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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL-FACIMED
CURSO DE GRADUAÇÃO BACHARELADO EM ENFERMAGEM
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
PERÍODO NOTURNO
Autorizado Conforme Portaria MEC n.º 2811, de 13 de dezembro de 2001
Reconhecido Conforme Portaria SESu/MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Cacoal – RO
2013
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL-FACIMED
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
PERIODO NOTURNO
Atualização
Coordenação de Curso: Prof. Me.Janice Santana do Nascimento Segura
Cacoal – RO
2013
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
SUMÁRIO
CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES.................................................................................................................... 6
1. Mantenedora..............................................................................................................................................6
1.1 Mantida ................................................................................................................................................... 6
1.2. Perfil e Missão da IES............................................................................................................................ 6
1.3 Dados sócio-econômicos da região ....................................................................................................... 7
1.4 Breve histórico da IES .......................................................................................................................... 10
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO .......................................................................................................... 13
1. Nome do curso........................................................................................................................................ 13
2. Nome da mantida.................................................................................................................................... 13
3. Endereço de funcionamento do curso .................................................................................................... 13
4. Ato legal de Autorização e Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento ................................... 13
5. Número de vagas autorizadas ................................................................................................................ 13
6. Conceito Preliminar de Curso (CPC) e Conceito do Curso (CC) ............................................................ 13
7. Turnos de funcionamento do curso ........................................................................................................ 13
8. Carga horária total do curso ................................................................................................................... 13
9. Tempo mínimo e máximo de integralização ........................................................................................... 13
10. Identificação do(a) Coordenador(a) de Curso.......................................................................................13
11.Perfil da coordenação de curso..............................................................................................................14
12. Composição, titulação, regime de trabalho e permanência sem interrupção .......................................14
dos integrantes do Núcleo Docente Estruturante - NDE...............................................................14
13. Tempo médio de permanência do corpo docente no curso....................................................14
DIMENSÃO 1 - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO ................................................ 15
1. Contexto Educacional ............................................................................................................................. 15
1.1 Pirâmide Populacional .......................................................................................................................... 15
1.2 População do Ensino Médio Regional .................................................................................................. 16
1.3 Quantidade de Vagas Ofertadas na Educação Superior ...................................................................... 17
1.4 Taxas Bruta e Líquida de Matriculados na Educação Superior ............................................................ 18
1.5 Demanda pelo Curso ............................................................................................................................ 19
1.5.1 Possibilidades de Utilização do Curso da Rede de Serviços Instalada ............................................. 23
1.5.2 Perfil Epidemiológico – Rondônia ...................................................................................................... 33
1.6 Implementação Das Políticas Institucionais Constantes Do Plano De Desenvolvimento Institucional –
PDI, No Âmbito Do Curso ........................................................................................................................... 37
1.6.1 Políticas de Ensino...............................................................................................................38
1.6. 2 Políticas de Pesquisa....................................................................................................................... 38
1.6. 3 Políticas de Extensão ...................................................................................................................... 40
1.6. 4 Programas Institucionais de Financiamento de Estudos ................................................................. 44
1.7 - Concepção do Curso .......................................................................................................................... 45
1.8 - Objetivos do Curso ............................................................................................................................. 46
1.9 - Perfil do Formando, Competências E Habilidades ............................................................................. 47
1.9.1 Perfil do Egresso................................................................................................................................ 47
1.9.2 Competências e Habilidades Gerais .................................................................................................. 48
1.9.3 – Competências e Habilidades Específicas ....................................................................................... 49
1.9.4 – Mercado de Trabalho ...................................................................................................................... 50
1.10 Organização Curricular ....................................................................................................................... 51
1.10.1 Conteúdos Curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem................................................. 51
1.10.2 - Coerência dos conteúdos curriculares com o perfil desejado do egresso ..................................... 52
1.10.3 - Coerência dos conteúdos curriculares face às diretrizes curriculares nacionais ........................... 49
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1.10.4 Matriz Curricular............................................................................................................................... 56
1.10.5 Ementas e Bibliografia ..................................................................................................................... 59
1.10.6 Componentes curriculares Optativos................................................................................................87
1.10.7 Pólítica de Educação Ambiental.........................................................................................90
1.11 - Metodologia ...................................................................................................................................... 91
1.12 - Estágio Supervisionado.................................................................................................................... 91
1.13 - Atividades Complementares ............................................................................................................. 98
1.14 - Trabalho de Conclusão Do Curso...................................................................................................101
1.15. Apoio ao Discente ............................................................................................................................ 107
1.16 Apoio as ações decorrentes do processo avaliativo do curso.............................................107
1.16.1 Atendimento Extraclasse ............................................................................................................... 107
1.16.2 Atendimento Psicopedagógico ...................................................................................................... 108
1.17 Estratégias de Nivelamento ........................................................................................................... 108
1.18 Estímulos as Atividades Acadêmicas ............................................................................................ 108
1.19 Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem e do Curso ........................................................ 109
1.20 Avaliação do Curso ......................................................................................................................... 111
1.21 Integração com as redes públicas local e regional de saúde e o SUS...
2 - DIMENSÃO 2 - CORPO DOCENTE .................................................................................................. 1141
2.1 - Administração Acadêmica ................................................................................................................ 114
2.1.1- Composição do Núcleo Docente Estruturante - NDE ..................................................................... 114
2.1. 2 - Titulação e Formação Acadêmica do NDE ................................................................................... 115
2.1. 3 - Regime de Trabalho do NDE........................................................................................................ 115
2.1.4 - Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso ................................................................ 115
2.1.5 Atuação da coordenadora...............................................................................................................115
2.1.6 - Regime de Trabalho da Coordenadora do Curso .......................................................................... 119
2.1.7 - Titulação e Formação da Coordenadora do Curso........................................................................ 115
2.1.8 - Organização do Controle Acadêmico ............................................................................................ 119
2.1.9 - Pessoal Técnico e Administrativo .................................................................................................. 120
2.2 - Perfil dos Docentes........................................................................................................................... 120
2.2.1 - Titulação do Corpo Docente .......................................................................................................... 120
2.2.2 - Regime de Trabalho do Corpo Docente ........................................................................................ 124
2.2.3 - Experiência Profissional do Corpo Docente .................................................................................. 124
2.2.4 Experiência de magistério superior ou experiência do corpo docente em outras atividades
profissionais ................................................................................................................................124
2.2.5 Relação entre o número de docentes e o número de estudantes.....................................124
2.2.6 - Produção Científica, cultural, artística ou tecnológica ................................................................... 126
DIMENSÃO 3- INSTALAÇÕES FÍSICAS.................................................................................................. 127
3.1 - Infra- estrutura física e acadêmica ................................................................................................... 127
3.1.1 Gabinetes de trabalho para docentes do tempo integral...................................................128
3.1.2 Espaço de trabalho para coordenação de curso e serviço acadêmicos.............................128
3.1.3 Sala de Professores............................................................................................................128
3.1.4 - Salas de aula ................................................................................................................................. 129
3.1.5 - Auditório/Sala de Conferência ....................................................................................................... 129
3.1.6 - Instalações Sanitárias.................................................................................................................... 129
3.1.7 - Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais............................................. 130
3.1.8 - Infra-estrutura de Segurança ......................................................................................................... 130
3.1.9 - Área de Convivência...................................................................................................................... 131
3.1.10 - Acesso a equipamentos de informática pelos docentes .............................................................. 131
3.1.11 - Acesso a equipamentos de informática pelos alunos ................................................................. 131
3.1.12 - Recursos audiovisuais ................................................................................................................. 131
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3.2 - Biblioteca .......................................................................................................................................... 132
3.2.1- Livros da Bibliografia Básica........................................................................................................... 134
3.2.2- Livros da Bibliografia Complementar .............................................................................................. 134
3.2.3 - Periódicos Especializados ............................................................................................................. 134
3.2.4 Laboratórios Didáticos Dspecializados .......................................................................................... 135
3.2.5 - Outros laboratórios da Instituição utilizados pelos acadêmicos: ................................................... 161
3.2.6 - Informatização, Base de Dados e Multimídia ................................................................................ 164
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES
1. Mantenedora
NOME
EMPRESARIAL
CNPJ
NATUREZA
JURÍDICA
ENDEREÇO
CEP
MUNICÍPIO
ESTADO
REGISTRO
CARTÓRIO
TELEFONE
FAX
SOCIEDADE REGIONAL DE EDUCACAO E CULTURA LTDA
02.801.291/0001–42
Pessoa Jurídica de Direito Privado, com fins lucrativos (Sociedade
Empresaria Limitada)
Avenida Cuiabá, nº 3.087 – Bairro Jardim Clodoaldo
78.976–005
Cacoal
Rondônia
NO Contrato Social registrado na Junta Comercial do Estado de Rondônia
– JUCER, sob o número 1120032251–5, em 26 de junho de 1998.
(69) 3441–1950
(69) 3441–1950
1.1 Mantida
NOME
ENDEREÇO
CEP
MUNICÍPIO
ESTADO
TELEFONE
FAX
E–MAIL
SITE
ATOS LEGAIS
DIREÇÃO GERAL
E–MAIL DA DIREÇÃO
FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL –
FACIMED
Avenida Cuiabá, nº 3.087 – Bairro Jardim Clodoaldo
78.976–005
Cacoal
Rondônia
(69) 3441–1950
(69) 3441–1950
[email protected]
www.facimed.edu.br
Credenciada pela Portaria MEC nº 2.810, de 13 de dezembro de
2001, publicada no DOU de 17 de dezembro de 2001
Sandra Maria Veloso Carrijo Marques
[email protected]
1.2. Perfil e Missão da IES
A FACIMED tem como missão a atividade educacional formativa, desenvolvendo e
preparando profissionais, cidadãos livres e conscientes, que busquem projetos de vida,
participativos, responsáveis, críticos e criativos, construindo e aplicando o conhecimento para o
aprimoramento contínuo da sociedade em que vivem e de futuras gerações.
Tem como linhas de ação fundamentais: a integração de todas as atividades
acadêmicas da Instituição, corporificada pelas ações sinérgicas dos diferentes órgãos e setores
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
da Instituição, considerada pré–requisito para o alcance dos patamares de qualidade pretendidos
no ensino, na pesquisa e na extensão; o foco voltado para o ensino de bacharelados e
licenciaturas, cujos níveis de qualidade e maturidade constituem a sustentação para os cursos
de pós–graduação; sendo uma instituição aberta e crítica, canal de manifestação livre de todas
as correntes do pensamento, em clima de liberdade, responsabilidade e respeito aos direitos
individuais e coletivos, e contempla ainda:
•
A promoção, pelo ensino, pesquisa e extensão, da procura do saber, nas áreas
fundamentais do conhecimento humano e em áreas técnico–profissionais, visando
preservá–lo, ampliá–lo e transmiti–lo;
•
A qualificação de recursos humanos, em nível superior, nas diversas carreiras e
profissões;
•
A promoção, realização e incentivo à pesquisa nas diversas áreas, campos e
domínios do saber, em suas múltiplas formas, como fator gerador de novos
conhecimentos, aperfeiçoamento de novas tecnologias e como instrumento para
melhoria da qualidade de ensino;
•
A extensão, como instrumento de comunicação inteligente entre a FACIMED e
a realidade circundante, pelo ensino e pesquisa, através de metodologias aplicativas,
cursos, convênios, contratos e outros meios;
•
A promoção e preservação da cultura como forma de fazer emergir a identidade
regional, em seus valores éticos, artísticos, espirituais, sociais e econômicos, pelas
manifestações e criações da comunidade;
•
A promoção da integração e o intercâmbio com as instituições congêneres
públicas ou privadas, nas diversas áreas de atividade.
Para tanto, pretende continuar suas atividades nas áreas da graduação e pós–
graduação (lato sensu), e vir atuar no ensino seqüencial, em programas de formação de
professores e a distância e em programas stricto sensu, além de aprofundar as ações para a
realização das práticas investigativas e a disseminação de novos saberes por meio da
organização de projetos, programas, atividades culturais e prestação de serviços. Manterá
também incentivos para publicações das produções científicas de seus alunos e professores.
A FACIMED, respondendo aos anseios da sua comunidade acadêmica, atuará dentro
dos princípios da busca permanente da qualidade, do trabalho em equipe, do compromisso com
soluções concretas para os problemas da sua região e da atuação em parceria com outras
instituições, sempre com o propósito de atingir sua missão institucional.
Além disso, como característica distintiva, a FACIMED terá o compromisso de inovar
sempre, como condição necessária para a sobrevivência e crescimento em um cenário
educacional de intensa competição.
1.3. Dados sócio-econômicos da região
A Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal possui limite de atuação circunscrito ao
Município de Cacoal, Estado de Rondônia.
Localizado na parte oeste da Região Norte do Brasil, o Estado de Rondônia encontra-se
em área abrangida pela Amazônia Ocidental. A maior parte do território do Estado de Rondônia
encontra-se incluída no Planalto Sul-Amazônico, uma das parcelas do Planalto Central
Brasileiro.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Com uma população de 1.562.409 habitantes em uma área de 237.590,864 km2 e 52
municípios (IBGE, 2010), Rondônia possui como Capital a cidade de Porto Velho. Distante 477
km da Capital, Cacoal pertence à Mesorregião Leste Rondoniense, Microrregião Cacoal.
Com 228.277 habitantes (IBGE, 2010), rica em Diamante e Ouro, a Microrregião Cacoal
é uma das oito microrregiões do Estado de Rondônia, formada por nove municípios, a saber:
Alta Floresta d'Oeste; Alto Alegre dos Parecis; Castanheiras; Cacoal; Espigão d'Oeste; Ministro
Andreazza; Novo Horizonte do Oeste; Rolim de Moura e Santa Luzia d'Oeste.
POPULAÇÃO DA MICRORREGIÃO DE CACOAL
NOME DO MUNICÍPIO
NÚMERO DE HABITANTES
Alta Floresta d'Oeste
24.392
Alto Alegre dos Parecis
12.826
Castanheiras
3.581
Cacoal
78.574
Espigão d'Oeste
28.729
Ministro Andreazza
10.354
Novo Horizonte do Oeste
10.237
Rolim de Moura
50.648
Santa Luzia d'Oeste
8.886
TOTAL
228.227
Fonte: IBGE, 2010.
Seguem dados socioeconômicos estaduais, receitas municipais de Cacoal e receita per capita1.
RONDÔNIA - RECEITAS ESTADUAIS - 2009 - VALORES EM R$
RECEITAS
VALOR (R$)
Receitas totais
4.033.287.713,72
Receitas tributárias
2.045.629.100,34
Receitas patrimoniais
82.738.044,19
Transferências correntes
1.886.385.270,83
Outras transferências da união
16.942.776,59
Deduções da receita corrente
537.816.185,69
Despesas totais
4.441.174.343,29
Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional.
CACOAL - RECEITAS MUNICIPAIS - 2009 - VALORES EM R$
RECEITAS
VALOR (R$)
Receitas totais
92.150.942,00
Receitas tributárias
9.029.494,00
Receitas patrimoniais
555.571,00
Transferências correntes
74.698.535,00
Outras transferências da união
627.811,00
Deduções da receita corrente
8.666.702,00
Despesas totais
94.482.783,09
Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional.
1
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Sala de Situação em Saúde. Disponível em: http://189.28.128.178/sage/
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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RECEITA PER CAPITA - VALORES EM R$
RECEITA PER CAPITA
Receita per capita do município (2009)
Receita per capita do conjunto de municípios do estado (2009)
VALOR (R$)
1.177,45
1.398,38
Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional.
Com um PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 753 milhões, as principais atividades
econômicas de Cacoal estão ligadas à agropecuária, à indústria e ao comércio. Além disso, o
Município tem se consolidado como um pólo no setor de serviços, principalmente de educação e
saúde (Fonte: Prefeitura Municipal, 2011).
DIVISÃO DO PIB DO MUNICÍPIO DE CACOAL
SETOR
Agropecuária
Indústria
Serviços
Impostos
TOTAL
VALOR (R$)
94 milhões
180 milhões
400 milhões
79 milhões
753 milhões
Fonte: IBGE, 2008.
Cacoal possui um dos maiores rebanhos de Rondônia, são cerca de 400 mil cabeças de
gado bovino e aparece como quarto maior em produção, no Estado. A pecuária com rebanho de
corte e leiteiro é responsável pela instalação de frigoríficos e laticínios que oferecem emprego e
renda para centenas de pessoas direta e indiretamente, fomentando, ainda, o setor de couro e
artefatos com a instalação de curtumes.
A base econômica da agricultura permanente é o café. Em 2008, a produção foi de cerca
de 40.000 sacas. No desenvolvimento de culturas temporárias, as mais importantes são o arroz,
o feijão, a mandioca e o milho, com uma produção muito expressiva.
A atividade comercial de Cacoal é diversificada, são cerca de quatro mil empresas
ativas, e atrai consumidores de toda Mesorregião. É comum, pessoas virem de todo o Leste
Rondoniense para adquirir produtos ofertados pelo mercado local. A diversidade e os preços são
atrativos para esses consumidores. Os setores que mais se destacam são os supermercados, as
autopeças, as concessionárias de veículos, as confecções, os materiais de construção e um
forte setor atacadista.
Em 2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Cacoal é 0,755. Segundo
a classificação do PNUD, o município está entre as regiões consideradas de médio
desenvolvimento humano (IDH entre 0,5 e 0,8). Em relação aos outros municípios do Brasil,
Cacoal apresenta uma situação boa: ocupa a 1713ª posição, sendo que 1712 municípios
(31,1%) estão em situação melhor e 3794 municípios (68,9%) estão em situação pior ou igual.
Em relação aos outros municípios do Estado, Cacoal apresenta uma situação boa: ocupa a 3ª
posição, sendo que 2 municípios (3,8%) estão em situação melhor e 49 municípios (96,2%)
estão em situação pior ou igual.
A seguir, estão descritas as taxas e os dados demográficos e territoriais do Estado de
Rondônia e do Município de Cacoal2.
2
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Sala de Situação em Saúde. Disponível em:
http://189.28.128.178/sage/
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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RONDÔNIA - DEMOGRÁFICO – TAXAS ESTADUAIS
Analfabetismo em maiores de 15 anos (2008)
Crescimento da população (2007)
Proporção da população acima de 15 anos com mais de 8 anos de estudo (2007)
Esperança de vida ao nascer (2008)
Fecundidade total (2007)
Proporção de idosos na população (2008)
Razão de sexo - nº de homens por 100 mulheres (2007)
Grau de urbanização (2007)
Natalidade (2007)
Mortalidade (2006)
Mortalidade infantil (2007)
Taxa de trabalho infantil (2007)
9.17
2.05
44.9
71.4
3
2.1
6.3
104
67.7
19.4
6.67
19.9
16,4
0
Fonte: IDB 2007 / RIPSA
CACOAL - DEMOGRÁFICO – TAXAS MUNICIPAIS
Densidade demográfica (2000)
Razão de sexo - nº de homens por 100 mulheres (2005)
Esperança de vida ao nascer (2000)
Crescimento populacional (2000)
Fecundidade (2000)
Grau de urbanização (2005)
Proporção de idosos (2005)
Analfabetismo (2000)
Índice de desenvolvimento humano - IDH (2000)
Índice de exclusão social (2000)
3.8
hab./km²
102
69,70
anos
-0.64
2.34
69.9
5.9
23.38
0,76
0,49
Fonte: IBGE.
1.4. Breve histórico da IES
A Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal – FACIMED é uma instituição particular
de ensino superior, mantida pela Sociedade Regional de Educação e Cultura Ltda. – SOREC,
pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro na cidade de Cacoal, Estado de Rondônia,
situada na Av. Cuiabá, n.º 3.087, Jardim Clodoaldo, inscrita no cadastro geral de contribuintes do
Ministério da Fazenda sob o n.º 02.801.291/0001–42, inscrição Municipal n.º 2802–4, com
contrato de constituição por Cotas de Responsabilidade Limitada, devidamente inscrito no
Registro de Títulos e Documentos.
A Sociedade Regional de Educação e Cultura Ltda. (SOREC) é uma sociedade por
quotas de responsabilidade limitada, de acordo com as Leis nº 3.708, de 10/01/1919 e 4.726, de
13/6/1965 e pelas demais disposições legais aplicáveis à espécie, tem por objetivo social o ramo
de ensino superior, educação básica, educação média de formação técnica e profissional,
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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educação continuada ou permanente, ensino a distância, cursos pré–vestibular,
profissionalizantes e de pós–graduação, treinamentos, assessorias e consultorias.
O prazo de duração da sociedade é indeterminado, tendo iniciado suas atividades em 1º
de junho de 1998, conforme Contrato Social, devidamente registrado na Junta Comercial do
Estado de Rondônia – JUCER, sob o número 1120032251–5, em 26 de junho de 1998. O citado
contrato social sofreu alterações contratuais, todas registradas na mesma JUCER.
A FACIMED, como instituição de educação superior, destina-se a promover o ensino, a
pesquisa e a extensão em nível superior. A FACIMED desenvolve suas atividades acadêmicas
em consonância com as demandas sociais e as necessidades do mercado de trabalho regional.
A FACIMED atua nas áreas de Ciências da Saúde, de Ciências Exatas e da Terra, de
Ciências Biológicas, Formação de Professores, Formação Tecnológica, nos eixos tecnológicos
“Ambiente e Saúde”, “Gestão e Negócios” e “Recursos Naturais”, mediante o oferecimento de
cursos de graduação nas modalidades bacharelado, licenciatura e cursos superiores de
tecnologia. Os cursos ofertados estão em sintonia com as necessidades sociais da saúde, com
ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS), com a relevância de se formar profissionais para
atuar no magistério da educação básica e com a dinâmica do setor produtivo e os requerimentos
da sociedade regional. A FACIMED atua ainda na oferta de programas de pós-graduação “lato
sensu” nas diversas áreas de sua atuação.
A FACIMED foi credenciada mediante a Portaria MEC nº 2.810, de 13/12/2001,
publicada no DOU de 17/12/2001. No mesmo ano, foram autorizados os cursos de graduação
em Enfermagem, bacharelado, pela Portaria MEC nº 2.811, de 13/12/2001, publicada no DOU
de 17/12/2001, reconhecido pela MEC/SESu nº 223 de 07/06/2006, publicada no DOU de
09/06/2006; e em Ciências Biológicas, licenciatura e bacharelado, pela Portaria MEC nº 2.812,
de 13/12/2001, publicada no DOU de 17/12/2001, reconhecido pela MEC/SESu nº 423, de
26/07/2006, publicada no DOU de 27/07/2006.
Em 2002, foi autorizado o curso de graduação em Educação Física, bacharelado, pela
Portaria MEC nº 1.153, de 17/04/2002, publicada no DOU de 18/04/2002, reconhecido pela
MEC/SESu nº 939, de 20/11/2006, publicada no DOU de 21/11/2006.
Em 2003, foi autorizado o curso de graduação em Farmácia, bacharelado, pela Portaria
MEC nº 2.157, de 08/08/2003, publicada no DOU de 11/08/2003, reconhecido pela MEC/SESu
nº 384 de 19/03/2009, publicada no DOU de 20/03/2009.
Em 2004, foi autorizado o curso de graduação em Fisioterapia, bacharelado, pela
Portaria MEC nº 3.826, de 18/11/2004, publicada no DOU de 19/11/2004, reconhecido pela
MEC/SESu nº 587 de 17/04/2009, publicada no DOU de 20/04/2009.
No ano de 2006, foram autorizados os cursos de graduação em Medicina Veterinária,
bacharelado, pela Portaria MEC/SESu nº 881, de 07/11/2006, publicada no DOU de 08/11/2006
(reconhecimento Protocolo e-MEC nº 201005125); em Medicina, bacharelado, pela Portaria MEC
nº 1.814, de 09/11/2006, publicada no DOU de 10/11/2006 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº
201005125); em Matemática, licenciatura, pela Portaria MEC/SESu nº 1.060, de 08/12/2006,
publicada no DOU de 11/12/2006 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 200907759); em Física,
licenciatura, pela Portaria MEC/SESu nº 1.062, de 08/12/2006, publicada no DOU de 11/12/2006
(reconhecimento Protocolo e-MEC nº 200908043); em Psicologia, pela Portaria MEC/SESu nº
1.194, de 28/12/2006, publicada no DOU de 29/12/2006 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº
201013001); e em Química, licenciatura, pela Portaria MEC/SESu nº 1.061, de 08/12/2006,
12
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
publicada no DOU de 11/12/2006, reconhecido pela MEC/SESu nº 199, de 19/01/2011,
publicada no DOU de 21/01/2011.
Em 2007, foi autorizado o curso de graduação em Odontologia, bacharelado, pela
Portaria MEC/SESu nº 88, de 31/01/2007, publicada no DOU de 01/02/2007 (reconhecimento
Protocolo e-MEC nº 201008397).
Nos anos de 2007 e 2008, foram autorizados os cursos superiores de tecnologia em
Gestão Ambiental e Gestão de Recursos Humanos, pela Portaria MEC/SETEC nº 530, de
19/10/2007, publicada no DOU de 22/10/2007 (reconhecimento - processos e-MEC 200907933 e
200907559); em Agronegócio, pela Portaria MEC/SETEC nº 620, de 19/12/2007, publicada no
DOU de 21/12/2007 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 201008026); e em Gestão de
Cooperativas, pela Portaria MEC/SETEC nº 04, de 09/01/2008, publicada no DOU de 11/01/2008
(reconhecimento Protocolo e-MEC nº 201008026).
Em 2009, foi autorizado o curso superior de tecnologia em Processos Gerenciais, pela
Portaria MEC/SETEC nº 37, de 06/02/2009, publicada no DOU de 09/02/2009.
Concomitante ao desenvolvimento dos cursos de graduação, conforme já informado, a
FACIMED oferta de cursos de pós-graduação lato sensu nas áreas de conhecimento
relacionadas aos cursos oferecidos, ampliando as oportunidades de qualificação para a sua
região de inserção.
Paralelamente ao ensino, a FACIMED desenvolve atividades de pesquisa e extensão
nas áreas de conhecimento relacionadas aos cursos oferecidos.
No decorrer de sua existência, a FACIMED consolidou-se com características marcantes
na região onde está inserida, oferecendo cursos inexistentes até então em Cacoal e na maioria
das cidades circunvizinhas, como os cursos da área da saúde, agregando qualidade ao ensino
oferecido.
13
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO
1. Nome do curso
Curso de Graduação em Enfermagem
2. Nome da mantida
Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal – FACIMED.
3. Endereço de funcionamento do curso
Avenida Cuiabá, nº 3.087 – Bairro Jardim Clodoaldo
4. Ato legal de autorização e reconhecimento e Renovação de Reconhecimento
Autorizado pela Portaria MEC nº 2.811, de 13/12/2001, publicada no DOU de 17/12/2001
Reconhecido pela MEC/SESu nº 223 de 07/06/2006, publicada no DOU de 09/06/2006
Renovação de Reconhecimento pela Portaria MEC/SESu nº 1, de 06/01/2012, publicada no DOU de
09/01/2012
5. Número de vagas autorizadas
50 vagas semestrais/100 vagas anuais
6. Conceito Preliminar de curso (CPC) e Conceito do Curso (CC)
Ano: 2011
CPC: 03
CC:
04
7. Turnos de funcionamento do curso
Noturno
8. Carga horária total do curso
4.050 horas
9. Tempo mínimo e máximo de integralização
Prazo mínimo de integralização de 10 semestres e máximo de integralização 18
semestres.
10. Identificação da coordenadora do curso
Profª Mcs. Janice Santana do Nascimento Segura
14
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
11. Perfil da coordenação de curso
A Coordenadora do curso de enfermagem é Bacharel em Enfermagem, Mestre em
Ciências da Saúde, Especialista em Metodologia e Didática do Ensino Superior e em Formação
Pedagógica em Educação Profissional – área Enfermagem. Tem 09 (nove) anos de experiência
de magistério superior e está na coordenação do curso há 05 anos.
12. Composição, titulação, regime de trabalho e permanência sem interrupção dos
integrantes do Núcleo Nocente Estruturante – NDE
Em sua composição, o Núcleo Docente Estruturante conta com seis (06) dos docentes
do curso e com a Coordenadora do Curso.
Docente
Titulação
Regime de trabalho
Janice Santana N. Segura (*)
Ana Célia C. de Lima
Elessandra M. Silvestro
Kátia Cristina S. de Abreu
Mansueto Dal Maso
Sheila C. L .Soares
Ewerton Ortiz Machado
Mestrado
Mestrado
Mestrado
Doutorado
Doutorado
Mestrado
Doutorado
Integral
Integral
Integral
Integral
Integral
Parcial
Integral
Início de atuação no
curso
2003
2003
2005
2008
2004
2004
2011
(*) Coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED.
13. Tempo médio de permanência do corpo docente no curso
O tempo médio de permanência do corpo docente no curso é de O5 anos, conforme
apresentado no perfil dos docentes.
15
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
DIMENSÃO 1- ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO
1. CONTEXTO EDUCACIONAL
1.1 Pirâmide Populacional
A Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal possui limite de atuação circunscrito ao
município de Cacoal, situado na Microrregião Cacoal, no Estado de Rondônia.
Dados Populacionais (IBGE, 2010):
Estado de Rondônia - 1.562.409 habitantes.
Microrregião Cacoal - 228.277 habitantes.
Município de Cacoal; 78.574 habitantes.
Por meio da pirâmide populacional do município de Cacoal observa-se um processo de
diminuição do crescimento da população, provavelmente devido à queda da fecundidade.
Entretanto, a população municipal ainda possui uma estrutura jovem, com uma pirâmide
populacional de ápice estreito.
MUNICÍPIO: CACOAL - RO
POPULAÇÃO RESIDENTE POR FAIXA ETÁRIA E SEXO, 2009
FAIXA ETÁRIA
MASCULINO
FEMININO
Menor 1
664
637
1a4
2.735
2.650
5a9
3.610
3.515
10 a 14
3.582
3.458
15 a 19
3.790
3.729
20 a 29
7.561
7.548
30 a 39
5.968
6.447
40 a 49
5.066
5.168
50 a 59
3.217
3.255
60 a 69
1.752
1.730
70 a 79
913
959
80 e +
388
333
Ignorada
Total
39.246
39.429
Fonte: IBGE, Censos e Estimativas - 2009.
TOTAL
1.301
5.385
7.125
7.040
7.519
15.109
12.415
10.234
6.472
3.482
1.872
721
78.675
16
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
1.2 População do Ensino Médio Regional
A universalização progressiva do ensino médio constitui exigência da Lei de Diretrizes e
Bases da Educação Nacional. A necessária expansão deste nível de ensino foi claramente
planejada nas metas do Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pela Lei nº 10.172/2001,
sendo evidenciada na região de inserção da FACIMED.
Em Cacoal, de acordo com os dados finais do Censo Escolar 2010 (INEP), publicados
no Diário Oficial da União no dia 20 de dezembro de 2010, há 20 escolas de ensino médio e/ou
educação profissional.
Ainda de acordo com os Resultados Finais do Censo Escolar 2010, foram registradas,
no município de Cacoal, 5.750 matrículas iniciais no ensino médio, sendo 4.413 no Ensino Médio
Regular, 490 em Educação Profissional (Nível Técnico), 1.836 em Educação de Jovens e
Adultos (EJA) e 11 em Educação Especial (Alunos de Escolas Especiais, Classes Especiais e
Incluídos).
INEP - CENSO ESCOLAR 2010
MATRÍCULAS INICIAIS NO ENSINO MÉDIO
DEPENDÊNCIA
Ensino
Médio
Estadual
3.688
Federal
00
Municipal
00
Privada
725
TOTAL
4.413
Fonte: INEP, 2010.
Educação
Profissional
(Técnico)
00
00
00
490
490
Educação Especial (Alunos de
Educação de Jovens e
Escolas
Especiais,
Classes
Adultos (EJA) - Médio
Especiais e Incluídos)
Presencial
SemiMédio
Presencial
Educação
Profissional
(Técnico)
EJA Médio
1.037
00
00
67
1.104
732
00
00
00
732
00
00
00
00
00
02
00
00
00
02
07
00
00
02
09
17
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Na Microrregião Cacoal, os dados do Censo Escolar de 2010 revelam que foram
registradas 12.068 matrículas iniciais, o que confirma a existência de demanda potencial por
formação superior na localidade.
Estando prevista a expansão do ensino médio, o aumento de vagas e a democratização
do acesso à educação superior são algumas das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de
Educação - PNE. Tais metas estão associadas a programas governamentais como o Fundo de
Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) e o Programa Universidade para Todos
(ProUni).
A FACIMED está cadastrada no Ministério da Educação para que os seus alunos
possam ser beneficiados com o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior
(FIES).
A FACIMED aderiu ao Programa Universidade para Todos (ProUni), viabilizando mais
um mecanismo de inserção e manutenção de alunos de baixa renda sem diploma de nível
superior. O Programa Universidade para Todos foi criado pela MP nº 213/2004 e
institucionalizado pela Lei nº 11.096/2005. Tem como finalidade a concessão de bolsas de
estudos integrais e parciais a estudantes de baixa renda, em cursos de graduação e seqüenciais
de formação específica, em instituições privadas de educação superior, oferecendo, em
contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas que aderirem ao programa.
O ingresso na educação superior assume para o jovem da região um caráter de tarefa
evolutiva em si mesma, continuidade natural a ser assumida por quem termina o ensino médio e
uma alternativa disponível de inserção no mundo do trabalho.
1.3 Quantidade de Vagas Ofertadas na Educação Superior
A Região Norte do Brasil possui características próprias que a diferenciam das demais
regiões do País, principalmente quando à demanda e implantação do ensino superior. Dentre
suas principais particularidades estão grandes extensões territoriais pouco povoadas, o
isolamento de algumas cidades com pólos econômicos em expansão, as quais não estão
atendidas pelos sistemas de transporte e, na maioria dos casos, a falta de profissionais para
atender à demanda dos setores econômicos e de serviços que estão em pleno desenvolvimento.
Como resultado de um fenômeno de mobilidade social e expansão dos sistemas
educacionais no Norte do Brasil, no Estado de Rondônia os cursos de graduação tiveram
significativo crescimento nos últimos anos, conforme quadro a seguir, com a evolução 19912007.
2007
2006
2005
2004
2003
2002
2001
2000
1999
1998
1997
1996
1995
1994
1993
1992
1991
EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO EM RONDÔNIA - 1991 - 2007
ANO
QUANTIDADE 34 36 38 38 47 57 62 65 66 97 100 125 140 150 178 180 198
Fonte: Censo da Educação Superior, INEP (1991 – 2007).
18
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
De acordo com os dados divulgados pelo MEC (Cadastro e-MEC, 2011), no município
de Cacoal são oferecidas 3.410 vagas na educação superior. Na Microrregião Cacoal é oferecida
4.730 vagas na educação superior.
Além da FACIMED, nenhuma das instituições de ensino superior localizadas no
Município de Cacoal oferece o Curso de Graduação em Enfermagem.
Dessa forma, o Curso de Graduação em Enfermagem ofertado pela FACIMED supre
uma demanda existente no mercado de trabalho por profissionais da área.
1.4 Taxas Bruta e Líquida de Matriculados na Educação Superior
A taxa de escolarização líquida e a taxa de escolarização bruta calculadas para o
Município de Cacoal e Microrregião demonstram claramente as deficiências do setor de ensino
superior em relação aos jovens que residem na região.
O município de Cacoal teve, no ano de 2007, uma taxa de escolarização líquida
estimada de 6,56%. Na microrregião essa taxa é menor ainda, tendo sido calculada em 2,69%.
Ambas estão muito distantes daquela preconizada no PNE, que estabelece como meta incluir
30% dos jovens entre 18 e 24 anos na graduação até 2010.
A taxa de escolarização bruta, que mede, percentualmente, o total de matrículas no
ensino superior em relação à população na faixa etária teoricamente adequada para frequentar
esse nível de ensino, foi estimada, para o ano de 2007 no município de Cacoal, em 23,29 %. Na
Microrregião Cacoal foi de 9,54%.
Considerando, portanto, as grandes possibilidades de desenvolvimento econômico e
social da área de inserção da FACIMED, a ampliação das possibilidades de qualificação
profissional torna-se uma tarefa prioritária para a região amazônica.
TAXAS DE ESCOLARIZAÇÃO BRUTA E LÍQUIDA ENSINO SUPERIOR
ESTIMATIVA EM 2007 ENSINO SUPERIOR 2007
MUNICÍPIOS
População na
Estimativas
Taxa Líquida
Faixa Etária Matrículas Matrículas Taxa Bruta de
População
de
de 18 a 24 Totais
de 18 a 24 Escolarização
Escolarização
anos
anos
Alta
Floresta
23 857
d'Oeste
Alto Alegre dos
11 615
Parecis
Castanheiras
3 624
Cacoal
76 155
Espigão d'Oeste
27 867
Ministro Andreazza
10 343
Novo Horizonte do
9 648
Oeste
Rolim de Moura
48 894
Santa Luzia d'Oeste 9 264
TOTAL
221.267
Fonte: IBGE / INEP
3.697
0
0
0,00
0,00
1.800
0
0
0,00
0,00
561
11.804
4.319
1.602
0
2.749
0
0
0
775
0
0
0,00
23,29
0,00
0,00
0,00
6,56
0,00
0,00
1.495
0
0
0,00
0,00
7.578
1.436
34.292
522
0
3.271
147
0
922
6,89
0,00
9,54
1,94
0,00
2,69
19
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
1.5 Demanda pelo Curso
A FACIMED, com base na Resolução CES/CNE nº 03/2001, que instituiu as Diretrizes
Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Enfermagem e na Lei nº 9.394/96 (Lei
de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), reestruturou o Projeto Pedagógico do Curso,
visando proporcionar uma sólida formação, preparando assim um enfermeiro generalista e
empreendedor, que valorize a interdisciplinaridade, tenha autonomia no pensar e decidir e que
seja capaz de atender as necessidades regionais e nacionais no âmbito de suas competências.
Assim, buscar-se-á formar um Enfermeiro que esteja apto a atuar profissionalmente em
equipes multiprofissionais ou individualmente, na iniciativa privada ou no serviço público, como
autônomo ou prestador de serviço, em grandes centros urbanos ou pequenos, com
produtividade e qualidade, tendo como preocupação fundamental a promoção de saúde da
população.
De acordo com o Censo 2010, o Brasil possui 190.732.694 habitantes, demonstrando
que em uma década a população cresceu 12,3%. Nesta mesma crescente está a área da
Enfermagem. No mesmo ano, o Conselho Federal de Enfermagem contabilizou que existiam
1.480.653 Profissionais de Enfermagem no Brasil, sendo 271.809 Enfermeiros registrados.
Destes, acredita-se que aproximadamente 155.000 exerciam a profissão.
Em março de 2005, a OPAS (Organização Panamericana de Saúde) divulgou o estudo
“Brasil: O perfil do sistema de serviços de saúde”, onde constatou que, em 2001, o Brasil
possuía 3,41 Profissionais de Enfermagem por 1.000 habitantes, verifica-se que em nove anos
houve um aumento no coeficiente de 127 %, ou seja, 7,76. Apesar do aumento, o país ainda
está abaixo da expectativa da OMS (Organização Mundial da Saúde).
A região Sudeste, a mais populosa do Brasil, totaliza mais de 80 milhões de cidadãos. E
é também nesta região brasileira que se encontra o maior contingente de Profissionais da
Enfermagem - 758.519, ou seja, 52,3 % da força de trabalho do território nacional. Destes,
137.451 eram enfermeiros. Na região Norte, com cerca de 16 milhões de habitantes, existia, em
2010, a menor concentração de enfermeiros por região brasileira, com 14.851 enfermeiros
registrados. Destes, apenas 1.741 no estado de Rondônia (1.562.409 habitantes).
Considerando que o Brasil é um País de dimensões continentais, de certa maneira é
possível justificar a apresentação de índices tão discrepantes. Ao mesmo tempo pode-se afirmar,
com razão, que nos grandes centros urbanos a concentração de profissionais da área de saúde,
notadamente médicos e enfermeiros, é extremamente alta. Entretanto, isto não resolve o
problema de como possibilitar acesso a um bom serviço de atendimento à saúde por
profissionais bem formados e capacitados, principalmente àquela parcela da população brasileira
mais carente e que habita, exatamente, as regiões mais distantes dos grandes centros
populacionais.
É notório que houve uma significativa melhoria, pelo menos no que se refere ao
atendimento primário em saúde, com a implementação de programas governamentais que têm
como princípio a universalização e a eqüidade do acesso aos serviços previstos na Constituição
Federal de 1988. O Programa de Saúde da Família (PSF), por exemplo, está conseguindo, de
certa forma, minimizar as disparidades regionais e entre os grupos sociais em relação ao acesso
à saúde. Mas, mesmo assim, persistem entraves que ora impossibilitam, ora encarecem um
atendimento de melhor qualidade. Em termos objetivos, a possibilidade de ter acesso aos
cuidados em saúde ainda representa um avanço muito tímido em relação ao que se poderia
esperar de uma sociedade como a brasileira.
20
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Estimativas feitas a partir da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério
do Trabalho e Emprego, indicam a existência de aproximadamente 2,6 milhões de vínculos
formais de emprego em estabelecimentos direta ou indiretamente vinculados à economia da
saúde, dos quais 1,7 milhões correspondem a postos de trabalho assalariados em
estabelecimentos do núcleo do setor (atividades de atenção à saúde das pessoas como
hospitais e clínicas e serviços de apoio diagnósticos e terapêuticos).
As atividades da malha da saúde (ou do macro-setor saúde) estariam gerando, portanto,
mais de 10% do emprego formal urbano[1]. Isolando-se da análise os estabelecimentos e
empregos nos serviços de saúde do setor público, observa-se que os maiores empregadores
correspondem aos estabelecimentos hospitalares (19,5%). As atividades assistenciais de saúde
sem regime de internação (clínicas médicas, odontológicas, de enfermagem e demais
profissionais de saúde, inclusive estabelecimentos terapêuticos alternativos) respondem por
cerca de 10% do emprego formal e as atividades de comercialização de produtos farmacêuticos
e insumos (farmácias, drogarias etc.) por outros 10% do emprego formal. Relativamente ao
mercado de trabalho em enfermagem, ainda de acordo com a RAIS, o Brasil ostentava 84.159
de vínculos de enfermeiros em 2003, sendo que, destes, 56,9% estavam na região sudeste. Os
vínculos de enfermeiro como servidor público representavam 44,7% e os trabalhadores
vinculados à pessoa jurídica 54%.
Os dados referentes à demanda mostram um crescimento de postos de trabalho de
enfermeiros no decorrer dos últimos anos. As políticas públicas de saúde tiveram papel central
neste incremento (principalmente via Programa de Saúde da Família - PSF). O PSF constitui-se
em estratégia de fortalecimento da Atenção Básica no âmbito do SUS, cujos princípios, pautados
nos valores da solidariedade e da cidadania, atendem ao preceito constitucional de saúde como
direito de todos e dever do Estado. Representa uma das intervenções de maior visibilidade e
impacto no campo das políticas de saúde implementadas no Brasil, a partir da segunda metade
da década de 1990. Os enfermeiros ocupam cerca de 70% dos cargos de coordenador do
programa nos municípios que possuem coordenação específica para o PSF. A maioria dos
enfermeiros que atuam no PSF está na faixa etária de 30 a 49 anos (58,69%) e 90,91% são
mulheres.
Pode-se afirmar que os enfermeiros são os principais agentes envolvidos no processo
de supervisão do trabalho dos auxiliares e técnicos em enfermagem, nos serviços de saúde e no
processo de ensino-aprendizagem nas instituições formadoras de recursos humanos, onde
exercem um papel de liderança indiscutível.
Conforme ressaltado anteriormente, de acordo com estatísticas do Conselho Federal de
Enfermagem (COFEn) havia, em 2010, 1.480.653 Profissionais de Enfermagem no Brasil.
Enfermeiros, com formação superior, são apenas 271.809:
PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM POR CATEGORIA
DISTRIBUIÇÃO
PROFISSIONAIS
BRASIL
Enfermeiro
Técnicos, Auxiliares e Atendentes
Total
271.809
1.208.844
1.480.653
ESTADO
RONDÔNIA
1.741
8.359
10.100
Fonte: COFEN (2007).
[1]
BRASIL. Ministério da Saúde. Mercado de trabalho em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
DE
21
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
A análise da distribuição regional desses profissionais revela que a Região Sudeste
concentra 51% dos Profissionais de Enfermagem, a Região Nordeste concentra 19% dos
Profissionais de Enfermagem e a Região Sul concentra 17% dos dos Profissionais de
Enfermagem, em 2010. As Regiões Norte e Centro-Oeste são as que detêm os menores índices
de concentração. Na Região Norte, estavam 7% e na Região Centro-Oeste estavam 6% dos
Profissionais de Enfermagem do Brasil.
Já análise da distribuição regional de Enfermeiros revela que a Região Sudeste
concentra 51% dos Enfermeiros, a Região Nordeste concentra 21% dos Enfermeiros e a Região
Sul concentra 16%, em 2010. As Regiões Norte e Centro-Oeste são as que detêm os menores
índices de concentração. Na Região Norte, estavam 5% e na Região Centro-Oeste estavam 6%
dos Enfermeiros do Brasil.
As estatísticas do Conselho Federal de Enfermagem (COFEn) também apontam que, no
Brasil, aproximadamente 86,80% do pessoal de Enfermagem ainda não possui formação
profissional de nível superior. São apenas 13,20% do pessoal com Curso de Graduação em
Enfermagem. Esta realidade acarreta riscos para a população e a desvalorização da profissão e
do profissional de Enfermagem.
Uma vez que a formação profissional melhora o desempenho profissional e a qualidade
dos serviços, o Ministério de Saúde tem incentivado os esforços para transformação desta
realidade.
Neste contexto, a FACIMED, com base na Resolução CES/CNE nº 03/2001, que instituiu
as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Enfermagem, assim como
nas recomendações da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn), elaboradas a partir das
discussões ocorridas nos últimos Seminários Nacionais de Diretrizes para a Educação em
Enfermagem (SENADEn); nas determinações da Lei do Exercício Profissional (Lei nº
7.498/1986, Decreto nº 94.406/87) e no Código de Ética (Resolução COFEn nº 311/2007) do
Conselho Federal de Enfermagem (COFEn), elaborou o Projeto Pedagógico do Curso de
Graduação em Enfermagem visando formar o enfermeiro com formação generalista, humanista,
crítica e reflexiva, qualificado para o exercício profissional com base no rigor científico e
intelectual e pautado em princípios éticos; sendo este capaz de conhecer e intervir sobre os
problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com
ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus
determinantes; além de atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a
cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano.
Cabe destacar que o município de Cacoal e a região, onde é oferecido o Curso de
Graduação em Enfermagem, possui infra-estrutura de saúde capaz de absorver os egressos,
assim como de proporcionar importantes experiências de prática profissional aos alunos.
A implantação do Curso de Graduação em Enfermagem não constituiu uma realidade
dissociada do contexto geral da FACIMED. A IES tem investido na implantação de um conjunto
de cursos da área da saúde e a ela relacionados. No quadro a seguir, está apresentada a
situação legal dos demais cursos de graduação na área da saúde e a ela relacionados,
atualmente ofertados pela FACIMED.
22
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
CURSO / MODALIDADE
Ciências
Biológicas
/
Licenciatura e Bacharelado
Educação
Bacharelado
Física
/
Farmácia / Bacharelado
Fisioterapia / Bacharelado
Medicina Veterinária
Bacharelado
/
Medicina / Bacharelado
Odontologia / Bacharelado
Psicologia/Formação
de
Professores de Psicologia
ATOS DE AUTORIZAÇÃO OU RECONHECIMENTO
Autorizado pela Portaria MEC nº 2.812, de 13/12/2001, publicada
no DOU de 17/12/2001, reconhecido pela MEC/SESu nº 423, de
26/07/2006, publicada no DOU de 27/07/2006
Autorizado pela Portaria MEC nº 1.153, de 17/04/2002, publicada
no DOU de 18/04/2002, reconhecido pela MEC/SESu nº 939, de
20/11/2006, publicada no DOU de 21/11/2006
Autorizado pela Portaria MEC nº 2.157, de 08/08/2003, publicada
no DOU de 11/08/2003, reconhecido pela MEC/SESu nº 384 de
19/03/2009, publicada no DOU de 20/03/2009
Autorizado pela Portaria MEC nº 3.826, de 18/11/2004, publicada
no DOU de 19/11/2004, reconhecido pela MEC/SESu nº 587 de
17/04/2009, publicada no DOU de 20/04/2009
Autorizado pela Portaria MEC/SESu nº 881, de 07/11/2006,
publicada no DOU de 08/11/2006 (reconhecimento Protocolo eMEC nº 201005125)
Autorizado pela Portaria MEC nº 1.814, de 09/11/2006, publicada
no DOU de 10/11/2006 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº
201005125)
Autorizado pela Portaria MEC/SESu nº 88, de 31/01/2007,
publicada no DOU de 01/02/2007 (reconhecimento Protocolo eMEC nº 201008397)
Autorizado pela Portaria MEC/SESu nº 1.194, de 28/12/2006,
publicada do DOU de 29/12/2006(reconhecimento Protocolo eMEC nº 201013001)
Assim, inserida no contexto da oferta de cursos da FACIMED na área da saúde, o Curso
de Graduação em Enfermagem articula educação e saúde como objetos indissociáveis e
orientadores da formação acadêmica de um profissional com sustentação científica, postura
ética reflexiva, qualificado para o exercício técnico e profissional em Enfermagem, em
consonância com as diretrizes do Sistema Único de Saúde - SUS.
Devido à grande incidência de jovens inseridos no mercado de trabalho como forma de
complementação da renda familiar e que a maioria estão inseridos no mercado de trabalho no
período diurno e encontram dificuldades em ingressar nos cursos noturnos oferecidos pela IES,
acreditou-se que disponibilizar vagas noturnas seria fundamental para a qualificação
profissional, possibilitando aos trabalhadores do diurno o ingresso no ensino superior e, ao
mesmo tempo, para se garantir que esses jovens pudessem trabalhar durante o dia.
A oferta do curso de enfermagem no período noturno basei-a-se no Art. 47, parágrafo
quarto, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9394/96, que afirma que “as
instituições de educação superior oferecerão, no período noturno, cursos de graduação nos
mesmos padrões de qualidade mantidos no período diurno, sendo obrigatória a oferta noturna
nas instituições públicas, garantida a necessária previsão orçamentária”.
Alguns aspectos fundamentais desse novo PPP foram mantidos em relação ao PPC do
curso integral em vigor. Os temas articuladores desse PPP indicam claramente a construção de
uma dinâmica formativa flexível e diferenciada entre curso diurno e noturno, pois as disciplinas
ofertadas no curso diurno e no curso noturno não são as mesmas em cada semestre.
23
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Neste sentido, a matriz curricular do Curso de Enfermagem no período noturno em
conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais, permite destacar a diversidade entre o
curso noturno e diurno, principalmente pela oferta do turno, do tempo, dos temas, das disciplinas
e perfil dos alunos que ingressam no turno noturno. Este perfil faz com que o curso como um
todo, esteja voltado para a formação de sujeitos que possuem experiências diversas no mundo
do trabalho, alguns exercendo inclusive, atividades na enfermagem, como é o caso do auxiliar e
do técnico de enfermagem. A matriz do curso noturno prevê que para fins de integralização
curricular, as aulas práticas e os estágios, na atenção primária serão realizados nos períodos
diurnos. O curso noturno possui um tempo maior de integralização do currículo que será de cinco
anos.
1.5.1 Possibilidades de Utilização do Curso da Rede de Serviços Instalada
A seguir, apresenta-se as possibilidades de utilização pelo curso da rede de serviços
instalada (distribuição e concentração de serviços por capacidade resolutiva) e de outros
recursos e equipamentos sociais existentes na região de Cacoal.
REDE ASSISTENCIAL – MUNICÍPIO DE CACOAL/RO
NÚMERO DE ESTABELECIMENTOS POR TIPO DE PRESTADOR SEGUNDO TIPO DE ESTABELECIMENTO
TIPO DE ESTABELECIMENTO
PÚBLICO
FILANTRÓPICO
Central de Regulação de Serviços de Saúde
Centro de Atenção Hemoterápica e ou Hematológica Centro de Atenção Psicossocial
Centro de Apoio a Saúde da Família
Centro de Parto Normal
Centro de Saúde/Unidade Básica de Saúde
8 Clinica Especializada/Ambulatório Especializado
3
1
Consultório Isolado
1
Cooperativa
Farmácia Medic Excepcional e Prog Farmácia Popular Hospital Dia
Hospital Especializado
Hospital Geral
2
Laboratório Central de Saúde Pública - LACEN
Policlínica
Posto de Saúde
Pronto Socorro Especializado
Pronto Socorro Geral
Secretaria de Saúde
1
Unid Mista - atend 24h: atenção básica, intern/urg
Unidade de Atenção à Saúde Indígena
Unidade de Serviço de Apoio de Diagnose e Terapia 2
Unidade de Vigilância em Saúde
1
Unidade Móvel Fluvial
Unidade Móvel Pré Hospitalar - Urgência/Emergência Unidade Móvel Terrestre
Tipo de estabelecimento não informado
Total
18
1
Fonte: CNES. Situação da base de dados nacional em 10/04/2010.
Nota: Número total de estabelecimentos, prestando ou não serviços ao SUS
PRIVADO
SINDICATO
TOTAL
20
44
2
4
2
9
81
-
8
24
45
2
6
2
1
11
1
100
24
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
NÚMERO DE LEITOS DE INTERNAÇÃO EXISTENTES POR TIPO DE PRESTADOR
SEGUNDO ESPECIALIDADE
DEZ/2009
ESPECIALIDADE
Público
Existentes
SUS
Filantrópico
Privado
Existentes
Existentes
SUS
Cirúrgicos
16
16
29
Clínicos
21
21
17
Obstétrico
18
18
25
Pediátrico
32
32
8
Outras
Especialidades
1
1
Hospital/DIA
Total
88
88
79
Fonte: CNES. Situação da base de dados nacional em 10/04/2010.
Sindicato
Total
SUS
Existentes SUS
Existentes
SUS
-
-
-
45
38
43
40
16
21
18
32
-
-
-
1
167
1
88
ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL – MUNICÍPIO DE CACOAL/RO
QUANTIDADE E VALOR APROVADOS E APRESENTADOS DOS PROCEDIMENTOS
AMBULATORIAL POR MUNICÍPIO DE ATENDIMENTO, SEGUNDO GRUPO E SUBGRUPO DE
PROCEDIMENTOS
2009
CATEGORIA DE PROCEDIMENTOS
01 Ações de promoção e prevenção em saúde
0101 Ações coletivas/individuais em saúde
0102 Vigilância em saúde
02 Procedimentos com finalidade diagnóstica
0201 Coleta de material
0202 Diagnóstico em laboratório clínico
0203 Diagnóstico por anatomia patológica e
citopatologia
0204 Diagnóstico por radiologia
0205 Diagnóstico por ultra-sonografia
0206 Diagnóstico por tomografia
0207 Diagnóstico por ressonância magnética
0208 Diagnóstico por medicina nuclear in vivo
0209 Diagnóstico por endoscopia
0210 Diagnóstico por radiologia intervencionista
0211 Métodos diagnósticos em especialidades
0212 Diagnóstico e procedimentos especiais em
hemoterapia
0213 Diagnóstico em vigilância epidemiológica e
ambiental
0214 Diagnóstico por teste rápido
03 Procedimentos clínicos
0301
Consultas
/
Atendimentos
/
Acompanhamentos
0302 Fisioterapia
Qtd.Aprovada
Valor Aprovado Qtd.Apresentada
Nº
253.022
246.105
6.917
215.158
15.683
142.539
%
25,1
24,5
0,7
21,4
1,6
14,2
R$
4.930
4.930,20
1.177.057
5.351,66
533.231,99
%
0,2
0,2
37,4
0,2
16,9
Nº
253.022
246.105
6.917
215.192
15.683
142.573
%
25,1
24,4
0,7
21,4
1,6
14,1
Valor
Apresentado
R$
%
4.930
0,2
4.930,20
0,2
1.177.260
37,3
5.351,66
0,2
533.435,32
16,9
22.598
2,2
150.050,72
4,8
22.598
2,2
150.050,72
4,8
16.308
13.374
3.845
1,6
1,3
0,4
120.354,36
348.511,90
19.556,10
3,8
11,1
0,6
16.308
13.374
3.845
1,6
1,3
0,4
120.354,36
348.511,90
19.556,10
3,8
11,0
0,6
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
811
516.905
0,1
51,4
1.846.560
58,6
811
518.302
0,1
51,4
1.852.390
58,7
433.755
43,1
805.964,70
25,6
435.123
43,2
808.414,14
25,6
53.079
5,3
273.789,57
8,7
53.079
5,3
273.789,57
8,7
25
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
0303 Tratamentos clínicos (outras especialidades)
0304 Tratamento em oncologia
0305 Tratamento em nefrologia
0306 Hemoterapia
0307 Tratamentos odontológicos
0308 Tratamento de lesões, envenenamentos e
outros, decorrentes de causas externas
0309 Terapias especializadas
0310 Parto e nascimento
04 Procedimentos cirúrgicos
0401 Pequenas cirurgias e cirurgias de pele,
tecido subcutâneo e mucosa
0402 Cirurgia de glândulas endócrinas
0403 Cirurgia do sistema nervoso central e
periférico
0404 Cirurgia das vias aéreas superiores, da
cabeça e do pescoço
0405 Cirurgia do aparelho da visão
0406 Cirurgia do aparelho circulatório
0407 Cirurgia do aparelho digestivo, órgãos
anexos e parede abdominal
0408 Cirurgia do sistema osteomuscular
0409 Cirurgia do aparelho geniturinário
0410 Cirurgia de mama
0411 Cirurgia obstétrica
0412 Cirurgia torácica
0413 Cirurgia reparadora
0414 Cirurgia oro-facial
0415 Outras cirurgias
0416 Cirurgia em oncologia
0417 Anestesiologia
0418 Cirurgia em nefrologia
05 Transplantes de órgãos, tecidos e células
06 Medicamentos
07 Órteses, próteses e materiais especiais
0701 Órteses, próteses e materiais especiais não
relacionados ao ato cirúrgico
0702 Órteses, próteses e materiais especiais
relacionados ao ato cirúrgico
08 Ações complementares da atenção à saúde
0801 Ações relacionadas ao estabelecimento
0802 Ações relacionadas ao atendimento
0803 Autorização / Regulação
1.146
3.905
2.190
21.954
0,1
0,4
0,2
2,2
37.219,69
562.975,17
48.180,00
10.165,26
1,2
17,9
1,5
0,3
1.146
3.928
2.190
21.960
0,1
0,4
0,2
2,2
37.219,69
566.291,08
48.180,00
10.230,18
1,2
17,9
1,5
0,3
-
-
-
-
-
-
-
-
876
20.236
0,1
2,0
108.265,36
107.031
3,4
3,4
876
20.238
0,1
2,0
108.265,36
107.145
3,4
3,4
13.213
1,3
46.524,20
1,5
13.213
1,3
46.524,20
1,5
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
739
0,1
4.925,76
0,2
739
0,1
4.925,76
0,2
5
0,0
30,95
0,0
5
0,0
30,95
0,0
-
-
-
-
-
-
-
-
439
31
5.727
82
243
0,0
0,0
0,6
0,0
0,0
15.525,46
1.136,15
34.212,81
4.675,38
8.243
0,5
0,0
1,1
0,1
0,3
439
31
5.727
84
252
0,0
0,0
0,6
0,0
0,0
15.525,46
1.136,15
34.212,81
4.789,48
8.498
0,5
0,0
1,1
0,2
0,3
-
-
-
-
-
-
-
-
243
0,0
8.242,56
0,3
252
0,0
8.498,49
0,3
741
741
1.006.305
0,1
0,1
100,0
7.200
7.200,00
3.151.019,95
0,2
0,2
100,0
741
741
1.007.747
0,1
0,1
100,0
7.200
7.200,00
3.157.423,58
0,2
0,2
100,0
TOTAL
Fonte: SIA/SUS. Situação da base de dados nacional em 30/04/2010.
26
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
ASSISTÊNCIA HOSPITALAR – MUNICÍPIO DE CACOAL/RO
NÚMERO DE INTERNAÇÕES, VALOR TOTAL, VALOR MÉDIO, MÉDIA DE PERMANÊNCIA,
NÚMERO DE ÓBITOS E TAXA DE MORTALIDADE POR ESPECIALIDADE
POR LOCAL DE INTERNAÇÃO, 2009
No.deInternações
%
ValorTotalR$
%
ESPECIALIDADE
Clínica cirúrgica
Obstetrícia
Clínica médica
Cuidados prolongados (crônicos)
Psiquiatria
Pneumologia sanitária (tisiologia)
Pediatria
Reabilitação
Clínica cirúrgica - hospital-dia
Aids - hospital-dia
Fibrose cística - hospital-dia
Intercorrência pós-transplante - hospital-dia
Geriatria - hospital-dia
Saúde mental - hospital-dia
TOTAL
Fonte:
SIH/SUS.
ValorMédioR$
MédiadePermanência(dias) NúmerodeÓbitos
893
1.111
2.214
-
16,2
20,2
40,2
-
381.084,54
468.792,16
745.579,76
-
18,3
22,5
35,8
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
23,3
100,0
485.809,73
2.081.266,19
23,3
100,0
-
1.283
5.501
Situação
da
base
426,75
421,96
336,76
4,5
1,8
3,9
378,65
3,4
-
378,34
de
10
1
89
MortalidadeHospitalar(%)
3,5
dados
107
nacional
0,6
7 1,9
em
03/05/2010
27
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Cacoal está inserida em vários programas governamentais de saúde. Nos últimos anos
evidencia-se um crescimento das ações, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a
proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção
da saúde.
As informações de ações em saúde envolvendo os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os
programas Brasil Sorridente, Aqui tem Farmácia Popular, Centro de Atenção Psicossocial (CAPS),
Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus (Hiperdia), Programa Nacional de Humanização do Parto
(PNHP), Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), Saúde da Família e Vigilância Nutricional
encontram-se divulgadas pelo Ministério da Saúde, conforme se segue3.
AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE – ACS EM CACOAL / RO (78.675 habitantes)
BRASIL SORRIDENTE EM CACOAL / RO (78.675 habitantes)
Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Sala de Situação em Saúde. Disponível em:
http://189.28.128.178/sage/
3
28
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR EM CACOAL / RO (78.675 habitantes)
CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - CAPS EM CACOAL / RO (78.675 HABITANTES)
O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou Núcleo de Atenção Psicossocial é um serviço de
saúde aberto e comunitário do SUS. É um lugar de referência e tratamento para pessoas que sofrem
com transtornos mentais, psicoses, neuroses graves e demais quadros, cuja severidade e/ou
persistência justifiquem sua permanência num dispositivo de cuidado intensivo, comunitário,
personalizado e promotor de vida.
O objetivo dos CAPS é oferecer atendimento à população de sua área de abrangência,
realizando o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer,
exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários. É um serviço de
atendimento de saúde mental criado para ser substitutivo às internações em hospitais psiquiátricos.
29
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS – HIPERDIA EM CACOAL / RO (78.675 HABITANTES)
NÚMERO DE PORTADORES CADASTRADOS NO HIPERDIA
HIPERTENSÃO ARTERIAL
DIABETES MELLITUS
2006
915
200
2007
1.907
395
2006
874
190
2009
422
116
2010
123
53
Fonte: Coordenação Nacional de Hipertensão e Diabetes/DAB/SAS/MS
ANO
PROGRAMA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO DO PARTO - PNHP EM CACOAL / RO (78.675 HABITANTES)
NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA – NASF EM CACOAL / RO
O Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF – foi criado para ampliar o atendimento e a
qualidade dos serviços do SUS oferecidos aos usuários da Atenção Básica. Dessa forma, além dos
profissionais que já vêm prestando atendimento nas Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família,
outros profissionais que trabalham com a promoção, prevenção e reabilitação da saúde também estarão
ao acesso da população.
O NASF é constituído por profissionais de diferentes áreas de conhecimento que devem atuar
em parceria com os profissionais das Equipes de Saúde da Família.
30
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Existem duas modalidades de NASF. Não é permitida a implantação das duas modalidades de
forma concomitante.
•
NASF 1 – composto por no mínimo cinco das profissões de nível superior (Psicólogo; Assistente
Social; Farmacêutico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Profissional da Educação Física; Nutricionista;
Terapeuta Ocupacional; Médico Ginecologista; Médico Homeopata; Médico Acupunturista; Médico
Pediatra; e Médico Psiquiatra) vinculado de 8 a 20 Equipes Saúde da Família.
•
NASF 2 – composto por no mínimo três profissionais de nível superior de ocupações nãocoincidentes (Assistente Social; Profissional de Educação Física; Farmacêutico; Fisioterapeuta;
Fonoaudiólogo; Nutricionista; Psicólogo; e Terapeuta Ocupacional), vinculado a no mínimo 3 Equipes
Saúde da Família.
NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA – NASF EM CACOAL / RO
Ano
NASF 1
NASF 2
2008
01
00
2009
01
00
2010
01
00
2011
01
00
2012
01
00
Total
01
01
01
01
01
SAÚDE DA FAMÍLIA EM CACOAL / RO (78.675 HABITANTES)
SAÚDE DA FAMÍLIA
Localidade: Cacoal/RO
UF
CIDADE
Nº DE EQUIPES
RO
Cacoal
6
POP. COBERTA
20.700
POP. 2008
78.263
SISTEMA DE VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL – SISVAN EM CACOAL / RO (78.675 HABITANTES)
31
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
No quadro a seguir estão apresentados os tipos de unidades de serviços instaladas, níveis de
hierararquia e eerviços especializados no município de Cacoal, Estado de Rondônia.
TIPOS DE UNIDADES EM CACOAL/RO
CÓDIGO DESCRIÇÃO
02
CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA
04
POLICLINICA
05
HOSPITAL GERAL
22
CONSULTORIO ISOLADO
36
CLINICA ESPECIALIZADA/AMBULATORIO DE ESPECIALIDADE
39
UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ISOLADO)
40
UNIDADE MOVEL TERRESTRE
43
FARMACIA
50
UNIDADE DE VIGILANCIA EM SAUDE
68
SECRETARIA DE SAUDE
TOTAL
Fonte: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (DATASUS). Acesso em 2011.
TOTAL
08
02
08
46
34
11
01
04
01
01
116
NÍVEIS DE HIERARQUIA EM CACOAL/RO
DESCRIÇÃO
08--Alta HOSP/AMB--Estabelecimento de Saúde que realiza procedimentos de alta
complexidade no âmbito hospitalar e ou ambulatorial
03--Media - M2 e M3--Estabelecimento de Saúde ambulatorial que realiza procedimentos
de Média Complexidade definidos pela NOAS como de 2º nível de referência - M2.e /ou
de 3º nível de referência – M3
04--Alta AMB--Estabelecimento de Saúde ambulatorial capacitado a realizar
procedimentos de Alta Complexidade definidos pelo Ministério da Saúde
02--Media - M1--Estabelecimento de Saúde ambulatorial que realiza procedimentos de
Média Complexidade definidos pela NOAS como de 1º nível de referência – M1
06--Media - M2 e M3--Estabelecimento de Saúde que realiza procedimentos previstos
nos de níveis de hierarquia 02 e 03, além de procedimentos hospitalares de média
complexidade.Por definição enquadram-se neste nível os hospitais especializados
07--Media - M3--Estabelecimento de Saúde que realiza procedimentos hospitalares de
média complexidade.Realiza procedimentos previstos nos estabelecimentos de níveis de
hierarquia 02 e 03, abrangendo SADT ambulatorial de alta complexidade
01--PAB-PABA--Estabelecimento de Saúde ambulatorial que realiza somente
Procedimentos de Atenção Básica – PAB e ou Procedimentos de Atenção Básica
Ampliada definidos pela NOAS
EM BRANCO
TOTAL
Fonte: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (DATASUS). Acesso em 2011.
TOTAL
02
72
22
09
01
05
04
01
116
32
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM CACOAL/RO
DESCRIÇÃO
101 - ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA
102 - ESTRATEGIAS DE AGENTES COMUNITARIOS DE SAUDE
104 - REGULACAO ASSISTENCIAL DOS SERVICOS DE SAUDE
107 - SERVICO DE ATENCAO A SAUDE AUDITIVA
108 - SERVICO DE ATENCAO A SAUDE DO TRABALHADOR
110 - SERVICO DE ATENCAO A SAUDE REPRODUTIVA
111 - SERVICO DE ATENCAO AO PACIENTE COM TUBERCULOSE
112 - SERVICO DE ATENCAO AO PRENATAL PARTO E NASCIMENTO
113 - SERVICO DE ATENCAO DOMICILIAR
114 - SERVICO DE ATENCAO EM SAUDE BUCAL
115 - SERVICO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL
117 - SERVICO DE CIRURGIA REPARADORA
119 - SERVICO DE CONTROLE DE TABAGISMO
120 - SERVICO DE DIAGNOSTICO POR ANATOMIA PATOLOGICA EOU CITOPATO
121 - SERVICO DE DIAGNOSTICO POR IMAGEM
122 - SERVICO DE DIAGNOSTICO POR METODOS GRAFICOS DINÂMICOS
125 - SERVICO DE FARMACIA
126 - SERVICO DE FISIOTERAPIA
128 - SERVICO DE HEMOTERAPIA
130 - SERVICO DE NEFROLOGIA UROLOGIA
131 - SERVICO DE OFTALMOLOGIA
135 - SERVICO DE REABILITACAO
136 - SERVICO DE SUPORTE NUTRICIONAL
139 - SERVICO DE TRIAGEM NEONATAL
140 - SERVICO DE URGENCIAS
141 - SERVICO DE VIGILANCIA EM SAUDE
142 - SERVICO DE ENDOSCOPIA
145 - SERVICO DE DIAGNOSTICO POR LABORATORIO CLINICO
146 - SERVICO DE VIDEOLAPAROSCOPIA
147 - SERVICO DE APOIO A SAUDE DA FAMILIA (NASF)
150 - CIRURGIA VASCULAR
152 - ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO INDIGENA
155 - SERVICO DE TRAUMATOLOGIA E ORTOPEDIA
TOTAL
Fonte: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (DATASUS). Acesso em 2011.
TOTAL
06
05
02
02
01
05
07
14
01
05
05
02
01
02
12
07
07
12
05
02
05
01
02
01
04
05
04
15
01
01
01
01
01
145
HOSPITAL REGIONAL DE CACOAL - HRC
Mantido pela Secretaria de Estado de Saúde através do Estado de Rondônia, o Hospital
Regional de Cacoal (HRC), conta com cerca de 130 leitos em funcionamento e expansão planejada no
curto prazo para 230 leitos, onde é feito o atendimento referenciado da população regional. O HRC conta
com assistência nas áreas de clinica médica; cirúrgica geral e especialidades; pediatria; ginecologia; UTI
adulto; doenças infectocontagiosas; dermatologia; neurologia; neurocirurgia; endoscopia digestiva e
respiratória; pneumologia; cardiologia; cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial; odontologia; serviço de
33
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
imagem (radiologia, tomografia, ultrasonografia); enfermagem; fisioterapia, farmácia; psicologia;
laboratório de análises clínicas e de anatomia patológica; entre outros.
Leitos
ESPEC - CIRURGICO
Nome Leitos
BUCO MAXILO FACIAL
CIRURGIA GERAL
GASTROENTEROLOGIA
GINECOLOGIA
NEFROLOGIAUROLOGIA
NEUROCIRURGIA
ORTOPEDIATRAUMATOLOGIA
OTORRINOLARINGOLOGIA
TORAXICA
Leitos Existentes
2
19
2
1
2
2
38
2
2
Leitos SUS
2
19
2
1
2
2
38
2
2
Leitos Existentes
2
5
10
5
5
5
Leitos SUS
2
5
10
5
5
5
Leitos Existentes
8
10
9
Leitos SUS
8
0
0
ESPEC - CLINICO
Nome Leitos
AIDS
CARDIOLOGIA
CLINICA GERAL
GERIATRIA
NEFROUROLOGIA
NEUROLOGIA
COMPLEMENTAR
Nome Leitos
UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIARIOS ADULTO
UTI ADULTO - TIPO II
UTI PEDIATRICA - TIPO II
Fonte: http://cnes.datasus.gov.br
1.5.2 Perfil Epidemiológico – Rondônia4
•
Coeficiente Geral de Mortalidade – CGM
A capital, Porto Velho teve o maior CGM padronizado do estado: 8,6/mil hab., o Estado de
Rondônia 5,9/mil hab. e a Região Norte 5,0/1 mil habitantes.
•
Percentual de causas mal definidas
O percentual de óbitos por causas mal definidas do estado é de 11,2% em 2004.
•
Percentual de óbitos por causas mal definidas nos municípios, em 2004:
⇒
até 10%: 19 municípios (36,5%);
⇒
entre 10% e 20%: 24 municípios (46,2%);
⇒
20% e mais: nove municípios (17,3%).
Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema nacional de vigilância
em saúde: relatório de situação: Rondônia / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. – 2.
ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2006.
4
34
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
⇒
Coeficiente de Mortalidade infantil - CMI
O CMI (por 1 mil nascidos vivos) para o Estado de Rondônia em 2004 é de 22,2 e o da Região
Norte é de 25,5.
Proporção de casos residentes encerrados oportunamente, por agravo:
Os agravos leishmaniose visceral, síndrome da rubéola congênita, hantaviroses e chagas aguda
não atingiram a meta de 50,0% estabelecida para o ano de 2005 de encerramento oportuno dos casos
notificados.
Em números totais, o estado superou a meta de 50,0% estabelecida para o ano de 2005,
atingindo 63,9%.
•
Tuberculose
Em Rondônia, quatro municípios são prioritários para o Programa Nacional de Controle da
Tuberculose (PNCT). Em 2005, 316 profissionais foram capacitados. O estado apresenta uma cobertura
de unidades que realizam ações do programa de controle da TB de 37,4% e, destas, apenas 26,6% têm
a estratégia de tratamento supervisionado – TS/DOTS implantada.
De acordo com os dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2004 foram registrados no Sinan
550 casos novos de tuberculose, representando 90% dos casos esperados. A incidência geral foi 36,9
por 100 mil hab. e 18,6 casos bacilíferos por 100 mil habitantes.
A coorte de tratamento, considerando os municípios prioritários, mostrou uma cura de 66,1%,
ainda abaixo da meta nacional de curar 85% dos casos. O abandono foi 10%, óbitos, 4,7%,
transferência, 16,6% e casos não encerrados, 7,6%. A co-infecção TB HIV foi 1,3%.
•
Hanseníase
No período de um ano, houve incremento de apenas 1,43% de unidades (71 unidades) que
fazem diagnóstico e tratamento de hanseníase.
Foram diagnosticados 1.145 casos novos em 2005, deste total, 831 estavam em curso de
tratamento.
Destes casos novos diagnosticados:
⇒
87 (7,59%) acometiam menores de 15 anos;
⇒
seis (0,52%) apresentavam, no momento do diagnóstico, incapacidade física severa;
⇒
550 (48,03%) eram formas avançadas da doença.
O estado obteve 66,9% de cura em 2005.
O Estado de Rondônia possui seis municípios prioritários para hanseníase, que são: Ariquemes,
Buritis, Cacoal, Ji-Paraná, Nova Brasilândia D´Oeste e Porto Velho.
Ainda 89% da população do Estado estão em municípios com mais de cinco casos de
hanseníase.
•
Doenças sexualmente transmissíveis / Aids
Até dezembro de 2004, foram diagnosticados 981 casos de AIDS, sendo 585 homens e 396
mulheres.
Os municípios do Estado que apresentaram o maior número de casos de AIDS acumulados até
2004 foram (casos acumulados/taxa média de incidência por 100 mil hab.):
35
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
⇒
Porto Velho – 604/17,5
⇒
Vilhena – 81/13,0
⇒
Cacoal – 46/8,3
A taxa de mortalidade (por 100 mil hab.) por AIDS no ano de 2004 foi de 3,3 óbitos. Foram
notificados 22 casos de transmissão vertical do HIV até 2004.
Em relação à sífilis congênita, o estado notificou entre os anos de 1998 e 2004 um total de 27
casos.
•
Dengue
Dos 52 municípios do Estado, 10 (19,2%) são prioritários para o Programa Nacional de Controle
da Dengue: Ariquemes, Cabixi, Cacoal, Espigão d’Oeste, Guajará-Mirim, Ji-Paraná, Ouro Preto do
Oeste, Porto Velho, Presidente Médici, Vilhena. Estes municípios concentram 54,7% da população do
Estado.
•
Malária
Rondônia registrou 112.165 casos de malária em 2005, correspondendo a 19% do total de casos
da Amazônia Legal. Em comparação a 2004, o estado apresentou aumento de 9,8%.
•
Doenças transmitidas por vetores e antropozoonoses
Tracoma
Nos anos 2004 e 2005 foram detectados casos de tracoma folicular em áreas indígenas da
regional de Cacoal/Vilhena, com aldeias apresentando prevalência de até 33%.
Raiva
No período de 2002 a 2005, foram notificados 132 casos de raiva canina, além de casos de raiva
em herbívoros. Tanto a cobertura vacinal, quanto o percentual de municípios com cobertura adequada
são satisfatórios. É um estado de alto risco para a ocorrência da doença por apresentar monitoramento
de circulação viral insuficiente, municípios silenciosos e altos índices de agressão por morcegos em
humanos e animais. Deverão ser intensificadas as ações de vigilância epidemiológica, principalmente, na
atenção a pessoas expostas ao risco de agressão por animais silvestres.
Febre amarela
Nos últimos cinco anos houve registro de um caso de febre amarela silvestre no município de
Porto Velho, em 2001, além de epizootias em macacos em Cabixi. O Estado de Rondônia está situado
na área de risco, com indicação da vacinação da população residente e dos viajantes de outras áreas
que para lá se dirigem.
Leishmaniose
Em 2004, o Estado de Rondônia notificou 2.131 casos de leishmaniose tegumentar americana,
distribuído nos 100% dos municípios do estado, destacando os maiores registros em Vilhena (214),
Cacoal (137), Alta Floresta D’Oeste (128) e Ariquemes (116). A incidência foi de 144 casos por 100 mil
hab., representando o terceiro maior coeficiente do País.
Acidentes por animais peçonhentos
No Estado de Rondônia o ofidismo apresenta alta incidência (27 casos/100 mil hab.), com
distribuição em todo o estado. Escorpionismo e araneismo mostram baixa incidência (4 e 2 casos/100 mil
36
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
hab., respectivamente).
Leptospirose
No período 2001-2005, foram confirmados onze casos, com cinco óbitos. O coeficiente de
incidência anual média foi de 0,2/100 mil hab., muito inferior à média nacional, de 1,7/100 mil habitantes.
No entanto, a letalidade para o período foi de 45,5%, marcadamente superior à letalidade média
nacional, de 11,8%. Importante incentivar os serviços para a suspeita e tratamento precoces, bem como
a notificação de todos os casos suspeitos.
Centros de controle de zoonoses
O Estado de Rondônia possui sete centros de controle de zoonoses, localizados na capital e em
seis cidades pólos regionais do estado, atendendo 55,1% da população. Desenvolvem ações voltadas
principalmente para o controle da raiva, controle de população animal (cães e gatos) e controle da
dengue.
•
Agravos e doenças não transmissíveis
Evolução da mortalidade por doenças não transmissíveis
Em 2004, as doenças do aparelho circulatório, as neoplasias, as doenças endócrinas e as
causas externas representaram 48,6% do total de óbitos por causas conhecidas em Porto Velho, 67,3%
em Rondônia, 61,4% na Região Norte e 67,6% no Brasil. Há que se considerar os elevados percentuais
de causas de óbitos mal definidas na região e estado para análise dos dados.
Doenças do Aparelho Circulatório – DAC
As taxas de mortalidade por DAC apresentam tendência de elevação importante para a capital, e
para o estado, de forma menos acentuada, ao longo do período analisado. A Região Norte apresenta
curva semelhante a do Brasil, porém com taxas menores. A taxa em 2004 foi de 353 e 479/100 mil hab.
no estado e capital respectivamente.
Diabetes
As taxas de mortalidades por diabetes apresentam tendência de elevação na capital e Estado,
sendo que na capital ocorre um incremento mais acentuado e com as maiores taxas. A taxa em 2004 foi
de 95 e 174/100 mil hab. no Estado e capital respectivamente.
Neoplasias
Verifica-se que a tendência das taxas de mortalidade por câncer de colo eleva-se de maneira
acentuada na capital, mesmo com grande variação ao longo do período. A tendência de Rondônia e da
Região Norte também é de elevação, porém de maneira menos acentuada. Para o Brasil a tendência é
estável. Deve-se considerar o alto percentual de óbitos classificados como porção não especificada do
útero, 37,5%, em 2003, no Estado.
Evolução da mortalidade por causas externas (acidentes e violências)
Em 2004, as causas externas foram a primeira causa de mortalidade, dos óbitos por causas
conhecidas, em Porto Velho (24,4%) e a primeira em Rondônia (25,2) e segunda na Região Norte
(18,9%).
Acidentes de transportes terrestres
As taxas de mortalidade por acidentes de transporte na capital Porto Velho são as mais
elevadas, com tendência ascendente no período analisado. O Estado de Rondônia e a Região Norte têm
tendências também em elevação. Para o Brasil a tendência foi de queda entre 1996 e 2000, voltando a
37
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
subir lentamente a partir desse ano.
Acidentes com motocicletas
As tendências das taxas de mortalidade por acidentes com motocicletas são ascendentes para o
estado, a região e o Brasil.
Agressões
A capital, Porto Velho apresenta as taxas mais elevadas de mortalidade por agressões, com
tendência de elevação. A mesma tendência, porém de forma menos acentuada ocorre no Estado de
Rondônia, na Região Norte e no Brasil.
1.6 Implementação Das Políticas Institucionais Constantes Do Plano De Desenvolvimento
Institucional – PDI, No Âmbito Do Curso
O desenvolvimento do Curso de Graduação em Enfermagem consolida-se mediante a utilização
das políticas institucionais aprovadas no âmbito do Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI da
FACIMED. O PDI relaciona, a cada uma das políticas e diretrizes institucionais, ações estratégicas
implantadas num determinado horizonte temporal, para o cumprimento dessas políticas institucionais.
A FACIMED implantou todas as práticas previstas para a graduação na modalidade presencial,
de forma coerente com as políticas constantes dos documentos oficiais (PDI, PPI e PPC). Na política
para o ensino, a FACIMED adota como referencial pedagógico a prática da “educação ao longo de toda
a vida”, conforme apresentada pela UNESCO no Relatório da Comissão Internacional sobre a Educação
para o Século XXI. Nessa perspectiva, a educação proporciona ao indivíduo um conhecimento dinâmico
do mundo, dos outros e de si mesmos, capacitando-o para o exercício profissional em tempos de
mudanças.
As políticas institucionais para a graduação são operacionalizas mediante integração do ensino
com a pesquisa e a extensão, objetivando formação de qualidade acadêmica e profissional. A FACIMED
cultiva e promove, portanto, uma prática calcada em princípios éticos que possibilite a construção do
conhecimento técnico-científico, o aperfeiçoamento cultural e o desenvolvimento de um pensamento
reflexivo, crítico e responsável, que impulsione a transformação sócio-político-econômica da sociedade,
socializando o saber e a coleta do saber não-científico elaborado pela comunidade para, estruturando-o
em bases científicas, restituí-lo a sua origem; desenvolvimento curricular contextualizado e
circunstanciado; e busca permanente da unidade teoria e prática, o que exige a incorporação de
professores e alunos em atividades de pesquisa, prática pedagógica e iniciação científica.
Os egressos são acompanhados como forma de avaliar a qualidade do curso oferecido pela
FACIMED. A auto-avaliação orienta os processos de revisão do Projeto Pedagógico de Curso e a
discussão de questões relacionadas à ética profissional, social e política no curso.
No Curso de Graduação em Enfermgem as atividades de pesquisa estão voltadas para a
resolução de problemas e de demandas da comunidade na qual a Instituição está inserida. Assim, o
Núcleo Docente Estruturante – NDE do curso incentiva a pesquisa para a qualificação do ensino. As
atividades de extensão se configuram como uma forma de intervenção que favorece uma visão
abrangente e integradora da sociedade, constituindo-se em espaço privilegiado no processo de formação
profissional. Suas ações se voltam para o atendimento de demandas sociais colhidas no confronto direto
com a realidade próxima, contribuindo, significativamente, na produção do conhecimento. As prioridades
de ações de responsabilidade social fazem com que a FACIMED cumpra a sua função social e se torne
uma estrutura fundamental para melhoria na qualidade de vida no contexto local, regional e nacional.
38
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
A gestão da FACIMED, articulada à gestão do curso, segue as políticas estabelecidas nos
documentos oficiais, destacando-se Regimento Interno, PDI, PPI e PPC. Documentos que servem de
base para as políticas de gestão implantadas no Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED.
São realizadas reuniões com a Direção e Coordenação para discutir assuntos de interesse do curso.
O Conselho Superior (CONSUP), órgão máximo de natureza consultiva, deliberativa, normativa e
jurisdicional da FACIMED e o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPEX), órgão deliberativo e
normativo em matéria didático-pedagógica, científica, disciplinar e administrativa, contam com
representação dos Coordenadores de Curso. Assuntos de interesse específico do curso tratados pelo
NDE e pelo Colegiado do Curso, e, quando necessário, encaminhados à Direção, ao CEPEX e ao
Conselho Superior para decisão.
1.6.1- Políticas de Ensino
No Plano de Desenvolvimento Institucional da FACIMED estão previstas ações e metas que
pretendem proporcionar aos egressos de todos os cursos uma educação pautada pelos moldes
estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares e pelas exigências sócio-culturais. Por assim o ser, a
FACIMED um conjunto de diretrizes básicas para o desenvolvimento de suas atividades administrativas
e acadêmicas ao longo dos próximos anos e que podem ser reafirmadas ou reformuladas conforme as
mudanças do cenário educacional, regional e local.
O desenvolvimento da educação superior necessita de políticas que propiciem a ampliação dos
cursos de graduação e ofertas de novas modalidades para o ensino, tendo em vista a grande demanda
da sociedade local, regional e nacional. Portanto, faz-se necessário o aperfeiçoamento dos projetos
pedagógicos dos cursos de graduação e dos cursos de pós-graduação e a implementação de
procedimentos metodológicos compatíveis com os processos de transformação social e adoção as novas
tecnologias. Tais inovações tornam-se exequíveis mediante estudos técnicos e científicos nas áreas de
conhecimento contempladas pela FACIMED.
O sistema de informação acadêmico-administrativa deve ser aperfeiçoado, já que constitui
mecanismo estratégico para racionalizar os procedimentos burocráticos desenvolvidos e garantir maior
agilidade no processo de comunicação.
A interação com a comunidade interna e externa devem ser efetivadas por meio de ações
consistentes que promovam o envolvimento e o comprometimento da comunidade universitária
(docentes, discentes, funcionários técnico-administrativos e sociedade) por meio de atividades de
extensão.
1.6.2- Políticas de Pesquisa
A respeito da pesquisa, a FACIMED prevê o fomento e a implementação das atividades de
pesquisa na Instituição o que exigirá o desenvolvimento sistemático de programas de iniciação científica,
contemplando bolsas específicas para esta atividade acadêmica. Para tanto, adota as seguintes ações:
a) incentivo aos discentes e aos docentes interessados em práticas investigativas;
b) concessão de bolsas de iniciação científica aos discentes selecionados e aos docentes
interessados, de acordo com o número de vagas aprovadas pela Mantenedora;
c) alocação de carga-horária para os professores orientarem os alunos incluídos no Programa
de Iniciação Científica;
d) promoção de seminários institucionais com pesquisadores de nome nacional para incentivar
a importância da investigação científica.
39
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
A FACIMED, com vistas ao estabelecimento de bases sólidas para o desenvolvimento de
pesquisa científica relevante, compatível com as áreas de conhecimento que promove, apresenta as
seguintes diretrizes gerais:
a) estabelecer mecanismos de articulação entre ensino, pesquisa e extensão: o espírito
científico deve permear as práticas pedagógicas exercidas nos cursos de graduação e pósgraduação, de modo a tornar evidente para os alunos, a importância do saber fazer ciência
durante a formação profissional;
b) promover a interação com a comunidade: os grupos de estudos já existentes e os que serão
implementados na FACIMED contemplarão as potencialidades acadêmicas existentes,
devidamente articuladas com as demandas locais e regionais;
c) implantar o fundo de apoio à pesquisa: as atividades científicas serão consolidadas na
medida em que sejam disponibilizados os recursos financeiros necessários, garantidos pela
criação de um fundo de apoio específico.
d) Adequar os periódicos institucionais ao processo Qualis. A socialização do conhecimento
por meio de periódicos produzidos nos últimos anos pela Instituição exige um procedimento
avaliativo, em nível nacional, além de ser um estímulo de divulgação dos resultados
investigativos realizados por docentes e discentes vinculados ou não a FACIMED.
A FACIMED possui 3 linhas de pesquisas definidas e subsidiadas com iniciativa própria, ao
qual , através destas, todos os cursos existentes na IES (Licenciatura, Bacharelado e Tecnólogo):
1. Linha de Pesquisa: SAÚDE COLETIVA
2. Linha de Pesquisa:EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL
3. Linha de Pesquisa:SER HUMANO NO AMBIENTE REGIONAL
O curso de enfermagem estará vinculado à linha de pesquisa: SAÚDE COLETIVA
Programas desta linha:
Programas de Saúde;
Setores de aplicação: Cuidado À Saúde das Populações Humanas
Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde
Objetivo: Desenvolver investigações ligadas as ações programáticas em saúde, tais como: saúde da
família, saúde do idoso, saúde da criança, saúde mental, saúde do trabalhador, saúde ambiental,
saúde do adulto, saúde do adolescente, saúde bucal, saúde do físico; - Instrumentalizar intervenções
em ações programáticas em saúde que possam melhorar a atenção em saúde, sobretudo na atenção
primária.
Epidemiologia
Setores de aplicação: cuidados a saúde das populações humanas, planejamento, promoção, verificação,
acompanhamento e gestão em saúde
Objetivo: Considerando-se o processo de transformações demográficas, sobretudo quanto ao
envelhecimento, e as modificações em seu padrão de saúde decorrentes de exposições ambientais,
hábitos e comportamentos vinculados ao fenômeno de urbanização crescente, esta linha de pesquisa
pretende estudar os efeitos vivenciados pela população brasileira na esfera das doenças regionais, nas
atividades médicas, físicas, biológicas, farmacológicas e sociais.
40
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Saúde e Sociedade
Setores de aplicação:cuidado À Saúde das Populações Humanas, avaliação e promoção da atividade
física, Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde
Objetivo:Realizar estudos direcionados a compreensão da sociedade contemporânea, buscando
compreender o processo saúde doença dentro dos crivos filosófico, antropológico, social, político e
econômico - Promover pesquisas sobre os meios de comunicação social em saúde, subdisiando as
práticas de educação em saúde, bem como as ações de divulgação de situações de risco
ambiental e saúde .Realizar estudos voltados a práticas integrativas a saúde.
Vigilância da saúde
Setores de aplicação: Cuidado À Saúde das Populações Humanas
Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde
Objetivo:Desenvolver pesquisas que instrumentalizem e compreendam as ações de Vigilância
Epidemiológica, farmacoepidemiologia, Vigilância Sanitária, Vigilância Alimentar, Vigilância Nutricional
e Vigilância em Saúde Ambiental na atenção a saúde.
Cultura e humanização do cuidado
Setores de aplicação: cuidados á saúde das populações especiais, planejamento, políticas.
Objetivo: desenvolver pesquisas direcionadas a pessoas que necessitam de cuidados especiais,
acamados, UTI, portadores de deficiência, presidiários, HIV positivos.
Saúde corpo e mente
Setores de aplicação: cuidados com a saúde do corpo fenótipo, estética corporal, planejamento de
promoção da saúde primária, secundária e terciária.
Objetivo: desenvolver pesquisas voltadas para a saúde do corpo, promoção da saúde, práticas
esportivas, atividades físicas, reabilitações. Desenvolver pesquisas voltadas ás áreas da psicologia e
afins.
1.6.3 - Políticas de Extensão
A Extensão é entendida como prática acadêmica que interliga a Faculdade nas suas atividades
de ensino e de pesquisa, com as demandas da maioria da população, possibilita a formação do
profissional cidadão e se credencia, cada vez mais, junto à sociedade como espaço privilegiado de
produção do conhecimento significativa para a superação das desigualdades sociais existentes.
Tem-se hoje como princípio que, para a formação do profissional Cidadão é imprescindível sua
efetiva interação com a sociedade, seja para se situar historicamente, para se identificar culturalmente ou
para referenciar sua formação com os problemas que um dia terá de enfrentar. Assim, torna-se
importante consolidar a prática da extensão, possibilitando a constante busca do equilíbrio entre as
demandas socialmente exigidas e as inovações que surgem do trabalho acadêmico.
Linhas de Extensão
A denominação Linha de Extensão passou, a partir de 1o. de janeiro de 2006 – FORPROEX, a
substituir a denominação Linha Programática; tem especial importância para a nucleação das ações de
extensão, ou seja, a construção dos programas. As linhas estão especificadas no PDI da FACIMED.
As Linhas de Extensão especificam e detalham os temas para a nucleação das ações de
extensão.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
As descrições de linha de extensão discriminam as formas de operacionalização que, em geral,
abrangem: assessoria, consultoria, realização de eventos, apoio, desenvolvimento de processos,
formação/qualificação de pessoal, preservação, recuperação, difusão, divulgação, desenvolvimento de
metodologia de intervenção, intervenção/atendimento, atenção, prevenção, desenvolvimento de
sistemas, promoção/incentivo, articulação, adaptação, produção, cooperação, entre outras.
Do ponto de vista operacional, a atuação em uma área temática se fará por linhas de extensão, as
quais poderão incluir um ou mais programas. Para cada área programática deverão ser articulados
programas, projetos e atividades, para um trabalho articulado, objetivando a interdisciplinaridade, a
integração ensino-pesquisa-extensão e a inserção social.
Áreas Temáticas das Atividades de Extensão
As áreas temáticas, embora sem uma terminologia definitiva, mas já permitindo uma
sistematização do trabalho de extensão em nível regional e nacional, são as relacionadas a seguir:
1- Comunicação
2- Cultura
3- Direitos Humanos e Justiça
5- Educação
6- Meio Ambiente
7- Saúde
8- Tecnologia e Produção
9- Trabalho
PROJETOS DE EXTENSÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM
SEMANA DE ENFERMAGEM DA FACIMED
Todos os anos no mês de maio em comemoração ao dia do enfermeiro o curso de Graduação
em Enfermagem promove a semana de enfermagem com o objetivo de transmitir conhecimentos
científicos atuais com uma visão globalizada e perspectiva de melhoria na formação acadêmica e
profissional, manter o intercâmbio entre IES, bem como os profissionais da área de Enfermagem do
Estado de RO e de profissionais de saúde e promover momentos de integração e conhecimentos com
abrangência multidisciplinar sobre questões acadêmica em geral. O curso conta com a participação
especialmente de acadêmicos de enfermagem de Cacoal e de outros municípios de Rondônia,
estudantes de cursos técnicos em enfermagem, profissionais e/ou trabalhadores na da área de
enfermagem.
VIVA BEM CAMINHONEIRO
Iniciado em 2008, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do 5º e 7º período sob
supervisão de docentes, cujo objetivo é o atendimento de promoção, proteção e reabilitação na saúde do
caminhoneiro e intervir com orientação sobre os agravos mais comum a saúde do caminhoneiro. São
atendidos trabalhadores denominados genericamente por caminhoneiros de estradas. O atendimento é
realizado no período noturno, visto que nesse horário encontra-se uma maior concentração de
caminhoneiros nos postos de gasolina.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
AMIGAS DO PEITO
Iniciado em 2009, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do 4º, 6º e 7º período
sob supervisão das docentes enfermeiras do curso cujo objetivo é a detecção precoce de alterações
mamárias em acadêmicas e funcionárias da FACIMED.
As mulheres serão examinadas no Laboratório de Habilidades, com agendamento prévio.
IMUNIZAÇÃO
Iniciado em 2010, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do 5º período sob
supervisão das docentes enfermeiras do curso cujo objetivo é realizar a vacinação de acadêmicos de
graduação da Facimed e funcionários da IES.
TRATAMENTO DE FERIDAS E CURATIVOS
Iniciado no segundo semestre de 2012, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do
4º ao 8º período, sob supervisão de uma docente enfermeira do curso, cujo objetivo é estimular nos
acadêmicos o desenvolvimento de competências e habilidades para a realização de curativos e
tratamento de feridas.
ENFERMAGEM CIDADANIA
Iniciado no segundo semestre de 2012, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do
1º ao 8º períodos, cujo objetivo é promover a educação em saúde junto a estudantes de escolas públicas
e privadas, preparando o acadêmico de enfermagem para as práticas educativas.
ENCONTRO DE GESTANTES
Iniciado no segundo semestre de 2012, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do
7º período, com gestantes cadastradas nas UBS onde são realizados os estágios supervisionados, cujo
objetivo e orientar sobre a importância do pré-natal e seu significado e os cuidados da gestante durante a
gravidez, enfatizando os sinais e sintomas do trabalho de parto e cuidados com o recém-nascido.
ENCONTRO DE HIPERTENSOS
Iniciado no segundo semestre de 2012, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do
7º período, com Diabéticos e Hipertensos cadastradas no HIPERDIA, cujo objetivo e orientar a
importância da adesão ao tratamento, enfatizando os benefícios da atividade física os hábitos saudáveis
de vida, alimentação como parte do tratamento e como ensinar o paciente e sua família prever, detectar
e tratar as emergências como os pés diabéticos.
FACIMED FOLIA
Iniciado em 2012, os acadêmicos de enfermagem do 1º ao 8º período realizam atividades
educativas na tentativa de promover a conscientização quanto a importancia da prevenção as
DSTs/AIDS/ Hepatites Virais no período carnavalesco na população em geral. As atividades são
coordenadas pela docente da disciplinas de Doenças Transmissíveis e são realizadas em parceria com
Secretaria Municipal de Saúde por meio da Coordenação de DSTs/Aids e SAE – Serviço de Atendimento
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Especializado, articulado com outros serviços da rede do SUS: Núcleo de Educação, Coordenação
Municipal das Unidades Básicas de Saúde/ PACS e PSF. As atividades realizadas são distribuição de
preservativos e pit-stop dentro e fora da IES.
REANIMAÇÃO CARDIO PULMONAR CEREBRAL (RCPC) NAS ESCOLAS - TREINANDO
ADOLESCENTES PARA SALVAR VIDAS
Iniciado no segundo semestre de 2012, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem
DO 5° E 6º períodos, sob supervisão docente. O projeto visa o treinamento de adolescentes, da rede
estadual de ensino, em RCPC a fim de se obter à vítimas de Parada Cardiorrespiratória (PCR) um
Suporte Básico de Vida precoce, propiciando um aumento do índice de sobrevida e a minimização de
seqüelas.
PROJETOS DE EXTENSÃO DA INSTITUIÇÃO EM QUE O CURSO DE ENFERMAGEM PARTICIPA:
PROJETO AÇÃO MULHER
Realizado todo dia 08 de março de cada ano, teve inicio em 2006.
A FACIMED neste dia abre as portas para a população e toda a comunidade acadêmica
composta por Coordenadores de curso, professores, técnicos, direção geral, todos unidos em
parcerias com instituições locais para prestar atendimento gratuito às mulheres da comunidade
cacoalense. Os serviços oferecidos neste dia pelo curso de enfermagem são: palestras, coleta de exame
preventivo de colo uterino, consulta de Enfermagem e exame clínico da Mama.
PROJETO DIA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL FACIMED
Este projeto visa promover a criação de espaços para o exercício da responsabilidade
social através da ação coletiva de alunos de diferentes áreas de formação, professores da FACIMED,
assim como, profissionais e empresários da comunidade do município de Cacoal.
Desenvolveu-se ações de prestação de serviços nas áreas de educação física, fisioterapia,
enfermagem, ciências biológicas e farmácia e bioquímica , além de conscientizar os acadêmicos da
FACIMED futuros profissionais em relação a seu papel enquanto cidadãos, desenvolvimento de
ações que priorizem ética, cidadania e solidariedade.
Ações desenvolvidas pelo curso de Enfermagem: coleta de exame preventivo de colo uterino,
exame clínico das mamas, verificação da pressão arterial.
PROJETO FELI(Z) IDADE
Pensando na terceira idade como uma idade talentosa, pela experiência acumulada e
sabedoria, a FACIMED, por meio da Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão
executa desde 2005 o “PROGRAMA
FELI(Z)IDADE”,
Trata-se de um programa de atividades voltado a pessoas com mais de 60 anos,
com o objetivo de possibilitar ao idoso aprofundar “conhecimentos em alguma área de seu interesse e
ao mesmo tempo trocar informações e experiências com os jovens”. Além disso, a FACIMED pensa
proporcionar lazer e melhor qualidade de vida aos participantes do projeto. O curso de enfermagem
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
participa do projeto realizando palestras e verificando a pressão arterial em dias específicos para esta
atividade.
PROJETO FACIMED FORMA CIDADÃOS
Este projeto teve inicio em novembro de 2006 e tem como proposta a realização de um fórum
mensal, onde deverão participar cidadãos dos diferentes segmentos da sociedade civil e política
para que juntos possam debater temas que permeiam o cotidiano dos brasileiros e em especial
dos moradores de Cacoal.
Os temas selecionados para serem discutidos foram: saúde, educação, transporte,
planejamento, política, lazer, comunicação, e outros que venham a contribuir com o bem estar da
população.
1.6.4 – Programas Institucionais de Financiamento de Estudos
A FACIMED, considerando o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, (Lei
9.394/96, artigo 70, inciso VI), mantém um programa de bolsas de estudo e incentivos administrativos
com investimento próprio e governamental, divididos em subprogramas: com investimento
institucional e governamental.
Subprogramas com investimento institucional
I - Iniciação Científica
A iniciação científica é um subprograma que objetiva introduzir o aluno no mundo na pesquisa científica,
como estratégia pedagógica para o ensino de qualidade centrado no processo ativo de construção
de conhecimento.
O Programa de Iniciação Científica da FACIMED – PROBIC / BIC, está sob os auspícios da
Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, que cuida de todo o processo de seleção e
de acompanhamento dos bolsistas. A ele podem candidatar-se alunos da FACIMED.
II – Monitoria Voluntária
Trata-se de um programa que tem como princípio criar um ambiente propício ao exercício da
monitoria, oferecendo condições que favoreçam o desenvolvimento pessoal e acadêmico dos alunos,
por meio da colaboração nas atividades de ensino articuladas com os de pesquisa.
As horas computadas para as monitorias voluntárias serão somadas as horas de atividades
complementares de cada curso.
III - Incentivo Pontualidade
Trata-se do subprograma que tem como princípio valorizar a pontualidade de pagamento das
mensalidades pelos discentes, com redução no valor da mesma em 5% a 15% para os pagamentos
feitos até o dia 3 de cada mês, 3% a 9% para os pagamentos realizados entre o dia 4 e o dia 8 de cada
mês sendo que após essa data o valor será o valor normal de cada curso.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
IV- Incentivo Família
Trata-se do subprograma que tem como princípio auxiliar famílias que possuam mais de um
dependente estudando na FACIMED. A partir do segundo dependente, em mantendo a
pontualidade, a mensalidade sofre redução de mais 10% (dez por cento).
V - Incentivo Funcionário e/ou Dependente
Trata-se do Subprograma que tem como princípio beneficiar funcionário da FACIMED e/ou dependente,
através de descontos para estudo.
VI - Incentivo Convênio
Trata-se do subprograma que tem como princípio conceder desconto na mensalidade escolar de
aluno oriundo de empresas conveniadas por meio da FACIMED.
A cooperação prevê redução da mensalidade para os alunos oriundos das empresas conveniadas, por
parte da FACIMED e pagamento das mensalidades acordadas por parte das empresas conveniadas.
VII - Financiamento Institucional - FACICRED
Além das bolsas e incentivos supracitados, a FACIMED viabiliza um sistema de financiamento.
Baseado em programas governamentais, o aluno carente poderá, na ocasião da rematrícula requerer
junto à Mantenedora, financiamento institucional, justificando os motivos da solicitação, que serão
analisados por uma comissão específica. A comissão de análise/deferimento constituída por um
docente, o coordenador do curso que o aluno pertença, dirigente da Mantida e da Mantenedora. O
financiamento, de até 50% do valor da mensalidade, será concedido pelo nível de carência apresentado,
após análise e parecer do SAPP, respeitando-se os critérios e número de financiamentos que serão
definidos em regulamento próprio.
Subprograma com investimento governamental
A FACIMED providenciou o seu cadastro no Programa de Financiamento ao Estudante do
Ensino Superior - FIES, permitindo que os seus alunos possam ser beneficiados com o financiamento
concedido. O Programa de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior é um programa do Ministério
da Educação destinado a financiar a graduação no ensino superior de estudantes que não têm
condições de arcar integralmente com os custos de sua formação.
A FACIMED também providenciou a sua adesão ao Programa Universidade para Todos PROUNI, viabilizando mais um mecanismo de inserção e manutenção de alunos de baixa renda sem
diploma de nível superior. O Programa Universidade para Todos foi criado pela MP nº 213/2004 e
institucionalizado pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005. O Programa tem como finalidade a
concessão de bolsas de estudos integrais ou parciais aos estudantes de baixa renda, em cursos de
graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior,
oferecendo, em contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas que aderirem ao programa.
1.7 - Concepção do Curso
O Curso de Graduação em Enfermagem foi concebido com base na Resolução CNE/CES nº
3/2001, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Enfermagem.
Considera, também, as recomendações da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn), elaboradas a
partir das discussões ocorridas nos últimos Seminários Nacionais de Diretrizes para a Educação em
Enfermagem (SENADEn); as determinações da Lei do Exercício Profissional (Lei nº 7.498/1986, Decreto
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
nº 94.406/87) e o Código de Ética (Resolução COFEn nº 311/2007) do Conselho Federal de
Enfermagem (COFEn).
O propósito principal do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED é oferecer
formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado para o exercício de
Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos. Capaz de
conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil
epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões bio-psicosociais dos seus determinantes. Capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e
compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano.
Na formação do enfermeiro busca-se atender as necessidades sociais da saúde, com ênfase no
Sistema Único de Saúde (SUS) e assegurar a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do
atendimento. Nesse sentido, pretende-se qualificar enfermeiros frente aos princípios, diretrizes e práticas
do Sistema Único de Saúde, por meio da compreensão das relações de trabalho em saúde e sociedade,
visando o aprimoramento da dinâmica de gestão, a qualificação dos processos de cuidar, e a proposição
de projetos de intervenção a partir do reconhecimento de diferentes demandas, sustentados por
evidências científicas.
O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED pauta-se nos
seguintes princípios:
• Confluência dos processos de desenvolvimento do pensamento, sentimento e ação;
• Formação baseada na captação e interpretação da realidade, proposição de ações e
intervenção na realidade;
• Sensibilidade às questões emergentes da assistência à saúde, do ensino e do entorno
social;
• Valorização e domínio de um saber baseado no conhecimento já construído e que
contemple o inédito;
• Reconhecimento de que o aprendizado se constitui como um processo dinâmico, apto a
acolher a motivação do sujeito e que contemple o desenvolvimento do próprio estilo
profissional;
• Articulação entre o ensino, a pesquisa e os projetos de extensão.
Para tanto, o Curso de Graduação em Enfermagem propõe uma ruptura com as concepções
tradicionais do ensino e, fundamentalmente, com as formas acadêmicas desvinculadas da prática real da
profissão do enfermeiro.
A filosofia que sustenta o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem está
assentada no desenvolvimento de mecanismos efetivos de interdisciplinaridade e flexibilização curricular
que permitam o desenvolvimento da progressiva autonomia intelectual do aluno, condição necessária
para que o egresso possa vir a superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e
de produção do conhecimento.
As linhas de trabalho estão centradas na valorização do processo de ensino e aprendizagem
fundamentado nos princípios da pedagogia interativa, de natureza democrática e pluralista, com um eixo
metodológico firmemente estabelecido e que prioriza metodologias ativas que estimulam a autonomia
intelectual e que buscam a efetiva participação do aluno nesse processo.
1.8 - Objetivos do Curso
O objetivo geral do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED é oferecer uma
formação generalista, humanista, crítica e reflexiva ao futuro enfermeiro, para que este possa como
profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, conhecer e intervir nos problemas/situações de
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
saúde-doença, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus determinantes; além de atuar, com
senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do
ser humano.
Almeja-se promover no aluno a capacidade de desenvolvimento intelectual e profissional
autônomo e permanente; assim como a formação de um Enfermeiro educado para a cidadania e para
participação plena na sociedade.
O Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED tem como objetivos específicos:
• Assegurar a articulação entre o ensino, pesquisa e extensão/assistência, garantindo um ensino
crítico, reflexivo e criativo, que leve a construção do perfil almejado, estimulando a realização de
experimentos e/ou de projetos de pesquisa; socializando o conhecimento produzido, levando em
conta a evolução epistemológica dos modelos explicativos do processo saúde-doença;
• Desenvolver as atividades curriculares, na busca da interdisciplinaridade, tendo como base de
construção do perfil almejado e a integração entre ensino, pesquisa, extensão/assistência;
• Ministrar os conteúdos essenciais previstos na estrutura curricular por meio das atividades teóricas,
práticas, complementares, elaboração de trabalho de conclusão de curso e estágio curricular
supervisionado, de forma integrada e criativa, considerando a realidade sócio-político-cultural
nacional e local;
• Desenvolver as competências e habilidades gerais e específicas necessárias ao exercício
profissional do enfermeiro articuladas aos contextos sócio-político-cultural nacional e local;
• Implementar metodologias no processo ensinar-aprender que estimulem o aluno a refletir sobre a
realidade social e aprenda a aprender;
• Utilizar estratégias pedagógicas que articulem o saber; o saber fazer e o saber conviver, visando
desenvolver o aprender a aprender, o aprender a ser, o aprender a fazer, o aprender a viver juntos e
o aprender a conhecer que constitui atributos indispensáveis à formação do enfermeiro;
• Promover a articulação das atividades teóricas e práticas desde o início do processo de formação do
enfermeiro, permeando-a de forma integrada e interdisciplinar;
• Favorecer o desenvolvimento de atividades de Enfermagem, de modo integral, nos diferentes níveis
de atenção à saúde do indivíduo, família e dos grupos sociais, assegurando o cuidar com qualidade;
• Estimular dinâmicas de trabalho em grupos, por favorecerem a discussão coletiva e as relações
interpessoais;
• Fomentar a valorização das dimensões éticas e humanísticas da profissão, desenvolvendo no aluno
atitudes e valores orientados para a cidadania e para a solidariedade;
• Fortalecer o reconhecimento do futuro profissional como agente transformador do processo de
trabalho, procurando contribuir no aperfeiçoamento das dinâmicas institucionais, observando os
princípios éticos e humanísticos;
• Promover a inserção da comunidade acadêmica nas ações de saúde promovidas pelo Sistema de
Saúde de Rondônia.
É importante ressaltar que cresce, ano a ano, o número de alunos que concluem o Ensino Médio
na região, o que faz aumentar a pressão da demanda pelos Cursos Superiores oferecidos na região.
Assim, o Curso de Enfermagem em Cacoal torna-se representativo para formar profissionais da área da
saúde não só do próprio município como de todos os municípios vizinhos.
1.9 - Perfil do Formando, Competências e Habilidades
1.9.1 Perfil do Egresso
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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O egresso do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED pode ser apresentado com
um profissional dotado de formação generalista, humanista, crítica e reflexiva; qualificado para o
exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos;
capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil
epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões bio-psicosociais dos seus determinantes; e capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e
compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano.
O egresso do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED será um profissional
adaptável e com suficiente autonomia intelectual e profissional, capacitado para continuar a buscar
conhecimentos após a graduação e comprometido com as transformações sociais em qualquer nível de
desenvolvimento dos programas de saúde, atendo aos princípios da universalidade, integralidade,
equidade, solidariedade e hierarquização que norteiam o sistema de saúde vigente no país. Dessa
forma, a formação proporcionada privilegiará um egresso capaz de reconhecer a natureza humana nas
diversas expressões e fases evolutivas; de reconhecer as estruturas e as formas de organização social;
de compreender as políticas sociais, em particular as políticas de saúde e sua interface com as práticas
de Enfermagem; de intervir em Enfermagem, segundo as especificidades dos sujeitos e dos perfis
epidemiológicos do coletivo, em conformidade com os princípios éticos e legais da profissão; e buscar e
utilizar novos conhecimentos para o desenvolvimento da prática profissional.
1.9.2 Competências e Habilidades Gerais
A formação do enfermeiro, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de
Graduação em Enfermagem, tem por objetivos dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o
exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
•
•
•
•
Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a
desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível
individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma
integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar
criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os
profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos
princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se
encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível
individual como coletivo;
Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na
capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de
trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os
mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas
mais adequadas, baseadas em evidências científicas;
Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade
das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em
geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura; o
domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação;
Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a
assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade. A liderança
envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação
e gerenciamento de forma efetiva e eficaz;
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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•
•
Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o
gerenciamento e administração tanto da força de trabalho quanto dos recursos físicos e materiais e
de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores,
empregadores ou lideranças na equipe de saúde;
Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na
sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os profissionais de saúde devem aprender a
aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das
futuras gerações de profissionais, mas proporcionando condições para que haja benefício mútuo
entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo
a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação por meio de redes nacionais e
internacionais.
1.9.3 – Competências e Habilidades Específicas
O Enfermeiro que se pretende formar deve desenvolver as seguintes competências e
habilidades específicas:
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•
atuar profissionalmente, compreendendo a natureza humana em suas dimensões, em
suas expressões e fases evolutivas;
incorporar a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação profissional;
estabelecer novas relações com o contexto social, reconhecendo a estrutura e as
formas de organização social, suas transformações e expressões;
desenvolver formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício profissional;
compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os
perfis epidemiológicos das populações;
reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir
a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações
e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em
todos os níveis de complexidade do sistema;
atuar nos programas de assistência integral à saúde da criança, do adolescente, da
mulher, do adulto e do idoso;
ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicar-se, de tomar
decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe e de enfrentar
situações em constante mudança;
reconhecer as relações de trabalho e sua influência na saúde;
atuar como sujeito no processo de formação de recursos humanos;
responder às especificidades regionais de saúde através de intervenções planejadas
estrategicamente, em níveis de promoção, prevenção e reabilitação à saúde, dando
atenção integral à saúde dos indivíduos, das famílias e das comunidades;
reconhecer-se como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem;
assumir o compromisso ético, humanístico e social com o trabalho multiprofissional em
saúde;
promover estilos de vida saudáveis, conciliando as necessidades tanto dos seus
clientes/pacientes quanto às de sua comunidade, atuando como agente de
transformação social;
usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e comunicação, quanto de
ponta para o cuidar de enfermagem;
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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atuar nos diferentes cenários da prática profissional, considerando os pressupostos dos
modelos clínico e epidemiológico;
identificar as necessidades individuais e coletivas de saúde da população, seus
condicionantes e determinantes;
intervir no processo de saúde-doença, responsabilizando-se pela qualidade da
assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à saúde, com
ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação à saúde, na perspectiva da
integralidade da assistência;
prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes necessidades
apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos da comunidade;
compatibilizar as características profissionais dos agentes da equipe de enfermagem às
diferentes demandas dos usuários;
integrar as ações de enfermagem às ações multiprofissionais;
gerenciar o processo de trabalho em enfermagem com princípios de Ética e de Bioética,
com resolutividade tanto em nível individual como coletivo em todos os âmbitos de
atuação profissional;
planejar, implementar e participar dos programas de formação e qualificação contínua
dos trabalhadores de enfermagem e de saúde;
planejar e implementar programas de educação e promoção à saúde, considerando a
especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos processos de vida, saúde,
trabalho e adoecimento;
desenvolver, participar e aplicar pesquisas e/ou outras formas de produção de
conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional;
interferir na dinâmica de trabalho institucional, reconhecendo-se como agente desse
processo;
utilizar os instrumentos que garantam a qualidade do cuidado de enfermagem e da
assistência à saúde;
participar da composição das estruturas consultivas e deliberativas do sistema de saúde;
assessorar órgãos, empresas e instituições em projetos de saúde;
cuidar da própria saúde física e mental e buscar seu bem-estar como cidadão e como
enfermeiro; e
reconhecer o papel social do enfermeiro para atuar em atividades de política e
planejamento em saúde.
1.9.4 – Mercado de Trabalho
O campo de atuação profissional da Enfermagem encontra-se estabelecido da Lei nº 7.498, de
25 de junho de 1986. De acordo com o artigo 11 da Lei nº 7.498/86, o Enfermeiro exerce todas as
atividades de Enfermagem, cabendo-lhe:
• Privativamente: a) Direção do órgão de Enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de
saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e de unidade de Enfermagem; b) Organização e
direção dos serviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas
prestadoras desses serviços; c) Planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos
serviços de assistência de Enfermagem; d) Consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre
matéria de Enfermagem; e) Consulta de Enfermagem; f) Prescrição da assistência de Enfermagem;
g) Cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida; h) Cuidados de
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Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e
capacidade de tomar decisões imediatas;
• Como integrante da equipe de saúde: a) Participação no planejamento, execução e avaliação da
programação de saúde; b) Participação na elaboração, execução e avaliação dos planos
assistenciais de saúde; c) Prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde
pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde; d) Participação em projetos de construção ou
reforma de unidades de internação; e) Prevenção e controle sistemática de infecção hospitalar e de
doenças transmissíveis em geral; f) Prevenção e controle sistemático de danos que possam ser
causados à clientela durante a assistência de Enfermagem; g) Assistência de Enfermagem à
gestante, parturiente e puérpera; h) Acompanhamento da evolução e do trabalho de parto; i)
Execução do parto sem distocia; j) Educação visando à melhoria de saúde da população;
O mercado de trabalho para o egresso do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED
tem como característica principal a ampla área de inserção profissional, ante as múltiplas possibilidades
de seu campo de atuação.
A participação dos Enfermeiros em todos os níveis de atenção à saúde é fundamental para o
incremento de ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, essenciais para o
desenvolvimento social e humano da comunidade na qual está inserido.
1.10 Organização Curricular
1.10.1 Conteúdos Curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem
Os conteúdos curriculares do curso de Enfermagem da FACIMED estão plenamente adequados
às diretrizes curriculares nacionais, contemplando as seguintes áreas do conhecimento: Ciências
Biológicas e da Saúde, Ciências Humanas e Sociais e Ciências da Enfermagem.
Os conteúdos de cada área estão relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão,
da família e da comunidade, integrados à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a
integralidade das ações do cuidar em Enfermagem.
A proposta de organização curricular do curso de Enfermagem da FACIMED pressupõe a
elaboração de um currículo sustentado por matrizes teórico-filosóficas correspondentes a uma
perspectiva crítica da Enfermagem e fundamentalmente capaz de romper a dicotomia teoria/prática,
adotando um modelo didático centralizado no aluno.
Para tanto, busca-se o entendimento do currículo não como simples agregação e listagem de
disciplinas, mas como um conjunto articulado de atividades que possibilitem a transmissão do
conhecimento através de variados procedimentos metodológicos, pedagógicos e acadêmicos,
adequados a seus conteúdos. A inter-relação do ensino teórico e prático será alcançada através da total
e permanente integração do conteúdo programático, quando aspectos teóricos serão fornecidos,
subsidiando a abordagem prática, quer seja laboratorial, ambulatorial ou coletiva, de forma concomitante
e contínua, na quase totalidade das disciplinas que compõem a estrutura curricular.
Assim, o curso concebido apresenta uma matriz curricular que atende as “Diretrizes Curriculares
do Curso de Graduação em Enfermagem”,Resolução CNE/CES no. 03/2001.
A distribuição dos conteúdos curriculares permitirá ao futuro profissional incorporar a seu
patrimônio técnico-científico conhecimentos e habilidades que lhe credencie ao exercício da
Enfermagem, no âmbito da saúde pública e privada, como um profissional de formação generalista,
estando sua prática clínica inserida no modelo de Promoção de Saúde e que valorize sua dimensão
humana e seu compromisso social, como um participante efetivo no desenvolvimento nacional.
Nesse contexto, o ensino e as diretrizes curriculares do curso de Enfermagem da FACIMED
considerarão as competências requeridas ao profissional generalista, havendo, entretanto, para sua
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formação complementar, possibilidades de flexibilização curricular, adaptando-as às necessidades sócioeconômicas regionais e da própria sociedade, caracterizando o projeto institucional da faculdade e o
projeto pedagógico deste curso, possibilitando ao futuro profissional competitividade num mercado de
trabalho cada vez mais exigente, integrado e globalizado.
O projeto curricular, ao contemplar a flexibilidade, garante assim, seu ajuste às mudanças
ocorridas no mercado de trabalho da Enfermagem. A variedade na oferta dos tipos de atividades para
integralização curricular é considerada, de maneira a levar o aluno a desenvolver sua capacidade de
lidar com problemas e buscar soluções.
Na estrutura curricular do Curso de Enfermagem da FACIMED, é contemplada a formação
humanística do graduando, onde o relacionamento interpessoal adequado na comunidade acadêmica,
que envolve necessariamente, o usuário, paciente, o colega, o professor e o funcionário são de valor
fundamental. A visão social ou humanística e ética é trabalhada não apenas nas disciplinas de cunho
social, mas estará inserida na filosofia da articulação curricular, quando todo o corpo docente estará
engajado nessa perspectiva, considerando aspectos bio-psico-sociais, filosóficos, políticos, econômicos
e culturais.
1.10.2 - Coerência dos conteúdos curriculares com o perfil desejado do egresso
A estrutura curricular foi elaborada com disciplinas que integram o curso, como parte essencial
do Projeto Pedagógico. Esta estrutura expressa a sugestão institucional de currículo e integra a proposta
semestral de cumprimento de disciplinas, para a integralização do curso pelo aluno, no tempo definido
neste Projeto Pedagógico.
A otimização do corpo docente traz uma prática interdisciplinar ao curso, mais vivenciada, e não
somente teorizada. A organização da estrutura das disciplinas que serão oferecidas busca
interrelacionar, contrastar, complementar e ampliar conhecimentos.
O Curso de Enfermagem na FACIMED apresenta estrutura curricular e conteúdos programáticos
definidos, que serão estudados interdisciplinar e multidisciplinarmente para atender o perfil do
profissional egresso.
1.10.3 - Coerência dos conteúdos curriculares face às Diretrizes Curriculares Nacionais
A estrutura curricular do curso de Enfermagem da FACIMED, preservando a sua articulação,
busca mecanismos capazes de lhe permitir um grau de flexibilidade, possibilitando ao aluno
“desenvolver/trabalhar vocações, interesses e potenciais específicos”, criando-se condições de tempo
para pesquisas bibliográficas e auto-aprendizagem, através de adequado planejamento das cargas
horárias semestrais, respeitado o limite máximo de horas/aula semanais, seguindo orientação das
Diretrizes Curriculares do Curso de Enfermagem. Ainda, em consonância com este propósito, busca-se
oportunizar a flexibilização através da implementação curricular das Atividades Complementares de
interesse individual e coletivo.
Segundo o que institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em
Enfermagem em seu Art. 6º os conteúdos essenciais para o Curso de Graduação em Enfermagem
devem estar relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade,
integrado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar
em enfermagem.
Os conteúdos devem contemplar:
I - Ciências Biológicas e da Saúde – incluem-se os conteúdos (teóricos e práticos) de base
moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos tecidos, órgãos,
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sistemas e aparelhos, aplicados às situações decorrentes do processo saúde-doença no
desenvolvimento da prática assistencial de Enfermagem;
II - Ciências Humanas e Sociais – incluem-se os conteúdos referentes às diversas dimensões da relação
indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos determinantes sociais, culturais,
comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo
saúde-doença;
III - Ciências da Enfermagem - neste tópico de estudo, incluem-se:
a) Fundamentos de Enfermagem: os conteúdos técnicos, metodológicos e os meios e instrumentos
inerentes ao trabalho do Enfermeiro e da Enfermagem em nível individual e coletivo;
b) Assistência de Enfermagem: os conteúdos (teóricos e práticos) que compõem a assistência de
Enfermagem em nível individual e coletivo prestada à criança, ao adolescente, ao adulto, à mulher e ao
idoso, considerando os determinantes sócio-culturais, econômicos e ecológicos do processo saúdedoença, bem como os princípios éticos, legais e humanísticos inerentes ao cuidado de Enfermagem;
c) Administração de Enfermagem: os conteúdos ( teóricos e práticos) da administração do processo de
trabalho de enfermagem e da assistência de enfermagem; e
d) Ensino de Enfermagem: os conteúdos pertinentes à capacitação pedagógica do enfermeiro,
independente da Licenciatura em Enfermagem.
Dimensionamento e Relação dos conteúdos por campo de ciências:
Ciências Biológicas e da Saúde:
Nomenclatura da Disciplina
Anatomia Humana
Fisiologia Humana
Bioquímica
Biologia Celular
Farmacologia
Farmacologia Aplicada
Histologia Humana
Embriologia Humana
Imunologia
Parasitologia e Microbiologia
Processos Patológicos Gerais
Nutrição aplicada à enfermagem
Genética
Biofísica
Ciências Humanas e Sociais:
Nomenclatura da Disciplina
Ciências Sociais
Epidemiologia
Bioestatística
Metodologia Científica
Psicologia Aplicada
Saúde Ambiental
Português
Carga Horária
120
100
80
80
80
40
60
40
60
100
80
60
40
40
Carga Horária
80
60
60
40
60
40
60
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Informática aplicada
Matemática Aplicada
Enfermagem e Políticas de Saúde Públicas e
Indígena
40
40
80
Ciências da Enfermagem
Fundamentos da Enfermagem:
Nomenclatura da Disciplina
História e Teorias de Enfermagem
Fundamentos da Enfermagem
Ética, Bioética e Legislação
Carga Horária
60
80
60
Assistência de Enfermagem:
Nomenclatura da Disciplina
Carga Horária
Primeiros Socorros
60
Semiologia da enfermagem
120
Semiotécnica da Enfermagem
120
Sistematização
da
Assistência
de
40
Enfermagem
Enfermagem em Pediatria
180
Enfermagem em Clinica Médica
160
Enfermagem Cirúrgica
180
Enfermagem em
Emergência e Terapia
120
Intensiva
Enfermagem em Doenças Transmissíveis
80
Enfermagem em Saúde Coletiva
160
Enfermagem em Saúde Mental
60
Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia
180
Estágio Supervisionado I
540
Estágio Supervisionado II
540
Administração de Enfermagem:
Nomenclatura da Disciplina
Gerenciamento
e
Administração
Enfermagem
Ensino de Enfermagem:
Nomenclatura da Disciplina
Didática
Carga Horária
em
140
Carga Horária
40
Disciplinas Optativas:
Nomenclatura da Disciplina
Carga Horária
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LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
Toxicologia
Oncologia
Interpretação de Exames Laboratoriais na Enfermagem
60
60
60
60
Entende-se por disciplina optativa aquela criada com o objetivo de complementar, aprofundar ou
atualizar conhecimentos ministrados no curso. As disciplinas optativas serão oferecidas a partir do 7º
período e contemplararão duas disciplinas na área das ciências humanas, sendo uma específica para
LIBRAS e uma disciplina na área das ciências da enfermagem/assistência de enfermagem. O acadêmico
deverá realizar no mínimo duas optativas oferecidas na matriz curricular.
Assim, a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS - constitui componente curricular optativo, em
atendimento ao disposto no §2º do artigo 3º do Decreto nº 5.626/2005.
O Trabalho de Conclusão de Curso, a ser realizado nos 8º e 10º semestres, consiste em uma
pesquisa, relatada sob a forma de artigo, desenvolvida pelo aluno, sob orientação docente. É uma
atividade de síntese e integração de conhecimento.
Além dos componentes curriculares, está prevista para o Curso de Graduação em Enfermagem
a realização de Atividades Complementares. As Atividades Complementares poderão ser desenvolvidas
em qualquer semestre ou período letivo, inclusive no período de férias escolares, dentro ou fora do turno
regular das aulas, sem prejuízo, no entanto, de qualquer das atividades de ensino do Curso de
Graduação em Enfermagem, que são prioritárias. O aluno deverá desenvolver durante o ciclo acadêmico
uma programação que totalize a carga horária mínima de 120 horas/aula a ser cumprida.
O Coordenador de Curso desempenhará um papel integrador e organizador na implantação da
estrutura curricular, planejada conjuntamente com o corpo docente, buscando favorecer a correlação dos
conteúdos. No dimensionamento da carga horária de cada componente curricular buscou-se a
adequação ao desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos.
Para a implementação e a execução da estrutura curricular, o Coordenador de Curso trabalhará
com o núcleo docente estruturante e com o corpo docente do curso, organizando reuniões semanais,
antes do início de cada semestre, com o objetivo de discutir os conteúdos a serem abordados em cada
componente curricular, e no semestre, os que serão trabalhados, metodologia de ensino, cronograma
com base na articulação dos conteúdos, e metodologia de avaliação. Ao final das reuniões, os
professores entregarão os Planos de Ensino contendo: ementa, carga horária, objetivos, conteúdo,
cronograma, metodologia, avaliação e referências bibliográficas.
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1.10.4 Matriz Curricular
MATRIZ CURRICULAR – 2012 NOTURNO
1º Período
COMPONENTES CURRICULARES
Anatomia Humana
Biologia Celular
História e Teorias de Enfermagem
Português
Metodologia Cientifica
Matemática Aplicada
Total
Carga Horária Semestral
Teórica
Prática
60
60
40
40
60
0
60
0
40
0
40
0
300
100
Total
120
80
60
60
40
40
400
Carga Horária Semestral
Teórica
Prática
40
40
60
40
40
0
80
0
20
20
40
20
20
20
300
140
Total
80
100
40
80
40
60
40
440
Carga Horária Semestral
Teórica
Prática
60
0
40
20
40
20
60
40
20
40
20
20
80
0
320
140
Total
60
60
60
100
60
40
80
460
2º Período
COMPONENTES CURRICULARES
Bioquímica
Fisiologia Humana
Embriologia Humana
Ciências Sociais
Biofísica
Primeiros Socorros
Informática Aplicada
Total
3º Período
COMPONENTES CURRICULARES
Epidemiologia
Biostatística
Imunologia
Parasitologia e Microbiologia
Histologia Humana
Genética
Enfermagem e Políticas Públicas de Saúde e Indígena
Total
57
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4º Período
COMPONENTES CURRICULARES
Farmacologia
Saúde Ambiental
Processos Patológicos Gerais
Psicologia Aplicada
Fundamentos da Enfermagem
Didática
Nutrição Aplicada à Enfermagem
Total
Carga Horária Semestral
Teórica
Prática
60
20
40
0
60
20
60
0
60
20
40
0
60
0
380
60
Total
80
40
80
60
80
40
60
440
Carga Horária Semestral
Teórica
Prática
60
0
20
20
60
60
60
60
200
140
Total
60
40
120
120
340
Carga Horária Semestral
Teórica
Prática
80
0
40
0
80
60
60
0
260
60
Total
80
40
140
60
320
5º Período
COMPONENTES CURRICULARES
Ética, Bioética e Legislação
Farmacologia Aplicada
Semiologia da Enfermagem
Semiotécnica da Enfermagem
Total
6º Período
COMPONENTES CURRICULARES
Enfermagem em Doenças Transmissíveis
Sistematização da Assistência de Enfermagem
Gerenciamento e Administração em Enfermagem
Enfermagem em Saúde Mental
Total
7º Período
COMPONENTES CURRICULARES
Enfermagem em Clinica Médica
Enfermagem em Saúde Coletiva
Enfermagem Cirúrgica
Total
Carga Horária Semestral
Teórica
Prática
80
80
60 D
80
20 N
40 D
100
40 N
260
240
Total
160
160
180
500
58
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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8º Período
COMPONENTES CURRICULARES
Trabalho de Conclusão de Curso I
Enfermagem Pediátrica
Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia
Enfermagem em Emergência e Terapia Intensiva
Total
Carga Horária Semestral
Teórica
Prática
40
40
40 N
100
40 D
40 N
100
40 D
60
60 N
300
260
Total
80
180
180
120
560
9º Período
COMPONENTES CURRICULARES
Estágio Supervisionado I
Optativa I
Total
Carga Horária Semestral
Teórica
Prática
500 D
0
40 N
60
0
60
540
Total
540
60
600
10º Período
COMPONENTES CURRICULARES
Estágio Supervisionado II
Optativa II
Trabalho de Conclusão de Curso II
Total
Carga Horária Semestral
Teórica
Prática
500 N
0
40 D
60
0
20
60
80
600
Componentes Curriculares Optativos
DISCIPLINAS
1
LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais
2
Toxicologia
3
Oncologia
4
Interpretação de Exames Laboratoriais na Enfermagem
Componentes Curriculares Teórico-Práticos
Estágio Supervisionado
Atividades Complementares
Trabalho de Conclusão de Curso
Disciplina Optativa
Total Geral
2.280
0
0
60
120
2.460
Total
540
60
80
680
Carga Horária
60
60
60
60
1.100
1.080
120
100
0
2.400
3.380
1.080
120
160
120
4.860
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO – QUADRO RESUMO
COMPONENTES CURRICULARES
Componentes Curriculares Teórico-Práticos
Estágio Curricular Supervisionado
Atividades Complementares
Carga Horária Total do Curso
CARGA
HORÁRIA
EM
HORA/AULA
H/A
3.660
1.080
120
4.860
CARGA
HORÁRIA
EM
HORA
RELÓGIO
H/R
3.050
900
100
4.050
%
76%
22%
2%
100%
1.10.5 Ementas e Bibliografia
1º SEMESTRE
Disciplina: ANATOMIA HUMANA
Carga horária total: 120h
Teoria: 60h
Prática: 60h
1 EMENTA
Introdução ao estudo da Anatomia Humana com vistas a abordagem dos sistemas músculoesquelético, tegumentar, cardio-respiratório, genito-urinário, digestório, endócrino e sistema Nervoso.
2 OBJETIVO GERAL
Identificar e caracterizar os sistemas e os órgãos do corpo humano, interligando os conhecimentos na
área da enfermagem.
3 BIBLIOGRAFIA
Básica
DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana básica. 2.ed. Rio de Janeiro:
Ateneu, 2000.
SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana: cabeça, pescoço e extremidade superior. 22. ed. Rio
de Janeiro:Guanabara Koogan. V.1, 2006.
SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana: tronco, vísceras e extremidade inferior. 22. ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan. V.2, 2006.
Complementar
AGUR, Anne M. R; DALLEY, Arthur F; MOORE, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 6. ed. São
Paulo: Guanabara Koogan, 2010.
JACOB-FRANCINE-LASSOW. Anatomia e Fisiologia Humana. Rio de Janeiro: 5. Ed. Guanabara
Koogan, 1990.
NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegra: Artmed, 2004.
MOORE, Keith L.. Anatomia orientada para a clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
KAWAMOTO, Emilia Emi. Anatomia e fisiologia humana. Sao Paulo: EPU, 2003.
Disciplina: BIOLOGIA CELULAR
Carga horária total: 80
Teórica: 40
Prática: 40
1 EMENTA
Estudo da Biologia, Microscopia, Biologia Celular e Molecular. Diferenças entre células eucarióticas e
procarióticas. Estrutura e função de organelas celulares e das células vegetais, ácidos nucléicos e ciclo
60
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
celular.
2 OBJETIVO GERAL
Familiarizar os alunos aos conceitos relacionados à citologia, os componentes celulares, sua função e
estrutura, assim como as divisões celulares.
3 BIBLIOGRAFIA
Básica
ALBERTS, B. et al. Biologia Molecular da Célula. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004.
DE ROBERTIS, E.; DE ROBERTIS, E.M. Bases da biologia celular e molecular. 4.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan , 2006.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 8.ed., Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
Complementar
ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN. K.; JOHNSON. A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER,
P. Fundamentos da Biologia Celular. 2. ed. Porto Alegre: editora: Artmed, 2006.
JORDÃO. B.Q. (Org.) Práticas de Biologia Celular. Londrina: Ed. UEL,1998.
GRIFFITHS, ANTHONY, J. F. Introdução a genética. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
MAILLET. M. Biologia Celular. 8. ed. São Paulo SP: Santos, 2003.
ZAHA, A. Biologia Molecular Básica. 3 ed.Porto Alegre.2003.
DISCIPLINA: HISTÓRIA E TEORIAS DE ENFERMAGEM
Carga Horária Total: 60 h
1. EMENTA
Estudo da Enfermagem atual a partir de sua origem, evolução histórica, injunções sociais, econômicas e
políticas no Brasil e no mundo e apresentação dos instrumentos necessários à compreensão e
avaliação das teorias de Enfermagem que incluem a linguagem, a definição do pensamento teórico e
seu contexto histórico.
2. OBJETIVO GERAL
Contextualizar a Enfermagem nos domínios culturais, sociais, econômicos e políticos, através da análise
de fatos históricos ocorridos através dos tempos na assistência individual e coletiva da profissão.
3. BIBLIOGRAFIA
Básica
MCEWEN, Melanie; WILLS, Evelyn M. Bases Teóricas para Enfermagem. 2° Ed. Porto Alegre. Artmed,
2009.
PORTO, Fernando; AMORIM Welligton. História da Enfermagem. Brasileira. Lutas, Ritos e Emblemas.
Rio de Janeiro: Águia Dourada, 2007.
GEOVANINI, Telma et al. História da Enfermagem: versões e interpretações. 3º ed. Rio de Janeiro.
Revinter, 2010.
Complementar
GEORGE, J.B. Teorias de Enfermagem: os fundamentos para a prática profissional. 4 º ed. Porto Alegre,
Artmed, 2000.
MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem. 6ª
Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora,Vol 2, 2010. (série curso de enfermagem)
HORTA, Wanda Aguiar. Processo de Enfermagem. São Paulo: EPU, 1979.
LIMA, M. J. de. O que é Enfermagem. São Paulo: Brasiliense, 1994.
RIZZOTTO, Maria Lucia Frizon. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. 1°ed.
Goiânia: AB Editora. 1999.
61
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
DISCIPLINA: PORTUGUÊS
Carga Horária Total: 60
1. EMENTA:
Estuda os padrões estruturais básicos da língua culta e seu funcionamento. Correção gramatical.
Organização, leitura, análise e produção de textos: a macro e a micro estrutura textuais. Funções da
linguagem e sua aplicação na comunicação escrita e falada. Correção da linguagem. Estrutura e
produção de textos técnicos. Conceitos básicos de Português Instrumental.
2. OBJETIVO GERAL:
Analisar as estratégias de leitura como suporte de interação do locutor e interlocutor na produção do
texto, ler, produzir e interpretar textos com eficiência.
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática das Lingua Portuguesa. 46ª ed. São Paulo:
Companhia Editora Nacional. 2007.
MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental. 6ª Edição. São Paulo: Editora Atlas. 2007.
DILETA, Silveira Martins & ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português Instrumental. 25 ed. São Paulo,
2004.
Complementar
VIARIO, Mario Eduardo. Por trás das palavras. 1ª Reimpressão. São Paulo: Editora Globo. 2004.
NETO, José Ortiz. Redação prática e moderna. São Paulo: Editora Érica. 2001.
MARTINS, Dileta Silveira. Portugues instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. Sao
Paulo: Atlas, 2010.
AZEREDO, José Carlos de Azeredo. Escrevendo pela nova ortografia. 2 ed. Rio de Janeiro: Houaiss
Publifolha.
ANDRADE, Maria Margarida; HENRIQUES Antonio. Língua Portuguesa:noções básicas para cursos
superiores.7ª Edição. São Paulo: Editora Atlas S.A. 2004.
Sites:
http://www.gramaticaonline.com.br/;
http://www.gramaticaonline.com.br/duvida/duvida.asp;
http://www.bussolaescolar.com.br/
DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA
Carga horária Total: 40
1. EMENTA:
Enfatizar o caráter científico da produção acadêmica, documental ou verbal. Mostrar a necessidade e o
rigor da Pesquisa metódica e sistemática como dimensão básica e essencial na elaboração de
Trabalhos Científicos na área da Enfermagem. Enfocar as características essenciais das ciências e de
outras formas de conhecimento evidenciando o planejamento a leitura e a elaboração de trabalhos
acadêmicos.
2. OBJETIVO GERAL:
Despertar e cultivar o desejo de estudar. Desenvolver e disciplinar / sistematizar o gosto pela leitura,
compreensão e redação de textos objetivando a elaboração de trabalhos acadêmicos e compreender a
necessidade de estruturar previamente um percurso teórico metodológico subjacente a um trabalho de
investigação / intervenção sobre a realidade social.
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
HADDAD, Nagib. Metodologia de estudos em Ciências da Saúde: como planejar, analisar e apresentar
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
um trabalho científico. São Paulo: Roca, 2004.
FACIMED. Manual para Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC (Artigo e Monografia).
Núcleo de Pesquisa em Educação e Saúde da FACIMED – NUPEES. Faculdade de Ciências
Biomédicas de Cacoal/RO. FACIMED, 2011.
LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Metodologia do Trabalho Científico. 7ªed. São Paulo: Atlas, 2002.
Complementar
ANDRADE, M. M. de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Técnicas de Pesquisa. 5ª ed. São Paulo: Cortez e Moraes, 2002.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 22. ed. rev. e amp. São Paulo: Cortez e Moraes,
2002.
GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4ª Ed. ATLAS. São Paulo, 2002.
LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. 6ªed. São Paulo: Atlas,
2007.
DISCIPLIANA: MATEMATICA APLICADA
Carga Horária total: 40
Teórica: 40
02. EMENTA:
Estuda os cálculos e formulas para a administração de medicamentos, por meio da apropriação de
conhecimentos e habilidades que envolvam uma seqüência de ações a serem desenvolvidas.
03. OBJETIVO GERAL:
Fornecer conteúdo técnico e científico para que o aluno possa aplicar os conhecimentos de
farmacologia e terapêutica preparando medicamentos e soluções comumente usadas na prática da
enfermagem
3 . BIBLIOGRAFIA:
Básica
ANSEL, Howard C. PRINCE, Shelly J. Manual de Cálculos Artmed. Porto Alegre, 2005.
FAKIH, Flávio Trevisani. Manual de diluição e administração de medicamentos injetáveis. Editora
Reichamann & Affonso. Rio de Janeiro, 2000.
SKELLEY, Esther G. Medicação e Matemática na Enfermagem. 1ª Ed, São Paulo, EPU, 1977. 8ª
reimpressão, 2004.
Complementar
BOYER, Mary Jo. Cálculo de dosagem e preparação de medicamentos. 7ª Edição. Editora Guanabara
Koogan. Rio de Janeiro, 2010.
DANTE, Roberto Luiz. Matemática: Contexto e aplicações. Volume Único. 3ª Edição. Editora Ática. São
Paulo, 2010.
__________________Administração de medicamentos / revisão técnica, Reichmann & Affonso
Editores, Rio de Janeiro: 2002.
DESTRUTI, Ana Beatriz C. B. ARONE, Evanisa Mª. PHILIPPI, Mª Lúcia dos Santos. Cálculos e
Conceitos em Farmacologia. 8ª ed. Editora Senac São Paulo. 2004.
MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem.
6ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, Vol 2, 2010. (série curso de enfermagem)
2º SEMESTRE
DISCIPLINA: BIOQUÍMICA
C/H Total: 80
1. EMENTA:
Teoria: 40
Prática: 40
63
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Estudo do metabolismo humano e suas inter-relações, processos químicos e celulares, analisando a
caracterização dos elementos da bioquímica dos tecidos nervosos, musculares e endócrinos.
2. OBJETIVO GERAL:
Reconhecer as diferentes classes de biomoléculas, identificar suas estruturas e funções biológicas,
compreendendo as principais reações que envolvem as biomoléculas e suas principais vias
metabólicas.
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
LEHNINGER, Albert Lester. Princípios de bioquímica. 3ª ed. São Paulo: Savier, 2006.
MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo. Bioquímica básica. 3ª ed. Rio de Janeiro, 2007.
SACKHEIM, George I. LEHMAN. Dennis D. Química e bioquímica para ciências
biomédicas .8ª ed. Barueri: Manole, 2001.
Complementar
CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3ª ed. Editora Saunders College Pub, Rio de Janeiro,2000.
CHAMPE, Pámela. C; HARVERY, Richard A. Bioquímica ilustrada. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed,2006.
BERG, Jeremy M.. Bioquimica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
RIEGEL, Romeo Ernesto. Bioquimica. Sao Leopoldo: Unisinos, 2001.
PRATT, Charlotte W.. Bioquimica essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
Disciplina: FISIOLOGIA HUMANA
Carga horária total: 100 Teórica: 60
Prática: 40
1 Ementa:
Compreender a função orgânica do ser humano, utilizando-se da mesma para interpretar alterações e
complicações durante as disfunções, combinando-as com as patologias de cada sistema orgânico
funcional.
2 Objetivo Geral:
Compreender a importância dos mecanismos funcionais orgânicos, desenvolvendo o raciocínio e a
análise crítica e científica do funcionamento do corpo humano como um todo. Visualizar a
interdependência funcional dos vários sistemas o corpo humano, detendo o conhecimento dos
mecanismos básicos funcionais essenciais para o exercício da profissional.
3 Bibliografia:
Básica
GUYTON, A.C. Tratado de fisiologia médica. 11º. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
KAWAMOTO, Emilia Emi. Anatomia e Fisiologia Humana. 2º ed. São Paulo. EPU. 2003.
JACOB-FRANCINE-LASSOW. Anatomia e Fisiologia Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
1990.
Complementar
BERNE & LEVI. Fisiologia. 4º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.
OLIVEIRA, Norival Santolin de. Anatomia e fisiologia humana. Goiania: AB, 2002.
TORTORA, Gerard J.. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. Porto Alegre: Artmed,
2000.
FARINATTI, Paulo de Tarso V.. Fisiologia e avaliaçao funcional. Rio de Janeiro: Sprint, 2000.
ROMERO, Sonia Maria Brazil. Fundamentos de neurofisiologia comparada: da recepçao a integraçao.
Ribeirao Preto, SP: Holos, 2000.
HALL, John E.. Tratado de fisiologia medica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
64
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Disciplina: EMBRIOLOGIA HUMANA
Carga horária total: 40
Teórica: 40
1 Ementa
Embriologia humana e sua importância acadêmica e clínica. Processos de reprodução humana:
gametogênese, ciclos reprodutivos e fecundação. Caracterização dos períodos do desenvolvimento
intra-uterino. Organização morfofuncional da placenta e da bolsa amniótica. Morfogênese da face e dos
membros. Organogênese dos sistemas derivados do ectoderma, mesoderma e endoderma. Estudos de
erros e distúrbios do desenvolvimento humano.
2 Objetivo Geral
Caracterizar os processos de formação dos gametas e de fecundação e descrever os principais
acontecimentos dos períodos do desenvolvimento humano.
3 Bibliografia
Básica
SADLER, T. W. Langman Embriologia Humana. 9ed. RJ Guanabara Koogan 2005.
GARCIA, S. M. L e FERNANDES CG. Embriologia 2ª Ed. Porto Alegre Artmed. 2001.
MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Básica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000.
Complementar
MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Clínica. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000.
YOUNG, Barbara.; HEATH, John W. Histologia Funcional. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan,
2001.
WOLPERT L. Princípios de Biologia do Desenvolvimento. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa,; CARNEIRO, José,. Histologia básica : texto e atlas.11. ed Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
WOLPERT, Lewis. Principios de biologia do desenvolvimento. Porto Alegre: Artmed, 2000.
DISCIPLINA: CIÊNCIAS SOCIAIS
Carga Horária Total : 80
1. EMENTA:
Análise das ciências sociais como campo de conhecimento; problemas básicos de organização social,
política, econômica e cultural dentro da perspectiva das ciências sociais. Conhecimento e crença na
organização e sistematização do universo. Tipos de conhecimento, sistemas de valores, estrutras
sociais e padrões de comportamento: religião e ciência, mitologia e arte. Caracterização das ciências
sociais. Ciências sociais e ciências humanas. Metodologia das ciências sociais. Conceitos básicos: lei e
norma; cultura e civilização; sociedade e comunidade; grupo, estrutura e instituição. Teorias das
ciências sociais e desafios contemporâneos. Busca de compreensão das relações sociais como
processos de permanente construção de pessoas, grupos, instituições, estruturas, natureza e de
redefinição da própria sociedade e sociabilidade. Introdução aos conceitos sociológicos, econômicos,
políticos e culturais fundamentais, contemplando e analisando as diferentes abordagens teóricas.
Investigação sobre a formação da sociedade brasileira e exame das questões que constituem a
estrutura predominante na atualidade. Desenvolvimento de uma reflexão crítica que contemple as
articulações e as determinações entre a estrutura social e a saúde oferecendo subsídios teóricos e
práticos aos profissionais de enfermagem no que se refere ao pensar, investigar e agir em sociedade.
2. OBJETIVO GERAL:
Capacitar o aluno para entender o homem em seu contexto social.
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3. ed. São Paulo:
65
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Moderna, 2005.
JAPIASSU, Hilton. Introdução às ciências humanas. 3. ed. São Paulo: Letras & Letras, 2002.
LAPLATINE,
F.
Aprender
Antropologia.
São
Paulo:
Brasiliense,
2000.
MARCONI, Marina de Andrade ; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia: uma introdução. 6. ed.
São
Paulo:
Atlas,
2007.
MELLO,
L.
G.
Antropologia
Cultural.
8.
Ed.
Petrópolis:
Vozes,
2001.
OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução à Sociologia. São Paulo: Ática, 2000.
Complementar
NUNES, Everardo Duarte. Sobre a sociologia da saude. Sao Paulo: Hucitec, 2007.
ARENDT, Hannah. A condição humana. 10. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000.
ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
BERGER, Peter L. A construção social da realidade: tratado de Sociologia do conhecimento. 19. ed.
Petrópolis: Vozes, 2000.
DIAS, Reinaldo. Fundamentos da Sociologia geral. 2. ed. Campinas: Alínea, 2006.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 18º ed.Rio de Janeiro: Zahar, 2005.
OLIVEIRA, Roberto Cardoso. Sobre o pensamento antropológico. 3º ed.Rio de Janeiro: Tempo
Brasileiro, 2003.
Disciplina: BIOFÍSICA
Carga Horária total: 40
Teórica: 20
Prática: 20
1 Ementa
Estudo dos fenômenos biológicos baseados em conceitos físicos, tanto com relação à instrumentação,
quanto à forma de abordá-los.
2 Objetivos
Orientar o aluno a aplicar, na prática da vida pessoal, profissional e na pesquisa, conceitos
fundamentais, técnicas e equipamentos relacionados com esta linha de trabalho, visando a aplicação
de conceitos e leis de física para melhor compreensão e entendimento da fisiologia dos sistemas do
Corpo Humano.
3 Bibliografia
Básica
DURAN, José Enrique Rodas. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Prentice-Hall, 2003.
HENEINE,
I.
F.
Biofísica
Básica.
1.
ed.,
São
Paulo:
Atheneu,
2003.
BISCUOLA, G. J.; MAIALI, A. C.; Física – volume único: mecânica, termologia, ondulatória, óptica e
eletricidade. 3ed. – São Paulo: Saraiva, 2002.
Complementar
GARCIA,
E.
A.
C.
Biofísica.
São
Paulo:
Sarvier,
2002.
GUYTON, A.C., HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2006..
HALLIDAY, David. Fundamentos de fisica: gravitaçao, ondas e termodinamica. Rio de Janeiro: LTC,
2009.
NARDY, M. C.; STELLA, M. B.; OLIVEIRA, C. Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica. Rio de
Janeiro. Guanabara Koogan, 2009.
COMPRI, Mariane. Praticas de laboratorio de bioquimica e biofisica: uma visao integrada. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
DISCIPLINA: PRIMEIROS SOCORROS
C/H TOTAL: 60
CH TEÓRICA: 40
1. EMENTA:
CH PRÁTICA: 20
66
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Princípios gerais de Primeiros Socorros. Medidas de prevenção de acidentes. Noções básicas referente
ao atendimento inicial a vítima em situação de urgência e emergência.
2. OBJETIVO GERAL:
Proporcionar ao aluno conhecimentos científicos e práticos abordando o pré- hospitalar e atendimento
de vítimas de acidentes e agravos à saúde que necessitam de cuidados emergenciais em diferentes
faixas etárias.
3 . BIBLIOGRAFIA:
Básica
KAWAMOTO, Emília Emi. ACIDENTES como Socorrer e Prevenir.São Paulo:E.P.U.,2002
CABRAL, Antonio Carlos Vieira; AGUIA, Regina Amélia Lopes Pessoa; VITRAL, Zilma Nogueira Reis, et
al.
Manual
de
Assistência
ao
parto.
Rio
de
Janeiro.
Atheneu.
2002.
CHAPLEAU, Wil. Manual de Emergências: um guia para primeiros socorros. Elsevier, Rio de Janeiro,
2008.
Complementar
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. Enfermagem: Cuidando em Emergência. São Paulo. Yendis.2006.
CARVALHO, G. M. Enfermagem em Ginecologia. 1. ed. rev. São Paulo-SP: ed. EPU, 2004.
HIGA, Elisa M. S., ATALLAH, Álvaro N. e colaboradores. Guia de Medicina de Emergência. 2ª Ed.
Editora
Unifesp-EPM.
Baureri,
SP:
Monole,
2008.
LOMBA, Marcos, LOMBA, André. Objetivo Saúde - Emergência e Atendimento Pré-hospitalar. 2ª Ed.
Olinda
PE:Grupo
Universo,2005.
LOMBA, Marcos. Emergencias e atendimentos pre-hospitalares: instrumentaçao cirurgica. Olinda, PE:
Os autores, 2006.
SENAC. D.N. Primeiros Socoore: como agir em situações de emergência. 2 ed. Rio de JAICERO: Senac
Nacional, 2007.
DISCIPLINA: INFORMÁTICA APLICADA
Carga horária total: 40h
Teoria: 20h
Prática: 20h
1. EMENTA
Tecnologia de Informação; Sistemas de Informação em Saúde; Bancos de Dados; A Informação em
Saúde; Sistemas distribuídos e a Internet; A Rede Mundial Internet; Serviços da Internet - Browsers e
Mails; Sites de Interesse para área da Saúde; Mecanismos e Técnicas de Busca Avançada na Internet.
Planilhas Eletrônicas
2. OBJETIVO GERAL
Familiarizar o aluno com as novas tendências tecnológicas do mercado de trabalho e conhecer
Sistemas de Informações utilizados na área de saúde.
3. BIBLIOGRAFIA
Básica
VELLOSO, F.C. Informática: Conceitos Básicos. 7ª Ed. Editora Elsevier,Rio de Janeiro, 2004.
MANZANO, J. A. N. G. & MANZANO, A. L. N. G. Estudo Dirigido de Microsoft Office Power Point XP. 7ª
Edição. São Paulo Editora Érica. 2009.
TAKA, C.E.M. & MANZANO, A.L.N. G. Estudo Dirigido de Microsoft Office Word 2003 Avançado. São
Paulo. Editora Érica. 2004.
VINCENT, B. Internet. Guia para Profissionais de Saúde. 2ª Ed. RJ. Atheneu, 2004.
HANNAH K.J., BALL. J., EDWARDS M. J. A. Introdução à Informática em Enfermagem -3.ed. 2009.
Complementar
MANZANO, J. A. N. G. & MANZANO, A. L. N. G. Estudo Dirigido de Microsoft Office Excel 2003
Avançado. 3ª Edição. Editora Érica. 2007.
SILVA, M. G. Excel XP, Access XP e Power Point XP. 11ª Edição. São Paulo. Érica 2008.
67
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
MATTAR, J. Metodologia Científica na Era da Informática. 3ª Ed. São Paulo. Saraiva. 2008.
SCHAFF, A. Sociedade Informática:As conseqüências sociais da segunda revolução industrial. São
Paulo: Brasiliense. 2007.
MOTTA, V. T. & MOTTA, L. R. Informações Biomédicas na Internet. 2ª Ed. Editora Médica Missau .Porto
Alegre, 2002.
Sites
http://www.sbis.org.br – Sociedade Brasileira de Informática em Saúde
http://www.virtual.epm.br
http://intramed.uol.com.br
http://www.informacao.med.br – Site relacionado à Padrões de Saúde
http://www.informaticamedica.org.br – Revista Informática Médica
http://www.lika.ufpe.br – Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami
http://ram.uol.com.br – Saúde Total
http://www.telesaude.org.br – Telesaúde
http://www.saudeonline.com/sline.htm – Saúde on-line
http://www.vhd.org.br – Projeto Ser Humano Visível
http://www.hospvirt.org.br – Hospital Virtual Brasileiro
http://www.bireme.br – Biblioteca Regional de Medicina - BIREME - Organização Pan-americana da
Saúde e LILACS - Base de Dados da Literatura Latino-Americana
http://archive.nlm.nih.gov/proj/docview/project.htm - DocView.
3º SEMESTRE
DISCIPLINA: EPIDEMIOLOGIA
Carga Horária Total: 60
Teoria: 60
1. EMENTA
Introdução à epidemiologia (seu contexto histórico e a importância da mesma no sistema de saúde),
com estabelecimento da relação da Epidemiologia descritiva e o processo epidemiológico, abordando
estudo geral de método epidemiológico: estudos descritivos e estudos analíticos. Desenvolvendo
estudos quanto o papel de praticas de vigilância epidemiológica e os sistemas de informação em
saúde.
2. OBJETIVO GERAL
Capacitar o aluno a conhecer a distribuição das doenças e suas causas em populações humanas,
detectando os fatores de risco que o meio ambiente oferece. Conhecer os principais índices e
coeficientes estatísticos utilizados em Saúde Pública.
3. BIBLIOGRAFIA
Básica
JEKEL, James. Epidemiologia, Bioestatísitca e Medicina Preventiva. 2º ed. Porto Alegre, 2005.
MEDRONHO, R. (org.). Epidemiologia. 2ª. Ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2009.
ROUQUAYROL, M. Z.; FILHO, N. A. Epidemiologia & Saúde. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan
S.A., 2003.
Complementar
FIGUEIREDO,NÉBIA M. ALMEIDA DE.Ensinando a Cuidar em Saúde Pública.- São Caetano do Sul,
SP: Yendis Editora, 2005.
MEDRONHO, R. (org.). Epidemiologia: Caderno de exercícios. 2ª. Ed. São Paulo: Editora
Atheneu,2009.
BRASIL. Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde.Guia de Vigilância Epidemiológica.
Brasília.2002.
68
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
FLETCHER, Roberto H; FLETCHER, Suzanne W. Epidemiologia Clínica: elementos essenciais. 4º ed.
Porto Alegre. ARTMED,2006.
ROCHA, Aristides Almeida. Saúde Pública Bases Conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008.
DISCIPLINA: BIOESTATÍSTICA
Carga Horária Total: 60
01. EMENTA:
Teoria: 40
Prática: 20
Introdução a Bioestatística e sua natureza. Comparação de dados em tabelas e construção gráfica.
Estabelecimentos de relações entre medidas de tendência central, medidas separatrizes e medidas de
dispersão. Comparação e interpretação entre dispersão relativa e dispersão absoluta. Estudo de
probabilidade. Análise entre distribuição binominal e normal e aplicação de testes de hipóteses
02. OBJETIVO GERAL:
Reconhecer a importância do estudo de Bioestatística para o exercício profissional. Desenvolver
habilidades para analise e aplicações de métodos quantitativos e qualitativos interpretando tabelas e
gráficos. Analisar e interpretar as medidas de tendência central e de dispersão, adequando os
resultados dos estudos a área de saúde.
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
CALLEGARI, Sidia M. Bioestatística – Princípios e Aplicações. Ed. Artmed, Porto Alegre, 2008.
JEKEL, James F. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. 2ª ed, Porto Alegre, Artmed –
2005.
MOORE, David S. e MCCABE, George P. Introdução à Prática da Estatística. 3ª ed. Rio de Janeiro,
LTC, 2002.
Complementar
MOORE, David S.. A estatistica basica e sua pratica. Sao Paulo: LTC, 2011.
CRESPO, Antonio Arnot. Estatistica facil. Sao Paulo: Saraiva, 2009.
FARIAS, Alfredo Alves de. Introduçao a estatistica. Sao Paulo: LTC, 2003.
COSTA, Sergio Francisco. Introduçao ilustrada a estatistica. Sao Paulo: Harbra, 2005.
MAGNUSSON, Willian E. Estatística [sem] Matemática – Londrina - editora Planta – 2005.
Sites
- http:mathematikos.psico.ufrgs.br
- www.somatematica.com.br
- www.exatas.hpg.ig.com.br
DISCIPLINA: IMUNOLOGIA
Carga Horária Total: 60
Teoria: 40
Prática: 20
01. EMENTA:
Estudo da característica estrutural do sistema imunológico (órgãos), as células da resposta imunológica,
a estrutura dos antígenos e função das moléculas de imunoglobulinas, o funcionamento do sistema de
complemento e os tipos de hipersensibilidades.
02. OBJETIVO GERAL:
Desenvolver no aluno de enfermagem a compreensão dos mecanismos pelos quais o organismo
responde às agressões, fazendo com que conheçam os processos de resposta imunológica.
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
ABBAS, A; LINCHTMAN, A. H; PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular. 6 ed. Rio de Janeiro:
69
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Elsevier, 2008.
ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia . 6. ed. São Paulo: Manole, 2003.
DIAS DA SILVA, W.; MOTA, I. Bier Imunologia Básica e Aplicada. 5.ed. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan, 2003.
Complementar
STITES, Daniel P.. Imunologia medica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
JANEWAY, Charles A. Imunobiologia: o sistema imune na saúde e na doença. Porto Alegre: Artes
Médicas, 5 ed. 2002.
VERONSI, R; FOCCACIA, R. Tratato de Infectologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2009.
ANTUNES, LUCUR. Imunologia Geral. 1 ed. Rio de Janeiro: Atheneu,1999.
PARSLOW, T. G. et AL. Imunologia Médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
DISCIPLINA: PARASITOLOGIA E MICROBIOLOGIA
C/H Total: 100
Teoria: 60
Prática: 40
1. EMENTA:
Compreensão da natureza biológica dos microrganismos e parasitos de importância para a área da
saúde, bem como as patologias correlacionadas, no sentido de proporcionar assistência qualificada na
promoção, prevenção e manutenção da saúde.
2. OBJETIVO GERAL:
Reconhecer os microrganismos, bactérias, vírus, fungos e os principais grupos de parasitos de forma
científica como agentes de importância à saúde e ao meio ambiente, contribuindo para formação
acadêmica e melhoria na qualidade de vida da sociedade.L
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
NEVES, David. Pereira. Parasitologia humana. 11. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2005.
CIMERMAN, Benjamin Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais. São Paulo: Atheneu, 2005.
TRABULSI, L. R. e Cols. Microbiologia. 5ª ed. São Paulo. Atheneu.2008
Complementar
REY, Luís, Bases da Parasitologia Médica, Ed. Guanabara Koogan 2ª ed Rio de Janeiro, 2002
MURRAY, Microbiologia Médica.Ed. Guanabara –Koogan 4ª ed. Rio de Janeiro-RJ, 2009.
MORAES, Ruy Gomes de. Parasitologia e micologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia Fundamento e Perspectivas / trad. Eiler Fritsch Toros. Ed.
Guanabara Koogan, Rio de Janeiro – RJ, 2002.
JEWETZ, E. e Cols. Microbiologia Médica. 2002. Ed. Guanabara –Koogan. 22ª ed. Rio de
Janeiro.
Disciplina: HISTOLOGIA HUMANA
Carga horária total: 60
Teórica: 20
Prática 40
1 Ementa
Métodos e técnicas de estudo. Tecido epitelial de revestimento e glandular. Tecidos conjuntivos
propriamente dito, cartilaginoso e ósseo. Tecidos nervosos e muscular. Sangue e hemocitopoese.
Sistemas circulatório, respiratório, urinário e reprodutor. Pele e seus anexos. Glândulas endócrinas e
exócrinas. Órgãos dos sentidos.
2 Objetivo Geral
Conhecer os tecidos para estabelecer relações entre a sua origem e a evolução filogenética.
Compreender técnicas de confecção de lâminas temporárias e permanentes.
3 Bibliografia
70
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Básica
JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO,J. Histologia básica. 11ª ed., Rio de Janeiro:Guanabara
Koogan,2008.
DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de Histologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
GEORGE, Luiz Ludovico; ALVES, Carlos Elvas Rodrigues; CASTRO, Rodrigo Roque Lesqueves de.
Histologia
comparada.
2.ed.
Sao
Paulo:
Roca,
1998.
Complementar
BERNE, R.M, LEVY M.N. Fisiologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2000.
ZHANG,Xin. Atlas de histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
GARTNER, Leslie P.; HIATT, James L. Atlas colorido de histologia. Rio de janeiro: Guanabara koogan,
2002.
YOUNG, Barbara; HEATH, John W. Histologia funcional. 4ºed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2001.
PAPINI, Solange; FRANÇA, Maria Heloisa Sayago. Manual de citologia e histologia para o estudante
da área da saúde. São Paulo: Atheneu, 2003.
Disciplina: GENÉTICA
Carga horária total: 40
Teórica: 20
Prática:20
1 Ementa
Importância e objetivos da genética. Leis de Mendel e padrões de herança Mecanismos de
determinação do sexo. Bases moleculares da hereditariedade: natureza molecular do material genético:
conceito de gene; expressão gênica e regulação gênica. Mutação. Organização do material genético.
Citogenética e anomalias cromossômicas.
2 Objetivo Geral
Definir o material genético (sua estrutura, expressão e regulação), os mecanismos de herança genética
e determinação do sexo e sua organização no nível citogenético.
3 Bibliografia
Básica
GRIFFITHS, A.S. Introdução à Genética. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
ETIENNE, Jacqueline. Bioquimica genetica e biologia molecular. Sao Paulo: Santos, 2003.
THOMPSON, J.S. & THOMPSON, N.W. Genética Médica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008.
Complementar
BORGES-OSÓRIO, M.R; ROBINSON, W.M. Genética Humana. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
STRACHAN, J.; READ, A.P. Genética Molecular Humana. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
MOTTA, P.A. Genética Humana: aplicada a psicologia e toda a área biomédica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
PIEDEMONTE DE LIMA, C. Genética Humana. 3 ed. São Paulo: Harpra, 1996.
GALEHRTER, T.D; COLLINS, F.S. Fundamentos de Genética Médica. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 1992.
DISCIPLINA: ENFERMAGEM E POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE E INDÍGENA
Carga Horária Total: 80
Teoria: 80
01. EMENTA
O processo saúde-doença e a evolução histórica do setor saúde no Brasil. Processo de produção em
saúde no panorama de vida e saúde da população brasileira. Políticas de saúde no Brasil. O Sistema de
Saúde no Brasil. A Constituição Federal e o Sistema Único de Saúde (SUS). Concepção e bases legais
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Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
do Sistema Único de Saúde. Nova formulação política e organizacional para o reordenamento dos
serviços e ações de saúde. A política do Sistema Único de Saúde. Princípios e diretrizes do Sistema
Único de Saúde. Modelos de atenção à saúde e as práticas organizativas do Sistema Único de Saúde.
Princípios e diretrizes básicas dos Programas de Saúde da Família e dos povos indígenas no Brasil e da
Região sob uma perspectiva histórica, antropológica e epidemiológica enfatizando as mudanças sócioeconômicas, culturais e ambientais no processo saúde-doença.
02. OBJETIVO GERAL
Promover a capacitação e desenvolver o senso crítico do aluno quanto às políticas de saúde e dos
serviços de saúde no Brasil e compreender a realidade dos programas que atendem a família indígena
e não indígena, seus aspectos, ações humanizadas desenvolvidas em contextos sociais e culturais
específicos, através de uma visão antropológica humanizadora na realização do trabalho.
3. BIBLIOGRAFIA
Básica
TEIXEIRA, Carmen Fontes. Modelo de atençao a saude: promoçao, vigilancia e saude da familia.
Salvador, BA: EDUFBA, 2006.
FONTINELE, Klinger. Programa saude da familia PSF comentado. Goiania: AB, 2003.
BRASIL. Presidência da República. Lei orgânica da saúde: Lei n. 8.080, de 19 de Setembro de 1990.
Brasilia: Presidência da República, s.d.
Complementar
SOUZA, M.H.S.; SCILIAR, M.; PAMPLONA, M.A.; RIOS, M.A.T. Saúde Pública: História, Políticas e
Revoltas. São Paulo: Scipione, 2002.
BELUCI, Domingos Gabriel de Paula. Programa saude da familia II: manual para o dia dia das equipes
de saude da familia. Sao Paulo: Lawbook, 2010.
COHN, Amelia. Saude no Brasil: politicas e organizaçao de serviços. Vol.1, Sao Paulo: Cortez, 2003.
DOURADO, Luiz Fernandes. Políticas públicas e educação basica. São Paulo: Xama, 2001. BRASIL.
Ministerio da Saude. Mais saude: direito de todos 2008-2011. Brasilia: Ministerio da Saude, 2008.
BRASIL. Ministerio da Saude. Gestao financeira do Sistema Unico de Saude: manual basico. Brasilia:
Ministerio da Saude, 2002.
BRASIL,. Constituiçao da Republica Federativa do Brasil: texto constitucional promulgado em 5 de
outubro de 1988, com as alteraçoes adotadas pelas emendas constitucionais n. 1/92 a 62/2009, pelo
decreto legislativo n. 186/2008 e pelas emendas constitucionais de revisao n. 1 a 6/94. Brasilia: Senado
Federal, 2010.
BRASIL. Senado Federal. Estatuto do idoso: dispositivos constitucionais pertinentes lei n. 10.741, de 1.
de outubro de 2003 - normas correlatas - índice tematico. Brasilia: Senado Federal, 2003.
Site:
Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). Política Nacional de Atenção ä Saúde Indígena. Brasilia:
FUNASA, 2002. Disponivel no site: www.saude.gov.br/editora
4º PERIODO
DISCIPLINA: FARMACOLOGIA
Carga Horária Total TOTAL: 80
1. EMENTA:
Teoria: 60
Prática:20
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Estudo dos fármacos, suas interações biológicas tendo como focos principais: Bases de
Farmacoterapia, tais como mecanismo da farmacodinâmica e da farmacocinética, trabalhando a
definição de fitoterápicos, homeopáticos e alopáticos e os grupos de drogas que afetam os principais
sistemas orgânicos, as variações individuais, interações e efeitos nocivos das drogas, focando os
cuidados relacionados à enfermagem.
2. OBJETIVO GERAL:
Proporcionar ao aluno de enfermagem a compreensão da farmacologia aplicada à saúde e a utilização
racional dos medicamentos visando sua aplicação adequada e eficaz.
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
RANG, H.P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M. Farmacologia. 6ºed. Rio de Janeiro: Koogan, 2007.
KOROLKOVAS, Andrejus. Dicionário Terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro: Kooogan, 2006.
ASPERHEIM. Mary Kaye. Farmacologia para Enfermagem. 9ª edição. Editora Guanabara Koogan. Rio
de Janeiro, 2003.
Complementar
FONSECA, Almir Lourenço. Interações Medicamentosas. 3ºed. Rio de Janeiro: EPUB, 2000.
KATZUNG, Bertram G.. Farmacologia: basica e clinica. Porto Alegre: Mc Graw Hill; Artmed, 2010.
KOCH, Rosi Maria et al. Técnicas Básicas de Enfermagem. 20ªed. Curitiba: Florence, 2004.
REY, Luis. Dicionário de Termos Técnicos de Medicina e Saúde. Rio de Janeiro: Koogan,2003.
PENILDON, SILVA. Farmacologia. 8 ed.. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2010.
DISCIPLINA: SAÚDE AMBIENTAL
Carga Horária TOTAL: 40
01. EMENTA:
Conceito de saúde (individual, publica e comunitária); compreensão global das relações entre o
ambiente e o processo de saúde ambiente; ocorrências de doenças a agravos a saúde e os fatores de
riscos (físicos, químicos, biológicos e sociais); saneamento ambiental e causas de degradação ao meio
ambiente; o papel do enfermeiro nas ações de vigilância a saúde.
02. OBJETIVO GERAL:
Reconhecer os diversos fatores que interferem na saúde e importância do ambiente no processo
saúde/doença, fornecendo bases teóricas e praticas para o exercício de suas atividades profissionais.
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
ROCHA A.A.; CESAR C.L.G. Saúde pública. São Paulo SP: Atheneu, 2005.
FIGUEIREDO, N.M.A Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora
2005.
PEDRINI, Alexandre Gusmao. Educaçao ambiental: reflexoes e praticas contemporaneas. Petropolis:
Vozes, 2008.
Complementar
DIAS, Genebaldo Freire. Educaçao ambiental: principios e praticas. Sao Paulo: Gaia, 2004.
MEDINA, Nana Mininni. Educaçao ambiental: uma metodologia participativa de formaçao. Petropolis,
RJ: Vozes, 2008.
MANO, Eloisa Biasotto. Meio ambiente, poluição e reciclagem. São Paulo: Edgar Blucher, 2010.
BERNA, Vilmar. Como fazer educaçao ambiental: principios e praticas. Sao Paulo: Paulus, 2001.
MONTEIRO, C.A. (Org). Velhos e novos males da saúde no Brasil – A evolução do país e de
suasdoenças. 2 ed. São Paulo: Hucitec, 2000.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
DISCIPLINA: PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS
Carga Horária Total : 80
Teoria 60
Prática: 20
01. EMENTA:
Estudo dos processos fisiopatológicos básicos para o entendimento das diversas doenças que afetam
os sistemas orgânicos do indivíduo. Estudo dos padrões macro e microscópicos da lesão, mecanismos
de lesão celular e alterações decorrentes.
02. OBJETIVO GERAL:
Oferecer aos alunos do curso de Enfermagem as noções básicas, teóricas e práticas de Patologia
Geral, ou seja, as causas e os mecanismos gerais das doenças (fatores etiológicos e patogênicos),
dando ênfase aos aspectos morfológicos e clínicos das lesões teciduais relacionadas aos vários
processos patológicos (lesões celulares reversíveis e irreversíveis, processos inflamatórios, alterações
circulatórias e neoplasias).
03. BIBLIOGRAFIA:
Básica
BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo - Patologia Geral. 4ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.
ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; FAUSTO, N.; MITCHELL, R.N. Robbins Patologia Básica 8a ed. São Paulo:
Elsevier, 2008.
KUMAR, V., FAUSTO, N. Robbins e Cotran - Patologia - Bases Patológicas. 8ed. São Paulo: Elsevier,
2010.
Complementar
MONTENEGRO, M.R; FRANCO, M. Patologia: Processos Gerais. 4ed. São Paulo: Atheneu, 2003.
CANGUILHEM, George. O normal e o patológico. 6.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitaria, 2010.
ANTCZAK, S. E.; BERGER, N.; CONROY, W. T. et al. Fisiopatologia Básica. Rio de Janeiro :
Guanabara Koogan, 2005.
BRUM, A. K. R. Fisiopatologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
GOLDMAN, L.; AUSIELLO, D. Cecil . Tratado de Medicina Interna. 22ed. São Paulo: Elsevier, 2 vol.
2009.
DISCIPLINA: PSICOLOGIA APLICADA
Carga Horária Total : 60
Teoria 60
1. EMENTA:
Compreender o ser humano como um ser integral, sob uma perspectiva holística – biopsicosocial e
enfocar sua dinâmica psicológica e subjetiva, o desenvolvimento da personalidade, a relação intra e
interpessoal, bem como, a observação das alterações comportamentais frente à saúde e o adoecer.
2. OBJETIVO GERAL:
Propiciar ao discente o aprendizado para a observação dos fenômenos psíquicos e emocionais nas
dimensões intra e interpessoais, conhecimentos da psicologia, história, conceitos, métodos e principais
escolas permitindo uma atuação intersubjetiva diante da perspectiva de saúde frente ao processo de
adoecer e formas de conduta.
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
BARROS, Celia Silva Guimaraes. Pontos de psicologia do desenvolvimento. Sao Paulo: Atica, 2000.
FARAH, O. G. F; SÁ A. C. Psicologia aplicada à enfermagem. Série enfermagem. São Paulo: Manole.
2008.
KNOBEL, Elias. Psicologia e humanizaçao: assistencia aos pacientes graves. Sao Paulo: Atheneu,
2008.
Complementar
74
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
TOURETTE, Catherine. Introduçao a psicologia do desenvolvimento: do nascimento a adolescencia.
Petropolis: Vozes, 2009.
BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia geral. Petropolis: Vozes, 2005.
CAIXETA, Marcelo. Psicologia medica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
ANGERAMI, Valdemar Augusto. Tendencias em psicologia hospitalar. Sao Paulo: Cengage, 2009.
LIPP, M. E. N. O stress está dentro de você. São Paulo: Contexto. 2007.
DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM
Carga Horária Total: 80 Teoria: 60
Prática: 20
1. Ementa
Estudo dos instrumentos necessários ao desenvolvimento das competências e habilidades técnicas da
enfermagem, visando o atendimento humanístico das necessidades básicas do indivíduo família e
comunidade, reconhecimento da unidade de atendimento do cliente com vistas à sistematização da
assistência de enfermagem.
2.Objetivos
Aplicar as técnicas básicas de enfermagem para o atendimento das necessidades básicas do individuo.
3. Bibliografia
Básica
GALANTE, Fátima Ap. B. Alves; COSTA, Mª Teresinha Ferreira; ROSA, Solange Cristina Denzin.
Procedimentos Básicos em Enfermagem. 4ª Ed. Campinas: Ed. Komechi, 2010.
POSSO, Maria B. S. Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003
SWEARINGEN, Pamela L.; HOWARD, Cheri A. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem.
3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.
Complementar
POTTER, Patrícia A. PERRY, Anne G. Grande Tratado de Enfermagem Pratica. São Paulo. Editora
Santos, 3ª edição, 1998.
RAMOS JR., José. Semiotécnica da Observação Clínica: fisiopatologia dos sintomas e sinais. São
Paulo: Sarvier, 1998.
SCOPEL. V. M. P., RODRIGUES, R. Mª. Técnica e Prática de Enfermagem. Robe Editorial, São Paulo.
2001.
MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem.
6ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (série curso de enfermagem) Volume 2 .
KOCH, Rosi M.. Tecnicas básicas de enfermagem. Curitiba: Seculo XXI, 2004.
Disciplina: DIDÁTICA
Carga horária total: 40
Teórica: 40
1 Ementa
A prática da educação e a didática para a saúde. O educador-enfermeiro frente ao processo de
trabalho educativo. Correntes pedagógicas, didática e suas aplicações na saúde e na Enfermagem. O
planejamento como instrumento de ação educativa na saúde. A didática na perspectiva da promoção
da saúde. A proposição de ações educativas articulando ensino-serviço-comunidade.
2 Objetivo Geral
Desenvolver atividades, visando formar um profissional ético, crítico, criativo, competente e atualizado;
apto para exercer sua profissão com competência e responsabilidade social, seja no campo da
pesquisa, na docência ou em qualquer área de atuação que eleger relacionada à sua formação.
3 Bibliografia
Básica
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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WALL, M.L. Tecnologias Educativas. Subsídios para a assistência de enfermagem a grupos. Goiânia.
AB, 2001.
SCHIER, Jordelina. Tecnologia de Educação e Saúde: o grupo aqui e agora. Porto Alegre. Sulina,
2004.
ALMEIDA, Mario; FEVEFWERKER, Law; LIANOS, C.Manoel. A educação dos profissionais de saúde
na América Latina: teoria e prática de um movimento de mudança. São Paulo. Hucite, 1999.
Complementar
PILETTI, Claudino. Didática Geral. 23º ed. São Paulo. Ed. Atica, 2006.
GIL, Antonio Carlos. Didatica do ensino superior. São Paulo: Atlas, 2007.
BRASIL,BRASIL. Ministerio da Saude. Glossário temático: gestao do trabalho e da educaçao na
Saúde. Brasilia: Ministerio da Saude, 2008.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 36º ed. São
Paulo:Paz e terra, 2007.
ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.
DISCIPLINA: NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM
Carga Horária Total: 60
Teoria: 60
01. EMENTA
Introdução ao estudo da nutrição. Constituintes dos alimentos: sua identificação, fontes, funções,
quantidades recomendadas. Problemas de carência e de excesso. Escolha e avaliação da terapia
nutricional nas diversas fases do ciclo vital. Recomendações dietéticas em algumas doenças de maior
incidência. Cuidados de enfermagem na Nutrição Oral, Enteral e Parenteral.
02. OBJETIVO GERAL
Reconhecer os cuidados de enfermagem na Nutrição Clínica como um instrumento fundamental na
promoção, manutenção e recuperação de níveis satisfatórios de saúde.
3. BIBLIOGRAFIA
Básica
FARREL, M. L., NICOTERI, J. A. L. Nutrição em Enfermagem: fundamentos para uma dieta adequada.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
MELLO, Flávia. Nutrição Aplicada à Enfermagem. Goiânia: AB, 2005.
EVANGELISTA, José. Alimentos: um estudo abrangente. São Paulo: Atheneu, 2000.
Complementar
CUPPARI, L. Guia de Nutrição: nutrição clínica no adulto. Barueri - SP: Manole, 2005.
WAITZBERG, D. L. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 3 ed. São Paulo: Editora
Atheneu, 2004.
MURTA, Genilda Ferreira (org.). Saberes e Práticas: guia para ensino e aprendizado de enfermagem.
Vol. 4. 6ª ed. Sao Caetano do Sul, SP: Difusão editora, 2010.
ORDOÑEZ, Juan A. Tecnologia de Alimentos – origem animal. Vol 2. Porto Alegre: Artmed, 2005
ORDOÑEZ, Juan A. Tecnologia de Alimentos – componentes dos alimentos e processos. Vol 1. Porto
Alegre: Artmed, 2005
SALINAS, R.D. Alimentos e Nutrição: introdução à bromatologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
5º PERÍODO
DISCIPLINA:ETICA, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO
Carga Horária Total: 60
Teoria: 60
1. EMENTA:
Prática: --
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Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Estudo dos princípios da Ética, Bioética, e Legislação especifica para o exercício profissional com o
compromisso ético, social e humanístico, em nível individual e coletivo, nas dimensões de atuação
profissional.
2. OBJETIVO GERAL:
Conhecer os padrões éticos normativos profissionais, bem como a legislação especifica buscando o
fortalecimento da enfermagem e o seu papel enquanto entidade de classe.
3. BIBLIOGRAFIA:
Básica
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE RONDÔNIA – COREN-RO. Caderno de Legislação:
Gestão 2008-2011 Fortalecendo a profissão. 4ª ed. Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia,
2009.
DINIZ, Débora e GUILHERME, Dirce. O que é Bioética. São Paulo: Brasiliense, 2005
FONTINELE JUNIOR, k. Ética e Biótica em Enfermagem. Goiânia: AB Editora, 2003.
Complementar
MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem. 6ª
Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (série curso de enfermagem) Volume 4.
AZEVEDO, Marco Antonio de Oliveira. Bioética Fundamental. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2002.
SGRECCIA, Helio. Manual de Bioética: Fundamentos e Ética Biomédica. 2ª ed. São Paulo: Edições
Loyola, 2002.
VIEIRA, Tereza Rodrigues. Bioetica nas Profissões. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.
MOOSER, Antonio. Bioetica: do consenso ao bom senso. Petropolis: Vozes, 2006.
BERLINGUER, Giovanni. Bioetica cotidiana. Brasilia: UNB, 2004.
Site:
www.portalcofen.com.br
DISCIPLINA: FARMACOLOGIA APLICADA
Carga Horária Total: 40
Teoria: 20
Prática: 20
1. EMENTA
Conceitos de farmacologia. Vias de administração de fármacos. Distribuição, biotransformação e
excreção. Princípios da Administração de medicamentos: cálculos e dosagem.
2. OBJETIVO GERAL
Proporcionar ao aluno de enfermagem a compreensão da farmacologia aplicada à saúde e a utilização
racional dos medicamentos visando sua aplicação adequada e eficaz. Estudar os cálculos e formulas
para a administração de medicamentos Desenvolver técnicas de vias de administrações no atendimento
das necessidades básicas do individuo.
3. BIBLIOGRAFIA
Básica
KOROLKOVAS, Andrejus. Dicionário Terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro: Kooogan, 2006.
________________. Administração de medicamentos / revisão técnica. Reichmann & Affonso Editores:
Rio de Janeiro, 2002.
ANSEL, Howard C. PRINCE, Shelly J. Manual de Cálculos Artmed. Porto Alegre, 2005.
FAKIH, Flávio Trevisani. Manual de diluição e administração de medicamentos injetáveis. Rio de
Janeiro: Reichmann & Affonso, 2000.
Complementar
KOCH, Rosi Maria et al. Técnicas Básicas de Enfermagem. 20ªed. Curitiba: Florence, 2004.
NETTINA, Sandra M. Prática de Enfermagem. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara & Koogan, 2003.
77
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
PENILDON, SILVA. Farmacologia. 8 ed.. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2010.
NETTINA, Sandra M. Prática de Enfermagem. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara & Koogan, 2003.
KATZUNG, Bertram G.. Farmacologia: basica e clinica. Porto Alegre: Mc Graw Hill; Artmed, 2010.
Disciplina: SEMIOLOGIA DA ENFERMAGEM
Carga horária total: 120
Teoria: 60
Prática: 60
1 Ementa
Estudo dos instrumentos necessários ao desenvolvimento das competências e habilidades técnicas e
humanísticas necessárias ao atendimento das necessidades básicas do indivíduo, família e
comunidade com vistas à implementação da sistematização da assistência de enfermagem.
2 Objetivo Geral
Aplicar métodos propedêuticos para a realização do exame físico.
3 Bibliografia
Básica
POTTER, Patrícia Ann. Semiologia em Enfermagem. 4ªed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso,
2002.
PORTO. Semiologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
BARROS, A.L.B.L. & Cols. Anamnese e Exame Físico. Porto Alegre: Artmed, 2002.
Complementar
PIANUCCI. Ana, Saber cuidar – Procedimentos Básicos em Enfermagem. Senac – SP, 2004.
MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem.
6ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (série curso de enfermagem) Volume 2
DUGAS, B. W. Enfermagem Prática. 4ª ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 1988. NETTINA,
Sandra M. Pratica de Enfermagem. Guanabara Koogan. 7ª edição, 2003.
SWEARINGEN, Pamela L.; HOWARD, Cheri A. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem.
Porto Alegre: Artmed, 3ª edição, 2001.
HESS, C. T. Tratamento de feridas e úlceras. 4ª ed. Rio de Janeiro, Reichman & Affonso editores,
2004.
Disciplina: SEMIOTÉCNICA DA ENFERMAGEM
Carga horária total: 120
Teoria: 60
Prática: 60
1 Ementa
Estudo dos instrumentos necessários ao desenvolvimento das competências e habilidades técnicas e
humanísticas necessárias ao atendimento das necessidades básicas do indivíduo, família e
comunidade com vistas à implementação da sistematização da assistência de enfermagem.
2 Objetivo Geral
Aplicar as técnicas de enfermagem para o atendimento das necessidades básicas do individuo.
3 Bibliografia
Básica
PIANUCCI. Ana, Saber cuidar – Procedimentos Básicos em Enfermagem. Senac – SP, 2004.
HESS, C. T. Tratamento de feridas e úlceras. 4ª ed. Rio de Janeiro, Reichman & Affonso editores,
2004.
SWEARINGEN, Pamela L.; HOWARD, Cheri A. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem.
Porto Alegre: Artmed, 3ª edição, 2001.
Complementar
POTTER, Patrícia Ann. Semiologia em Enfermagem. 4ªed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso,
78
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
2002.
BARROS, A.L.B.L. & Cols. Anamnese e Exame Físico. Porto Alegre: Artmed, 2002.
MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem.
6ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (série curso de enfermagem) Volume 2
DUGAS, B. W. Enfermagem Prática. 4ª ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 1988. NETTINA,
Sandra M. Pratica de Enfermagem. Guanabara Koogan. 7ª edição, 2003.
PORTO. Semiologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
6º PERÍODO
DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS
Carga Horária Total: 80
Teoria: 80
01. EMENTA
Estudo das doenças transmissíveis e sexualmente transmissíveis e a sistematização da assistência de
enfermagem na promoção da saúde, prevenção de doença e medidas terapêuticas. Proteção da
comunidade e educação sexual de adolescentes, jovens e adultos.
02. OBJETIVO GERAL
Reconhecer as implicações das doenças transmissíveis para o paciente, comunicantes e a comunidade
em geral, descrevendo a profilaxia das doenças infecto-contagiosas, empregando a sistematização da
assistência de enfermagem e as medidas de biossegurança.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
ROCHA, Manoel Otávio da Costa e cols. Fundamentos em Infectologia. Rio de Janeiro. Rubio, 2009.
SOUZA, M. Assistência de Enfermagem em Infectologia. São Paulo. Atheneu, 2004.
BRASIL. Ministerio da Saude. Glossario tematico: DST e Aids. Brasilia: Ministerio da Saude, 2008.
Complementar
VERONESI; FOCACCIA et al. Tratado de infectologia. 3º ed. Vol. I e II. Guanabara Koogan. Rio de
Janeiro, 2005.
BRASIL. Guia de Vigilância Epidemiológica. 5º ed. Vol I e II. Fundação Nacional de Saúde. Brasília,
2002.
BRUNNER & SUDDARTH. Tratado de Enfermagem Médico-cirúrgico. 9º aed. Vol. I e II. Ed. Guanabara
Koogan. Rio de Janeiro, 2000.
SPARKS, Sheila M. TAYLOR, Cynthia M. DYER, Janyce G. Diagnósticos de Enfermagem. Reichmann &
Affonso Editores, Rio de Janeiro, 2000.
NEVES, D.P et al. Parasitologia Humana. 11º ed. Atheneu. São Paulo, 2005.
DISCIPLINA: SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
Carga Horária Total: 40
Teoria: 40
01. EMENTA
Contexto histórico e o estudo das fases da Sistematização da Assistência de Enfermagem.
02. OBJETIVO GERAL
Aplicar uma metodologia para o desenvolvimento da Sistematização da Assistência de Enfermagem.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
PINHEIRO Ana Maria; TANNURE, Meire Chucre. SAE: Sistematização da Assistência de Enfermagem:
Guia Prático. 2° Ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2010.
JOHNSON, M. & Cols. Ligações entre Nanda, Noc e Nic – Diagnósticos, Resultados e Intervenções de
79
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Enfermagem. 2° Ed. Porto Alegre. Artmed, 2009.
NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de Enfermagem da Nanda - Definições e Classificação
2009/2011. Editora Artmed.
Complementar
BULECHEK,Glória M. DOCHTERMAN. Joanne M. Classificação das Intervenções de Enfermagem
(NIC). 4° Ed. Porto Alegre. Artmed, 2008.
CARRARO, T. E, WESTPHALEN, M.E.A. Metodologia para a Assistência de Enfermagem: teorizações,
modelos e subsídios para a prática. Goiânia: AB, 2001.
SPARKS, S. M.: TAYLOR, C. M.; DYER J. G. diagnóstico de Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann &
Affonso, 2000.
GEORGE, J.B. Teorias de Enfermagem: os fundamentos para a prática profissional.
4 º ed. Porto Alegre, Artmed, 2000.
TACLA, M.T.G.M. Desenvolvendo o Pensamento Crítico no Ensino de Enfermagem. Goiânia: AB, 2002.
DISCIPLINA: GERENCIAMENTO E ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM
Carga Horária Total: 140
Teoria: 80
Prática: 60
01. EMENTA
As funções do enfermeiro em ambiente hospitalar e/ou na rede básica de saúde. Bases teóricas da
administração. Planejamento e organização do serviço de enfermagem. Administração do processo de
trabalho em enfermagem e coordenação das ações no cuidado.
02. OBJETIVO GERAL
Abordar a enfermagem administrativa num nível evolutivo a fim de desenvolver a política assistencial, de
pessoal e de material, visando a implementação do processo de enfermagem, sua contextualização nos
princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e a relação com a política assistencial das instituições de
saúde.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
CHIAVENATO, Idalberto. Administraçao nos novos tempos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. MARQUIS,
Bessie & HUSTON, Carol. Administração e Liderança em enfermagem: teoria e aplicação. 4ª edição.Ed.
Artmed. Porto Alegre, 2005.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7ª ed. Rio de Janeiro: Campus.
2003.
Complementar
MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introduçao a administraçao. Sao Paulo: Atlas, 2007.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 5ª edição. Editora
Atlas S.A São Paulo. 2006.
LONDONÕ, Malagon; MOREIRA, Galan; LAVERDE, Ponton. Administração Hospitalar. 2ª ed. Rio de
Janeiro: uanabara Koogan, 2003.
FONTINELE JUNIOR, K. Administração Hospitalar, Goiânia; AB editora, 2002.
MOTTA, Ana . Auditoria de enfermagem nos hospitais e operadoras de planos de saúde. 1ª edição. Ed.
Iátria. São Paulo. 2003.
DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL
Carga Horária Total: 60
Teoria: 60
01. EMENTA
Assistência de Enfermagem em Saúde Mental no contexto biopsicossocial em conformidade com os
Princípios e Diretrizes do SUS, atuando nos níveis de prevenção e enfatizando a Reforma Psiquiátrica.
80
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
02. OBJETIVO GERAL
Diagnosticar os transtornos psiquiátricos mais recentes na clínica geral identificando os fenômenos
psicológicos presentes nos pacientes e que se manifestam na relação enfermeiro-paciente,
investigando o contexto sociocultural em que surgiu a manifestação psicopatológica.
3. BIBLIOGRAFIA
Básica
STUART, Gail W. & LARAIA, Michele T. Enfermagem Psiquiátrica. 4ª edição. Reichmann &
Affonso Editores. Rio de janeiro. 2002.
ISAACS, Ann, RN, CS, MSN. Saúde Mental e Enfermagem Psiquiátrica. 2ª Ed. Guanabara Koogan: Rio
de Janeiro, 1998.
RODRIGUES, A. R. F. Enfermagem Psquiátrica/ Saúde Mental: prevenção e intervenção. São Paulo:
EPU, 1996.
Complementar
SADOCK, Benjamin James. Compendio de psiquiatria: ciência do comportamento e psiquiatria clinica.
Porto Alegre: Artmed, 2007.
DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. 2ª Ed. Artmed. Porto
Alegre, 2008.
FARAH, O. G. F; SÁ A. C. Psicologia aplicada à enfermagem. Série enfermagem. São Paulo: Manole.
2008.
DALLY, P; HARRINGTON, H. Psicologia e psiquiatria na enfermagem. São Paulo: EPU. 1978.
DSM-IV-TR – Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Porto Alegre. ARTMED.2002
7 ºPERIODO
DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM CLINICA MEDICA
Carga Horária Total: 160
Teoria: 80
Prática: 80
01. EMENTA
A sistematização da assistência de enfermagem ao adulto e idoso com afecções agudas e/ou crônicas
visando a prevenção, recuperação e reabilitação com a participação da família e comunidade.
02. OBJETIVO GERAL
Desenvolver e aplicar competência e habilidades da assistência de enfermagem no atendimento as
necessidades do adulto e idoso promovendo a saúde e a reabilitação com vista na reintegração social.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
BRUNNER,L. S.; SUDDARTH, D. S. Tratado de Enfermagem Médico-cirúrgica. 9ª ed. Vol 1,2,3. Editora
Interamericana. Rio de Janeiro, 2002.
FISCHBACH, Francês. Manual de Enfermagem. Exames Laboratoriais para Diagnóstiço. 6ª Edição.
Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002.
OLIVEIRA. João Batista. Exames Laboratoriais para o Clínico. MEDSI. Rio de Janeiro, 2003.
NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de Enfermagem da Nanda - Definições e Classificação
2009/2011. Editora Artmed .
Complementar
DOENGES. Marilynn E et al. Planos de Cuidados de Enfermagem. Orientações para o cuidado
individualizado do paciente. 5ª Edição, Guanabara Koogan, 2003.
ASS, Nort Americ Nursing Diag. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definição e Classificação
2007-2008. Editora: Artmed, 2008.
OLIVEIRA, Raimundo A. G. Hemograma: Como fazer e Interpretar. Editora Livraria médica Paulista, São
81
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Paulo 2007.
ROACH, Sally. Introdução à Enfermagem Gerontológica: Alterações Fisiológicas do Idoso. Guanabara
Koogan. Rio de janeiro, 2003
MARIA, Vera Lucia Regina. Exame clinico de enfermagem do adulto: focos de atençao psicobiologicos
como subsidios para diagnosticos de enfermagem. Sao Paulo: Iatria, 2003.
DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA
Carga Horária Total: 160
Teoria: 80
Prática: 80
01. EMENTA
Estudo dos conhecimentos e desenvolvimentos das habilidades e competências na prestação da
assistência integral ao indivíduo, família e comunidade com ênfase na promoção e proteção da saúde,
atuando conforme os programas preconizados pelo Ministério da Saúde.
02. OBJETIVO GERAL
Oportunizar meios para desenvolver no âmbito profissional ações de promoção, prevenção, proteção e
reabilitação de saúde em nível tanto individual quanto coletivo, levando em consideração padrões de
qualidade e princípios éticos.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de et al.; Ensinando a cuidar em saúde pública . São Caetano do
Sul, SP: Yendis Editora, 2005.
MURTA, G.F. e org. Saberes e práticas: guia para o ensino e aprendizado em enfermagem. 6ª Ed,
volume 4. são Caetano do sul: Difusão editora, 2010.
ROCHA, Aristides Almeida. Saúde Pública Bases Conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008.
Complementar
SOUZA, M.H.S.; SCILIAR, M.; PAMPLONA, M.A.; RIOS, M.A.T. Saúde Pública: História, Políticas e
Revoltas. São Paulo: Scipione, 2002.
LIMA, O.S.C. Leitura e Interpretação de exames em enfermagem. 3ª Ed. Gioania: AB editora, 2008.
BRASIL. Ministerio da Saude. Atualizaçao para atençao basica: diabetes melitus e hipertensao arterial casos clinicos. Brasilia: Ministerio da Saude, 2001.
BRASIL. Guia de Vigilância Epidemiológica. 5º ed. Vol I e II. Fundação Nacional de Saúde. Brasília,
2002.
COHN, Amelia. Saude no Brasil: politicas e organizaçao de serviços. Sao Paulo: Cortez, 2003.
Site:
Manuais do Ministério da Saúde www.saude.gov.br/editora/produtos/livros.
adquirido
em
biblioteca
virtual
disponível
em:
DISCIPLINA: ENFERMAGEM CIRÚRGICA
Carga HoráriaTotal: 180
Teoria: 100
Prática: 80
01. EMENTA
Estudo da sistematização da assistência de enfermagem ao indivíduo com afecções que requeiram
tratamento cirúrgico, englobando a participação da família e fatores sócio-psico-cultural. Abordagem
sistemática de centro cirúrgico, central de material e esterilização, sala de recuperação pós-anestésica.
Princípios científicos de esterilização e técnicas desenvolvidas em centro cirúrgico. Equipes de trabalho
e suas funções.
02. OBJETIVO GERAL
Desenvolver e aplicar os conhecimentos técnicos científicos desenvolvendo competências e habilidades
82
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
da assistência sistematizada de enfermagem, ao indivíduo com afecções que requeiram tratamento
cirúrgico promovendo a saúde e a reabilitação com vistas a sua reintegração social.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
SOUZA, Célio A. de. Enfermagem Cirúrgica; Volume 1. Goiânia: AB, 2003.
SOUZA, Célio A. de. Enfermagem Cirúrgica; Volume 2. Goiânia: AB, 2003.
BRUNNER,L. S.; SUDDARTH, SMELTZER, Suzane C.& bare, Brenda G. Tratado de Enfermagem
Médico-Cirúrgico. 9ª Edição Guanabara Koogan , Rio de Janeiro, 2002.
TALBOT. Laura, MEYERS-MARQUARDT. Mary. Avaliação em Cuidados Críticos. 3ª edição. Reichmann
& Affonso editores. Rio de Janeiro. 2001.
Complementar
BOUNDY, Janice. Et al. Enfermagem Médico-Cirúrgico; 3ª edição. Reichmann & Affonso editores. Rio
de Janeiro. 2004.
POSSARI, João Francisco. Centro de Material e Esterilização: Planejamento e Gestão. 3ª Ed. Editora
Iátria, São Paulo, 2009.
SANTOS, Sandra S. C. LUIS, Margarida A. V. A Relação da Enfermagem com o Paciente Cirúrgico. 2ª
ed. Goiânia: AB, 2002.
SANTOS, Cristina M. Centro Cirúrgico e os Cuidados de Enfermagem. 4ª Ed. Revisada. Editora Iátria,
São Paulo, 2008.
SANTOS, Nívea Cristina Moreira. Enfermagem na Prevenção e Controle da Infecção Hospitalar. 1ª
Edição. Iatria, 2003.
8º PERIODO
Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Carga horária total: 80
Teoria: 40 Prática:40
1 Ementa
O Trabalho de Conclusão de Curso. Revisão dos conceitos básicos de método científico, ciência e
técnicas de pesquisa. Amostragem, observação, elaboração, análise e interpretação de dados,
trabalhos e publicações científicas, referências bibliográficas e normas da ABNT e da UCB.
Orientações para a elaboração do TCC. Elaboração do projeto de TCC. Importância da aprovação no
Conselho de Ética.
2 Objetivo Geral
O TCC tem por finalidade proporcionar ao discente a realização de um trabalho de pesquisa ou de
revisão bibliográfica em áreas de competência do Enfermeiro de modo a aprofundar e/ou aplicar
conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação.
3 Bibliografia
Básica
FACIMED. Manual para Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC (Artigo e Monografia).
Núcleo de Pesquisa em Educação e Saúde da FACIMED – NUPEES. Faculdade de Ciências
Biomédicas de Cacoal/RO. FACIMED, 2011.
JEKEL, James; KATZ, David L; ELOMRE, Joann G. Epidemiologia, bioestatística e medicina
preventiva. 2° Ed. Porto Alegre, 2005.
HADDAD, Nagib. Metodologia de estudos em Ciências da Saúde: como planejar, analisar e apresentar
um trabalho científico. São Paulo: Roca, 2004.
Complementar
ANDRADE, M.M.de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 9° Ed. São Paulo. Atlas, 2009.
MEDEIROS, Joao Bosco. Portugues instrumental: contem técnicas de elaboraçao de trabalho de
83
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
conclusao de curso (TCC). Sao Paulo: Atlas, 2010.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 22 ed. rev. e amp. São Paulo: Cortez e Moraes,
2002.
LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. 6° Ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4° Ed. Atlas. São Paulo, 2002.
LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Técnicas de Pesquisa. 5º. ed. rev. e amp.São Paulo: Cortez e
Moraes, 2002.
DISCIPLINA: ENFERMAGEM PEDIÁTRICA
Carga Horária Total: 180
Teoria: 100
Prática: 80
01. EMENTA
As fases do desenvolvimento e das doenças prevalentes na infância. Assistência de enfermagem ao
recém-nascido, criança e adolescente visando à prevenção, promoção e recuperação saúde no
contexto familiar, escolar e comunitário.
02. OBJETIVO GERAL
Identificar as necessidades básicas de saúde da criança, atuando de forma humanizada e integrada
com conhecimento técnico-científico em âmbito ambulatorial, hospitalar, domiciliar e comunitário.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
GAIVA, Maria Aparecida Munhoz; GOMES, Maria Magda Ferreira. Cuidando do Neonato: uma
abordagem de enfermagem. Goiânia. AB Editora. 2003.
MELSON, Kathryn, et al. Enfermagem Materno Infantil: Planos de Cuidados. 3.ed. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso, 2002.
COLLET, Neuza; OLIVEIRA, Beatriz Rosana G. Manual de Enfermagem Pediatrica. Goiânia. AB
Editora. 2002.
CARVALHO, Marcos Renato; Tamez, Raque N. AMAMENTAÇÃO: bases científicas para a prática
profissional. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan 2002.
Complementar
KAWAMOTO, Emilia, Emi; FLORIO, Arlete; SOUZA, Ana Lucia Teles de Moura. O neonato, a criança e
o
Adolescente.
São
Paulo.
EPU.
2001.
RODRIGUES, Maria de Fátima; MIRANDA, Silvana de Moraes. A Estimulação da Criança Especial em
Casa: entenda o que acontece no Sistema Nervoso da Criança Deficiente e como Você pode atuar
sobre Ele. São Paulo. Athene. 2001.
COLLET, Neusa; ROCHA, Semíramis M.M transformações no ensino das técnicas em enfermagem
pediátrica. 2 º edição. Goiânia. AB Editora, 2001.
BRANDEN, P.S. Enfermagem Materno-infantil. 2ª ed. Rio de Janeiro: Reicheman & Affonso Editores.
2000.
ENGEL, Joyce. Avaliação em Pediatria. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2002.
ESCOBAR, Ana Maria de Ulhôa; GRISI Sandra Josefina Ferraz Ellero; BARUERI Maria Helena
Valente.A Promoção da Saúde na Infância. São Paulo: Editora: Manole, 2009.
LACERDA; E.M.A .Práticas de Nutrição Pediátrica. São Paulo: Editora Atheneu, 2002.
LIMA, Eduardo José da Fonseca da; SOUZA, Márcio Fernando Tavares de; BRITO, Rita de Cássia
Coelho Moraes. Pediatria Ambulatorial; Editora Medbook; 2008;
LEAO Ennio [et al]. Pediatria Ambulatorial .4 edição- Belo Horizonte; Coopmed 2005.
_____________Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria- 2 edição- Barueri, SP: Editora
Manole, 2010.
FIGUEIREDO, Nébia Maria de Almeida, et al. Ensinado a cuidar em saúde pública. São Paulo: Yendis.
84
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
2005.
DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Carga Horária Total: 180
Teoria: 100
Prática: 80
01. EMENTA
As ações de saúde voltadas à assistência integrada e humanizada da mulher com aplicação de
conhecimentos técnicos e científicos. As práticas de prevenção, promoção e recuperação da saúde
individual, familiar e comunitária. A assistência de enfermagem na identificação de vulnerabilidade,
atuando nas afecções ginecológicas mais freqüentes, no pré-natal e puerpério de baixo risco (incluindo
amamentação). O cuidado integral à mãe e o concepto durante o ciclo grávido puerperal normal.
02. OBJETIVO GERAL
Conhecer, planejar e prestar assistência de enfermagem ginecológica e obstétrica, preparando o aluno
para o cuidado à mulher no ciclo grávido-puerperal e ginecológico, obtendo conhecimentos, atitudes e
habilidades técnico - cientificas sistematizada em ambulatório, hospital e domicilio.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
FREITAS, Fernando et al. Rotinas em Obstetrícia. 6º ed. Porto Alegre. Artmed, 2011.
FREITAS, Fernando et al. Rotinas em Ginecologia. 6º ed. Porto Alegre. Artmed, 2011.
BEREK, Jonathan S. BereK e Novak Tratado de Ginecologia. 14º ed. Rio de Janeiro. Guanabara
Koogan, 2008.
REZENDE, Jorge. Obstetrícia. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
CARVALHO,Geraldo Mota. Enfermagem em Ginecologia. 1ªed. rev. e ampl. São Paulo: ed. EPU, 2004.
CARVALHO,Geraldo Mota. Enfermagem em Obstetrícia. rev. e ampl. São Paulo: ed. EPU, 2002.
Complementar
BRANDEN, Pennie Sesler. Enfermagem Materno-infantil. 2ª ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso
Editores, 2000.
KATHRYN A. Melson [et al] Enfermagem Materno Infantil Plano de Cuidados. [ tradução da 3ªedição
original] de Carlos Henrique Cosendy; revisão técnica de Maria Isabel Sampaio Carmagnoni. Rio de
Janeiro. Reichmann & Affonso. 2002.
LOWDERMILK, Deita Leonerd; PERRY, Shannon E.; BOBAK Irene M. et al. O cuidado em
enfermagem Materna. 5ª ed. 2002.
CARVALHO, Marcos Renato; TAMEZ, Raque N. AMAMENTAÇÃO: bases científicas pra a prática
profissional. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2002.
PERRY, Deitra Leonard [et al] O cuidado em Enfermagem Materna. Porto Alegre – RS. ARTMED. 5ª
edição. 2002.
DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA E TERAPIA INTENSIVA
Carga HoráriaTotal: 120
Teoria: 60
Prática: 60
01. EMENTA
Caracterização da Emergência. Aspectos conceituais, organizacionais e de inserção institucional e no
Sistema Único de Saúde. Aspectos ético-legais e psicossociais da assistência na Emergência. Ações
imediatas e mediatas em situações de emergências. Atividades da Enfermagem na Emergência. As
diversas patologias que envolvem risco de vida relacionadas com a Emergência: fundamentação
fisiopatológica, detecção das manifestações clínicas, configuração do diagnóstico, instituição dos
cuidados imediatos emergenciais. Contexto da assistência na Emergência. Assistência de Enfermagem
a pacientes em situações de emergência em todas as fases do ciclo vital. Assistência de
enfermagem sistematizada ao paciente internado na UTI. Papel do enfermeiro em UTI. Inserção da UTI
no sistema de assistência à saúde.
85
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
02. OBJETIVO GERAL
Desenvolver e aplicar os conhecimentos técnicos científicos desenvolvendo competências e habilidades
da assistência sistematizada de enfermagem, ao indivíduo com afecções que requeiram tratamento de
emergência e intensiva , promovendo a saúde e a reabilitação com vistas a sua reintegração social.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
KNOBEL, Elias. Condutas no paciente grave. Vol.1.Sao Paulo: Atheneu, 2006.
HIGA, Elisa M. S., ATALLAH, Álvaro N. e colaboradores. Guia de Medicina de Urgência. 2ª Ed. Editora
Unifesp-EPM. Baureri, SP: Monole, 2008.
TALBOT, Laura. Avaliação em cuidados críticos. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001.
Complementar
BARBIERE, Renato L. S.O.S. Cuidados emergenciais. Editora Rideel. 1ª Edição, São Paulo, 2002
FIGUEIREDO, Nebia Maria Almeida de. Enfermagem: cuidando em emergência. Sao Paulo: Yendis,
2006.
RATTON, Jose Luiz de Amorim. Ratton, emergencias medicas e terapia intensiva. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
INTERPRETAÇAO do ECG Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Guia de medicina de urgencia. Sao Paulo: Manole, 2008.
ZIPES, Douglas P.. Braunwald tratado de doenças cardiovasculares v.2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
ZIPES, Douglas P.. Braunwald tratado de doenças cardiovasculares v.1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
9º PERIODO
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
Carga Horária Total: 540
01. EMENTA
O exercício supervisionado das funções e atividades do enfermeiro em unidades básicas de saúde no
campo gerencial, assistencial e educativo, atuando no planejamento, execução e avaliação das ações
de saúde num contexto biopsicossocial, enfatizando a qualidade e a importância do perfil profissional e
buscando a educação continuada como medida básica de prevenção primária no âmbito da saúde.
02. OBJETIVO GERAL
Possibilitar aos discentes a concretização e a integração dos conhecimentos das habilidades e das
atitudes necessárias à sua formação básica, dentro de uma perspectiva interdisciplinar que privilegie a
relação teoria-prática-teoria, atuando com autonomia e conhecimento científico com base nos princípios
do Sistema Único de Saúde.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
CARVALHO, Geraldo Mota. Enfermagem em Ginecologia. 1ªed. rev. e ampl. São Paulo: ed. EPU, 2004.
CARVALHO,Geraldo Mota. Enfermagem em Obstetrícia. rev. e ampl. São Paulo: ed. EPU, 2002.
ROACH, Sally. Introdução à Enfermagem Gerontológica: alterações fisiológicas do idoso. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2003.
KAWAMOTO, Emilia, Emi; FLORIO, Arlete; SOUZA, Ana Lucia Teles de Moura. O neonato, a criança e
o
Adolescente.
São
Paulo.
EPU.
2001.
Complementar
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de Recursos Humano: fundamentos básicos. 6ª ed. Altas.
São Paulo, 2006.
VERONESI, R. FOCACCIA, R. Tratado de infectologia. 3ª ed. Vol I e II. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2005.
86
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
KAWAMOTO, E. E; FLORIO, A; SOUZA, A L. T. .M. O neonato, a criança e o Adolescente. São Paulo.
EPU. 2001.
COLLET, Neuza; OLIVEIRA, Beatriz Rosana G. Manual de Enfermagem Pediatrica. Goiânia. AB
Editora. 2002.
VERONESI; FOCACCIA et al. Tratado de infectologia. 3º ed. Vol. I e II. Guanabara Koogan. Rio de
Janeiro, 2005.
REZENDE, Jorge. Obstetrícia. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005.
Lista de manuais do Ministério da Saúde, adquiridos em biblioteca virtual:
www.saude.gov.br/editora/produtos/livros
Assistência
em
Planejamento
Familiar,
2002.
Caderno de Atenção Básica: Manual Técnico para o Controle da Tuberculose.
Caderno de Atenção Básica nº 15 – Hipertensão Arterial Sistêmica, 2006.
Caderno de Atenção Básica nº 09 – Dermatologia na atenção Básica, 2002.
Guia
Alimentar
para
Crianças
Menores
de
2
Anos.
Guia
Prático
de
Alimentos
para
Crianças
menores
de
12
Meses.
Guia
para
o
Controle
da
Hanseníase,
2002
Manual Técnico de Pré-Natal e Puerpério – Atenção Qualificada e Humanizada, 2006.
Manual de Normas Técnicas e Rotinas Operacionais do Programa Nacional de Triagem Neonatal - 2.ª
ed.
Brasília,
2003.
Manual de Recomendações para Diagnóstico, Tratamento e Acompanhamento da Co-Infecção
Leishmania – HIV.
Manual Saúde de Ferro, 2005.
Manual: Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, 2006.
Normas Técnicas de Tratamento profilático Anti-rábico Humano, 2002.
Política
Nacional
de
Atenção
Básica,
2006
Programa Nacional de Imunização: Manual da Rede de Frios, 2001;
Manual de Imunobiológicos Especiais, 2006;
Capacitação de pessoal em sala de Vacinação, 2001;
Manual
de
procedimentos
para
Vacinação,
2001.
SIAB: manual do Sistema de Informação de Atenção Básica
10º PERIODO
DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
Carga Horária Total: 540
01. EMENTA
Desenvolvimento do exercício e atividades dos enfermeiros, desenvolvidos nas unidades hospitalares,
atuando em campo gerencial, assistencial e educativo, no planejamento, execução e avaliação das
ações de saúde num contexto biopsicosocial.
02. OBJETIVO GERAL
Possibilitar aos acadêmicos a concretização e a integração dos conhecimentos das habilidades e
atitudes necessárias à formação numa perspectiva interdisciplinar que privilegie a práxis, atuando com
autonomia e conhecimento científico na assistência ao paciente e educação em saúde, planejando e
executando as ações de enfermagem, prevenção, tratamento e recuperação, em âmbito hospitalar com
base nos princípios do Sistema Único de Saúde.
03. BIBLIOGRAFIA
87
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Básica
NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de Enfermagem da Nanda - Definições e Classificação
2009/2011. Editora Artmed .
KNOBEL, E. Condutas no Paciente Grave. 2. ed. v 1 e 2. Rio de Janeiro: Atheneu, 2006.
CARVALHO, G. M. Enfermagem em Ginecologia. 1. ed. rev. São Paulo: ed. EPU, 2004.
ROACH, S. Introdução à Enfermagem Gerontológica: alterações fisiológicas do idoso. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2003.
BICKLEY, Lynn S. Bates Propedêutica Médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
MARTINS, Herlon Saraiva. et al. Emergências Clínicas : Abordagem Prática. 7. ed. São Paulo: Manole,
2012.
CAMPANA, Álvaro Oscar. Exame Clínico : Sintomas e Sinais em Clínica Médica. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2010.
JHONON, Marion et al. Ligações entre Nanda, NIC e NOC: Diagnósticos Resultados e Intervenções de
Enfermagem. 2ed. São Paulo: Artmed, 2009.
Complementar
SPARKS, S.M.; TAYLOR, C. M., DYER J. G. Diagnóstico em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann
& Affonso, 2000.
POSSO, M. B. S. Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003.
FONTINELE JUNIOR, K. Administração Hospitalar. Goiânia: AB Editora, 2002.
kENNER, C. Enfermagem Neonatal. 2. ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001.
MOTTA, A. Auditoria de enfermagem no processo de credenciamento. São Paulo: Iátria, 2003.
BIROLINI, Dario; ATALLAH, Alvario Nagib. Atualização terapêutica de Prado, Ramos e Valle : urgências
e emergências 2012/2013. 1. ed. São Paulo: Artes Medicas, 2012.
MENDELSSONH, Paulo. Barbosa : Controle Clínico do Paciente Cirúrgico. 7. ed. São
Paulo: Atheneu, 2009.
DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II
Carga Horária Total: 80
Teórica: 20 Prática: 60
1 EMENTA
Desenvolvimento do projeto de pesquisa: aplicação metodológica, tratamento e discussão dos dados,
redação. Apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso.
2 OBJETIVO GERAL
Propiciar ao aluno a oportunidade de realizar um exercício pedagógico concentrado, realizado em
momento mais próximo do final do Curso de Graduação em Enfermagem, por meio do qual o aluno é
instado a exibir as competências e habilidades obtidas ao longo de sua formação.
3 BIBLIOGRAFIA
Básica
FACIMED. Manual para Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC (Artigo e Monografia).
Núcleo de Pesquisa em Educação e Saúde da FACIMED – NUPEES. Faculdade de Ciências
Biomédicas de Cacoal/RO. FACIMED, 2011.
LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Técnicas de Pesquisa. 5º. ed. rev. e
amp.São Paulo: Cortez e Moraes, 2002.
HADDAD, Nagib. Metodologia de estudos em Ciências da Saúde: como planejar, analisar e apresentar
um trabalho científico. São Paulo: Roca, 2004.
Complementar
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 22 ed. rev. e amp. São Paulo: Cortez e Moraes,
2002.
88
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. 6° Ed. São Paulo:
Atlas, 2007.
ANDRADE, M. M. de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 9° Ed. São Paulo. Atlas, 2009.
JEKEL, James; KATZ, David L; ELOMRE, Joann G. Epidemiologia, bioestatística e medicina
preventiva. 2° Ed. Porto Alegre, 2005.
GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4° Ed. Atlas. São Paulo, 2002.
1.10.6 Componentes curriculares Optativos:
DISCIPLINA: LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS
Carga Horária Total: 60
Prática: 60
01. EMENTA
Linguagem e surdez: aspectos históricos da modalidade gestual-visual. Alfabeto manual e os sinais para
o aprendizado e interpretação da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.
02. OBJETIVO GERAL
Conhecer aspectos sintáticos, morfológicos e fonológicos da Libras.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
KOJIMA, Catarina Kiguti. LIBRAS: Lingua Brasileira de Sinais - a imagem do pensamento. Sao Paulo:
Escala, s.d..
QUADROS, Ronice Muller de. Lingua de sinais brasileira: estudos linguisticos. Porto Alegre: Artmed,
2004.
CAPOVILLA, F.; RAPHAEL, V. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe – Língua Brasileira de Sinais
– LIBRAS. (vol. I e II). São Paulo: EDUSP, 2001.
Complementar
CAPOVILLA, Fernando Cesar. Novo deit-libras v.1: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua
brasileira de sinais, baseado em linguística e neurociências cognitivas. Sao Paulo: INEP, 2009.
CAPOVILLA, Fernando Cesar. Novo deit-libras v.2: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua
brasileira de sinais, baseado em linguística e neurociências cognitivas. Sao Paulo: INEP, 2009.
QUADROS, Ronice Muller de. Educação de Surdos – A aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes
Médicas,
1997.
CAPOVILLA, F. C., RAPHAEL, W. D. Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira:
O Mundo do Surdo em Libras. São Paulo, SP: Edusp, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; 2004 a.
v.1. [Sinais da Libras e o universo da educação; e Como avaliar o desenvolvimento da competência de
leitura de palavras processos de reconhecimento e decodificação) em escolares surdos do Ensino
Fundamental
ao
Médio].
SKLIAR, Carlos. Surdez, A: Um olhar sobre as diferenças. Vol 1 e 2. 4º ed. Moinhos de vento:
Mediação. 2010.
QUADROS, Ronice Muller de..O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa.
2004.
DISCIPLINA: ONCOLOGIA
Carga Horária Total: 60
Prática: 60
01. EMENTA
Compreensão dos princípios básicos da fisiopatologia, prevenção e tratamento do câncer, bem como, a
análise de conceitos básicos do cuidado de enfermagem a pacientes oncológicos, englobando as áreas
89
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
de unidade clínica oncologia e o desenvolvimento de habilidades afetivas no relacionamento
psicossocial enfermeiro-paciente e família.
02. OBJETIVO GERAL
Proporcionar o conhecimento em oncologia com abordagem na humanização do cuidado de
enfermagem ao paciente oncológico, desenvolvendo intervenções relacionadas à prevenção e
detecção precoce do câncer, à assistência, à gerência e à pesquisa de enfermagem na área
oncológica.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
OTTO, Shirley E.. Oncologia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2002.
FONSECA, Selma Montosa da. Manual de quimioterapia antineoplastica. Rio de Janeiro: Reichman
Afonso editores, 2000.
MURTA, G.F. e org. Saberes e práticas: guia para o ensino e aprendizado em enfermagem. 6ª Ed, Vol.
5. São Caetano do Sul: Difusão editora, 2010.
Complementar
RESS, Gareth J. G.. Câncer. São Paulo: Três, 2001.
BRENTANI, Maria Mitzi, COELHO, Francisco Ricardo Gualda; KOWALSKI, Luiz Paulo. Bases da
oncologia. São Paulo: Tecmedd, 2003.
SPENCE, Roy A. J.; JOHNSTON, Patrick G. Oncologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001.
GOVINDAN, Ramaswamy. Washigton manual de oncologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
TALBOT, Laura. Avaliação em cuidados críticos. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001.
DISCIPLINA: TOXICOLOGIA
Carga Horária Total: 60
Prática: 60
01. EMENTA
Introdução e conceitos gerais de toxicologia.Conhecimento dos ramos da Toxicologia (ocupacional,
ambiental, social, medicamentosa, clínica e forense). Interação agente tóxico-agente biológico na
toxicologia dos medicamentos.
Toxicologia social. Plantas tóxicas. Tratamento geral das intoxicações: princípios básicos. Vias de
penetração.
Localização e eliminação dos tóxicos.
02. OBJETIVO GERAL
Compreeder o modo pelo qual as drogas atuam no sistema biológico humano, relacionando com as
implicações que a mesma representa para a sociedade.
03. BIBLIOGRAFIA Básica
OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 2ed. São Paulo: Atheneu, 2003.
RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M.; FLOWER, R. J. Farmacologia. 6.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
OGA, S.; BASILE, A. C.; CARVALHO, M. F. Guia Zanini-Oga de Interações Medicamentosas. São
Paulo, Atheneu, 2002.
Complementar
KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 10ed. Porto Alegre: AMGH, 2010.
DeLUCIA, R.; OLIVEIRA-FILHO, R. M.; PLANETA, C. S., et al. Farmacologia Integrada. 3ed. Rio de
Janeiro: Revinter, 2007.
FONSECA, A. L. Interações Medicamentosas. Rio de Janeiro: EPUB, 2000.
MOREAU, Regina Lucia de Moraes. Toxicologia analitica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011.
BRUTON, L. L.; LAZO, J. S.; PARKER, K. L. Goodman & Gilman – As Bases Farmacológicas da
90
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Terapêutica. 11ed. Porto Alegre: AMGH, 2006.
DISCIPLINA: INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS NA ENFERMAGEM
Carga Horária Total: 60
Prática: 60
01. EMENTA
Elementos de fisiologia do sangue e bioquímica aplicados à interpretação de exames. Interpretação
dos exames complementares de laboratório de patologia clínica, de citopatologia e sua correlação dos
resultados dos exames com o quadro clínico do paciente e as principais patologias associadas.
Legislação de enfermagem: limites de atuação do profissional.
02. OBJETIVO GERAL
visa o aprendizado para melhorar a interpretação de exames laboratoriais, citopatologicos de acordo
com os parâmetros de normalidade internacionais e os princípios éticos e legais da profissão,
associando-os com a clínica do paciente, a fim de detectar necessidade de intervenções para o
cuidado de enfermagem.
03. BIBLIOGRAFIA
Básica
FISCHBACH, Frances. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2002.
OLIVEIRA, João Batista Alves de. Exames laboratoriais para o clinico. Rio de Janeiro: Medsi, 2003.
FERREIRA, A. Walter. Diagnostico laboratorial: avaliaçao de metodos de diagnostico das principais
doenças infecciosas e parasitarias e auto-imunes - correlaçao clinico-laboratorial. Rio de Janeiro:
Guanabara
Koogan,
2001.
Complementar
LIMA, Orcelia Pereira Sales Carvalho. Leitura e interpretação de exames em enfermagem. Goiania: AB,
2008.
TERRA, Paulo. Coagulação: interpretação clinica dos testes laboratoriais de rotina. São Paulo:
Atheneu, 2004.
DIEPENBROCK, Nancy H.. Cuidados intensivos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. (1)
LIMA, A. Oliveira. Métodos de laboratório aplicados a clinica: técnica e interpretação. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2001.
RAVEL, Richard. Laboratorio clinico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. (10) BAIN, Barbara J..
Celulas
sanguineas:
um
guia
pratico.
Porto
Alegre:
Artmed,
2007.
OLIVEIRA, Raimundo Antonio Gomes. Hemograma: como fazer e interpretar. Sao Paulo: LPM, 2007.
SCHIFFMAN, Fred J.. Fisiopatologia hematologica. Sao Paulo: Santos, 2004.
1.10.7- Política de Educação Ambiental
A política de Educação Ambiental no âmbito do curso visa construir valores sociais, atitudinais e
competências para a utilização sustentável do meio ambiente.
Além do oferecimento de disciplinas que tratam do tema, serão implementados projetos e
programas relacionados à educação ambiental.
De igual modo, serão estabelecidas parcerias com órgãos ambientais de natureza pública e
privada para o desenvolvimento de políticas de preservação e conservação de rios, florestas e outros
ambientes naturais na região de abrangência da Faculdade.
91
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
1.11 - Metodologia
As metodologias propostas visam ao rigor, à solidez e à integração dos conhecimentos
teóricos e práticos, voltados para a formação do profissional e do cidadão. O objetivo é levar os alunos a
aprender a aprender que engloba aprender a ser, aprender a fazer, aprender a viver juntos e
aprender a conhecer, garantindo a formação de enfermeiros com autonomia e discernimento para
assegurar a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento prestado ao
indivíduo, família e coletividade.
A construção de um projeto apoiado em relações democráticas previstas na concepção do curso
fica garantida nas metodologias participativas e integradoras, tais como trabalhos em grupos e aulas
dialogadas.
As pesquisas e os seminários levam a formação de profissionais que possa também produzir
novos conhecimentos, aliando a teoria à prática através de observação e da análise da realidade
educacional brasileira. A concepção do curso contempla o individuo na condição pós-moderna,
envidando a formação do conhecimento, aprendendo a lidar com o avanço da ciência, da tecnologia de
forma integral e a olhar para o novo homem de forma holística.
Essa visão da educação, que tem por objetivo despertar a consciência do ser humano e sua
relação com o mundo que o cerceia, é contemplada através das metodologias que favoreçam não
apenas o saber, mas o saber pensar e o intervir.
Na FACIMED, caberá a cada professor a seleção de metodologias e instrumentos de ensino
que, condizentes a sua área, busquem atender aos objetivos propostos pelo componente curricular, de
forma a desenvolver as competências e habilidades esperadas.
No seu fazer pedagógico o professor deverá estar mais preocupado em formar competências,
habilidades e disposições de conduta do que com a quantidade de informações.
Ao escolher as estratégias de ensino, sugere-se que elas sejam as mais diversificadas possíveis,
sendo que o planejamento acadêmico deve assegura, em termos de carga horária e de planos de
estudos, o envolvimento do aluno em atividades, individuais e de equipe, que incluem, entre outros:
Algumas metodologias que serão utilizadas:
- aulas expositivas/dialogadas
- leitura e discussão de textos
- pesquisas
- estudos e trabalho em grupo
- exercícios de interpretação de textos
- dinâmicas de grupo
- seminários temáticos
- debates
- elaboração de projeto de pesquisa
- pesquisa teórica/bibliográfica
- análise da legislação
- visitas técnicas em instituições conveniadas e outras
- estudos de caso
1.12 - Estágio Supervisionado
O estágio supervisionado curricular, nos termos da legislação em vigor, é parte indispensável e
indissociável dos cursos de graduação, e, como tal é percebido e será desenvolvido no curso de
Enfermagem da FACIMED.
92
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Seu objetivo fundamental é possibilitar ao acadêmico uma experiência de aprendizagem
profissional direta e real, durante a qual, sob supervisão profissional habilitada e competente, o mesmo
se torne progressivamente responsável por tarefas típicas do seu campo de ação profissional,
consideradas as prerrogativas e limitações de sua formação segundo a normatização legal vigente.
Objetiva também, fornecer retroalimentação ao currículo de formação profissional, possibilitando
um constante aperfeiçoamento de todas as experiências curriculares empreendidas pela FACIMED.
Considerando, portanto, que o Estágio Supervisionado Curricular constitui um processo dinâmico
de aprendizagem que se realiza através da experiência e da atividade do estagiário, com sua efetiva
participação, devendo constituir-se em um verdadeiro programa de ação, foram elaboradas as diretrizes
básicas visando sua implantação, desenvolvimento, acompanhamento e avaliação.
O objetivo geral dos Estágios é possibilitar aos discentes a concretização e a integração dos
conhecimentos das habilidades e das atitudes necessárias à sua formação básica, dentro de uma
perspectiva interdisciplinar que privilegie a relação teoria-prática-teoria.
São objetivos específicos dos estágios:
• Atender as especificidades determinadas pelo Projeto Político Pedagógico do curso para
cada uma das etapas do estágio;
• Oportunizar as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural adequadas aos
valores éticos da área de formação;
• Facilitar ao graduando, através de uma reflexão crítica, a identificação das
possibilidades e limitações de seu campo de atividade específico, buscando superá-las
dentro de uma prática ético-profissional amadurecida;
• Possibilitar à FACIMED avaliação permanente de seus currículos e programas, de modo
a facilitar a sua contínua atualização;
• Estimular, no estagiário, uma atitude de curiosidade científica e questionamentos
contínuos, que impulsione a um progressivo e permanente consumo, produção e
divulgação do conhecimento;
• Possibilitar a prática do exercício da enfermagem no meio rural, onde existem menores
condições tecnológicas.
• Possibilitar o aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à
contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida
cidadã e para o trabalho.
Considera-se como campo, justo e adequado de estágio, as instalações da FACIMED e/ou de
empresas/escolas conveniadas, onde o acadêmico possa:
•
•
•
•
•
•
Ter supervisão competente, a critério da FACIMED;
Vivenciar a realidade profissional fundamentada em princípios técnicos e éticos
adequados;
Participar, com voz, de reuniões de equipe de formação, de pesquisa e extensão ou
outras desenvolvidas pela unidade;
Ser estimulado a uma crescente formação ética-pessoal e profissional;
Aprender a ver o indivíduo sob sua responsabilidade como ser humano, merecedor de
respeito, liberdade, dignidade e direito de manifestação pessoal;
Atender os requisitos mínimos de formação profissional estabelecidos pela FACIMED
pelo órgão de classe competente e pela Lei no 11.788, de 25 de setembro de 2008, que
dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das
Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e
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Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de
dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei
no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de
24 de agosto de 2001; e dá outras providências.
O curso de enfermagem da Facimed oferece aos seus alunos dois tipos de estágio:
Estágio supervisionado: indispensável à concretização do curso, sendo dividido em 02
modalidades: Estágio Supervisionado I com enfoque a atenção primária a saúde desenvolvida através de
ações em Unidades Básicas de Saúde; e Estágio Supervisionado II com enfoque a atenção secundária e
terciária desenvolvidas através de ações em Unidades Hospitalares. Dada as particularidades do
estágio realizado nas unidades básicas de saúde, o estágio ocorrerá no período matutino.
Estágio extracurricular: opcional aos alunos que desejarem livremente aprofundar seu
conhecimento em área que julgue necessária à sua formação pessoal ou profissional, conforme as
diretrizes da Coordenação de Estágios, consideradas as orientações e determinações do Projeto
Político-Pedagógico e da Coordenadora do Curso.
O plano geral de estágio do curso de Enfermagem é definido pela Coordenação de Estágios a
partir das decisões da Coordenação do Curso, ouvidas suas Coordenações e os professores
supervisores de estágio respectivos.
Os Estágios Supervisionados dos Cursos da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal –
FACIMED, que os exigem constam de atividades práticas visando a qualificação profissional, exercidas
em situação real de trabalho.
É obrigatória a integralização da carga horária total do estágio prevista no currículo do curso,
incluindo horas destinadas ao planejamento, orientação e avaliação das atividades.
A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado totaliza 20% da carga horária total
do Curso, estando de acordo com as diretrizes curriculares Res.CNE/CES 03/01.
Considerando-se o que prevêem a legislação e a regulamentação específica do estágio, a
avaliação de estágio curricular atenderá aos seguintes critérios:
I - Será considerado aprovado, o acadêmico que obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete) e
100 % de freqüência no semestre;
II - Caso a nota final seja inferior a 7,0 (sete), o estagiário deverá refazer todo o processo de
estágio, sendo vedado a realização da prova substitutiva.
Os estágios são coordenados pela Coordenação de curso e supervisionados por docentes
especificamente designados para esta atividade e estão devidamente regulamentos no Regulamento de
Estágio.
A extensão, monitorias e iniciação científica, desde que devidamente controladas, registradas e
supervisionadas poderão ser utilizadas na carga horária do estágio, desde que mantenha relações
intrínsecas com as modalidades do estágio e ocorram nos períodos correspondentes aos dos estágios
curriculares supervisionados.
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
CAPÍTULO I
DO CONCEITO, OBJETIVOS, CONTEÚDO E FINALIDADE
Art. 1º O estágio é um componente do projeto pedagógico do curso, devendo ser inerente ou
complementar à formação acadêmica profissional. O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de
Enfermagem visa proporcionar ao aluno uma visão crítica da profissão, de forma a integrar a teoria com
a prática, sendo o elo de articulação ação-reflexão-ação e compreendendo os conteúdos do
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Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
conhecimento das áreas de Ciências da Saúde e Biológicas, Ciências Humanas e Sociais e Ciências da
Enfermagem.
Art. 2º A atividade de estágio é de natureza exclusivamente discente e tendo como objetivo possibilitar a
concretização e a integração dos conhecimentos das habilidades e das atitudes necessárias à sua
formação básica, dentro de uma perspectiva interdisciplinar que privilegie a relação teoria-prática-teoria.
Art.3º O Estágio Curricular Supervisionado estender-se-á aos seguintes conteúdos do currículo
integrado do Curso:
I – fundamentos da enfermagem;
II – assistência da enfermagem;
III – administração de enfermagem;
Art. 4º As atividades do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Enfermagem têm como
finalidade:
I -Oportunizar ao acadêmico um contato mais direto e sistemático com a
realidade profissional, visando a aplicação na prática os conhecimentos teóricos desenvolvidos nas
unidades temáticas;
II - Capacitar o estagiário para atividades de investigação, análise e
intervenção na realidade profissional específica;
III - Viabilizar a realização de experiências em situações concretas,
relacionadas com a área de conhecimento do curso;
IV - atuar nas atividades de aprendizagem social, profissional e cultural através de participação
no contexto real de trabalho;
V - integrar os alunos com a comunidade, possibilitando a busca conjunta de soluções para as
situações-problema e a atuação contextualizada organizacional da sociedade;
VI - Possibilitar ao estagiário a construção de suas próprias condutas
(afetivas, cognitivas e técnicas) a partir da situação em que se encontra, frente a um futuro desempenho
profissional;
VII - oferecer à FACIMED em específico para o Curso de Enfermagem subsídios para a revisão
do Projeto Pedagógico e a atualização de metodologias de ensino capazes de oferecer respostas a
problemas específicos em níveis regional e nacional.
CAPÍTULO II
DAS MODALIDADES DE ESTÁGIO
Art.5º A FACIMED oportunizará aos seus alunos dois tipos de estágio:
I – Estágio Curricular Supervisionado;
II – Estágio extra Curricular.
I-Considerar-se-á Estágio Curricular Supervisionado aquele previsto na dinâmica curricular do curso,
indispensável à integralização curricular, com carga horária específica, realizado na própria Instituição ou
em locais de interesse institucional, mediante celebração de convênio e termo de compromisso entre as
partes.
II- Considerar-se-á Estágio de extra curricular aquele não previsto na dinâmica curricular do curso,
constituindo opção pessoal de cada aluno, objetivando o enriquecimento de sua formação profissional e
realizado na Instituição e, mediante celebração de convênios, em locais de escolha do aluno.
CAPÍTULO III
DA CARGA HORÁRIA E DOS CAMPOS DE ESTÁGIOS
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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Art. 6º O Estágio Curricular Supervisionado deverá ser realizado conforme carga horária definida no
Projeto Pedagógico vigente. A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado deverá totalizar
20% da carga horária total do Curso, sendo de acordo com as diretrizes curriculares Res.CNE/CES
03/01.
I - Nas Unidades de Saúde Pública;
II - Nas Unidades Hospitalares.
III- Unidade de Saúde Pública é toda unidade de saúde que atende a população em regime ambulatorial,
nos níveis de atenção básico, especializado e de referência.
IV- Unidade Hospitalar é todo estabelecimento de saúde destinado a prestar assistência médica e
hospitalar em regime de internação abrangendo hospitais gerais, especializados e clínicas.
Art.7º O Estágio Curricular Supervisionado deve ser desenvolvido individualmente e cada aluno cumprirá
carga horária determinada pelo Projeto Pedagógico, sendo o aluno supervisionado em suas atividades
de estágio, por enfermeiro vinculado ao Curso de Enfermagem da FACIMED.
Art.8º As atividades do Estágio Curricular Supervisionado devem ser desenvolvidas em campos
profissionais correlatos ao Curso de Enfermagem e que oferecem as condições necessárias à formação
exigida pelo Projeto Pedagógico vigente.
Art.9º Para realização do Estágio Curricular Supervisionado será necessária a existência de convênio
previamente estabelecido entre as instituições concedente a FACIMED no qual devem constar as
condições para a realização do mesmo.
Art.10º A escolha dos setores nos campos profissionais para desenvolvimento do Estágio Curricular
Supervisionado, previamente indicado coordenador e pelos professores supervisores e aprovado pelo
Colegiado de Curso.
CAPÍTULO IV
DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DOS ESTÁGIOS
Art. 11º A estrutura organizacional do Estágio Curricular Supervisionado será composta por:
I - Colegiado de Curso;
II - Coordenação de Curso;
III – Supervisor de Estágio de Curso de Graduação.
Art. 12º Constituem-se atribuições do Colegiado de Curso:
I - Estabelecer as diretrizes de estágio para o curso, em consonância com o
regimento geral e com as demais normas regimentais da Instituição e com e a Lei n o 11.788,
de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes;
II - apreciar os Planos de Atividades do Estágio Curricular Supervisionado até o final do
semestre, (imediatamente ao anterior);
III - analisar e aprovar o cronograma de acompanhamento das atividades de estágio no
município em que o Curso está sendo ofertado e conforme o caso, em outros municípios.
Art. 13º Constituem-se atribuições da Coordenação de Curso:
I - submeter à aprovação do Colegiado de Curso, os Planos de Atividades do Estágio Curricular
Supervisionado elaborados pelo professor supervisor .
II - acompanhar o desenvolvimento das atividades do professor em Estágio Curricular
Supervisionado;
III - participar do processo de construção metodológica dos Estágio Curricular Supervisionado
realizado pelos professores supervisores;
IV - discutir com os professores supervisores medidas para consecução das competências,
habilidades e capacidades delineadas no Projeto Pedagógico;
V - solicitar ao órgão competente da FACIMED celebração de convênios e celebração dos
Termos de Compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino,
96
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
VI - prever recursos no orçamento do Curso para a concessão de diárias e despesas com
transporte aos professores supervisores que se deslocarem para outros municípios para
acompanhamento aos alunos em suas atividades de estágio, quando for o caso;
VII - convocar os professores do Estágio Curricular Supervisionado para reuniões sempre que
necessário;
VIII - encaminhar para as organizações concedentes, com antecedência mínima de 30 (trinta)
dias, o cronograma dos Estágio Curricular Supervisionado com a descrição dos propósitos,
competências, capacidades e habilidades que devem ser desenvolvidas nos Estágio Curricular
Supervisionado e a relação dos acadêmicos.
Art. 14º Constituem-se atribuições do professor supervisor do Estágio Curricular Supervisionado:
I - acompanhar e avaliar o aluno durante todo o período do Estágio Curricular Supervisionado
respeitando as especificidades propostas no desenvolvimento do mesmo;
II - acompanhar o cumprimento das normas disciplinares da instituição concedente e da
FACIMED.
III - conhecer previamente o campo profissional onde será realizado o Estágio Curricular
Supervisionado;
IV - elaborar o Plano de Atividades de Estágio para que o aluno possa desenvolver as
competências, habilidades e capacidades estabelecidas no Projeto Pedagógico;
V - esclarecer aos alunos os propósitos do Estágio Curricular Supervisionado, bem como sua
dinâmica, forma de avaliação e cronograma das atividades;
VI - proceder avaliação diagnóstica, formativa e corretiva em conjunto com o aluno ao longo da
realização do Estágio Curricular Supervisionado;
VII- acompanhar o cumprimento da carga horária de estágio através do registro de freqüência
do aluno e do relatório diário de atividades de campo;
VIII - participar das reuniões convocadas pelo Coordenador de Curso e/ou solicitá-las quando
necessário;
IX - cumprir e fazer cumprir o disposto neste Regulamento e a Lei no 11.788, de 25 de
setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes.
Art. 15º Constituem-se atribuições do aluno:
I - conhecer e cumprir este Regulamento;
II- Cumprir com assiduidade o cronograma de estágio, bem como entregar o relatório de estágio
dentro do prazo;
III- desenvolver as atividades do Plano de Atividades de Estágio e elaborar relatório de atividades,
sob orientação do professor supervisor;
IV - apresentar sugestões que possam contribuir para a superação das situações-problema,
respeitando os princípios hierárquicos, para a melhoria da qualidade do Estágio Curricular
Supervisionado;
V - zelar pelo equipamento e material dos campos onde se realizam os Estágio Curricular
Supervisionado;
VI - apresentar comprovante de vacinação das vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde,
para a faixa etária, para início das atividades do Estágio Curricular Supervisionado; (disposições
contrárias serão definidas pela coordenação de curso );
VII – apresentar comprovante do seguro de saúde adquirido pela FACIMED.
VIII- manter em dia o registro de freqüência e o relatório diário de atividades de campo;
IX - assinar Termo de Compromisso de Estágio (Anexo 1);
X- fazer uso do crachá contendo foto e o emblema da FACIMED;
XI- utilizar o uniforme BRANCO, sapato fechado e Jaleco de manga longa
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
com identificação bordada no bolso com o nome FACIMED e Enfermagem.
XII- o acadêmico deverá manter postura ética no ambiente de estágio, manter
bom relacionamento com clientes, equipe da unidade e grupo de estágio e deverá utilizar vestimentas
adequadas, afim de não denegrir a imagem docente, discente, institucional e do próprio curso de
enfermagem.
XIII- atender às demais normas do regulamento de estágio do curso e à Lei no 11.788, de 25 de
setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes;
Art. 16º O Estágio Curricular Supervisionado deverá ser desenvolvido sob supervisão do docente
enfermeiro do Curso de Enfermagem da FACIMED.
I-Cada professor supervisor terá no máximo 8 (oito) alunos, por atividade.
II- O Plano de Atividades de Estágio será elaborado no final do semestre, imediatamente ao anterior e
de acordo com o campo profissional escolhido.
CAPÍTULO V
DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO
Art. 17º A avaliação do Estágio Curricular Supervisionado deve obedecer aos critérios estabelecidos no
Projeto Pedagógico vigente e definidos pelos professores supervisores responsáveis pelo estágio,
descritos nos Planos de Ensino.
I- A avaliação do supervisor do campo profissional será parte integrante da avaliação do aluno realizada
pelo professor supervisor da FACIMED.
II- Não é concedida ao aluno a realização de prova substitutiva no Estágio Curricular Supervisionado,
tendo em vista as suas especificidades.
Art. 18º - O aproveitamento do estudante no estágio será avaliado sob o aspecto ético, técnico e teórico,
de acordo com as especificações nos critério de avaliação dos Planos de Ensino vigente.
• No aspecto ético serão observados:
1. Assiduidade e pontualidade.
2. Iniciativa, participação e organização das atividades propostas.
3. Aparência pessoal e comportamento
4. Relacionamento interpessoal com clientes e equipe.
5. Cumprimento da Ética Profissional (Postura profissional e responsabilidade técnica).
• No aspecto técnico os procedimentos estão apresentados nos boletins de procedimentos
(Anexo aos Planos de Ensino)
• No aspecto teórico serão avaliados
1. Terminologia e fundamentos científicos
2. Evolução e relatórios de enfermagem
3. Identificação e resolução de problemas
4. Sistematização da Assistência de Enfermagem
Art. 19º -Considerando-se o que prevêem a legislação e a regulamentação
específica do estágio, a avaliação de estágio curricular atenderá aos seguintes critérios:
I - Será considerado aprovado, o acadêmico que obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete) e
100 % de freqüência no semestre;
II - Caso a nota final seja inferior a 7,0 (sete), o estagiário deverá refazer todo o processo de
estágio, sendo vedado a realização da prova substitutiva.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Art. 20º Os demais instrumentos que compõe os documentos básicos de apoio aos Estágios
Supervisionados serão elaborados pelos supervisores de estágio e após aprovação do coordenador de
curso estarão em anexo nos planos de ensino do Estágio Supervisionado I e Estágio Supervisionado II
Art. 21º A FACIMED deverá adquirir seguro de acidentes pessoais em favor do aluno.
Art. 22º O estágio supervisionado não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, mesmo que o
aluno receba bolsa ou qualquer outra forma de contraprestação que venha a ser acordada.
Art. 23º Qualquer situação não contemplada neste Regulamento deverá ser analisada pelo Colegiado
de Curso e CEPEX .
Art. 24º O presente Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo CEPEX, revogandose disposições em contrário.
1.13 - Atividades Complementares
O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED, considerando a
importância de outras atividades acadêmicas na formação do profissional da área, reservou a realização
de atividades complementares. Compreende-se que tais atividades ampliam os conteúdos das
disciplinas que integram o currículo em sentido estrito, permitindo de forma mais efetiva, a
interdisciplinaridade e multidisciplinaridade. A possibilidade de freqüentar cursos, seminários e outros
eventos viabilizam a comunicação entre as diversas áreas do conhecimento e outras ciências.
A proposta permite, também, ao discente, a participação na formação do seu currículo,
atendendo à crescente demanda do conhecimento sem a conseqüente sobrecarga de creditação e no
tempo de conclusão do curso.
Tendo em vista a importância de preparar um profissional com capacidade crítica e reflexiva que
encontre soluções para um mundo em processo constante de mudanças, as atividades complementares
têm um papel importante na formação crítica, reflexiva e construtiva que se quer oportunizar no curso.
As atividades complementares visam, também, o complemento da estrutura curricular do curso,
colocando à disposição do discente atividades não incluídas em seu currículo regular.
Os critérios e formas de procedimentais que orientam o processo de reconhecimento e validação
das Atividades Complementares no âmbito dos Cursos de Graduação em Enfermagem da FACIMED
estão descritas no Regulamento de Atividades complementares.
REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES
Considerando as exigências da LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL, no atinente às Atividades
Complementares dos Cursos de Graduação, nas suas mais diversas regulamentações para outras
formas de atividades acadêmico-científico-culturais das áreas de conhecimento:
I – Das disposições gerais
Art. 1º. O seguinte regulamento tem por objetivo estabelecer os critérios e formas procedimentais que
orientam o processo de reconhecimento e validação das Atividades Complementares no âmbito dos
Cursos de Graduação.
Art. 2º. Compreende-se no conceito de Atividades Complementares, passíveis de aproveitamento como
tal, todas as atividades de natureza acadêmica realizadas a partir do 1º. semestre de ingresso do aluno
no Curso, que guardem, obrigatoriamente, correspondência com as temáticas de interesse do Curso,
compreendidas nos programas das disciplinas que integram o currículo e capazes de contribuir para a
formação acadêmica.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Art. 3º. Em respeito às resoluções do Conselho Nacional de Educação sobre as atividades acadêmicocientífico-culturais (atividades complementares), o presente regulamento tem por finalidade normatizar o
oferecimento, a matrícula, o aproveitamento e a validação das disciplinas complementares que compõem
o núcleo flexível do currículo pleno dos Cursos de Graduação, sendo o seu integral cumprimento
indispensável para a conclusão do Curso e colação de grau.
Art. 4º. Os objetivos específicos das Atividades Complementares são os de flexibilizar o currículo pleno
dos Cursos de Graduação e propiciar aos acadêmicos a possibilidade de aprofundamento temático e
interdisciplinar.
II – Da Coordenação de Atividades Complementares
Art. 5º. O Coordenador de Curso de Graduação será o responsável direto pelas Atividades
Complementares de seu Curso ou designará Professor para tal fim.
Art. 6º. Compete ao Coordenador do Curso ou Professor designado:
1º. Elaborar, em conjunto com os docentes, o planejamento prévio semestral de atividades;
2º. Emitir a agenda mensal de Atividades Complementares do Curso de Graduação;
3º. Coordenar a divulgação, sob as mais variadas formas, aos acadêmicos e à mídia das
Atividades Complementares;
4º. Acompanhar o desempenho dos acadêmicos no cumprimento das Atividades
Complementares;
5º. Apresentar relatório transcorridos 15 dias úteis da realização das Atividades Complementares
realizadas pelo Curso de Graduação à Coordenação Pedagógica;
6º. Organizar o arquivo com a documentação pertinente às Atividades Complementares de cada
acadêmico em pastas individualizadas;
7º. Informar, semestralmente, à Secretaria Acadêmica, as horas computadas para cada
acadêmico.
III – Das Atividades Complementares
Art. 7º. Compõem-se as Atividades Complementares do currículo pleno do Curso de Graduação em
Enfermagem:
a) Disciplinas extra-curriculares em áreas afins, até o limite máximo de 20 horas de atividades e
obedecendo a dois anos após a sua conclusão;
b) Disciplinas de Graduação, cursadas na sua totalidade em outras instituições de Ensino Superior,
dependentes de prévia e expressa validação do Coordenador do Curso de Graduação para
cômputo de Atividades Complementares, até o limite máximo de 20 horas e obedecendo a dois
anos após a sua conclusão;
c) Participação em Projetos e Programas de Pesquisa, sob a execução de professores nomeados
pelo Coordenador do Curso de Graduação e aprovados pela Coordenação do Núcleo de
Pesquisa em Educação e Saúde (NUPEES), até o limite máximo de 40 horas;
d) Participação como observador em Projetos e Programas de Extensão, sob a coordenação de
professores nomeados pelo Coordenador do Curso de Graduação, até o limite máximo de 10
horas;
e) Atuação em Projetos e Programas de Extensão, sob a coordenação de professores nomeados
pelo Coordenador do Curso de Graduação, até o limite máximo de 40 horas;
f) Monitorias realizadas no âmbito do Curso de Graduação, até o limite máximo de 20 horas;
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
g) Atividades diversas em área educacional ou da saúde (seminários, simpósios, congressos,
convenções, palestras, conferências, debates, aulas inaugurais e eventos de estruturação
análoga), até o limite máximo de 40 horas;
h) Assistir, comprovadamente, apresentações de Trabalhos de Conclusão de Curso na área
educacional ou da saúde (Relatórios, Monografias, Dissertações e Teses), analisadas e
autorizadas antecipadamente pelo Coordenador do Curso de Graduação, até o limite máximo de
10 horas;
i) Atividades de extensão universitária na área educacional ou de saúde, fora do âmbito da
FACIMED, analisadas e autorizadas antecipadamente, em cada especificidade, pela
Coordenação do Curso de Graduação, até o limite máximo de 40 horas.
j) Demais atividades (cursos de aperfeiçoamento ou de atualização) que surjam, devem ser
previamente encaminhadas à apreciação da Coordenação de Curso de Graduação, com 72
horas de antecedência, com o acompanhamento do material demonstrativo de praxe, onde
conste o objeto, o (s) palestrante (s), data e local, prazos de inscrição e duração em horas, até o
limite máximo de 40 horas.
k) São exigências de atividades mínimas compreendidas nas alíneas do art. 7: a) 20 h; b) 20 h; c)
40 h; d) 10 h; e) 20 h; f) 20 h; g) 10 h; h) 5 h; i) 10 h e j) 40h.
IV – Das Disposições Gerais
Art. 8º. É indispensável o correto preenchimento do Relatório de Atividades Complementares, bem como
a sua entrega à Coordenação Pedagógica, dentro do prazo de 15 (quinze) dias úteis, finda a atividade,
sob pena de não ser computado.
Art. 9º. Juntamente ao relatório, o acadêmico deverá apresentar cópias dos documentos comprobatórios
de realização das atividades.
§ Único: as atividades realizadas em outras instituições e estabelecimentos, somente serão ratificadas
efetivamente após a análise do relatório e da cópia autenticada da documentação comprobatória.
Art. 10º. Somente serão objeto de pontuação as atividades concluídas, ficando vedada a pontuação
parcial.
Art. 11º. Os alunos transferidos de outras instituições de Ensino Superior estarão sujeitos ao
cumprimento da carga horária das Atividades Complementares deste regulamento.
§ 1º. Os alunos transferidos de outras IES poderão solicitar, ao Coordenador do Curso de Graduação, o
cômputo da carga horária das Atividades Complementares atribuída pela instituição de origem, da
seguinte forma:
a) Requerimento e documentos comprobatórios das atividades desenvolvidas;
b) Declaração da IES de origem especificando as Atividades Complementares e as horas
atribuídas a cada atividade desenvolvida.
§ 2º. O cômputo da carga horária das Atividades Complementares atribuído pela instituição de origem
poderá ser aproveitado, mediante análise da Coordenação do Curso de Graduação e de acordo com o
regulamentado.
Art. 12º. A comprovação das atividades e carga horária desenvolvida é de inteira responsabilidade do
acadêmico.
Art. 13º. As atividades que não constem da tabela de Atividades Complementares do Curso de
Graduação e forem realizadas em outros órgãos e instituições só serão consideradas para fins de
atribuição de carga horária de Atividades Complementares se o evento corresponder aos objetivos de
aprimoramento acadêmico, tal como definido no art. 2º. deste regulamento, sob juízo do Coordenador do
Curso de Graduação.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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§ Único: Para validação da carga horária correspondente, o acadêmico deverá apresentar ao
Coordenador de Curso de Graduação, juntamente com o RAC, o comprovante de sua participação,
assinado por pessoa responsável pela organização ou coordenação do evento.
Art. 14º. A Tabela de Atividades Complementares poderá ser alterada a qualquer tempo, em
consonância com a melhor aplicação do art. 2º. deste regulamento, a juízo da Coordenação do Curso de
Graduação.
Art. 15º. Caso o aluno não consiga perfazer a carga horária atinente às horas de Atividades
Complementares até o último período do Curso, a instituição estará desincumbida de arrolar o nome do
acadêmico na lista de prováveis formandos do ano civil, com vistas a possibilitar a realização do Exame
Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE).
Art. 16º. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Diretor Acadêmico e Coordenação
Pedagógica.
Art. 17º. Todos os dispositivos deste Regulamento emanam das diretrizes reguladoras das resoluções
CNE/CP, do MEC.
V – Das Disposições Transitórias
Art. 18º. Estão sujeitos ao cumprimento das Atividades Complementares todos os alunos matriculados
nos Cursos de Graduação da Facimed, como condição para colação de grau e conclusão do curso.
Art. 19º. Este Regulamento entra em vigor na data de aprovação pelo CEPEX, revogadas todas as
demais disposições em contrário.
1.14 -Trabalho De Conclusão Do Curso
Será desenvolvido durante 8º e 10º semestres o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), sendo
composto pelo artigo científico, cuja entrega é obrigatória como requisito parcial para a conclusão do
curso de graduação. Durante os semestres será desenvolvido o trabalho de conclusão de curso, desde a
escolha do tema, elaboração do projeto, e confecção do mesmo.
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade curricular e se constitui num requisito
parcial para a conclusão do Curso, de acordo com o Art. 62, do Regimento Geral – FACIMED. O TCC
consiste em um trabalho de iniciação à pesquisa, sendo desenvolvido por acadêmicos, sob a orientação
de um docente do Curso.
O Coordenador de Curso poderá ou não designar um dos professores pertencentes ao colegiado
de sua graduação para coordenar as atividades atinentes a todos os trâmites do TCC, ora designado
Coordenador de TCC.
As temáticas de pesquisa emanam dos docentes das áreas do ciclo profissional, sendo definidas
pelos docentes de cada área e aprovadas pela Coordenadoria do Curso e/ou devem ensejar o início de
uma nova linha de investigação.
A definição do Professor Orientador é de livre escolha dos acadêmicos, desde que respeitado a
linha de pesquisa e as vagas para cada orientador, devendo o professor ter titulação mínima de
especialista e manifestar seu aceite por escrito, quando da entrega do projeto, a Coordenadoria do
Curso.
O orientando, a partir do momento do início de seu TCC, deverá ter no mínimo 06 (quatro)
encontros para orientações, antes da defesa em banca.
O TCC de Graduação da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal tem por objetivos:
apresentar pesquisa dentro das normas técnicas e científicas elaboradas pela FACIMED,
regulamentadas pelas normas da ABNT;
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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aplicar conceitos e métodos apreendidos ao longo dos conteúdos disciplinares e em situações
reais de vivência, articulando teoria e prática, quer de maneira experimental, quer por meio de
estudos bibliográficos e de temáticas atinentes a cada curso de graduação;
enquadrar o TCC em quaisquer uma das linhas de pesquisa definidas por cada curso de
Graduação, bem como aos núcleos e grupos de pesquisa instituídos.
O regulamento de TCC estabelece as normas relativas à elaboração, acompanhamento,
orientação e avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso.
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
1. A COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM da Faculdade de Ciências Biomédicas de
Cacoal – FACIMED, no uso de suas atribuições legais, torna-se público aos acadêmicos,
professores e orientadores as normas para a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC), para o 7º e 8º Períodos de Enfermagem.
2. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consta de um Artigo Cientifico realizado
individualmente, em dupla ou em trio pelos acadêmicos conforme vagas disponíveis dos
orientadores.
Art. 1° - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade curricular e se constitui num requisito
parcial para a conclusão do Curso, de acordo com o Art. 62, do Regimento Geral – FACIMED.
§ 1° - O TCC consiste em um trabalho de iniciação à pesquisa, sendo desenvolvido por acadêmicos, sob
a orientação de um docente do Curso.
§ 2° O Coordenador de Curso designará um dos professores pertencentes ao colegiado de sua
graduação para coordenar as atividades atinentes a todos os trâmites do TCC, ora designado
Coordenador de TCC.
§ 3° - As temáticas de pesquisa emanam dos docentes das áreas do ciclo profissional, sendo definidas
pelos docentes de cada área e aprovadas pela Coordenadoria do Curso e/ou devem procurar o início de
uma nova linha de investigação.
§ 4° - A coordenação de TCC definirá o Professor Orientador devendo o professor ter titulação mínima
de especialista e manifestar seu aceite por escrito, quando da entrega do projeto, a Coordenadoria do
Curso.
§ 5º O orientando, a partir do momento do início de seu TCC, deverá ter no mínimo 06 (seis) encontros
para orientações. Caso isto não seja cumprido, o professor orientador pode agir como determina o
parágrafo 4º, alínea i, do artigo 3º, Cap. IV.
Art. 2º - O TCC de Graduação da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal, tem por objetivos:
Apresentar pesquisa dentro das normas técnicas e científicas elaboradas pela FACIMED,
regulamentadas pelas normas da ABNT;
Aplicar conceitos e métodos apreendidos ao longo dos conteúdos disciplinares e em situações
reais de vivência, articulando teoria e prática, quer de maneira experimental, quer por meio de
estudos bibliográficos e de temáticas atinentes a cada curso de graduação;
Enquadrar o TCC em quaisquer uma das linhas de pesquisa definidas para o Curso de
Graduação em Enfermagem.
Art.3º São atribuições do Professor-orientador:
Orientar concomitantemente até o máximo de 6 (seis) trabalhos de conclusão, isto de acordo
com as linhas de pesquisa do curso;
Orientar o acadêmico na elaboração do TCC, acompanhando-o desde a elaboração do projeto
até à efetivação do trabalho de conclusão de curso.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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Trabalhar em consonância com os modelos e normas institucionalizadas, mantendo-se
especificidades ao curso de graduação em enfermagem;
Freqüentar as reuniões convocadas pela Coordenação de TCC;
Indicar co-orientador (professor da FACIMED) quando o tema do TCC abranger outras áreas
afins de conhecimento, e quando for conveniente ao bom andamento da pesquisa;
Participar como membro da banca examinadora para as quais estiver designado;
Certificar-se da autoria dos trabalhos desenvolvidos pelos respectivos orientandos, impedindo o
andamento de trabalhos e/ou encaminhamento para defesa em banca daqueles que
configurarem plágio parcial ou total.
§ 1º
A troca de orientador só é permitida quando outro docente assumir formalmente a orientação,
mediante aquiescência expressa do professor substituído e do Coordenador de curso e do coordenador
do TCC.
§ 2º
Uma vez detectado e comprovado o plágio o professor orientador poderá decidir por uma das
seguintes opções: a) solicitar ao acadêmico nova versão impedindo-o da exposição do trabalho. b) caber
a reprovação do orientando.
§ 3º
O professor orientador deve comunicar o desligamento por escrito do orientando à coordenação
de TCC, se este não comparecer ao mínimo de encontros estabelecidos.
Art. 4° Ao acadêmico orientando compete:
a) elaborar um projeto de pesquisa contendo as seguintes indicações:
• 1- INTRODUÇÃO
• 1.1) formulação do problema;
• 1.2 pergunta problema
• 1.3) formulação das hipóteses;
• 1.4) determinação dos objetivos;
• 1.5) justificativa e relevância
• 2) FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA;
• 3) MATERIAIS E MÉTODOS (METODOLOGIA);
• 4) REFERÊNCIAS OU BIBLIOGRAFIAS
• 5) ANEXOS
• 6) APÊNDICES
b) participar de todas as reuniões oferecidas pelo grupo de pesquisa, mantendo contato direto com o
orientador e demais membros do grupo;
c) cumprir as datas de entrega do Projeto Final e do TCC;
d) apresentar ao orientador e à banca examinadora material autêntico, sob pena de reprovação se
constatado plágio;
e) entregar à coordenação de TCC em datas estipuladas, no mínimo 03 cópias impressas (espiral) do
projeto final e do TCC;
f) participar da apresentação pública dos trabalhos científicos no final do semestre, em data prevista pela
coordenação de Curso;
Art. 5° A nota final do acadêmico será atribuída somente pelos membros da banca examinadora, que
deverá ser composta por 02 avaliadores.
§ 1º Para aprovação o acadêmico deve obter nota igual ou superior a 7 (sete);
§ 2º Os resultados finais, assinados por todos os membros da banca examinadora, deverão estar
registrados em atas próprias e arquivadas na Coordenação de Curso;
§ 3º Cabe à banca examinadora preencher o parecer de avaliação de TCC, constando os quesitos
relativos à avaliação do TCC, e entrega-lo assinado, juntamente com a cópia do trabalho corrigido, à
coordenação de TCC;
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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§ 4º A banca se reserva o direito de exigir alterações no TCC, quando julgar necessárias, e o TCC
alterado deve ser entregue no prazo de até 20 (vinte) dias a partir da data da entrega do TCC corrigido
pela banca examinadora, na Coordenação de Curso;
§ 5º O acadêmico que não entregar o TCC nos prazos determinados, sem justificativa, estará
automaticamente reprovado no TCC;
§ 6º O acadêmico que entregar um TCC comprovadamente plagiado será advertido pelo orientador (ou
reprovado) e terá nova oportunidade de redação, conforme decisão do Colegiado de Curso. Será
considerado plágio o uso indevido de trechos textuais sem as devidas referências bibliográficas;
Art.6º Compete aos colegiados dos cursos analisarem prováveis recursos das avaliações finais;
Art.7°- Não há recuperação da nota final atribuída ao TCC em banca. Como tal, a aprovação ou
reprovação é definitiva;
§ 1º Após a atribuição da nota o acadêmico não terá um novo prazo, caso o TCC seja considerado
reprovado pela banca examinadora.
Art.8° - O TCC será avaliado por uma banca examinadora composta por dois professores, sendo
obrigatoriamente do Curso de Graduação em Enfermagem, facultando-se a possibilidade do docente ser
de outro curso da FACIMED, desde que tenha afinidade com o tema desenvolvido e sem ônus para a
Instituição.
§ 1º A escolha das bancas examinadoras fica sob a responsabilidade do Coordenador de TCC e
supervisão do Coordenador do Curso, que deve indicar os professores de acordo com a área de
afinidade as linhas de pesquisa.
§ 2º Todos os professores dos Cursos da FACIMED podem ser convocados para orientar os Trabalhos
de Conclusão de Curso, bem como participar de bancas examinadoras, de acordo com as áreas do
conhecimento e disponibilidade de datas e horários.
§ 3º A Coordenação de TCC deve elaborar o edital fixando prazos para a entrega dos Projetos Finais
dos Trabalhos de Conclusão de Curso, dos próprios Trabalhos de Conclusão de Curso e designação das
bancas examinadoras.
§ 4º Ao término da data limite para a entrega dos Trabalhos de Conclusão de Curso, a Coordenação de
TCC deve divulgar a composição das bancas examinadoras.
§ 5º Os membros das bancas examinadoras, a contar da data de sua designação, têm o prazo de 10
(dez) dias para procederem à leitura e avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso.
Art. 9° - A atribuição das notas dar-se-á após a apresentação dos trabalhos e entrega do formulário de
avaliação do artigo científico, considerando-se os quesitos padronizados no Curso de Enfermagem, e
lançada na Web Aluno.
§ 1º
A Banca examinadora utilizará um formulário próprio para avaliação e as notas serão expressas
em grau numérico de 0,0 (zero) até 10,0 (dez).
§ 2º A nota final do acadêmico é o resultado das notas atribuídas pelos membros da banca
examinadora em cada um dos quesitos definidos.
Art.10° - Na primeira avaliação dos artigos, a Banca Examinadora solicitará ao acadêmico, quando
necessário, que reformule aspectos de seu TCC, com parecer em 02 (duas) vias assinadas por todos os
membros da Banca, podendo o resultado ser : aprovado, aprovado com pendências ou reprovado, nesta
fase não será atribuído nota ao trabalho.
§ 1º. O professor orientador será responsável pelo acompanhamento das reformulações solicitadas pela
banca do TCC.
§ 2º. Independente do primeiro resultado, o prazo para entrega da versão com as alterações sugeridas
pela Banca Examinadora é de, no máximo, 20 (vinte) dias a partir da data da entrega do parecer da
Banca Examinadora devendo o acadêmico entregar, além da nova versão, as duas vias corrigidas pelos
membros da Banca Examinadora, na Coordenação de curso.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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§ 3º. A banca examinadora terá 10 (dez) dias para avaliar as alterações solicitadas no parecer, e atribuir
a nota ao artigo, autorizando ou não a entrega da versão final do TCC.
Art.11° - O Trabalho de Conclusão de Curso deve ser encaminhado à Coordenação de TCC para os
trâmites necessários à sua avaliação.
§ 1º Em 2 (duas) cópias encadernadas em espiral transparente;
§ 2º Com estrutura e layout determinado e pelas normas padronizadas do Manual de Normas da
Instituição, bem como atendendo às determinações essenciais da ABNT;
§ 3º Caso não haja a entrega do TCC dentro do prazo estipulado e divulgado previamente, o acadêmico
será considerado reprovado nesta etapa, devendo reiniciar o processo de acordo com os trâmites deste
regimento;
§ 4º Duas vias do projeto de pesquisa.
Art.12º - Após a aprovação pela Banca Examinadora, o acadêmico terá 10 (dez) dias contados a partir
do dia posterior, para entrega da versão definitiva que deverá ser digital, em CD-ROM.
§ 1º A entrega da versão definitiva do TCC é requisito para a colação de grau e para retirada da
Declaração da Conclusão do Curso.
Art.13° - Qualquer situação não contemplada neste Regulamento deverá ser analisada pelo CEPEX e
Colegiado de Curso.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - LINHAS DE PESQUISA
O curso de enfermagem estará vinculado à linha de pesquisa: SAÚDE COLETIVA
Programas desta linha:
Programas de Saúde;
Setores de aplicação: Cuidado À Saúde das Populações Humanas
Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde
Objetivo: Desenvolver investigações ligadas as ações programáticas em saúde, tais como: saúde da
família, saúde do idoso, saúde da criança, saúde mental, saúde do trabalhador, saúde ambiental,
saúde do adulto, saúde do adolescente, saúde
bucal, saúde do físico; - Instrumentalizar intervenções em ações programáticas em
saúde que possam melhorar a atenção em saúde, sobretudo na atenção primária.
Epidemiologia
Setores de aplicação: cuidados a saúde das populações humanas, planejamento, promoção, verificação,
acompanhamento e gestão em saúde
Objetivo: Considerando-se o processo de transformações demográficas,
sobretudo quanto ao envelhecimento, e as modificações em seu padrão de saúde
decorrentes de exposições ambientais, hábitos e comportamentos vinculados ao
fenômeno de urbanização crescente, esta linha de pesquisa pretende estudar os
efeitos vivenciados pela população brasileira na esfera das doenças regionais, nas
atividades médicas, físicas, biológicas, farmacológicas e sociais.
Saúde e Sociedade
Setores de aplicação:cuidado À Saúde das Populações Humanas, avaliação e promoção da atividade
física, Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde
Objetivo:Realizar estudos direcionados a compreensão da sociedade contemporânea, buscando
compreender o processo saúde doença dentro dos crivos filosófico, antropológico, social, político e
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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econômico - Promover pesquisas sobre os meios de comunicação social em saúde, subdisiando as
práticas de educação em saúde, bem como as ações de divulgação de situações de risco
ambiental e saúde .Realizar estudos voltados a práticas integrativas a saúde
Vigilância da saúde
Setores de aplicação: Cuidado À Saúde das Populações Humanas
Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde
Objetivo: Desenvolver pesquisas que instrumentalizem e compreendam as ações de Vigilância
Epidemiológica, farmacoepidemiologia, Vigilância Sanitária,
Vigilância Alimentar, Vigilância Nutricional e Vigilância em Saúde Ambiental na
atenção a saúde.
Cultura e humanização do cuidado
Setores de aplicação: cuidados á saúde das populações especiais,
planejamento, políticas.
Objetivo: desenvolver pesquisas direcionadas a pessoas que necessitam de
cuidados especiais, acamados, UTI, portadores de deficiência, presidiários, HIV
positivos.
Saúde corpo e mente
Setores de aplicação: cuidados com a saúde do corpo fenótipo, estética corporal,
planejamento de promoção da saúde primária, secundária e terciária.
Objetivo: desenvolver pesquisas voltadas para a saúde do corpo, promoção da
saúde, práticas esportivas, atividades físicas, reabilitações. Desenvolver pesquisas
voltadas ás áreas da psicologia e afins.
ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
ETAPAS PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA
• Escolha do tema;
• 1- INTRODUÇÃO
• 1.1) formulação do problema;
• 1.2 pergunta problema
• 1.3) formulação das hipóteses;
• 1.4) determinação dos objetivos;
• 1.5) justificativa e relevância
• 2) FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA;
• 3) MATERIAIS E MÉTODOS (METODOLOGIA);
• 4) REFERÊNCIAS OU BIBLIOGRAFIAS
• 5) ANEXOS
Documentos para ser entregue ao CEP
- Folha de rosto do CONEP preenchida corretamente, onde deverá ter a assinatura dos
pesquisadores e o responsável do local , além do carimbo da empresa onde será realizado a pesquisa
ou do responsável;
- Currículo na plataforma lattes;
107
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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- Termo de Consentimento Livre E Esclarecido, preenchido de acordo com as normas do
CONEP. Onde deverá ir assinada pelos pesquisadores;
- Carta de aceite do orientador assinada;
- Carta de aceite da pessoa como sujeito da pesquisa;
- Protocolos de coleta dos dados.
- Ofício solicitando permissão para a realização da pesquisa em Instituições públicas e/ou privadas.
• 6) APÊNDICES
_ Impressos elaborados pelo autor: questionários, planilhas, etc.
ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - ARTIGO CIENTÍFICO
DIVISÃO DO ARTIGO:
1- Introdução
2- Materiais e métodos (ou metodologia)
3- Apresentação e discussão dos resultados
4- Conclusão
5-Bibliografias
6- Anexos
7-Apêndice
1.15. Apoio Ao Discente
O apoio ao discente é prestado de diversas formas e por variados segmentos no âmbito da
FACIMED, de acordo com a necessidade de cada aluno.
Além contar com o atendimento da Secretaria Acadêmica no que compete a ela, o aluno de
enfermagem também conta com o apoio irrestrito do coordenador do curso que está a sua disposição em
horários prefixados em murais e disponíveis no site da IES.
Além do atendimento direto e geral, o aluno também conta com atendimentos especializados. O
Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPP) é o principal órgão de atendimento e de apoio ao acadêmico
no tocante as suas dificuldades de adaptação e de aprendizagem.
No âmbito dos cursos, há outros segmentos especializados no atendimento e apoio discente, a
exemplo do Núcleo de Atendimento em Distúrbios e Dificuldades de Aprendizagem, com
acompanhamento dos alunos que, por natureza de sua formação básica, apresentam desníveis de
conhecimento em relação aos demais componentes do grupo. Além do mais, há, também, o Plano de
Diagnóstico e Nivelamento que visa a diagnosticar os alunos com déficit de aprendizagem e, por meio de
ações, nivelá-los segundo critérios descritos em regulamento próprio.
Para os alunos que precisam ser ouvidos nas suas dúvidas, reclamações e sugestões há ainda a
Ouvidoria que tem atendimento presencial e pelos sistemas de comunicação eletrônica. A Ouvidoria é
segmento importante no atendimento e apóio ao discente e está regulamentada em documento próprio.
1.16. Apoio as Ações Decorrentes do Processo Avaliativo do Curso
1.16.1 Atendimento Extraclasse
O atendimento extraclasse aos alunos do Curso de Graduação em Enfermagem é realizado pela
Coordenadora de Curso, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante e pelos professores com
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jornada semanal específica para atendimento ao aluno, assim como pelo serviço de atendimento ao
discente. Esse atendimento é feito personalizado e individualmente, mediante a prática de “portas
abertas” onde cada aluno pode, sem prévia marcação, apresentar suas dúvidas. Os docentes atendem
os alunos que participam dos projetos de iniciação científica, das monitorias, projetos de pesquisa,
extensão, dos trabalhos de conclusão de curso, dos estágios supervisionados.
1.16.2 Atendimento Psicopedagógico
O corpo discente do Curso de Graduação em Enfermagem conta com o Serviço de
Acompanhamento Psicopedagógico – SAPP. O SAPP tem por objetivo assessorar e acompanhar os
alunos em suas ações, atividades e comportamento. Deve promover e executar programas que visem à
melhoria das condições psicológicas e desempenho acadêmico do alunado, com o estabelecimento de
políticas de melhoria das condições de relacionamento entre o aluno-instituição e as atividades
relacionadas ao curso.
1.17 Estratégias de Nivelamento
Com o objetivo de recuperar as deficiências de formação dos ingressantes, a FACIMED oferece
cursos de nivelamento em Física, Química, Língua Portuguesa e Matemática. Os cursos de nivelamento
são oferecidos a todos os alunos do primeiro semestre do Curso de Graduação, logo nas primeiras
semanas de aula.
Os cursos de nivelamento têm por objetivo revisar conteúdos necessários ao desempenho
acadêmico do aluno; oportunizar o estudo de aspectos determinantes para o cotidiano da sala de aula;
integrar o estudante na comunidade acadêmica; e refletir com o estudante sobre o que representa a
nova vida acadêmica.
FACIMED oferece suporte ao desenvolvimento de cursos de nivelamento compatíveis com as
prioridades dos cursos que são oferecidos, conforme necessidades identificadas pelas Coordenações de
Curso. Dessa forma, outros conteúdos podem ser apresentados para nivelamento dos alunos.
1.18 - Estímulos a Atividades Acadêmicas
A missão da FACIMED alicerça-se no desenvolvimento da atividade educacional formativa,
desenvolvendo e preparando profissionais, cidadãos livres e conscientes, que busquem projetos de vida,
participativos, responsáveis, críticos e criativos, construindo e aplicando o conhecimento para o
aprimoramento contínuo da sociedade em que vivem e de futuras gerações. A Faculdade oferece
educação superior, visando à formação de sujeitos empreendedores, e comprometidos com o
autoconhecimento, com a transformação social, cultural, política e econômica do Estado de Rondônia e
da Região. Assim, a Instituição tem a responsabilidade social de preparar profissionais éticos e
competentes capazes de contribuírem para o desenvolvimento regional, o bem-estar e qualidade de vida
de seus cidadãos. Consoante com sua missão, a IES proporciona muitos estímulos aos discentes para a
realização de atividades acadêmicas e participação em eventos complementares.
Há incentivo à participação do estudante em viagens de estudos; atividades de extensão;
monitoria; pesquisa; discussões temáticas; estudos complementares; participação em seminários,
encontros, simpósios, conferências e congressos nacionais, internos ou externos à Instituição; estudos
de casos; projetos de extensão; publicação de produção científica; revista da FACIMED; visitas
programadas e outras atividades acadêmicas e culturais. Além disso, a FACIMED apóia a divulgação de
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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trabalhos de autoria dos seus alunos. Os discentes do Curso de Enfermgem participaram de diversas
Atividades Complementares, projetos de extensão e pesquisa.
A comunidade discente tem recebido incentivo institucional efetivo, tanto no que diz respeito ao
desenvolvimento de sua trajetória acadêmica, quanto às ações que estimulam a permanência do
alunado na IES. A FACIMED participa do Programa de Financiamento Estudantil – FIES - e está
credenciada pelo Programa da Universidade para Todos – PROUNI, ambos do Governo Federal. Além
disso, a instituição ainda oferece um sistema de financiamento próprio denominado FACICRED.
1.19 - Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem do Curso
O principal propósito da avaliação é acompanhar a experiência do aluno, no processo de
construção do conhecimento, com indicação contínua da efetividade das situações didático-pedagógicas
propostas. Para Vasconcellos (2000, p. 58-59), “a avaliação deve ser contínua para que possa cumprir
sua função de auxílio ao processo ensino-aprendizagem. A avaliação que importa é aquela feita no
processo, quando o professor pode estar acompanhando a construção do conhecimento pelo
acadêmico. Avaliar o processo e não apenas o produto, ou melhor, avaliar o produto no processo”.
Embora expresso em valor numérico, conforme normas institucionais, o resultado da avaliação
global do aluno deve, sobretudo, refletir os aspectos qualitativos – o perfil exigido pelo curso proposto.
A avaliação não é restrita ao aluno (também enquanto auto-avaliação, pois inclui a dos pares,
dos professores. O próprio Curso deverá ser objeto de avaliação permanente com o propósito de servir
de orientação para a melhoria do Projeto Pedagógico
O processo de avaliação do Curso de Graduação em Enfermagem está disciplinado no
Regimento da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal – FACMED, no Título IV – Do Acadêmico,
Capítulo VI – Do Desempenho Escolar, transcrito a seguir.
TÍTULO IV
DO REGIME ACADÊMICO
CAPÍTULO VI
DO DESEMPENHO ESCOLAR
Art. 103 - O aproveitamento acadêmico é avaliado mediante 03 (três) verificações
semestrais, durante os períodos letivos, com pesos 1, 2 e 3 respectivamente,
expressando-se o resultado de cada avaliação, em notas de zero a dez, com
arredondamentos de 0,0 (zero) ou 0,5 (meio) ponto na média final.
§1º. As notas semestrais advirão de avaliações cognitivas (provas teóricas/práticas)
correspondentes a um mínimo de 70% dos seus totais e atividades formativas
(trabalhos individuais, trabalhos em grupo, seminários, visitas técnicas, produções de
artigos, apresentações orais de trabalho, participações em eventos do curso,
participações em grupos de estudos de pesquisa) correspondentes a até 30%
restantes dos totais.
§2º. Deverão ser aplicados, no mínimo, dois instrumentos de avaliação (um cognitivo
e um formativo) a cada nota conferida ao aluno.
110
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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§3º. Ao aluno é facultado o direito de fazer 1 (uma) prova substitutiva para majoração
de sua média semestral, escolhida entre uma das 3 (três) verificações semestrais,
caso a requeira, sendo exigido todo o conteúdo ministrado ao longo do semestre
letivo.
Art. 104 - A avaliação do desempenho escolar parte integrante do processo ensinoaprendizagem é feita por disciplina e incide sobre a freqüência e o aproveitamento
escolar.
Art. 105 - A freqüência às aulas e demais atividades escolares, permitida apenas aos
matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas.
Parágrafo Único. Independente dos demais resultados obtidos, é considerado
reprovado na disciplina o aluno que não obtenha, ao final do período, freqüência de,
no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades
programadas.
Art. 106 - A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a
freqüência e o aproveitamento, expressando-se o resultado de cada avaliação, em
notas de zero a dez.
§1º. Cabe ao docente a atribuição de notas de avaliação e responsabilidade do
controle de freqüência dos alunos, devendo o Coordenador do Curso supervisionar o
cumprimento desta obrigação, intervindo em caso de omissão.
§2º. É atribuída nota zero ao aluno que usar meios ilícitos ou não autorizados pelo
professor, quando da elaboração dos trabalhos de verificações parciais ou qualquer
outra atividade, que resulte na avaliação de conhecimento, por atribuições de notas,
sem prejuízo da aplicação de sanções cabíveis por ato de improbidade.
Art. 107 - A cada verificação de aproveitamento é atribuída nota zero ao aluno que
deixar de se submeter à verificação prevista na data fixada, sem aviso e
concordância prévios ao professor da disciplina.
§1º. O aluno que deixar de comparecer às avaliações de aproveitamento nas datas
fixadas, pode requerer, mediante justificativa e no prazo de 72 horas, uma prova
substitutiva para cada disciplina, de acordo com o calendário escolar, cabendo ou
não sua realização de decisão do Coordenador de Curso.
§2º. É concedida revisão de nota, desde que devidamente fundamentada pelo aluno,
por meio de requerimento dirigido ao Coordenador de Curso, no prazo de cinco dias
úteis, após a divulgação do resultado.
§3º. O Coordenador de Curso constituirá uma banca composta de 3 (três)
professores da área de conhecimento, para análise do mérito.
Art. 108 - A verificação do processo ensino-aprendizagem faz-se, em cada disciplina,
considerando os seguintes aspectos:
I - assimilação progressiva de conhecimento;
II - trabalho individual ou trabalhos em grupo expressos em tarefas de estudo e de
aplicação de conhecimento;
III - provas com domínio conjunto das disciplinas lecionadas.
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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Art. 109 - O rendimento escolar do aluno é apurado por disciplina, aferido da seguinte
forma: 03 (três) notas, apuradas ao longo do semestre, perfazendo o total de 100%
(cem por cento) e valendo cada um desses componentes de 0 (zero) a 10 (dez), de
conformidade com o descrito no Art.103.
Parágrafo Único. Fica extinto o exame final.
Art. 110 - Atendida, em qualquer caso, a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco
por cento) às aulas e demais atividades, é considerado aprovado na disciplina o
aluno que obtiver média de aproveitamento igual ou superior a 7,0 (sete);
Art. 111 - O aluno é considerado reprovado na disciplina em uma das seguintes
hipóteses:
I - média semestral de aproveitamento inferior a 7,0 (sete);
II - freqüência inferior a 75%;
Art. 112 - É promovido para a série seguinte o aluno aprovado em todas as
disciplinas ou reprovado em duas delas, do semestre cursado.
Art. 113 - O aluno não aprovado em qualquer/quaisquer disciplina(s) por não ter
alcançado a freqüência escolar mínima ou a nota exigida repete a(s) disciplina(s), na
forma de dependência, atendendo às exigências de freqüência e de aproveitamento
estabelecidas.
Parágrafo Único. As aulas de dependência, podem ser ministradas em horário ou
período especiais, a critério do colegiado de cada curso e de acordo com as normas
administrativas institucionalizadas.
Art. 114 - Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos,
demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos,
aplicados por banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração dos
seus cursos, de acordo com as normas dos sistemas de ensino.
1.20 - Avaliação do Curso
A respeito da auto-avaliação, o PPC contempla o previsto na Lei nº 10.861/2004 - SINAES
Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior e fundamenta-se nas Diretrizes Curriculares
Nacionais para os cursos de graduação em Enfermagem e no PDI da FACIMED.
A estruturação avaliativa do Curso compreende o especificado no Projeto e Regulamento da
CPA, contemplando os aspectos da organização didático-pedagógica, da avaliação do corpo docente,
discente e técnico-administrativo e das instalações Físicas.
Na busca de seu reconhecimento enquanto entidade educacional comprometida com sua missão
e suas políticas institucionais, a FACIMED aplica instrumentos avaliativos que contemplam as dimensões
do retro-mencionadas.
A identificação dos pontos fortes e fracos da FACIMED, agrupadas em dimensões permite a
construção de metas que possibilitem uma constante revisão dos procedimentos para a persecução de
seus objetivos e alcance de suas políticas institucionais.
O processo avaliativo é democrático e garante a participação de todos os segmentos envolvidos
como forma da construção de uma identidade coletiva. Em específico, os instrumentos avaliativos
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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destinados aos discentes são organizados de forma a contemplar aspectos didático-pedagógicos do
curso e de cada segmento institucional que lhe sirva de suporte, além é claro da avaliação
individualizada de cada membro do corpo docente e uma autoavaliação proposta para cada acadêmico.
A avaliação do Curso de Graduação em Enfermagem é encaminhada à Coordenação de Curso
para que possa propor as medidas necessárias de adequação junto às instâncias superiores.
A obtenção dos resultados avaliativos do Curso de Graduação em Enfermagem tem possibilitado
um diagnóstico reflexivo sobre o papel desenvolvido pela FACIMED no âmbito interno e externo,
favorecendo a adoção de novas ações e procedimentos que atendam às demandas do entorno social no
qual está inserida, contribuindo para a construção de uma identidade mais próxima à realidade do
ambiente em que se localiza e a que se propõe.
A avaliação do PPC traz em si a oportunidade de rupturas com a acomodação e o previamente
determinado, abre espaço para se indagar qual a importância do curso para a sociedade, a política
adotada em sua implementação e sua contribuição para a construção de uma sociedade mais justa. O
processo de avaliação é uma forma de prestação de contas à sociedade das atividades desenvolvidas
pela Faculdade, que atua comprometida com a responsabilidade social.
Projeções e planejamentos de ações curriculares, assim como procedimentos de
acompanhamento e avaliação do Projeto Pedagógico de Curso resultam principalmente de interações
entre áreas de conhecimento, Colegiado de Curso, Núcleo Docente Estruturante, e Direção da IES e de
avaliações continuadas sobre o processo de construção e reconstrução do conhecimento, em todas as
suas variáveis.
São considerados relevantes os indicadores oriundos de dados originados das demandas da
sociedade, do mercado de trabalho, das avaliações do curso pelo INEP, do ENADE, do Programa de
Autoavaliação Institucional da FACIMED e das atividades de pesquisa e extensão.
O processo de autoavaliação do PPC foi implantado de acordo com seguintes diretrizes: A
autoavaliação do curso constitui uma atividade sistemática e que deve ter reflexo imediato na prática
curricular; deve estar em sintonia com Projeto de Autoavaliação Institucional; e deve envolver a
participação dos professores e dos alunos do curso.
Cabe a CPA e a Coordenação de Curso operacionalizar o processo de autoavaliação junto aos
professores, com apoio do NDE, com a produção de relatórios conclusivos; a análise dos relatórios
conclusivos de autoavaliação é realizada pela CPA, pela Coordenação do Curso de Graduação em
Enfermagem e pelo NDE. Os resultados das análises do processo devem ser levados ao conhecimento
dos alunos e dos professores envolvidos, por meio de comunicação institucional, resguardados os casos
que envolverem a necessidade de sigilo ético da Coordenação de Curso.
1.21 Integração com as Redes Públicas local e regional de saúde e o SUS
Conforme verifica-se no item 1.5.1, no município de Cacoal existe uma rede de serviços de
saúde instalada capaz de ser utilizada pelo Curso de Graduação em Enfermagem. Para tanto, a
FACIMED providenciou a celebração de convênios com a secretaria municipal e estadual de saúde,
garantindo oportunidades de experiências práticas e realização de estágios nestes locais. Os
acadêmicos de enfermagem estarão inseridos nas redes públicas de saúde desde o nível primário, nas
UBS e ESF, como secundário, nos Ambulatório especializado, Hospitais municipal e estadual, o que
reforça para que o ensino esteja fundamentado nos princípios e diretrizes do SUS.
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Esta integração traz beneficíos tanto para os acadêmicos, pelas oportunidades de aprendizagem
oferecidas nos campos de estágio, como para as instituições conveniadas e a população, pelos serviços
de alta qualidade oferecidos pelos docentes e acadêmicos. As atividades de pesquisa e extensão
também servirão como meio para influenciar na melhoria da qualidade da assitência prestada a
população e consequentemente na sua qualidade de vida.
114
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
DIMENSÃO 2 - CORPO DOCENTE
2.1 - ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
2.1.1- Composição do Núcleo Docente Estruturante - NDE
Conforme resolução CONAES nº 01, de 17 de junho de 2010 que normatiza o Núcleo Docente
Estruturante (NDE), o Núcleo Docente Estruturante de um curso de graduação constitui-se de um grupo
de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção,
consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.
O NDE deve ser constituído por membros do corpo docente do curso, que exerçam liderança
acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área, no desenvolvimento
do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o
desenvolvimento do curso.
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Enfermagem é integrado pelos
professores responsáveis pela formulação da proposta pedagógica do curso e que estão encarregados
da implementação e desenvolvimento do curso na FACIMED, sendo vinculados às atividades essenciais
do curso, entre elas: docência, orientação de pesquisa e extensão, atualização do próprio Projeto
Pedagógico, etc.
Em sua composição, o Núcleo Docente Estruturante conta com seis (06) dos docentes do curso
e com a Coordenadora do Curso.
Relação dos docentes que copõem o NDE do curso de Enfermagem:
Docente
Titulação
Regime de trabalho
Janice Santana N. Segura (*)
Ana Célia C. de Lima
Elessandra M. Silvestro
Kátia Cristina S. de Abreu
Mansueto Dal Maso
Sheila C. L .Soares
Ewerton Ortiz Machado
Mestrado
Mestrado
Mestrado
Doutorado
Doutorado
Mestrado
Doutorado
Integral
Parcial
Integral
Integral
Integral
Parcial
Integral
Início de atuação no
curso
2003
2003
2005
2008
2004
2004
2011
(*) Coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED.
São atribuições do Núcleo Docente Estruturante, entre outras:
I - contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso;
II - zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no
currículo;
III - indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de
necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas
relativas à área de conhecimento do curso;
IV - zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação.
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2.1. 2 - Titulação e Formação Acadêmica do NDE
A titulação e a formação acadêmica do Núcleo Docente Estruturante é qualificada. 100% dos
membros do NDE do Curso possuem titulação acadêmica obtida em programa de pós-graduação stricto
sensu, e deste, 42,8% tem título de Doutor e 57,2% mestres.
Os membros do NDE possuem experiência acadêmica e não acadêmica o que contribui de modo
significativo para a qualificação do processo ensino aprendizagem no Curso.
2.1. 3 - Regime de Trabalho do NDE
100% dos membros do Núcleo Docente Estruturante do Curso são contratados em regime de
trabalho integral ou parcial, sendo 71,4% contratados em regime de trabalho de tempo integral e 28,6%
em tempo parcial.
2.1.4 - Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso
O Colegiado de Curso é órgão normativo, deliberativo, executivo e consultivo, constituído para
cada um dos cursos superiores da Facimed, e exerce as atribuições previstas neste Regulamento
Interno, subordinando-se ao Conselho Superior – CONSUP.
Segundo o Regimento Geral da FACIMED em seu Art. 17, o Colegiado do Curso é constituído :
I – pelo Coordenador do Curso, presidente nato;
II – por 03 (três) professores do corpo docente do curso, eleito por seus pares;
III – por 01 (um) discente, do curso, eleito por seus pares.
Relação dos componentes do Colegiado de curso de Enfermagem:
Janice Santana Nascimento Segura (*)
Sheila C. L .Soares
Adélia Cileode Gomes Castelo Branco Kaiser
Tânia Roberta Pereira Furtado
Glórialuz Flores Vaca (**)
(*) Coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED.
(**) Representante discente
Segundo Art. 3º do Regulamento do Colegiado de Curso a indicação dos representantes dos
colegiados de Curso é feita através de eleição, por seus pares, para um mandato de 02(dois) anos, e os
discentes com mandato de 01 (um) ano, com possibilidade de recondução.
A representação dos discentes é eleita pelos acadêmicos do curso de Graduação, dentre os
estudantes que tenham cumprido, pelo menos 1(um) semestre da carga horária obrigatória do Curso,
sendo designada através da Coordenação do Curso.
Segundo Art. 7º do Regulamento de Colegiado de Curso são atribuições do Colegiado do Curso
de Graduação:
I – avaliar e atualizar, sempre que houver necessidade, o Projeto Pedagógico de Curso - PPC, em todos
os seus aspectos;
II – analisar e aprovar os planos de ensino das unidades curriculares do curso, propondo alterações
quando necessárias com a participação da Coordenação Pedagógica;
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III – estabelecer formas de acompanhamento e avaliação do curso, em articulação com a Comissão
Própria de Avaliação (CPA), inclusive acompanhando e auxiliando na divulgação dos resultados;
IV – elaborar proposta do calendário acadêmico anual do curso, encaminhando para a Direção
Acadêmica, que unificará as informações;
V – apreciar convênios, no âmbito acadêmico, referentes ao curso, encaminhando-os para parecer ao
Diretor Presidente;
VI – decidir, em primeira instância, sempre que houver necessidade, questões apresentadas por
docentes e discentes;
VII – analisar os casos de infração disciplinar e, quando necessário, encaminhar ao órgão competente;
VIII – propor e/ou avaliar as atividades extracurriculares necessárias para o bom funcionamento do
curso, registrando-as em formulários próprios;
IX – apresentar ao CEPEX regulamentos específicos do Curso referentes às Atividades
Complementares, Estágios Curriculares e Trabalhos de Conclusão de Curso;
X – avaliar, fixar normas e promover a integração dos componentes curriculares do curso, visando
garantir-lhe a qualidade didático-pedagógica e a interdisciplinaridade;
XI – exercer a fiscalização e o controle do cumprimento de suas decisões;
XII – solucionar os casos omissos neste Regulamento e as dúvidas que porventura surgirem na sua
aplicação.
2.1.5 – Atuação da coordenadora
A coordenadora administra o curso com base em normas firmemente pré-estabelecidas pelo
Regimento Interno, pelo Manual de Administração das Coordenações e pelo plano de metas
estabelecido, votado e aprovado a cada início de semestre pelo Colegiado, consoante atas lavradas no
livro de registro das reuniões.
É atribuição do coordenador o gerenciamento administrativo-pedagógico de seu curso,
competindo-lhe:
Representar o departamento junto às autoridades e órgãos da Faculdade em atos oficiais;
Convocar por escrito, conjuntamente com o diretor da IES, reuniões da Coordenação, com
antecedência mínima de 5 (cinco) dias úteis, presidindo-as;
Elaborar ata, em livro próprio, de todas as reuniões com os professores de seu departamento,
com a assinatura dos presentes;
Convocar, no prazo de dois dias úteis, por meio de ofício assinado conjuntamente com o diretor
da IES, os professores que não estiveram presentes em reunião ordinária ou extraordinária
convocada pelo departamento, para conhecimento da pauta e das deliberações;
Apresentar mensalmente à Direção Acadêmica relatório sucinto das atividades do período;
Apresentar anualmente à Direção Acadêmica, até o mês de março, relatório detalhado de suas
atividades e das de sua Coordenação referente ao ano imediatamente anterior;
Comunicar imediatamente à Direção sobre os problemas ou sugestões levantadas em sala de
aula durante as visitas (constar no relatório mensal);
Reunir-se uma vez por semana com a Direção para análise e deliberação de assuntos de
interesse da IES;
Cumprir, na instituição, integralmente o horário e as atribuições de coordenação de curso,
inclusive nas duas últimas semanas do mês de dezembro, nas semanas iniciais do mês de
fevereiro e nas duas semanas finais do mês de julho, ocasiões em que normalmente não há
aulas a serem ministradas;
Exercer, dentro de seu horário de coordenação de curso, exclusivamente as atribuições
pertinentes à função;
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Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Planejar as ações de seu departamento no período imediatamente anterior ao início do semestre
letivo, nos meses de dezembro, fevereiro e julho, conjuntamente com a Coordenação
Pedagógica Geral e, se necessário, com os coordenadores de outros cursos;
Informar com antecedência à Coordenação Pedagógica Geral e à Direção Acadêmica da IES
sobre todas as decisões e ações que lhe competem, no âmbito de seu departamento;
Informar à Direção Acadêmica, por meio do relatório mensal, os motivos apurados quanto aos
trancamentos e desistências de acadêmicos, buscando, conjuntamente com esta, alternativas
que possam evitar a evasão;
Pronunciar-se formalmente, em impresso próprio da IES, sobre aproveitamento de estudos e
adaptações de alunos transferidos e diplomados, depois de ouvido o Colegiado;
Comunicar à Direção Acadêmica da IES, por escrito, problemas ocorridos com discentes e
docentes de seu departamento;
Encaminhar à Direção Acadêmica os currículos recebidos, opinando sobre os mesmos;
Coordenar a organização do trabalho docente e discente referente ao seu departamento;
Elaborar, semestralmente, calendário de avaliações bimestrais, exames e segunda-chamada,
dentro do calendário acadêmico da IES, enviando cópia aos professores de seu departamento e
publicando em mural para conhecimento pelos acadêmicos;
Pronunciar-se, ouvir e ter o aval dos outros coordenadores quando sua ação depender ou
interferir direta ou indiretamente nas demais coordenações;
Acompanhar e supervisionar as notas e freqüência dos acadêmicos, investigando as
incoerências que porventura sejam constatadas;
Prestar atendimento ao acadêmico em horário noturno, em expediente regular;
Informar aos acadêmicos e docentes de seu curso os horários diurno e noturno disponíveis para
atendimento;
Visitar uma vez por mês, no mínimo, as salas de aula de seu curso para ouvir os acadêmicos e
relatar eventuais problemas ou sugestões;
Dar total acompanhamento ao acadêmico, quer do ponto de vista administrativo ou pedagógico
que lhe competir, quer indicando o departamento responsável;
Informar periodicamente aos acadêmicos sobre as ações, providências e atividades suas e de
seu departamento, quando essas informações forem de interesse dos mesmos;
Incentivar os acadêmicos e professores de seu departamento a frequentarem a Biblioteca para
pesquisas e leitura, mesmo no período noturno;
Acompanhar a performance dos acadêmicos de seu curso, orientando e auxiliando os que
estiverem tendo algum tipo de dificuldade ou problema;
Acompanhar as desistências ocorridas em seu curso, investigando o motivo que levou o
acadêmico a tomar tal decisão;
Acompanhar as solicitações de trancamento de matrícula pelos acadêmicos de seu
departamento, dando despacho no requerimento;
Orientar os professores de seu departamento para que acompanhem e auxiliem os acadêmicos
que apresentarem dificuldades de aprendizagem;
Supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas, bem como o
desenvolvimento das ementas e programas apresentados em cada disciplina pelo professor
titular;
Supervisionar e fiscalizar a assiduidade e pontualidade do professor quanto à(s) disciplina(s)
assumida(s) em seu departamento, comunicando à Direção Acadêmica qualquer irregularidade;
Supervisionar e fiscalizar o cumprimento das obrigações dos professores dentro dos prazos
estipulados quanto à entrega de plano de curso, notas, frequência, diários, preparação de aulas,
obediência à ementa e carga horária, comparecimento às reuniões, etc.;
118
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Supervisionar as técnicas e a metodologia utilizada, bem como a aplicação dos instrumentos de
avaliação do aproveitamento utilizados pelos professores, intercedendo nos casos em que julgar
necessários, respeitadas as particularidades de cada disciplina;
Supervisionar a elaboração de projetos a serem desenvolvidos pelo Coordenação;
Supervisionar, de modo geral, toda atividade docente do professor em sala de aula ou fora dela;
Determinar aos professores de seu departamento que alertem o acadêmico sempre que o
número de suas faltas se aproximar do limite máximo permitido pela legislação;
Monitorar a relação professor-aluno para que haja um bom relacionamento interpessoal,
intercedendo nos casos em que julgar necessários;
Propor aos professores, quando necessário, as modificações, adaptações e atualizações das
ementas, programas e bibliografias de cada disciplina, dentro das disposições legais vigentes,
ouvida a Diretoria Acadêmica;
Incentivar e orientar os docentes do departamento a elaborarem projetos de pesquisa e
extensão universitária;
Zelar pela regularidade e qualidade do ensino das disciplinas de seu departamento,
intercedendo, se necessário, junto aos professores;
Comunicar aos demais professores do curso, por escrito, todas as decisões e ações suas, da
Direção Acadêmica, da Direção Geral e da Presidência da IES;
Zelar para que os professores do curso respeitem e cumpram as determinações estabelecidas
pela legislação vigente, bem como as deliberações das instâncias deliberativas da IES;
Ouvir e pronunciar-se sobre as idéias e propostas apresentadas pelos professores do curso,
encaminhando-as, quando necessário às instâncias superiores;
Apresentar à Direção Acadêmica sugestões que visem à melhoria da qualidade de ensino e ao
pleno desenvolvimento da atividade acadêmica da IES;
Exercer as demais funções que lhe forem atribuídas.
Por fim, a seguir, estão expostos cinco critérios de natureza social, política e interacionista que,
neste projeto, considera-se serem atribuições imprescindíveis na formação do caráter profissional do
coordenador de curso:
a) O coordenador de curso é um líder reconhecido e respeitado na área de abrangência do curso
que gerencia. Deverá conhecer as necessidades regionais (sociais, educacionais, científicas,
econômicas e outras), a fim de melhor administrar o Projeto Pedagógico de seu curso, no intuito
de atender às necessidades da comunidade em que está inserido e para a qual são formados os
agentes de transformação social (egressos do curso).
b) O coordenador é um incentivador de professores e alunos, em sua natureza profissional deverá,
além das competências do saber inerente à sua área de atuação, conter habilidades e
competências que possam funcionar como instrumentos de estímulo, participação e articulação
do grupo.
c) O coordenador é um representante legítimo de seu curso. Não basta exercer o cargo, deverá ser
eleito e/ou indicado pelo Colegiado. Desta forma, a sua figura torna-se representativa e
respeitada nas tomadas de decisões junto aos segmentos internos da IES.
d) O coordenador é um propagador das concepções, dos objetivos, dos meios e dos fins previstos
pelo Projeto Pedagógico. Deverá ser aquele que garante a existência do curso, porque, assim
procedendo, estará afiançando o bem-estar das famílias daqueles que dependem do
119
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
desempenho das atividades profissionais que, inevitavelmente, serão molas propulsoras e
sustentadoras do padrão de vida bio-físico-intelectual. De igual forma, será também responsável
pela formação do capital intelectual a ser desenvolvido e estimulado nos egressos, fato que os
tornarão idôneos no exercício do estado profissional, a fim de garantirem sucesso na escalada
da pirâmide de estratificação social.
e) O coordenador é responsável pela vinculação do curso aos anseios e desejos de mercado.
Nenhuma sociedade é estática, o homem evolui e com ele todas as coisas. Compete ao gestor
do curso instigar a avaliação periódica do Projeto Pedagógico, a fim de propor mudanças que
possam nivelar suas matrizes, ementas, conteúdos, bibliografias, competências e habilidades às
exigências para formação do profissional crítico, competente, reflexivo e transformador.
2.1.6 - Regime de Trabalho da Coordenadora do Curso
A Coordenadora de Curso é contratada em regime de tempo integral, com 40 horas de
atividades semanais, com carga horária prevista para aulas, coordenação, administração e condução do
curso.
2.1.7 - Titulação e Formação da Coordenadora do Curso
A Coordenadora do curso de enfermagem é Bacharel em Enfermagem, Mestre em Ciências da
Saúde, Especialista em Metodologia e Didática do Ensino Superior e em Formação Pedagógica em
Educação Profissional – área Enfermagem . Tem 09 (nove) anos de experiência de magistério superior e
está na coordenação do curso há 05 anos.
2.1.8 - Organização do Controle Acadêmico
O Colegiado de Curso é o órgão normativo, deliberativo, executivo e consultivo que é constituído
para cada um dos cursos superiores da FACIMED e que exerce as atribuições previstas no Regimento
Geral, subordinando-se ao CEPEX e ao CONSUP.
A organização do controle acadêmico segue as normas regimentais estabelecidas. O órgão
central de desempenho das atividades acadêmico-administrativas é a Secretaria.
O registro e o controle acadêmico de matrícula, trancamento, transferência e aproveitamento de
estudos são de responsabilidade da Secretaria Geral da FACIMED. As questões acadêmicas, expedição
de atestados, históricos escolares, registro de diplomas, entre outras atividades, também estão a cargo
da Secretaria Geral - SEGEA. A verificação e o registro de freqüência, notas, aprovação/reprovação são
de responsabilidade do professor e o seu controle de responsabilidade da Secretaria Geral.
A SEGEA é o órgão de apoio ao qual compete centralizar todo o movimento acadêmico e
administrativo da FACIMED dirigida por um Secretário Geral, sob a orientação da Direção Geral e da
Direção Acadêmica. O secretário tem sob sua guarda todos os livros de escrituração escolar, arquivos,
prontuários dos alunos e demais assentamentos em livros fixados pelo Regimento e pela legislação
vigente.
À SEGEA compete:
I - inscrever os candidatos à seleção e admissão;
II - proceder à matrícula dos alunos;
120
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
III - expedir documentação escolar geral;
IV - expedir diplomas e certificados;
V - organizar e manter atualizados arquivos e fichários da Secretaria;
VI - manter o controle dos registros acadêmicos;
VII - divulgar as diversas atividades do setor escolar;
VIII - executar outros trabalhos que lhes sejam atribuídos pelo Diretor da FACIMED e
pela Direção Acadêmica.
Ao Secretário compete:
I - dirigir a Secretaria, observadas as normas regimentais, e as que lhe forem
conferidas pelo Diretor da Facimed e pela Direção Acadêmica;
II - comparecer às sessões do CONSUP e do CEPEX, desde que convocado;
III - assinar diplomas, certificados e documentos escolares gerais;
IV - cumprir e fazer cumprir as determinações do Diretor Acadêmico;
V - abrir e encerrar os termos referentes a todos os atos escolares, submetendo-os,
quando necessário, à assinatura do Diretor Acadêmico;
VI - expedir, receber e arquivar toda a correspondência oficial;
VII - apresentar anualmente ao Diretor Acadêmico relatório dos trabalhos da
Secretaria;
VIII - exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas pelo Diretor da
FACIMED e pela Direção Acadêmica.
2.1.9 - Pessoal Técnico e Administrativo
A Coordenadoria do Curso de Graduação em Enfermagem tem à sua disposição pessoal de
apoio técnico e administrativo necessário à execução de seus serviços e ao cumprimento de suas
atribuições.
Na FACIMED o corpo técnico-administrativo, constituído por todos os funcionários não docentes,
tem sob sua responsabilidade os serviços administrativos e técnicos de apoio necessários ao normal
funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão.
A Faculdade zela pela manutenção de padrões de recrutamento e condições de trabalho
condizentes com sua natureza, bem como por oferecer oportunidades de aperfeiçoamento técnicoprofissional a seus funcionários.
Os funcionários não-docentes são contratados sob o regime da legislação trabalhista, estando
sujeitos, ainda, ao disposto neste regimento, no Estatuto da Mantenedora e nas demais normas
expedidas pelos órgãos da administração superior da FACIMED.
121
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
2.2 - Perfil dos Docentes
2.2.1 - Titulação do Corpo Docente
O corpo docente do Curso de Graduação em Enfermagem é composto por 28 professores,
sendo 06 doutores (21,4%), 11 mestres (39,3%) e 11 especialistas (39,3%).
Assim, 60,7% dos docentes do Curso de Graduação em Enfermagem têm titulação obtida em
programas de pós-graduação stricto sensu.
122
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
N°
Nome do Docente
Tempo
Docência
Superior
Graduado em
Área da maior titulação
Àrea
1
2
Adélia Cileode Gomes
Castelo Branco Kaiser
Ana Célia Cavalcante
Lima
3
08 anos
09 anos
4
Ângela Antunes de Morais
Lima
08 anos
5
Antônio Carlos da S.C.de
Souza Tony
06 meses
6
Enfermagem
Ciências da Saúde
dos
Biomedicina
Ciências Médicas
Enfermagem
Saúde da família
Letras
Educação
Farmácia
Biotecnologia
Farmácia
Ciências com área de
atuação
em
Microbiologia
02 ano
Daniele Cazoni Balthazar
8
Administração
Serviços de Saúde
Nivel
IES que estudou
Ano
de
conclusão
Especialização
UNAERP
1995
Mestrado
Universidade de Brasília
2006
03 anos
André Nazário de Oliveira
7
Enfermagem
Elessandra
Silvestro
Maria
Elizabete Sarzi Zamberlan
9
10
Elídio Rodrigues Neto
11
Fabrício
Barbosa
Fernando do Carmo Silva
Almeida
06 anos
29 anos
08 anos
06 anos
08 anos
Mestrado
Especialização
Mestrado
Mestrado
Ciências
Matemática
Odontologia
Medicina
Veterinária
Fisioterapia
e
Matemática
Faculdade de Ciências
Médicas da Universidade
Estadual de CampinasUNICAMP
Parcial
Integral
Integral
2009
UNIR
2002
UFMT
2007
UFES
Integral
Parcial
Integral
2011
Mestrado
Especialização
Anestesiologia
Doutorado
Doutorado
Ciências da Saúde
Mestrado
Dentística restauradora
Regime
de
Trabalho
Universidade
Paulo USP
de
São
2006
UNIR
2001
UNITAU
Faculdade de Medicina
de Botucatu
1989
UnB
2007
2011
Integral
Parcial
Parcial
Integral
Integral
123
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
12
13
14
15
16
17
Helizandra
Simoneti
Biianchini Romanholo
04 anos
02 anos
Isis Lazzarini
Janice
Santana
Nascimento Segura
do
Juliana Perin Vendrusculo
Kátia Cristina Salvi de
Abreu
Laurindo
Pereira
de
09 anos
06 anos
21 anos
Souza
18
19
20
21
Luis Fernando
Bastianini
Matos
Maria Neuma Sampaio
Maira
Melisse
Gonçalves
01 ano
07 anos
24 anos
Mansueto Dal Maso
Beck
22
06 anos
Medicina
Veterinária
Produção animal
Enfermagem
Ciências da Saúde
Enfermagem
Saúde do Trabalhador
Odontologia
Odontopediatria
Doutorado
Especialização
Enfermagem
Enfermagem
em
unidade de terapia
intensiva adulto
Roberta Grain Barreto
2007
Doutorado
UFV
2011
Mestrado
Universidade de Brasília
2006
Especialização
Universidade Regional do
Noroeste do Estado do
Rio Grande do Sul
Universidade
Estadual
Paulista
Júlio
de
Mesquita Filho, UNESP
Fisiologia
Mestrado
Enfermagem
Desenvolvimento
Gerencial em Unidade
Básica de Saúde
Especialização
Ciências Sociais
Fisioterapia
aplicada
ortopedia,traumatológica
e desportiva
Filosofia
Teologia
e
Fisioterapia
Fisioterapia
04 anos
Faculdade de Ciências
Biomédicas de Cacoal
Ciências
biológicas
Modalidade
médica
03 anos
Mileidy Von Rondon
23
Ginecologia
Obstetrícia
02 anos
e
Especialização
Enfermagem
FarmáciaBioquímica
Analises
Clínicas
Ciências biológicas
Universidade
Paulo, USP
de
São
2003
Integral
Parcial
Integral
2011
Parcial
2011
1996
Doutorado
UNICAMP
2004
Especialização
Universidade de Santo
Amaro – UNISA
2005
Mestrado
Escola
Nacional
de
Saúde Pública Sérgio
Arouca da Fundação
Oswaldo Cruz no Rio de
Janeiro
2009
Federal de Ouro PretoUFOP
2003
Mestrado
Parcial
Parcial
UNIR
Saúde Pública
e
Unidade
de
Ensino
Superior Ingá, UNINGA,
2002
Parcial
Parcial
Integral
Integral
Integral
Integral
124
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
24
Raul Dirceu Pazdiora
02 anos
Medicina
Veterinária
Produção Animal
Doutorado
Universidade Estadual
Paulista
Júlio
de
Mesquita
(UNESP),
campus Jaboticabal
25
Sheila Carminati de Lima
Soares
08 anos
Enfermagem e
Obstetrícia
Ciências da Saúde
Mestrado
Universidade de Brasília
2007
Enfermagem e
Obstetrícia
Desenvolvimento
Gerencial de Unidade
Básica de Saúde
Especialização
FIOCRUZ
1995
Psicologia
Saúde Mental
Especialização
UNIR-FIOCRUZ
2008
Enfermagem
Didática
Superior
Especialização
Faculdade de Ciências
Biomédicas de Cacoal
2008
26
27
28
Tânia Roberta
Furtado
Pereira
Rosângela Martins Vieira
Teresinha Cícera T.Viana
08 anos
08 anos
04 aos
do
Ensino
2011
Parcial
Parcial
Parcial
Parcial
Parcial
125
2.2.2 - Regime de Trabalho do Corpo Docente
A FACIMED investe na composição de um corpo docente que possui uma dedicação
preferencial, cujo resultado seja a construção de uma carreira assentada em valores acadêmicos.
Os professores possuem diferentes regimes de trabalho, 46,4% dos docentes do Curso
de Graduação em Enfermagem possuem contrato de trabalho em regime de tempo integral e
53,6% em regime de tempo parcial.
2.2.3 Experiência Profissional do Corpo Docente
Quando mais experiente é o corpo docente, melhor será o desempenho do curso na
formação do Egresso. A FACIMED, instituição que já nasceu no século XXI, como é o seu slogan,
em cumprimento à sua missão e aos seus objetivos, prima pela contratação de profissionais que
sejam devidamente titulados em programas de pós-graduação strito sensu e que tenham
experiência no magistério, quer seja superior, quer seja na educação básica.
Quando possível, a FACIMED investe na formação de seus professores incentivando-os
financeiramente a cursarem pós-graduação lato e strito sensu e outros cursos de formação e
especialização docente como se pode verificar nas anotações do departamento próprio e
conforme depoimento dos próprios professores.
2.2.4 Experiência de Magistério Superior ou Experiência do Corpo Docente e em Outras
Atividades Profissionais
No que se refere à experiência profissional, a FACIMED, ao selecionar os professores
para os seus cursos, assume como compromisso priorizar a contratação de profissionais com
experiência no magistério superior e com experiência profissional, fora do magistério, na área de
formação, e, em determinados casos, com experiência na educação básica como docentes.
A experiência no magistério superior possibilita ao professor uma atuação segura, focada
na aprendizagem dos alunos e integrada à proposta pedagógica da FACIMED. A experiência
profissional, fora do magistério, na área de formação, possibilita ao professor uma abordagem
mais prática dos conteúdos curriculares ministrados em sala de aula. Assim o sendo, a FACIMED
busca formar seus quadros de professores dando preferência àqueles que, além do conhecimento
teórico, tenha habilidades práticas adquiridas no exercício profissional.
2.2.5 Relação entre o número de docentes e o número de estudantes
Será obedecido o número médio de alunos por Turma – seguindo os critérios de números
de alunos por turmas de acordo com os Padrões Mínimos de Qualidade divulgados para Cursos
de Enfermagem, a saber:
126
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Aulas teóricas – proporção aluno/professor - 50/1
Aulas práticas de laboratório - proporção aluno/professor - 25/1
Em campos de estágios a proporção de aluno/professor obedece a RESOLUÇÂO/COFEN
- 299/2005:
Art. 7º As instituições cedentes do campo de estágio curricular supervisionado devem contar com
a efetiva participação do responsável técnico da área de enfermagem, na formalização e
operacionalização dos programas de estágio, quanto os procedimentos a serem adotados pelas
instituições, para a aceitação de estagiários referente a:
I – Proporcionalidade do número de estagiário por área de atividade, segundo a natureza da
atividade exercida, supervisão requerida e o nível de complexidade do cliente, a saber:
a) assistência mínima/auto cuidado até 10 (dez) alunos;
b) assistência intermediária até 8 (oito) alunos;
c) assistência semi-intensiva até 6 (seis) alunos; e
d) assistência intensiva até 5 (cinco) alunos.
2.2.6 - Produção Científica, cultural, artística ou tecnológica
A FACIMED oferece todas as condições para o desenvolvimento de pesquisa e inovação
tecnológica, inclusive com participação de alunos, conforme detalhamento no item 2.1 da
Organização Didático Pedagógica deste Projeto Pedagógico de Curso.
Os docentes do curso produziram material didático ou científico nos últimos três (03)
anos.
127
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
DIMENSÃO 3- INSTALAÇÕES FÍSICAS
3.1 - Infra- estrutura física e acadêmica
A SOREC, mantenedora da FACIMED, é legítima proprietária do lote urbano sob nº 04, com
área de 4.080,86 m2, Quadra 51, Setor 03, localizado na Avenida Cuiabá, 3087, Bairro Jardim
Clodoaldo, Cacoal - RO.
Para atender, de forma adequada, as necessidades acadêmicas da FACIMED, foram
projetadas suas instalações prediais, com um total de 5.451,75m2, em dois anexos I e anexo II. O
curso de enfermagem está sendo realizado no anexo I.
As instalações prediais construídas, de excelente qualidade, são em alvenaria e estrutura
de concreto aramado, com fechamento em vidro e tijolo cerâmico, piso cerâmico antiderrapante,
revestimento externo com reboco, massa acrílica e no interno com reboco, massa corrida, pintura
látex/acrílica, textura e azulejos (laboratórios e conjuntos sanitários) com portas internas de
madeira e janelas com vidro temperado.
A instalação elétrica está de acordo com as normas da concessionária local, sendo
substação, parte interna, todo o sistema embutido com quadros de distribuição de acordo com as
cargas, interruptores, tomadas e luminárias fluorescentes distribuídos em conformidade com as
necessidades e código de obra.
Todos os ambientes são climatizados por ar condicionados tipo Split, dimensionados de
acordo com a área e normas técnicas.
A instalação hidrosanitária atende as normas da concessionária local, inclusive às
exigências de segurança.
O prédio utiliza cobertura de telha fibrocimento 5mm, apoiada em estrutura de madeira, tipo
garapeira.
Quadro - Infra-estrutura física no ano 2012
Espaço Físico
Área Sede
Área de Convivência
Auditório
Biblioteca
Sala de Coordenação
Sala de Aula
Laboratório de Informática I
Laboratório de Informática II
Sala dos Professores
Sala NUPPES
Sala SAAP
Coordenação Pedagogica, CPA, CEP e CEUA
Banheiros M e F
Laboratório de Habilidades Clinicas
Laboratório de Microscopia I
M²
01
01
01
03
31
01
01
01
01
01
01
06
01
01
300,m2
334,11 m²
479,24 m²
58,41 m²
58,19 m² (média)
40,96 m²
44,38 m²
52,03 m²
50m2
10,m2
58,06 m²
16,39 m²
150,88 m²
72,41 m²
128
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Laboratório de Microscopia II
Morfofuncional (sala 205)
Morfofuncional (sala 206)
Morfofuncional (sala 208)
Morfofuncional (sala 209)
Morfofuncional (sala 210)
Laboratório de Farmacotécnica
Laboratório Química Orgânica
Laboratório de matemática e física
Laboratório de Bioquímica
Laboratório de Psicologia Experimental
Unidade I
Sala de Aula
Banheiros M e F
Laboratorio de Fisioterapia
Clinica de fisioterapia
Laboratorio de Informatica
Biblioteca
Sala de Professores
Sala de Coordenação
Quadra Poliesportiva
Clinica de Psicologia (Predio Locado)
Clinica Veterinária (Locado)
Clínica Odontologia
Recepção
Laboratório Pré Clínica A
Laboratório Pré Clínica B
Sala Esterilizada
Sala Raio X
Sala Distribuição de Materiais
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
86,59 m²
23
04
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
03
01
60,m2 cada
65,86 m²
60,06 m²
59,66 m²
59,05 m²
59,65 m²
62,40 m²
62,40 m²
57,44 m²
59,75 m²
43,m2
60,m2
200m2
64,m2
160,m2
52,03 m²
58,41 m²
1.267,m2
150,m2
198,7m2
29m2
59m2
59m2
15,34m2
3,5m2
3,9m2
Quadro - Infra-estrutura Acadêmica - Recursos Multimídia
Equipamentos
Computadores
Data show
Retroprojetores
Televisores
Vídeo Cassete / DVD
Scanner
Power Vision ( retroprojetor digital)
Sala de áudio e vidio
Cx Som
Micro system
Especificação
Sistema Operacional Windows XP
06 Epson, 05 Sony
29´
Philco
2010
87
60
10
04
04
01
1
1
1
2
2011
95
70
10
04
5
02
1
1
2
2
129
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
3.1.1 – Gabinetes de trabalho para docentes do tempo integral
A FACIMED dispõe de espaço para os professores que trabalham em regime de 40 horas.
A maior parte desses professores desenvolve outras atividades na IES e, por isso, tem salas que
servem para o desenvolvimento das ações específicas da função também para o atendimento ao
discente.
Os professores que são 40 horas e que não exercem funções e cargos na IES trabalham
na sala dos professores e atendem os alunos nos gabinetes anexos às coordenações de curso.
3.1.2 – Espaço de trabalho para coordenação de curso e serviços acadêmicos
Todos os coordenadores da FACIMED são lotados no regime de 40 horas e possuem
gabinetes de trabalho, no qual desenvolve suas ações administrativas, pedagógicas e de
atendimento aos professores e alunos.
3.1.3 – Sala de Professores
A FACIMED conta com duas salas de professores, uma na sede e a outra na unidade I,
mobiliadas por mesas de trabalho, geladeira, sofás, cadeiras e gabinetes para trabalho individual.
3.1.4 - Salas de aula
A Instituição disponibiliza aos seus acadêmicos salas de aula adequadas e confortáveis,
com dimensões médias de 58,19 m², comportando turmas com 50 alunos, em alvenaria e
concreto armado, fechamento em vidros temperados, piso cerâmico antiderrapante, revestimento
em massa corrida e pintura látex/acrílica. Há em cada sala um retroprojetor.
Todas as salas de aula são mobiliadas com 50 carteiras individuais, com acabamento em
fórmica, acompanhadas de 50 cadeiras estofadas, em tecido, com 10mm de espessura, quadros
brancos, climatizadas com ar condicionado Split e cortinas tipo persiana.
A FACIMED conta com salas de aula padronizadas, com capacidade para cinqüenta alunos
e planejadas para oferecer as melhores condições de aprendizagem atendendo às disposições
regulamentares quanto a dimensão, iluminação, ventilação (todas as salas são climatizadas),
mobiliário e limpeza.
3.1.5- Auditório/Sala de Conferência
A FACIMED coloca a disposição da comunidade acadêmica o auditório, localizado no
pavimento térreo do prédio, com 334,11 m². Mantendo o seu padrão de qualidade, o auditório
conta com rebaixamento do teto em gesso melhorando, assim, a distribuição da acústica e da
climatização ambiente.
3.1.6 - Instalações Sanitárias
As instalações sanitárias da FACIMED foram construídas de acordo com as normas hidro
sanitárias da concessionária local, composta de três conjuntos sanitários masculinos e três
femininos. Com área de 16,39m2, cada conjunto possui quatro divisórias com vasos sanitários,
130
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
sendo uma planejada para atendimento aos portadores de necessidades especiais e uma
bancada com lavatórios.
Todos os conjuntos têm piso cerâmico antiderrapante, revestimento total das paredes em
azulejos, janelas com vidros temperados, portas em madeira. As divisórias e as bancadas são de
pedra tipo granito.
3.1.7 - Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais
A FACIMED está atenta às determinações da Portaria Ministerial n.º 3.284, de 7 de
novembro de 2003, que Dispõe sobre os requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de
deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de
credenciamento de instituições.
Na elaboração de sua planta-baixa e em todo o projeto arquitetônico de suas instalações,
foram previstos espaços e facilidades para portadores de deficiências físicas: a eliminação de
barreiras arquitetônicas para circulação do estudante, permitindo-lhe o acesso aos espaços de
uso coletivo; a reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades de serviços
e a construção de rampas com corrimãos, para permitir a circulação com cadeiras de rodas;
adaptação de portas e banheiros com espaço suficiente para permitir o acesso a cadeira de
rodas; a colocação de barras de apoio nas paredes dos banheiros; instalação de lavabos,
bebedouros e telefones públicos em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas.
No que concerne a alunos portadores de deficiência visual, a SOREC assume o
compromisso formal, no caso de vir a ser solicitada e até que o aluno conclua o curso:
a) de manter sala de apoio equipada como teclado em braile, impressora braile acoplada
ao computador, sistema de síntese de voz, gravador e fotocopiadora que amplie textos, software
de ampliação de tela, equipamentos para ampliação de textos como lupas, réguas de leitura, etc.
b) de adotar um plano de aquisição gradual de acervo bibliográfico em braile e de fitas
sonoras para uso didático;
III - quanto a alunos portadores de deficiência auditiva, compromisso formal da instituição,
no caso de vir a ser solicitada e até que o aluno conclua o curso:
a) de propiciar, sempre que necessário intérprete de língua de sinais/língua portuguesa,
especialmente quando da realização e revisão de provas, complementando a avaliação expressa
em texto escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno;
b) de adotar flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo
semântico;
c) de estimular o aprendizado da língua portuguesa, principalmente na modalidade
escrita, para o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver
matriculado;
d) de proporcionar aos professores acesso à literatura e informações sobre a
especificidade lingüística do portador de deficiência auditiva.
3.1.8 - Infra-estrutura de Segurança
131
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
A instalação da FACIMED foi projetada para atender as normas do Código de Segurança e
Proteção contra Incêndio – CBM RO, através da instalação dos seguintes sistemas:
- Extintores CO2 nos corredores e laboratórios;
- Para-peito no mezanino/saguão;
- Saída de emergência;
- Luminárias de emergência;
- Ducha d’água nos laboratórios;
- Corrimão na escada e rampa;
- Sinalizações;
- Parte elétrica: Substação e quadros de distribuição compatíveis com as cargas.
3.1.9 - Área de Convivência
Nesses espaços são contemplados os serviços de alimentação, reprografia, e outros, além
da área de convivência ampla, arejada e confortável.
3.1.10 - Acesso a equipamentos de informática pelos docentes
Todos os docentes da FACIMED têm acesso a equipamentos de informática.
A Instituição disponibiliza, em seus três turnos de funcionamento, o Laboratório de
Informática I e II composto por 25 microcomputadores AMD DURON, 1.100, 128 MB, 20 GB, 52x,
todos interligados por 02 switchs de 16 portas cada, que distribuem a Internet
independentemente, através de um modem Alcatel Touch Pro.
Encontra-se instalados em todos os microcomputadores o pacote Office completo
constituído dos programas Word, Excel, Power Point e Access.
Além do laboratório, os docentes contam ainda com equipamentos de informática instalados
nas coordenadorias dos cursos, Núcleo de Pesquisa e Extensão e Serviço de Apoio
Psicopedagógico.
Todo o acesso a Internet pela FACIMED e realizado através de um canal de alta
velocidade, com 600KBps/s - DSL, provido pela Embratel.
Os microcomputadores disponibilizados aos docentes permitem, também, acesso através
do Sistema GIZ Faculdade, fornecido pela empresa AIX Sistemas, informações sobre as suas
turmas, impressão do diário de classe, cadastro de notas, faltas e conteúdo, podendo assim,
acompanhar o rendimento acadêmico de cada aluno.
3.1.11 - Acesso a equipamentos de informática pelos alunos
A FACIMED coloca à serviço das necessidades acadêmicas dos aluno, o Laboratório de
Informática I e II, especificado no item anterior, onde todos os equipamentos são utilizados
diariamente, das 7:30 às 22:30horas.
Foi implantado o sistema WEB que possibilita ao aluno acompanhar sua situação
acadêmica, via Internet, permitindo-lhe acesso ao relatório de notas, resultado de avaliação,
gráficos comparatórios de suas notas com a média da turma, emissão de 2ª via do boleto
bancário, extrato financeiro, reserva de livros, rematrícula on-line, minuta de contrato,
comprovante de matrícula e outros.
3.1.12 - Recursos audiovisuais
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Entendendo ser os recursos audiovisuais imprescindíveis ao bom desenvolvimento das
aulas, a FACIMED dispõe e possibilita a aos seus docentes e alunos os seguintes equipamentos
e materiais: projetores multimídia, projetor de slides, aparelhos de televisores, de som, de DVD,
vídeo cassete, episcópio, unidade ótica, painéis e flip-chart.
Ressaltamos que a Instituição disponibiliza um retro projetor em cada sala de aula.
A FACIMED possui, ainda, duas salas com equipamentos audiovisuais fixos, onde
atendemos não só aos cursos de graduação, como também ao ensino à distância, telepresencial,
do Sistema IELF.
Outras informações referentes aos recursos audiovisuais encontram-se no Regulamento de
requisição, manutenção e atualização de recursos audiovisuais.
3.2 - Biblioteca
A biblioteca possui espaço adequado para o acervo, instalações para estudos individuais
e instalações para estudo em grupo. Além disso é dotada de isolamento acústico, iluminação,
ventilação, mobiliário e aparelhagem específica, atendendo a todas as condições de salubridade.
O acervo encontra-se organizado em estantes próprias de ferro, com livre acesso aos
usuários. Está instalado em local com iluminação natural e artificial adequada e as condições para
armazenagem, preservação e a disponibilização atendem aos padrões exigidos. Há extintor de
incêndio e sinalização bem distribuída.
As disciplinas ministradas no Curso de Graduação em Enfermagem possuem no mínimo
03 (três) títulos indicados para a bibliografia básica, em proporção adequada de exemplares por
acadêmicos, e está devidamente tombada junto ao patrimônio da FACIMED.
A Política de Aquisição de acervos determinar-se-á pelos aspectos qualitativos e
quantitativos, possibilitando acesso à bibliografia básica do Curso, em número e conteúdo.
A ampliação do acervo do Curso ocorrerá gradativamente de acordo com o cronograma
de aquisição apresentado abaixo, que corresponde à seguinte evolução percentual de
exemplares: ocorrerá gradativamente de acordo com o crescimento do número de alunos e a
necessidade de atualização do acervo da área, com planejamento de expansão superior a 20%
anual, em títulos novos, edições novas e número de exemplares básicos e complementares.
A política de atualização gira em torno de:
a) Solicitação de docentes;
b) Solicitação de discentes;
c) Indicação da Bibliotecária;
d) Pesquisa bibliográfica;
e) Lançamentos.
Os Serviços Oferecidos pela biblioteca são:
•
•
•
•
Seleção e aquisição de material bibliográfico (livros, periódicos, vídeos, bases de dados e
material especial);
Base de dados de controle de pedidos, encomendas, recebimentos e tombamento;
Distribuição para processamento técnico, seleção de material para restauração e
encadernação periódica;
Indicações bibliográficas dos coordenadores dos respectivos Cursos;
133
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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•
•
•
•
Catalogação automatizada – Uso das Normas da CDU (Código Decimal Universal) e
registro no Sistema para Biblioteca;
Preparação do material processado para encaminhamento aos acervos específicos
(material especial, referência, acervo geral), etiquetagem de lombada por número de
chamada e identificação dos exemplares do acervo de uso local um exemplar não
circulável para cada título) de tarja vermelha;
Normalização e Regulamentação de serviços, Relatórios, Estatísticas, Controle de
pessoal, horários e serviços, Administração das bases de dados (Coordenação geral);
Participação da Biblioteca em atividades dos Programas e campanhas da Instituição (site
Internet, programa de integração de professores e funcionários, planejamento geral e
orçamentário), em reuniões e seminários; treinamento de pessoal técnico e auxiliar;
Serviços de divulgação e marketing da Biblioteca.
Serviço de arquivo, protocolo, recepção e controle de material.
a) Serviços de atendimento ao usuário:
•
•
•
•
•
•
orientação no uso em terminais do Programa no computador;
orientação de busca e recuperação de documentos e informações;
elaboração de iniciação científica bibliográfica;
avaliação de acervos e ordenação de estantes.
controle de entrada e saída dos usuários;
controle de uso dos salões de leitura, salas de leitura individual, salas de estudo em
grupo, sala de reuniões e videoteca.
b) Serviço de Circulação de acervos
•
empréstimo, devolução e serviço de Reserva de livros emprestados – Sistema
automatizado;
•
cobranças de atrasos, multas por atraso nas devoluções;
•
aplicação da suspensão por dois dias para cada dia de atraso na devolução do
empréstimo domiciliar e aplicação da suspensão por dez dias para cada dia de atraso na
devolução do empréstimo local;
•
relatórios mensais e estatísticas; diárias de freqüência por Curso, e de
Assuntos consultados e empréstimos efetuado.
c) Serviço de Iniciação Científica
• bases em CD-ROM;
• acesso via Internet;
• levantamentos bibliográficos para iniciação científica e pesquisa;
• acesso a referências e textos;
• orientações quanto as normas técnicas para elaboração e apresentação de trabalhos
científicos;
• cópias de documentos através do Serviço de Comutação Bibliográfica (COMUT,
IBICT e BIREME).
134
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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d)Empréstimo entre Bibliotecas
Intercâmbio de informações e documentos através de participação da Biblioteca em
Sistemas Cooperativos de Informações nacionais e internacionais disponíveis, como cooperantes
ou solicitantes.
e) Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos
Os alunos da FACIMED têm à disposição para elaboração de trabalhos acadêmicos o
Laboratório de Informática e contará com terminais de consulta individuais na Biblioteca,
conectados em rede como inesgotável fonte de pesquisa. Os professores, designados para
atendimento extraclasse, orientam os alunos na elaboração de seus trabalhos. Podem também
buscar orientações junto aos docentes componentes do PROBIC.
Conforme objetivos da FACIMED, foi criada a Revista Científica, para a divulgação da
produção docente e discente, e será criado o de Jornal, de boletim e de home page, ou de outros
veículos de comunicação.
3.2.1- Livros da Bibliografia Básica
A bibliografia básica atende aos programas das disciplinas do Curso de Graduação em
Enfermagem.
A bibliografia foi recomendada pelos docentes responsáveis pelas disciplinas,
supervisionada pela Coordenadora de Curso e pelo Núcleo Docente Estruturante.
O Núcleo Docente Estruturante do Curso trabalha também no sentido de recomendar a
atualização bibliográfica, através de seu acervo de livros e periódicos.
3.2.2- Livros da Bibliografia Complementar
A bibliografia complementar indicada atente aos programas das disciplinas com o mínimo
de 05 (cinco) títulos para cada disciplina.
A bibliografia complementar atua como um acervo complementar na formação dos alunos,
e foi recomendada pelos docentes responsáveis pelas disciplinas, supervisionada pela
Coordenadora de Curso.
3.2.3 - Periódicos Especializados
A biblioteca conta em seu acervo com periódicos, nacionais e estrangeiros, específicos
para os cursos e outros de interesse da comunidade acadêmica. Para tanto são mantidas
assinaturas correntes de periódicos, que podem ser ampliadas, de acordo com as indicações da
comunidade acadêmica.
Além das assinaturas de periódicos a FACIMED viabiliza acesso aos periódicos
disponíveis livremente no site da Capes. Para o Curso de Graduação em Enfermagem foram
adquiridas as assinaturas de periódicos que atendem às necessidades acadêmico-científicas da
comunidade acadêmica.
135
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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Tabela - Acervo por área do conhecimento
Especificação
2010
Títulos
Livros
3208
Periódicos e revistas
2212
Fitas de Vídeo
52
Cd Ron/DVD
338
Dicionários
40
Monografias/Dissertações e 564
Teses
2011
Acervo
15184
2613
59
704
78
917
15394
2724
61
879
82
963
Para o Curso de Graduação em Enfermagem foram adquiridas as assinaturas de
periódicos que atendem às necessidades acadêmico-científicas da comunidade acadêmica. A
maioria deles com acervo disponível em relação aos últimos 03 (três) anos:
PERIÓDICOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
ISSN
TÍTULOS
1679-4974
Epidemiologia e Serviços de Saúde
0034-8910
RSP: Revista de Saúde Pública
1415-8264
NURSING
0034-7167
REBEN – Revista Brasileira de Enfermagem
0104-1169
Revista Latino-Americana de Enfermagem
1414-4225
SOBECC
1808-3269
Revista Intensiva
1981335X
Revista Emergência da Clinica
1413-8123
Saúde Coletiva
2177-4285
Enfermagem em Foco
3.2.4 Laboratórios Didáticos Especializados
A FACIMED oferece, em suas instalações prediais, espaço físico específico para cada
necessidade laboratorial.
Laboratório Multifuncional
Discriminação das peças sinteticas
Esqueleto padrão e base móvel montada sob a pélvis – A 10
Esqueleto c/ ligamento e base móvel montada sob pélvis -A 12
Esqueleto patrão sob base móvel A- 11
Esqueleto patrão sob base vermelho/branco
Coluna vertebral clássica flexível c/ costela
Coração gigante
Figura muscular masculina em tamanho natural – 37 peças – VA 01
Qt
01
01
01
01
01
01
01
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Luxuosa figura muscular bissexual tamanho natural - 45 peças – B50
Torso clássico c/ dorso aberto – 18 partes – B 19
Torso – 13 partes – B13
Pélvis Feminina – 02 partes – H 10
Pélvis Masculina – 02 partes – H11
Modelo de pélvis Masculina – 04 partes
Modelo de pélvis Feminino – 03 partes
Modelo de Genital Masculino – 04 partes
Modelo de Genital Feminino – 04 partes
Pélvis e assoalho pélvico Feminino – 05 partes
Esqueleto pélvico c/ órgão genitais -03 partes
Modelo de Corte Mediano do Trato Urinário Feminino/Masculino
Modelo de Bexiga Masculina c/ Próstata – 02 partes
Sistema Urinário Masculino – W 42510
Modelo do Sistema Endócrino
01
01
01
01
01
02
02
02
02
01
01
01
01
01
03
Laringe – 07 partes – G 21
Estomago – 02 partes – K 15
Fígado c/ Visicula Biliar – W 42508
Coração Clássico c/ Sistema Condutor – 02 partes – G 08/03
Dupla Hélice de DNA –W 19205
Artéria c/ Ateroma (propaganda de Medicamento)
Modelo de Pele 70x, o tamanho natural – J 13
Sistema Circulatório Humano ½ - Tamanho natural – G 30
Sistema Nervoso Tamanho natural modelo relevo – C 30
Cérebro c/ Artérias Montado sob a base da Cabeça – 8 partes – C 25
Cérebro c/ Artéria – 9 partes – C 20
Cabeça Padrão 6 partes – C 9/1
Ouvido padrão 3x tamanho natural – 4 partes – E 10
Olho Gigante – 6 partes –F 10
Olho natural 5x6 partes – VJ 500 C
Olho na Órbita tamanho natural – 07 partes – F13 C
Escova Dental 36,5 cm – 3B
Molar Gigante c/ Cárie 15x o tamanho natural -0 6 partes – 3B- D 15
Desenvolvimento de Dentição – 3 B – D 20
Dentição de Leite - Altay
Metade Inferior da Mandíbula 3x o tamanha natural – 06 partes - Altay
Crânio Branco
Crânio Vermelho/Branco
Crânio Colorido desmontável
Cérebro 04 partes C 16
Cérebro 08 partes C 17
Cérebro 03 partes
Cérebro Neuro-anatonico 08 partes
Cérebro Gigante WH 409
Figado c/ Visicula Bilar Pâncreas e Duodemo 02 partes
Órgão Abdominal Posterio
01
01
01
02
01
01
01
01
01
03
01
06
04
01
01
02
01
03
01
03
02
08
02
05
01
01
01
01
01
01
02
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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Estomago 02 partes
Rim c/ Glândula Supra-renal 02 partes K 12
Rim c/ Glândula Supra-renal 02 partes K 12
Rins Nefrons, Vasos Sanguinéos e Corpusculo Renal K 11
Dente de Geso do nº 01 a 13
Meio Dente nº 04-10, 03-11, 01-12.
Ouvido 3x tamanho natural
Olho c/ Pálpebras e Sistema Decrimal 5x tamanho natural 08 partes – F 12
Pélvis c/ Ligamento
Períneo Feminino
Medula Espinhal c/Terminação Nervosa C 41
Pé c/ Ligamento Direito (tíbia/fíbula)
Mão c/ Ligamento Direito (ulna/radio)
Pélvis c/ Ligamento
Modelo Esqueleto do Pé c/ Ligamento Túnel do Corpo
Modelo Esqueleto da Mão c/ Ligamento e Musculo
Torso c/ 15 Disco VA 20
Artéria Veias 642
Esqueleto Patrão A10
Torso Clássico B 09/1
Reprodutor Feminino
Reprodutor Masculino
02
01
01
01
13
08
01
01
01
03
02
01
01
01
01
01
02
01
01
01
02
01
Ossos
Descrição
Ossos do MMSS
Crãnio
Mão
Radio
Ulna
Úmero
Clavícula
Escapula
Esterno
Costela
Ossos do MMII
Sacro
Quadril
Fêmur
Fíbula
Tíbia
Patela
Pé
Falange-Tarso-Carpo-Metacarpo
VERTEBRAS
Atlas
Sintética
Biológica
08
09
10
12
11
10
10
06
100
11
-18
17
16
13
08
-86
06
08
10
10
10
13
09
--
06
07
21
18
21
13
-90
03
10
138
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Axis
Glote
Toracicas
Lombar
Cervical
03
04
53
18
24
10
-72
25
46
Museu do Corpo Humano
DISCRIMINAÇÃO DAS PEÇAS
Coração Clássico c/ Sistema Condutor 02 partes 608/3
Rim c/ Glandula Adrenal 02 partes K12
Nefrons de Vasos Sanguineos 120x tamanho natural K 10/1
Olho 3x tamanho natural 07 partes F13
Metade Secção Lateral Cabeça 03 partes
Ouvido 3x tamanho natural 02 partes
Sistema Reprodutor Feminino Útero
Períneo Masculino
Glândula da Póstata
Secção Lateral da Cabeça 05 partes VB156
Estrutura Ósseas A79
Fibra Músculo Ampliada
Cérebro Gigante VH 409
Cérebro 02 partes Colorido
Cérebro 02 partes Colorido
Cérebro c/ Artéria montado sob base da Cabeça 08 parte C25
Cabeça ½ e Cérebro 1/2
Crânio Neurovascular W 19018
Crânio Colorido Versão Didático A291
Medula Espinhal c/ Terminação Nervosa C 41
Braço Vascular W 19019
Coccix (biológico)
Vértebras Lombar, Tórax, Cervical (biológica)completa
Crânio (biológico)
Mão Esquerda
Pé Esquerdo
Esqueleto Clássico A10
Mandíbula Inferior e Superior c/ Arcada Dentaria
Reprodutor Masculino
Reprodutor Feminino
QT
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
09
01
01
01
01
01
01
01
Laboratório de Química Orgânica e Bromatologia
Laboratório de Química Orgânica-Vidrarias
Vidraria
Especificação
Béquer de Vidro
3000 ml
Bastão de Vidro
---------
Quantidade
04
04
139
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Balão Volumétrico de fundo chato
Balão Volumétrico de fundo chato
Balão Volumétrico de fundo chato
Balão Volumétrico de fundo chato
Balão Volumétrico de fundo
Redondo
Balão Volumétrico de fundo
Redondo
Balão Volumétrico de fundo
Redondo
Balão Volumétrico de fundo
Redondo
Balão Volumétrico de fundo
Redondo
Balão Volumétrico de fundo
Redondo Para Destilação
Balão Volumétrico de fundo
Redondo Para Destilação
Balão Volumétrico de fundo
Redondo Para Destilação
Béquer de Vidro
Béquer de Vidro
Béquer de Vidro
Béquer de Vidro
Béquer de Vidro
Bureta
Bureta
Bureta
Dessecador
Dessecador
Dessecador
Cubo de Vidro
Cubo de Vidro
Cadinho
Erlenmeyer
Erlenmeyer
Erlenmeyer
Funil de Vidro
Funil Para Filtração por Sucção de
Porcelana
Funil Para Filtração por Sucção de
Porcelana
Funil Para Filtração por Sucção de
vidro
Funil Para Filtração por Sucção de
vidro
Funil de Decantação Estilo Bola
1000 ml
500 ml
250 ml
100 ml
500 ml
22
23
30
25
08
250 ml
02
1000 ml
03
800 ml
06
2000 ml
02
500 ml
01
250 ml
05
125 ml
05
2000 ml
1000 ml
250 ml
100 ml
50 ml
25 ml
50 ml
10 ml
Grande
Médio
Pequeno
Pequeno
Grande
----125 ml
250 ml
500 ml
-------90
02
14
01
16
37
10
7
5
02
02
01
05
01
13
17
28
11
20
10
70
08
125 ml
09
50 ml
03
500 ml
10
140
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Funil de Decantação Estilo Bola
Funil de Decantação Estilo Pera
Funil de Decantação Estilo Pera
Garrafa Para Bureta
Garrafa Para Bureta
Grau de Porcelana
Grau de Porcelana
Grau de Porcelana
Placa de Petri
Placa de Petri
Placa de Petri
Pipeta Graduada
Pipeta Graduada
Pipeta Graduada
Pipeta Graduada
Pipeta Graduada
Pipeta Graduada
Pipeta Graduada
Pipeta Graduada
Pipeta Graduada
Pipeta Graduada
Pistilo
Proveta
Proveta
Proveta
Proveta
Proveta
Tubo de Ensaio
Tubo de ensaio cônico
Trompa a Vácuo
Vidro Relógio
Vidro Relógio
Vidro Relógio
250 ml
125 ml
1000 ml
1000 ml
2000 ml
610
180
100
Grande
Média
Pequena
1 ml
10 ml
5 ml
2 ml
20 ml
10 ml
50 ml
20 ml
25 ml
15 ml
---------1000 ml
10 ml
25 ml
50 ml
100 ml
9,5 cm
11,5 cm
--------Grande
Médio
Pequeno
Material
Agitador Magnético com Placa Aquecedora
Agitador Magnético com Placa Aquecedora
Agitador Magnético com Placa Aquecedora
Agitador Magnético com Placa Aquecedora
Agitador Magnético com Placa Aquecedora
Agitador Magnético
Agitador Magnético
Agitador Magnético
Agitador Magnético
Agitador Magnético
03
10
04
18
14
06
03
01
02
01
08
42
26
47
5
8
17
8
16
6
20
11
04
08
07
02
22
152
50
01
01
24
16
Especificação
Mod. 752 A
Mod.752 A
Mod. 752 A
Mod. 752 A
Mod. 78HW-1
Mod. Q-799-2
Mod. 752
Mod. 752
Mod. 752
Mod. 752
Quantidade
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
141
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Agitador Magnético
Armário de Metal
Armário de madeira Suspenso na parede
Bancada em Formica
Banqueta de Madeira Branca
Barrilhete Para Água Destilada
Bandeja de Inox
Bandeja de Inox
Bastão de Plástico
Balcão em Madeira com 8 portas
Mufla
Cadinho de Inox
Capela de Exaustão de Gases
Condutivímetro
Condutivímetro
Compressor
Extração de Fitoterápica
Dispenser Para Papel Toalha
Dispenser Para Sabonete Líquido
Estante Para Tubo de Ensaio 84 Furos
Estante Para Tubo de Ensaio 72 Furos
Estante Para Tubo de Ensaio 24 Furos
Espátula de Metal
Evaporador Rotativo
Fotômetro de Chamas
Garra de Metal
Garra de Metal
Garra de Metal
Garra Para Suporte Universal
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Manta de aquecimento
Placa Aquecedora
MultiparamenterbenchPhotometer
Placa de Aquecimento
pHmetro
Mod. 752
4 Portas
8 Portas
3.50x1.30
----------20 LT
22x9
23x13
---------4 Metros
Mod. Q-314m242
----------Mod. Q-216-21
MB-11
Mod. MCA 150
131 B
Q-327-26B
----------------Plástico
Metal
Metal
---------TE-211
Mod. 7000
38 cm
22 cm
26 cm
---------Mod. 202
Mod. 102
Mod. 3320
Mod. 3320
Mod. 3320
Mod. 3320
Mod. 3320
Mod. 202
Mod. 202
Mod. 067-1
Mod. 68-0
Mod. 102
Mod. Q-32-1A13
Mod. O18
Mod. C 99
Mod. Q-313-F21
Mod. mPA-210
01
01
01
01
20
01
05
05
16
01
01
05
01
01
01
01
01
02
01
01
02
04
17
01
01
05
02
02
21
02
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
142
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
pHmetro
pHmetro
pHmetro
pHmetro
Pêra de borracha
Pregador de Madeira
Placa aquecedora
Quadro Branco
Suporte universal Metálico Para Bureta
Tela de Amianto
Termômetro
Termômetro
Termômetro
Tripé
Turbidímetro
Turbidímetro
Triturador
Viscosímetro
Mod. mPA-210
Mod. mPA-210
-----------Mod. Q-799-2
------------------Mod. HI839800
1.20x1.20
Mod. 022/2
---------200c
300c
110c
---------TB-1000
TB-1000
--------------Metal
01
01
01
01
25
03
01
01
06
05
01
02
01
06
01
01
01
01
Laboratório de Microscopia Multidisciplinar-1
DESCRIÇAO DO BEM
Agitador Orbital Kline
Ar condicionado
Armário em aço c/4portas 1,85x0,35
Banqueta em madeira 0,80x0,20
Cadeira de coleta
Cadeira em aço
Cadeira escolar
Caixa de transporte de microscópio
Centrifuga benfer
Contador de células
Contador diferencial de celulas CC900
Controlador diferencial de células
Esterilizador infravermelho
Estufa de esterilização
Homogeneizador BHS 300
Lava olhos
Lavadora de microplaca
Leitor de Microplaca
Maquina tecnica Permatron Temporizador
Max can câmera de documentos avervision/positivos 130B
Micro hematócrato
Microscópio
Microscopio Biol. Binocular
Quadro branco
QUANTIDADE
1
1
1
21
1
1
1
2
1
10
1
4
1
1
1
1
1
1
1
1
15
7
1
143
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Relogio Digital
Suporte carrinho para TV
Suporte para Pipeta westergreen
Televisor 29P LG
Ventilador de parede
1
1
1
1
1
Laboratório de Microscopia Multidisciplinar 2
LABORATORIO MICROSCOPIA 2
DESCRIÇAO DO BEM
Ar Condicionado
Armário de vidro
Auto clave vertical phoenix
Balança
Banqueta em madeira 0,80x0,20
Cadeira coletora
Caixa para transportar microscópio
Caixinhas de som
Câmara de fluxo laminar trox
Centrífuga Benfer
Contador colônias manual
Esterilizador infravermelho
Estufa p/cultura de bacteriológica
Estufa p/esterilização e secagem
Geladeira
Lava olhos
Máquina Banho Maria
Máquina tecnica Permatron Temporizador
Max can câmera de documentos avervision/positivos 130B
Microscópio biol.binocular
Quadro branco 1,50x1,50mt
Suporte carrinho para TV
Televisão Semp Toshiba
Ventilador de parede
Visor de aglutinação VP
Vidrarias, Equipamentos e Materiais
Almotolia marrom c/ bico curvo 500 ml
Almotolia branca c/ bico reto 250 ml
Avental de napa cor marrom
Balança BG 400 Quimis ES20.400 Série 103988
Bandeja plástica cor branca pequena
Bastão de vidro
Béquer de 150ml
QUANTIDADES
1
1
1
1
27
1
22
1
1
2
1
1
1
1
1
1
1
1
1
21
1
1
1
1
1
Quantidade
03
01
01
01
02
01
04
144
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Béquer de 250ml
Béquer de 600ml
Cuba de vidro p/ coloração c/ tampa
Cuba de vidro s/ tampa grande
Cx. Com capacidade p/ 100 lâminas de madeira
Cx. Com capacidade p/ 25 lâminas cor rosa
Cx. Com capacidade p/ 50 lâminas de madeira
Despertador cor branca herweg
Escova p/ lavar tubo de ensaio médio
Escova p/ lavar tubo de ensaio pequeno
Estante p/ tubo de ensaio c/ 12 furos pequena
Estante p/ tubo de ensaio c/ 72 furos grande
Estante p/ tubos de ensaio c/ 24 furos grande
Estante p/ tubos de ensaio c/ 72 furos pequena
Estufa p/ cultura bacteriológica mod. EC-11 nº 412000058
Estufa p/ esterilização e secagem mod. EL-1.2 nº 401012651 mod.
Fio de platina
Funil de vidro
Galão de plástico 5 litros cor branco
Lamparina álcool denetal
Lente objetiva 25
Lente objetiva 40
Lupas clássicas 90mm
Microscópio Biológico Binocular CE
Microscópio champion GLX-109 gold DMI série 0003
Microscópio lupe
Óculos de proteção
Pestilho completo
Pinça de madeira
Pipeta de 1ml
Pipeta de 5ml
Pipeta paster graduada plástica 3m
Placa de petri média
Placa de petri pequena
Ponteiras amarelas p/ pipetas 1 a 200 ul
Raque ponteiras 0 a 200 ul
Suporte de metal p/ coloração
Tesoura cor preta
Tubo de ensaio 18cm
Tubo de plástico p/ coloração capac. 3 laminas
Tubos cônicos graduados
Tubos de ensaio 10cm
Tubos de ensaio 15cm
Ventilador parede grande classe C-2 mod. VP-60 3 velocidades
Vidro relógio
03
01
05
01
09
09
07
01
01
01
03
02
01
01
0
02
10
01
01
03
05
01
03
20
05
02
01
01
05
01
01
400
02
12
200
100
01
01
16
13
25
17
04
04
05
145
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Banqueta de madeira branco 0,80 x 0,20
Dispenser sabonete líquido
Dispenser Toalha
Livro ata cor preto
Lixeira capacidade p/ 26 litros cor cinza
Pasta AZ
Pasta c/ elástico
Quadro fórmica branco 1.00 x 1.20
31
01
01
01
03
01
01
01
Lâminas de Histologia
Lâminas – Material
Adrenal
Amígdala palatina (HE)
Aorta (orceina)
Aorta (Weigert)
Apêndice (HE)
Art. Elástica
Baço
Baço (HE)
Bexiga
Bexiga (HE)
Bochecha (mallory)
Brônquio
Brônquio interlobular (HE)
Canal Deferente
Canal deferente (HE)
Cárdia
Cartilagem Elástica
Cartilagem Hialina
Cauda de rato (HE)
Célula Calciforme
Célula Gigante
Célula Purkinge
Célula T. Gig.
Cerebelo
Cerebelo (HE)
Cérebro
Cerebro (Del Rio Hortega)
Coração
Coração
Cordão Umbilical
Cordão umbilical (HE)
Dente (HE)
Referência
84
39 U
21 U
24 U
51 U
44
23
41 U
79
08 U
19 U
74
54 U
87
60 U
61
4
23
27 U
8
9
32
106
34
36 U
33
34 U
31
32 U
101
22 U
48 U
Quantidade
05
01
01
01
01
05
05
01
05
01
01
05
01
05
01
05
05
05
01
05
05
05
05
05
01
05
01
05
01
05
01
01
146
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Esfregaço (MG)
Esôfago
Esôfago (HE)
Estômago
Estômago região cárdica/fundica/pilorica
Feixe vasculo - nervoso (HE)
Fêmur - osso desgastado
Feto (ossificação endocondral)
Feto (ossificação intramembranosa)
Fibras Colágenas
Fibras Elásticas
Fibras Reticulares
Fibroblasto
Fígado
Fígado (HE)
Fígado (HE) Injetado com nanquim
Fígado (nitratado)
Folículo piloso/Glândula sebácea (HE)
Fossas nasais
G. Parasimpático
G. Sensitiva
G. Simpático
Gânglio Linfático
Gânglio linfático ou linfonodo (HE)
Gânglio R.
Gânglios nervosos (HE)
Gl.Lacrimal
Gl.Paratireóide
Gl.Parótida
Gl.Sub.Mandibular
Gl.Tireóide
Glândula mamaria (HE)
Glândula submandibular (HE)
Glândula sudorípara-lábios (HE)
Glicogênio
Granuloma dentário
Hipófise
Hipófise (HE)
Íleo
Intestino (HE)
Intestino grosso (HE)
Intestino grosso (HE)
Jejuno
Linfonodo (HE)
Língua (HE)
M. Estriado Esquelético
69 U
58
09 U
109
49 U
35 U
28 U
30 U
29 U
15
16
17
13
68
52 U
17U
20 U
44 U
55 U
38
30
37
50
40 U
36
37 U
109
83
72
71
82
15 U
12 U
45 U
7
18 U
81
66 U
64
05 U
38 U
50 U
63
23 U
31 U
30
01
05
01
01
01
01
01
01
01
05
05
05
05
05
01
01
01
01
01
05
02
05
05
01
05
01
04
05
05
05
05
01
01
01
05
01
05
01
05
01
01
01
05
01
01
03
147
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
M. Liso
Macrófago
Mastócito
Medula (nitratada)
Medula Óssea
Mesentério (Mallory)
Mesentério nitratado (nitrato de prata)
N. Piramidal
Nervo
Nervo T.
Olho
Olho (HE)
Orelha (tec. própria)
Osso Intra
Ouvido Interno
Ouvido interno (HE)
Ovário
Ovário (HE)
P. Coróide
Pâncreas
Pâncreas (HE)
Papila F.
Papila Valada
Papilas circunvaladas ou calciformes
Papilas filiformes e fungiformes
Paratireóide
Parótida (HE)
Pele
Pele espessa (HE)
Pele Fina
Pele humana (HE)
Pênis
Pênis (HE)
Piloro
Placenta
Plasmócito
Próstata
Próstata
Pulmão
Pulmão (HE)
Região Fúndica
Região Pilórica
Reto
Rim
Rim de rato (HE)
Sub.Lingual
29
10
11
33 U
35
16 U
01 U
39
42
43
105
67 U
26 U
27
104
68 U
92
03 U
41
4
14 U
56
57
47 U
46 U
70 U
11 U
21
43 U
20
10 U
90
63 U
62
100
12
89
62 U
75
56 U
59
60
66
76
02 U
70
05
05
05
01
05
01
01
05
05
05
05
01
01
05
05
01
05
01
05
05
01
05
05
01
01
01
01
05
01
05
01
05
01
05
05
05
05
01
05
01
05
05
05
05
01
05
148
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Supra renal (HE)
Tecido Adiposo Multilobular
Tendão (HE)
Testículo
Testículo (HE)
Timo
Timo (HE)
Tireóide (HE)
Traquéia
Traquéia (HE)
Trompa
Tuba uterina
Ureter
Ureter (HE)
Uretra (HE)
Útero (HE)
V. Pacini
Vagina (HE)
Vaso Linfático
Veia e artéria (HE)
Vesícula Biliar
Vesícula biliar (HE)
Vesícula seminal (HE)
13 U
19
25 U
85
59 U
53
42 U
04 U
73
07 U
93
06 U
77
57 U
58 U
64 U
102
65 U
46
71 U
69
53 U
61 U
01
05
01
05
01
05
01
01
05
01
05
01
05
01
01
01
05
01
05
01
05
01
01
A2 SISTEMAS CIRCULATÓRIO, RESPIRATÓRIO E ENDÓCRINO (20 LÂMINAS
PREPARADAS) (01 CONJUNTO) – LIEDER
Ho172e Artéria humana, seção transversal corada para mostrar fibras elásticas
Ho174e Veia humana, seção transversal corada para mostrar fibras elásticas
Ho175e Artéria e veia humanas de tamanho menor, seção transversal com coloração de rotina
Ho1762e Aorta humana, seção transversal corada para mostrar fibras elásticas
Ho180c Esfregaço de sangue humano, coloração pelo método de Giemsa
Ma197c Esfregaço de sangue de rã, eritrócitos com núcleos
Ma211e Região nasal de pequeno mamífero (camundongo ou rato), seçào transversal
mostrando o epitélio repiratório e olfativo, osso etc.
Ho214f Traquéia humana, seção transversal
Ho216e Pulmão humano, seção com coloração de rotina
Ho231e Nó linfático humano, seção transversal
Ho234e Baço humano, seção transversal
Ho233e Amígdala (tonsila palatina) humana, seção transversal
Ho237f Medula óssea vermelha humana, esfregaço com coloração Giemsa
Ho238f Timo de criança, seção transversal
Ho252e Glândula tiróide humana, seção transversal
Ho253f Glândula adrenal (gl. supra-renal) humana, seção transversal
Ho255f Glândula pituitária (hipófise) humana, seção transversal
Ma255e Glândula pituitária (hipófise), seção longitudinal sagital do órgão completo de vaca ou
porco mostrando a adeno e neuro-hipófise
Ho257f Corpo pineal (epífise) humano, seção transversal
Ho254f Ilhotas de Langerhans no pâncreas humano, seção
149
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
SÉRIE “U” - COLEÇÃO UNIVERSITÁRIA (71 LÂMINAS) (03 CONJUNTOS) - BIOTEC
01U - Mesentério nitratado (nitrato de prata)
02U - Rim de rato (HE)
03U - Ovário (HE)
04U - Tireóide (HE)
05U - Intestino (HE)
06U - Tuba uterina
07U - Traquéia (HE)
08U - Bexiga (HE)
09U - Esôfago (HE)
10U - Pele humana (HE)
11U - Parótida (HE)
12U - Glândula submandibular (HE)
13U - Supra Renal (HE)
14U - Pâncreas (HE)
15U - Glândula Mamária (HE)
16U - Mesentério (Mallory)
17U - Fígado (HE) - Injetado com Nanquim
18U - Granuloma dentário
19U - Bochecha (Mallory)
20U - Fígado (nitratado)
21U - Aorta (orceína)
22U - Cordão umbilical (HE)
23U - Linfonodo (HE)
24U - Aorta (Weigert)
25U - Tendão (HE)
26U - Orelha (tec. própria)
27U - Cauda de rato (HE)
28U - Fêmur - Osso Desgastado(HE)
29U - Feto (ossificação intramembranosa)
30U - Feto (ossificação endocondral)
31U - Língua (HE)
32U – Coração
33U - Medula (nitratada)
34U - Cérebro (Del Rio Hortega)
35U - Feixe vasculo - nervoso (HE)
36U - Cerebelo (HE)
37U - Gânglios nervosos (HE)
38U - Intestino grosso (HE)
39U - Amígdala palatina (HE)
40U - Gânglio linfático ou linfonodo (HE)
41U - Baço (HE)
42U - Timo(HE)
43U - Pele espessa (HE)
44U - Folículo piloso/Glandula sebácea(HE)
45U - Glandula Sudorípara-Lábios(HE)
46U - Papilas filiformes e fungiformes (HE)
47U - Papilas Circunvaladas ou calciformes
48U - Dente (HE)
49U - Estômago região cárdica/fúndica/pilórica
50U - Intestino grosso (HE)
51U - Apêndice (HE)
52U - Fígado (HE)
53U - Vesícula biliar (HE)
54U - Brônquio interlobular (HE)
150
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
55U - Fossas Nasais
56U - Pulmão (HE)
57U - Ureter (HE)
58U - Uretra (HE)
59U - Testículo (HE)
60U - Canal deferente (HE)
61U - Vesícula seminal (HE)
62U - Próstata
63U - Pênis (HE)
64U - Útero (HE)
65U - Vagina (HE)
66U - Hipófise (HE)
68U - Ouvido interno (HE)
69U - Esfregaço (MG)
70U - Paratireóide
71U - Veia e Artéria (HE)
Lâminas de Citologia
E1 CÉLULAS ANIMAIS E GENÉTICA (25 LÂMINAS PREPARADAS) (03 CONJUNTOS) –
LIEDER
5001c Epitélio escamoso, células isoladas de boca humana. Núcleos e citoplasmas são
mostrados
5002d Músculo estriado, seção longitudinal mostrando os núcleos, estrias, miofibrilas
5003d Osso compacto e cartilagem hialina, seção transversal, duas seções em uma lâmina para
comparação
5004e Fibras nervosas isoladas, fixas e coradas por ácido ósmico para mostrar as bainhas de
mielina e nódulos de Ranvier
5005d Células animais simples no fígado de salamandra, seção transversal mostrando a
membrana celular, núcleo e citoplasma
Ma1067f Fagocitose em células estreladas de Kupfer do fígado, seção de fígado de mamífero
injetado com azul tripano
5007d Ovário de gato, seção transversal mostrando o folículo primário, secundário e folículo de
Graaf
5008d Testículo de rã, seção transversal mostrando a espermatogênese. Espermatogônios,
espermatócitos, espermátides e espermatozóides maduros
76015e Testículo de camarão de água doce, seção mostrando meiose e espermatogênese
5009e Larva de salamandra, seção transversal da pele e outros órgãos selecionados para
mostrar a divisão celular (mitose) em vários estágios
5010f Útero de Ascaris meglocephallia, seção transversal corada com ferro-hematoxilina para
mostrar detalhes da meiose com cromossomos e fusos nucleares
5011f Cromossomos gigantes na glândula salivar da larva de Chironomus, mostrando grandes
cromômeros. Corado para mostrar DNA após Feulgen
5012e Ovos de Psammechinus (ouriço do mar). Ovos não fertilizados, ovos fertilizados, primeiros
estágios de clivagem
Ma104h Cromossomos humanos em esfregaço de cultura de sangue, sexo masculino
Ma1041i Cromossomos humanos em esfregaço de cultura de sangue, sexo feminino
Ma1045f Corpúsculos de Barr (cromatina sexual humana) em esfregaço de epitélio escamoso
feminino
Ma105f Mitocôndria em seção fina de rim ou fígado, especialmente preparada e corada
Ma1055g Aparelho de Golgi em seção de gânglio espinhal ou outro órgão
Ma1058e Células pigmentadas da pele
Ma1061e Armazenamento de glicogênio nas células de fígado, seção corada com carmim após
151
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Beast ou reação PAS
76021f Genética de Drosophila, tipo selvagem adulto, e.i.
76022f Genética de Drosophila, "olho de Barr" mutante, e.i.
76023f Genética de Drosophila, "olho marrom" mutante, e.i.
76024f Genética de Drosophila, "asa vestigial" mutante, e.i.
76025f Genética de Drosophila, "olho branco" mutante, e.i.
E2 CÉLULAS VEGETAIS E GENÉTICA (15 LÂMINAS PREPARADAS) (02 CONJUNTOS) –
LIEDER
5101c Epiderme de cepa Allium (cebola), unidade integral mostrando células simples da planta
com membrana, núcleo e citoplasma
As121e Ápice de caule e tecido meristemático de Elodea, seção longitudinal mostrando a zona
de crescimento e origem da folha
5102d Pontas de raiz de cepa Allium, seção longitudinal mostrando a divisão celular (mitose) em
todos os estágios, claramente corada
5103e Células-mãe de pólen de Lilium. Prófase da primeira divisão de maturação (meiose)
mostrando os cromossomos como finos fios
5104f Células-mãe de pólen de Lilium. Metáfase e anáfase da primeira divisão de maturação
(meiose) mostrando os fusos nucleares e cromossomos contraídos
76005f Células-mãe de pólen do Lilium. Segunda divisão, intercinese, estágio de quatro células
As119g Mitocôndria, fina seção longtudinal de ponta de raiz de Allium especialmente fixada e
corada para mostrar a mitocôndria claramente
As1488e Plasmodesmas em seção transversal de semente de palmeira (Phytelephas)
5105c Madeira de Tilia macerada e unidade integral mostrando as células, vasos e fibras da
madeira
5106d Fruto do Pyrus (pera), seção transversal mostrando as células pétreas (células
esclerenquimáticas)
5107c Tubérculo de Solanum (batata), seção transversal mostrando grãos de amido e cortiça
5108s Cucurbita pepo (abóbora), seção longitudinal do caule mostrando feixes vasculares com
tubos em peneira, espiral e vasos anulares, fibras de esclerênquima
5109c Seção transversa de endosperma de Ricinus mostrando grãos de aleurona
5111d Ovário de Lilium (lírio), seção transversal mostrando o arranjo dos óvulos e saco
embrionário
5112e Spirogyra, alga verde, mostrando estágios de conjugação e formação de zigotos
Lâminas - Material
Aparelho de Golgi
Células em descamação
Cromatóforos
Cromossomos politênicos
Mitose
Sangue de ave
Sangue humano
Tecido adiposo
Testículo de mamífero
Referência
03C
02C
04C
05C
01C
08C
07C
09C
06C
Lâminas de Histologia e Citologia Vegetal
BRÁS LÂMINAS - VEGETAL (25 LÂMINAS) (02 CONJUNTOS)
26
Raiz de monocotiledônea
Quantidade
01
01
01
01
01
01
01
01
01
152
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
Raiz de dicotiledônea
Raiz aérea
Raiz tuberosa
Tecido meristemático
Caule de monocotiledônea
Caule de dicotiledônea
Folha de arruda
Folha de Eucalyptus sp
Folha de Legustrum japonicum
Folha aquática
Estômatos de monocotiledônea
Estômatos de dicotiledônea
Pétala
Ovário de monocotiledônea
Ovário de dicotiledônea
Antera Solarium sp
Pólen de N. Tabacum
Pólen de Hibiscus sp
Grãos de aleusona
Fruto e semente
Cogumelo
Fungo interior
Hepática
Soros pteridófita
BRÁS LÂMINAS - ANIMAL (25 LÂMINAS) (02 CONJUNTOS)
3
Mucosa Bucal
4
Bexiga
5
Pâncreas
7
Esfregaço de Sangue
8
Estômago
9
Esôfago
10 Traquéia
11 Artéria
12 Ovário
14 Intestino Delgado
15 Fígado
16 Intestino Grosso
17 Músculo Estriado
18 Epiglote
19 Parótida
20 Útero
21 Coração
22 Epidídimo
23 Testículo
24 Supra-renal
25 Tecido Adiposo
51 Rim
52 Baço
53 Pulmão
54 Língua
Brás Lâminas – Zoo/Ento (25 Lâminas) (03 Conjuntos)
153
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
55 Aparelho bucal Ápis melífera
56 Asa anterior e posterior Ápis melífera
57 Perna de Ápis melífera
58 Ferrão de Ápis melífera
59 Asa de abelha sem ferrão
60 Perna de abelha sem ferrão
61 Cabeça de mosca de fruta (Drosóphila)
62 Asa de mosca de fruta
63 Perna de mosca de fruta
64 Asa de vespa
65 Perna de vespa
66 Ferrão de vespa
67 Escama de mariposa
68 Daphnia
69 Ovos de piolho humano (lêndea)
70 Piolho humano
71 Carrapato
72 Pulga canina
73 Carruncho
74 Formiga
75 Formiga II
76 Asa de mosca
77 Perna de mosca
78 Perna de Opilião
79 Protozoários (variados)
Brás Lâminas – Básico (25 LÂMINAS) (02 CONJUNTOS)
1
Letrinha “a”
2
Cortiça
3
Mucosa Bucal
4
Bexiga
5
Pâncreas
6
Raiz de cebola
7
Esfregaço de Sangue
8
Estômago
9
Esôfago
10 Traquéia
11 Artéria
12 Ovário
13 Epiderme de cebola
14 Intestino Delgado
15 Fígado
16 Intestino Grosso
17 Músculo Estriado
18 Epiglota
19 Parótida
20 Útero
21 Coração
22 Epidídimo
23 Testículos
24 Supra-renal
25 Tecido Adiposo
Lâminas de Embriologia
154
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
F1 EMBRIOLOGIA DO OURIÇO DO MAR (12 LÂMINAS PREPARADAS) (04 CONJUNTOS) LIEDER
5201c Ovos não fertilizados
5202d Ovos fertilizados
5203d Duas células
5204d Quatro células
5205d Oito células
5206d Dezesseis células
5207d Trinta e duas células
5208d Mórula
5209d Blástula
5210d Blástula, início de gastrulação
5211d Blástula, gastrulação progressiva
5212d Larva plúteo
F2 EMBRIOLOGIA DO SAPO (10 LÂMINAS PREPARADAS) (04 CONJUNTOS) - LIEDER
8301f Mórula, seção longitudinal com macrômeros e micrômeros
8302f Blástula, seção longitudinal mostrando blastocele
8303f Gástrula, seção longitudinal sagital mostrando as camadas germinativas, lábio dorsal,
tampão vitelino
8304f Neurula, seção transversal mostrando os primórdios da notocorda, endoderme com a
cavidade intestinal primária
8305f Estágio precoce do botão caudal, s.trans. com tubo neural, notocorda
8306f Estágio precoce do botão caudal, seção longitudinal sagital com primórdios do cérebro,
intestino, segmentação do mesoderme
8307f Estágio de incubação, seção transversal através da região da cabeça ou brânquias
8308f Estágio de incubação, s.transv. através da região central do corpo
8309e Girino jovem, seção transversal através da cabeça
8310e Girino jovem, seção transversal através do tórax ou abdomen
F3 EMBRIOLOGIA DA GALINHA (10 LÂMINAS PREPARADAS) (04 CONJUNTOS) - LIEDER
8201f 24 horas, seção transversal com sulco neural, notocorda, camadas germinativas
8202f 36 horas, seção transversal com tubo neural, diferenciação do mesoderme
8203g 48 horas, seção longitudinal com diferenciação do mesoderme e ectoderme
8204f 3 dias, seção transversal através do corpo mostrando saco amniótico e membrana serosa,
miótomo, primórdios do rim, aorta, vasos extra-embrionários
8205f 3 dias, seção transversal da cabeça com primórdios de cérebro, olhos e coração
8206g 3-4 dias, seção horizontal do espécime inteiro mostrando os primórdios de vários órgãos,
fendas branquiais
8207f 4-5 dias, seção transversal através da região da cabeça e cérebro, arcos branquiais
8208f 4-5 dias, seção transversal através da região do coração mostra o coração, pulmões,
vértebras, cordão espinhal
8209g 8 dias, seção longitudinal sagital através do espécime inteiro mostrando vários órgãos
embrionários
8210f Desenvolvimento das penas, seção através das asas em diferentes estágios do
desenvolvimento
Lâminas de Parasitologia
155
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Lâmina – Material
Acarapis woodi
Ancylostoma
Anguillula aceti
Anopheles (larva)
Anopheles (parte da cabeça e boca de fêmea)
Ascaris lumbricoides (fêmea)
Ascaris lumbricoides (macho)
Ascaris lumbricoides (ovos)
Babesia canis
Cimex lectularius
Ctenocephalus canis
Culex pipiens (larva)
Culex pipiens (parte da cabeça e boca de fêmea)
Culex pipiens (pupa)
Dermanyssus gallinae
Echinococcus granulosus
Echinococcus granulosus
Eimeria stiedae
Entamoeba histolytica
Enterobius vermiculares (oxyuris)
Fasciola hepatica
Fasciola hepatica (ovos)
Fasciola hepatica s.t.
Hetereakis spumosa
Hymenolepis nana
Ixodes sp
Leishmania donovani
Leishmania enrietti
Moniezia expansa
Monocystis agilis
Nosema apis
Pediculus humanus
Pediculus humanus (ovos presos ao cabelo)
Plasmodium gallinaceum
Plasmodium sp
Sarcocystis sp
Sarcoptes scabiei
Schistosoma mansoni (bilharziosis)
Schistosoma mansoni (bilharziosis)
Schistosoma mansoni (ovos)
Schistosoma mansoni (rédias e cercárias)
Stomoxys calcitrans
Taenia pisiformis
Taenia saginata
Taenia saginata (ovos)
Toxoplasma gondii
Trichinella spiralis
Trichuris trichiura
Trypanosoma cruzi
Ref.
3939e
3933h
Ne138d
3944f
3942f
3928d
3929d
3930d
3909f
3947f
3950e
3945d
3943e
3946d
3938d
3926f
3927f
3913d
3901f
3931f
3914f
3916d
3915c
3936f
3925f
3937g
3902f
Pr240f
Py3282g
3912d
3911e
3948f
3949e
Pr327f
3907g
3910f
3940e
Py224e
Py226h
3920e
3919g
3941e
3922f
3923d
3924d
3908f
3932d
3934d
Pr237g
Quantidade
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
01
156
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Trypanosoma gambiense
3903f
01
G1 BACTÉRIAS ÚTEIS E NOCIVAS (25 LÂMINAS PREPARADAS) (03 CONJUNTOS) LIEDER
3001d Staphylococcus aureus, organismo que produz pus
3002d Sarcina lutea, bastonetes cromogênicos
3003e Streptococcus pyogenes, organismo que produz pus
3004d Streptococcus lactis, organismo que azeda o leite, cadeias curtas
3005d Bacillus subtilis, bacilo do feno, esfregaço com bacilos e esporos
3006d Bacillus mycoides, organismo do solo
3007e Bacillus anthracis, doença dos separadores de lã
3008e Mycobacterium tuberculosis, causador da tuberculose
3009d Corynebacterium diphtheriae, causador da difteria
3010e Bacterium erysipelatos, causador da erisipela
3011d Rhizobium radicicola, bactéria fixadora de nitrogênio em nódulos de raiz
3012d Proteus vulgaris, putrefação
3013d Escherichia coli, bactéria do cólon
3014d Eberthela typhi, causadora da febre tifóide
3015d Salmonella paratyphi, causadora da febre paratifóide
3016f Vibrio comma, cólera asiática
3017d Shigella dysenteriae, desinteria bacilar
3018d Hemophilus influenzae, bacilo de Pfeiffer
3019e Spirilum volutans, de águas pútridas
3020d Rhodospirillum rubrum, espírilo cromogênico
3021e Clostridium botulinum, botulismo, envenenamento de alimentos
3022g Spirochaeta duttoni (Borelia recurrentis) em esfregaço de sangue
3023d Bactérias da boca, esfregaço com bastonetes Gram positivos e negativos
3024d Bactérias do pão
3025d Bactérias do queijo
G3 DOENÇAS HUMANAS (PATOLOGIA) (50 LÂMINAS PREPARADAS) (02 CONJUNTOS)
- LIEDER
9201e Degeneração de parênquima e gordura do fígado
9202e Hemossiderose do fígado
9203e Glicogenose do fígado
9204e Cirrose pigmentar do fígado
9205e Esofagite necrótica
9206e Granuloma por corpo estranho com hemossiderina e células gigantes
9207e Tonsilite
9208e Cirrose hepática
9209e Adipose do coração
9210e Calosidade cardíaca
9211e Miocardite crônica aguda recidivante
9212e Trombose venosa organizada de músculo
9213e Infarto de baço
9214e Leucemia mielóide crônica de baço
9215g Melanemia malárica de baço
9216e Antracose de pulmão
9217e Calosidade cardíaca
9218e Pneumonia de gripe
9219e Pneumonia cruposa
9220e Pneumonia crônica
9221e Pneumonia necrótica (caseosa)
157
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
9222e Tuberculose miliar do pulmão
9223e Tuberculose crônica da cavidade pulmonar com bactérias
9224e Hepatite com icterícia
9225e Atrofia glomerular de rim
9226e Degeneração amilóide do rim
9227e Nefrite hemorrágica aguda
9228e Glomerulonefrite crônica
9229e Nefrite embólica séptica
9230e Colite disentérica Shiga-Kruse
9231g Sífilis congênita de fígado, spirochaetae prateada após Levaditi
9232f Sifilis congênita de fígado (fígado feuerstein), coloração de rotina
9233f Goma de testículo
9234e Ateroma de cabeça
9235e Estruma colóide
9236f Testículo retido no abdomen mostrando hiperplasia das células de Leydig
9237e Hipertrofia de próstata
9238f Sarcoma de célula gigante do maxilar
9239e Condroma do osso púbico
9240e Mioma de útero
9241e Fibroadenoma do seio
9242e Tumor fibroepitelial misto de glândula parótida
9243e Melanossarcoma de pele
9244e Sarcoma de células fusiformes
9245e Carcinoma de colo de útero
9246e Sarcoma de testículo
9247e Cistadenoma papilífero de ovário
9248e Carcinoma gelatinoso do reto
9249e Linfossarcoma do mediastino
9250e Carcinoma metastático de fígado
COLEÇÃO PARASITOLOGIA – CÓD. 325004 (30 LÂMINAS) (04 CONJUNTO) – COM
CIÊNCIA
1. Ascarid, Ova, W.M
2. Ascarid (Female) C.S
3. Ascarid (Male) C.S
4. Schistosome Infected Livea Sec
5. Schistosome Infected Lung Sec
6. Fasciolopsis Buski, C.S
7. Taenia Egg W.M
8. Taenia W.M
9. Taenia Mature Proglottid W.M
10.Taenia Nourish Egg W.M
11.Cysticercus W.M
12. Schistosome Egg W.M
13.Schistosome (Male) W.M
14. Schistosome (Female) W.M
15.Schistosome (F And M Coupling) W.M
16. Schistosome Miracidium W.M
17.Schistosome Cercaria W.M
18.Culex Male W.M
19. Culex Female W.M
20.Anopheles Female W.M
21.Anopheles Male W.M
158
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
22.Culex Female Mouth W.M
23. Anopheles Female Mouth W.M
24. Anopheles Egg W.M
25.Anopheles Pupa W.M
26.Anopheles Larve W.M
27.Culex Egg W.M
28.Culex Pupa W.M
29.Culex Larva W.M
30.Hirudo Nipponia W.M
Laboratorio de Habilidades
Consultorio Simulado
Posto de Enfermagem
Internação Simulada
1
1
1
LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS – LHC
O LHC está situado na Unidade Sede, apresenta uma área de 150,88 m² e é composto
por um conjunto de três salas de treinamento prático entre elas Posto de Enfermagem com 28,56
m², Uma Unidade de internação simulada com 49,84 m², um Consultório simulado com (72,48 m²,
além de um almoxarifado de apoio para a guarda e manutenção do conjunto de modelos
utilizados nas aulas práticas, além de banheiros femininos e masculinos.
Seguindo a tendência de um campo de prática moderno, o laboratório adquiriu novos
manequins que permitem com fidedignidade situações reais que o acadêmico irá encontrar em
sua prática clínica, como o simulador de entubação recém nascido, simulador de gerenciamento
de vias aéreas e entubação, simulador de episiotomia, simulador ginecológico e de parto corpo
inteiro, além de um moderno manequim interativo para reanimação cardiopulmonar.
Os materiais e equipamentos disponíveis são:
Discriminação
Afastador 12 cm infantil
Afastador 18 cm adulto
Afastador balfour c/ válvula 24cm
Afastador farabeuf 13mn15cm adulto
Afastador farabeuf 13mn15cm adulto
Aparelho de medir pressão Arterial coluna merc. Base e rodízio
Aparelho estetoscópio heidji
Aparelho p medir pressão arterial adulto
Aparelho p/ determinação de glicemia
Aparelho p/ medir pressão arterial Pediátrico
Armário 2 portas inox cor branco c/ visor
Bacia 50 x 20 x 25cm fava
Bacia artinox 30cm
Bacia de 35cm 4,7 litros
Bacia de 41cm 63,3 litros
Bandeja 35 x 25 x0 fava
Balança Cambe cor branca cap. 150 kg
Qtde.
01
02
01
01
01
02
02
05
01
03
01
02
01
05
03
02
01
159
CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Balança Cambe mod. 104 nº 738
Bandeja 20 x 25 x 1,5cm
Bandeja 30 x 20 x 04cm espessura 0,80m fava
Bandeja plástica cor branca 0,30 x 0,44
Bandeja 15 x 25 x 1,5cm
Biombo móvel
Bolsa p/ água quente
Bolsa p/ gelo
Boneco p/ primeiro socorro (P10)
Braçadeira injeção estofada lm 1022
Braço p/ injeção e IV
Cabo 3 p/ lamina 10,11,12,15
Cabo 4 p/ lamina 20 a 24
Cabo bisturi 13cm n. 4
Cabo bisturi 13cm n. 4
Cadeira de rodas standard adulto, dobrável,estrutura em aço
Cadeira inox cor branco
Cama inox cor branco c/ regulagem c/ colchão 0,90 x 1,85cm
Campos cirúrgicos 50 x 50
Campos cirúrgicos 170 x 150
Campos cirúrgicos 90 x 90
Capotes cirúrgicos
Carinho aço inox branco 0,40 x 0,80 x 0,80
Carro curativo pint c/ rodas
Cesto lixo inox cor branco c/ 3 rodas móveis
Colchão cor azul adulto 1,90 x 0,60
Colchão cor azul pediátrico 1,60 x 0,60
Condicionador de ar Carrier 36.000 Btus
Cuba redonda
Cuba rim 26 x 12cm fava
Escada de metal c/ 2 degraus cor branca
Escada inox cor branco 2 degraus
Estetoscópio adulto
Estetoscópio Pediátrico
Estojo 42 x 28 x 12 mf - 108
Inalador
Laringoscópio adulto
Laringoscópio pediátrico
Lixeiro artinox capacidade p/ 10 lts
Manequim cuidado paciente W75001
Mesa inox cor branco 0,40 x 0,60 com regulagem altura
Mesa p/ maquina de escrever
Pinça allis 20cm
Pinça bachaus 11cm
Pinça backhaus 11cm
Pinça c/ dente de rato 14cm
01
05
04
01
05
02
10
10
01
04
02
01
02
02
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Pinça cheron 25cm
Pinça cheron 25cm
Pinça collin f/ coração 16cm
Pinça collin f/ coração 16cm
Pinça dissecação anatômica 14 cm
Pinça dissecação anatômica c/ serrilha 14 cm
Pinça dissecação anatômica 18cm
Pinça dissecação anatômica c/ serrilha 14 cm
Pinça dissecação anatômica 20cm c/ serrilha
Pinça dissecação anatômica c/ dente 14cm
Pinça dissecação anatômica c/ dente de rato
Pinça dissecação anatômica c/ dente de rato 16 cm
Pinça dissecação anatômica c/ serrelha 16 cm
Pinça dissecação c/ dente 20cm
Pinça dissecação anatômica 20cm
Pinça dissecação c/ dente cm
Pinça duval-callin 22cm
Pinça ellis 20cm
Pinça hocher curva 18cm
Pinça hocher reta 18cm
Pinça kelli 14cm reta
Pinça kelli curva 14cm
Pinça kelli reta 14cm
Pinça kelli 14cm curva
Pinça Kelly curva 14cm
Pinça Kelly curva 25cm
Pinça kocher 14cm reta
Pinça kocher 16cm
Pinça kocher 18cm reta
Pinça kocher curva 14cm
Pinça kocher curva 18 cm
Pinça koicher 14cm
Pinça pozzi reta 25cm
Porta agulha mayo hegar 20 cm
Porta agulha mathern 17cm 610.030
Porta agulha mathien 17cm
Porta agulha mayo hegar 16cm 610.047
Porta agulha mayo hegar 16cm 610.047
Porta agulha mayo hegar 20cm
Quadro branco de fórmica 3,20 x 1,20
Sim. Injeção Intravenosa
Sistema cat/ Masculino e feminino
Suporte p/ balde a pedal
Suporte p/ soro inox cor branco
Tambor grande p/ colocar algodão
Tambor médio p/ colocar algodão
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Tambor pequeno p/ colocar algodão
Tentacanula 15cm 750.001
Tentacuna 15cm
Termometro clínico oval
Tesoura mayo (stille) 14cm
Tesoura metzenbaun curva 14cm
Tesoura íris 11,5cm curva
Tesoura íris reta 10,5 cm
Tesoura mayo ( stille) reta 14cm
Tesoura mayo ( stille) reta 17cm
Tesoura mayo ( stille) reta 17cm
Tesoura mayo stile 17cm reta
Tesoura metzenbaum curva 14cm
Tesoura metzenbaum reta 23cm
Tesoura metzenbaum reta 23cm
Válvula de doyen 60 x 50cm
Válvula reguladora oxigel
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Novos modelos adquiridos
Aparelho code blue
Aparelho simulador de sopros cardiacoW44119
Boneca SUE p/efeitos do tabaco w43010
Braço p/injeção venosa e muscular 50c
Braço p/pratica de suturas w44003
Braço p/pratica de suturas w44003
Cartuchos de sons para simulador cardíaco
Costelas sem circuito de compressao universal linha 40
Manequim bebe p/treinamento de enfermagem 51b
Manequim bissexual p/cuidados criança W45085
MANEQUIM DE ACLS MEGA CODE KELLY AVANÇADO
Manequim interativo p/reanimação cardiopulmonar
Manequim p/resgate aquático adolescente W44554
Manequim p/treinamento RCP sani baby w44570
Manequim torso p/reanimação RCP c/monitor 40BB
Modelo boneco tractrostomia
Modelo de boca com efeitos do tabaco
Modelo p/apalpação p/mamas Leopoldo w45150
Modelo p/aplicação de suturas
Modelo para exame de mamas
Modelo para exame de mamas p/amarar 150 3B
Modulo de estágios trabalho de parto w45151
Nelbulizador inalatec plus sem estojo
Nelbulizador inalatec plus sem estojo
Nelbulizador inalatec plus sem estojo
Nelbulizador inalatec plus sem estojo
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
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Pélvis e assoalho pélvico fem.w19025
Pênis de borracha p/uso de codons pm10
Pênis de borracha p/uso de codons pm10
Pênis de borracha p/uso de codons pm10
Pênis de borracha p/uso de codons pm10
Pênis de borracha p/uso de codons pm10
Pênis de borracha p/uso de codons pm10
Pênis de borracha p/uso de codons pm10
Pênis de borracha p/uso de codons pm10
Pulmao descartavel com valvula universal linha 40
Simulador De Acesso Venoso Torso Avançado
Simulador De Entubaçao Recem Nascido
Simulador De Episiotomia Completo C/ 3 Peças
Simulador De Gerenciamento De Vias Aereas E Entubaçao
Simulador De Parto Corpo Inteiro Noelle Avançado
Simulador De Ritimos Vitalsin Para Mega Code
Simulador Ginecologico Gynaid
Sistema De Pulso Carotideo Universal Linha 40
Útero com embrião de 1 mês
Útero com embrião de 2 mês
Útero com embrião de 3 mês
Útero com feto de 4 mês posição transversa
Útero com feto de 5 més posição transversa
Útero com feto de 5 mês-em pé
Útero com feto gêmios de 5 mês posição normal
Útero com o feto 7 mês posição normal
OBS. Os materiais de consumo são adquiridos semestralmente conforme a necessidade.
Os laboratórios têm instalado, ainda, suportes para papel toalha, saboneteira para
sabonete líquido, armários para arquivo, quadro branco, luminárias com lâmpadas fluorescentes,
piso cerâmico antiderrapante e aparelhos de ar condicionado tipo Split.
3.2.5 - Outros laboratórios da Instituição utilizados pelos acadêmicos:
Academia de ginástica no campos II
Equipamentos
Cross Over
Esteira
Vertical Leg Curl
Vertical Calf
Pulley Alto
Pullover
Peck Deck (voador)
Supino Convergente
Especificação
High On Fitness Sistem
Moviment
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
Quantidade
01
01
01
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01
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01
01
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Leg Press
Agachamento (Smith)
Supino Inclinado
Supino Reto
Leg Press (Horizontal)
Remada convergente
Scoot
Remada sentado
Bicicleta vertical
Flexor sentado (cadeira flexora)
Bicicleta horizontal
Adutora
Colchonete
Mesa de Som
Amplificador
DVD
Mini Trampolim
Step
Halteres
Dumbells
Barras
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
High On Fitness Sistem
Moviment
High On Fitness Sistem
Moviment
High On Fitness Sistem
Righetto
HM x4
VoxMan
Philips
Polimet
Actual
Equilíbrio
Righeto
-
01
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01
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01
01
01
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01
01
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01
01
06
15
40
54
08
Laboratório de Informática 1
Discriminação
Ar condicionado
Bancada p/computadores méd. 2,00M e alt.0,65
Bancada p/computadores méd. 3,00M e alt.0,65
Bancada para computador
Cadeira escolar
CPU
Data Show
Filtro de linha tomada extensao
Mesa escolar
Monitor
Quadro branco 3,20x1,20 MT
Quadro mural azul 1,00x1,00 MT
Teclado e mouse
Qtde.
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01
42
19
01
18
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20
01
01
20
Laboratório de Informática 2
Discriminação
Ar Condicionado
Arquivo com 04 portas
Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,65
Qtde.
01
01
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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006
Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,66
Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,67
Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,68
Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,69
Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,70
Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,71
Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,72
Cadeira escolar
CPU
Mesa escolar
Monitor
Mural azul 1,00x1,00
Nobreak
Quadro branco grande
Retroprojetor
Switch 16 portas
Teclado e mouse
01
01
01
01
01
01
01
37
17
02
20
01
19
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01
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18
3.2.6 - Informatização, Base de Dados e Multimídia
A BIBLIOTECA da FACIMED funciona a partir do Microsoft Access com banco de dados
em SQL. Este sistema permite o controle necessário para o bom funcionamento da biblioteca,
como quantidade em estoque, posicionamento do livro na estante, emissão de carteirinha para
alunos, professores e outros usuários, organiza e classifica o acervo com mais eficiência, realiza
operações de consulta, empréstimos e devoluções com mais agilidade, cadastra autores,
assuntos, editores, idiomas e coleções, controla o empréstimo, a reserva e a devolução de
exemplares do acervo, emite etiquetas de lombada e código de barras.
Os usuários têm acesso às bases de dados on line através dos terminais localizados no
espaço de multimídia. Destacamos:
-
Base de Teses do IBICT (www.ibict.br)
Base de dados Scielo ( www.scielo.br)
Base de dados Brasileira na Internet do PROSSIGA (www.prossiga.br)
Base de dados Bireme (www. bireme.br)
Base de dados EBSCO
Download

ppc-2013 noturno