i
RELATÓRIO FINAL
DAS OFICINAS
REALIZADAS NO I SEMINÁRIO DA PROSPECTIVA REGIONAL DO
MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BRANCO –SP
E
REALIZADAS NO CURSO DE FORMAÇÃO-AÇÃO
Como Preparação para a Análise Estrutural do Processo Prospectivo
Com Apóio de
Ribeirão Branco - SP
Julho 2011
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas
no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
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APRESENTAÇÃO
Este Relatório consolida as informações obtidas nas oficinas realizadas durante o I
Seminário da Prospectiva, parte do Processo Prospectivo de Ribeirão Branco – SP, tendo a
Coordenação de Lucinei Paes de Lima e Antônio Luís Aulicino, que integra na consolidação
os resultados obtidos no Curso Formação-ação dos integrantes e multiplicadores, na época,
do Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco SP, ministrado pelo Prof. Dr.
Antônio Luís Aulicino, cujo relatório dos resultados dessas oficinas está no Anexo A.
O Processo Prospectivo Regional é a antecipação para ação, com apropriação, que significa
a participação da sociedade para adquirir conhecimento, tanto da metodologia quanto da
situação atual do Município de Ribeirão Branco – SP, e em conjunto construir o futuro para
2030 com comprometimento.
Durante este processo foram realizadas diversas reuniões nos bairros, com os empresários e
com os jovens de Ribeirão Branco, para sensibilizá-los e conscientizá-los de trabalhar
juntos, utilizando a prospectiva.
Este processo prospectivo tem uma Governaça, que tem por objetivo sua administração,
composta de três Comitês: Comitê de Direção da Prospectiva, Comitê Técnico Prospectivo e
o Comitê Local Técnico Prospectivo, sua composição:
Comitê de Direção:
• José Vicente Felizardo da Silva (Secretario da Agricultura),
• Lucinei Paes de Lima (Secretaria da Administração),
• Maria Luzia Teixeira Rodrgues (Secreatrária de Educação)
• Caster Cesar da Silva ( Secretário da Saúde)
• Luciana Cardoso ( Secretária da Assistência Social)
• José Luiz Pacheco de Lima (SINTRAGER),
• Claudinei Felizardo da Silva ( Presidente do Sindicato dos Agricultores Rurais),
• Nivaldo de Siqueira Gomes (FAF/CUT/SP),
• Patricia Cartier Paranhos (eng. agrônoma da Casa da Agricultura),
• Antônio Paulo de Oliveira (COPERAG)),
• José Maria P. da Cruz (COPERAG),
• Francisco Feitosa Alves Sobrinho (agrônomo, ITESP),
• Rubens Rabczuk (iniciativa privada e tem instituto de pesquisa, empreendedor voltado
para agricultura familiar).
Comitê Técnico Prospectivo:
• Representante do Comitê de Direção
• Rubens Rabczuk
• Patricia Cartier Paranhos
• Francisco Feitosa Alves Sobrinho
• Antônio Luís Aulicino (IDS),
• Liége Mariel Petroni (IDS),
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• João Trevisan
• Marcos Antônio dos Santos
• Representante do Comitê Local Técnico Prospectivo
• Oswaldo Ramos Leão (Escriturário – Prefeitura)
• Maria do Carmo Oliveira (Vice Diretora de Escola)
• Ana Carolina Diogo Marinho de Souza (Comunidade Reciclar)
Comitê Local Técnico Prospectivo:
• Ana Carolina D M Sousa
• Anderson S. Gomes
• Andresa C. Melo
• Caster C. Silva
• Claudinei F. Silva
• Dirceu Ferreira
• Eliana L. S. Machado
• Emerson M. Souza
• Georgina P. Oliveira
• Helena M. Lima
• João A. Aranha Jr.
• José Luiz P. Lima
• José Vicente Felizardo da Silva
• Juarez S. Pereira
• Leonil Pereira da Silva
• Luciana Cardoso
• Lucinei P. Lima
• Luizmar Rodrigues
• Maraine C. Gomes
• Maria Carmo Oliveira
• Maria Luiza T. Rodrigues
• Marisa P. Lima Macedo
• Nivaldo S. Gomes
• Oswaldo R. Leão
• Pamola A. Bento
• Patrícia Cartier Paranhos
• Pedro A. Rossi
• Robson L. F. Rodrigues
• Rubens Rabczuk
• Sonia A. Oliveira
Esta Governança que tornou possível o Processo Prospectivo e a realização do Seminário,
que desenvolveu as diversas oficinas, sendo conduzidas pelos integrantes do Comitê Local
Técnico Prospectivo.
O relatório foi elaboração por Antônio Luís Aulicino e revisado pelos integrantes da
Governança do Processo Prospectivo.
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SUMÁRIO
1. Introdução.................................................................................................................
2. Resultado do Exercício Oficinas Praticado pelos Participantes do Curso ...............
3. Condução das Oficinas.............................................................................................
3.1. Oficina de Caça às Idéias ou Idéias Recebidas......................................................
3.2. Oficina de “mudanças e rupturas ... ações”...........................................................
3.3. Oficinas de “freios e inércias”...............................................................................
3.3.1.Oficinas de “freios e inércias”.............................................................................
3.3.2.Oficinas de “freios e inércias”.............................................................................
3.4. Oficina de “mudanças críticas ... às estratégias”................................................
3.5. Oficina de “Mudanças críticas ... aos cenários exploratórios”..............................
3.6. Oficinas da “árvore de competência do passado e do presente . . ao futuro”.....
3.6.1. Oficina da “árvore de competência do passado e do presente . . . ao futuro” –
1º. dia.................................................................................................................
3.6.2. Oficina da “árvore de competência do passado e do presente . . . ao futuro” –
2º. dia.................................................................................................................
4. Consolidação dos Resultados obtidos nas diversas Oficinas Realizadas no I
Seminário da Prospectiva Regional de Ribeirão Branco SP...................................
5. Os Resultados obtidos nas Oficinas do Curso de Formação-ação do Comitê Local
Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco SP, realizado nos dias 13, 14, 15 e 16
janeiro 2011, em Ribeirão Branco............................................................................
6. Consolidação Geral dos Resultados do Processo Prospectivo Regional de
Ribeirão Branco........................................................................................................
7. O Conceito da Análise Estutural no Processo Prospectivo..........................................
8. Referência Bibliográfica Base para Elaboração deste I Seminário da Prospectiva..
ANEXOS......................................................................................................................
ANEXO A: Relatório do Curso Formação-Ação do Processo Prospectivo Regional
do Comitê Local Técnico Prospectivo do Município de Ribeirão Branco –SP...........
ANEXO B: Ata da Reunião – Distribuição dos fatores chave entre os participantes
do processo Prospectivo de Ribeirão Branco – SP.......................................................
1
7
8
9
17
23
23
31
38
47
55
55
62
66
68
69
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71
72
73
139
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LISTA DE TABELAS
Tabela 1:. Hirarquização das Idéias Identificadas........................................................
Tabela 2: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas..............................
Tabela 3: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados......................................
Tabela 4: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados.....................................
Tabela 5: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas..............................
Tabela 6: Lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão
em jogo por mudanças críticas (mudanças críticas).....................................
Tabela 7: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas..............................
Tabela 8: Lista das mudanças críticas com as respectivas questões chave e suas respostas
plausíveis e de ruptura....................................................................................
Tabela 9: Fatores da Árvore de Competência do Passado e do Presente e Pontos
Fracos e Fortes.............................................................................................
Tabela 10 : Fatores da Árvore de Competência do Futuro Desejado e Não Desejado.
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26
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LISTA DE FIGURAS
Figura 1: Representação dos diversos tipos de agentes sociais que participaram das oficinas do
Seminário e tiveram 100% de presença.........................................................................
Figura 2: Plano: Importância x Impacto das principais idéias identificadas....................................
Figura 3: Plano: Importância das mudanças x Grau de preparação.................................................
Figura 4: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação........................................
Figura 5: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação........................................
Figura 6: Plano: Importância das Mudanças x Grau de preparação dos Atores..............................
Figura 7: Identificação da Coerência e de Estratégias por meio da Análise Morfológica para atender as
Mudanças e Rupturas.................................................................................................................
Figura 8: Plano: Importância das Mudanças x Grau de preparação dos Atores..............................
Figura 9: Construção de cenário global a partir das questões chave e respostas, por meio da Análise
Morfológica.....................................................................................................................
Figura 10: Representação da Árvore de Competência do PASSADO de Ribeirão Branco – SP......
Figura 11: Representação da Árvore de Competência do PRESENTE de Ribeirão Branco - SP...
Figura 12: Representação da Árvore de Competência do Futuro Desejado de Ribeirão Branco SP...................................................................................................................................
Figura 13: Representação da Árvore de Competência do Futuro Não Desejado de Ribeirão
Branco - SP......................................................................................................................
Figura14: Síntese dos resultados das oficinas do Seminário da Prospectiva Regional para o
Município de Ribeirão Branco – São Paulo – SP..........................................................
Figura 15: Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formação-ação de
Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco
– São Paulo – SP............................................................................................................
Figura16: Consolidação da Síntese dos resultados das oficinas do I Seminário da Prospectiva
Regional e a Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formaçãoação de Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo do
Município de Ribeirão Branco – SP..............................................................................
Figura 17: Ilustração do Escopo das Variáveis-chave que definirão o Espaço Morfológico do
Município de Ribierão Branco no Processo Prospectivo
6
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45
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SEMINÁRIO da Prospectiva Regional – Ribeirão Branco SP
1. Introdução
O Município de Ribeirão Branco tem as seguintes características: localiza-se na região sudoeste paulista,
210 km de Curitiba e 310 km de São Paulo população: 18.272 habitantes, área: 697.813 km2, o Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,649, é o antepenúltimo município do Estado de São Paulo, é um
dos mais pobres, possui o IDH Renda: 0,573, o IDH Longevidade: 0,600, o IDH Educação: 0,775. O PIB
per capita é de R$ 4.681, segundo informações obtidas do IBGE (2010). O Município de Ribeirão Branco
faz fronteira com os seguintes municípios: Apiaí, Itapeva, Nova Campina e Guapiara.
O município situa-se a 875 metros de altitude média (varia de 800 m até 1250 m) possuindo um relevo
acidentado e montanhoso. As rochas são ígneas (granito) e metamórficas (quartzito, gnaisse) e o solo pode
ser do tipo cambissolo ou argissolo (antigo podzólico), e são intemperizados e pobres em nutrientes. Há
manchas de solos orgânicos (tipo Campos do Jordão) nas áreas mais elevadas. Existe exploração de
minerais, tais como: água, tungstênio retirado de volframita, cassiterita e estanho.
Possui manchas de matas ombrófilas e ombrófilas mistas (matas com presença da Araucária angustifolia
mais conhecida como pinheiro do Paraná). A temperatura média anual é de 18º C, em janeiro é 21ºC e em
julho 15ºC. O clima é subtropical, ou Cfb (mesotérmico brando), possibilitando o cultivo de tomate e feijão
no verão, pois estas plantas exigem noites frescas. Além da agricultura, existe a monocultura de eucaliptos
e pinus.
O município de Ribeirão Branco, SP, necessita de nova dinâmica de desenvolvimento, de novo
posicionamento, de nova identidade e de sua reconstrução com uma visão de longo prazo compartilhada,
com o objetivo de evitar: sua evolução lenta, a desvitalização de sua zona rural e a redução de sua
população.
Diante desses fatos, o processo prospectivo permitirá inter-relação e integração dos diversos agentes
sociais e dos diversos atores do município, como também dos municípios vizinhos, do Estado de São
Paulo, de outras regiões e do Brasil
Ressaltando, que a Prospectiva Regional é a aplicação de processos sistemáticos e participativos de
levantamento de informações relativas ao futuro e de construções de visões a médio e longo prazo para
apoiar às decisões e políticas atuais e mobilizar ações comuns.
Os integrantes do Comitê Local Técnico Prospectivo, após o curso formação-ação, tornaram-se
multiplicadores do processo prospectivo para sensibilizar e conscientizar a Sociedade do processo, tanto
em reuniões com os diversos tipos de agentes sociais quanto nas diversas comunidades do Município. Os
trabalhos realizados foram:
• Curso
Formação-ação
Prospectiva
Regional
–
24
participantes
–
multiplicadores
• Elaboração do Banco de Dados – Geotecnológico de Ribeirão Branco
• Sensibilização, conscientização e homogeneização dos conceitos do:
• Empresários
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• Jovens
•
• Bloco 1: Boavas, Fria, Palmeirinha, Fazenda Velha, Banco da Terra
• Bloco 2: Cerrado, Capote, Cachoerinha
• Bloco 3: Capelinha, Morro Alto, Santa Bárbara
• Bloco 4: Pacas, Kantian, Saival e Cachoeirinha
• Bloco 5: Itaboa, Correias
• Bloco 6: Campina de Fora
• Bloco 7: Caçadores Brasílio, Santa Rita ( Glauser) Caçador Medeiros
• Bloco 8: Batoista, Pêssego, Água Branca
• Bloco 9: Rio Apiaí, Coimbra, Marques, Boa Vista e Toca
• Bloco 10: São Roque
Após a fase de sensibilização e conscientização a sociedade estava preparada para a realização do I
Seminário. O objetivo do I Seminário da Prospectiva é consolidar o diagnóstico inicial, em conjunto com a
Sociedade do Município de Ribeirão Branco – SP, definir as grande linhas do Futuro de Ribeirão Branco
para 2030, que são as vairáveis chave e sua análise profunda, constituindo a Análise Estrutural.
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Algumas fotos da Abertura do I Seminário da Prospectiva de Ribeirão Branco – SP:
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O Programa do I Seminário foi o seguinte:
04 junho 2011
08:30 h – 09:00 h
Recepção dos participantes e
Apresentação do Seminário
09:00 h – 10:00 h
Lembranças passadas e o que está em jogo no futuro para Ribeirão Branco.
Síntese da Retrospectiva e da Prospectiva
10:00 h – 11:15 h
Introdução à Prospectiva
11:15 h – 11:30 h
Pausa – Coffee-break
11:30 h – 12:00 h
Apresentação das Oficinas da Prospectiva Regional
12:00 h – 13:00 h
Os participantes do Seminário deverão se dividir em grupos de 8 a 10
pessoas durante 3 à 4 horas discutindo os temas:
Início das oficinas de • Caçar às Idéias;
Prospectiva Regional • Antecipar os fatores de mudança e as Inércias
• Identificar os Freios e Inércias
• Construir as Árvores de Competência do Passado e do Presente
13:00 h – 14:15 h
Almoço
14:15 h – 17:00 h
Oficinas de
Prospectiva
17:00 h – 17:30 h
Pausa – Coffee-break
17:30 h – 19:00 h
Reunião Plenária onde haverá Síntese dos Trabalhos realizados nas oficinas, permitindo aos
diferentes grupos compartilhar suas reflexões e comparar os resultados
Abertura do Seminário
1ª. Fase exploratória em grupo de 8 à 10 pessoas
05 junho 2011
08:30 h – 09:30 h
Conceito sobre Prospectiva e Métodos – Técnicas
09:00 h – 11:00 h
Os grupos de 8 a 10 pessoas, durante 3 à 4 horas darão continuidades aos
temas:
• Das Idéias às Ações;
• Das mudança críticas às Ações;
Trabalho nas
• Dos Freios e Inércias às Ações;
Oficinas de
Prospectiva Regional • Das mudança críticas às Estratégias, pela Análise Morfológica;
• Das mudança críticas aos Cenários Exploratórios, pela Análise
Morfológica;
• Construir a Árvore de Competência do Futuro.
11:00 h – 11:15 h
Pausa – Coffee-break
11:15 h – 13:00 h
Continuação dos trabalhos das Oficinas até o fim
13:00 h – 14:30 h
Almoço
14:30 h – 16:00 h
Reunião Plenária onde haverá Síntese dos Trabalhos realizados nas oficinas, e as
recomendações para a continuidade do Processo Prospectivo
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O I Seminário da Prospectiva Municipal e Regional teve início, no dia 4 de junho de 2011, com a
realização das oficinas, iniciando por uma reunião plenária para rever os conceitos de Prospectiva Regional
e depois os participantes foram divididos em grupos por tipo de oficina, dirigindo-se para asrespectivas
salas com os animadores.
O objetivo das oficinas do processo prospectivo regional, citadas no programa do I Seminário, é iniciar o
processo de reflexão prospectiva e estratégica para o desenvolvimento sustentável do Município de
Ribeirão Branco, SP, nos ambientes interno e externo no horizonte 2030.
As oficinas de prospectiva constituem um exemplo de verdadeira formação-ação, na medida em que
propiciam aos participantes as condições indispensáveis para uma participação ativa na reflexão
prospectiva do município.
Nestes encontros, os participantes são familiarizados com os métodos e as ferramentas da prospectiva
estratégica para identificar e hierarquizar em comum os principais desafios do futuro sobre o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco, SP, no horizonte 2030 e identificar pistas
para a ação.
Na prospectiva, o termo francês “atelier” (oficina ou workshop) é freqüentemente utilizado para designar
sessões organizadas de reflexão coletiva. Este termo, desde há muitos anos, é utilizado tanto na França,
como em diversos países da União Européia, da Asía e Afríca. O carácter modular destas oficinas bem
como a facilidade de sua realização prática permitem-lhes adaptar-se a todas as situações. Devido à sua
simplicidade e rapidez de execução, estes seminários aproximam-se de técnicas como a “quick
environmental scanning technique” (QUEST) de Burt Nanus (1982).
As oficinas devem ser compostas por oito a dez pessoas, quando possível, que se reúnem em várias sessões
de trabalho de duas a quatro horas.
Nestas oficinas, quaisquer que sejam os temas abordados, são organizadas em torno de dois grandes
princípios:
1°/ permitir uma grande liberdade de expressão a todos os interlocutores (tempo de reflexão individual em
silêncio, recolhimento de todas as idéias por escrito);
2°/ canalizar a produção dos participantes (nomeadamente através de uma gestão rigorosa do tempo e,
sobretudo, através do recurso sistemático de técnicas, tais como: a classificação das idéias, a
hierarquização, etc.).
É no decurso das sessões de síntese, organizadas no final destas oficinas, que os diferentes grupos
partilham as suas reflexões e as comparam.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
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As oficinas constituem um preâmbulo precioso, senão indispensável, a qualquer reflexão prospectiva. A
sua execução é simples e a sua metodologia facilmente apropriável. Eles devem, em primeiro lugar, servir
de rampa de lançamento para um processo de reflexão prospectiva em comum. No fim dessas oficinas, no
processo prospectivo, os participantes adquirem, assim, um melhor conhecimento dos problemas a estudar.
E ficam em posição de definir em conjunto um tema e um método de trabalho adaptado às limitações de
tempo e de meios e aos objetivos pretendidos (o método só fica completamente validado após algumas
semanas de consolidação).
Este documento apresenta a consolidação dos resultados dos trabalhos realizados durante o SEMINÁRIO
da Prospectiva Regional – Ribeirão Branco SP, durante os dois dias, tendo como objetivo o
desenvolvimento sustentável futuro do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte 2030.
Participaram ativamente do Seminário 102 pessoas, sendo que 77 tiveram 100% de presença. A relação
dos participantes do Seminário foi elaborada por oficina. Na descrição dos trabalhos realizados por oficina
constam os nomes dos participantes.
Na figura 1, foi representado somente os tipos de agentes sociais que compareceram no Seminário nos dois
dias, isto é, tiveram presença de 100%, nas oficians:
Distribuição por Tipo de Agente Social
6% 1%
1%
9%
3%
4%
3%
17%
18%
10%
1%
1%
4%
1%
3%
14%
Sem especificação
ACS
Agricultor
Agricultor Familiar
Educadora Saúde
Escola da Família
Estudantes
Fruticultor
Funcionário Estadual
Jovem Agricultor
Câmara Legislativa
Prefeitura RB
Org. Privada
SER
SINTRAGER
Tecn. Meio Ambiente
Técnico Florestal
3%
Figura 1: Representação dos diversos tipos de agentes sociais que participaram das oficinas do Seminário e
tiveram 100% de presença.
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2. Resultado do Exercício Oficinas Praticado pelos Participantes do
SEMINÁRIO da Prospectiva Regional – Ribeirão Branco SP
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3. Condução das Oficinas
Na condução das oficinas os animadores ou facilitadores deverão considerar as orientações
relacionadas a seguir, como também o acordo de convivência para os trabalhos nas oficinas
atingirem os resultados esperados:
Orientações aos animadores ou facilitadores:
•
•
•
•
•
Orientar e esclarecer as atividades a serem desenvolvidas ao longo do dia
Solicitar que o grupo selecione uma pessoa a ser responsável pelo registro das informações do grupo
Elaborar o acordo de convivência (complementar).
O facilitador não desenha e nem escreve nas fichas dos participantes;
Deve se responsabilizar por todo o material do grupo (recolher ao final do dia), pela identificação dos
participantes dos grupos e a identificar as informações corretamente.
• Nunca induzir ou dizer, mas ajudar o participante para o desenvolvimento da atividades a serem
realizadas.
• Exigir o cumprimento dos acordos
• Não deixar que um elemento do grupo tome conta.
Acordo de Convivência nos grupos, para desenvolvimento dos trabalhos nas oficinas:
•
•
•
•
•
Participar de todos os dias, se não pode, não participar da oficina
Cumprimento do horário
Respeitar a fala dos outros
Dúvidas devem ser tiradas individualmente
Não ter conversas paralelas
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3.1. Oficina de Caça às Idéias ou Idéias Recebidas
Algumas idéias recebidas ou caça às ideáis, fundamentadas ou não, é geralmente admitida sem que seja
necessário argumentá-la ou justificá-la.
Exemplos: “Deus é brasileiro”; “O Brasileiro dá sempre um jeitinho”; “O desenvolvimento é um problema
do governo”, “Nas regiões da Mata Atlântica só há desmatamento"
Nas regiões Norte e Centro-Oeste só há desmatamento”
O objeto desta oficina consiste em fazer um inventário de caçar idéias ou das idéias recebidas e dos
consensos dominantes, que circulam no âmbito de desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030.
O benefício desta abordagem é que ela parte de uma percepção, que permite revelar as “crenças” e “não
expressas”, que tendem a moldar as atitudes e estratégias, e assim, influenciar os jogos dos atores.
Animadores ou Facilitadores da Oficina:
Nome
1
2
3
4
Claudinei Felizardo da Silva
Leonil Pereira da Silva
Luizmar Rodrigues
Nivaldo S. Gomes
Atividade
Função
SER
Legislativo
Promoção Social
Agric. Fam/ SINTRAGER
D. Presidente
Vereador
Escriturário
Diretor
Freqüência
%
100
100
100
100
Participantes:
Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
Claudinéia de Siqueira
José Cláudio
Ricardo Mendes Torres
João Carlos Antunes
Pinheiro
Sueli de Fátima A. Pinheiro
Aparecido Tiburcio Aurélio
Romário Arian Dias Vieira
Keli de Cássia Barros
Thales da Silva
Rosenéia Pires
Reine L. Pires
David Gonçalves Werneque
Danie Silva
Município
Freqüência
%
ACS
AC
Agricultor Familiar
Agricultor Familiar
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
100
100
100
100
Agricultor Familiar
Estudante
Estudante
Estudante
Vendedor
Doméstica
Doméstica
Estudante
Agricultor
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
100
100
100
Atividade
Função
50
50
50
50
50
50
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Oficina de “caça às idéias ou idéias recebidas” seguiu as etapas:
Listar as idéias recebidas e dos consensos dominantes circulam no âmbito de desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030 da prospectiva
Hierarquizar estas idéias em função da importância de seu impacto sobre os comportamentos e
estratégias futuras dos atores
Analisar o conteúdo das principais idéias recebidas
Identificar as conseqüências delas
Tirar as lições desta análise e propor 5 à 10 ações concretas
1) Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “idéias recebidas”:
Procedimento utilizado:
• Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista das idéias
recebidas e dos consensos dominantes que circulam no âmbito de desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030 da prospectiva
• Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os
participantes. O grupo obteve, assim, 53 idéias, que posteriormente foram reduzidas em razão de
algumas terem sido repetidas, apesar de alguma delas foram mantidas e consensos dominantes
prováveis de impactar sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no
horizonte de 2030.
As idéias recebidas e consensos dominantes identificados pelos 9 primeiros participantes, no 1º dia
de oficina, foram as seguintes:
1. Moradia aos carentes;
2. Lazer;
3. Acompanhamento técnico agricultura;
4. Saneamento básico;
5. Emprego (oportunidades, fábricas);
6. Creche rural;
7. Escolas;
8. Saúde (médicos, dentistas, postos);
9. Agricultura, melhorar a comercialização e mais assistência técnica;
10. Melhorias das estradas para escoar produção e transporte escolar;
11. Melhorias nos assentamentos do Banco da terra e mais crédito;
12. Melhor educação;
13. Melhorias na saúde;
14. Asfaltamento nos bairros rurais;
15. Posto militar nos bairros rurais;
16. Posto de saúde;
17. Faculdades (escolas técnicas próximas);
18. Fábricas (emprego);
19. Empregos jovens (fábricas);
20. Melhoria no sistema de trânsito (sinalização);
21. Assistência Técnica;
22. Energia elétrica para todos;
23. Rodovia por fora da cidade e bairros, desvios de transporte pesado;
24. Aprendizagem de língua estrangeira 50% da população com acesso ao espanhol e inglês;
25. Educação (faculdade ou universidade local);
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
11
26. Ecoturismo;
27. Segurança – postos em bairros rurais;
28. Acesso via internet rural;
29. Emprego na agricultura;
30. Fortalecimento da Agricultura, comercialização
31. Crédito e garantia de preço mínimo;
32. Estrada na zona rural;
33. Posto de atendimento à saúde;
34. Assistência técnica;
35. Organização em Cooperativas;
36. Construção de mais Escolas;
37. Saneamento básico;
38. Assistência técnica e comercialização na agricutura;
39. Qualidade de ensino;
40. Geração de emprego e renda;
41. Atendimento à saúde;
42. Capacitação de profissionais;
43. Estruturação da saúde (carros, ambulância e postos);
44. Construção de mais escolas;
45. Qualidade de ensino;
46. Atendimento eficiente de policial na zona rural;
47. Programas de sustentabilidade social e econômica;
48. Iluminação nas ruas (urbano e rural);
49. Coleta de lixo;
50. Geração de emprego e renda;
51. Incentivo ao comércio local;
52. Saneamento e esgoto;
53. Profissionais qualificados no setor público;
2) As principais idéias recebidas e dos consensos dominantes sobre o desenvolvimento sutentável do
Município de Ribeirão Branco SP, com a hierarquização das principais idéias agrupadas
Procedimento utilizado:
• As idéias repetidas foram eliminadas e/ou agrupadas, verifica-se que algumas repetições de idéias
permaneceram. As idéias em consenso do grupo foram reduzidas para 40 idéias.
• A partir dessa nova quantidade de idéias, que expressam a reflexão dos participantes, foi utilizado um
sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 40 fatores em função da
importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP. Cada participante, neste caso, atribuí 20 pontos1 (ou direito de voto) para afetar as 7 idéais
recebidas que considera como tendo um impacto sobre o desenvolvimento sustentável do Município
de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030.
• Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme tabela 1,
obtendo o seguinte resultado:
1
A regra geral (número de pontos igual ao número de fatores dividido por 2) foi adaptada em função do número de
fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
12
Tabela 1: Hirarquização das Idéias Identificadas
Ordem
Idéia
1ª
Fortalecimento da Agricultura (comercialização, crédito, garantia de
preços mínimos)
Assistência Técnica
Construção de novas Escolas
Qualidade de ensino
Geração de emprego e renda
Organização em Cooperativas
Melhorar as estradas para escoar produção e transporte escolar
Saneamento básico
Segurança – existência de muitos postos policiais em geral
Profissionais qualificados no setor público
Moradia aos carentes
Mais crédito produtivo
Língua estrangeira
Educação (faculdade ou universidade no município)
Emprego (oportunidades, fábricas)
Saneamento básico
Posto de saúde nos bairros
Comunicação – acesso à internet e celular
Melhores assentamentos do Banco da terra mais crédito
Mais assistência na agricultura e comercialização dos produtos
Capacitação de profissionais
Escolas técnicas no município
Iluminação em todas as ruas (urbano e rural)
Estruturação da saúde (carros, ambulância e postos)
Atendimento à saúde
Saneamento e esgoto
Coleta de lixo
Melhor educação
Creche rural
Lazer
Saúde (médicos, dentistas, postos)
Programas de sustentabilidade social e econômica
Ecoturismo
Asfalto nos bairros rurais
Incentivo ao comércio
Melhoria no sistema de trânsito (sinalização)
Valorização do funcionário público
Acompanhamento técnico agricultura
Rodovia
Luz para população
2ª
3ª
4ª
5ª
6ª
7ª
8ª
9ª
10ª
11ª
12ª
13ª
14ª
15ª
16ª
17ª
18ª
19ª
20ª
21ª
22ª
23ª
24ª
25ª
26ª
27ª
28ª
29ª
30ª
31ª
32ª
33ª
34ª
35ª
36ª
37ª
38ª
39ª
40ª
Hierarquização
11
10
10
9
9
8
8
8
8
7
7
7
7
6
6
4
4
4
4
4
4
4
3
3
3
3
3
3
3
3
3
2
1
3) Identificar as conseqüências dessas idéias
As principais idéias identificadas e consensos dominantes identificados na etapa 2, estão
posicionados sobre um plano cujos eixos medem sua importância (ordenada) e seu impacto (abcissa)
(negativo/freio ou positivo/motor) sobre o desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco
– SP e região.
O posicionamento desses fotores no Plano: importância x impactos, apresentados a seguir, devem se
lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada idéia identificada em relação às outras).
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Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
13
Neste exercício do curso, as idéias foram classificadas na sua maioria como negativo / freio, quando
na verdade deveriam ser positivas / motores para o desenvolvimento sustentável do Município de
Ribeirão Branco SP, porém os participantes consideraram as dificuldades de resolver algumas
etapas, que tornariam as idéias motores do desenvolvimento, conforme figura 1. Para que sejam
resolvidas primeiro essas etapas, as principais idéias foram consideradas freios. Dessa forma, esperam
dar a prioridade à essas etapas para tornar as idéias relacionadas os verdadeiros motores do
desenvolvimento do município.
Zona do que
está em jogo e
é chave para o
futuro
Importância
das idéias
Necessita o Fortalecimento da Agricultura (11)
Forte
Falta de Assistência
Técnica (10)
Falta de Qualidade
de ensino (10)
Falta de Geração de
Emprego e Renda (9)
Falta Saneamento
básico (9)
Falta Segurança
policial nos bairros (8)
Construção de novas
escolas (10)
Melhorar as estradas para escoar
produção e transporte escolar (8)
Organização em
cooperativas (8)
Profissionais qualificados
nos setor público (7)
Língua estrangeira (7)
Moradia aos carentes (7)
Mais crédito produtivo (7)
Educação (Universidade
no Município) (6)
Saneamento
básico (4)
Fraco
Falta acesso internet
e celular (4)
Falta de coleta
de lixo (3)
Falta de creche
rural (3)
Empregos (6)
Posto de saúde nos
bairros (4)
Melhorar assentamento Banco
da Terra mais crédito (4)
Capacitação dos
profissionais (4)
Falta saúde (médico,
dentistas, postos) (3)
Iluminação de todas as
ruas (urbana e rural) (3)
Estruturação da saúde(carros,
ambulância, postos) (3)
Lazer (3)
Negativo / Freio
Positivo / motor
Impacto sobre o Desenvolvimento do Município Ribeirão Branco – SP e região
Figura 2: Plano: Importância x Impacto das principais idéias identificadas
4) Analisar o conteúdo das principais idéias recebidas
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14
Procedimento utilizado:
•
Nesta etapa é tratado a avaliação a credibilidade das principais idéias recebidas anteriormente
identificadas.
•
Estas idéias recebidas podem ser consideradas, ao menos parcialmente, como fundamentadas? Para
responder a esta questão, o grupo de trabalho identificou os argumentos que fundamentam ou não
fundamentam cada uma das principais idéias recebidas.
1ª idéia - “Necessita de Fortalecimento da Agricultura (comercialização, crédito,
garantia de preços mínimos)” (11)
Fundamentado
Não fundamentado
4Melhoria
no
geral
(sementes, 4Não desenvolvimento;
máquinas, insumos);
4Regularização fundiária;
4Menor renda;
4Facilitação de empréstimo bancário;
4Aumento da pobreza;
4É preciso apoio e fortalecimento da 4Menos emprego;
agricultura para gerar renda;
4Gerar renda e desenvolvimento social; 4Falta de acesso ao mercado;
4Aumento de emprego;
4Aumento do desemprego;
4Mercado local;
4Aumento de problemas sociais;
4Geração de renda e emprego;
4Falta de alimento.
4Garantia do homem no campo com
segurança social.
Síntese e lições aprendidas:
4Gerar renda;
4Aumento de emprego;
4Inclusão social e permanência no campo;
4Falta de alimento, desemprego, pobreza.
2ª idéia - “Falta de Assistência Técnica” (10)
Fundamentado
Não fundamentado
4Mais desenvolvimento no Município;
4Existem poucas pessoas que querem
isso;
4Melhoria do solo e aumento da 4Baixa produção e menos qualidade;
produção;
4Melhor produção com qualidade;
4Aumento no custo da produção;
4Acompanhamento constante de um 4Baixa produção;
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15
técnico e permanente;
4Saber o que vai fazer;
4Qualificação e qualidade;
4Queda na produção;
4Transferência de conhecimento da
4Aumento na produtividade;
4Não teremos produto qualificado e não
4Aumento de qualidade do produto.
4Aumento de intoxicação;
4Aumento do custeio do produto.
produção;
atendemos demanda do mercado;
Síntese e lições aprendidas:
4Mais desenvolvimento;
4Melhoria do solo;
4Aumento de produção;
4Qualidade, qualificação e conhecimento;
4Saúde, menor custo;
4Baixa produção e aumento de custo;
4Não transferência de conhecimento;
4Intoxicação, falta de qualificação.
3ª idéia - “Construção de Novas Escolas” (10)
Fundamentado
Não fundamentado
4Aumento de vagas nas escolas;
4Analfabetismo;
4Mais educação e geração de empregos 4Pessoas sem qualificação;
temporários;
4Funcionalidade das escolas;
4Desocupados;
4Oportunidades;
4Salas superlotadas;
4Novos espaços de estudo para os 4Superlotação, má qualidade no ensino;
jovens;
4Salas lotadas;
4Não construção de escola sem
demanda;
4Qualidade de ensino;
4Reorganizar transporte;
4Diminuição de evasão escolar;
4Porque o ensino só vai piorar em nosso
município e a criminalidade pode
aumentar.
4Aumento na qualidade do ensino;
4Aumento de emprego.
Síntese e lições aprendidas:
4Oportunidades, funcionalidade, qualidade do aprendizado.
4Geração de emprego.
4Diminuição de evasão escolar.
4Analfabetismo, desqualificação, má qualidade do ensino e superlotação das salas.
4ª idéia - “Falta Qualidade de Ensino” (9)
Fundamentado
Não fundamentado
4Menor taxa de analfabetismo;
4Falta de qualificação e presença de
professores;
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16
4Qualidade de ensino para formar 4Oportunidade no mercado de trabalho;
cidadãos conscientes de seus direitos e
deveres;
4Aumento do analfabetismo;
4Necessidade de boa formação;
4Má formação;
4Capacidade de saber;
4Reeducação e formação familiar;
4Falta de profissional qualificado;
4Êxodo (domicílio);
4Melhor aprendizado.
Síntese e lições aprendidas:
4Pouca aprendizagem.
4Má formação.
4Analfabeto funcional.
4Formação familiar.
4Falta qualificação dos profissionais de educação.
4Oportunidade de mercado de trabalho.
5ª idéia - “Falta de Geração de Emprego e Renda” (9)
Fundamentado
Não fundamentado
4Permanência dos jovens;
4Senão tivermos emprego, o Município
não vai crescer;
4Crescimento e desenvolvimento local;
4O Município só tem a “cair” se a
população não tiver emprego e renda;
4Trabalho e salário;
4Diminuição de recursos;
4Geração de emprego e renda para que 4Diminuição de impostos;
os jovens permaneçam no município.
4Aumento de marginalização;
4Trabalho escravo e pouca renda.
Síntese e lições aprendidas:
4Permanência dos jovens, se houver desenvolvimento local..
4Trabalho escravo, menos impostos, menos desenvolvimento, menor renda.
5) Tirar as lições desta análise e propor 5 à 10 ações concretas
Não foram listadas as ações, porque interpretara que as sínteses e lições aprendidas dos 5 principais
fatores contemplavam as ações.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
17
3.2. Oficina de “mudanças e rupturas ... ações”
1) Diante de várias incertezas, torna-se necessário antecipar as mudanças e rupturas possíveis, a fim
de identificar aquelas que constituem os principais desafios do futuro para o desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030.
Animadores ou Facilitadores da Oficina:
Nome
1
2
3
Georgina Pereira de Oliveira
José Vicente Felizardo da Silva
Rubens Rabczuk
Atividade
Prefeitura - RB
Prefeitura - RB
Privada
Função
Superv. De Ensino
Diretor
Freqüência
%
100
100
100
Participantes:
Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Andressa de Camargo Melo
Edmar de Oliveira Branco
Jorge Aparecido de Oliveira
Lara
Lucinei dos Santos Gorgonha
Orlando de Camargo
Sandra da Silva Oliveira
Vanessa Aparecida Pereira da
Silva
Adir do Carmo
Lorival José de Sant’Ana
José Dias Machado
Município
Freqüência
%
Agricultor Familiar
Escola da Família
Agricultor Familiar
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
100
100
100
Agricultor Familiar
Agente de Saúde
Escola da Família
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Itapeva
100
100
100
100
Atividade
Agricultor Familiar
Agricultor Familiar
Função
50
50
50
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
18
Oficina “mudanças e rupturas ... ações”, seguiu as etapas:
Listar os fatores de mudança de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural,
tecnológica, meio ambiente etc.), de qualquer ordem (externa, interna), pressentidas, almejadas ou
temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte 2030.
Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
Avaliar a domínio dos atores do desenvolvimento face a estas principais mudanças
Identificar suas conseqüências e formular as questões principais para o desenvolvimento sustentável
futuro do Município de Ribeirão Branco SP
Propor 5 à 10 ações concretas
Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “mudanças”:
Procedimento utilizado :
•
Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista de mudanças,
rupturas tecnológicas, econômicas, políticas, culturais, sociais, organizacionais, regulamentações,
etc, que vão marcar o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
no horizonte de 2030 (mudanças pressentidas, desejáveis e temidas por cada um).
•
Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os
participantes. O grupo obteve, assim, 15 fatores de mudanças prováveis de impactar sobre o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030.
As 15 mudanças identificadas:
1.
2.
3.
4.
5.
Jovens e crianças, construir clubes para que eles ficassem fora da rua;
Oportunidade de empregos;
Mais geração de emprego para população, não temos emprego, só agricultura;
Lazer: para crianças se sentirem importantes em seu Município;
Investir mais na agricultura, recursos e incentivos, para que os agricultores familiares
permaneçam no Município, porque eles já estão indo embora e vai ocorrer mais;
6. Reflorestamento pode causar desemprego;
7. Acesso à segurança para os bairros mais afastados;
8. Universidades: para que os jovens que terminassem seus estudos pudessem alcançar seus
objetivos;
9. Acesso à informatização;
10. Segurança: ter nas escolas para que os alunos não sentissem insegurança dentro de suas escolas;
11. Acesso à informação, saúde e transporte;
12. Melhoramento no campo;
13. Mais infra-estrutura (dar mais importância para as zonas rurais e para acesso à internet) para as
áreas de difícil acesso;
14. Mais Assistência técnica para nossas lavouras;
15. Organização: maior participação, ter terra para plantar, moradia digna, trabalho com segurança,
saúde educação, lazer, transporte com segurança.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
19
2) As principais mudanças
Procedimento utilizado:
• Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 15 fatores em função da
importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante
recebe, neste caso, 8 pontos2 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um
dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos
sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030. Os
participantes deverão escolher no máximo 3 fatores. O número de pontos a serem atribuídos a um
item deverá situar-se entre 1 e 4:
1 = impacto fraco ou limitado;
2 = impacto sensível;
3 = impacto forte;
4 = impacto crítico.
• Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme tabela 2,
obtendo o seguinte resultado:
Tabela 2: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas
Ordem
1
2
Mudança e Ruptura
Acesso à informação, saúde e transporte
Organização: maior participação, ter terra para plantar, moradia digna, trabalho com
segurança, saúde educação, lazer, transporte com segurança
Segurança: ter nas escolas para que os alunos não sentissem insegurança dentro de suas
escolas
Mais Assistência técnica para nossas lavouras
Melhoramento no campo
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
Mais infra-estrutura (dar mais importância para as zonas rurais e para acesso à internet)
para as áreas de difícil acesso
Acesso à informatização
Universidades: para que os jovens que terminassem seus estudos pudessem alcançar seus
objetivos
Investir mais na agricultura, recursos e incentivos, para que os agricultores familiares
permaneçam no Município, porque eles já estão indo embora e vai ocorrer mais
Acesso à segurança para os bairros mais afastados
Oportunidade de empregos
Mais geração de emprego para população, não temos emprego, só agricultura
Lazer: para crianças se sentirem importantes em seu Município
Jovens e crianças, construir clubes para que eles ficassem fora da rua
Reflorestamento pode causar desemprego
Hierarquização
17
15
12
11
10
10
9
9
8
8
7
7
6
6
6
3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante das principais mudanças
Procedimento utilizado:
As principais mudanças identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos
eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de
2
Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior (seja 15 + 1). Esta
regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
20
desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de
Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada
mudança em relação às outras), conforme expresa a Figura 2.
Importância
das mudanças
Mudanças, principais
desafios do futuro
Acesso à informação,
saúde e transporte (17)
Organização: maior participação,
ter terra para plantar, moradia
digna, trabalho com segurança,
saúde educação, lazer, transporte
com segurança (15)
Segurança: ter nas escolas para que
os alunos não sentissem insegurança
dentro de suas escolas (12)
Mais Assistência técnica
para nossas lavouras (11)
Forte
Melhoramento
no campo (10)
Acesso à
informatização (9)
Mais infra-estrutura (dar mais
importância para as zonas rurais
e para acesso à internet) para as
áreas de difícil acesso (10)
Universidades: para que os
jovens que terminassem seus
estudos pudessem alcançar
seus objetivos (9)
Investir mais na agricultura,
recursos e incentivos, para que
os agricultores familiares
permaneçam no Município,
porque eles já estão indo
embora e vai ocorrer mais (8)
Fraco
Oportunidade de
empregos (7)
Lazer: para
crianças se sentirem
importantes em seu
Município (6)
Necessidade de
mobilização dos
atores de
desenvolvimento
Acesso à segurança
para os bairros
mais afastados (8)
Mais geração de emprego
para população, não temos
emprego, só agricultura (7)
Reflorestamento
pode causar
desemprego (6)
Fraco
Jovens e crianças,
construir clubes
para que eles
ficassem fora da
rua (6)
Forte
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas
no Curso
de Formação-Ação
suportedos
para oatores
Aprofundamento
das Variáveis-chave
Grau
de preparação
atual
do desenvolvimento
21
Figura 3: Plano: Importância das mudanças x Grau de preparação
4) Identificar as conseqüências das principais mudanças e formular as questões principais para o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030.
Consequências:
Questões:
1ª. Acesso à informação, saúde e transporte (17)
1ª. Informação: uma sociedade mais informada, mais inteirada e
atualizada sobre dados econômicos.
2ª. Saúde: atendimento igualitário, digno e local, com infra-estrutura
e equipamentos modernos.
3ª. Transporte: qualificado, que atenda todas as demandas da
sociedade e que tenha a sua disposição estradas planejadas e bem
conservadas.
1ª. Uma sociedade mais informada será mais exigente?
2ª. Surgirão mais demandas?
3ª. Haverão mais recursos financeiros suficientes?
2ª. Organização: maior participação, ter terra para plantar, moradia digna, trabalho
com segurança, saúde educação, lazer, transporte com segurança (15)
Consequências: 1ª.Gerará mais consciência para a sociedade e disso resultará uma
produção mais livre, uma sociedade mais solidária e tendo suas
maiores carências atendidas.
Questões:
1ª.Todos irão contribuir para que isso aconteça?
2ª. Quem promoverá e coordenará a Organização?
3ª. Segurança: ter nas escolas para que os alunos não sentissem insegurança dentro de
suas escolas (12)
Consequências: 1ª. Produtores mais bem informados, que produzirão com mais
qualidade, segurança e produtividade.
Questões:
1ª. As políticas públicas serão suficientes para essa situação?
2ª. Haverá uma formalização da relação Poder Público e Produtor
Rural?
4ª. Mais Assistência técnica para nossas lavouras (11)
Consequências: 1ª.Uma sociedade mais cidadã, tranqüila e com mais qualidade de
vida.
Questões:
1ª. Haverá segurança sem a mudança do Código Penal?
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
22
Consequências:
Questões:
5ª. Melhoramento no campo (10)
1ª. Uma agricultura com mais independência econômica e social
conseqüentemente mais sustentável.
1ª. Haverá independência econômica, total para que a agricultura seja
realmente sustentável?
6ª. Mais infra-estrutura (dar mais importância para as zonas rurais e para acesso à
internet) para as áreas de difícil acesso (10)
Consequências: 1ª. Vai agilizar a produção e o escoamento, assim como, dará melhor
atendimento às populações rurais.
Questões:
1ª. Os custos gerados serão divididos entre as esferas de governo de
forma adequada?
5) Propor de 5 à 10 ações concretas.
1ª. Discussão ampla com a sociedade com posterior agilização do Poder Legislativo e ações
Governamentais a médio prazo.
2ª. Planejamento participativo com a sociedade.
3ª. Discussão constante entre produtores e governo.
4ª. Discussão ampla na sociedade.
5ª. Mais participação popular.
6ª. Pleno entendimento entre os governos municipal, estadual e federal
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23
3.3. Oficinas de “ freios e inércias”
3.3.1. Oficina de “freios e inércias”
1) O objeto desta oficina, consiste em fazer um inventário dos freios e inércias, que poderão
prejudicar ou retardar o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu
ambiente hoje e no horizonte 2030.
O benefício desta abordagem é que ela parte de uma percepção, que permite revelar as “crenças” e
“não expressas”, que tendem a moldar as atitudes e estratégias, e assim, influenciar os jogos dos atores.
A prospectiva se interessa pelas mudanças, mas também pelas permanências. Em matéria de
desenvolvimento regional, é necessário levar em consideração os freios, os obstáculos ou
estrangulamentos, assim como a resistência à mudança proveniente das inércias.
Animadores ou Facilitadores da Oficina:
1
2
3
4
Nome
Atividade
Função
Ana Carolina D M de Souza
Ezequiel Oliveira Lima
Maraíne Corrêa Gomes
Oswaldo R. Leão
Prefeitura RB- Creche
-o-oPrefeitura - RB
Chefe de direção
Tec. Florestal
Estudante
ADM
Freqüência
%
100
100
100
100
Participantes:
Nome
1
Alaíde AP. Santos
2
Beatriz do Carmo de
Pontes
Edna AP. da Silva
Flozina Rodrigues de
Almeida
Jéssica de Almeida Chaves
José Carlos Cabrera
Josiane Rodrigues Ubaldo
Lucinda Luiz de Andrade
Amaral
Maria de Lurdes Garcez
Vanessa Cristina Garcez
Wilson R. Souza
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Município
Freqüência
%
Rib. Branco
100
Rib. Branco
100
Sind. Empr. Rurais
Rib. Branco
Rib. Branco
100
100
Estudante
Fruticultor
Educadora - Saúde
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
100
100
100
100
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
100
100
100
Atividade
Secr. Assistência
Social
Estudante
Estudante
Função
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24
Oficina “freios e inércias” seguiu as etapas:
Listar os freios, obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza
(regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna)
para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030
Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
Avaliar a domínio dos atores do desenvolvimento face a estes principais fatores
Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP
Propor 5 a 10 ações concretas
Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “freios e inércias”:
Procedimento utilizado:
• Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista dos freios,
obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica,
social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030
• Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os
participantes. O grupo obteve, assim, 40 freios e inércias prováveis de impactar sobre o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030.
Os 40 freios e inércias identificados:
1. Projetos voltados para crianças / adolescentes;
2. Violação dos direitos humanos, descrer, ciência dos papéis sociais;
3. Uso de agrotóxicos na agricultura, esquecendo o método agroecológico;
4. Encarecimento do transporte dos produtos agrícolas, referente à estrada e a distância dos mercados;
5. Falta de desenvolvimento social;
6. Falta de saneamento básico nas zonas rurais, esgoto a céu aberto
7. Capacitar os professores com cursos dentro de sala de aula;
8. Cursos técnicos no Município;
9. Habitação;
10. Mais investimento no orçamento para agricultura;
11. Pouco envolvimento da sociedade;
12. Baixo salário;
13. Adicção;
14. Falta de políticas públicas;
15. Dar atenção ao pequeno agricultor;
16. Educação de acordo com a nossa realidade;
17. Falta de agrônomo para acompanhar os agricultores no campo;
18. Saúde;
19. Investimento em educação / mapear as propriedades rurais / estruturar Conselho Ambiental.
20. Trazer pequenas empresas para o Município;
21. Mais segurança nos bairros;
22. Cultural – comodismo / regularização fundiária / falta de faculdade no local;
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25
23. A falta de policiamento no Município;
24. Falta de controlar a silvicultura;
25. Falta de recursos;
26. Desemprego
27. Falta de fiscalização dentro das escolas em sala de aula;
28. Cultural / comodismo;
29. Educação voltada para desenvolvimento sustentável e humano;
30. Energia elétrica;
31. Falta de respeito ao próximo;
32. Policiamento;
33. Animais soltos nas ruas (invadem hortas);
34. Curso de capacitação dos agricultores;
35. Lazer;
36. Melhoramento da estrutura da terra para que as pessoas possam produzir;
37. Informação correta (dias de encontro, horários, locais,...);
38. Falta de locais para pagamento de luz, água, boletos nos bairros;
39. Campo inadequado para jogos e campeonatos;
40. Falta de manutenção das estradas / dependência de exploradores;
2) Os principais freios e inércias ao desenvolvimento sustentável futuro do Município de Ribeirão
Branco SP
Procedimento utilizado:
• Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 40 fatores em função da
importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante
recebe, neste caso, 20 pontos3 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um
dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos
sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. O
número de pontos a serem atribuídos a um item deverá situar-se entre 1 e 4:
1 = impacto fraco ou limitado;
2 = impacto sensível;
3 = impacto forte;
4 = impacto crítico.
• Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme tabela 3,
obtendo o seguinte resultado:
3
Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior (seja 20). Esta regra
geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho.
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26
Tabela 3: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados
Ordem
Freio / Inércia
1º.
2º.
3º.
Violação dos direitos humanos, descrer, ciência dos papéis sociais;
Desemprego;
Uso de agrotóxicos na agricultura, esquecendo o método agroecológico;
Encarecimento do transporte dos produtos agrícolas, referente à estrada e a distância
dos mercados;
Falta de saneamento básico nas zonas rurais, esgoto a céu aberto;
Capacitar os professores com cursos dentro de sala de aula;
Cursos técnicos no Município;
Habitação;
Mais investimento no orçamento para agricultura;
Pouco envolvimento da sociedade;
Baixo salário;
Falta de políticas públicas;
Dar atenção ao pequeno agricultor;
Educação de acordo com a nossa realidade;
Falta de agrônomo para acompanhar os agricultores no campo;
Saúde;
Trazer pequenas empresas para o Município;
Projetos voltados para crianças / adolescentes;
Cultural – comodismo / regularização fundiária / falta de faculdade no local / Falta de
controlar a silvicultura;
Falta de recursos;
Falta de fiscalização dentro das escolas em sala de aula;
Cultural / comodismo;
Educação voltada para desenvolvimento sustentável e humano;
Energia elétrica;
Falta de respeito ao próximo;
Policiamento;
Animais soltos nas ruas (invadem hortas);
Curso de capacitação dos agricultores;
Lazer;
Adicção;
Informação correta (dias de encontro, horários, locais,...);
Mais segurança nos bairros;
Falta de locais para pagamento de luz, água, boletos nos bairros;
Campo inadequado para jogos e campeonatos;
Falta de manutenção das estradas / dependência de exploradores;
Falta de desenvolvimento social;
A falta de policiamento no Município;
Investimento em educação / mapear as propriedades rurais / estruturar Conselho
Ambiental.
Melhoramento da estrutura da terra para que as pessoas possam produzir;
4º.
5º.
6º.
7º.
8º.
9º.
10º.
11º.
12º.
13º.
14º.
15º.
16º.
17º.
18º.
19º.
20º.
21º.
22º.
23º.
24º.
25º.
26º.
27º.
28º.
29º.
30º.
31º.
32º.
33º.
34º.
35º.
36º.
37º.
38º.
39º.
Hierarquização
19
17
16
15
14
11
11
10
8
8
7
7
7
7
6
6
6
5
4
4
4
4
4
4
3
3
3
3
3
3
3
2
2
2
1
3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante dos principais freios e
inércias
Procedimento utilizado:
As principais freios e inércias identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano,
cujos eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de
desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de
Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada
freio ou inércia em relação às outras).
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Para cada fator verificar se os atores estão bem preparados, mais ou menos preparados ou não estão
preparados. Por exemplo: no caso de uns dos fatores o ator público estiver preparado e o ator privado
não estiver preparado, considerar esse fator como dois fatores, um para o ator público e outro para o
ator privado. Conforme expressa a figura 3.
Freios e Inércias,
principais
desafios do futuro
Importância dos
freios e inércias
Violação dos direitos humanos,
descrer, ciência dos papéis sociais 19
Desemprego 17
Uso de agrotóxicos na agricultura,
esquecendo o método agroecológico 16
Encarecimento do transporte dos produtos agrícolas,
referente à estrada e a distância dos mercados 15
Forte
Falta de saneamento básico nas
zonas rurais, esgoto a céu aberto 14
Capacitar os professores com cursos dentro de
sala de aula Falta investimento no turismo 11
Cursos técnicos no Município 11
Habitação 10
Pouco envolvimento
da sociedade 8
Baixo salário 7
Falta de políticas
públicas 7
Mais investimento no
orçamento para agricultura 8
Dar atenção ao
pequeno agricultor 7
Educação de acordo com
a nossa realidade 7
Fraco
Fraco
Forte
Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento
Figura 4: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação
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4) Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP.
1º. Violação dos direitos humanos, descrer, ciência dos papéis sociais (19)
Exigências
1ª. Ter um plano gestor dentro do Município;
prévias:
2ª. Educação;
3ª. Criar um departamento dentro da Secretaria para fortalecer a
agricultura, reduzindo o uso de agrotóxico de produtos químicos;
4ª. Conscientização;
5ª. Participar das organizações;
6ª. Capacitação de pessoas para saúde / educação;
7ª. Ajudar na construção de fossas sintéticas para os mais
necessitados;
8ª. Sempre participar dos acontecimento no Município. Ex.:
Audiências Públicas.
9ª. Conversar com a sociedade do Município;
10ª. Projetos de solidariedade para o povo.
Condições
de 1ª.Por em prática o que já está no papel;
sucesso:
2ª. Orientações a partir das classes sociais;
3ª. Dar incentivo e subsídios para aqueles que produzem, respeitando
normas técnicas agroecológicas;
4ª. Respeito e colaboração da sociedade;
5ª. Organização, palestras – comprometimento;
6ª. Educação ambiental;
7ª. Fazer reuniões de conscientização nos bairros;
8ª. Compromisso social;
9ª. Colaboração de todos / repassar informações.
Exigências
prévias:
Condições
sucesso:
2º. Desemprego (17)
1ª.Investimento em cooperativas;
2ª.Maior oportunidades;
3ª.Organização das cooperativas e associações / PENAE / PAA e
outras;
4ª.Políticas paraagregação de empresas e formação profissional;
5ª. Criar meios de trabalho;
6ª. Melhoramento da estrutura das terras;
7ª. Fortalecimento dos meio envolvidos;
8ª. Implantar novas parcerias e fábricas no Município;
9ª. Criação de agroindústria;
de 1ª.Investimentos na educação de crianças e jovens;
2ª. Políticas Públicas;
3ª. Fortalecer cooperativas e associações e buscar mais recursos para
geração de mais empregos;
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29
4ª.Incentivos para indústrias e cursos profissionalizantes;
5ª. Ter um plano de carreira;
6ª. Cobrar mais do Legislativo na criação de Leis. Ex.: SIF / SIP/ SIM.
Executivo: apoio nos projetos de emendas parlamentares, visando
recursos para o fortalecimento das organizações;
7ª. Participação de todos no lucro.
3º. Uso de agrotóxicos na agricultura, esquecendo o método agroecológico (16)
Exigências
1ª. Orientação ao agricultor;
prévias:
2ª. Capacitação;
3ª. Criação de projetos com tema específico: Agrotóxico x
Agroecológico;
4ª. Orientação para os aplicativos de agrotóxicos;
5ª. Incentivo douso de adubos orgânicos;
6ª. Conscientização da população sobre o método agroecológico,
profissionais da área capacitados para realização de projetos;
7ª. Ensinar como se faz compostagem;
8ª. Reciclar os lixos tóxicos.
Condições
de 1ª. Fortalecimento da união sindicato / agricultores;
sucesso:
2ª. Mobilização e aplicação de novas alternativas;
3ª. Aplicação da teoria em práticas (dias de campo);
4ª. Comprometimento das empresas distribuidoreas;
5ª. Informação sobre o uso de adubos verdes (adubação orgânica),
fortalecimento em métodos viáveis, buscando osprodutos agrícolas,
não externos.
4º. Encarecimento do transporte dos produtos agrícolas, referente à estrada e a distância
dos mercados (15)
Exigências
1ª.Investimentos nas estradas;
prévias:
2ª. Diminuir a carga tributária cobrado pelos pedágios;
3ª. Promover profissionais desta área para receber a produção do
agricultor, aqui na região, de forma mais viável e de baixo custo;
4ª. Incentivo dos políticos / falta de interesse;
5ª. Acabar com atravessador;
6ª. Retenção dos impostos que são levados para outros Municípios,
pelasempresas que levam os produtos do Município;
7ª. Melhoria das estradas.
Condições
de 1ª. Emissão de nota do produtor, por parte dos grandes produtores;
sucesso:
2ª. Investir em cooperativas receptoras para receber a produção;
3ª. Notificar por meio da Secretaria da Fazenda as lojas
agropecuárias os alimentos, insumos . . . as notasfiscais, pois sem
esta, não haverá geraão de receita para o Município;
4ª. Rever as leis e modificá-las, se for o caso, e cumprí-las;
5ª. Mobilização dos produtores na conservação das estradas, dessa
forma o transporte fica barato, principalmente, em épocas de
chuva.
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Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
30
5º. Falta de saneamento básico nas zonas rurais, esgoto a céu aberto (14)
Exigências
1ª. Criar as redes de esgoto nas zonas rurais;
prévias:
2ª. Conscientização do uso da fossa séptica;
3ª. Conscientização da população em relação ao direito de ter
saneamento básico esuaunião paraadquirí-lo;
4ª.A Prefeitura saber da importância do saneamento básico e
disponibilizá-la para todos;
5ª.Socializar a importância da fossa séptica individual, pois a coletiva
tem elevado custo;
6ª. Meio ambiente e saúde.
Condições
de 1ª. Organização e mobilização d sociedade para atingir a meta
sucesso:
desejada;
2ª. Parcerias do Poder Público e SABESP;
3ª. Recursos da Secretária de Saúde para melhor condições sanitárias;
4ª. Fazer com que o poder público olhe mais para os menos
favorecidos;
5ª. Haver união entre governo e população / cuidar do meio ambiente,
assim também cuida-se da saúde;
6ª. Exigir um convênio dos órgãos públicos com as fundações, para
acompanhar as famílias vulneráveis;
7ª. Pessoas fiscalizando.
5) Foram proposta 5 ações concretas
1ª. Mobilização para conscientização e comprometimento do Poder Público e da População com a
prática cidadã.
2ª. Fazer um estudo e levantamento de acordo com a realidade do Município e seu potencial para
geração de emprego e renda;
3ª. Criar novas alternativas, buscando mercado agroecológico.
4ª. Aproximação do entreposto e beneficiamento dos produtos locais para o consumo da própria região.
5ª. Organização e mobilização da sociedade para agir junto ao ministério Público e SABESP
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
31
3.3.2. Oficinas de freios e inércias”
1) O objeto desta oficina, consiste em fazer um inventário dos freios e inércias, que poderão
prejudicar ou retardar o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu
ambiente hoje e no horizonte 2030.
O benefício desta abordagem é que ela parte de uma percepção, que permite revelar as “crenças” e
“não expressas”, que tendem a moldar as atitudes e estratégias, e assim, influenciar os jogos dos atores.
A prospectiva se interessa pelas mudanças, mas também pelas permanências. Em matéria de
desenvolvimento regional, é necessário levar em consideração os freios, os obstáculos ou
estrangulamentos, assim como a resistência à mudança proveniente das inércias.
Animadores ou Facilitadores da Oficina:
Nome
1
2
3
Caster Cesar da Silva
João Antonio Aranha Junior
Pedro Alexandre Rossi
Atividade
Prefeitura- RB- Saúde
Prefeitura - RB
Tec. M. Ambiente
Função
SMS
Sec. M .Ambiente
Tec. M. Ambiente
Freqüência
%
100
100
100
Participantes:
Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
Adriele dos Santos
Claudinei Rod. de Souza
Ismael Almeida Santos
Jaine Stefani A. Pinheiro
João De Oliveira Pinheiro
Juvelina Aparecida dos
Santos
Nicolau Theobaldo
Werneck
Alex Sandro Bispo
Danielle de Cássia Franco
Duvaldira Isabel de Barros
Francisco S. Vieira
Jansen Nunes Rosa
Josenildo Melo
Município
Freqüência
%
Estudante
Agricultor
Agricultura Familiar
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
100
100
100
100
100
100
Estudante
Rib. Branco
100
Sind. Químicos ABC
Sind. Químicos ABC
Agricultura
Sind. Químicos ABC
Sind. Químicos ABC
Sind. Químicos ABC
ABC
50
ABC
Rib. Branco
ABC
ABC
ABC
50
50
50
50
50
Atividade
Estudante
SINTIGER
Função
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Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
32
Oficina “freios e inércias” seguiu as etapas:
Listar os freios, obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza
(regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna)
para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030
Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
Avaliar a domínio dos atores do desenvolvimento face a estes principais fatores
Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP
Propor 5 a 10 ações concretas
Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “freios e inércias”:
Procedimento utilizado:
• Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista dos freios,
obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica,
social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030
• Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os
participantes. O grupo obteve, assim, 24 freios e inércias prováveis de impactar sobre o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030.
Os 24 freios e inércias identificados:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
23.
24.
Integração Regional: preocupação individual dos Municípios;
Preço baixo das mercadorias, prejuízo da população;
Pouca oportunidade de emprego;
Dificuldade de emprego e de aprendizagem profissional;
Falta de qualificação para o trabalho – cursos técnicos;
Falta de planejamento;
Falta de apoio à agricultura familiar;
Falta de confiança de investir em outras culturas agrícolas;
Falta de vontade do povo;
Acesso ao crédito – juros altos;
Falta de tecnologia;
Falta de saneamento básico;
Precariedade da saúde – falta de investimento em equipamentos;
Falta de união do povo de Ribeirão Branco;
Preservação do meio ambiente;
Falta de preservação e qualidade do meio ambiente;
Necessidade de pólo tecnológico – capacitação técnica;
Falta de incentivo aos agricultores – financiamento – valorização do produto local;
Valorizar cada segmento;
Atravessador;
Falta de transporte público urbano e mobilidade urbana (estradas);
Falta de divulgação de produto;
Falta de compromisso político;
Pouco incentivo cultural e esportivo para os jovens.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
33
2) Os principais freios e inércias ao desenvolvimento sustentável futuro do Município de Ribeirão
Branco SP
Procedimento utilizado:
• Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 40 fatores em função da
importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante
recebe, neste caso, 12 pontos4 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um
dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos
sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030. O
número de pontos a serem atribuídos a um item deverá situar-se entre 1 e 4:
1 = impacto fraco ou limitado;
2 = impacto sensível;
3 = impacto forte;
4 = impacto crítico.
• Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme tabela 4,
obtendo o seguinte resultado:
Tabela 4: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados
Ordem
1º.
2º.
3º.
4º.
5º.
6º.
7º.
8º.
9º.
10º.
11º.
12º.
13º.
14º.
15º.
16º.
17º.
18º.
19º.
20º.
21º.
22º.
23º.
24º.
Freio / Inércia
Pouca oportunidade de emprego
Falta de transporte público urbano e mobilidade urbana (estradas)
Falta de planejamento
Falta de qualificação para o trabalho – cursos técnicos
Falta de compromisso político (municipal, estadual e federal)
Falta de divulgação de produto
Dificuldade de emprego e de aprendizagem profissional
Falta de incentivo aos agricultores – financiamento – valorização do produto local
Falta de preservação e qualidade do meio ambiente
Integração Regional: preocupação individual dos Municípios
Preço baixo das mercadorias, prejuízo da população
Falta de apoio à agricultura familiar
Falta de confiança de investir em outras culturas agrícolas
Falta de vontade do povo
Acesso ao crédito – juros altos
Falta de tecnologia
Falta de saneamento básico
Precariedade da saúde – falta de investimento em equipamentos
Falta de união do povo de Ribeirão Branco
Preservação do meio ambiente
Necessidade de pólo tecnológico – capacitação técnica
Valorizar cada segmento
Atravessador
Pouco incentivo cultural e esportivo para os jovens
Hierarquização
18
14
9
8
7
5
5
4
4
3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante dos principais freios e
inércias
Procedimento utilizado:
4
Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior (seja 20). Esta regra
geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho.
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Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
34
As principais freios e inércias identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano,
cujos eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de
desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de
Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada
freio ou inércia em relação às outras).
Para cada fator verificar se os atores estão bem preparados, mais ou menos preparados ou não estão
preparados. Por exemplo: no caso de uns dos fatores o ator público estiver preparado e o ator privado
não estiver preparado, considerar esse fator como dois fatores, um para o ator público e outro para o
ator privado. Conforme expressa a figura 4.
Freios e Inércias,
principais
desafios do futuro
Importância dos
freios e inércias
Pouca oportunidade de emprego 18
Falta de transporte público urbano e
mobilidade urbana (estradas) 14
Forte
Falta de planejamento 9
Falta de qualificação para o
trabalho – cursos técnicos 8
Falta de compromisso político
(municipal, estadual e federal) 7
Fraco
Dificuldade de emprego e de
aprendizagem profissional 5
Falta de preservação e
qualidade do meio ambiente 4
Fraco
Falta de divulgação de produto 5
Falta de incentivo aos agricultores
– financiamento – valorização do
produto local 4
Forte
Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento
Figura 5: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação
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35
4) Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP.
Exigências
prévias:
Condições
sucesso:
1º. Pouca oportunidade de emprego (18)
1ª.Instalação de fábricas viáveis;
2ª.Organização social, para trazer empresa, junto ao poder público
municipal;
3ª.Mais empresas e mais concursos para trabalhar no Município;
4ª.Empregos justos para o jovem do Município;
5ª.Agroindústria e valorização do produto;
6ª.Incentivo e fortalecimento da ONGs (sindicatos, cooperativas,
associações e grupos organizados).
de 1ª.Vontade política e da população de fazer (população / empresários /
governo);
2ª.A Prefeitura dar oportunidade para as empresas, com estímulos,
tais como: menos imposto ou cedendo terreno;
3ª.Pessoas capacitadas (capacitação/qualificação) para o emprego,
para que as empresas contratem;
4ª.Atitude empresarial e política para ajudar esses jovens;
5ª.Fábricas, indústria de acordo com a realidade e necessidade da
Região;
6ª.Apoio às ONGs (sindicatos, associações, cooperativas e grupos
organizados);
7ª.Contratação de empregados e legalidade na situação das
empregadas domésticas.
2º. Falta de transporte público urbano e mobilidade urbana (estradas) (14)
Exigências
1ª.Prefeitura;
prévias:
2ª.União popular;
3ª.Transporte público rural;
4ª.Responsabilidade, regularização e cumprimento contratual;
5ª.Mais empresas no Município;
6ª.Realidade social;
7ª.Mais ônibus.
Condições
de 1ª.Ter alguém, na Prefeitura, que tome conta desse setor;
sucesso:
2ª.Acesso das pessoas ao comércio e à lavoura;
3ª.Haja projetos para organização;
4ª.Falta de uma pessoa responsável para cuidar dessa área;
5ª.Empresa tem que ser acessível à população;
6ª.Levantamento da realidade local;
7ª.Colocar ônibus em circulação, estabelecer horários e taxas com a
condição e necessidade social.
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36
Exigências
prévias:
Condições
sucesso:
Exigências
prévias:
Condições
sucesso:
3º. Falta de planejamento (9)
1ª.Trabalho em equipe – planejar e organizar juntos (população e
governo);
2ª. Interação;
3ª.Observação dos governantes sobre o Município;
4ª.Capacitação e formação de qualquer segmento;
5ª.Elaboração de projetos;
6ª.Técnicos;
7ª.Participação da população.
de 1ª.Reuniões da população, maior participação;
2ª.Planejamento do governo municipal com a população;
3ª. Diálogo entre a população e governo;
4ª.Capacitar e formar qualquer segmento;
5ª.Apoio técnico e geral da população;
6ª.Elaboração de planos, projetos elaborados por especialistas
embasados nos ânseios da comunidade;
7ª.Considerar a opinião da população no que precisa ser mudado.
4º. Falta de qualificação para o trabalho – cursos técnicos (8)
1ª.Planejamento conjunto, organização de equipes;
2ª.Escolas técnicas para o Município;
3ª.Qualidade na execução do trabalho;
4ª. Incentivo dos políticos / falta de interesse;
5ª.Cursos;
6ª.Profissionais habilitados e dinâmicos para ensinar;
7ª.Cursos gratuitos.
de 1ª.Empregos melhores;
2ª.Força de vontade das pessoas;
3ª.Proporcionar qualidade;
4ª.Promover capacitação e informações;
5ª.Faculdades e cursos;
6ª.Oportunidades para aprendizagem.
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37
5º. Falta de compromisso político (municipal, estadual e federal) (7)
Exigências
1ª.Formar equipes nos bairros para verificar as promessas dos
prévias:
políticos;
2ª.Mais participação dos governantes;
3ª.Compromisso;
4ª.Conscientização da população x políticos;
5ª.Cobrança da população.
Condições
de 1ª. Desenvolver instrumentos de cobrança do políticos eleitos;
sucesso:
2ª.As pessoas saibam exigir e votar;
3ª.Mais compromissos dos governantes e da população;
4ª.Organizar para saber exigir;
5ª.Fiscalização por parte da população.
5) Foram proposta 5 ações concretas
1ª. Reunião de todos os setores (ONGs, Prefeitura, empresários, representantes de bairro e etc.) para
construção de um diagnóstico da realidade do emprego no Município.
2ª. Realizar reuniões nos bairros para levantamento das demandas locais de transporte.
3ª. Convocar os representantes dos governos (municipal, estadual e federal) para discutir a realidade
local e construir nova realidade com assistências técnicas qualificadas.
4ª. Elaborar diagnóstico da realidade local, no que se refere ao trabalho e ao trabalhador.
5ª. Organizar as lideranças dos bairros para exigir dos políticos / governa a participação nas decisões
políticas da comunidade.
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38
3.4. Oficina de “mudanças críticas ... às estratégias ”
1) O objetivo desta oficina é identificar, a partir de mudanças e inércias, para o desenvolvimento do
Município Ribeirão Branco – SP e região, o que pode estar em jogo (normalmente são várias
situações), quais são os objetivos estratégicos e identificar as idéias de ações para serem
implementadas para atingir esses objetivos.
Animadores ou Facilitadores da Oficina:
Nome
1
Francisco Feitosa Alves Sobrinho
2
3
Ismael Carrenho Rodrigues
Patrícia Cartier Paranhos
Atividade
GTO\ITESP
Itapeva
Prefeitura - RB
Prefeitura - RB
Função
Freqüência
%
Eng. Agrônomo
100
Sec. Meio Ambiente
Eng. Agrônoma
100
100
Participantes:
Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
Helena Morais Lima
João Cláudio de A. Barros
José Luiz Pacheco de Lima
José Maria de Oliveira
Luzia Aparecida de Lara
Nicole Santiago
Raticori Roberta De Pontes Souza
Wandir Santiago
Zaqueu do Carmo
Cleyton A. Pedro
João Vinicius Machado
Atividade
SINTRAGER
Agricultor
Diretor Sindical
Agricultor
Agricultora
Estudante
Agricultor
Jovem Agricultor
Dirigente Sindical
Função
Município
Freqüência
%
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
100
100
100
100
100
100
100
100
100
50
50
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Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
39
Oficina “mudanças críticas ... às estratégias” seguiu as etapas:
Listar os fatores de mudanças e/ou de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural,
tecnológica, meio ambiente, demográfica, política e outras), de qualquer ordem (externa, interna),
pressentidas, almejadas ou temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP hoje e no horizonte 2030 Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio
e por escrito sua própria lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em
jogo para desenvolver o Município Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030
. Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
Avaliar o grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento face às principais mudanças.
Identificar, à partir das mudanças críticas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco – SP e regíão, o que pode estar em jogo (normalmente são várias situações), os objetivos
estratégicos e identificar as ações para atingir esses objetivos. Durante 15 a 20 minutos, cada
participante estabelece em silêncio e por escrito sua prórpia lista de objetivos e de ações, respondendo
às diversas situações que estão em jogo para desenvolver de maneira sustentável o Município de
Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030.
Os participantes em conjunto elaboram a pertinência e a coerência das estratégias por meio de análise
morfológica
Em conjunto os participantes formulam as estratégias, por meio de análise morfológica, necessárias para o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “mudanças”:
Procedimento utilizado :
•
Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista de mudanças,
rupturas tecnológicas, econômicas, políticas, culturais, sociais, organizacionais, regulamentações,
etc, que vão marcar o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
no horizonte de 2030 (mudanças pressentidas, desejáveis e temidas por cada um).
•
Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os
participantes. O grupo obteve, assim, 42 fatores de mudanças prováveis de impactar sobre o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030.
As 42 mudanças identificadas:
1. Economia: para crescer é preciso trazer algo que empregue;
2. Precisamos de empregos para nós, nossos filhos e todos os jovens do Município;
3. Acesso do produtor rural ao hospital;
4. Melhoria no transporte para tratamento da saúde;
5. Esporte e lazer para o bem estar das pessoas, para que crianças não percam a infância;
6. Trabalho infantil;
7. Políticas para o turismo;
8. Melhoria nos direitos dos cidadãos, acesso à informação;
9. Falta participação dos políticos;
10. Degradação do meio ambiente e política organizacional;
11. Proteção ao meio ambiente, evitar que os rios da cidade sejam poluídos, conscientizar a sociedade;
12. Coleta seletiva;
13. Proibição ou limite de eucalipto;
14. Mudanças climáticas;
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Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
40
15. Coleta de lixo – reciclagem doméstica;
16. Melhoria na água encanada do bairro e mais limpeza na água;
17. Rede de esgoto;
18. Valorização do trabalhador rural, do campo, oferecer melhor condições em seus locais de trabalho;
19. Mudanças nas pistas e pedestres, escoar produtos agrícolas;
20. Violência;
21. Mais pessoas envolvidas com o desenvolvimento do Município;
22. Educadores especializados;
23. Comercialização da produção dos agricultores e com isso melhor renda;
24. Diminuir o uso de agrotóxico na agricultura;
25. Formar mais lideranças nos bairros;
26. Transporte público na região;
27. Acabar com as queimadas;
28. Melhorar o sinal da rede para o celular;
29. Melhoria na qualidade (acesso) da educação;
30. Diminuir o desmatamento nas florestas;
31. Investimento em agroindústrias para processamento de produtos, agregarem valor;
32. Regulamentação de terras, na zona rural;
33. Escolas técnicas, universidades mais próximas;
34. Aumentar o reflorestamento de árvores nativas;
35. Política pública para os idosos;
36. Tecnologia adaptada para pequenos agricultores;
37. O Poder público apóie as ONGs, Sociais, cooperativas, sindicatos e associações;
38. Melhorar a internet em toda região, para ter acesso mais rápido, pois está muito lento, porque era
novidade há 10 atrás, agora não é mais;
39. Mudanças escolares;
40. Melhoramento em todos os bancos da terra e do município;
41. Melhoria no atendimento do Banco do Brasil;
42. Apoio do Município aos agricultores.
2) As principais mudanças
Procedimento utilizado:
• Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 42 fatores em função da
importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante
recebe, neste caso, 21 pontos5 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um
dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos
sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030. Os
participantes deverão escolher no máximo 7 fatores. O número de pontos a serem atribuídos a um
item deverá situar-se entre 1 e 4:
1 = impacto fraco ou limitado;
2 = impacto sensível;
3 = impacto forte;
4 = impacto crítico.
• Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme tabela 5,
obtendo o seguinte resultado:
5
Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior, quando for impar.
Esta regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho.
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41
Tabela 5: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas
Ordem
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
Mudança e Ruptura
O Poder público apóie as ONGs, Sociais, cooperativas, sindicatos e associações
Acesso do produtor rural ao hospital
Apoio do Município aos agricultores
Degradação do meio ambiente e política organizacional
Diminuir o uso de agrotóxico na agricultura
Melhoria no transporte para tratamento da saúde
Políticas para o turismo
Trabalho infantil
Política pública para os idosos
Proteção ao meio ambiente, evitar que os rios da cidade sejam poluídos, conscientizar a
sociedade
Coleta de lixo – reciclagem doméstica
Diminuir o desmatamento nas florestas
Melhoria nos direitos dos cidadãos, acesso à informação
Melhoramento em todos os bancos da terra e do município
Mais pessoas envolvidas com o desenvolvimento do Município
Rede de esgoto
Regulamentação de terras, na zona rural
Violência
Escolas técnicas, universidades mais próximas
Tecnologia adaptada para pequenos agricultores
Investimento em agroindústrias para processamento de produtos, agregarem valor.
Educadores especializados
Proibição ou limite de eucalipto
Mudanças climáticas
Melhoria na qualidade (acesso) da educação
Precisamos de empregos para nós, nossos filhos e todos os jovens do Município
Transporte público na região
Aumentar o reflorestamento de árvores nativas
Comercialização da produção dos agricultores e com isso melhor renda
Valorização do trabalhador rural, do campo, oferecer melhor condições em seus locais de
trabalho
Mudanças nas pistas e pedestres, escoar produtos agrícolas
Economia: para crescer é preciso trazer algo que empregue
Esporte e lazer para o bem estar das pessoas, para que crianças não percam a infância
Falta participação dos políticos
Coleta seletiva
Melhoria na água encanada do bairro e mais limpeza na água
Formar mais lideranças nos bairros
Acabar com as queimadas
Melhorar o sinal da rede para o celular
Melhorar a internet em toda região, para ter acesso mais rápido, pois está muito lento,
porque era novidade há 10 atrás, agora não é mais
Mudanças escolares
Melhoria no atendimento do Banco do Brasil
Hierarquização
16
15
11
10
9
9
9
8
8
8
8
7
7
6
6
6
6
5
5
5
5
5
4
4
4
3
3
3
3
3
2
2
3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante das principais mudanças
Procedimento utilizado:
As principais mudanças identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos
eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de
desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de
Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada
mudança em relação às outras), conforme expresa a Figura 6.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
42
Importância
das mudanças
Mudanças, principais
desafios do futuro
O Poder público apóie as
ONGs, Sociais, cooperativas,
sindicatos e associações (16)
Acesso do produtor rural ao hospital (15)
Necessidade de
mobilização dos
atores de
desenvolvimento
Apoio do Município aos
agricultores (11)
Degradação do meio ambiente e
política organizacional (10)
Forte
Diminuir o uso de agrotóxico
na agricultura (9)
Trabalho
infantil (8)
Política pública
para os idosos (8)
Políticas para
o turismo (9)
Proteção ao meio ambiente, evitar
que os rios da cidade sejam poluídos,
conscientizar a sociedade (8)
Melhoria no transporte para
tratamento da saúde (9)
Coleta de lixo –
reciclagem doméstica (8)
Diminuir o desmatamento
nas florestas (7)
Melhoria nos direitos dos
cidadãos, acesso à informação (7)
Melhoramento em
Mais pessoas envolvidas
todos bancos da terra com o desenvolvimento do
e do município (6)
Município (6)
Regulamentação
de
Rede de esgoto (6)
terras, na zona rural (6)
Escolas técnicas,
universidades mais
Violência (5)
próximas (5)
Tecnologia adaptada para
pequenos agricultores (5)
Fraco
Proibição ou limite de
eucalipto (4)
Mudanças
climáticas (4)
Precisamos de empregos
para nós, nossos filhos e
todos os jovens do
Município (3)
Mudanças nas pistas e
pedestres, escoar produtos
agrícolas (2)
Investimento em
agroindústrias para
processamento de
produtos, agregar valor (5)
Educadores
especializados (5)
Melhoria na qualidade
(acesso) da educação (4)
Comercialização da
Transporte
produção dos agricultores e público na
com isso melhor renda (3) região (3)
Valorização do trabalhador rural, do
campo, oferecer melhor condições em
seus locais de trabalho (3)
Aumentar o
reflorestamento de
árvores nativas (3)
Economia: para crescer é preciso
trazer algo que empregue (2)
Fraco
Forte
Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento
Figura 6: Plano: Importância das Mudanças x Grau de preparação dos Atores
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
43
4) Identificar, à partir das mudanças críticas, identificadas nesta oficina, para o desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco – SP e regíão, o que pode estar em jogo
(normalmente são várias situações), os objetivos estratégicos e identificar as ações para atingir
esses objetivos.
• Durante 15 a 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito sua prórpia lista de
objetivos e de ações, respondendo às diversas situações que estão em jogo para desenvolver de
maneira sutentável o Município de Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030.
5) Todos estas proposições são recolhidas e organizadas por meio de várias rodadas entre os
participantes.
Para iniciar a reflexão, os participantes fizeram para si, as seguintes questões:
• Quais são os atores implicados por essas mudanças?
• Quais são as forças dessas ações (“alavancas”) (freios ou motores)?
• Como melhorar o controle em relação às mudanças que são importantes?
• Como reduzir a importância de mudanças que na se tem controle?
• Como reduzir suas fraquezas e utilizar suas forças?
Conforme mostra a tabela 8, para cada mudança foi descrito o que está em jogo e para cada um definido
objetivo, com a respectiva idéia de ação a ser implementada.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas
Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
44
Tabela 6: Lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em jogo por mudanças críticas (mudanças críticas)
Mudanças críticas
O Poder público
apóie as ONGs,
Sociais,
cooperativas,
sindicatos e
associações (16)
O que está em jogo
Os objetivos diante do que está em jogo
Se o Poder Público ajudar, poderá haver uma melhora
Com fortalecimento das organizações as políticas públicas
podem chegar mais rápidas.
Fortalecimento das organizações para melhoria de vida das
pessoas.
Fortalecimento dos direitos dos agentes.
Unir as organizações e o poder público para o crescimento
do Município.
Vai melhorar a agricultura e adquirir ferramentas de
trabalho.
A saúde é o bem estar das pessoas e a atenção dada às
pessoas.
Melhoria do atendimento, que haja atendimento
diferenciado aos mais velhos.
O transporte adequado poderá ser evitado as complicações
de saúde e até a morte, como conseqüência.
Melhor qualidade de vida.
Tem que haver uma participação ativa dos agentes
sociais
Fortalecimento das organizações mais que os
organismos, são independentes ou sejam autônomos.
Haver comprometimento por parte dos agentes.
Acesso do produtor
rural ao hospital (15)
Apoio do Município
aos agricultores (11)
Tem que haver mais transporte para melhor atender os
bairros.
Falta verba (dinheiro) ou ser melhor aplicada.
Mais ambulâncias e pessoas capacitadas.
Fortalecer a parceria com a população e o transporte
em casos urgentes.
Disputa entre agricultores e o plantio de pinus e
eucalipto
Organizar a produção e a comercialização
A permanência de nossos descendentes no campo.
As entidades precisam de mais técnicos.
A união dos representantes do Município com os
agricultores.
Problemas com os atravessadores, que compram mais
barato.
Lixo de modo geral acaba indo para o rio e também o
desmatamento.
Pequeno Produtor x Grande Produtor
Degradação do meio
ambiente e política
organizacional (10)
O Poder: sendo assim compra a justiça.
A extinção de muitas espécies de animais.
Poluição dos rios com esgoto.
Desmatamento em nome do progresso.
Reflorestamento nas cabeceiras das águas.
Diminuir o uso de
agrotóxico na
agricultura (9)
A vida humana e a vida de outros seres vivos.
A saúde do País.
Conseguir uma produção melhor.
Permanência do homem no campo..
Vender a produção para as escolas (vendas institucionais)
Melhores condições econômicas e oportunidades de
desenvolvimento.
Se aprendermos a vender a qualidade de vida será melhor.
Para melhorar a comercialização aumentar o valor da
CONAB.
Fazer a arborização das cidades para melhorar o meio
ambiente.
Poder econômico reverte (trazer mais benefícios) seu lucro
em favor do meio ambiente.
Enquanto a agricultura familiar preserva para sobreviver, o
grande produtor só destrói o meio ambiente.
Pegar o plástico (lixo) e dar a ele uma coleta correta.
Que o poder público incentive mais as pessoas para
preservar.
Todo agricultor tem que ter consciência de que preservando
terá uma vida melhor.
Produtos saudáveis e qualidade de vida.
Melhora o conhecimento para uso de produtos químicos
com orientação de agrônomos e técnicos.
Poluição
Idéias de ações para ser implementada
Temos que lutar e acompanhar para fazer acontecer.
Condições / acesso / curso de capacitação.
Conscientização dos agricultores do valor de estar organizado, porque
as conquistas são mais rápidas;
Se organizar em grupo, se unir.
Políticas de prevenção, no Município, como água tratada e esgoto
tratado, diminuição de produtos químicos, hábito alimentar.
Melhor atendimento no hospital.
Buscar mais recursos e responsabilidade.
Mais acompanhamento da saúde nos bairros.
Cobrança da população do Município, pois saúde é um direito de
todos e a contratação de mais pessoas capacitadas. Reclamar pelos
direitos.
Se unir em associações.
Fortalecer sindicato e cooperativas.
Mais crédito e assistência técnica para o produtor.
Valorizar a comercialização dos produtos do Município.
Aumentar o valor do PAP CONAB..
Arborizar a cidade.
Dar condições para o pequeno produtor preservar os córregos e
nascentes.
Preservar a natureza.
Que cada um faça melhor para o meio ambiente.
Incentivo aos produtos orgânicos e naturais.
Diversidade de cultura.
Fiscalização quanto à utilização de produtos químicos.
6) A pertinência e a coerência das estratégias por meio de análise morfológica:
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Açã
45
Alavancas fundamentais
relevantes
1. O Poder público apóie
as
ONGs,
Sociais,
cooperativas, sindicatos
e associações
Ações Possíveis
Sobre cada uma das alavancas fundamentais
1.1. Temos que lutar
e acompanhar
para fazer
acontecer
1.2. Condições /
acesso / curso
de capacitação
1.3. Conscientização dos
1.4. Se organizar
agricultores do valor de
estar organizado, porque as
conquistas são mais rápidas
em grupo,
se unir
2.5. Cobrança da população
2.1. Políticas de
2. Acesso do produtor
rural ao hospital
3. Apoio do Município
aos agricultores
4. Degradação do meio
ambiente e política
organizacional
5. Diminuir o uso de
agrotóxico na
agricultura
prevenção, no
Município,
como água
tratada e esgoto
tratado,
3.1. Se unir em
associações
4.1. Arborizar a
cidade
5.1. Incentivo aos
produtos orgânicos
e naturais
2.2. Melhor
atendimento
no hospital.
3.2. Fortalecer
sindicato e
cooperativas
4.2. Dar condições para
o pequeno produtor
preservar os
córregos e nascentes
5.2. Diversidade
de cultura
2.3. Buscar mais
recursos e
responsabilidade
3.3. Mais crédito e
assistência técnica
para o produtor
4.3. Preservar a
natureza
2.4. Mais
acompanhamento
da saúde nos
bairros.
3.4. Valorizar a
do Município, pois
saúde é um direito de
todos e a contratação de
mais pessoas
capacitadas. Reclamar
pelos direitos.
3.5. Aumentar o
comercialização dos
produtos do
Município
valor do PAP
CONAB
4.4. Que cada um faça
melhor para o meio
ambiente
5.3. Fiscalização quanto
à utilização de
produtos químicos
Para resumir o conjunto de outras possibilidades ao menos 1.200 estratégias possíveis = 4 x 5 x 5 x 4 x 3.
Figura 7: Identificação da Coerência e de Estratégias por meio da Análise Morfológica para atender as Mudanças e Rupturas
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveischave
46
6) Relação das possíveis estratégias escolhidas pelos participantes:
1) Estratégia 1 ( ): compreende a forma estratégica: (1.1; 2.4; 3.3; 4.1; 5.3), que significa: Temos que lutar e acompanhar para fazer acontecer, mais
acompanhamento da saúde nos bairros, Mais crédito e assistência técnica para o produtor, Arborizar a cidade, Fiscalização quanto à utilização de produtos
químicos.
2) Estratégia 2 ( ): compreende a forma estratégica: (1.3; 2.4; 3.5; 4.2; 5.3), que significa: Conscientização dos agricultores do valor de estar organizado, porque
as quistas são mais rápidas, Mais acompanhamento da saúde nos bairros, Aumentar o valor do PAP CONAB, Dar condições para o pequeno produtor
preservar os córregos e nascentes, Fiscalização quanto à utilização de produtos químicos.
3) Estratégia 3 ( ): compreende a forma estratégica: (1.1; 2.2; 4.2; 5.1), que significa: Temos que lutar e acompanhar para fazer acontecer, Melhor atendimento
no hospital, Dar condições para o pequeno produtor preservar os córregos e nascentes, Incentivo aos produtos orgânicos e naturais.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveischave
47
3.5. Oficina de “Mudanças críticas ... aos cenários exploratórios”
1) O objeto desta oficina consiste em:
Identificar os cenários globais:
Identificar as principais questões chave pertinente ao futuro a partir das principais mudanças
críticas.
Identificar os cenários parciais, para encontrar os cenários globais:
Identificar para cada questão chave as componentes possíveis
Elaborar para cada componente as hipóteses de respostas possíveis.
Animadores ou Facilitadores da Oficina:
Nome
1
2
3
Eliana L. S. Machado
Juarez da Silva Pereira
Marcos Antonio dos Santos
Atividade
Educação
Educação
Inst. Libros
Função
Vice-diretor
Professor
Eng. Agrícola
Freqüência
%
100
100
100
Participantes:
Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
Armelino Galvão Oliveira
Bernadete dos Santos Cunha
Laudelino de Paula Oliveira
Marli Rodrigues de Almeida
Pedro Custódio de Almeida
Silmara A. dos Santos
Gabriele Aparecida de Lara Oliveira
Nelson Mendes Torres
Atividade
Agricultor
Agricultora
Agricultor
SER
Agricultor
Agricultora
Estudante
Agricultor
Função
Município
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Freqüência
%
100
100
100
100
100
100
50
50
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Açã
48
Oficina “mudanças críticas ...aos cenários” seguiu as etapas:
Listar os fatores de mudanças e/ou de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural,
tecnológica, meio ambiente, demográfica, política e outras), de qualquer ordem (externa, interna),
pressentidas, almejadas ou temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP hoje e no horizonte 2030 Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio
e por escrito sua própria lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em
jogo para desenvolver o Município Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030
. Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
Avaliar o grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento face às principais mudanças.
Identificar, à partir das mudanças críticas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco – SP e regíão, as questões chave para cada mudança crítica. Durante 15 a 20 minutos, cada
participante estabelece em silêncio e por escrito sua prórpia lista de objetivos e de ações, respondendo às
diversas situações que estão em jogo para desenvolver de maneira sutentável o Município de Ribeirão
Branco – SP e região, no horizonte de 2030.
Os participantes em conjunto identtificam para cada questão chave as diferentes respostas plausíveis e
rupturas posíveis.
Em conjunto os participantes constroem cenários globais, por meio de análise morfológica, considerando a
pertinência, a proximidade da verdade (plausível) e a coerência, necessárias para o desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
2) Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “mudanças”:
Procedimento utilizado :
•
Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista de mudanças,
rupturas tecnológicas, econômicas, políticas, culturais, sociais, organizacionais, regulamentações, etc,
que vão marcar o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no
horizonte de 2030 (mudanças pressentidas, desejáveis e temidas por cada um).
•
Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os
participantes. O grupo obteve, assim, 37 fatores de mudanças prováveis de impactar sobre o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030.
As 37 mudanças identificadas:
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
Trazer indústria, para que nosso Município cresça e oportunidades;
Dar mais assistência aos agricultores, os filhos não tem oportunidades e vão embora, porque querem melhorar de vida e
o Município não oferece oportunidades, melhorar atendimento da saúde, no Município para mulheres;
Melhorar mais a saúde faltam postos nos bairros, sendo poucos os atendimentos, horários curtos e falta profissionais;
Melhorar as condições de emprego, o Município não valoriza os trabalhadores, salários baixos, não há renda para
sobrevivência, para que torne suas vidas mais fáceis e não uma mão de obra barata;
Segurança para a agricultura, muitos familiares da zona rural estão indo embora, por causa de novas plantações de pinus
e etc., porque eles não produzem sem terras e falta local para plantar sua lavoura;
Muitos idosos moram longe, que vêm ao médico, mas não está, queremos médicos que não faltem e com tempo, e o
agendamento seja efetuado mais rápido;
Mais empregos e mais trabalho para os bairros do Município;;
Melhorar o ensino, principalmente, o ensino médio;
Construção de escolas nos bairros principais do Município;
Falta de professores, principalmente, no ensino fundamental e médio;
Manutenção das estradas, para que o transporte seja melhor;
Segurança nas escolas, ampliar a segurança escolar;
Boas estradas e mais emprego;
Capacitação para monitores, com curso à distância;
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas
no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
49
15. Conscientizar a família em relação ao lixo, muita não educam seus filhos, não participam do meio e a respeito da
poluição;
16. Aumentar o número de funcionários em escolas públicas, para que cuidem melhor das crianças;
17. Comprometimento político, muitos políticos não cumprem o que prometeram;
18. Mais transporte escolar para o Município;
19. Cumprir o programa habitacional, casas populares;
20. Incentivo aos jovens para cursos de culinária e artesanato, para que tenham seu tempo ocupado e não haja possibilidade
de ir para o mau caminho;
21. Construir casas para pessoas carentes, substituir as casas onde moram por casas boas;
22. Recolhimento de resíduos de agrotóxicos que são resíduos químicos e largados ao céu aberto, contaminando a natureza e
o ser humano, foi optado pelo recolhimento das embalagens;
23. Mais emprego nos bairros, por exemplo: na Campina de Fora;
24. Melhorou muito a ação escolar no Município, reuniões e merenda escolar;
25. Turismo para região, para comerciantes aumentar a renda;
26. Falta esgoto no bairro Brasílio e Município em geral;
27. Melhorar a educação;
28. Capacitação de funcionário, mão de obra especializada;
29. Respeitar o direito da criança, porque há muitas crianças que são exploradas;
30. Exploração mineral existe sem recuperar o local depois de explorado e sem pagar ao proprietário pela exploração do
minério;
31. Segurança, policiamento nos bairros principais, por exemplo: Campina de Fora, que está sem policiamento;
32. Aumento no trabalho social da comunidade, agricultura familiar;
33. Maior transparência e oferta de moradias de qualidade;
34. Ter mais concurso público, emprego para os jovens e ter uma renda familiar digna para sobreviver;
35. Falta melhoria nas estradas (*);
36. Trazer faculdades para o Município (*);
37. Falta área de lazer para os jovens (*).
2) As principais mudanças
Procedimento utilizado:
• Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 37 fatores em função da
importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante
recebe, neste caso, 19 pontos6 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada um
dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus impactos
sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030. Os
participantes deverão escolher no máximo 7 fatores. O número de pontos a serem atribuídos a um item
deverá situar-se entre 1 e 4:
1 = impacto fraco ou limitado;
2 = impacto sensível;
3 = impacto forte;
4 = impacto crítico.
• Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, conforme a tabela 7,
obtendo o seguinte resultado:
Tabela 7: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas
Ordem
1
2
3
4
6
Mudança e Ruptura
Melhorar mais a saúde faltam postos nos bairros, sendo poucos os atendimentos, horários
curtos e falta profissionais, melhorar atendimento da saúde, no Município para mulheres
Falta melhoria nas estradas (*)
Falta esgoto no bairro Brasílio e Município em geral
Ter mais concurso público, emprego para os jovens e ter uma renda familiar digna para
Hierarquização
15
10
9
8
Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior, quando for impar.
Esta regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho.
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no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
50
sobreviver
Trazer faculdades para o Município (*)
8
Falta área de lazer para os jovens (*)
8
Muitos idosos moram longe, que vêm ao médico, mas não está, queremos médicos que não
7
faltem e com tempo, e o agendamento seja efetuado mais rápido
8
Construir casas para pessoas carentes, substituir as casas onde moram por casas boas e
7
maior transparência e oferta de moradias de qualidade
9
Trazer indústria, para que nosso Município cresça e oportunidades
6
10
Dar mais assistência aos agricultores, os filhos não tem oportunidades e vão embora,
4
porque querem melhorar de vida e o Município não oferece oportunidades;
11
Segurança para a agricultura, muitos familiares da zona rural estão indo embora, por causa
4
de novas plantações de pinus e etc., porque eles não produzem sem terras e falta local para
plantar sua lavoura
12
Segurança, policiamento nos bairros principais, por exemplo: Campina de Fora, que está
3
sem policiamento
13
Recolhimento de resíduos de agrotóxicos que são resíduos químicos e largados ao céu
3
aberto, contaminando a natureza e o ser humano, foi optado pelo recolhimento das
embalagens
14
Conscientizar a família em relação ao lixo, muitas delas não educam seus filhos, não
2
participam do meio e a respeito da poluição.
15
Melhorar as condições de emprego, o Município não valoriza os trabalhadores, salários
2
baixos, não há renda para sobrevivência, para que torne suas vidas mais fáceis e não uma
mão de obra barata
16
Mais empregos e mais trabalho para os bairros do Município
17
Melhorar o ensino, principalmente, o ensino médio
18
Construção de escolas nos bairros principais do Município;
19
Falta de professores, principalmente, no ensino fundamental e médio;
20
Manutenção das estradas, para que o transporte seja melhor;
21
Segurança nas escolas, ampliar a segurança escolar;
22
Boas estradas e mais emprego;
23
Capacitação para monitores, com curso à distância
24
Aumentar o número de funcionários em escolas públicas, para que cuidem melhor das
crianças;
25
Comprometimento político, muitos políticos não cumprem o que prometeram;
26
Mais transporte escolar para o Município;
27
Cumprir o programa habitacional, casas populares;
28
Incentivo aos jovens para cursos de culinária e artesanato, para que tenham seu tempo
ocupado e não haja possibilidade de ir para o mau caminho
29
Mais emprego nos bairros, por exemplo: na Campina de Fora;
30
Melhorou muito a ação escolar no Município, reuniões e merenda escolar;
31
Turismo para região, para comerciantes aumentar a renda
32
Melhorar a educação
33
Capacitação de funcionário, mão de obra especializada
34
Respeitar o direito da criança, porque há muitas crianças que são exploradas
35
Exploração mineral existe sem recuperar o local depois de explorado e sem pagar ao
proprietário pela exploração do minério
36
Aumento no trabalho social da comunidade, agricultura familiar
OBS.: Em razão de alguns fatores que apareceram no gráfico não constarem na relação dos fatores hierarquizados e pelas
informações prestadas pelo animador da oficina, foram consideradas as informações que constavam no Plano de
Importância das mudanças x Grau de preparação. Os fatores são aqueles com (*).
5
6
7
3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante das principais mudanças
Procedimento utilizado:
As principais mudanças identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos
eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de
desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de
Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada
mudança em relação às outras), conforme expresa a Figura7.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas
no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
51
Importância
das mudanças
Mudanças, principais
desafios do futuro
Melhorar mais a saúde faltam postos nos
bairros, sendo poucos os atendimentos,
horários curtos e falta profissionais,
melhorar atendimento da saúde, no
Município para mulheres (15)
Falta melhoria nas
estradas (*) (10)
Forte
Falta esgoto no bairro Brasílio
e Município em geral (9)
Ter mais concurso público, emprego Trazer faculdades
para os jovens e ter uma renda
para o Município
familiar digna para sobreviver (8)
(*) (8)
Falta área de lazer para os jovens (*) (8)
Muitos idosos moram longe,
que vêm ao médico, mas não
está, queremos médicos que
não faltem e com tempo, e o
agendamento seja efetuado
mais rápido (7)
Necessidade de
mobilização dos
atores de
desenvolvimento
Construir casas para
pessoas carentes,
substituir as casas onde
moram por casas boas e
maior transparência e
oferta de moradias de
qualidade (7)
Fraco
Fraco
Forte
Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento
Figura 8: Plano: Importância das Mudanças x Grau de preparação dos Atores
4) Na elaboração da Tabela 8, foram consideradas as mudanças críticas mais importantes, para cada
mudança foram elaboradas as questões chave e para cada questão chave houve respostas plausíveis e
de ruptura.
Relatório Final de Consolidação das Oficinas realizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas
no Curso de Formação-Ação suporte para o Aprofundamento das Variáveis-chave
52
Tabela 8: Lista das mudanças críticas com as respectivas questões chave e suas respostas plausíveis e de ruptura.
MUDANÇAS
CRÍTICAS
QUESTÃO CHAVE
RESPOSTA PLAUSÍVEL
RESPOSTA - RUPTURA
1.1) Como será a saúde para o idoso, melhor ou pior?
1.2) Como conseguir melhorar o atendimento para
saúde?
1.3) Como proporcionar mais atendimento da saúde
para os bairros?
1.4) Quem vai contratar mais médico para a população?
1.5) Os jovens formados no Município trabalharão
nele?
1.1.1) Trazer mais verbas, pessoas especializadas,
equipamentos para exames e médico especialista para o
idoso e ser bem atencioso
1.2.1) Contratar mais médicos
1.3.1) Vereador da Câmara Municipal
1.4.1) Governo Municipal
1.5.1) Aumentar as oportunidades para os jovens e mais postos
de saúde
1.1.2) Ter mais médicos nos Postos de Saúdes das Zonas Rurais
1.2.2)
1.3.2) Esforço do Prefeito
1.4.2)
1.5.2) Uso correto do dinheiro público
Falta melhoria nas
estradas (*)
2.1) Como melhorar as estradas abandonadas?
2.2) O que fazer para conservar as estradas rurais?
2.3) Como conservar melhor as estradas da zona rural?
2.4) Como melhorar as estradas no futuro?
2.5) Como serão as estradas na zona rural?
2.6) O governo via asfaltar as zonas rurais?
2.1.2) A Prefeitura deve identificar as estradas ruins e arrumálas para continuarem úteis para os trabalhadores rurais
2.2.2)
2.3.2) União do povo para conservação das estradas rurais
2.4.2) Aumentar o interesse dos políticos para obter mais
máquinas para atender melhor a população
2.5.2)
2.6.2)
3
Falta esgoto no
bairro Brasílio e
Município em
geral
3.1) A rede de esgoto é necessária?
3.2) Quem é responsável pelo saneamento básico?
3.3) Como obter a rede de esgoto e água tratada para
todos na zona rural?
3.4) Porque não há redes de esgoto nos bairros?
3.5) Que se responsabilizará pelo saneamento básico?
3.6) Como instalar saneamento básico para os
moradores que ainda não tem?
4
Ter mais concurso
público, emprego
para os jovens e
ter uma renda
familiar digna para
sobreviver
2.1.1) A população deve exigir estradas boas dos órgãos
públicos
2.2..1) Aumentar a manutenção e pedregulhar
2.3.1) Os representantes devem estar sempre vistoriando a
zona rural
2.4.1) Aumentar a verba e o pessoal técnico
2.5.1) Vai ser com aumento das responsabilidades dos
envolvidos
2.6.1) Acompanhamento dos órgãos públicos.
3.1.1) Deve construir maior número de fossas e tratamentos
corretos
3.2.1) O governo estadual, municipal e a comunidade são
responsáveis pelo saneamento básico.
3.3.1) Obter verba por meio de projetos elaborados pelos
representantes municipais
3.4.1) Falta de compromisso com a população
3.5.1) As águas da cozinha e do banheiro serão depositadas em
fossa na zona rural
3.6.1) Conseguir saneamento básico para todos por meio da
reforma pública
4.1.1) Construir mais escolas e estudar mais
5
Trazer faculdades
para o Município
(*)
1
2
Melhorar mais a saúde
faltam postos nos
bairros, sendo poucos
os atendimentos,
horários curtos e falta
profissionais, melhorar
atendimento da saúde,
no Município para
mulheres
4.1) Como preparar melhor os jovens para os concursos
públicos?
4.2) Como manter os jovens no município?
4.3) Como gerar mais emprego nos serviços
municipais?
4.4) Porque não tem concurso público e emprego para
jovens e pais de família?
5.1) Como disponibilizar faculdade mais próxima, para
os jovens estudarem e adquirir novas profissões?
5.2) Como fazer para que as faculdades venham para o
Município?
3.1.2) A população não se deve submeter à vontade política
3.2.2)
3.3.2) Desenvolver um sistema tecnológico para recolher
resíduo e dejetos para ser aproveitado como energias
alternativas
3.4.2) Exigir da SABESP e da Prefeitura pessoas especializadas
3.5.2)
3.6.2) O governo obter recursos para a alta tecnologia com a
finalidade de recolhimento do esgoto e transformá-lo em
energia
4.1.2) Aumentar o número de empresas e indústria
4.2.1) Criar escolas nas zonas rurais para os jovens
4.3.1) Os jovens necessitam estudar para trabalhar
4.4.1) Atrair empresas, indústrias e expansão do setor público.
4.2.2)
4.3.2)
4.4.2) Impedir que os atravessadores atuem e a população
assuma esse serviço
5.1.1) A Prefeitura pode conceder isenção fiscal para esse tipo
de empreendimento
5.2.1) O jovem da zona rural não tem condições de pagar a
faculdade, por isso deverá ter uma faculdade pública.
5.1.2) Os jovens devem se mobilizar e cobrar os setores
responsáveis para trazer as Faculdades
5.2.2) Ensino universitário público para os jovens carentes da
zona rural
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de Formação-Açã
53
5) Foi elaborado o cenário global em razão do tempo disponível, mas no item 4 serão demonstrados os cenários parciais e o global.
QUESTÃO CHAVE
1.1) ) Como será a saúde para o idoso, melhor
ou pior?
RESPOSTA - PLAUSÍVEL
RESPOSTA - RUPTURAS
1.1.1) Trazer mais verbas, pessoas especializadas,
equipamentos e médico especialista para o 1.1.2) Ter mais médicos nos Postos de Saúdes das
Zonas Rurais
idoso e ser bem atencioso
1.2) Como conseguir melhorar o atendimento
para saúde?
1.2.1) Contratar mais médicos
1.3) Como proporcionar mais atendimento da
saúde para os bairros?
1.3.1) Vereador da Câmara Municipal
1.4) Quem vai contratar mais médico para a
população?
1.4.1) Governo Municipal
1.5) Os jovens formados no Município
trabalharão nele?
1.5.1) Aumentar as oportunidades para os
jovens e mais postos de saúde
1.5.2) Uso correto do dinheiro público
2.1) Como melhorar as estradas abandonadas?
2.1.1) A população deve exigir estradas boas
dos órgãos públicos
2.1.2) A Prefeitura deve identificar as estradas
ruins e arrumá-las para continuarem úteis
1.3.2) Esforço do Prefeito
2.2) O que fazer para conservar as estradas
rurais?
2.2.1 Aumentar a manutenção e pedregulhar
2.3) Como conservar melhor as estradas da
zona rural?
2.3.1) Os representantes devem estar sempre
vistoriando a zona rural
2.3.2) União do povo para conservação das estradas
rurais
2.4) Como melhorar as estradas no futuro?
2.4.1) Aumentar a verba e o pessoal técnico
2.5) Como serão as estradas na zona rural?
2.5.1) Vai ser com aumento das
responsabilidades dos envolvidos
2.4.2) Aumentar o interesse dos políticos para obter
mais máquinas para atender melhor a
população
2.6) O governo via asfaltar as zonas rurais?
2.6.1) Acompanhamento dos órgãos
públicos
3.1) A rede de esgoto é necessária?
3.1.1) Deve construir maior número de
fossas e tratamentos corretos
3.2) Quem é responsável pelo saneamento
básico?
3.2.1) O governo estadual, municipal e a
comunidade são responsáveis pelo
saneamento básico
3.3) Como obter a rede de esgoto e água tratada
para todos na zona rural?
3.3.1) Obter verba por meio de projetos
elaborados pelos representantes
municipais
3.4) Porque não há redes de esgoto nos bairros?
3.4.1) Falta de compromisso com a
população
3.1.2) A população não se deve submeter a vontade
política
3.3.2) Desenvolver um sistema tecnológico para
recolher resíduos e dejetos para ser
aproveitado como energias alternativa
3.4.2) Exigir da SABESP e da Prefeitura pessoas
especializadas
3.5) Que se responsabilizará pelo saneamento
básico?
3.5.1) As águas da cozinha e do banheiro serão
depositados em fossa na zona rural
3.6) Como instalar saneamento básico para os
moradores que ainda não tem?
3.6.1) Conseguir saneamento básico para todos
por meio da reforma pública
3.6.2) O governo obter recursos para a alta
tecnologia com a finalidade de
recolhimento do esgoto e transformá-lo
em energia
4.1) Como preparar melhor os jovens para os
concursos públicos?
4.1.1) Construir mais escolas e estudar mais
4.1.2) Aumentar o número de empresas e indústria
4.2) Como manter o jovens no município?
4.2.1) Criar escolas nas zonas rurais para os
jovens
4.3) Como gerar mais emprego nos serviços
municipais?
4.3.1) Os jovens necessitam estudar para
trabalhar
4.4) Porque não tem concurso público e emprego
para jovens e pais de família?
4.4.1) Atrair empresas, indústrias e expansão
do setor público
5.1) Como disponibilizar faculdade mais
próxima, para os jovens estudarem e adquirir
novas profissões?
5.2) Como fazer para que as faculdades venham
para o Município?
5.1.1) A Prefeitura pode conceder isenção
fiscal para esse tipo de empreendimento
5.2.1) Os jovens da zona rural não tem
condições de pagar a faculdade, por
isso deverá ter uma faculdade pública
4.4.2) Impedir que os atravessadores atuem e a
população assuma esse serviço
5.1.2) Os jovens devem se mobilizar e cobrar os
setores responsáveis para trazer as
Faculdades
5.2.2) Ensino universitário público para os
jovens carentes da zona rural
Figura 9: Construção de cenário global a partir das questões chave e respostas, por meio da Análise Morfológica
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Açã
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OBS.: A Falta de tempo não tornou possível a construção dos cenários parciais, considerando cada
questão-chave, como também não foi possível a construção do cenário global juntos.
Abaixo foi descrito um possível cenário global, que não foi discutido com os participantes da
oficina, que serve como orientação, exemplo, para construção de cenário.
1º.) Cenário Global 1 ( ): o cenário considerado foi (1.5.1; 2.3.2; 3.3.1; 4.4.1; 5.1.2), que significa:
Aumentar as oportunidades para os jovens e mais postos de saúde, União do povo para conservação das
estradas rurais; Obter verba por meio de projetos elaborados pelos representantes municipais; Atrair
empresas, indústrias e expansão do setor público; Os jovens devem se mobilizar e cobrar os setores
responsáveis para trazer as Faculdades.
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Formação-Ação
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3.6. Oficina da “árvore de competência do passado e do presente . . . ao futuro” – 1º. dia
3.6.1. Oficina da “árvore de competência do passado e do presente . . . ao futuro” – 1º. dia
1) Objetivo da oficina:
• no primeiro dia é elaborar as dinâmicas passadas e presentes do desenvolvimento sustentável do
Município Ribeirão Branco – SP na elaboração de sua árvore de habilidades. Esta oficina precisa a
vocação, as competências e seus conhecimentos, mas também sua organização até as linhas de produtos
e/ou serviços. A dinâmica leva em conta as mudanças no ambiente;
• no segundo dia é imaginar um futuro desejável diante das ameaças e oportunidades do ambiente e
construir para o Município Ribeirão Branco – SP uma árvore de competência do futuro, sabendo que a
análise prospectiva permite considerar que o futuro possui incertezas e está aberto para muitos futuros
possíveis.
Animadores ou Facilitadores da Oficina:
Nome
1
2
3
Anderson de Siqueira Gomes
Lucinei Paes de Lima
Maria do Carmo de Oliveira
Atividade
Função
SINTRAGER
Prefeitura - RB
Educação
Tec. Agrícola
Administração
Vice - diretora
Freqüência
%
100
100
100
Participantes:
Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
Celso de Oliveira
Claudinei Ribeiro de Almeida
Daiane Grasiele Souza
Eduardo da S. Oliveira
Gisele do Nascimento Veloso
Gonçalves
Luiz Carlos de Almeida Lara
Pedro Leonildo Rossi
Chani Dias da Silva
Ilcinéia Passífico de Oliveira
José Ilson de Oliveira Ferreira
Júlio Henrique Santos
Reni Silva de Almeida
Sueli A. Martins Benfica
Atividade
Agricultor
Agricultora
Estudante
Agricultor
Agricultura Familiar
Fruticultor
Diretor SINTRAGER
Escola Familiar
Estudante
Diretor Sindical
Esporte - Criança
Município
Freqüência
%
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
100
100
100
100
100
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
Rib. Branco
100
100
50
50
50
50
50
50
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Formação-Ação
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Oficina de “árvore de competência do passado, presente e futuro seguiu as etapas
Construir a árvore do passado (10 a 20 anos)
Construir a árvore presente
Na Árvore de Competências do presente, identificar os pontos fortes e os fracos
Construir a árvore do futuro, considerando oportunidades e ameaças do ambiente e construir para o Município
Ribeirão Branco – SP, no horizonte de 2030, uma árvore de competência do futuro, sabendo que a análise
prospectiva permite considerar que o futuro possui incertezas e está aberto para muitos futuros possíveis.
2) Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “árvore de competências do passado e
do presente”, considerando:
•
•
•
As raízes: valores, competências e pessoas, recursos financeiros, recursos tecnológicos, comerciais,
produtivos e outros... adaptados, ao desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco –
SP .
O tronco: processo, organização e outros adaptados ao desenvolvimento sustentável do Município
Ribeirão Branco – SP
Os ramos: linhas de produto – mercado, serviço – mercado e outros ... adaptados ao desenvolvimento
sustentável do Município Ribeirão Branco – SP
Construir a árvore do passado (10 a 20 anos):
Procedimento utilizado:
Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes, tronco
e ramos.
As idéias são em seguida recolhidas e organizadas, executando várias rodadas sucessivas.
Na construção da Árvore de Competências do presente, foram identificados os pontos fortes e os pontos
fracos em relação ao ambiente do Município Ribeirão Branco – SP e região, aos atores, considerando à
Árvore de Competências do Passado.
Esta atividade foi efetuada conforme os participantes foram identificando os elementos do presente.
Procedimento utilizado:
Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes, tronco
e ramos.
As idéias são em seguida recolhidas e organizadas, executando várias rodadas sucessivas.
Em seguida a Tabela 9 foi preenchida, pelos participantes, inicialmente a árvore de competência do passado
e, posteriormente, a árvore de competência do presente, com os diversos fatores, identificando se é ponto
fraco e/ou ponto forte em relação aos fatores da árvore de competência do passado. O importante desta
oficina foi o resgate do passado e a realidade do presente, considerando :nesta reflexão as grandes aspectos.
Tabela 9: Fatores da Árvore de Competência do Passado e do Presente e Pontos Fracos e Fortes
Elementos
de
Representação da
Árvore
Árvore de Competência
PASSADO
PRESENTE
Fatores do
Presente em
relação ao
Passado
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1. Alimentação:
• tudo era natural;
• sem agrotóxico;
• havia mais qualidade de vida.
2.Habitação:
• era muito precária;
• casas de pau a pique, madeira
ou papel.
3. Farinha de monjolo,
arroz de pilão e,
o café era torrado em casa
mesmo
4. Havia valorização da família,
respeito pelos mais velhos.
---o--RAMOS
---o---
---o---
---o---
---o---
---o---
---o---
5. Acesso a educação:
• educação infantil na Zona Rural e
aumento das vagas da creche na
zona Urbana
• garantia até o ensino médio
6. Facilidade de Comunicação entre
as pessoas:
Internet, Telefonia, ainda inexiste
em alguns bairros rurais, e
Televisão.
7. Saúde:
• melhorou atendimento no
Município;
• tem transporte para os pacientes, e
• medicamento de graça.
8. Programas sociais:
• bolsa família,
• bolsa universidade (municipal),
• ação jovem,
• escola família, horta comunitária,
• Programa Nacional de
Alimentação Escolar -PNAE
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Forte
TRONCO
1. Havia solidariedade;
os mutirões de roçadas;
ajudar aos outros.
2. Não existia Assistência Técnica
na Agricultura.
3. Todos tinham emprego e seu
pedaço de terra.
4. Não havia reuniões para discutir
os problemas.
5. Faltava conscientização política
e o voto era “cabresto”
---o---
---o-----o-----o-----o-----o--6. Surge a falta de segurança
(policiamento), que antes não
precisava
P. Fraco
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Formação-Ação
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---o-----o-----o---
RAIZ
1. Saúde:
• era utilizada a medicina
alternativa,
• havia as parteiras e as
benzedeiras,
• o hospital era em Itapeva.
2. Lazer:
• havia bailes e quermesses
• contavam-se causos,
• nadava no rio.
3. Educação precária:
• era multisseriada,
• não tinha transporte, e
• não havia merenda escolar.
4. Não havia:
• energia elétrica,
• transporte e
• água encanada.
5. Agricultura:
era para consumo próprio e a
sobra era vendida
6. A criação de animais era para
consumo próprio e a sobra era
vendida.
---o---
7. Faltam investimentos na educação
inclusiva e para pessoas especiais.
8. Formação Política:
Espaço para população participar e
planejar junto
9. Luz para todos (energia elétrica)
10.Organização dos Trabalhadores
(sindicato, associações e
cooperativas)
11. Tecnologia Agrícola
• acesso à variedade de frutas,
• equipamentos para agricultura
P. Fraco
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Forte
---o---
---o---
---o---
---o--5. Agricultura:
• abandono da agricultura para
subsistência
• surge a Monocultura do tomate e
Madeira
• desemprego: os pequenos
agricultores perderam suas terras e
seu trabalho.
P. Fraco
---o--7. Falta zoneamento agrícola
8. Surge a falta de segurança
(policiamento), que antes não
precisava
9. Faltam investimentos na educação
inclusiva e para pessoas especiais.
P. Fraco
P. Fraco
P. Fraco
As árvores de competência do passado e do presente estam desenhadas nas figura 5 e na figura 6,
respectivamente, representando a percepção dos participantes a oficina em relação ao Muncicípio de
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Formação-Ação
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Ribeirão Branco – SP. Verifica-se que os ramos pouco fornecem para seu ambiente, isto é, os
produtos e serviços ofertados são poucos, por essa razão os jovens de 20 a 40 anos saem do Município
em procura de novas oportunidades. Talvez por essa razão o município esteja na situação em que se
encontra.
As Árvores de Competências elaboradas durante as oficinas, do Passado e do Presente:
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Formação-Ação
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Alimentação:
• tudo era natural;
• sem agrotóxico;
• havia mais qualidade de
vida.Milho, feijão, criação de
porcos e tomate
Habitação:
• era muito precária;
• casas de pau a pique,
madeira ou papel.
Farinha de monjolo,
arroz de pilão e,
o café era torrado em
casa mesmo
Havia valorização da
família, respeito pelos
mais velhos
Havia solidariedade;
os mutirões de roçadas;
ajudar aos outros
Não existia Assistência
Técnica na Agricultura.
Todos tinham emprego e
seu pedaço de terra
Não havia reuniões
para discutir os
problemas
Faltava conscientização
política e o voto era
“cabresto”
Saúde:
• era utilizada a medicina alternativa,
• havia as parteiras e as benzedeiras,
• o hospital era em Itapeva.
Educação precária:
• era multisseriada,
• não tinha transporte, e
• não havia merenda
escolar.
Lazer:
• haviam bailes e quermesses
• contava-se causos,
• nadava no rio
Não havia:
• energia elétrica,
• transporte e
• água encanada.
Figura 10: Representação da Árvore de Competência do PASSADO de Ribeirão Branco – SP
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Saúde:
• melhorou atendimento no
Município;
• tem transporte para os
pacientes, e
• medicamento de graça
Acesso a educação:
• educação infantil na Zona Rural
e aumento das vagas da creche
na zona Urbana
• garantia até o ensino médio
Programas sociais:
• bolsa família,
• bolsa universidade (municipal),
• ação jovem,
• escola família, horta comunitária,
• Programa Nacional de Alimentação
Escolar -PNAE
Facilidade de Comunicação entre
as pessoas:
Internet, Telefonia, ainda inexiste
em alguns bairros rurais, e
Televisão
Surge a falta de segurança
(policiamento), que antes
não precisava
Faltam investimentos na
educação inclusiva e para
pessoas especiais.
Formação Política:
Espaço para população
participar e planejar junto
Luz para todos
(energia elétrica)
Organização dos
Trabalhadores (sindicato,
associações e cooperativas)
Tecnologia Agrícola
• acesso à variedade de frutas,
• equipamentos para agricultura
Surge a falta de
segurança
(policiamento), que
antes não precisava
Agricultura:
• abandono da agricultura para
subsistência
• surge a Monocultura do tomate e
Madeira
• desemprego: os pequenos agricultores
perderam suas terras e seu trabalho.
Falta zoneamento agrícola
Faltam investimentos na
educação inclusiva e para
pessoas especiais.
Figura 11: Representação da Árvore de Competência do PRESENTE de Ribeirão Branco - SP
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3.6.2. Oficina da “árvore de competência do passado e do presente . . . ao futuro” – 2º. dia
3) Objetivo da oficina no 2º dia: imaginar um futuro desejável diante das ameaças e oportunidades do
ambiente e construir para o Município Ribeirão Branco – SP uma árvore de competência do futuro,
sabendo que a análise prospectiva permite considerar que o futuro possui incertezas e está aberto para
muitos futuros possíveis.
Oficina de “árvore de competência do futuro” seguiu as etapas:
1) Construir a árvore do futuro (10 a 20 anos), levando em consideração as mudanças críticas
identificadas, considerando o que deve ser: conservado, desenvolvido ou abandonado. Nestas
considerações, levar em conta as possíveis ameaças e oportunidades do ambiente.
Identificar os elementos da árvore impactados (ativos e vulneráveis)
2) Construir a árvore de competências desejável para o futuro do desenvolvimento sustentável do
Município Ribeirão Branco – SP, considerando o que deve ser: conservado, desenvolvido ou
abandonado. Nestas condições, levar em conta as possíveis ameaças e oportunidades do ambiente.
3) Nesta oficina, a construção árvore de futuro leva em cota as forças e fraquezas do desenvolvimento
sustentável do Município Ribeirão Branco – SP e das conseqüências das mudanças.
Procedimento utilizado:
Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes, tronco
e ramos. As idéias são em seguida recolhidas e organizadas , executando várias rodadas sucessivas.
Em seguida a Tabela 10 foi preenchida, pelos participantes, inicialmente a árvore de competência do
futuro e, posteriormente, identificando as oportunidades e ameaças em reação a árvore do presente. Deve
ser ressaltdado que os participantes desta oficina decidiram construir duas árvores para o futuro, uma
representando o FUTURO DESEJADO (as oportunidades) e a outra representando o FUTURO NÃO
DESEJADO (as ameaças):
Tabela 10 : Fatores da Árvore de Competência do Futuro Desejado e Não Desejado
Elementos de
Representação
da Árvore
RAMOS
Árvore de Competência do Futuro
FUTURO DESEJADO - OPORTUNIDADES
FUTURO NÃO DESEJADO - AMEAÇAS
1. Asfalto de Ribeirão Branco até Apiaí
2. Geração de empregos (Fábricas
Agroindústrias)
3. Melhor transporte coletivo para todos os
lugares
4. Lazer:
• Centro de Eventos
• Incentivo ao esporte
• Sala de cinema
• Festivais de música
• Festas em todos os bairros
5. Comércio local fortalecido
6. Melhor IDH da Região
1. Fome e miséria
2. Mortalidade infantil
3. Êxodo rural, bairros vazios
4. Jovens nas drogas e nas ruas
5. Desemprego
6. Município volta a ser Distrito de Itapeva
7. Construção de presídios em Ribeirão Branco
8. Cidade dos idosos
TRONCO
1. Habitação: todos terão casa digna no campo e
na cidade
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Formação-Ação
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2. Melhoria da saúde:
• médicos de todas as especialidades
• equipamento para exames médicos
• médicos atendendo nos bairros
• funcionários capacitados para atender bem as
pessoas
3. Agricultura:
• regularização fundiária de todas as terras
• levantamento da produção
• comércio justo
• compradores – todos cadastrados
• cooperativas fortes (leite e franco)
4. Comunicação:
• telefonia na zona rural
• internet em todo Município
• informação acessível para serviço
5. Aposentadoria
6. Licença Maternidade
7. Casa de lazer para melhor idade, atendendo
também os idosos rurais
8. Turismo:
• construção de hotéis e pousadas
• restaurantes com comidas típicas
• trilhas pra visitação
• abertura para visitação das cachoeiras
9. Crédito para produção agrícola com mais
rapidez e facilidade.
1.Latifúndio: concentração das nossas terras
2. Monocultura: pinus, eucalipto
RAIZ
1. Faculdades no Município
2. Estradas boas e sempre conservadas
3. Zoneamento agrícola:
• controle do plantio de madeiras,
• preservação das matas e dos rios
4. Educação de qualidade para todas as idades:
• creches na zona rural
• professores bem preparados e valorizados
5. Política:
• políticos escolhidos com comprometimento
com a Prospectiva
• revisão dos planos de desenvolvimento a
cada 10 anos
1. Desaparecimento do Agricultor Familiar do
Município
2. Maioria da população na cidade
3. Hospitais lotados
4. Índice alto de violência
5. Educação precária
A figura 11 e figura 12 expressam as árvores do futuro do município de Ribeirão Branco SP elaborados pelos
participantes do curso.
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Ação
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Geração de empregos
(Fábricas Agroindústrias)
Asfalto de Ribeirão
Branco até Apiaí
Lazer:
• Centro de Eventos
• Incentivo ao esporte
• Sala de cinema
• Festivais de música
• Festas em todos os bairros
Melhor transporte coletivo para
todos os lugares
Comércio local fortalecido
Melhor IDH da Região
Habitação: todos terão casa
digna no campo e na
cidade
Comunicação:
• telefonia na zona rural
• internet em todo
Município
• informação acessível
para serviço
Turismo:
• construção de hotéis e pousadas
• restaurantes com comidas típicas
• trilhas pra visitação
• abertura para visitação das
Crédito para produção
agrícola com mais
rapidez e facilidade
Melhoria da saúde:
• médicos de todas as especialidades
• equipamento para exames médicos
• médicos atendendo nos bairros
• funcionários capacitados para atender bem as pessoas
Aposentadoria
Licença Maternidade
Casa de lazer para
melhor idade, atendendo
também os idosos rurais
Agricultura:
• regularização fundiária de
todas as terras
• levantamento da produção
• comércio justo
• compradores – todos
cadastrados
• cooperativas fortes (leite e
cachoeiras
franco)
Educação de qualidade para
todas as idades:
• creches na zona rural
• professores bem preparados e
valorizados
Zoneamento agrícola:
• controle do plantio de
madeiras,
Estradas boas e sempre conservadas
• preservação das matas e
dos rios
Faculdades no Município
Política:
• políticos escolhidos com
comprometimento com a
Prospectiva
• revisão dos planos de
desenvolvimento a cada 10 anos
Figura 12: Representação da Árvore de Competência do Futuro Desejado de Ribeirão Branco SP
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Ação
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Município volta a ser
Distrito de Itapeva
Jovens nas drogas e nas ruas
Desemprego
Construção de
presídios em Ribeirão
Êxodo rural, bairros vazios
Cidade dos idosos
Mortalidade infantil
Fome e miséria
Monocultura:
pinus, eucalipto
Latifúndio:
concentração das
nossas terras
.Desaparecimento do Agricultor
Familiar do Município
Educação precária
Índice alto de violência
Maioria da
população na cidade
. Hospitais lotados
Figura 13: Representação da Árvore de Competência do Futuro Não Desejado de Ribeirão Branco SP
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Ação
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4. Consolidação dos Resultados obtidos nas diversas Oficinas Realizadas no I
SEMINÁRIO da Prospectiva Regional de Ribeirão Branco SP
Cada Oficina apresentou seus s resultados em Reunião Plenária, tanto no primeiro dia quanto no final do
segundo dia:
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Ação
67
A partir dos resultados obtidos nas diversas oficinas é elaborado uma síntese, conforme na figura13, que
retrata as variáveis-chave que comporão a Análise Estrutural de Ribeirão Branco - SP.
Melhoria na Gestão,
Fortalecimento dos grupos
organizados; Falta de organização
social; Segurança Pública;
Profissionais melhor qualificados;
Falta de Planejamento; Falta de
Compromisso Político
Dinamizar a região por meio
da Ciência, Tecnologia e
Inovação
Faculdades para os jovens –
Universidade; Cursos Técnicos
Infra-estrutura geral,
Melhorar as estradas para
escoamento da produção;
Melhor Sistema de
Comunicações e tecnologia
da informação; Melhor
Sistema de Transporte;
Melhorar Sistema Rodovias;
Melhorar o asfalto de RB até
Apiaí
Atrair indústrias e
Fortalecer o
Comércio Local
Desenvolvimento do Pólo
Turístico,
Falta Investimento em Turismo;
Desenvolver Pólo Turístico;
Desenvolver o Lazer e resgatar
a cultura
Desenvolvimento
de Ribeirão
Branco SP no
horizonte 2030
Desenvolvimento Sustentável Rural
Fortalecimento da Agricultura,
Assistência Técnica; Organização em
Cooperativas; Saneamento Básico;
Controle do uso de agrotóxico; Falta
Plano de Marketing dos Produtos;
Facilitar o acesso ao hospital,
principalmente idosos
Organização da
população (Sindicatos,
Associações,
Cooperativas e outras)
Preocupação com o meio ambiente,
Conscientizar a sociedade
Infra-estrutura social,
Melhoria no sistema de saúde (preventivo);
Melhoria no sistema educacional;
Construção de Escolas, Melhor qualidade
de ensino; Melhorar sistema de habitação;
Sistema de Saneamento Básico; Organizar
atendimento para o idoso , Lazer para os
jovens
Figura 14: Síntese dos resultados das oficinas do I Seminário da Prospectiva Regional para o Município de
Ribeirão Branco – São Paulo - SP
Esta fase do processo Prospectivo contribuirá para a Análise Estrutural das variáveis identificadas.
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Ação
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5. Consolidação dos Resultados obtidos nas Oficinas do Curso de Formação-ação do Comitê Local
Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco SP, realizado nos dias 13, 14, 15 e 16 janeiro 2011, em
Ribeirão Branco.
A partir dos resultados obtidos nas diversas oficinas é elaborado uma síntese, conforme na figura 15, que
retrata as variáveis chave que comporão a Análise Estrutural da Prospectiva Regional.
Melhoria na Gestão Pública,
fortalecimento dos grupos
organizados; falta de
organização social; ausência
de pessoal para elaboração
de projetos, falta de visão dos
políticos; Falta de recursos
financeiros e vontade de
trabalho
Dinamizar a região por meio
Ciência, Tecnologia e
Inovação
Eficiência / ausência de
comunicação; Parque
Tecnológico e Universidades
Infra-estrutura geral,
Saneamento básico;
iluminação; conservação
de estradas; Asfalto da
Rodovia Rib. Branco –
Apiaí (SP249)
Prefeitura de
Ribeirão
Branco
Desenvolvimento
do Pólo Turístico,
Falta investimento
em Turismo
Ministério Público de Itapeva
Sindicato dos
Empregados Rurais de
Rib. Branco e
Guapiára
Grupo Horsa
Desenvolvimento
de Ribeirão
Branco SP no
horizonte 2030
Desenvolvimento Sustentável
Rural
Efetuar a regularização fundiária;
Programa ATER – agroindústria;
saneamento básico na zona rural;
êxodo rural; efetuar o mapeamento
agrícola e agroecollógico,
Agricultura Familiar
Preocupação com o meio
ambiente,
Recuperação das micro bacias (23);
Controle maior das ações de
reflorestamento; Usina de
Compostagem – resíduos
residenciais
Infra-estrutura social,
Melhoria no sistema de saúde (preventivo);
melhoria no sistema educacional;
e de educação; melhor qualificação profissional;
desenvolver atividades educacionais com
crianças e adolescentes; escolas técnicas;
cumprir normas de investimentos em educação
e saúde
Figura 15: Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formação-ação de Prospectiva
Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco – São Paulo - SP
Relatório destalhado das oficinas realizadas durante o curso Formação-ação encontra-se no Anexo A.
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Ação
69
6. Consolidação Geral dos Resultados da Prospectiva Regional de Ribeirão Branco
A Consolidação Geral dos Resultados obtidos nas Oficinas do I Seminário de Prospectiva e nas Oficinas
obtidas no Curso Formação-ação da Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo do
Município de Ribeirão Branco – SP, que foi revisada nas reuniões realizadas nos dias: 28 de junho de 2011
e 6 de julho de 2011 e validada pelos Representantes da Sociedade de Ribeirão Branco – SP, na reunião
realizada à noite, às 19:00 h, do dia 06 de julho de 2011, na Câmara dos Vereadores do Município de
Ribeirão Branco, conforme Ata da Reunião, ver Anexo B, que além da validação dos fatores chave foi
efetuada a distribuição deles entre os representantes da Sociedade, que estavam presente.
Conforme figura16, que retrata os fatores chave que comporão a Análise Estrutural da Prospectiva
Regional do Município de Ribeirão Branco - SP.
Prefeitura de
Ribeirão
Branco
Melhoria na Gestão
Fortalecimento dos grupos
organizados; Falta de
organização social; Ausência de
pessoal para elaboração de
projetos, Falta de visão dos
políticos; Falta de recursos
financeiros e vontade de
trabalho; Desenvolver Sistema
de Segurança Pública
Ministério Público de Itapeva
Sindicato dos
Empregados Rurais de
Rib. Branco e Guapiára
CONDERSUL
Dinamizar a região por meio
Ciência, Tecnologia e Inovação
Parque Tecnológico; Universidades
e Escolas técnicas
Infra-estrutura geral,
Saneamento básico;
iluminação; Melhorar as
Estradas para Escoamento
da Produção; Asfalto da
Rodovia Rib. Branco –
Apiaí (SP249); Melhor
Sistema de Comunicação
(telefonia e internet) e
Tecnologia de Informação;
Melhoria no Sistema de
Transporte
Desenvolvimento do
Pólo Turístico,
Falta investimento em
Turismo;
Desenvolver o Lazer
e Resgatar a Cultura
Desenvolvimento
de Ribeirão
Branco SP no
horizonte 2030
Desenvolvimento Sustentável
Rural
Efetuar a regularização fundiária;
Programa ATER; Saneamento básico
na zona rural; Êxodo rural; Efetuar o
mapeamento agrícola e
agroecológico, Plano de Marketing
dos Produtos; Agricultura Familiar;
Controle do uso agrotóxico; Facilitar
o acesso ao hospital para idosos
Grupo Horsa
Preocupação com o meio ambiente,
Conscientizar a Sociedade; Recuperação
das micro bacias (23); Controle maior
das ações de reflorestamento; Usina de
Compostagem – resíduos residenciais
Atrair Indústrias e
Agroindústrias; Fortalecer o
Comércio Local
Infra-estrutura social,
Melhoria no sistema de saúde (preventivo); Melhoria no
sistema educacional;
Melhor qualificação profissional; Desenvolver
atividades educacionais para crianças e adolescentes;
Cumprir normas de investimentos em educação e saúde;
Melhoria no Sistema de Habitação; Melhoria no Sistema
de Saneamento Básico; Lazer para os Jovens.
Figura16: Consolidação da Síntese dos resultados das oficinas do I Seminário da Prospectiva Regional e a
Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formação-ação de Prospectiva
Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo do Município de Ribeirão Branco – SP
Foram identificadas 46 variáveis-chave, que deverão análisadas com profundidade pelos representantes da
Sociedade do Município de Ribeirão Branco – SP.
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Ação
70
7. O Conceito da Análise Estutural no Processo Prospectivo
Segundo Godet (2001), a Análise Estrutural consiste em identificar as variáveis do ambiente externo,
por sua ação direta e também por intermédio de combinações de influências indiretas, em geral
negligenciadas, mas de grande poder de influência sobre o sistema, ou seja, sobre o ambiente próximo da
organização, e identificar as inter-relações e a relevância dessas variáveis para explicar o sistema. Veja a
figura 17:
Espaço
Morfológico
RIBEIRÃO BRANCO
SP
Variáveis
externas
Variáveis internas
Figura 17: Ilustração do Escopo das Variáveis-chave que definirão o Espaço Morfológico do Município de
Ribierão Branco no Processo Prospectivo
Fonte: GODET (2001), modificado por AULICINO (2007)
As variáveis são classificadas como internas e externas, as internas são as que fazem parte do subsistema
objeto do processo e as externas são as que constituem o ambiente desse objeto do processo, neste caso é o
Município de Ribeirão Branco – SP.
As variáveis deverão ser descritas de maneira profunda, porque este será o momento de aprofundamento
delas, devendoseguir o seguinte esquema:
Variáveis Descrição
Evoluções
Passadas
Variáveis
que
provocaram as
evoluções
Situação
atual das
variáveis
provocadoras das
evoluções
Tendências
Futuras
das
variáveis
provocadoras
Rupturas
Futuras
das
variáveis
provocadoras
DetalhaAtribuição
mento das de
variáveis
expressão
mnemônica
As variáveis deverão ser descritas, com aprofundamento, que deve considerar as evoluções passadas,
verificando quais as variáveis que provocaram essas evoluções, procurando destacá-las, ao mesmo tempo
verificar a situação dessas variáveis que provocaram essas evoluções, quais suas tendências e rupturas
futuras, procurando detalhar o máximo que as informações obtidas permitirem. Finalmente, encontrar uma
expressão mnemômica, que significa uma abreviação da variável para ser colocada, posteriormente, no
software MICMAC, onde as variáveis serão analisadas considerando a influência ou dependência
existentes entre elas.
Nessa análise, as variáveis identificadas como provocadoras, da evolução da variável estudada, deverão ser
considerada uma nova vairável e ser analisada como tal, de maneira detalhada.
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Ação
71
8. Referência Bibliográfica Base para Elaboração deste I SEMINÁRIO DA PROSPECTIVA
AULICINO, Antônio L. Dissertação de Mestrado: Identificação de Problemas Potenciais na Construção de
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72
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Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Ação
73
ANEXOS
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Açã
74
ANEXO A
RELATÓRIO
DO
CURSO FORMAÇÃO-AÇÃO
DO PROCESSO PROSPECTIVO REGIONAL DO
COMITÊ LOCAL TÉCNICO PROSPECTIVO
DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BRANCO –SP
Relatório Final das Oficinasrealizadas no I Seminário da Prospectiva Regional do Município de Ribeirão Branco –SP e das Oficinas Realizadas no Curso de
Formação-Açã
i
RELATÓRIO
DO
CURSO FORMAÇÃO-AÇÃO
DO PROCESSO PROSPECTIVO REGIONAL DO
COMITÊ LOCAL TÉCNICO PROSPECTIVO
DO MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO BRANCO –SP
NOSSO FUTURO COMUM – RIBEIRÃO BRANCO 2030
Com Apóio da Prefeitura de Ribeirão Branco - SP
Ministrado por:
Prof. Dr. Antônio Luís Aulicino
Com a colaboração do:
Prof. João Trevisam
Ribeirão Branco - SP
Janeiro 2011
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
ii
SUMÁRIO
Capacitação em Prospectiva Regional – Ribeirão Branco SP......................................
1
Condução das Oficinas.................................................................................................
5
Resultado do Exercício Oficinas Praticado pelos Participantes do Curso...................
6
I) Oficina de Caça às Idéias ou Idéias Recebidas.........................................................
7
II) Oficina de “mudanças e rupturas ... ações”.............................................................
13
III) Oficina da “árvore de competência do passado e do presente”..............................
19
IV) Oficina da “árvore de competência do futuro”......................................................
25
V) Oficina de “freios e inércias”..................................................................................
29
VI) Oficina de “mudanças críticas ... às ações ”.......................................................
34
VII) Oficina de “Mudanças críticas ... aos cenários exploratórios”.............................
38
VIII) Oficina das “Mudanças críticas ... à situação que está em jogo dos atores”.......
45
Consolidação dos Resultados obtidos nas diversas Oficinas Realizadas no Curso de
Capacitação do Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco SP...............
51
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
iii
LISTA DE TABELAS
Tabela 1: Lista dos participantes do curso...................................................................
7
Tabela 2: Hirarquização das Idéias Identificadas........................................................
9
Tabela 3: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas............................
15
Tabela 4: Fatores da Árvore de Competência do Passado e do Presente e Pontos
Fracos e Fortes..............................................................................................
20
Tabela 5 : Fatores da Árvore de Competência do Futuro.............................................
26
Tabela 6: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados......................................
32
Tabela 7: Lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão
em jogo por mudanças críticas (freios e inércias)........................................
36
Tabela 8: Lista das mudanças críticas com as respectivas questões chave e suas respostas
plausíveis e de ruptura....................................................................................
40
Tabela 9: Relação de Atores por mudança crítica considerada importante.................
47
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
iv
LISTA DE FIGURAS
Figura 1: Representação dos diversos tipos de agentes Sociais no Curso........................................
4
Figura 2: Representação da Distribuição dos Participantes que representam o Agente Social
Prefeitura de RB.............................................................................................................
4
Figura 3: Plano: Importância x Impacto das principais idéias identificadas....................................
12
Figura 4: Plano: Importância das mudanças x Grau de preparação.................................................
16
Figura 5: Representação da Árvore de Competência do PASSADO de Ribeirão Branco – SP......
24
Figura 6: Representação da Árvore de Competência do PRESENTE de Ribeirão Branco - SP.....
25
Figura 7: Representação da Árvore de Competência do Futuro de Ribeirão Branco SP.................
29
Figura 8: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação........................................
33
Figura 9: Identificação da Coerência e de Estratégias por meio da Análise Morfológica para atender as
Mudanças e Rupturas........................................................................................................
38
Figura 10: Construção de cenários globais a partir das questões chave e respostas, por meio da Análise
Morfológica.....................................................................................................................
41
Figura 11: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 1.........
42
Figura 12: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 2.........
43
Figura 13: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 3.........
43
Figura 14: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 4........
44
Figura 15: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 5........
44
Figura 16: Construção de Cenários Globais a partir dos Cenários Parciais referentes às
Mudanças Críticas..........................................................................................................
45
Figura 17: Plano de influências e dependências entre os atores......................................................
49
Figura 18: Plano de influências e dependências entre os atores com as respectivas explicações....
50
Figura 19: Tela do Software MACTOR para registro dos atores e seus respectivos objetivos.......
51
Figura 20: Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formação-ação de
Prospectiva Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco
– São Paulo – SP............................................................................................................
52
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
1
Capacitação em Prospectiva Regional – Ribeirão Branco SP
O Município de Ribeirão Branco tem as seguintes características: localiza-se na região sudoeste paulista,
210 km de Curitiba e 310 km de São Paulo população: 18.272 habitantes, área: 697.813 km2, o Índice de
Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,649, é o antepenúltimo município do Estado de São Paulo, é um
dos mais pobres, possui o IDH Renda: 0,573, o IDH Longevidade: 0,600 e o IDH Educação: 0,775, e o
PIB per capita é de R$ 4.681, segundo informações obtidas do IBGE (2010). O Município de Ribeirão
Branco faz fronteira com os seguintes municípios: Apiaí, Itapeva, Nova Campina e Guapiara.
O município situa-se a 875 metros de altitude média (varia de 800 m até 1250 m) possuindo um relevo
acidentado e montanhoso. As rochas são ígneas (granito) e metamórficas (quartzito, gnaisse) e o solo pode
ser do tipo cambissolo ou argissolo (antigo podzólico), e são intemperizados e pobres em nutrientes. Há
manchas de solos orgânicos (tipo Campos do Jordão) nas áreas mais elevadas. Existe exploração de
minerais, tais como: água, tungstênio retirado de volframita, cassiterita e estanho.
Possui manchas de matas ombrófilas e ombrofilas mistas (matas com presença da Araucária angustifolia
mais conhecida como pinheiro do Paraná). A temperatura média anual é de 18º C, em janeiro é 21ºC e em
julho 15ºC. O clima é subtropical, ou Cfb (mesotérmico brando), possibilitando o cultivo de tomate e feijão
no verão, pois estas plantas exigem noites frescas. Além da agricultura, existe a monocultura de eucaliptos
e pinus.
O município de Ribeirão Branco, SP, necessita de nova dinâmica de desenvolvimento, de novo
posicionamento, de nova identidade e de sua reconstrução com uma visão de longo prazo compartilhada,
com o objetivo de evitar: sua evolução lenta, a desvitalização de sua zona rural e a redução de sua
população.
Diante desses fatos, o processo prospectivo permitirá inter-relação e integração dos diversos agentes
sociais e dos diversos atores do município, como também dos municípios vizinhos, do Estado de São
Paulo, de outras regiões e do Brasil
Este curso, O Processo Prospectivo Regional, proporcionou aos participantes compreenderem
conceitualmente e serem sensibilizados sobre o processo prospectivo, e sua ocorrência em outras partes do
mundo, principalmente, na União Européia.
Ressaltando, que a Prospectiva Regional é a aplicação de processos sistemáticos e participativos de
levantamento de informações relativas ao futuro e de construções de visões a médio e longo prazo para
apoiar às decisões e políticas atuais e mobilizar ações comuns.
O objetivo do curso é propiciar aos participantes adquirir os conceitos e sensibilizá-los sobre o processo
prospectivo regional para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco, SP. Além
disso, é prepará-los para dar o suporte técnico necessário para conduzir o processo prospectivo do
município.
A estrutura do curso foi a seguinte:
1º dia do curso:
•
•
•
•
•
7
Apresentações dos participantes (nome, profissão, onde trabalha e função)
Conceito sobre Prospectiva Regional 7
Apresentação do Questionário de Retrospectiva Município de Ribeirão Branco – SP e Discussão
Apresentação de todas as Oficinas
Início das Oficinas do dia:
Os conceitos sobre a Prospectiva Regional do dia 13 janeiro 2011 veja no arquivo: Conceitos_Prospectiva_Territorial_13_01_2011.pdf
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
2
– Idéias identificadas / Caça às idéias
– Mudanças e rupturas e . . . ações
2º dia do curso:
• Prospectiva Regional, reforço conceitual 8
• Apresentação das Oficinas do dia, objetivos a serem atingidos
• Início das Oficinas do dia:
– Construir as árvores de competências do passado e do presente
– Construir a árvore de competência do futuro
– Freios e Inércias
3º dia do curso:
• Prospectiva Regional, reforço conceitual 9
• Apresentação das Oficinas do dia, objetivos a serem atingidos
• Início das Oficinas do dia:
– Das mudanças críticas às ações, com análise morfológica
– Das mudanças críticas aos cenários exploratórios por meio da análise morfológica
– Da mudanças críticas às estratégias dos atores usando método MACTOR
– Consolidação dos resultados obtidos nas oficinas, para início da Análise Estrutural
4º dia do curso:
•
•
•
•
Prospectiva Regional, reforço conceitual 10
Conceito sobre Análise Estrutural
Elaboração da Análise Estrutural
Construção de Cenários, possíveis, desejáveis e realizáveis
O objetivo das oficinas de prospectiva regional, citadas no programa do curso, é iniciar e simular em
poucas horas e em grupo o conjunto do processo de reflexão prospectiva e estratégica para o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco, SP, nos ambientes interno e externo no
horizonte 2030.
As oficinas de prospectiva constituem um exemplo de verdadeira formação-ação, na medida em que
propiciam aos participantes as condições indispensáveis para uma participação ativa na reflexão
prospectiva. Mas o grupo não se limita a ser consumidor de formação, é também produtor de reflexão
sobre o problema proposto.
Nestes encontros, os participantes são familiarizados com os métodos e as ferramentas da prospectiva
estratégica para identificar e hierarquizar em comum os principais desafios do futuro sobre o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco, SP, no horizonte 2030 e identificar pistas
para a ação.
Na prospectiva, o termo francês “atelier” (oficina ou workshop) é freqüentemente utilizado para designar
sessões organizadas de reflexão coletiva. Este termo, desde há muitos anos, é utilizado tanto na França,
como em diversos países da União Européia, da Asía e Afríca. O carácter modular destas oficinas bem
como a facilidade de sua realização prática permitem-lhes adaptar-se a todas as situações. Devido à sua
simplicidade e rapidez de execução, estes seminários aproximam-se de técnicas como a “quick
environmental scanning technique” (QUEST) de Burt Nanus (1982).
As oficinas devem ser compostas por oito a dez pessoas, no máximo, que se reúnem em várias sessões de
trabalho de duas a quatro horas. No caso deste curso houve 26 participantes.
Nestas oficinas, quaisquer que sejam os temas abordados, são organizadas em torno de dois grandes
princípios:
8
Os conceitos sobre a Prospectiva Regional do dia 14 janeiro 2011 veja no arquivo: Conceitos_Prospectiva_Territorial_14_01_2011.pdf
Os conceitos sobre a Prospectiva Regional do dia 15 janeiro 2011 veja no arquivo: Conceitos_Prospectiva_Territorial_15_01_2011.pdf
10
Os conceitos sobre a Prospectiva Regional do dia 16 janeiro 2011 veja no arquivo: Conceitos_Prospectiva_Territorial_16_01_2011.pdf
9
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
3
1°/ permitir uma grande liberdade de expressão a todos os interlocutores (tempo de reflexão individual em
silêncio, recolhimento de todas as idéias por escrito);
2°/ canalizar a produção dos participantes (nomeadamente através de uma gestão rigorosa do tempo e,
sobretudo, através do recurso sistemático de técnicas, tais como: a classificação das idéias, a
hierarquização, etc.).
É no decurso das sessões de síntese, organizadas no final destas oficinas, que os diferentes grupos
partilham as suas reflexões e as comparam.
As oficinas constituem um preâmbulo precioso, senão indispensável, a qualquer reflexão prospectiva. A
sua execução é simples e a sua metodologia facilmente apropriável. Eles devem, em primeiro lugar, servir
de rampa de lançamento para um processo de reflexão prospectiva em comum. No fim dessas oficinas, no
processo prospectivo, os participantes adquirem, assim, um melhor conhecimento dos problemas a estudar.
E ficam em posição de definir em conjunto um tema e um método de trabalho adaptado às limitações de
tempo e de meios e aos objetivos pretendidos (o método só fica completamente validado após algumas
semanas de consolidação).
Este documento apresenta a consolidação dos resultados dos trabalhos realizados durante o curso de
Capacitação em Prospectiva Regional, do Comitê Técnico Local Prospectivo, durante os quatro dias, tendo
o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte 2030, como
suporte da aprendizagem dos conceitos sobre o processo prospectivo regional.
Os participantes do curso, constam na Tabela 1.
Tabela 1: Lista dos participantes do curso
Nome
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
Ana Carolina D M de Souza
Anderson de Siqueira Gomes
Caster Cesar da Silva
Claudinei Felizardo da Silva
Eliana L. S. Machado
Ezequiel Oliveira Lima
Francisco Feitosa Alves Sobrinho
Georgina Pereira de Oliveira
Ismael Carrenho Rodrigues
João Antonio Aranha Junior
José Vicente F. Silva
Juarez da Silva Pereira
Leonil Pereira da Silva
Lourival Araujo Andrade
Lucinei Paes de Lima
Luizmar Rodrigues
Maraíne Corrêa Gomes
Marcos Antonio dos Santos
Maria do Carmo de Oliveira
Nivaldo de Siqueira Gomes
Oswaldo R. Leão
Pâmola de Almeida Bento
Patrícia Cartier Paranhos
Pedro Alexandre Rossi
Robson K.Fogaça Rodrigues
Rubens Rabczuk
Organização
Prefeitura RB- Creche
SINTRAGER
Prefeitura- RB- Saúde
SER
Educação
-oGTO\ITESP Itapeva
Prefeitura - RB
Prefeitura - RB
Prefeitura - RB
Prefeitura - RB
Educação
Legislativo
Pref. Congonhas MG
Prefeitura - RB
Promoção Social
-oInsti. Libros
Educação
SINTRAGER
Prefeitura - RB
Prefeitura - RB
Prefeitura - RB
Tec. M. Ambiente
Prefeitura - RB
Privada
Função
Freqüência
%
Chefe de direção
Tec. Agrícola
SMS
D. Presidente
Vice diretor
Tec. Florestal
Eng. Agrônomo
Superv. De Ensino
Sec. Meio Ambiente
Sec. M .Ambiente
Secretário
Professor
Vereador
Secr. Municipal
Administração
Escriturário
Estudante
Eng. Agrícola
Vice - diretora
Diretor
ADM
Administração
Eng. Agrônoma
Tec. M. Ambiente
Sec. M. Ambiente
Diretor
100
100
100
67,5
100
100
100
100
100
100
75
100
100
75
90
100
100
100
100
75
100
100
100
75
100
100
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
4
Representação Gráfica dos diversos tipos de agentes sociais que partiparam do curso
Distribuição dos Participantes por Tipo de Agente Social
4%
4%
4%
4%
4%
8%
Técnico Florestal
Prefeitura RB
Sindicato dos Trabalhadores
Empresa Privada
Governo do Estado SP
Prefeitura de Outra cidade
Legislativo de RB
Estudante
11%
61%
Figura 1: Representação dos diversos tipos de Agentes Sociais no Curso
A Distribuição dos Particpantes que representam o Agente Social Prefitura de RB
6%
13%
38%
Secretarios
Educação
Escriturário
Agricultura
Administração
Ambiente
6%
6%
31%
Figura 2: Representação da Distribuição dos Participantes que representam o Agente Social Prefeitura de
RB
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
5
Condução das Oficinas
Na condução das oficinas os animadores ou facilitadores deverão considerar as orientações
relacionadas a seguir, como também o acordo de convivência para os trabalhos nas oficinas
atingirem os resultados esperados:
Orientações aos animadores ou facilitadores:
•
•
•
•
•
Orientar e esclarecer as atividades a serem desenvolvidas ao longo do dia
Solicitar que o grupo selecione uma pessoa a ser responsável pelo registro das informações do grupo
Elaborar o acordo de convivência (complementar).
O facilitador não desenha e nem escreve nas fichas dos participantes;
Deve se responsabilizar por todo o material do grupo (recolher ao final do dia), pela identificação dos
participantes dos grupos e a identificar as informações corretamente.
• Nunca induzir ou dizer, mas ajudar o participante para o desenvolvimento da atividades a serem
realizadas.
• Exigir o cumprimento dos acordos
• Não deixar que um elemento do grupo tome conta.
Acordo de Convivência nos grupos, para desenvolvimento dos trabalhos nas oficinas:
•
•
•
•
•
Participar de todos os dias, se não pode, não participar da oficina
Cumprimento do horário
Respeitar a fala dos outros
Dúvidas devem ser tiradas individualmente
Não ter conversas paralelas
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
6
Resultado do Exercício Oficinas Praticado pelos Participantes do Curso
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
7
I) Oficina de Caça às Idéias ou Idéias Recebidas
Algumas idéias recebidas ou caça às ideáis, fundamentadas ou não, é geralmente admitida sem que seja
necessário argumentá-la ou justificá-la.
Exemplos: “Deus é brasileiro”; “O Brasileiro dá sempre um jeitinho”; “O desenvolvimento é um problema
do governo”, “Nas regiões da Mata Atlântica só há desmatamento"
Nas regiões Norte e Centro-Oeste só há desmatamento”
O objeto desta oficina consiste em fazer um inventário de caçar idéias ou das idéias recebidas e dos
consensos dominantes, que circulam no âmbito de desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030.
O benefício desta abordagem é que ela parte de uma percepção, que permite revelar as “crenças” e “não
expressas”, que tendem a moldar as atitudes e estratégias, e assim, influenciar os jogos dos atores.
Oficina de “caça às idéias ou idéias recebidas” seguiu as etapas:
Listar as idéias recebidas e dos consensos dominantes circulam no âmbito de desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030 da prospectiva
Hierarquizar estas idéias em função da importância de seu impacto sobre os comportamentos e
estratégias futuras dos atores
Analisar o conteúdo das principais idéias recebidas
Identificar as conseqüências delas
Tirar as lições desta análise e propor 5 à 10 ações concretas
1) Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “idéias recebidas”:
Procedimento utilizado:
• Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista das idéias
recebidas e dos consensos dominantes que circulam no âmbito de desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no horizonte 2030 da prospectiva
• Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os
participantes. O grupo obteve, assim, 47 idéias e consensos dominantes prováveis de impactar sobre
o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030.
As 47 idéias identificadas e consensos dominantes identificadas
54. Aumento da importância das culturas de inverno;
55. Aproveitamento dos recursos minerais;
56. Faculdades, visando o desenvolvimento;
57. Melhorar os investimentos para pequenos produtores;
58. Turismo ecológico;
59. A pior praga da agricultura de Ribeirão Branco é o atravessador;
60. Fábrica de tomate seco;
61. Integrar-se a o turismo regional rural e de aventura;
62. Explorar o turismo e diversificar culturas agrícolas;
63. Mudança de paradigmas;
64. Pesquisa direcionada para a Agricultura Familiar;
65. Turismo para aproveitar as belezas do município, construção de teleférico e pontos de observação;
66. Problemas do município são do Poder Público;
67. Sustentabilidade para a Agricultura Familiar;
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
8
68. Apoio à Educação;
69. Educação profissional e tecnológica, colaborar com projetos que contribuam na inserção no mercado
de trabalho qualificado e empreendedorismo;
70. Investir no turismo, no lazer para melhorar a qualidade de vida da população e preservação dos
recursos naturais;
71. Fazer regularização fundiária das propriedades (cadastro e georeferenciamento);
72. Promover construções ecológicas;
73. Mineração formal e transparente;
74. Aproveitamento da madeira em fábrica de móveis e construção civil;
75. Construção de escolas e oficinas pedagógicas;
76. Propriedades agrícolas sustentáveis com georeferenciamento;
77. Educação profissional e tecnológica;
78. Faculdades / ETEC para diminuir a emigração de jovens;
79. Parques e áreas de lazer para jovens e crianças;
80. Cursos profissionalizantes;
81. Resgate cultural;
82. Fábricas / indústrias como opção de trabalho;
83. Exploração policultural;
84. Produção agroecológica;
85. Investir na educação e formação de cidadãos;
86. Educação diferenciada / reestruturar o processo educacional;
87. Usina de compostagem;
88. Asfalto para Apiaí e Guapiara;
89. Investir na segurança e no esporte / implantação de mais recursos tecnológicos na escola;
90. Conhecimento / conscientização;
91. Centro tecnológico agrícola;
92. Festas tradicionais;
93. Centro histórico;
94. Justiça social, educação, trabalho, inclusão, diversidade e igualdade;
95. Segurança Alimentar (educação alimentar);
96. Equipe técnica para gestão pública participativa;
97. Comprometer todos os segmentos sociais, econômicos com políticas sustentáveis;
98. Erradicação do analfabetismo;
99. Estrada para Apiaí (SP 249);
100. Turismo rural;
2) As 5 principais idéias recebidas e dos consensos dominantes sobre o desenvolvimento sutentável
do Município de Ribeirão Branco SP
Procedimento utilizado:
• Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 47 fatores em função da
importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP. Cada participante, neste caso, atribuí 24 pontos11 (ou direito de voto) para afetar as 8
idéais recebidas que considera como tendo um impacto sobre o desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030.
• Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, obtendo o seguinte
resultado:
11
A regra geral (número de pontos igual ao número de fatores dividido por 2) foi adaptada em função do número de
fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
9
Tabela 2: Hirarquização das Idéias Identificadas
Ordem
1ª
2ª
3ª
4ª
5ª
6ª
7ª
8ª
9ª
10ª
11ª
12ª
13ª
14ª
15ª
16ª
17ª
18ª
19ª
20ª
21ª
22ª
23ª
24ª
25ª
26ª
27ª
28ª
29ª
30ª
31ª
32ª
33ª
34ª
35ª
36ª
37ª
38ª
39ª
40ª
41ª
42ª
43ª
44ª
45ª
46ª
Idéia
Produção agroecológica
Fazer a regularização fundiária das propriedades
Asfalto da Rodovia Ribeirão Branco – Apiaí (SP 249)
Sustentabilidade da Agricultura Familiar
Usina de Compostagem de resíduos residenciais
Pesquisa direcionada para a Agricultura Familiar.
Integrar-se ao turismo regional; promover o turismo rural. Turismo de
aventura, em nosso município.
Estrada de Apiaí para Guapiara.
Centro de Tecnologia Agrícola.
Educação diferenciada com reestruturação do processo educacional – outro
modelo educacional.
Parques e áreas de lazer para jovens e crianças.
Turismo Ecológico.
Festas tradicionais.
Comprometer todos os segmentos sociais e econômicos com políticas
sustentáveis.
Cursos profissionalizantes.
Aproveitar os recursos minerais.
Faculdades e Escolas Técnicas para amenizar a emigração dos jovens.
Exploração de policulturas.
Aproveitamento da madeira para fábrica de móveis e construção civil.
Indústrias para geração de mais opções de trabalho.
Turismo Rural.
Investir na educação e formação dos cidadãos Ribeirão branquences.
Construção de Escola Sede e Oficinas Pedagógicas (separar Estado e
Município).
Turismo: aproveitar as belezas do município, como a Serra do Capote;
construir um teleférico para passeios e observações das paisagens na Serra.
Explorar o turismo e diversificar as culturas agrícolas.
Erradicar o analfabetismo.
Centro Histórico Municipal.
Conhecimento / Conscientização.
Educação profissional e tecnológica.
Aumentar as construções ecológicas.
Justiça social, educação e trabalho: inclusão, diversidade e igualdade.
Mineração (formal e transparente) induz ao desenvolvimento
socioeconômico.
Investimentos na segurança, esporte e cultura locais e implantação de
recursos tecnológicos nas escolas em geral.
Faculdade visando o desenvolvimento.
A pior praga da agricultura de Ribeirão Branco é o atravessador.
Educação para alimentação saudável (Segurança Alimentar).
Propriedades agrícolas sustentáveis e com gerenciamento.
Fábrica de tomate seco.
Mudança de paradigma.
Aumento da importância nas culturas de inverno.
Os problemas do município são do Poder Público.
Investimento melhorado para os pequenos produtores.
Apoio à Educação com interlocução.
Investir no turismo e no lazer para melhorar a qualidade de vida da
população; Preservação dos recursos naturais.
Resgate cultural.
Equipe técnica para gestão participativa (Poder Público e organizações).
Hierarquização
30
29
28
26
25
23
23
23
21
19
19
18
18
17
17
17
15
12
12
11
11
11
11
11
11
10
9
8
8
7
7
7
4
4
4
3
3
3
3
1
1
0
0
0
0
0
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
10
3) Analisar o conteúdo das principais idéias recebidas
Procedimento utilizado:
•
Nesta etapa é tratado a avaliação a credibilidade das principais idéias recebidas anteriormente
identificadas.
•
Estas idéias recebidas podem ser consideradas, ao menos parcialmente, como fundamentadas? Para
responder a esta questão, o grupo de trabalho identificou os argumentos que fundamentam ou não
fundamentam cada uma das principais idéias recebidas.
1ª idéia - “Produção Agroecológica” (30)
Fundamentado
Não fundamentado
4Não comprometimento da água;
4Falta de prova científica;
4Produção saudável;
4Alta produtividade;
4Inexistência de intoxicação;
4Periculosidade;
4Solo protegido;
4Custo de produção
4Sustentabilidade
Conclusão:
4Gera independência tecnológica e econômica;
4Promove a responsabilidade sócio-ambiental;
4Evita problemas para a saúde.
2ª idéia - “Fazer a regularização fundiária das propriedades” (29)
Fundamentado
Não fundamentado
4Obtenção de recursos;
4Não aparecer as ocupações irregulares
4Necessidade da organização do
município;
4Ordenamento fundiário;
4Cidadania plena;
4Averbação da reserva ambiental.
Conclusão:
4Exclusão de políticas oficiais de financiamento.
3ª idéia - “Asfaltamento da Rodovia Ribeirão Branco – Apiaí (SP 249)” (28)
Fundamentado
Não fundamentado
4Redução do tempo e distância;
4Interesse pela não-regionalização;
4Integração regional / estadual;
4Interesses corporativos.
4Desenvolvimento;
4Segurança;
4Geração de emprego e renda;
4Escoamento da produção
Conclusão:
4O asfaltamento induzirá ao desenvolvimento regional.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
11
4ª idéia - “Sustentabilidade da Agricultura Familiar” (26)
Fundamentado
Não fundamentado
4Emprego e renda;
4Exploração do mercado;
4Cultura;
4Aumento da presença do atravessador;
4Garantia de mercado;
4Não organização;
4Inibe a imigração;
4Concentração de terras
4Melhor conservação do meio ambiente;
4Diversificação da produção;
4Turismo rural;
Conclusão:
4Valorização econômica, sócio-ambiental, cultural e familiar.
5ª idéia - “Usina de compostagem de resíduos residenciais”(25)
Fundamentado
Não fundamentado
4Economia;
4Dificuldade de organização;
4Preservação do meio ambiente;
4Logística de captação;
4Geração de emprego e renda;
4Falta educação ambiental
4Preservação da saúde;
4Insumo agrícola;
4Biogás;
4Biofertilizante
Conclusão:
4Promove a melhoria ambiental e a qualidade de vida.
4) Identificar as conseqüências dessas idéias
As principais idéias identificadas e consensos dominantes identificados na etapa 2, estão
posicionados sobre um plano cujos eixos medem sua importância (ordenada) e seu impacto (abcissa)
(negativo/freio ou positivo/motor) sobre o desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco
– SP e região.
O posicionamento desses fotores no Plano: importância x impactos, apresentados a seguir, devem se
lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada idéia identificada em relação às outras).
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
12
Importância
das idéias
“Produção agroecológica” (30)
“Fazer a regularização fundiária
das propriedades” (29)
“Estradas para Apiaí” (28)
Forte
Zona do que
está em jogo e
é chave para o
futuro
“Sustentabilidade da
Agricultura Familiar” (26)
“Usina de compostagem de
resíduos residenciais” (25)
“Pesquisa direcionada para a
Agricultura Familiar” (23)
“Integrar-se ao turismo regional,
promover turismo rural, turismo de
aventura, em nosso município e no
lazer, para melhorar a qualidade de
vida da população e preservação dos
recursos naturais” (23)
“Centro tecnológico
agrícola” (21)
“Educação diferenciada” (19)
“Reestruturação do processo
educacional – outro modelo” (19)
“Parques e áreas de lazer
para jovens e crianças” (19)
Fraco
“Turismo ecológico” (18)
“Festas tradicionais” (18)
Negativo / Freio
Positivo / motor
Impacto sobre o Desenvolvimento do Município Ribeirão Branco – SP e região
Figura 3: Plano: Importância x Impacto das principais idéias identificadas
Neste exercício do curso, as idéias foram classificadas na sua maioria como negativo / freio, quando na
verdade deveriam ser positivas / motores para o desenvolvimento sustentável do Município de
Ribeirão Branco SP, porém os participantes consideraram as dificuldades de resolver algumas etapas,
que tornariam as idéias motores do desenvolvimento, conforme figura 3. Para que sejam resolvidas
primeiro essas etapas, as principais idéias foram consideradas freios. Dessa forma, esperam dar a
prioridade à essas etapas para tornar as idéias relacionadas os verdadeiros motores do
desenvolvimento do município.
5) Tirar as lições desta análise e propor 5 à 10 ações concretas
1ª – Preparação de um programa de ação para a Produção Agroecológica;
2ª – Desenvolvimento de processo de cadastramento e georeferenciamento das propriedades para a
devida regularização;
3ª – Mobilização e articulação do poder público e sociedade civil;
4ª – Preparação de programa de ação para a sustentabilidade da Agricultura Familiar;
5ª – Desenvolvimento de processo para funcionamento da usina de compostagem e programa de
educação e articulação política.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
13
II) Oficina de “mudanças e rupturas ... ações”
Diante de várias incertezas, torna-se necessário antecipar as mudanças e rupturas possíveis, a fim de
identificar aquelas que constituem os principais desafios do futuro para o desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de 2030.
Oficina “mudanças e rupturas ... ações”, seguiu as etapas:
Listar os fatores de mudança de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural,
tecnológica, meio ambiente etc.), de qualquer ordem (externa, interna), pressentidas, almejadas ou
temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte 2030.
Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
Avaliar a domínio dos atores do desenvolvimento face a estas principais mudanças
Identificar suas conseqüências e formular as questões principais para o desenvolvimento sustentável
futuro do Município de Ribeirão Branco SP
Propor 5 à 10 ações concretas
Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “mudanças”:
1) As 49 mudanças identificadas
Procedimento utilizado :
•
Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista de mudanças,
rupturas tecnológicas, econômicas, políticas, culturais, sociais, organizacionais, regulamentações,
etc, que vão marcar o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
no horizonte de 2030 (mudanças pressentidas, desejáveis e temidas por cada um).
•
Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os
participantes. O grupo obteve, assim, 49 fatores de mudanças prováveis de impactar sobre o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030.
16. Fortalecimento dos grupos organizados (sindicatos, cooperativas)
17. Programa de ATER agroindustrialização
18. Saneamento básico zona rural
19. Mudança do Paradigma Educacional municipal e estadual
20. Tributar as empresas que atuam no município (ICMS) e outros
21. Conservação das estradas Saneamento básico e iluminação
22. Mudanças do foco em saúde curativa para saúde preventiva – políticas publicas preventivas
23. Melhoria nas cidades
24. Recuperação das micro-bacias – total 23
25. Controle das ações reflorestadoras no município
26. Êxodo Rural
27. Fazer mapeamento agrícola e agroecológico
28. Aumento da fiscalização ambiental
29. Trabalhar de forma preventiva
30. Municípios desenvolvidos, riquezas naturais
31. Ter todos os trabalhadores registrados
32. Tecnologia para moradores da zona rural – tecnologia da informação
33. Investimento tecnológico na área agrícola
34. Sustentabilidade Participativa – Conceitos
35. Prosseguimentos dos estudos, mais oportunidades
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
14
36. Política de resgate dos bairros rurais que estão desaparecendo
37. Plano municipal de construção popular alternativa
38. Mudar a forma do uso ..do solo na agricultura
39. Educação ambiental ...municipal estadual
40. Aumento da policia efetiva
41. Diminuir o conceito de crescimento urbano
42. Mudanças de foco do assistencialismo para o pró-ativo (efetuar cursos)
43. Ações que possibilitam o desenvolvimento social através da cultura
44. Mudar a visão política do município.
45. Município será destaque na produção de alimentos.
46. Abertura e garantida de mercado para a agricultura familiar
47. Com o crescimento populacional esperado, precisamos de contribuição
48. Procurar o nosso dever de cidadão para que possamos exigir nossos direitos junto a sociedade
49. Baixa arrecadação no município possa interferir no desenvolvimento
50. Planejamento ...desenvolvimento almejado de forma consciente e efetiva
51. Diminuir o desmatamento
52. Para que todos os agricultores utilizaram talões de notas
53. Aceitação e Organização para o trabalho em grupo
54. Construção de plano para geração de implanta... e renda (alternativas viáveis)
55. Programa de merenda escolar da agricultura familiar, P.A.A.
56. Romper com a imposição econômica que valoriza apenas ganhos financeiros e esquece do
coletivo
57. Distribuir as terras devolutas e transforma em propriedades da agricultura familiar
58. Melhorar as estradas....município
59. Criar mais políticas regionais, mais representantes na região, mais reservas para o município
60. Conscientização e mobilização de todos pensando na melhora
61. Ações do poder público articulado a sociedade civil
62. Adaptar os processos de regulamentação
63. Valorização - conhecer e valorizar ações locais
64. Melhoria na cidade
2) As principais mudanças
Procedimento utilizado:
• Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 49 fatores em função da
importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante
recebe, neste caso, 25 pontos12 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada
um dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus
impactos sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP, no horizonte de
2030. Os participantes deverão escolher no máximo 8 fatores. O número de pontos a serem atribuídos
a um item deverá situar-se entre 1 e 4:
1 = impacto fraco ou limitado;
2 = impacto sensível;
3 = impacto forte;
4 = impacto crítico.
• Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, obtendo o seguinte
resultado:
12
Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior (seja 15 + 1). Esta
regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
15
Tabela 3: Hierarquização das Mudanças e Rupturas Identificadas
Ordem
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
Mudança e Ruptura
Fortalecimento dos grupos organizados (sindicatos, cooperativas)
Programa de ATER agroindustrialização
Saneamento básico zona rural
Mudança do Paradigma Educacional municipal e estadual
Tributar as empresas que atuam no município (ICMS) e outros
Conservação das estradas Saneamento básico e iluminação
Mudanças do foco em saúde curativa para saúde preventiva – políticas publicas preventivas
Melhoria nas cidades
Recuperação das micro-bacias – total 23
Controle das ações reflorestadoras no município
Êxodo Rural
Fazer mapeamento agrícola e agroecológico
Aumento da fiscalização ambiental
Trabalhar de forma preventiva
Municípios desenvolvidos, riquezas naturais
Ter todos os trabalhadores registrados
Tecnologia para moradores da zona rural – tecnologia da informação
Investimento tecnológico na área agrícola
Sustentabilidade Participativa – Conceitos
Prosseguimentos dos estudos, mais oportunidades
Política de resgate dos bairros rurais que estão desaparecendo
Plano municipal de construção popular alternativa
Mudar a forma do uso ..do solo na agricultura
Educação ambiental ...municipal estadual
Aumento da policia efetiva
Diminuir o conceito de crescimento urbano
Mudanças de foco do assistencialismo para o pró-ativo (efetuar cursos)
Ações que possibilitam o desenvolvimento social através da cultura
Mudar a visão política do município.
Município será destaque na produção de alimentos.
Abertura e garantida de mercado para a agricultura familiar
Com o crescimento populacional esperado, precisamos de contribuição
Procurar o nosso dever de cidadão para que possamos exigir nossos direitos junto a
sociedade
Baixa arrecadação no município possa interferir no desenvolvimento
Planejamento ...desenvolvimento almejado de forma consciente e efetiva
Diminuir o desmatamento
Para que todos os agricultores utilizaram talões de notas
Aceitação e Organização para o trabalho em grupo
Construção de plano para geração de implanta... e renda (alternativas viáveis)
Programa de merenda escolar da agricultura familiar, P.A.A.
Romper com a imposição econômica que valoriza apenas ganhos financeiros e esquece do
coletivo
Distribuir as terras devolutas e e transforma em propriedades da agricultura familiar
Melhorar as estradas....município
Criar mais políticas regionais, mais representantes na região, mais reservas para o município
Conscientização e mobilização de todos pensando na melhora
Ações do poder publico articulado a sociedade civil
Adaptar os processos de regulamentação
Valorização - conhecer e valorizar ações locais
Melhoria na cidade
Hierarquização
40
35
35
33
32
27
23
22
21
20
20
20
17
16
16
16
15
15
12
12
12
11
8
8
8
7
6
4
4
4
4
4
4
3
3
2
2
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
16
3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante das principais mudanças
Procedimento utilizado:
As principais mudanças identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano, cujos
eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de
desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de
Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada
mudança em relação às outras), conforme expresa a Figura 4.
Importância
das
mudanças
Fortalecimento dos grupos organizados
(sindicatos, cooperativas) (40)
Mudanças, principais
desafios do futuro
Programa de ATER agroindustrialização (35)
Saneamento básico zona rural (35)
Mudança do Paradigma Educacional –
Municipal/Estadual (33)
Tributar as empresas que atuam no
município (ICMS) e outros (32)
Conservação das estradas Saneamento
básico e iluminação (27)
Forte
Mudanças do foco em saúde curativa para
saúde preventiva – políticas publicas
preventivas (23)
Melhoria nas cidades (22)
Recuperação das micro-bacias – total 23 (21)
Êxodo Rural (20)
Fazer mapeamento agrícola e
agroecológico (20)
Controle das ações
reflorestadoras no município (20)
Fraco
Necessidade de
mobilização dos
atores de
desenvolvimento
Fraco
Forte
Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento
Figura 4: Plano: Importância das mudanças x Grau de preparação
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
17
4) Identificar as conseqüências das principais mudanças e formular as questões principais para o
desenvolvimento futuro do estado de Goiás. Propor 5 à 10 ações concretas
1ª. Fortalecimento da sociedade civil - Fortalecimento dos grupos organizados (sindicatos,
cooperativas) (40)
Conseqüências:
• Sociedade mais consciente
• Empoderamento da sociedade civil
Questão:
• Aumentarão os conflitos na sociedade?
2ª. ATER (Assistência Técnica e Extensão Rural) - agroindustrialização (35)
Conseqüências:
Valorização econômica, socioambiental, cultural e familiar
• Permanência da família no campo
• Abastecimento da sociedade.
•
Questão:
• Vai estimular a coletividade ou o individualismo.
3ª. Saneamento básico (35)
Conseqüências:
• Melhoria da qualidade de vida
• Melhoria da saúde.
Questão:
• Quais os modelos que seriam implantados, o convencional ou os alternativos?
4ª. Mudança do Paradigma Educacional – Municipal / Estadual (33)
Conseqüências:
• Melhoria educacional e formação diante a realidade regional
• Formadores de opinião consciente
• Consciente e participativo
• Conquista da consciência plena.
Questão:
Quais são as condições e como efetivar a mudança?
•
5ª. Tributar as empresas que atuam no município (ICMS) e outros (32)
Conseqüências:
• Controle da produção e prestação de serviços
• Aumentar a arrecadação
• Investir em infra-estrutura.
Questão:
Como viabilizar a tributação?
•
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
18
5) Propor de 5 à 10 ações concretas.
1ª. Preparar um programa de ação para fortalecer a sociedade civil
2ª. Estabelecer convênio para contratação de profissionais com o governo federal/estadual
3ª. Elaborar e implementar plano de saneamento básico
4ª. Elaboração de um plano educacional
5ª. Desenvolvimento e implantação de um novo sistema tributário municipal tributário
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
19
III) Oficina da “árvore de competência do passado e do presente”
Objetivo da oficina: elaborar as dinâmicas passadas e presentes do desenvolvimento sustentável do
Município Ribeirão Branco – SP na elaboração de sua árvore de habilidades. Esta oficina precisa a
vocação, as competências e seus conhecimentos, mas também sua organização até as linhas de produtos
e/ou serviços. A dinâmica leva em conta as mudanças no ambiente.
Oficina de “árvore de competência do passado e presente” seguiu as etapas
Construir a árvore do passado (10 a 20 anos)
Construir a árvore presente
Na Árvore de Competências do presente, identificar os pontos fortes e os fracos
Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “árvore de competências do passado e
do presente”, considerando:
•
•
•
As raízes: valores, competências e pessoas, recursos financeiros, recursos tecnológicos, comerciais,
produtivos e outros... adaptados, ao desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco –
SP .
O tronco: processo, organização e outros adaptados ao desenvolvimento sustentável do Município
Ribeirão Branco – SP
Os ramos: linhas de produto – mercado, serviço – mercado e outros ... adaptados ao
desenvolvimento sustentável do Município Ribeirão Branco – SP
1) Construir a árvore do passado (10 a 20 anos):
Procedimento utilizado:
Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes,
tronco e ramos.
As idéias são em seguida recolhidas e organizadas, executando várias rodadas sucessivas.
2) Na construção da Árvore de Competências do presente, foram identificados os pontos fortes e os pontos
fracos em relação ao ambiente do Município Ribeirão Branco – SP e região, aos atores, considerando à
Árvore de Competências do Passado.
Esta atividade foi efetuada conforme os participantes foram identificando os elementos do presente.
Procedimento utilizado:
Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes,
tronco e ramos.
As idéias são em seguida recolhidas e organizadas, executando várias rodadas sucessivas.
Em seguida a Tabela 4 foi preenchida, pelos participantes, inicialmente a árvore de competência do
passado e, posteriormente, a árvore de competência do presente, com os diversos fatores, identificando se é
ponto fraco e/ou ponto forte em relação aos fatores da árvore de competência do passado:
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
20
Tabela 4: Fatores da Árvore de Competência do Passado e do Presente e Pontos Fracos e Fortes
Elementos
Árvore de Competência
Fatores do
de
Presente em
Represenrelação ao
PASSADO
PRESENTE
tação da
Passado
Árvore
RAMOS
1. Milho, feijão, criação de porcos
e tomate
---o-----o-----o-----o-----o-----o---
1. PAA / merenda escolar, melhorias
de renda e alimentação saudável
1. Incentivo a produção de policultura
---o--2. Pereskia, patê de pereskia
3. Tomate (*)
4. Mel, leite (*)
5. Eucalipto, pinus (*)
P. Forte
P Forte
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Forte
(Investidores)
P. Fraco
(Município)
(*) Não foi informado pelos participantes, apesar de
terem sido listados nos outros elementos (tronco e
raiz)
TRONCO
---o-----o--1. Dependência dos atravessadores
(agr.familiar)
1. Comercialização (o grande
gargalo da peq. Produção)
2. Produção hortigranjeira
2. Produção do tomate
2. Processo de plantação intensiva
do tomate, vagem...
2. Processo de diversidade na
agricultura
2. Diversificação da produção
2. Produção agrícola com recursos
próprios
3. Agricultura familiar - pequenas
propriedades
4. Surgimento da ação sindical
4. Organização sindical
4. Trabalho de base sindical
4. Formação dos sindicatos
4. Formação de cooperativas
4. Movimento sindical crescendo
(igrejas cebs gesta das políticas /
partidos políticos iniciando)
4. Não havia organização por parte
dos pequenos produtores e
empregados rurais
1. Novos caminhos p/ a
comercialização
1. Produção agrícola atrelada a
mercados instáveis
P. Forte
P. Forte
1. Qualificação e estruturação
P. Forte
1. Organização para comercialização
---o-----o---
P. Forte
---o-----o-----o-----o--3. Programas sociais específicos p/ a
agricultura familiar (P.A.A. / PNAE /
outros)
P. Forte
4. Mobilização e conquista sindical
P. Forte
4. Cooperação agrícola (cooperativas)
P. Forte
4. Implantação de cooperativas
P. Forte
4. Sociedade organizada (sindicato,
associações, federações a.f.)
P. Forte
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
21
4.1. A sociedade não tinha
consciência da necessidade de se
organizar
4.1. Associação de leite / associação
de mel / plantio de novas culturas
P. Forte
4.1. Não havia orientação ao
lavrador
4.1 As parcerias estão cada vez mais
fortes assim alavancando cada vez
mais o município
P. Forte
5. Diminuição da criação de suínos
P. Fraco
5. Difícil escoamento da produção
agrícola e pecuária
6. Trabalho rural famílias mais
unidas
7. Escolas rurais
7.1. Escola tradicional
---o-----o-----o-----o--8. Assistencialismo como opção
de “melhorias”
---o-----o-----o--9. Trabalhos realizados através de
meeiros
10. Poder publico sem políticas de
inclusão, e não era participativo
11. Financiamento para plantio
---o-----o-----o---
---o-----o-----o---
6. Ampliação da organização sindical
rural
7. Fim das escolas rurais
7.1. Campanhas educativas
7.1. Novos métodos educacionais
7.2. Melhoria educacional resgate de
valores culturais (quebra de
paradigma)
7.3. Melhor acesso ao estudo e
faculdades mais perto
7.4. Acesso as escolas, mas não
educação de qualidade
8. Acentuada melhora na produção
agrícola, no mercado, nos serviços
sociais
8.1 Movimento forte, mas pequeno
produtor é dependente
8.2 Corpo técnico pode ser tirado das
pessoas já ativas
8.3 Mecanização da lavoura
P. Forte
P. Fraco
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Fraco
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Forte
---o-----o--11. Financiamento agrícola
11.1. Monopólio instituição financeira
(banco)
12. Incentivo mercado de trabalho
local
13. Leis incentivadoras, apoio ao
trabalhador, organização funcional
menos descriminação mais parcerias
14. Saúde acesso a medicina
diagnostica, mas é preciso reduzir o
tempo de espera dos exames
15. Produção em grandes propriedades
(empresas)
15.1. Produção madeira intensificada
latifúndio
---o---
16. Plantio de pinus e eucalipto –
monopólio de empresas
---o---
16.1. Aumento na plantação de
P. Forte
P. Fraco
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Forte
(Investidores)
P. Fraco
(Município)
P. Forte
(Investidores)
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional
do ComitêeLocal
Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
eucalipto
pinus
SP
22
---o---
1. Mantinham a mata nativa
2. Falta de sanidade na criação de
animais (suínos)
2. Saber criar porcos
3. Plantio de pinus e eucaliptos em
área devoluta no município ,
através de decreto no período da
ditadura militar
4. Monocultura tomate
5. Saberes tradicionais
RAIZ
16.2. Eucalipto e pinus (meio
ambiente impacto)
---o-----o-----o-----o---
4. Monocultura do tomate
5. Saberes tradicionais ameaçados
5. Diminuição da tradição e
5. Convivência comunitária
convivência
5. Convivência e tradição da
5. Deficiência nos vínculos familiares
população
comunitários
6. Sistema mutirão feijão/arroz
---o--7. Agricultura de subsistência
---o--8. Aumento da fiscalização do
8. Uso inadequado dos agrotóxicos
agrotóxico
9. Sustentabilidade da agricultura
9. Agricultura familiar desestruturada
familiar
10. Existência predominante da
10. Trabalho realizado apenas com
agricultura familiar
pessoas da mesma família
10. Permanência dos agricultores e
---o--familiares no campo
10. Agricultura familiar atuante
---o--11. Terra analisada e preparada para
11. Preparo da terra com queimada
plantio
11. Falta de conhecimento técnico
---o--12. A população com algumas
12. Conhecimento de novas
dificuldades consegue pensar em
culturas
coletivo
13. Cultivo desordenado da
---o--agricultura
14. Monocultura
P. Fraco
(Município)
P. Forte
(Investidores)
P. Fraco
(Município)
14. Monocultura
---o---
14. Plantio de eucalipto e de pinus
---o---
15. Investimento na formação do
indivíduo, para que sejam
conhecedores dos seus direitos e
deveres
P. Fraco
P. Fraco
P. Fraco
P. Fraco
P. Forte
P. Fraco
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Forte
P. Fraco
P. Fraco
P. Forte
(Investidores)
P. Fraco
(Município)
P. Forte
(Investidores)
P. Fraco
(Município)
P. Forte
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
23
Veja as árvores de competência do passado e do presente expressas na figura 5 e na figura 6,
respectivamente, representando a percepção dos participantes do curso em relação ao Muncicípio de
Ribeirão Branco – SP. Nas duas figuras os troncos são bem robustos de processos e organização,
principalmente, mas em termos de ramos / frutos as árvores são muito pobres. Talvez por essa razão
o município esteja na situação em que se encontra.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
24
Milho, feijão, criação de porcos e tomate
Produção agrícola com
recursos próprios
Comercialização (o grande
gargalo da peq. Produção)
Processo de diversidade
na agricultura
Agricultura familiar pequenas propriedades
Processo de plantação
intensiva do tomate, vagem...
Produção hortigranjeira
Trabalho de base sindical
Organização sindical
Formação de cooperativas
Não havia organização por
parte dos pequenos produtores
e empregados rurais
Não havia orientação
ao lavrador
Escola tradicional
Mantinham a mata nativa
Saber criar porcos
Convivência comunitária
Surgimento da ação sindical
Produção do tomate
Trabalho rural
famílias mais unidas
Movimento sindical crescendo
(igrejas cebs gesta das políticas /
partidos políticos iniciando)
Trabalhos realizados
através de meeiros
Monocultura tomate
Diversificação da produção
Formação dos sindicatos
Difícil escoamento da
produção agrícola e pecuária
Escolas rurais
Dependência dos
atravessadores (agr. familiar)
Assistencialismo como
opção de “melhorias”
Poder publico sem
políticas de inclusão, e
não era participativo
Plantio de pinus e eucaliptos em área
devoluta no município , através de
decreto no período da ditadura militar
Convivência e tradição da população
Sistema mutirão feijão/arroz
Sustentabilidade da agricultura familiar
Preparo da terra com queimada
Existência predominante da agricultura familiar
A sociedade não tinha
consciência da necessidade de
se organizar
Produção do tomate
Financiamento
para plantio
Falta de sanidade na
criação de animais (suínos)
Saberes tradicionais
Agricultura de subsistência
Uso inadequado dos agrotóxicos
Conhecimento de novas culturas
Cultivo desordenado da agricultura
Monocultura
Figura 5: Representação da Árvore de Competência do PASSADO de Ribeirão Branco - SP
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
25
Mel, leite (*)
Eucalipto, Pinus (*)
PAA / merenda escolar, melhorias de
renda e alimentação saudável
Tomate (*)
Incentivo a produção
de policultura
Novos caminhos p/ a comercialização
Pereskia, patê de pereskia
Produção agrícola atrelada a mercados instáveis
Organização para comercialização
Mobilização e conquista sindical
Cooperação agrícola (cooperativas)
Diminuição da criação de suínos
Novos métodos educacionais
Melhor acesso ao estudo e faculdades
mais perto
Financiamento agrícola
Acesso as escolas, mas não
educação de qualidade
Corpo técnico pode ser tirado das
pessoas já ativas
Leis incentivadoras, apoio ao trabalhador, organização
funcional menos descriminação mais parcerias
Produção em grandes propriedades (empresas)
Fim das escolas rurais
Melhoria educacional resgate de valores culturais
(quebra de paradigma)
Acentuada melhora na produção agrícola,
no mercado, nos serviços sociais
Mecanização da lavoura
Monopólio instituição financeira (banco)
Incentivo mercado de
trabalho local
Aumento na plantação de eucalipto e pinus
Saúde acesso a medicina diagnostica, mas é preciso
reduzir o tempo de espera dos exames
Eucalipto e pinus (meio
ambiente impacto)
Plantio de pinus e eucalipto –
monopólio de empresas
Produção madeira intensificada latifúndio
Monocultura tomate
Deficiência nos vínculos familiares
comunitários
Agricultura familiar desestruturada
Ampliação da organização
sindical rural
Associação de leite / associação de mel /
plantio de novas culturas
As parcerias estão cada vez mais fortes assim
alavancando cada vez mais o município
Movimento forte, mas pequeno
produtor é dependente
Qualificação e estruturação
Programas sociais específicos p/ a agricultura
Implantação de cooperativas
familiar (P.A.A../ PNAE / outros)
Sociedade organizada (sindicato, associações,
federações a.f.)
Campanhas educativas
(*) Não foi
informado pelos
participantes, apesar
de terem sido
listados nos outros
elementos (tronco e
raiz)
Saberes tradicionais
Diminuição da tradição e convivência
Aumento da fiscalização do agrotóxico
Agricultura familiar atuante
Trabalho realizado apenas com pessoas da mesma família
Permanência dos agricultores e familiares no campo
A população com algumas dificuldades
consegue pensar em coletivo
Terra analisada e preparada para plantio
Monocultura
Falta de conhecimento técnico
Plantio de eucalipto e de pinus
Investimento na formação do indivíduo, para que sejam
conhecedores dos seus direitos e deveres
Figura 6: Representação da Árvore de Competência do PRESENTE de Ribeirão Branco - SP
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
26
IV) Oficina da “árvore de competência do futuro”
Objetivo da oficina: imaginar um futuro desejável diante das ameaças e oportunidades do ambiente e
construir para o Município Ribeirão Branco – SP uma árvore de competência do futuro, sabendo que a
análise prospectiva permite considerar que o futuro possui incertezas e está aberto para muitos futuros
possíveis.
1) Oficina de “árvore de competência do futuro” seguiu as etapas:
4) Construir a árvore do futuro (10 a 20 anos), levando em consideração as mudanças críticas
identificadas, considerando o que deve ser: conservado, desenvolvido ou abandonado. Nestas
considerações, levar em conta as possíveis ameaças e oportunidades do ambiente.
Identificar os elementos da árvore impactados (ativos e vulneráveis)
5) Construir a árvore de competências desejável para o futuro do desenvolvimento sustentável do
Município Ribeirão Branco – SP, considerando o que deve ser: conservado, desenvolvido ou
abandonado. Nestas condições, levar em conta as possíveis ameaças e oportunidades do ambiente.
6) Nesta oficina, a construção árvore de futuro leva em cota as forças e fraquezas do desenvolvimento
sustentável do Município Ribeirão Branco – SP e das conseqüências das mudanças.
2) Procedimento utilizado:
Durante 10 à 20 minutos, cada participante elabora sua prórpia lista de elementos da árvore: raízes, tronco
e ramos. As idéias são em seguida recolhidas e organizadas , executando várias rodadas sucessivas.
Em seguida a Tabela 5 foi preenchida, pelos participantes, inicialmente a árvore de competência do futuro
e, posteriormente, a árvore de competência do presente, com os diversos fatores, identificando se é ponto
fraco e/ou ponto forte em relação aos fatores da árvore de competência do passado:
Tabela 5 : Fatores da Árvore de Competência do Futuro
Elementos de
Representação
da Árvore
RAMOS
Árvore de Competência do Futuro
Mercado/consumo
Profissionais diferenciados
Atendimento as crianças especiais
Turismo rural trilhas
Ecoturismo / rural
Pontos turísticos/lazer hotéis
Festas tradicionais
Informação e comunicação (internet, jornal, telefone)
Transporte público/ produtos/serviços
Alimentos saudáveis
Legumes desidratados
Produtos agroecológicos
Frutas desidratadas
Tomate / tomate seco/ extrato
Selo da agricultura sustentável e reconhecido
Calcário
Água de qualidade
Cerveja / refrigerante
Ração animal
TRONCO
Processo de Comercialização dos produtos com preço justo
Processo de Comercialização de sementes
Processo de Comercialização dos minérios
Organização e criação de novos mercados
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
27
Pesquisa de mercado
Ater (PROCESSO)
Industrialização do tomate e produtos vegetais
Colheita de plantio de tomate
Processo de desidratadora legumes e frutas
Produção agrícola organizada
Processo de industrialização
Órgão segurança publica atuantes
Processo educacional
Associações cooperativas / escolas pólo comunitárias
Aplicação do planejamento em SAF
Processo de elaboração da cozinha caipira “resgate -pousada temática”
Oferecer aos alunos do município o uso de novas tecnologias avançada com melhor oferta de trabalhos
Agencia turismo
Exploração / beneficiamento dos minérios
Beneficiamento de produto
Organização e reivindicação da sociedade
Cursos técnicos
Incentivo da comunidade / uso racional da água
Programas de formação de lideranças sindicais
Implantação de programa educacional com base no método Paulo Freire
Parcerias com o governo estadual
Organização da estrutura para o atendimento da APAE
Contribuição e parcerias de ONGs / capacitação
Organização dos produtores
Produção de proteína vegetal orgânica
Criação alevino
RAIZ
Legislação ref. sistema viários e afins
Centros de pesquisa, formação e qualificação
Educação diferenciada
Educação alternativa
Educação no transito
Escola agrícola
Educação ambiental
Uso da informatização em educação
Pessoas capacitadas para o atendimento às crianças especiais
Diversidade de cursos técnicos e/ou profissionalizantes
Turismo
Área de matas nativas
Mananciais e nascentes
Conhecimento do planejamento florestal
Eco turismo
Turismo rural
Resgate cultural
Saberes tradicionais/resgate
Minérios
Água mineral de qualidade
Articulação do centro de pesquisas e tecnologia para a agricultura familiar
Ater (CONHECIMENTO)
Cultura da piscicultura / criação frango / inseminação artificial
Uso de produtos orgânicos oferecidos ao produtor
Policultura
Agricultores capacitados
Pesquisas direcionadas
Diversificação de culturas agrícolas
Cultura do tomate
Juventude consciente em oportunidades para permanecer no campo
Plantio de tomate (existe capacidade, terra própria)
Agroindústria
Complexo agroindustrial cooperativa
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
28
3) Foram propostas 4 ações concretas:
1ª. Elaborar do Banco de Dados – SIG.
2ª. Regularizar Fundiária.
3ª. Elaborar do Planejamento do Município Ribeirão Branco com Participação da Sociedade.
4ª. Elaborar do plano da Agroindústria do Município de Ribeirão Branco .
A figura 7 expressa a árvore do futuro do município de Ribeirão Branco SP desejada pelos
participantes do curso.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
29
Frutas
desidratadas
Cerveja / refrigerante
Legumes desidratados
Tomate / tomate seco/ extrato
Produtos agroecológicos
Alimentos saudáveis
Atendimento as crianças especiais
Turismo rural trilhas
Ração animal
Processo de Comercialização
dos produtos com preço justo
Pontos turísticos/lazer hotéis
Selo da agricultura sustentável e reconhecido
Informação e comunicação
(internet, jornal, telefone)
Festas tradicionais
Profissionais diferenciado
Água de qualidade
Ecoturismo / rural
Calcário
Mercado / consumo
Transporte público/ produtos/serviços
Pesquisa de
mercado
Processo de Comercialização de sementes
Processo de Comercialização
Processo de desidratadora
Organização e criação
dos minérios
legumes e frutas
de novos mercados
Organização e
Processo de
Colheita de plantio de tomate
reivindicação
Ater (PROCESSO)
industrializaçã
da sociedade
o
Associações cooperativas /
Produção agrícola
Industrialização do tomate e
escolas pólo comunitárias
organizada
produtos vegetais
Associações cooperativas /
escolas pólo comunitárias
Órgão segurança
publica atuantes
Processo educacional
Aplicação do planejamento em SAF
Oferecer aos alunos do município o uso de novas
tecnologias avançada com melhor oferta de trabalhos
Programas de formação
de lideranças sindicais
Organização da estrutura para
o atendimento da APAE
Incentivo da comunidade
/ uso racional da água
Legislação ref. sistema
viários e afins
Educação diferenciada
Contribuição e parcerias
de ONGs / capacitação
Eco turismo
Turismo
rural
Minérios
Área de matas nativas
Água mineral de qualidade
Organização dos produtores
Educação no transito
Centros de pesquisa,
formação e qualificação
Educação ambiental
Escola agrícola
Diversidade de cursos técnicos
e/ou profissionalizantes
Mananciais e nascentes
Pessoas capacitadas para o atendimento às crianças especiais
Conhecimento do planejamento florestal
Resgate cultural
Policultura
Saberes tradicionais/resgate Uso de produtos orgânicos
oferecidos ao produtor
Ater (CONHECIMENTO)
Diversificação
de culturas
agrícolas
Parcerias com o governo estadual
Criação alevino
Educação alternativa
Uso da informatização em educação
Turismo
Processo de elaboração da cozinha caipira
“resgate -pousada temática”
Implantação de programa educacional
com base no método Paulo Freire
Produção de proteína vegetal orgânica
Beneficiament
o de produto
Exploração / beneficiamento
dos minérios
Exploração / beneficiamento dos minérios
Cursos técnicos
Agencia turismo
Pesquisas direcionadas
Cultura do tomate
Agroindústria
Articulação do centro de pesquisas e
tecnologia para a agricultura familiar
Plantio de tomate (existe capacidade, terra própria)
Cultura da piscicultura / criação frango / inseminação
artificial
Complexo agroindustrial cooperativa
Agricultores capacitados
Juventude consciente em oportunidades para permanecer no campo
Figura 7: Representação da Árvore de Competência do Futuro de Ribeirão Branco SP
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
30
V) Oficina de “freios e inércias”
O objeto desta oficina, consiste em fazer um inventário dos freios e inércias, que poderão prejudicar ou
retardar o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP e seu ambiente hoje e no
horizonte 2030.
O benefício desta abordagem é que ela parte de uma percepção, que permite revelar as “crenças” e “não
expressas”, que tendem a moldar as atitudes e estratégias, e assim, influenciar os jogos dos atores.
A prospectiva se interessa pelas mudanças, mas também pelas permanências. Em matéria de
desenvolvimento regional, é necessário levar em consideração os freios, os obstáculos ou
estrangulamentos, assim como a resistência à mudança proveniente das inércias.
Oficina “freios e inércias” seguiu as etapas:
Listar os freios, obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza
(regulamentação, econômica, social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna)
para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030
Hierarquizar estes fatores em função da importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP
Avaliar a domínio dos atores do desenvolvimento face a estes principais fatores
Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP
Propor 5 a 10 ações concretas
Abaixo seguem as etapas, realizadas e resultados, da Oficina “freios e inércias”:
1) Os 41 freios e inércias identificados
Procedimento utilizado:
• Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista dos freios,
obstáculos, gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica,
social, cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento
sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030
• Todos estes fatores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os
participantes. O grupo obteve, assim, 41 freios e inércias prováveis de impactar sobre o
desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de 2030.
41. Falta mais fiscalização estadual e municipal
42. Falta da Agroindústria Familiar
43. Política - Falta de interesse e vontade (projetos)
44. Deficiência/Ausência na Comunicação
45. Falta de organização em equipes
46. Cultura: deficiência: registros “guarda”; acessos; valorização
47. Falta de Visão dos Políticos
48. Sazonalidade em empregos
49. Dificuldade de contratação de pessoal técnico especializado em obter recursos
50. Falta de assistência técnica e extensão rural
51. Falta de Logística Viária
52. Monocultura
53. Evasão escolar
54. Regularização fundiária
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
31
55. Individualismo regional (municipal)
56. Leis Ambientais
57. Pouca arrecadação, pouco incentivo do governo federal e estadual
58. Área muito grande em extensão; regularização fundiária
59. Falta de participação da população
60. Alunos itinerantes (os pais migram muito em busca de trabalho
61. Falta investimento no turismo
62. Falta de recuperação do solo onde a ÁREA de plantação de Pinus e Eucalipto
63. Política: Ausência de políticas públicas claras e objetivas para desenvolvimento regional. CGR;
Condesul, CONSAD
64. Falta de Mercado de Trabalho
65. Alto índice de contaminação dos trabalhadores rurais por defensivos agrícolas
66. Conscientização dos direitos e deveres do cidadão
67. Deficiências no Mercado Consumidor
68. Ausência de equipe preparada para elaboração de planos e projetos
69. Ausência de grupo de formação em política
70. Ausência de comprometimento dos outros setores
71. Diminuição da área rural que poderia produzir alimentos
72. Falta de Planejamento a longo prazo
73. Falta de organização social
74. Falta de visão de mercado
75. Cabeça fechada
76. Falta de profissionais qualificados
77. Falta de Recursos Financeiros e Vontade de Trabalho
78. Ausência de políticas públicas...
79. Falta de participação mais efetiva do Estado
80. Falta cobrança da população dos seus direitos
81. Cultura Assistencialista e Paternalista
2) Os principais freios e inércias ao desenvolvimento sustentável futuro do Município de Ribeirão Branco
SP
Procedimento utilizado:
• Um sitema de agregação de pontos de vista permite de hierarquizar estes 41 fatores em função da
importância de seu impacto sobre o futuro do desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão
Branco SP e independentemente da natureza deste impacto (positivo / negativo). Cada participante
recebe, neste caso, 21 pontos13 (ou direito de voto). A regra de classificação é a seguinte: para cada
um dos fatores (atribui-se um determinado número de pontos) em função da importância de seus
impactos sobre o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP no horizonte de
2030. O número de pontos a serem atribuídos a um item deverá situar-se entre 1 e 4:
1 = impacto fraco ou limitado;
2 = impacto sensível;
3 = impacto forte;
4 = impacto crítico.
• Em seguida procede-se a soma dos votos dos participantes para cada fator, obtendo o seguinte
resultado:
13
Este número é igual ao número de fatores dividido por 2, arredondando o número encontrado ao imediatamente superior (seja 20 + 1). Esta
regra geralmente é adaptada em função do número de fatores identificados e do número de participantes do grupo de trabalho.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
32
Tabela 6: Relação dos fatores freios / inércia hierarquizados
Ordem
1º.
2º.
3º.
4º.
5º.
6º.
7º.
8º.
9º.
10º.
11º.
12º.
13º.
14º.
15º.
16º.
17º.
18º.
19º.
20º.
21º.
22º.
23º.
24º.
25º.
26º.
27º.
28º.
29º.
30º.
31º.
32º.
33º.
34º.
35º.
36º.
37º.
38º.
39º.
40º.
41º.
Freio / Inércia
Falta de Recursos Financeiros e Vontade de Trabalho
Regularização fundiária
Falta de organização social
Deficiência/Ausência na Comunicação
Ausência de equipe preparada para elaboração de planos e projetos
Falta investimento no turismo
Falta de Visão dos Políticos
Falta de organização em equipes
Sazonalidade em empregos
Dificuldade de contratação de pessoal técnico especializado em obter recursos
Falta mais fiscalização estadual e municipal
Falta de assistência técnica e extensão rural
Falta de Logística Viária
Monocultura
Evasão escolar
Falta da Agroindústria Familiar
Individualismo regional (municipal)
Leis Ambientais
Pouca arrecadação, pouco incentivo do governo federal e estadual
Ausência de comprometimento dos outros setores
Falta de participação da população
Alunos itinerantes (os pais migram muito em busca de trabalho
Cultura: deficiência: registros “guarda”; acessos; valorização
Falta de recuperação do solo onde a ÁREA de plantação de Pinus e Eucalipto
Falta de Mercado de Trabalho
Conscientização dos direitos e deveres do cidadão
Deficiências no Mercado Consumidor
Ausência de grupo de formação em política
Área muito grande em extensão; regularização fundiária
Diminuição da área rural que poderia produzir alimentos
Falta de Planejamento a longo prazo
Falta de visão de mercado
Cabeça fechada
Falta de profissionais qualificados
Política - Falta de interesse e vontade (projetos)
Ausência de políticas públicas...
Falta de participação mais efetiva do Estado
Falta cobrança da população dos seus direitos
Cultura Assistencialista e Paternalista
Política: Ausência de políticas públicas claras e objetivas para desenvolvimento
regional. CGR; Condesul, CONSAD
Alto índice de contaminação dos trabalhadores rurais por defensivos agrícolas
Hierarquização
38
30
29
23
21
20
17
16
16
15
15
14
14
13
12
12
11
11
11
10
10
10
9
8
8
8
7
7
7
6
5
5
4
4
4
3
3
3
3
3
0
3) O grau de de preparação atual dos atores do desenvolvimento diante dos principais freios e
inércias
Procedimento utilizado:
As principais freios e inércias identificadas na etapa anterior (2) são posicionadas sobre um plano,
cujos eixos medem sua importância (ordenada) e o grau de preparação atual dos atores de
desenvolvimento (abcissa). O posicionamento desses fatores no Plano: Importãncia X Grau de
Preparação, apresentados a seguir devem ser lidos de maneira sistêmica (posição relativa de cada
freio ou inércia em relação às outras).
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
33
Para cada fator verificar se os atores estão bem preparados, mais ou menos preparados ou não estão
preparados. Por exemplo: no caso de uns dos fatores o ator público estiver preparado e o ator privado
não estiver preparado, considerar esse fator como dois fatores, um para o ator público e outro para o
ator privado. Conforme expressa a figura 8.
Freios e Inércias,
principais
desafios do futuro
Importância dos
freios e inércias
Falta de Recursos Financeiros e
Vontade Política/Trabalho 38
Regularização fundiária 30
Falta de organização social 29
Deficiência/Ausência na Comunicação 23
Forte
Ausência de equipe preparada para
elaboração de planos e projetos 21
Falta investimento no turismo 20
Falta Visão dos Políticos 17
Falta de organização em equipes 16
Fraco
Fraco
Forte
Grau de preparação atual dos atores do desenvolvimento
Figura 8: Plano: importância dos freios e inércias X grau de preparação
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
34
4) Identificar as exigências prévias e condições de sucesso para o desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP.
Exigências Prévias:
1ª. Reforma Tributária Municipal
2ª. Buscar Materiais e Pessoas para Regularização Fundiária
3ª. Formação Política das Lideranças Sociais de Rib. Branco
4ª. Procurar a forma de material para proporcionar a tecnologia para comunicação
5ª. Elaborar um programa de comunicação externa e interna do município
Condições de Sucesso:
1ª. Mobilização social
2ª. Envolvimento da Procuradoria Geral do Estado
3ª. Programa de Formação Política
4ª. Contatar empresas de telecomunicações
5ª. Criação de um grupo de trabalho de comunicação
6ª. Mobilização de pessoas para fazer as parcerias
5) Foram proposta 3 ações concretas
1ª. Formar um grupo de trabalho para verificar em outros municípios como desenvolver um sistema
tributário para o município
2ª. Formar um grupo de trabalho para regularização fundiária
3ª. Formar um grupo de trabalho para analisar as exigências e condições para eliminar os freios e
inércias do município
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
35
VI) Oficina de “mudanças críticas ... às ações ”
1) O objetivo desta oficina é identificar, à partir dos fatores críticos, freios e inércias, para o
desenvolvimento do Município Ribeirão Branco – SP e região, obtidos na oficina V, o que pode
estar em jogo (normalmente são várias situações), quais são os objetivos estratégicos e identificar
as idéias de ações para serem implementadas para atingir esses objetivos.
Oficina “mudanças críticas ... às ações” seguiu as etapas:
Utilizar os principais freios e inércias listados na oficina V, que foram considerados freios, obstáculos,
gargalos, estrangulamentos e inércias de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social,
cultural, tecnológica, etc.), de qualquer ordem (externa, interna) para o desenvolvimento sustentável do
Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte 2030
Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito sua própria lista de
objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em jogo para desenvolver o
Município Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030.
Todos estas proposições são recolhidas e organizadas por meio de várias rodadas entre os participantes,
elaborando a Tabela 7.
Os participantes em conjunto elaboram a pertinência e a coerência das estratégias por meio de análise
morfológica
Em conjunto os participantes formulam as estratégias necessárias para o desenvolvimento sustentável
do Município de Ribeirão Branco SP
2) Na elaboração da Tabela 7, foram considerados os fatores críticos, freios e inércias, oficina V, os
freios e inércias mais importantes.
Para iniciar a reflexão, os participantes fizeram para si, as seguintes questões:
• Quais são os atores implicados por essas mudanças?
• Quais são as forças dessas ações (“alavancas”) (freios ou motores)?
• Como melhorar o controle em relação às mudanças que são importantes?
• Como reduzir a importância de mudanças que na se tem controle?
• Como reduzir suas fraquezas e utilizar suas forças?
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco –
SP
36
Tabela 7: Lista de objetivos e de ações respondendo as diversas situações que estão em jogo por mudanças críticas (freios e inércias)
Mudanças críticas
(freios e inércias)
Falta de Recursos
Financeiros e Vontade
de Trabalho (38)
Regularização
fundiária (30)
O que está em jogo
Os recursos para melhoria (educação, segurança,
saúde e saneamento)
Evasão das pessoas para outros municípios
O desenvolvimento do município de Ribeirão Branco
Regularização das terras; acesso a políticas publicas e
financiamentos
Regularização das propriedades
Os objetivos diante do que está em jogo
Organizar-se e mobilizar-se para cobrar dos seus
representantes/elaborar projetos para adquirir os recursos
necessários
Permanência das pessoas no município
Aumentar a arrecadação para que o município se
desenvolva
Desenvolver o município
Maior facilidade para adquirir recursos para propriedade
Falta de organização
social (29)
Regularização das terras
Sociedade
Interesse social e econômico/oportunidade
Desenvolvimento do município
Transparência sobre as ações realizadas/rapidez
Regular a documentação das terras
Manter a atual situação
Fortalecer, unir e conscientizar a sociedade civil
...
Criar condições de acesso a comunicação
Deficiência/Ausência
na Comunicação (23)
Inclusão social, transparência nas ações e agilidade
das ações
Melhorar a articulação interna e externa, criando
oportunidades para a população, acompanhar as ações e ter
acesso a serviços.
Conhecimentos/inclusão
A sociedade de um bairro ou distrito e município,
comércio, arrecadação
Repasses de verbas e recursos técnicos
Ausência de equipe
preparada para
elaboração de planos e
projetos (21)
Falta investimento no
turismo (20)
Falta de Visão dos
Políticos (17)
Falta de organização
em equipes (16)
As oportunidades que aparecem de obter recursos de
projetos e assistência a população
A conquista de recursos financeiros e qualidade da
administração pública (serviços)
Turismo e lazer
Organização
Geração de renda, permanência da população na área
rural
Qualidade da administração pública
Capacidade de gestão de projetos e pessoal com
conhecimento das necessidades do município
Futuro do município
Elaboração de Projetos e planos para o desenvolvimento do
município
Aproveitar o uso para melhorias da região, o uso de nossas
riquezas e oportunidades de crescimento
Preparar equipe de trabalho com recursos humanos do
próprio município
Ampliação de políticas educativas
Desenvolvimento de políticas públicas para o turismo
Crescimento econômico, oportunidades de emprego,
desenvolvimento global do município
Corrigir as deficiências dos políticos/suprir a falta de
conhecimento/ pressionar por mobilização
Capacitação obrigatória dos políticos envolvidos na gestão
pública
Qualificar os nossos políticos
Romper barreiras e conceitos sobre equipe
Elaborar grupos de estudos, visando sanar as principais
dificuldades das pessoas se organizarem em grupos
Eficiência dos resultados
Agilidade de resultados mais abrangentes e priorizar das
ações
Mostrar a competência e capacidade de gestão
Relacionamento comunicabilidade e equipe
Idéias de ações para ser implementada
Aplicar de forma justa e transparente os recursos financeiros que são
repassados
Projetos de desenvolvimento para o município
Colocar em prática a reforma tributária do município
Dar Ferramentas para o município fazer a regularização/equipe
técnica/estrutura de trabalho
Projetos junto aos órgãos competentes estadual e federal,
mobilizando a sociedade
Articulação e mobilização dos órgãos públicos
Sensibilizar as comunidades/formação política
Qualificar pessoas visando só este item
Mobilização de curso de formação
Organizar grupo de trabalho para articular as condições de
comunicabilidade
Criar grupos de comunicação para estabelecer a comunicação em
todos os níveis
Buscar parcerias com as empresas do ramos para implantar essas
ações
Contratação de pessoal especializado e parcerias com as
universidades
Parcerias com órgãos competentes e um corpo técnico
Criação de grupo de trabalho
Parceria com as áreas da educação, cultura, lazer e empresas de
turismo
Formação de agentes locais
Criação de Comitê local para estudos de possibilidades e viabilidade
das ações em turismo
Criação de grupos de estudo em política
Concurso diferenciado para que estes cidadãos assumam cargos
temporários
Apresentação pela comunidade das ações desejadas e cobrar por
resultados
Facilitar e apoiar os trabalhos em equipe
Formação de grupos de estudo
Capacitação de equipes
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
37
3) A pertinência e a coerência das estratégias por meio de análise morfológica:
Alavancas fundamentais
relevantes
1.
Falta de Recursos
Financeiros e Vontade
Política/Trabalho
Ações Possíveis
Sobre cada uma das alavancas fundamentais
1.1. Aplicar de forma justa e
transparente os recursos
financeiros que são repassados
1.2. Projetos de
desenvolvimento
para o município
2. Regularização
fundiária
2.1. Fornecer ferramentas para o
município fazer a
regularização/equipe
técnica/estrutura de trabalho
2.2. Projetos junto aos órgãos
competentes estadual e federal,
mobilizando a sociedade
3. Falta de organização
social
3.1. Sensibilizar as
comunidades/formação política
3.2. Qualificar pessoas visando só
este item
3.3. Mobilização de curso de formação
4. Deficiência/Ausência
na Comunicação
4.1. Organizar grupo de trabalho para
articular as condições de
comunicabilidade
4.2. Criar grupos de comunicação
para estabelecer a comunicação
em todos os níveis
4.3. Buscar parcerias com as empresas do
ramos para implantar essas ações
5. Ausência de equipe
preparada para
elaboração de planos e
projetos
5.1. Contratação de pessoal
especializado e parcerias com as
universidades
5.2. Parcerias com órgãos
competentes e um corpo técnico
5.3. Criação de grupo de trabalho
6.2. Formação de agentes locais
6.3. Criação de Comitê local para estudos
de possibilidades e viabilidade das
6. Falta investimento no
turismo
7. Falta de Visão dos
Políticos
8. Dificuldade de
organização em
equipes
6.1. Parceria com as áreas da
educação, cultura, lazer e
empresas de turismo
1.3. Colocar em prática a
reforma tributária do
município
2.3. Articulação e mobilização dos
órgãos públicos
7.1. Apresentação pela comunidade
das ações desejadas e cobrar por
resultados Falta de Visão dos
7.2. Concurso diferenciado para que
estes cidadãos assumam cargos
temporários
7.3. Criação de grupos de estudo em
política
8.1. Facilitar e apoiar os trabalhos em
equipe
8.2. Formação de grupos de estudo
8.3. Capacitação de equipes
Para resumir o conjunto de outras possibilidades ao menos 6.561 estratégias possíveis = 3 x 3 x 3 x 3 x 3 x 3 x 3 x 3 x 3.
Figura 9: Identificação da Coerência e de Estratégias por meio da Análise Morfológica para atender as Mudanças e Rupturas
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
38
Relação das possíveis estratégias escolhidas pelos participantes:
1) Estratégia 1 ( ): compreende a forma estratégica: (1.2; 2.3; 3.3; 4.3; 5.1; 6.2; 8.1), que significa: Projetos com desenvolvimento para o município com
articulação e mobilização política nos órgãos públicos e mobilização de curso de formação, buscando parcerias com empresas do ramo para implantar ações,
contratando pessoal especializado e parceiras com universidades e formando agentes locais para facilitar e apoiar os trabalhos em equipe.
2) Estratégia 2 ( ): compreende a forma estratégica: (1.1; 2.1; 3.1; 5.1; 7.1), que significa: Aplicar de forma justa e transparente os recursos financeiros que são
repassados, fornecer ferramentas para o município fazer a regularização / equipe técnica / estrutura de trabalho, como sensibilizar as comunidades / formação
política, contratando pessoal especializado e realizar parcerias com as universidades, recebendo as apresentações pela comunidade as ações desejadas e cobrar os
resultados.
3) Estratégia 3 ( ): compreende a forma estratégica: (2.1; 3.3; 5.2; 6.1; 8.2), que significa: Fornecer ferramentas para o município fazer a regularização / equipe
técnica / estrutura de trabalho, mobilização de curso de formação, efetuar parcerias com órgãos competentes e um corpo técnico, com as áreas da educação,
cultural, lazer e empresas de turismo, resultantes da formação de grupos de estudo.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
39
VII) Oficina de “Mudanças críticas ... aos cenários exploratórios”
O objeto desta oficina consiste em:
Identificar os cenários globais:
Identificar as principais questões chave pertinente ao futuro a partir das principais mudanças
críticas.
Identificar os cenários parciais, para encontrar os cenários globais:
Identificar para cada questão chave as componentes possíveis
Elaborar para cada componente as hipóteses de respostas possíveis
Oficina “mudanças críticas ... aos cenários exploratórios” seguiu as etapas:
O objeto desta oficina consiste em:
Identificar os cenários globais:
Identificar as principais questões chave pertinente ao futuro a partir das principais mudanças
críticas.
Identificar os cenários parciais, para encontrar os cenários globais:
Identificar para cada questão chave as componentes possíveis
Elaborar para cada componente as hipóteses de respostas possíveis
Utilizar as principais mudanças crítica listadas e consideradas importantes, na oficina II, que foram
consideradas fatores de mudança de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural,
tecnológica, meio ambiente etc.), de qualquer ordem (externa, interna), pressentidas, almejadas ou
temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte
2030
Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito sua própria lista de
questões chave, por mudança crítica, e as diversas respostas plausíveis e de ruptura correspondentes para
cada questão chave, para desenvolver o Município Ribeirão Branco – SP e região, no horizonte de 2030.
Todos estas proposições são recolhidas e organizadas por meio de várias rodadas entre os participantes.
Os participantes em conjunto elaboram os cenários parciais, por meio de análise morfológica, quando há
diversas repostas por componentes encontradas para cada questão chave. Esses cenários poderão ser:
prováveis, desejáveis ou realizáveis.
Depois, os participantes em conjunto elaboram os cenários globais, por meio de análise morfológica,
considerando as questões chave e seus respectivos cenários parciais encontrados.
2) Na elaboração da Tabela 8, foram consideradas as mudanças críticas, da oficina II, as mudanças mais
importantes.
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
40
Tabela 8: Lista das mudanças críticas com as respectivas questões chave e suas respostas plausíveis e de ruptura.
MUDANÇAS
CRÍTICAS
1
2
3
Fortalecimento dos
grupos organizados
(sindicatos,
cooperativas)
Programa de ATER
agroindustrialização
Saneamento Básico
Zona Rural
QUESTÃO CHAVE
RESPOSTA PLAUSÍVEL
1.1 O que é necessário para uma sociedade organizada?
1.1.2) Mais conquistas: Dignidade, conscientização, cidadania,
direitos, etc.
1.2.1) Organização participativa
1.3.1) Desorganização
1.2.2) Acomodação
1.3.2) Novo modelo de organização a partir de bases solidas
1.4.1) É necessário se organizar de acordo com as vocações de
forma a fortalecer o convívio e suas influências
Abandonar o individualismo e o medo de dizer não ao que é
imposto pelas dominâncias
1.5) Como fazer que a comunidade se torne mais
consciente?
2.1) O que é necessário para o desenvolvimento?
2.2) Isto soluciona a dificuldade encontrada na
agricultura?
1.5.1) Democratizar os espaços para que todos se sintam a
vontade para falar
2.1.1) Mudar o modelo existente de assistência técnica
2.2.1) Montagem de uma equipe de agentes de ATER local
preparadas e qualificadas
2.3) O poder público como agente da
agroindústrialização do município ?
2.4) Como fazer da agroindustria uma ferramenta da
ATER?
2.5) Qual é o caminho ?
2.6) O que é necessário para melhorar a qualidade de
vida ?
3.1) Os órgãos competentes estão preparados para
erradicar o esgoto a céu aberto?
3.2) A SABESP fornece água tratada, oferece esgoto
cuidado?
3.3) Existe diagnóstico das demandas da população,
principalmente na zona rural?
2.3.1) Estudo de potencialidade agroindustriais do município
1.5.2) Com o jeito atual de alguns lugares onde só alguns falam
e dominam as reuniões
2.1.2) Agricultura para agricultores, técnicos para a agricultura
2.2.2) Mapeamento da potencialidade de produção do
município e elaboração de projeto continuo
agroindustrializado
2.3.2) Alternatividade na produção de matéria prima
2.4.1) Agroindustrialização individual
2.4.2) Agroindustrializacao do sistema cooperativismo
2.5.1) Por meio de capacitação técnica
2.6.1) Conhecimento do Potencial do Território
2.5.2) Romper de vez com a ATER e ir atrás de outros meios
2.6.2) Inibe os abusos
3.1.1) Promover juntos aos órgãos competentes o
desenvolvimento e erradicação de esgoto a céu aberto
3.2.1) Expandir água para os bairros
3.1.2) Fazer parcerias público - privado
3.3.1) Ter um programa de saneamento para o município com
recursos garantidos
3.3.2) Um novo modelo em saneamento para a zona rural que
cada produtor força através de cursos de capacitação sem
que prejudiquem o ambiente
3.4.2) Buscar modelo agroecológico para comunidades menores
1.2) Através de que forma a sociedade se torna?
1.3) Quais as conseqüências da não organização e
formação social?
1.4) Quais os processos de formas para reorganizar e
qual a sua representatividade de modo a se
fortalecer?
3.4) Qual é o modelo, quem vai implantar, onde
implantar?
4.1) Como empoderar a sociedade?
4
5
Mudança de
paradigma
Educacional
municipal e estadual
Tributar as empresas
que atuam no
município e outros
4.2) De que forma a ausência do plano municipal de
educação interfere na qualidade educacional?
4.3) Como conquistar os professores/profissionais de
educação a aplicarem novos métodos educativos?
5.1) Que benefício irá trazer ao município?
5.2) Qual o impacto da não criação do sistema tributário
municipal?
5.3) Como elaborar leis de obrigatoriedade fiscal e
tributar os impostos das empresas que fazem uso
das terras e matéria prima do município?
3.4.1) Fazer parceria com universidade / Sabesp / prefeitura
4.1.1) Elevação consciência política, adaptação da
metodologia, participação dos pais e toda comunidade
que rodeia a escola
4.2.1) Plano municipal de educação e o instrumento norteador
das ações educacionais apresentando os anseios sociais;
expectativas profissionais e diretrizes curriculares
4.3.1) Motivar e animar os profissionais através de capacitação
RESPOSTA - RUPTURA
1.1.2) Quebra de paradigmas, conceitos, regras, etc.
3.2.2) Procurar auxilio e fazer mais investimento
4.1.2) Forma de avaliação dos professores/metodologia
utilizada nos espaços de formação dos professores
4.2.2) Implantacão de novo modelo educacional, centrado na
pedagogia libertaria
4.3.2) Confrontar as normas do sistema oficial de educação
5.1.1) Aumento da arrecadação
5.2.1) E o não crescimento do município
5.1.2) Fiscalização da sociedade
5.2.2) Implantação sistemática e eficaz do sistema tributário
5.3.1) Mobilizar o poder publico para elaboração das leis de
obrigatoriedade fiscal do município
5.3.2) comprometimento, forca de vontade dos políticos e da
sociedade
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
41
3) Foi elaborado o cenário global em razão do tempo disponível, mas no item 4 será demonstrado cenários parciais e globais.
QUESTÃO CHAVE
RESPOSTA - PLAUSÍVEL
RESPOSTA - RUPTURAS
1.1) O que é necessário para uma sociedade
organizada?
1.1.2) Mais conquistas: Dignidade,
conscientização, cidadania, direitos,
etc.
1.1.2) Quebra de paradigmas, conceitos, regras,
etc.
1.2) Através de que forma a sociedade se
torna forte?
1.2.1) Organização Participativa
1.2.2) Acomodação
1.3) Quais as conseqüências da não organização
e formação social?
1.3.1) Desorganização
1.3.2) Novo modelo de organização a partir de
bases solidas
1.4) Quais os processos de formas para
reorganizar e qual a sua representatividade
de modo a se fortalecer?
1.4.1) É necessário se organizar de acordo
com as vocações de forma a fortalecer
o convívio e suas influências
1.4.2) Abandonar o individualismo e o medo de
dizer não ao que é imposto pelas
dominâncias
1.5) Como fazer que a comunidade se torne
mais consciente?
1.5.1) Democratizar os espaços para que todos
se sintam a vontade para falar
1.5.2) Com o jeito atual de alguns lugares onde só
alguns falam e dominam as reuniões
2.1) O que é necessário para o
desenvolvimento?
2.1.1) Mudar o modelo existente de
assistência técnica
2.1.2) Agricultura para agricultores, técnicos para
a agricultura
2.2) Isto soluciona a dificuldade encontrada na
agricultura?
2.2.1) Montagem de uma equipe de agentes de
ATER local preparadas e qualificadas
2.2.2) Mapeamento da potencialidade de produção
do município e elaboração de projeto
continuo agroindustrializado
2.3) O poder público como agente da
agroindustrialização do município ?
2.3.1) Estudo de potencialidade
agroindustriais do município
2.4) Como fazer da agroindústria uma ferramenta
da ATER?
2.4.1) Agroindustrialização individual
2.4.2) Agroindustrialização do sistema
cooperativismo
2.5) Qual é o caminho ?
2.5.1) Por meio de capacitação técnica
2.6) O que é necessário para melhorar a
qualidade devida ?
2.6.1) Conhecimento do Potencial do
Território
2.5.2) Romper de vez com a ATER e ir atrás de
outros meios
3.1) Os órgãos competentes estão preparados
para erradicar o esgoto a céu aberto?
3.1.1) Promover juntos aos órgãos
competentes o desenvolvimento e
erradicação de esgoto a céu aberto
3.1.2) Fazer parcerias público - privado
3.2) A SABESP fornece água tratada, oferece
esgoto cuidado?
3.2.1) Expandir água para os bairros
3.2.2) Procurar auxilio e fazer mais investimento
3.3) Existe diagnóstico das demandas da
população, principalmente na zona rural?
3.3.1) Ter um programa de saneamento para
o município com recursos garantidos
3.3.2) Um novo modelo em saneamento para a zona
rural que cada produtor força através de
cursos de capacitação sem que prejudiquem o
ambiente
3.4) Qual é o modelo, quem vai implantar, onde
implantar?
3.4.1) Fazer parceria com universidade /
Sabesp / prefeitura
4.1) Como empoderar a sociedade?
4.1.1) Elevação consciência política,
adaptação da metodologia, participação
dos pais e toda comunidade que rodeia
a escola
2.3.2) Alternatividade na produção de matéria prima
2.6.2) Inibe os abusos
3.4.2) Buscar modelo agroecológico para
comunidades menores
4.1.2) Forma de avaliação dos
professores/metodologia utilizada nos
espaços de formação dos professores
4.2.1) Plano municipal de educação e o
instrumento norteador das ações
educacionais apresentando os anseios
sociais; expectativas profissionais e
diretrizes curriculares
4.2.2) Implantação de novo modelo educacional,
centrado na pedagogia libertaria
4.3.1) Motivar e animar os profissionais
através de capacitação
4.3.2) Confrontar as normas do sistema oficial de
educação
5.1.1) Aumento da arrecadação
5.1.2) fiscalização da sociedade
5.2) Qual o impacto da não criação do sistema
tributário municipal?
5.2.1) E o NÃO crescimento do município
5.2.2) Implantação sistemática e eficaz do
sistema tributário
5.3) Como elaborar leis de obrigatoriedade fiscal
e tributar os impostos das empresas que
fazem uso das terras e matéria prima do
município?
5.3.1) Mobilizar o poder publico para
elaboração das leis de obrigatoriedade
fiscal do município
5.3.2) Comprometimento, forca de vontade dos
políticos e da sociedade
4.2) De que forma a ausência do plano municipal
de educação interfere na qualidade
educacional?
4.3) Como conquistar os professores /
profissionais de educação a aplicarem novos
métodos educativos?
5.1) Que benefício irá trazer ao município?
Figura 10: Construção de cenários globais a partir das questões chave e respostas, por meio da Análise Morfológica
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
42
1º.) Cenário Global 1 ( ): o cenário considerado foi (1.1.1; 1.2.1; 1.3.2; 1.5.1; 2.1.1; 2.5.2, 4.1.2; 5.2.2),
que significa: A sociedade organizada tenha mais conquistas, tais como: dignidade, conscientização,
cidadania, direitos, etc, com isso seja uma organização participativa, um novo modelo de organização a
partir de bases sólidas, que democratize os espaços para que todos se sintam a vontade para falar,
mudando o modelo existente de assistência técnica, que rompa de vez com a ATER e vá atrás de outros
meios para a agroinsdustrialização e implante de forma sistemática e eficaz um sistema tributário para o
município.
EXEMPLO: Elaboração de Cenários Parciais para Construção de Cenários Globais
Como não houve tempo para os participantes elaborarem os cenários parciais para depois construírem o
cenário global segue o procedimento de elaboração de cenários parciais seguido da construção do cenário
global:
4) Elaboração dos cenários parciais para depois construir o cenário global. Para isso, elaboraremos os diversos
cenários parciais para cada questão chave, que seria as componentes, sabendo que para construir os cenários
globais haverá uma questão chave geral para cada mudança critica.
Segue a elaboração dos cenários parciais:
4.1) Cenários parciais referentes as questões chave da mudança crítica 1 (Fortalecimento dos grupos
organizados (sindicatos, cooperativas)):
QUESTÃO CHAVE
RESPOSTA - PLAUSÍVEL
RESPOSTA - RUPTURAS
1.1) O que é necessário para uma sociedade
organizada?
1.1.3) Mais conquistas: Dignidade,
conscientização, cidadania, direitos,
etc.
1.1.2) Quebra de paradigmas, conceitos, regras,
etc.
1.2) Através de que forma a sociedade se
torna forte?
1.2.1) Organização Participativa
1.2.2) Acomodação
1.3) Quais as conseqüências da não organização
e formação social?
1.3.1) Desorganização
1.3.2) Novo modelo de organização a partir de
bases solidas
1.4) Quais são os processos de formas para
reorganizar e qual a sua representatividade
de modo a se fortalecer?
1.4.1) É necessário se organizar de acordo
com as vocações, de forma a fortalecer
o convívio e suas influências
1.4.2) Abandonar o individualismo e o medo de
dizer não ao que é imposto pelas
dominâncias
1.5) Como fazer que a comunidade se torne
mais consciente?
1.5.1) Democratizar os espaços para que todos
se sintam a vontade para falar
1.5.2) Com o jeito atual de alguns lugares onde só
alguns falam e dominam as reuniões
Cenário Parcial 1.1 (1.1.1; 1.2.1;
1.3.2; 1.5.1) ( ): A sociedade
organizada tenha mais conquistas, tais
como: dignidade, conscientização,
cidadania, direitos, etc, com isso seja
uma organização participativa, um
novo modelo de organização a partir de
bases sólidas, que democratize os
espaços para que todos se sintam a
vontade para falar.
Cenário Parcial 1.2 (1.1.1; 1.2.1;
1.3.2; 1.5.1) ( ): A sociedade quebra
de paradigmas, conceitos, regras, etc,
com isso seja uma organização
participativa, tornando-se necessário se
organizar de acordo com as vocações,
de forma a fortalecer o convívio e suas
influências, de modo que democratize
os espaços para que todos se sintam a
vontade para falar.
Figura 11: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 1
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
43
4.2) Cenários parciais referentes as questões chave da mudança crítica 2 (Programa de ATER
agroindustrialização):
RESPOSTA - PLAUSÍVEL
RESPOSTA - RUPTURAS
QUESTÃO CHAVE
2.1) O que é necessário para o
desenvolvimento?
2.1.1) Mudar o modelo existente de
assistência técnica
2.1.2) Agricultura para agricultores, técnicos para
a agricultura
2.2) Isto soluciona a dificuldade encontrada na
agricultura?
2.2.1) Montagem de uma equipe de agentes
de ATER local preparadas e
qualificadas
2.2.2) Mapeamento da potencialidade de
produção do município e elaboração de
projeto continuo agroindustrializado
2.3) O poder público como agente da
agroindustrialização do município ?
2.3.1) Estudo de potencialidade
agroindustriais do município
2.3.2) Alternatividade na produção de matéria
prima
2.4) Como fazer da agroindústria uma
ferramenta da ATER?
2.4.1) Agroindustrialização individual
2.4.2) Agroindustrialização do sistema
cooperativismo
2.5) Qual é o caminho ?
2.5.1) Por meio de capacitação técnica
2.5.2) Romper de vez com a ATER e ir atrás de
outros meios
2.6) O que é necessário para melhorar a
qualidade devida ?
2.6.1) Conhecimento do Potencial do
Território
2.6.2) Inibe os abusos
Cenário Parcial 2.1 (2.1.1; 2.2.1;
2.4.2; 2.5.1) ( ):Mudar o modelo
existente de assistência técnica, por
meio de uma equipe de agentes de
ATER local preparada e qualificada,
gerando a agroindustrialização do
sistema cooperativo, por meio da
capacitação técnica.
Cenário Parcial 2.2 (2.1.2; 2.2.2;
2.4.2; 2.5.2) ( ):A agricultura para
agricultores, técnicos para agricultura,
mapeando a potencialidade de
produção do município e elaborando
projeto contínuo da
agroindustrialização do sistema
cooperativo, rompendo de vez com a
ATER e ir atrás de outros meios.
Figura 12: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 2
4.3) Cenários parciais referentes as questões chave da mudança crítica 3 (Saneamento Básico Zona Rural):
RESPOSTA - PLAUSÍVEL
RESPOSTA - RUPTURAS
QUESTÃO CHAVE
3.1) Os órgãos competentes estão preparados
para erradicar o esgoto a céu aberto?
3.1.1) Promover juntos aos órgãos
competentes o desenvolvimento e
erradicação de esgoto a céu aberto
3.1.2) Fazer parcerias público - privado
3.2) A SABESP fornece água tratada, oferece
esgoto cuidado?
3.2.1) Expandir água para os bairros
3.2.2) Procurar auxilio e fazer mais investimento
3.3) Existe diagnóstico das demandas da
população, principalmente na zona rural?
3.3.1) Ter um programa de saneamento para
o município com recursos garantidos
3.3.2) Um novo modelo em saneamento para a
zona rural que cada produtor força através
de cursos de capacitação sem que
prejudiquem o ambiente
3.4) Qual é o modelo, quem vai implantar, onde
implantar?
3.4.1) Fazer parceria com universidade /
Sabesp / prefeitura
3.4.2) Buscar modelo agroecológico para
comunidades menores
Cenário Parcial 3.1 (3.1.1; 3.2.1; 3.3.2;
3.4.1) ( ):Promover junto aos órgãos
competentes o desenvolvimento e
erradicação de esgoto a céu aberto,
expandir água para os bairros, com um
novo modelo em saneamento para a zona
rural, que cada produtor força através de
cursos de capacitação sem que prejudiquem
o ambiente, fazendo parcerias com
universidade ; SABESP / prefeitura.
Cenário Parcial 3.2 (3.1.2; 3.2.2;
3.3.1; 3.4.1) ( ):Fazer parcerias
público / privado, procurando auxílio e
fazendo mais investimento, tendo um
programa de saneamento para o
município com recursos garantidos,
fazendo parcerias com universidade /
SABESP / prefeitura,
Figura 13: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 3
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
44
4.4) Cenários parciais referentes as questões chave da mudança crítica 4 (Mudança de paradigma Educacional
municipal e estadual):
RESPOSTA - PLAUSÍVEL
RESPOSTA - RUPTURAS
QUESTÃO CHAVE
4.1) Como empoderar a sociedade?
4.1.1) Elevação consciência política,
adaptação da metodologia, participação
dos pais e toda comunidade que rodeia
a escola
4.2) De que forma a ausência do plano
municipal de educação interfere na
qualidade educacional?
4.2.1) Plano municipal de educação e o
instrumento norteador das ações
educacionais apresentando os anseios
sociais; expectativas profissionais e
diretrizes curriculares
4.3) Como conquistar os professores /
profissionais de educação a aplicarem novos
métodos educativos?
4.3.1) Motivar e animar os profissionais
através de capacitação
Cenário Parcial 4.1 (4.1.1; 4.2.1;
4.3.1) ( ): Elevação da consciência
política, adaptação da metodologia,
participação dos pais e toda
comunidade que rodeia a escola,
elaboração do plano municipal de
educação e o instrumento norteador das
ações educacionais apresentando os
anseios sociais, expectativas
profissionais e diretrizes curriculares,
motivando e animando os profissionais
através de capacitação.
4.1.2) Forma de avaliação dos
professores/metodologia utilizada nos
espaços de formação dos professores
4.2.2) Implantação de novo modelo educacional,
centrado na pedagogia libertária.
4.3.2) Confrontar as normas do sistema oficial de
educação
Cenário Parcial 4.2 (4.1.2; 4.2.2;
4.3.2) ( ): A forma de avaliação dos
professores / metodologia utilizada nos
espaços de formação dos professores,
propiciando a implantação de novo
modelo educacional, centrado na
pedagogia libertária, confrontando as
normas do sistema oficial de educação.
Figura 14: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 4
4.5) Cenários parciais referentes as questões chave da mudança crítica 5 (Tributar as empresas que atuam no
município e outros):
RESPOSTA - PLAUSÍVEL
RESPOSTA - RUPTURAS
QUESTÃO CHAVE
5.1) Que benefício irá trazer ao município?
5.1.1) Aumento da arrecadação
5.1.2) Fiscalização da sociedade
5.2) Qual o impacto da não criação do sistema
tributário municipal?
5.2.1) E o NÃO crescimento do município
5.2.2) Implantação sistemática e eficaz do
sistema tributário
5.3) Como elaborar leis de obrigatoriedade fiscal
e tributar os impostos das empresas que
fazem uso das terras e matéria prima do
município?
5.3.1) Mobilizar o poder publico para
elaboração das leis de obrigatoriedade
fiscal do município
5.3.2) Comprometimento, forca de vontade dos
políticos e da sociedade
Cenário Parcial 5.1 (5.1.2; 5.2.1;
5.3.1) ( ):A fiscalização da sociedade,
e o não crescimento do município,
mobilizando o poder público, para
elaboração das leis de obrigatoriedade
fiscal do município.
Cenário Parcial 5.2 (5.1.1; 5.2.2;
5.3.2) ( ):O aumento da arrecadação
com a implantação sistemática e eficaz
do sistema tributário e com o
comprometimento, força de vontade
dos políticos e da sociedade.
Figura 15: Elaboração de cenários parciais referente a questão chave da Mudança Crítica 5
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
45
5) Elaboração do cenários globais a partir dos cenários parciais:
QUESTÃO CHAVE
RESPOSTA - PLAUSÍVEL
RESPOSTA - RUPTURAS
1. Como fortalecer os
grupos organizados
(sindicatos, cooperativas)?
Cenário Parcial 1.1
Cenário Parcial 1.2
2. Como elaborar o
Programa de ATER
agroindustrilização?
Cenário Parcial 2.1
Cenário Parcial 2.2
3. Como efetuar o
Saneamento Básico na
Zona Rural ?
Cenário Parcial 3.1
Cenário Parcial 3.2
4. Como mudar o pradigma
Educacional municipal e
estadual?
Cenário Parcial 4.1
Cenário Parcial 4.2
5. Como mudar o pradigma
Educacional municipal e
estadual?
Cenário Parcial 5.1
Cenário Parcial 5.2
Cenário Global 1 (1.2; 2.2; 3.1; 4.1; 5.1) ( ):.A
sociedade quebra paradigmas, conceitos, regras,
etc, om isso seja uma organização participativa,
tornando-se necessário se organizar de acordo
com as vocações, de forma a fortalecer o
convívio e suas influências, de modo que
democratize os espaços para que todos se sintam
a vontade para falar. A agricultura para
agricultores, técnicos para agricultura,
mapeando a potencialidade de produção do
município e elaborando projeto contínuo da
agroindustrialização do sistema cooperativo,
rompendo de vez com a ATER e ir atrás de
outros meios. Promover junto aos órgãos
competentes o desenvolvimento e erradicação
de esgoto a céu aberto, expandir água para os
bairros, com um novo modelo em saneamento
para a zona rural, que cada produtor força
através de cursos de capacitação sem que
prejudiquem o ambiente, fazendo parcerias com
universidade ; SABESP / prefeitura. A elevação
da consciência política, a adaptação da
metodologia, a participação dos pais e toda
comunidade que rodeia a escola, a elaboração
do plano municipal de educação e o instrumento
norteador das ações educacionais apresentando
os anseios sociais, as expectativas profissionais
e as diretrizes curriculares, motivando e
animando os profissionais através de
capacitação. A fiscalização da sociedade, e o
não crescimento do município, mobilizando o
poder público, para elaboração das leis de
obrigatoriedade fiscal do município.
Cenário Global 2 (1.1; 2.1; 3.2; 4.2; 5.2) ( ):
A sociedade organizada obtenha mais
conquistas, tais como: dignidade,
conscientização, cidadania, direitos, etc, com
isso seja uma organização participativa, um
novo modelo de organização a partir de bases
sólidas, que democratize os espaços para que
todos se sintam a vontade para falar. Mudar o
modelo existente de assistência técnica, por
meio de uma equipe de agentes de ATER local
preparada e qualificada, gerando a
agroindustrialização do sistema cooperativo, por
meio da capacitação técnica. Fazer parcerias
público / privado, procurando auxílio e fazendo
mais investimento, tendo um programa de
saneamento para o município com recursos
garantidos, fazendo parcerias com universidade
/ SABESP / prefeitura, A forma de avaliação
dos professores / metodologia utilizada nos
espaços de formação dos professores,
propiciando a implantação de novo modelo
educacional, centrado na pedagogia libertária,
confrontando as normas do sistema oficial de
educação. O aumento da arrecadação com a
implantação sistemática e eficaz do sistema
tributário e com o comprometimento, a força de
vontade dos políticos e da sociedade.
Figura 16: Construção de Cenários Globais a partir dos Cenários Parciais referentes às Mudanças Críticas
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
46
VIII) Oficina das “Mudanças críticas ... à situação que está em jogo dos atores”
1) O objeto desta oficina consiste em:
• Identificar a partir das mudanças críticas do Município Ribeirão Branco – SP e região, os outros
atores implicados pelas situações que estão em jogo.
Oficina “mudanças críticas ... aos cenários exploratórios” seguiu as etapas:
Utilizar as principais mudanças crítica listadas e consideradas importantes, na oficina II, que foram
consideradas fatores de mudança de qualquer natureza (regulamentação, econômica, social, cultural,
tecnológica, meio ambiente etc.), de qualquer ordem (externa, interna), pressentidas, almejadas ou
temidas para o desenvolvimento sustentável do Município de Ribeirão Branco SP hoje e no horizonte
2030
Durante 15 à 20 minutos, cada participante estabelece em silêncio e por escrito a lista de atores
Todos estes atores são em seguida recolhidos e organizados por meio de várias rodadas entre os
participantes. O grupo obterá os atores que possuem um papel importante no Município Ribeirão Branco
– SP e região.
Para cada ator, identifica-se seus interesses, suas preocupações em relação as situações em jogo e os
objetivos que ele persegue.
Construir a matriz de relações de influências entre os atores identificados do Município Ribeirão Branco –
SP e região.
Cada ator defende seus interesses e busca alcançar seus objetivos, exercendo influência sobre os outros atores, por meio
de suas atitudes, seus comportamentos e suas ações.
Para cada ator, identifica-se e avalia-se sua influência sobre os outros atores, segundo a pontuação abaixo:
4 – quando o ator Ai pode contestar ou pode confirmar a existência do ator Aj
3 - quando o ator Ai pode contestar ou pode confirmar as missões do ator Aj
2 - quando o ator Ai pode contestar ou pode confirmar os projetos do ator Aj
1 - quando o ator Ai pode contestar ou pode confirmar os processos operacionais do ator Aj
0 - quando o ator Ai não tem qualquer influência sobre o ator Aj
Analisar em conjunto o Plano: influência x dependência dos atores.
Especificar, para cada situação em jogo, os objetivos perseguidos pelos atores do Município Ribeirão Branco – SP
e região.
2) Na Tabela 9, foram consideradas as mudanças críticas, da oficina II, as mais importantes, sendo
identificados os atores considerados importantes pelos participantes por fator crítico.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
47
Tabela 9: Relação de Atores por mudança crítica considerada importante
MUDANÇAS CRITICAS
Fortalecimento da Sociedade Civil
ATER agroindustrialização
Saneamento Básico
Mudança de paradigma Educacional
Tributar as empresas que atuam no município e
outros
ATORES
Associação de Bairros Palmeirinha
Prefeitura Municipal de Ribeirão Branco
Câmara municipal de Ribeirão Branco
Conselho Municipal de Pastores de Ribeirão Branco
Secretaria Municipal de Agricultura de Ribeirão Branco
Ministério do Desenvolvimento Agrário
FUNASA (Fundação Nacional de Saúde)
Colegiado de Gestão Regional de Itapeva
SABESP
Secretaria de Educação Municipal de Ribeirão Branco
Secretaria Estadual de Educação -SP
Conselho Municipal de Educação de Ribeirão Branco
Transportadora TRANSPEN
CONDERSUL
GRUPO ORSA
Agrocomercial Agro-Maia
Madeireira Pinara
Barraca Condor
Secretaria Municipal de Finanças de Ribeirão Branco
OBS.: O ator, Sindicato Empregados Rurais de Ribeirão Branco e Guapiara – FERAESP, foi considerado
na lista de atores da mudança crítica: Fortalecimento da Sociedade Civil, mas não foi incluído na
relação de atores. No exercício de aprendizagem de atores não há problema, porém deve ser
tomado cuidado para não esquecer nenhuma informação que foi considerada durante as oficinas ou
reuniões de trabalho no decorrer do processo prospectivo.
A partir dessas informações foi construida a matriz de relações de influências entre os atores identificados
do Município Ribeirão Branco – SP e região. Para que a matriz fosse construída foi utilizado o software
MACTOR, do LIPSOR – CNAM, onde os atores identificados foram registrados, gerando desses registros
de dados e os mnemônicos na seguinte matriz:
N°
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
LO NG L AB EL
Conselho Municipal de Pastore de Ribeirão Branco
Associação de Bairro Palmerinha
Prefeitura Municipal de Ribeirão Branco
Câmara Municipal de Ribeirão Branco
Secr de Agricultura de Rib. Branco
Ministério de Desenvolvimento Agrário
Ministério Público de Itapeva
FUNASA
Colegiado de Gestão Regional De ITAPEVA
SABESP
Conselho Municipal da Educação de Rib. Branco
Secretaria Municipal Educação RB
Secretária Estadual de Educação SP
Secretaria de Finanças RB
Transportadora Transpen
CONDERSUL
GRUPO HORSA
Barraca CONDOR
Agrocomercial AGROMAIA
Madeireira PINARA
SHORT LABEL
CONSMUPAST
ASSOBAIPAL
PREFRB
CMRB
SMAA
MDA
MPITAPEVA
FUNASA
CGE
SABESP
CONSMERB
SMERB
SEESP
SFRB
TRANSPEN
CONDERSUL
GRUPOHORSA
CONDOR
AGROMAIA
PINARA
DESCRIPTION
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
48
O software MACTOR gera a matriz abaixo, Ator x Ator, com os nomes mnemônicos, esta matriz deve ser
exportada para o software EXCEL, para que seja efetuada a análise Ator x Ator, conforme consta abaixo.
PINARA
AGROMAIA
CONDOR
GRUPOHORSA
CONDERSUL
TRANSPEN
SFRB
SEESP
SMERB
CONSMERB
SABESP
CGE
FUNASA
MPITAPEVA
MDA
SMAA
CMRB
PREFRB
ASSOBAIPAL
CONSMUPAST
CONSMUPAST
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
ASSOBAIPAL
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
PREFRB
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
CMRB
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
SMAA
0
0
0
0
0
0
0
0
0
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MDA
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CONSMERB
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SMERB
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0
Os participantes deverão de comum acordo expressar se um ator influência ou não os demais, considerando o
grau de influência de 0 a 4, considerando zero sem nenhuma influência e 4 o máximo de influência.
A matriz, a seguir, contém os pesos de acordo com a maioria dos participantes presentes neste processo. Esse
processo de dar pesos de comum acordo sugere que cada participante tenha escrito numa folha de papel os
números: 0, 1, 2, 3 e 4, mostrando o peso que melhor expressa a influência do ator considerado sobre os
demais. Esse processo deve ser efetuado por ator, considerando a linha, mas verificando a influência nos
atores que estão nas colunas seguintes, fazendo a pergunta: qual é a influência que o ator CONSMUPAST
tem sobre CONSMUPAST?; no caso ele mesmo, que é zero, depois sobre o ator da coluna seguinte:
ASSOBAIPAL, por meio da questão: qual é a influência que o ator CONSMUPAST tem sobre o ator
ASSOBAIPAL?; depois sobre o ator da coluna seguinte: PREFRB, repete a pergunta:
qual é a influência que o ator CONSMUPAST tem sobre o ator PREFRB? E o processo continua da mesma
maneira para os atores seguintes. Depois de terminar essa linha do ator CONSMUPAST, passa para o ator da
linha seguinte, o ASSOBAIPAL, que deverá ser analisada sua influência em relação aos outros atores,
utilizando a mesma questão: qual é a influência que o ator ASSOBAIPAL tem sobre o ator
CONSMUPAST?, e assim sucessivamente até analisar todos os atores de sua influência em relação aos
outros atores.
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
49
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0
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© LIPSOR-EPITA-MACTOR
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GRUPOHORSA
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CONDERSUL
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ASSOBAIPAL
CONSMUPAST
ASSOBAIPAL
PREFRB
CMRB
SMAA
MDA
MPITAPEVA
FUNASA
CGE
SABESP
CONSMERB
SMERB
SEESP
SFRB
TRANSPEN
CONDERSUL
GRUPOHORSA
CONDOR
AGROMAIA
PINARA
CONSMUPAST
MDI
Influences are graded from 0 to 4 according to the importance of the actor's possible jeopardy:
0: No influence
1: Operating procedures
2: Projects
3: Missions
4: Existance
Figura 17: Plano de influências e dependências entre os atores
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
50
A figura 17 mostra o resultado gerado pelo software MACTOR depois que os pesos foram dados pelos
participantes de comum acordo na matriz Ator x Ator, mostrando os atores mais dominantes, os atores
dominados, os de ligação ou de passagem e os atores autonomos, que não são influentes nem dependentes.
Atores
dominantes
Eixo de
Controle
Eixo de
Implicação
Atores de
ligação ou de
passagem
obrigatória
Atores
autônomos
Atores
dominados
Figura 18: Plano de influências e dependências entre os atores com as respectivas explicações
A Figura 18 contém informações explicativas sobre os atores, o que cada quadrante significa e a explicação
dos eixos de controle e de implicação:
Eixo de Implicação:
• Um ator pouco influente e pouco dependente, fora do jogo; ao contrário, muito influente e dependente,
mais ele está envolvido nas redes de influência e dispõe de meios de ação.
Eixo de Controle:
• Permite de distinguir os atores dominantes dos atores mais sensíveis (ou dominados)
No que concerne a matriz Ator x Objetivos, não foi possível ser elaborada em razão da não definição dos
objetivos dos atores, no momento de seu cadastramento, por falta de tempo.
Para introduzir as informações sobre os objetivos e outros dados sobre os atores, deverá ser efetuado no
momento de registrar o ator, conforme figura 19, tela do software para registro dos atoresou quando for
possível, lembrando que sempre fazer uma cópia em “EXCEL” para que o software MACTOR não perca as
informações.
No momento de registro dos dados dos atores, nome por extenso, o nome mnemônico, a descrição detalhada
do ator, na janela seguinte, o(s) objetivo(s) do ator e sua descrição, como também as forças e fraquezas desse
ator, podendo cadastrar os dados das pessoas entrevistadas, conforme a figura 19.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
51
Figura 19: Tela do Software MACTOR para registro dos atores e seus respectivos objetivos
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
52
Consolidação dos Resultados obtidos nas diversas Oficinas Realizadas no Curso de
Capacitação do Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco SP
A partir dos resultados obtidos nas diversas oficinas é elaborado uma síntese, conforme na figura 20, que
retrata as variáveis chave que comporão a Análise Estrutural da Prospectiva Regional e será utilizado o
software MICMAC, da LIPSOR – CNAM.
Melhoria na Gestão Pública,
fortalecimento dos grupos
organizados; falta de
organização social; ausência
de pessoal para elaboração
de projetos, falta de visão dos
políticos; Falta de recursos
financeiros e vontade de
trabalho
Dinamizar a região
tecnologicamente,
Eficiência / ausência de
comunicação
Infra-estrutura geral,
Saneamento básico;
iluminação; conservação
de estradas; Asfalto da
Rodovia Rib. Branco –
Apiaí (SP249)
Prefeitura de
Ribeirão
Branco
Desenvolvimento
do Pólo Turístico,
Falta investimento
em Turismo
Ministério Público de Itapeva
Sindicato dos
Empregados Rurais de
Rib. Branco e
Guapiára
Grupo Horsa
Desenvolvimento
de Ribeirão
Branco SP no
horizonte 2030
Desenvolvimento Sustentável
Rural
Efetuar a regularização fundiária;
Programa ATER – agroindústria;
saneamento básico na zona rural;
êxodo rural; efetuar o mapeamento
agrícola e agroecollógico,
Agricultura Familiar
Preocupação com o meio
ambiente,
Recuperação das micro bacias (23);
Controle maior das ações de
reflorestamento; Usina de
Compostagem – resíduos
residenciais
Infra-estrutura social,
Melhoria no sistema de saúde (preventivo);
melhoria no sistema educacional;
e de educação; melhor qualificação profissional;
desenvolver atividades educacionais com
crianças e adolescentes; escolas técnicas;
cumprir normas de investimentos em educação
e saúde
Figura 20: Síntese dos resultados das oficinas do curso de capacitação Formação-ação de Prospectiva
Regional para o Comitê Local Técnico Prospectivo de Ribeirão Branco – São Paulo - SP
A partir dessas informações, inicia-se o processo de Análise Estrutural.
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
139
ANEXO B
Ata da Reunião – Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de
Ribeirão Branco – SP
ANEXO A - Relatório Curso Formação-Ação Processo Prospectivo Regional do Comitê Local Técnico - 13 a 16 de janeiro de 2011 - Ribeirão Branco – SP
Ata da Reunião – Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo
Prospectivo de Ribeirão Branco – SP
Reunião realizada na Câmara Municipal de Ribeirão Branco, no dia seis de julho de 2011
iniciada as 08:30 horas, com os Empresários de Ribeirão Branco. Tendo os participantes listados
em anexo a esta ata.
O Sr. Antônio Luís Aulicinio deu as boas vindas a todos os presentes na Plenária, apresentou
que o objetivo desta reunião é a distribuição dos fatores chaves entre os participantes do o Processo
Prospectivo para desenvolver de forma sustentável o Município de Ribeirão Branco, com o
horizonte de 2030. Este mesmo conduziu todos os trabalhos do dia.
O Sr. Antônio agradeceu a todos aqueles que se prontificarão a trazer as pessoas para os
trabalhos e assim fizeram. Falou que os trabalhos da Prospectiva começaram em outubro de 2010 e
hoje além da apresentação do Processo Prospectivo será apresentado os resultados do Seminário
realizado nos dias quatro e cinco de junho, e depois já começaremos junto a todos ali presente a
distribuição dos trabalhos para dar continuidade ao processo.
A apresentação do Processo Prospectivo segue em anexo junto a esta ata. Lembrou que
todos ali tem que se apropriarem do conhecimento isso é muito importante para que o processo seja
participativo e desenvolvido pela sociedade e para a sociedade. É necessário entender o que é um
Processo Prospectivo, para isso o precisamos saber onde estamos pra planejarmos onde queremos
chegar, mas se não definirmos onde queremos chegar o ambiente nos leva, ficamos assim à deriva.
Na Constituição Brasileira afirma-se que o poder emana do povo, mas não estamos usando este
poder, nos temos que construir, afinal estamos interligados.
A principal diferença entre projeção e prospectiva é que a projeção é um prolongamento no
futuro de tendências passadas, já a prospectiva antecipa para orientar a ação, isto sempre com
apropriação. Para isto deve haver comprometimento, todos participam do processo e cada um tem
seu papel, a sociedade civil deve participar das criações e não apenas executá-las, precisamos ver
longe, com ousadia, prestar atenção nos riscos, mas de maneiras diferentes.
O sistema de governança antigamente era feito pelos tomadores de decisões, e as partes
interessadas apenas executavam, mas cada qual no seu lugar não havia relação entre os tomadores
de decisões e os demais. Nesse sistema de governança nova todos trabalham construindo juntos,
pois cada um de nos enxergamos uma realidade de maneira diferente, então pegamos a realidade
1
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco
– SP
entendemos juntos e construímos juntos, não estamos acostumados às mudanças e também
principalmente as rupturas são elas que geram a inovação, tecnologia. Precisamos pensar juntos,
afinal Ribeirão Branco, não está sozinho, por isso é utilizado como figura o diamante das múltiplas
faces, onde nela estão incluídos noves dimensões.
Para se ter todas estas visões, ver o presente em todas as dimensões e realizar a retrospectiva
para saber o porquê da situação presente, lembrando que todos os agentes sociais estão sempre
interligados e, em conjunto construir uma visão estratégica de futuro (desejável, possível e ou
realizável) para executar as ações hoje para construir o futuro, sempre com apropriação, para haver
conhecimento e o comprometimento. A prospectiva chega numa região através de uma crise,
ordenação territorial, avaliar o potencial de uma região, dominar o crescimento rápido ou evitar
evolução lenta desvitalizando a região diminuindo a população, este é um dos principais motivos
para a prospectiva ter chegado neste município.
A necessidade do processo prospectivo inclui uma nova dinâmica de desenvolvimento, um
novo posicionamento, construir uma nova identidade, uma visão a longo prazo e compartilhada.
Assim temos uma ação publica com vários desafios interdependentes que vão evoluindo no tempo,
tendo uma visão das dimensões junto com todas as esferas que estamos incluídas, com inúmeras
contribuições. Mas para se obter estas contribuições e o processo prospectivo acontecer é
necessários que acontecem as rupturas e não apenas trabalharmos com tendências que é uma
mudança mensurável. Este trabalho visa que sejamos proativos, saber identificar nosso papel, tendo
como fundamental ponto a antecipação com ação e apropriação.
Trata-se de um processo de construção com uma gestão participativa e transparente, durante
a apresentação foi dado exemplos de cidade e países Europeus que desenvolvem este trabalho, e no
final dele é assinado um contrato que deverá ser cumprido indiferente da mudança de governantes.
Assim podemos observar todas as etapas que estão sendo desenvolvidas e a metodologia aplicada
na apresentação em anexo.
Assim seminário teve as oficinas, que foram como uma rampa de lançamento de um
foguete, deste processo e para aprendermos e agir juntos, trabalhando as ações hoje para termos um
futuro desejado.
Foi lembrado que este processo é desenvolvido pela Europa, na França, desde 1960 e
também desde 1950 pelos Estados Unidos por isso é o país mais desenvolvido. Relembrou todos os
comitês que estão desenvolvendo o trabalho e a importância da construção do Banco de Dados do
2
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco
– SP
Sistema de Geotecnologia, que caracterizara todo o município e assim com este poderemos fazer
todo o zoneamento municipal e assim os governantes poderão tomar as decisões de maneira
consciente.
Detalhou o andamento das oficinas, realizadas no Seminário, informando a quantidade de
participantes, a estatística, e como eram foram realizadas as oficinas. Síntese das ações listadas. E
um resumo dos resultados. Todas as informações apresentadas hoje assim como o resultado
detalhado das oficinas estão divulgadas é de acesso a todos, também o resultado das oficinas
apresentado será anexado a esta ata.
A consolidação das oficinas tanto do seminário como o curso efetuado pelo comitê local.
Foram identificadas 46 variáveis-chaves foram citadas. As variáveis-chave por tema estão
relacionadas a seguir:
Fortalecimento dos Grupos Organizados
Falta de Organização Social em Alguns setores
Melhoria da Gestão Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos
Falta de Visão Política da Sociedade
Falta de Recursos Financeiros
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Dinamizar a Região
Universidades
por meio CT&I
Escolas Técnicas
Saneamento Básico (zona urbana e rural)
Melhorar as Estradas para Escoamento por tipo de Produção
Asfalto da Rodovia Ribeirão Branco - Apiaí (SP249)
Infaraestrutura
Geral
Sistema Tecnologia de Informação e da Comunicação
Melhoria no Sistema de Transporte
Efetuar a Regularização Fundiária
Garantir o acesso à Política Nacional ATER
Êxodo Rural
Efetuar Mapeamento Agrícola e Incentivo à Produção Agroecológico
Desenvolvimento
Plano de Marketing dos Produto Agrícolas de RB
Sustentável Rural
Agricultura Familiar
Controle do Uso de Agrotóxico
Facilitar o acesso ao Hospital para as Comunidades Rurais
Melhoria no Sistema de Saúde Atenção Básica Municipal
Cumprir normas de Investimentos em Saúde (Público e PRIVADA)
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal
Infra-estrutura
Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para Crianças e Adolescentes
Social
Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População
Cumprir normas de Investimentos em Educação (Público e PRIVADA)
Melhoria no Sistema de Habitação Municipal
Desenvolver Sistema de Segurança Pública Municipal
Desenvolvimento Falta Investimento em Turismo
3
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco
– SP
do Pólo Turístico
Geração de
emprego com
qualidade
Preocupação com
Meio Ambiente
Atores
Resgatar a Cultura
Desenvolver a Agroindústria
Atrair Indústria
Fortalecer o Comércio Local
Conscientizar a Sociedade sobre o Meio Ambiente
Recuperação das Micro Bacias (23 Bacias)
Controle maior das Ações de Reflorestamento
Formular Políticas Públicas para os Resíduos Sólidos
CONDERSUL
Ministério Público
Sindicato dos Empregados Rurais de Rib. Branco e Guapiara
Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar Guapiara e Ribeirão Branco
Grupo Orsa
Prefeitura de Ribeirão Branco
Câmara de Vereadores do Município
Após a apresentação de todas as variáveis, foi apresentado o projeto do Parque Tecnológico,
onde também a apresentação do mesmo será anexada a esta ata. Todos ali presentes foram avisados
que no dia sete de julho será realizado as oito horas na Secretaria Municipal da Agricultura, uma
reunião para a elaboração do projeto do Parque Tecnológico, e está aberto a todos que desejarem
entrar no grupo para este trabalho.
Depois os participantes para se inscreverem nas variáveis-chave, que estavam dispostas por
tema e relacionadas no flip-chart coladas nas paredes, escreveram seu nome e seus dados para
contato, no post-it e colaram nas respectivas variáveis-chave em que vão trabalhar, podendo escolar
mais do que uma.
Daqueles que participaram da Reunião, inscreveram-se nas variáveis-chaves 85 pessoas,
alguns em mais de uma variável-chave. A relação das variáveis-chave e dos respectivos nomes e
contatos das pessoas inscritas estão na tabela seguinte:
4
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco
– SP
Nome das Pessoas Inscritas para Analisar e Desenvolver as Variáveis-Chave
Nome
Variáveis-chave
Contato
Formular Políticas Públicas para os Resíduos Sólidos
Ana Carolina D. M. Souza
Atrair Indústria
Acir Ribeiro
(15) 9739-5117
Fortalecimento dos Grupos Organizados
Adriana
Escola Honorato - Itaboa
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Adriana R. Goes
(15) 9716-6001 [email protected]
Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal
Adriele do Couto
(15) 9758-3722
1
2
3
4
5
Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para Crianças e
Adolescentes
Alessandra martins de Paula
(15) 9720-0322 [email protected]
6
Atrair Indústria
Universidades
Alessandro S. Alves
(15) 9768-8350 [email protected]
7
Ana Leme
(15) 9613-7959 [email protected]
8
Ana Paula
(15) 9722-0067 [email protected]
9
Andersonde Siqueira Gomes
(15) 9702-3723 [email protected]
10
Antônio Luis Aulicinio
(11) 3507-0578
11
Atrair Indústria
Arair Alves dos S. Ribeiro
(15) 3551-1270
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Aurea
(15) 9733-8186 [email protected]
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Carmem
(15) 9630-7428 [email protected]
12
13
14
Carolina Vilaruel
(15) 3551-5104/97310884 [email protected]
15
Universidades
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Falta Investimento em Turismo
Fortalecer o Comércio Local
Fortalecimento dos Grupos Organizados
Melhoria no Sistema de Transporte
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Falta Investimento em Turismo
Melhoria no Sistema de Saúde Atenção Básica Municipal
Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal
Falta de Recursos Financeiros
Facilitar o acesso ao Hospital para as Comunidades Rurais
Caster C. Silva
16
Agricultura Familiar
Cecilia Gonçalves
Efetuar a Regularização Fundiária
Claudinei Felizardo da Silva
17
18
Cumprir normas de Investimentos em Saúde (Público e PRIVADA)
5
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
Agricultura Familiar
Desenvolver a Agroindústria
Falta de Organização Social em Alguns setores
Cleia Correa
(15) 9745-2280
Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos
Cleonice
(15) 9730-6627
19
20
Cristiane F. de Souza Silva
(15) 9740-0809 [email protected]
21
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Débora c. dos Santos
(15) 9648-0028 [email protected]
Universidades
Eder Tiago M. Farias
(15) 9664-5204 [email protected]
Falta de Visão Política da Sociedade
Edmilson Apareecido Rodrigues
Melhoria no Sistema de Transporte
Edna Ap. Silva Souza
(15) 9792-8650 [email protected]
Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal
Eduardo Keidi Orita
(15) 3553-1198 [email protected]
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Eliana Leme de Souza Machado
(15) 9779-5147
Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal
Eliza Guerra
(15) 9719-3503 [email protected]
Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População
Elizabet
[email protected]
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Elizabeta
(15) 9714-9841 [email protected]
Falta de Organização Social em Alguns setores
Elizete
(15) 3553-1272/9134-6336
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Erica Araujo
(15) 9720-7717
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
Ezequiel Oliviera Lima
(15) [email protected]
33
Fabiana L. Fontanini
(15) 9603-6647
34
Melhoria no Sistema de Saúde Atenção Básica Municipal
Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal
Asfalto da Rodovia Ribeirão Branco - Apiaí (SP249)
Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População
Desenvolver Sistema de Segurança Pública Municipal
Falta Investimento em Turismo
Conscientizar a Sociedade sobre o Meio Ambiente
Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal
Efetuar a Regularização Fundiária
35
Francisco Feitosa
Garantir o acesso à Política Nacional ATER
Universidades
Gilmar S. Pedroso
(15) 9721-4725
Atrair Indústria
Agricultura Familiar
Gisele do nascimento Gonçalves
36
37
6
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
Cumprir normas de Investimentos em Educação (Público e PRIVADA)
Georgina P. Oliviera
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Helida
Controle maior das Ações de Reflorestamento
Helena M. Lima
Recuperação das Micro Bacias (23 Bacias)
Ismael Carrenho
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Jeane
[email protected]
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Jeansilmara
(15) 3551-4195 [email protected]
38
39
40
41
42
43
Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
João Antonio Aranha Junior
(15) 9754-9405 [email protected]
44
(15) 3553-1202/35218186 [email protected]
Falta Investimento em Turismo
45
João Claudio
Agricultura Familiar
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Universidades
Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para Crianças e
Adolescentes
João Trevisam
(11) 8306-2971
46
José Luiz Pacheco de Lima
(15) 9771-7866
47
José Roberto Moraes
(15) 9752-8779/9733-0127 [email protected]
48
Desenvolver Sistema de Segurança Pública Municipal
Fortalecimento dos Grupos Organizados
Agricultura Familiar
Controle do Uso de Agrotóxico
Melhoria no Sistema de Habitação Municipal
Controle maior das Ações de Reflorestamento
Sistema Tecnologia de Informação e da Comunicação
Garantir o acesso à Política Nacional ATER
Plano de Marketing dos Produto Agrícolas de RB
Controle do Uso de Agrotóxico
49
José Vicente Felizardo da Silva
Desenvolver a Agroindústria
Agricultura Familiar
Juvelina
Melhorar as Estradas para Escoamento por tipo de Produção
Juarez S. Pereira
Kariana Lourente Nascimento
Orita
Fortalecer o Comércio Local
(15) 9734-8499
50
51
(15) 3553-1198/9790-6171 [email protected]
52
7
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal
Karina da Silva Matias
(15) 9167-9808
53
Falta de Organização Social em Alguns setores
Karine Aparecida de O. Ribeiro
(15) 3553-1292 [email protected]
54
Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População
Kelly
(15) 9600-8247 [email protected]
55
Falta Investimento em Turismo
Atrair Indústria
Leandro Gomes da Silva
(15) 9629-7241
56
Conscientizar a Sociedade sobre o Meio Ambiente
Asfalto da Rodovia Ribeirão Branco - Apiaí (SP249)
Facilitar o acesso ao Hospital para as Comunidades Rurais
Leonil Pereira
57
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Liege Petroni
58
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Efetuar Mapeamento Agrícola e Incentivo à Produção Agroecológico
Lucelmo Valentim
Falta de Recursos Financeiros
Luciana Cardoso
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Melhoria no Sistema de Saúde Atenção Básica Municipal
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Universidades
Melhoria no Sistema de Habitação Municipal
Recuperação das Micro Bacias (23 Bacias)
(15) 3551-1297/91439617 [email protected]
59
Luciano V. Proença
(15) 9723-4786 [email protected]
60
61
Lucinei Paes de Lima
(15) 9607-6813 [email protected]
62
Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População
Luiz Claudio Candico de Oliveira
(15) 9644-2138 [email protected]
Sistema Tecnologia de Informação e da Comunicação
Luiz Rogerio Fogaça
(15) 9752-8778
63
64
65
Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Maraine Correa Gomes
(15) 9725-3003 [email protected]
66
Luizmar Rodrigues
Desenvolver a Agroindústria
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Marcos Santos
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Marcelo Teobaldo
(15) 9713-0263/9787-5098/3553-2015 [email protected]
67
68
Conscientizar a Sociedade sobre o Meio Ambiente
Cumprir normas de Investimentos em Saúde (Público e PRIVADA)
Marcos Fabiano da Silva
(15) 3553-1380/ 9745-4810 [email protected]
69
Atrair Indústria
Melhoria no Sistema de Transporte
Maria do Carmo Oliveira
70
8
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
Desenvolver Atividades Educacionais, Culturais e Lazer para População
Falta Investimento em Turismo
Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos
Maria Luzia Teixeira Rodrigues
(15) 3553-1219
71
Miriane
(15) 9745-6419 [email protected]
72
Naiane Cprdeiro Vieira
(15) 9744-2907 [email protected]
73
Nicolau T. Wernek
(15) 9774-4786 [email protected]
74
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Êxodo Rural
Controle maior das Ações de Reflorestamento
75
Nivaldo de Siqueira Gomes
Êxodo Rural
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Melhoria no Sistema de Transporte
Desenvolver Sistema de Segurança Pública Municipal
Oswaldo R. Leão
(15) 9703-4284 [email protected]
76
Resgatar a Cultura
Cumprir normas de Investimentos em Educação (Público e PRIVADA)
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Garantir o acesso à Política Nacional ATER
77
Pamola A. Bento
Patrícia Cartier Paranhos
(11) 9962-2022 [email protected]
78
Escolas Técnicas
Paulo Henrique Candido
(15) 9661-9420
Agricultura Familiar
Pedro de Lima Forte
79
80
Pedro Rossi
(15) 9623-5351 [email protected]
81
Melhor Qualificação do Profissional (Geral) Municipal
Rafaela Gonçalves
(15) 9762-3842 [email protected]
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Regina Lucia da Silva Lima
[email protected]
Falta de Visão Política da Sociedade
Reinaldo Carneiro
(15) 3551-1398
Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos
Robson K. F. Rodrigues
(15) 9767-8468 [email protected]
82
83
84
85
Plano de Marketing dos Produto Agrícolas de RB
Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Saneamento Básico (zona urbana e rural)
Melhorar as Estradas para Escoamento por tipo de Produção
Controle do Uso de Agrotóxico
Conscientizar a Sociedade sobre o Meio Ambiente
9
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Falta Investimento em Turismo
Atrair Indústria
Resgatar a Cultura
Rogerio de Moura Jorge
[email protected]
Falta de Organização Social em Alguns setores
Rosana M. Correa Rodrigues
(15) 3553-1139/9141-1468 [email protected]
Ausência de Pessoal para Elaboração de Projetos
Rosinei
(15) 9787-4461
86
87
88
Rubens Rabczuk
(15) 9747-6348 [email protected]
89
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Sandra
(15) 9743-8476 [email protected]
Agricultura Familiar
Solange
(15) 9731-2141
Falta de Organização Social em Alguns setores
Sonia Ap. de Oliviera
(15) 3551-5313/9609-8320 [email protected]
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Tatiane Pires
(15) 9716-8349
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Valdir de Jesus Assunção
(15) 3551-4199
Melhoria no Sistema Educacional Municipal
Vanessa
(15) 3521-2567 [email protected]
Saneamento Básico (zona urbana e rural)
Vani Duarte de Lima
(15) 9673-5321
Sistema Tecnologia de Informação e da Comunicação
Victor Hugo Moraes
(15) 9722-2184/3553-1155 [email protected]
Sistema Tecnologia de Informação e da Comunicação
Wiilian Jose dos Santos
(15) 9720-5488 [email protected]
Agricultura Familiar
Wilson Rodrigues de Souza
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
Planejar, Executar e Implantar Parque Tecnológico
Efetuar Mapeamento Agrícola e Incentivo à Produção Agroecológico
Falta de Recursos Financeiros
Cumprir normas de Investimentos em Educação (Público e PRIVADA)
Recuperação das Micro Bacias (23 Bacias)
Formular Políticas Públicas para os Resíduos Sólidos
10
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco – SP
Deverão ser dadas sugestões de datas, dia da semana, e horários para começarmos os
trabalhos e assim o Sr. Antônio agradeceu a presença de todos os participantes, e comunicou que a
presente ata será enviada para todos.
11
ANEXO B – Ata da Reunião – 06 jul 2001 - Distribuição dos fatores chave entre os participantes do processo Prospectivo de- Ribeirão Branco
– SP
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