CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE SUMÁRIO 1. PERFIL DO CURSO...............................................................................................................................2 1.1 INFRA-ESTRUTURA PARA OS ESTUDOS .........................................................................................3 1.1.1 LABORATÓRIOS ..............................................................................................................................4 1.2 BIBLIOTECA CENTRAL .......................................................................................................................6 1.3 INFRA-ESTRUTURA COMPUTACIONAL ...........................................................................................8 1.4 RECURSOS DIDÁTICOS .....................................................................................................................9 2. ATIVIDADES DO CURSO ......................................................................................................................9 2.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES ....................................................................................................10 2.2 MONITORIA .........................................................................................................................................11 2.3 ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS .................................................................................11 2.4 NIVELAMENTO DA APRENDIZAGEM ................................................................................................12 2.5 AVALIAÇÃO DO CONTROLE DE QUALIDADE DA GRADUAÇÃO - ACQG .......................................12 2.6 ENADE - COMPONENTE CURRICULAR OBRIGATÓRIO.................................................................13 3. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO ........................................................14 3.1 ARQUITETURA CURRICULAR ...........................................................................................................15 3.2 CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM (EIXOS) .........................................................16 3.2.1 QUADRO DE CARGA HORÁRIA POR ÁREA ..................................................................................17 3.3 EXPLICITAÇÃO DO PERCURSO PROPOSTO ...................................................................................18 3.4 DISCIPLINAS OPTATIVAS ..................................................................................................................21 3.5 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA ...............................................................................................................21 4. PERFIL DO EGRESSO ..........................................................................................................................52 5. FORMAS DE ACESSO AO CURSO ......................................................................................................54 6. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO .....................................................................54 6.1 NDE - NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE...................................................................................55 7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM .....................................56 8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ..........................................................................................56 9. ESTÁGIO CURRICULAR .......................................................................................................................58 10. ATO LEGAL DO CURSO .....................................................................................................................58 ANEXO I Regimento do NDE PPC aprovado em 07/10/2009 1 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM 1. PERFIL DO CURSO O CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ UNIARAXA é uma instituição de ensino superior que, através da educação, valoriza o homem em sua dimensão integral com a finalidade de realizar as aspirações maiores que lhe dão a identidade no tempo e no espaço, como agente de transformação social, na construção de sua história. A proposta do projeto pedagógico está assentada nos pressupostos da formação integral do ser humano, privilegiando a participação dos alunos através do desenvolvimento da criatividade, fazendo com que não só aprendam, mas, sobretudo, aprendam a aprender através da iniciativa na busca de informações. Esta missão é atingida pela visão sistêmica dos referênciais que se articulam e formam a matriz curricular, estimulando uma formação multidisciplinar e interdisciplinar, integrada às atividades de pesquisa e de extensão. Seu elemento básico é a qualidade do ensino, que se reflete na presença de determinados conteúdos essenciais, para que os profissionais egressos do curso tenham um excelente embasamento teórico e prático. A preocupação em proporcionar uma formação de qualidade também o leva a desenvolver um sistema de avaliação que não se preocupa somente em avaliar o aluno, mas também a Instituição e seu Corpo Docente. Em um mundo dinâmico e em contínua transformação, volta-se, ainda, para a Pesquisa e a Extensão, procurando relacioná-las diretamente com a possibilidade de intervenções na comunidade e entorno, de modo a analisar sua realidade e apontar possíveis soluções para os problemas detectados. Desta forma, pretende-se preparar um profissional para o mercado que saiba e vivencie os aspectos de cidadania para que se realize também como pessoa. O Curso de Enfermagem tem a responsabilidade de formar bacharéis generalistas, capazes de atender às necessidades regionais, no âmbito assistencial coletivo e hospitalar, público e privado. Partindo da concepção de mundo e sociedade, o curso determina padrões éticos à sua atuação,procurando resgatar a perspectiva de unidade e totalidade de conhecimentos fragmentados, atuando com consciência crítica da sociedade e incentivando seus membros a encontrarem melhores condições de auto-realização e de vivência. O enfermeiro não pode mais ser apontado somente como o responsável pela assistência e alento à dor alheia. A essa assistência, através dos avanços tecnológicos e científicos, foram agregadas ações e responsabilidades administrativas, desenvolvimento da capacidade de reflexão PPC aprovado em 07/10/2009 2 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE crítica sobre o perfil epidemiológico e detecção dos fatores determinantes do processo saúde e doença regional, o que confere ao enfermeiro a responsabilidade de esteio ao cliente, equipe e gestores. Nos dias autais, o enfermeiro deve ser respeitado por sua atuação científico pedagógica - política e administrativa, que garante uma assistência completa e de excelência. Para atender a essa nova realidade da saúde, o Curso de Graduação em Enfermagem foi concebido para formar profissionais generalistas e humanistas, qualificados para atribuições voltadas à prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde humana, desenvolvendo atividades associadas a todas as fases do ciclo vital. Os egressos devem ser capazes de identificar e intervir nas situações do processo saúdedoença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na região de atuação, identificando as dimensões biopsicossociais de seus determinantes. O enfermeiro atual tem suas possibilidades de atuação cada vez maiores; ciente desta realidade e do dinamismo e exigências dessa empregabilidade, o Curso de Enfermagem sustenta-se em um currículo integrador e interdisciplinar, que enfatiza a formação humana, considerando que desta forma, entende-se o indivíduo em toda a sua essência e potencialidade e não apenas, por frações anátomo-fisiológicas. O UNIARAXÁ, através desta proposta pedagógica que atende às diretrizes expressas no PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional), PPI (Projeto Pedagógico Institucional) nas Diretrizes Curriculares Nacionais, pretende preparar um profissional que atue de forma cientifica, técnica e ética, em todas as áreas da enfermagem: assistência, administração, ensino e pesquisa. Atender-se-á, assim, a missão a que se propõe o UNIARAXÁ, colocando o no mercado um profissional capaz de modificar a realidade em que vive e trabalha, alem de propiciar a melhoria da qualidade de vida da população que ficar aos seus cuidados. 1.1 INFRAESTRUTURA PARA OS ESTUDOS O projeto pedagógico de Enfermagem visa à formação do profissional com visão multidisciplinar e espírito científico, dentro dos princípios éticos que envolvem a profissão, tornando-o capaz de competir no mercado atual. Assim, conta com uma estrutura administrativa e corpo docente qualificados conforme exigências legais. Possui uma infraestrutura dotada de por salas de aula multimeios e laboratórios didáticos com equipamentos de última geração. Conta, ainda, com livre acesso às bibliotecas central e virtual de saúde e serviços de informática. PPC aprovado em 07/10/2009 3 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 1.1.1 LABORATÓRIOS O Curso de Enfermagem do Instituto de Ciências da Saúde, para as aulas práticas do ciclo básico, utilizará os laboratórios descritos a seguir: Laboratório de Química e Bioquímica Instalado em área de 52 m2, é dotado de 03 bancadas em granito e armários em fórmica, com vista a proporcionar o desenvolvimento de métodos e técnicas que permitam a visualização e a compreensão dos processos químicos, bioquímicos e genéticos. Possui toda a infraestrutura e a tecnologia para servir de suporte técnico-didático nestas áreas de conhecimentos, servindo para o desenvolvimento de ensino, pesquisas e trabalhos de extensão. Laboratório de Morfofisiologia Possui uma área física de 72,3 m2, onde se encontram quatro bancadas em granito, as quais contém microscópios binoculares, cuja finalidade é fornecer aos alunos a possibilidade de identificar estruturas microscópicas em lâminas permanentes, de diferentes tecidos animais e vegetais. Sua utilização visa, ainda demonstrar, através de experimentos práticos, os diferentes tipos de tecidos animais e vegetais, em atividades de ensino, pesquisa e extensão. Laboratório de Microbiologia e Parasitologia O laboratório de Microbiologia e Parasitologia possui uma área de 115,3 m 2 com bancadas em granito e armários em fórmica, compartimentados em pequenos laboratórios que são: ImunologiaHematologia e Parasitologia. Na mesma infraestrutura estão contidas a Sala de Lavagem e Expurgo, de Microscopia de Fluorescência e a Central de Material Estéril. Este laboratório propicia as condições necessárias para formar profissionais aptos a desenvolver no ambiente laboratorial as relações teórico-práticas, as diversas análises da rotina laboratorial e o desenvolvimento do senso de qualidade, ética e aprimoramento das técnicas e conhecimentos do profissional em análises clínicas. Para cumprir suas finalidades, o laboratório está aparelhado com equipamentos que visam a inovação de técnicas para uma prática eficiente, voltada à precisão dos diagnósticos, além de ensejar o desenvolvimento de projetos de ensino, pesquisa e extensão. Laboratório de Anatomia Área física de 66 m2, dotada de mesas de dissecção, sala de preparação de peças anatômicas e tanques para acondicionamento das referidas peças. As atividades didáticas neste laboratório visam ao desenvolvimento de estudos práticos com peças anatômicas formolizadas e manequins, para melhor compreensão na área de conhecimento. Laboratório de Pesquisas Multidisciplinares Com área de 37,3m2, é um laboratório de pesquisa, em cujas instalações se encontram uma bancada central em granito e bancos nas laterais com armários em fórmica, avisando o PPC aprovado em 07/10/2009 4 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE desenvolvimento das várias linhas de pesquisa da IES, além de possibilitar aos alunos de Iniciação Científica do Instituto o desenvolvimento de métodos e técnicas que permitam a produção de conhecimento na área. Unidade de Enfermagem Este laboratório possui uma área física de 103,3 m2, dividida em três ambientes: área de paramentação, unidade do paciente e área de instrumentalização, com 03 bancadas em granito e armário em fórmica. Possibilita a vivência da utilização de modelos humanos artificiais e procedimentos técnicos em enfermagem. Propicia ao futuro enfermeiro todas as condições necessárias para uma perfeita formação, além de se constituir em local para procedimentos de primeiros socorros. Consultório Interdisciplinar Este consultório possui uma área física de 4,5 x 3,5 m 2, com caráter interdisciplinar, composto com a finalidade principal de prestar os primeiros atendimentos médicos e fonoaudiológicos, avaliação e procedimentos fisioterapêuticos. Laboratório de Pediatria e Geriatria Neste laboratório são ministradas aulas práticas das disciplinas de Semiologia e Semiotécnica, Saúde do Adulto e do Idoso e Saúde da Criança e do Adolescente. Neste ambiente de estudo são proporcionados aos acadêmicos do Curso de Enfermagem conceitos sobre o exame físico de crianças e adultos e consulta de enfermagem. Biotério Em área física de 44 m2, isolado e adequado para a finalidade de criar animais de laboratório, como cobaias, ratos brancos e camundongos, fica sob os cuidados de um biólogo. Estes animais são mantidos em gaiolas especiais, onde se reproduzem, recebendo alimentação adequada, em condições de temperatura e umidade favoráveis para o melhor desenvolvimento destas espécies. A criação dos animais visa desenvolver trabalhos didáticos e de pesquisa, atentos à legislação existente sobre as restrições relativas a trabalhos com animais. Laboratório de Farmacologia e Fisiologia O objetivo deste laboratório é analisar, identificar e descrever alterações fisiopatológicas e, ainda, verificar o efeito de diferentes fármacos, através de teste em animais. Está instalado em uma área física de 77,6m2, com três ambientes: sala para estudo de comportamento de animal, sala didática com 2 bancadas em granito com armário em fórmica e uma ante-sala. PPC aprovado em 07/10/2009 5 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 1.2 BIBLIOTECA CENTRAL A Biblioteca do Centro Universitário do Planalto de Araxá UNIARAXÁ ocupa uma área de 595 m2, adaptada para o seu funcionamento, incluindo a acessibilidade para deficientes físicos, reunindo o acervo de todos os Cursos oferecidos pelo UNIARAXÁ. Está engajada no projeto Rede Bibliodata, uma rede de bibliotecas brasileiras que realiza a catalogação cooperativa de seus acervos e compartilha produtos e serviços, visando à redução de custos e promovendo a difusão dos respectivos acervos bibliográficos. Informação, Tecnologia e Consultoria. O programa é capaz de manipular diversas bases de dados, cada uma contendo dados distintos: definição da base, entrada de dados/modificação, indexação, recuperação, classificação, impressão de listagens, geração formato intercâmbio e backup. Possui as capacidades essenciais para um gerenciador de informações bibliográficas: campos de registros de variável, campo repetitivo, subcampos, capacidade integral para efetuar buscas baseadas nas regras da álgebra booleana e de adjacência e recursos flexíveis para gerar produtos impressos. Estão implantados os aplicativos abaixo, que servem de interface entre a base de dados do acervo local e os processos e serviços da biblioteca: SIAQUIS INFOISIS: para o processamento e administração interna do acervo. Gera listagens específicas do acervo e emite etiquetas de código de barras e lombadas. LEGISIS INFOISIS: base de dados para o cadastramento do acervo, com planilhas de inserção dos vários tipos de materiais, livros, periódicos e outros. SIAPED INFOISIS: aplicativo para a realização de tarefas relativas ao serviço de empréstimo, tais como, devolução, reserva, informando sobre o estado do acervo e do usuário. Utiliza código de barras e leitora óptica. Essas aplicações possibilitam os processos de tratamento da informação, viabilizando sua recuperação e acesso. A base de dados do acervo está disponivel na rede de computadores da instituição e Internet. O acesso pode ser realizado nos diversos pontos da Rede e On-Line. A Biblioteca conta com rede local composta por microcomputadores, onde estão disponíveis diversas fontes de informação e pesquisas in loco, através de CD-ROM e via INTERNET, além da base de dados do acervo. Para descrição bibliográfica, utilizamRegras para Catalogação , para a classificação de assuntos, Universal Podem ser acessadas na Biblioteca as seguintes bases de dados: Base de dados que contém o acervo da biblioteca: livros, periódicos e materiais especiais. PPC aprovado em 07/10/2009 6 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Fontes de informação em CD-ROM: fontes primárias e secundárias para consulta e pesquisa. No intuito de compartilhar acervos e serviços, a Biblioteca está filiada a sistemas e redes de informação nacionais tais como o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) que disponibiliza através do Catálogo Coletivo Nacional (CCN), o acesso aos acervos de periódicos das bibliotecas brasileiras; facilita a obtenção de cópias de artigos e outros materiais através do programa COMUT ON-LINE; possibilita a pesquisa bibliográfica em bancos de dados nacionais e estrangeiros, através da REDE ANTARES. A Biblioteca disponibiliza, ainda, acesso à internet a partir de workstations, possibilitando pesquisar em inúmeros bancos de dados, bibliotecas de instituições congêneres e outras informações. A Biblioteca adota o regime de livre acesso à comunidade universitária e à comunidade em geral. O uso das diversas coleções está normalizado no Regulamento específico da Biblioteca. Na utilização do serviço de empréstimo domiciliar, o usuário adquire o seu cartão de identificação com o código de barras, permitindo agilidade e segurança no atendimento. A Biblioteca mantém convênios com instituições locais, possibilitando aos usuários a utilização de outros acervos, através do serviço de empréstimo entre bibliotecas. As aquisições são feitas, semestralmente, priorizando as bibliografias básicas e complementares dos planos de ensino aprovados pela Coordenação de Curso, com número de exemplares suficiente para o atendimento pleno aos estudos dos grupos de alunos envolvidos na área, dentro de uma racionalidade que alia economia e adequação. O acervo é ampliado seguindo as recomendações dos professores, através de indicações dos coordenadores de curso, comprovadas a procura pelo corpo discente, a compatibilidade do acervo com o conteúdo das disciplinas, a necessidade de reposição por a danos e de acréscimo do número de exemplares em determinados títulos. Os recursos da mantenedora destinam-se não apenas à qualificação dos serviços prestados e à aquisição de livros e periódicos, mas, também, à possibilidade do uso de vídeos, mapas, recursos de interligação teleinformatizada e tudo mais que caracterize um moderno e eficiente processo informativo, disponível para os seus usuários. 1.2.1 BIBLIOTECA VIRTUAL DE SAÚDE ESTAÇÃO BVS A Biblioteca Virtual em Saúde foi implantada em parceria com o Ministério da Saúde e o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciência da Saúde (BIREME/OPAS). A Estação BVS é um caminho para acessar as fontes de informação relevantes e responder as necessidades de informação técnico-científica dos alunos, professores, profissionais de saúde da PPC aprovado em 07/10/2009 7 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE comunidade local e regional. É um local equipado com modernos computadores que oferece aos usuários e outras pessoas da comunidade interessadas em treinamentos para o acesso às bases de dados em saúde. 1.3 INFRAESTRUTURA COMPUTACIONAL O Centro Universitário do Planalto de Araxá UNIARAXÁ possui um parque computacional de alto nível, o que oportuniza ao setor administrativo, alunos e docentes serviços e informações com grande agilidade. Atualmente, o Data Center possui móvel especial para acomodar os servidores (Rack), sete servidores Dell para rack, com redundância de fonte, disco e interface de rede. Seus servidores são protegidos por nobreaks de autonomia de 20 min, sendo que os geradores da instituição são ativados em menos de 1 minuto, em caso de falha no fornecimento de energia. A rede de computadores do UNIARAXÁ utiliza cabeamento estruturado de rede com fibra ótica, interligando os recursos computacionais das áreas administrativa, acadêmica, biblioteca e laboratórios de informática. Todas as salas de aula possuem computadores e projetores multimídia, permitindo ao docente o acesso ao sistema acadêmico, para o controle de freqüência discente e registro de conteúdo da aula. Os computadores e projetores são também utilizados como recurso didático para as aulas. O acesso à Internet é realizado através de um link síncrono dedicado (www.uniaraxa.edu.br) de 2Mbps fornecido pela Telemar. Em todos os computadores da rede é liberado o acesso à Internet, para os alunos, professores e comunidade. O acesso à Internet é controlado por um sistema de segurança (Firewall) e com um sistema de controle de conteúdo que autoriza ou nega acesso a páginas na Internet. Além disso, a instituição conta com rede Wireless segura padrão 802.11 B/G 2.4 GHZ disponível para todos os alunos, professores e funcionários com acesso à internet, com autenticação em servidor RADIUS e criptografia de 128bits. Atualmente, a rede Wireless possui um total de 317 notebooks cadastrados, distribuídos entre alunos, professores e funcionários; Através da utilização da intranet, acessível pelo site da instituição (www.uniaraxa.edu.br), os alunos têm acesso às informações acadêmicas (notas, acervo da Biblioteca, freqüência, dados financeiros e ao Portal Universitário). O acesso à intranet é feito através dos diversos computadores dos Laboratórios de Informática, da Biblioteca, do DCE e dos quiosques de auto-atendimento. O campus possui 14 quiosques de auto-atendimento que permitem a todos os alunos o fácil acesso às informações acadêmicas, Biblioteca e Portal Universitário. Os quiosques estão disponíveis nas áreas de circulação. Este acesso é autorizado mediante a apresentação senhas. A biblioteca possui dois quiosques de auto-atendimento, 39 estações para uso dos alunos para pesquisas e PPC aprovado em 07/10/2009 8 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE trabalhos escolares. Todo aluno tem um endereço eletrônico (e-mail) fornecido pela instituição, através do Portal Universitário. Com o intuito de tornar a administração do Centro Universitário do Planalto de Araxá cada vez mais ágil e proporcionar um leque maior de informações aos diversos usuários é compromisso da Mantenedora a frequente ampliação e atualização da rede de computadores. Dessa forma, propiciará condições de incorporação intensiva de recursos de informática compatíveis com o seu estado atual, como recurso indispensável ao desenvolvimento das funções de ensino, investigação científica, pesquisa e extensão. Pelo site do UNIARAXÁ (www.uniaraxa.edu.br) é possível acessar vários serviços e informações para a comunidade em geral e, principalmente, para diretores de instituto, coordenadores, professores e alunos. A Instituição utiliza somente softwares licenciados. Sistemas operacionais como Windows XP, Windows Vista, Windows Server 2003, Windows Server 2008, estão disponíveis a todos os alunos, professores e funcionários. Também estão disponíveis ferramentas de desenvolvimento e produtividade como Visual Studio, Microsoft Office 2003, Microsoft Office 2007, Microsoft Project, etc. 1.4 RECURSOS DIDÁTICOS Salas de Multimeios; Televisores; Retro projetores; Projetores de slides; Microscópio com micro câmera e monitor; Computadores com acesso à internet; Portal Universitário; 2. ATIVIDADES DO CURSO A pesquisa científica apresenta-se como atividade fundamental no processo educativo por produzir conhecimentos sobre a realidade, cada vez mais dinâmica e complexa, necessária ao profissional do futuro. Indissociada deste processo, a extensão permite o intercâmbio da instituição com a comunidade na qual está inserida, através da difusão de conhecimentos e da prestação de serviços. Nesta busca permanente de colaboração e integração, o Instituto de Ciências da Saúde valoriza a pesquisa científica como um elo estreito com a historicidade é a experiência coletiva acumulada pelas gerações precedentes que permite ao homem viver o seu presente com vistas ao futuro. PPC aprovado em 07/10/2009 9 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Por outro lado, a instituição também entende que a produção atual de conhecimentos e a incansável busca de solução para os problemas tornam-se motores fundamentais do avanço institucional, visto que há tendência a uma rápida desatualização dos profissionais e, particularmente, ao envelhecimento precoce de conhecimentos localizados e pontuais. Assim sendo, favorece a formação do profissional do futuro com uma sólida base científica, indispensável à busca constante da libertação do homem e do aprimoramento da sociedade: com capacidade e conhecimento para trabalhar de modo inovador, com formação multidisciplinar/interdisciplinar, buscando o desenvolvimento de habilidades, atitudes e valores éticos fundamentais, e melhoria das condições de vida e saúde da população. A metodologia proposta almeja a formação humana como prioridade, preparando um profissional seguro, responsável, comprometido e consciente. As atividades previstas neste Projeto Pedagógico visam o fortalecimento dos conhecimentos teórico-práticos através de disciplinas integradoras e práticas de laboratório, onde é discutido todo o embasamento teórico do procedimento. Tal conduta favorece o desenvolvimento do raciocínio lógico, crítico e reflexivo. No, 1º, 2º, 4º e 5º períodos ocorrem duas práticas de laboratório, com turma dividida, nas dependências do Instituto de Ciências da Saúde, no Bloco dos Laboratórios, em horário normal de aula. Toda disciplina que possui aulas de laboratório, possui carga horária de 50% para teoria e 50% para prática de laboratório. A oportunidade de relacionar o conhecimento teórico-prático e a vivência da realidade e participação de situações que permitam ao aluno a experiência de ações, processos decisórios e atitude pró-ativa, são possibilitadas nas práticas de campo, que ocorrem do 1º ao 7º período, nas disciplinas integradoras. Tais práticas são realizadas em instituições públicas e privadas da cidade, através de convênios e parcerias. 2.1 ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades complementares, normalizadas pela Portaria n. 025/2004 e respectivo regulamento e, ainda, presentes nas Diretrizes Curriculares, somam 200 horas que devem ser contempladas ao longo dos 10 semestres, no mínimo. Dentre atividades complementares, podem ser considerados: estágio extra curricular, monitoria, participação em congressos, simpósios e seminários e atividades de pesquisa e extensão. Essas atividades são de grande importância para a formação do futuro profissional, pois se caracterizam como mais uma oportunidade de associação e aplicação de conhecimentos, fortalecendo os laços tanto com a comunidade acadêmica quanto com a comunidade externa. Em consonância com o princípio de que a formação dos profissionais de Enfermagem não deve ater-se aos limites da sala de aula ou aos muros do campus universitário, as atividades PPC aprovado em 07/10/2009 10 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE complementares foram previstas, com o objetivo de possibilitar novos espaços e tempos de aprendizagem. 2.2 MONITORIA Com a finalidade de complementar a formação acadêmica, fortalecer o vínculo do aluno com a Instituição, estimular a participação e o interesse do aluno, facilitar a comunicação entre corpos docente e discente, oportunizar a aplicação e a transmissão dos conhecimentos já adquiridos e fortalecer o senso de responsabilidade é oferecida a monitoria. Deste processo, participam alunos de períodos mais avançados que, sob orientação do docente da disciplina, acompanham alunos de períodos iniciais e elaboram projetos de pesquisa e extensão. Tal prática não caracteriza vínculo empregatício, visto que as horas dispensadas pelo aluno para a monitoria são supervisionadas por docente e consideradas atividades complementares. 2.3 ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS A concepção de Educação priorizada pelo UNIARAXÁ procura contemplar a sociedade da informação e do conhecimento que cada vez mais exige a aprendizagem também mediada pela tecnologia. Criou-se assim um programa de auto-aprendizagem, composto por atividades práticas supervisionadas que ampliam o Plano de Ensino de cada disciplina, esclarecendo mais detalhadamente sobre as (orientadas/supervisionadas atividades pelo que professor, serão via desenvolvidas Portal extraclasse Universitário) como pelo aluno preparação, implementação e/ou enriquecimento das aulas presenciais. Objetivos das Atividades Práticas Supervisionadas: Servir de ponte ao estudo autônomo e continuado; Ampliar e consolidar os conhecimentos adquiridos; Complementar e dinamizar o ensino presencial; Incentivar a interação virtual aluno/aluno e aluno/professor; Implementar a utilização da tecnologia como recurso de aprendizagem; Estimular uma nova postura do aluno frente à própria aprendizagem. Todas as atividades desenvolvidas com utilização das ferramentas do Portal Universitário (quadro de avisos, entrega de trabalhos, fóruns, salas de debate, agendas etc.) serão avaliadas presencialmente. Com esta estratégia pedagógica, regulamentada pela Resolução n. 06/2009, do Conselho Universitário, integraliza-se a carga horária do Curso nos termos da Resolução CNE/CES n. 02/2007. PPC aprovado em 07/10/2009 11 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 2.4 NIVELAMENTO DA APRENDIZAGEM Considerando as diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais e educacionais dos discentes, busca-se através do programa de nivelamento curricular, criar as condições necessárias para a aprendizagem proporcionando a eles o estudo dos conteúdos de Matemática e Português, em nível de educação básica, para o acompanhamento da turma. Também é ofertado o ensino de informática básica para proporcionar aos alunos um melhor desempenho na utilização dos recursos tecnológicos da Instituição e no mercado de trabalho. As aulas de nivelamento são oferecidas ao longo do semestre, em horário extra classe, por professores e monitores, com acompanhamento da Coordenação do Projeto, apoio dos Coordenadores de Curso e supervisão dos Diretores de Instituto. O acompanhamento diário das atividades é feito através do Portal Universitário. A avaliação é processual e contínua, através de exercícios e provas variadas e, ao final do curso, com aplicação de uma prova de conhecimentos para verificar o aproveitamento do aluno. Espera-se com este projeto que o aluno tenha um melhor aproveitamento em seus estudos, sucesso no seu curso e, posteriormente, prossiga na Formação Continuada oferecida pela IES, obtendo bons resultados no mercado de trabalho. 2.5 AVALIAÇÃO DO CONTROLE DE QUALIDADE DA GRADUAÇÃO ACQG Em vista de disposições emanadas do MEC, os cursos superiores são submetidos a um processo de avaliação, hoje denominado ENADE Exame Nacional de Desempenho do Estudante, de acordo com programação e normas gerais de procedimento estabelecidas pelo Sistema Federal. O Exame objetiva aferir o desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, suas competências para compreender temas exteriores ao âmbito da profissão, ligados à realidade brasileira, mundial e outras áreas do conhecimento. Visando a adequação ao processo de avaliação governamental, o UNIARAXÁ adotou uma sistemática avaliativa nos mesmos parâmetros, de forma contínua, proporcionando ao aluno um estudo permanente de conteúdos relacionados à formação específica de cada curso. Esta avaliação explora habilidades e competências importantes para todas as áreas do conhecimento com o objetivo de sanar as deficiências encontradas, preparando o aluno para exames externos, para concursos públicos, para a vida profissional e para o mercado de trabalho. Assim, a Avaliação do Controle de Qualidade da Graduação consiste em um programa institucional que visa ao aferimento semestral da qualidade de ensino oferecida pela IES, identificando a eficiência, a eficácia e a efetividade no processo avaliativo do ensino, visando à sua reutilização e/ou reprogramação para o alcance da missão institucional. Esta avaliação é importante na sondagem do nível de conhecimentos, habilidades e competências adquiridas pelos alunos no percurso de sua vida acadêmica. PPC aprovado em 07/10/2009 12 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 2.6 ENADE COMPONENTE CURRICULAR OBRIGATÓRIO Segundo o disposto no art.28 da Portaria MEC n. 2051 de 09 de julho de 2004, o ENADE Exame Nacional do Desempenho dos Estudantes - é um componente curricular obrigatório dos cursos de graduação, sendo o registro de participação condição indispensável para a emissão do histórico escolar, mesmo que o aluno não tenha sido selecionado para integrar a amostragem. Nesta hipótese, termos do art. Exame, basta que se coloque, no histórico escolar, a data da realização. O ENADE é aplicado periodicamente, admitida a utilização de procedimentos amostrais aos estudantes do final do primeiro e do último ano dos cursos de graduação, que serão selecionados, a cada ano, para participarem do Exame, cujos critérios e procedimentos técnicos para a aplicação do Exame cabem ao INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) órgão que, também, recebe as inscrições. Além de acompanhar o processo de aprendizagem e o desempenho dos acadêmicos em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, suas habilidades para ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e suas competências para compreender temas ligados à realidade brasileira e mundial e a outras áreas do conhecimento, os alunos, ainda, respondem ao questionário socioeconômico para compor o perfil dos estudantes do primeiro e do último ano do curso. É de responsabilidade do Reitor da IES a inscrição de todos os alunos habilitados ao Exame. O Centro Universitário do Planalto de Araxá, desde 1999, vem se distinguindo positivamente nos processos de avaliação externa aos quais está sendo submetido. Assim, a obrigatoriedade do ENADE veio ao encontro do compromisso institucional de oferecer ensino com excelência de qualidade, consolidando um trabalho integrado de diretores, coordenadores de curso e professores com vista à aprendizagem e ao desempenho do graduando, na prática cotidiana. Aos responsáveis pelo processo de avaliação do desempenho dos acadêmicos compete a tarefa de conscientizá-los e incentivá-los sobre a importância da revisão dos conteúdos a fim de que logrem êxito no ENADE assim como em sua vida profissional. É válido destacar a ação da CPA Comissão Própria de Avaliação, prevista no art. 11, da Lei n. 10.861/2004, cujo trabalho de coordenação dos processos avaliativos internos da IES, de sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP, tem sido relevante. Cada curso detém uma programação alusiva ao ENADE, que envolve alunos e professores, principalmente. Até momentos especiais de confraternização para as turmas que conquistarem notas 4 e 5 estão previstos, como um estímulo ao esforço de cada um. Registra-se, assim, que o ENADE além de aferir, estimula a melhoria da qualidade da educação que se constrói no âmbito institucional e/ou, fora dele, com a devida supervisao. PPC aprovado em 07/10/2009 13 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 3. REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DE UM PERFIL DE FORMAÇÃO 1º SEMESTRE 2º SEMESTRE CITOLOGIA 3º SEMESTRE ANATOMIA MICROBIOLOGIA HUMANA II IMUNOLOGIA E EDUCAÇÃO HISTOLOGIA EM E EMBRIOLOGIA SAÚDE 4º SEMESTRE 5º SEMESTRE SEMIOLOGIA PSICOLOGIA E SEMIOTÉCNICA AÇÕES GENÉTICA PARASITOLOGIA DE ENFERMAGEM NA ATENÇÃO 6º SEMESTRE 7º SEMESTRE ASSISTÊNCIA ASSISTÊNCIA CUIDADOS INTEGRAIS AO MÉDICO- MÉDICO ADULTO E IDOSO CIRÚRGICA I CIRÚRGICA II CUIDADOS INTEGRAIS A MULHER CUIDADOS INTEGRAIS À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE À SAÚDE HISTÓRIA ETICA DA ENFERMAGEM E BIOÉTICA MÉTODOS E TÉCNICAS DE FARMACOLOGIA NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA PESQUISA CIENTÍFICA SAÚDE DO TRABALHADOR SAÚDE MENTAL 8º SEMESTRE 9º SEMESTRE OPTATIVA I OPTATIVA II PRODUÇÃO BIOESTATÍSTICA CIENTÍFICA CUIDADOS INTENSIVOS GESTÃO GESTÃO DE URGÊNCIA SERVIÇOS DE E NOS EMERGÊNCIAS SERVIÇOS DE SAÚDE ENFERMAGEM I FISIOLOGIA ANATOMIA GERAL E HUMANA HUMANA I INGRESSO 10º SEMESTRE BIOQUIMICA POLÍTICAS E DE BIOFÍSICA SAÚDE PROCESSO LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS SAÚDE DOENÇA EPIDEMIOLOGIA INFECÇÃO HOSPITALAR PATOLOGIA DE ÓRGÃOS E SISTEMAS MODELOS DE INTERPRETAÇÃO E INTERVENÇÃO DO PROCESSO SAÚDE DOENÇA BASES PARA O CUIDADO DE ENFERMAGEM AÇÕES BÁSICAS DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM INFORMÁTICA AÇÕES AVANÇADAS DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM DIDÁTICA LEGISLAÇÃO DE APLICADA A ENFERMAGEM E ENFERMAGEM POSTURA PROFISSIONAL SAÚDE DA FAMÍLIA HOSPITALIDADE NA SAÚDE CUIDADOS INTEGRAIS NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM II CUIDADOS INTEGRAIS NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM I CUIDADOS NA POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO SERVIÇOS DE SAÚDE I ESTÁGIO SUPERVISIONADO I ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ESTÁGIO SUPERVISIONADO III ATIVIDADES COMPLEMENTARES CONTEÚDOS BÁSICOS CONTEÚDOS ESPECÍFICOS PPC aprovado em 12/12/2007 14 pelo Conselho Universitário Resolução n° 07/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 3.1 ARQUITETURA CURRICULAR Carga Horária PERÍODO 1º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º Semestral Total Teoria Prát. Lab Prát. Campo 4 4 4 2 2 4 20 4 4 4 2 2 4 20 4 2 2 4 2 4 4 22 2 2 2 4 4 4 18 4 4 2 2 4 16 4 4 2 2 2 4 18 4 4 4 2 2 2 4 2 2 4 16 2 2 4 2 2 2 14 4 2 2 4 2 4 2 20 2 2 2 2 2 2 12 2 2 2 2 2 10 4 4 2 2 2 2 16 4 4 4 2 2 - - 4 2 2 4 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 - 2 - - 40 Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem II *** Subtotal Cuidados Integrais ao Adulto e Idoso Gestão de Serviços de Enfermagem Hospitalidade na Saúde Bioestatística Estágio Supervisionado I Hospitalar Estágio Supervisionado I Não Hospitalar Subtotal Urgências e Emergência Produção Científica Optativa I Estágio Supervisionado II Hospitalar Estágio Supervisionado II Não Hospitalar Subtotal Gestão dos Serviços de Saúde Optativa II 4 18 4 4 2 2 - 2 16 4 4 2 2 - - 2 2 - - - 12 4 2 2 - 12 4 2 2 - - - 8 2 2 8 2 2 - - 80 360 80 80 40 40 100 100 440 80 40 40 150 150 460 40 40 Cuidados Intensivos 4 4 - - Estágio Supervisionado III Hospitalar Estágio Supervisionado IIII Não Hospitalar Subtotal Atividades Completares CARGA HORÁRIA TOTAL - - - - 8 160 8 132 16 12 Anatomia Humana I ** Citologia Bioquímica e Biofísica História da Enfermagem Educação em Saúde Leitura e Produção de Textos Subtotal 2º Semanal DISCIPLINA Anatomia Humana II ** Histologia e Embriologia Fisiologia Geral e Humana Políticas de Saúde Ética e Bioética Processo Saúde Doença*** Subtotal Microbiologia e Imunologia Genética Métodos e Técnicas de Pesquisa Patologia Geral de Órgãos e Sistemas Epidemiologia Modelos de Interpretação e Intervenção do Processo Saúde-Doença Cuidados na Política e Organização dos Serviços de Saúde Subtotal Parasitologia Psicologia Infecção Hospitalar Farmacologia Bases para o Cuidado de Enfermagem Ações Básicas dos Cuidados de Enfermagem *** Subtotal Semiologia e Semiotécnica Ações de Enfermagem na Atenção à Saúde Nutrição e Dietoterapia Informática Ações Avançadas dos Cuidados de Enfermagem *** Subtotal Assistência Médico-Cirúrgica I Cuidados Integrais a Mulher Saúde da Família Saúde do Trabalhador Didática Aplicada a Enfermagem Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem I *** Subtotal Assistência Médico-Cirúrgica II Cuidados Integrais à Criança e ao Adolescente Saúde Mental Legislação de Enfermagem e Postura Profissional 0 2 2 4 2 2 4 0 - Estágio -- -- -- -- -- -- 100 100 200 150 150 300 Discipl. 80 80 80 40 40 80 400 80 80 80 40 40 80 400 80 40 40 80 40 80 80 440 40 40 40 80 80 80 360 80 80 40 40 80 320 80 80 40 40 40 80 360 80 80 80 80 175 175 350 850 175 175 510 200 4250 Total Geral 400 400 440 360 320 360 360 440 460 510 200 4250 (*) Disciplinas Integradoras que só podem ser cursadas em concomitância com as disciplinas específicas do período. (**) As disciplinas seqüenciais (I e II) somente podem ser cursadas na ordem expressa. No mesmo entendimento, integram-se as disciplinas assinaladas com (**). PPC aprovado em 07/10/2009 15 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 3.2 CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM (EIXOS) A estrutura curricular do Curso atende ao disposto na Resolução CNE/CES n. 03 de 07/11/2001, Diretrizes Curriculares Nacionais e Resolução n. 4/2009. Desta forma, o projeto pedagógico foi construído contemplando todos os conteúdos essenciais para o Curso de Graduação em Enfermagem, relacionando o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, sempre articulado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando desta maneira a integralização das ações do cuidar em Enfermagem. A formação do Enfermeiro deve atender às necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS) e assegurar a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento. Assim, os seguintes eixos articulados de formação norteiam este projeto: Ciências Biológicas e da Saúde incluem-se os conteúdos (teóricos e práticos) de base moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, aplicados às situações decorrentes do processo saúde-doença no desenvolvimento da prática assistencial de Enfermagem; Ciências Humanas e Sociais incluem-se os conteúdos referentes às diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença; Ciências da Enfermagem - neste tópico de estudo, incluem-se: a) Fundamentos de Enfermagem: os conteúdos técnicos, metodológicos e os meios e instrumentos inerentes ao trabalho do Enfermeiro e da Enfermagem, em nível individual e coletivo; b) Assistência de Enfermagem: os conteúdos (teóricos e práticos) que compõem a assistência de Enfermagem, em nível individual e coletivo, prestada à criança, ao adolescente, ao adulto, à mulher e ao idoso, considerando os determinantes sócio-culturais, econômicos e ecológicos do processo saúde-doença, bem como os princípios éticos, legais e humanísticos inerentes ao cuidado de Enfermagem; c) Administração de Enfermagem: os conteúdos (teóricos e práticos) da administração do processo de trabalho de enfermagem e da assistência de enfermagem; d) Ensino de Enfermagem: os conteúdos pertinentes à capacitação pedagógica do enfermeiro, independente da Licenciatura em Enfermagem. PPC aprovado em 07/10/2009 16 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 3.2.1 QUADRO DE CARGA HORÁRIA POR ÁREA FORMAÇÃO BÁSICA ÁREAS Ciências Biológicas e da Saúde DISCIPLINAS DO CURRÍCULO Anatomia Humana I Anatomia Humana II Citologia Bioquímica e Biofísica Histologia e Embriologia Fisiologia Geral e Humana Microbiologia e Imunologia Genética Parasitologia Patologia Geral de Órgãos e Sistemas Farmacologia Bioestatística CH Ciências Humanas e Sociais Psicologia Métodos e Técnicas de Pesquisa Científica Produção Científica Ética e Bioética Leitura e Produção de Textos Informática em Saúde CH Teoria 40 40 40 80 40 80 80 40 40 80 40 40 640 40 40 40 40 80 40 280 CH Semestral P. Lab. P. Cam. 40 40 40 40 40 200 - - CH Semestral P. Lab. 40 40 P. Cam. - - - 40 40 - 40 40 40 40 40 640 80 80 80 40 80 80 40 80 80 80 40 40 800 80 40 40 160 40 40 FORMAÇÃO ESPECÍFICA ÁREAS Fundamentos de Enfermagem DISCIPLINAS DO CURRÍCULO Teoria 40 40 40 40 40 40 40 40 40 80 História da Enfermagem Educação em Saúde Políticas de Saúde Epidemiologia Bases para o Cuidado de Enfermagem Semiologia e Semiotécnica Infecção Hospitalar Nutrição e Dietoterapia Legislação de Enfermagem e Postura Profissional Modelos de Interpretação e Intervenção do Processo Saúde-Doença Processo Saúde-doença Cuidados na Política e Organização dos Serviços de Saúde Ações de Enfermagem na Atenção à Saúde Ações Básicas dos Cuidados de Enfermagem Ações Avançadas dos Cuidados de Enfermagem CH Assistência de Enfermagem Assistência Médico-Cirúrgica I Assistência Médico-Cirúrgica II Cuidados Integrais a Mulher Saúde do Trabalhador Cuidados Integrais à Criança e ao Adolescente Saúde Mental Saúde da Família Cuidados Integrais ao Adulto e Idoso Urgências e Emergências Cuidados Intensivos Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem I Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem II CH Administração em Enfermagem Gestão de Serviços de Enfermagem Gestão de Serviços de Saúde Hospitalidade na Saúde CH Ensino de Enfermagem Optativa I Optativa II CH Estágio Curricular Supervisionado 40 40 160 40 40 80 - - - 320 425 425 850 1040 Didática Aplicada à Enfermagem CH Optativas 120 - Unidades Hospitalares Unidades Não Hospitalares CH Total 40 40 40 80 2.640 PPC aprovado em 07/10/2009 17 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Atividades Complementares: 200h Aulas Práticas: Prática de Laboratório com divisão de turma em T1 e T2: 280 horas Prática de Campo em grupos de 06 alunos: 280 horas Carga horária total do curso: Conteúdos Curriculares ................................ 3.200 h Estágio Supervisionado ................................. 850 h Atividades Complementares ........................... 200 h Total Geral ................................................... .4.250 h 3.3 EXPLICITAÇÃO DO PERCURSO PROPOSTO O Projeto Pedagógico ora proposto para o Curso de Enfermagem está adequado às novas necessidades, com objetivos claramente definidos, decorrentes das orientações básicas emanadas das seguintes normas legais: Resolução CNE/CES n. 03 de 07/11/2001, Diretrizes Curriculares Nacionais e Resolução n. 4/2009. O trabalho interdisciplinar, concebido como disciplina integradora no Projeto Pedagógico do Curso, é uma atividade estruturada estrategicamente para promover a integração horizontal e vertical dos conteúdos e práticas curriculares. Foi planejado como um dos mecanismos para compor o perfil atualmente exigido do profissional capaz de se adaptar a situações em constante mutação, de resolver problemas, de ser criativo, de trabalhar em equipe e de exercer sua responsabilidade pessoal, social e intelectual. Para tanto, deve, sempre que possível, articular o trabalho interdisciplinar com temáticas relevantes que atendam aos interesses do curso. Trata-se de uma prática pedagógica que prevê uma forma flexível de aprendizagem, pautada no trabalho ora individual ora em equipe, despertando no aluno o desafio da auto-aprendizagem, a curiosidade e o estímulo à investigação, na busca de soluções para assuntos de seu interesse. Esta prática pretende capacitar o aluno, que assume em muitos momentos posição de liderança, a tomar decisões (o que requer habilidades para avaliar, sistematizar e decidir a conduta mais apropriada para cada situação), a interagir e articular-se com outros profissionais, por meio de um trabalho em equipe. A atividade deve ser desenvolvida sobre um problema formulado dentro de uma temática interdisciplinar, utilizando metodologia capaz de levar os alunos a desenvolverem as competências necessárias à formação profissional. PPC aprovado em 07/10/2009 18 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE As disciplinas são recortes das áreas de conhecimentos que não esgotam isoladamente a realidade dos fatos físicos e sociais, devendo buscar entre si interações que permitam aos alunos a compreensão mais ampla da realidade de sua atuação profissional. A interdisciplinaridade não invalida a natureza específica de cada forma de conhecimento, de que derivam as disciplinas, estruturadas em torno de conceitos centrais e peculiares, dotadas de uma estrutura lógica própria e de técnicas particulares para explorar a realidade. A disciplina integradora será oferecida nos seis períodos iniciais do curso. O objetivo é possibilitar que o aluno adquira, progressivamente, as competências, em níveis distintos de abordagem, compatíveis com sua maturidade e o estágio de inserção na área do curso. O professor responsável pela disciplina integradora deverá atuar como coordenador do período. a) Interdependência Dinâmica dos Conteúdos Considerando que a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade constituem-se em instrumentos de grande importância na formação profissional, o Curso de Enfermagem deverá estar integrado aos demais cursos da Instituição. Para operacionalizar este princípio, todos os conteúdos selecionados deverão estar interrelacionados em termos de conhecimentos gerais e específicos da área da Enfermagem. Para tanto, o planejamento deverá ser realizado de forma conjunta, independentemente da área de atuação do professor. b) Unidade entre Teoria e Prática A proposta de trabalho parte de uma visão que busca fortalecer a articulação da teoria com a prática ao longo do curso e por meio das práticas de campo que acontecem do 1º ao 6º semestre. Esta modalidade possibilita que os alunos adquiram experiências práticas, de execução e de aplicação dos conhecimentos e de técnicas trabalhadas pelos professores em sala de aula e nos laboratórios de simulação de enfermagem. Nos 7º e 8º semestres, são oferecidos os estágios curriculares supervisionados, com o propósito de preparar os alunos para o campo de trabalho. Valorizar-se-ão, ainda, a pesquisa individual e a coletiva, assim como a participação em projetos de pesquisa e extensão, modalidades em que a dicotomia teoria x prática contribui para a qualificação dos futuros trabalhadores de enfermagem. c) Indissociabilidade entre o Ensino, Pesquisa e Extensão O princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão será assegurado mediante o envolvimento dos professores e alunos em projetos como os de Iniciação Científica, Programas de Monitoria e Atividades de Extensão. Além disso, as atividades docentes deverão oportunizar aos alunos, constantemente, condições de participação em projetos individuais ou de grupos de pesquisa. PPC aprovado em 07/10/2009 19 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE d) Atendimento à Diversidade Humana e às Desigualdades Sociais Os conhecimentos veiculados e as relações interpessoais que deverão ocorrer durante o curso levarão em conta as diferenças biológicas de natureza individual e as desigualdades coletivas de natureza social. Para tanto, os docentes necessitam tratar, em todas as disciplinas, com conhecimentos relativos às crianças, gestantes, adultos e idosos, levando em consideração tanto as diferenças individuais e coletivas quanto as desigualdades econômicas, sociais e culturais existentes. e) Equilíbrio Dinâmico entre os Conhecimentos Específicos e os Gerais A grade curricular e toda ênfase do curso deverão buscar o equilíbrio entre os conhecimentos específicos e gerais, evitando qualquer prevalência. Historicamente, nos cursos em que este fato ocorreu, observou-se a condução da formação do profissional de Enfermagem por caminhos equivocados. Isso se expressa, por exemplo, na discussão estabelecida entre grande parte dos coordenadores a respeito da questão: especialistas versus generalistas. Essa polarização contribui para que os profissionais sejam preparados superficialmente, em ambos os casos. O especialista pela perda da generalidade e o generalista pela perda da especificidade. Todavia, numa visão dinâmica e relacional, a Enfermagem deve ser entendida como uma especificidade de uma generalidade, pois seus pressupostos educacionais, filosóficos, políticos e econômicos não podem ser entendidos em si mesmos; fazem parte de um todo maior que é a complexa realidade social em que vivemos, formada por múltiplas relações e determinações. f) Eixo integrador Os conteúdos das disciplinas, em seu Eixo Integrador Ações do Cuidar em Enfermagem estão relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em enfermagem em todo o ciclo da vida, que é entendido como o conjunto de transformações que um ser vivo sofre desde que é um ovo ou zigoto, ainda no ventre de sua genitora, até que ele próprio se reproduza, dando origem a outro ovo por reprodução sexuada. Para isso, torna-se necessário como propõe a educação permanente a realização do encontro entre o mundo da formação e o mundo de trabalho, onde o aprender e o ensinar se incorporam ao cotidiano das organizações e ao trabalho, partindo do pressuposto da aprendizagem significativa, que promove e produz sentidos, e sugere que a transformação das práticas esteja baseada na reflexão crítica sobre as práticas reais, de profissionais reais, em ação na rede de serviços e construção conjunta com a família/comunidade de um novo modelo de cuidar. A integração do currículo ocorre do 2º ao 7º período, em cinco disciplinas estratégicas: Processo saúde-doença, Cuidados na Política e 0rganização dos Serviços de Saúde I, Ações Básicas dos Cuidados em Enfermagem, Ações Avançadas dos Cuidados de Enfermagem, Cuidados Integrais da Assistência de Enfermagem I, Cuidados Integrais da Assistência de Enfermagem II, cada uma delas com carga horária de 80h, sendo 40h em campo. PPC aprovado em 07/10/2009 20 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE A organização pedagógica prevê, em paralelo às atividades presenciais, a utilização de metodologia semipresencial em até 20% da carga horária total do curso, incorporando o uso de tecnologias de informação e comunicação para o alcance dos objetivos focados, conforme o disposto na Portaria MEC n. 4059/2004, com avaliações sempre presenciais. Registra-se que as disciplinas integradoras só podem ser cursadas em concomitância com as disciplinas específicas do período. Também, é importante formalizar que as disciplinas sequenciais (I e II) somente podem ser cursadas na ordem expressa. No mesmo entendimento, integram-se as disciplinas integradoras, assim limitadas: para cursar Ações Avançadas dos Cuidados de Enfermagem, o aluno deverá ter cursado com aprovação a disciplina Ações Básicas dos Cuidados de Enfermagem e, ainda, para cursar Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem I, o aluno terá que ter eliminado a disciplina Cuidados Integrais na Assistência de Enfermagem II. 3.4 DISCIPLINAS OPTATIVAS No 9º e 10º períodos, a formação profissional é complementada com a inserção das disciplinas optativas para estudo de temas emergentes. Os temas serão escolhidos pelos discentes, por maioria simples, no semestre que antecede à oferta e com carga horária de 40h cada. Foram elencados alguns temas, mas outros de interesse do curso e aprovados pelo efetivo colegiado poderão ser inseridos e escolhidos. Optativas I: Libras Diagnóstico por Imagem Noções de Acupuntura Língua Brasileira de Sinais Optativa II Antropologia e Sociologia Abordagem da Dor Ecologia e Saúde Ambiental 3.5 EMENTAS E BIBLIOGRAFIA 1º PERÍODO CITOLOGIA História e conceitos sobre a biologia celular. Métodos de estudo da célula. Célula procariota e eucariota. Composição química da célula. Parede celular. Membrana plasmática. Sistema de PPC aprovado em 07/10/2009 21 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE endomembranas. Citoesqueleto e movimentos celulares. Organelas transformadoras de energia. Núcleo. Ciclo celular. Diferenciação celular. Divisão celular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALBERTS, B.et al. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre: Artmed, 1999. JUNQUEIRA & CARNEIRO. Biologia celular e molecular. 7. ed., Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2000. CARVALHO, H.F. A célula 2001. São Paulo: Manole, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DE ROBERTIS, ED. P, DE ROBERTIS. E.M.F. Bases da biologia celular e molecular. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. LINHARES, S. Biologia hoje: citologia; histologia; origem da vida. Sao Paulo: Atica, 1992 LINHARES, S. Biologia celular: o fenômeno da vida; a vida celular. 7.ed. Sao Paulo: Atica, 1988. PAULINO, W.R. Biologia atual:citologia e histologia. 5.ed. Sao Paulo: Atica, 1991. SOBOTTA, J.; WELSCH, U. Sobotta: Atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia microscópica. 6.ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2003. ANATOMIA HUMANA I Introdução ao estudo da Anatomia. Estudo morfofuncional do sistema tegumentar. Estudo morfofuncional do aparelho locomotor. Estudo morfofuncional do sistema cárdiovascular. Estudo morfofuncional do sistema digestório. Estudo morfofuncional do sistema urinário. Estudo morfofuncional do sistema genital. Sistema endócrino. Aspectos gerais do corpo humano. Princípios de construção corpórea. Divisão do corpo. Cavidades do corpo. Constituição do corpo humano. Sistema Respiratório. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DANGELO, J.G & FATINI, C.A. Anatomia sistêmica e segmentar. São Paulo: Atheneu, 2 ed, 1998. LATARJET, M. ; LIARD,R. A. Anatomia humana. 2 . ed . São Paulo: Panamericana, 1996. ZORZETTO, N. L. Curso de anatomia humana. 8 ed. São Paulo: Lipel, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARKS, J. ; HUTCHIGES, R.T. Atlas colorido de anatomia humana. 4. ed. São Paulo: Manole, 1999. DI DIO, L. J.A. Tratado de anatomia sistêmica aplicada. 2. ed São Paulo: Atheneu, 2002. DANGELO, J. G.; FATINI, C. A. Anatomia humana básica. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2002. DANGELO, J. G.; FATINI, C. A. Anatomia básica dos sistemas orgânicos. 2 ed. São Paulo: Atheneu, 2000. WOLF-HEIDEGGER, G. Atlas de anatomia humana. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. PPC aprovado em 07/10/2009 22 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MOORE, K. L. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994. SPENCE, A. P. Anatomia Humana Básica. 2 ed. São Paulo: Manole, 1991. BIOQUÍMICA E BIOFÍSICA Constituintes bioquímicos das células: - aminoácidos, proteínas, lipídeos, carboidratos e enzimas. Metabolismo celular de carboidrato, lipídeos, proteínas e ácidos nucléicos. Bioquímica dos tecidos: sangue, fígado, cérebro, rins, musculatura e tecido adiposo. Análise do metabolismo normal e alterado. Oxidações biológicas. Estudos biofísicos da membrana celular, contração muscular, circulação, respiração, renal, visão, audição eletromagnetismo, termodinâmica e radioatividade. Radiobiologia e Instrumentação física. BIBLIOGRAFÍA BÁSICA OKUNO, E; CALDAS, I.; CHOW, C. Física para ciências biológicas e biomédicas . São Paulo: Harba, 1998. MARZZOCCO, A., TORRES, B.B. Bioquímica básica. Rio de Janeiro Guanabara Koogan, 1990. LEHNINGER, A.L; NELSON, D.L.; COX M.M. Princípios de Bioquímica. 2. ed. São Paulo: Sarvier, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAMPE, P.C.;HARVEY R.A. Bioquímica ilustrada. 2.ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1996. HENEINE, I.F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2000. DURAN, J.E.R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005 OKUNO, E; CALDAS, I. CHOW, C. Física para Ciências Biológicas e Biomédicas São Paulo: Harba, 1998. VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2000. HISTÓRIA DA ENFERMAGEM Desenvolvimento histórico das práticas de saúde. Origem da enfermagem. A enfermagem brasileira. Evolução histórica da prática de enfermagem no Brasil. Perfil Profissional. Entidades de Classe da enfermagem. Introdução a teorias da Enfermagem. BIBILOGRAFIA BÁSICA OGUISSO, Taka. Trajetória histórica e legal da enfermagem. Barueri: Manole, 2005 HISTÓRIA da Enfermagem:versões e interpretações. Rio de Janeiro :Revinter 2002. LIMA, Maria José de. O que é enfermagem. 2.ed. São Paulo: Brasiliense,2001 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GERMANO, R,M. Educação e ideologia da enfermagem no Brasil. São Paulo: Cortez, 1996. PPC aprovado em 07/10/2009 23 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE BRASIL, Leis, etc. Lei 5.905, de 12 de julho de 1973. Dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 13 de julho de 1973. Seção I, p. 6.825. POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de Enfermagem. 5º. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. RIZZOTO, M. L. F. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. São Paulo: Editora A/B, 1999. WALDOW, V.R; Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2001. LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS A importância do estudo do texto como unidade comunicativa e discursiva. A leitura e seus enfoques na perspectiva crítica e contemporânea de mundo. A livre produção de textos orais e escritos. A articulação de ideias, a busca de valores culturais, estéticos, ideológicos e sociais nas entrelinhas do texto. A organização textual: fatores de coesão, de coerência e ortográficos. BIBILOGRAFIA BÁSICA HENRIQUES, M. A.A língua Portuguesa: noções básicas para cursos superiores. São Paulo: Atlas, 2004. FIORIN, J. L.Para entender o texto: leitura e redação. 16 ed. São Paulo: Ática, 2002. INFANTE, U. Curso de Gramática Aplicada aos Textos. 6ed. São Paulo: Scipione. 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GARCIA, O. M.Comunicação em prosa moderna. 23 ed. Rio de Janeiro: FGV, 2003. WALTY, G. P. I.Tipos de textos, modos de leitura. Belo Horizonte: Formato, 2005. FARACO, C. A & TEZZA C. Oficina de Texto.. Petrópolis: Vozes, 2004. AZEREDO, J. Língua Portuguesa em debate. Petrópolis: Vozes, 2000. MEDEIROS, J. Correspondência: Técnicas de Comunicação Criativa. São Paulo: Atlas, 2008. EDUCAÇÃO PARA SAÚDE Estudo do processo educacional e sua multidimensionalidade. Envolvimento da enfermagem com a comunidade. A educação como processo de formação do ser humano. Relacionamento entre elementos da equipe. Aplicação das técnicas de ensino direcionadas à saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA PERRENOUD, P. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000 WALDOW, V.R; Cuidado humano: o resgate necessário. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2001. GERMANO, R,M. Educação e ideologia da enfermagem no Brasil. São Paulo: Cortez, 1996. PPC aprovado em 07/10/2009 24 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CANIATO, Rodolpho. Com ciência na educação: iderário e prática de uma alternativa para o ensino da Ciência. Campinas: Papirus, 1987 LIBÂNEO, J.C. Didática. São Paulo: Cortez, 1994. BECKER, Fernando. A epistemologia do professor: o cotidiano da escola. Petrópolis:Vozes, 1993. BORDIN,J. Paixão de aprender. Petrópolis: Vozes, 1995. HERNÁNDEZ, F. Transgressão e mudança na educação: os projetos de trabalho. Porto Alegre: Artmed, 1998. 2º PERÍODO ANATOMIA HUMANA II Sistema Linfático. Estudo morfo-funcional do sistema nervoso central. Estudo do sistema nervoso periférico. Estudo do sistema nervoso visceral. Estudo da ostesiologia. Estudo das vias nervosas somáticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DANGELO, J.G & FATINI, C.A. Anatomia sistêmica e segmentar. 2.ed.São Paulo: Atheneu, 1998. LATARJET, M. ; LIARD,R. A. Anatomia humana . 2 . ed . São Paulo: Panamericana, 1996. ZORZETTO, N. L. Curso de anatomia humana. 8 ed. São Paulo: Lipel, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARKS, J. ; HUTCHIGES, R.T. Atlas colorido de anatomia humana. 4. ed. São Paulo: Manole, 1999. DI DIO, L. J.A. Tratado de anatomia sistêmica aplicada. 2. ed São Paulo: Atheneu, 2002. WOLF-HEIDEGGER, G. Atlas de anatomia humana. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1996. 3 MOORE, K. L. Anatomia orientada para clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994. SPENCE, A. P. Anatomia Humana Básica. 2 ed. São Paulo: Manole, 1991. HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA Desenvolvimento embriológico do ser humano. Tecidos: muscular, ósseo, conjuntivo, nervoso e epitelial.Tipos de Tecidos e funções. Histofisiologia dos Sistemas. Reprodução. Estágios do desenvolvimento humano. Período embrionário e fetal. Placenta e membranas fetais. Malformações congênitas e suas causas. Desenvolvimento embrionário dos diversos sistemas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA JUNQUEIRA, CARNEIRO. Histologia básica. 9. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. PPC aprovado em 07/10/2009 25 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MOORE, K.L., PERSAUD,T.V.N. Embriologia básica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. SOBOTTA, J.Atlas de histologia: citologia, histologia e anatomia microscópica. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WOLPERT, L. Princípios de biologia do desenvolvimento. Porto Alegre: Artmed, 2000. KERR, J.B. Atlas de histologia funcional. 1.ed. São Paulo: Artes Médicas, 2000. MOORE, K. L., PERSAUD, T. V. N. Embriologia clínica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. FIORE, M.S.H.D.Atlas de histologia. 7.ed.Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 1980 ALBERTS, B.et al. Fundamentos da biologia celular. Porto Alegre: Artmed, 1999. FISIOLOGIA GERAL E HUMANA Organização funcional do corpo humano. Líquidos corporais e sangue. Sistema cárdio-vascular. Sistema digestório. Sistema respiratório. Sistema renal. Sistema reprodutor. Sistema endócrino. Neurofisiologia do exercício. Fisiologia do exercício. Órgãos do Sentido, Sistema Linfático, Fisiopatologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AIRES, M.M. Fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. GUYTON, A. C. & HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. COSTANZO, L. S. Fisiologia. 1ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERNE, R. M. & LEVI, M. N. Fisiologia. 4.ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan, 2000. GUYTON, A. C. Neurociência básica, anatomia e fisiologia. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. AIRES, M. M. Fisiologia básica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Kookan, 1999. GUYTON, A. C. Fisiologia humana e mecanismos das doenças. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1998. MCARDLE; W. D. et al. Fisiologia do exercício, energia, nutrição e desempenho h umano. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003 POLÍTICAS DE SAÚDE Processo saúde-doença: Apreciação histórica e cultural do processo saúde-doença e das práticas de saúde correspondentes. Modelos de explicação do processo saúde-doença. Evolução do desenho institucional das políticas sociais no Brasil: sua abrangência e as bases de financiamento, origem, PPC aprovado em 07/10/2009 26 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE dimensão, composição e evolução das fontes de arrecadação e dos gastos públicos em saúde. Reforma do Estado e suas implicações no setor de saúde. Reforma sanitária. Participação social e a descentralização político-administrativa como idéias-força da reforma sanitária no Brasil. Construção do Sistema Único de Saúde (SUS): princípios, diretrizes, normas e arcabouço legal. Principais programas do Ministério da Saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KAWAMOTO, E. E. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 1995. BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes Operacionais dos Pactos pela Vida e defesa do SUS e Gestão. Série A: Normas e Manuais Técnicos, V1. Brasília, 2006. CARVALHO, G.I. de. Sistema Único de Saúde: Comentários à lei orgânica da saúde (leis 8080/90; 8142/90). 3ª ed. Campinas, SP: Unicamp, 2002 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TEIXEIRA, S.F. Reforma Sanitária: em busca de uma teoria. RJ: Cortez, 1995 BRASIL. Ministério da Saúde. Plano Nacional de Saúde: um pacto pela saúde no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho base de saúde. Financiamento da Saúde: novos desafios. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria da Vigilância em Saúde. Vigilância em Saúde no SUS: fortalecendo a capacidade de resposta aos velhos e novos desafios/Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Sub secretaria de assuntos administrativos. Documento de Referência do Multiplica SUS. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Sub secretaria de assuntos administrativos. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. ÉTICA E BIOÉTICA Fundamentando a conduta profissional: conceituações básicas, responsabilidades profissionais (ética, civil e penal), Bioética, princípios éticos, situações e dilemas éticos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OGUISSO T. CAMPOS E.L.Ética e bioética : desafios para a enfermagem e a saúde. São Paulo: Manole, 2006. IVO. , GELAIN. Deontologia e enfermagem. 3ª ed. São Paulo: EPU, 1998. VALLS, Álvaro L.M. O que é ética. 9 ed. São Paulo: Brasiliense,1990. 82P BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOFF,Leonardo.Saber Cuidar: Ética do Humano- Compaixão pela terra.4 ed. Petrópolis:Vozes 2001. PPC aprovado em 07/10/2009 27 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE VIEIRA, Sônia. Experimentação com Seres Humanos. São Paulo: Projeto Passo a frente,coleção polêmica)2000.160P BIOÉTICA. 3ed.rev e ampl. São Paulo (Fac.Med.USP) 2000.173P CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS. Legislação e normas 2009. VOLPATO, G. L.. Publicação científica. 2.ed. Botucatu, SP: Tipomic, 2003. PROCESSO SAÚDE DOENÇA Relacionar a atuação do Enfermeiro no processo saúde doença, frente aos contextos sócio-políticoeducativo-ambiental da sociedade, e as respectivas ações de promoção, prevenção e recuperação. Refletir sobre as políticas desenvolvidas para a saúde. O processo saúde doença na dinâmica individual e familiar da comunidade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA AL., KAWAMOTO Emília Emiet. Enfermagem Comunitária. São Paulo: EPU, 1995. MEDRONHO, A.R.et AL. Epidemiologia. São Paulo: atheneu, 2003. FIGUEIREDO, N.M.A. Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Caetano do Sul: Difusão, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR RIZZOTO, M. L. F. História da enfermagem e sua relação com a saúde púb lica. São Paulo: Editora A/B, 1999. HELMAN, Cecil G. Cultura, saúde e doença. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994. REIGTA,Marcos. Meio ambiente e representação social. São Paulo: Cortez, 2004. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e Saúde. 6ªed. RJ: medsi, 2003. CAMPOS, J. de Q. Fundamentos de Saúde Pública. São Paulo: J. de Q. Campos, v. 1, 1990. 3º PERÍODO MÉTODOS E TÉCNICAS DE PESQUISA CIENTÍFICA Estudo e aprendizagem. Tipos de conhecimento. A importância da leitura e reflexão crítica. Tipos de leitura. Formas de aquisição de conhecimento. Ciência e conhecimento científico. O papel da ciência. Tipos de pesquisa. Modelos de pesquisa analíticos e descritivos. Métodos e técnicas de pesquisa. A questão do método indutivo e dedutivo. Trabalhos acadêmicos. Projeto de pesquisa. Relatório de pesquisa. Estilo de redação. Referências bibliográficas. Apresentação gráfica. Normas da ABNT. BIBLIOGRÁFICA BÁSICA HATT, W. J. G. P. K. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4 ed. São Paulo : Atlas, 1995. GIL, C. A. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996. SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 18 ed. São Paulo: Cortez, 1992. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997. PPC aprovado em 07/10/2009 28 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE RODRIGUES, A. de J.Metodologia científica: Completo e essencial para a vida universitária. São Paulo: AVERCAMP, 2006. LAKATOS, E. M.Metodologia científica. 2 ed. São Paulo: Atlas, 1991. MARCONI, L. &. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1992. MANUAL de normatização do UNIARAXA. 2006. SILVA, A. L. C. P. A. B. R. da. Metodologia Científica. 6 ed. São Paulo: Person - Prentice Hall, 2007. MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Respostas imunes específicas e inespecíficas. Sistema linfóide. Antígenos e anticorpos. Imunoprofilaxia. Reações de hipersensibilidade. Imunologia dos transplantes. Imunologia dos tumores. Imunodeficiências. Auto-imunidade. Noções de diagnóstico imunológico. Respostas imunes aos agentes infecciosos. Interação entre microrganismo e hospedeiro. Características gerais das bactérias, vírus e fungos causadores de doenças infecciosas humanas. Controle de populações bacterianas. Coleta e transporte de materiais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ROITT, I.M.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia. 6. ed. São Paulo: Manole 2003. TRABULSI, R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. MIMS, C.; PLAYFAIR, J.; ROITT, I. Microbiologia médica, 2. ed. São Paulo: Editora Manole, 1999. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SCHAECHTER, M. et al. Microbiologia: mecanismos de doenças infecciosas. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; POBER, J. S. Imunologia celular e molecular. 4. ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2002. JANEWAY, C. A. Imunobiologia: O sistema imune na saúde e na doença. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. JAWETZ, E.; MELNICK, J.L. ; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. TORTORA, G.J. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. GENÉTICA Histórico e Desenvolvimento da Genética. Características e Propriedades do Material Genético. Regulação Gênica e Diferenciação Celular. Cromossomos Humanos Normais e Aberrações Cromossômicas. Padrões de Herança Genética Bioquímica. Genética e Câncer. Aconselhamento Genético. Terapia Gênica. Processos Evolutivos do Homem na saúde e doença. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GRIFFITHS, A.J.F. et al. Introdução a Genética. 8 ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2006. PPC aprovado em 07/10/2009 29 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE THOMPSON, J. et al. Genética médica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. VOGEL, F.; MOTULSKY, A.G. Genética Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEIGUELMAN, B. Dinâmica dos genes nas famílias e nas populações . 2 ed. Ribeirão Preto: Sociedade brasileira de genética, 1994. FARAH, S.B. DNA segredos e mistérios. São Paulo: Sarvier, 2000. JORDE, L.B. et al. Genética Médica. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. NORA, J.; FRASER, F.C. Genética Médica. 3 ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 1991. VOET, D.; VOET, J.G.; PRATT, C.W. Fundamentos de bioquímica. Porto Alegre: Artmed, 2000. PATOLOGIA GERAL DE ÓRGÃOS E SISTEMAS Generalidades sobre Patologia. Conceito de doença. Principais lesões celulares reversíveis e irreversíveis. Pigmentação patológica. Distúrbios circulatórios. Processos inflamatórios agudos e crônicos. Regeneração e cicatrização. Alterações do crescimento e diferenciação celulares. Neoplasias. Doenças nutricionais. Patologia ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo Patologia geral. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. MONTENEGRO, M. R.; FRANCO, M. Patologia: Processos gerais. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. COTRAN, R. S.; KUMAR, V.; ROBBINS, S. L. Patologia estrutural e funcional. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PORTH, C. M. Fisiopatologia. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. BRASILEIRO FILHO, G. et al. Bogliolo Patologia. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994 MIMS, C.; PLAYFAIR, J.; ROITT, I. Microbiologia médica, 2. ed. São Paulo: Editora Manole, 1999. FERREIRA, A. W. Diagnostico laboratorial: das principais doenças infecciosas e auto-imunes. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. RAVEL, R. Laboratório clínico: aplicações clínicas dos dados laboratoriais. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. EPIDEMIOLOGIA Fundamentos e conceitos. Epidemiologia descritiva: variáveis de tempo, espaço e pessoa. Vigilância epidemiológica e sanitária: conceitos, funções e atividades em doenças transmissíveis, não transmissíveis e outros agravos. Doenças de notificação compulsória, investigação de casos e surtos. Processo endêmico e epidêmico.Indicadores de saúde. Sistemas de informação. Tabulação e análise PPC aprovado em 07/10/2009 30 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE de dados. Instrumentos de levantamento e análise de dados. O Método epidemiológico. Principais delineamentos de pesquisa usados em epidemiologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MEDRONHO, R.A. Epidemiologia. São Paulo: Atheneu, 2003. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e saúde. 6 ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2003. LESER, W. Elementos de epidemiologia geral. São Paulo: Atheneu, 2000. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FLETCHER, R.H., FLETCHER, S.W.,WAGNER, E.H. Epidemiologia clínica: elementos essenciais. 3.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996. PEREIRA, G. M. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. COUTO, R.C. Guia prático de controle de infecção hospitalar: epidemiologia, controle e tratamento. 2 ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2004. Artmed, 1996. BEIGUELMAN, B. Curso prático de bioestatística. Ribeirão Preto-SP: FUNPEC, 2002. BERQUO, E.S. et al. Bioestatistica. 2 ed. São Paulo: EPU, 2001. MODELOS DE INTERPRETAÇÃO E INTERVENÇÃO DO PROCESSO SAÚDE-DOENÇA Assistência de enfermagem em nível individual e coletivo nos serviços de atenção primária de saúde, priorizando a mulher, a criança, o adolescente, o adulto e o idoso, na família e na sociedade, considerando o perfil sócio-epidemiológico contextualizado criticamente no conjunto das políticas públicas. Estudo dos agravos à saúde: evolução histórica das doenças crônicas e transmissíveis, doenças sexualmente transmissíveis e sua implicação na saúde coletiva. Vigilância Epidemiológica e Vigilância Sanitária. Doenças imunopreviníveis em Minas Gerais. Aspectos gerais da imunização, conservação de imunobiológicos, planejamento e avaliação de imunização. Suporte e subsídios para a visita domiciliar e a consulta de enfermagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KAWAMOTO, E. E. et al. Enfermagem Comunitária. São Paulo: EPU, 1995. RIZZOTO, M.L.F. História da Enfermagem e sua Relação com a Saúde Pública. São Paulo: Editora A/B, 1999. FIGUEIREDO, N.M.A. Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Caetano do Sul: Difusão, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria da Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica: guia de vigilância epidemiológica. Ministério da Saúde. Série A: Normas e Manuais Técnicos. 6ª Ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. ROUQUAYROL, M.Z. Epidemiologia e Saúde. 6ªed. RJ: medsi, 2003. CAMPOS, J. de Q. Fundamentos de Saúde Pública. São Paulo: J. de Q. Campos, v. 1, 1990. PPC aprovado em 07/10/2009 31 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDRONHO, A.R.et AL. Epidemiologia. São Paulo: atheneu, 2003. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Rede de Frio. 3ª ed. Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde, 2001, 80p. CUIDADOS NA POLÍTICA E ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE I Relacionar a atuação do Enfermeiro no processo saúde doença, frente aos aspectos psicossociais da construção do cuidado de enfermagem e na organização dos serviços de saúde, bem como, na construção e consolidação do Sistema Único de Saúde, através de visitas participativas e avaliativas das unidades de saúde, domicílio e estruturas sociais relacionadas (associações comunitárias, de bairro e etc...) BIBLIOGRAFIA BÁSICA KAWAMOTO, E. E. Enfermagem comunitária. São Paulo: EPU, 1995. RIZZOTO, M. L. F. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. São Paulo: Editora A/B, 1999. FIGUEIREDO, N. M. A. Ensinando a cuidar em saúde pública. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem II. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2007. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. Vigilância em saúde no SUS: fortalecendo a capacidade de respostas aos v elhos e novos desafios. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. HELMAN. C.G. Cultura, saúde e doença. 4º ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. CIANCIARULLO. T.I. Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a qualidade da assistência. São Paulo: Atheneu, 2003. WRIGHT, L.; Leahey, M. Enfermeiras e Famílias: Um guia de Avaliação e Intervenção na Família.Rio de Janeiro: Editora Rocca, 2002. 4º PERÍODO PARASITOLOGIA Conceitos utilizados em parasitologia. Relações Parasito-Hospedeiras. Protozoários parasitas do intestino, sangue e tecidos. Nematelmintos parasitas do intestino, sangue e tecidos. Cestodas intestinais e extra-intestinais. Trematodas hepáticos e sangüíneos. Artrópodes parasitas e vetores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA REY, L. Bases da Parasitologia Médica . 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. PPC aprovado em 07/10/2009 32 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MARKELL, E. K. Parasitologia medica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. CIMERMAN, B.; et al. Parasitologia humana: e seus fundamentos gerais. 2.ed. São Paulo: Atheneu, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FERREIRA, A.W.; ÁVILA, S.L.M. Diagnóstico laboratorial: das principais doenças infecciosas e auto-imunes. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. PESSOA, S. B. Parasitologia medica. 11.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988. NEVES, D. P. Parasitologia Humana.10.ed. São Paulo: Atheneu, 2003. JANEWAY, C. A. Imunobiologia : o sistema imunológico na saúde e na doença. 4. ed. Porto Alegre : Artes Médicas, 2000. ROITT, I. M. Imunologia. 6. ed. São Paulo : Manole, 2003. PSICOLOGIA A psicologia como ciência do comportamento humano. Percepção e observação. Teorias e abordagens acerca da personalidade. Motivação. Emoção. Conflito, frustração e ajustamento. Ansiedade. Prazer versus dor. Técnicas de modificação de comportamento utilizadas. Aspectos que envolvem a relação Profissional de saúde e paciente. A doença, o doente, o adoecer, a morte e o morrer. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANGERAMI, Camon . E a psicologia entrou no hospital. Pioneira, 1996. ÁVILA A. L. Doenças do corpo e da alma. Plethos, 1996. CAMON A. A. Urgências Psicológicas no hospital. Pioneira, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, Adailde M. da Silva; Grant, Walkiria H. A questão do corpo erógeno para a enfermagem In: Psicologia e Saúde na Amazônia: pesquisa e realidade. Casa do Psicólogo. CEDARO, José Juliano, LOFFREDO, Ana M. O fenômeno transferencial na instituição hospitalar. In: Psicologia e Saúde na Amazônia: pesquisa e realidade. Casa do Psicólogo. INFECÇÃO HOSPITALAR Incorporar, na formação do aluno da área da saúde , conceitos fundamentais referentes ao controle da infecção hospitalar e suas interfaces com as diversas áreas da saúde que finalizam em aplicação prática de um programa de controle de qualidade e, portanto, melhorando a assistência ao paciente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA TRABULSI, R.; ALTERTHUM, F. Microbiologia. 4. ed. São Paulo: Atheneu, 2004. BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. PPC aprovado em 07/10/2009 33 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de Enfermagem. 5º. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Grande tratado de enfermagem prática: clínica e prática hospitalar. 3. ed. São Paulo: Santos, 2002. SCHAECHTER, M. et al. Microbiologia: mecanismos de doenças infecciosas. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. JAWETZ, E.; MELNICK, J.L. ; ADELBERG, E. A. Microbiologia médica. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. TORTORA, G.J. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. MIMS, C.; PLAYFAIR, J.; ROITT, I. Microbiologia médica, 2. ed. São Paulo: Editora Manole, 1999. FARMACOLOGIA Estudo dos caracteres comuns de todos os medicamentos, bem como princípios gerais relacionados à interação das substâncias com os aparelhos e sistemas vivos. Atuação de diversas substâncias nos diversos sistemas. Mecanismo de ação das drogas, relacionando-os com seus efeitos farmacológicos e uso clínico. Interação medicamentosa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CLAYTON, B.D. & STOCK, Y.N. Farmacologia na Prática de Enfermagem. 13 ed. São Paulo:Editora Elservier, 2006. BRUNTON, L. L.; LAZO, J. S.; PARKER, K. L.Goodman & Gilman: As bases farmacológicas da terapêutica. 10 ed. Rio de Janeiro: Mcgraw Hill Companies, 2003. RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M.; MOORE, P. K. Farmacologia. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SCHELLACK, G. Farmacologia: uma Abordagem Didática, Curitiba: Editora Fundamento, 2006. HARVEY, R. A.; CHAMPE, P. C. Farmacologia Ilustrada. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. RANG , H. P. M. M. DALE J. M. RITTER P. K. MOORE Farmacologia. 5 ed. Rio de Janeiro: Editora Elservier, 2004. ASPERHEIM, M.K. Farmacologia para Enfermagem. 9 ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. OSLON, J. Farmacologia clínica fácil. 1 ed., Rio de Janeiro: Revinter, 2006. BASES PARA O CUIDADO DE ENFERMAGEM Princípios científicos de enfermagem. Terminologia científica. Controle de infecção hospitalar. Princípios de segurança biológica no ambiente de trabalho. Processamento de artigos e superfícies. PPC aprovado em 07/10/2009 34 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Comunicação terapêutica. Anotações de enfermagem. Higiene e conforto do paciente. Necessidades de mecânica e postura corporal. Admissão, transferência, alta e óbito. Intervenção de enfermagem no processo da morte. Dados antropométricos. Sinais vitais. Teoria das Necessidades Humanas Básicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem I. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2007. POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de Enfermagem. 5º. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FIGUEIREDO, N. M. A. Práticas de enfermagem: fundamentos, conceitos, situações e exercícios. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2005. SWEARINGEN, P. L. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem. 3º ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 6º ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. ATKINSON, L.D., MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 1989 DU GAS, B. W. Enfermagem prática. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. AÇÕES BÁSICAS DOS CUIDADOS EM ENFERMAGEM Desenvolvimento das habilidades técnico científicas, fundamentais e necessárias ao cuidado básico e da percepção do atendimento holístico às necessidades do ser humano. Concepções teóricas e fundamentação da Sistematização da Assistência de Enfermagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. North American Nursing Diagnosis Associaton. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006. LUNNEY, M. Pensamento crítico e diagnósticos de enfermagem: estudos de caso e anál ises. Porto Alegre: Artmed, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem I. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2007. PPC aprovado em 07/10/2009 35 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de Enfermagem. 5º. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. FIGUEIREDO, N. M. A. Práticas de enfermagem: fundamentos, conceitos, situações e exercícios. São Caetano do Sul, SP: Yendis, 2005. POSSO, M.B.S. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003. TIMBY, B. K. Conceitos e habilidades fundamentais no atendimento de enfermagem. 6º ed. Porto Alegre: Artmed Editora, 2002. 5º PERÍODO SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA Semiologia e Semiotécnica. Bases teórico-metodológicas na coleta de dados. Considerações éticas no cuidado. Método clínico em enfermagem. Avaliação física por sistemas e segmentos. Exames complementares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA POSSO, M. B. S. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003. 165p. LÓPEZ, M. Semiologia médica: as bases do diagnóstico clínico. 3.ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Livraria Atheneu, 1990. 1056p. POTTER, P. A; PERRY, A. G. Semiologia em Enfermagem. 4.ed. Rio de Janeiro: Reichmann & affonso, 2002. 430p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR POTTER, P. A; PERRY, A. G. Fundamentos de enfermagem. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2004. 1469p. PORTO,C. C. Exame clínico: bases para a prática médica. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 420p. BARROS, A. L. B. L.Anamese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. Porto Alegre: Artmed, 2002. 264p. AÇÕES DE ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE A atenção em enfermagem e as técnicas para o atendimento às necessidades humanas básicas do paciente: oxigenação, nutrição, eliminação, integridade cutâneo-mucosa e terapêutica. A aplicação da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE). BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. PPC aprovado em 07/10/2009 36 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem I. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2007. POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Fundamentos de Enfermagem. 5º. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TEMPLE, J. S.; JOHNSON, J. Y. Guia para procedimentos de enfermagem. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. BORGES, E. L. Feridas: como tratar. 2ª ed. Belo Horizonte: Coopmed, 2008. GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de medicamentos na enfermagem. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. DOENGES, M. E. Planos de cuidado de enfermagem: orientações para o cuidado individualizado do paciente. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. ATKINSON, L.D., MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 1989. NUTRIÇÃO E DIETOTERAPIA Conceitos básicos de nutrição. Valor nutricional dos alimentos (proteínas, carboidratos, lipídeos, vitaminas e sais minerais). Leis da alimentação. Avaliação do estado nutricional, recomendações e necessidades nutricionais. Determinantes da subnutrição protéica energética. Dietas especiais e hospitalares. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARCHINI,L,D,O,J. Ciências nutricionais, São Paulo: Sarvier, 2001 AUGUSTO, A. L. P. et al. Terapia nutricional. São Paulo: Atheneu, 1995. KRAUSE,M,L,E,S. Alimentos,nutrição e dietoterapia, São Paulo:Rocca, 1998 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO,G.M.RAMOS, A Enfermagem e Nutrição.1ed.São Paulo:EPV,2005.224p SANTOS,T.E.H. Enfermagem em nutrição,2 ed.São Paulo:Tecnedd.2004.101p FARREL,M.L.NICOTERI,J. Nurtição em enfermagem:Fundamentos parar uma dieta adequada.1 ed.São Paulo:LAB.2005.188p DUTRA DE OLIVEIRA, J. E. Ciências nutricionais. São Paulo: Savier, 1998. LEHNINGER A.L; NELSON D.L.; COX M.M. Princípios de bioquímica. 2.ed. Sarvier, 2000. INFORMÁTICA NA SAÚDE Conceitos Básicos de Informática (definições, terminologia, medidas de memória, periféricos e software). Introdução ao uso do ambiente Windows e de softwares livres (reconhecimento e utilização do ambiente). Softwares mais utilizados (editor de textos; apresentações gráficas, planilha, banco de PPC aprovado em 07/10/2009 37 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE dados). Noções básicas de utilização da Internet (browser de navegação, ferramentas de pesquisa). Sistemas Nacionais de Informação em Saúde. Padrões de registro e transferência de dados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA VELLOSO, F. de C. Informatica: conceitos básicos- 9ª tiragem. 4.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999. RODRIGUES, Roberto Jaime (coord.). Informática e o administrador de saúde: conceitos e experiências. Sao Paulo: Pioneira, 1987. 128. (Biblioteca Pioneira de administração e negócios) MANZANO, Andre Luiz N.g.. Estudo dirigido de informática básica. 4.ed. Sao Paulo: Erica, 2002. 178p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARIN, Heimar Fátima. Informática em Enfermagem. São Paulo: EPU, 1995. 100p. HEIDE, A.; STILBORNE, L.Guia do professor para a Internet: completo e fácil. 2 ed. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000. LIENGME, Bernard v.. Microsoft Excel 2002: para negócios e gestão. Rio de Janeiro: Campus, 2002. 263. ( COX, Joyce. Microsoft Office Word 2007 passo a passo. Porto Alegre: Bookman, 2007. 412p. MACHADO, F. N. R. Banco de dados. Sao Paulo: Erica, 2004 AÇÕES AVANÇADAS DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM Aprimoramento das habilidades técnico científicas necessárias ao cuidado integral e da percepção do atendimento holístico às necessidades do ser humano. Relação da Sistematização da Assistência de Enfermagem na organização e desenvolvimento dos serviços e cuidados de Enfermagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNNER, Lillian Sholtis; SUDDARTH, Doris Smith. Brunner & Suddarth: Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. PORTO, C. C. Exame clínico: bases para a prática médica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. DOENGES, M. E. Planos de cuidado de enfermagem: orientações para o cuidado individualizado do paciente. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARPENITO, L. J. Planos de cuidados de enfermagem e documentação: diagnóstico de enfermagem e problemas colaborativos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 1999. North American Nursing Diagnosis Associaton. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006. LUNNEY, M. Pensamento crítico e diagnósticos de enfermagem: estudos de caso e análises. Porto Alegre: Artmed, 2004. PPC aprovado em 07/10/2009 38 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Grande tratado de enfermagem prática: clínica e prática hospitalar. 3. ed. São Paulo: Santos, 2002. ATKINSON, L.D., MURRAY, M. E. Fundamentos de enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 1989. 6º PERÍODO ASSISTÊNCIA MÉDICO - CIRÚRGICA I Adquirir conhecimentos sobre intervenção de Enfermagem frente aos padrões de respostas humanas aos processos vitais, aos problemas de saúde atuais ou de riscos potenciais nas situações de clínica médica e cirúrgica, nas diversas fases da vida. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNNER & SUDART. Enfermagem médico-cirúrgica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. MEEKER; ROTHOCK; ALEXANDER. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. CENTRO CIRURGICO-ATUAÇÃO, INTERVENÇÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM. YENDIS EDITORA LTDA, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MANUAL DE ANESTESIA JOHN C. SNOW GUANABARA E KOOGAN PARRA, O. M.; SAAD, W. A. Instrumentação cirúrgica. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 1998. CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE CIRURGICO 10º ed GUANABARA E KOOGAN CARPENITO, L.J. Manual de Diagnóstico de Enfermagem. 8.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA E.P.U. (EDITORA PEDAGÓGICA E UNIVERSITÁRIA) 2º ed. VOL l e ll CUIDADOS INTEGRAIS À MULHER Evolução da mulher no ciclo vital. Fisiologia do ciclo menstrual. Distúrbios menstruais. Abortamento. Sexualidade humana. Consulta de enfermagem em ginecologia, planejamento familiar. Prevenção e assistência de enfermagem nas doenças ginecológicas. Considerações sobre a saúde maternoinfantil no Brasil. Características do ciclo gravídico puerperal. Cuidados de enfermagem ao pré- natal, parto e puerpério e abordagem psicológica.Características do recém-nascido. Assistência na unidade neonatal e ambulatorial. Alojamento conjunto. Aleitamento materno. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRANDEN, Pennie Sessler. Enfermagem materno-infantil. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora Reichmann & Affonso Editores, 2000. 490.ISBN: 8587148419. PPC aprovado em 07/10/2009 39 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CORRÊA, Mário Dias. Noções práticas de obstetrícia. Belo Horizonte: Cooperativa Editora e de Cultura Médica, 1994. 579. ISBN: 8585002034. ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de (trad.). Novak Tratado de Ginecologia. 13.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 1305. ISBN: 8527709252. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL.Secretaria de Políticas de Saúde.Gestação de alto risco:manual técnico/4.ed..Brasília: 163p.:il.. ISBN: 8533402287 (broch.). Ginecologia & obstetrícia: manual para concursos. 3.ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. 828. ISBN: 8571993440. WONG, Donna L. et al. Cláudia Lúcia Caetano de Araújo et al (trad.) Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 1057. ISBN: 8527705060. ARAÚJO, Cláudia Lúcia Caetano de (trad.). Novak Tratado de Ginecologia: auto-avaliação e revisão. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 352. ISBN: 8527709341. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Área Técnica da Saúde da Mulher. Urgências e emergências maternas : guia para diagnóstico e conduta em situações de risco de morte materna /. 2. ed.. rev.. Brasília: 119 p.:.il.. ISBN: 8533402287 (broch.). MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Saúde. Atenção ao pré-natal, parto e puerpério. 2.ed.. Belo Horizonte: SAS/SES, 2006. 84. SAÚDE DO TRABALHADOR Histórico da saúde ocupacional. Estrutura organizacional do serviço de saúde ocupacional. Enfermagem do Trabalho. Funções da equipe da saúde ocupacional. Comissão interna de prevenção de acidentes CIPA. Acidente de trabalho. Ergonometria. Doenças profissionais. Noções de legislação trabalhista. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, Geraldo Mota. Enfermagem do trabalho. São Paulo: EPU, 2.001 BENSOUSSAN, Eddy. et al. Saúde ocupacional. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1988. BENSOUSSAN, Eddy; Albieri, Sérgio. Manual de higiene, segurança e medicina do trabalho. São Paulo: Atheneu, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS . Segurança e medicina do trabalho. 62ª.ed. São Paulo: Atlas. 2008. CARRION, V. Comentários à consolidação das leis do trabalho . 31ª ed. São Paulo: Ed. Saraiva, 2006. PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem II. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2007. PPC aprovado em 07/10/2009 40 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE North American Nursing Diagnosis Associaton. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006. POSSO, M.B.S. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003. SAÚDE DA FAMÍLIA Identificar e compreender os dispositivos e ferramentas apropriados para a gestão do cuidado na Estratégia Saúde da Família. BIBLIOGRAFIA BÁSICA WRIGHT, L.; Leahey, M. Enfermeiras e Famílias: Um guia de Avaliação e Intervenção na Família.Rio de Janeiro: Editora Rocca, 2002. FIGUEIREDO, N.M.A. Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Caetano do Sul: Difusão, 2005. CIANCIARULLO. T.I. Instrumentos básicos para o cuidar: um desafio para a qualidade da assistência. São Paulo: Atheneu, 2003. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PORTO, Andréa (organizadora). Curso Didático de Enfermagem II. 3ª ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2007. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em saúde. Vigilância em saúde no SUS: fortalecendo a capacidade de respostas aos velhos e novos desafios. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. HELMAN. C.G. Cultura, saúde e doença. 4º ed. Porto Alegre: Artmed, 2003. KAWAMOTO, E. E. et al. Enfermagem Comunitária. São Paulo: EPU, 1995. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria da Vigilância em Saúde. Vigilância em Saúde no SUS: fortalecendo a capacidade de resposta aos velhos e novos desafios/Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. DIDÁTICA APLICADA À ENFERMAGEM Educação em Saúde como processo de formação do ser humano Saúde e doença como construção cultural:Conhecimentos,representações sociais e experiências da doença. A saúde da educação e a educação da saúde no Brasil. Importância da didática na educação em saúde. Concepções de educação que orientam o professor da área de saúde: Compromissos exigências e possibilidades. A comunicação interpessoal. O Planejamento níveis e suas relações. Aplicação de técnicas e recursos para o desenvolvimento da aprendizagem em saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 1991. PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2000. TARDIF, M. Saberes docentes e formação do profissional. 2.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2002.( PPC aprovado em 07/10/2009 41 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRASIL. Formação pedagógica em educação profissional na área de saúde: enfermagem. Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, Escola nacional de Saúde Pública, 2000. 11vs. MARTINS, P. L. Didática teórica/Didática prática. São Paulo: Loyola, 2000. (2exs) OLIVEIRA, M. E. D. A. ANDRÉ e M. R. M. S. Alternativas do ensino da Didática. Campinas - São Paulo: Papirus, 1997. (1ex.) VEIGA, I. P. A. A prática pedagógica do professor de Didática. Campinas: Papirus, 2000. (2exs.) VEIGA, I. P. A. Didática: o ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 2000. (2exs) CUIDADOS INTEGRAIS NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM I Desenvolvimento integrado de aplicação dos princípios científicos em Enfermagem, utilizando o conhecimento teórico prático buscando uma análise das ações de enfermagem no processo saúde doença na mulher e no RN, capacitando o aluno à assistência integral e humanizada, em cada ser distinto na família e no binômio mãe e filho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA WONG, D.L. Enfermagem Pediátrica: elementos essenciais à Intervenção Efetiva. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1999. BRANDEN, P.S. Enfermagem Materno-infantil. 2.ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2000. FIGUEIREDO, N.M.A. (Org.) Ensinando a cuidar da mulher, do homem e do recém-nascido. 1. ed. São Caetano do Sul, SP: Yendis editora, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAUD, M.N.; PETERLINI, M.A.S.; HARADA, M.J.C.S.; PEREIRA, S.R. O cotidiano da prática de enfermagem pediátrica. São Paulo: Atheneu, 1999. SOCIEDADE DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DE MINAS GERAIS. Ginecologia e Obstetrícia: Manual para Concursos. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2003. GOLDENZWAIG, N.R.S.C. Administração de Medicamentos na Enfermagem. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2005. NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION. Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006. POTTER, P.A.; PERRY, A.G. Fundamentos de Enfermagem. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2004. PPC aprovado em 07/10/2009 42 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 7º PERÍODO ASSISTÊNCIA MÉDICO-CIRÚRGICA II Relacionar a assistência de Enfermagem com as condições clínicas e situações cirúrgicas nos períodos pré, trans e pós operatórios dos processos patológicos em geral. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRUNNER & SUDART. Enfermagem médico-cirúrgica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. MEEKER; ROTHOCK; ALEXANDER. Cuidados de enfermagem ao paciente cirúrgico. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991. CENTRO CIRURGICO-ATUAÇÃO,INTERVENÇÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM. YENDIS EDITORA LTDA,2006; ENFERMAGEM EM CLÍNICA CIRÚRGICA E.P.U. (EDITORA PEDAGÓGICA E UNIVERSITÁRIA) 2º ed. VOL l e ll BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MANUAL DE ANESTESIA JOHN C. SNOW Guanabara Koogan CARPENITO, L.J. Manual de Diagnóstico de Enfermagem. 8.ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999. PARRA, O. M.; SAAD, W. A. Instrumentação cirúrgica. 3 ed. São Paulo: Atheneu, 1998. SILVA, M. A. A; RODRIGUES, A. L.; CEZARETTE, I. U. R. Enfermagem na unidade de Centro Cirúrgico. 2. ed. São Paulo: ETU, 1997. CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE CIRURGICO 10º ed Guanabara Koogan CUIDADOS INTEGRAIS À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE Crescimento e desenvolvimento. Aspectos demográficos, epidemiológicos, indicadores sociais e de saúde da população infanto-juvenil. Políticas e programas de saúde para a infância e adolescência. Situações de risco social, violência urbana e acidentes. Cuidados com a criança hospitalizada, principais patologias da infância. Sistematização de Enfermagem na assistência pediátrica e neonatal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA WHALEY ; WONG. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.1057p. MARCONDES, E.; VAZ, F.A.C. Pediatria Básica: Pediatria Básica e Neonatal. 9. ed. Sarvier, São Paulo, 2003. RODRIGUES,Y.T.Semiologia pediátrica. 2 ed.Rio de Janeiro.Guanabara Koogan S.A. 2003. 317p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAUD,M.N. O cotidiano da prática da enfermagem pediátrica.São Paulo. Atheneu. 1999. 212p. PPC aprovado em 07/10/2009 43 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FUJIMORI,E: BORGES,A.L.V.Enfermagem e a Saúde do Adolescente. 1 ed. São Paulo: Manole.2009.586p. BRANDEN,P.S.Enfermagem materno-infantil. 2 ed. Rio de Janeiro. Reichmann S Affonso Editores. 2000. 490p. Minas Gerais.Secretaria de Estado da Saúde. Atenção á saúde da criança.Belo Horizonte:SAS/DNAS.2004.224p. MILLER,G.Paralisia Cerebrais: causas, conseqüências e conduta.Barueri-SP.Manole. 2002 .387p. POSTIAUX,G.Fisioterapia respiratória pediátrica: o tratamento guiado por austa pulmonar.Porto Alegre. Artmed. 2004. BRASIL.Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção á saúde.Departamento de Ações Programáticas Estratégicas.Agenda de compromissos para a saúde integral da criança e redução mortalidade infantil.Brasília. 2005. 80p. (Série A. Normas e Manuais Técnicos). Notificação de Maus-Tratos Contra Crianças e Adolescentes pelos Profissionais de Saúde: um Passo a Mais na Cidadania em Saúde. SAÚDE MENTAL A disciplina cria oportunidades para que o futuro profissional enfermeiro desenvolva habilidades para refletir, planejar e avaliar o cuidado de enfermagem com o doente mental. Esta abordagem propicia ao profissional enfermeiro visualizar o ser humano em sua totalidade, bem como a si próprio, além de levar para a sala de aula aspectos relativos ao doente mental, práticas terapêuticas e política de assistência ao doente mental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RODRIGUES, A R.F.F. Enfermagem psiquiátrica: saúde mental: prevenção e intervenção. São Paulo: EPU, 1996. STUART.G.W; LARAIA, M.T. Enfermagem psiquiátrica: princípios e prática. 6 ed. Porto Alegre: Artmed. 2001. KAPLAN, H.I; SADOCK, B.J; GREBB,J.A. Compêndio de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica. 7 ed. Porto Alegre: Artmed, 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SILVA, A B.B. Mentes Inquietas: entendendo melhor o mundo das pessoas distraídas, impulsivas e hiperativas. São Paulo: Gente, 2003. 213p. BLAZER, D. Problemas emocionais da Terceira Idade: estratégias de intervenção. São Paulo: Andrei, 1998. 246p. ROSENFELD, H. A. Os estados psicóticos. Rio de Janeiro: Zahar, 1968 265p. DEJOURS,Christophe.A loucura do trabalho: estudo de psicopatologia do trabalho. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2000.168p. PPC aprovado em 07/10/2009 44 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE ROCHA, R.M. Enfermagem em Saúde de Mental. 1 ed. Senac. 2005.187p LEGISLAÇÃO DE ENFERMAGEM E POSTURA PROFISSIONAL Princípios básicos norteadores da conduta profissional. Princípios fundamentais do desenvolvimento da conduta ética. Legislação específica da enfermagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA OGUISSO T. CAMPOS E.L.Ética e bioética : desafios para a enfermagem e a saúde. São Paulo: Manole, 2006. IVO. , GELAIN. Deontologia e enfermagem. 3ª ed. São Paulo: EPU, 1998. VALLS, Álvaro L.M. O que é ética. 9 ed. São Paulo: Brasiliense,1990. 82P BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOFF,Leonardo.Saber Cuidar: Ética do Humano- Compaixão pela terra.4 ed. Petrópolis:Vozes 2001. VIEIRA, Sônia. Experimentação com Seres Humanos. São Paulo: Projeto Passo a frente,coleção polêmica)2000.160P BIOÉTICA. 3ed.rev e ampl. São Paulo (Fac.Med.USP) 2000.173P CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS. Legislação e normas 2009. VOLPATO, G. L.. Publicação científica. 2.ed. Botucatu, SP: Tipomic, 2003. CUIDADOS INTEGRAIS NA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM II Desenvolvimento integrado de aplicação dos princípios científicos em Enfermagem, utilizando o conhecimento teórico prático buscando uma análise das ações de enfermagem no processo saúde doença do adulto, criança e adolescente e na saúde mental , capacitando o aluno à assistência integral e humanizada. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SMELTZER, S.C.; BARE, B.G. Tratado de Enfermagem Médico-cirúrgica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2005. BARROS, A.L.B.L. Anamnese e Exame Físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto . Porto Alegre: Artmed, 2002. PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2004 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MACIEL, A. Avaliação Multidisciplinar do Paciente Geriátrico . Rio de Janeiro: REVINTER Ltda, 2002. CARVALHO FILHO, E.T.; PAPALÉO NETTO, M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2005. PPC aprovado em 07/10/2009 45 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE GOLDENZWAIG, N.R.S.C. Administração de Medicamentos na Enfermagem. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2005. NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION. Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006. POTTER, P.A.; PERRY, A.G. Fundamentos de Enfermagem. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2004. 8º PERÍODO CUIDADOS INTEGRAIS AO ADULTO E IDOSO Assistência de enfermagem sistematizada a clientes adultos e idosos internados em unidades de clínicas médicas e cirúrgicas especializadas, abrangendo pacientes com afecções agudas e crônicas de grande complexidade em diferentes áreas (especialidades), incluindo problemas oncológicos, com desenvolvimento de atividades práticas. Assistência à família e cuidadores. Prevenção de acidentes no hospital. Aspectos éticos na assistência de enfermagem. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARPENITO, L. J. Diagnósticos de enfermagem: aplicação à prática clínica. 8.ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 843p. (Série Enfermagem). CECIL, Russell La (russell La Fayette). Cecil Tratado de Medicina Interna. 19.ed. v2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan , 1993. 2425P NANDA. Diagnósticos de enfermagem da Nanda: definições e classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006. 307.p. CONTÉM 2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MATHEUS, P. N. Gerontologia: a velhice e o envelhecimento em visão globalizada. São Paulo: Atheneu, 2005. 515p POTTER, Patrícia A.; PERRY, Anne G. Grande tratado de enfermagem prática: clínica e prática hospitalar. 3. ed. São Paulo: Santos, 2002. SMELTZER, S. C. BARE, B. G. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10 ed. V1. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005, 1132p. SMELTZER, S. C. BARE, B. G. Tratado de enfermagem médico-cirúrgica. 10 ed. V2. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005, 1132p. CONTÉM 2 FISCHBACH, F. T. Manual de enfermagem exames laboratoriais e diagnósticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 707p PPC aprovado em 07/10/2009 46 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE GESTÃO DE SERVIÇOS DE ENFERMAGEM Visão geral do processo de gerenciamento de recursos humanos, materiais e físicos nos serviços de saúde (hospitalar e não hospitalar), com vistas à assistência e organização dos serviços de enfermagem e de saúde, assim como ao processo decisório no trabalho da enfermagem, utilizando as técnicas de planejamento estratégico, administrativo e participativo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARQUIS, Bessie l. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 454. ISBN: 8536303751. KURCGANT, Paulina (coord.) Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 194. ISBN: 8527710293. MARX, Lore Cecília. Manual de gerenciamento de enfermagem. 2.ed. São Paulo: EPUB, 2003. 105. ISBN: 858709839. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FONTINELE JÚNIOR, Klinger. Administração hospitalar. Goiânia : 223p. :. , il.. ISBN: 8574980722 (broch.). CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 5.ed. São Paulo: Atlas S.A, 2003. 194. ISBN: 8522434328. OLIVEIRA, Djalma de Pinheiro Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e praticas. 11.ed. São Paulo: Atlas, 1997. 294p. CHIAVENATO, Idalberto.Gerenciando pessoas:. 4.ed. Sao Paulo: Prentice Hall, 2003. ISBN: 8587918451. BRASIL. Constituição da Republica Federativa do Brasil. 31.ed. São Paulo: Saraiva, 2003. 364. ((Coleção Saraiva de legislação)) ISBN: 8502042572. HOSPITALIDADE NA SAÚDE Análise do conceito de hospitalidade. Atualização dos conceitos mais atualizados na gestão de hospitalidade, envolvendo aspectos de processos no atendimento ao paciente, hospitalidade e humanização, ajudando-os com técnicas das áreas de prestação de serviços. Conceito de acolhimento e bem-estar nas instituições de saúde. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOEGER, M.A. Hotelaria Hospitalar: Gestão da Hospitalidade e Humanização. São Paulo: SENAC, 2009. LASHLEY, C.. Em Busca da Hospitalidade. São Paulo: Manole, 2008. MULLINS, L. Gestão da hospitalidade e comportamento organizacional. Porto Alegre: Bookman, 2004. PPC aprovado em 07/10/2009 47 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BOEGER, M. A. Gestão em Hotelaria Hospitalar. São Paulo: Atlas, 2009. MORAIS, O.D. Hotelaria hospitalar: um novo conceito no atendimento ao cliente da saúde. São Paulo: EDUCS, 2008. GODOI, A.F.. Hotelaria hospitalar e humanização no atendiment o em hospitais. São Paulo: Ícone, 2008. GODOI, A.F. Hotelaria Hospitalar. São Paulo: Ícone, 2008. GUIMARÃES, N.V.R.R.Hotelaria hospitalar uma visão interdisciplinar. São Paulo: Atheneu, 2007. BIOESTATÍSTICA Introdução à estatística descritiva; Análise combinatória e binômio de Newton; Teoria elementar de probabilidade; Variáveis aleatórias; Funções de variáveis aleatórias; Distribuição binomial, normal; Testes de t, X2 e F; Aplicação da análise de variância. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CURI, P.R.. .Metodologia e análise da pesquisa em ciências biológicas. 3.ed. São Paulo: Tipomic, 2001. MORETTIN, L. G. Estatística básica. 6. ed., São Paulo: Makron Book, 1994. VIEIRA, S; HOFFMANN, R . Estatística experimental. São Paulo: Editora Atlas, 1989. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TOLEDO, G. L. Estatística básica. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1995.. ZAR, J.L . Biostatistical analysis. São Paulo: Editora Prentice Hall, 1984. FONSECA, J.S. Estatistica aplicada. 2.ed. Sãoo Paulo:Atlas, 1985. BERQUO, E.S. Bioestatística. 2.ed.São Paulo: EPU, 2001. VIEIRA, S. Introdução a bioestatística.Rio de Janeiro: Campus, 1980 9º PERÍODO URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS Introdução às situações de Urgências e Emergências e Suporte Básico de Vida. Medidas de biossegurança. Avaliação da gravidade da vítima e ações imediatas do socorrista nas situações de emergência/urgência. Reconhecimento e Suporte Básico de Vida na parada respiratória e parada cardíaca. Preparação do socorrista para prestar assistência em situações especiais de: afogamento, choque, intoxicação exógenas. Atendimento inicial ao politraumatizado nos ferimentos, traumatismos em geral. Cuidados nas hemorragias, hipovolemia, choque, queimaduras, acidentes com animais peçonhentos. Atendimento a distúrbios da consciência: desmaio, vertigem e crise convulsiva. PPC aprovado em 07/10/2009 48 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Cuidados gerais com a vítima na presença de corpos estranhos. Assistência pré-hospitalar no parto súbito. Resgate e transporte. BIBLIOGRAFIA BÁSICA NOBRE, F.; SERRANO Jr., C.V. (Ed.) Tratado de Cardiologia SOCESP. Barueri, SP: Editora Manole, 2005. COMITÊ DE TRAUMA DO COLÉGIO AMERICANO DE CIRURGIÕES. Suporte Avançado de Vida no Trauma. 5. ed. Chicago, EUA: 1993. FIGUEIREDO, N.M.A.; VIEIRA, A.A.B. (Org.) Emergência: Atendimento e Cuidados de Enfermagem. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2006. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NOBRE, F.; SERRANO Jr., C.V. Atlas do Tratado de Cardiologia SOCESP. Barueri, SP: Editora Manole, 2006. OLIVEIRA, A.C.; ALBUQUERQUE, C.P.; ROCHA, L.C.M. Infecções Hospitalares: abordagem, prevenção e controle. Rio de Janeiro: MEDSI, 1998. GOLDENZWAIG, N.R.S.C. Administração de Medicamentos na Enfermagem. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2005. NORTH AMERICAN NURSING DIAGNOSIS ASSOCIATION. Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: Definições e Classificação 2005-2006. Porto Alegre: Artmed, 2006. PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2004 PRODUÇÃO CIENTÍFICA A natureza da ciência e da pesquisa científica. O que é ciência. Orientação metodológica e acompanhamento do trabalho monográfico, normatização e elaboração do projeto de TCC. As referências e citações nos trabalhos científicos. Supervisão e orientação docente para elaboração e finalização dos trabalhos de TCC. Resenhas. Memorial. Artigos científicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAY, R. A.Como escrever e publicar um artigo científico . São Paulo: Santos Editora, 2001. LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1999. CERVO, A. L. B. P. A .Metodologia Científica. 5 ed. São Paulo: Prentice Hall, 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEHFELD, B. &. Fundamentos da metodologia. Mac Graw-Hill, 1996. VOLPATO, G. L. Ciência:: Da filosofia à publicação. Ribeirão Preto: FUNEP, 2000. VOLPATO, G. L. Publicação científica. 2 ed. Botucatu: Yipomic, 2003. MANUAL de normatização do UNIARAXA. 2006. PPC aprovado em 07/10/2009 49 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE OPTATIVA I Temas relevantes para a atualização da prestação da assistência, escolhidos previamente (um semestre antes de sua oferta), ou escolhido em Reunião de Colegiado quando houver necessidade de abordar assuntos emergentes. BIBLIOGRAFIA Oferecidos no início e decorrer da disciplina, conforme assunto abordado. 10º PERÍODO GESTÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Contribuições teóricas para a compreensão do funcionamento das organizações: teorias administrativas. Técnicas para a ação gerencial de tomada de decisões. Organização de recursos: indicadores tradicionais da programação de serviços de saúde. Gestão do provimento de recursos e das atividades meio: logística do abastecimento e seus sub-sistemas, arquitetura, gerenciamento e manutenção de prédios, com vistas a assistência e organização dos serviços de enfermagem e de saúde, assim como, o processo decisório no trabalho da enfermagem utilizando as técnicas de planejamento estratégico, administrativo e participativo. Sistemas de controle e avaliação. Sistema de informação. Gestão de recursos humanos em saúde, legislação trabalhista e escala de funcionários. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MARQUIS, Bessie l. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 4.ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 454. ISBN: 8536303751. GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo: na educação e em outras instituições, grupos e movimentos dos campos cultural, social, político, religioso e governamental. 6.ed. Petrópolis: Vozes, 1998. 182p. BRASIL.Ministério da Saúde.Secretaria de Assistência à Saúde Inovação gerencial em serviços públicos de saúde e cidadania. Brasília: Minstério da Saúde, 2002. 74. ((Série B. Textos Básicos de Saúde)) ISBN: 8533406150 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KURCGANT, Paulina (coord.) Gerenciamento em enfermagem. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 194. ISBN: 8527710293. CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 5.ed. São Paulo: Atlas S.A, 2003. 194. ISBN: 8522434328. MARX, Lore Cecília. Manual de gerenciamento de enfermagem. 2.ed. São Paulo: EPUB, 2003. 105. ISBN: 858709839. PPC aprovado em 07/10/2009 50 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE BRASIL.Ministério da Saúde.Secretaria Executiva.Subsecretaria de Planejamento e Orçamento.. Plano Nacional de Saúde: um pacto pela saúde no Brasil. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. 144. (Série B. Textos Básicos de Saúde) ISBN: 85-334-0917-6. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema Nacional de Vigilância em Saúde: relatório de situação. 2.ed.. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 23. (Série C Projetos, Programas e Relatórios) ISBN: 85-334-1132-4. BRASIL. Ministério da Saúde.. Diretrizes operacionais dos pactos pela vida e defesa do SUS e de gestão. Brasília, 2006. 76p. (Série A. Normas e manuais técnicos) ISBN: 85-334-0960-5. BRASIL.Ministério da Saúde. Regulamento dos pactos pela vida e de gestão. Brasília, 2006. 142p. (Série pactos pela saúde) ISBN: 85-334-1149-9. CARVALHO, Guido Ivan de. Sistema único de saúde: comentários à lei orgânica da saúde (leis n§8.080/90 e n§8.142/90). 3.ed. Campinas, SP: UNICAMP, 2002. 320. ISBN: 8526805592. CUIDADOS INTENSIVOS Recursos nas Unidades de Cuidados Intensivos. Humanização em CTI. Normas e Rotinas em CTI. Infecção Hospitalar nas Unidades de Cuidados Intensivos. Utilização de Máscara Oxigenação. Manuseio de Equipamentos. Oximetria de Pulso. Monitorização Cardíaca. Utilização de Cateteres. Farmacologia nas Unidades de Cuidados Intensivos. Ventilação Mecânica. Equilíbrio Hidreletrolítico. Nutrição Artificial Enteral e Parenteral. Sondagens. Cuidados com Clientes Entubados. Cuidados com Clientes Traqueostomizados. Cuidados de Higiene ao Paciente Acamado. Monitoração Arterial e Venosa através de Cateteres. Diálise Peritoneal e Hemodiálise. Conduta de Enfermagem ao Cliente no pós-operatório de cirurgia intracraniana. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FIGUEIREDO, N. M. A; SILVA, C. R. L; SILVA, R. C. L. CTI: atuação, intervenção e cuidados de enfermagem. São Caetano do Sul: Yendis, 2006. 322p. (Organizadores) HUDAK, C. M. Cuidados intensivos de enfermagem: uma abordagem holística. 6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 1997. 955p. KNOBE L, E. Condutas no paciente grave. São Paulo: Atheneu, 1994. 906p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KNOBEL, E. Terapia intensiva : cardiologia /. São Paulo : 346p. Manual de urgências em pronto-socorro. 3.ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1990. 612p. (Série Manual Espiral). KNOBEL,E.Terapia Intensiva: Enfermagem. 1 ed. São Paulo:Atheneu.2006.636p. DIEPENBROCH, N.H. Cuidados Intensivos. 2 ed. São Paulo: LAB.2005.436p PORTO, C.C. Exame Clínico: bases para a prática médica. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2004. PPC aprovado em 07/10/2009 51 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE OPTATIVA II Desenvolvimento integrado do conhecimento científico teórico prático de temas atuais da Enfermagem, buscando análise crítica das ações do profissional no processo saúde doença em todos os seus níveis. BIBLIOGRAFIA Oferecidos no início e decorrer da disciplina, conforme assunto abordado. 4. PERFIL DO EGRESSO Na formação dos graduandos do Centro Universitário do Planalto de Araxá consideramos fundamental que a estrutura curricular possa assegurar o alcance específico de conhecimentos, sensibilidades e competências que caracterizam um profissional da área, através de um processo constante de aprimoramento formativo que o habilite a responder aos inúmeros desafios da sociedade contemporânea, em consonância com as Diretrizes Curriculares estabelecidas pelo MEC. O egresso deve apresentar autonomia intelectual, capacidade de aprendizagem continuada, atuação crítica e ética, sintonizada com as necessidades do país, com uma sólida formação científica, humanística e cultural. Deverá, também, apresentar capacidade para lidar, entender e intervir de forma positiva no meio ambiente (Lei n. 9795, de 27/04/1999). Para a consecução do perfil desejado, devem ainda ser desenvolvidas as seguintes habilidades e competências gerais: Conduta pautada pela ética e preocupação com as questões sociais e ambientais; Capacidade de atuar de forma crítica, autônoma e criativa; Atuação propositiva na busca de soluções para que as questões apresentadas pela sociedade; Capacidade de comunicação e expressão na língua nacional e em língua estrangeira; Capacidade de diagnosticar, analisar e contextualizar problemas; Busca de constante aprimoramento científico e técnico; Domínio de técnicas essenciais à produção e aplicação do conhecimento; Trabalho integrativo e contributivo em equipes transdisciplinares; Competência para a atuação profissional com respeito pelo meio ambiente; Compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos; Capacidade de promover e respeitar os Direitos Humanos. Com relação às atividades pertinentes ao respectivo Curso, o perfil do egresso deverá ajustar-se aos componentes descritos a seguir. PPC aprovado em 07/10/2009 52 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE O curso visa à formação do Enfermeiro com atribuições voltadas à prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde humana, desenvolvendo atividades associadas às fases do ciclo vital e ao processo saúde-doença. Estes profissionais de enfermagem devem ser capazes de desenvolver pesquisa e atuar tecnicamente nas seguintes áreas de enfermagem: saúde da mulher; saúde da criança e do adolescente; saúde comunitária; saúde do adulto e do idoso; em situações de emergência; no diagnóstico; no gerenciamento dos serviços de saúde e na educação em saúde. À esta capacitação tem que estar agregado o senso de responsabilidade social e de compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano, compreendendo, sinteticamente, as seguintes competências gerais: atenção à saúde, tomada de decisões, comunicação, liderança, administração e gerenciamento, educação permanente, que possibilite o enfermeiro: Compreender a dinâmica do processo saúde-doença através de análise crítica dos múltiplos fatores que interferem neste processo, identificando as necessidades individuais e coletivas; Compreender e reconhecer o homem como cidadão, através de suas inter-relações e as necessidades de saúde que devem ser atendidas durante seu ciclo vital; Reconhecer que todo cidadão tem o direito de acesso aos recursos de saúde, dever de criticá-los e de empenhar-se pela obtenção e qualidade dos mesmos; Prestar assistência sistematizada de enfermagem individual e coletiva, através de ações integradas de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação da saúde em todas as fases do ciclo vital e do processo saúde-doença, garantindo a qualidade de tal assistência; Desenvolver de forma integrada ações educativas, administrativas e de pesquisa no processo assistencial, junto à comunidade acadêmica/científica e população; Ser gerador e consumidor de pesquisas com vistas à evolução da prática de enfermagem e de saúde. Atuar dentro dos princípios éticos e legais da profissão, valorizando o ser humano em sua totalidade e no exercício da cidadania; Participar do processo de formação e atualização dos trabalhadores de enfermagem e profissionais afins; Colaborar na tomada de decisões nas diversas áreas de atuação de enfermagem; Participar em equipe do trabalho de coletividades sadias; Comunicar-se de maneira eficiente de modo a estabelecer relações interpessoais produtivas; Desenvolver o processo de enfermagem nas situações que envolvem ajuda a indivíduos, família, outros grupos da comunidade e à comunidade como um todo. PPC aprovado em 07/10/2009 53 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE O profissional em Enfermagem poderá atuar em hospitais, escolas, empresas públicas ou privadas, clínicas, instituições de saúde, programas domiciliares e pronto-atendimento, como em funções administrativas e/ou autônomas. 5. FORMAS DE ACESSO AO CURSO O acesso aos cursos de graduação do Centro Universitário do Planalto de Araxá se viabiliza por meio de processo seletivo, amplamente divulgado na região de abrangência da Instituição, com editais específicos, contendo todas as informações necessárias aos candidatos, desde a forma de inscrição até a matrícula e o início do período letivo. É coordenado pela COPESE, setor ao qual também está afeto o recrutamento de alunos. O processo seletivo para ingresso de alunos, segundo legislação vigente, congrega as seguintes modalidades: I Via concurso vestibular. 1.1 Provas comuns a todos os cursos em oferta. 1.2 Por agendamento, para vagas remanescentes com prova de redação. II Extra vestibular. 2.1 Por transferência de outra instituição de ensino superior. 2.2 Por reopção de outro curso da própria IES. 2.3 Por reingresso de diplomado para obtenção de novo título. 6. SISTEMAS DE AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO Garantir a qualidade do ensino oferecido é uma das prerrogativas constantes no PPC (Projeto Pedagógico do Curso), considerando que a missão do UNIARAXÁ promover a educação cidadã para a empregabilidade, a sustentabilidade e o cruzamento de fronteiras. O PPC é o plano de trabalho que se bem desenvolvido e cumprido é o responsável pela garantia dessa qualidade. Vários instrumentos são empregados com o objetivo de fazer o monitoramento de todas as atividades desenvolvidas, zelando, pelo atendimento aos objetivos estabelecidos no PPC e PPI. Desta forma, a avaliação do curso deverá ocorrer de forma continuada e empregando variados mecanismos como: verificação dos planos de ensino dos docentes, acompanhamento sistemático do plano de aula dos docentes, entrevistas periódicas com os representantes de turma, análise continuada do currículo oferecido por meio de estudo do PPC nas reuniões de colegiado de curso e análise das questões das avaliações bimestrais. Soma-se a essas avaliações, a autoavaliação institucional conduzida pela Comissão Própria de Avaliação. A auto-avaliação institucional, no UNIARAXÁ, é uma prática instituída desde 2002, cujo foco é a avaliação dos cursos, com ênfase na avaliação do docente. A CPA - Comissão Própria de PPC aprovado em 07/10/2009 54 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Avaliação é a responsável pela condução do processo na IES. A avaliação do desempenho docente é realizada duas vezes por ano, utilizando como instrumentos a avaliação do discente, a auto-avaliação do discente, a auto-avaliação do docente, a avaliação do docente da turma que ele ministra aula e a avaliação do coordenador. Os dados levantados são estudados e interpretados, por meio da metodologia de triangulação dos dados, e depois socializados com os coordenadores e docentes. No ano de 2004, com a publicação da Lei n. 10.861/2004, que instituiu o SINAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, o Programa de Avaliação Continuada do UNIARAXÁ incorporou novos procedimentos avaliativos, ampliando o processo de auto-avaliação institucional para as dimensões exigidas pelo SINAES. No entanto, o foco da auto-avaliação institucional é a avaliação docente. Uma vez por ano realiza-se a avaliação dos setores institucionais como forma de ampliar a avaliação do curso, como a avaliação do coordenador pelo discente e dos setores que oferecem dos serviços educacionais. Estes mecanismos têm assegurado que a gestão reúne informações acerca do curso, e com base nos dados estabeleça metas, objetivos e estratégias de melhoria e avanço do curso. Os resultados apresentados colocam-se com a finalidade de que a auto-avaliação institucional no UNIARAXÁ deva mostrar à sociedade e à própria comunidade acadêmica seu papel social, refletido na qualidade do ensino que desenvolve e, ainda, preparar-se para atender satisfatoriamente às exigências legais, de um lado, e ao propósito da Instituição - que é preservar a sua identidade, respeitando os que conduzem o processo ensino- aprendizagem no espaço escolar. Além dos resultados internos, os resultados do ENADE Exame Nacional do Desempenho de Estudantes são um excelente indicativo da qualidade do curso. Em consideração a essa questão, a Coordenação do Curso buscará em conjunto com os docentes ficar atento às orientações gerais do exame, bem como o de estudar e buscar a conjunção das diretrizes estabelecidas pelas Comissões que definem as habilidades e competências para o exame com as práticas curriculares e pedagógicas. Os resultados do ENADE servem, ainda, para a redefinição do curso, quando esses se mostrarem abaixo dos padrões nacionais e da IES. 6.1. NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE Cabe ao NDE a formulação do Projeto Pedagógico do Curso, sua implementação e desenvolvimento. Compõe-se, preferencialmente, por docentes com título de mestre/doutor, em regime de trabalho integral ou parcial e experiência docente. De caráter obrigatório nos cursos de graduação da IES, sua composição e regimento específico foram atribuídos ao Colegiado de Curso. (Anexo I) PPC aprovado em 07/10/2009 55 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 7. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM Em consonância com seu projeto pedagógico, o UNIARAXÁ tem dimensionado a sua prática de avaliação da aprendizagem em oposição aos modelos tradicionais de avaliação predominantes ao longo dos anos, ou seja, o de julgamento de resultados obtidos pelos educandos, onde o processo avaliativo situa-se ao final dos cursos com a finalidade de estabelecer conceitos de aprovação e reprovação dos alunos. Esse entendimento do processo de avaliação concebida como problematização, questionamento, reflexão sobre a ação e resultante de intensos e contínuos encontros pedagógicos entre coordenadores de curso e professores, quando são apresentados para discussão temas referentes à teoria avaliativa. Isto possibilitou a geração de algumas idéias norteadoras do processo avaliativo para toda a Instituição. Portanto, no UNIARAXÁ, a avaliação da aprendizagem assume o sentido de ser um processo contínuo e sistemático que visa fornecer informações ao aluno, que o ajudem a progredir até a autoaprendizagem, oferecendo-lhe dados do estado em que se encontra, para que utilize esses dados como guia de auto-direção, reordenando os percursos. A concepção de avaliação da aprendizagem desenvolvida e vivenciada pela Instituição reflete o modelo de educação que permeia a ação educativa do professor. Em face disso, é questão relevante que durante o processo de construção do projeto pedagógico questões como A quem deve servir a avaliação? A serviço de quem está a avaliação? sejam desveladas, mostrando a sua dimensão política. Por conseguinte, a ação pedagógica que norteia as práticas avaliativas dos professores assenta-se numa concepção de avaliação formativa, ou seja, aquela que ajude o aluno a aprender e o professor a ensinar (PERRENOUD, 1999). Ficam sob responsabilidade do professor, observando esses preceitos, a elaboração, a aplicação e a correção dos instrumentos avaliativos. É definida, via Regimento Geral do UNIARAXÁ, a distribuição bimestral de dez pontos, sendo que sete pontos são distribuídos através de provas individuais e os outros três pontos em forma de trabalhos individuais ou em grupo, a critério do professor. Para garantir uma avaliação formativa os professores se utilizam de diversos instrumentos, de acordo com o conteúdo ministrado e os objetivos pretendidos. 8. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão de Curso TCC é uma atividade que visa a complementação do processo ensino-aprendizagem, promovendo o aperfeiçoamento da formação acadêmica através da realização de um trabalho técnico-científico de maior profundidade em área de conhecimento PPC aprovado em 07/10/2009 56 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE especifica, a critério do aluno, considerado como parte indissociável dos cursos de graduação no UNIARAXÁ, desde 2000. Segundo a legislação vigente, o Trabalho de Conclusão de Curso é um componente curricular que poderá ser desenvolvido sob uma das seguintes formas: monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de atividades centrados em áreas teórico-práticas e de formação profissional, relacionadas com os cursos, de acordo com as normas balizadoras da ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas. O Regulamento de TCC complementa os recursos básicos para a realização do trabalho, apontando os caminhos e regras que orientadores e acadêmicos deverão percorrer do início das pesquisas até a apresentação pública dos trabalhos. Todo o trabalho relativo à realização do TCC está articulado às duas grandes linhas de investigação do UNIARAXÁ, buscando a produção de conhecimento que promova uma formação - que se responsabiliza pela análise dos aspectos relativos à saúde e ao meio ambiente e às ações públicas associadas e, - voltada para temas ligados à gestão e ao desenvolvimento social e humano, sem minimizar as propostas de ações para o setor público. O Trabalho de Conclusão de Curso integra a arquitetura curricular de todos os cursos de Graduação ofertados pelo Centro Universitário do Planalto de Araxá, através das disciplinas de Métodos e Técnicas de Pesquisa Cientifica e Produção Cientifica, tem caráter obrigatório e deve ser cumprido pelo aluno, individualmente, com orientação, acompanhamento e avaliação de docentes titulados como especialistas, M/D da área e/ou supervisores de estágio, como condição para a integralização do seu curso. Os projetos na área da saúde, envolvendo pesquisas com seres humanos, segundo prerrogativas do Conselho Nacional de Saúde, como também aquelas que forem desenvolvidas com animais de experimentação, devem ser submetidos à avaliação do Comitê de Ética em Pesquisa do UNIARAXÁ, no semestre anterior à apresentação do TCC. A apresentação do TCC somente ocorrerá quando o aluno tiver cumprido, 90% (noventa por cento) da carga horária do curso e não tebha dependência a cursar em época posterior. A apresentação do aluno é avaliada por uma banca composta pelo professor-orientador do TCC e um professor conhecedor do tema abordado, podendo ser convidados profissionais, com comprovada experiência na área, não vinculados à Instituição. Todo o processo de realização do TCC no UNIARAXÁ tem o compromisso de contribuir para a reflexão e o incentivo dos processos dinâmicos de ensino-aprendizagem e alicerçar uma nova mentalidade de pesquisa na instituição, como também, instrumentalizar nossos alunos para o aperfeiçoamento profissional e humano. PPC aprovado em 07/10/2009 57 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 9. ESTÁGIO CURRICULAR A legislação que rege a formação do enfermeiro prevê o estágio curricular supervisionado como uma atividade obrigatória que se configura a partir da inserção do aluno em diferentes cenários da prática profissional, objetivando capacitá-lo para o exercício da profissão. Este estágio pressupõe um vínculo entre o Centro Universitário e as Instituições nas quais serão desenvolvidos e a aprovação do aluno em todas as disciplinas que antecedem o período de início do estágio, condição indispensável e determinante para a realização deste componente curricular. A supervisão será feita, obrigatoriamente, pelo docente responsável e pelo enfermeiro do serviço no campo do aprendizado. O acompanhamento e a avaliação do estágio curricular supervisionado contarão com planos de trabalho, relatórios e fichas de avaliação elaboradas com os responsáveis pelo campo de estágio, docente e enfermeiro. A carga horária total do Estágio Curricular Supervisionado é de 850 horas, correspondendo a 20% da CH total do curso, sendo distribuídos da seguinte forma: 200 horas no 8º período 300 horas no 9º e 350 no 10 º período. As normas para realização do estágio curricular supervisionado encontram-se no Regulamento Geral de Estágio do UNIARAXÁ e sua avaliação final atenderá à norma institucional, com a conversão das notas (0 a 10) nas palavras aprovado/reprovado. Para aprovação exigem-se 70% de aproveitamento e 100% de frequência, cabendo reposição quando o aluno não puder estar presente em razão de força maior. O estágio curricular supervisionado ocorrerá em instituições conveniadas. As áreas para realização do Estágio Curricular Supervisionado são: Setor Hospitalar: Enfermarias Cirúrgicas Bloco Cirúrgico Enfermarias de Clínica Médica Pediatria Ginecologia e Obstetrícia Psiquiatria Pronto-atendimento UTI Setor Não Hospitalar: Programa Saúde da Família Unidades Básicas de Saúde Unidades Mistas de Saúde Policlínicas Centro de Vacinação Centro de Atendimento à Mulher Centro de Referência Saúde do trabalhador Centro de Testagem e Aconselhamento. 10. ATO DE RECONHECIMENTO DO CURSO Decreto de 06/123/2005, publicado no D.O.M.G. em 07/12/2005 e ADIN n° 2501.5/2008. PPC aprovado em 07/10/2009 58 pelo Conselho Universitário Resolução n. 007/2009 Centro Universitário do Planalto de Araxá CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO DE ARAXÁ ANEXO I REGIMENTO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE ENFERMAGEM Capítulo I Das Considerações Preliminares Art. 1º. O Núcleo Docente Estruturante é o órgão de coordenação didática, composto de professores altamente qualificados e engajados na construção, na implantação e na consolidação do Projeto Pedagógico do Curso; na articulação das políticas de ensino, pesquisa e extensão bem como no acompanhamento de sua execução. Parágrafo Único É vetado ao Núcleo Docente Estruturante deliberar sobre assuntos que não se relacionem exclusivamente com os interesses da Instituição. Capítulo II Da Constituição Art. 2º. O Núcleo Docente Estruturante é constituído: I Pelo Coordenador do Curso, como seu Presidente. II Pelo menos 30% (trinta por cento) do corpo docente. Art. 3º. A indicação dos representantes docentes será feita pelo Colegiado de Curso para um mandato de 1 (um) ano, com possibilidade de recondução. Capítulo III Das Atribuições Art. 4º. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante: I Elaborar o Projeto Pedagógico do Curso, definindo sua concepção e seus fundamentos. II Atualizar periodicamente o Projeto Pedagógico do Curso. III - Coordenar a elaboração da lista de títulos bibliográficos e de outros materiais necessários ao Curso. IV - Conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso, e, posteriormente, na Câmara de Graduação, sempre que necessário. V Analisar e avaliar os Planos de Ensino dos componentes curriculares. VI Promover a integração do Curso, respeitando os eixos estabelecidos pelo Projeto Pedagógico. VII Estabelecer o perfil profissional do egresso do Curso. VIII Acompanhar e propor os mecanismos e a forma de integralização das atividades complementares. IX Discutir e propor estratégias de interdisciplinaridade. X Analisar e avaliar as propostas de ensino, pesquisa e extensão no âmbito do Curso. XI Sugerir mecanismos para o aumento da qualidade de ensino do Curso. XII Assessorar o Coordenador em atividades especiais e auxiliar os demais órgãos acadêmicos nas suas esferas de atuação. XIII - Supervisionar as formas de avaliação definidas pelo Colegiado. XIV - Acompanhar o desempenho do corpo docente por meio da Avaliação Institucional. XV Elaborar e planejar estratégias de preparação para as avaliações externas. XVI Exercer as demais funções que lhe são conferidas pelo Centro Universitário do Planalto de Araxá e de outras legislações a que se subordine. Capítulo IV Da Titulação e Formação Acadêmica Art. 5º. Os docentes que compõem o NDE deverão possuir titulação acadêmica obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. Capítulo V Do Regime de Trabalho Art. 6º. Os docentes que compõem o NDE deverão ser contratados em regime de tempo parcial e/ou integral. Capítulo VI Das Atribuições do Presidente Art. 7º. Compete ao Presidente do Núcleo: I Convocar, elaborar a pauta e presidir as reuniões do Núcleo. II Representar o NDE junto aos órgãos da Instituição. III Encaminhar aos órgãos competentes as deliberações do Núcleo. IV Designar relator ou comissão para o estudo de matéria a ser decidida pelo Núcleo e um representante do corpo docente para secretariar e lavrar as atas. V Coordenar a integração com os demais Colegiados e setores da Instituição. Capítulo VII Das Reuniões Art. 8º. O Núcleo reunir-se-á, ordinariamente, por convocação de iniciativa do seu Presidente, 2 (duas) vezes por semestre e, extraordinariamente, sempre que convocado pelo Presidente ou pela maioria de seus membros titulares. Art. 9º. Todos os participantes do Núcleo têm direito à voz e voto, sendo este aberto, e, cabendo ao Presidente o voto de qualidade. Capítulo VIII Das Disposições Transitórias Art. 10. Os percentuais relativos à titulação e regime de trabalho dos componentes do NDE deverão ser garantidos pela Instituição no prazo de 1 (um) ano, desde que haja comprometimento no desempenho das ações junto ao Núcleo. Capítulo IX Das Disposições Finais Art. 11. Os casos omissos serão resolvidos pelo Núcleo ou órgão superior, de acordo com a competência dos mesmos. Art. 12. O presente Regimento entra em vigor após aprovação pelo Colegiado de Curso e, posteriormente, pela Câmara de Graduação. Araxá / 2009