológico Aumento da fiscalização ambiental Trabalhar de forma preventiva Municípios desenvolvidos, riquezas naturais Ter todos os trabalhadores registrados Tecnologia para moradores da zona rural – tecnologia da informação Investimento tecnológico na área agrícola Sustentabilidade Participativa – Conceitos Prosseguimentos dos estudos, mais oportunidades Política de resgate dos bairros rurais que estão desaparecendo Plano municipal de construção popular alternativa Mudar a forma do uso ..do solo na agricultura Educação ambiental ...municipal estadual Aumento da policia efetiva Diminuir o conceito de crescimento urbano Mudanças de foco do assistencialismo para o pró-ativo (efetuar cursos) Ações que possibilitam o desenvolvimento social através da cultura Mudar a visão política do município. Município será destaque na produção de alimentos. Abertura e garantida de mercado para a agricultura familiar Com o crescimento populacional esperado, precisamos de contribuição Procurar o nosso dever de cidadão para que possamos exigir nossos direitos junto a sociedade Baixa arrecadação no município possa interferir no desenvolvimento Planejamento ...desenvolvimento almejado de forma consciente e efetiva Diminuir o desmatamento Para que todos os agricultores utilizaram talões de notas Aceitação e Organização para o trabalho em grupo Construção de plano para geração de implanta... e renda (alternativas viáveis) Programa de merenda escolar da agricultura familiar, P.A.A. Romper com a imposição econômica que valoriza apenas ganhos financeiros e esquece do coletivo Distribuir as terras devolutas e e transforma em propriedades da agricultura familiar Melhorar as estradas....município Criar mais políticas regionais, mais representantes na região, mais reservas para o município Conscientização e mobilização de todos pensando na melhora Ações do poder publico articulado a sociedade civil Adaptar os processos de regulamentação Valorização - conhecer e valorizar ações locais Melhoria na cidade Hierarquização 40 35 35 33 32 27 23 22 21 20 20 20 17 16 16 16 15 15 12 12 12 11 8 8 8 7 6 4 4 4 4 4 4 3 3 2 2 ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 16 3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante das principais mudanças Procedimento utilizado: As principais mudanças identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada mudança em relação às outras), conforme expresa a Figura 4. Importância das mudanças Fortalecimento dos grupos organizados (sindicatos, cooperativas) (40) Mudanças, principais desafios do futuro Programa de ATER agroindustrialização (35) Saneamento básico zona rural (35) Mudança do Paradigma Educacional – Municipal/Estadual (33) Tributar as empresas que atuam no município (ICMS) e outros (32) Conservação das estradas Saneamento básico e iluminação (27) Forte Mudanças do foco em saúde curativa para saúde preventiva – políticas publicas preventivas (23) Melhoria nas cidades (22) Recuperação das micro-bacias – total 23 (21) Êxodo Rural (20) Fazer mapeamento agrícola e agroecológico (20) Controle das ações reflorestadoras no município (20) Fraco Necessidade de mobilização dos atores de desenvolvimento Fraco Forte Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento Figura 4: Plano: Importância das mudanças x Grau de preparação ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 17 4) Identificar as conseqüências das principais mudanças e formular as questões principais para o desenvolvimento futuro do estado de Goiás. Propor 5 à 10 ações concretas 1ª. Fortalecimento da sociedade civil - Fortalecimento dos grupos organizados (sindicatos, cooperativas) (40) Conseqüências: • Sociedade mais consciente • Empoderamento da sociedade civil Questão: • Aumentarão os conflitos na sociedade? 2ª. ATER (Assistência Técnica e Extensão Rural) - agroindustrialização (35) Conseqüências: Valorização econômica, socioambiental, cultural e familiar • Permanência da família no campo • Abastecimento da sociedade. • Questão: • Vai estimular a coletividade ou o individualismo. 3ª. Saneamento básico (35) Conseqüências: • Melhoria da qualidade de vida • Melhoria da saúde. Questão: • Quais os modelos que seriam implantados, o convencional ou os alternativos? 4ª. Mudança do Paradigma Educacional – Municipal / Estadual (33) Conseqüências: • Melhoria educacional e formação diante a realidade regional • Formadores de opinião consciente • Consciente e participativo • Conquista da consciência plena. Questão: Quais são as condições e como efetivar a mudança? • 5ª. Tributar as empresas que atuam no município (ICMS) e outros (32) Conseqüências: • Controle da produção e prestação de serviços • Aumentar a arrecadação • Investir em infra-estrutura. Questão: Como viabilizar a tributação? • ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 18 5) Propor de 5 à 10 ações concretas. 1ª. Preparar um programa de ação para fortalecer a sociedade civil 2ª. Estabelecer convênio para contratação de profissionais com o governo federal/estadual 3ª. Elaborar e implementar plano de saneamento básico 4ª. Elaboração de um plano educacional 5ª. Desenvolvimento e implantação de um novo sistema tributário municipal tributário ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 19 III) Oficina da “árvore de competência do passado e do presente” Objetivo da oficina: elaborar as dinâmicas passadas e presentes do desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP na elaboração de sua árvore de habilidades. Esta oficina precisa a vocação, as competências e seus conhecimentos, mas também sua organização até as linhas de produtos e/ou serviços. A dinâmica leva em conta as mudanças no ambiente. Oficina de “árvore de competência do passado e presente” seguiu as etapas Construir a árvore do passado (10 a 20 anos) Construir a árvore presente Na Árvore de Competências do presente, identificar os pontos fortes e os fracos Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “árvore de competências do passado e do presente”, considerando: • • • As raízes: valores, competências e pessoas, recursos financeiros, recursos tecnológicos, comerciais, produtivos e outros... adaptados, ao desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP . O tronco: processo, organização e outros adaptados ao desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP Os ramos: linhas de produto – mercado, serviço – mercado e outros ... adaptados ao desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP 1) Construir a árvore do passado (10 a 20 anos): Procedimento utilizado: Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes, tronco e ramos. As idéias são em seguida recolhidas e organizadas, executando várias rodadas sucessivas. 2) Na construção da Árvore de Competências do presente, foram identificados os pontos fortes e os pontos fracos em relação ao ambiente do Município Ribeirão Branco – SP e região, aos atores, considerando à Árvore de Competências do Passado. Esta atividade foi efetuada conforme os participantes foram identificando os elementos do presente. Procedimento utilizado: Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes, tronco e ramos. As idéias são em seguida recolhidas e organizadas, executando várias rodadas sucessivas. Em seguida a Tabela 4 foi preenchida, pelos participantes, inicialmente a árvore de competência do passado e, posteriormente, a árvore de competência do presente, com os diversos fatores, identificando se é ponto fraco e/ou ponto forte em relação aos fatores da árvore de competência do passado: ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 20 Tabela 4: Fatores da Árvore de Competência do Passado e do Presente e Pontos Fracos e Fortes Elementos Árvore de Competência Fatores do de Presente em Represenrelação ao PASSADO PRESENTE tação da Passado Árvore RAMOS 1. Milho, feijão, criação de porcos e tomate ---o-----o-----o-----o-----o-----o--- 1. PAA / merenda escolar, melhorias de renda e alimentação saudável 1. Incentivo a produção de policultura ---o--2. Pereskia, patê de pereskia 3. Tomate (*) 4. Mel, leite (*) 5. Eucalipto, pinus (*) P. Forte P Forte P. Forte P. Forte P. Forte P. Forte (Investidores) P. Fraco (Município) (*) Não foi informado pelos participantes, apesar de terem sido listados nos outros elementos (tronco e raiz) TRONCO ---o-----o--1. Dependência dos atravessadores (agr.familiar) 1. Comercialização (o grande gargalo da peq. Produção) 2. Produção hortigranjeira 2. Produção do tomate 2. Processo de plantação intensiva do tomate, vagem... 2. Processo de diversidade na agricultura 2. Diversificação da produção 2. Produção agrícola com recursos próprios 3. Agricultura familiar - pequenas propriedades 4. Surgimento da ação sindical 4. Organização sindical 4. Trabalho de base sindical 4. Formação dos sindicatos 4. Formação de cooperativas 4. Movimento sindical crescendo (igrejas cebs gesta das políticas / partidos políticos iniciando) 4. Não havia organização por parte dos pequenos produtores e empregados rurais 1. Novos caminhos p/ a comercialização 1. Produção agrícola atrelada a mercados instáveis P. Forte P. Forte 1. Qualificação e estruturação P. Forte 1. Organização para comercialização ---o-----o--- P. Forte ---o-----o-----o-----o--3. Programas sociais específicos p/ a agricultura familiar (P.A.A. / PNAE / outros) P. Forte 4. Mobilização e conquista sindical P. Forte 4. Cooperação agrícola (cooperativas) P. Forte 4. Implantação de cooperativas P. Forte 4. Sociedade organizada (sindicato, associações, federações a.f.) P. Forte ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 21 4.1. A sociedade não tinha consciência da necessidade de se organizar 4.1. Associação de leite / associação de mel / plantio de novas culturas P. Forte 4.1. Não havia orientação ao lavrador 4.1 As parcerias estão cada vez mais fortes assim alavancando cada vez mais o município P. Forte 5. Diminuição da criação de suínos P. Fraco 5. Difícil escoamento da produção agrícola e pecuária 6. Trabalho rural famílias mais unidas 7. Escolas rurais 7.1. Escola tradicional ---o-----o-----o-----o--8. Assistencialismo como opção de “melhorias” ---o-----o-----o--9. Trabalhos realizados através de meeiros 10. Poder publico sem políticas de inclusão, e não era participativo 11. Financiamento para plantio ---o-----o-----o--- ---o-----o-----o--- 6. Ampliação da organização sindical rural 7. Fim das escolas rurais 7.1. Campanhas educativas 7.1. Novos métodos educacionais 7.2. Melhoria educacional resgate de valores culturais (quebra de paradigma) 7.3. Melhor acesso ao estudo e faculdades mais perto 7.4. Acesso as escolas, mas não educação de qualidade 8. Acentuada melhora na produção agrícola, no mercado, nos serviços sociais 8.1 Movimento forte, mas pequeno produtor é dependente 8.2 Corpo técnico pode ser tirado das pessoas já ativas 8.3 Mecanização da lavoura P. Forte P. Fraco P. Forte P. Forte P. Forte P. Forte P. Fraco P. Forte P. Forte P. Forte P. Forte ---o-----o--11. Financiamento agrícola 11.1. Monopólio instituição financeira (banco) 12. Incentivo mercado de trabalho local 13. Leis incentivadoras, apoio ao trabalhador, organização funcional menos descriminação mais parcerias 14. Saúde acesso a medicina diagnostica, mas é preciso reduzir o tempo de espera dos exames 15. Produção em grandes propriedades (empresas) 15.1. Produção madeira intensificada latifúndio ---o--- 16. Plantio de pinus e eucalipto – monopólio de empresas ---o--- 16.1. Aumento na plantação de P. Forte P. Fraco P. Forte P. Forte P. Forte P. Forte P. Forte P. Forte (Investidores) P. Fraco (Município) P. Forte (Investidores) ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do ComitêeLocal Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – eucalipto pinus SP 22 ---o--- 1. Mantinham a mata nativa 2. Falta de sanidade na criação de animais (suínos) 2. Saber criar porcos 3. Plantio de pinus e eucaliptos em área devoluta no município , através de decreto no período da ditadura militar 4. Monocultura tomate 5. Saberes tradicionais RAIZ 16.2. Eucalipto e pinus (meio ambiente impacto) ---o-----o-----o-----o--- 4. Monocultura do tomate 5. Saberes tradicionais ameaçados 5. Diminuição da tradição e 5. Convivência comunitária convivência 5. Convivência e tradição da 5. Deficiência nos vínculos familiares população comunitários 6. Sistema mutirão feijão/arroz ---o--7. Agricultura de subsistência ---o--8. Aumento da fiscalização do 8. Uso inadequado dos agrotóxicos agrotóxico 9. Sustentabilidade da agricultura 9. Agricultura familiar desestruturada familiar 10. Existência predominante da 10. Trabalho realizado apenas com agricultura familiar pessoas da mesma família 10. Permanência dos agricultores e ---o--familiares no campo 10. Agricultura familiar atuante ---o--11. Terra analisada e preparada para 11. Preparo da terra com queimada plantio 11. Falta de conhecimento técnico ---o--12. A população com algumas 12. Conhecimento de novas dificuldades consegue pensar em culturas coletivo 13. Cultivo desordenado da ---o--agricultura 14. Monocultura P. Fraco (Município) P. Forte (Investidores) P. Fraco (Município) 14. Monocultura ---o--- 14. Plantio de eucalipto e de pinus ---o--- 15. Investimento na formação do indivíduo, para que sejam conhecedores dos seus direitos e deveres P. Fraco P. Fraco P. Fraco P. Fraco P. Forte P. Fraco P. Forte P. Forte P. Forte P. Forte P. Fraco P. Fraco P. Forte (Investidores) P. Fraco (Município) P. Forte (Investidores) P. Fraco (Município) P. Forte ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 23 Veja as árvores de competência do passado e do presente expressas na figura 5 e na figura 6, respectivamente, representando a percepção dos participantes do curso em relação ao Muncicípio de Ribeirão Branco – SP. Nas duas figuras os troncos são bem robustos de processos e organização, principalmente, mas em termos de ramos / frutos as árvores são muito pobres. Talvez por essa razão o município esteja na situação em que se encontra. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 24 Milho, feijão, criação de porcos e tomate Produção agrícola com recursos próprios Comercialização (o grande gargalo da peq. Produção) Processo de diversidade na agricultura Agricultura familiar pequenas propriedades Processo de plantação intensiva do tomate, vagem... Produção hortigranjeira Trabalho de base sindical Organização sindical Formação de cooperativas Não havia organização por parte dos pequenos produtores e empregados rurais Não havia orientação ao lavrador Escola tradicional Mantinham a mata nativa Saber criar porcos Convivência comunitária Surgimento da ação sindical Produção do tomate Trabalho rural famílias mais unidas Movimento sindical crescendo (igrejas cebs gesta das políticas / partidos políticos iniciando) Trabalhos realizados através de meeiros Monocultura tomate Diversificação da produção Formação dos sindicatos Difícil escoamento da produção agrícola e pecuária Escolas rurais Dependência dos atravessadores (agr. familiar) Assistencialismo como opção de “melhorias” Poder publico sem políticas de inclusão, e não era participativo Plantio de pinus e eucaliptos em área devoluta no município , através de decreto no período da ditadura militar Convivência e tradição da população Sistema mutirão feijão/arroz Sustentabilidade da agricultura familiar Preparo da terra com queimada Existência predominante da agricultura familiar A sociedade não tinha consciência da necessidade de se organizar Produção do tomate Financiamento para plantio Falta de sanidade na criação de animais (suínos) Saberes tradicionais Agricultura de subsistência Uso inadequado dos agrotóxicos Conhecimento de novas culturas Cultivo desordenado da agricultura Monocultura Figura 5: Representação da Árvore de Competência do PASSADO de Ribeirão Branco - SP ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 25 Mel, leite (*) Eucalipto, Pinus (*) PAA / merenda escolar, melhorias de renda e alimentação saudável Tomate (*) Incentivo a produção de policultura Novos caminhos p/ a comercialização Pereskia, patê de pereskia Produção agrícola atrelada a mercados instáveis Organização para comercialização Mobilização e conquista sindical Cooperação agrícola (cooperativas) Diminuição da criação de suínos Novos métodos educacionais Melhor acesso ao estudo e faculdades mais perto Financiamento agrícola Acesso as escolas, mas não educação de qualidade Corpo técnico pode ser tirado das pessoas já ativas Leis incentivadoras, apoio ao trabalhador, organização funcional menos descriminação mais parcerias Produção em grandes propriedades (empresas) Fim das escolas rurais Melhoria educacional resgate de valores culturais (quebra de paradigma) Acentuada melhora na produção agrícola, no mercado, nos serviços sociais Mecanização da lavoura Monopólio instituição financeira (banco) Incentivo mercado de trabalho local Aumento na plantação de eucalipto e pinus Saúde acesso a medicina diagnostica, mas é preciso reduzir o tempo de espera dos exames Eucalipto e pinus (meio ambiente impacto) Plantio de pinus e eucalipto – monopólio de empresas Produção madeira intensificada latifúndio Monocultura tomate Deficiência nos vínculos familiares comunitários Agricultura familiar desestruturada Ampliação da organização sindical rural Associação de leite / associação de mel / plantio de novas culturas As parcerias estão cada vez mais fortes assim alavancando cada vez mais o município Movimento forte, mas pequeno produtor é dependente Qualificação e estruturação Programas sociais específicos p/ a agricultura Implantação de cooperativas familiar (P.A.A../ PNAE / outros) Sociedade organizada (sindicato, associações, federações a.f.) Campanhas educativas (*) Não foi informado pelos participantes, apesar de terem sido listados nos outros elementos (tronco e raiz) Saberes tradicionais Diminuição da tradição e convivência Aumento da fiscalização do agrotóxico Agricultura familiar atuante Trabalho realizado apenas com pessoas da mesma família Permanência dos agricultores e familiares no campo A população com algumas dificuldades consegue pensar em coletivo Terra analisada e preparada para plantio Monocultura Falta de conhecimento técnico Plantio de eucalipto e de pinus Investimento na formação do indivíduo, para que sejam conhecedores dos seus direitos e deveres Figura 6: Representação da Árvore de Competência do PRESENTE de Ribeirão Branco - SP ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 26 IV) Oficina da “árvore de competência do futuro” Objetivo da oficina: imaginar um futuro desejável diante das ameaças e oportunidades do ambiente e construir para o Município Ribeirão Branco – SP uma árvore de competência do futuro, sabendo que a análise prospectiva permite considerar que o futuro possui incertezas e está aberto para muitos futuros possíveis. 1) Oficina de “árvore de competência do futuro” seguiu as etapas: 4) Construir a árvore do futuro (10 a 20 anos), levando em consideração as mudanças críticas identificadas, considerando o que deve ser: conservado, desenvolvido ou abandonado. Nestas considerações, levar em conta as possíveis ameaças e oportunidades do ambiente. Identificar os elementos da árvore impactados (ativos e vulneráveis) 5) Construir a árvore de competências desejável para o futuro do desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP, considerando o que deve ser: conservado, desenvolvido ou abandonado. Nestas condições, levar em conta as possíveis ameaças e oportunidades do ambiente. 6) Nesta oficina, a construção árvore de futuro leva em cota as forças e fraquezas do desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP e das conseqüências das mudanças. 2) Procedimento utilizado: Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes, tronco e ramos. As idéias são em seguida recolhidas e organizadas , executando várias rodadas sucessivas. Em seguida a Tabela 5 foi preenchida, pelos participantes, inicialmente a árvore de competência do futuro e, posteriormente, a árvore de competência do presente, com os diversos fatores, identificando se é ponto fraco e/ou ponto forte em relação aos fatores da árvore de competência do passado: Tabela 5 : Fatores da Árvore de Competência do Futuro Elementos de Representação da Árvore RAMOS Árvore de Competência do Futuro Mercado/consumo Profissionais diferenciados Atendimento as crianças especiais Turismo rural trilhas Ecoturismo / rural Pontos turísticos/lazer hotéis Festas tradicionais Informação e comunicação (internet, jornal, telefone) Transporte público/ produtos/serviços Alimentos saudáveis Legumes desidratados Produtos agroecológicos Frutas desidratadas Tomate / tomate seco/ extrato Selo da agricultura sustentável e reconhecido Calcário Água de qualidade Cerveja / refrigerante Ração animal TRONCO Processo de Comercialização dos produtos com preço justo Processo de Comercialização de sementes Processo de Comercialização dos minérios Organização e criação de novos mercados ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 27 Pesquisa de mercado Ater (PROCESSO) Industrialização do tomate e produtos vegetais Colheita de plantio de tomate Processo de desidratadora legumes e frutas Produção agrícola organizada Processo de industrialização Órgão segurança publica atuantes Processo educacional Associações cooperativas / escolas pólo comunitárias Aplicação do planejamento em SAF Processo de elaboração da cozinha caipira “resgate -pousada temática” Oferecer aos alunos do município o uso de novas tecnologias avançada com melhor oferta de trabalhos Agencia turismo Exploração / beneficiamento dos minérios Beneficiamento de produto Organização e reivindicação da sociedade Cursos técnicos Incentivo da comunidade / uso racional da água Programas de formação de lideranças sindicais Implantação de programa educacional com base no método Paulo Freire Parcerias com o governo estadual Organização da estrutura para o atendimento da APAE Contribuição e parcerias de ONGs / capacitação Organização dos produtores Produção de proteína vegetal orgânica Criação alevino RAIZ Legislação ref. sistema viários e afins Centros de pesquisa, formação e qualificação Educação diferenciada Educação alternativa Educação no transito Escola agrícola Educação ambiental Uso da informatização em educação Pessoas capacitadas para o atendimento às crianças especiais Diversidade de cursos técnicos e/ou profissionalizantes Turismo Área de matas nativas Mananciais e nascentes Conhecimento do planejamento florestal Eco turismo Turismo rural Resgate cultural Saberes tradicionais/resgate Minérios Água mineral de qualidade Articulação do centro de pesquisas e tecnologia para a agricultura familiar Ater (CONHECIMENTO) Cultura da piscicultura / criação frango / inseminação artificial Uso de produtos orgânicos oferecidos ao produtor Policultura Agricultores capacitados Pesquisas direcionadas Diversificação de culturas agrícolas Cultura do tomate Juventude consciente em oportunidades para permanecer no campo Plantio de tomate (existe capacidade, terra própria) Agroindústria Complexo agroindustrial cooperativa ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 28 3) Foram propostas 4 ações concretas: 1ª. Elaborar do Banco de Dados – SIG. 2ª. Regularizar Fundiária. 3ª. Elaborar do Planejamento do Município Ribeirão Branco com Participação da Sociedade. 4ª. Elaborar do plano da Agroindústria do Município de Ribeirão Branco . A figura 7 expressa a árvore do futuro do município de Ribeirão Branco SP desejada pelos participantes do curso. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 29 Frutas desidratadas Cerveja / refrigerante Legumes desidratados Tomate / tomate seco/ extrato Produtos agroecológicos Alimentos saudáveis Atendimento as crianças especiais Turismo rural trilhas Ração animal Processo de Comercialização dos produtos com preço justo Pontos turísticos/lazer hotéis Selo da agricultura sustentável e reconhecido Informação e comunicação (internet, jornal, telefone) Festas tradicionais Profissionais diferenciado Água de qualidade Ecoturismo / rural Calcário Mercado / consumo Transporte público/ produtos/serviços Pesquisa de mercado Processo de Comercialização de sementes Processo de Comercialização Processo de desidratadora Organização e criação dos minérios legumes e frutas de novos mercados Organização e Processo de Colheita de plantio de tomate reivindicação Ater (PROCESSO) industrializaçã da sociedade o Associações cooperativas / Produção agrícola Industrialização do tomate e escolas pólo comunitárias organizada produtos vegetais Associações cooperativas / escolas pólo comunitárias Órgão segurança publica atuantes Processo educacional Aplicação do planejamento em SAF Oferecer aos alunos do município o uso de novas tecnologias avançada com melhor oferta de trabalhos Programas de formação de lideranças sindicais Organização da estrutura para o atendimento da APAE Incentivo da comunidade / uso racional da água Legislação ref. sistema viários e afins Educação diferenciada Contribuição e parcerias de ONGs / capacitação Eco turismo Turismo rural Minérios Área de matas nativas Água mineral de qualidade Organização dos produtores Educação no transito Centros de pesquisa, formação e qualificação Educação ambiental Escola agrícola Diversidade de cursos técnicos e/ou profissionalizantes Mananciais e nascentes Pessoas capacitadas para o atendimento às crianças especiais Conhecimento do planejamento florestal Resgate cultural Policultura Saberes tradicionais/resgate Uso de produtos orgânicos oferecidos ao produtor Ater (CONHECIMENTO) Diversificação de culturas agrícolas Parcerias com o governo estadual Criação alevino Educação alternativa Uso da informatização em educação Turismo Processo de elaboração da cozinha caipira “resgate -pousada temática” Implantação de programa educacional com base no método Paulo Freire Produção de proteína vegetal orgânica Beneficiament o de produto Exploração / beneficiamento dos minérios Exploração / beneficiamento dos minérios Cursos técnicos Agencia turismo Pesquisas direcionadas Cultura do tomate Agroindústria Articulação do centro de pesquisas e tecnologia para a agricultura familiar Plantio de tomate (existe capacidade, terra própria) Cultura da piscicultura / criação frango / inseminação artificial Complexo agroindustrial cooperativa Agricultores capacitados Juventude consciente em oportunidades para permanecer no campo Figura 7: Representação da Árvore de Competência do Futuro de Ribeirão Branco SP ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 30 V) Oficina de “freios e inércias” O objeto desta oficina, consiste em fazer um inventário dos freios e inércias, que poderão prejudicar ou retardar o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030. O benefício desta abordagem é que ela parte de uma percepção, que permite revelar as “crenças” e “não expressas”, que tendem a moldar as atitudes e estratégias, e assim, influenciar os jogos dos atores. A prospectiva se interessa pelas mudanças, mas também pelas permanências. Em matéria de desenvolvimento regional, é necessário levar em consideração os freios, os obstáculos ou estrangulamentos, assim como a resistência à mudança proveniente das inércias. Oficina “freios e inércias” seguiu as etapas: Listar os freios, obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Avaliar a domínio dos atores do desenvolvimento face a estes principais fatores Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP Propor 5 a 10 ações concretas Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “freios e inércias”: 1) Os 41 freios e inércias identificados Procedimento utilizado: • Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista dos freios, obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 • Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os participantes. O grupo obteve, assim, 41 freios e inércias prováveis de impactar sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. 41. Falta mais fiscalização estadual e municipal 42. Falta da Agroindústria Familiar 43. Política - Falta de interesse e vontade (projetos) 44. Deficiência/Ausência na Comunicação 45. Falta de organização em equipes 46. Cultura: deficiência: registros “guarda”; acessos; valorização 47. Falta de Visão dos Políticos 48. Sazonalidade em empregos 49. Dificuldade de contratação de pessoal técnico especializado em obter recursos 50. Falta de assistência técnica e extensão rural 51. Falta de Logística Viária 52. Monocultura 53. Evasão escolar 54. Regularização fundiária ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 31 55. Individualismo regional (municipal) 56. Leis Ambientais 57. Pouca arrecadação, pouco incentivo do governo federal e estadual 58. Área muito grande em extensão; regularização fundiária 59. Falta de participação da população 60. Alunos itinerantes (os pais migram muito em busca de trabalho 61. Falta investimento no turismo 62. Falta de recuperação do solo onde a ÁREA de plantação de Pinus e Eucalipto 63. Política: Ausência de políticas públicas claras e objetivas para desenvolvimento regional. CGR; Condesul, CONSAD 64. Falta de Mercado de Trabalho 65. Alto índice de contaminação dos trabalhadores rurais por defensivos agrícolas 66. Conscientização dos direitos e deveres do cidadão 67. Deficiências no Mercado Consumidor 68. Ausência de equipe preparada para elaboração de planos e projetos 69. Ausência de grupo de formação em política 70. Ausência de comprometimento dos outros setores 71. Diminuição da área rural que poderia produzir alimentos 72. Falta de Planejamento a longo prazo 73. Falta de organização social 74. Falta de visão de mercado 75. Cabeça fechada 76. Falta de profissionais qualificados 77. Falta de Recursos Financeiros e Vontade de Trabalho 78. Ausência de políticas públicas... 79. Falta de participação mais efetiva do Estado 80. Falta cobrança da população dos seus direitos 81. Cultura Assistencialista e Paternalista 2) Os principais freios e inércias ao desenvolvimento sustentável futuro do Município de Ribeirão Branco SP Procedimento utilizado: • Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 41 fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante recebe, neste caso, 21 pontos13 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. O número de pontos a serem atribuídos a um item deverá situar-se entre 1 e 4: 1 = impacto fraco ou limitado; 2 = impacto sensível; 3 = impacto forte; 4 = impacto crítico. • Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, obtendo o seguinte resultado: 13 Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior (seja 20 + 1). Esta regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 32 Tabela 6: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados Ordem 1º. 2º. 3º. 4º. 5º. 6º. 7º. 8º. 9º. 10º. 11º. 12º. 13º. 14º. 15º. 16º. 17º. 18º. 19º. 20º. 21º. 22º. 23º. 24º. 25º. 26º. 27º. 28º. 29º. 30º. 31º. 32º. 33º. 34º. 35º. 36º. 37º. 38º. 39º. 40º. 41º. Freio / Inércia Falta de Recursos Financeiros e Vontade de Trabalho Regularização fundiária Falta de organização social Deficiência/Ausência na Comunicação Ausência de equipe preparada para elaboração de planos e projetos Falta investimento no turismo Falta de Visão dos Políticos Falta de organização em equipes Sazonalidade em empregos Dificuldade de contratação de pessoal técnico especializado em obter recursos Falta mais fiscalização estadual e municipal Falta de assistência técnica e extensão rural Falta de Logística Viária Monocultura Evasão escolar Falta da Agroindústria Familiar Individualismo regional (municipal) Leis Ambientais Pouca arrecadação, pouco incentivo do governo federal e estadual Ausência de comprometimento dos outros setores Falta de participação da população Alunos itinerantes (os pais migram muito em busca de trabalho Cultura: deficiência: registros “guarda”; acessos; valorização Falta de recuperação do solo onde a ÁREA de plantação de Pinus e Eucalipto Falta de Mercado de Trabalho Conscientização dos direitos e deveres do cidadão Deficiências no Mercado Consumidor Ausência de grupo de formação em política Área muito grande em extensão; regularização fundiária Diminuição da área rural que poderia produzir alimentos Falta de Planejamento a longo prazo Falta de visão de mercado Cabeça fechada Falta de profissionais qualificados Política - Falta de interesse e vontade (projetos) Ausência de políticas públicas... Falta de participação mais efetiva do Estado Falta cobrança da população dos seus direitos Cultura Assistencialista e Paternalista Política: Ausência de políticas públicas claras e objetivas para desenvolvimento regional. CGR; Condesul, CONSAD Alto índice de contaminação dos trabalhadores rurais por defensivos agrícolas Hierarquização 38 30 29 23 21 20 17 16 16 15 15 14 14 13 12 12 11 11 11 10 10 10 9 8 8 8 7 7 7 6 5 5 4 4 4 3 3 3 3 3 0 3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante dos principais freios e inércias Procedimento utilizado: As principais freios e inércias identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada freio ou inércia em relação às outras). ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 33 Para cada fator verificar se os atores estão bem preparados, mais ou menos preparados ou não estão preparados. Por exemplo: no caso de uns dos fatores o ator público estiver preparado e o ator privado não estiver preparado, considerar esse fator como dois fatores, um para o ator público e outro para o ator privado. Conforme expressa a figura 8. Freios e Inércias, principais desafios do futuro Importância dos freios e inércias Falta de Recursos Financeiros e Vontade Política/Trabalho 38 Regularização fundiária 30 Falta de organização social 29 Deficiência/Ausência na Comunicação 23 Forte Ausência de equipe preparada para elaboração de planos e projetos 21 Falta investimento no turismo 20 Falta Visão dos Políticos 17 Falta de organização em equipes 16 Fraco Fraco Forte Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento Figura 8: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 34 4) Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP. Exigências Prévias: 1ª. Reforma Tributária Municipal 2ª. Buscar Materiais e Pessoas para Regularização Fundiária 3ª. Formação Política das Lideranças Sociais de Rib. Branco 4ª. Procurar a forma de material para proporcionar a tecnologia para comunicação 5ª. Elaborar um programa de comunicação externa e interna do município Condições de Sucesso: 1ª. Mobilização social 2ª. Envolvimento da Procuradoria Geral do Estado 3ª. Programa de Formação Política 4ª. Contatar empresas de telecomunicações 5ª. Criação de um grupo de trabalho de comunicação 6ª. Mobilização de pessoas para fazer as parcerias 5) Foram proposta 3 ações concretas 1ª. Formar um grupo de trabalho para verificar em outros municípios como desenvolver um sistema tributário para o município 2ª. Formar um grupo de trabalho para regularização fundiária 3ª. Formar um grupo de trabalho para analisar as exigências e condições para eliminar os freios e inércias do município ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 35 VI) Oficina de “mudanças críticas ... às ações ” 1) O objetivo desta oficina é identificar, à partir dos fatores críticos, freios e inércias, para o desenvolvimento do Município Ribeirão Branco – SP e região, obtidos na oficina V, o que pode estar em jogo (normalmente são várias situações), quais são os objetivos estratégicos e identificar as idéias de ações para serem implementadas para atingir esses objetivos. Oficina “mudanças críticas ... às ações” seguiu as etapas: Utilizar os principais freios e inércias listados na oficina V, que foram considerados freios, obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito sua própria lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em jogo para desenvolver o Município Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030. Todos estas proposições são recolhidas e organizadas por meio de várias rodadas entre os participantes, elaborando a Tabela 7. Os participantes em conjunto elaboram a pertinência e a coerência das estratégias por meio de análise morfológica Em conjunto os participantes formulam as estratégias necessárias para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP 2) Na elaboração da Tabela 7, foram considerados os fatores críticos, freios e inércias, oficina V, os freios e inércias mais importantes. Para iniciar a reflexão, os participantes fizeram para si, as seguintes questões: • Quais são os atores implicados por essas mudanças? • Quais são as forças dessas ações (“alavancas”) (freios ou motores)? • Como melhorar o controle em relação às mudanças que são importantes? • Como reduzir a importância de mudanças que na se tem controle? • Como reduzir suas fraquezas e utilizar suas forças? ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 36 Tabela 7: Lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em jogo por mudanças críticas (freios e inércias) Mudanças críticas (freios e inércias) Falta de Recursos Financeiros e Vontade de Trabalho (38) Regularização fundiária (30) O que está em jogo Os recursos para melhoria (educação, segurança, saúde e saneamento) Evasão das pessoas para outros municípios O desenvolvimento do município de Ribeirão Branco Regularização das terras; acesso a políticas publicas e financiamentos Regularização das propriedades Os objetivos diante do que está em jogo Organizar-se e mobilizar-se para cobrar dos seus representantes/elaborar projetos para adquirir os recursos necessários Permanência das pessoas no município Aumentar a arrecadação para que o município se desenvolva Desenvolver o município Maior facilidade para adquirir recursos para propriedade Falta de organização social (29) Regularização das terras Sociedade Interesse social e econômico/oportunidade Desenvolvimento do município Transparência sobre as ações realizadas/rapidez Regular a documentação das terras Manter a atual situação Fortalecer, unir e conscientizar a sociedade civil ... Criar condições de acesso a comunicação Deficiência/Ausência na Comunicação (23) Inclusão social, transparência nas ações e agilidade das ações Melhorar a articulação interna e externa, criando oportunidades para a população, acompanhar as ações e ter acesso a serviços. Conhecimentos/inclusão A sociedade de um bairro ou distrito e município, comércio, arrecadação Repasses de verbas e recursos técnicos Ausência de equipe preparada para elaboração de planos e projetos (21) Falta investimento no turismo (20) Falta de Visão dos Políticos (17) Falta de organização em equipes (16) As oportunidades que aparecem de obter recursos de projetos e assistência a população A conquista de recursos financeiros e qualidade da administração pública (serviços) Turismo e lazer Organização Geração de renda, permanência da população na área rural Qualidade da administração pública Capacidade de gestão de projetos e pessoal com conhecimento das necessidades do município Futuro do município Elaboração de Projetos e planos para o desenvolvimento do município Aproveitar o uso para melhorias da região, o uso de nossas riquezas e oportunidades de crescimento Preparar equipe de trabalho com recursos humanos do próprio município Ampliação de políticas educativas Desenvolvimento de políticas públicas para o turismo Crescimento econômico, oportunidades de emprego, desenvolvimento global do município Corrigir as deficiências dos políticos/suprir a falta de conhecimento/ pressionar por mobilização Capacitação obrigatória dos políticos envolvidos na gestão pública Qualificar os nossos políticos Romper barreiras e conceitos sobre equipe Elaborar grupos de estudos, visando sanar as principais dificuldades das pessoas se organizarem em grupos Eficiência dos resultados Agilidade de resultados mais abrangentes e priorizar das ações Mostrar a competência e capacidade de gestão Relacionamento comunicabilidade e equipe Idéias de ações para ser implementada Aplicar de forma justa e transparente os recursos financeiros que são repassados Projetos de desenvolvimento para o município Colocar em prática a reforma tributária do município Dar Ferramentas para o município fazer a regularização/equipe técnica/estrutura de trabalho Projetos junto aos órgãos competentes estadual e federal, mobilizando a sociedade Articulação e mobilização dos órgãos públicos Sensibilizar as comunidades/formação política Qualificar pessoas visando só este item Mobilização de curso de formação Organizar grupo de trabalho para articular as condições de comunicabilidade Criar grupos de comunicação para estabelecer a comunicação em todos os níveis Buscar parcerias com as empresas do ramos para implantar essas ações Contratação de pessoal especializado e parcerias com as universidades Parcerias com órgãos competentes e um corpo técnico Criação de grupo de trabalho Parceria com as áreas da educação, cultura, lazer e empresas de turismo Formação de agentes locais Criação de Comitê local para estudos de possibilidades e viabilidade das ações em turismo Criação de grupos de estudo em política Concurso diferenciado para que estes cidadãos assumam cargos temporários Apresentação pela comunidade das ações desejadas e cobrar por resultados Facilitar e apoiar os trabalhos em equipe Formação de grupos de estudo Capacitação de equipes ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP 37 3) A pertinência e a coerência das estratégias por meio de análise morfológica: Alavancas fundamentais relevantes 1. Falta de Recursos Financeiros e Vontade Política/Trabalho Ações Possíveis Sobre cada uma das alavancas fundamentais 1.1. Aplicar de forma justa e transparente os recursos financeiros que são repassados 1.2. Projetos de desenvolvimento para o município 2. Regularização fundiária 2.1. Fornecer ferramentas para o município fazer a regularização/equipe técnica/estrutura de trabalho 2.2. Projetos junto aos órgãos competentes estadual e federal, mobilizando a sociedade 3. Falta de organização social 3.1. Sensibilizar as comunidades/formação política 3.2. Qualificar pessoas visando só este item 3.3. Mobilização de curso de formação 4. Deficiência/Ausência na Comunicação 4.1. Organizar grupo de trabalho para articular as condições de comunicabilidade 4.2. Criar grupos de comunicação para estabelecer a comunicação em todos os níveis 4.3. Buscar parcerias com as empresas do ramos para implantar essas ações 5. Ausência de equipe preparada para elaboração de planos e projetos 5.1. Contratação de pessoal especializado e parcerias com as universidades 5.2. Parcerias com órgãos competentes e um corpo técnico 5.3. Criação de grupo de trabalho 6.2. Formação de agentes locais 6.3. Criação de Comitê local para estudos de possibilidades e viabilidade das 6. Falta investimento no turismo 7. Falta de Visão dos Políticos 8. Dificuldade de organização em equipes 6.1. Parceria com as áreas da educação, cultura, lazer e empresas de turismo 1.3. Colocar em prática a reforma tributária do município 2.3. Articulação e mobilização dos órgãos públicos 7.1. Apresentação pela comunidade das ações desejadas e cobrar por resultados Falta de Visão dos 7.2. Concurso diferenciado para que estes cidadãos assumam cargos temporários 7.3. Criação de grupos de estudo em política 8.1. Facilitar e apoiar os trabalhos em equipe 8.2. Formação de grupos de estudo 8.3. Capacitação de equipes Para resumir o conjunto de outras possibilidades ao menos 6.561 estratégias possíveis = 3 x 3 x 3 x 3 x 3 x 3 x 3 x 3 x 3. Figura 9: Identificação da Coerência e de Estratégias por meio da Análise Morfológica para atender as Mudanças e Rupturas ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 38 Relação das possíveis estratégias escolhidas pelos participantes: 1) Estratégia 1 ( ): compreende a forma estratégica: (1.2; 2.3; 3.3; 4.3; 5.1; 6.2; 8.1), que significa: Projetos com desenvolvimento para o município com articulação e mobilização política nos órgãos públicos e mobilização de curso de formação, buscando parcerias com empresas do ramo para implantar ações, contratando pessoal especializado e parceiras com universidades e formando agentes locais para facilitar e apoiar os trabalhos em equipe. 2) Estratégia 2 ( ): compreende a forma estratégica: (1.1; 2.1; 3.1; 5.1; 7.1), que significa: Aplicar de forma justa e transparente os recursos financeiros que são repassados, fornecer ferramentas para o município fazer a regularização / equipe técnica / estrutura de trabalho, como sensibilizar as comunidades / formação política, contratando pessoal especializado e realizar parcerias com as universidades, recebendo as apresentações pela comunidade as ações desejadas e cobrar os resultados. 3) Estratégia 3 ( ): compreende a forma estratégica: (2.1; 3.3; 5.2; 6.1; 8.2), que significa: Fornecer ferramentas para o município fazer a regularização / equipe técnica / estrutura de trabalho, mobilização de curso de formação, efetuar parcerias com órgãos competentes e um corpo técnico, com as áreas da educação, cultural, lazer e empresas de turismo, resultantes da formação de grupos de estudo. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 39 VII) Oficina de “Mudanças críticas ... aos cenários exploratórios” O objeto desta oficina consiste em: Identificar os cenários globais: Identificar as principais questões chave pertinente ao futuro a partir das principais mudanças críticas. Identificar os cenários parciais, para encontrar os cenários globais: Identificar para cada questão chave as componentes possíveis Elaborar para cada componente as hipóteses de respostas possíveis Oficina “mudanças críticas ... aos cenários exploratórios” seguiu as etapas: O objeto desta oficina consiste em: Identificar os cenários globais: Identificar as principais questões chave pertinente ao futuro a partir das principais mudanças críticas. Identificar os cenários parciais, para encontrar os cenários globais: Identificar para cada questão chave as componentes possíveis Elaborar para cada componente as hipóteses de respostas possíveis Utilizar as principais mudanças crítica listadas e consideradas importantes, na oficina II, que foram consideradas fatores de mudança de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, meio ambiente etc.), de qualquer ordem (externa, interna), pressentidas, almejadas ou temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito sua própria lista de questões chave, por mudança crítica, e as diversas respostas plausíveis e de ruptura correspondentes para cada questão chave, para desenvolver o Município Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030. Todos estas proposições são recolhidas e organizadas por meio de várias rodadas entre os participantes. Os participantes em conjunto elaboram os cenários parciais, por meio de análise morfológica, quando há diversas repostas por componentes encontradas para cada questão chave. Esses cenários poderão ser: prováveis, desejáveis ou realizáveis. Depois, os participantes em conjunto elaboram os cenários globais, por meio de análise morfológica, considerando as questões chave e seus respectivos cenários parciais encontrados. 2) Na elaboração da Tabela 8, foram consideradas as mudanças críticas, da oficina II, as mudanças mais importantes. ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP 40 Tabela 8: Lista das mudanças críticas com as respectivas questões chave e suas respostas plausíveis e de ruptura. MUDANÇAS CRÍTICAS 1 2 3 Fortalecimento dos grupos organizados (sindicatos, cooperativas) Programa de ATER agroindustrialização Saneamento Básico Zona Rural QUESTÃO CHAVE RESPOSTA PLAUSÍVEL 1.1 O que é necessário para uma sociedade organizada? 1.1.2) Mais conquistas: Dignidade, conscientização, cidadania, direitos, etc. 1.2.1) Organização participativa 1.3.1) Desorganização 1.2.2) Acomodação 1.3.2) Novo modelo de organização a partir de bases solidas 1.4.1) É necessário se organizar de acordo com as vocações de forma a fortalecer o convívio e suas influências Abandonar o individualismo e o medo de dizer não ao que é imposto pelas dominâncias 1.5) Como fazer que a comunidade se torne mais consciente? 2.1) O que é necessário para o desenvolvimento? 2.2) Isto soluciona a dificuldade encontrada na agricultura? 1.5.1) Democratizar os espaços para que todos se sintam a vontade para falar 2.1.1) Mudar o modelo existente de assistência técnica 2.2.1) Montagem de uma equipe de agentes de ATER local preparadas e qualificadas 2.3) O poder público como agente da agroindústrialização do município ? 2.4) Como fazer da agroindustria uma ferramenta da ATER? 2.5) Qual é o caminho ? 2.6) O que é necessário para melhorar a qualidade de vida ? 3.1) Os órgãos competentes estão preparados para erradicar o esgoto a céu aberto? 3.2) A SABESP fornece água tratada, oferece esgoto cuidado? 3.3) Existe diagnóstico das demandas da população, principalmente na zona rural? 2.3.1) Estudo de potencialidade agroindustriais do município 1.5.2) Com o jeito atual de alguns lugares onde só alguns falam e dominam as reuniões 2.1.2) Agricultura para agricultores, técnicos para a agricultura 2.2.2) Mapeamento da potencialidade de produção do município e elaboração de projeto continuo agroindustrializado 2.3.2) Alternatividade na produção de matéria prima 2.4.1) Agroindustrialização individual 2.4.2) Agroindustrializacao do sistema cooperativismo 2.5.1) Por meio de capacitação técnica 2.6.1) Conhecimento do Potencial do Território 2.5.2) Romper de vez com a ATER e ir atrás de outros meios 2.6.2) Inibe os abusos 3.1.1) Promover juntos aos órgãos competentes o desenvolvimento e erradicação de esgoto a céu aberto 3.2.1) Expandir água para os bairros 3.1.2) Fazer parcerias público - privado 3.3.1) Ter um programa de saneamento para o município com recursos garantidos 3.3.2) Um novo modelo em saneamento para a zona rural que cada produtor força através de cursos de capacitação sem que prejudiquem o ambiente 3.4.2) Buscar modelo agroecológico para comunidades menores 1.2) Através de que forma a sociedade se torna? 1.3) Quais as conseqüências da não organização e formação social? 1.4) Quais os processos de formas para reorganizar e qual a sua representatividade de modo a se fortalecer? 3.4) Qual é o modelo, quem vai implantar, onde implantar? 4.1) Como empoderar a sociedade? 4 5 Mudança de paradigma Educacional municipal e estadual Tributar as empresas que atuam no município e outros 4.2) De que forma a ausência do plano municipal de educação interfere na qualidade educacional? 4.3) Como conquistar os professores/profissionais de educação a aplicarem novos métodos educativos? 5.1) Que benefício irá trazer ao município? 5.2) Qual o impacto da não criação do sistema tributário municipal? 5.3) Como elaborar leis de obrigatoriedade fiscal e tributar os impostos das empresas que fazem uso das terras e matéria prima do município? 3.4.1) Fazer parceria com universidade / Sabesp / prefeitura 4.1.1) Elevação consciência política, adaptação da metodologia, participação dos pais e toda comunidade que rodeia a escola 4.2.1) Plano municipal de educação e o instrumento norteador das ações educacionais apresentando os anseios sociais; expectativas profissionais e diretrizes curriculares 4.3.1) Motivar e animar os profissionais através de capacitação RESPOSTA - RUPTURA 1.1.2) Quebra de paradigmas, conceitos, regras, etc. 3.2.2) Procurar auxilio e fazer mais investimento 4.1.2) Forma de avaliação dos professores/metodologia utilizada nos espaços de formação dos professores 4.2.2) Implantacão de novo modelo educacional, centrado na pedagogia libertaria 4.3.2) Confrontar as normas do sistema oficial de educação 5.1.1) Aumento da arrecadação 5.2.1) E o não crescimento do município 5.1.2) Fiscalização da sociedade 5.2.2) Implantação sistemática e eficaz do sistema tributário 5.3.1) Mobilizar o poder publico para elaboração das leis de obrigatoriedade fiscal do município 5.3.2) comprometimento, forca de vontade dos políticos e da sociedade ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP 41 3) Foi elaborado o cenário global em razão do tempo disponível, mas no item 4 será demonstrado cenários parciais e globais. QUESTÃO CHAVE RESPOSTA - PLAUSÍVEL RESPOSTA - RUPTURAS 1.1) O que é necessário para uma sociedade organizada? 1.1.2) Mais conquistas: Dignidade, conscientização, cidadania, direitos, etc. 1.1.2) Quebra de paradigmas, conceitos, regras, etc. 1.2) Através de que forma a sociedade se torna forte? 1.2.1) Organização Participativa 1.2.2) Acomodação 1.3) Quais as conseqüências da não organização e formação social? 1.3.1) Desorganização 1.3.2) Novo modelo de organização a partir de bases solidas 1.4) Quais os processos de formas para reorganizar e qual a sua representatividade de modo a se fortalecer? 1.4.1) É necessário se organizar de acordo com as vocações de forma a fortalecer o convívio e suas influências 1.4.2) Abandonar o individualismo e o medo de dizer não ao que é imposto pelas dominâncias 1.5) Como fazer que a comunidade se torne mais consciente? 1.5.1) Democratizar os espaços para que todos se sintam a vontade para falar 1.5.2) Com o jeito atual de alguns lugares onde só alguns falam e dominam as reuniões 2.1) O que é necessário para o desenvolvimento? 2.1.1) Mudar o modelo existente de assistência técnica 2.1.2) Agricultura para agricultores, técnicos para a agricultura 2.2) Isto soluciona a dificuldade encontrada na agricultura? 2.2.1) Montagem de uma equipe de agentes de ATER local preparadas e qualificadas 2.2.2) Mapeamento da potencialidade de produção do município e elaboração de projeto continuo agroindustrializado 2.3) O poder público como agente da agroindustrialização do município ? 2.3.1) Estudo de potencialidade agroindustriais do município 2.4) Como fazer da agroindústria uma ferramenta da ATER? 2.4.1) Agroindustrialização individual 2.4.2) Agroindustrialização do sistema cooperativismo 2.5) Qual é o caminho ? 2.5.1) Por meio de capacitação técnica 2.6) O que é necessário para melhorar a qualidade devida ? 2.6.1) Conhecimento do Potencial do Território 2.5.2) Romper de vez com a ATER e ir atrás de outros meios 3.1) Os órgãos competentes estão preparados para erradicar o esgoto a céu aberto? 3.1.1) Promover juntos aos órgãos competentes o desenvolvimento e erradicação de esgoto a céu aberto 3.1.2) Fazer parcerias público - privado 3.2) A SABESP fornece água tratada, oferece esgoto cuidado? 3.2.1) Expandir água para os bairros 3.2.2) Procurar auxilio e fazer mais investimento 3.3) Existe diagnóstico das demandas da população, principalmente na zona rural? 3.3.1) Ter um programa de saneamento para o município com recursos garantidos 3.3.2) Um novo modelo em saneamento para a zona rural que cada produtor força através de cursos de capacitação sem que prejudiquem o ambiente 3.4) Qual é o modelo, quem vai implantar, onde implantar? 3.4.1) Fazer parceria com universidade / Sabesp / prefeitura 4.1) Como empoderar a sociedade? 4.1.1) Elevação consciência política, adaptação da metodologia, participação dos pais e toda comunidade que rodeia a escola 2.3.2) Alternatividade na produção de matéria prima 2.6.2) Inibe os abusos 3.4.2) Buscar modelo agroecológico para comunidades menores 4.1.2) Forma de avaliação dos professores/metodologia utilizada nos espaços de formação dos professores 4.2.1) Plano municipal de educação e o instrumento norteador das ações educacionais apresentando os anseios sociais; expectativas profissionais e diretrizes curriculares 4.2.2) Implantação de novo modelo educacional, centrado na pedagogia libertaria 4.3.1) Motivar e animar os profissionais através de capacitação 4.3.2) Confrontar as normas do sistema oficial de educação 5.1.1) Aumento da arrecadação 5.1.2) fiscalização da sociedade 5.2) Qual o impacto da não criação do sistema tributário municipal? 5.2.1) E o NÃO crescimento do município 5.2.2) Implantação sistemática e eficaz do sistema tributário 5.3) Como elaborar leis de obrigatoriedade fiscal e tributar os impostos das empresas que fazem uso das terras e matéria prima do município? 5.3.1) Mobilizar o poder publico para elaboração das leis de obrigatoriedade fiscal do município 5.3.2) Comprometimento, forca de vontade dos políticos e da sociedade 4.2) De que forma a ausência do plano municipal de educação interfere na qualidade educacional? 4.3) Como conquistar os professores / profissionais de educação a aplicarem novos métodos educativos? 5.1) Que benefício irá trazer ao município? Figura 10: Construção de cenários globais a partir das questões chave e respostas, por meio da Análise Morfológica ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP 42 1º.) Cenário Global 1 ( ): o cenário considerado foi (1.1.1; 1.2.1; 1.3.2; 1.5.1; 2.1.1; 2.5.2, 4.1.2; 5.2.2), que significa: A sociedade organizada tenha mais conquistas, tais como: dignidade, conscientização, cidadania, direitos, etc, com isso seja uma organização participativa, um novo modelo de organização a partir de bases sólidas, que democratize os espaços para que todos se sintam a vontade para falar, mudando o modelo existente de assistência técnica, que rompa de vez com a ATER e vá atrás de outros meios para a agroinsdustrialização e implante de forma sistemática e eficaz um sistema tributário para o município. EXEMPLO: Elaboração de Cenários Parciais para Construção de Cenários Globais Como não houve tempo para os participantes elaborarem os cenários parciais para depois construírem o cenário global segue o procedimento de elaboração de cenários parciais seguido da construção do cenário global: 4) Elaboração dos cenários parciais para depois construir o cenário global. Para isso, elaboraremos os diversos cenários parciais para cada questão chave, que seria as componentes, sabendo que para construir os cenários globais haverá uma questão chave geral para cada mudança critica. Segue a elaboração dos cenários parciais: 4.1) Cenários parciais referentes as questões chave da mudança crítica 1 (Fortalecimento dos grupos organizados (sindicatos, cooperativas)): QUESTÃO CHAVE RESPOSTA - PLAUSÍVEL RESPOSTA - RUPTURAS 1.1) O que é necessário para uma sociedade organizada? 1.1.3) Mais conquistas: Dignidade, conscientização, cidadania, direitos, etc. 1.1.2) Quebra de paradigmas, conceitos, regras, etc. 1.2) Através de que forma a sociedade se torna forte? 1.2.1) Organização Participativa 1.2.2) Acomodação 1.3) Quais as conseqüências da não organização e formação social? 1.3.1) Desorganização 1.3.2) Novo modelo de organização a partir de bases solidas 1.4) Quais são os processos de formas para reorganizar e qual a sua representatividade de modo a se fortalecer? 1.4.1) É necessário se organizar de acordo com as vocações, de forma a fortalecer o convívio e suas influências 1.4.2) Abandonar o individualismo e o medo de dizer não ao que é imposto pelas dominâncias 1.5) Como fazer que a comunidade se torne mais consciente? 1.5.1) Democratizar os espaços para que todos se sintam a vontade para falar 1.5.2) Com o jeito atual de alguns lugares onde só alguns falam e dominam as reuniões Cenário Parcial 1.1 (1.1.1; 1.2.1; 1.3.2; 1.5.1) ( ): A sociedade organizada tenha mais conquistas, tais como: dignidade, conscientização, cidadania, direitos, etc, com isso seja uma organização participativa, um novo modelo de organização a partir de bases sólidas, que democratize os espaços para que todos se sintam a vontade para falar. Cenário Parcial 1.2 (1.1.1; 1.2.1; 1.3.2; 1.5.1) ( ): A sociedade quebra de paradigmas, conceitos, regras, etc, com isso seja uma organização participativa, tornando-se necessário se organizar de acordo com as vocações, de forma a fortalecer o convívio e suas influências, de modo que democratize os espaços para que todos se sintam a vontade para falar. Figura 11: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 1 ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 43 4.2) Cenários parciais referentes as questões chave da mudança crítica 2 (Programa de ATER agroindustrialização): RESPOSTA - PLAUSÍVEL RESPOSTA - RUPTURAS QUESTÃO CHAVE 2.1) O que é necessário para o desenvolvimento? 2.1.1) Mudar o modelo existente de assistência técnica 2.1.2) Agricultura para agricultores, técnicos para a agricultura 2.2) Isto soluciona a dificuldade encontrada na agricultura? 2.2.1) Montagem de uma equipe de agentes de ATER local preparadas e qualificadas 2.2.2) Mapeamento da potencialidade de produção do município e elaboração de projeto continuo agroindustrializado 2.3) O poder público como agente da agroindustrialização do município ? 2.3.1) Estudo de potencialidade agroindustriais do município 2.3.2) Alternatividade na produção de matéria prima 2.4) Como fazer da agroindústria uma ferramenta da ATER? 2.4.1) Agroindustrialização individual 2.4.2) Agroindustrialização do sistema cooperativismo 2.5) Qual é o caminho ? 2.5.1) Por meio de capacitação técnica 2.5.2) Romper de vez com a ATER e ir atrás de outros meios 2.6) O que é necessário para melhorar a qualidade devida ? 2.6.1) Conhecimento do Potencial do Território 2.6.2) Inibe os abusos Cenário Parcial 2.1 (2.1.1; 2.2.1; 2.4.2; 2.5.1) ( ):Mudar o modelo existente de assistência técnica, por meio de uma equipe de agentes de ATER local preparada e qualificada, gerando a agroindustrialização do sistema cooperativo, por meio da capacitação técnica. Cenário Parcial 2.2 (2.1.2; 2.2.2; 2.4.2; 2.5.2) ( ):A agricultura para agricultores, técnicos para agricultura, mapeando a potencialidade de produção do município e elaborando projeto contínuo da agroindustrialização do sistema cooperativo, rompendo de vez com a ATER e ir atrás de outros meios. Figura 12: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 2 4.3) Cenários parciais referentes as questões chave da mudança crítica 3 (Saneamento Básico Zona Rural): RESPOSTA - PLAUSÍVEL RESPOSTA - RUPTURAS QUESTÃO CHAVE 3.1) Os órgãos competentes estão preparados para erradicar o esgoto a céu aberto? 3.1.1) Promover juntos aos órgãos competentes o desenvolvimento e erradicação de esgoto a céu aberto 3.1.2) Fazer parcerias público - privado 3.2) A SABESP fornece água tratada, oferece esgoto cuidado? 3.2.1) Expandir água para os bairros 3.2.2) Procurar auxilio e fazer mais investimento 3.3) Existe diagnóstico das demandas da população, principalmente na zona rural? 3.3.1) Ter um programa de saneamento para o município com recursos garantidos 3.3.2) Um novo modelo em saneamento para a zona rural que cada produtor força através de cursos de capacitação sem que prejudiquem o ambiente 3.4) Qual é o modelo, quem vai implantar, onde implantar? 3.4.1) Fazer parceria com universidade / Sabesp / prefeitura 3.4.2) Buscar modelo agroecológico para comunidades menores Cenário Parcial 3.1 (3.1.1; 3.2.1; 3.3.2; 3.4.1) ( ):Promover junto aos órgãos competentes o desenvolvimento e erradicação de esgoto a céu aberto, expandir água para os bairros, com um novo modelo em saneamento para a zona rural, que cada produtor força através de cursos de capacitação sem que prejudiquem o ambiente, fazendo parcerias com universidade ; SABESP / prefeitura. Cenário Parcial 3.2 (3.1.2; 3.2.2; 3.3.1; 3.4.1) ( ):Fazer parcerias público / privado, procurando auxílio e fazendo mais investimento, tendo um programa de saneamento para o município com recursos garantidos, fazendo parcerias com universidade / SABESP / prefeitura, Figura 13: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 3 ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 44 4.4) Cenários parciais referentes as questões chave da mudança crítica 4 (Mudança de paradigma Educacional municipal e estadual): RESPOSTA - PLAUSÍVEL RESPOSTA - RUPTURAS QUESTÃO CHAVE 4.1) Como empoderar a sociedade? 4.1.1) Elevação consciência política, adaptação da metodologia, participação dos pais e toda comunidade que rodeia a escola 4.2) De que forma a ausência do plano municipal de educação interfere na qualidade educacional? 4.2.1) Plano municipal de educação e o instrumento norteador das ações educacionais apresentando os anseios sociais; expectativas profissionais e diretrizes curriculares 4.3) Como conquistar os professores / profissionais de educação a aplicarem novos métodos educativos? 4.3.1) Motivar e animar os profissionais através de capacitação Cenário Parcial 4.1 (4.1.1; 4.2.1; 4.3.1) ( ): Elevação da consciência política, adaptação da metodologia, participação dos pais e toda comunidade que rodeia a escola, elaboração do plano municipal de educação e o instrumento norteador das ações educacionais apresentando os anseios sociais, expectativas profissionais e diretrizes curriculares, motivando e animando os profissionais através de capacitação. 4.1.2) Forma de avaliação dos professores/metodologia utilizada nos espaços de formação dos professores 4.2.2) Implantação de novo modelo educacional, centrado na pedagogia libertária. 4.3.2) Confrontar as normas do sistema oficial de educação Cenário Parcial 4.2 (4.1.2; 4.2.2; 4.3.2) ( ): A forma de avaliação dos professores / metodologia utilizada nos espaços de formação dos professores, propiciando a implantação de novo modelo educacional, centrado na pedagogia libertária, confrontando as normas do sistema oficial de educação. Figura 14: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 4 4.5) Cenários parciais referentes as questões chave da mudança crítica 5 (Tributar as empresas que atuam no município e outros): RESPOSTA - PLAUSÍVEL RESPOSTA - RUPTURAS QUESTÃO CHAVE 5.1) Que benefício irá trazer ao município? 5.1.1) Aumento da arrecadação 5.1.2) Fiscalização da sociedade 5.2) Qual o impacto da não criação do sistema tributário municipal? 5.2.1) E o NÃO crescimento do município 5.2.2) Implantação sistemática e eficaz do sistema tributário 5.3) Como elaborar leis de obrigatoriedade fiscal e tributar os impostos das empresas que fazem uso das terras e matéria prima do município? 5.3.1) Mobilizar o poder publico para elaboração das leis de obrigatoriedade fiscal do município 5.3.2) Comprometimento, forca de vontade dos políticos e da sociedade Cenário Parcial 5.1 (5.1.2; 5.2.1; 5.3.1) ( ):A fiscalização da sociedade, e o não crescimento do município, mobilizando o poder público, para elaboração das leis de obrigatoriedade fiscal do município. Cenário Parcial 5.2 (5.1.1; 5.2.2; 5.3.2) ( ):O aumento da arrecadação com a implantação sistemática e eficaz do sistema tributário e com o comprometimento, força de vontade dos políticos e da sociedade. Figura 15: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 5 ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 45 5) Elaboração do cenários globais a partir dos cenários parciais: QUESTÃO CHAVE RESPOSTA - PLAUSÍVEL RESPOSTA - RUPTURAS 1. Como fortalecer os grupos organizados (sindicatos, cooperativas)? Cenário Parcial 1.1 Cenário Parcial 1.2 2. Como elaborar o Programa de ATER agroindustrilização? Cenário Parcial 2.1 Cenário Parcial 2.2 3. Como efetuar o Saneamento Básico na Zona Rural ? Cenário Parcial 3.1 Cenário Parcial 3.2 4. Como mudar o pradigma Educacional municipal e estadual? Cenário Parcial 4.1 Cenário Parcial 4.2 5. Como mudar o pradigma Educacional municipal e estadual? Cenário Parcial 5.1 Cenário Parcial 5.2 Cenário Global 1 (1.2; 2.2; 3.1; 4.1; 5.1) ( ):.A sociedade quebra paradigmas, conceitos, regras, etc, om isso seja uma organização participativa, tornando-se necessário se organizar de acordo com as vocações, de forma a fortalecer o convívio e suas influências, de modo que democratize os espaços para que todos se sintam a vontade para falar. A agricultura para agricultores, técnicos para agricultura, mapeando a potencialidade de produção do município e elaborando projeto contínuo da agroindustrialização do sistema cooperativo, rompendo de vez com a ATER e ir atrás de outros meios. Promover junto aos órgãos competentes o desenvolvimento e erradicação de esgoto a céu aberto, expandir água para os bairros, com um novo modelo em saneamento para a zona rural, que cada produtor força através de cursos de capacitação sem que prejudiquem o ambiente, fazendo parcerias com universidade ; SABESP / prefeitura. A elevação da consciência política, a adaptação da metodologia, a participação dos pais e toda comunidade que rodeia a escola, a elaboração do plano municipal de educação e o instrumento norteador das ações educacionais apresentando os anseios sociais, as expectativas profissionais e as diretrizes curriculares, motivando e animando os profissionais através de capacitação. A fiscalização da sociedade, e o não crescimento do município, mobilizando o poder público, para elaboração das leis de obrigatoriedade fiscal do município. Cenário Global 2 (1.1; 2.1; 3.2; 4.2; 5.2) ( ): A sociedade organizada obtenha mais conquistas, tais como: dignidade, conscientização, cidadania, direitos, etc, com isso seja uma organização participativa, um novo modelo de organização a partir de bases sólidas, que democratize os espaços para que todos se sintam a vontade para falar. Mudar o modelo existente de assistência técnica, por meio de uma equipe de agentes de ATER local preparada e qualificada, gerando a agroindustrialização do sistema cooperativo, por meio da capacitação técnica. Fazer parcerias público / privado, procurando auxílio e fazendo mais investimento, tendo um programa de saneamento para o município com recursos garantidos, fazendo parcerias com universidade / SABESP / prefeitura, A forma de avaliação dos professores / metodologia utilizada nos espaços de formação dos professores, propiciando a implantação de novo modelo educacional, centrado na pedagogia libertária, confrontando as normas do sistema oficial de educação. O aumento da arrecadação com a implantação sistemática e eficaz do sistema tributário e com o comprometimento, a força de vontade dos políticos e da sociedade. Figura 16: Construção de Cenários Globais a partir dos Cenários Parciais referentes às Mudanças Críticas ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 46 VIII) Oficina das “Mudanças críticas ... à situação que está em jogo dos atores” 1) O objeto desta oficina consiste em: • Identificar a partir das mudanças críticas do Município Ribeirão Branco – SP e região, os outros atores implicados pelas situações que estão em jogo. Oficina “mudanças críticas ... aos cenários exploratórios” seguiu as etapas: Utilizar as principais mudanças crítica listadas e consideradas importantes, na oficina II, que foram consideradas fatores de mudança de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, meio ambiente etc.), de qualquer ordem (externa, interna), pressentidas, almejadas ou temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030 Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista de atores Todos estes atores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os participantes. O grupo obterá os atores que possuem um papel importante no Município Ribeirão Branco – SP e região. Para cada ator, identifica-se seus interesses, suas preocupações em relação as situações em jogo e os objetivos que ele persegue. Construir a matriz de relações de influências entre os atores identificados do Município Ribeirão Branco – SP e região. Cada ator defende seus interesses e busca alcançar seus objetivos, exercendo influência sobre os outros atores, por meio de suas atitudes, seus comportamentos e suas ações. Para cada ator, identifica-se e avalia-se sua influência sobre os outros atores, segundo a pontuação abaixo: 4 – quando o ator Ai pode contestar ou pode confirmar a existência do ator Aj 3 - quando o ator Ai pode contestar ou pode confirmar as missões do ator Aj 2 - quando o ator Ai pode contestar ou pode confirmar os projetos do ator Aj 1 - quando o ator Ai pode contestar ou pode confirmar os processos operacionais do ator Aj 0 - quando o ator Ai não tem qualquer influência sobre o ator Aj Analisar em conjunto o Plano: influência x dependência dos atores. Especificar, para cada situação em jogo, os objetivos perseguidos pelos atores do Município Ribeirão Branco – SP e região. 2) Na Tabela 9, foram consideradas as mudanças críticas, da oficina II, as mais importantes, sendo identificados os atores considerados importantes pelos participantes por fator crítico. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 47 Tabela 9: Relação de Atores por mudança crítica considerada importante MUDANÇAS CRITICAS Fortalecimento da Sociedade Civil ATER agroindustrialização Saneamento Básico Mudança de paradigma Educacional Tributar as empresas que atuam no município e outros ATORES Associação de Bairros Palmeirinha Prefeitura Municipal de Ribeirão Branco Câmara municipal de Ribeirão Branco Conselho Municipal de Pastores de Ribeirão Branco Secretaria Municipal de Agricultura de Ribeirão Branco Ministério do Desenvolvimento Agrário FUNASA (Fundação Nacional de Saúde) Colegiado de Gestão Regional de Itapeva SABESP Secretaria de Educação Municipal de Ribeirão Branco Secretaria Estadual de Educação -SP Conselho Municipal de Educação de Ribeirão Branco Transportadora TRANSPEN CONDERSUL GRUPO ORSA Agrocomercial Agro-Maia Madeireira Pinara Barraca Condor Secretaria Municipal de Finanças de Ribeirão Branco OBS.: O ator, Sindicato Empregados Rurais de Ribeirão Branco e Guapiara – FERAESP, foi considerado na lista de atores da mudança crítica: Fortalecimento da Sociedade Civil, mas não foi incluído na relação de atores. No exercício de aprendizagem de atores não há problema, porém deve ser tomado cuidado para não esquecer nenhuma informação que foi considerada durante as oficinas ou reuniões de trabalho no decorrer do processo prospectivo. A partir dessas informações foi construida a matriz de relações de influências entre os atores identificados do Município Ribeirão Branco – SP e região. Para que a matriz fosse construída foi utilizado o software MACTOR, do LIPSOR – CNAM, onde os atores identificados foram registrados, gerando desses registros de dados e os mnemônicos na seguinte matriz: N° 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 LO NG L AB EL Conselho Municipal de Pastore de Ribeirão Branco Associação de Bairro Palmerinha Prefeitura Municipal de Ribeirão Branco Câmara Municipal de Ribeirão Branco Secr de Agricultura de Rib. Branco Ministério de Desenvolvimento Agrário Ministério Público de Itapeva FUNASA Colegiado de Gestão Regional De ITAPEVA SABESP Conselho Municipal da Educação de Rib. Branco Secretaria Municipal Educação RB Secretária Estadual de Educação SP Secretaria de Finanças RB Transportadora Transpen CONDERSUL GRUPO HORSA Barraca CONDOR Agrocomercial AGROMAIA Madeireira PINARA SHORT LABEL CONSMUPAST ASSOBAIPAL PREFRB CMRB SMAA MDA MPITAPEVA FUNASA CGE SABESP CONSMERB SMERB SEESP SFRB TRANSPEN CONDERSUL GRUPOHORSA CONDOR AGROMAIA PINARA DESCRIPTION ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 48 O software MACTOR gera a matriz abaixo, Ator x Ator, com os nomes mnemônicos, esta matriz deve ser exportada para o software EXCEL, para que seja efetuada a análise Ator x Ator, conforme consta abaixo. PINARA AGROMAIA CONDOR GRUPOHORSA CONDERSUL TRANSPEN SFRB SEESP SMERB CONSMERB SABESP CGE FUNASA MPITAPEVA MDA SMAA CMRB PREFRB ASSOBAIPAL CONSMUPAST CONSMUPAST 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ASSOBAIPAL 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 PREFRB 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CMRB 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 SMAA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 MDA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 MPITAPEVA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 FUNASA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CGE 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 SABESP 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CONSMERB 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 SMERB 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 SEESP 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 SFRB 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 TRANSPEN 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CONDERSUL 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 GRUPOHORSA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 CONDOR 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 AGROMAIA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 PINARA 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Os participantes deverão de comum acordo expressar se um ator influência ou não os demais, considerando o grau de influência de 0 a 4, considerando zero sem nenhuma influência e 4 o máximo de influência. A matriz, a seguir, contém os pesos de acordo com a maioria dos participantes presentes neste processo. Esse processo de dar pesos de comum acordo sugere que cada participante tenha escrito numa folha de papel os números: 0, 1, 2, 3 e 4, mostrando o peso que melhor expressa a influência do ator considerado sobre os demais. Esse processo deve ser efetuado por ator, considerando a linha, mas verificando a influência nos atores que estão nas colunas seguintes, fazendo a pergunta: qual é a influência que o ator CONSMUPAST tem sobre CONSMUPAST?; no caso ele mesmo, que é zero, depois sobre o ator da coluna seguinte: ASSOBAIPAL, por meio da questão: qual é a influência que o ator CONSMUPAST tem sobre o ator ASSOBAIPAL?; depois sobre o ator da coluna seguinte: PREFRB, repete a pergunta: qual é a influência que o ator CONSMUPAST tem sobre o ator PREFRB? E o processo continua da mesma maneira para os atores seguintes. Depois de terminar essa linha do ator CONSMUPAST, passa para o ator da linha seguinte, o ASSOBAIPAL, que deverá ser analisada sua influência em relação aos outros atores, utilizando a mesma questão: qual é a influência que o ator ASSOBAIPAL tem sobre o ator CONSMUPAST?, e assim sucessivamente até analisar todos os atores de sua influência em relação aos outros atores. ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP 49 0 0 2 1 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 2 1 0 0 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 2 1 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 2 1 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 0 0 0 © LIPSOR-EPITA-MACTOR 0 0 2 2 0 0 1 2 2 0 0 0 2 0 2 0 2 0 0 0 PINARA 1 2 2 2 0 0 2 0 0 0 0 0 1 0 0 2 2 0 0 0 AGROMAIA 0 0 4 2 2 0 2 2 0 0 2 2 2 0 0 0 2 0 0 0 CONDOR 0 0 2 1 0 0 2 2 0 0 2 2 0 0 0 2 2 0 0 0 GRUPOHORSA 2 2 4 2 1 0 2 2 0 1 4 0 3 2 0 0 2 0 0 0 CONDERSUL 2 1 3 2 1 0 2 2 0 0 0 2 3 2 0 0 2 0 0 0 TRANSPEN 0 0 2 2 1 0 2 3 2 0 2 1 1 0 2 2 3 0 2 0 SFRB 0 0 2 2 0 0 2 2 0 0 0 0 0 0 1 2 2 2 2 0 SEESP 0 0 2 2 0 3 2 0 2 2 2 0 2 0 1 2 2 0 2 0 SMERB CONSMERB 1 1 2 3 1 2 0 2 2 2 2 0 2 2 2 2 2 2 2 0 SABESP 0 0 2 2 3 0 2 2 0 0 0 0 0 0 0 2 2 0 0 0 CGE FUNASA 0 0 4 2 0 2 2 1 0 1 0 2 1 4 2 2 1 2 2 0 MPITAPEVA 2 2 3 0 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 0 0 MDA 2 2 0 3 2 2 3 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 0 SMAA 0 0 3 2 0 0 2 0 0 2 2 2 0 0 2 0 0 0 0 0 CMRB PREFRB 0 2 1 2 0 0 1 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ASSOBAIPAL CONSMUPAST ASSOBAIPAL PREFRB CMRB SMAA MDA MPITAPEVA FUNASA CGE SABESP CONSMERB SMERB SEESP SFRB TRANSPEN CONDERSUL GRUPOHORSA CONDOR AGROMAIA PINARA CONSMUPAST MDI Influences are graded from 0 to 4 according to the importance of the actor's possible jeopardy: 0: No influence 1: Operating procedures 2: Projects 3: Missions 4: Existance Figura 17: Plano de influências e dependências entre os atores ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 50 A figura 17 mostra o resultado gerado pelo software MACTOR depois que os pesos foram dados pelos participantes de comum acordo na matriz Ator x Ator, mostrando os atores mais dominantes, os atores dominados, os de ligação ou de passagem e os atores autonomos, que não são influentes nem dependentes. Atores dominantes Eixo de Controle Eixo de Implicação Atores de ligação ou de passagem obrigatória Atores autônomos Atores dominados Figura 18: Plano de influências e dependências entre os atores com as respectivas explicações A Figura 18 contém informações explicativas sobre os atores, o que cada quadrante significa e a explicação dos eixos de controle e de implicação: Eixo de Implicação: • Um ator pouco influente e pouco dependente, fora do jogo; ao contrário, muito influente e dependente, mais ele está envolvido nas redes de influência e dispõe de meios de ação. Eixo de Controle: • Permite de distinguir os atores dominantes dos atores mais sensíveis (ou dominados) No que concerne a matriz Ator x Objetivos, não foi possível ser elaborada em razão da não definição dos objetivos dos atores, no momento de seu cadastramento, por falta de tempo. Para introduzir as informações sobre os objetivos e outros dados sobre os atores, deverá ser efetuado no momento de registrar o ator, conforme figura 19, tela do software para registro dos atoresou quando for possível, lembrando que sempre fazer uma cópia em “EXCEL” para que o software MACTOR não perca as informações. No momento de registro dos dados dos atores, nome por extenso, o nome mnemônico, a descrição detalhada do ator, na janela seguinte, o(s) objetivo(s) do ator e sua descrição, como também as forças e fraquezas desse ator, podendo cadastrar os dados das pessoas entrevistadas, conforme a figura 19. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 51 Figura 19: Tela do Software MACTOR para registro dos atores e seus respectivos objetivos ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 52 Consolidação dos Resultados obtidos nas diversas Oficinas Realizadas no Curso de Capacitação do Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco SP A partir dos resultados obtidos nas diversas oficinas é elaborado uma síntese, conforme na figura 20, que retrata as variáveis chave que comporão a Análise Estrutural da Prospectiva Regional e será utilizado o software MICMAC, da LIPSOR – CNAM. Melhoria na Gestão Pública, fortalecimento dos grupos organizados; falta de organização social; ausência de pessoal para elaboração de projetos, falta de visão dos políticos; Falta de recursos financeiros e vontade de trabalho Dinamizar a região tecnologicamente, Eficiência / ausência de comunicação Infra-estrutura geral, Saneamento básico; iluminação; conservação de estradas; Asfalto da Rodovia Rib. Branco – Apiaí (SP249) Prefeitura de Ribeirão Branco Desenvolvimento do Pólo Turístico, Falta investimento em Turismo Ministério Público de Itapeva Sindicato dos Empregados Rurais de Rib. Branco e Guapiára Grupo Horsa Desenvolvimento de Ribeirão Branco SP no horizonte 2030 Desenvolvimento Sustentável Rural Efetuar a regularização fundiária; Programa ATER – agroindústria; saneamento básico na zona rural; êxodo rural; efetuar o mapeamento agrícola e agroecollógico, Agricultura Familiar Preocupação com o meio ambiente, Recuperação das micro bacias (23); Controle maior das ações de reflorestamento; Usina de Compostagem – resíduos residenciais Infra-estrutura social, Melhoria no sistema de saúde (preventivo); melhoria no sistema educacional; e de educação; melhor qualificação profissional; desenvolver atividades educacionais com crianças e adolescentes; escolas técnicas; cumprir normas de investimentos em educação e saúde Figura 20: Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formação-ação de Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco – São Paulo - SP A partir dessas informações, inicia-se o processo de Análise Estrutural. ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP 139 ANEXO B Ata da Reunião – Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de Ribeirão Branco – SP ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP Ata da Reunião – Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de Ribeirão Branco – SP Reunião realizada na Câmara Municipal de Ribeirão Branco, no dia seis de julho de 2011 iniciada as 08:30 horas, com os Empresários de Ribeirão Branco. Tendo os participantes listados em anexo a esta ata. O Sr. Antônio Luís Aulicinio deu as boas vindas a todos os presentes na Plenária, apresentou que o objetivo desta reunião é a distribuição dos fatores chaves entre os participantes do o Processo Prospectivo para desenvolver de forma sustentável o Município de Ribeirão Branco, com o horizonte de 2030. Este mesmo conduziu todos os trabalhos do dia. O Sr. Antônio agradeceu a todos aqueles que se prontificarão a trazer as pessoas para os trabalhos e assim fizeram. Falou que os trabalhos da Prospectiva começaram em outubro de 2010 e hoje além da apresentação do Processo Prospectivo será apresentado os resultados do Seminário realizado nos dias quatro e cinco de junho, e depois já começaremos junto a todos ali presente a distribuição dos trabalhos para dar continuidade ao processo. A apresentação do Processo Prospectivo segue em anexo junto a esta ata. Lembrou que todos ali tem que se apropriarem do conhecimento isso é muito importante para que o processo seja participativo e desenvolvido pela sociedade e para a sociedade. É necessário entender o que é um Processo Prospectivo, para isso o precisamos saber onde estamos pra planejarmos onde queremos chegar, mas se não definirmos onde queremos chegar o ambiente nos leva, ficamos assim à deriva. Na Constituição Brasileira afirma-se que o poder emana do povo, mas não estamos usando este poder, nos temos que construir, afinal estamos interligados. A principal diferença entre projeção e prospectiva é que a projeção é um prolongamento no futuro de tendências passadas, já a prospectiva antecipa para orientar a ação, isto sempre com apropriação. Para isto deve haver comprometimento, todos participam do processo e cada um tem seu papel, a sociedade civil deve participar das criações e não apenas executá-las, precisamos ver longe, com ousadia, prestar atenção nos riscos, mas de maneiras diferentes. O sistema de governança antigamente era feito pelos tomadores de decisões, e as partes interessadas apenas executavam, mas cada qual no seu lugar não havia relação entre os tomadores de decisões e os demais. Nesse sistema de governança nova todos trabalham construindo juntos, pois cada um de nos enxergamos uma realidade de maneira diferente, então pegamos a realidade 1 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP entendemos juntos e construímos juntos, não estamos acostumados às mudanças e também principalmente as rupturas são elas que geram a inovação, tecnologia. Precisamos pensar juntos, afinal Ribeirão Branco, não está sozinho, por isso é utilizado como figura o diamante das múltiplas faces, onde nela estão incluídos noves dimensões. Para se ter todas estas visões, ver o presente em todas as dimensões e realizar a retrospectiva para saber o porquê da situação presente, lembrando que todos os agentes sociais estão sempre interligados e, em conjunto construir uma visão estratégica de futuro (desejável, possível e ou realizável) para executar as ações hoje para construir o futuro, sempre com apropriação, para haver conhecimento e o comprometimento. A prospectiva chega numa região através de uma crise, ordenação territorial, avaliar o potencial de uma região, dominar o crescimento rápido ou evitar evolução lenta desvitalizando a região diminuindo a população, este é um dos principais motivos para a prospectiva ter chegado neste município. A necessidade do processo prospectivo inclui uma nova dinâmica de desenvolvimento, um novo posicionamento, construir uma nova identidade, uma visão a longo prazo e compartilhada. Assim temos uma ação publica com vários desafios interdependentes que vão evoluindo no tempo, tendo uma visão das dimensões junto com todas as esferas que estamos incluídas, com inúmeras contribuições. Mas para se obter estas contribuições e o processo prospectivo acontecer é necessários que acontecem as rupturas e não apenas trabalharmos com tendências que é uma mudança mensurável. Este trabalho visa que sejamos proativos, saber identificar nosso papel, tendo como fundamental ponto a antecipação com ação e apropriação. Trata-se de um processo de construção com uma gestão participativa e transparente, durante a apresentação foi dado exemplos de cidade e países Europeus que desenvolvem este trabalho, e no final dele é assinado um contrato que deverá ser cumprido indiferente da mudança de governantes. Assim podemos observar todas as etapas que estão sendo desenvolvidas e a metodologia aplicada na apresentação em anexo. Assim seminário teve as oficinas, que foram como uma rampa de lançamento de um foguete, deste processo e para aprendermos e agir juntos, trabalhando as ações hoje para termos um futuro desejado. Foi lembrado que este processo é desenvolvido pela Europa, na França, desde 1960 e também desde 1950 pelos Estados Unidos por isso é o país mais desenvolvido. Relembrou todos os comitês que estão desenvolvendo o trabalho e a importância da construção do Banco de Dados do 2 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP Sistema de Geotecnologia, que caracterizara todo o município e assim com este poderemos fazer todo o zoneamento municipal e assim os governantes poderão tomar as decisões de maneira consciente. Detalhou o andamento das oficinas, realizadas no Seminário, informando a quantidade de participantes, a estatística, e como eram foram realizadas as oficinas. Síntese das ações listadas. E um resumo dos resultados. Todas as informações apresentadas hoje assim como o resultado detalhado das oficinas estão divulgadas é de acesso a todos, também o resultado das oficinas apresentado será anexado a esta ata. A consolidação das oficinas tanto do seminário como o curso efetuado pelo comitê local. Foram identificadas 46 variáveis-chaves foram citadas. As variáveis-chave por tema estão relacionadas a seguir: Fortalecimento dos Grupos Organizados Falta de Organização Social em Alguns setores Melhoria da Gestão Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos Falta de Visão Política da Sociedade Falta de Recursos Financeiros Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Dinamizar a Região Universidades por meio CT&I Escolas Técnicas Saneamento Básico (zona urbana e rural) Melhorar as Estradas para Escoamento por tipo de Produção Asfalto da Rodovia Ribeirão Branco - Apiaí (SP249) Infaraestrutura Geral Sistema Tecnologia de Informação e da Comunicação Melhoria no Sistema de Transporte Efetuar a Regularização Fundiária Garantir o acesso à Política Nacional ATER Êxodo Rural Efetuar Mapeamento Agrícola e Incentivo à Produção Agroecológico Desenvolvimento Plano de Marketing dos Produto Agrícolas de RB Sustentável Rural Agricultura Familiar Controle do Uso de Agrotóxico Facilitar o acesso ao Hospital para as Comunidades Rurais Melhoria no Sistema de Saúde Atenção Básica Municipal Cumprir normas de Investimentos em Saúde (Público e PRIVADA) Melhoria no Sistema Educacional Municipal Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal Infra-estrutura Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para Crianças e Adolescentes Social Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População Cumprir normas de Investimentos em Educação (Público e PRIVADA) Melhoria no Sistema de Habitação Municipal Desenvolver Sistema de Segurança Pública Municipal Desenvolvimento Falta Investimento em Turismo 3 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP do Pólo Turístico Geração de emprego com qualidade Preocupação com Meio Ambiente Atores Resgatar a Cultura Desenvolver a Agroindústria Atrair Indústria Fortalecer o Comércio Local Conscientizar a Sociedade sobre o Meio Ambiente Recuperação das Micro Bacias (23 Bacias) Controle maior das Ações de Reflorestamento Formular Políticas Públicas para os Resíduos Sólidos CONDERSUL Ministério Público Sindicato dos Empregados Rurais de Rib. Branco e Guapiara Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar Guapiara e Ribeirão Branco Grupo Orsa Prefeitura de Ribeirão Branco Câmara de Vereadores do Município Após a apresentação de todas as variáveis, foi apresentado o projeto do Parque Tecnológico, onde também a apresentação do mesmo será anexada a esta ata. Todos ali presentes foram avisados que no dia sete de julho será realizado as oito horas na Secretaria Municipal da Agricultura, uma reunião para a elaboração do projeto do Parque Tecnológico, e está aberto a todos que desejarem entrar no grupo para este trabalho. Depois os participantes para se inscreverem nas variáveis-chave, que estavam dispostas por tema e relacionadas no flip-chart coladas nas paredes, escreveram seu nome e seus dados para contato, no post-it e colaram nas respectivas variáveis-chave em que vão trabalhar, podendo escolar mais do que uma. Daqueles que participaram da Reunião, inscreveram-se nas variáveis-chaves 85 pessoas, alguns em mais de uma variável-chave. A relação das variáveis-chave e dos respectivos nomes e contatos das pessoas inscritas estão na tabela seguinte: 4 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP Nome das Pessoas Inscritas para Analisar e Desenvolver as Variáveis-Chave Nome Variáveis-chave Contato Formular Políticas Públicas para os Resíduos Sólidos Ana Carolina D. M. Souza Atrair Indústria Acir Ribeiro (15) 9739-5117 Fortalecimento dos Grupos Organizados Adriana Escola Honorato - Itaboa Melhoria no Sistema Educacional Municipal Adriana R. Goes (15) 9716-6001 [email protected] Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal Adriele do Couto (15) 9758-3722 1 2 3 4 5 Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para Crianças e Adolescentes Alessandra martins de Paula (15) 9720-0322 [email protected] 6 Atrair Indústria Universidades Alessandro S. Alves (15) 9768-8350 [email protected] 7 Ana Leme (15) 9613-7959 [email protected] 8 Ana Paula (15) 9722-0067 [email protected] 9 Andersonde Siqueira Gomes (15) 9702-3723 [email protected] 10 Antônio Luis Aulicinio (11) 3507-0578 11 Atrair Indústria Arair Alves dos S. Ribeiro (15) 3551-1270 Melhoria no Sistema Educacional Municipal Aurea (15) 9733-8186 [email protected] Melhoria no Sistema Educacional Municipal Carmem (15) 9630-7428 [email protected] 12 13 14 Carolina Vilaruel (15) 3551-5104/97310884 [email protected] 15 Universidades Melhoria no Sistema Educacional Municipal Falta Investimento em Turismo Fortalecer o Comércio Local Fortalecimento dos Grupos Organizados Melhoria no Sistema de Transporte Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Falta Investimento em Turismo Melhoria no Sistema de Saúde Atenção Básica Municipal Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal Falta de Recursos Financeiros Facilitar o acesso ao Hospital para as Comunidades Rurais Caster C. Silva 16 Agricultura Familiar Cecilia Gonçalves Efetuar a Regularização Fundiária Claudinei Felizardo da Silva 17 18 Cumprir normas de Investimentos em Saúde (Público e PRIVADA) 5 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP Agricultura Familiar Desenvolver a Agroindústria Falta de Organização Social em Alguns setores Cleia Correa (15) 9745-2280 Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos Cleonice (15) 9730-6627 19 20 Cristiane F. de Souza Silva (15) 9740-0809 [email protected] 21 Melhoria no Sistema Educacional Municipal Débora c. dos Santos (15) 9648-0028 [email protected] Universidades Eder Tiago M. Farias (15) 9664-5204 [email protected] Falta de Visão Política da Sociedade Edmilson Apareecido Rodrigues Melhoria no Sistema de Transporte Edna Ap. Silva Souza (15) 9792-8650 [email protected] Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal Eduardo Keidi Orita (15) 3553-1198 [email protected] Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Eliana Leme de Souza Machado (15) 9779-5147 Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal Eliza Guerra (15) 9719-3503 [email protected] Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População Elizabet [email protected] Melhoria no Sistema Educacional Municipal Elizabeta (15) 9714-9841 [email protected] Falta de Organização Social em Alguns setores Elizete (15) 3553-1272/9134-6336 Melhoria no Sistema Educacional Municipal Erica Araujo (15) 9720-7717 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 Ezequiel Oliviera Lima (15) [email protected] 33 Fabiana L. Fontanini (15) 9603-6647 34 Melhoria no Sistema de Saúde Atenção Básica Municipal Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal Asfalto da Rodovia Ribeirão Branco - Apiaí (SP249) Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População Desenvolver Sistema de Segurança Pública Municipal Falta Investimento em Turismo Conscientizar a Sociedade sobre o Meio Ambiente Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal Efetuar a Regularização Fundiária 35 Francisco Feitosa Garantir o acesso à Política Nacional ATER Universidades Gilmar S. Pedroso (15) 9721-4725 Atrair Indústria Agricultura Familiar Gisele do nascimento Gonçalves 36 37 6 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP Cumprir normas de Investimentos em Educação (Público e PRIVADA) Georgina P. Oliviera Melhoria no Sistema Educacional Municipal Helida Controle maior das Ações de Reflorestamento Helena M. Lima Recuperação das Micro Bacias (23 Bacias) Ismael Carrenho Melhoria no Sistema Educacional Municipal Jeane [email protected] Melhoria no Sistema Educacional Municipal Jeansilmara (15) 3551-4195 [email protected] 38 39 40 41 42 43 Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico João Antonio Aranha Junior (15) 9754-9405 [email protected] 44 (15) 3553-1202/35218186 [email protected] Falta Investimento em Turismo 45 João Claudio Agricultura Familiar Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Universidades Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para Crianças e Adolescentes João Trevisam (11) 8306-2971 46 José Luiz Pacheco de Lima (15) 9771-7866 47 José Roberto Moraes (15) 9752-8779/9733-0127 [email protected] 48 Desenvolver Sistema de Segurança Pública Municipal Fortalecimento dos Grupos Organizados Agricultura Familiar Controle do Uso de Agrotóxico Melhoria no Sistema de Habitação Municipal Controle maior das Ações de Reflorestamento Sistema Tecnologia de Informação e da Comunicação Garantir o acesso à Política Nacional ATER Plano de Marketing dos Produto Agrícolas de RB Controle do Uso de Agrotóxico 49 José Vicente Felizardo da Silva Desenvolver a Agroindústria Agricultura Familiar Juvelina Melhorar as Estradas para Escoamento por tipo de Produção Juarez S. Pereira Kariana Lourente Nascimento Orita Fortalecer o Comércio Local (15) 9734-8499 50 51 (15) 3553-1198/9790-6171 [email protected] 52 7 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal Karina da Silva Matias (15) 9167-9808 53 Falta de Organização Social em Alguns setores Karine Aparecida de O. Ribeiro (15) 3553-1292 [email protected] 54 Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População Kelly (15) 9600-8247 [email protected] 55 Falta Investimento em Turismo Atrair Indústria Leandro Gomes da Silva (15) 9629-7241 56 Conscientizar a Sociedade sobre o Meio Ambiente Asfalto da Rodovia Ribeirão Branco - Apiaí (SP249) Facilitar o acesso ao Hospital para as Comunidades Rurais Leonil Pereira 57 Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Liege Petroni 58 Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Efetuar Mapeamento Agrícola e Incentivo à Produção Agroecológico Lucelmo Valentim Falta de Recursos Financeiros Luciana Cardoso Melhoria no Sistema Educacional Municipal Melhoria no Sistema de Saúde Atenção Básica Municipal Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Universidades Melhoria no Sistema de Habitação Municipal Recuperação das Micro Bacias (23 Bacias) (15) 3551-1297/91439617 [email protected] 59 Luciano V. Proença (15) 9723-4786 [email protected] 60 61 Lucinei Paes de Lima (15) 9607-6813 [email protected] 62 Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População Luiz Claudio Candico de Oliveira (15) 9644-2138 [email protected] Sistema Tecnologia de Informação e da Comunicação Luiz Rogerio Fogaça (15) 9752-8778 63 64 65 Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Maraine Correa Gomes (15) 9725-3003 [email protected] 66 Luizmar Rodrigues Desenvolver a Agroindústria Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Marcos Santos Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Marcelo Teobaldo (15) 9713-0263/9787-5098/3553-2015 [email protected] 67 68 Conscientizar a Sociedade sobre o Meio Ambiente Cumprir normas de Investimentos em Saúde (Público e PRIVADA) Marcos Fabiano da Silva (15) 3553-1380/ 9745-4810 [email protected] 69 Atrair Indústria Melhoria no Sistema de Transporte Maria do Carmo Oliveira 70 8 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População Falta Investimento em Turismo Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos Maria Luzia Teixeira Rodrigues (15) 3553-1219 71 Miriane (15) 9745-6419 [email protected] 72 Naiane Cprdeiro Vieira (15) 9744-2907 [email protected] 73 Nicolau T. Wernek (15) 9774-4786 [email protected] 74 Melhoria no Sistema Educacional Municipal Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Êxodo Rural Controle maior das Ações de Reflorestamento 75 Nivaldo de Siqueira Gomes Êxodo Rural Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Melhoria no Sistema de Transporte Desenvolver Sistema de Segurança Pública Municipal Oswaldo R. Leão (15) 9703-4284 [email protected] 76 Resgatar a Cultura Cumprir normas de Investimentos em Educação (Público e PRIVADA) Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Garantir o acesso à Política Nacional ATER 77 Pamola A. Bento Patrícia Cartier Paranhos (11) 9962-2022 [email protected] 78 Escolas Técnicas Paulo Henrique Candido (15) 9661-9420 Agricultura Familiar Pedro de Lima Forte 79 80 Pedro Rossi (15) 9623-5351 [email protected] 81 Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal Rafaela Gonçalves (15) 9762-3842 [email protected] Melhoria no Sistema Educacional Municipal Regina Lucia da Silva Lima [email protected] Falta de Visão Política da Sociedade Reinaldo Carneiro (15) 3551-1398 Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos Robson K. F. Rodrigues (15) 9767-8468 [email protected] 82 83 84 85 Plano de Marketing dos Produto Agrícolas de RB Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Saneamento Básico (zona urbana e rural) Melhorar as Estradas para Escoamento por tipo de Produção Controle do Uso de Agrotóxico Conscientizar a Sociedade sobre o Meio Ambiente 9 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Falta Investimento em Turismo Atrair Indústria Resgatar a Cultura Rogerio de Moura Jorge [email protected] Falta de Organização Social em Alguns setores Rosana M. Correa Rodrigues (15) 3553-1139/9141-1468 [email protected] Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos Rosinei (15) 9787-4461 86 87 88 Rubens Rabczuk (15) 9747-6348 [email protected] 89 Melhoria no Sistema Educacional Municipal Sandra (15) 9743-8476 [email protected] Agricultura Familiar Solange (15) 9731-2141 Falta de Organização Social em Alguns setores Sonia Ap. de Oliviera (15) 3551-5313/9609-8320 [email protected] Melhoria no Sistema Educacional Municipal Tatiane Pires (15) 9716-8349 Melhoria no Sistema Educacional Municipal Valdir de Jesus Assunção (15) 3551-4199 Melhoria no Sistema Educacional Municipal Vanessa (15) 3521-2567 [email protected] Saneamento Básico (zona urbana e rural) Vani Duarte de Lima (15) 9673-5321 Sistema Tecnologia de Informação e da Comunicação Victor Hugo Moraes (15) 9722-2184/3553-1155 [email protected] Sistema Tecnologia de Informação e da Comunicação Wiilian Jose dos Santos (15) 9720-5488 [email protected] Agricultura Familiar Wilson Rodrigues de Souza 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico Efetuar Mapeamento Agrícola e Incentivo à Produção Agroecológico Falta de Recursos Financeiros Cumprir normas de Investimentos em Educação (Público e PRIVADA) Recuperação das Micro Bacias (23 Bacias) Formular Políticas Públicas para os Resíduos Sólidos 10 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP Deverão ser dadas sugestões de datas, dia da semana, e horários para começarmos os trabalhos e assim o Sr. Antônio agradeceu a presença de todos os participantes, e comunicou que a presente ata será enviada para todos. 11 ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP