PROJETO DE RECUPERAÇÃO E UTILIZAÇÃO RACIONAL DE ÁREAS AMBIENTALMENTE DEGRADADAS 1 Índice 1. ANTECEDENTES 2. O PROBLEMA 3. OBJETIVOS 4. PROPOSTA DE SOLUÇÃO 5. A OPERAÇÃO DE COLETA 6. DEPÓSITO TEMPORÁRIO DE BOLSAS 7. INOVAÇÃO E CONTRIBUIÇÃO AMBIENTAL DO PROJETO 8. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES 2 1) ANTECEDENTES Como a maioria dos pequenos municípios do interior do Brasil, a prefeitura de São Borja – RS possuía um lixão a céu aberto, onde a mais de 50 anos eram depositados resíduos sólidos resultantes urbanos, da coleta diária do lixo gerado no município. No início do ano de 2011, a empresa ECOSOL SOLUÇÕES ECOLÓGICAS, foi procurada pelo prefeito de São Borja, Dr. Mariovane Weis, buscando uma solução imediata, com vistas a coleta e destinação dos resíduos sólidos, que estavam sendo depositados em uma área degradada localizada aproximadamente 4 km do centro da cidade. O processo de Coleta e Destinação Final do Lixo patenteada pela ECOSOL (Anexo I – Cópia da Patente), consiste em um equipamento veicular tipo caminhão, que realiza a coleta do lixo doméstico urbano, compacta os resíduos, leva ao local de destino, e ai gera uma bolsa tipo BAG de aproximadamente 4 t., altamente compactada, separando os líquidos da compactação, que são depositados em bombonas plásticas e posteriormente levados para estação de tratamento de esgoto domésticos. 3 Boa parte do lixo gerado durante os últimos 50 anos em São Borja, está meteorizada a céu aberto, misturada com terra, uma vez que ao longo do tempo, o município vinha adotando a prática de espalhar o lixo, compactar com trator de esteira e cobrir a área com uma fina camada de aterro. Para minimizarmos os danos ambientais e mitigar o problema, considerando que seria economicamente inviável a remoção deste material, Foi sugerido pelos Técnicos da ECOSOL o cercamento da área e decretação pelo município de ÁREA DEGRADADA EM PROCESSO DE RECUPERAÇÃO, através do respectivo Decreto Municipal (Anexo II – Decreto Municipal). Fenômeno semelhante ocorre em grande parte dos municípios brasileiros, e, portanto São Borja, representa um “CASE” bastante significativo, uma vez que a nova legislação “LEI Nº 12.305 de 02 de agosto de 2010 - RESÍDUOS SÓLIDOS” estabelece a data limite de setembro de 2014, para o equacionamento definitivo da coleta e destinação resíduos Brasil. 4 final dos sólidos no 2) O PROBLEMA O município de São Borja tem um passivo ambiental acumulado por cinco décadas, que exigia uma solução imediata, que reduzisse os efeitos da contaminação ambiental, e que fosse compatível com a disponibilidade de recursos que a prefeitura pudesse suportar. Simultaneamente à resolução do passivo ambiental pré existente, era indispensável a suspensão imediata do atual sistema de simples coleta e colocação do lixo a céu aberto, o que já foi implantado a partir de 15 de março de 2011. Vale lembrar ainda, que como parte do TAC (Anexo III - Termo de Ajuste de Conduta) o município havia se comprometido perante o Ministério Público a resolver os problemas relativos ao passivo ambiental e o destino adequado da coleta do lixo gerado diariamente na área urbana, adequando-se a nova legislação dos resíduos sólidos urbanos. Considerando que o município está situado na Fronteira Oeste do Estado, há mais de 350 km do aterro sanitário mais próximo, licenciado pela FEPAM, o custo do transbordo, do transporte e do depósito no Destino Final, tornaria esta operação inviável economicamente. E, considerando que, além de cara, esta operação não resolveria o passivo ambiental gerado no passado, a solução sugerida, e adotada pelo município, foi a implantação do SISTEMA ECOSOL de Coleta e Destino Final em aterro em bolsas, conforme está detalhado no presente trabalho. O problema do município de São Borja é comum a grande maioria dos pequenos municípios brasileiros. De um modo geral, as pequenas comunidades do interior, que geram menos de 100 t/dia de resíduos sólidos urbanos, não possuem escala adequada para sustentar e operar economicamente um aterro sanitário convencional. Assim sendo, geram ao longo do tempo um lixão a céu aberto ou os chamados aterros controlados, que da mesma forma não atendem as exigências das leis ambientais em vigor. A proposta do SISTEMA ECOSOL, viabiliza uma solução economicamente viável e ecologicamente sustentável. 5 3) OBJETIVOS 3.1) Do Trabalho O Objetivo do presente trabalho é demonstrar um “CASE” de como resolver o problema da coleta e destino final do lixo doméstico nos municípios brasileiros, a exemplo do que esta sendo feito em São Borja, e ao mesmo tempo diminuir o potencial poluidor das áreas contaminadas correspondentes a antigos lixões. No caso de São Borja ao substituir o antigo prestador dos serviços de coleta, o Município estabeleceu novas exigências que melhoraram significativamente a qualidade dos serviços urbanos. No entanto, o objetivo da mudança no processo de coleta e tratamento dos resíduos sólidos do município, foi atender as exigências ambientais, adequando-se às ações e medidas recomendadas no TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA firmado com o Ministério Público. 3.2) Da Empresa Os objetivos da empresa ECOSOL SOLUÇÕES ECOLÓGICAS LTDA. é seguir as leis ambientais vigentes através da gestão federal, integrada com a expertise dos setores produtivos traçando estratégias para a disposição sanitária de resíduos sólidos e o controle de doenças transmissíveis, sem, para isso, gerar impactos naturais. Exercer as atividades através do desenvolvimento sustentável, buscar a excelência, ser impulsionada por diretrizes arrojadas que almejam trazer benefícios aos municípios. Em termos ambientais a empresa ECOSOL adotou todas as medidas necessárias, regulamentadas pela Lei federal que dispõe da Política Nacional do Meio Ambiente, Leis, Decretos-Lei, Decretos, Portarias, Normas e Resoluções, e aplicou um Sistema de Gestão Ambiental conforme NORMA PADRÃO ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001. Os responsáveis pela sustentabilidade empresarial e a proteção ambiental da empresa ECOSOL, através da robustez de planos de gerenciamento de resíduos sólidos deve-se ao Gestor Ambiental, MBA em Auditoria e Pericia Ambiental KARL LENOCH e o Eng Agrônomo e Economista Rural JOSÉ ALFREDO MARQUES DA ROCHA. 6 4) PROPOSTA DE SOLUÇÃO A presente proposta pretende sugerir uma solução tecnicamente aceitável pelos órgãos de controle ambiental (FEPAM/RS), que seja compatível com os recursos disponíveis no Município. Operacionalmente, foi proposto e adotado pelo município, a partir de 15/03/2011, um novo sistema de coleta e destino final, que além de eliminar totalmente a contaminação e a poluição ambiental com o lixo que estava sendo gerado diariamente, passou a reduzir e remediar os efeitos da contaminação pelo estoque do lixo acumulado no passado. Estes resultados, já se tornaram realidade, conforme pode se observar nas fotos a seguir. O novo conceito de aterro temporário em bolsas, mesmo situado sobre o antigo lixão de São Borja, esta contribuindo para viabilizar a recuperação da área degradada, pelas seguintes razões: 7 4.1) A cobertura do solo contaminado com bolsas impermeáveis, colocadas sobre geomembrana, representa uma espécie de telhado que evita que parte das águas da chuva, contribua para aumentar o volume de chorume que percola para o lenço freático. 4.2) Paralelamente a colocação das bolsas sobre a área em processo de recuperação, se iniciou uma serie de medidas complementares, que contribuem para mitigar a contaminação ambiental decorrente do passivo acumulado ao longo dos últimos 50 anos, tais como: 4.2.1) Canalizar e recolher o chorume que eventualmente venha a vazar, de uma ou outra bolsa, e que necessariamente escorre sobre a geomembrana, para os tanques de captação localizados na parte inferior do terreno. 4.2.2) Com a segunda cobertura plástica sobre as bolsas, é possível reduzir o chorume que é tanques recolhido de nos captação, viabilizando o aumento da vida útil das mesmas, evitando que as bolsas fiquem diretamente expostas ao sol. 8 4.2.3) Recolhimento do chorume resultante da compactação durante a coleta, que fica depositado no caminhão em tanques (400l), e laterais que são comprovadamente levados para estação de tratamento autorizada pelo Órgão Ambiental (FEPAM). 4.2.4) Paralelamente às medidas que contribuirão para reduzir o volume de chorume do antigo lixão, foram construídas lagoas de decantação para coletar os resíduos derivados líquidos do lixo acumulado no passado. 4.2.5) Possibilitar o reprocessamento das bolsas, com a recuperação do adubo orgânico e reciclagem da fração com valor econômico (alumínio, PET, plásticos, vidros e adubo orgânico), reduzindo o passivo a ser levado para o aterro sanitário definitivo à 20 a 30 % do montante do lixo gerado no município. 9 4.2.6) Viabilizar a canalização e a queima do gás metano gerado ao longo do tempo no interior das bolsas e recolhido na parte mais alta da lona plástica que cobre o conjunto de bolsas. *Obs. Na foto acima se pode observar as pilhas de bolsas cobertas com uma lona plástica preta de alta resistência e impermeável. Das 26 pilhas faltam apenas 7 que serão cobertas nos próximos dias. 10 5) A OPERAÇÃO DE COLETA No caso de São Borja, com 3 coletores, compactador embolsador auto-propelido, a ECCOLIX Soluções Ambientais, realiza a coleta e o destino final do lixo doméstico de 60.000 habitantes na área urbana. A coleta diária se realiza de segunda a sábado, em toda área urbana do município. A empresa disponibiliza 5 equipes de motorista e garis (20 funcionários), sendo que dois caminhões realizam dois turnos de trabalho. A ECCOLIX possui ainda em São Borja, uma camionete de apoio, um escritório, cozinha, pátio, garagem, apartamento para os dois gerentes locais e os demais equipamentos necessários à logística da operação. Para garantir a qualidade dos serviços de coleta, a empresa usa a rádio local para divulgar os horários dos diferentes roteiros e o telefone para eventuais reclamações, que são imediatamente atendidas com visita in loco pelos administradores. O lixo urbano produzido no Município está em torno de 40 /dia, gerando mensalmente em torno de 1.000 T/mês. 11 6) DEPÓSITO TEMPORÁRIO DE BOLSAS Como o coletor compactador embolsador consegue realizar simultaneamente a operação de coleta, a compactação do lixo, o deslocamento até o depósito temporário de bolsas, e ai neste local, produzir a bolsa com o lixo altamente compactado, o sistema simula este local (Deposito temporário de bolsas), como se fosse uma estação de processamento e transbordo de lixo. No caso específico de São Borja, a área onde estão sendo depositadas as bolsas, para posterior reprocessamento, corresponde a área do antigo lixão, localizada a aproximadamente 1 Km da periferia urbana da cidade. O novo conceito que este sistema agrega aos aterros convencionais é o deposito temporário do lixo em bolsas, que funciona como uma usina de compostagem e reciclagem. Ou seja, o lixo fica armazenado nas bolsas durante um a dois anos, enquanto a fração do lixo úmido orgânico se decompõe anaerobicamente se transformando em adubo. Com a possibilidade de reprocessamento do lixo após o embolsamento, se viabiliza a separação da fração orgânica (50% ou 60% de adubo) dos componentes secos e recicláveis (10 a 20 % de PET, plásticos, latas de alumínio, vidros, etc..), ficando os resíduos sem valor econômico como rejeito que deve ser remanejado para aterros sanitários convencionais ou em bolsas (20 a 30%). Portanto um a dois anos depois de confeccionadas as bolsas, devem se processar as mesmas em uma usina de reciclagem. Assim, na mesma medida em que as bolsas vão sendo reprocessadas, vão entrando novas bolsas da coleta diária, mantendo o estoque de bolsas em depósito constante. 12 7) INOVAÇÃO E CONTRIBUIÇÃO AMBIENTAL DO PROJETO O projeto de recuperação de áreas degradadas de municípios, como é o caso de São Borja, aliando à coleta diária do lixo, com a utilização do conceito de depósito temporário em bolsas, em área em processo de recuperação, e do reprocessamento das bolsas, com reciclagem e reutilização econômica de 70 a 80% do lixo doméstico, representa uma das maiores contribuições tecnológicas no campo ambiental dos últimos anos. Particularmente, esta tecnologia desenvolvida e patenteada pela ECOSOL tem como grande contribuição, o fato de possibilitar que os pequenos municípios, viabilizem economicamente a coleta, o destino final e a reciclagem dos resíduos sólidos com 70 a 80 % de reaproveitamento econômico do lixo doméstico. Como é do conhecimento público, a nova lei dos resíduos sólidos prevê que, a partir de 2014, não serão mais admitidos os lixões a céu aberto. Atualmente (1º semestre de 2012) o Brasil ainda possui aproximadamente 4.000 dos 5.500 municípios com destino inadequado dos resíduos sólidos, em geral sem qualquer processo de reciclagem e sem a menor perspectiva de resolver o problema do passivo ambiental gerado no passado. A solução recomendada, para o município de São Borja, e indicada pela ECOSOL, vem solucionar um monumental problema que afeta a grande maioria dos municípios brasileiros, pois de um modo geral, os pequenos municípios acumulam um enorme passivo ambiental, gerado ao longo do tempo, que com as tecnologias convencionais não apresentam perspectiva de solução econômica para atender a legislação em vigor. 13 O conceito de coleta, transbordo e transporte econômico do lixo diário, de um pequeno município até um aterro sanitário convencional, está limitado a no máximo 100 a 150 Km de transporte, tornando-se na maioria dos casos antieconômico a partir destas distâncias. Por outro lado, para que os aterros sanitários convencionais atendam adequadamente as exigências ambientais, seria necessária uma escala mínima de aproximadamente 400 a 500 mil habitantes. A solução já implantada em São Borja, funcionado na prática há mais de um ano e meio, agora complementada com a proposta de reciclagem das bolsas, representa muito mais do que o equacionamento do complexo problema em um município, mas sim a perspectiva de resolver um dos mais graves problemas ambientais que afeta aproximadamente 80% do território brasileiro. 14 8) CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES Concluindo, pode-se afirmar com certeza, que o sistema de coleta do lixo doméstico, com a utilização do coletor compactador embolsador produzidos e patenteados pela ECOSOL SOLUCÕES ECOLÓGICAS, alem de viabilizar econômica e ambientalmente a coleta e o destino final dos resíduos sólidos, permite uma importante mitigação dos problemas de passivo ambiental, presentes na maioria dos municípios brasileiros. A reciclagem dos resíduos após o embolsamento, viabiliza o reaproveitamento econômico de 70 a 80 % do lixo doméstico. Por consequência, o sistema ECOSOL de coleta, embolsamento e reciclagem das bolsas, não só atende todos os requisitos da nova lei dos resíduos sólidos, como em termos de reciclagem, ao invés de reaproveitar 10 a 12% do lixo gerado, como na triagem convencional, recupera 70 a 80 % da fração sólida dos resíduos domésticos urbanos. Não bastasse estes benefícios, a implantação do sistema, certamente contribui para reduzir os impactos ambientais, transformando os antigos lixões a céu aberto, consideradas áreas contaminadas e degradadas, em estações de transbordo, que passam a funcionar como área de processamento do lixo embolsado, para após um a dois anos viabilizarem a reutilização da fração econômica do lixo ali armazenado. Neste conceito, a área contaminada de um antigo lixão a céu aberto, que foi coberto com terra, recebe uma cobertura com bolsas, e a conseqüente administração e canalização, tanto das águas da chuva como do liquido do lixo ali depositado, representando uma solução ecológica e ambientalmente correta, viável técnica e economicamente para recuperação de áreas degradadas dos antigos lixões a céu aberto ou dos chamados aterros controlados. A propósito, neste último mês de junho de 2012, o Ministério Público Federal, julgou o inquérito policial (Anexo V – Decisão do Ministério Público Federal) sobre Crime Ambiental em função dos Termos de Ajuste de Conduta não cumpridos no município de São Borja. Por unanimidade os 6 Desembargadores votaram contra a aceitação da denúncia crime, inocentando o Prefeito sob o argumento de, “implantação em São Borja de avançado sistema de Destinação do Lixo, que é qualitativamente superior, e assim poderá contribuir a longo prazo, para as boas práticas de Gestão do Lixo, exemplo a ser seguido 15 em outras cidades, não podendo tal ação ser considerada ilícita para o aspecto ambiental. Logo não restou configurado na espécie a criação de perigo ambiental e sim esforço do acusado em diminuí-lo”(¹). Assim sendo, o sistema ECOSOL, não só representa uma excelente oportunidade para remediar o problema de antigos lixões, a custos compatíveis com as disponibilidades dos pequenos e médios municípios, como é a alternativa ambientalmente correta, mais econômica para a coleta, reciclagem de 70% a 80 % do lixo doméstico. Finalmente, não se pode descartar a hipótese da simples coleta com o compactador embolsador, e o destino final em bolsas enterradas, repetindo um sistema muito semelhante aos aterros convencionais. Na argentina, a ECOSOL já opera o aterro em bolsas da cidade de Leones (12.000 habitantes), a mais de 3 anos, com pleno sucesso. Neste caso, o lixo enterrado em bolsas, representando uma reserva de valor, pois mesmo enterradas, as bolsas podem ser reprocessadas no futuro. Concluindo, o sistema ECOSOL, de coleta e destino final, com ou sem reciclagem, representa uma excelente alternativa ecológica, viável economicamente, em especial para os pequenos e médios municípios. Finalmente agradecemos o Prefeito Mariovane Weis, seu Secretário de Planejamento Léo Tatsch, Secretário de Obras Odilon Bilhalva, Secretário de Meio Ambiente José Ênio Abreu de Jesus e outros colaboradores que tem contribuído para o exito deste projeto inovador. Da mesma forma agradecemos o esforço e a colaboração dos funcionários da ECOSOL, seus gerentes locais e em particular o responsável pelo projeto em São Borja, Sr. Geraldo Meregali (Fone 51 9782-7181) que fica desde já a disposição dos interessados para maiores esclarecimentos. (¹) Anexo V - Manifestação do Ministério Público 16 Anexos Anexo I - CÓPIA DA PATENTE DE INVENÇÃO ECOSOL SOLUÇÕES ECOLÓGICAS Anexo II - DECRETO MUNICIPAL Anexo III - TERMO DE AJUSTE DE CONDUTA ENTRE A PREFEITURA E O MINISTÉRIO PÚBLICO E AUTORIAZAÇÃO DE FUNCIONAMENTO Anexo IV - ANÁLISE DO ADUBO ORGÂNICO PRODUZIDO COM O REPROCESSAMENTO DAS BOLSAS 2 ANOS APÓS A COLETA Anexo V - RESUMO DA DECISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL SOBRE O CRIME AMBIENTAL – SÃO BORJA ANEXO I ANEXO II ANEXO III ANEXO IV ANEXO V