CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
SUMÁRIO
1. PERFIL DO CURSO...............................................................................................................................2
1.1 INFRA-ESTRUTURA PARA OS ESTUDOS .........................................................................................3
1.1.1 LABORATÓRIOS ..............................................................................................................................4
1.2 BIBLIOTECA CENTRAL .......................................................................................................................6
1.3 INFRA-ESTRUTURA COMPUTACIONAL ...........................................................................................8
1.4 RECURSOS DIDÁTICOS .....................................................................................................................9
2. ATIVIDADES DO CURSO ......................................................................................................................9
2.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ....................................................................................................10
2.2 MONITORIA .........................................................................................................................................11
2.3 ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS .................................................................................11
2.4 NIVELAMENTO DA APRENDIZAGEM ................................................................................................12
2.5 AVALIAÇÃO DO CONTROLE DE QUALIDADE DA GRADUAÇÃO - ACQG .......................................12
2.6 ENADE - COMPONENTE CURRICULAR OBRIGATÓRIO.................................................................13
3. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO ........................................................14
3.1 ARQUITETURA CURRICULAR ...........................................................................................................15
3.2 CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM (EIXOS) .........................................................16
3.2.1 QUADRO DE CARGA HORÁRIA POR ÁREA ..................................................................................17
3.3 EXPLICITAÇÃO DO PERCURSO PROPOSTO ...................................................................................18
3.4 DISCIPLINAS OPTATIVAS ..................................................................................................................21
3.5 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA ...............................................................................................................21
4. PERFIL DO EGRESSO ..........................................................................................................................52
5. FORMAS DE ACESSO AO CURSO ......................................................................................................54
6. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO .....................................................................54
6.1 NDE - NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE...................................................................................55
7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM .....................................56
8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ..........................................................................................56
9. ESTÁGIO CURRICULAR .......................................................................................................................58
10. ATO LEGAL DO CURSO .....................................................................................................................58
ANEXO I
Regimento do NDE
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
1. PERFIL DO CURSO
O CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ
UNIARAXA é uma instituição de
ensino superior que, através da educação, valoriza o homem em sua dimensão integral com a
finalidade de realizar as aspirações maiores que lhe dão a identidade no tempo e no espaço, como
agente de transformação social, na construção de sua história.
A proposta do projeto pedagógico está assentada nos pressupostos da formação integral do
ser humano, privilegiando a participação dos alunos através do desenvolvimento da criatividade,
fazendo com que não só aprendam, mas, sobretudo, aprendam a aprender através da iniciativa na
busca de informações. Esta missão é atingida pela visão sistêmica dos referênciais que se articulam
e formam a matriz curricular, estimulando uma formação multidisciplinar e interdisciplinar, integrada
às atividades de pesquisa e de extensão.
Seu elemento básico é a qualidade do ensino, que se reflete na presença de determinados
conteúdos essenciais, para que os profissionais egressos do curso tenham um excelente
embasamento teórico e prático. A preocupação em proporcionar uma formação de qualidade também
o leva a desenvolver um sistema de avaliação que não se preocupa somente em avaliar o aluno, mas
também a Instituição e seu Corpo Docente.
Em um mundo dinâmico e em contínua transformação, volta-se, ainda, para a Pesquisa e a
Extensão, procurando relacioná-las diretamente com a possibilidade de intervenções na comunidade
e entorno, de modo a analisar sua realidade e apontar possíveis soluções para os problemas
detectados.
Desta forma, pretende-se preparar um profissional para o mercado que saiba e vivencie os
aspectos de cidadania para que se realize também como pessoa.
O Curso de Enfermagem tem a responsabilidade de formar bacharéis generalistas, capazes
de atender às necessidades regionais, no âmbito assistencial coletivo e hospitalar, público e privado.
Partindo da concepção de mundo e sociedade, o curso determina padrões éticos à sua
atuação,procurando resgatar a perspectiva de unidade e totalidade de conhecimentos fragmentados,
atuando com consciência crítica da sociedade e incentivando seus membros a encontrarem melhores
condições de auto-realização e de vivência.
O enfermeiro não pode mais ser apontado somente como o responsável pela assistência e
alento à dor alheia. A essa assistência, através dos avanços tecnológicos e científicos, foram
agregadas ações e responsabilidades administrativas, desenvolvimento da capacidade de reflexão
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crítica sobre o perfil epidemiológico e detecção dos fatores determinantes do processo saúde e
doença regional, o que confere ao enfermeiro a responsabilidade de esteio ao cliente, equipe e
gestores. Nos dias autais, o enfermeiro deve ser respeitado por sua atuação científico
pedagógica -
política e administrativa, que garante uma assistência completa e de excelência.
Para atender a essa nova realidade da saúde, o Curso de Graduação em Enfermagem foi
concebido para formar profissionais generalistas e humanistas, qualificados para atribuições voltadas
à prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde humana, desenvolvendo atividades
associadas a todas as fases do ciclo vital.
Os egressos devem ser capazes de identificar e intervir nas situações do processo saúdedoença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na região de atuação,
identificando as dimensões biopsicossociais de seus determinantes.
O enfermeiro atual tem suas possibilidades de atuação cada vez maiores; ciente desta
realidade e do dinamismo e exigências dessa empregabilidade, o Curso de Enfermagem sustenta-se
em um currículo integrador e interdisciplinar, que enfatiza a formação humana, considerando que
desta forma, entende-se o indivíduo em toda a sua essência e potencialidade e não apenas, por
frações anátomo-fisiológicas.
O UNIARAXÁ, através desta proposta pedagógica que atende às diretrizes expressas no PDI
(Plano de Desenvolvimento Institucional), PPI (Projeto Pedagógico Institucional) nas Diretrizes
Curriculares Nacionais, pretende preparar um profissional que atue de forma cientifica, técnica e
ética, em todas as áreas da enfermagem: assistência, administração, ensino e pesquisa.
Atender-se-á, assim, a missão a que se propõe o UNIARAXÁ, colocando o no mercado um
profissional capaz de modificar a realidade em que vive e trabalha, alem de propiciar a melhoria da
qualidade de vida da população que ficar aos seus cuidados.
1.1 INFRAESTRUTURA PARA OS ESTUDOS
O projeto pedagógico de Enfermagem visa à formação do profissional com visão
multidisciplinar e espírito científico, dentro dos princípios éticos que envolvem a profissão, tornando-o
capaz de competir no mercado atual.
Assim, conta com uma estrutura administrativa e corpo docente qualificados conforme
exigências legais.
Possui uma infraestrutura dotada de por salas de aula multimeios e laboratórios didáticos
com equipamentos de última geração. Conta, ainda, com livre acesso às bibliotecas central e virtual
de saúde e serviços de informática.
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1.1.1 LABORATÓRIOS
O Curso de Enfermagem do Instituto de Ciências da Saúde, para as aulas práticas do ciclo
básico, utilizará os laboratórios descritos a seguir:

Laboratório de Química e Bioquímica
Instalado em área de 52 m2, é dotado de 03 bancadas em granito e armários em fórmica, com
vista a proporcionar o desenvolvimento de métodos e técnicas que permitam a visualização e a
compreensão dos processos químicos, bioquímicos e genéticos.
Possui toda a infraestrutura e a tecnologia para servir de suporte técnico-didático nestas
áreas de conhecimentos, servindo para o desenvolvimento de ensino, pesquisas e trabalhos de
extensão.

Laboratório de Morfofisiologia
Possui uma área física de 72,3 m2, onde se encontram quatro bancadas em granito, as quais
contém microscópios binoculares, cuja finalidade é fornecer aos alunos a possibilidade de identificar
estruturas microscópicas em lâminas permanentes, de diferentes tecidos animais e vegetais. Sua
utilização visa, ainda demonstrar, através de experimentos práticos, os diferentes tipos de tecidos
animais e vegetais, em atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Laboratório de Microbiologia e Parasitologia
O laboratório de Microbiologia e Parasitologia possui uma área de 115,3 m 2 com bancadas
em granito e armários em fórmica, compartimentados em pequenos laboratórios que são: ImunologiaHematologia e Parasitologia. Na mesma infraestrutura estão contidas a Sala de Lavagem e Expurgo,
de Microscopia de Fluorescência e a Central de Material Estéril.
Este laboratório propicia as condições necessárias para formar profissionais aptos a
desenvolver no ambiente laboratorial as relações teórico-práticas, as diversas análises da rotina
laboratorial e o desenvolvimento do senso de qualidade, ética e aprimoramento das técnicas e
conhecimentos do profissional em análises clínicas.
Para cumprir suas finalidades, o laboratório está aparelhado com equipamentos que visam a
inovação de técnicas para uma prática eficiente, voltada à precisão dos diagnósticos, além de ensejar
o desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão.

Laboratório de Anatomia
Área física de 66 m2, dotada de mesas de dissecção, sala de preparação de peças
anatômicas e tanques para acondicionamento das referidas peças. As atividades didáticas neste
laboratório visam ao desenvolvimento de estudos práticos com peças anatômicas formolizadas e
manequins, para melhor compreensão na área de conhecimento.

Laboratório de Pesquisas Multidisciplinares
Com área de 37,3m2, é um laboratório de pesquisa, em cujas instalações se encontram uma
bancada central em granito e bancos nas laterais com armários em fórmica, avisando o
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desenvolvimento das várias linhas de pesquisa da IES, além de possibilitar aos alunos de Iniciação
Científica do Instituto o desenvolvimento de métodos e técnicas que permitam a produção de
conhecimento na área.

Unidade de Enfermagem
Este laboratório possui uma área física de 103,3 m2, dividida em três ambientes: área de
paramentação, unidade do paciente e área de instrumentalização, com 03 bancadas em granito e
armário em fórmica. Possibilita a vivência da utilização de modelos humanos artificiais e
procedimentos técnicos em enfermagem. Propicia ao futuro enfermeiro todas as condições
necessárias para uma perfeita formação, além de se constituir em local para procedimentos de
primeiros socorros.

Consultório Interdisciplinar
Este consultório possui uma área física de 4,5 x 3,5 m 2, com caráter interdisciplinar, composto
com a finalidade principal de prestar os primeiros atendimentos médicos e fonoaudiológicos,
avaliação e procedimentos fisioterapêuticos.

Laboratório de Pediatria e Geriatria
Neste laboratório são ministradas aulas práticas das disciplinas de Semiologia e
Semiotécnica, Saúde do Adulto e do Idoso e Saúde da Criança e do Adolescente. Neste ambiente de
estudo são proporcionados aos acadêmicos do Curso de Enfermagem conceitos sobre o exame físico
de crianças e adultos e consulta de enfermagem.

Biotério
Em área física de 44 m2, isolado e adequado para a finalidade de criar animais de laboratório,
como cobaias, ratos brancos e camundongos, fica sob os cuidados de um biólogo. Estes animais são
mantidos em gaiolas especiais, onde se reproduzem, recebendo alimentação adequada, em
condições de temperatura e umidade favoráveis para o melhor desenvolvimento destas espécies. A
criação dos animais visa desenvolver trabalhos didáticos e de pesquisa, atentos à legislação
existente sobre as restrições relativas a trabalhos com animais.

Laboratório de Farmacologia e Fisiologia
O objetivo deste laboratório é analisar, identificar e descrever alterações fisiopatológicas e,
ainda, verificar o efeito de diferentes fármacos, através de teste em animais.
Está instalado em uma área física de 77,6m2, com três ambientes: sala para estudo de
comportamento de animal, sala didática com 2 bancadas em granito com armário em fórmica e uma
ante-sala.
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1.2 BIBLIOTECA CENTRAL
A Biblioteca do Centro Universitário do Planalto de Araxá
UNIARAXÁ ocupa uma área de
595 m2, adaptada para o seu funcionamento, incluindo a acessibilidade para deficientes físicos,
reunindo o acervo de todos os Cursos oferecidos pelo UNIARAXÁ.
Está engajada no projeto Rede Bibliodata, uma rede de bibliotecas brasileiras que realiza a
catalogação cooperativa de seus acervos e compartilha produtos e serviços, visando à redução de
custos e promovendo a difusão dos respectivos acervos bibliográficos.
Informação, Tecnologia e Consultoria. O programa é capaz de manipular diversas bases de dados,
cada uma contendo dados distintos: definição da base, entrada de dados/modificação, indexação,
recuperação, classificação, impressão de listagens, geração formato intercâmbio e backup.
Possui as capacidades essenciais para um gerenciador de informações bibliográficas:
campos de registros de variável, campo repetitivo, subcampos, capacidade integral para efetuar
buscas baseadas nas regras da álgebra booleana e de adjacência e recursos flexíveis para gerar
produtos impressos.
Estão implantados os aplicativos abaixo, que servem de interface entre a base de dados do
acervo local e os processos e serviços da biblioteca:

SIAQUIS
INFOISIS: para o processamento e administração interna do acervo. Gera
listagens específicas do acervo e emite etiquetas de código de barras e lombadas.

LEGISIS
INFOISIS: base de dados para o cadastramento do acervo, com planilhas de
inserção dos vários tipos de materiais, livros, periódicos e outros.

SIAPED
INFOISIS: aplicativo para a realização de tarefas relativas ao serviço de
empréstimo, tais como, devolução, reserva, informando sobre o estado do acervo e do
usuário. Utiliza código de barras e leitora óptica.
Essas aplicações possibilitam os processos de tratamento da informação, viabilizando sua
recuperação e acesso.
A base de dados do acervo está disponivel na rede de computadores da instituição e Internet.
O acesso pode ser realizado nos diversos pontos da Rede e On-Line.
A Biblioteca conta com rede local composta por microcomputadores, onde estão disponíveis
diversas fontes de informação e pesquisas in loco, através de CD-ROM e via INTERNET, além da
base de dados do acervo.
Para descrição bibliográfica, utilizamRegras para Catalogação
, para a classificação de assuntos,
Universal
Podem ser acessadas na Biblioteca as seguintes bases de dados:

Base de dados que contém o acervo da biblioteca: livros, periódicos e materiais especiais.
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
Fontes de informação em CD-ROM: fontes primárias e secundárias para consulta e
pesquisa.
No intuito de compartilhar acervos e serviços, a Biblioteca está filiada a sistemas e redes de
informação nacionais tais como o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
que disponibiliza através do Catálogo Coletivo Nacional (CCN), o acesso aos acervos de periódicos
das bibliotecas brasileiras; facilita a obtenção de cópias de artigos e outros materiais através do
programa COMUT ON-LINE; possibilita a pesquisa bibliográfica em bancos de dados nacionais e
estrangeiros, através da REDE ANTARES.
A Biblioteca disponibiliza, ainda, acesso à internet a partir de workstations, possibilitando
pesquisar em inúmeros bancos de dados, bibliotecas de instituições congêneres e outras
informações.
A Biblioteca adota o regime de livre acesso à comunidade universitária e à comunidade em
geral. O uso das diversas coleções está normalizado no Regulamento específico da Biblioteca.
Na utilização do serviço de empréstimo domiciliar, o usuário adquire o seu cartão de
identificação com o código de barras, permitindo agilidade e segurança no atendimento.
A Biblioteca mantém convênios com instituições locais, possibilitando aos usuários a
utilização de outros acervos, através do serviço de empréstimo entre bibliotecas.
As aquisições
são feitas,
semestralmente, priorizando as bibliografias
básicas e
complementares dos planos de ensino aprovados pela Coordenação de Curso, com número de
exemplares suficiente para o atendimento pleno aos estudos dos grupos de alunos envolvidos na
área, dentro de uma racionalidade que alia economia e adequação.
O acervo é ampliado seguindo as recomendações dos professores, através de indicações
dos coordenadores de curso, comprovadas a procura pelo corpo discente, a compatibilidade do
acervo com o conteúdo das disciplinas, a necessidade de reposição por a danos e de acréscimo do
número de exemplares em determinados títulos.
Os recursos da mantenedora destinam-se não apenas à qualificação dos serviços prestados
e à aquisição de livros e periódicos, mas, também, à possibilidade do uso de vídeos, mapas, recursos
de interligação teleinformatizada e tudo mais que caracterize um moderno e eficiente processo
informativo, disponível para os seus usuários.
1.2.1 BIBLIOTECA VIRTUAL DE SAÚDE
ESTAÇÃO BVS
A Biblioteca Virtual em Saúde foi implantada em parceria com o Ministério da Saúde e o
Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciência da Saúde (BIREME/OPAS). A
Estação BVS é um caminho para acessar as fontes de informação relevantes e responder as
necessidades de informação técnico-científica dos alunos, professores, profissionais de saúde da
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comunidade local e regional. É um local equipado com modernos computadores que oferece aos
usuários e outras pessoas da comunidade interessadas em treinamentos para o acesso às bases de
dados em saúde.
1.3 INFRAESTRUTURA COMPUTACIONAL
O Centro Universitário do Planalto de Araxá
UNIARAXÁ possui um parque computacional
de alto nível, o que oportuniza ao setor administrativo, alunos e docentes serviços e informações com
grande agilidade.
Atualmente, o Data Center possui móvel especial para acomodar os servidores (Rack), sete
servidores Dell para rack, com redundância de fonte, disco e interface de rede. Seus servidores são
protegidos por nobreaks de autonomia de 20 min, sendo que os geradores da instituição são ativados
em menos de 1 minuto, em caso de falha no fornecimento de energia.
A rede de computadores do UNIARAXÁ utiliza cabeamento estruturado de rede com fibra
ótica, interligando os recursos computacionais das áreas administrativa, acadêmica, biblioteca e
laboratórios de informática.
Todas as salas de aula possuem computadores e projetores multimídia, permitindo ao
docente o acesso ao sistema acadêmico, para o controle de freqüência discente e registro de
conteúdo da aula. Os computadores e projetores são também utilizados como recurso didático para
as aulas.
O acesso à Internet é realizado através de um link síncrono dedicado (www.uniaraxa.edu.br)
de 2Mbps fornecido pela Telemar. Em todos os computadores da rede é liberado o acesso à Internet,
para os alunos, professores e comunidade. O acesso à Internet é controlado por um sistema de
segurança (Firewall) e com um sistema de controle de conteúdo que autoriza ou nega acesso a
páginas na Internet. Além disso, a instituição conta com rede Wireless segura padrão 802.11 B/G 2.4
GHZ disponível para todos os alunos, professores e funcionários com acesso à internet, com
autenticação em servidor RADIUS e criptografia de 128bits. Atualmente, a rede Wireless possui um
total de 317 notebooks cadastrados, distribuídos entre alunos, professores e funcionários;
Através da utilização da intranet, acessível pelo site da instituição (www.uniaraxa.edu.br), os
alunos têm acesso às informações acadêmicas (notas, acervo da Biblioteca, freqüência, dados
financeiros e ao Portal Universitário). O acesso à intranet é feito através dos diversos computadores
dos Laboratórios de Informática, da Biblioteca, do DCE e dos quiosques de auto-atendimento.
O campus possui 14 quiosques de auto-atendimento que permitem a todos os alunos o fácil
acesso às informações acadêmicas, Biblioteca e Portal Universitário. Os quiosques estão disponíveis
nas áreas de circulação. Este acesso é autorizado mediante a apresentação senhas. A biblioteca
possui dois quiosques de auto-atendimento, 39 estações para uso dos alunos para pesquisas e
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trabalhos escolares. Todo aluno tem um endereço eletrônico (e-mail) fornecido pela instituição,
através do Portal Universitário.
Com o intuito de tornar a administração do Centro Universitário do Planalto de Araxá cada
vez mais ágil e proporcionar um leque maior de informações aos diversos usuários é compromisso da
Mantenedora a frequente ampliação e atualização da rede de computadores. Dessa forma, propiciará
condições de incorporação intensiva de recursos de informática compatíveis com o seu estado atual,
como recurso indispensável ao desenvolvimento das funções de ensino, investigação científica,
pesquisa e extensão.
Pelo site do UNIARAXÁ (www.uniaraxa.edu.br) é possível acessar vários serviços e
informações para a comunidade em geral e, principalmente, para diretores de instituto,
coordenadores, professores e alunos.
A Instituição utiliza somente softwares licenciados. Sistemas operacionais como Windows XP,
Windows Vista, Windows Server 2003, Windows Server 2008, estão disponíveis a todos os alunos,
professores e funcionários. Também estão disponíveis ferramentas de desenvolvimento e
produtividade como Visual Studio, Microsoft Office 2003, Microsoft Office 2007, Microsoft Project, etc.
1.4 RECURSOS DIDÁTICOS

Salas de Multimeios;


Televisores;

Retro projetores;

Projetores de slides;

Microscópio com micro câmera e monitor;

Computadores com acesso à internet;

Portal Universitário;
2. ATIVIDADES DO CURSO
A pesquisa científica apresenta-se como atividade fundamental no processo educativo por
produzir conhecimentos sobre a realidade, cada vez mais dinâmica e complexa, necessária ao
profissional do futuro. Indissociada deste processo, a extensão permite o intercâmbio da instituição
com a comunidade na qual está inserida, através da difusão de conhecimentos e da prestação de
serviços. Nesta busca permanente de colaboração e integração, o Instituto de Ciências da Saúde
valoriza a pesquisa científica como um elo estreito com a historicidade
é a experiência coletiva
acumulada pelas gerações precedentes que permite ao homem viver o seu presente com vistas ao
futuro.
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Por outro lado, a instituição também entende que a produção atual de conhecimentos e a
incansável busca de solução para os problemas tornam-se motores fundamentais do avanço
institucional, visto que há tendência a uma rápida desatualização dos profissionais e, particularmente,
ao envelhecimento precoce de conhecimentos localizados e pontuais. Assim sendo, favorece a
formação do profissional do futuro com uma sólida base científica, indispensável à busca constante
da libertação do homem e do aprimoramento da sociedade: com capacidade e conhecimento para
trabalhar
de
modo
inovador,
com
formação
multidisciplinar/interdisciplinar,
buscando
o
desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores éticos fundamentais, e melhoria das condições de
vida e saúde da população.
A metodologia proposta almeja a formação humana como prioridade, preparando um
profissional seguro, responsável, comprometido e consciente.
As atividades previstas neste Projeto Pedagógico visam o fortalecimento dos conhecimentos
teórico-práticos através de disciplinas integradoras e práticas de laboratório, onde é discutido todo o
embasamento teórico do procedimento. Tal conduta favorece o desenvolvimento do raciocínio lógico,
crítico e reflexivo.
No, 1º, 2º, 4º e 5º períodos ocorrem duas práticas de laboratório, com turma dividida, nas
dependências do Instituto de Ciências da Saúde, no Bloco dos Laboratórios, em horário normal de
aula. Toda disciplina que possui aulas de laboratório, possui carga horária de 50% para teoria e 50%
para prática de laboratório.
A oportunidade de relacionar o conhecimento teórico-prático e a vivência da realidade e
participação de situações que permitam ao aluno a experiência de ações, processos decisórios e
atitude pró-ativa, são possibilitadas nas práticas de campo, que ocorrem do 1º ao 7º período, nas
disciplinas integradoras. Tais práticas são realizadas em instituições públicas e privadas da cidade,
através de convênios e parcerias.
2.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares, normalizadas pela Portaria n. 025/2004 e respectivo
regulamento e, ainda, presentes nas Diretrizes Curriculares, somam 200 horas que devem ser
contempladas ao longo dos 10 semestres, no mínimo. Dentre atividades complementares, podem ser
considerados: estágio extra curricular, monitoria, participação em congressos, simpósios e seminários
e atividades de pesquisa e extensão. Essas atividades são de grande importância para a formação do
futuro profissional, pois se caracterizam como mais uma oportunidade de associação e aplicação de
conhecimentos, fortalecendo os laços tanto com a comunidade acadêmica quanto com a comunidade
externa. Em consonância com o princípio de que a formação dos profissionais de Enfermagem não
deve ater-se aos limites da sala de aula ou aos muros do campus universitário, as atividades
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complementares foram previstas, com o objetivo de possibilitar novos espaços e tempos de
aprendizagem.
2.2 MONITORIA
Com a finalidade de complementar a formação acadêmica, fortalecer o vínculo do aluno com
a Instituição, estimular a participação e o interesse do aluno, facilitar a comunicação entre corpos
docente e discente, oportunizar a aplicação e a transmissão dos conhecimentos já adquiridos e
fortalecer o senso de responsabilidade é oferecida a monitoria. Deste processo, participam alunos de
períodos mais avançados que, sob orientação do docente da disciplina, acompanham alunos de
períodos iniciais e elaboram projetos de pesquisa e extensão. Tal prática não caracteriza vínculo
empregatício, visto que as horas dispensadas pelo aluno para a monitoria são supervisionadas por
docente e consideradas atividades complementares.
2.3 ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
A concepção de Educação priorizada pelo UNIARAXÁ procura contemplar a sociedade da
informação e do conhecimento que cada vez mais exige a aprendizagem também mediada pela
tecnologia. Criou-se assim um programa de auto-aprendizagem, composto por atividades práticas
supervisionadas que ampliam o Plano de Ensino de cada disciplina, esclarecendo mais
detalhadamente
sobre
as
(orientadas/supervisionadas
atividades
pelo
que
professor,
serão
via
desenvolvidas
Portal
extraclasse
Universitário)
como
pelo
aluno
preparação,
implementação e/ou enriquecimento das aulas presenciais.
Objetivos das Atividades Práticas Supervisionadas:
 Servir de ponte ao estudo autônomo e continuado;
 Ampliar e consolidar os conhecimentos adquiridos;
 Complementar e dinamizar o ensino presencial;
 Incentivar a interação virtual aluno/aluno e aluno/professor;
 Implementar a utilização da tecnologia como recurso de aprendizagem;
 Estimular uma nova postura do aluno frente à própria aprendizagem.
Todas as atividades desenvolvidas com utilização das ferramentas do Portal Universitário
(quadro de avisos, entrega de trabalhos, fóruns, salas de debate, agendas etc.) serão avaliadas
presencialmente.
Com esta estratégia pedagógica, regulamentada pela Resolução n. 06/2009, do Conselho
Universitário, integraliza-se a carga horária do Curso nos termos da Resolução CNE/CES n. 02/2007.
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2.4 NIVELAMENTO DA APRENDIZAGEM
Considerando as diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais e educacionais dos
discentes, busca-se através do programa de nivelamento curricular, criar as condições necessárias
para a aprendizagem proporcionando a eles o estudo dos conteúdos de Matemática e Português, em
nível de educação básica, para o acompanhamento da turma.
Também é ofertado o ensino de informática básica para proporcionar aos alunos um melhor
desempenho na utilização dos recursos tecnológicos da Instituição e no mercado de trabalho.
As aulas de nivelamento são oferecidas ao longo do semestre, em horário extra classe, por
professores e monitores, com acompanhamento da Coordenação do Projeto, apoio dos
Coordenadores de Curso e supervisão dos Diretores de Instituto. O acompanhamento diário das
atividades é feito através do Portal Universitário.
A avaliação é processual e contínua, através de exercícios e provas variadas e, ao final do
curso, com aplicação de uma prova de conhecimentos para verificar o aproveitamento do aluno.
Espera-se com este projeto que o aluno tenha um melhor aproveitamento em seus estudos,
sucesso no seu curso e, posteriormente, prossiga na Formação Continuada oferecida pela IES,
obtendo bons resultados no mercado de trabalho.
2.5 AVALIAÇÃO DO CONTROLE DE QUALIDADE DA GRADUAÇÃO
ACQG
Em vista de disposições emanadas do MEC, os cursos superiores são submetidos a um
processo de avaliação, hoje denominado ENADE
Exame Nacional de Desempenho do Estudante,
de acordo com programação e normas gerais de procedimento estabelecidas pelo Sistema Federal.
O Exame objetiva aferir o desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos
programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, suas
competências para compreender temas exteriores ao âmbito da profissão, ligados à realidade
brasileira, mundial e outras áreas do conhecimento.
Visando a adequação ao processo de avaliação governamental, o UNIARAXÁ adotou uma
sistemática avaliativa nos mesmos parâmetros, de forma contínua, proporcionando ao aluno um
estudo permanente de conteúdos relacionados à formação específica de cada curso. Esta avaliação
explora habilidades e competências importantes para todas as áreas do conhecimento com o objetivo
de sanar as deficiências encontradas, preparando o aluno para exames externos, para concursos
públicos, para a vida profissional e para o mercado de trabalho.
Assim, a Avaliação do Controle de Qualidade da Graduação consiste em um programa
institucional que visa ao aferimento semestral da qualidade de ensino oferecida pela IES,
identificando a eficiência, a eficácia e a efetividade no processo avaliativo do ensino, visando à sua
reutilização e/ou reprogramação para o alcance da missão institucional. Esta avaliação é importante
na sondagem do nível de conhecimentos, habilidades e competências adquiridas pelos alunos no
percurso de sua vida acadêmica.
PPC aprovado em 07/10/2009
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2.6 ENADE
COMPONENTE CURRICULAR OBRIGATÓRIO
Segundo o disposto no art.28 da Portaria MEC n. 2051 de 09 de julho de 2004, o ENADE
Exame
Nacional do Desempenho dos Estudantes - é um componente curricular obrigatório dos cursos de
graduação, sendo o registro de participação condição indispensável para a emissão do histórico
escolar, mesmo que o aluno não tenha sido selecionado para integrar a amostragem. Nesta hipótese,
termos do art.
Exame, basta que se coloque,
no histórico escolar, a data da realização.
O ENADE é aplicado periodicamente, admitida a utilização de procedimentos amostrais aos
estudantes do final do primeiro e do último ano dos cursos de graduação, que serão selecionados, a
cada ano, para participarem do Exame, cujos critérios e procedimentos técnicos para a aplicação do
Exame cabem ao INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira)
órgão que, também, recebe as inscrições.
Além de acompanhar o processo de aprendizagem e o desempenho dos acadêmicos em relação aos
conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, suas
habilidades para ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e suas
competências para compreender temas ligados à realidade brasileira e mundial e a outras áreas do
conhecimento, os alunos, ainda, respondem ao questionário socioeconômico para compor o perfil dos
estudantes do primeiro e do último ano do curso.
É de responsabilidade do Reitor da IES a inscrição de todos os alunos habilitados ao Exame.
O Centro Universitário do Planalto de Araxá, desde 1999, vem se distinguindo positivamente nos
processos de avaliação externa aos quais está sendo submetido. Assim, a obrigatoriedade do
ENADE veio ao encontro do compromisso institucional de oferecer ensino com excelência de
qualidade, consolidando um trabalho integrado de diretores, coordenadores de curso e professores
com vista à aprendizagem e ao desempenho do graduando, na prática cotidiana.
Aos responsáveis pelo processo de avaliação do desempenho dos acadêmicos compete a tarefa de
conscientizá-los e incentivá-los sobre a importância da revisão dos conteúdos a fim de que logrem
êxito no ENADE assim como em sua vida profissional.
É válido destacar a ação da CPA
Comissão Própria de Avaliação, prevista no art. 11, da Lei n.
10.861/2004, cujo trabalho de coordenação dos processos avaliativos internos da IES, de
sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP, tem sido relevante.
Cada curso detém uma programação alusiva ao ENADE, que envolve alunos e professores,
principalmente. Até momentos especiais de confraternização para as turmas que conquistarem notas
4 e 5 estão previstos, como um estímulo ao esforço de cada um. Registra-se, assim, que o ENADE
além de aferir, estimula a melhoria da qualidade da educação que se constrói no âmbito institucional
e/ou, fora dele, com a devida supervisao.
PPC aprovado em 07/10/2009
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3. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO
1º SEMESTRE
2º SEMESTRE
CITOLOGIA
3º SEMESTRE
ANATOMIA
MICROBIOLOGIA
HUMANA II
IMUNOLOGIA
E
EDUCAÇÃO
HISTOLOGIA
EM
E
EMBRIOLOGIA
SAÚDE
4º SEMESTRE
5º SEMESTRE
SEMIOLOGIA
PSICOLOGIA
E
SEMIOTÉCNICA
AÇÕES
GENÉTICA
PARASITOLOGIA
DE ENFERMAGEM
NA ATENÇÃO
6º SEMESTRE
7º SEMESTRE
ASSISTÊNCIA
ASSISTÊNCIA
CUIDADOS
INTEGRAIS AO
MÉDICO-
MÉDICO
ADULTO E IDOSO
CIRÚRGICA I
CIRÚRGICA II
CUIDADOS
INTEGRAIS A
MULHER
CUIDADOS
INTEGRAIS À
CRIANÇA E AO
ADOLESCENTE
À SAÚDE
HISTÓRIA
ETICA
DA
ENFERMAGEM
E
BIOÉTICA
MÉTODOS
E
TÉCNICAS DE
FARMACOLOGIA
NUTRIÇÃO E
DIETOTERAPIA
PESQUISA
CIENTÍFICA
SAÚDE DO
TRABALHADOR
SAÚDE
MENTAL
8º SEMESTRE
9º SEMESTRE
OPTATIVA I
OPTATIVA II
PRODUÇÃO
BIOESTATÍSTICA
CIENTÍFICA
CUIDADOS
INTENSIVOS
GESTÃO
GESTÃO DE
URGÊNCIA
SERVIÇOS DE
E
NOS
EMERGÊNCIAS
SERVIÇOS DE
SAÚDE
ENFERMAGEM
I
FISIOLOGIA
ANATOMIA
GERAL E
HUMANA
HUMANA I
INGRESSO
10º SEMESTRE
BIOQUIMICA
POLÍTICAS
E
DE
BIOFÍSICA
SAÚDE
PROCESSO
LEITURA E
PRODUÇÃO DE
TEXTOS
SAÚDE
DOENÇA
EPIDEMIOLOGIA
INFECÇÃO
HOSPITALAR
PATOLOGIA DE
ÓRGÃOS E
SISTEMAS
MODELOS DE
INTERPRETAÇÃO E
INTERVENÇÃO DO
PROCESSO SAÚDE
DOENÇA
BASES PARA O
CUIDADO DE
ENFERMAGEM
AÇÕES BÁSICAS
DOS CUIDADOS DE
ENFERMAGEM
INFORMÁTICA
AÇÕES
AVANÇADAS
DOS
CUIDADOS DE
ENFERMAGEM
DIDÁTICA
LEGISLAÇÃO DE
APLICADA A
ENFERMAGEM E
ENFERMAGEM
POSTURA
PROFISSIONAL
SAÚDE DA
FAMÍLIA
HOSPITALIDADE
NA SAÚDE
CUIDADOS
INTEGRAIS NA
ASSISTÊNCIA
DE ENFERMAGEM
II
CUIDADOS
INTEGRAIS NA
ASSISTÊNCIA
DE
ENFERMAGEM
I
CUIDADOS NA
POLÍTICA E
ORGANIZAÇÃO
SERVIÇOS DE
SAÚDE I
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO I
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO II
ESTÁGIO
SUPERVISIONADO III
ATIVIDADES
COMPLEMENTARES
CONTEÚDOS
BÁSICOS
CONTEÚDOS
ESPECÍFICOS
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3.1 ARQUITETURA CURRICULAR
Carga Horária
PERÍODO
1º
3º
4º
5º
6º
7º
8º
9º
10º
Semestral
Total
Teoria
Prát. Lab
Prát.
Campo
4
4
4
2
2
4
20
4
4
4
2
2
4
20
4
2
2
4
2
4
4
22
2
2
2
4
4
4
18
4
4
2
2
4
16
4
4
2
2
2
4
18
4
4
4
2
2
2
4
2
2
4
16
2
2
4
2
2
2
14
4
2
2
4
2
4
2
20
2
2
2
2
2
2
12
2
2
2
2
2
10
4
4
2
2
2
2
16
4
4
4
2
2
-
-
4
2
2
4
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
-
2
-
-
40
Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem II ***
Subtotal
Cuidados Integrais ao Adulto e Idoso
Gestão de Serviços de Enfermagem
Hospitalidade na Saúde
Bioestatística
Estágio Supervisionado I Hospitalar
Estágio Supervisionado I Não Hospitalar
Subtotal
Urgências e Emergência
Produção Científica
Optativa I
Estágio Supervisionado II Hospitalar
Estágio Supervisionado II Não Hospitalar
Subtotal
Gestão dos Serviços de Saúde
Optativa II
4
18
4
4
2
2
-
2
16
4
4
2
2
-
-
2
2
-
-
-
12
4
2
2
-
12
4
2
2
-
-
-
8
2
2
8
2
2
-
-
80
360
80
80
40
40
100
100
440
80
40
40
150
150
460
40
40
Cuidados Intensivos
4
4
-
-
Estágio Supervisionado III Hospitalar
Estágio Supervisionado IIII Não Hospitalar
Subtotal
Atividades Completares
CARGA HORÁRIA TOTAL
-
-
-
-
8
160
8
132
16
12
Anatomia Humana I **
Citologia
Bioquímica e Biofísica
História da Enfermagem
Educação em Saúde
Leitura e Produção de Textos
Subtotal
2º
Semanal
DISCIPLINA
Anatomia Humana II **
Histologia e Embriologia
Fisiologia Geral e Humana
Políticas de Saúde
Ética e Bioética
Processo Saúde Doença***
Subtotal
Microbiologia e Imunologia
Genética
Métodos e Técnicas de Pesquisa
Patologia Geral de Órgãos e Sistemas
Epidemiologia
Modelos de Interpretação e Intervenção do Processo Saúde-Doença
Cuidados na Política e Organização dos Serviços de Saúde
Subtotal
Parasitologia
Psicologia
Infecção Hospitalar
Farmacologia
Bases para o Cuidado de Enfermagem
Ações Básicas dos Cuidados de Enfermagem ***
Subtotal
Semiologia e Semiotécnica
Ações de Enfermagem na Atenção à Saúde
Nutrição e Dietoterapia
Informática
Ações Avançadas dos Cuidados de Enfermagem ***
Subtotal
Assistência Médico-Cirúrgica I
Cuidados Integrais a Mulher
Saúde da Família
Saúde do Trabalhador
Didática Aplicada a Enfermagem
Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem I ***
Subtotal
Assistência Médico-Cirúrgica II
Cuidados Integrais à Criança e ao Adolescente
Saúde Mental
Legislação de Enfermagem e Postura Profissional
0
2
2
4
2
2
4
0
-
Estágio
--
--
--
--
--
--
100
100
200
150
150
300
Discipl.
80
80
80
40
40
80
400
80
80
80
40
40
80
400
80
40
40
80
40
80
80
440
40
40
40
80
80
80
360
80
80
40
40
80
320
80
80
40
40
40
80
360
80
80
80
80
175
175
350
850
175
175
510
200
4250
Total
Geral
400
400
440
360
320
360
360
440
460
510
200
4250
(*) Disciplinas Integradoras que só podem ser cursadas em concomitância com as disciplinas específicas do período.
(**) As disciplinas seqüenciais (I e II) somente podem ser cursadas na ordem expressa. No mesmo entendimento, integram-se
as disciplinas assinaladas com (**).
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3.2 CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM (EIXOS)
A estrutura curricular do Curso atende ao disposto na Resolução CNE/CES n. 03 de
07/11/2001, Diretrizes Curriculares Nacionais e Resolução n. 4/2009.
Desta forma, o projeto pedagógico foi construído contemplando todos os conteúdos essenciais para o
Curso de Graduação em Enfermagem, relacionando o processo saúde-doença do cidadão, da família
e da comunidade, sempre articulado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando desta
maneira a integralização das ações do cuidar em Enfermagem. A formação do Enfermeiro deve
atender às necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS) e
assegurar a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento.
Assim, os seguintes eixos articulados de formação norteiam este projeto:

Ciências Biológicas e da Saúde
incluem-se os conteúdos (teóricos e práticos) de base
moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos tecidos,
órgãos, sistemas e aparelhos, aplicados às situações decorrentes do processo saúde-doença no
desenvolvimento da prática assistencial de Enfermagem;

Ciências Humanas e Sociais
incluem-se os conteúdos referentes às diversas dimensões da
relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos determinantes sociais,
culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e
coletivo, do processo saúde-doença;

Ciências da Enfermagem - neste tópico de estudo, incluem-se:
a) Fundamentos de Enfermagem: os conteúdos técnicos, metodológicos e os meios e
instrumentos inerentes ao trabalho do Enfermeiro e da Enfermagem, em nível individual e
coletivo;
b) Assistência de Enfermagem: os conteúdos (teóricos e práticos) que compõem a assistência
de Enfermagem, em nível individual e coletivo, prestada à criança, ao adolescente, ao adulto, à
mulher e ao idoso, considerando os determinantes sócio-culturais, econômicos e ecológicos do
processo saúde-doença, bem como os princípios éticos, legais e humanísticos inerentes ao
cuidado de Enfermagem;
c) Administração de Enfermagem: os conteúdos (teóricos e práticos) da administração do
processo de trabalho de enfermagem e da assistência de enfermagem;
d) Ensino de Enfermagem: os conteúdos pertinentes à capacitação pedagógica do enfermeiro,
independente da Licenciatura em Enfermagem.
PPC aprovado em 07/10/2009
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3.2.1 QUADRO DE CARGA HORÁRIA POR ÁREA
FORMAÇÃO BÁSICA
ÁREAS
Ciências Biológicas e da
Saúde
DISCIPLINAS DO CURRÍCULO
Anatomia Humana I
Anatomia Humana II
Citologia
Bioquímica e Biofísica
Histologia e Embriologia
Fisiologia Geral e Humana
Microbiologia e Imunologia
Genética
Parasitologia
Patologia Geral de Órgãos e Sistemas
Farmacologia
Bioestatística
CH
Ciências Humanas e
Sociais
Psicologia
Métodos e Técnicas de Pesquisa Científica
Produção Científica
Ética e Bioética
Leitura e Produção de Textos
Informática em Saúde
CH
Teoria
40
40
40
80
40
80
80
40
40
80
40
40
640
40
40
40
40
80
40
280
CH Semestral
P. Lab.
P. Cam.
40
40
40
40
40
200
-
-
CH Semestral
P. Lab.
40
40
P. Cam.
-
-
-
40
40
-
40
40
40
40
40
640
80
80
80
40
80
80
40
80
80
80
40
40
800
80
40
40
160
40
40
FORMAÇÃO ESPECÍFICA
ÁREAS
Fundamentos de
Enfermagem
DISCIPLINAS DO CURRÍCULO
Teoria
40
40
40
40
40
40
40
40
40
80
História da Enfermagem
Educação em Saúde
Políticas de Saúde
Epidemiologia
Bases para o Cuidado de Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica
Infecção Hospitalar
Nutrição e Dietoterapia
Legislação de Enfermagem e Postura Profissional
Modelos de Interpretação e Intervenção do Processo
Saúde-Doença
Processo Saúde-doença
Cuidados na Política e Organização dos Serviços de
Saúde
Ações de Enfermagem na Atenção à Saúde
Ações Básicas dos Cuidados de Enfermagem
Ações Avançadas dos Cuidados de Enfermagem
CH
Assistência de Enfermagem
Assistência Médico-Cirúrgica I
Assistência Médico-Cirúrgica II
Cuidados Integrais a Mulher
Saúde do Trabalhador
Cuidados Integrais à Criança e ao Adolescente
Saúde Mental
Saúde da Família
Cuidados Integrais ao Adulto e Idoso
Urgências e Emergências
Cuidados Intensivos
Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem I
Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem II
CH
Administração em
Enfermagem
Gestão de Serviços de Enfermagem
Gestão de Serviços de Saúde
Hospitalidade na Saúde
CH
Ensino de Enfermagem
Optativa I
Optativa II
CH
Estágio Curricular
Supervisionado
40
40
160
40
40
80
-
-
-
320
425
425
850
1040
Didática Aplicada à Enfermagem
CH
Optativas
120
-
Unidades Hospitalares
Unidades Não Hospitalares
CH
Total
40
40
40
80
2.640
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Atividades Complementares: 200h
Aulas Práticas:
 Prática de Laboratório com divisão de turma em T1 e T2: 280 horas
 Prática de Campo em grupos de 06 alunos: 280 horas
Carga horária total do curso:
 Conteúdos Curriculares ................................ 3.200 h
 Estágio Supervisionado ................................. 850 h
 Atividades Complementares ........................... 200 h
 Total Geral ................................................... .4.250 h
3.3 EXPLICITAÇÃO DO PERCURSO PROPOSTO
O Projeto Pedagógico ora proposto para o Curso de Enfermagem está adequado às novas
necessidades, com objetivos claramente definidos, decorrentes das orientações básicas emanadas
das seguintes normas legais: Resolução CNE/CES n. 03 de 07/11/2001, Diretrizes Curriculares
Nacionais e Resolução n. 4/2009.
O trabalho interdisciplinar, concebido como disciplina integradora no Projeto Pedagógico do
Curso, é uma atividade estruturada estrategicamente para promover a integração horizontal e vertical
dos conteúdos e práticas curriculares.
Foi planejado como um dos mecanismos para compor o perfil atualmente exigido do
profissional capaz de se adaptar a situações em constante mutação, de resolver problemas, de ser
criativo, de trabalhar em equipe e de exercer sua responsabilidade pessoal, social e intelectual. Para
tanto, deve, sempre que possível, articular o trabalho interdisciplinar com temáticas relevantes que
atendam aos interesses do curso.
Trata-se de uma prática pedagógica que prevê uma forma flexível de aprendizagem, pautada
no trabalho ora individual ora em equipe, despertando no aluno o desafio da auto-aprendizagem, a
curiosidade e o estímulo à investigação, na busca de soluções para assuntos de seu interesse.
Esta prática pretende capacitar o aluno, que assume em muitos momentos posição de
liderança, a tomar decisões (o que requer habilidades para avaliar, sistematizar e decidir a conduta
mais apropriada para cada situação), a interagir e articular-se com outros profissionais, por meio de
um trabalho em equipe.
A atividade deve ser desenvolvida sobre um problema formulado dentro de uma temática
interdisciplinar, utilizando metodologia capaz de levar os alunos a desenvolverem as competências
necessárias à formação profissional.
PPC aprovado em 07/10/2009
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As disciplinas são recortes das áreas de conhecimentos que não esgotam isoladamente a
realidade dos fatos físicos e sociais, devendo buscar entre si interações que permitam aos alunos a
compreensão mais ampla da realidade de sua atuação profissional.
A interdisciplinaridade não invalida a natureza específica de cada forma de conhecimento, de
que derivam as disciplinas, estruturadas em torno de conceitos centrais e peculiares, dotadas de uma
estrutura lógica própria e de técnicas particulares para explorar a realidade.
A disciplina integradora será oferecida nos seis períodos iniciais do curso. O objetivo é
possibilitar que o aluno adquira, progressivamente, as competências, em níveis distintos de
abordagem, compatíveis com sua maturidade e o estágio de inserção na área do curso.
O professor responsável pela disciplina integradora deverá atuar como coordenador do
período.
a) Interdependência Dinâmica dos Conteúdos
Considerando que a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade constituem-se em
instrumentos de grande importância na formação profissional, o Curso de Enfermagem deverá estar
integrado aos demais cursos da Instituição.
Para operacionalizar este princípio, todos os conteúdos selecionados deverão estar
interrelacionados em termos de conhecimentos gerais e específicos da área da Enfermagem. Para
tanto, o planejamento deverá ser realizado de forma conjunta, independentemente da área de
atuação do professor.
b) Unidade entre Teoria e Prática
A proposta de trabalho parte de uma visão que busca fortalecer a articulação da teoria com a
prática ao longo do curso e por meio das práticas de campo que acontecem do 1º ao 6º semestre.
Esta modalidade possibilita que os alunos adquiram experiências práticas, de execução e de
aplicação dos conhecimentos e de técnicas trabalhadas pelos professores em sala de aula e nos
laboratórios de simulação de enfermagem. Nos 7º e 8º semestres, são oferecidos os estágios
curriculares supervisionados, com o propósito de preparar os alunos para o campo de trabalho.
Valorizar-se-ão, ainda, a pesquisa individual e a coletiva, assim como a participação em
projetos de pesquisa e extensão, modalidades em que a dicotomia teoria x prática contribui para a
qualificação dos futuros trabalhadores de enfermagem.
c) Indissociabilidade entre o Ensino, Pesquisa e Extensão
O princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão será assegurado
mediante o envolvimento dos professores e alunos em projetos como os de Iniciação Científica,
Programas de Monitoria e Atividades de Extensão. Além disso, as atividades docentes deverão
oportunizar aos alunos, constantemente, condições de participação em projetos individuais ou de
grupos de pesquisa.
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d) Atendimento à Diversidade Humana e às Desigualdades Sociais
Os conhecimentos veiculados e as relações interpessoais que deverão ocorrer durante o
curso levarão em conta as diferenças biológicas de natureza individual e as desigualdades coletivas
de natureza social. Para tanto, os docentes necessitam tratar, em todas as disciplinas, com
conhecimentos relativos às crianças, gestantes, adultos e idosos, levando em consideração tanto as
diferenças individuais e coletivas quanto as desigualdades econômicas, sociais e culturais existentes.
e) Equilíbrio Dinâmico entre os Conhecimentos Específicos e os Gerais
A grade curricular e toda ênfase do curso deverão buscar o equilíbrio entre os conhecimentos
específicos e gerais, evitando qualquer prevalência. Historicamente, nos cursos em que este fato
ocorreu, observou-se a condução da formação do profissional de Enfermagem por caminhos
equivocados. Isso se expressa, por exemplo, na discussão estabelecida entre grande parte dos
coordenadores a respeito da questão: especialistas versus generalistas. Essa polarização contribui
para que os profissionais sejam preparados superficialmente, em ambos os casos. O especialista
pela perda da generalidade e o generalista
pela perda da especificidade.
Todavia, numa visão dinâmica e relacional, a Enfermagem deve ser entendida como uma
especificidade de uma generalidade, pois seus pressupostos educacionais, filosóficos, políticos e
econômicos não podem ser entendidos em si mesmos; fazem parte de um todo maior que é a
complexa realidade social em que vivemos, formada por múltiplas relações e determinações.
f) Eixo integrador
Os conteúdos das disciplinas, em seu Eixo Integrador
Ações do Cuidar em Enfermagem
estão relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade,
integrado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do
cuidar em enfermagem em todo o ciclo da vida, que é entendido como o conjunto de transformações
que um ser vivo sofre desde que é um ovo ou zigoto, ainda no ventre de sua genitora, até que ele
próprio se reproduza, dando origem a outro ovo por reprodução sexuada.
Para isso, torna-se necessário
como propõe a educação permanente
a realização do
encontro entre o mundo da formação e o mundo de trabalho, onde o aprender e o ensinar se
incorporam ao cotidiano das organizações e ao trabalho, partindo do pressuposto da aprendizagem
significativa, que promove e produz sentidos, e sugere que a transformação das práticas esteja
baseada na reflexão crítica sobre as práticas reais, de profissionais reais, em ação na rede de
serviços e construção conjunta com a família/comunidade de um novo modelo de cuidar.
A integração do currículo ocorre do 2º ao 7º período, em cinco disciplinas estratégicas:
Processo saúde-doença, Cuidados na Política e 0rganização dos Serviços de Saúde I, Ações
Básicas dos Cuidados em Enfermagem, Ações Avançadas dos Cuidados de Enfermagem,
Cuidados Integrais da Assistência de Enfermagem I, Cuidados Integrais da Assistência de
Enfermagem II, cada uma delas com carga horária de 80h, sendo 40h em campo.
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A organização pedagógica prevê, em paralelo às atividades presenciais, a utilização de
metodologia semipresencial em até 20% da carga horária total do curso, incorporando o uso de
tecnologias de informação e comunicação para o alcance dos objetivos focados, conforme o disposto
na Portaria MEC n. 4059/2004, com avaliações sempre presenciais.
Registra-se que as disciplinas integradoras só podem ser cursadas em concomitância com as
disciplinas específicas do período. Também, é importante formalizar que as disciplinas sequenciais (I
e II) somente podem ser cursadas na ordem expressa. No mesmo entendimento, integram-se as
disciplinas integradoras, assim limitadas: para cursar Ações Avançadas dos Cuidados de
Enfermagem, o aluno deverá ter cursado com aprovação a disciplina Ações Básicas dos Cuidados de
Enfermagem e, ainda, para cursar Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem I, o aluno terá
que ter eliminado a disciplina Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem II.
3.4 DISCIPLINAS OPTATIVAS
No 9º e 10º períodos, a formação profissional é complementada com a inserção das
disciplinas optativas para estudo de temas emergentes. Os temas serão escolhidos pelos discentes,
por maioria simples, no semestre que antecede à oferta e com carga horária de 40h cada. Foram
elencados alguns temas, mas outros de interesse do curso e aprovados pelo efetivo colegiado
poderão ser inseridos e escolhidos.
Optativas I:

Libras

Diagnóstico por Imagem

Noções de Acupuntura
Língua Brasileira de Sinais
Optativa II

Antropologia e Sociologia

Abordagem da Dor

Ecologia e Saúde Ambiental
3.5 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA
1º PERÍODO
CITOLOGIA
História e conceitos sobre a biologia celular. Métodos de estudo da célula. Célula procariota e
eucariota. Composição química da célula. Parede celular. Membrana plasmática. Sistema de
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endomembranas. Citoesqueleto e movimentos celulares. Organelas transformadoras de energia.
Núcleo. Ciclo celular. Diferenciação celular. Divisão celular.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALBERTS, B.et al. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre: Artmed, 1999.
JUNQUEIRA & CARNEIRO. Biologia celular e molecular. 7. ed., Guanabara Koogan, Rio de
Janeiro, 2000.
CARVALHO, H.F. A célula 2001. São Paulo: Manole, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DE ROBERTIS, ED. P, DE ROBERTIS. E.M.F. Bases da biologia celular e molecular. 2 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
LINHARES, S. Biologia hoje: citologia; histologia; origem da vida. Sao Paulo: Atica, 1992
LINHARES, S. Biologia celular: o fenômeno da vida; a vida celular. 7.ed. Sao Paulo: Atica, 1988.
PAULINO, W.R. Biologia atual:citologia e histologia. 5.ed. Sao Paulo: Atica, 1991.
SOBOTTA, J.; WELSCH, U. Sobotta: Atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia
microscópica. 6.ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2003.
ANATOMIA HUMANA I
Introdução ao estudo da Anatomia. Estudo morfofuncional do sistema tegumentar. Estudo morfofuncional do aparelho locomotor. Estudo morfofuncional do sistema cárdiovascular. Estudo morfofuncional do sistema digestório. Estudo morfofuncional do sistema urinário. Estudo morfofuncional do
sistema genital. Sistema endócrino. Aspectos gerais do corpo humano. Princípios de construção
corpórea. Divisão do corpo. Cavidades do corpo. Constituição do corpo humano. Sistema
Respiratório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DANGELO, J.G & FATINI, C.A. Anatomia sistêmica e segmentar. São Paulo: Atheneu, 2 ed, 1998.
LATARJET, M. ; LIARD,R. A. Anatomia humana. 2 . ed . São Paulo: Panamericana, 1996.
ZORZETTO, N. L. Curso de anatomia humana. 8 ed. São Paulo: Lipel, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARKS, J. ; HUTCHIGES, R.T. Atlas colorido de anatomia humana. 4. ed. São Paulo: Manole,
1999.
DI DIO, L. J.A. Tratado de anatomia sistêmica aplicada. 2. ed São Paulo: Atheneu, 2002.
DANGELO, J. G.; FATINI, C. A. Anatomia humana básica. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2002.
DANGELO, J. G.; FATINI, C. A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. 2 ed. São Paulo:
Atheneu, 2000.
WOLF-HEIDEGGER, G. Atlas de anatomia humana. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1996.
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MOORE, K. L. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994.
SPENCE, A. P. Anatomia Humana Básica. 2 ed. São Paulo: Manole, 1991.
BIOQUÍMICA E BIOFÍSICA
Constituintes bioquímicos das células: - aminoácidos, proteínas, lipídeos, carboidratos e enzimas.
Metabolismo celular de carboidrato, lipídeos, proteínas e ácidos nucléicos. Bioquímica dos tecidos:
sangue, fígado, cérebro, rins, musculatura e tecido adiposo. Análise do metabolismo normal e
alterado. Oxidações biológicas. Estudos biofísicos da membrana celular, contração muscular,
circulação, respiração, renal, visão, audição eletromagnetismo, termodinâmica e radioatividade.
Radiobiologia e Instrumentação física.
BIBLIOGRAFÍA BÁSICA
OKUNO, E; CALDAS, I.; CHOW, C. Física para ciências biológicas e biomédicas . São Paulo:
Harba, 1998.
MARZZOCCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica básica. Rio de Janeiro Guanabara Koogan, 1990.
LEHNINGER, A.L; NELSON, D.L.; COX M.M. Princípios de Bioquímica. 2. ed. São Paulo: Sarvier,
2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAMPE, P.C.;HARVEY R.A. Bioquímica ilustrada. 2.ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1996.
HENEINE, I.F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2000.
DURAN, J.E.R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005
OKUNO, E; CALDAS, I. CHOW, C. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas São Paulo:
Harba, 1998.
VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2000.
HISTÓRIA DA ENFERMAGEM
Desenvolvimento histórico das práticas de saúde. Origem da enfermagem. A enfermagem brasileira.
Evolução histórica da prática de enfermagem no Brasil. Perfil Profissional. Entidades de Classe da
enfermagem. Introdução a teorias da Enfermagem.
BIBILOGRAFIA BÁSICA
OGUISSO, Taka. Trajetória histórica e legal da enfermagem. Barueri: Manole, 2005
HISTÓRIA da Enfermagem:versões e interpretações. Rio de Janeiro :Revinter 2002.
LIMA, Maria José de. O que é enfermagem. 2.ed. São Paulo: Brasiliense,2001
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GERMANO, R,M. Educação e ideologia da enfermagem no Brasil. São Paulo: Cortez, 1996.
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BRASIL, Leis, etc. Lei 5.905, de 12 de julho de 1973. Dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal
e Regionais de Enfermagem e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 13 de julho de
1973. Seção I, p. 6.825.
POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de Enfermagem. 5º. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
RIZZOTO, M. L. F. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. São Paulo:
Editora A/B, 1999.
WALDOW, V.R; Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2001.
LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS
A importância do estudo do texto como unidade comunicativa e discursiva. A leitura e seus enfoques
na perspectiva crítica e contemporânea de mundo. A livre produção de textos orais e escritos. A
articulação de ideias, a busca de valores culturais, estéticos, ideológicos e sociais nas entrelinhas do
texto. A organização textual: fatores de coesão, de coerência e ortográficos.
BIBILOGRAFIA BÁSICA
HENRIQUES, M. A.A língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. São Paulo: Atlas,
2004.
FIORIN, J. L.Para entender o texto: leitura e redação. 16 ed. São Paulo: Ática, 2002.
INFANTE, U. Curso de Gramática Aplicada aos Textos. 6ed. São Paulo: Scipione. 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GARCIA, O. M.Comunicação em prosa moderna. 23 ed. Rio de Janeiro: FGV, 2003.
WALTY, G. P. I.Tipos de textos, modos de leitura. Belo Horizonte: Formato, 2005.
FARACO, C. A & TEZZA C. Oficina de Texto.. Petrópolis: Vozes, 2004.
AZEREDO, J. Língua Portuguesa em debate. Petrópolis: Vozes, 2000.
MEDEIROS, J. Correspondência: Técnicas de Comunicação Criativa. São Paulo: Atlas, 2008.
EDUCAÇÃO PARA SAÚDE
Estudo do processo educacional e sua multidimensionalidade. Envolvimento da enfermagem com a
comunidade. A educação como processo de formação do ser humano. Relacionamento entre
elementos da equipe. Aplicação das técnicas de ensino direcionadas à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
PERRENOUD, P. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000
WALDOW, V.R; Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2001.
GERMANO, R,M. Educação e ideologia da enfermagem no Brasil. São Paulo: Cortez, 1996.
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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CANIATO, Rodolpho. Com ciência na educação: iderário e prática de uma alternativa para o ensino
da Ciência. Campinas: Papirus, 1987
LIBÂNEO, J.C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994.
BECKER, Fernando. A epistemologia do professor: o cotidiano da escola. Petrópolis:Vozes,
1993.
BORDIN,J. Paixão de aprender. Petrópolis: Vozes, 1995.
HERNÁNDEZ, F. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre:
Artmed, 1998.
2º PERÍODO
ANATOMIA HUMANA II
Sistema Linfático. Estudo morfo-funcional do sistema nervoso central. Estudo do sistema nervoso
periférico. Estudo do sistema nervoso visceral. Estudo da ostesiologia. Estudo das vias nervosas
somáticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DANGELO, J.G & FATINI, C.A. Anatomia sistêmica e segmentar. 2.ed.São Paulo: Atheneu, 1998.
LATARJET, M. ; LIARD,R. A. Anatomia humana . 2 . ed . São Paulo: Panamericana, 1996.
ZORZETTO, N. L. Curso de anatomia humana. 8 ed. São Paulo: Lipel, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARKS, J. ; HUTCHIGES, R.T. Atlas colorido de anatomia humana. 4. ed. São Paulo: Manole,
1999.
DI DIO, L. J.A. Tratado de anatomia sistêmica aplicada. 2. ed São Paulo: Atheneu, 2002.
WOLF-HEIDEGGER, G. Atlas de anatomia humana. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1996. 3
MOORE, K. L. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994.
SPENCE, A. P. Anatomia Humana Básica. 2 ed. São Paulo: Manole, 1991.
HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA
Desenvolvimento embriológico do ser humano. Tecidos: muscular, ósseo, conjuntivo, nervoso e
epitelial.Tipos de Tecidos e funções. Histofisiologia dos Sistemas. Reprodução. Estágios do
desenvolvimento humano. Período embrionário e fetal. Placenta e membranas fetais. Malformações
congênitas e suas causas. Desenvolvimento embrionário dos diversos sistemas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
JUNQUEIRA, CARNEIRO. Histologia básica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
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MOORE, K.L., PERSAUD,T.V.N. Embriologia básica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2000.
SOBOTTA, J.Atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia microscópica. 6.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
WOLPERT, L. Princípios de biologia do desenvolvimento. Porto Alegre: Artmed, 2000.
KERR, J.B. Atlas de histologia funcional. 1.ed. São Paulo: Artes Médicas, 2000.
MOORE, K. L., PERSAUD, T. V. N. Embriologia clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2000.
FIORE, M.S.H.D.Atlas de histologia. 7.ed.Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 1980
ALBERTS, B.et al. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre: Artmed, 1999.
FISIOLOGIA GERAL E HUMANA
Organização funcional do corpo humano. Líquidos corporais e sangue. Sistema cárdio-vascular.
Sistema digestório. Sistema respiratório. Sistema renal. Sistema reprodutor. Sistema endócrino.
Neurofisiologia do exercício. Fisiologia do exercício. Órgãos do Sentido, Sistema Linfático,
Fisiopatologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AIRES, M.M. Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
GUYTON, A. C. & HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2002.
COSTANZO, L. S. Fisiologia. 1ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERNE, R. M. & LEVI, M. N. Fisiologia. 4.ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
GUYTON, A. C. Neurociência básica, anatomia e fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1993.
AIRES, M. M. Fisiologia básica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Kookan, 1999.
GUYTON, A. C. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1998.
MCARDLE; W. D. et al. Fisiologia do exercício, energia, nutrição e desempenho h umano. 5 ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003
POLÍTICAS DE SAÚDE
Processo saúde-doença: Apreciação histórica e cultural do processo saúde-doença e das práticas de
saúde correspondentes. Modelos de explicação do processo saúde-doença. Evolução do desenho
institucional das políticas sociais no Brasil: sua abrangência e as bases de financiamento, origem,
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dimensão, composição e evolução das fontes de arrecadação e dos gastos públicos em saúde.
Reforma do Estado e suas implicações no setor de saúde. Reforma sanitária. Participação social e a
descentralização político-administrativa como idéias-força da reforma sanitária no Brasil. Construção
do Sistema Único de Saúde (SUS): princípios, diretrizes, normas e arcabouço legal. Principais
programas do Ministério da Saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KAWAMOTO, E. E. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 1995.
BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes Operacionais dos Pactos pela Vida e defesa do SUS e
Gestão. Série A: Normas e Manuais Técnicos, V1. Brasília, 2006.
CARVALHO, G.I. de. Sistema Único de Saúde: Comentários à lei orgânica da saúde (leis
8080/90; 8142/90). 3ª ed. Campinas, SP: Unicamp, 2002
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
TEIXEIRA, S.F. Reforma Sanitária: em busca de uma teoria. RJ: Cortez, 1995
BRASIL. Ministério da Saúde. Plano Nacional de Saúde: um pacto pela saúde no Brasil. Brasília:
Ministério da Saúde, 2005.
BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho base de saúde. Financiamento da Saúde: novos desafios.
Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2007.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria da Vigilância em Saúde. Vigilância em Saúde no SUS:
fortalecendo a capacidade de resposta aos velhos e novos desafios/Ministério da Saúde.
Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Sub secretaria de assuntos administrativos.
Documento de Referência do Multiplica SUS. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Sub
secretaria de assuntos administrativos. Brasília: Ministério da Saúde, 2007.
ÉTICA E BIOÉTICA
Fundamentando a conduta profissional: conceituações básicas, responsabilidades profissionais
(ética, civil e penal), Bioética, princípios éticos, situações e dilemas éticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OGUISSO T. CAMPOS E.L.Ética e bioética : desafios para a enfermagem e a saúde. São Paulo:
Manole, 2006.
IVO. , GELAIN. Deontologia e enfermagem. 3ª ed. São Paulo: EPU, 1998.
VALLS, Álvaro L.M. O que é ética. 9 ed. São Paulo: Brasiliense,1990. 82P
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOFF,Leonardo.Saber Cuidar: Ética do Humano- Compaixão pela terra.4 ed. Petrópolis:Vozes
2001.
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VIEIRA, Sônia. Experimentação com Seres Humanos. São Paulo: Projeto Passo a frente,coleção
polêmica)2000.160P
BIOÉTICA. 3ed.rev e ampl. São Paulo (Fac.Med.USP) 2000.173P
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS. Legislação e normas 2009.
VOLPATO, G. L.. Publicação científica. 2.ed. Botucatu, SP: Tipomic, 2003.
PROCESSO SAÚDE DOENÇA
Relacionar a atuação do Enfermeiro no processo saúde doença, frente aos contextos sócio-políticoeducativo-ambiental da sociedade, e as respectivas ações de promoção, prevenção e recuperação.
Refletir sobre as políticas desenvolvidas para a saúde. O processo saúde doença na dinâmica
individual e familiar da comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
AL., KAWAMOTO Emília Emiet. Enfermagem Comunitária. São Paulo: EPU, 1995.
MEDRONHO, A.R.et AL. Epidemiologia. São Paulo: atheneu, 2003.
FIGUEIREDO, N.M.A. Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Caetano do Sul: Difusão, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
RIZZOTO, M. L. F. História da enfermagem e sua relação com a saúde púb lica. São Paulo:
Editora A/B, 1999. HELMAN, Cecil G. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
REIGTA,Marcos. Meio ambiente e representação social. São Paulo: Cortez, 2004. ROUQUAYROL,
M.Z. Epidemiologia e Saúde. 6ªed. RJ: medsi, 2003.
CAMPOS, J. de Q. Fundamentos de Saúde Pública. São Paulo: J. de Q. Campos, v. 1, 1990.
3º PERÍODO
MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA CIENTÍFICA
Estudo e aprendizagem. Tipos de conhecimento. A importância da leitura e reflexão crítica. Tipos de
leitura. Formas de aquisição de conhecimento. Ciência e conhecimento científico. O papel da ciência.
Tipos de pesquisa. Modelos de pesquisa
analíticos e descritivos. Métodos e técnicas de pesquisa.
A questão do método indutivo e dedutivo. Trabalhos acadêmicos. Projeto de pesquisa. Relatório de
pesquisa. Estilo de redação. Referências bibliográficas. Apresentação gráfica. Normas da ABNT.
BIBLIOGRÁFICA BÁSICA
HATT, W. J. G. P. K. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4 ed. São Paulo : Atlas, 1995.
GIL, C. A. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 18 ed. São Paulo: Cortez, 1992.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
RODRIGUES, A. de J.Metodologia científica: Completo e essencial para a vida universitária. São
Paulo: AVERCAMP, 2006.
LAKATOS, E. M.Metodologia científica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1991.
MARCONI, L. &. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1992. MANUAL de
normatização do UNIARAXA. 2006.
SILVA, A. L. C. P. A. B. R. da. Metodologia Científica. 6 ed. São Paulo: Person - Prentice Hall, 2007.
MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA
Respostas imunes específicas e inespecíficas.
Sistema linfóide. Antígenos e anticorpos.
Imunoprofilaxia. Reações de hipersensibilidade. Imunologia dos transplantes. Imunologia dos
tumores. Imunodeficiências. Auto-imunidade. Noções de diagnóstico imunológico. Respostas imunes
aos agentes infecciosos. Interação entre microrganismo e hospedeiro. Características gerais das
bactérias, vírus e fungos causadores de doenças infecciosas humanas. Controle de populações
bacterianas. Coleta e transporte de materiais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ROITT, I.M.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. 6. ed. São Paulo: Manole 2003.
TRABULSI, R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2004.
MIMS, C.; PLAYFAIR, J.; ROITT, I. Microbiologia médica, 2. ed. São Paulo: Editora Manole, 1999.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SCHAECHTER, M. et al. Microbiologia: mecanismos de doenças infecciosas. 3. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; POBER, J. S. Imunologia celular e molecular. 4. ed. Rio de
Janeiro: Revinter, 2002.
JANEWAY, C. A. Imunobiologia: O sistema imune na saúde e na doença. 5. ed. Porto Alegre:
Artmed, 2002.
JAWETZ, E.; MELNICK, J.L. ; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. 21. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000.
TORTORA, G.J. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2000.
GENÉTICA
Histórico e Desenvolvimento da Genética. Características e Propriedades do Material Genético.
Regulação Gênica e Diferenciação Celular. Cromossomos Humanos Normais e Aberrações
Cromossômicas. Padrões de Herança Genética Bioquímica. Genética e Câncer. Aconselhamento
Genético. Terapia Gênica. Processos Evolutivos do Homem na saúde e doença.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdução a Genética. 8 ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2006.
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THOMPSON, J. et al. Genética médica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
VOGEL, F.; MOTULSKY, A.G. Genética Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BEIGUELMAN, B. Dinâmica dos genes nas famílias e nas populações . 2 ed. Ribeirão Preto:
Sociedade brasileira de genética, 1994.
FARAH, S.B. DNA segredos e mistérios. São Paulo: Sarvier, 2000.
JORDE, L.B. et al. Genética Médica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
NORA, J.; FRASER, F.C. Genética Médica. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1991.
VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2000.
PATOLOGIA GERAL DE ÓRGÃOS E SISTEMAS
Generalidades sobre Patologia. Conceito de doença. Principais lesões celulares reversíveis e
irreversíveis. Pigmentação patológica. Distúrbios circulatórios. Processos inflamatórios agudos e
crônicos. Regeneração e cicatrização. Alterações do crescimento e diferenciação celulares.
Neoplasias. Doenças nutricionais. Patologia ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo Patologia geral. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
MONTENEGRO, M. R.; FRANCO, M. Patologia: Processos gerais. 4. ed. São Paulo: Atheneu,
2004.
COTRAN, R. S.; KUMAR, V.; ROBBINS, S. L. Patologia estrutural e funcional. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PORTH, C. M. Fisiopatologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
BRASILEIRO FILHO, G. et al. Bogliolo Patologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994
MIMS, C.; PLAYFAIR, J.; ROITT, I. Microbiologia médica, 2. ed. São Paulo: Editora Manole, 1999.
FERREIRA, A. W. Diagnostico laboratorial: das principais doenças infecciosas e auto-imunes. 2.
ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
RAVEL, R. Laboratório clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
EPIDEMIOLOGIA
Fundamentos e conceitos. Epidemiologia descritiva: variáveis de tempo, espaço e pessoa. Vigilância
epidemiológica e sanitária: conceitos, funções e atividades em doenças transmissíveis, não
transmissíveis e outros agravos. Doenças de notificação compulsória, investigação de casos e surtos.
Processo endêmico e epidêmico.Indicadores de saúde. Sistemas de informação. Tabulação e análise
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de dados. Instrumentos de levantamento e análise de dados. O Método epidemiológico. Principais
delineamentos de pesquisa usados em epidemiologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MEDRONHO, R.A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2003.
ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e saúde. 6 ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2003.
LESER, W. Elementos de epidemiologia geral. São Paulo: Atheneu, 2000.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FLETCHER, R.H., FLETCHER, S.W.,WAGNER, E.H. Epidemiologia clínica: elementos essenciais.
3.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
PEREIRA, G. M. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995.
COUTO, R.C. Guia prático de controle de infecção hospitalar: epidemiologia, controle e
tratamento. 2 ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2004.
Artmed, 1996.
BEIGUELMAN, B. Curso prático de bioestatística. Ribeirão Preto-SP: FUNPEC, 2002.
BERQUO, E.S. et al. Bioestatistica. 2 ed. São Paulo: EPU, 2001.
MODELOS DE INTERPRETAÇÃO E INTERVENÇÃO DO PROCESSO SAÚDE-DOENÇA
Assistência de enfermagem em nível individual e coletivo nos serviços de atenção primária de saúde,
priorizando a mulher, a criança, o adolescente, o adulto e o idoso, na família e na sociedade,
considerando o perfil sócio-epidemiológico contextualizado criticamente no conjunto das políticas
públicas. Estudo dos agravos à saúde: evolução histórica das doenças crônicas e transmissíveis,
doenças sexualmente transmissíveis e sua implicação na saúde coletiva. Vigilância Epidemiológica e
Vigilância Sanitária. Doenças imunopreviníveis em Minas Gerais. Aspectos gerais da imunização,
conservação de imunobiológicos, planejamento e avaliação de imunização. Suporte e subsídios para
a visita domiciliar e a consulta de enfermagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KAWAMOTO, E. E. et al. Enfermagem Comunitária. São Paulo: EPU, 1995.
RIZZOTO, M.L.F. História da Enfermagem e sua Relação com a Saúde Pública. São Paulo:
Editora A/B, 1999.
FIGUEIREDO, N.M.A. Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Caetano do Sul: Difusão, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria da Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância
Epidemiológica: guia de vigilância epidemiológica. Ministério da Saúde. Série A: Normas e
Manuais Técnicos. 6ª Ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2007.
ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e Saúde. 6ªed. RJ: medsi, 2003.
CAMPOS, J. de Q. Fundamentos de Saúde Pública. São Paulo: J. de Q. Campos, v. 1, 1990.
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BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Rede de Frio. 3ª ed. Brasília: Ministério da Saúde:
Fundação Nacional de Saúde, 2001, 80p.
CUIDADOS NA POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE I
Relacionar a atuação do Enfermeiro no processo saúde doença, frente aos aspectos psicossociais da
construção do cuidado de enfermagem e na organização dos serviços de saúde, bem como, na
construção e consolidação do Sistema Único de Saúde, através de visitas participativas e avaliativas
das unidades de saúde, domicílio e estruturas sociais relacionadas (associações comunitárias, de
bairro e etc...)
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KAWAMOTO, E. E. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 1995.
RIZZOTO, M. L. F. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. São Paulo:
Editora A/B, 1999.
FIGUEIREDO, N. M. A. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul, SP: Yendis,
2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem II. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP:
Yendis Editora, 2007.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. Vigilância em saúde no SUS:
fortalecendo a capacidade de respostas aos v elhos e novos desafios. Brasília: Ministério da
Saúde, 2006.
HELMAN. C.G. Cultura, saúde e doença. 4º ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.
CIANCIARULLO. T.I. Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a qualidade da
assistência. São Paulo: Atheneu, 2003.
WRIGHT, L.; Leahey, M. Enfermeiras e Famílias: Um guia de Avaliação e Intervenção na
Família.Rio de Janeiro: Editora Rocca, 2002.
4º PERÍODO
PARASITOLOGIA
Conceitos utilizados em parasitologia. Relações Parasito-Hospedeiras. Protozoários parasitas do
intestino, sangue e tecidos. Nematelmintos parasitas do intestino, sangue e tecidos. Cestodas
intestinais e extra-intestinais. Trematodas hepáticos e sangüíneos. Artrópodes parasitas e vetores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
REY, L. Bases da Parasitologia Médica . 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
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MARKELL, E. K. Parasitologia medica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
CIMERMAN, B.; et al. Parasitologia humana: e seus fundamentos gerais. 2.ed. São Paulo: Atheneu,
2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FERREIRA, A.W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial: das principais doenças infecciosas e
auto-imunes. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
PESSOA, S. B. Parasitologia medica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.
NEVES, D. P. Parasitologia Humana.10.ed. São Paulo: Atheneu, 2003.
JANEWAY, C. A. Imunobiologia : o sistema imunológico na saúde e na doença. 4. ed. Porto Alegre :
Artes Médicas, 2000.
ROITT, I. M. Imunologia. 6. ed. São Paulo : Manole, 2003.
PSICOLOGIA
A psicologia como ciência do comportamento humano. Percepção e observação. Teorias e
abordagens acerca da personalidade. Motivação. Emoção. Conflito, frustração e
ajustamento.
Ansiedade. Prazer versus dor. Técnicas de modificação de comportamento utilizadas. Aspectos que
envolvem a relação Profissional de saúde e paciente. A doença, o doente, o adoecer, a morte e o
morrer.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANGERAMI, Camon . E a psicologia entrou no hospital. Pioneira, 1996.
ÁVILA A. L. Doenças do corpo e da alma. Plethos, 1996.
CAMON A. A. Urgências Psicológicas no hospital. Pioneira, 1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, Adailde M. da Silva; Grant, Walkiria H. A questão do corpo erógeno para a
enfermagem In: Psicologia e Saúde na Amazônia: pesquisa e realidade. Casa do Psicólogo.
CEDARO, José Juliano, LOFFREDO, Ana M. O fenômeno transferencial na instituição hospitalar.
In: Psicologia e Saúde na Amazônia: pesquisa e realidade. Casa do Psicólogo.
INFECÇÃO HOSPITALAR
Incorporar, na formação do aluno da área da saúde , conceitos fundamentais referentes ao controle
da infecção hospitalar e suas interfaces com as diversas áreas da saúde que finalizam em aplicação
prática de um programa de controle de qualidade e, portanto, melhorando a assistência ao paciente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
TRABULSI, R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2004.
BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem
médico-cirúrgica. 10º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
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POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de Enfermagem. 5º. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Grande tratado de enfermagem prática: clínica e prática
hospitalar. 3. ed. São Paulo: Santos, 2002.
SCHAECHTER, M. et al. Microbiologia: mecanismos de doenças infecciosas. 3. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
JAWETZ, E.; MELNICK, J.L. ; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. 21. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2000.
TORTORA, G.J. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2000.
MIMS, C.; PLAYFAIR, J.; ROITT, I. Microbiologia médica, 2. ed. São Paulo: Editora Manole, 1999.
FARMACOLOGIA
Estudo dos caracteres comuns de todos os medicamentos, bem como princípios gerais relacionados
à interação das substâncias com os aparelhos e sistemas vivos. Atuação de diversas substâncias nos
diversos sistemas. Mecanismo de ação das drogas, relacionando-os com seus efeitos farmacológicos
e uso clínico. Interação medicamentosa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CLAYTON, B.D. & STOCK, Y.N. Farmacologia na Prática de Enfermagem. 13 ed. São
Paulo:Editora Elservier, 2006.
BRUNTON, L. L.; LAZO, J. S.; PARKER, K. L.Goodman & Gilman: As bases farmacológicas da
terapêutica. 10 ed. Rio de Janeiro: Mcgraw Hill Companies, 2003.
RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M.; MOORE, P. K. Farmacologia. 4 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SCHELLACK, G. Farmacologia: uma Abordagem Didática, Curitiba: Editora Fundamento, 2006.
HARVEY, R. A.; CHAMPE, P. C. Farmacologia Ilustrada. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
RANG , H. P. M. M. DALE J. M. RITTER P. K. MOORE Farmacologia. 5 ed. Rio de Janeiro: Editora
Elservier, 2004.
ASPERHEIM, M.K. Farmacologia para Enfermagem. 9 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004.
OSLON, J. Farmacologia clínica fácil. 1 ed., Rio de Janeiro: Revinter, 2006.
BASES PARA O CUIDADO DE ENFERMAGEM
Princípios científicos de enfermagem. Terminologia científica. Controle de infecção hospitalar.
Princípios de segurança biológica no ambiente de trabalho. Processamento de artigos e superfícies.
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Comunicação terapêutica. Anotações de enfermagem. Higiene e conforto do paciente. Necessidades
de mecânica e postura corporal. Admissão, transferência, alta e óbito. Intervenção de enfermagem no
processo da morte. Dados antropométricos. Sinais vitais. Teoria das Necessidades Humanas
Básicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem
médico-cirúrgica. 10º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem I. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP:
Yendis Editora, 2007.
POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de Enfermagem. 5º. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FIGUEIREDO, N. M. A. Práticas de enfermagem: fundamentos, conceitos, situações e
exercícios. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2005.
SWEARINGEN, P. L. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem. 3º ed. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 6º ed.
Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
ATKINSON, L.D., MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara
koogan, 1989
DU GAS, B. W. Enfermagem prática. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.
AÇÕES BÁSICAS DOS CUIDADOS EM ENFERMAGEM
Desenvolvimento das habilidades técnico científicas, fundamentais e necessárias ao cuidado básico e
da percepção do atendimento holístico às necessidades do ser humano. Concepções teóricas e
fundamentação da Sistematização da Assistência de Enfermagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem
médico-cirúrgica. 10º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
North American Nursing Diagnosis Associaton. Diagnósticos de enfermagem da NANDA:
definições e classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006.
LUNNEY, M. Pensamento crítico e diagnósticos de enfermagem: estudos de caso e anál ises.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem I. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP:
Yendis Editora, 2007.
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POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de Enfermagem. 5º. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
FIGUEIREDO, N. M. A. Práticas de enfermagem: fundamentos, conceitos, situações e
exercícios. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2005.
POSSO, M.B.S. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003.
TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 6º ed.
Porto Alegre: Artmed Editora, 2002.
5º PERÍODO
SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA
Semiologia e Semiotécnica. Bases teórico-metodológicas na coleta de dados. Considerações éticas
no cuidado. Método clínico em enfermagem. Avaliação física por sistemas e segmentos. Exames
complementares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
POSSO, M. B. S. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003. 165p.
LÓPEZ, M. Semiologia médica: as bases do diagnóstico clínico. 3.ed. Rio de Janeiro/São Paulo:
Livraria Atheneu, 1990. 1056p.
POTTER, P. A; PERRY, A. G. Semiologia em Enfermagem. 4.ed. Rio de Janeiro: Reichmann &
affonso, 2002. 430p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
POTTER, P. A; PERRY, A. G. Fundamentos de enfermagem. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan S.A., 2004. 1469p.
PORTO,C. C. Exame clínico: bases para a prática médica. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2004. 420p.
BARROS, A. L. B. L.Anamese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto.
Porto Alegre: Artmed, 2002. 264p.
AÇÕES DE ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE
A atenção em enfermagem e as técnicas para o atendimento às necessidades humanas básicas do
paciente: oxigenação, nutrição, eliminação, integridade cutâneo-mucosa e terapêutica. A aplicação da
Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem
médico-cirúrgica. 10º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
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PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem I. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP:
Yendis Editora, 2007.
POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de Enfermagem. 5º. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
TEMPLE, J. S.; JOHNSON, J. Y. Guia para procedimentos de enfermagem. 4ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2004.
BORGES, E. L. Feridas: como tratar. 2ª ed. Belo Horizonte: Coopmed, 2008.
GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de medicamentos na enfermagem. 5ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
DOENGES, M. E. Planos de cuidado de enfermagem: orientações
para o cuidado
individualizado do paciente. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
ATKINSON, L.D., MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara
koogan, 1989.
NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA Conceitos básicos de nutrição. Valor nutricional dos alimentos (proteínas, carboidratos, lipídeos,
vitaminas e sais minerais). Leis da alimentação. Avaliação do estado nutricional, recomendações e
necessidades nutricionais. Determinantes da subnutrição protéica energética. Dietas especiais e
hospitalares.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARCHINI,L,D,O,J. Ciências nutricionais, São Paulo: Sarvier, 2001
AUGUSTO, A. L. P. et al. Terapia nutricional. São Paulo: Atheneu, 1995.
KRAUSE,M,L,E,S. Alimentos,nutrição e dietoterapia, São Paulo:Rocca, 1998
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO,G.M.RAMOS, A Enfermagem e Nutrição.1ed.São Paulo:EPV,2005.224p
SANTOS,T.E.H. Enfermagem em nutrição,2 ed.São Paulo:Tecnedd.2004.101p
FARREL,M.L.NICOTERI,J. Nurtição em enfermagem:Fundamentos parar uma dieta adequada.1
ed.São Paulo:LAB.2005.188p
DUTRA DE OLIVEIRA, J. E. Ciências nutricionais. São Paulo: Savier, 1998.
LEHNINGER A.L; NELSON D.L.; COX M.M. Princípios de bioquímica. 2.ed. Sarvier, 2000.
INFORMÁTICA NA SAÚDE
Conceitos Básicos de Informática (definições, terminologia, medidas de memória, periféricos e
software). Introdução ao uso do ambiente Windows e de softwares livres (reconhecimento e utilização
do ambiente). Softwares mais utilizados (editor de textos; apresentações gráficas, planilha, banco de
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dados). Noções básicas de utilização da Internet (browser de navegação, ferramentas de pesquisa).
Sistemas Nacionais de Informação em Saúde. Padrões de registro e transferência de dados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
VELLOSO, F. de C. Informatica: conceitos básicos- 9ª tiragem. 4.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
RODRIGUES, Roberto Jaime (coord.). Informática e o administrador de saúde: conceitos e
experiências. Sao Paulo: Pioneira, 1987. 128. (Biblioteca Pioneira de administração e negócios)
MANZANO, Andre Luiz N.g.. Estudo dirigido de informática básica. 4.ed. Sao Paulo: Erica, 2002.
178p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MARIN, Heimar Fátima. Informática em Enfermagem. São Paulo: EPU, 1995. 100p.
HEIDE, A.; STILBORNE, L.Guia do professor para a Internet: completo e fácil. 2 ed. Porto Alegre:
Artes Médicas Sul, 2000.
LIENGME, Bernard v.. Microsoft Excel 2002: para negócios e gestão. Rio de Janeiro: Campus,
2002. 263. (
COX, Joyce. Microsoft Office Word 2007 passo a passo. Porto Alegre: Bookman, 2007. 412p.
MACHADO, F. N. R. Banco de dados. Sao Paulo: Erica, 2004
AÇÕES AVANÇADAS DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM
Aprimoramento das habilidades técnico científicas necessárias ao cuidado integral e da percepção do
atendimento holístico às necessidades do ser humano. Relação da Sistematização da Assistência de
Enfermagem na organização e desenvolvimento dos serviços e cuidados de Enfermagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem
médico-cirúrgica. 10º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
PORTO, C. C. Exame clínico: bases para a prática médica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004.
DOENGES, M. E. Planos de cuidado de enfermagem: orientações
para o cuidado
individualizado do paciente. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARPENITO, L. J. Planos de cuidados de enfermagem e documentação: diagnóstico de
enfermagem e problemas colaborativos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1999.
North American Nursing Diagnosis Associaton. Diagnósticos de enfermagem da NANDA:
definições e classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006.
LUNNEY, M. Pensamento crítico e diagnósticos de enfermagem: estudos de caso e análises.
Porto Alegre: Artmed, 2004.
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POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Grande tratado de enfermagem prática: clínica e prática
hospitalar. 3. ed. São Paulo: Santos, 2002.
ATKINSON, L.D., MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara
koogan, 1989.
6º PERÍODO
ASSISTÊNCIA MÉDICO - CIRÚRGICA I
Adquirir conhecimentos sobre intervenção de Enfermagem frente aos padrões de respostas humanas
aos processos vitais, aos problemas de saúde atuais ou de riscos potenciais nas situações de clínica
médica e cirúrgica, nas diversas fases da vida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNNER & SUDART. Enfermagem médico-cirúrgica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
MEEKER; ROTHOCK; ALEXANDER. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
CENTRO CIRURGICO-ATUAÇÃO, INTERVENÇÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM. YENDIS
EDITORA LTDA, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MANUAL DE ANESTESIA JOHN C. SNOW GUANABARA E KOOGAN
PARRA, O. M.; SAAD, W. A. Instrumentação cirúrgica. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 1998.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE CIRURGICO 10º ed GUANABARA E KOOGAN
CARPENITO, L.J. Manual de Diagnóstico de Enfermagem. 8.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA E.P.U. (EDITORA PEDAGÓGICA E UNIVERSITÁRIA) 2º
ed. VOL l e ll
CUIDADOS INTEGRAIS À MULHER
Evolução da mulher no ciclo vital. Fisiologia do ciclo menstrual. Distúrbios menstruais. Abortamento.
Sexualidade humana. Consulta de enfermagem em ginecologia, planejamento familiar. Prevenção e
assistência de enfermagem nas doenças ginecológicas. Considerações sobre a saúde maternoinfantil no Brasil. Características do ciclo gravídico
puerperal. Cuidados de enfermagem ao pré-
natal, parto e puerpério e abordagem psicológica.Características do recém-nascido. Assistência na
unidade neonatal e ambulatorial. Alojamento conjunto. Aleitamento materno.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRANDEN, Pennie Sessler. Enfermagem materno-infantil. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora Reichmann
& Affonso Editores, 2000. 490.ISBN: 8587148419.
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
CORRÊA, Mário Dias. Noções práticas de obstetrícia. Belo Horizonte: Cooperativa Editora e de
Cultura Médica, 1994. 579. ISBN: 8585002034.
ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de (trad.). Novak Tratado de Ginecologia. 13.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 1305. ISBN: 8527709252.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL.Secretaria de Políticas de Saúde.Gestação de alto risco:manual técnico/4.ed..Brasília:
163p.:il.. ISBN: 8533402287 (broch.).
Ginecologia & obstetrícia: manual para concursos. 3.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. 828. ISBN:
8571993440.
WONG, Donna L. et al. Cláudia Lúcia Caetano de Araújo et al (trad.) Enfermagem pediátrica:
elementos essenciais à intervenção efetiva. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 1057.
ISBN: 8527705060.
ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de (trad.). Novak Tratado de Ginecologia: auto-avaliação e
revisão. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 352. ISBN: 8527709341.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Área Técnica da Saúde da Mulher.
Urgências e emergências maternas : guia para diagnóstico e conduta em situações de risco de
morte materna /. 2. ed.. rev.. Brasília: 119 p.:.il.. ISBN: 8533402287 (broch.).
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Saúde. Atenção ao pré-natal, parto e puerpério. 2.ed..
Belo Horizonte: SAS/SES, 2006. 84.
SAÚDE DO TRABALHADOR
Histórico da saúde ocupacional. Estrutura organizacional do serviço de saúde ocupacional.
Enfermagem do Trabalho. Funções da equipe da saúde ocupacional. Comissão interna de prevenção
de acidentes
CIPA. Acidente de trabalho. Ergonometria. Doenças profissionais. Noções de
legislação trabalhista.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, Geraldo Mota. Enfermagem do trabalho. São Paulo: EPU, 2.001
BENSOUSSAN, Eddy. et al. Saúde ocupacional. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1988.
BENSOUSSAN, Eddy; Albieri, Sérgio. Manual de higiene, segurança e medicina do trabalho. São
Paulo: Atheneu, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS . Segurança e medicina do trabalho. 62ª.ed. São Paulo: Atlas.
2008. CARRION, V. Comentários à consolidação das leis do trabalho . 31ª ed. São Paulo: Ed.
Saraiva, 2006.
PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem II. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP:
Yendis Editora, 2007.
PPC aprovado em 07/10/2009
40
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Planalto de Araxá
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
North American Nursing Diagnosis Associaton. Diagnósticos de enfermagem da NANDA:
definições e classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006.
POSSO, M.B.S. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003.
SAÚDE DA FAMÍLIA
Identificar e compreender os dispositivos e ferramentas apropriados para a gestão do cuidado na
Estratégia Saúde da Família.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
WRIGHT, L.; Leahey, M. Enfermeiras e Famílias: Um guia de Avaliação e Intervenção na
Família.Rio de Janeiro: Editora Rocca, 2002.
FIGUEIREDO, N.M.A. Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Caetano do Sul: Difusão, 2005.
CIANCIARULLO. T.I. Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a qualidade da
assistência. São Paulo: Atheneu, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem II. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP:
Yendis Editora, 2007.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. Vigilância em saúde no SUS:
fortalecendo a capacidade de respostas aos velhos e novos desafios. Brasília: Ministério da
Saúde, 2006.
HELMAN. C.G. Cultura, saúde e doença. 4º ed. Porto Alegre: Artmed, 2003.
KAWAMOTO, E. E. et al. Enfermagem Comunitária. São Paulo: EPU, 1995.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria da Vigilância em Saúde. Vigilância em Saúde no SUS:
fortalecendo a capacidade de resposta aos velhos e novos desafios/Ministério da Saúde.
Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
DIDÁTICA APLICADA À ENFERMAGEM
Educação em Saúde como processo de formação do ser humano Saúde e doença como construção
cultural:Conhecimentos,representações sociais e experiências da doença. A saúde da educação e a
educação da saúde no Brasil. Importância da didática na educação em saúde. Concepções de
educação que orientam o professor da área de saúde: Compromissos exigências e possibilidades. A
comunicação interpessoal. O Planejamento níveis e suas relações. Aplicação de técnicas e recursos
para o desenvolvimento da aprendizagem em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1991.
PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000.
TARDIF, M. Saberes docentes e formação do profissional. 2.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.(
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BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRASIL. Formação pedagógica em educação profissional na área de saúde: enfermagem.
Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, Escola nacional de Saúde
Pública, 2000. 11vs.
MARTINS, P. L. Didática teórica/Didática prática. São Paulo: Loyola, 2000. (2exs)
OLIVEIRA, M. E. D. A. ANDRÉ e M. R. M. S. Alternativas do ensino da Didática. Campinas - São
Paulo: Papirus, 1997. (1ex.)
VEIGA, I. P. A. A prática pedagógica do professor de Didática. Campinas: Papirus, 2000. (2exs.)
VEIGA, I. P. A. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 2000. (2exs)
CUIDADOS INTEGRAIS NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM I
Desenvolvimento integrado de aplicação dos princípios científicos em Enfermagem, utilizando o
conhecimento teórico prático buscando uma análise das ações de enfermagem no processo saúde
doença na mulher e no RN, capacitando o aluno à assistência integral e humanizada, em cada ser
distinto na família e no binômio mãe e filho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
WONG, D.L. Enfermagem Pediátrica: elementos essenciais à Intervenção Efetiva. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1999.
BRANDEN, P.S. Enfermagem Materno-infantil. 2.ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso
Editores, 2000.
FIGUEIREDO, N.M.A. (Org.) Ensinando a cuidar da mulher, do homem e do recém-nascido. 1.
ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis editora, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAUD, M.N.; PETERLINI, M.A.S.; HARADA, M.J.C.S.; PEREIRA, S.R. O cotidiano da prática de
enfermagem pediátrica. São Paulo: Atheneu, 1999.
SOCIEDADE DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DE MINAS GERAIS. Ginecologia e Obstetrícia:
Manual para Concursos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2003.
GOLDENZWAIG, N.R.S.C. Administração de Medicamentos na Enfermagem. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2005.
NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION. Diagnósticos de Enfermagem da
NANDA: Definições e Classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006.
POTTER, P.A.; PERRY, A.G. Fundamentos de Enfermagem. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan S.A., 2004.
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7º PERÍODO
ASSISTÊNCIA MÉDICO-CIRÚRGICA II
Relacionar a assistência de Enfermagem com as condições clínicas e situações cirúrgicas nos
períodos pré, trans e pós operatórios dos processos patológicos em geral.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRUNNER & SUDART. Enfermagem médico-cirúrgica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2002.
MEEKER; ROTHOCK; ALEXANDER. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
CENTRO CIRURGICO-ATUAÇÃO,INTERVENÇÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM. YENDIS
EDITORA LTDA,2006;
ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA E.P.U. (EDITORA PEDAGÓGICA E UNIVERSITÁRIA) 2º
ed. VOL l e ll
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MANUAL DE ANESTESIA JOHN C. SNOW Guanabara Koogan
CARPENITO, L.J. Manual de Diagnóstico de Enfermagem. 8.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
PARRA, O. M.; SAAD, W. A. Instrumentação cirúrgica. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 1998.
SILVA, M. A. A; RODRIGUES, A. L.; CEZARETTE, I. U. R. Enfermagem na unidade de Centro
Cirúrgico. 2. ed. São Paulo: ETU, 1997.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE CIRURGICO 10º ed Guanabara Koogan
CUIDADOS INTEGRAIS À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE
Crescimento e desenvolvimento. Aspectos demográficos, epidemiológicos, indicadores sociais e de
saúde da população infanto-juvenil. Políticas e programas de saúde para a infância e adolescência.
Situações de risco social, violência urbana e acidentes. Cuidados com a criança hospitalizada,
principais patologias da infância. Sistematização de Enfermagem na assistência pediátrica e
neonatal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
WHALEY ; WONG. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5 ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.1057p.
MARCONDES, E.; VAZ, F.A.C. Pediatria Básica: Pediatria Básica e Neonatal. 9. ed. Sarvier, São
Paulo, 2003.
RODRIGUES,Y.T.Semiologia pediátrica. 2 ed.Rio de Janeiro.Guanabara Koogan S.A. 2003. 317p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAUD,M.N. O cotidiano da prática da enfermagem pediátrica.São Paulo. Atheneu. 1999. 212p.
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
FUJIMORI,E: BORGES,A.L.V.Enfermagem e a Saúde do Adolescente. 1 ed. São Paulo:
Manole.2009.586p.
BRANDEN,P.S.Enfermagem materno-infantil. 2 ed. Rio de Janeiro. Reichmann S Affonso Editores.
2000. 490p.
Minas
Gerais.Secretaria
de
Estado
da
Saúde.
Atenção
á
saúde
da
criança.Belo
Horizonte:SAS/DNAS.2004.224p.
MILLER,G.Paralisia Cerebrais: causas, conseqüências e conduta.Barueri-SP.Manole. 2002 .387p.
POSTIAUX,G.Fisioterapia respiratória pediátrica: o tratamento guiado por austa pulmonar.Porto
Alegre. Artmed. 2004.
BRASIL.Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção á saúde.Departamento de Ações Programáticas
Estratégicas.Agenda de compromissos para a saúde integral da criança e redução mortalidade
infantil.Brasília. 2005. 80p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos). Notificação de Maus-Tratos
Contra Crianças e Adolescentes pelos Profissionais de Saúde: um Passo a Mais na Cidadania em
Saúde.
SAÚDE MENTAL
A disciplina cria oportunidades para que o futuro profissional enfermeiro desenvolva habilidades para
refletir, planejar e avaliar o cuidado de enfermagem com o doente mental. Esta abordagem propicia
ao profissional enfermeiro visualizar o ser humano em sua totalidade, bem como a si próprio, além de
levar para a sala de aula aspectos relativos ao doente mental, práticas terapêuticas e política de
assistência ao doente mental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RODRIGUES, A R.F.F. Enfermagem psiquiátrica: saúde mental: prevenção e intervenção. São
Paulo: EPU, 1996.
STUART.G.W; LARAIA, M.T. Enfermagem psiquiátrica: princípios e prática. 6 ed. Porto Alegre:
Artmed. 2001.
KAPLAN, H.I; SADOCK, B.J; GREBB,J.A. Compêndio de psiquiatria: ciências do comportamento e
psiquiatria clínica. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
SILVA, A B.B. Mentes Inquietas: entendendo melhor o mundo das pessoas distraídas, impulsivas e
hiperativas. São Paulo: Gente, 2003. 213p.
BLAZER, D. Problemas emocionais da Terceira Idade: estratégias de intervenção. São Paulo:
Andrei, 1998. 246p.
ROSENFELD, H. A. Os estados psicóticos. Rio de Janeiro: Zahar, 1968 265p.
DEJOURS,Christophe.A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. 5 ed. São
Paulo: Cortez, 2000.168p.
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
ROCHA, R.M. Enfermagem em Saúde de Mental. 1 ed. Senac. 2005.187p
LEGISLAÇÃO DE ENFERMAGEM E POSTURA PROFISSIONAL
Princípios básicos norteadores da conduta profissional. Princípios fundamentais do desenvolvimento
da conduta ética. Legislação específica da enfermagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
OGUISSO T. CAMPOS E.L.Ética e bioética : desafios para a enfermagem e a saúde. São Paulo:
Manole, 2006.
IVO. , GELAIN. Deontologia e enfermagem. 3ª ed. São Paulo: EPU, 1998.
VALLS, Álvaro L.M. O que é ética. 9 ed. São Paulo: Brasiliense,1990. 82P
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOFF,Leonardo.Saber Cuidar: Ética do Humano- Compaixão pela terra.4 ed. Petrópolis:Vozes
2001.
VIEIRA, Sônia. Experimentação com Seres Humanos. São Paulo: Projeto Passo a frente,coleção
polêmica)2000.160P
BIOÉTICA. 3ed.rev e ampl. São Paulo (Fac.Med.USP) 2000.173P
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS. Legislação e normas 2009.
VOLPATO, G. L.. Publicação científica. 2.ed. Botucatu, SP: Tipomic, 2003.
CUIDADOS INTEGRAIS NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM II
Desenvolvimento integrado de aplicação dos princípios científicos em Enfermagem, utilizando o
conhecimento teórico prático buscando uma análise das ações de enfermagem no processo saúde
doença do adulto, criança e adolescente e na saúde mental , capacitando o aluno à assistência
integral e humanizada.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SMELTZER, S.C.; BARE, B.G. Tratado de Enfermagem Médico-cirúrgica. 10. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan S.A., 2005.
BARROS, A.L.B.L. Anamnese e Exame Físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto .
Porto Alegre: Artmed, 2002.
PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan S.A., 2004
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MACIEL, A. Avaliação Multidisciplinar do Paciente Geriátrico . Rio de Janeiro: REVINTER Ltda,
2002.
CARVALHO FILHO, E.T.; PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. 2.
ed. São Paulo: Atheneu, 2005.
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
GOLDENZWAIG, N.R.S.C. Administração de Medicamentos na Enfermagem. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2005.
NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION. Diagnósticos de Enfermagem da
NANDA: Definições e Classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006.
POTTER, P.A.; PERRY, A.G. Fundamentos de Enfermagem. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan S.A., 2004.
8º PERÍODO
CUIDADOS INTEGRAIS AO ADULTO E IDOSO
Assistência de enfermagem sistematizada a clientes adultos e idosos internados em unidades de
clínicas médicas e cirúrgicas especializadas, abrangendo pacientes com afecções agudas e crônicas
de grande complexidade em diferentes áreas (especialidades), incluindo problemas oncológicos, com
desenvolvimento de atividades práticas. Assistência à família e cuidadores. Prevenção de acidentes
no hospital. Aspectos éticos na assistência de enfermagem.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARPENITO, L. J. Diagnósticos de enfermagem: aplicação à prática clínica. 8.ed. Porto Alegre:
Artmed, 2002. 843p. (Série Enfermagem).
CECIL, Russell La (russell La Fayette). Cecil Tratado de Medicina Interna. 19.ed. v2. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan , 1993. 2425P
NANDA. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificação 2005-2006. Porto
Alegre: Artmed, 2006. 307.p. CONTÉM 2
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MATHEUS, P. N. Gerontologia: a velhice e o envelhecimento em visão globalizada. São Paulo:
Atheneu, 2005. 515p
POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Grande tratado de enfermagem prática: clínica e prática
hospitalar. 3. ed. São Paulo: Santos, 2002.
SMELTZER, S. C. BARE, B. G. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10 ed. V1. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005, 1132p.
SMELTZER, S. C. BARE, B. G. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10 ed. V2. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005, 1132p. CONTÉM 2
FISCHBACH, F. T. Manual de enfermagem exames laboratoriais e diagnósticos. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005. 707p
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GESTÃO DE SERVIÇOS DE ENFERMAGEM
Visão geral do processo de gerenciamento de recursos humanos, materiais e físicos nos serviços de
saúde (hospitalar e não hospitalar), com vistas à assistência e organização dos serviços de
enfermagem e de saúde, assim como ao processo decisório no trabalho da enfermagem, utilizando
as técnicas de planejamento estratégico, administrativo e participativo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARQUIS, Bessie l. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 4.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 454. ISBN: 8536303751.
KURCGANT, Paulina (coord.) Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005. 194. ISBN: 8527710293.
MARX, Lore Cecília. Manual de gerenciamento de enfermagem. 2.ed. São Paulo: EPUB, 2003.
105. ISBN: 858709839.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FONTINELE JÚNIOR, Klinger. Administração hospitalar. Goiânia : 223p. :. , il.. ISBN: 8574980722
(broch.).
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 5.ed. São
Paulo: Atlas S.A, 2003. 194. ISBN: 8522434328.
OLIVEIRA, Djalma de Pinheiro Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e
praticas. 11.ed. São Paulo: Atlas, 1997. 294p.
CHIAVENATO, Idalberto.Gerenciando pessoas:. 4.ed. Sao Paulo: Prentice Hall, 2003. ISBN:
8587918451.
BRASIL. Constituição da Republica Federativa do Brasil. 31.ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 364.
((Coleção Saraiva de legislação)) ISBN: 8502042572.
HOSPITALIDADE NA SAÚDE
Análise do conceito de hospitalidade. Atualização dos conceitos mais atualizados na gestão de
hospitalidade, envolvendo aspectos de processos no atendimento ao paciente, hospitalidade e
humanização, ajudando-os com técnicas das áreas de prestação de serviços. Conceito de
acolhimento e bem-estar nas instituições de saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOEGER, M.A. Hotelaria Hospitalar: Gestão da Hospitalidade e Humanização. São Paulo: SENAC,
2009.
LASHLEY, C.. Em Busca da Hospitalidade. São Paulo: Manole, 2008.
MULLINS, L. Gestão da hospitalidade e comportamento organizacional. Porto Alegre: Bookman,
2004.
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BOEGER, M. A. Gestão em Hotelaria Hospitalar. São Paulo: Atlas, 2009.
MORAIS, O.D. Hotelaria hospitalar: um novo conceito no atendimento ao cliente da saúde. São
Paulo: EDUCS, 2008.
GODOI, A.F.. Hotelaria hospitalar e humanização no atendiment o em hospitais. São Paulo:
Ícone, 2008.
GODOI, A.F. Hotelaria Hospitalar. São Paulo: Ícone, 2008.
GUIMARÃES, N.V.R.R.Hotelaria hospitalar uma visão interdisciplinar. São Paulo: Atheneu, 2007.
BIOESTATÍSTICA
Introdução à estatística descritiva; Análise combinatória e binômio de Newton; Teoria elementar de
probabilidade; Variáveis aleatórias; Funções de variáveis aleatórias; Distribuição binomial, normal;
Testes de t, X2 e F; Aplicação da análise de variância.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CURI, P.R.. .Metodologia e análise da pesquisa em ciências biológicas. 3.ed. São Paulo:
Tipomic, 2001.
MORETTIN, L. G. Estatística básica. 6. ed., São Paulo: Makron Book, 1994.
VIEIRA, S; HOFFMANN, R . Estatística experimental. São Paulo: Editora Atlas, 1989.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
TOLEDO, G. L. Estatística básica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1995..
ZAR, J.L . Biostatistical analysis. São Paulo: Editora Prentice Hall, 1984.
FONSECA, J.S. Estatistica aplicada. 2.ed. Sãoo Paulo:Atlas, 1985.
BERQUO, E.S. Bioestatística. 2.ed.São Paulo: EPU, 2001.
VIEIRA, S. Introdução a bioestatística.Rio de Janeiro: Campus, 1980
9º PERÍODO
URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS
Introdução às situações de Urgências e Emergências e Suporte Básico de Vida. Medidas de
biossegurança. Avaliação da gravidade da vítima e ações imediatas do socorrista nas situações de
emergência/urgência. Reconhecimento e Suporte Básico de Vida na parada respiratória e parada
cardíaca. Preparação do socorrista para prestar assistência em situações especiais de: afogamento,
choque, intoxicação exógenas. Atendimento inicial ao politraumatizado nos ferimentos, traumatismos
em geral. Cuidados nas hemorragias, hipovolemia, choque, queimaduras, acidentes com animais
peçonhentos. Atendimento a distúrbios da consciência: desmaio, vertigem e crise convulsiva.
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Cuidados gerais com a vítima na presença de corpos estranhos. Assistência pré-hospitalar no parto
súbito. Resgate e transporte.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
NOBRE, F.; SERRANO Jr., C.V. (Ed.) Tratado de Cardiologia SOCESP. Barueri, SP: Editora
Manole, 2005.
COMITÊ DE TRAUMA DO COLÉGIO AMERICANO DE CIRURGIÕES. Suporte Avançado de Vida
no Trauma. 5. ed. Chicago, EUA: 1993.
FIGUEIREDO, N.M.A.; VIEIRA, A.A.B. (Org.) Emergência: Atendimento e Cuidados de
Enfermagem. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
NOBRE, F.; SERRANO Jr., C.V. Atlas do Tratado de Cardiologia SOCESP. Barueri, SP: Editora
Manole, 2006.
OLIVEIRA, A.C.; ALBUQUERQUE, C.P.; ROCHA, L.C.M. Infecções Hospitalares: abordagem,
prevenção e controle. Rio de Janeiro: MEDSI, 1998.
GOLDENZWAIG, N.R.S.C. Administração de Medicamentos na Enfermagem. 5. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2005.
NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION. Diagnósticos de Enfermagem da
NANDA: Definições e Classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006.
PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan S.A., 2004
PRODUÇÃO CIENTÍFICA
A natureza da ciência e da pesquisa científica. O que é ciência. Orientação metodológica e
acompanhamento do trabalho monográfico, normatização e elaboração do projeto de TCC. As
referências e citações nos trabalhos científicos. Supervisão e orientação docente para elaboração e
finalização dos trabalhos de TCC. Resenhas. Memorial. Artigos científicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAY, R. A.Como escrever e publicar um artigo científico . São Paulo: Santos Editora, 2001.
LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1999.
CERVO, A. L. B. P. A .Metodologia Científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
LEHFELD, B. &. Fundamentos da metodologia. Mac Graw-Hill, 1996.
VOLPATO, G. L. Ciência:: Da filosofia à publicação. Ribeirão Preto: FUNEP, 2000.
VOLPATO, G. L. Publicação científica. 2 ed. Botucatu: Yipomic, 2003.
MANUAL de normatização do UNIARAXA. 2006.
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OPTATIVA I
Temas relevantes para a atualização da prestação da assistência, escolhidos previamente (um
semestre antes de sua oferta), ou escolhido em Reunião de Colegiado quando houver necessidade
de abordar assuntos emergentes.
BIBLIOGRAFIA
Oferecidos no início e decorrer da disciplina, conforme assunto abordado.
10º PERÍODO
GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
Contribuições teóricas para a compreensão do funcionamento das organizações: teorias
administrativas. Técnicas para a ação gerencial de tomada de decisões. Organização de recursos:
indicadores tradicionais da programação de serviços de saúde. Gestão do provimento de recursos e
das atividades meio: logística do abastecimento e seus sub-sistemas, arquitetura, gerenciamento e
manutenção de prédios, com vistas a assistência e organização dos serviços de enfermagem e de
saúde, assim como, o processo decisório no trabalho da enfermagem utilizando as técnicas de
planejamento estratégico, administrativo e participativo. Sistemas de controle e avaliação. Sistema de
informação. Gestão de recursos humanos em saúde, legislação trabalhista e escala de funcionários.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MARQUIS, Bessie l. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 4.ed. Porto
Alegre: Artmed, 2005. 454. ISBN: 8536303751.
GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo: na educação e em outras instituições,
grupos e movimentos dos campos cultural, social, político, religioso e governamental. 6.ed.
Petrópolis: Vozes, 1998. 182p.
BRASIL.Ministério da Saúde.Secretaria de Assistência à Saúde Inovação gerencial em serviços
públicos de saúde e cidadania. Brasília: Minstério da Saúde, 2002. 74. ((Série B. Textos Básicos de
Saúde)) ISBN: 8533406150
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KURCGANT, Paulina (coord.) Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005. 194. ISBN: 8527710293.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 5.ed. São
Paulo: Atlas S.A, 2003. 194. ISBN: 8522434328.
MARX, Lore Cecília. Manual de gerenciamento de enfermagem. 2.ed. São Paulo: EPUB, 2003.
105. ISBN: 858709839.
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INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
BRASIL.Ministério da Saúde.Secretaria Executiva.Subsecretaria de Planejamento e Orçamento..
Plano Nacional de Saúde: um pacto pela saúde no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. 144.
(Série B. Textos Básicos de Saúde) ISBN: 85-334-0917-6.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema Nacional de Vigilância
em Saúde: relatório de situação. 2.ed.. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 23. (Série C Projetos,
Programas e Relatórios) ISBN: 85-334-1132-4.
BRASIL. Ministério da Saúde.. Diretrizes operacionais dos pactos pela vida e defesa do SUS e de
gestão. Brasília, 2006. 76p. (Série A. Normas e manuais técnicos) ISBN: 85-334-0960-5.
BRASIL.Ministério da Saúde. Regulamento dos pactos pela vida e de gestão. Brasília, 2006. 142p.
(Série pactos pela saúde) ISBN: 85-334-1149-9.
CARVALHO, Guido Ivan de. Sistema único de saúde: comentários à lei orgânica da saúde (leis
n§8.080/90 e n§8.142/90). 3.ed. Campinas, SP: UNICAMP, 2002. 320. ISBN: 8526805592.
CUIDADOS INTENSIVOS
Recursos nas Unidades de Cuidados Intensivos. Humanização em CTI. Normas e Rotinas em CTI.
Infecção Hospitalar nas Unidades de Cuidados Intensivos. Utilização de Máscara Oxigenação.
Manuseio de Equipamentos. Oximetria de Pulso. Monitorização Cardíaca. Utilização de Cateteres.
Farmacologia nas Unidades de Cuidados Intensivos. Ventilação Mecânica. Equilíbrio Hidreletrolítico.
Nutrição Artificial Enteral e Parenteral. Sondagens. Cuidados com Clientes Entubados. Cuidados com
Clientes Traqueostomizados. Cuidados de Higiene ao Paciente Acamado. Monitoração Arterial e
Venosa através de Cateteres. Diálise Peritoneal e Hemodiálise. Conduta de Enfermagem ao Cliente
no pós-operatório de cirurgia intracraniana.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FIGUEIREDO, N. M. A; SILVA, C. R. L; SILVA, R. C. L. CTI: atuação, intervenção e cuidados de
enfermagem. São Caetano do Sul: Yendis, 2006. 322p. (Organizadores)
HUDAK, C. M. Cuidados intensivos de enfermagem: uma abordagem holística. 6.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1997. 955p.
KNOBE L, E. Condutas no paciente grave. São Paulo: Atheneu, 1994. 906p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KNOBEL, E. Terapia intensiva : cardiologia /. São Paulo : 346p.
Manual de urgências em pronto-socorro. 3.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1990. 612p. (Série Manual
Espiral).
KNOBEL,E.Terapia Intensiva: Enfermagem. 1 ed. São Paulo:Atheneu.2006.636p.
DIEPENBROCH, N.H. Cuidados Intensivos. 2 ed. São Paulo: LAB.2005.436p
PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan S.A., 2004.
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OPTATIVA II
Desenvolvimento integrado do conhecimento científico teórico prático de temas atuais da
Enfermagem, buscando análise crítica das ações do profissional no processo saúde doença em todos
os seus níveis.
BIBLIOGRAFIA
Oferecidos no início e decorrer da disciplina, conforme assunto abordado.
4. PERFIL DO EGRESSO
Na formação dos graduandos do Centro Universitário do Planalto de Araxá consideramos
fundamental que a estrutura curricular possa assegurar o alcance específico de conhecimentos,
sensibilidades e competências que caracterizam um profissional da área, através de um processo
constante de aprimoramento formativo que o habilite a responder aos inúmeros desafios da
sociedade contemporânea, em consonância com as Diretrizes Curriculares estabelecidas pelo MEC.
O egresso deve apresentar autonomia intelectual, capacidade de aprendizagem continuada,
atuação crítica e ética, sintonizada com as necessidades do país, com uma sólida formação científica,
humanística e cultural. Deverá, também, apresentar capacidade para lidar, entender e intervir de
forma positiva no meio ambiente (Lei n. 9795, de 27/04/1999).
Para a consecução do perfil desejado, devem ainda ser desenvolvidas as seguintes
habilidades e competências gerais:

Conduta pautada pela ética e preocupação com as questões sociais e ambientais;

Capacidade de atuar de forma crítica, autônoma e criativa;

Atuação propositiva na busca de soluções para que as questões apresentadas pela
sociedade;

Capacidade de comunicação e expressão na língua nacional e em língua estrangeira;

Capacidade de diagnosticar, analisar e contextualizar problemas;

Busca de constante aprimoramento científico e técnico;

Domínio de técnicas essenciais à produção e aplicação do conhecimento;

Trabalho integrativo e contributivo em equipes transdisciplinares;

Competência para a atuação profissional com respeito pelo meio ambiente;

Compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações,
envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos,
científicos, culturais e éticos;

Capacidade de promover e respeitar os Direitos Humanos.
Com relação às atividades pertinentes ao respectivo Curso, o perfil do egresso deverá
ajustar-se aos componentes descritos a seguir.
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O curso visa à formação do Enfermeiro com atribuições voltadas à prevenção, promoção,
proteção e recuperação da saúde humana, desenvolvendo atividades associadas às fases do ciclo
vital e ao processo saúde-doença. Estes profissionais de enfermagem devem ser capazes de
desenvolver pesquisa e atuar tecnicamente nas seguintes áreas de enfermagem: saúde da mulher;
saúde da criança e do adolescente; saúde comunitária; saúde do adulto e do idoso; em situações de
emergência; no diagnóstico; no gerenciamento dos serviços de saúde e na educação em saúde.
À esta capacitação tem que estar agregado o senso de responsabilidade social e de
compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano, compreendendo,
sinteticamente, as seguintes competências gerais: atenção à saúde, tomada de decisões,
comunicação, liderança, administração e gerenciamento, educação permanente, que possibilite o
enfermeiro:

Compreender a dinâmica do processo saúde-doença através de análise crítica dos
múltiplos fatores que interferem neste processo, identificando as necessidades individuais
e coletivas;

Compreender e reconhecer o homem como cidadão, através de suas inter-relações e as
necessidades de saúde que devem ser atendidas durante seu ciclo vital;

Reconhecer que todo cidadão tem o direito de acesso aos recursos de saúde, dever de
criticá-los e de empenhar-se pela obtenção e qualidade dos mesmos;

Prestar assistência sistematizada de enfermagem individual e coletiva, através de ações
integradas de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde em todas as
fases do ciclo vital e do processo saúde-doença, garantindo a qualidade de tal assistência;

Desenvolver de forma integrada ações educativas, administrativas e de pesquisa no
processo assistencial, junto à comunidade acadêmica/científica e população;

Ser gerador e consumidor de pesquisas com vistas à evolução da prática de enfermagem
e de saúde.

Atuar dentro dos princípios éticos e legais da profissão, valorizando o ser humano em sua
totalidade e no exercício da cidadania;

Participar do processo de formação e atualização dos trabalhadores de enfermagem e
profissionais afins;

Colaborar na tomada de decisões nas diversas áreas de atuação de enfermagem;

Participar em equipe do trabalho de coletividades sadias;

Comunicar-se de maneira eficiente de modo a estabelecer relações interpessoais
produtivas;

Desenvolver o processo de enfermagem nas situações que envolvem ajuda a indivíduos,
família, outros grupos da comunidade e à comunidade como um todo.
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
O profissional em Enfermagem poderá atuar em hospitais, escolas, empresas públicas ou
privadas, clínicas, instituições de saúde, programas domiciliares e pronto-atendimento,
como em funções administrativas e/ou autônomas.
5. FORMAS DE ACESSO AO CURSO
O acesso aos cursos de graduação do Centro Universitário do Planalto de Araxá se viabiliza
por meio de processo seletivo, amplamente divulgado na região de abrangência da Instituição, com
editais específicos, contendo todas as informações necessárias aos candidatos, desde a forma de
inscrição até a matrícula e o início do período letivo. É coordenado pela COPESE, setor ao qual
também está afeto o recrutamento de alunos.
O processo seletivo para ingresso de alunos, segundo legislação vigente, congrega as
seguintes modalidades:
I
Via concurso vestibular.
1.1 Provas comuns a todos os cursos em oferta.
1.2 Por agendamento, para vagas remanescentes com prova de redação.
II
Extra
vestibular.
2.1 Por transferência de outra instituição de ensino superior.
2.2 Por reopção de outro curso da própria IES.
2.3 Por reingresso de diplomado para obtenção de novo título.
6. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
Garantir a qualidade do ensino oferecido é uma das prerrogativas constantes no PPC (Projeto
Pedagógico do Curso), considerando que a missão do UNIARAXÁ promover a educação cidadã para
a empregabilidade, a sustentabilidade e o cruzamento de fronteiras. O PPC é o plano de trabalho que
se bem desenvolvido e cumprido é o responsável pela garantia dessa qualidade. Vários instrumentos
são empregados com o objetivo de fazer o monitoramento de todas as atividades desenvolvidas,
zelando, pelo atendimento aos objetivos estabelecidos no PPC e PPI.
Desta forma, a avaliação do curso deverá ocorrer de forma continuada e empregando
variados mecanismos como: verificação dos planos de ensino dos docentes, acompanhamento
sistemático do plano de aula dos docentes, entrevistas periódicas com os representantes de turma,
análise continuada do currículo oferecido por meio de estudo do PPC nas reuniões de colegiado de
curso e análise das questões das avaliações bimestrais. Soma-se a essas avaliações, a autoavaliação institucional conduzida pela Comissão Própria de Avaliação.
A auto-avaliação institucional, no UNIARAXÁ, é uma prática instituída desde 2002, cujo foco
é a avaliação dos cursos, com ênfase na avaliação do docente. A CPA - Comissão Própria de
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Avaliação é a responsável pela condução do processo na IES. A avaliação do desempenho docente é
realizada duas vezes por ano, utilizando como instrumentos a avaliação do discente, a auto-avaliação
do discente, a auto-avaliação do docente, a avaliação do docente da turma que ele ministra aula e a
avaliação do coordenador. Os dados levantados são estudados e interpretados, por meio da
metodologia de triangulação dos dados, e depois socializados com os coordenadores e docentes.
No ano de 2004, com a publicação da Lei n. 10.861/2004, que instituiu o SINAES
Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior, o Programa de Avaliação Continuada do UNIARAXÁ
incorporou novos procedimentos avaliativos, ampliando o processo de auto-avaliação institucional
para as dimensões exigidas pelo SINAES. No entanto, o foco da auto-avaliação institucional é a
avaliação docente. Uma vez por ano realiza-se a avaliação dos setores institucionais como forma de
ampliar a avaliação do curso, como a avaliação do coordenador pelo discente e dos setores que
oferecem dos serviços educacionais. Estes mecanismos têm assegurado que a gestão reúne
informações acerca do curso, e com base nos dados estabeleça metas, objetivos e estratégias de
melhoria e avanço do curso.
Os resultados apresentados colocam-se com a finalidade de que a auto-avaliação
institucional no UNIARAXÁ deva mostrar à sociedade e à própria comunidade acadêmica seu papel
social, refletido na qualidade do ensino que desenvolve e, ainda, preparar-se para atender
satisfatoriamente às exigências legais, de um lado, e ao propósito da Instituição - que é preservar a
sua identidade, respeitando os que conduzem o processo ensino- aprendizagem no espaço escolar.
Além dos resultados internos, os resultados do ENADE
Exame Nacional do Desempenho
de Estudantes são um excelente indicativo da qualidade do curso. Em consideração a essa questão,
a Coordenação do Curso buscará em conjunto com os docentes ficar atento às orientações gerais do
exame, bem como o de estudar e buscar a conjunção das diretrizes estabelecidas pelas Comissões
que definem as habilidades e competências para o exame com as práticas curriculares e
pedagógicas. Os resultados do ENADE servem, ainda, para a redefinição do curso, quando esses se
mostrarem abaixo dos padrões nacionais e da IES.
6.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
NDE
Cabe ao NDE a formulação do Projeto Pedagógico do Curso, sua implementação e desenvolvimento.
Compõe-se, preferencialmente, por docentes com título de mestre/doutor, em regime de trabalho
integral ou parcial e experiência docente. De caráter obrigatório nos cursos de graduação da IES, sua
composição e regimento específico foram atribuídos ao Colegiado de Curso. (Anexo I)
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7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
Em consonância com seu projeto pedagógico, o UNIARAXÁ tem dimensionado a sua prática
de avaliação da aprendizagem em oposição aos modelos tradicionais de avaliação predominantes ao
longo dos anos, ou seja, o de julgamento de resultados obtidos pelos educandos, onde o processo
avaliativo situa-se ao final dos cursos com a finalidade de estabelecer conceitos de aprovação e
reprovação dos alunos.
Esse
entendimento
do
processo
de
avaliação
concebida
como
problematização,
questionamento, reflexão sobre a ação e resultante de intensos e contínuos encontros pedagógicos
entre coordenadores de curso e professores, quando são apresentados para discussão temas
referentes à teoria avaliativa. Isto possibilitou a geração de algumas idéias norteadoras do processo
avaliativo para toda a Instituição.
Portanto, no UNIARAXÁ, a avaliação da aprendizagem assume o sentido de ser um processo
contínuo e sistemático que visa fornecer informações ao aluno, que o ajudem a progredir até a autoaprendizagem, oferecendo-lhe dados do estado em que se encontra, para que utilize esses dados
como guia de auto-direção, reordenando os percursos.
A concepção de avaliação da aprendizagem desenvolvida e vivenciada pela Instituição reflete
o modelo de educação que permeia a ação educativa do professor. Em face disso, é questão
relevante que durante o processo de construção do projeto pedagógico questões como A quem deve
servir a avaliação? A serviço de quem está a avaliação? sejam desveladas, mostrando a sua
dimensão política.
Por conseguinte, a ação pedagógica que norteia as práticas avaliativas dos professores
assenta-se numa concepção de avaliação formativa, ou seja, aquela que ajude o aluno a aprender e
o professor a ensinar (PERRENOUD, 1999).
Ficam sob responsabilidade do professor, observando esses preceitos, a elaboração, a
aplicação e a correção dos instrumentos avaliativos. É definida, via Regimento Geral do UNIARAXÁ,
a distribuição bimestral de dez pontos, sendo que sete pontos são distribuídos através de provas
individuais e os outros três pontos em forma de trabalhos individuais ou em grupo, a critério do
professor.
Para garantir uma avaliação formativa os professores se utilizam de diversos instrumentos, de
acordo com o conteúdo ministrado e os objetivos pretendidos.
8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão de Curso
TCC é uma atividade que visa a complementação do
processo ensino-aprendizagem, promovendo o aperfeiçoamento da formação acadêmica através da
realização de um trabalho técnico-científico de maior profundidade em área de conhecimento
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especifica, a critério do aluno, considerado como parte indissociável dos cursos de graduação no
UNIARAXÁ, desde 2000.
Segundo a legislação vigente, o Trabalho de Conclusão de Curso é um componente
curricular que poderá ser desenvolvido sob uma das seguintes formas: monografia, projeto de
iniciação científica ou projetos de atividades centrados em áreas teórico-práticas e de formação
profissional, relacionadas com os cursos, de acordo com as normas balizadoras da ABNT
Associação Brasileira de Normas Técnicas.
O Regulamento de TCC complementa os recursos básicos para a realização do trabalho,
apontando os caminhos e regras que orientadores e acadêmicos deverão percorrer do início das
pesquisas até a apresentação pública dos trabalhos.
Todo o trabalho relativo à realização do TCC está articulado às duas grandes linhas de
investigação do UNIARAXÁ, buscando a produção de conhecimento que promova uma formação
- que se responsabiliza pela
análise dos aspectos relativos à saúde e ao meio ambiente e às ações públicas associadas e,
- voltada para temas ligados à gestão e ao desenvolvimento
social e humano, sem minimizar as propostas de ações para o setor público.
O Trabalho de Conclusão de Curso integra a arquitetura curricular de todos os cursos de
Graduação ofertados pelo Centro Universitário do Planalto de Araxá, através das disciplinas de
Métodos e Técnicas de Pesquisa Cientifica e Produção Cientifica, tem caráter obrigatório e deve ser
cumprido pelo aluno, individualmente, com orientação, acompanhamento e avaliação de docentes
titulados como especialistas, M/D da área e/ou supervisores de estágio, como condição para a
integralização do seu curso.
Os projetos na área da saúde, envolvendo pesquisas com seres humanos, segundo
prerrogativas do Conselho Nacional de Saúde, como também aquelas que forem desenvolvidas com
animais de experimentação, devem ser submetidos à avaliação do Comitê de Ética em Pesquisa do
UNIARAXÁ, no semestre anterior à apresentação do TCC.
A apresentação do TCC somente ocorrerá quando o aluno tiver cumprido, 90% (noventa por
cento) da carga horária do curso e não tebha dependência a cursar em época posterior. A
apresentação do aluno é avaliada por uma banca composta pelo professor-orientador do TCC e um
professor conhecedor do tema abordado, podendo ser convidados profissionais, com comprovada
experiência na área, não vinculados à Instituição.
Todo o processo de realização do TCC no UNIARAXÁ tem o compromisso de contribuir para
a reflexão e o incentivo dos processos dinâmicos de ensino-aprendizagem e alicerçar uma nova
mentalidade de pesquisa na instituição, como também, instrumentalizar nossos alunos para o
aperfeiçoamento profissional e humano.
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9. ESTÁGIO CURRICULAR
A legislação que rege a formação do enfermeiro prevê o estágio curricular supervisionado
como uma atividade obrigatória que se configura a partir da inserção do aluno em diferentes cenários
da prática profissional, objetivando capacitá-lo para o exercício da profissão.
Este estágio pressupõe um vínculo entre o Centro Universitário e as Instituições nas quais
serão desenvolvidos e a aprovação do aluno em todas as disciplinas que antecedem o período de
início do estágio, condição indispensável e determinante para a realização deste componente
curricular.
A supervisão será feita, obrigatoriamente, pelo docente responsável e pelo enfermeiro do
serviço no campo do aprendizado. O acompanhamento e a avaliação do estágio curricular
supervisionado contarão com planos de trabalho, relatórios e fichas de avaliação elaboradas com os
responsáveis pelo campo de estágio, docente e enfermeiro.
A carga horária total do Estágio Curricular Supervisionado é de 850 horas, correspondendo a
20% da CH total do curso, sendo distribuídos da seguinte forma: 200 horas no 8º período 300 horas
no 9º e 350 no 10 º período.
As normas para realização do estágio curricular supervisionado encontram-se no
Regulamento Geral de Estágio do UNIARAXÁ e sua avaliação final atenderá à norma institucional,
com a conversão das notas (0 a 10) nas palavras aprovado/reprovado. Para aprovação exigem-se
70% de aproveitamento e 100% de frequência, cabendo reposição quando o aluno não puder estar
presente em razão de força maior.
O estágio curricular supervisionado ocorrerá em instituições conveniadas.
As áreas para realização do Estágio Curricular Supervisionado são:








Setor Hospitalar:
Enfermarias Cirúrgicas
Bloco Cirúrgico
Enfermarias de Clínica Médica
Pediatria
Ginecologia e Obstetrícia
Psiquiatria
Pronto-atendimento
UTI
Setor Não Hospitalar:
Programa Saúde da Família
Unidades Básicas de Saúde
Unidades Mistas de Saúde
Policlínicas
Centro de Vacinação
Centro de Atendimento à Mulher
Centro de Referência Saúde do trabalhador
Centro de Testagem e Aconselhamento.








10. ATO DE RECONHECIMENTO DO CURSO
Decreto de 06/123/2005, publicado no D.O.M.G. em 07/12/2005 e ADIN n° 2501.5/2008.
PPC aprovado em 07/10/2009
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ANEXO I
REGIMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
CURSO DE ENFERMAGEM
Capítulo I
Das Considerações Preliminares
Art. 1º. O Núcleo Docente Estruturante é o órgão de coordenação didática, composto de professores
altamente qualificados e engajados na construção, na implantação e na consolidação do Projeto
Pedagógico do Curso; na articulação das políticas de ensino, pesquisa e extensão bem como no
acompanhamento de sua execução.
Parágrafo Único
É vetado ao Núcleo Docente Estruturante deliberar sobre assuntos que não se
relacionem exclusivamente com os interesses da Instituição.
Capítulo II
Da Constituição
Art. 2º. O Núcleo Docente Estruturante é constituído:
I
Pelo Coordenador do Curso, como seu Presidente.
II
Pelo menos 30% (trinta por cento) do corpo docente.
Art. 3º. A indicação dos representantes docentes será feita pelo Colegiado de Curso para um
mandato de 1 (um) ano, com possibilidade de recondução.
Capítulo III
Das Atribuições
Art. 4º. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante:
I
Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso, definindo sua concepção e seus fundamentos.
II
Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso.
III - Coordenar a elaboração da lista de títulos bibliográficos e de outros materiais necessários ao
Curso.
IV - Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, e,
posteriormente, na Câmara de Graduação, sempre que necessário.
V
Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares.
VI
Promover a integração do Curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo Projeto Pedagógico.
VII
Estabelecer o perfil profissional do egresso do Curso.
VIII
Acompanhar e propor os mecanismos e a forma de integralização das atividades
complementares.
IX
Discutir e propor estratégias de interdisciplinaridade.
X
Analisar e avaliar as propostas de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Curso.
XI
Sugerir mecanismos para o aumento da qualidade de ensino do Curso.
XII
Assessorar o Coordenador em atividades especiais e auxiliar os demais órgãos acadêmicos nas
suas esferas de atuação.
XIII - Supervisionar as formas de avaliação definidas pelo Colegiado.
XIV - Acompanhar o desempenho do corpo docente por meio da Avaliação Institucional.
XV
Elaborar e planejar estratégias de preparação para as avaliações externas.
XVI
Exercer as demais funções que lhe são conferidas pelo Centro Universitário do Planalto de
Araxá e de outras legislações a que se subordine.
Capítulo IV
Da Titulação e Formação Acadêmica
Art. 5º. Os docentes que compõem o NDE deverão possuir titulação acadêmica obtida em programas
de pós-graduação stricto sensu.
Capítulo V
Do Regime de Trabalho
Art. 6º. Os docentes que compõem o NDE deverão ser contratados em regime de tempo parcial e/ou
integral.
Capítulo VI
Das Atribuições do Presidente
Art. 7º. Compete ao Presidente do Núcleo:
I
Convocar, elaborar a pauta e presidir as reuniões do Núcleo.
II
Representar o NDE junto aos órgãos da Instituição.
III
Encaminhar aos órgãos competentes as deliberações do Núcleo.
IV
Designar relator ou comissão para o estudo de matéria a ser decidida pelo Núcleo e um
representante do corpo docente para secretariar e lavrar as atas.
V
Coordenar a integração com os demais Colegiados e setores da Instituição.
Capítulo VII
Das Reuniões
Art. 8º. O Núcleo reunir-se-á, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu Presidente, 2
(duas) vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente ou pela
maioria de seus membros titulares.
Art. 9º. Todos os participantes do Núcleo têm direito à voz e voto, sendo este aberto, e, cabendo ao
Presidente o voto de qualidade.
Capítulo VIII
Das Disposições Transitórias
Art. 10. Os percentuais relativos à titulação e regime de trabalho dos componentes do NDE deverão
ser garantidos pela Instituição no prazo de 1 (um) ano, desde que haja comprometimento no
desempenho das ações junto ao Núcleo.
Capítulo IX
Das Disposições Finais
Art. 11. Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo ou órgão superior, de acordo com a
competência dos mesmos.
Art. 12. O presente Regimento entra em vigor após aprovação pelo Colegiado de Curso e,
posteriormente, pela Câmara de Graduação.
Araxá / 2009
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projeto pedagógico do curso de graduação em