1 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL-FACIMED CURSO DE GRADUAÇÃO BACHARELADO EM ENFERMAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM PERÍODO NOTURNO Autorizado Conforme Portaria MEC n.º 2811, de 13 de dezembro de 2001 Reconhecido Conforme Portaria SESu/MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Cacoal – RO 2013 2 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL-FACIMED CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM PERIODO NOTURNO Atualização Coordenação de Curso: Prof. Me.Janice Santana do Nascimento Segura Cacoal – RO 2013 3 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM SUMÁRIO CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES.................................................................................................................... 6 1. Mantenedora..............................................................................................................................................6 1.1 Mantida ................................................................................................................................................... 6 1.2. Perfil e Missão da IES............................................................................................................................ 6 1.3 Dados sócio-econômicos da região ....................................................................................................... 7 1.4 Breve histórico da IES .......................................................................................................................... 10 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO .......................................................................................................... 13 1. Nome do curso........................................................................................................................................ 13 2. Nome da mantida.................................................................................................................................... 13 3. Endereço de funcionamento do curso .................................................................................................... 13 4. Ato legal de Autorização e Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento ................................... 13 5. Número de vagas autorizadas ................................................................................................................ 13 6. Conceito Preliminar de Curso (CPC) e Conceito do Curso (CC) ............................................................ 13 7. Turnos de funcionamento do curso ........................................................................................................ 13 8. Carga horária total do curso ................................................................................................................... 13 9. Tempo mínimo e máximo de integralização ........................................................................................... 13 10. Identificação do(a) Coordenador(a) de Curso.......................................................................................13 11.Perfil da coordenação de curso..............................................................................................................14 12. Composição, titulação, regime de trabalho e permanência sem interrupção .......................................14 dos integrantes do Núcleo Docente Estruturante - NDE...............................................................14 13. Tempo médio de permanência do corpo docente no curso....................................................14 DIMENSÃO 1 - ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO ................................................ 15 1. Contexto Educacional ............................................................................................................................. 15 1.1 Pirâmide Populacional .......................................................................................................................... 15 1.2 População do Ensino Médio Regional .................................................................................................. 16 1.3 Quantidade de Vagas Ofertadas na Educação Superior ...................................................................... 17 1.4 Taxas Bruta e Líquida de Matriculados na Educação Superior ............................................................ 18 1.5 Demanda pelo Curso ............................................................................................................................ 19 1.5.1 Possibilidades de Utilização do Curso da Rede de Serviços Instalada ............................................. 23 1.5.2 Perfil Epidemiológico – Rondônia ...................................................................................................... 33 1.6 Implementação Das Políticas Institucionais Constantes Do Plano De Desenvolvimento Institucional – PDI, No Âmbito Do Curso ........................................................................................................................... 37 1.6.1 Políticas de Ensino...............................................................................................................38 1.6. 2 Políticas de Pesquisa....................................................................................................................... 38 1.6. 3 Políticas de Extensão ...................................................................................................................... 40 1.6. 4 Programas Institucionais de Financiamento de Estudos ................................................................. 44 1.7 - Concepção do Curso .......................................................................................................................... 45 1.8 - Objetivos do Curso ............................................................................................................................. 46 1.9 - Perfil do Formando, Competências E Habilidades ............................................................................. 47 1.9.1 Perfil do Egresso................................................................................................................................ 47 1.9.2 Competências e Habilidades Gerais .................................................................................................. 48 1.9.3 – Competências e Habilidades Específicas ....................................................................................... 49 1.9.4 – Mercado de Trabalho ...................................................................................................................... 50 1.10 Organização Curricular ....................................................................................................................... 51 1.10.1 Conteúdos Curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem................................................. 51 1.10.2 - Coerência dos conteúdos curriculares com o perfil desejado do egresso ..................................... 52 1.10.3 - Coerência dos conteúdos curriculares face às diretrizes curriculares nacionais ........................... 49 4 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 1.10.4 Matriz Curricular............................................................................................................................... 56 1.10.5 Ementas e Bibliografia ..................................................................................................................... 59 1.10.6 Componentes curriculares Optativos................................................................................................87 1.10.7 Pólítica de Educação Ambiental.........................................................................................90 1.11 - Metodologia ...................................................................................................................................... 91 1.12 - Estágio Supervisionado.................................................................................................................... 91 1.13 - Atividades Complementares ............................................................................................................. 98 1.14 - Trabalho de Conclusão Do Curso...................................................................................................101 1.15. Apoio ao Discente ............................................................................................................................ 107 1.16 Apoio as ações decorrentes do processo avaliativo do curso.............................................107 1.16.1 Atendimento Extraclasse ............................................................................................................... 107 1.16.2 Atendimento Psicopedagógico ...................................................................................................... 108 1.17 Estratégias de Nivelamento ........................................................................................................... 108 1.18 Estímulos as Atividades Acadêmicas ............................................................................................ 108 1.19 Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem e do Curso ........................................................ 109 1.20 Avaliação do Curso ......................................................................................................................... 111 1.21 Integração com as redes públicas local e regional de saúde e o SUS... 2 - DIMENSÃO 2 - CORPO DOCENTE .................................................................................................. 1141 2.1 - Administração Acadêmica ................................................................................................................ 114 2.1.1- Composição do Núcleo Docente Estruturante - NDE ..................................................................... 114 2.1. 2 - Titulação e Formação Acadêmica do NDE ................................................................................... 115 2.1. 3 - Regime de Trabalho do NDE........................................................................................................ 115 2.1.4 - Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso ................................................................ 115 2.1.5 Atuação da coordenadora...............................................................................................................115 2.1.6 - Regime de Trabalho da Coordenadora do Curso .......................................................................... 119 2.1.7 - Titulação e Formação da Coordenadora do Curso........................................................................ 115 2.1.8 - Organização do Controle Acadêmico ............................................................................................ 119 2.1.9 - Pessoal Técnico e Administrativo .................................................................................................. 120 2.2 - Perfil dos Docentes........................................................................................................................... 120 2.2.1 - Titulação do Corpo Docente .......................................................................................................... 120 2.2.2 - Regime de Trabalho do Corpo Docente ........................................................................................ 124 2.2.3 - Experiência Profissional do Corpo Docente .................................................................................. 124 2.2.4 Experiência de magistério superior ou experiência do corpo docente em outras atividades profissionais ................................................................................................................................124 2.2.5 Relação entre o número de docentes e o número de estudantes.....................................124 2.2.6 - Produção Científica, cultural, artística ou tecnológica ................................................................... 126 DIMENSÃO 3- INSTALAÇÕES FÍSICAS.................................................................................................. 127 3.1 - Infra- estrutura física e acadêmica ................................................................................................... 127 3.1.1 Gabinetes de trabalho para docentes do tempo integral...................................................128 3.1.2 Espaço de trabalho para coordenação de curso e serviço acadêmicos.............................128 3.1.3 Sala de Professores............................................................................................................128 3.1.4 - Salas de aula ................................................................................................................................. 129 3.1.5 - Auditório/Sala de Conferência ....................................................................................................... 129 3.1.6 - Instalações Sanitárias.................................................................................................................... 129 3.1.7 - Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais............................................. 130 3.1.8 - Infra-estrutura de Segurança ......................................................................................................... 130 3.1.9 - Área de Convivência...................................................................................................................... 131 3.1.10 - Acesso a equipamentos de informática pelos docentes .............................................................. 131 3.1.11 - Acesso a equipamentos de informática pelos alunos ................................................................. 131 3.1.12 - Recursos audiovisuais ................................................................................................................. 131 5 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 3.2 - Biblioteca .......................................................................................................................................... 132 3.2.1- Livros da Bibliografia Básica........................................................................................................... 134 3.2.2- Livros da Bibliografia Complementar .............................................................................................. 134 3.2.3 - Periódicos Especializados ............................................................................................................. 134 3.2.4 Laboratórios Didáticos Dspecializados .......................................................................................... 135 3.2.5 - Outros laboratórios da Instituição utilizados pelos acadêmicos: ................................................... 161 3.2.6 - Informatização, Base de Dados e Multimídia ................................................................................ 164 6 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES 1. Mantenedora NOME EMPRESARIAL CNPJ NATUREZA JURÍDICA ENDEREÇO CEP MUNICÍPIO ESTADO REGISTRO CARTÓRIO TELEFONE FAX SOCIEDADE REGIONAL DE EDUCACAO E CULTURA LTDA 02.801.291/0001–42 Pessoa Jurídica de Direito Privado, com fins lucrativos (Sociedade Empresaria Limitada) Avenida Cuiabá, nº 3.087 – Bairro Jardim Clodoaldo 78.976–005 Cacoal Rondônia NO Contrato Social registrado na Junta Comercial do Estado de Rondônia – JUCER, sob o número 1120032251–5, em 26 de junho de 1998. (69) 3441–1950 (69) 3441–1950 1.1 Mantida NOME ENDEREÇO CEP MUNICÍPIO ESTADO TELEFONE FAX E–MAIL SITE ATOS LEGAIS DIREÇÃO GERAL E–MAIL DA DIREÇÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS DE CACOAL – FACIMED Avenida Cuiabá, nº 3.087 – Bairro Jardim Clodoaldo 78.976–005 Cacoal Rondônia (69) 3441–1950 (69) 3441–1950 [email protected] www.facimed.edu.br Credenciada pela Portaria MEC nº 2.810, de 13 de dezembro de 2001, publicada no DOU de 17 de dezembro de 2001 Sandra Maria Veloso Carrijo Marques [email protected] 1.2. Perfil e Missão da IES A FACIMED tem como missão a atividade educacional formativa, desenvolvendo e preparando profissionais, cidadãos livres e conscientes, que busquem projetos de vida, participativos, responsáveis, críticos e criativos, construindo e aplicando o conhecimento para o aprimoramento contínuo da sociedade em que vivem e de futuras gerações. Tem como linhas de ação fundamentais: a integração de todas as atividades acadêmicas da Instituição, corporificada pelas ações sinérgicas dos diferentes órgãos e setores 7 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 da Instituição, considerada pré–requisito para o alcance dos patamares de qualidade pretendidos no ensino, na pesquisa e na extensão; o foco voltado para o ensino de bacharelados e licenciaturas, cujos níveis de qualidade e maturidade constituem a sustentação para os cursos de pós–graduação; sendo uma instituição aberta e crítica, canal de manifestação livre de todas as correntes do pensamento, em clima de liberdade, responsabilidade e respeito aos direitos individuais e coletivos, e contempla ainda: • A promoção, pelo ensino, pesquisa e extensão, da procura do saber, nas áreas fundamentais do conhecimento humano e em áreas técnico–profissionais, visando preservá–lo, ampliá–lo e transmiti–lo; • A qualificação de recursos humanos, em nível superior, nas diversas carreiras e profissões; • A promoção, realização e incentivo à pesquisa nas diversas áreas, campos e domínios do saber, em suas múltiplas formas, como fator gerador de novos conhecimentos, aperfeiçoamento de novas tecnologias e como instrumento para melhoria da qualidade de ensino; • A extensão, como instrumento de comunicação inteligente entre a FACIMED e a realidade circundante, pelo ensino e pesquisa, através de metodologias aplicativas, cursos, convênios, contratos e outros meios; • A promoção e preservação da cultura como forma de fazer emergir a identidade regional, em seus valores éticos, artísticos, espirituais, sociais e econômicos, pelas manifestações e criações da comunidade; • A promoção da integração e o intercâmbio com as instituições congêneres públicas ou privadas, nas diversas áreas de atividade. Para tanto, pretende continuar suas atividades nas áreas da graduação e pós– graduação (lato sensu), e vir atuar no ensino seqüencial, em programas de formação de professores e a distância e em programas stricto sensu, além de aprofundar as ações para a realização das práticas investigativas e a disseminação de novos saberes por meio da organização de projetos, programas, atividades culturais e prestação de serviços. Manterá também incentivos para publicações das produções científicas de seus alunos e professores. A FACIMED, respondendo aos anseios da sua comunidade acadêmica, atuará dentro dos princípios da busca permanente da qualidade, do trabalho em equipe, do compromisso com soluções concretas para os problemas da sua região e da atuação em parceria com outras instituições, sempre com o propósito de atingir sua missão institucional. Além disso, como característica distintiva, a FACIMED terá o compromisso de inovar sempre, como condição necessária para a sobrevivência e crescimento em um cenário educacional de intensa competição. 1.3. Dados sócio-econômicos da região A Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal possui limite de atuação circunscrito ao Município de Cacoal, Estado de Rondônia. Localizado na parte oeste da Região Norte do Brasil, o Estado de Rondônia encontra-se em área abrangida pela Amazônia Ocidental. A maior parte do território do Estado de Rondônia encontra-se incluída no Planalto Sul-Amazônico, uma das parcelas do Planalto Central Brasileiro. 8 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Com uma população de 1.562.409 habitantes em uma área de 237.590,864 km2 e 52 municípios (IBGE, 2010), Rondônia possui como Capital a cidade de Porto Velho. Distante 477 km da Capital, Cacoal pertence à Mesorregião Leste Rondoniense, Microrregião Cacoal. Com 228.277 habitantes (IBGE, 2010), rica em Diamante e Ouro, a Microrregião Cacoal é uma das oito microrregiões do Estado de Rondônia, formada por nove municípios, a saber: Alta Floresta d'Oeste; Alto Alegre dos Parecis; Castanheiras; Cacoal; Espigão d'Oeste; Ministro Andreazza; Novo Horizonte do Oeste; Rolim de Moura e Santa Luzia d'Oeste. POPULAÇÃO DA MICRORREGIÃO DE CACOAL NOME DO MUNICÍPIO NÚMERO DE HABITANTES Alta Floresta d'Oeste 24.392 Alto Alegre dos Parecis 12.826 Castanheiras 3.581 Cacoal 78.574 Espigão d'Oeste 28.729 Ministro Andreazza 10.354 Novo Horizonte do Oeste 10.237 Rolim de Moura 50.648 Santa Luzia d'Oeste 8.886 TOTAL 228.227 Fonte: IBGE, 2010. Seguem dados socioeconômicos estaduais, receitas municipais de Cacoal e receita per capita1. RONDÔNIA - RECEITAS ESTADUAIS - 2009 - VALORES EM R$ RECEITAS VALOR (R$) Receitas totais 4.033.287.713,72 Receitas tributárias 2.045.629.100,34 Receitas patrimoniais 82.738.044,19 Transferências correntes 1.886.385.270,83 Outras transferências da união 16.942.776,59 Deduções da receita corrente 537.816.185,69 Despesas totais 4.441.174.343,29 Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional. CACOAL - RECEITAS MUNICIPAIS - 2009 - VALORES EM R$ RECEITAS VALOR (R$) Receitas totais 92.150.942,00 Receitas tributárias 9.029.494,00 Receitas patrimoniais 555.571,00 Transferências correntes 74.698.535,00 Outras transferências da união 627.811,00 Deduções da receita corrente 8.666.702,00 Despesas totais 94.482.783,09 Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional. 1 Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Sala de Situação em Saúde. Disponível em: http://189.28.128.178/sage/ 9 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 RECEITA PER CAPITA - VALORES EM R$ RECEITA PER CAPITA Receita per capita do município (2009) Receita per capita do conjunto de municípios do estado (2009) VALOR (R$) 1.177,45 1.398,38 Fonte: Secretaria do Tesouro Nacional. Com um PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 753 milhões, as principais atividades econômicas de Cacoal estão ligadas à agropecuária, à indústria e ao comércio. Além disso, o Município tem se consolidado como um pólo no setor de serviços, principalmente de educação e saúde (Fonte: Prefeitura Municipal, 2011). DIVISÃO DO PIB DO MUNICÍPIO DE CACOAL SETOR Agropecuária Indústria Serviços Impostos TOTAL VALOR (R$) 94 milhões 180 milhões 400 milhões 79 milhões 753 milhões Fonte: IBGE, 2008. Cacoal possui um dos maiores rebanhos de Rondônia, são cerca de 400 mil cabeças de gado bovino e aparece como quarto maior em produção, no Estado. A pecuária com rebanho de corte e leiteiro é responsável pela instalação de frigoríficos e laticínios que oferecem emprego e renda para centenas de pessoas direta e indiretamente, fomentando, ainda, o setor de couro e artefatos com a instalação de curtumes. A base econômica da agricultura permanente é o café. Em 2008, a produção foi de cerca de 40.000 sacas. No desenvolvimento de culturas temporárias, as mais importantes são o arroz, o feijão, a mandioca e o milho, com uma produção muito expressiva. A atividade comercial de Cacoal é diversificada, são cerca de quatro mil empresas ativas, e atrai consumidores de toda Mesorregião. É comum, pessoas virem de todo o Leste Rondoniense para adquirir produtos ofertados pelo mercado local. A diversidade e os preços são atrativos para esses consumidores. Os setores que mais se destacam são os supermercados, as autopeças, as concessionárias de veículos, as confecções, os materiais de construção e um forte setor atacadista. Em 2000, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Cacoal é 0,755. Segundo a classificação do PNUD, o município está entre as regiões consideradas de médio desenvolvimento humano (IDH entre 0,5 e 0,8). Em relação aos outros municípios do Brasil, Cacoal apresenta uma situação boa: ocupa a 1713ª posição, sendo que 1712 municípios (31,1%) estão em situação melhor e 3794 municípios (68,9%) estão em situação pior ou igual. Em relação aos outros municípios do Estado, Cacoal apresenta uma situação boa: ocupa a 3ª posição, sendo que 2 municípios (3,8%) estão em situação melhor e 49 municípios (96,2%) estão em situação pior ou igual. A seguir, estão descritas as taxas e os dados demográficos e territoriais do Estado de Rondônia e do Município de Cacoal2. 2 Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Sala de Situação em Saúde. Disponível em: http://189.28.128.178/sage/ 10 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 RONDÔNIA - DEMOGRÁFICO – TAXAS ESTADUAIS Analfabetismo em maiores de 15 anos (2008) Crescimento da população (2007) Proporção da população acima de 15 anos com mais de 8 anos de estudo (2007) Esperança de vida ao nascer (2008) Fecundidade total (2007) Proporção de idosos na população (2008) Razão de sexo - nº de homens por 100 mulheres (2007) Grau de urbanização (2007) Natalidade (2007) Mortalidade (2006) Mortalidade infantil (2007) Taxa de trabalho infantil (2007) 9.17 2.05 44.9 71.4 3 2.1 6.3 104 67.7 19.4 6.67 19.9 16,4 0 Fonte: IDB 2007 / RIPSA CACOAL - DEMOGRÁFICO – TAXAS MUNICIPAIS Densidade demográfica (2000) Razão de sexo - nº de homens por 100 mulheres (2005) Esperança de vida ao nascer (2000) Crescimento populacional (2000) Fecundidade (2000) Grau de urbanização (2005) Proporção de idosos (2005) Analfabetismo (2000) Índice de desenvolvimento humano - IDH (2000) Índice de exclusão social (2000) 3.8 hab./km² 102 69,70 anos -0.64 2.34 69.9 5.9 23.38 0,76 0,49 Fonte: IBGE. 1.4. Breve histórico da IES A Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal – FACIMED é uma instituição particular de ensino superior, mantida pela Sociedade Regional de Educação e Cultura Ltda. – SOREC, pessoa jurídica de direito privado, com sede e foro na cidade de Cacoal, Estado de Rondônia, situada na Av. Cuiabá, n.º 3.087, Jardim Clodoaldo, inscrita no cadastro geral de contribuintes do Ministério da Fazenda sob o n.º 02.801.291/0001–42, inscrição Municipal n.º 2802–4, com contrato de constituição por Cotas de Responsabilidade Limitada, devidamente inscrito no Registro de Títulos e Documentos. A Sociedade Regional de Educação e Cultura Ltda. (SOREC) é uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada, de acordo com as Leis nº 3.708, de 10/01/1919 e 4.726, de 13/6/1965 e pelas demais disposições legais aplicáveis à espécie, tem por objetivo social o ramo de ensino superior, educação básica, educação média de formação técnica e profissional, 11 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 educação continuada ou permanente, ensino a distância, cursos pré–vestibular, profissionalizantes e de pós–graduação, treinamentos, assessorias e consultorias. O prazo de duração da sociedade é indeterminado, tendo iniciado suas atividades em 1º de junho de 1998, conforme Contrato Social, devidamente registrado na Junta Comercial do Estado de Rondônia – JUCER, sob o número 1120032251–5, em 26 de junho de 1998. O citado contrato social sofreu alterações contratuais, todas registradas na mesma JUCER. A FACIMED, como instituição de educação superior, destina-se a promover o ensino, a pesquisa e a extensão em nível superior. A FACIMED desenvolve suas atividades acadêmicas em consonância com as demandas sociais e as necessidades do mercado de trabalho regional. A FACIMED atua nas áreas de Ciências da Saúde, de Ciências Exatas e da Terra, de Ciências Biológicas, Formação de Professores, Formação Tecnológica, nos eixos tecnológicos “Ambiente e Saúde”, “Gestão e Negócios” e “Recursos Naturais”, mediante o oferecimento de cursos de graduação nas modalidades bacharelado, licenciatura e cursos superiores de tecnologia. Os cursos ofertados estão em sintonia com as necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS), com a relevância de se formar profissionais para atuar no magistério da educação básica e com a dinâmica do setor produtivo e os requerimentos da sociedade regional. A FACIMED atua ainda na oferta de programas de pós-graduação “lato sensu” nas diversas áreas de sua atuação. A FACIMED foi credenciada mediante a Portaria MEC nº 2.810, de 13/12/2001, publicada no DOU de 17/12/2001. No mesmo ano, foram autorizados os cursos de graduação em Enfermagem, bacharelado, pela Portaria MEC nº 2.811, de 13/12/2001, publicada no DOU de 17/12/2001, reconhecido pela MEC/SESu nº 223 de 07/06/2006, publicada no DOU de 09/06/2006; e em Ciências Biológicas, licenciatura e bacharelado, pela Portaria MEC nº 2.812, de 13/12/2001, publicada no DOU de 17/12/2001, reconhecido pela MEC/SESu nº 423, de 26/07/2006, publicada no DOU de 27/07/2006. Em 2002, foi autorizado o curso de graduação em Educação Física, bacharelado, pela Portaria MEC nº 1.153, de 17/04/2002, publicada no DOU de 18/04/2002, reconhecido pela MEC/SESu nº 939, de 20/11/2006, publicada no DOU de 21/11/2006. Em 2003, foi autorizado o curso de graduação em Farmácia, bacharelado, pela Portaria MEC nº 2.157, de 08/08/2003, publicada no DOU de 11/08/2003, reconhecido pela MEC/SESu nº 384 de 19/03/2009, publicada no DOU de 20/03/2009. Em 2004, foi autorizado o curso de graduação em Fisioterapia, bacharelado, pela Portaria MEC nº 3.826, de 18/11/2004, publicada no DOU de 19/11/2004, reconhecido pela MEC/SESu nº 587 de 17/04/2009, publicada no DOU de 20/04/2009. No ano de 2006, foram autorizados os cursos de graduação em Medicina Veterinária, bacharelado, pela Portaria MEC/SESu nº 881, de 07/11/2006, publicada no DOU de 08/11/2006 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 201005125); em Medicina, bacharelado, pela Portaria MEC nº 1.814, de 09/11/2006, publicada no DOU de 10/11/2006 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 201005125); em Matemática, licenciatura, pela Portaria MEC/SESu nº 1.060, de 08/12/2006, publicada no DOU de 11/12/2006 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 200907759); em Física, licenciatura, pela Portaria MEC/SESu nº 1.062, de 08/12/2006, publicada no DOU de 11/12/2006 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 200908043); em Psicologia, pela Portaria MEC/SESu nº 1.194, de 28/12/2006, publicada no DOU de 29/12/2006 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 201013001); e em Química, licenciatura, pela Portaria MEC/SESu nº 1.061, de 08/12/2006, 12 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 publicada no DOU de 11/12/2006, reconhecido pela MEC/SESu nº 199, de 19/01/2011, publicada no DOU de 21/01/2011. Em 2007, foi autorizado o curso de graduação em Odontologia, bacharelado, pela Portaria MEC/SESu nº 88, de 31/01/2007, publicada no DOU de 01/02/2007 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 201008397). Nos anos de 2007 e 2008, foram autorizados os cursos superiores de tecnologia em Gestão Ambiental e Gestão de Recursos Humanos, pela Portaria MEC/SETEC nº 530, de 19/10/2007, publicada no DOU de 22/10/2007 (reconhecimento - processos e-MEC 200907933 e 200907559); em Agronegócio, pela Portaria MEC/SETEC nº 620, de 19/12/2007, publicada no DOU de 21/12/2007 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 201008026); e em Gestão de Cooperativas, pela Portaria MEC/SETEC nº 04, de 09/01/2008, publicada no DOU de 11/01/2008 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 201008026). Em 2009, foi autorizado o curso superior de tecnologia em Processos Gerenciais, pela Portaria MEC/SETEC nº 37, de 06/02/2009, publicada no DOU de 09/02/2009. Concomitante ao desenvolvimento dos cursos de graduação, conforme já informado, a FACIMED oferta de cursos de pós-graduação lato sensu nas áreas de conhecimento relacionadas aos cursos oferecidos, ampliando as oportunidades de qualificação para a sua região de inserção. Paralelamente ao ensino, a FACIMED desenvolve atividades de pesquisa e extensão nas áreas de conhecimento relacionadas aos cursos oferecidos. No decorrer de sua existência, a FACIMED consolidou-se com características marcantes na região onde está inserida, oferecendo cursos inexistentes até então em Cacoal e na maioria das cidades circunvizinhas, como os cursos da área da saúde, agregando qualidade ao ensino oferecido. 13 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO 1. Nome do curso Curso de Graduação em Enfermagem 2. Nome da mantida Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal – FACIMED. 3. Endereço de funcionamento do curso Avenida Cuiabá, nº 3.087 – Bairro Jardim Clodoaldo 4. Ato legal de autorização e reconhecimento e Renovação de Reconhecimento Autorizado pela Portaria MEC nº 2.811, de 13/12/2001, publicada no DOU de 17/12/2001 Reconhecido pela MEC/SESu nº 223 de 07/06/2006, publicada no DOU de 09/06/2006 Renovação de Reconhecimento pela Portaria MEC/SESu nº 1, de 06/01/2012, publicada no DOU de 09/01/2012 5. Número de vagas autorizadas 50 vagas semestrais/100 vagas anuais 6. Conceito Preliminar de curso (CPC) e Conceito do Curso (CC) Ano: 2011 CPC: 03 CC: 04 7. Turnos de funcionamento do curso Noturno 8. Carga horária total do curso 4.050 horas 9. Tempo mínimo e máximo de integralização Prazo mínimo de integralização de 10 semestres e máximo de integralização 18 semestres. 10. Identificação da coordenadora do curso Profª Mcs. Janice Santana do Nascimento Segura 14 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 11. Perfil da coordenação de curso A Coordenadora do curso de enfermagem é Bacharel em Enfermagem, Mestre em Ciências da Saúde, Especialista em Metodologia e Didática do Ensino Superior e em Formação Pedagógica em Educação Profissional – área Enfermagem. Tem 09 (nove) anos de experiência de magistério superior e está na coordenação do curso há 05 anos. 12. Composição, titulação, regime de trabalho e permanência sem interrupção dos integrantes do Núcleo Nocente Estruturante – NDE Em sua composição, o Núcleo Docente Estruturante conta com seis (06) dos docentes do curso e com a Coordenadora do Curso. Docente Titulação Regime de trabalho Janice Santana N. Segura (*) Ana Célia C. de Lima Elessandra M. Silvestro Kátia Cristina S. de Abreu Mansueto Dal Maso Sheila C. L .Soares Ewerton Ortiz Machado Mestrado Mestrado Mestrado Doutorado Doutorado Mestrado Doutorado Integral Integral Integral Integral Integral Parcial Integral Início de atuação no curso 2003 2003 2005 2008 2004 2004 2011 (*) Coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED. 13. Tempo médio de permanência do corpo docente no curso O tempo médio de permanência do corpo docente no curso é de O5 anos, conforme apresentado no perfil dos docentes. 15 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DIMENSÃO 1- ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA DO CURSO 1. CONTEXTO EDUCACIONAL 1.1 Pirâmide Populacional A Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal possui limite de atuação circunscrito ao município de Cacoal, situado na Microrregião Cacoal, no Estado de Rondônia. Dados Populacionais (IBGE, 2010): Estado de Rondônia - 1.562.409 habitantes. Microrregião Cacoal - 228.277 habitantes. Município de Cacoal; 78.574 habitantes. Por meio da pirâmide populacional do município de Cacoal observa-se um processo de diminuição do crescimento da população, provavelmente devido à queda da fecundidade. Entretanto, a população municipal ainda possui uma estrutura jovem, com uma pirâmide populacional de ápice estreito. MUNICÍPIO: CACOAL - RO POPULAÇÃO RESIDENTE POR FAIXA ETÁRIA E SEXO, 2009 FAIXA ETÁRIA MASCULINO FEMININO Menor 1 664 637 1a4 2.735 2.650 5a9 3.610 3.515 10 a 14 3.582 3.458 15 a 19 3.790 3.729 20 a 29 7.561 7.548 30 a 39 5.968 6.447 40 a 49 5.066 5.168 50 a 59 3.217 3.255 60 a 69 1.752 1.730 70 a 79 913 959 80 e + 388 333 Ignorada Total 39.246 39.429 Fonte: IBGE, Censos e Estimativas - 2009. TOTAL 1.301 5.385 7.125 7.040 7.519 15.109 12.415 10.234 6.472 3.482 1.872 721 78.675 16 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 1.2 População do Ensino Médio Regional A universalização progressiva do ensino médio constitui exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A necessária expansão deste nível de ensino foi claramente planejada nas metas do Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado pela Lei nº 10.172/2001, sendo evidenciada na região de inserção da FACIMED. Em Cacoal, de acordo com os dados finais do Censo Escolar 2010 (INEP), publicados no Diário Oficial da União no dia 20 de dezembro de 2010, há 20 escolas de ensino médio e/ou educação profissional. Ainda de acordo com os Resultados Finais do Censo Escolar 2010, foram registradas, no município de Cacoal, 5.750 matrículas iniciais no ensino médio, sendo 4.413 no Ensino Médio Regular, 490 em Educação Profissional (Nível Técnico), 1.836 em Educação de Jovens e Adultos (EJA) e 11 em Educação Especial (Alunos de Escolas Especiais, Classes Especiais e Incluídos). INEP - CENSO ESCOLAR 2010 MATRÍCULAS INICIAIS NO ENSINO MÉDIO DEPENDÊNCIA Ensino Médio Estadual 3.688 Federal 00 Municipal 00 Privada 725 TOTAL 4.413 Fonte: INEP, 2010. Educação Profissional (Técnico) 00 00 00 490 490 Educação Especial (Alunos de Educação de Jovens e Escolas Especiais, Classes Adultos (EJA) - Médio Especiais e Incluídos) Presencial SemiMédio Presencial Educação Profissional (Técnico) EJA Médio 1.037 00 00 67 1.104 732 00 00 00 732 00 00 00 00 00 02 00 00 00 02 07 00 00 02 09 17 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Na Microrregião Cacoal, os dados do Censo Escolar de 2010 revelam que foram registradas 12.068 matrículas iniciais, o que confirma a existência de demanda potencial por formação superior na localidade. Estando prevista a expansão do ensino médio, o aumento de vagas e a democratização do acesso à educação superior são algumas das metas estabelecidas pelo Plano Nacional de Educação - PNE. Tais metas estão associadas a programas governamentais como o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES) e o Programa Universidade para Todos (ProUni). A FACIMED está cadastrada no Ministério da Educação para que os seus alunos possam ser beneficiados com o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES). A FACIMED aderiu ao Programa Universidade para Todos (ProUni), viabilizando mais um mecanismo de inserção e manutenção de alunos de baixa renda sem diploma de nível superior. O Programa Universidade para Todos foi criado pela MP nº 213/2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096/2005. Tem como finalidade a concessão de bolsas de estudos integrais e parciais a estudantes de baixa renda, em cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior, oferecendo, em contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas que aderirem ao programa. O ingresso na educação superior assume para o jovem da região um caráter de tarefa evolutiva em si mesma, continuidade natural a ser assumida por quem termina o ensino médio e uma alternativa disponível de inserção no mundo do trabalho. 1.3 Quantidade de Vagas Ofertadas na Educação Superior A Região Norte do Brasil possui características próprias que a diferenciam das demais regiões do País, principalmente quando à demanda e implantação do ensino superior. Dentre suas principais particularidades estão grandes extensões territoriais pouco povoadas, o isolamento de algumas cidades com pólos econômicos em expansão, as quais não estão atendidas pelos sistemas de transporte e, na maioria dos casos, a falta de profissionais para atender à demanda dos setores econômicos e de serviços que estão em pleno desenvolvimento. Como resultado de um fenômeno de mobilidade social e expansão dos sistemas educacionais no Norte do Brasil, no Estado de Rondônia os cursos de graduação tiveram significativo crescimento nos últimos anos, conforme quadro a seguir, com a evolução 19912007. 2007 2006 2005 2004 2003 2002 2001 2000 1999 1998 1997 1996 1995 1994 1993 1992 1991 EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE CURSOS DE GRADUAÇÃO EM RONDÔNIA - 1991 - 2007 ANO QUANTIDADE 34 36 38 38 47 57 62 65 66 97 100 125 140 150 178 180 198 Fonte: Censo da Educação Superior, INEP (1991 – 2007). 18 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 De acordo com os dados divulgados pelo MEC (Cadastro e-MEC, 2011), no município de Cacoal são oferecidas 3.410 vagas na educação superior. Na Microrregião Cacoal é oferecida 4.730 vagas na educação superior. Além da FACIMED, nenhuma das instituições de ensino superior localizadas no Município de Cacoal oferece o Curso de Graduação em Enfermagem. Dessa forma, o Curso de Graduação em Enfermagem ofertado pela FACIMED supre uma demanda existente no mercado de trabalho por profissionais da área. 1.4 Taxas Bruta e Líquida de Matriculados na Educação Superior A taxa de escolarização líquida e a taxa de escolarização bruta calculadas para o Município de Cacoal e Microrregião demonstram claramente as deficiências do setor de ensino superior em relação aos jovens que residem na região. O município de Cacoal teve, no ano de 2007, uma taxa de escolarização líquida estimada de 6,56%. Na microrregião essa taxa é menor ainda, tendo sido calculada em 2,69%. Ambas estão muito distantes daquela preconizada no PNE, que estabelece como meta incluir 30% dos jovens entre 18 e 24 anos na graduação até 2010. A taxa de escolarização bruta, que mede, percentualmente, o total de matrículas no ensino superior em relação à população na faixa etária teoricamente adequada para frequentar esse nível de ensino, foi estimada, para o ano de 2007 no município de Cacoal, em 23,29 %. Na Microrregião Cacoal foi de 9,54%. Considerando, portanto, as grandes possibilidades de desenvolvimento econômico e social da área de inserção da FACIMED, a ampliação das possibilidades de qualificação profissional torna-se uma tarefa prioritária para a região amazônica. TAXAS DE ESCOLARIZAÇÃO BRUTA E LÍQUIDA ENSINO SUPERIOR ESTIMATIVA EM 2007 ENSINO SUPERIOR 2007 MUNICÍPIOS População na Estimativas Taxa Líquida Faixa Etária Matrículas Matrículas Taxa Bruta de População de de 18 a 24 Totais de 18 a 24 Escolarização Escolarização anos anos Alta Floresta 23 857 d'Oeste Alto Alegre dos 11 615 Parecis Castanheiras 3 624 Cacoal 76 155 Espigão d'Oeste 27 867 Ministro Andreazza 10 343 Novo Horizonte do 9 648 Oeste Rolim de Moura 48 894 Santa Luzia d'Oeste 9 264 TOTAL 221.267 Fonte: IBGE / INEP 3.697 0 0 0,00 0,00 1.800 0 0 0,00 0,00 561 11.804 4.319 1.602 0 2.749 0 0 0 775 0 0 0,00 23,29 0,00 0,00 0,00 6,56 0,00 0,00 1.495 0 0 0,00 0,00 7.578 1.436 34.292 522 0 3.271 147 0 922 6,89 0,00 9,54 1,94 0,00 2,69 19 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 1.5 Demanda pelo Curso A FACIMED, com base na Resolução CES/CNE nº 03/2001, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Enfermagem e na Lei nº 9.394/96 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), reestruturou o Projeto Pedagógico do Curso, visando proporcionar uma sólida formação, preparando assim um enfermeiro generalista e empreendedor, que valorize a interdisciplinaridade, tenha autonomia no pensar e decidir e que seja capaz de atender as necessidades regionais e nacionais no âmbito de suas competências. Assim, buscar-se-á formar um Enfermeiro que esteja apto a atuar profissionalmente em equipes multiprofissionais ou individualmente, na iniciativa privada ou no serviço público, como autônomo ou prestador de serviço, em grandes centros urbanos ou pequenos, com produtividade e qualidade, tendo como preocupação fundamental a promoção de saúde da população. De acordo com o Censo 2010, o Brasil possui 190.732.694 habitantes, demonstrando que em uma década a população cresceu 12,3%. Nesta mesma crescente está a área da Enfermagem. No mesmo ano, o Conselho Federal de Enfermagem contabilizou que existiam 1.480.653 Profissionais de Enfermagem no Brasil, sendo 271.809 Enfermeiros registrados. Destes, acredita-se que aproximadamente 155.000 exerciam a profissão. Em março de 2005, a OPAS (Organização Panamericana de Saúde) divulgou o estudo “Brasil: O perfil do sistema de serviços de saúde”, onde constatou que, em 2001, o Brasil possuía 3,41 Profissionais de Enfermagem por 1.000 habitantes, verifica-se que em nove anos houve um aumento no coeficiente de 127 %, ou seja, 7,76. Apesar do aumento, o país ainda está abaixo da expectativa da OMS (Organização Mundial da Saúde). A região Sudeste, a mais populosa do Brasil, totaliza mais de 80 milhões de cidadãos. E é também nesta região brasileira que se encontra o maior contingente de Profissionais da Enfermagem - 758.519, ou seja, 52,3 % da força de trabalho do território nacional. Destes, 137.451 eram enfermeiros. Na região Norte, com cerca de 16 milhões de habitantes, existia, em 2010, a menor concentração de enfermeiros por região brasileira, com 14.851 enfermeiros registrados. Destes, apenas 1.741 no estado de Rondônia (1.562.409 habitantes). Considerando que o Brasil é um País de dimensões continentais, de certa maneira é possível justificar a apresentação de índices tão discrepantes. Ao mesmo tempo pode-se afirmar, com razão, que nos grandes centros urbanos a concentração de profissionais da área de saúde, notadamente médicos e enfermeiros, é extremamente alta. Entretanto, isto não resolve o problema de como possibilitar acesso a um bom serviço de atendimento à saúde por profissionais bem formados e capacitados, principalmente àquela parcela da população brasileira mais carente e que habita, exatamente, as regiões mais distantes dos grandes centros populacionais. É notório que houve uma significativa melhoria, pelo menos no que se refere ao atendimento primário em saúde, com a implementação de programas governamentais que têm como princípio a universalização e a eqüidade do acesso aos serviços previstos na Constituição Federal de 1988. O Programa de Saúde da Família (PSF), por exemplo, está conseguindo, de certa forma, minimizar as disparidades regionais e entre os grupos sociais em relação ao acesso à saúde. Mas, mesmo assim, persistem entraves que ora impossibilitam, ora encarecem um atendimento de melhor qualidade. Em termos objetivos, a possibilidade de ter acesso aos cuidados em saúde ainda representa um avanço muito tímido em relação ao que se poderia esperar de uma sociedade como a brasileira. 20 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Estimativas feitas a partir da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho e Emprego, indicam a existência de aproximadamente 2,6 milhões de vínculos formais de emprego em estabelecimentos direta ou indiretamente vinculados à economia da saúde, dos quais 1,7 milhões correspondem a postos de trabalho assalariados em estabelecimentos do núcleo do setor (atividades de atenção à saúde das pessoas como hospitais e clínicas e serviços de apoio diagnósticos e terapêuticos). As atividades da malha da saúde (ou do macro-setor saúde) estariam gerando, portanto, mais de 10% do emprego formal urbano[1]. Isolando-se da análise os estabelecimentos e empregos nos serviços de saúde do setor público, observa-se que os maiores empregadores correspondem aos estabelecimentos hospitalares (19,5%). As atividades assistenciais de saúde sem regime de internação (clínicas médicas, odontológicas, de enfermagem e demais profissionais de saúde, inclusive estabelecimentos terapêuticos alternativos) respondem por cerca de 10% do emprego formal e as atividades de comercialização de produtos farmacêuticos e insumos (farmácias, drogarias etc.) por outros 10% do emprego formal. Relativamente ao mercado de trabalho em enfermagem, ainda de acordo com a RAIS, o Brasil ostentava 84.159 de vínculos de enfermeiros em 2003, sendo que, destes, 56,9% estavam na região sudeste. Os vínculos de enfermeiro como servidor público representavam 44,7% e os trabalhadores vinculados à pessoa jurídica 54%. Os dados referentes à demanda mostram um crescimento de postos de trabalho de enfermeiros no decorrer dos últimos anos. As políticas públicas de saúde tiveram papel central neste incremento (principalmente via Programa de Saúde da Família - PSF). O PSF constitui-se em estratégia de fortalecimento da Atenção Básica no âmbito do SUS, cujos princípios, pautados nos valores da solidariedade e da cidadania, atendem ao preceito constitucional de saúde como direito de todos e dever do Estado. Representa uma das intervenções de maior visibilidade e impacto no campo das políticas de saúde implementadas no Brasil, a partir da segunda metade da década de 1990. Os enfermeiros ocupam cerca de 70% dos cargos de coordenador do programa nos municípios que possuem coordenação específica para o PSF. A maioria dos enfermeiros que atuam no PSF está na faixa etária de 30 a 49 anos (58,69%) e 90,91% são mulheres. Pode-se afirmar que os enfermeiros são os principais agentes envolvidos no processo de supervisão do trabalho dos auxiliares e técnicos em enfermagem, nos serviços de saúde e no processo de ensino-aprendizagem nas instituições formadoras de recursos humanos, onde exercem um papel de liderança indiscutível. Conforme ressaltado anteriormente, de acordo com estatísticas do Conselho Federal de Enfermagem (COFEn) havia, em 2010, 1.480.653 Profissionais de Enfermagem no Brasil. Enfermeiros, com formação superior, são apenas 271.809: PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM POR CATEGORIA DISTRIBUIÇÃO PROFISSIONAIS BRASIL Enfermeiro Técnicos, Auxiliares e Atendentes Total 271.809 1.208.844 1.480.653 ESTADO RONDÔNIA 1.741 8.359 10.100 Fonte: COFEN (2007). [1] BRASIL. Ministério da Saúde. Mercado de trabalho em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. DE 21 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 A análise da distribuição regional desses profissionais revela que a Região Sudeste concentra 51% dos Profissionais de Enfermagem, a Região Nordeste concentra 19% dos Profissionais de Enfermagem e a Região Sul concentra 17% dos dos Profissionais de Enfermagem, em 2010. As Regiões Norte e Centro-Oeste são as que detêm os menores índices de concentração. Na Região Norte, estavam 7% e na Região Centro-Oeste estavam 6% dos Profissionais de Enfermagem do Brasil. Já análise da distribuição regional de Enfermeiros revela que a Região Sudeste concentra 51% dos Enfermeiros, a Região Nordeste concentra 21% dos Enfermeiros e a Região Sul concentra 16%, em 2010. As Regiões Norte e Centro-Oeste são as que detêm os menores índices de concentração. Na Região Norte, estavam 5% e na Região Centro-Oeste estavam 6% dos Enfermeiros do Brasil. As estatísticas do Conselho Federal de Enfermagem (COFEn) também apontam que, no Brasil, aproximadamente 86,80% do pessoal de Enfermagem ainda não possui formação profissional de nível superior. São apenas 13,20% do pessoal com Curso de Graduação em Enfermagem. Esta realidade acarreta riscos para a população e a desvalorização da profissão e do profissional de Enfermagem. Uma vez que a formação profissional melhora o desempenho profissional e a qualidade dos serviços, o Ministério de Saúde tem incentivado os esforços para transformação desta realidade. Neste contexto, a FACIMED, com base na Resolução CES/CNE nº 03/2001, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Enfermagem, assim como nas recomendações da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn), elaboradas a partir das discussões ocorridas nos últimos Seminários Nacionais de Diretrizes para a Educação em Enfermagem (SENADEn); nas determinações da Lei do Exercício Profissional (Lei nº 7.498/1986, Decreto nº 94.406/87) e no Código de Ética (Resolução COFEn nº 311/2007) do Conselho Federal de Enfermagem (COFEn), elaborou o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem visando formar o enfermeiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, qualificado para o exercício profissional com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos; sendo este capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus determinantes; além de atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano. Cabe destacar que o município de Cacoal e a região, onde é oferecido o Curso de Graduação em Enfermagem, possui infra-estrutura de saúde capaz de absorver os egressos, assim como de proporcionar importantes experiências de prática profissional aos alunos. A implantação do Curso de Graduação em Enfermagem não constituiu uma realidade dissociada do contexto geral da FACIMED. A IES tem investido na implantação de um conjunto de cursos da área da saúde e a ela relacionados. No quadro a seguir, está apresentada a situação legal dos demais cursos de graduação na área da saúde e a ela relacionados, atualmente ofertados pela FACIMED. 22 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 CURSO / MODALIDADE Ciências Biológicas / Licenciatura e Bacharelado Educação Bacharelado Física / Farmácia / Bacharelado Fisioterapia / Bacharelado Medicina Veterinária Bacharelado / Medicina / Bacharelado Odontologia / Bacharelado Psicologia/Formação de Professores de Psicologia ATOS DE AUTORIZAÇÃO OU RECONHECIMENTO Autorizado pela Portaria MEC nº 2.812, de 13/12/2001, publicada no DOU de 17/12/2001, reconhecido pela MEC/SESu nº 423, de 26/07/2006, publicada no DOU de 27/07/2006 Autorizado pela Portaria MEC nº 1.153, de 17/04/2002, publicada no DOU de 18/04/2002, reconhecido pela MEC/SESu nº 939, de 20/11/2006, publicada no DOU de 21/11/2006 Autorizado pela Portaria MEC nº 2.157, de 08/08/2003, publicada no DOU de 11/08/2003, reconhecido pela MEC/SESu nº 384 de 19/03/2009, publicada no DOU de 20/03/2009 Autorizado pela Portaria MEC nº 3.826, de 18/11/2004, publicada no DOU de 19/11/2004, reconhecido pela MEC/SESu nº 587 de 17/04/2009, publicada no DOU de 20/04/2009 Autorizado pela Portaria MEC/SESu nº 881, de 07/11/2006, publicada no DOU de 08/11/2006 (reconhecimento Protocolo eMEC nº 201005125) Autorizado pela Portaria MEC nº 1.814, de 09/11/2006, publicada no DOU de 10/11/2006 (reconhecimento Protocolo e-MEC nº 201005125) Autorizado pela Portaria MEC/SESu nº 88, de 31/01/2007, publicada no DOU de 01/02/2007 (reconhecimento Protocolo eMEC nº 201008397) Autorizado pela Portaria MEC/SESu nº 1.194, de 28/12/2006, publicada do DOU de 29/12/2006(reconhecimento Protocolo eMEC nº 201013001) Assim, inserida no contexto da oferta de cursos da FACIMED na área da saúde, o Curso de Graduação em Enfermagem articula educação e saúde como objetos indissociáveis e orientadores da formação acadêmica de um profissional com sustentação científica, postura ética reflexiva, qualificado para o exercício técnico e profissional em Enfermagem, em consonância com as diretrizes do Sistema Único de Saúde - SUS. Devido à grande incidência de jovens inseridos no mercado de trabalho como forma de complementação da renda familiar e que a maioria estão inseridos no mercado de trabalho no período diurno e encontram dificuldades em ingressar nos cursos noturnos oferecidos pela IES, acreditou-se que disponibilizar vagas noturnas seria fundamental para a qualificação profissional, possibilitando aos trabalhadores do diurno o ingresso no ensino superior e, ao mesmo tempo, para se garantir que esses jovens pudessem trabalhar durante o dia. A oferta do curso de enfermagem no período noturno basei-a-se no Art. 47, parágrafo quarto, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9394/96, que afirma que “as instituições de educação superior oferecerão, no período noturno, cursos de graduação nos mesmos padrões de qualidade mantidos no período diurno, sendo obrigatória a oferta noturna nas instituições públicas, garantida a necessária previsão orçamentária”. Alguns aspectos fundamentais desse novo PPP foram mantidos em relação ao PPC do curso integral em vigor. Os temas articuladores desse PPP indicam claramente a construção de uma dinâmica formativa flexível e diferenciada entre curso diurno e noturno, pois as disciplinas ofertadas no curso diurno e no curso noturno não são as mesmas em cada semestre. 23 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Neste sentido, a matriz curricular do Curso de Enfermagem no período noturno em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais, permite destacar a diversidade entre o curso noturno e diurno, principalmente pela oferta do turno, do tempo, dos temas, das disciplinas e perfil dos alunos que ingressam no turno noturno. Este perfil faz com que o curso como um todo, esteja voltado para a formação de sujeitos que possuem experiências diversas no mundo do trabalho, alguns exercendo inclusive, atividades na enfermagem, como é o caso do auxiliar e do técnico de enfermagem. A matriz do curso noturno prevê que para fins de integralização curricular, as aulas práticas e os estágios, na atenção primária serão realizados nos períodos diurnos. O curso noturno possui um tempo maior de integralização do currículo que será de cinco anos. 1.5.1 Possibilidades de Utilização do Curso da Rede de Serviços Instalada A seguir, apresenta-se as possibilidades de utilização pelo curso da rede de serviços instalada (distribuição e concentração de serviços por capacidade resolutiva) e de outros recursos e equipamentos sociais existentes na região de Cacoal. REDE ASSISTENCIAL – MUNICÍPIO DE CACOAL/RO NÚMERO DE ESTABELECIMENTOS POR TIPO DE PRESTADOR SEGUNDO TIPO DE ESTABELECIMENTO TIPO DE ESTABELECIMENTO PÚBLICO FILANTRÓPICO Central de Regulação de Serviços de Saúde Centro de Atenção Hemoterápica e ou Hematológica Centro de Atenção Psicossocial Centro de Apoio a Saúde da Família Centro de Parto Normal Centro de Saúde/Unidade Básica de Saúde 8 Clinica Especializada/Ambulatório Especializado 3 1 Consultório Isolado 1 Cooperativa Farmácia Medic Excepcional e Prog Farmácia Popular Hospital Dia Hospital Especializado Hospital Geral 2 Laboratório Central de Saúde Pública - LACEN Policlínica Posto de Saúde Pronto Socorro Especializado Pronto Socorro Geral Secretaria de Saúde 1 Unid Mista - atend 24h: atenção básica, intern/urg Unidade de Atenção à Saúde Indígena Unidade de Serviço de Apoio de Diagnose e Terapia 2 Unidade de Vigilância em Saúde 1 Unidade Móvel Fluvial Unidade Móvel Pré Hospitalar - Urgência/Emergência Unidade Móvel Terrestre Tipo de estabelecimento não informado Total 18 1 Fonte: CNES. Situação da base de dados nacional em 10/04/2010. Nota: Número total de estabelecimentos, prestando ou não serviços ao SUS PRIVADO SINDICATO TOTAL 20 44 2 4 2 9 81 - 8 24 45 2 6 2 1 11 1 100 24 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 NÚMERO DE LEITOS DE INTERNAÇÃO EXISTENTES POR TIPO DE PRESTADOR SEGUNDO ESPECIALIDADE DEZ/2009 ESPECIALIDADE Público Existentes SUS Filantrópico Privado Existentes Existentes SUS Cirúrgicos 16 16 29 Clínicos 21 21 17 Obstétrico 18 18 25 Pediátrico 32 32 8 Outras Especialidades 1 1 Hospital/DIA Total 88 88 79 Fonte: CNES. Situação da base de dados nacional em 10/04/2010. Sindicato Total SUS Existentes SUS Existentes SUS - - - 45 38 43 40 16 21 18 32 - - - 1 167 1 88 ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL – MUNICÍPIO DE CACOAL/RO QUANTIDADE E VALOR APROVADOS E APRESENTADOS DOS PROCEDIMENTOS AMBULATORIAL POR MUNICÍPIO DE ATENDIMENTO, SEGUNDO GRUPO E SUBGRUPO DE PROCEDIMENTOS 2009 CATEGORIA DE PROCEDIMENTOS 01 Ações de promoção e prevenção em saúde 0101 Ações coletivas/individuais em saúde 0102 Vigilância em saúde 02 Procedimentos com finalidade diagnóstica 0201 Coleta de material 0202 Diagnóstico em laboratório clínico 0203 Diagnóstico por anatomia patológica e citopatologia 0204 Diagnóstico por radiologia 0205 Diagnóstico por ultra-sonografia 0206 Diagnóstico por tomografia 0207 Diagnóstico por ressonância magnética 0208 Diagnóstico por medicina nuclear in vivo 0209 Diagnóstico por endoscopia 0210 Diagnóstico por radiologia intervencionista 0211 Métodos diagnósticos em especialidades 0212 Diagnóstico e procedimentos especiais em hemoterapia 0213 Diagnóstico em vigilância epidemiológica e ambiental 0214 Diagnóstico por teste rápido 03 Procedimentos clínicos 0301 Consultas / Atendimentos / Acompanhamentos 0302 Fisioterapia Qtd.Aprovada Valor Aprovado Qtd.Apresentada Nº 253.022 246.105 6.917 215.158 15.683 142.539 % 25,1 24,5 0,7 21,4 1,6 14,2 R$ 4.930 4.930,20 1.177.057 5.351,66 533.231,99 % 0,2 0,2 37,4 0,2 16,9 Nº 253.022 246.105 6.917 215.192 15.683 142.573 % 25,1 24,4 0,7 21,4 1,6 14,1 Valor Apresentado R$ % 4.930 0,2 4.930,20 0,2 1.177.260 37,3 5.351,66 0,2 533.435,32 16,9 22.598 2,2 150.050,72 4,8 22.598 2,2 150.050,72 4,8 16.308 13.374 3.845 1,6 1,3 0,4 120.354,36 348.511,90 19.556,10 3,8 11,1 0,6 16.308 13.374 3.845 1,6 1,3 0,4 120.354,36 348.511,90 19.556,10 3,8 11,0 0,6 - - - - - - - - - - - - - - - - 811 516.905 0,1 51,4 1.846.560 58,6 811 518.302 0,1 51,4 1.852.390 58,7 433.755 43,1 805.964,70 25,6 435.123 43,2 808.414,14 25,6 53.079 5,3 273.789,57 8,7 53.079 5,3 273.789,57 8,7 25 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 0303 Tratamentos clínicos (outras especialidades) 0304 Tratamento em oncologia 0305 Tratamento em nefrologia 0306 Hemoterapia 0307 Tratamentos odontológicos 0308 Tratamento de lesões, envenenamentos e outros, decorrentes de causas externas 0309 Terapias especializadas 0310 Parto e nascimento 04 Procedimentos cirúrgicos 0401 Pequenas cirurgias e cirurgias de pele, tecido subcutâneo e mucosa 0402 Cirurgia de glândulas endócrinas 0403 Cirurgia do sistema nervoso central e periférico 0404 Cirurgia das vias aéreas superiores, da cabeça e do pescoço 0405 Cirurgia do aparelho da visão 0406 Cirurgia do aparelho circulatório 0407 Cirurgia do aparelho digestivo, órgãos anexos e parede abdominal 0408 Cirurgia do sistema osteomuscular 0409 Cirurgia do aparelho geniturinário 0410 Cirurgia de mama 0411 Cirurgia obstétrica 0412 Cirurgia torácica 0413 Cirurgia reparadora 0414 Cirurgia oro-facial 0415 Outras cirurgias 0416 Cirurgia em oncologia 0417 Anestesiologia 0418 Cirurgia em nefrologia 05 Transplantes de órgãos, tecidos e células 06 Medicamentos 07 Órteses, próteses e materiais especiais 0701 Órteses, próteses e materiais especiais não relacionados ao ato cirúrgico 0702 Órteses, próteses e materiais especiais relacionados ao ato cirúrgico 08 Ações complementares da atenção à saúde 0801 Ações relacionadas ao estabelecimento 0802 Ações relacionadas ao atendimento 0803 Autorização / Regulação 1.146 3.905 2.190 21.954 0,1 0,4 0,2 2,2 37.219,69 562.975,17 48.180,00 10.165,26 1,2 17,9 1,5 0,3 1.146 3.928 2.190 21.960 0,1 0,4 0,2 2,2 37.219,69 566.291,08 48.180,00 10.230,18 1,2 17,9 1,5 0,3 - - - - - - - - 876 20.236 0,1 2,0 108.265,36 107.031 3,4 3,4 876 20.238 0,1 2,0 108.265,36 107.145 3,4 3,4 13.213 1,3 46.524,20 1,5 13.213 1,3 46.524,20 1,5 - - - - - - - - - - - - - - - - 739 0,1 4.925,76 0,2 739 0,1 4.925,76 0,2 5 0,0 30,95 0,0 5 0,0 30,95 0,0 - - - - - - - - 439 31 5.727 82 243 0,0 0,0 0,6 0,0 0,0 15.525,46 1.136,15 34.212,81 4.675,38 8.243 0,5 0,0 1,1 0,1 0,3 439 31 5.727 84 252 0,0 0,0 0,6 0,0 0,0 15.525,46 1.136,15 34.212,81 4.789,48 8.498 0,5 0,0 1,1 0,2 0,3 - - - - - - - - 243 0,0 8.242,56 0,3 252 0,0 8.498,49 0,3 741 741 1.006.305 0,1 0,1 100,0 7.200 7.200,00 3.151.019,95 0,2 0,2 100,0 741 741 1.007.747 0,1 0,1 100,0 7.200 7.200,00 3.157.423,58 0,2 0,2 100,0 TOTAL Fonte: SIA/SUS. Situação da base de dados nacional em 30/04/2010. 26 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 ASSISTÊNCIA HOSPITALAR – MUNICÍPIO DE CACOAL/RO NÚMERO DE INTERNAÇÕES, VALOR TOTAL, VALOR MÉDIO, MÉDIA DE PERMANÊNCIA, NÚMERO DE ÓBITOS E TAXA DE MORTALIDADE POR ESPECIALIDADE POR LOCAL DE INTERNAÇÃO, 2009 No.deInternações % ValorTotalR$ % ESPECIALIDADE Clínica cirúrgica Obstetrícia Clínica médica Cuidados prolongados (crônicos) Psiquiatria Pneumologia sanitária (tisiologia) Pediatria Reabilitação Clínica cirúrgica - hospital-dia Aids - hospital-dia Fibrose cística - hospital-dia Intercorrência pós-transplante - hospital-dia Geriatria - hospital-dia Saúde mental - hospital-dia TOTAL Fonte: SIH/SUS. ValorMédioR$ MédiadePermanência(dias) NúmerodeÓbitos 893 1.111 2.214 - 16,2 20,2 40,2 - 381.084,54 468.792,16 745.579,76 - 18,3 22,5 35,8 - - - - - - - - - - - - - 23,3 100,0 485.809,73 2.081.266,19 23,3 100,0 - 1.283 5.501 Situação da base 426,75 421,96 336,76 4,5 1,8 3,9 378,65 3,4 - 378,34 de 10 1 89 MortalidadeHospitalar(%) 3,5 dados 107 nacional 0,6 7 1,9 em 03/05/2010 27 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Cacoal está inserida em vários programas governamentais de saúde. Nos últimos anos evidencia-se um crescimento das ações, no âmbito individual e coletivo, que abrangem a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação e a manutenção da saúde. As informações de ações em saúde envolvendo os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os programas Brasil Sorridente, Aqui tem Farmácia Popular, Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus (Hiperdia), Programa Nacional de Humanização do Parto (PNHP), Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), Saúde da Família e Vigilância Nutricional encontram-se divulgadas pelo Ministério da Saúde, conforme se segue3. AGENTES COMUNITÁRIOS DE SAÚDE – ACS EM CACOAL / RO (78.675 habitantes) BRASIL SORRIDENTE EM CACOAL / RO (78.675 habitantes) Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Sala de Situação em Saúde. Disponível em: http://189.28.128.178/sage/ 3 28 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR EM CACOAL / RO (78.675 habitantes) CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - CAPS EM CACOAL / RO (78.675 HABITANTES) O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) ou Núcleo de Atenção Psicossocial é um serviço de saúde aberto e comunitário do SUS. É um lugar de referência e tratamento para pessoas que sofrem com transtornos mentais, psicoses, neuroses graves e demais quadros, cuja severidade e/ou persistência justifiquem sua permanência num dispositivo de cuidado intensivo, comunitário, personalizado e promotor de vida. O objetivo dos CAPS é oferecer atendimento à população de sua área de abrangência, realizando o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários. É um serviço de atendimento de saúde mental criado para ser substitutivo às internações em hospitais psiquiátricos. 29 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS – HIPERDIA EM CACOAL / RO (78.675 HABITANTES) NÚMERO DE PORTADORES CADASTRADOS NO HIPERDIA HIPERTENSÃO ARTERIAL DIABETES MELLITUS 2006 915 200 2007 1.907 395 2006 874 190 2009 422 116 2010 123 53 Fonte: Coordenação Nacional de Hipertensão e Diabetes/DAB/SAS/MS ANO PROGRAMA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO DO PARTO - PNHP EM CACOAL / RO (78.675 HABITANTES) NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA – NASF EM CACOAL / RO O Núcleo de Apoio à Saúde da Família – NASF – foi criado para ampliar o atendimento e a qualidade dos serviços do SUS oferecidos aos usuários da Atenção Básica. Dessa forma, além dos profissionais que já vêm prestando atendimento nas Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família, outros profissionais que trabalham com a promoção, prevenção e reabilitação da saúde também estarão ao acesso da população. O NASF é constituído por profissionais de diferentes áreas de conhecimento que devem atuar em parceria com os profissionais das Equipes de Saúde da Família. 30 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Existem duas modalidades de NASF. Não é permitida a implantação das duas modalidades de forma concomitante. • NASF 1 – composto por no mínimo cinco das profissões de nível superior (Psicólogo; Assistente Social; Farmacêutico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Profissional da Educação Física; Nutricionista; Terapeuta Ocupacional; Médico Ginecologista; Médico Homeopata; Médico Acupunturista; Médico Pediatra; e Médico Psiquiatra) vinculado de 8 a 20 Equipes Saúde da Família. • NASF 2 – composto por no mínimo três profissionais de nível superior de ocupações nãocoincidentes (Assistente Social; Profissional de Educação Física; Farmacêutico; Fisioterapeuta; Fonoaudiólogo; Nutricionista; Psicólogo; e Terapeuta Ocupacional), vinculado a no mínimo 3 Equipes Saúde da Família. NÚCLEO DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA – NASF EM CACOAL / RO Ano NASF 1 NASF 2 2008 01 00 2009 01 00 2010 01 00 2011 01 00 2012 01 00 Total 01 01 01 01 01 SAÚDE DA FAMÍLIA EM CACOAL / RO (78.675 HABITANTES) SAÚDE DA FAMÍLIA Localidade: Cacoal/RO UF CIDADE Nº DE EQUIPES RO Cacoal 6 POP. COBERTA 20.700 POP. 2008 78.263 SISTEMA DE VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL – SISVAN EM CACOAL / RO (78.675 HABITANTES) 31 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 No quadro a seguir estão apresentados os tipos de unidades de serviços instaladas, níveis de hierararquia e eerviços especializados no município de Cacoal, Estado de Rondônia. TIPOS DE UNIDADES EM CACOAL/RO CÓDIGO DESCRIÇÃO 02 CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA 04 POLICLINICA 05 HOSPITAL GERAL 22 CONSULTORIO ISOLADO 36 CLINICA ESPECIALIZADA/AMBULATORIO DE ESPECIALIDADE 39 UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ISOLADO) 40 UNIDADE MOVEL TERRESTRE 43 FARMACIA 50 UNIDADE DE VIGILANCIA EM SAUDE 68 SECRETARIA DE SAUDE TOTAL Fonte: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (DATASUS). Acesso em 2011. TOTAL 08 02 08 46 34 11 01 04 01 01 116 NÍVEIS DE HIERARQUIA EM CACOAL/RO DESCRIÇÃO 08--Alta HOSP/AMB--Estabelecimento de Saúde que realiza procedimentos de alta complexidade no âmbito hospitalar e ou ambulatorial 03--Media - M2 e M3--Estabelecimento de Saúde ambulatorial que realiza procedimentos de Média Complexidade definidos pela NOAS como de 2º nível de referência - M2.e /ou de 3º nível de referência – M3 04--Alta AMB--Estabelecimento de Saúde ambulatorial capacitado a realizar procedimentos de Alta Complexidade definidos pelo Ministério da Saúde 02--Media - M1--Estabelecimento de Saúde ambulatorial que realiza procedimentos de Média Complexidade definidos pela NOAS como de 1º nível de referência – M1 06--Media - M2 e M3--Estabelecimento de Saúde que realiza procedimentos previstos nos de níveis de hierarquia 02 e 03, além de procedimentos hospitalares de média complexidade.Por definição enquadram-se neste nível os hospitais especializados 07--Media - M3--Estabelecimento de Saúde que realiza procedimentos hospitalares de média complexidade.Realiza procedimentos previstos nos estabelecimentos de níveis de hierarquia 02 e 03, abrangendo SADT ambulatorial de alta complexidade 01--PAB-PABA--Estabelecimento de Saúde ambulatorial que realiza somente Procedimentos de Atenção Básica – PAB e ou Procedimentos de Atenção Básica Ampliada definidos pela NOAS EM BRANCO TOTAL Fonte: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (DATASUS). Acesso em 2011. TOTAL 02 72 22 09 01 05 04 01 116 32 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM CACOAL/RO DESCRIÇÃO 101 - ESTRATEGIA DE SAUDE DA FAMILIA 102 - ESTRATEGIAS DE AGENTES COMUNITARIOS DE SAUDE 104 - REGULACAO ASSISTENCIAL DOS SERVICOS DE SAUDE 107 - SERVICO DE ATENCAO A SAUDE AUDITIVA 108 - SERVICO DE ATENCAO A SAUDE DO TRABALHADOR 110 - SERVICO DE ATENCAO A SAUDE REPRODUTIVA 111 - SERVICO DE ATENCAO AO PACIENTE COM TUBERCULOSE 112 - SERVICO DE ATENCAO AO PRENATAL PARTO E NASCIMENTO 113 - SERVICO DE ATENCAO DOMICILIAR 114 - SERVICO DE ATENCAO EM SAUDE BUCAL 115 - SERVICO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL 117 - SERVICO DE CIRURGIA REPARADORA 119 - SERVICO DE CONTROLE DE TABAGISMO 120 - SERVICO DE DIAGNOSTICO POR ANATOMIA PATOLOGICA EOU CITOPATO 121 - SERVICO DE DIAGNOSTICO POR IMAGEM 122 - SERVICO DE DIAGNOSTICO POR METODOS GRAFICOS DINÂMICOS 125 - SERVICO DE FARMACIA 126 - SERVICO DE FISIOTERAPIA 128 - SERVICO DE HEMOTERAPIA 130 - SERVICO DE NEFROLOGIA UROLOGIA 131 - SERVICO DE OFTALMOLOGIA 135 - SERVICO DE REABILITACAO 136 - SERVICO DE SUPORTE NUTRICIONAL 139 - SERVICO DE TRIAGEM NEONATAL 140 - SERVICO DE URGENCIAS 141 - SERVICO DE VIGILANCIA EM SAUDE 142 - SERVICO DE ENDOSCOPIA 145 - SERVICO DE DIAGNOSTICO POR LABORATORIO CLINICO 146 - SERVICO DE VIDEOLAPAROSCOPIA 147 - SERVICO DE APOIO A SAUDE DA FAMILIA (NASF) 150 - CIRURGIA VASCULAR 152 - ATENCAO A SAUDE DA POPULACAO INDIGENA 155 - SERVICO DE TRAUMATOLOGIA E ORTOPEDIA TOTAL Fonte: Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (DATASUS). Acesso em 2011. TOTAL 06 05 02 02 01 05 07 14 01 05 05 02 01 02 12 07 07 12 05 02 05 01 02 01 04 05 04 15 01 01 01 01 01 145 HOSPITAL REGIONAL DE CACOAL - HRC Mantido pela Secretaria de Estado de Saúde através do Estado de Rondônia, o Hospital Regional de Cacoal (HRC), conta com cerca de 130 leitos em funcionamento e expansão planejada no curto prazo para 230 leitos, onde é feito o atendimento referenciado da população regional. O HRC conta com assistência nas áreas de clinica médica; cirúrgica geral e especialidades; pediatria; ginecologia; UTI adulto; doenças infectocontagiosas; dermatologia; neurologia; neurocirurgia; endoscopia digestiva e respiratória; pneumologia; cardiologia; cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial; odontologia; serviço de 33 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 imagem (radiologia, tomografia, ultrasonografia); enfermagem; fisioterapia, farmácia; psicologia; laboratório de análises clínicas e de anatomia patológica; entre outros. Leitos ESPEC - CIRURGICO Nome Leitos BUCO MAXILO FACIAL CIRURGIA GERAL GASTROENTEROLOGIA GINECOLOGIA NEFROLOGIAUROLOGIA NEUROCIRURGIA ORTOPEDIATRAUMATOLOGIA OTORRINOLARINGOLOGIA TORAXICA Leitos Existentes 2 19 2 1 2 2 38 2 2 Leitos SUS 2 19 2 1 2 2 38 2 2 Leitos Existentes 2 5 10 5 5 5 Leitos SUS 2 5 10 5 5 5 Leitos Existentes 8 10 9 Leitos SUS 8 0 0 ESPEC - CLINICO Nome Leitos AIDS CARDIOLOGIA CLINICA GERAL GERIATRIA NEFROUROLOGIA NEUROLOGIA COMPLEMENTAR Nome Leitos UNIDADE DE CUIDADOS INTERMEDIARIOS ADULTO UTI ADULTO - TIPO II UTI PEDIATRICA - TIPO II Fonte: http://cnes.datasus.gov.br 1.5.2 Perfil Epidemiológico – Rondônia4 • Coeficiente Geral de Mortalidade – CGM A capital, Porto Velho teve o maior CGM padronizado do estado: 8,6/mil hab., o Estado de Rondônia 5,9/mil hab. e a Região Norte 5,0/1 mil habitantes. • Percentual de causas mal definidas O percentual de óbitos por causas mal definidas do estado é de 11,2% em 2004. • Percentual de óbitos por causas mal definidas nos municípios, em 2004: ⇒ até 10%: 19 municípios (36,5%); ⇒ entre 10% e 20%: 24 municípios (46,2%); ⇒ 20% e mais: nove municípios (17,3%). Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema nacional de vigilância em saúde: relatório de situação: Rondônia / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. – 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2006. 4 34 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 ⇒ Coeficiente de Mortalidade infantil - CMI O CMI (por 1 mil nascidos vivos) para o Estado de Rondônia em 2004 é de 22,2 e o da Região Norte é de 25,5. Proporção de casos residentes encerrados oportunamente, por agravo: Os agravos leishmaniose visceral, síndrome da rubéola congênita, hantaviroses e chagas aguda não atingiram a meta de 50,0% estabelecida para o ano de 2005 de encerramento oportuno dos casos notificados. Em números totais, o estado superou a meta de 50,0% estabelecida para o ano de 2005, atingindo 63,9%. • Tuberculose Em Rondônia, quatro municípios são prioritários para o Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT). Em 2005, 316 profissionais foram capacitados. O estado apresenta uma cobertura de unidades que realizam ações do programa de controle da TB de 37,4% e, destas, apenas 26,6% têm a estratégia de tratamento supervisionado – TS/DOTS implantada. De acordo com os dados da Secretaria Estadual de Saúde, em 2004 foram registrados no Sinan 550 casos novos de tuberculose, representando 90% dos casos esperados. A incidência geral foi 36,9 por 100 mil hab. e 18,6 casos bacilíferos por 100 mil habitantes. A coorte de tratamento, considerando os municípios prioritários, mostrou uma cura de 66,1%, ainda abaixo da meta nacional de curar 85% dos casos. O abandono foi 10%, óbitos, 4,7%, transferência, 16,6% e casos não encerrados, 7,6%. A co-infecção TB HIV foi 1,3%. • Hanseníase No período de um ano, houve incremento de apenas 1,43% de unidades (71 unidades) que fazem diagnóstico e tratamento de hanseníase. Foram diagnosticados 1.145 casos novos em 2005, deste total, 831 estavam em curso de tratamento. Destes casos novos diagnosticados: ⇒ 87 (7,59%) acometiam menores de 15 anos; ⇒ seis (0,52%) apresentavam, no momento do diagnóstico, incapacidade física severa; ⇒ 550 (48,03%) eram formas avançadas da doença. O estado obteve 66,9% de cura em 2005. O Estado de Rondônia possui seis municípios prioritários para hanseníase, que são: Ariquemes, Buritis, Cacoal, Ji-Paraná, Nova Brasilândia D´Oeste e Porto Velho. Ainda 89% da população do Estado estão em municípios com mais de cinco casos de hanseníase. • Doenças sexualmente transmissíveis / Aids Até dezembro de 2004, foram diagnosticados 981 casos de AIDS, sendo 585 homens e 396 mulheres. Os municípios do Estado que apresentaram o maior número de casos de AIDS acumulados até 2004 foram (casos acumulados/taxa média de incidência por 100 mil hab.): 35 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 ⇒ Porto Velho – 604/17,5 ⇒ Vilhena – 81/13,0 ⇒ Cacoal – 46/8,3 A taxa de mortalidade (por 100 mil hab.) por AIDS no ano de 2004 foi de 3,3 óbitos. Foram notificados 22 casos de transmissão vertical do HIV até 2004. Em relação à sífilis congênita, o estado notificou entre os anos de 1998 e 2004 um total de 27 casos. • Dengue Dos 52 municípios do Estado, 10 (19,2%) são prioritários para o Programa Nacional de Controle da Dengue: Ariquemes, Cabixi, Cacoal, Espigão d’Oeste, Guajará-Mirim, Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste, Porto Velho, Presidente Médici, Vilhena. Estes municípios concentram 54,7% da população do Estado. • Malária Rondônia registrou 112.165 casos de malária em 2005, correspondendo a 19% do total de casos da Amazônia Legal. Em comparação a 2004, o estado apresentou aumento de 9,8%. • Doenças transmitidas por vetores e antropozoonoses Tracoma Nos anos 2004 e 2005 foram detectados casos de tracoma folicular em áreas indígenas da regional de Cacoal/Vilhena, com aldeias apresentando prevalência de até 33%. Raiva No período de 2002 a 2005, foram notificados 132 casos de raiva canina, além de casos de raiva em herbívoros. Tanto a cobertura vacinal, quanto o percentual de municípios com cobertura adequada são satisfatórios. É um estado de alto risco para a ocorrência da doença por apresentar monitoramento de circulação viral insuficiente, municípios silenciosos e altos índices de agressão por morcegos em humanos e animais. Deverão ser intensificadas as ações de vigilância epidemiológica, principalmente, na atenção a pessoas expostas ao risco de agressão por animais silvestres. Febre amarela Nos últimos cinco anos houve registro de um caso de febre amarela silvestre no município de Porto Velho, em 2001, além de epizootias em macacos em Cabixi. O Estado de Rondônia está situado na área de risco, com indicação da vacinação da população residente e dos viajantes de outras áreas que para lá se dirigem. Leishmaniose Em 2004, o Estado de Rondônia notificou 2.131 casos de leishmaniose tegumentar americana, distribuído nos 100% dos municípios do estado, destacando os maiores registros em Vilhena (214), Cacoal (137), Alta Floresta D’Oeste (128) e Ariquemes (116). A incidência foi de 144 casos por 100 mil hab., representando o terceiro maior coeficiente do País. Acidentes por animais peçonhentos No Estado de Rondônia o ofidismo apresenta alta incidência (27 casos/100 mil hab.), com distribuição em todo o estado. Escorpionismo e araneismo mostram baixa incidência (4 e 2 casos/100 mil 36 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 hab., respectivamente). Leptospirose No período 2001-2005, foram confirmados onze casos, com cinco óbitos. O coeficiente de incidência anual média foi de 0,2/100 mil hab., muito inferior à média nacional, de 1,7/100 mil habitantes. No entanto, a letalidade para o período foi de 45,5%, marcadamente superior à letalidade média nacional, de 11,8%. Importante incentivar os serviços para a suspeita e tratamento precoces, bem como a notificação de todos os casos suspeitos. Centros de controle de zoonoses O Estado de Rondônia possui sete centros de controle de zoonoses, localizados na capital e em seis cidades pólos regionais do estado, atendendo 55,1% da população. Desenvolvem ações voltadas principalmente para o controle da raiva, controle de população animal (cães e gatos) e controle da dengue. • Agravos e doenças não transmissíveis Evolução da mortalidade por doenças não transmissíveis Em 2004, as doenças do aparelho circulatório, as neoplasias, as doenças endócrinas e as causas externas representaram 48,6% do total de óbitos por causas conhecidas em Porto Velho, 67,3% em Rondônia, 61,4% na Região Norte e 67,6% no Brasil. Há que se considerar os elevados percentuais de causas de óbitos mal definidas na região e estado para análise dos dados. Doenças do Aparelho Circulatório – DAC As taxas de mortalidade por DAC apresentam tendência de elevação importante para a capital, e para o estado, de forma menos acentuada, ao longo do período analisado. A Região Norte apresenta curva semelhante a do Brasil, porém com taxas menores. A taxa em 2004 foi de 353 e 479/100 mil hab. no estado e capital respectivamente. Diabetes As taxas de mortalidades por diabetes apresentam tendência de elevação na capital e Estado, sendo que na capital ocorre um incremento mais acentuado e com as maiores taxas. A taxa em 2004 foi de 95 e 174/100 mil hab. no Estado e capital respectivamente. Neoplasias Verifica-se que a tendência das taxas de mortalidade por câncer de colo eleva-se de maneira acentuada na capital, mesmo com grande variação ao longo do período. A tendência de Rondônia e da Região Norte também é de elevação, porém de maneira menos acentuada. Para o Brasil a tendência é estável. Deve-se considerar o alto percentual de óbitos classificados como porção não especificada do útero, 37,5%, em 2003, no Estado. Evolução da mortalidade por causas externas (acidentes e violências) Em 2004, as causas externas foram a primeira causa de mortalidade, dos óbitos por causas conhecidas, em Porto Velho (24,4%) e a primeira em Rondônia (25,2) e segunda na Região Norte (18,9%). Acidentes de transportes terrestres As taxas de mortalidade por acidentes de transporte na capital Porto Velho são as mais elevadas, com tendência ascendente no período analisado. O Estado de Rondônia e a Região Norte têm tendências também em elevação. Para o Brasil a tendência foi de queda entre 1996 e 2000, voltando a 37 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 subir lentamente a partir desse ano. Acidentes com motocicletas As tendências das taxas de mortalidade por acidentes com motocicletas são ascendentes para o estado, a região e o Brasil. Agressões A capital, Porto Velho apresenta as taxas mais elevadas de mortalidade por agressões, com tendência de elevação. A mesma tendência, porém de forma menos acentuada ocorre no Estado de Rondônia, na Região Norte e no Brasil. 1.6 Implementação Das Políticas Institucionais Constantes Do Plano De Desenvolvimento Institucional – PDI, No Âmbito Do Curso O desenvolvimento do Curso de Graduação em Enfermagem consolida-se mediante a utilização das políticas institucionais aprovadas no âmbito do Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI da FACIMED. O PDI relaciona, a cada uma das políticas e diretrizes institucionais, ações estratégicas implantadas num determinado horizonte temporal, para o cumprimento dessas políticas institucionais. A FACIMED implantou todas as práticas previstas para a graduação na modalidade presencial, de forma coerente com as políticas constantes dos documentos oficiais (PDI, PPI e PPC). Na política para o ensino, a FACIMED adota como referencial pedagógico a prática da “educação ao longo de toda a vida”, conforme apresentada pela UNESCO no Relatório da Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI. Nessa perspectiva, a educação proporciona ao indivíduo um conhecimento dinâmico do mundo, dos outros e de si mesmos, capacitando-o para o exercício profissional em tempos de mudanças. As políticas institucionais para a graduação são operacionalizas mediante integração do ensino com a pesquisa e a extensão, objetivando formação de qualidade acadêmica e profissional. A FACIMED cultiva e promove, portanto, uma prática calcada em princípios éticos que possibilite a construção do conhecimento técnico-científico, o aperfeiçoamento cultural e o desenvolvimento de um pensamento reflexivo, crítico e responsável, que impulsione a transformação sócio-político-econômica da sociedade, socializando o saber e a coleta do saber não-científico elaborado pela comunidade para, estruturando-o em bases científicas, restituí-lo a sua origem; desenvolvimento curricular contextualizado e circunstanciado; e busca permanente da unidade teoria e prática, o que exige a incorporação de professores e alunos em atividades de pesquisa, prática pedagógica e iniciação científica. Os egressos são acompanhados como forma de avaliar a qualidade do curso oferecido pela FACIMED. A auto-avaliação orienta os processos de revisão do Projeto Pedagógico de Curso e a discussão de questões relacionadas à ética profissional, social e política no curso. No Curso de Graduação em Enfermgem as atividades de pesquisa estão voltadas para a resolução de problemas e de demandas da comunidade na qual a Instituição está inserida. Assim, o Núcleo Docente Estruturante – NDE do curso incentiva a pesquisa para a qualificação do ensino. As atividades de extensão se configuram como uma forma de intervenção que favorece uma visão abrangente e integradora da sociedade, constituindo-se em espaço privilegiado no processo de formação profissional. Suas ações se voltam para o atendimento de demandas sociais colhidas no confronto direto com a realidade próxima, contribuindo, significativamente, na produção do conhecimento. As prioridades de ações de responsabilidade social fazem com que a FACIMED cumpra a sua função social e se torne uma estrutura fundamental para melhoria na qualidade de vida no contexto local, regional e nacional. 38 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 A gestão da FACIMED, articulada à gestão do curso, segue as políticas estabelecidas nos documentos oficiais, destacando-se Regimento Interno, PDI, PPI e PPC. Documentos que servem de base para as políticas de gestão implantadas no Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED. São realizadas reuniões com a Direção e Coordenação para discutir assuntos de interesse do curso. O Conselho Superior (CONSUP), órgão máximo de natureza consultiva, deliberativa, normativa e jurisdicional da FACIMED e o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPEX), órgão deliberativo e normativo em matéria didático-pedagógica, científica, disciplinar e administrativa, contam com representação dos Coordenadores de Curso. Assuntos de interesse específico do curso tratados pelo NDE e pelo Colegiado do Curso, e, quando necessário, encaminhados à Direção, ao CEPEX e ao Conselho Superior para decisão. 1.6.1- Políticas de Ensino No Plano de Desenvolvimento Institucional da FACIMED estão previstas ações e metas que pretendem proporcionar aos egressos de todos os cursos uma educação pautada pelos moldes estabelecidos pelas Diretrizes Curriculares e pelas exigências sócio-culturais. Por assim o ser, a FACIMED um conjunto de diretrizes básicas para o desenvolvimento de suas atividades administrativas e acadêmicas ao longo dos próximos anos e que podem ser reafirmadas ou reformuladas conforme as mudanças do cenário educacional, regional e local. O desenvolvimento da educação superior necessita de políticas que propiciem a ampliação dos cursos de graduação e ofertas de novas modalidades para o ensino, tendo em vista a grande demanda da sociedade local, regional e nacional. Portanto, faz-se necessário o aperfeiçoamento dos projetos pedagógicos dos cursos de graduação e dos cursos de pós-graduação e a implementação de procedimentos metodológicos compatíveis com os processos de transformação social e adoção as novas tecnologias. Tais inovações tornam-se exequíveis mediante estudos técnicos e científicos nas áreas de conhecimento contempladas pela FACIMED. O sistema de informação acadêmico-administrativa deve ser aperfeiçoado, já que constitui mecanismo estratégico para racionalizar os procedimentos burocráticos desenvolvidos e garantir maior agilidade no processo de comunicação. A interação com a comunidade interna e externa devem ser efetivadas por meio de ações consistentes que promovam o envolvimento e o comprometimento da comunidade universitária (docentes, discentes, funcionários técnico-administrativos e sociedade) por meio de atividades de extensão. 1.6.2- Políticas de Pesquisa A respeito da pesquisa, a FACIMED prevê o fomento e a implementação das atividades de pesquisa na Instituição o que exigirá o desenvolvimento sistemático de programas de iniciação científica, contemplando bolsas específicas para esta atividade acadêmica. Para tanto, adota as seguintes ações: a) incentivo aos discentes e aos docentes interessados em práticas investigativas; b) concessão de bolsas de iniciação científica aos discentes selecionados e aos docentes interessados, de acordo com o número de vagas aprovadas pela Mantenedora; c) alocação de carga-horária para os professores orientarem os alunos incluídos no Programa de Iniciação Científica; d) promoção de seminários institucionais com pesquisadores de nome nacional para incentivar a importância da investigação científica. 39 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 A FACIMED, com vistas ao estabelecimento de bases sólidas para o desenvolvimento de pesquisa científica relevante, compatível com as áreas de conhecimento que promove, apresenta as seguintes diretrizes gerais: a) estabelecer mecanismos de articulação entre ensino, pesquisa e extensão: o espírito científico deve permear as práticas pedagógicas exercidas nos cursos de graduação e pósgraduação, de modo a tornar evidente para os alunos, a importância do saber fazer ciência durante a formação profissional; b) promover a interação com a comunidade: os grupos de estudos já existentes e os que serão implementados na FACIMED contemplarão as potencialidades acadêmicas existentes, devidamente articuladas com as demandas locais e regionais; c) implantar o fundo de apoio à pesquisa: as atividades científicas serão consolidadas na medida em que sejam disponibilizados os recursos financeiros necessários, garantidos pela criação de um fundo de apoio específico. d) Adequar os periódicos institucionais ao processo Qualis. A socialização do conhecimento por meio de periódicos produzidos nos últimos anos pela Instituição exige um procedimento avaliativo, em nível nacional, além de ser um estímulo de divulgação dos resultados investigativos realizados por docentes e discentes vinculados ou não a FACIMED. A FACIMED possui 3 linhas de pesquisas definidas e subsidiadas com iniciativa própria, ao qual , através destas, todos os cursos existentes na IES (Licenciatura, Bacharelado e Tecnólogo): 1. Linha de Pesquisa: SAÚDE COLETIVA 2. Linha de Pesquisa:EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL 3. Linha de Pesquisa:SER HUMANO NO AMBIENTE REGIONAL O curso de enfermagem estará vinculado à linha de pesquisa: SAÚDE COLETIVA Programas desta linha: Programas de Saúde; Setores de aplicação: Cuidado À Saúde das Populações Humanas Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde Objetivo: Desenvolver investigações ligadas as ações programáticas em saúde, tais como: saúde da família, saúde do idoso, saúde da criança, saúde mental, saúde do trabalhador, saúde ambiental, saúde do adulto, saúde do adolescente, saúde bucal, saúde do físico; - Instrumentalizar intervenções em ações programáticas em saúde que possam melhorar a atenção em saúde, sobretudo na atenção primária. Epidemiologia Setores de aplicação: cuidados a saúde das populações humanas, planejamento, promoção, verificação, acompanhamento e gestão em saúde Objetivo: Considerando-se o processo de transformações demográficas, sobretudo quanto ao envelhecimento, e as modificações em seu padrão de saúde decorrentes de exposições ambientais, hábitos e comportamentos vinculados ao fenômeno de urbanização crescente, esta linha de pesquisa pretende estudar os efeitos vivenciados pela população brasileira na esfera das doenças regionais, nas atividades médicas, físicas, biológicas, farmacológicas e sociais. 40 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Saúde e Sociedade Setores de aplicação:cuidado À Saúde das Populações Humanas, avaliação e promoção da atividade física, Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde Objetivo:Realizar estudos direcionados a compreensão da sociedade contemporânea, buscando compreender o processo saúde doença dentro dos crivos filosófico, antropológico, social, político e econômico - Promover pesquisas sobre os meios de comunicação social em saúde, subdisiando as práticas de educação em saúde, bem como as ações de divulgação de situações de risco ambiental e saúde .Realizar estudos voltados a práticas integrativas a saúde. Vigilância da saúde Setores de aplicação: Cuidado À Saúde das Populações Humanas Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde Objetivo:Desenvolver pesquisas que instrumentalizem e compreendam as ações de Vigilância Epidemiológica, farmacoepidemiologia, Vigilância Sanitária, Vigilância Alimentar, Vigilância Nutricional e Vigilância em Saúde Ambiental na atenção a saúde. Cultura e humanização do cuidado Setores de aplicação: cuidados á saúde das populações especiais, planejamento, políticas. Objetivo: desenvolver pesquisas direcionadas a pessoas que necessitam de cuidados especiais, acamados, UTI, portadores de deficiência, presidiários, HIV positivos. Saúde corpo e mente Setores de aplicação: cuidados com a saúde do corpo fenótipo, estética corporal, planejamento de promoção da saúde primária, secundária e terciária. Objetivo: desenvolver pesquisas voltadas para a saúde do corpo, promoção da saúde, práticas esportivas, atividades físicas, reabilitações. Desenvolver pesquisas voltadas ás áreas da psicologia e afins. 1.6.3 - Políticas de Extensão A Extensão é entendida como prática acadêmica que interliga a Faculdade nas suas atividades de ensino e de pesquisa, com as demandas da maioria da população, possibilita a formação do profissional cidadão e se credencia, cada vez mais, junto à sociedade como espaço privilegiado de produção do conhecimento significativa para a superação das desigualdades sociais existentes. Tem-se hoje como princípio que, para a formação do profissional Cidadão é imprescindível sua efetiva interação com a sociedade, seja para se situar historicamente, para se identificar culturalmente ou para referenciar sua formação com os problemas que um dia terá de enfrentar. Assim, torna-se importante consolidar a prática da extensão, possibilitando a constante busca do equilíbrio entre as demandas socialmente exigidas e as inovações que surgem do trabalho acadêmico. Linhas de Extensão A denominação Linha de Extensão passou, a partir de 1o. de janeiro de 2006 – FORPROEX, a substituir a denominação Linha Programática; tem especial importância para a nucleação das ações de extensão, ou seja, a construção dos programas. As linhas estão especificadas no PDI da FACIMED. As Linhas de Extensão especificam e detalham os temas para a nucleação das ações de extensão. 41 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 As descrições de linha de extensão discriminam as formas de operacionalização que, em geral, abrangem: assessoria, consultoria, realização de eventos, apoio, desenvolvimento de processos, formação/qualificação de pessoal, preservação, recuperação, difusão, divulgação, desenvolvimento de metodologia de intervenção, intervenção/atendimento, atenção, prevenção, desenvolvimento de sistemas, promoção/incentivo, articulação, adaptação, produção, cooperação, entre outras. Do ponto de vista operacional, a atuação em uma área temática se fará por linhas de extensão, as quais poderão incluir um ou mais programas. Para cada área programática deverão ser articulados programas, projetos e atividades, para um trabalho articulado, objetivando a interdisciplinaridade, a integração ensino-pesquisa-extensão e a inserção social. Áreas Temáticas das Atividades de Extensão As áreas temáticas, embora sem uma terminologia definitiva, mas já permitindo uma sistematização do trabalho de extensão em nível regional e nacional, são as relacionadas a seguir: 1- Comunicação 2- Cultura 3- Direitos Humanos e Justiça 5- Educação 6- Meio Ambiente 7- Saúde 8- Tecnologia e Produção 9- Trabalho PROJETOS DE EXTENSÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM SEMANA DE ENFERMAGEM DA FACIMED Todos os anos no mês de maio em comemoração ao dia do enfermeiro o curso de Graduação em Enfermagem promove a semana de enfermagem com o objetivo de transmitir conhecimentos científicos atuais com uma visão globalizada e perspectiva de melhoria na formação acadêmica e profissional, manter o intercâmbio entre IES, bem como os profissionais da área de Enfermagem do Estado de RO e de profissionais de saúde e promover momentos de integração e conhecimentos com abrangência multidisciplinar sobre questões acadêmica em geral. O curso conta com a participação especialmente de acadêmicos de enfermagem de Cacoal e de outros municípios de Rondônia, estudantes de cursos técnicos em enfermagem, profissionais e/ou trabalhadores na da área de enfermagem. VIVA BEM CAMINHONEIRO Iniciado em 2008, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do 5º e 7º período sob supervisão de docentes, cujo objetivo é o atendimento de promoção, proteção e reabilitação na saúde do caminhoneiro e intervir com orientação sobre os agravos mais comum a saúde do caminhoneiro. São atendidos trabalhadores denominados genericamente por caminhoneiros de estradas. O atendimento é realizado no período noturno, visto que nesse horário encontra-se uma maior concentração de caminhoneiros nos postos de gasolina. 42 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 AMIGAS DO PEITO Iniciado em 2009, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do 4º, 6º e 7º período sob supervisão das docentes enfermeiras do curso cujo objetivo é a detecção precoce de alterações mamárias em acadêmicas e funcionárias da FACIMED. As mulheres serão examinadas no Laboratório de Habilidades, com agendamento prévio. IMUNIZAÇÃO Iniciado em 2010, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do 5º período sob supervisão das docentes enfermeiras do curso cujo objetivo é realizar a vacinação de acadêmicos de graduação da Facimed e funcionários da IES. TRATAMENTO DE FERIDAS E CURATIVOS Iniciado no segundo semestre de 2012, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do 4º ao 8º período, sob supervisão de uma docente enfermeira do curso, cujo objetivo é estimular nos acadêmicos o desenvolvimento de competências e habilidades para a realização de curativos e tratamento de feridas. ENFERMAGEM CIDADANIA Iniciado no segundo semestre de 2012, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do 1º ao 8º períodos, cujo objetivo é promover a educação em saúde junto a estudantes de escolas públicas e privadas, preparando o acadêmico de enfermagem para as práticas educativas. ENCONTRO DE GESTANTES Iniciado no segundo semestre de 2012, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do 7º período, com gestantes cadastradas nas UBS onde são realizados os estágios supervisionados, cujo objetivo e orientar sobre a importância do pré-natal e seu significado e os cuidados da gestante durante a gravidez, enfatizando os sinais e sintomas do trabalho de parto e cuidados com o recém-nascido. ENCONTRO DE HIPERTENSOS Iniciado no segundo semestre de 2012, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem do 7º período, com Diabéticos e Hipertensos cadastradas no HIPERDIA, cujo objetivo e orientar a importância da adesão ao tratamento, enfatizando os benefícios da atividade física os hábitos saudáveis de vida, alimentação como parte do tratamento e como ensinar o paciente e sua família prever, detectar e tratar as emergências como os pés diabéticos. FACIMED FOLIA Iniciado em 2012, os acadêmicos de enfermagem do 1º ao 8º período realizam atividades educativas na tentativa de promover a conscientização quanto a importancia da prevenção as DSTs/AIDS/ Hepatites Virais no período carnavalesco na população em geral. As atividades são coordenadas pela docente da disciplinas de Doenças Transmissíveis e são realizadas em parceria com Secretaria Municipal de Saúde por meio da Coordenação de DSTs/Aids e SAE – Serviço de Atendimento 43 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Especializado, articulado com outros serviços da rede do SUS: Núcleo de Educação, Coordenação Municipal das Unidades Básicas de Saúde/ PACS e PSF. As atividades realizadas são distribuição de preservativos e pit-stop dentro e fora da IES. REANIMAÇÃO CARDIO PULMONAR CEREBRAL (RCPC) NAS ESCOLAS - TREINANDO ADOLESCENTES PARA SALVAR VIDAS Iniciado no segundo semestre de 2012, o projeto é realizado por acadêmicas de enfermagem DO 5° E 6º períodos, sob supervisão docente. O projeto visa o treinamento de adolescentes, da rede estadual de ensino, em RCPC a fim de se obter à vítimas de Parada Cardiorrespiratória (PCR) um Suporte Básico de Vida precoce, propiciando um aumento do índice de sobrevida e a minimização de seqüelas. PROJETOS DE EXTENSÃO DA INSTITUIÇÃO EM QUE O CURSO DE ENFERMAGEM PARTICIPA: PROJETO AÇÃO MULHER Realizado todo dia 08 de março de cada ano, teve inicio em 2006. A FACIMED neste dia abre as portas para a população e toda a comunidade acadêmica composta por Coordenadores de curso, professores, técnicos, direção geral, todos unidos em parcerias com instituições locais para prestar atendimento gratuito às mulheres da comunidade cacoalense. Os serviços oferecidos neste dia pelo curso de enfermagem são: palestras, coleta de exame preventivo de colo uterino, consulta de Enfermagem e exame clínico da Mama. PROJETO DIA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL FACIMED Este projeto visa promover a criação de espaços para o exercício da responsabilidade social através da ação coletiva de alunos de diferentes áreas de formação, professores da FACIMED, assim como, profissionais e empresários da comunidade do município de Cacoal. Desenvolveu-se ações de prestação de serviços nas áreas de educação física, fisioterapia, enfermagem, ciências biológicas e farmácia e bioquímica , além de conscientizar os acadêmicos da FACIMED futuros profissionais em relação a seu papel enquanto cidadãos, desenvolvimento de ações que priorizem ética, cidadania e solidariedade. Ações desenvolvidas pelo curso de Enfermagem: coleta de exame preventivo de colo uterino, exame clínico das mamas, verificação da pressão arterial. PROJETO FELI(Z) IDADE Pensando na terceira idade como uma idade talentosa, pela experiência acumulada e sabedoria, a FACIMED, por meio da Coordenação de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão executa desde 2005 o “PROGRAMA FELI(Z)IDADE”, Trata-se de um programa de atividades voltado a pessoas com mais de 60 anos, com o objetivo de possibilitar ao idoso aprofundar “conhecimentos em alguma área de seu interesse e ao mesmo tempo trocar informações e experiências com os jovens”. Além disso, a FACIMED pensa proporcionar lazer e melhor qualidade de vida aos participantes do projeto. O curso de enfermagem 44 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 participa do projeto realizando palestras e verificando a pressão arterial em dias específicos para esta atividade. PROJETO FACIMED FORMA CIDADÃOS Este projeto teve inicio em novembro de 2006 e tem como proposta a realização de um fórum mensal, onde deverão participar cidadãos dos diferentes segmentos da sociedade civil e política para que juntos possam debater temas que permeiam o cotidiano dos brasileiros e em especial dos moradores de Cacoal. Os temas selecionados para serem discutidos foram: saúde, educação, transporte, planejamento, política, lazer, comunicação, e outros que venham a contribuir com o bem estar da população. 1.6.4 – Programas Institucionais de Financiamento de Estudos A FACIMED, considerando o disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, (Lei 9.394/96, artigo 70, inciso VI), mantém um programa de bolsas de estudo e incentivos administrativos com investimento próprio e governamental, divididos em subprogramas: com investimento institucional e governamental. Subprogramas com investimento institucional I - Iniciação Científica A iniciação científica é um subprograma que objetiva introduzir o aluno no mundo na pesquisa científica, como estratégia pedagógica para o ensino de qualidade centrado no processo ativo de construção de conhecimento. O Programa de Iniciação Científica da FACIMED – PROBIC / BIC, está sob os auspícios da Coordenadoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão, que cuida de todo o processo de seleção e de acompanhamento dos bolsistas. A ele podem candidatar-se alunos da FACIMED. II – Monitoria Voluntária Trata-se de um programa que tem como princípio criar um ambiente propício ao exercício da monitoria, oferecendo condições que favoreçam o desenvolvimento pessoal e acadêmico dos alunos, por meio da colaboração nas atividades de ensino articuladas com os de pesquisa. As horas computadas para as monitorias voluntárias serão somadas as horas de atividades complementares de cada curso. III - Incentivo Pontualidade Trata-se do subprograma que tem como princípio valorizar a pontualidade de pagamento das mensalidades pelos discentes, com redução no valor da mesma em 5% a 15% para os pagamentos feitos até o dia 3 de cada mês, 3% a 9% para os pagamentos realizados entre o dia 4 e o dia 8 de cada mês sendo que após essa data o valor será o valor normal de cada curso. 45 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 IV- Incentivo Família Trata-se do subprograma que tem como princípio auxiliar famílias que possuam mais de um dependente estudando na FACIMED. A partir do segundo dependente, em mantendo a pontualidade, a mensalidade sofre redução de mais 10% (dez por cento). V - Incentivo Funcionário e/ou Dependente Trata-se do Subprograma que tem como princípio beneficiar funcionário da FACIMED e/ou dependente, através de descontos para estudo. VI - Incentivo Convênio Trata-se do subprograma que tem como princípio conceder desconto na mensalidade escolar de aluno oriundo de empresas conveniadas por meio da FACIMED. A cooperação prevê redução da mensalidade para os alunos oriundos das empresas conveniadas, por parte da FACIMED e pagamento das mensalidades acordadas por parte das empresas conveniadas. VII - Financiamento Institucional - FACICRED Além das bolsas e incentivos supracitados, a FACIMED viabiliza um sistema de financiamento. Baseado em programas governamentais, o aluno carente poderá, na ocasião da rematrícula requerer junto à Mantenedora, financiamento institucional, justificando os motivos da solicitação, que serão analisados por uma comissão específica. A comissão de análise/deferimento constituída por um docente, o coordenador do curso que o aluno pertença, dirigente da Mantida e da Mantenedora. O financiamento, de até 50% do valor da mensalidade, será concedido pelo nível de carência apresentado, após análise e parecer do SAPP, respeitando-se os critérios e número de financiamentos que serão definidos em regulamento próprio. Subprograma com investimento governamental A FACIMED providenciou o seu cadastro no Programa de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES, permitindo que os seus alunos possam ser beneficiados com o financiamento concedido. O Programa de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior é um programa do Ministério da Educação destinado a financiar a graduação no ensino superior de estudantes que não têm condições de arcar integralmente com os custos de sua formação. A FACIMED também providenciou a sua adesão ao Programa Universidade para Todos PROUNI, viabilizando mais um mecanismo de inserção e manutenção de alunos de baixa renda sem diploma de nível superior. O Programa Universidade para Todos foi criado pela MP nº 213/2004 e institucionalizado pela Lei nº 11.096, de 13 de janeiro de 2005. O Programa tem como finalidade a concessão de bolsas de estudos integrais ou parciais aos estudantes de baixa renda, em cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior, oferecendo, em contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas que aderirem ao programa. 1.7 - Concepção do Curso O Curso de Graduação em Enfermagem foi concebido com base na Resolução CNE/CES nº 3/2001, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Enfermagem. Considera, também, as recomendações da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn), elaboradas a partir das discussões ocorridas nos últimos Seminários Nacionais de Diretrizes para a Educação em Enfermagem (SENADEn); as determinações da Lei do Exercício Profissional (Lei nº 7.498/1986, Decreto 46 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 nº 94.406/87) e o Código de Ética (Resolução COFEn nº 311/2007) do Conselho Federal de Enfermagem (COFEn). O propósito principal do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED é oferecer formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos. Capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões bio-psicosociais dos seus determinantes. Capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano. Na formação do enfermeiro busca-se atender as necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS) e assegurar a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento. Nesse sentido, pretende-se qualificar enfermeiros frente aos princípios, diretrizes e práticas do Sistema Único de Saúde, por meio da compreensão das relações de trabalho em saúde e sociedade, visando o aprimoramento da dinâmica de gestão, a qualificação dos processos de cuidar, e a proposição de projetos de intervenção a partir do reconhecimento de diferentes demandas, sustentados por evidências científicas. O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED pauta-se nos seguintes princípios: • Confluência dos processos de desenvolvimento do pensamento, sentimento e ação; • Formação baseada na captação e interpretação da realidade, proposição de ações e intervenção na realidade; • Sensibilidade às questões emergentes da assistência à saúde, do ensino e do entorno social; • Valorização e domínio de um saber baseado no conhecimento já construído e que contemple o inédito; • Reconhecimento de que o aprendizado se constitui como um processo dinâmico, apto a acolher a motivação do sujeito e que contemple o desenvolvimento do próprio estilo profissional; • Articulação entre o ensino, a pesquisa e os projetos de extensão. Para tanto, o Curso de Graduação em Enfermagem propõe uma ruptura com as concepções tradicionais do ensino e, fundamentalmente, com as formas acadêmicas desvinculadas da prática real da profissão do enfermeiro. A filosofia que sustenta o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem está assentada no desenvolvimento de mecanismos efetivos de interdisciplinaridade e flexibilização curricular que permitam o desenvolvimento da progressiva autonomia intelectual do aluno, condição necessária para que o egresso possa vir a superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e de produção do conhecimento. As linhas de trabalho estão centradas na valorização do processo de ensino e aprendizagem fundamentado nos princípios da pedagogia interativa, de natureza democrática e pluralista, com um eixo metodológico firmemente estabelecido e que prioriza metodologias ativas que estimulam a autonomia intelectual e que buscam a efetiva participação do aluno nesse processo. 1.8 - Objetivos do Curso O objetivo geral do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED é oferecer uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva ao futuro enfermeiro, para que este possa como profissional qualificado para o exercício de Enfermagem, conhecer e intervir nos problemas/situações de 47 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 saúde-doença, identificando as dimensões bio-psico-sociais dos seus determinantes; além de atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano. Almeja-se promover no aluno a capacidade de desenvolvimento intelectual e profissional autônomo e permanente; assim como a formação de um Enfermeiro educado para a cidadania e para participação plena na sociedade. O Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED tem como objetivos específicos: • Assegurar a articulação entre o ensino, pesquisa e extensão/assistência, garantindo um ensino crítico, reflexivo e criativo, que leve a construção do perfil almejado, estimulando a realização de experimentos e/ou de projetos de pesquisa; socializando o conhecimento produzido, levando em conta a evolução epistemológica dos modelos explicativos do processo saúde-doença; • Desenvolver as atividades curriculares, na busca da interdisciplinaridade, tendo como base de construção do perfil almejado e a integração entre ensino, pesquisa, extensão/assistência; • Ministrar os conteúdos essenciais previstos na estrutura curricular por meio das atividades teóricas, práticas, complementares, elaboração de trabalho de conclusão de curso e estágio curricular supervisionado, de forma integrada e criativa, considerando a realidade sócio-político-cultural nacional e local; • Desenvolver as competências e habilidades gerais e específicas necessárias ao exercício profissional do enfermeiro articuladas aos contextos sócio-político-cultural nacional e local; • Implementar metodologias no processo ensinar-aprender que estimulem o aluno a refletir sobre a realidade social e aprenda a aprender; • Utilizar estratégias pedagógicas que articulem o saber; o saber fazer e o saber conviver, visando desenvolver o aprender a aprender, o aprender a ser, o aprender a fazer, o aprender a viver juntos e o aprender a conhecer que constitui atributos indispensáveis à formação do enfermeiro; • Promover a articulação das atividades teóricas e práticas desde o início do processo de formação do enfermeiro, permeando-a de forma integrada e interdisciplinar; • Favorecer o desenvolvimento de atividades de Enfermagem, de modo integral, nos diferentes níveis de atenção à saúde do indivíduo, família e dos grupos sociais, assegurando o cuidar com qualidade; • Estimular dinâmicas de trabalho em grupos, por favorecerem a discussão coletiva e as relações interpessoais; • Fomentar a valorização das dimensões éticas e humanísticas da profissão, desenvolvendo no aluno atitudes e valores orientados para a cidadania e para a solidariedade; • Fortalecer o reconhecimento do futuro profissional como agente transformador do processo de trabalho, procurando contribuir no aperfeiçoamento das dinâmicas institucionais, observando os princípios éticos e humanísticos; • Promover a inserção da comunidade acadêmica nas ações de saúde promovidas pelo Sistema de Saúde de Rondônia. É importante ressaltar que cresce, ano a ano, o número de alunos que concluem o Ensino Médio na região, o que faz aumentar a pressão da demanda pelos Cursos Superiores oferecidos na região. Assim, o Curso de Enfermagem em Cacoal torna-se representativo para formar profissionais da área da saúde não só do próprio município como de todos os municípios vizinhos. 1.9 - Perfil do Formando, Competências e Habilidades 1.9.1 Perfil do Egresso 48 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 O egresso do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED pode ser apresentado com um profissional dotado de formação generalista, humanista, crítica e reflexiva; qualificado para o exercício de Enfermagem, com base no rigor científico e intelectual e pautado em princípios éticos; capaz de conhecer e intervir sobre os problemas/situações de saúde-doença mais prevalentes no perfil epidemiológico nacional, com ênfase na sua região de atuação, identificando as dimensões bio-psicosociais dos seus determinantes; e capacitado a atuar, com senso de responsabilidade social e compromisso com a cidadania, como promotor da saúde integral do ser humano. O egresso do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED será um profissional adaptável e com suficiente autonomia intelectual e profissional, capacitado para continuar a buscar conhecimentos após a graduação e comprometido com as transformações sociais em qualquer nível de desenvolvimento dos programas de saúde, atendo aos princípios da universalidade, integralidade, equidade, solidariedade e hierarquização que norteiam o sistema de saúde vigente no país. Dessa forma, a formação proporcionada privilegiará um egresso capaz de reconhecer a natureza humana nas diversas expressões e fases evolutivas; de reconhecer as estruturas e as formas de organização social; de compreender as políticas sociais, em particular as políticas de saúde e sua interface com as práticas de Enfermagem; de intervir em Enfermagem, segundo as especificidades dos sujeitos e dos perfis epidemiológicos do coletivo, em conformidade com os princípios éticos e legais da profissão; e buscar e utilizar novos conhecimentos para o desenvolvimento da prática profissional. 1.9.2 Competências e Habilidades Gerais A formação do enfermeiro, segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Enfermagem, tem por objetivos dotar o profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais: • • • • Atenção à saúde: os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional, devem estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo. Cada profissional deve assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua com as demais instâncias do sistema de saúde, sendo capaz de pensar criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para os mesmos. Os profissionais devem realizar seus serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim, com a resolução do problema de saúde, tanto em nível individual como coletivo; Tomada de decisões: o trabalho dos profissionais de saúde deve estar fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado, eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos devem possuir competências e habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidências científicas; Comunicação: os profissionais de saúde devem ser acessíveis e devem manter a confidencialidade das informações a eles confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação verbal, não-verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de, pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e informação; Liderança: no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde deverão estar aptos a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem-estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade, empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de forma efetiva e eficaz; 49 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 • • Administração e gerenciamento: os profissionais devem estar aptos a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho quanto dos recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que devem estar aptos a serem empreendedores, gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde; Educação permanente: os profissionais devem ser capazes de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática. Desta forma, os profissionais de saúde devem aprender a aprender e ter responsabilidade e compromisso com a sua educação e o treinamento/estágios das futuras gerações de profissionais, mas proporcionando condições para que haja benefício mútuo entre os futuros profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmico/profissional, a formação e a cooperação por meio de redes nacionais e internacionais. 1.9.3 – Competências e Habilidades Específicas O Enfermeiro que se pretende formar deve desenvolver as seguintes competências e habilidades específicas: • • • • • • • • • • • • • • • atuar profissionalmente, compreendendo a natureza humana em suas dimensões, em suas expressões e fases evolutivas; incorporar a ciência/arte do cuidar como instrumento de interpretação profissional; estabelecer novas relações com o contexto social, reconhecendo a estrutura e as formas de organização social, suas transformações e expressões; desenvolver formação técnico-científica que confira qualidade ao exercício profissional; compreender a política de saúde no contexto das políticas sociais, reconhecendo os perfis epidemiológicos das populações; reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; atuar nos programas de assistência integral à saúde da criança, do adolescente, da mulher, do adulto e do idoso; ser capaz de diagnosticar e solucionar problemas de saúde, de comunicar-se, de tomar decisões, de intervir no processo de trabalho, de trabalhar em equipe e de enfrentar situações em constante mudança; reconhecer as relações de trabalho e sua influência na saúde; atuar como sujeito no processo de formação de recursos humanos; responder às especificidades regionais de saúde através de intervenções planejadas estrategicamente, em níveis de promoção, prevenção e reabilitação à saúde, dando atenção integral à saúde dos indivíduos, das famílias e das comunidades; reconhecer-se como coordenador do trabalho da equipe de enfermagem; assumir o compromisso ético, humanístico e social com o trabalho multiprofissional em saúde; promover estilos de vida saudáveis, conciliando as necessidades tanto dos seus clientes/pacientes quanto às de sua comunidade, atuando como agente de transformação social; usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e comunicação, quanto de ponta para o cuidar de enfermagem; 50 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 • • • • • • • • • • • • • • • • atuar nos diferentes cenários da prática profissional, considerando os pressupostos dos modelos clínico e epidemiológico; identificar as necessidades individuais e coletivas de saúde da população, seus condicionantes e determinantes; intervir no processo de saúde-doença, responsabilizando-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à saúde, com ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação à saúde, na perspectiva da integralidade da assistência; prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes necessidades apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos da comunidade; compatibilizar as características profissionais dos agentes da equipe de enfermagem às diferentes demandas dos usuários; integrar as ações de enfermagem às ações multiprofissionais; gerenciar o processo de trabalho em enfermagem com princípios de Ética e de Bioética, com resolutividade tanto em nível individual como coletivo em todos os âmbitos de atuação profissional; planejar, implementar e participar dos programas de formação e qualificação contínua dos trabalhadores de enfermagem e de saúde; planejar e implementar programas de educação e promoção à saúde, considerando a especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos processos de vida, saúde, trabalho e adoecimento; desenvolver, participar e aplicar pesquisas e/ou outras formas de produção de conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional; interferir na dinâmica de trabalho institucional, reconhecendo-se como agente desse processo; utilizar os instrumentos que garantam a qualidade do cuidado de enfermagem e da assistência à saúde; participar da composição das estruturas consultivas e deliberativas do sistema de saúde; assessorar órgãos, empresas e instituições em projetos de saúde; cuidar da própria saúde física e mental e buscar seu bem-estar como cidadão e como enfermeiro; e reconhecer o papel social do enfermeiro para atuar em atividades de política e planejamento em saúde. 1.9.4 – Mercado de Trabalho O campo de atuação profissional da Enfermagem encontra-se estabelecido da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986. De acordo com o artigo 11 da Lei nº 7.498/86, o Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem, cabendo-lhe: • Privativamente: a) Direção do órgão de Enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde, pública ou privada, e chefia de serviço e de unidade de Enfermagem; b) Organização e direção dos serviços de Enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços; c) Planejamento, organização, coordenação, execução e avaliação dos serviços de assistência de Enfermagem; d) Consultoria, auditoria e emissão de parecer sobre matéria de Enfermagem; e) Consulta de Enfermagem; f) Prescrição da assistência de Enfermagem; g) Cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida; h) Cuidados de 51 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas; • Como integrante da equipe de saúde: a) Participação no planejamento, execução e avaliação da programação de saúde; b) Participação na elaboração, execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde; c) Prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde; d) Participação em projetos de construção ou reforma de unidades de internação; e) Prevenção e controle sistemática de infecção hospitalar e de doenças transmissíveis em geral; f) Prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados à clientela durante a assistência de Enfermagem; g) Assistência de Enfermagem à gestante, parturiente e puérpera; h) Acompanhamento da evolução e do trabalho de parto; i) Execução do parto sem distocia; j) Educação visando à melhoria de saúde da população; O mercado de trabalho para o egresso do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED tem como característica principal a ampla área de inserção profissional, ante as múltiplas possibilidades de seu campo de atuação. A participação dos Enfermeiros em todos os níveis de atenção à saúde é fundamental para o incremento de ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, essenciais para o desenvolvimento social e humano da comunidade na qual está inserido. 1.10 Organização Curricular 1.10.1 Conteúdos Curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem Os conteúdos curriculares do curso de Enfermagem da FACIMED estão plenamente adequados às diretrizes curriculares nacionais, contemplando as seguintes áreas do conhecimento: Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Humanas e Sociais e Ciências da Enfermagem. Os conteúdos de cada área estão relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrados à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em Enfermagem. A proposta de organização curricular do curso de Enfermagem da FACIMED pressupõe a elaboração de um currículo sustentado por matrizes teórico-filosóficas correspondentes a uma perspectiva crítica da Enfermagem e fundamentalmente capaz de romper a dicotomia teoria/prática, adotando um modelo didático centralizado no aluno. Para tanto, busca-se o entendimento do currículo não como simples agregação e listagem de disciplinas, mas como um conjunto articulado de atividades que possibilitem a transmissão do conhecimento através de variados procedimentos metodológicos, pedagógicos e acadêmicos, adequados a seus conteúdos. A inter-relação do ensino teórico e prático será alcançada através da total e permanente integração do conteúdo programático, quando aspectos teóricos serão fornecidos, subsidiando a abordagem prática, quer seja laboratorial, ambulatorial ou coletiva, de forma concomitante e contínua, na quase totalidade das disciplinas que compõem a estrutura curricular. Assim, o curso concebido apresenta uma matriz curricular que atende as “Diretrizes Curriculares do Curso de Graduação em Enfermagem”,Resolução CNE/CES no. 03/2001. A distribuição dos conteúdos curriculares permitirá ao futuro profissional incorporar a seu patrimônio técnico-científico conhecimentos e habilidades que lhe credencie ao exercício da Enfermagem, no âmbito da saúde pública e privada, como um profissional de formação generalista, estando sua prática clínica inserida no modelo de Promoção de Saúde e que valorize sua dimensão humana e seu compromisso social, como um participante efetivo no desenvolvimento nacional. Nesse contexto, o ensino e as diretrizes curriculares do curso de Enfermagem da FACIMED considerarão as competências requeridas ao profissional generalista, havendo, entretanto, para sua 52 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 formação complementar, possibilidades de flexibilização curricular, adaptando-as às necessidades sócioeconômicas regionais e da própria sociedade, caracterizando o projeto institucional da faculdade e o projeto pedagógico deste curso, possibilitando ao futuro profissional competitividade num mercado de trabalho cada vez mais exigente, integrado e globalizado. O projeto curricular, ao contemplar a flexibilidade, garante assim, seu ajuste às mudanças ocorridas no mercado de trabalho da Enfermagem. A variedade na oferta dos tipos de atividades para integralização curricular é considerada, de maneira a levar o aluno a desenvolver sua capacidade de lidar com problemas e buscar soluções. Na estrutura curricular do Curso de Enfermagem da FACIMED, é contemplada a formação humanística do graduando, onde o relacionamento interpessoal adequado na comunidade acadêmica, que envolve necessariamente, o usuário, paciente, o colega, o professor e o funcionário são de valor fundamental. A visão social ou humanística e ética é trabalhada não apenas nas disciplinas de cunho social, mas estará inserida na filosofia da articulação curricular, quando todo o corpo docente estará engajado nessa perspectiva, considerando aspectos bio-psico-sociais, filosóficos, políticos, econômicos e culturais. 1.10.2 - Coerência dos conteúdos curriculares com o perfil desejado do egresso A estrutura curricular foi elaborada com disciplinas que integram o curso, como parte essencial do Projeto Pedagógico. Esta estrutura expressa a sugestão institucional de currículo e integra a proposta semestral de cumprimento de disciplinas, para a integralização do curso pelo aluno, no tempo definido neste Projeto Pedagógico. A otimização do corpo docente traz uma prática interdisciplinar ao curso, mais vivenciada, e não somente teorizada. A organização da estrutura das disciplinas que serão oferecidas busca interrelacionar, contrastar, complementar e ampliar conhecimentos. O Curso de Enfermagem na FACIMED apresenta estrutura curricular e conteúdos programáticos definidos, que serão estudados interdisciplinar e multidisciplinarmente para atender o perfil do profissional egresso. 1.10.3 - Coerência dos conteúdos curriculares face às Diretrizes Curriculares Nacionais A estrutura curricular do curso de Enfermagem da FACIMED, preservando a sua articulação, busca mecanismos capazes de lhe permitir um grau de flexibilidade, possibilitando ao aluno “desenvolver/trabalhar vocações, interesses e potenciais específicos”, criando-se condições de tempo para pesquisas bibliográficas e auto-aprendizagem, através de adequado planejamento das cargas horárias semestrais, respeitado o limite máximo de horas/aula semanais, seguindo orientação das Diretrizes Curriculares do Curso de Enfermagem. Ainda, em consonância com este propósito, busca-se oportunizar a flexibilização através da implementação curricular das Atividades Complementares de interesse individual e coletivo. Segundo o que institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Enfermagem em seu Art. 6º os conteúdos essenciais para o Curso de Graduação em Enfermagem devem estar relacionados com todo o processo saúde-doença do cidadão, da família e da comunidade, integrado à realidade epidemiológica e profissional, proporcionando a integralidade das ações do cuidar em enfermagem. Os conteúdos devem contemplar: I - Ciências Biológicas e da Saúde – incluem-se os conteúdos (teóricos e práticos) de base moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da estrutura e função dos tecidos, órgãos, 53 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 sistemas e aparelhos, aplicados às situações decorrentes do processo saúde-doença no desenvolvimento da prática assistencial de Enfermagem; II - Ciências Humanas e Sociais – incluem-se os conteúdos referentes às diversas dimensões da relação indivíduo/sociedade, contribuindo para a compreensão dos determinantes sociais, culturais, comportamentais, psicológicos, ecológicos, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo, do processo saúde-doença; III - Ciências da Enfermagem - neste tópico de estudo, incluem-se: a) Fundamentos de Enfermagem: os conteúdos técnicos, metodológicos e os meios e instrumentos inerentes ao trabalho do Enfermeiro e da Enfermagem em nível individual e coletivo; b) Assistência de Enfermagem: os conteúdos (teóricos e práticos) que compõem a assistência de Enfermagem em nível individual e coletivo prestada à criança, ao adolescente, ao adulto, à mulher e ao idoso, considerando os determinantes sócio-culturais, econômicos e ecológicos do processo saúdedoença, bem como os princípios éticos, legais e humanísticos inerentes ao cuidado de Enfermagem; c) Administração de Enfermagem: os conteúdos ( teóricos e práticos) da administração do processo de trabalho de enfermagem e da assistência de enfermagem; e d) Ensino de Enfermagem: os conteúdos pertinentes à capacitação pedagógica do enfermeiro, independente da Licenciatura em Enfermagem. Dimensionamento e Relação dos conteúdos por campo de ciências: Ciências Biológicas e da Saúde: Nomenclatura da Disciplina Anatomia Humana Fisiologia Humana Bioquímica Biologia Celular Farmacologia Farmacologia Aplicada Histologia Humana Embriologia Humana Imunologia Parasitologia e Microbiologia Processos Patológicos Gerais Nutrição aplicada à enfermagem Genética Biofísica Ciências Humanas e Sociais: Nomenclatura da Disciplina Ciências Sociais Epidemiologia Bioestatística Metodologia Científica Psicologia Aplicada Saúde Ambiental Português Carga Horária 120 100 80 80 80 40 60 40 60 100 80 60 40 40 Carga Horária 80 60 60 40 60 40 60 54 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Informática aplicada Matemática Aplicada Enfermagem e Políticas de Saúde Públicas e Indígena 40 40 80 Ciências da Enfermagem Fundamentos da Enfermagem: Nomenclatura da Disciplina História e Teorias de Enfermagem Fundamentos da Enfermagem Ética, Bioética e Legislação Carga Horária 60 80 60 Assistência de Enfermagem: Nomenclatura da Disciplina Carga Horária Primeiros Socorros 60 Semiologia da enfermagem 120 Semiotécnica da Enfermagem 120 Sistematização da Assistência de 40 Enfermagem Enfermagem em Pediatria 180 Enfermagem em Clinica Médica 160 Enfermagem Cirúrgica 180 Enfermagem em Emergência e Terapia 120 Intensiva Enfermagem em Doenças Transmissíveis 80 Enfermagem em Saúde Coletiva 160 Enfermagem em Saúde Mental 60 Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia 180 Estágio Supervisionado I 540 Estágio Supervisionado II 540 Administração de Enfermagem: Nomenclatura da Disciplina Gerenciamento e Administração Enfermagem Ensino de Enfermagem: Nomenclatura da Disciplina Didática Carga Horária em 140 Carga Horária 40 Disciplinas Optativas: Nomenclatura da Disciplina Carga Horária 55 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais Toxicologia Oncologia Interpretação de Exames Laboratoriais na Enfermagem 60 60 60 60 Entende-se por disciplina optativa aquela criada com o objetivo de complementar, aprofundar ou atualizar conhecimentos ministrados no curso. As disciplinas optativas serão oferecidas a partir do 7º período e contemplararão duas disciplinas na área das ciências humanas, sendo uma específica para LIBRAS e uma disciplina na área das ciências da enfermagem/assistência de enfermagem. O acadêmico deverá realizar no mínimo duas optativas oferecidas na matriz curricular. Assim, a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS - constitui componente curricular optativo, em atendimento ao disposto no §2º do artigo 3º do Decreto nº 5.626/2005. O Trabalho de Conclusão de Curso, a ser realizado nos 8º e 10º semestres, consiste em uma pesquisa, relatada sob a forma de artigo, desenvolvida pelo aluno, sob orientação docente. É uma atividade de síntese e integração de conhecimento. Além dos componentes curriculares, está prevista para o Curso de Graduação em Enfermagem a realização de Atividades Complementares. As Atividades Complementares poderão ser desenvolvidas em qualquer semestre ou período letivo, inclusive no período de férias escolares, dentro ou fora do turno regular das aulas, sem prejuízo, no entanto, de qualquer das atividades de ensino do Curso de Graduação em Enfermagem, que são prioritárias. O aluno deverá desenvolver durante o ciclo acadêmico uma programação que totalize a carga horária mínima de 120 horas/aula a ser cumprida. O Coordenador de Curso desempenhará um papel integrador e organizador na implantação da estrutura curricular, planejada conjuntamente com o corpo docente, buscando favorecer a correlação dos conteúdos. No dimensionamento da carga horária de cada componente curricular buscou-se a adequação ao desenvolvimento dos conteúdos programáticos previstos. Para a implementação e a execução da estrutura curricular, o Coordenador de Curso trabalhará com o núcleo docente estruturante e com o corpo docente do curso, organizando reuniões semanais, antes do início de cada semestre, com o objetivo de discutir os conteúdos a serem abordados em cada componente curricular, e no semestre, os que serão trabalhados, metodologia de ensino, cronograma com base na articulação dos conteúdos, e metodologia de avaliação. Ao final das reuniões, os professores entregarão os Planos de Ensino contendo: ementa, carga horária, objetivos, conteúdo, cronograma, metodologia, avaliação e referências bibliográficas. 56 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 1.10.4 Matriz Curricular MATRIZ CURRICULAR – 2012 NOTURNO 1º Período COMPONENTES CURRICULARES Anatomia Humana Biologia Celular História e Teorias de Enfermagem Português Metodologia Cientifica Matemática Aplicada Total Carga Horária Semestral Teórica Prática 60 60 40 40 60 0 60 0 40 0 40 0 300 100 Total 120 80 60 60 40 40 400 Carga Horária Semestral Teórica Prática 40 40 60 40 40 0 80 0 20 20 40 20 20 20 300 140 Total 80 100 40 80 40 60 40 440 Carga Horária Semestral Teórica Prática 60 0 40 20 40 20 60 40 20 40 20 20 80 0 320 140 Total 60 60 60 100 60 40 80 460 2º Período COMPONENTES CURRICULARES Bioquímica Fisiologia Humana Embriologia Humana Ciências Sociais Biofísica Primeiros Socorros Informática Aplicada Total 3º Período COMPONENTES CURRICULARES Epidemiologia Biostatística Imunologia Parasitologia e Microbiologia Histologia Humana Genética Enfermagem e Políticas Públicas de Saúde e Indígena Total 57 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 4º Período COMPONENTES CURRICULARES Farmacologia Saúde Ambiental Processos Patológicos Gerais Psicologia Aplicada Fundamentos da Enfermagem Didática Nutrição Aplicada à Enfermagem Total Carga Horária Semestral Teórica Prática 60 20 40 0 60 20 60 0 60 20 40 0 60 0 380 60 Total 80 40 80 60 80 40 60 440 Carga Horária Semestral Teórica Prática 60 0 20 20 60 60 60 60 200 140 Total 60 40 120 120 340 Carga Horária Semestral Teórica Prática 80 0 40 0 80 60 60 0 260 60 Total 80 40 140 60 320 5º Período COMPONENTES CURRICULARES Ética, Bioética e Legislação Farmacologia Aplicada Semiologia da Enfermagem Semiotécnica da Enfermagem Total 6º Período COMPONENTES CURRICULARES Enfermagem em Doenças Transmissíveis Sistematização da Assistência de Enfermagem Gerenciamento e Administração em Enfermagem Enfermagem em Saúde Mental Total 7º Período COMPONENTES CURRICULARES Enfermagem em Clinica Médica Enfermagem em Saúde Coletiva Enfermagem Cirúrgica Total Carga Horária Semestral Teórica Prática 80 80 60 D 80 20 N 40 D 100 40 N 260 240 Total 160 160 180 500 58 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 8º Período COMPONENTES CURRICULARES Trabalho de Conclusão de Curso I Enfermagem Pediátrica Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia Enfermagem em Emergência e Terapia Intensiva Total Carga Horária Semestral Teórica Prática 40 40 40 N 100 40 D 40 N 100 40 D 60 60 N 300 260 Total 80 180 180 120 560 9º Período COMPONENTES CURRICULARES Estágio Supervisionado I Optativa I Total Carga Horária Semestral Teórica Prática 500 D 0 40 N 60 0 60 540 Total 540 60 600 10º Período COMPONENTES CURRICULARES Estágio Supervisionado II Optativa II Trabalho de Conclusão de Curso II Total Carga Horária Semestral Teórica Prática 500 N 0 40 D 60 0 20 60 80 600 Componentes Curriculares Optativos DISCIPLINAS 1 LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais 2 Toxicologia 3 Oncologia 4 Interpretação de Exames Laboratoriais na Enfermagem Componentes Curriculares Teórico-Práticos Estágio Supervisionado Atividades Complementares Trabalho de Conclusão de Curso Disciplina Optativa Total Geral 2.280 0 0 60 120 2.460 Total 540 60 80 680 Carga Horária 60 60 60 60 1.100 1.080 120 100 0 2.400 3.380 1.080 120 160 120 4.860 59 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO – QUADRO RESUMO COMPONENTES CURRICULARES Componentes Curriculares Teórico-Práticos Estágio Curricular Supervisionado Atividades Complementares Carga Horária Total do Curso CARGA HORÁRIA EM HORA/AULA H/A 3.660 1.080 120 4.860 CARGA HORÁRIA EM HORA RELÓGIO H/R 3.050 900 100 4.050 % 76% 22% 2% 100% 1.10.5 Ementas e Bibliografia 1º SEMESTRE Disciplina: ANATOMIA HUMANA Carga horária total: 120h Teoria: 60h Prática: 60h 1 EMENTA Introdução ao estudo da Anatomia Humana com vistas a abordagem dos sistemas músculoesquelético, tegumentar, cardio-respiratório, genito-urinário, digestório, endócrino e sistema Nervoso. 2 OBJETIVO GERAL Identificar e caracterizar os sistemas e os órgãos do corpo humano, interligando os conhecimentos na área da enfermagem. 3 BIBLIOGRAFIA Básica DÂNGELO, José Geraldo; FATTINI, Carlo Américo. Anatomia humana básica. 2.ed. Rio de Janeiro: Ateneu, 2000. SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana: cabeça, pescoço e extremidade superior. 22. ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan. V.1, 2006. SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana: tronco, vísceras e extremidade inferior. 22. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. V.2, 2006. Complementar AGUR, Anne M. R; DALLEY, Arthur F; MOORE, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 6. ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2010. JACOB-FRANCINE-LASSOW. Anatomia e Fisiologia Humana. Rio de Janeiro: 5. Ed. Guanabara Koogan, 1990. NETTER, Frank H. Atlas de anatomia humana. 3. ed. Porto Alegra: Artmed, 2004. MOORE, Keith L.. Anatomia orientada para a clínica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. KAWAMOTO, Emilia Emi. Anatomia e fisiologia humana. Sao Paulo: EPU, 2003. Disciplina: BIOLOGIA CELULAR Carga horária total: 80 Teórica: 40 Prática: 40 1 EMENTA Estudo da Biologia, Microscopia, Biologia Celular e Molecular. Diferenças entre células eucarióticas e procarióticas. Estrutura e função de organelas celulares e das células vegetais, ácidos nucléicos e ciclo 60 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 celular. 2 OBJETIVO GERAL Familiarizar os alunos aos conceitos relacionados à citologia, os componentes celulares, sua função e estrutura, assim como as divisões celulares. 3 BIBLIOGRAFIA Básica ALBERTS, B. et al. Biologia Molecular da Célula. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004. DE ROBERTIS, E.; DE ROBERTIS, E.M. Bases da biologia celular e molecular. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan , 2006. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 8.ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Complementar ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN. K.; JOHNSON. A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Fundamentos da Biologia Celular. 2. ed. Porto Alegre: editora: Artmed, 2006. JORDÃO. B.Q. (Org.) Práticas de Biologia Celular. Londrina: Ed. UEL,1998. GRIFFITHS, ANTHONY, J. F. Introdução a genética. 9.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. MAILLET. M. Biologia Celular. 8. ed. São Paulo SP: Santos, 2003. ZAHA, A. Biologia Molecular Básica. 3 ed.Porto Alegre.2003. DISCIPLINA: HISTÓRIA E TEORIAS DE ENFERMAGEM Carga Horária Total: 60 h 1. EMENTA Estudo da Enfermagem atual a partir de sua origem, evolução histórica, injunções sociais, econômicas e políticas no Brasil e no mundo e apresentação dos instrumentos necessários à compreensão e avaliação das teorias de Enfermagem que incluem a linguagem, a definição do pensamento teórico e seu contexto histórico. 2. OBJETIVO GERAL Contextualizar a Enfermagem nos domínios culturais, sociais, econômicos e políticos, através da análise de fatos históricos ocorridos através dos tempos na assistência individual e coletiva da profissão. 3. BIBLIOGRAFIA Básica MCEWEN, Melanie; WILLS, Evelyn M. Bases Teóricas para Enfermagem. 2° Ed. Porto Alegre. Artmed, 2009. PORTO, Fernando; AMORIM Welligton. História da Enfermagem. Brasileira. Lutas, Ritos e Emblemas. Rio de Janeiro: Águia Dourada, 2007. GEOVANINI, Telma et al. História da Enfermagem: versões e interpretações. 3º ed. Rio de Janeiro. Revinter, 2010. Complementar GEORGE, J.B. Teorias de Enfermagem: os fundamentos para a prática profissional. 4 º ed. Porto Alegre, Artmed, 2000. MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem. 6ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora,Vol 2, 2010. (série curso de enfermagem) HORTA, Wanda Aguiar. Processo de Enfermagem. São Paulo: EPU, 1979. LIMA, M. J. de. O que é Enfermagem. São Paulo: Brasiliense, 1994. RIZZOTTO, Maria Lucia Frizon. História da enfermagem e sua relação com a saúde pública. 1°ed. Goiânia: AB Editora. 1999. 61 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 DISCIPLINA: PORTUGUÊS Carga Horária Total: 60 1. EMENTA: Estuda os padrões estruturais básicos da língua culta e seu funcionamento. Correção gramatical. Organização, leitura, análise e produção de textos: a macro e a micro estrutura textuais. Funções da linguagem e sua aplicação na comunicação escrita e falada. Correção da linguagem. Estrutura e produção de textos técnicos. Conceitos básicos de Português Instrumental. 2. OBJETIVO GERAL: Analisar as estratégias de leitura como suporte de interação do locutor e interlocutor na produção do texto, ler, produzir e interpretar textos com eficiência. 3. BIBLIOGRAFIA: Básica CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima Gramática das Lingua Portuguesa. 46ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional. 2007. MEDEIROS, João Bosco. Português Instrumental. 6ª Edição. São Paulo: Editora Atlas. 2007. DILETA, Silveira Martins & ZILBERKNOP, Lúbia Scliar. Português Instrumental. 25 ed. São Paulo, 2004. Complementar VIARIO, Mario Eduardo. Por trás das palavras. 1ª Reimpressão. São Paulo: Editora Globo. 2004. NETO, José Ortiz. Redação prática e moderna. São Paulo: Editora Érica. 2001. MARTINS, Dileta Silveira. Portugues instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. Sao Paulo: Atlas, 2010. AZEREDO, José Carlos de Azeredo. Escrevendo pela nova ortografia. 2 ed. Rio de Janeiro: Houaiss Publifolha. ANDRADE, Maria Margarida; HENRIQUES Antonio. Língua Portuguesa:noções básicas para cursos superiores.7ª Edição. São Paulo: Editora Atlas S.A. 2004. Sites: http://www.gramaticaonline.com.br/; http://www.gramaticaonline.com.br/duvida/duvida.asp; http://www.bussolaescolar.com.br/ DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA Carga horária Total: 40 1. EMENTA: Enfatizar o caráter científico da produção acadêmica, documental ou verbal. Mostrar a necessidade e o rigor da Pesquisa metódica e sistemática como dimensão básica e essencial na elaboração de Trabalhos Científicos na área da Enfermagem. Enfocar as características essenciais das ciências e de outras formas de conhecimento evidenciando o planejamento a leitura e a elaboração de trabalhos acadêmicos. 2. OBJETIVO GERAL: Despertar e cultivar o desejo de estudar. Desenvolver e disciplinar / sistematizar o gosto pela leitura, compreensão e redação de textos objetivando a elaboração de trabalhos acadêmicos e compreender a necessidade de estruturar previamente um percurso teórico metodológico subjacente a um trabalho de investigação / intervenção sobre a realidade social. 3. BIBLIOGRAFIA: Básica HADDAD, Nagib. Metodologia de estudos em Ciências da Saúde: como planejar, analisar e apresentar 62 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 um trabalho científico. São Paulo: Roca, 2004. FACIMED. Manual para Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC (Artigo e Monografia). Núcleo de Pesquisa em Educação e Saúde da FACIMED – NUPEES. Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal/RO. FACIMED, 2011. LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Metodologia do Trabalho Científico. 7ªed. São Paulo: Atlas, 2002. Complementar ANDRADE, M. M. de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 2009. LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Técnicas de Pesquisa. 5ª ed. São Paulo: Cortez e Moraes, 2002. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 22. ed. rev. e amp. São Paulo: Cortez e Moraes, 2002. GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4ª Ed. ATLAS. São Paulo, 2002. LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. 6ªed. São Paulo: Atlas, 2007. DISCIPLIANA: MATEMATICA APLICADA Carga Horária total: 40 Teórica: 40 02. EMENTA: Estuda os cálculos e formulas para a administração de medicamentos, por meio da apropriação de conhecimentos e habilidades que envolvam uma seqüência de ações a serem desenvolvidas. 03. OBJETIVO GERAL: Fornecer conteúdo técnico e científico para que o aluno possa aplicar os conhecimentos de farmacologia e terapêutica preparando medicamentos e soluções comumente usadas na prática da enfermagem 3 . BIBLIOGRAFIA: Básica ANSEL, Howard C. PRINCE, Shelly J. Manual de Cálculos Artmed. Porto Alegre, 2005. FAKIH, Flávio Trevisani. Manual de diluição e administração de medicamentos injetáveis. Editora Reichamann & Affonso. Rio de Janeiro, 2000. SKELLEY, Esther G. Medicação e Matemática na Enfermagem. 1ª Ed, São Paulo, EPU, 1977. 8ª reimpressão, 2004. Complementar BOYER, Mary Jo. Cálculo de dosagem e preparação de medicamentos. 7ª Edição. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2010. DANTE, Roberto Luiz. Matemática: Contexto e aplicações. Volume Único. 3ª Edição. Editora Ática. São Paulo, 2010. __________________Administração de medicamentos / revisão técnica, Reichmann & Affonso Editores, Rio de Janeiro: 2002. DESTRUTI, Ana Beatriz C. B. ARONE, Evanisa Mª. PHILIPPI, Mª Lúcia dos Santos. Cálculos e Conceitos em Farmacologia. 8ª ed. Editora Senac São Paulo. 2004. MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem. 6ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, Vol 2, 2010. (série curso de enfermagem) 2º SEMESTRE DISCIPLINA: BIOQUÍMICA C/H Total: 80 1. EMENTA: Teoria: 40 Prática: 40 63 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Estudo do metabolismo humano e suas inter-relações, processos químicos e celulares, analisando a caracterização dos elementos da bioquímica dos tecidos nervosos, musculares e endócrinos. 2. OBJETIVO GERAL: Reconhecer as diferentes classes de biomoléculas, identificar suas estruturas e funções biológicas, compreendendo as principais reações que envolvem as biomoléculas e suas principais vias metabólicas. 3. BIBLIOGRAFIA: Básica LEHNINGER, Albert Lester. Princípios de bioquímica. 3ª ed. São Paulo: Savier, 2006. MARZZOCO, Anita; TORRES, Bayardo. Bioquímica básica. 3ª ed. Rio de Janeiro, 2007. SACKHEIM, George I. LEHMAN. Dennis D. Química e bioquímica para ciências biomédicas .8ª ed. Barueri: Manole, 2001. Complementar CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3ª ed. Editora Saunders College Pub, Rio de Janeiro,2000. CHAMPE, Pámela. C; HARVERY, Richard A. Bioquímica ilustrada. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed,2006. BERG, Jeremy M.. Bioquimica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. RIEGEL, Romeo Ernesto. Bioquimica. Sao Leopoldo: Unisinos, 2001. PRATT, Charlotte W.. Bioquimica essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. Disciplina: FISIOLOGIA HUMANA Carga horária total: 100 Teórica: 60 Prática: 40 1 Ementa: Compreender a função orgânica do ser humano, utilizando-se da mesma para interpretar alterações e complicações durante as disfunções, combinando-as com as patologias de cada sistema orgânico funcional. 2 Objetivo Geral: Compreender a importância dos mecanismos funcionais orgânicos, desenvolvendo o raciocínio e a análise crítica e científica do funcionamento do corpo humano como um todo. Visualizar a interdependência funcional dos vários sistemas o corpo humano, detendo o conhecimento dos mecanismos básicos funcionais essenciais para o exercício da profissional. 3 Bibliografia: Básica GUYTON, A.C. Tratado de fisiologia médica. 11º. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. KAWAMOTO, Emilia Emi. Anatomia e Fisiologia Humana. 2º ed. São Paulo. EPU. 2003. JACOB-FRANCINE-LASSOW. Anatomia e Fisiologia Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1990. Complementar BERNE & LEVI. Fisiologia. 4º Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. OLIVEIRA, Norival Santolin de. Anatomia e fisiologia humana. Goiania: AB, 2002. TORTORA, Gerard J.. Corpo humano: fundamentos de anatomia e fisiologia. Porto Alegre: Artmed, 2000. FARINATTI, Paulo de Tarso V.. Fisiologia e avaliaçao funcional. Rio de Janeiro: Sprint, 2000. ROMERO, Sonia Maria Brazil. Fundamentos de neurofisiologia comparada: da recepçao a integraçao. Ribeirao Preto, SP: Holos, 2000. HALL, John E.. Tratado de fisiologia medica. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. 64 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Disciplina: EMBRIOLOGIA HUMANA Carga horária total: 40 Teórica: 40 1 Ementa Embriologia humana e sua importância acadêmica e clínica. Processos de reprodução humana: gametogênese, ciclos reprodutivos e fecundação. Caracterização dos períodos do desenvolvimento intra-uterino. Organização morfofuncional da placenta e da bolsa amniótica. Morfogênese da face e dos membros. Organogênese dos sistemas derivados do ectoderma, mesoderma e endoderma. Estudos de erros e distúrbios do desenvolvimento humano. 2 Objetivo Geral Caracterizar os processos de formação dos gametas e de fecundação e descrever os principais acontecimentos dos períodos do desenvolvimento humano. 3 Bibliografia Básica SADLER, T. W. Langman Embriologia Humana. 9ed. RJ Guanabara Koogan 2005. GARCIA, S. M. L e FERNANDES CG. Embriologia 2ª Ed. Porto Alegre Artmed. 2001. MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Básica. 5ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000. Complementar MOORE, Keith L.; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Clínica. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2000. YOUNG, Barbara.; HEATH, John W. Histologia Funcional. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2001. WOLPERT L. Princípios de Biologia do Desenvolvimento. Porto Alegre: Artes Médicas, 2000. JUNQUEIRA, Luiz Carlos Uchoa,; CARNEIRO, José,. Histologia básica : texto e atlas.11. ed Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. WOLPERT, Lewis. Principios de biologia do desenvolvimento. Porto Alegre: Artmed, 2000. DISCIPLINA: CIÊNCIAS SOCIAIS Carga Horária Total : 80 1. EMENTA: Análise das ciências sociais como campo de conhecimento; problemas básicos de organização social, política, econômica e cultural dentro da perspectiva das ciências sociais. Conhecimento e crença na organização e sistematização do universo. Tipos de conhecimento, sistemas de valores, estrutras sociais e padrões de comportamento: religião e ciência, mitologia e arte. Caracterização das ciências sociais. Ciências sociais e ciências humanas. Metodologia das ciências sociais. Conceitos básicos: lei e norma; cultura e civilização; sociedade e comunidade; grupo, estrutura e instituição. Teorias das ciências sociais e desafios contemporâneos. Busca de compreensão das relações sociais como processos de permanente construção de pessoas, grupos, instituições, estruturas, natureza e de redefinição da própria sociedade e sociabilidade. Introdução aos conceitos sociológicos, econômicos, políticos e culturais fundamentais, contemplando e analisando as diferentes abordagens teóricas. Investigação sobre a formação da sociedade brasileira e exame das questões que constituem a estrutura predominante na atualidade. Desenvolvimento de uma reflexão crítica que contemple as articulações e as determinações entre a estrutura social e a saúde oferecendo subsídios teóricos e práticos aos profissionais de enfermagem no que se refere ao pensar, investigar e agir em sociedade. 2. OBJETIVO GERAL: Capacitar o aluno para entender o homem em seu contexto social. 3. BIBLIOGRAFIA: Básica COSTA, Maria Cristina Castilho. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3. ed. São Paulo: 65 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Moderna, 2005. JAPIASSU, Hilton. Introdução às ciências humanas. 3. ed. São Paulo: Letras & Letras, 2002. LAPLATINE, F. Aprender Antropologia. São Paulo: Brasiliense, 2000. MARCONI, Marina de Andrade ; PRESOTTO, Zélia Maria Neves. Antropologia: uma introdução. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2007. MELLO, L. G. Antropologia Cultural. 8. Ed. Petrópolis: Vozes, 2001. OLIVEIRA, Pérsio Santos de. Introdução à Sociologia. São Paulo: Ática, 2000. Complementar NUNES, Everardo Duarte. Sobre a sociologia da saude. Sao Paulo: Hucitec, 2007. ARENDT, Hannah. A condição humana. 10. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2000. ARON, Raymond. As etapas do pensamento sociológico. 5. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. BERGER, Peter L. A construção social da realidade: tratado de Sociologia do conhecimento. 19. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. DIAS, Reinaldo. Fundamentos da Sociologia geral. 2. ed. Campinas: Alínea, 2006. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 18º ed.Rio de Janeiro: Zahar, 2005. OLIVEIRA, Roberto Cardoso. Sobre o pensamento antropológico. 3º ed.Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2003. Disciplina: BIOFÍSICA Carga Horária total: 40 Teórica: 20 Prática: 20 1 Ementa Estudo dos fenômenos biológicos baseados em conceitos físicos, tanto com relação à instrumentação, quanto à forma de abordá-los. 2 Objetivos Orientar o aluno a aplicar, na prática da vida pessoal, profissional e na pesquisa, conceitos fundamentais, técnicas e equipamentos relacionados com esta linha de trabalho, visando a aplicação de conceitos e leis de física para melhor compreensão e entendimento da fisiologia dos sistemas do Corpo Humano. 3 Bibliografia Básica DURAN, José Enrique Rodas. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Prentice-Hall, 2003. HENEINE, I. F. Biofísica Básica. 1. ed., São Paulo: Atheneu, 2003. BISCUOLA, G. J.; MAIALI, A. C.; Física – volume único: mecânica, termologia, ondulatória, óptica e eletricidade. 3ed. – São Paulo: Saraiva, 2002. Complementar GARCIA, E. A. C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2002. GUYTON, A.C., HALL, J. E. Tratado de Fisiologia Médica. 11. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006.. HALLIDAY, David. Fundamentos de fisica: gravitaçao, ondas e termodinamica. Rio de Janeiro: LTC, 2009. NARDY, M. C.; STELLA, M. B.; OLIVEIRA, C. Práticas de Laboratório de Bioquímica e Biofísica. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2009. COMPRI, Mariane. Praticas de laboratorio de bioquimica e biofisica: uma visao integrada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. DISCIPLINA: PRIMEIROS SOCORROS C/H TOTAL: 60 CH TEÓRICA: 40 1. EMENTA: CH PRÁTICA: 20 66 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Princípios gerais de Primeiros Socorros. Medidas de prevenção de acidentes. Noções básicas referente ao atendimento inicial a vítima em situação de urgência e emergência. 2. OBJETIVO GERAL: Proporcionar ao aluno conhecimentos científicos e práticos abordando o pré- hospitalar e atendimento de vítimas de acidentes e agravos à saúde que necessitam de cuidados emergenciais em diferentes faixas etárias. 3 . BIBLIOGRAFIA: Básica KAWAMOTO, Emília Emi. ACIDENTES como Socorrer e Prevenir.São Paulo:E.P.U.,2002 CABRAL, Antonio Carlos Vieira; AGUIA, Regina Amélia Lopes Pessoa; VITRAL, Zilma Nogueira Reis, et al. Manual de Assistência ao parto. Rio de Janeiro. Atheneu. 2002. CHAPLEAU, Wil. Manual de Emergências: um guia para primeiros socorros. Elsevier, Rio de Janeiro, 2008. Complementar FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida. Enfermagem: Cuidando em Emergência. São Paulo. Yendis.2006. CARVALHO, G. M. Enfermagem em Ginecologia. 1. ed. rev. São Paulo-SP: ed. EPU, 2004. HIGA, Elisa M. S., ATALLAH, Álvaro N. e colaboradores. Guia de Medicina de Emergência. 2ª Ed. Editora Unifesp-EPM. Baureri, SP: Monole, 2008. LOMBA, Marcos, LOMBA, André. Objetivo Saúde - Emergência e Atendimento Pré-hospitalar. 2ª Ed. Olinda PE:Grupo Universo,2005. LOMBA, Marcos. Emergencias e atendimentos pre-hospitalares: instrumentaçao cirurgica. Olinda, PE: Os autores, 2006. SENAC. D.N. Primeiros Socoore: como agir em situações de emergência. 2 ed. Rio de JAICERO: Senac Nacional, 2007. DISCIPLINA: INFORMÁTICA APLICADA Carga horária total: 40h Teoria: 20h Prática: 20h 1. EMENTA Tecnologia de Informação; Sistemas de Informação em Saúde; Bancos de Dados; A Informação em Saúde; Sistemas distribuídos e a Internet; A Rede Mundial Internet; Serviços da Internet - Browsers e Mails; Sites de Interesse para área da Saúde; Mecanismos e Técnicas de Busca Avançada na Internet. Planilhas Eletrônicas 2. OBJETIVO GERAL Familiarizar o aluno com as novas tendências tecnológicas do mercado de trabalho e conhecer Sistemas de Informações utilizados na área de saúde. 3. BIBLIOGRAFIA Básica VELLOSO, F.C. Informática: Conceitos Básicos. 7ª Ed. Editora Elsevier,Rio de Janeiro, 2004. MANZANO, J. A. N. G. & MANZANO, A. L. N. G. Estudo Dirigido de Microsoft Office Power Point XP. 7ª Edição. São Paulo Editora Érica. 2009. TAKA, C.E.M. & MANZANO, A.L.N. G. Estudo Dirigido de Microsoft Office Word 2003 Avançado. São Paulo. Editora Érica. 2004. VINCENT, B. Internet. Guia para Profissionais de Saúde. 2ª Ed. RJ. Atheneu, 2004. HANNAH K.J., BALL. J., EDWARDS M. J. A. Introdução à Informática em Enfermagem -3.ed. 2009. Complementar MANZANO, J. A. N. G. & MANZANO, A. L. N. G. Estudo Dirigido de Microsoft Office Excel 2003 Avançado. 3ª Edição. Editora Érica. 2007. SILVA, M. G. Excel XP, Access XP e Power Point XP. 11ª Edição. São Paulo. Érica 2008. 67 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 MATTAR, J. Metodologia Científica na Era da Informática. 3ª Ed. São Paulo. Saraiva. 2008. SCHAFF, A. Sociedade Informática:As conseqüências sociais da segunda revolução industrial. São Paulo: Brasiliense. 2007. MOTTA, V. T. & MOTTA, L. R. Informações Biomédicas na Internet. 2ª Ed. Editora Médica Missau .Porto Alegre, 2002. Sites http://www.sbis.org.br – Sociedade Brasileira de Informática em Saúde http://www.virtual.epm.br http://intramed.uol.com.br http://www.informacao.med.br – Site relacionado à Padrões de Saúde http://www.informaticamedica.org.br – Revista Informática Médica http://www.lika.ufpe.br – Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami http://ram.uol.com.br – Saúde Total http://www.telesaude.org.br – Telesaúde http://www.saudeonline.com/sline.htm – Saúde on-line http://www.vhd.org.br – Projeto Ser Humano Visível http://www.hospvirt.org.br – Hospital Virtual Brasileiro http://www.bireme.br – Biblioteca Regional de Medicina - BIREME - Organização Pan-americana da Saúde e LILACS - Base de Dados da Literatura Latino-Americana http://archive.nlm.nih.gov/proj/docview/project.htm - DocView. 3º SEMESTRE DISCIPLINA: EPIDEMIOLOGIA Carga Horária Total: 60 Teoria: 60 1. EMENTA Introdução à epidemiologia (seu contexto histórico e a importância da mesma no sistema de saúde), com estabelecimento da relação da Epidemiologia descritiva e o processo epidemiológico, abordando estudo geral de método epidemiológico: estudos descritivos e estudos analíticos. Desenvolvendo estudos quanto o papel de praticas de vigilância epidemiológica e os sistemas de informação em saúde. 2. OBJETIVO GERAL Capacitar o aluno a conhecer a distribuição das doenças e suas causas em populações humanas, detectando os fatores de risco que o meio ambiente oferece. Conhecer os principais índices e coeficientes estatísticos utilizados em Saúde Pública. 3. BIBLIOGRAFIA Básica JEKEL, James. Epidemiologia, Bioestatísitca e Medicina Preventiva. 2º ed. Porto Alegre, 2005. MEDRONHO, R. (org.). Epidemiologia. 2ª. Ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2009. ROUQUAYROL, M. Z.; FILHO, N. A. Epidemiologia & Saúde. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S.A., 2003. Complementar FIGUEIREDO,NÉBIA M. ALMEIDA DE.Ensinando a Cuidar em Saúde Pública.- São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2005. MEDRONHO, R. (org.). Epidemiologia: Caderno de exercícios. 2ª. Ed. São Paulo: Editora Atheneu,2009. BRASIL. Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde.Guia de Vigilância Epidemiológica. Brasília.2002. 68 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 FLETCHER, Roberto H; FLETCHER, Suzanne W. Epidemiologia Clínica: elementos essenciais. 4º ed. Porto Alegre. ARTMED,2006. ROCHA, Aristides Almeida. Saúde Pública Bases Conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008. DISCIPLINA: BIOESTATÍSTICA Carga Horária Total: 60 01. EMENTA: Teoria: 40 Prática: 20 Introdução a Bioestatística e sua natureza. Comparação de dados em tabelas e construção gráfica. Estabelecimentos de relações entre medidas de tendência central, medidas separatrizes e medidas de dispersão. Comparação e interpretação entre dispersão relativa e dispersão absoluta. Estudo de probabilidade. Análise entre distribuição binominal e normal e aplicação de testes de hipóteses 02. OBJETIVO GERAL: Reconhecer a importância do estudo de Bioestatística para o exercício profissional. Desenvolver habilidades para analise e aplicações de métodos quantitativos e qualitativos interpretando tabelas e gráficos. Analisar e interpretar as medidas de tendência central e de dispersão, adequando os resultados dos estudos a área de saúde. 3. BIBLIOGRAFIA: Básica CALLEGARI, Sidia M. Bioestatística – Princípios e Aplicações. Ed. Artmed, Porto Alegre, 2008. JEKEL, James F. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. 2ª ed, Porto Alegre, Artmed – 2005. MOORE, David S. e MCCABE, George P. Introdução à Prática da Estatística. 3ª ed. Rio de Janeiro, LTC, 2002. Complementar MOORE, David S.. A estatistica basica e sua pratica. Sao Paulo: LTC, 2011. CRESPO, Antonio Arnot. Estatistica facil. Sao Paulo: Saraiva, 2009. FARIAS, Alfredo Alves de. Introduçao a estatistica. Sao Paulo: LTC, 2003. COSTA, Sergio Francisco. Introduçao ilustrada a estatistica. Sao Paulo: Harbra, 2005. MAGNUSSON, Willian E. Estatística [sem] Matemática – Londrina - editora Planta – 2005. Sites - http:mathematikos.psico.ufrgs.br - www.somatematica.com.br - www.exatas.hpg.ig.com.br DISCIPLINA: IMUNOLOGIA Carga Horária Total: 60 Teoria: 40 Prática: 20 01. EMENTA: Estudo da característica estrutural do sistema imunológico (órgãos), as células da resposta imunológica, a estrutura dos antígenos e função das moléculas de imunoglobulinas, o funcionamento do sistema de complemento e os tipos de hipersensibilidades. 02. OBJETIVO GERAL: Desenvolver no aluno de enfermagem a compreensão dos mecanismos pelos quais o organismo responde às agressões, fazendo com que conheçam os processos de resposta imunológica. 3. BIBLIOGRAFIA: Básica ABBAS, A; LINCHTMAN, A. H; PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular. 6 ed. Rio de Janeiro: 69 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Elsevier, 2008. ROITT, I.; BROSTOFF, J.; MALE, D. Imunologia . 6. ed. São Paulo: Manole, 2003. DIAS DA SILVA, W.; MOTA, I. Bier Imunologia Básica e Aplicada. 5.ed. Rio de Janeiro: GuanabaraKoogan, 2003. Complementar STITES, Daniel P.. Imunologia medica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. JANEWAY, Charles A. Imunobiologia: o sistema imune na saúde e na doença. Porto Alegre: Artes Médicas, 5 ed. 2002. VERONSI, R; FOCCACIA, R. Tratato de Infectologia. 3. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. ANTUNES, LUCUR. Imunologia Geral. 1 ed. Rio de Janeiro: Atheneu,1999. PARSLOW, T. G. et AL. Imunologia Médica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. DISCIPLINA: PARASITOLOGIA E MICROBIOLOGIA C/H Total: 100 Teoria: 60 Prática: 40 1. EMENTA: Compreensão da natureza biológica dos microrganismos e parasitos de importância para a área da saúde, bem como as patologias correlacionadas, no sentido de proporcionar assistência qualificada na promoção, prevenção e manutenção da saúde. 2. OBJETIVO GERAL: Reconhecer os microrganismos, bactérias, vírus, fungos e os principais grupos de parasitos de forma científica como agentes de importância à saúde e ao meio ambiente, contribuindo para formação acadêmica e melhoria na qualidade de vida da sociedade.L 3. BIBLIOGRAFIA: Básica NEVES, David. Pereira. Parasitologia humana. 11. ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2005. CIMERMAN, Benjamin Parasitologia Humana e seus Fundamentos Gerais. São Paulo: Atheneu, 2005. TRABULSI, L. R. e Cols. Microbiologia. 5ª ed. São Paulo. Atheneu.2008 Complementar REY, Luís, Bases da Parasitologia Médica, Ed. Guanabara Koogan 2ª ed Rio de Janeiro, 2002 MURRAY, Microbiologia Médica.Ed. Guanabara –Koogan 4ª ed. Rio de Janeiro-RJ, 2009. MORAES, Ruy Gomes de. Parasitologia e micologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. BLACK, Jacquelyn G. Microbiologia Fundamento e Perspectivas / trad. Eiler Fritsch Toros. Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro – RJ, 2002. JEWETZ, E. e Cols. Microbiologia Médica. 2002. Ed. Guanabara –Koogan. 22ª ed. Rio de Janeiro. Disciplina: HISTOLOGIA HUMANA Carga horária total: 60 Teórica: 20 Prática 40 1 Ementa Métodos e técnicas de estudo. Tecido epitelial de revestimento e glandular. Tecidos conjuntivos propriamente dito, cartilaginoso e ósseo. Tecidos nervosos e muscular. Sangue e hemocitopoese. Sistemas circulatório, respiratório, urinário e reprodutor. Pele e seus anexos. Glândulas endócrinas e exócrinas. Órgãos dos sentidos. 2 Objetivo Geral Conhecer os tecidos para estabelecer relações entre a sua origem e a evolução filogenética. Compreender técnicas de confecção de lâminas temporárias e permanentes. 3 Bibliografia 70 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Básica JUNQUEIRA, L.C.U.; CARNEIRO,J. Histologia básica. 11ª ed., Rio de Janeiro:Guanabara Koogan,2008. DI FIORE, Mariano S. H. Atlas de Histologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. GEORGE, Luiz Ludovico; ALVES, Carlos Elvas Rodrigues; CASTRO, Rodrigo Roque Lesqueves de. Histologia comparada. 2.ed. Sao Paulo: Roca, 1998. Complementar BERNE, R.M, LEVY M.N. Fisiologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan 2000. ZHANG,Xin. Atlas de histologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. GARTNER, Leslie P.; HIATT, James L. Atlas colorido de histologia. Rio de janeiro: Guanabara koogan, 2002. YOUNG, Barbara; HEATH, John W. Histologia funcional. 4ºed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. PAPINI, Solange; FRANÇA, Maria Heloisa Sayago. Manual de citologia e histologia para o estudante da área da saúde. São Paulo: Atheneu, 2003. Disciplina: GENÉTICA Carga horária total: 40 Teórica: 20 Prática:20 1 Ementa Importância e objetivos da genética. Leis de Mendel e padrões de herança Mecanismos de determinação do sexo. Bases moleculares da hereditariedade: natureza molecular do material genético: conceito de gene; expressão gênica e regulação gênica. Mutação. Organização do material genético. Citogenética e anomalias cromossômicas. 2 Objetivo Geral Definir o material genético (sua estrutura, expressão e regulação), os mecanismos de herança genética e determinação do sexo e sua organização no nível citogenético. 3 Bibliografia Básica GRIFFITHS, A.S. Introdução à Genética. 9 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. ETIENNE, Jacqueline. Bioquimica genetica e biologia molecular. Sao Paulo: Santos, 2003. THOMPSON, J.S. & THOMPSON, N.W. Genética Médica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. Complementar BORGES-OSÓRIO, M.R; ROBINSON, W.M. Genética Humana. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. STRACHAN, J.; READ, A.P. Genética Molecular Humana. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. MOTTA, P.A. Genética Humana: aplicada a psicologia e toda a área biomédica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. PIEDEMONTE DE LIMA, C. Genética Humana. 3 ed. São Paulo: Harpra, 1996. GALEHRTER, T.D; COLLINS, F.S. Fundamentos de Genética Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992. DISCIPLINA: ENFERMAGEM E POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE E INDÍGENA Carga Horária Total: 80 Teoria: 80 01. EMENTA O processo saúde-doença e a evolução histórica do setor saúde no Brasil. Processo de produção em saúde no panorama de vida e saúde da população brasileira. Políticas de saúde no Brasil. O Sistema de Saúde no Brasil. A Constituição Federal e o Sistema Único de Saúde (SUS). Concepção e bases legais 71 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 do Sistema Único de Saúde. Nova formulação política e organizacional para o reordenamento dos serviços e ações de saúde. A política do Sistema Único de Saúde. Princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde. Modelos de atenção à saúde e as práticas organizativas do Sistema Único de Saúde. Princípios e diretrizes básicas dos Programas de Saúde da Família e dos povos indígenas no Brasil e da Região sob uma perspectiva histórica, antropológica e epidemiológica enfatizando as mudanças sócioeconômicas, culturais e ambientais no processo saúde-doença. 02. OBJETIVO GERAL Promover a capacitação e desenvolver o senso crítico do aluno quanto às políticas de saúde e dos serviços de saúde no Brasil e compreender a realidade dos programas que atendem a família indígena e não indígena, seus aspectos, ações humanizadas desenvolvidas em contextos sociais e culturais específicos, através de uma visão antropológica humanizadora na realização do trabalho. 3. BIBLIOGRAFIA Básica TEIXEIRA, Carmen Fontes. Modelo de atençao a saude: promoçao, vigilancia e saude da familia. Salvador, BA: EDUFBA, 2006. FONTINELE, Klinger. Programa saude da familia PSF comentado. Goiania: AB, 2003. BRASIL. Presidência da República. Lei orgânica da saúde: Lei n. 8.080, de 19 de Setembro de 1990. Brasilia: Presidência da República, s.d. Complementar SOUZA, M.H.S.; SCILIAR, M.; PAMPLONA, M.A.; RIOS, M.A.T. Saúde Pública: História, Políticas e Revoltas. São Paulo: Scipione, 2002. BELUCI, Domingos Gabriel de Paula. Programa saude da familia II: manual para o dia dia das equipes de saude da familia. Sao Paulo: Lawbook, 2010. COHN, Amelia. Saude no Brasil: politicas e organizaçao de serviços. Vol.1, Sao Paulo: Cortez, 2003. DOURADO, Luiz Fernandes. Políticas públicas e educação basica. São Paulo: Xama, 2001. BRASIL. Ministerio da Saude. Mais saude: direito de todos 2008-2011. Brasilia: Ministerio da Saude, 2008. BRASIL. Ministerio da Saude. Gestao financeira do Sistema Unico de Saude: manual basico. Brasilia: Ministerio da Saude, 2002. BRASIL,. Constituiçao da Republica Federativa do Brasil: texto constitucional promulgado em 5 de outubro de 1988, com as alteraçoes adotadas pelas emendas constitucionais n. 1/92 a 62/2009, pelo decreto legislativo n. 186/2008 e pelas emendas constitucionais de revisao n. 1 a 6/94. Brasilia: Senado Federal, 2010. BRASIL. Senado Federal. Estatuto do idoso: dispositivos constitucionais pertinentes lei n. 10.741, de 1. de outubro de 2003 - normas correlatas - índice tematico. Brasilia: Senado Federal, 2003. Site: Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). Política Nacional de Atenção ä Saúde Indígena. Brasilia: FUNASA, 2002. Disponivel no site: www.saude.gov.br/editora 4º PERIODO DISCIPLINA: FARMACOLOGIA Carga Horária Total TOTAL: 80 1. EMENTA: Teoria: 60 Prática:20 72 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Estudo dos fármacos, suas interações biológicas tendo como focos principais: Bases de Farmacoterapia, tais como mecanismo da farmacodinâmica e da farmacocinética, trabalhando a definição de fitoterápicos, homeopáticos e alopáticos e os grupos de drogas que afetam os principais sistemas orgânicos, as variações individuais, interações e efeitos nocivos das drogas, focando os cuidados relacionados à enfermagem. 2. OBJETIVO GERAL: Proporcionar ao aluno de enfermagem a compreensão da farmacologia aplicada à saúde e a utilização racional dos medicamentos visando sua aplicação adequada e eficaz. 3. BIBLIOGRAFIA: Básica RANG, H.P.; DALE, M.M.; RITTER, J.M. Farmacologia. 6ºed. Rio de Janeiro: Koogan, 2007. KOROLKOVAS, Andrejus. Dicionário Terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro: Kooogan, 2006. ASPERHEIM. Mary Kaye. Farmacologia para Enfermagem. 9ª edição. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2003. Complementar FONSECA, Almir Lourenço. Interações Medicamentosas. 3ºed. Rio de Janeiro: EPUB, 2000. KATZUNG, Bertram G.. Farmacologia: basica e clinica. Porto Alegre: Mc Graw Hill; Artmed, 2010. KOCH, Rosi Maria et al. Técnicas Básicas de Enfermagem. 20ªed. Curitiba: Florence, 2004. REY, Luis. Dicionário de Termos Técnicos de Medicina e Saúde. Rio de Janeiro: Koogan,2003. PENILDON, SILVA. Farmacologia. 8 ed.. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2010. DISCIPLINA: SAÚDE AMBIENTAL Carga Horária TOTAL: 40 01. EMENTA: Conceito de saúde (individual, publica e comunitária); compreensão global das relações entre o ambiente e o processo de saúde ambiente; ocorrências de doenças a agravos a saúde e os fatores de riscos (físicos, químicos, biológicos e sociais); saneamento ambiental e causas de degradação ao meio ambiente; o papel do enfermeiro nas ações de vigilância a saúde. 02. OBJETIVO GERAL: Reconhecer os diversos fatores que interferem na saúde e importância do ambiente no processo saúde/doença, fornecendo bases teóricas e praticas para o exercício de suas atividades profissionais. 3. BIBLIOGRAFIA: Básica ROCHA A.A.; CESAR C.L.G. Saúde pública. São Paulo SP: Atheneu, 2005. FIGUEIREDO, N.M.A Ensinando a Cuidar em Saúde Pública. São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora 2005. PEDRINI, Alexandre Gusmao. Educaçao ambiental: reflexoes e praticas contemporaneas. Petropolis: Vozes, 2008. Complementar DIAS, Genebaldo Freire. Educaçao ambiental: principios e praticas. Sao Paulo: Gaia, 2004. MEDINA, Nana Mininni. Educaçao ambiental: uma metodologia participativa de formaçao. Petropolis, RJ: Vozes, 2008. MANO, Eloisa Biasotto. Meio ambiente, poluição e reciclagem. São Paulo: Edgar Blucher, 2010. BERNA, Vilmar. Como fazer educaçao ambiental: principios e praticas. Sao Paulo: Paulus, 2001. MONTEIRO, C.A. (Org). Velhos e novos males da saúde no Brasil – A evolução do país e de suasdoenças. 2 ed. São Paulo: Hucitec, 2000. 73 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 DISCIPLINA: PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS Carga Horária Total : 80 Teoria 60 Prática: 20 01. EMENTA: Estudo dos processos fisiopatológicos básicos para o entendimento das diversas doenças que afetam os sistemas orgânicos do indivíduo. Estudo dos padrões macro e microscópicos da lesão, mecanismos de lesão celular e alterações decorrentes. 02. OBJETIVO GERAL: Oferecer aos alunos do curso de Enfermagem as noções básicas, teóricas e práticas de Patologia Geral, ou seja, as causas e os mecanismos gerais das doenças (fatores etiológicos e patogênicos), dando ênfase aos aspectos morfológicos e clínicos das lesões teciduais relacionadas aos vários processos patológicos (lesões celulares reversíveis e irreversíveis, processos inflamatórios, alterações circulatórias e neoplasias). 03. BIBLIOGRAFIA: Básica BRASILEIRO FILHO, G. Bogliolo - Patologia Geral. 4ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006. ABBAS, A.K.; KUMAR, V.; FAUSTO, N.; MITCHELL, R.N. Robbins Patologia Básica 8a ed. São Paulo: Elsevier, 2008. KUMAR, V., FAUSTO, N. Robbins e Cotran - Patologia - Bases Patológicas. 8ed. São Paulo: Elsevier, 2010. Complementar MONTENEGRO, M.R; FRANCO, M. Patologia: Processos Gerais. 4ed. São Paulo: Atheneu, 2003. CANGUILHEM, George. O normal e o patológico. 6.ed. Rio de Janeiro: Forense Universitaria, 2010. ANTCZAK, S. E.; BERGER, N.; CONROY, W. T. et al. Fisiopatologia Básica. Rio de Janeiro : Guanabara Koogan, 2005. BRUM, A. K. R. Fisiopatologia Básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. GOLDMAN, L.; AUSIELLO, D. Cecil . Tratado de Medicina Interna. 22ed. São Paulo: Elsevier, 2 vol. 2009. DISCIPLINA: PSICOLOGIA APLICADA Carga Horária Total : 60 Teoria 60 1. EMENTA: Compreender o ser humano como um ser integral, sob uma perspectiva holística – biopsicosocial e enfocar sua dinâmica psicológica e subjetiva, o desenvolvimento da personalidade, a relação intra e interpessoal, bem como, a observação das alterações comportamentais frente à saúde e o adoecer. 2. OBJETIVO GERAL: Propiciar ao discente o aprendizado para a observação dos fenômenos psíquicos e emocionais nas dimensões intra e interpessoais, conhecimentos da psicologia, história, conceitos, métodos e principais escolas permitindo uma atuação intersubjetiva diante da perspectiva de saúde frente ao processo de adoecer e formas de conduta. 3. BIBLIOGRAFIA: Básica BARROS, Celia Silva Guimaraes. Pontos de psicologia do desenvolvimento. Sao Paulo: Atica, 2000. FARAH, O. G. F; SÁ A. C. Psicologia aplicada à enfermagem. Série enfermagem. São Paulo: Manole. 2008. KNOBEL, Elias. Psicologia e humanizaçao: assistencia aos pacientes graves. Sao Paulo: Atheneu, 2008. Complementar 74 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 TOURETTE, Catherine. Introduçao a psicologia do desenvolvimento: do nascimento a adolescencia. Petropolis: Vozes, 2009. BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia geral. Petropolis: Vozes, 2005. CAIXETA, Marcelo. Psicologia medica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. ANGERAMI, Valdemar Augusto. Tendencias em psicologia hospitalar. Sao Paulo: Cengage, 2009. LIPP, M. E. N. O stress está dentro de você. São Paulo: Contexto. 2007. DISCIPLINA: FUNDAMENTOS DA ENFERMAGEM Carga Horária Total: 80 Teoria: 60 Prática: 20 1. Ementa Estudo dos instrumentos necessários ao desenvolvimento das competências e habilidades técnicas da enfermagem, visando o atendimento humanístico das necessidades básicas do indivíduo família e comunidade, reconhecimento da unidade de atendimento do cliente com vistas à sistematização da assistência de enfermagem. 2.Objetivos Aplicar as técnicas básicas de enfermagem para o atendimento das necessidades básicas do individuo. 3. Bibliografia Básica GALANTE, Fátima Ap. B. Alves; COSTA, Mª Teresinha Ferreira; ROSA, Solange Cristina Denzin. Procedimentos Básicos em Enfermagem. 4ª Ed. Campinas: Ed. Komechi, 2010. POSSO, Maria B. S. Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003 SWEARINGEN, Pamela L.; HOWARD, Cheri A. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. Complementar POTTER, Patrícia A. PERRY, Anne G. Grande Tratado de Enfermagem Pratica. São Paulo. Editora Santos, 3ª edição, 1998. RAMOS JR., José. Semiotécnica da Observação Clínica: fisiopatologia dos sintomas e sinais. São Paulo: Sarvier, 1998. SCOPEL. V. M. P., RODRIGUES, R. Mª. Técnica e Prática de Enfermagem. Robe Editorial, São Paulo. 2001. MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem. 6ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (série curso de enfermagem) Volume 2 . KOCH, Rosi M.. Tecnicas básicas de enfermagem. Curitiba: Seculo XXI, 2004. Disciplina: DIDÁTICA Carga horária total: 40 Teórica: 40 1 Ementa A prática da educação e a didática para a saúde. O educador-enfermeiro frente ao processo de trabalho educativo. Correntes pedagógicas, didática e suas aplicações na saúde e na Enfermagem. O planejamento como instrumento de ação educativa na saúde. A didática na perspectiva da promoção da saúde. A proposição de ações educativas articulando ensino-serviço-comunidade. 2 Objetivo Geral Desenvolver atividades, visando formar um profissional ético, crítico, criativo, competente e atualizado; apto para exercer sua profissão com competência e responsabilidade social, seja no campo da pesquisa, na docência ou em qualquer área de atuação que eleger relacionada à sua formação. 3 Bibliografia Básica 75 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 WALL, M.L. Tecnologias Educativas. Subsídios para a assistência de enfermagem a grupos. Goiânia. AB, 2001. SCHIER, Jordelina. Tecnologia de Educação e Saúde: o grupo aqui e agora. Porto Alegre. Sulina, 2004. ALMEIDA, Mario; FEVEFWERKER, Law; LIANOS, C.Manoel. A educação dos profissionais de saúde na América Latina: teoria e prática de um movimento de mudança. São Paulo. Hucite, 1999. Complementar PILETTI, Claudino. Didática Geral. 23º ed. São Paulo. Ed. Atica, 2006. GIL, Antonio Carlos. Didatica do ensino superior. São Paulo: Atlas, 2007. BRASIL,BRASIL. Ministerio da Saude. Glossário temático: gestao do trabalho e da educaçao na Saúde. Brasilia: Ministerio da Saude, 2008. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 36º ed. São Paulo:Paz e terra, 2007. ZABALA, Antoni. A Prática Educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998. DISCIPLINA: NUTRIÇÃO APLICADA À ENFERMAGEM Carga Horária Total: 60 Teoria: 60 01. EMENTA Introdução ao estudo da nutrição. Constituintes dos alimentos: sua identificação, fontes, funções, quantidades recomendadas. Problemas de carência e de excesso. Escolha e avaliação da terapia nutricional nas diversas fases do ciclo vital. Recomendações dietéticas em algumas doenças de maior incidência. Cuidados de enfermagem na Nutrição Oral, Enteral e Parenteral. 02. OBJETIVO GERAL Reconhecer os cuidados de enfermagem na Nutrição Clínica como um instrumento fundamental na promoção, manutenção e recuperação de níveis satisfatórios de saúde. 3. BIBLIOGRAFIA Básica FARREL, M. L., NICOTERI, J. A. L. Nutrição em Enfermagem: fundamentos para uma dieta adequada. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. MELLO, Flávia. Nutrição Aplicada à Enfermagem. Goiânia: AB, 2005. EVANGELISTA, José. Alimentos: um estudo abrangente. São Paulo: Atheneu, 2000. Complementar CUPPARI, L. Guia de Nutrição: nutrição clínica no adulto. Barueri - SP: Manole, 2005. WAITZBERG, D. L. Nutrição Oral, Enteral e Parenteral na Prática Clínica. 3 ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2004. MURTA, Genilda Ferreira (org.). Saberes e Práticas: guia para ensino e aprendizado de enfermagem. Vol. 4. 6ª ed. Sao Caetano do Sul, SP: Difusão editora, 2010. ORDOÑEZ, Juan A. Tecnologia de Alimentos – origem animal. Vol 2. Porto Alegre: Artmed, 2005 ORDOÑEZ, Juan A. Tecnologia de Alimentos – componentes dos alimentos e processos. Vol 1. Porto Alegre: Artmed, 2005 SALINAS, R.D. Alimentos e Nutrição: introdução à bromatologia. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2002. 5º PERÍODO DISCIPLINA:ETICA, BIOÉTICA E LEGISLAÇÃO Carga Horária Total: 60 Teoria: 60 1. EMENTA: Prática: -- 76 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Estudo dos princípios da Ética, Bioética, e Legislação especifica para o exercício profissional com o compromisso ético, social e humanístico, em nível individual e coletivo, nas dimensões de atuação profissional. 2. OBJETIVO GERAL: Conhecer os padrões éticos normativos profissionais, bem como a legislação especifica buscando o fortalecimento da enfermagem e o seu papel enquanto entidade de classe. 3. BIBLIOGRAFIA: Básica CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE RONDÔNIA – COREN-RO. Caderno de Legislação: Gestão 2008-2011 Fortalecendo a profissão. 4ª ed. Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia, 2009. DINIZ, Débora e GUILHERME, Dirce. O que é Bioética. São Paulo: Brasiliense, 2005 FONTINELE JUNIOR, k. Ética e Biótica em Enfermagem. Goiânia: AB Editora, 2003. Complementar MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem. 6ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (série curso de enfermagem) Volume 4. AZEVEDO, Marco Antonio de Oliveira. Bioética Fundamental. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2002. SGRECCIA, Helio. Manual de Bioética: Fundamentos e Ética Biomédica. 2ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2002. VIEIRA, Tereza Rodrigues. Bioetica nas Profissões. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005. MOOSER, Antonio. Bioetica: do consenso ao bom senso. Petropolis: Vozes, 2006. BERLINGUER, Giovanni. Bioetica cotidiana. Brasilia: UNB, 2004. Site: www.portalcofen.com.br DISCIPLINA: FARMACOLOGIA APLICADA Carga Horária Total: 40 Teoria: 20 Prática: 20 1. EMENTA Conceitos de farmacologia. Vias de administração de fármacos. Distribuição, biotransformação e excreção. Princípios da Administração de medicamentos: cálculos e dosagem. 2. OBJETIVO GERAL Proporcionar ao aluno de enfermagem a compreensão da farmacologia aplicada à saúde e a utilização racional dos medicamentos visando sua aplicação adequada e eficaz. Estudar os cálculos e formulas para a administração de medicamentos Desenvolver técnicas de vias de administrações no atendimento das necessidades básicas do individuo. 3. BIBLIOGRAFIA Básica KOROLKOVAS, Andrejus. Dicionário Terapêutico Guanabara. Rio de Janeiro: Kooogan, 2006. ________________. Administração de medicamentos / revisão técnica. Reichmann & Affonso Editores: Rio de Janeiro, 2002. ANSEL, Howard C. PRINCE, Shelly J. Manual de Cálculos Artmed. Porto Alegre, 2005. FAKIH, Flávio Trevisani. Manual de diluição e administração de medicamentos injetáveis. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2000. Complementar KOCH, Rosi Maria et al. Técnicas Básicas de Enfermagem. 20ªed. Curitiba: Florence, 2004. NETTINA, Sandra M. Prática de Enfermagem. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara & Koogan, 2003. 77 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 PENILDON, SILVA. Farmacologia. 8 ed.. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2010. NETTINA, Sandra M. Prática de Enfermagem. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara & Koogan, 2003. KATZUNG, Bertram G.. Farmacologia: basica e clinica. Porto Alegre: Mc Graw Hill; Artmed, 2010. Disciplina: SEMIOLOGIA DA ENFERMAGEM Carga horária total: 120 Teoria: 60 Prática: 60 1 Ementa Estudo dos instrumentos necessários ao desenvolvimento das competências e habilidades técnicas e humanísticas necessárias ao atendimento das necessidades básicas do indivíduo, família e comunidade com vistas à implementação da sistematização da assistência de enfermagem. 2 Objetivo Geral Aplicar métodos propedêuticos para a realização do exame físico. 3 Bibliografia Básica POTTER, Patrícia Ann. Semiologia em Enfermagem. 4ªed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2002. PORTO. Semiologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. BARROS, A.L.B.L. & Cols. Anamnese e Exame Físico. Porto Alegre: Artmed, 2002. Complementar PIANUCCI. Ana, Saber cuidar – Procedimentos Básicos em Enfermagem. Senac – SP, 2004. MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem. 6ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (série curso de enfermagem) Volume 2 DUGAS, B. W. Enfermagem Prática. 4ª ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 1988. NETTINA, Sandra M. Pratica de Enfermagem. Guanabara Koogan. 7ª edição, 2003. SWEARINGEN, Pamela L.; HOWARD, Cheri A. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 3ª edição, 2001. HESS, C. T. Tratamento de feridas e úlceras. 4ª ed. Rio de Janeiro, Reichman & Affonso editores, 2004. Disciplina: SEMIOTÉCNICA DA ENFERMAGEM Carga horária total: 120 Teoria: 60 Prática: 60 1 Ementa Estudo dos instrumentos necessários ao desenvolvimento das competências e habilidades técnicas e humanísticas necessárias ao atendimento das necessidades básicas do indivíduo, família e comunidade com vistas à implementação da sistematização da assistência de enfermagem. 2 Objetivo Geral Aplicar as técnicas de enfermagem para o atendimento das necessidades básicas do individuo. 3 Bibliografia Básica PIANUCCI. Ana, Saber cuidar – Procedimentos Básicos em Enfermagem. Senac – SP, 2004. HESS, C. T. Tratamento de feridas e úlceras. 4ª ed. Rio de Janeiro, Reichman & Affonso editores, 2004. SWEARINGEN, Pamela L.; HOWARD, Cheri A. Atlas Fotográfico de Procedimentos de Enfermagem. Porto Alegre: Artmed, 3ª edição, 2001. Complementar POTTER, Patrícia Ann. Semiologia em Enfermagem. 4ªed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 78 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 2002. BARROS, A.L.B.L. & Cols. Anamnese e Exame Físico. Porto Alegre: Artmed, 2002. MURTA, Genilda Ferreita et al. Saberes e Práticas. Guia para ensino e aprendizado de Enfermagem. 6ª Ed. São Caetano do Sul, SP: Difusão Editora, 2010. (série curso de enfermagem) Volume 2 DUGAS, B. W. Enfermagem Prática. 4ª ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 1988. NETTINA, Sandra M. Pratica de Enfermagem. Guanabara Koogan. 7ª edição, 2003. PORTO. Semiologia Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 6º PERÍODO DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS Carga Horária Total: 80 Teoria: 80 01. EMENTA Estudo das doenças transmissíveis e sexualmente transmissíveis e a sistematização da assistência de enfermagem na promoção da saúde, prevenção de doença e medidas terapêuticas. Proteção da comunidade e educação sexual de adolescentes, jovens e adultos. 02. OBJETIVO GERAL Reconhecer as implicações das doenças transmissíveis para o paciente, comunicantes e a comunidade em geral, descrevendo a profilaxia das doenças infecto-contagiosas, empregando a sistematização da assistência de enfermagem e as medidas de biossegurança. 03. BIBLIOGRAFIA Básica ROCHA, Manoel Otávio da Costa e cols. Fundamentos em Infectologia. Rio de Janeiro. Rubio, 2009. SOUZA, M. Assistência de Enfermagem em Infectologia. São Paulo. Atheneu, 2004. BRASIL. Ministerio da Saude. Glossario tematico: DST e Aids. Brasilia: Ministerio da Saude, 2008. Complementar VERONESI; FOCACCIA et al. Tratado de infectologia. 3º ed. Vol. I e II. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2005. BRASIL. Guia de Vigilância Epidemiológica. 5º ed. Vol I e II. Fundação Nacional de Saúde. Brasília, 2002. BRUNNER & SUDDARTH. Tratado de Enfermagem Médico-cirúrgico. 9º aed. Vol. I e II. Ed. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2000. SPARKS, Sheila M. TAYLOR, Cynthia M. DYER, Janyce G. Diagnósticos de Enfermagem. Reichmann & Affonso Editores, Rio de Janeiro, 2000. NEVES, D.P et al. Parasitologia Humana. 11º ed. Atheneu. São Paulo, 2005. DISCIPLINA: SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Carga Horária Total: 40 Teoria: 40 01. EMENTA Contexto histórico e o estudo das fases da Sistematização da Assistência de Enfermagem. 02. OBJETIVO GERAL Aplicar uma metodologia para o desenvolvimento da Sistematização da Assistência de Enfermagem. 03. BIBLIOGRAFIA Básica PINHEIRO Ana Maria; TANNURE, Meire Chucre. SAE: Sistematização da Assistência de Enfermagem: Guia Prático. 2° Ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2010. JOHNSON, M. & Cols. Ligações entre Nanda, Noc e Nic – Diagnósticos, Resultados e Intervenções de 79 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Enfermagem. 2° Ed. Porto Alegre. Artmed, 2009. NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de Enfermagem da Nanda - Definições e Classificação 2009/2011. Editora Artmed. Complementar BULECHEK,Glória M. DOCHTERMAN. Joanne M. Classificação das Intervenções de Enfermagem (NIC). 4° Ed. Porto Alegre. Artmed, 2008. CARRARO, T. E, WESTPHALEN, M.E.A. Metodologia para a Assistência de Enfermagem: teorizações, modelos e subsídios para a prática. Goiânia: AB, 2001. SPARKS, S. M.: TAYLOR, C. M.; DYER J. G. diagnóstico de Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2000. GEORGE, J.B. Teorias de Enfermagem: os fundamentos para a prática profissional. 4 º ed. Porto Alegre, Artmed, 2000. TACLA, M.T.G.M. Desenvolvendo o Pensamento Crítico no Ensino de Enfermagem. Goiânia: AB, 2002. DISCIPLINA: GERENCIAMENTO E ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM Carga Horária Total: 140 Teoria: 80 Prática: 60 01. EMENTA As funções do enfermeiro em ambiente hospitalar e/ou na rede básica de saúde. Bases teóricas da administração. Planejamento e organização do serviço de enfermagem. Administração do processo de trabalho em enfermagem e coordenação das ações no cuidado. 02. OBJETIVO GERAL Abordar a enfermagem administrativa num nível evolutivo a fim de desenvolver a política assistencial, de pessoal e de material, visando a implementação do processo de enfermagem, sua contextualização nos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e a relação com a política assistencial das instituições de saúde. 03. BIBLIOGRAFIA Básica CHIAVENATO, Idalberto. Administraçao nos novos tempos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. MARQUIS, Bessie & HUSTON, Carol. Administração e Liderança em enfermagem: teoria e aplicação. 4ª edição.Ed. Artmed. Porto Alegre, 2005. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7ª ed. Rio de Janeiro: Campus. 2003. Complementar MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Introduçao a administraçao. Sao Paulo: Atlas, 2007. CHIAVENATO, Idalberto. Administração de recursos humanos: fundamentos básicos. 5ª edição. Editora Atlas S.A São Paulo. 2006. LONDONÕ, Malagon; MOREIRA, Galan; LAVERDE, Ponton. Administração Hospitalar. 2ª ed. Rio de Janeiro: uanabara Koogan, 2003. FONTINELE JUNIOR, K. Administração Hospitalar, Goiânia; AB editora, 2002. MOTTA, Ana . Auditoria de enfermagem nos hospitais e operadoras de planos de saúde. 1ª edição. Ed. Iátria. São Paulo. 2003. DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL Carga Horária Total: 60 Teoria: 60 01. EMENTA Assistência de Enfermagem em Saúde Mental no contexto biopsicossocial em conformidade com os Princípios e Diretrizes do SUS, atuando nos níveis de prevenção e enfatizando a Reforma Psiquiátrica. 80 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 02. OBJETIVO GERAL Diagnosticar os transtornos psiquiátricos mais recentes na clínica geral identificando os fenômenos psicológicos presentes nos pacientes e que se manifestam na relação enfermeiro-paciente, investigando o contexto sociocultural em que surgiu a manifestação psicopatológica. 3. BIBLIOGRAFIA Básica STUART, Gail W. & LARAIA, Michele T. Enfermagem Psiquiátrica. 4ª edição. Reichmann & Affonso Editores. Rio de janeiro. 2002. ISAACS, Ann, RN, CS, MSN. Saúde Mental e Enfermagem Psiquiátrica. 2ª Ed. Guanabara Koogan: Rio de Janeiro, 1998. RODRIGUES, A. R. F. Enfermagem Psquiátrica/ Saúde Mental: prevenção e intervenção. São Paulo: EPU, 1996. Complementar SADOCK, Benjamin James. Compendio de psiquiatria: ciência do comportamento e psiquiatria clinica. Porto Alegre: Artmed, 2007. DALGALARRONDO, P. Psicopatologia e semiologia dos transtornos mentais. 2ª Ed. Artmed. Porto Alegre, 2008. FARAH, O. G. F; SÁ A. C. Psicologia aplicada à enfermagem. Série enfermagem. São Paulo: Manole. 2008. DALLY, P; HARRINGTON, H. Psicologia e psiquiatria na enfermagem. São Paulo: EPU. 1978. DSM-IV-TR – Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. Porto Alegre. ARTMED.2002 7 ºPERIODO DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM CLINICA MEDICA Carga Horária Total: 160 Teoria: 80 Prática: 80 01. EMENTA A sistematização da assistência de enfermagem ao adulto e idoso com afecções agudas e/ou crônicas visando a prevenção, recuperação e reabilitação com a participação da família e comunidade. 02. OBJETIVO GERAL Desenvolver e aplicar competência e habilidades da assistência de enfermagem no atendimento as necessidades do adulto e idoso promovendo a saúde e a reabilitação com vista na reintegração social. 03. BIBLIOGRAFIA Básica BRUNNER,L. S.; SUDDARTH, D. S. Tratado de Enfermagem Médico-cirúrgica. 9ª ed. Vol 1,2,3. Editora Interamericana. Rio de Janeiro, 2002. FISCHBACH, Francês. Manual de Enfermagem. Exames Laboratoriais para Diagnóstiço. 6ª Edição. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2002. OLIVEIRA. João Batista. Exames Laboratoriais para o Clínico. MEDSI. Rio de Janeiro, 2003. NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de Enfermagem da Nanda - Definições e Classificação 2009/2011. Editora Artmed . Complementar DOENGES. Marilynn E et al. Planos de Cuidados de Enfermagem. Orientações para o cuidado individualizado do paciente. 5ª Edição, Guanabara Koogan, 2003. ASS, Nort Americ Nursing Diag. Diagnóstico de Enfermagem da NANDA: Definição e Classificação 2007-2008. Editora: Artmed, 2008. OLIVEIRA, Raimundo A. G. Hemograma: Como fazer e Interpretar. Editora Livraria médica Paulista, São 81 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Paulo 2007. ROACH, Sally. Introdução à Enfermagem Gerontológica: Alterações Fisiológicas do Idoso. Guanabara Koogan. Rio de janeiro, 2003 MARIA, Vera Lucia Regina. Exame clinico de enfermagem do adulto: focos de atençao psicobiologicos como subsidios para diagnosticos de enfermagem. Sao Paulo: Iatria, 2003. DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA Carga Horária Total: 160 Teoria: 80 Prática: 80 01. EMENTA Estudo dos conhecimentos e desenvolvimentos das habilidades e competências na prestação da assistência integral ao indivíduo, família e comunidade com ênfase na promoção e proteção da saúde, atuando conforme os programas preconizados pelo Ministério da Saúde. 02. OBJETIVO GERAL Oportunizar meios para desenvolver no âmbito profissional ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação de saúde em nível tanto individual quanto coletivo, levando em consideração padrões de qualidade e princípios éticos. 03. BIBLIOGRAFIA Básica FIGUEIREDO, Nébia Maria Almeida de et al.; Ensinando a cuidar em saúde pública . São Caetano do Sul, SP: Yendis Editora, 2005. MURTA, G.F. e org. Saberes e práticas: guia para o ensino e aprendizado em enfermagem. 6ª Ed, volume 4. são Caetano do sul: Difusão editora, 2010. ROCHA, Aristides Almeida. Saúde Pública Bases Conceituais. São Paulo: Atheneu, 2008. Complementar SOUZA, M.H.S.; SCILIAR, M.; PAMPLONA, M.A.; RIOS, M.A.T. Saúde Pública: História, Políticas e Revoltas. São Paulo: Scipione, 2002. LIMA, O.S.C. Leitura e Interpretação de exames em enfermagem. 3ª Ed. Gioania: AB editora, 2008. BRASIL. Ministerio da Saude. Atualizaçao para atençao basica: diabetes melitus e hipertensao arterial casos clinicos. Brasilia: Ministerio da Saude, 2001. BRASIL. Guia de Vigilância Epidemiológica. 5º ed. Vol I e II. Fundação Nacional de Saúde. Brasília, 2002. COHN, Amelia. Saude no Brasil: politicas e organizaçao de serviços. Sao Paulo: Cortez, 2003. Site: Manuais do Ministério da Saúde www.saude.gov.br/editora/produtos/livros. adquirido em biblioteca virtual disponível em: DISCIPLINA: ENFERMAGEM CIRÚRGICA Carga HoráriaTotal: 180 Teoria: 100 Prática: 80 01. EMENTA Estudo da sistematização da assistência de enfermagem ao indivíduo com afecções que requeiram tratamento cirúrgico, englobando a participação da família e fatores sócio-psico-cultural. Abordagem sistemática de centro cirúrgico, central de material e esterilização, sala de recuperação pós-anestésica. Princípios científicos de esterilização e técnicas desenvolvidas em centro cirúrgico. Equipes de trabalho e suas funções. 02. OBJETIVO GERAL Desenvolver e aplicar os conhecimentos técnicos científicos desenvolvendo competências e habilidades 82 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 da assistência sistematizada de enfermagem, ao indivíduo com afecções que requeiram tratamento cirúrgico promovendo a saúde e a reabilitação com vistas a sua reintegração social. 03. BIBLIOGRAFIA Básica SOUZA, Célio A. de. Enfermagem Cirúrgica; Volume 1. Goiânia: AB, 2003. SOUZA, Célio A. de. Enfermagem Cirúrgica; Volume 2. Goiânia: AB, 2003. BRUNNER,L. S.; SUDDARTH, SMELTZER, Suzane C.& bare, Brenda G. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgico. 9ª Edição Guanabara Koogan , Rio de Janeiro, 2002. TALBOT. Laura, MEYERS-MARQUARDT. Mary. Avaliação em Cuidados Críticos. 3ª edição. Reichmann & Affonso editores. Rio de Janeiro. 2001. Complementar BOUNDY, Janice. Et al. Enfermagem Médico-Cirúrgico; 3ª edição. Reichmann & Affonso editores. Rio de Janeiro. 2004. POSSARI, João Francisco. Centro de Material e Esterilização: Planejamento e Gestão. 3ª Ed. Editora Iátria, São Paulo, 2009. SANTOS, Sandra S. C. LUIS, Margarida A. V. A Relação da Enfermagem com o Paciente Cirúrgico. 2ª ed. Goiânia: AB, 2002. SANTOS, Cristina M. Centro Cirúrgico e os Cuidados de Enfermagem. 4ª Ed. Revisada. Editora Iátria, São Paulo, 2008. SANTOS, Nívea Cristina Moreira. Enfermagem na Prevenção e Controle da Infecção Hospitalar. 1ª Edição. Iatria, 2003. 8º PERIODO Disciplina: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Carga horária total: 80 Teoria: 40 Prática:40 1 Ementa O Trabalho de Conclusão de Curso. Revisão dos conceitos básicos de método científico, ciência e técnicas de pesquisa. Amostragem, observação, elaboração, análise e interpretação de dados, trabalhos e publicações científicas, referências bibliográficas e normas da ABNT e da UCB. Orientações para a elaboração do TCC. Elaboração do projeto de TCC. Importância da aprovação no Conselho de Ética. 2 Objetivo Geral O TCC tem por finalidade proporcionar ao discente a realização de um trabalho de pesquisa ou de revisão bibliográfica em áreas de competência do Enfermeiro de modo a aprofundar e/ou aplicar conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação. 3 Bibliografia Básica FACIMED. Manual para Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC (Artigo e Monografia). Núcleo de Pesquisa em Educação e Saúde da FACIMED – NUPEES. Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal/RO. FACIMED, 2011. JEKEL, James; KATZ, David L; ELOMRE, Joann G. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. 2° Ed. Porto Alegre, 2005. HADDAD, Nagib. Metodologia de estudos em Ciências da Saúde: como planejar, analisar e apresentar um trabalho científico. São Paulo: Roca, 2004. Complementar ANDRADE, M.M.de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 9° Ed. São Paulo. Atlas, 2009. MEDEIROS, Joao Bosco. Portugues instrumental: contem técnicas de elaboraçao de trabalho de 83 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 conclusao de curso (TCC). Sao Paulo: Atlas, 2010. SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 22 ed. rev. e amp. São Paulo: Cortez e Moraes, 2002. LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. 6° Ed. São Paulo: Atlas, 2007. GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4° Ed. Atlas. São Paulo, 2002. LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Técnicas de Pesquisa. 5º. ed. rev. e amp.São Paulo: Cortez e Moraes, 2002. DISCIPLINA: ENFERMAGEM PEDIÁTRICA Carga Horária Total: 180 Teoria: 100 Prática: 80 01. EMENTA As fases do desenvolvimento e das doenças prevalentes na infância. Assistência de enfermagem ao recém-nascido, criança e adolescente visando à prevenção, promoção e recuperação saúde no contexto familiar, escolar e comunitário. 02. OBJETIVO GERAL Identificar as necessidades básicas de saúde da criança, atuando de forma humanizada e integrada com conhecimento técnico-científico em âmbito ambulatorial, hospitalar, domiciliar e comunitário. 03. BIBLIOGRAFIA Básica GAIVA, Maria Aparecida Munhoz; GOMES, Maria Magda Ferreira. Cuidando do Neonato: uma abordagem de enfermagem. Goiânia. AB Editora. 2003. MELSON, Kathryn, et al. Enfermagem Materno Infantil: Planos de Cuidados. 3.ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2002. COLLET, Neuza; OLIVEIRA, Beatriz Rosana G. Manual de Enfermagem Pediatrica. Goiânia. AB Editora. 2002. CARVALHO, Marcos Renato; Tamez, Raque N. AMAMENTAÇÃO: bases científicas para a prática profissional. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan 2002. Complementar KAWAMOTO, Emilia, Emi; FLORIO, Arlete; SOUZA, Ana Lucia Teles de Moura. O neonato, a criança e o Adolescente. São Paulo. EPU. 2001. RODRIGUES, Maria de Fátima; MIRANDA, Silvana de Moraes. A Estimulação da Criança Especial em Casa: entenda o que acontece no Sistema Nervoso da Criança Deficiente e como Você pode atuar sobre Ele. São Paulo. Athene. 2001. COLLET, Neusa; ROCHA, Semíramis M.M transformações no ensino das técnicas em enfermagem pediátrica. 2 º edição. Goiânia. AB Editora, 2001. BRANDEN, P.S. Enfermagem Materno-infantil. 2ª ed. Rio de Janeiro: Reicheman & Affonso Editores. 2000. ENGEL, Joyce. Avaliação em Pediatria. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2002. ESCOBAR, Ana Maria de Ulhôa; GRISI Sandra Josefina Ferraz Ellero; BARUERI Maria Helena Valente.A Promoção da Saúde na Infância. São Paulo: Editora: Manole, 2009. LACERDA; E.M.A .Práticas de Nutrição Pediátrica. São Paulo: Editora Atheneu, 2002. LIMA, Eduardo José da Fonseca da; SOUZA, Márcio Fernando Tavares de; BRITO, Rita de Cássia Coelho Moraes. Pediatria Ambulatorial; Editora Medbook; 2008; LEAO Ennio [et al]. Pediatria Ambulatorial .4 edição- Belo Horizonte; Coopmed 2005. _____________Tratado de Pediatria: Sociedade Brasileira de Pediatria- 2 edição- Barueri, SP: Editora Manole, 2010. FIGUEIREDO, Nébia Maria de Almeida, et al. Ensinado a cuidar em saúde pública. São Paulo: Yendis. 84 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 2005. DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA Carga Horária Total: 180 Teoria: 100 Prática: 80 01. EMENTA As ações de saúde voltadas à assistência integrada e humanizada da mulher com aplicação de conhecimentos técnicos e científicos. As práticas de prevenção, promoção e recuperação da saúde individual, familiar e comunitária. A assistência de enfermagem na identificação de vulnerabilidade, atuando nas afecções ginecológicas mais freqüentes, no pré-natal e puerpério de baixo risco (incluindo amamentação). O cuidado integral à mãe e o concepto durante o ciclo grávido puerperal normal. 02. OBJETIVO GERAL Conhecer, planejar e prestar assistência de enfermagem ginecológica e obstétrica, preparando o aluno para o cuidado à mulher no ciclo grávido-puerperal e ginecológico, obtendo conhecimentos, atitudes e habilidades técnico - cientificas sistematizada em ambulatório, hospital e domicilio. 03. BIBLIOGRAFIA Básica FREITAS, Fernando et al. Rotinas em Obstetrícia. 6º ed. Porto Alegre. Artmed, 2011. FREITAS, Fernando et al. Rotinas em Ginecologia. 6º ed. Porto Alegre. Artmed, 2011. BEREK, Jonathan S. BereK e Novak Tratado de Ginecologia. 14º ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2008. REZENDE, Jorge. Obstetrícia. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. CARVALHO,Geraldo Mota. Enfermagem em Ginecologia. 1ªed. rev. e ampl. São Paulo: ed. EPU, 2004. CARVALHO,Geraldo Mota. Enfermagem em Obstetrícia. rev. e ampl. São Paulo: ed. EPU, 2002. Complementar BRANDEN, Pennie Sesler. Enfermagem Materno-infantil. 2ª ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores, 2000. KATHRYN A. Melson [et al] Enfermagem Materno Infantil Plano de Cuidados. [ tradução da 3ªedição original] de Carlos Henrique Cosendy; revisão técnica de Maria Isabel Sampaio Carmagnoni. Rio de Janeiro. Reichmann & Affonso. 2002. LOWDERMILK, Deita Leonerd; PERRY, Shannon E.; BOBAK Irene M. et al. O cuidado em enfermagem Materna. 5ª ed. 2002. CARVALHO, Marcos Renato; TAMEZ, Raque N. AMAMENTAÇÃO: bases científicas pra a prática profissional. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2002. PERRY, Deitra Leonard [et al] O cuidado em Enfermagem Materna. Porto Alegre – RS. ARTMED. 5ª edição. 2002. DISCIPLINA: ENFERMAGEM EM EMERGÊNCIA E TERAPIA INTENSIVA Carga HoráriaTotal: 120 Teoria: 60 Prática: 60 01. EMENTA Caracterização da Emergência. Aspectos conceituais, organizacionais e de inserção institucional e no Sistema Único de Saúde. Aspectos ético-legais e psicossociais da assistência na Emergência. Ações imediatas e mediatas em situações de emergências. Atividades da Enfermagem na Emergência. As diversas patologias que envolvem risco de vida relacionadas com a Emergência: fundamentação fisiopatológica, detecção das manifestações clínicas, configuração do diagnóstico, instituição dos cuidados imediatos emergenciais. Contexto da assistência na Emergência. Assistência de Enfermagem a pacientes em situações de emergência em todas as fases do ciclo vital. Assistência de enfermagem sistematizada ao paciente internado na UTI. Papel do enfermeiro em UTI. Inserção da UTI no sistema de assistência à saúde. 85 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 02. OBJETIVO GERAL Desenvolver e aplicar os conhecimentos técnicos científicos desenvolvendo competências e habilidades da assistência sistematizada de enfermagem, ao indivíduo com afecções que requeiram tratamento de emergência e intensiva , promovendo a saúde e a reabilitação com vistas a sua reintegração social. 03. BIBLIOGRAFIA Básica KNOBEL, Elias. Condutas no paciente grave. Vol.1.Sao Paulo: Atheneu, 2006. HIGA, Elisa M. S., ATALLAH, Álvaro N. e colaboradores. Guia de Medicina de Urgência. 2ª Ed. Editora Unifesp-EPM. Baureri, SP: Monole, 2008. TALBOT, Laura. Avaliação em cuidados críticos. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001. Complementar BARBIERE, Renato L. S.O.S. Cuidados emergenciais. Editora Rideel. 1ª Edição, São Paulo, 2002 FIGUEIREDO, Nebia Maria Almeida de. Enfermagem: cuidando em emergência. Sao Paulo: Yendis, 2006. RATTON, Jose Luiz de Amorim. Ratton, emergencias medicas e terapia intensiva. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. INTERPRETAÇAO do ECG Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Guia de medicina de urgencia. Sao Paulo: Manole, 2008. ZIPES, Douglas P.. Braunwald tratado de doenças cardiovasculares v.2. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. ZIPES, Douglas P.. Braunwald tratado de doenças cardiovasculares v.1. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. 9º PERIODO DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO I Carga Horária Total: 540 01. EMENTA O exercício supervisionado das funções e atividades do enfermeiro em unidades básicas de saúde no campo gerencial, assistencial e educativo, atuando no planejamento, execução e avaliação das ações de saúde num contexto biopsicossocial, enfatizando a qualidade e a importância do perfil profissional e buscando a educação continuada como medida básica de prevenção primária no âmbito da saúde. 02. OBJETIVO GERAL Possibilitar aos discentes a concretização e a integração dos conhecimentos das habilidades e das atitudes necessárias à sua formação básica, dentro de uma perspectiva interdisciplinar que privilegie a relação teoria-prática-teoria, atuando com autonomia e conhecimento científico com base nos princípios do Sistema Único de Saúde. 03. BIBLIOGRAFIA Básica CARVALHO, Geraldo Mota. Enfermagem em Ginecologia. 1ªed. rev. e ampl. São Paulo: ed. EPU, 2004. CARVALHO,Geraldo Mota. Enfermagem em Obstetrícia. rev. e ampl. São Paulo: ed. EPU, 2002. ROACH, Sally. Introdução à Enfermagem Gerontológica: alterações fisiológicas do idoso. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. KAWAMOTO, Emilia, Emi; FLORIO, Arlete; SOUZA, Ana Lucia Teles de Moura. O neonato, a criança e o Adolescente. São Paulo. EPU. 2001. Complementar CHIAVENATO, Idalberto. Administração de Recursos Humano: fundamentos básicos. 6ª ed. Altas. São Paulo, 2006. VERONESI, R. FOCACCIA, R. Tratado de infectologia. 3ª ed. Vol I e II. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 86 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 KAWAMOTO, E. E; FLORIO, A; SOUZA, A L. T. .M. O neonato, a criança e o Adolescente. São Paulo. EPU. 2001. COLLET, Neuza; OLIVEIRA, Beatriz Rosana G. Manual de Enfermagem Pediatrica. Goiânia. AB Editora. 2002. VERONESI; FOCACCIA et al. Tratado de infectologia. 3º ed. Vol. I e II. Guanabara Koogan. Rio de Janeiro, 2005. REZENDE, Jorge. Obstetrícia. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Lista de manuais do Ministério da Saúde, adquiridos em biblioteca virtual: www.saude.gov.br/editora/produtos/livros Assistência em Planejamento Familiar, 2002. Caderno de Atenção Básica: Manual Técnico para o Controle da Tuberculose. Caderno de Atenção Básica nº 15 – Hipertensão Arterial Sistêmica, 2006. Caderno de Atenção Básica nº 09 – Dermatologia na atenção Básica, 2002. Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 Anos. Guia Prático de Alimentos para Crianças menores de 12 Meses. Guia para o Controle da Hanseníase, 2002 Manual Técnico de Pré-Natal e Puerpério – Atenção Qualificada e Humanizada, 2006. Manual de Normas Técnicas e Rotinas Operacionais do Programa Nacional de Triagem Neonatal - 2.ª ed. Brasília, 2003. Manual de Recomendações para Diagnóstico, Tratamento e Acompanhamento da Co-Infecção Leishmania – HIV. Manual Saúde de Ferro, 2005. Manual: Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis, 2006. Normas Técnicas de Tratamento profilático Anti-rábico Humano, 2002. Política Nacional de Atenção Básica, 2006 Programa Nacional de Imunização: Manual da Rede de Frios, 2001; Manual de Imunobiológicos Especiais, 2006; Capacitação de pessoal em sala de Vacinação, 2001; Manual de procedimentos para Vacinação, 2001. SIAB: manual do Sistema de Informação de Atenção Básica 10º PERIODO DISCIPLINA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Carga Horária Total: 540 01. EMENTA Desenvolvimento do exercício e atividades dos enfermeiros, desenvolvidos nas unidades hospitalares, atuando em campo gerencial, assistencial e educativo, no planejamento, execução e avaliação das ações de saúde num contexto biopsicosocial. 02. OBJETIVO GERAL Possibilitar aos acadêmicos a concretização e a integração dos conhecimentos das habilidades e atitudes necessárias à formação numa perspectiva interdisciplinar que privilegie a práxis, atuando com autonomia e conhecimento científico na assistência ao paciente e educação em saúde, planejando e executando as ações de enfermagem, prevenção, tratamento e recuperação, em âmbito hospitalar com base nos princípios do Sistema Único de Saúde. 03. BIBLIOGRAFIA 87 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Básica NANDA INTERNACIONAL. Diagnósticos de Enfermagem da Nanda - Definições e Classificação 2009/2011. Editora Artmed . KNOBEL, E. Condutas no Paciente Grave. 2. ed. v 1 e 2. Rio de Janeiro: Atheneu, 2006. CARVALHO, G. M. Enfermagem em Ginecologia. 1. ed. rev. São Paulo: ed. EPU, 2004. ROACH, S. Introdução à Enfermagem Gerontológica: alterações fisiológicas do idoso. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. BICKLEY, Lynn S. Bates Propedêutica Médica. 10. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. MARTINS, Herlon Saraiva. et al. Emergências Clínicas : Abordagem Prática. 7. ed. São Paulo: Manole, 2012. CAMPANA, Álvaro Oscar. Exame Clínico : Sintomas e Sinais em Clínica Médica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. JHONON, Marion et al. Ligações entre Nanda, NIC e NOC: Diagnósticos Resultados e Intervenções de Enfermagem. 2ed. São Paulo: Artmed, 2009. Complementar SPARKS, S.M.; TAYLOR, C. M., DYER J. G. Diagnóstico em Enfermagem. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2000. POSSO, M. B. S. Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2003. FONTINELE JUNIOR, K. Administração Hospitalar. Goiânia: AB Editora, 2002. kENNER, C. Enfermagem Neonatal. 2. ed. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001. MOTTA, A. Auditoria de enfermagem no processo de credenciamento. São Paulo: Iátria, 2003. BIROLINI, Dario; ATALLAH, Alvario Nagib. Atualização terapêutica de Prado, Ramos e Valle : urgências e emergências 2012/2013. 1. ed. São Paulo: Artes Medicas, 2012. MENDELSSONH, Paulo. Barbosa : Controle Clínico do Paciente Cirúrgico. 7. ed. São Paulo: Atheneu, 2009. DISCIPLINA: TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II Carga Horária Total: 80 Teórica: 20 Prática: 60 1 EMENTA Desenvolvimento do projeto de pesquisa: aplicação metodológica, tratamento e discussão dos dados, redação. Apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso. 2 OBJETIVO GERAL Propiciar ao aluno a oportunidade de realizar um exercício pedagógico concentrado, realizado em momento mais próximo do final do Curso de Graduação em Enfermagem, por meio do qual o aluno é instado a exibir as competências e habilidades obtidas ao longo de sua formação. 3 BIBLIOGRAFIA Básica FACIMED. Manual para Elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC (Artigo e Monografia). Núcleo de Pesquisa em Educação e Saúde da FACIMED – NUPEES. Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal/RO. FACIMED, 2011. LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Técnicas de Pesquisa. 5º. ed. rev. e amp.São Paulo: Cortez e Moraes, 2002. HADDAD, Nagib. Metodologia de estudos em Ciências da Saúde: como planejar, analisar e apresentar um trabalho científico. São Paulo: Roca, 2004. Complementar SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 22 ed. rev. e amp. São Paulo: Cortez e Moraes, 2002. 88 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 LAKATOS, E. M., MARCONI, M. de A. Fundamentos de Metodologia Científica. 6° Ed. São Paulo: Atlas, 2007. ANDRADE, M. M. de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 9° Ed. São Paulo. Atlas, 2009. JEKEL, James; KATZ, David L; ELOMRE, Joann G. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. 2° Ed. Porto Alegre, 2005. GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 4° Ed. Atlas. São Paulo, 2002. 1.10.6 Componentes curriculares Optativos: DISCIPLINA: LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS Carga Horária Total: 60 Prática: 60 01. EMENTA Linguagem e surdez: aspectos históricos da modalidade gestual-visual. Alfabeto manual e os sinais para o aprendizado e interpretação da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. 02. OBJETIVO GERAL Conhecer aspectos sintáticos, morfológicos e fonológicos da Libras. 03. BIBLIOGRAFIA Básica KOJIMA, Catarina Kiguti. LIBRAS: Lingua Brasileira de Sinais - a imagem do pensamento. Sao Paulo: Escala, s.d.. QUADROS, Ronice Muller de. Lingua de sinais brasileira: estudos linguisticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. CAPOVILLA, F.; RAPHAEL, V. Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngüe – Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. (vol. I e II). São Paulo: EDUSP, 2001. Complementar CAPOVILLA, Fernando Cesar. Novo deit-libras v.1: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua brasileira de sinais, baseado em linguística e neurociências cognitivas. Sao Paulo: INEP, 2009. CAPOVILLA, Fernando Cesar. Novo deit-libras v.2: dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua brasileira de sinais, baseado em linguística e neurociências cognitivas. Sao Paulo: INEP, 2009. QUADROS, Ronice Muller de. Educação de Surdos – A aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. CAPOVILLA, F. C., RAPHAEL, W. D. Enciclopédia da Língua de Sinais Brasileira: O Mundo do Surdo em Libras. São Paulo, SP: Edusp, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo; 2004 a. v.1. [Sinais da Libras e o universo da educação; e Como avaliar o desenvolvimento da competência de leitura de palavras processos de reconhecimento e decodificação) em escolares surdos do Ensino Fundamental ao Médio]. SKLIAR, Carlos. Surdez, A: Um olhar sobre as diferenças. Vol 1 e 2. 4º ed. Moinhos de vento: Mediação. 2010. QUADROS, Ronice Muller de..O tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais e língua portuguesa. 2004. DISCIPLINA: ONCOLOGIA Carga Horária Total: 60 Prática: 60 01. EMENTA Compreensão dos princípios básicos da fisiopatologia, prevenção e tratamento do câncer, bem como, a análise de conceitos básicos do cuidado de enfermagem a pacientes oncológicos, englobando as áreas 89 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 de unidade clínica oncologia e o desenvolvimento de habilidades afetivas no relacionamento psicossocial enfermeiro-paciente e família. 02. OBJETIVO GERAL Proporcionar o conhecimento em oncologia com abordagem na humanização do cuidado de enfermagem ao paciente oncológico, desenvolvendo intervenções relacionadas à prevenção e detecção precoce do câncer, à assistência, à gerência e à pesquisa de enfermagem na área oncológica. 03. BIBLIOGRAFIA Básica OTTO, Shirley E.. Oncologia. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2002. FONSECA, Selma Montosa da. Manual de quimioterapia antineoplastica. Rio de Janeiro: Reichman Afonso editores, 2000. MURTA, G.F. e org. Saberes e práticas: guia para o ensino e aprendizado em enfermagem. 6ª Ed, Vol. 5. São Caetano do Sul: Difusão editora, 2010. Complementar RESS, Gareth J. G.. Câncer. São Paulo: Três, 2001. BRENTANI, Maria Mitzi, COELHO, Francisco Ricardo Gualda; KOWALSKI, Luiz Paulo. Bases da oncologia. São Paulo: Tecmedd, 2003. SPENCE, Roy A. J.; JOHNSTON, Patrick G. Oncologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. GOVINDAN, Ramaswamy. Washigton manual de oncologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. TALBOT, Laura. Avaliação em cuidados críticos. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2001. DISCIPLINA: TOXICOLOGIA Carga Horária Total: 60 Prática: 60 01. EMENTA Introdução e conceitos gerais de toxicologia.Conhecimento dos ramos da Toxicologia (ocupacional, ambiental, social, medicamentosa, clínica e forense). Interação agente tóxico-agente biológico na toxicologia dos medicamentos. Toxicologia social. Plantas tóxicas. Tratamento geral das intoxicações: princípios básicos. Vias de penetração. Localização e eliminação dos tóxicos. 02. OBJETIVO GERAL Compreeder o modo pelo qual as drogas atuam no sistema biológico humano, relacionando com as implicações que a mesma representa para a sociedade. 03. BIBLIOGRAFIA Básica OGA, S. Fundamentos de Toxicologia. 2ed. São Paulo: Atheneu, 2003. RANG, H. P.; DALE, M. M.; RITTER, J. M.; FLOWER, R. J. Farmacologia. 6.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. OGA, S.; BASILE, A. C.; CARVALHO, M. F. Guia Zanini-Oga de Interações Medicamentosas. São Paulo, Atheneu, 2002. Complementar KATZUNG, B. G. Farmacologia Básica e Clínica. 10ed. Porto Alegre: AMGH, 2010. DeLUCIA, R.; OLIVEIRA-FILHO, R. M.; PLANETA, C. S., et al. Farmacologia Integrada. 3ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2007. FONSECA, A. L. Interações Medicamentosas. Rio de Janeiro: EPUB, 2000. MOREAU, Regina Lucia de Moraes. Toxicologia analitica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. BRUTON, L. L.; LAZO, J. S.; PARKER, K. L. Goodman & Gilman – As Bases Farmacológicas da 90 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Terapêutica. 11ed. Porto Alegre: AMGH, 2006. DISCIPLINA: INTERPRETAÇÃO DE EXAMES LABORATORIAIS NA ENFERMAGEM Carga Horária Total: 60 Prática: 60 01. EMENTA Elementos de fisiologia do sangue e bioquímica aplicados à interpretação de exames. Interpretação dos exames complementares de laboratório de patologia clínica, de citopatologia e sua correlação dos resultados dos exames com o quadro clínico do paciente e as principais patologias associadas. Legislação de enfermagem: limites de atuação do profissional. 02. OBJETIVO GERAL visa o aprendizado para melhorar a interpretação de exames laboratoriais, citopatologicos de acordo com os parâmetros de normalidade internacionais e os princípios éticos e legais da profissão, associando-os com a clínica do paciente, a fim de detectar necessidade de intervenções para o cuidado de enfermagem. 03. BIBLIOGRAFIA Básica FISCHBACH, Frances. Manual de enfermagem: exames laboratoriais e diagnósticos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. OLIVEIRA, João Batista Alves de. Exames laboratoriais para o clinico. Rio de Janeiro: Medsi, 2003. FERREIRA, A. Walter. Diagnostico laboratorial: avaliaçao de metodos de diagnostico das principais doenças infecciosas e parasitarias e auto-imunes - correlaçao clinico-laboratorial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. Complementar LIMA, Orcelia Pereira Sales Carvalho. Leitura e interpretação de exames em enfermagem. Goiania: AB, 2008. TERRA, Paulo. Coagulação: interpretação clinica dos testes laboratoriais de rotina. São Paulo: Atheneu, 2004. DIEPENBROCK, Nancy H.. Cuidados intensivos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. (1) LIMA, A. Oliveira. Métodos de laboratório aplicados a clinica: técnica e interpretação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2001. RAVEL, Richard. Laboratorio clinico. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997. (10) BAIN, Barbara J.. Celulas sanguineas: um guia pratico. Porto Alegre: Artmed, 2007. OLIVEIRA, Raimundo Antonio Gomes. Hemograma: como fazer e interpretar. Sao Paulo: LPM, 2007. SCHIFFMAN, Fred J.. Fisiopatologia hematologica. Sao Paulo: Santos, 2004. 1.10.7- Política de Educação Ambiental A política de Educação Ambiental no âmbito do curso visa construir valores sociais, atitudinais e competências para a utilização sustentável do meio ambiente. Além do oferecimento de disciplinas que tratam do tema, serão implementados projetos e programas relacionados à educação ambiental. De igual modo, serão estabelecidas parcerias com órgãos ambientais de natureza pública e privada para o desenvolvimento de políticas de preservação e conservação de rios, florestas e outros ambientes naturais na região de abrangência da Faculdade. 91 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 1.11 - Metodologia As metodologias propostas visam ao rigor, à solidez e à integração dos conhecimentos teóricos e práticos, voltados para a formação do profissional e do cidadão. O objetivo é levar os alunos a aprender a aprender que engloba aprender a ser, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a conhecer, garantindo a formação de enfermeiros com autonomia e discernimento para assegurar a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento prestado ao indivíduo, família e coletividade. A construção de um projeto apoiado em relações democráticas previstas na concepção do curso fica garantida nas metodologias participativas e integradoras, tais como trabalhos em grupos e aulas dialogadas. As pesquisas e os seminários levam a formação de profissionais que possa também produzir novos conhecimentos, aliando a teoria à prática através de observação e da análise da realidade educacional brasileira. A concepção do curso contempla o individuo na condição pós-moderna, envidando a formação do conhecimento, aprendendo a lidar com o avanço da ciência, da tecnologia de forma integral e a olhar para o novo homem de forma holística. Essa visão da educação, que tem por objetivo despertar a consciência do ser humano e sua relação com o mundo que o cerceia, é contemplada através das metodologias que favoreçam não apenas o saber, mas o saber pensar e o intervir. Na FACIMED, caberá a cada professor a seleção de metodologias e instrumentos de ensino que, condizentes a sua área, busquem atender aos objetivos propostos pelo componente curricular, de forma a desenvolver as competências e habilidades esperadas. No seu fazer pedagógico o professor deverá estar mais preocupado em formar competências, habilidades e disposições de conduta do que com a quantidade de informações. Ao escolher as estratégias de ensino, sugere-se que elas sejam as mais diversificadas possíveis, sendo que o planejamento acadêmico deve assegura, em termos de carga horária e de planos de estudos, o envolvimento do aluno em atividades, individuais e de equipe, que incluem, entre outros: Algumas metodologias que serão utilizadas: - aulas expositivas/dialogadas - leitura e discussão de textos - pesquisas - estudos e trabalho em grupo - exercícios de interpretação de textos - dinâmicas de grupo - seminários temáticos - debates - elaboração de projeto de pesquisa - pesquisa teórica/bibliográfica - análise da legislação - visitas técnicas em instituições conveniadas e outras - estudos de caso 1.12 - Estágio Supervisionado O estágio supervisionado curricular, nos termos da legislação em vigor, é parte indispensável e indissociável dos cursos de graduação, e, como tal é percebido e será desenvolvido no curso de Enfermagem da FACIMED. 92 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Seu objetivo fundamental é possibilitar ao acadêmico uma experiência de aprendizagem profissional direta e real, durante a qual, sob supervisão profissional habilitada e competente, o mesmo se torne progressivamente responsável por tarefas típicas do seu campo de ação profissional, consideradas as prerrogativas e limitações de sua formação segundo a normatização legal vigente. Objetiva também, fornecer retroalimentação ao currículo de formação profissional, possibilitando um constante aperfeiçoamento de todas as experiências curriculares empreendidas pela FACIMED. Considerando, portanto, que o Estágio Supervisionado Curricular constitui um processo dinâmico de aprendizagem que se realiza através da experiência e da atividade do estagiário, com sua efetiva participação, devendo constituir-se em um verdadeiro programa de ação, foram elaboradas as diretrizes básicas visando sua implantação, desenvolvimento, acompanhamento e avaliação. O objetivo geral dos Estágios é possibilitar aos discentes a concretização e a integração dos conhecimentos das habilidades e das atitudes necessárias à sua formação básica, dentro de uma perspectiva interdisciplinar que privilegie a relação teoria-prática-teoria. São objetivos específicos dos estágios: • Atender as especificidades determinadas pelo Projeto Político Pedagógico do curso para cada uma das etapas do estágio; • Oportunizar as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural adequadas aos valores éticos da área de formação; • Facilitar ao graduando, através de uma reflexão crítica, a identificação das possibilidades e limitações de seu campo de atividade específico, buscando superá-las dentro de uma prática ético-profissional amadurecida; • Possibilitar à FACIMED avaliação permanente de seus currículos e programas, de modo a facilitar a sua contínua atualização; • Estimular, no estagiário, uma atitude de curiosidade científica e questionamentos contínuos, que impulsione a um progressivo e permanente consumo, produção e divulgação do conhecimento; • Possibilitar a prática do exercício da enfermagem no meio rural, onde existem menores condições tecnológicas. • Possibilitar o aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho. Considera-se como campo, justo e adequado de estágio, as instalações da FACIMED e/ou de empresas/escolas conveniadas, onde o acadêmico possa: • • • • • • Ter supervisão competente, a critério da FACIMED; Vivenciar a realidade profissional fundamentada em princípios técnicos e éticos adequados; Participar, com voz, de reuniões de equipe de formação, de pesquisa e extensão ou outras desenvolvidas pela unidade; Ser estimulado a uma crescente formação ética-pessoal e profissional; Aprender a ver o indivíduo sob sua responsabilidade como ser humano, merecedor de respeito, liberdade, dignidade e direito de manifestação pessoal; Atender os requisitos mínimos de formação profissional estabelecidos pela FACIMED pelo órgão de classe competente e pela Lei no 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e 93 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. O curso de enfermagem da Facimed oferece aos seus alunos dois tipos de estágio: Estágio supervisionado: indispensável à concretização do curso, sendo dividido em 02 modalidades: Estágio Supervisionado I com enfoque a atenção primária a saúde desenvolvida através de ações em Unidades Básicas de Saúde; e Estágio Supervisionado II com enfoque a atenção secundária e terciária desenvolvidas através de ações em Unidades Hospitalares. Dada as particularidades do estágio realizado nas unidades básicas de saúde, o estágio ocorrerá no período matutino. Estágio extracurricular: opcional aos alunos que desejarem livremente aprofundar seu conhecimento em área que julgue necessária à sua formação pessoal ou profissional, conforme as diretrizes da Coordenação de Estágios, consideradas as orientações e determinações do Projeto Político-Pedagógico e da Coordenadora do Curso. O plano geral de estágio do curso de Enfermagem é definido pela Coordenação de Estágios a partir das decisões da Coordenação do Curso, ouvidas suas Coordenações e os professores supervisores de estágio respectivos. Os Estágios Supervisionados dos Cursos da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal – FACIMED, que os exigem constam de atividades práticas visando a qualificação profissional, exercidas em situação real de trabalho. É obrigatória a integralização da carga horária total do estágio prevista no currículo do curso, incluindo horas destinadas ao planejamento, orientação e avaliação das atividades. A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado totaliza 20% da carga horária total do Curso, estando de acordo com as diretrizes curriculares Res.CNE/CES 03/01. Considerando-se o que prevêem a legislação e a regulamentação específica do estágio, a avaliação de estágio curricular atenderá aos seguintes critérios: I - Será considerado aprovado, o acadêmico que obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete) e 100 % de freqüência no semestre; II - Caso a nota final seja inferior a 7,0 (sete), o estagiário deverá refazer todo o processo de estágio, sendo vedado a realização da prova substitutiva. Os estágios são coordenados pela Coordenação de curso e supervisionados por docentes especificamente designados para esta atividade e estão devidamente regulamentos no Regulamento de Estágio. A extensão, monitorias e iniciação científica, desde que devidamente controladas, registradas e supervisionadas poderão ser utilizadas na carga horária do estágio, desde que mantenha relações intrínsecas com as modalidades do estágio e ocorram nos períodos correspondentes aos dos estágios curriculares supervisionados. REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DO CONCEITO, OBJETIVOS, CONTEÚDO E FINALIDADE Art. 1º O estágio é um componente do projeto pedagógico do curso, devendo ser inerente ou complementar à formação acadêmica profissional. O Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Enfermagem visa proporcionar ao aluno uma visão crítica da profissão, de forma a integrar a teoria com a prática, sendo o elo de articulação ação-reflexão-ação e compreendendo os conteúdos do 94 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 conhecimento das áreas de Ciências da Saúde e Biológicas, Ciências Humanas e Sociais e Ciências da Enfermagem. Art. 2º A atividade de estágio é de natureza exclusivamente discente e tendo como objetivo possibilitar a concretização e a integração dos conhecimentos das habilidades e das atitudes necessárias à sua formação básica, dentro de uma perspectiva interdisciplinar que privilegie a relação teoria-prática-teoria. Art.3º O Estágio Curricular Supervisionado estender-se-á aos seguintes conteúdos do currículo integrado do Curso: I – fundamentos da enfermagem; II – assistência da enfermagem; III – administração de enfermagem; Art. 4º As atividades do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Enfermagem têm como finalidade: I -Oportunizar ao acadêmico um contato mais direto e sistemático com a realidade profissional, visando a aplicação na prática os conhecimentos teóricos desenvolvidos nas unidades temáticas; II - Capacitar o estagiário para atividades de investigação, análise e intervenção na realidade profissional específica; III - Viabilizar a realização de experiências em situações concretas, relacionadas com a área de conhecimento do curso; IV - atuar nas atividades de aprendizagem social, profissional e cultural através de participação no contexto real de trabalho; V - integrar os alunos com a comunidade, possibilitando a busca conjunta de soluções para as situações-problema e a atuação contextualizada organizacional da sociedade; VI - Possibilitar ao estagiário a construção de suas próprias condutas (afetivas, cognitivas e técnicas) a partir da situação em que se encontra, frente a um futuro desempenho profissional; VII - oferecer à FACIMED em específico para o Curso de Enfermagem subsídios para a revisão do Projeto Pedagógico e a atualização de metodologias de ensino capazes de oferecer respostas a problemas específicos em níveis regional e nacional. CAPÍTULO II DAS MODALIDADES DE ESTÁGIO Art.5º A FACIMED oportunizará aos seus alunos dois tipos de estágio: I – Estágio Curricular Supervisionado; II – Estágio extra Curricular. I-Considerar-se-á Estágio Curricular Supervisionado aquele previsto na dinâmica curricular do curso, indispensável à integralização curricular, com carga horária específica, realizado na própria Instituição ou em locais de interesse institucional, mediante celebração de convênio e termo de compromisso entre as partes. II- Considerar-se-á Estágio de extra curricular aquele não previsto na dinâmica curricular do curso, constituindo opção pessoal de cada aluno, objetivando o enriquecimento de sua formação profissional e realizado na Instituição e, mediante celebração de convênios, em locais de escolha do aluno. CAPÍTULO III DA CARGA HORÁRIA E DOS CAMPOS DE ESTÁGIOS 95 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Art. 6º O Estágio Curricular Supervisionado deverá ser realizado conforme carga horária definida no Projeto Pedagógico vigente. A carga horária mínima do estágio curricular supervisionado deverá totalizar 20% da carga horária total do Curso, sendo de acordo com as diretrizes curriculares Res.CNE/CES 03/01. I - Nas Unidades de Saúde Pública; II - Nas Unidades Hospitalares. III- Unidade de Saúde Pública é toda unidade de saúde que atende a população em regime ambulatorial, nos níveis de atenção básico, especializado e de referência. IV- Unidade Hospitalar é todo estabelecimento de saúde destinado a prestar assistência médica e hospitalar em regime de internação abrangendo hospitais gerais, especializados e clínicas. Art.7º O Estágio Curricular Supervisionado deve ser desenvolvido individualmente e cada aluno cumprirá carga horária determinada pelo Projeto Pedagógico, sendo o aluno supervisionado em suas atividades de estágio, por enfermeiro vinculado ao Curso de Enfermagem da FACIMED. Art.8º As atividades do Estágio Curricular Supervisionado devem ser desenvolvidas em campos profissionais correlatos ao Curso de Enfermagem e que oferecem as condições necessárias à formação exigida pelo Projeto Pedagógico vigente. Art.9º Para realização do Estágio Curricular Supervisionado será necessária a existência de convênio previamente estabelecido entre as instituições concedente a FACIMED no qual devem constar as condições para a realização do mesmo. Art.10º A escolha dos setores nos campos profissionais para desenvolvimento do Estágio Curricular Supervisionado, previamente indicado coordenador e pelos professores supervisores e aprovado pelo Colegiado de Curso. CAPÍTULO IV DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DOS ESTÁGIOS Art. 11º A estrutura organizacional do Estágio Curricular Supervisionado será composta por: I - Colegiado de Curso; II - Coordenação de Curso; III – Supervisor de Estágio de Curso de Graduação. Art. 12º Constituem-se atribuições do Colegiado de Curso: I - Estabelecer as diretrizes de estágio para o curso, em consonância com o regimento geral e com as demais normas regimentais da Instituição e com e a Lei n o 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes; II - apreciar os Planos de Atividades do Estágio Curricular Supervisionado até o final do semestre, (imediatamente ao anterior); III - analisar e aprovar o cronograma de acompanhamento das atividades de estágio no município em que o Curso está sendo ofertado e conforme o caso, em outros municípios. Art. 13º Constituem-se atribuições da Coordenação de Curso: I - submeter à aprovação do Colegiado de Curso, os Planos de Atividades do Estágio Curricular Supervisionado elaborados pelo professor supervisor . II - acompanhar o desenvolvimento das atividades do professor em Estágio Curricular Supervisionado; III - participar do processo de construção metodológica dos Estágio Curricular Supervisionado realizado pelos professores supervisores; IV - discutir com os professores supervisores medidas para consecução das competências, habilidades e capacidades delineadas no Projeto Pedagógico; V - solicitar ao órgão competente da FACIMED celebração de convênios e celebração dos Termos de Compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino, 96 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 VI - prever recursos no orçamento do Curso para a concessão de diárias e despesas com transporte aos professores supervisores que se deslocarem para outros municípios para acompanhamento aos alunos em suas atividades de estágio, quando for o caso; VII - convocar os professores do Estágio Curricular Supervisionado para reuniões sempre que necessário; VIII - encaminhar para as organizações concedentes, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias, o cronograma dos Estágio Curricular Supervisionado com a descrição dos propósitos, competências, capacidades e habilidades que devem ser desenvolvidas nos Estágio Curricular Supervisionado e a relação dos acadêmicos. Art. 14º Constituem-se atribuições do professor supervisor do Estágio Curricular Supervisionado: I - acompanhar e avaliar o aluno durante todo o período do Estágio Curricular Supervisionado respeitando as especificidades propostas no desenvolvimento do mesmo; II - acompanhar o cumprimento das normas disciplinares da instituição concedente e da FACIMED. III - conhecer previamente o campo profissional onde será realizado o Estágio Curricular Supervisionado; IV - elaborar o Plano de Atividades de Estágio para que o aluno possa desenvolver as competências, habilidades e capacidades estabelecidas no Projeto Pedagógico; V - esclarecer aos alunos os propósitos do Estágio Curricular Supervisionado, bem como sua dinâmica, forma de avaliação e cronograma das atividades; VI - proceder avaliação diagnóstica, formativa e corretiva em conjunto com o aluno ao longo da realização do Estágio Curricular Supervisionado; VII- acompanhar o cumprimento da carga horária de estágio através do registro de freqüência do aluno e do relatório diário de atividades de campo; VIII - participar das reuniões convocadas pelo Coordenador de Curso e/ou solicitá-las quando necessário; IX - cumprir e fazer cumprir o disposto neste Regulamento e a Lei no 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes. Art. 15º Constituem-se atribuições do aluno: I - conhecer e cumprir este Regulamento; II- Cumprir com assiduidade o cronograma de estágio, bem como entregar o relatório de estágio dentro do prazo; III- desenvolver as atividades do Plano de Atividades de Estágio e elaborar relatório de atividades, sob orientação do professor supervisor; IV - apresentar sugestões que possam contribuir para a superação das situações-problema, respeitando os princípios hierárquicos, para a melhoria da qualidade do Estágio Curricular Supervisionado; V - zelar pelo equipamento e material dos campos onde se realizam os Estágio Curricular Supervisionado; VI - apresentar comprovante de vacinação das vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde, para a faixa etária, para início das atividades do Estágio Curricular Supervisionado; (disposições contrárias serão definidas pela coordenação de curso ); VII – apresentar comprovante do seguro de saúde adquirido pela FACIMED. VIII- manter em dia o registro de freqüência e o relatório diário de atividades de campo; IX - assinar Termo de Compromisso de Estágio (Anexo 1); X- fazer uso do crachá contendo foto e o emblema da FACIMED; XI- utilizar o uniforme BRANCO, sapato fechado e Jaleco de manga longa 97 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 com identificação bordada no bolso com o nome FACIMED e Enfermagem. XII- o acadêmico deverá manter postura ética no ambiente de estágio, manter bom relacionamento com clientes, equipe da unidade e grupo de estágio e deverá utilizar vestimentas adequadas, afim de não denegrir a imagem docente, discente, institucional e do próprio curso de enfermagem. XIII- atender às demais normas do regulamento de estágio do curso e à Lei no 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes; Art. 16º O Estágio Curricular Supervisionado deverá ser desenvolvido sob supervisão do docente enfermeiro do Curso de Enfermagem da FACIMED. I-Cada professor supervisor terá no máximo 8 (oito) alunos, por atividade. II- O Plano de Atividades de Estágio será elaborado no final do semestre, imediatamente ao anterior e de acordo com o campo profissional escolhido. CAPÍTULO V DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO Art. 17º A avaliação do Estágio Curricular Supervisionado deve obedecer aos critérios estabelecidos no Projeto Pedagógico vigente e definidos pelos professores supervisores responsáveis pelo estágio, descritos nos Planos de Ensino. I- A avaliação do supervisor do campo profissional será parte integrante da avaliação do aluno realizada pelo professor supervisor da FACIMED. II- Não é concedida ao aluno a realização de prova substitutiva no Estágio Curricular Supervisionado, tendo em vista as suas especificidades. Art. 18º - O aproveitamento do estudante no estágio será avaliado sob o aspecto ético, técnico e teórico, de acordo com as especificações nos critério de avaliação dos Planos de Ensino vigente. • No aspecto ético serão observados: 1. Assiduidade e pontualidade. 2. Iniciativa, participação e organização das atividades propostas. 3. Aparência pessoal e comportamento 4. Relacionamento interpessoal com clientes e equipe. 5. Cumprimento da Ética Profissional (Postura profissional e responsabilidade técnica). • No aspecto técnico os procedimentos estão apresentados nos boletins de procedimentos (Anexo aos Planos de Ensino) • No aspecto teórico serão avaliados 1. Terminologia e fundamentos científicos 2. Evolução e relatórios de enfermagem 3. Identificação e resolução de problemas 4. Sistematização da Assistência de Enfermagem Art. 19º -Considerando-se o que prevêem a legislação e a regulamentação específica do estágio, a avaliação de estágio curricular atenderá aos seguintes critérios: I - Será considerado aprovado, o acadêmico que obtiver média igual ou superior a 7,0 (sete) e 100 % de freqüência no semestre; II - Caso a nota final seja inferior a 7,0 (sete), o estagiário deverá refazer todo o processo de estágio, sendo vedado a realização da prova substitutiva. 98 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Art. 20º Os demais instrumentos que compõe os documentos básicos de apoio aos Estágios Supervisionados serão elaborados pelos supervisores de estágio e após aprovação do coordenador de curso estarão em anexo nos planos de ensino do Estágio Supervisionado I e Estágio Supervisionado II Art. 21º A FACIMED deverá adquirir seguro de acidentes pessoais em favor do aluno. Art. 22º O estágio supervisionado não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, mesmo que o aluno receba bolsa ou qualquer outra forma de contraprestação que venha a ser acordada. Art. 23º Qualquer situação não contemplada neste Regulamento deverá ser analisada pelo Colegiado de Curso e CEPEX . Art. 24º O presente Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo CEPEX, revogandose disposições em contrário. 1.13 - Atividades Complementares O Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED, considerando a importância de outras atividades acadêmicas na formação do profissional da área, reservou a realização de atividades complementares. Compreende-se que tais atividades ampliam os conteúdos das disciplinas que integram o currículo em sentido estrito, permitindo de forma mais efetiva, a interdisciplinaridade e multidisciplinaridade. A possibilidade de freqüentar cursos, seminários e outros eventos viabilizam a comunicação entre as diversas áreas do conhecimento e outras ciências. A proposta permite, também, ao discente, a participação na formação do seu currículo, atendendo à crescente demanda do conhecimento sem a conseqüente sobrecarga de creditação e no tempo de conclusão do curso. Tendo em vista a importância de preparar um profissional com capacidade crítica e reflexiva que encontre soluções para um mundo em processo constante de mudanças, as atividades complementares têm um papel importante na formação crítica, reflexiva e construtiva que se quer oportunizar no curso. As atividades complementares visam, também, o complemento da estrutura curricular do curso, colocando à disposição do discente atividades não incluídas em seu currículo regular. Os critérios e formas de procedimentais que orientam o processo de reconhecimento e validação das Atividades Complementares no âmbito dos Cursos de Graduação em Enfermagem da FACIMED estão descritas no Regulamento de Atividades complementares. REGULAMENTO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Considerando as exigências da LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL, no atinente às Atividades Complementares dos Cursos de Graduação, nas suas mais diversas regulamentações para outras formas de atividades acadêmico-científico-culturais das áreas de conhecimento: I – Das disposições gerais Art. 1º. O seguinte regulamento tem por objetivo estabelecer os critérios e formas procedimentais que orientam o processo de reconhecimento e validação das Atividades Complementares no âmbito dos Cursos de Graduação. Art. 2º. Compreende-se no conceito de Atividades Complementares, passíveis de aproveitamento como tal, todas as atividades de natureza acadêmica realizadas a partir do 1º. semestre de ingresso do aluno no Curso, que guardem, obrigatoriamente, correspondência com as temáticas de interesse do Curso, compreendidas nos programas das disciplinas que integram o currículo e capazes de contribuir para a formação acadêmica. 99 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Art. 3º. Em respeito às resoluções do Conselho Nacional de Educação sobre as atividades acadêmicocientífico-culturais (atividades complementares), o presente regulamento tem por finalidade normatizar o oferecimento, a matrícula, o aproveitamento e a validação das disciplinas complementares que compõem o núcleo flexível do currículo pleno dos Cursos de Graduação, sendo o seu integral cumprimento indispensável para a conclusão do Curso e colação de grau. Art. 4º. Os objetivos específicos das Atividades Complementares são os de flexibilizar o currículo pleno dos Cursos de Graduação e propiciar aos acadêmicos a possibilidade de aprofundamento temático e interdisciplinar. II – Da Coordenação de Atividades Complementares Art. 5º. O Coordenador de Curso de Graduação será o responsável direto pelas Atividades Complementares de seu Curso ou designará Professor para tal fim. Art. 6º. Compete ao Coordenador do Curso ou Professor designado: 1º. Elaborar, em conjunto com os docentes, o planejamento prévio semestral de atividades; 2º. Emitir a agenda mensal de Atividades Complementares do Curso de Graduação; 3º. Coordenar a divulgação, sob as mais variadas formas, aos acadêmicos e à mídia das Atividades Complementares; 4º. Acompanhar o desempenho dos acadêmicos no cumprimento das Atividades Complementares; 5º. Apresentar relatório transcorridos 15 dias úteis da realização das Atividades Complementares realizadas pelo Curso de Graduação à Coordenação Pedagógica; 6º. Organizar o arquivo com a documentação pertinente às Atividades Complementares de cada acadêmico em pastas individualizadas; 7º. Informar, semestralmente, à Secretaria Acadêmica, as horas computadas para cada acadêmico. III – Das Atividades Complementares Art. 7º. Compõem-se as Atividades Complementares do currículo pleno do Curso de Graduação em Enfermagem: a) Disciplinas extra-curriculares em áreas afins, até o limite máximo de 20 horas de atividades e obedecendo a dois anos após a sua conclusão; b) Disciplinas de Graduação, cursadas na sua totalidade em outras instituições de Ensino Superior, dependentes de prévia e expressa validação do Coordenador do Curso de Graduação para cômputo de Atividades Complementares, até o limite máximo de 20 horas e obedecendo a dois anos após a sua conclusão; c) Participação em Projetos e Programas de Pesquisa, sob a execução de professores nomeados pelo Coordenador do Curso de Graduação e aprovados pela Coordenação do Núcleo de Pesquisa em Educação e Saúde (NUPEES), até o limite máximo de 40 horas; d) Participação como observador em Projetos e Programas de Extensão, sob a coordenação de professores nomeados pelo Coordenador do Curso de Graduação, até o limite máximo de 10 horas; e) Atuação em Projetos e Programas de Extensão, sob a coordenação de professores nomeados pelo Coordenador do Curso de Graduação, até o limite máximo de 40 horas; f) Monitorias realizadas no âmbito do Curso de Graduação, até o limite máximo de 20 horas; 100 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 g) Atividades diversas em área educacional ou da saúde (seminários, simpósios, congressos, convenções, palestras, conferências, debates, aulas inaugurais e eventos de estruturação análoga), até o limite máximo de 40 horas; h) Assistir, comprovadamente, apresentações de Trabalhos de Conclusão de Curso na área educacional ou da saúde (Relatórios, Monografias, Dissertações e Teses), analisadas e autorizadas antecipadamente pelo Coordenador do Curso de Graduação, até o limite máximo de 10 horas; i) Atividades de extensão universitária na área educacional ou de saúde, fora do âmbito da FACIMED, analisadas e autorizadas antecipadamente, em cada especificidade, pela Coordenação do Curso de Graduação, até o limite máximo de 40 horas. j) Demais atividades (cursos de aperfeiçoamento ou de atualização) que surjam, devem ser previamente encaminhadas à apreciação da Coordenação de Curso de Graduação, com 72 horas de antecedência, com o acompanhamento do material demonstrativo de praxe, onde conste o objeto, o (s) palestrante (s), data e local, prazos de inscrição e duração em horas, até o limite máximo de 40 horas. k) São exigências de atividades mínimas compreendidas nas alíneas do art. 7: a) 20 h; b) 20 h; c) 40 h; d) 10 h; e) 20 h; f) 20 h; g) 10 h; h) 5 h; i) 10 h e j) 40h. IV – Das Disposições Gerais Art. 8º. É indispensável o correto preenchimento do Relatório de Atividades Complementares, bem como a sua entrega à Coordenação Pedagógica, dentro do prazo de 15 (quinze) dias úteis, finda a atividade, sob pena de não ser computado. Art. 9º. Juntamente ao relatório, o acadêmico deverá apresentar cópias dos documentos comprobatórios de realização das atividades. § Único: as atividades realizadas em outras instituições e estabelecimentos, somente serão ratificadas efetivamente após a análise do relatório e da cópia autenticada da documentação comprobatória. Art. 10º. Somente serão objeto de pontuação as atividades concluídas, ficando vedada a pontuação parcial. Art. 11º. Os alunos transferidos de outras instituições de Ensino Superior estarão sujeitos ao cumprimento da carga horária das Atividades Complementares deste regulamento. § 1º. Os alunos transferidos de outras IES poderão solicitar, ao Coordenador do Curso de Graduação, o cômputo da carga horária das Atividades Complementares atribuída pela instituição de origem, da seguinte forma: a) Requerimento e documentos comprobatórios das atividades desenvolvidas; b) Declaração da IES de origem especificando as Atividades Complementares e as horas atribuídas a cada atividade desenvolvida. § 2º. O cômputo da carga horária das Atividades Complementares atribuído pela instituição de origem poderá ser aproveitado, mediante análise da Coordenação do Curso de Graduação e de acordo com o regulamentado. Art. 12º. A comprovação das atividades e carga horária desenvolvida é de inteira responsabilidade do acadêmico. Art. 13º. As atividades que não constem da tabela de Atividades Complementares do Curso de Graduação e forem realizadas em outros órgãos e instituições só serão consideradas para fins de atribuição de carga horária de Atividades Complementares se o evento corresponder aos objetivos de aprimoramento acadêmico, tal como definido no art. 2º. deste regulamento, sob juízo do Coordenador do Curso de Graduação. 101 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 § Único: Para validação da carga horária correspondente, o acadêmico deverá apresentar ao Coordenador de Curso de Graduação, juntamente com o RAC, o comprovante de sua participação, assinado por pessoa responsável pela organização ou coordenação do evento. Art. 14º. A Tabela de Atividades Complementares poderá ser alterada a qualquer tempo, em consonância com a melhor aplicação do art. 2º. deste regulamento, a juízo da Coordenação do Curso de Graduação. Art. 15º. Caso o aluno não consiga perfazer a carga horária atinente às horas de Atividades Complementares até o último período do Curso, a instituição estará desincumbida de arrolar o nome do acadêmico na lista de prováveis formandos do ano civil, com vistas a possibilitar a realização do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE). Art. 16º. Os casos omissos neste regulamento serão resolvidos pelo Diretor Acadêmico e Coordenação Pedagógica. Art. 17º. Todos os dispositivos deste Regulamento emanam das diretrizes reguladoras das resoluções CNE/CP, do MEC. V – Das Disposições Transitórias Art. 18º. Estão sujeitos ao cumprimento das Atividades Complementares todos os alunos matriculados nos Cursos de Graduação da Facimed, como condição para colação de grau e conclusão do curso. Art. 19º. Este Regulamento entra em vigor na data de aprovação pelo CEPEX, revogadas todas as demais disposições em contrário. 1.14 -Trabalho De Conclusão Do Curso Será desenvolvido durante 8º e 10º semestres o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), sendo composto pelo artigo científico, cuja entrega é obrigatória como requisito parcial para a conclusão do curso de graduação. Durante os semestres será desenvolvido o trabalho de conclusão de curso, desde a escolha do tema, elaboração do projeto, e confecção do mesmo. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade curricular e se constitui num requisito parcial para a conclusão do Curso, de acordo com o Art. 62, do Regimento Geral – FACIMED. O TCC consiste em um trabalho de iniciação à pesquisa, sendo desenvolvido por acadêmicos, sob a orientação de um docente do Curso. O Coordenador de Curso poderá ou não designar um dos professores pertencentes ao colegiado de sua graduação para coordenar as atividades atinentes a todos os trâmites do TCC, ora designado Coordenador de TCC. As temáticas de pesquisa emanam dos docentes das áreas do ciclo profissional, sendo definidas pelos docentes de cada área e aprovadas pela Coordenadoria do Curso e/ou devem ensejar o início de uma nova linha de investigação. A definição do Professor Orientador é de livre escolha dos acadêmicos, desde que respeitado a linha de pesquisa e as vagas para cada orientador, devendo o professor ter titulação mínima de especialista e manifestar seu aceite por escrito, quando da entrega do projeto, a Coordenadoria do Curso. O orientando, a partir do momento do início de seu TCC, deverá ter no mínimo 06 (quatro) encontros para orientações, antes da defesa em banca. O TCC de Graduação da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal tem por objetivos: apresentar pesquisa dentro das normas técnicas e científicas elaboradas pela FACIMED, regulamentadas pelas normas da ABNT; 102 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 aplicar conceitos e métodos apreendidos ao longo dos conteúdos disciplinares e em situações reais de vivência, articulando teoria e prática, quer de maneira experimental, quer por meio de estudos bibliográficos e de temáticas atinentes a cada curso de graduação; enquadrar o TCC em quaisquer uma das linhas de pesquisa definidas por cada curso de Graduação, bem como aos núcleos e grupos de pesquisa instituídos. O regulamento de TCC estabelece as normas relativas à elaboração, acompanhamento, orientação e avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso. REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 1. A COORDENAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal – FACIMED, no uso de suas atribuições legais, torna-se público aos acadêmicos, professores e orientadores as normas para a apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), para o 7º e 8º Períodos de Enfermagem. 2. O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consta de um Artigo Cientifico realizado individualmente, em dupla ou em trio pelos acadêmicos conforme vagas disponíveis dos orientadores. Art. 1° - O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade curricular e se constitui num requisito parcial para a conclusão do Curso, de acordo com o Art. 62, do Regimento Geral – FACIMED. § 1° - O TCC consiste em um trabalho de iniciação à pesquisa, sendo desenvolvido por acadêmicos, sob a orientação de um docente do Curso. § 2° O Coordenador de Curso designará um dos professores pertencentes ao colegiado de sua graduação para coordenar as atividades atinentes a todos os trâmites do TCC, ora designado Coordenador de TCC. § 3° - As temáticas de pesquisa emanam dos docentes das áreas do ciclo profissional, sendo definidas pelos docentes de cada área e aprovadas pela Coordenadoria do Curso e/ou devem procurar o início de uma nova linha de investigação. § 4° - A coordenação de TCC definirá o Professor Orientador devendo o professor ter titulação mínima de especialista e manifestar seu aceite por escrito, quando da entrega do projeto, a Coordenadoria do Curso. § 5º O orientando, a partir do momento do início de seu TCC, deverá ter no mínimo 06 (seis) encontros para orientações. Caso isto não seja cumprido, o professor orientador pode agir como determina o parágrafo 4º, alínea i, do artigo 3º, Cap. IV. Art. 2º - O TCC de Graduação da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal, tem por objetivos: Apresentar pesquisa dentro das normas técnicas e científicas elaboradas pela FACIMED, regulamentadas pelas normas da ABNT; Aplicar conceitos e métodos apreendidos ao longo dos conteúdos disciplinares e em situações reais de vivência, articulando teoria e prática, quer de maneira experimental, quer por meio de estudos bibliográficos e de temáticas atinentes a cada curso de graduação; Enquadrar o TCC em quaisquer uma das linhas de pesquisa definidas para o Curso de Graduação em Enfermagem. Art.3º São atribuições do Professor-orientador: Orientar concomitantemente até o máximo de 6 (seis) trabalhos de conclusão, isto de acordo com as linhas de pesquisa do curso; Orientar o acadêmico na elaboração do TCC, acompanhando-o desde a elaboração do projeto até à efetivação do trabalho de conclusão de curso. 103 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Trabalhar em consonância com os modelos e normas institucionalizadas, mantendo-se especificidades ao curso de graduação em enfermagem; Freqüentar as reuniões convocadas pela Coordenação de TCC; Indicar co-orientador (professor da FACIMED) quando o tema do TCC abranger outras áreas afins de conhecimento, e quando for conveniente ao bom andamento da pesquisa; Participar como membro da banca examinadora para as quais estiver designado; Certificar-se da autoria dos trabalhos desenvolvidos pelos respectivos orientandos, impedindo o andamento de trabalhos e/ou encaminhamento para defesa em banca daqueles que configurarem plágio parcial ou total. § 1º A troca de orientador só é permitida quando outro docente assumir formalmente a orientação, mediante aquiescência expressa do professor substituído e do Coordenador de curso e do coordenador do TCC. § 2º Uma vez detectado e comprovado o plágio o professor orientador poderá decidir por uma das seguintes opções: a) solicitar ao acadêmico nova versão impedindo-o da exposição do trabalho. b) caber a reprovação do orientando. § 3º O professor orientador deve comunicar o desligamento por escrito do orientando à coordenação de TCC, se este não comparecer ao mínimo de encontros estabelecidos. Art. 4° Ao acadêmico orientando compete: a) elaborar um projeto de pesquisa contendo as seguintes indicações: • 1- INTRODUÇÃO • 1.1) formulação do problema; • 1.2 pergunta problema • 1.3) formulação das hipóteses; • 1.4) determinação dos objetivos; • 1.5) justificativa e relevância • 2) FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA; • 3) MATERIAIS E MÉTODOS (METODOLOGIA); • 4) REFERÊNCIAS OU BIBLIOGRAFIAS • 5) ANEXOS • 6) APÊNDICES b) participar de todas as reuniões oferecidas pelo grupo de pesquisa, mantendo contato direto com o orientador e demais membros do grupo; c) cumprir as datas de entrega do Projeto Final e do TCC; d) apresentar ao orientador e à banca examinadora material autêntico, sob pena de reprovação se constatado plágio; e) entregar à coordenação de TCC em datas estipuladas, no mínimo 03 cópias impressas (espiral) do projeto final e do TCC; f) participar da apresentação pública dos trabalhos científicos no final do semestre, em data prevista pela coordenação de Curso; Art. 5° A nota final do acadêmico será atribuída somente pelos membros da banca examinadora, que deverá ser composta por 02 avaliadores. § 1º Para aprovação o acadêmico deve obter nota igual ou superior a 7 (sete); § 2º Os resultados finais, assinados por todos os membros da banca examinadora, deverão estar registrados em atas próprias e arquivadas na Coordenação de Curso; § 3º Cabe à banca examinadora preencher o parecer de avaliação de TCC, constando os quesitos relativos à avaliação do TCC, e entrega-lo assinado, juntamente com a cópia do trabalho corrigido, à coordenação de TCC; 104 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 § 4º A banca se reserva o direito de exigir alterações no TCC, quando julgar necessárias, e o TCC alterado deve ser entregue no prazo de até 20 (vinte) dias a partir da data da entrega do TCC corrigido pela banca examinadora, na Coordenação de Curso; § 5º O acadêmico que não entregar o TCC nos prazos determinados, sem justificativa, estará automaticamente reprovado no TCC; § 6º O acadêmico que entregar um TCC comprovadamente plagiado será advertido pelo orientador (ou reprovado) e terá nova oportunidade de redação, conforme decisão do Colegiado de Curso. Será considerado plágio o uso indevido de trechos textuais sem as devidas referências bibliográficas; Art.6º Compete aos colegiados dos cursos analisarem prováveis recursos das avaliações finais; Art.7°- Não há recuperação da nota final atribuída ao TCC em banca. Como tal, a aprovação ou reprovação é definitiva; § 1º Após a atribuição da nota o acadêmico não terá um novo prazo, caso o TCC seja considerado reprovado pela banca examinadora. Art.8° - O TCC será avaliado por uma banca examinadora composta por dois professores, sendo obrigatoriamente do Curso de Graduação em Enfermagem, facultando-se a possibilidade do docente ser de outro curso da FACIMED, desde que tenha afinidade com o tema desenvolvido e sem ônus para a Instituição. § 1º A escolha das bancas examinadoras fica sob a responsabilidade do Coordenador de TCC e supervisão do Coordenador do Curso, que deve indicar os professores de acordo com a área de afinidade as linhas de pesquisa. § 2º Todos os professores dos Cursos da FACIMED podem ser convocados para orientar os Trabalhos de Conclusão de Curso, bem como participar de bancas examinadoras, de acordo com as áreas do conhecimento e disponibilidade de datas e horários. § 3º A Coordenação de TCC deve elaborar o edital fixando prazos para a entrega dos Projetos Finais dos Trabalhos de Conclusão de Curso, dos próprios Trabalhos de Conclusão de Curso e designação das bancas examinadoras. § 4º Ao término da data limite para a entrega dos Trabalhos de Conclusão de Curso, a Coordenação de TCC deve divulgar a composição das bancas examinadoras. § 5º Os membros das bancas examinadoras, a contar da data de sua designação, têm o prazo de 10 (dez) dias para procederem à leitura e avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso. Art. 9° - A atribuição das notas dar-se-á após a apresentação dos trabalhos e entrega do formulário de avaliação do artigo científico, considerando-se os quesitos padronizados no Curso de Enfermagem, e lançada na Web Aluno. § 1º A Banca examinadora utilizará um formulário próprio para avaliação e as notas serão expressas em grau numérico de 0,0 (zero) até 10,0 (dez). § 2º A nota final do acadêmico é o resultado das notas atribuídas pelos membros da banca examinadora em cada um dos quesitos definidos. Art.10° - Na primeira avaliação dos artigos, a Banca Examinadora solicitará ao acadêmico, quando necessário, que reformule aspectos de seu TCC, com parecer em 02 (duas) vias assinadas por todos os membros da Banca, podendo o resultado ser : aprovado, aprovado com pendências ou reprovado, nesta fase não será atribuído nota ao trabalho. § 1º. O professor orientador será responsável pelo acompanhamento das reformulações solicitadas pela banca do TCC. § 2º. Independente do primeiro resultado, o prazo para entrega da versão com as alterações sugeridas pela Banca Examinadora é de, no máximo, 20 (vinte) dias a partir da data da entrega do parecer da Banca Examinadora devendo o acadêmico entregar, além da nova versão, as duas vias corrigidas pelos membros da Banca Examinadora, na Coordenação de curso. 105 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 § 3º. A banca examinadora terá 10 (dez) dias para avaliar as alterações solicitadas no parecer, e atribuir a nota ao artigo, autorizando ou não a entrega da versão final do TCC. Art.11° - O Trabalho de Conclusão de Curso deve ser encaminhado à Coordenação de TCC para os trâmites necessários à sua avaliação. § 1º Em 2 (duas) cópias encadernadas em espiral transparente; § 2º Com estrutura e layout determinado e pelas normas padronizadas do Manual de Normas da Instituição, bem como atendendo às determinações essenciais da ABNT; § 3º Caso não haja a entrega do TCC dentro do prazo estipulado e divulgado previamente, o acadêmico será considerado reprovado nesta etapa, devendo reiniciar o processo de acordo com os trâmites deste regimento; § 4º Duas vias do projeto de pesquisa. Art.12º - Após a aprovação pela Banca Examinadora, o acadêmico terá 10 (dez) dias contados a partir do dia posterior, para entrega da versão definitiva que deverá ser digital, em CD-ROM. § 1º A entrega da versão definitiva do TCC é requisito para a colação de grau e para retirada da Declaração da Conclusão do Curso. Art.13° - Qualquer situação não contemplada neste Regulamento deverá ser analisada pelo CEPEX e Colegiado de Curso. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - LINHAS DE PESQUISA O curso de enfermagem estará vinculado à linha de pesquisa: SAÚDE COLETIVA Programas desta linha: Programas de Saúde; Setores de aplicação: Cuidado À Saúde das Populações Humanas Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde Objetivo: Desenvolver investigações ligadas as ações programáticas em saúde, tais como: saúde da família, saúde do idoso, saúde da criança, saúde mental, saúde do trabalhador, saúde ambiental, saúde do adulto, saúde do adolescente, saúde bucal, saúde do físico; - Instrumentalizar intervenções em ações programáticas em saúde que possam melhorar a atenção em saúde, sobretudo na atenção primária. Epidemiologia Setores de aplicação: cuidados a saúde das populações humanas, planejamento, promoção, verificação, acompanhamento e gestão em saúde Objetivo: Considerando-se o processo de transformações demográficas, sobretudo quanto ao envelhecimento, e as modificações em seu padrão de saúde decorrentes de exposições ambientais, hábitos e comportamentos vinculados ao fenômeno de urbanização crescente, esta linha de pesquisa pretende estudar os efeitos vivenciados pela população brasileira na esfera das doenças regionais, nas atividades médicas, físicas, biológicas, farmacológicas e sociais. Saúde e Sociedade Setores de aplicação:cuidado À Saúde das Populações Humanas, avaliação e promoção da atividade física, Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde Objetivo:Realizar estudos direcionados a compreensão da sociedade contemporânea, buscando compreender o processo saúde doença dentro dos crivos filosófico, antropológico, social, político e 106 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 econômico - Promover pesquisas sobre os meios de comunicação social em saúde, subdisiando as práticas de educação em saúde, bem como as ações de divulgação de situações de risco ambiental e saúde .Realizar estudos voltados a práticas integrativas a saúde Vigilância da saúde Setores de aplicação: Cuidado À Saúde das Populações Humanas Políticas, Planejamento e Gestão em Saúde Objetivo: Desenvolver pesquisas que instrumentalizem e compreendam as ações de Vigilância Epidemiológica, farmacoepidemiologia, Vigilância Sanitária, Vigilância Alimentar, Vigilância Nutricional e Vigilância em Saúde Ambiental na atenção a saúde. Cultura e humanização do cuidado Setores de aplicação: cuidados á saúde das populações especiais, planejamento, políticas. Objetivo: desenvolver pesquisas direcionadas a pessoas que necessitam de cuidados especiais, acamados, UTI, portadores de deficiência, presidiários, HIV positivos. Saúde corpo e mente Setores de aplicação: cuidados com a saúde do corpo fenótipo, estética corporal, planejamento de promoção da saúde primária, secundária e terciária. Objetivo: desenvolver pesquisas voltadas para a saúde do corpo, promoção da saúde, práticas esportivas, atividades físicas, reabilitações. Desenvolver pesquisas voltadas ás áreas da psicologia e afins. ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO ETAPAS PARA A ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA • Escolha do tema; • 1- INTRODUÇÃO • 1.1) formulação do problema; • 1.2 pergunta problema • 1.3) formulação das hipóteses; • 1.4) determinação dos objetivos; • 1.5) justificativa e relevância • 2) FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA; • 3) MATERIAIS E MÉTODOS (METODOLOGIA); • 4) REFERÊNCIAS OU BIBLIOGRAFIAS • 5) ANEXOS Documentos para ser entregue ao CEP - Folha de rosto do CONEP preenchida corretamente, onde deverá ter a assinatura dos pesquisadores e o responsável do local , além do carimbo da empresa onde será realizado a pesquisa ou do responsável; - Currículo na plataforma lattes; 107 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 - Termo de Consentimento Livre E Esclarecido, preenchido de acordo com as normas do CONEP. Onde deverá ir assinada pelos pesquisadores; - Carta de aceite do orientador assinada; - Carta de aceite da pessoa como sujeito da pesquisa; - Protocolos de coleta dos dados. - Ofício solicitando permissão para a realização da pesquisa em Instituições públicas e/ou privadas. • 6) APÊNDICES _ Impressos elaborados pelo autor: questionários, planilhas, etc. ELABORAÇÃO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - ARTIGO CIENTÍFICO DIVISÃO DO ARTIGO: 1- Introdução 2- Materiais e métodos (ou metodologia) 3- Apresentação e discussão dos resultados 4- Conclusão 5-Bibliografias 6- Anexos 7-Apêndice 1.15. Apoio Ao Discente O apoio ao discente é prestado de diversas formas e por variados segmentos no âmbito da FACIMED, de acordo com a necessidade de cada aluno. Além contar com o atendimento da Secretaria Acadêmica no que compete a ela, o aluno de enfermagem também conta com o apoio irrestrito do coordenador do curso que está a sua disposição em horários prefixados em murais e disponíveis no site da IES. Além do atendimento direto e geral, o aluno também conta com atendimentos especializados. O Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAPP) é o principal órgão de atendimento e de apoio ao acadêmico no tocante as suas dificuldades de adaptação e de aprendizagem. No âmbito dos cursos, há outros segmentos especializados no atendimento e apoio discente, a exemplo do Núcleo de Atendimento em Distúrbios e Dificuldades de Aprendizagem, com acompanhamento dos alunos que, por natureza de sua formação básica, apresentam desníveis de conhecimento em relação aos demais componentes do grupo. Além do mais, há, também, o Plano de Diagnóstico e Nivelamento que visa a diagnosticar os alunos com déficit de aprendizagem e, por meio de ações, nivelá-los segundo critérios descritos em regulamento próprio. Para os alunos que precisam ser ouvidos nas suas dúvidas, reclamações e sugestões há ainda a Ouvidoria que tem atendimento presencial e pelos sistemas de comunicação eletrônica. A Ouvidoria é segmento importante no atendimento e apóio ao discente e está regulamentada em documento próprio. 1.16. Apoio as Ações Decorrentes do Processo Avaliativo do Curso 1.16.1 Atendimento Extraclasse O atendimento extraclasse aos alunos do Curso de Graduação em Enfermagem é realizado pela Coordenadora de Curso, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante e pelos professores com 108 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 jornada semanal específica para atendimento ao aluno, assim como pelo serviço de atendimento ao discente. Esse atendimento é feito personalizado e individualmente, mediante a prática de “portas abertas” onde cada aluno pode, sem prévia marcação, apresentar suas dúvidas. Os docentes atendem os alunos que participam dos projetos de iniciação científica, das monitorias, projetos de pesquisa, extensão, dos trabalhos de conclusão de curso, dos estágios supervisionados. 1.16.2 Atendimento Psicopedagógico O corpo discente do Curso de Graduação em Enfermagem conta com o Serviço de Acompanhamento Psicopedagógico – SAPP. O SAPP tem por objetivo assessorar e acompanhar os alunos em suas ações, atividades e comportamento. Deve promover e executar programas que visem à melhoria das condições psicológicas e desempenho acadêmico do alunado, com o estabelecimento de políticas de melhoria das condições de relacionamento entre o aluno-instituição e as atividades relacionadas ao curso. 1.17 Estratégias de Nivelamento Com o objetivo de recuperar as deficiências de formação dos ingressantes, a FACIMED oferece cursos de nivelamento em Física, Química, Língua Portuguesa e Matemática. Os cursos de nivelamento são oferecidos a todos os alunos do primeiro semestre do Curso de Graduação, logo nas primeiras semanas de aula. Os cursos de nivelamento têm por objetivo revisar conteúdos necessários ao desempenho acadêmico do aluno; oportunizar o estudo de aspectos determinantes para o cotidiano da sala de aula; integrar o estudante na comunidade acadêmica; e refletir com o estudante sobre o que representa a nova vida acadêmica. FACIMED oferece suporte ao desenvolvimento de cursos de nivelamento compatíveis com as prioridades dos cursos que são oferecidos, conforme necessidades identificadas pelas Coordenações de Curso. Dessa forma, outros conteúdos podem ser apresentados para nivelamento dos alunos. 1.18 - Estímulos a Atividades Acadêmicas A missão da FACIMED alicerça-se no desenvolvimento da atividade educacional formativa, desenvolvendo e preparando profissionais, cidadãos livres e conscientes, que busquem projetos de vida, participativos, responsáveis, críticos e criativos, construindo e aplicando o conhecimento para o aprimoramento contínuo da sociedade em que vivem e de futuras gerações. A Faculdade oferece educação superior, visando à formação de sujeitos empreendedores, e comprometidos com o autoconhecimento, com a transformação social, cultural, política e econômica do Estado de Rondônia e da Região. Assim, a Instituição tem a responsabilidade social de preparar profissionais éticos e competentes capazes de contribuírem para o desenvolvimento regional, o bem-estar e qualidade de vida de seus cidadãos. Consoante com sua missão, a IES proporciona muitos estímulos aos discentes para a realização de atividades acadêmicas e participação em eventos complementares. Há incentivo à participação do estudante em viagens de estudos; atividades de extensão; monitoria; pesquisa; discussões temáticas; estudos complementares; participação em seminários, encontros, simpósios, conferências e congressos nacionais, internos ou externos à Instituição; estudos de casos; projetos de extensão; publicação de produção científica; revista da FACIMED; visitas programadas e outras atividades acadêmicas e culturais. Além disso, a FACIMED apóia a divulgação de 109 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 trabalhos de autoria dos seus alunos. Os discentes do Curso de Enfermgem participaram de diversas Atividades Complementares, projetos de extensão e pesquisa. A comunidade discente tem recebido incentivo institucional efetivo, tanto no que diz respeito ao desenvolvimento de sua trajetória acadêmica, quanto às ações que estimulam a permanência do alunado na IES. A FACIMED participa do Programa de Financiamento Estudantil – FIES - e está credenciada pelo Programa da Universidade para Todos – PROUNI, ambos do Governo Federal. Além disso, a instituição ainda oferece um sistema de financiamento próprio denominado FACICRED. 1.19 - Avaliação do Processo de Ensino-Aprendizagem do Curso O principal propósito da avaliação é acompanhar a experiência do aluno, no processo de construção do conhecimento, com indicação contínua da efetividade das situações didático-pedagógicas propostas. Para Vasconcellos (2000, p. 58-59), “a avaliação deve ser contínua para que possa cumprir sua função de auxílio ao processo ensino-aprendizagem. A avaliação que importa é aquela feita no processo, quando o professor pode estar acompanhando a construção do conhecimento pelo acadêmico. Avaliar o processo e não apenas o produto, ou melhor, avaliar o produto no processo”. Embora expresso em valor numérico, conforme normas institucionais, o resultado da avaliação global do aluno deve, sobretudo, refletir os aspectos qualitativos – o perfil exigido pelo curso proposto. A avaliação não é restrita ao aluno (também enquanto auto-avaliação, pois inclui a dos pares, dos professores. O próprio Curso deverá ser objeto de avaliação permanente com o propósito de servir de orientação para a melhoria do Projeto Pedagógico O processo de avaliação do Curso de Graduação em Enfermagem está disciplinado no Regimento da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal – FACMED, no Título IV – Do Acadêmico, Capítulo VI – Do Desempenho Escolar, transcrito a seguir. TÍTULO IV DO REGIME ACADÊMICO CAPÍTULO VI DO DESEMPENHO ESCOLAR Art. 103 - O aproveitamento acadêmico é avaliado mediante 03 (três) verificações semestrais, durante os períodos letivos, com pesos 1, 2 e 3 respectivamente, expressando-se o resultado de cada avaliação, em notas de zero a dez, com arredondamentos de 0,0 (zero) ou 0,5 (meio) ponto na média final. §1º. As notas semestrais advirão de avaliações cognitivas (provas teóricas/práticas) correspondentes a um mínimo de 70% dos seus totais e atividades formativas (trabalhos individuais, trabalhos em grupo, seminários, visitas técnicas, produções de artigos, apresentações orais de trabalho, participações em eventos do curso, participações em grupos de estudos de pesquisa) correspondentes a até 30% restantes dos totais. §2º. Deverão ser aplicados, no mínimo, dois instrumentos de avaliação (um cognitivo e um formativo) a cada nota conferida ao aluno. 110 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 §3º. Ao aluno é facultado o direito de fazer 1 (uma) prova substitutiva para majoração de sua média semestral, escolhida entre uma das 3 (três) verificações semestrais, caso a requeira, sendo exigido todo o conteúdo ministrado ao longo do semestre letivo. Art. 104 - A avaliação do desempenho escolar parte integrante do processo ensinoaprendizagem é feita por disciplina e incide sobre a freqüência e o aproveitamento escolar. Art. 105 - A freqüência às aulas e demais atividades escolares, permitida apenas aos matriculados, é obrigatória, vedado o abono de faltas. Parágrafo Único. Independente dos demais resultados obtidos, é considerado reprovado na disciplina o aluno que não obtenha, ao final do período, freqüência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades programadas. Art. 106 - A apuração do rendimento escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a freqüência e o aproveitamento, expressando-se o resultado de cada avaliação, em notas de zero a dez. §1º. Cabe ao docente a atribuição de notas de avaliação e responsabilidade do controle de freqüência dos alunos, devendo o Coordenador do Curso supervisionar o cumprimento desta obrigação, intervindo em caso de omissão. §2º. É atribuída nota zero ao aluno que usar meios ilícitos ou não autorizados pelo professor, quando da elaboração dos trabalhos de verificações parciais ou qualquer outra atividade, que resulte na avaliação de conhecimento, por atribuições de notas, sem prejuízo da aplicação de sanções cabíveis por ato de improbidade. Art. 107 - A cada verificação de aproveitamento é atribuída nota zero ao aluno que deixar de se submeter à verificação prevista na data fixada, sem aviso e concordância prévios ao professor da disciplina. §1º. O aluno que deixar de comparecer às avaliações de aproveitamento nas datas fixadas, pode requerer, mediante justificativa e no prazo de 72 horas, uma prova substitutiva para cada disciplina, de acordo com o calendário escolar, cabendo ou não sua realização de decisão do Coordenador de Curso. §2º. É concedida revisão de nota, desde que devidamente fundamentada pelo aluno, por meio de requerimento dirigido ao Coordenador de Curso, no prazo de cinco dias úteis, após a divulgação do resultado. §3º. O Coordenador de Curso constituirá uma banca composta de 3 (três) professores da área de conhecimento, para análise do mérito. Art. 108 - A verificação do processo ensino-aprendizagem faz-se, em cada disciplina, considerando os seguintes aspectos: I - assimilação progressiva de conhecimento; II - trabalho individual ou trabalhos em grupo expressos em tarefas de estudo e de aplicação de conhecimento; III - provas com domínio conjunto das disciplinas lecionadas. 111 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Art. 109 - O rendimento escolar do aluno é apurado por disciplina, aferido da seguinte forma: 03 (três) notas, apuradas ao longo do semestre, perfazendo o total de 100% (cem por cento) e valendo cada um desses componentes de 0 (zero) a 10 (dez), de conformidade com o descrito no Art.103. Parágrafo Único. Fica extinto o exame final. Art. 110 - Atendida, em qualquer caso, a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades, é considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver média de aproveitamento igual ou superior a 7,0 (sete); Art. 111 - O aluno é considerado reprovado na disciplina em uma das seguintes hipóteses: I - média semestral de aproveitamento inferior a 7,0 (sete); II - freqüência inferior a 75%; Art. 112 - É promovido para a série seguinte o aluno aprovado em todas as disciplinas ou reprovado em duas delas, do semestre cursado. Art. 113 - O aluno não aprovado em qualquer/quaisquer disciplina(s) por não ter alcançado a freqüência escolar mínima ou a nota exigida repete a(s) disciplina(s), na forma de dependência, atendendo às exigências de freqüência e de aproveitamento estabelecidas. Parágrafo Único. As aulas de dependência, podem ser ministradas em horário ou período especiais, a critério do colegiado de cada curso e de acordo com as normas administrativas institucionalizadas. Art. 114 - Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as normas dos sistemas de ensino. 1.20 - Avaliação do Curso A respeito da auto-avaliação, o PPC contempla o previsto na Lei nº 10.861/2004 - SINAES Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior e fundamenta-se nas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Enfermagem e no PDI da FACIMED. A estruturação avaliativa do Curso compreende o especificado no Projeto e Regulamento da CPA, contemplando os aspectos da organização didático-pedagógica, da avaliação do corpo docente, discente e técnico-administrativo e das instalações Físicas. Na busca de seu reconhecimento enquanto entidade educacional comprometida com sua missão e suas políticas institucionais, a FACIMED aplica instrumentos avaliativos que contemplam as dimensões do retro-mencionadas. A identificação dos pontos fortes e fracos da FACIMED, agrupadas em dimensões permite a construção de metas que possibilitem uma constante revisão dos procedimentos para a persecução de seus objetivos e alcance de suas políticas institucionais. O processo avaliativo é democrático e garante a participação de todos os segmentos envolvidos como forma da construção de uma identidade coletiva. Em específico, os instrumentos avaliativos 112 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 destinados aos discentes são organizados de forma a contemplar aspectos didático-pedagógicos do curso e de cada segmento institucional que lhe sirva de suporte, além é claro da avaliação individualizada de cada membro do corpo docente e uma autoavaliação proposta para cada acadêmico. A avaliação do Curso de Graduação em Enfermagem é encaminhada à Coordenação de Curso para que possa propor as medidas necessárias de adequação junto às instâncias superiores. A obtenção dos resultados avaliativos do Curso de Graduação em Enfermagem tem possibilitado um diagnóstico reflexivo sobre o papel desenvolvido pela FACIMED no âmbito interno e externo, favorecendo a adoção de novas ações e procedimentos que atendam às demandas do entorno social no qual está inserida, contribuindo para a construção de uma identidade mais próxima à realidade do ambiente em que se localiza e a que se propõe. A avaliação do PPC traz em si a oportunidade de rupturas com a acomodação e o previamente determinado, abre espaço para se indagar qual a importância do curso para a sociedade, a política adotada em sua implementação e sua contribuição para a construção de uma sociedade mais justa. O processo de avaliação é uma forma de prestação de contas à sociedade das atividades desenvolvidas pela Faculdade, que atua comprometida com a responsabilidade social. Projeções e planejamentos de ações curriculares, assim como procedimentos de acompanhamento e avaliação do Projeto Pedagógico de Curso resultam principalmente de interações entre áreas de conhecimento, Colegiado de Curso, Núcleo Docente Estruturante, e Direção da IES e de avaliações continuadas sobre o processo de construção e reconstrução do conhecimento, em todas as suas variáveis. São considerados relevantes os indicadores oriundos de dados originados das demandas da sociedade, do mercado de trabalho, das avaliações do curso pelo INEP, do ENADE, do Programa de Autoavaliação Institucional da FACIMED e das atividades de pesquisa e extensão. O processo de autoavaliação do PPC foi implantado de acordo com seguintes diretrizes: A autoavaliação do curso constitui uma atividade sistemática e que deve ter reflexo imediato na prática curricular; deve estar em sintonia com Projeto de Autoavaliação Institucional; e deve envolver a participação dos professores e dos alunos do curso. Cabe a CPA e a Coordenação de Curso operacionalizar o processo de autoavaliação junto aos professores, com apoio do NDE, com a produção de relatórios conclusivos; a análise dos relatórios conclusivos de autoavaliação é realizada pela CPA, pela Coordenação do Curso de Graduação em Enfermagem e pelo NDE. Os resultados das análises do processo devem ser levados ao conhecimento dos alunos e dos professores envolvidos, por meio de comunicação institucional, resguardados os casos que envolverem a necessidade de sigilo ético da Coordenação de Curso. 1.21 Integração com as Redes Públicas local e regional de saúde e o SUS Conforme verifica-se no item 1.5.1, no município de Cacoal existe uma rede de serviços de saúde instalada capaz de ser utilizada pelo Curso de Graduação em Enfermagem. Para tanto, a FACIMED providenciou a celebração de convênios com a secretaria municipal e estadual de saúde, garantindo oportunidades de experiências práticas e realização de estágios nestes locais. Os acadêmicos de enfermagem estarão inseridos nas redes públicas de saúde desde o nível primário, nas UBS e ESF, como secundário, nos Ambulatório especializado, Hospitais municipal e estadual, o que reforça para que o ensino esteja fundamentado nos princípios e diretrizes do SUS. 113 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Esta integração traz beneficíos tanto para os acadêmicos, pelas oportunidades de aprendizagem oferecidas nos campos de estágio, como para as instituições conveniadas e a população, pelos serviços de alta qualidade oferecidos pelos docentes e acadêmicos. As atividades de pesquisa e extensão também servirão como meio para influenciar na melhoria da qualidade da assitência prestada a população e consequentemente na sua qualidade de vida. 114 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DIMENSÃO 2 - CORPO DOCENTE 2.1 - ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA 2.1.1- Composição do Núcleo Docente Estruturante - NDE Conforme resolução CONAES nº 01, de 17 de junho de 2010 que normatiza o Núcleo Docente Estruturante (NDE), o Núcleo Docente Estruturante de um curso de graduação constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. O NDE deve ser constituído por membros do corpo docente do curso, que exerçam liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso. O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Graduação em Enfermagem é integrado pelos professores responsáveis pela formulação da proposta pedagógica do curso e que estão encarregados da implementação e desenvolvimento do curso na FACIMED, sendo vinculados às atividades essenciais do curso, entre elas: docência, orientação de pesquisa e extensão, atualização do próprio Projeto Pedagógico, etc. Em sua composição, o Núcleo Docente Estruturante conta com seis (06) dos docentes do curso e com a Coordenadora do Curso. Relação dos docentes que copõem o NDE do curso de Enfermagem: Docente Titulação Regime de trabalho Janice Santana N. Segura (*) Ana Célia C. de Lima Elessandra M. Silvestro Kátia Cristina S. de Abreu Mansueto Dal Maso Sheila C. L .Soares Ewerton Ortiz Machado Mestrado Mestrado Mestrado Doutorado Doutorado Mestrado Doutorado Integral Parcial Integral Integral Integral Parcial Integral Início de atuação no curso 2003 2003 2005 2008 2004 2004 2011 (*) Coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED. São atribuições do Núcleo Docente Estruturante, entre outras: I - contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; II - zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; III - indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso; IV - zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação. 115 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 2.1. 2 - Titulação e Formação Acadêmica do NDE A titulação e a formação acadêmica do Núcleo Docente Estruturante é qualificada. 100% dos membros do NDE do Curso possuem titulação acadêmica obtida em programa de pós-graduação stricto sensu, e deste, 42,8% tem título de Doutor e 57,2% mestres. Os membros do NDE possuem experiência acadêmica e não acadêmica o que contribui de modo significativo para a qualificação do processo ensino aprendizagem no Curso. 2.1. 3 - Regime de Trabalho do NDE 100% dos membros do Núcleo Docente Estruturante do Curso são contratados em regime de trabalho integral ou parcial, sendo 71,4% contratados em regime de trabalho de tempo integral e 28,6% em tempo parcial. 2.1.4 - Composição e Funcionamento do Colegiado de Curso O Colegiado de Curso é órgão normativo, deliberativo, executivo e consultivo, constituído para cada um dos cursos superiores da Facimed, e exerce as atribuições previstas neste Regulamento Interno, subordinando-se ao Conselho Superior – CONSUP. Segundo o Regimento Geral da FACIMED em seu Art. 17, o Colegiado do Curso é constituído : I – pelo Coordenador do Curso, presidente nato; II – por 03 (três) professores do corpo docente do curso, eleito por seus pares; III – por 01 (um) discente, do curso, eleito por seus pares. Relação dos componentes do Colegiado de curso de Enfermagem: Janice Santana Nascimento Segura (*) Sheila C. L .Soares Adélia Cileode Gomes Castelo Branco Kaiser Tânia Roberta Pereira Furtado Glórialuz Flores Vaca (**) (*) Coordenadora do Curso de Graduação em Enfermagem da FACIMED. (**) Representante discente Segundo Art. 3º do Regulamento do Colegiado de Curso a indicação dos representantes dos colegiados de Curso é feita através de eleição, por seus pares, para um mandato de 02(dois) anos, e os discentes com mandato de 01 (um) ano, com possibilidade de recondução. A representação dos discentes é eleita pelos acadêmicos do curso de Graduação, dentre os estudantes que tenham cumprido, pelo menos 1(um) semestre da carga horária obrigatória do Curso, sendo designada através da Coordenação do Curso. Segundo Art. 7º do Regulamento de Colegiado de Curso são atribuições do Colegiado do Curso de Graduação: I – avaliar e atualizar, sempre que houver necessidade, o Projeto Pedagógico de Curso - PPC, em todos os seus aspectos; II – analisar e aprovar os planos de ensino das unidades curriculares do curso, propondo alterações quando necessárias com a participação da Coordenação Pedagógica; 116 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 III – estabelecer formas de acompanhamento e avaliação do curso, em articulação com a Comissão Própria de Avaliação (CPA), inclusive acompanhando e auxiliando na divulgação dos resultados; IV – elaborar proposta do calendário acadêmico anual do curso, encaminhando para a Direção Acadêmica, que unificará as informações; V – apreciar convênios, no âmbito acadêmico, referentes ao curso, encaminhando-os para parecer ao Diretor Presidente; VI – decidir, em primeira instância, sempre que houver necessidade, questões apresentadas por docentes e discentes; VII – analisar os casos de infração disciplinar e, quando necessário, encaminhar ao órgão competente; VIII – propor e/ou avaliar as atividades extracurriculares necessárias para o bom funcionamento do curso, registrando-as em formulários próprios; IX – apresentar ao CEPEX regulamentos específicos do Curso referentes às Atividades Complementares, Estágios Curriculares e Trabalhos de Conclusão de Curso; X – avaliar, fixar normas e promover a integração dos componentes curriculares do curso, visando garantir-lhe a qualidade didático-pedagógica e a interdisciplinaridade; XI – exercer a fiscalização e o controle do cumprimento de suas decisões; XII – solucionar os casos omissos neste Regulamento e as dúvidas que porventura surgirem na sua aplicação. 2.1.5 – Atuação da coordenadora A coordenadora administra o curso com base em normas firmemente pré-estabelecidas pelo Regimento Interno, pelo Manual de Administração das Coordenações e pelo plano de metas estabelecido, votado e aprovado a cada início de semestre pelo Colegiado, consoante atas lavradas no livro de registro das reuniões. É atribuição do coordenador o gerenciamento administrativo-pedagógico de seu curso, competindo-lhe: Representar o departamento junto às autoridades e órgãos da Faculdade em atos oficiais; Convocar por escrito, conjuntamente com o diretor da IES, reuniões da Coordenação, com antecedência mínima de 5 (cinco) dias úteis, presidindo-as; Elaborar ata, em livro próprio, de todas as reuniões com os professores de seu departamento, com a assinatura dos presentes; Convocar, no prazo de dois dias úteis, por meio de ofício assinado conjuntamente com o diretor da IES, os professores que não estiveram presentes em reunião ordinária ou extraordinária convocada pelo departamento, para conhecimento da pauta e das deliberações; Apresentar mensalmente à Direção Acadêmica relatório sucinto das atividades do período; Apresentar anualmente à Direção Acadêmica, até o mês de março, relatório detalhado de suas atividades e das de sua Coordenação referente ao ano imediatamente anterior; Comunicar imediatamente à Direção sobre os problemas ou sugestões levantadas em sala de aula durante as visitas (constar no relatório mensal); Reunir-se uma vez por semana com a Direção para análise e deliberação de assuntos de interesse da IES; Cumprir, na instituição, integralmente o horário e as atribuições de coordenação de curso, inclusive nas duas últimas semanas do mês de dezembro, nas semanas iniciais do mês de fevereiro e nas duas semanas finais do mês de julho, ocasiões em que normalmente não há aulas a serem ministradas; Exercer, dentro de seu horário de coordenação de curso, exclusivamente as atribuições pertinentes à função; 117 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Planejar as ações de seu departamento no período imediatamente anterior ao início do semestre letivo, nos meses de dezembro, fevereiro e julho, conjuntamente com a Coordenação Pedagógica Geral e, se necessário, com os coordenadores de outros cursos; Informar com antecedência à Coordenação Pedagógica Geral e à Direção Acadêmica da IES sobre todas as decisões e ações que lhe competem, no âmbito de seu departamento; Informar à Direção Acadêmica, por meio do relatório mensal, os motivos apurados quanto aos trancamentos e desistências de acadêmicos, buscando, conjuntamente com esta, alternativas que possam evitar a evasão; Pronunciar-se formalmente, em impresso próprio da IES, sobre aproveitamento de estudos e adaptações de alunos transferidos e diplomados, depois de ouvido o Colegiado; Comunicar à Direção Acadêmica da IES, por escrito, problemas ocorridos com discentes e docentes de seu departamento; Encaminhar à Direção Acadêmica os currículos recebidos, opinando sobre os mesmos; Coordenar a organização do trabalho docente e discente referente ao seu departamento; Elaborar, semestralmente, calendário de avaliações bimestrais, exames e segunda-chamada, dentro do calendário acadêmico da IES, enviando cópia aos professores de seu departamento e publicando em mural para conhecimento pelos acadêmicos; Pronunciar-se, ouvir e ter o aval dos outros coordenadores quando sua ação depender ou interferir direta ou indiretamente nas demais coordenações; Acompanhar e supervisionar as notas e freqüência dos acadêmicos, investigando as incoerências que porventura sejam constatadas; Prestar atendimento ao acadêmico em horário noturno, em expediente regular; Informar aos acadêmicos e docentes de seu curso os horários diurno e noturno disponíveis para atendimento; Visitar uma vez por mês, no mínimo, as salas de aula de seu curso para ouvir os acadêmicos e relatar eventuais problemas ou sugestões; Dar total acompanhamento ao acadêmico, quer do ponto de vista administrativo ou pedagógico que lhe competir, quer indicando o departamento responsável; Informar periodicamente aos acadêmicos sobre as ações, providências e atividades suas e de seu departamento, quando essas informações forem de interesse dos mesmos; Incentivar os acadêmicos e professores de seu departamento a frequentarem a Biblioteca para pesquisas e leitura, mesmo no período noturno; Acompanhar a performance dos acadêmicos de seu curso, orientando e auxiliando os que estiverem tendo algum tipo de dificuldade ou problema; Acompanhar as desistências ocorridas em seu curso, investigando o motivo que levou o acadêmico a tomar tal decisão; Acompanhar as solicitações de trancamento de matrícula pelos acadêmicos de seu departamento, dando despacho no requerimento; Orientar os professores de seu departamento para que acompanhem e auxiliem os acadêmicos que apresentarem dificuldades de aprendizagem; Supervisionar e fiscalizar a execução das atividades programadas, bem como o desenvolvimento das ementas e programas apresentados em cada disciplina pelo professor titular; Supervisionar e fiscalizar a assiduidade e pontualidade do professor quanto à(s) disciplina(s) assumida(s) em seu departamento, comunicando à Direção Acadêmica qualquer irregularidade; Supervisionar e fiscalizar o cumprimento das obrigações dos professores dentro dos prazos estipulados quanto à entrega de plano de curso, notas, frequência, diários, preparação de aulas, obediência à ementa e carga horária, comparecimento às reuniões, etc.; 118 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Supervisionar as técnicas e a metodologia utilizada, bem como a aplicação dos instrumentos de avaliação do aproveitamento utilizados pelos professores, intercedendo nos casos em que julgar necessários, respeitadas as particularidades de cada disciplina; Supervisionar a elaboração de projetos a serem desenvolvidos pelo Coordenação; Supervisionar, de modo geral, toda atividade docente do professor em sala de aula ou fora dela; Determinar aos professores de seu departamento que alertem o acadêmico sempre que o número de suas faltas se aproximar do limite máximo permitido pela legislação; Monitorar a relação professor-aluno para que haja um bom relacionamento interpessoal, intercedendo nos casos em que julgar necessários; Propor aos professores, quando necessário, as modificações, adaptações e atualizações das ementas, programas e bibliografias de cada disciplina, dentro das disposições legais vigentes, ouvida a Diretoria Acadêmica; Incentivar e orientar os docentes do departamento a elaborarem projetos de pesquisa e extensão universitária; Zelar pela regularidade e qualidade do ensino das disciplinas de seu departamento, intercedendo, se necessário, junto aos professores; Comunicar aos demais professores do curso, por escrito, todas as decisões e ações suas, da Direção Acadêmica, da Direção Geral e da Presidência da IES; Zelar para que os professores do curso respeitem e cumpram as determinações estabelecidas pela legislação vigente, bem como as deliberações das instâncias deliberativas da IES; Ouvir e pronunciar-se sobre as idéias e propostas apresentadas pelos professores do curso, encaminhando-as, quando necessário às instâncias superiores; Apresentar à Direção Acadêmica sugestões que visem à melhoria da qualidade de ensino e ao pleno desenvolvimento da atividade acadêmica da IES; Exercer as demais funções que lhe forem atribuídas. Por fim, a seguir, estão expostos cinco critérios de natureza social, política e interacionista que, neste projeto, considera-se serem atribuições imprescindíveis na formação do caráter profissional do coordenador de curso: a) O coordenador de curso é um líder reconhecido e respeitado na área de abrangência do curso que gerencia. Deverá conhecer as necessidades regionais (sociais, educacionais, científicas, econômicas e outras), a fim de melhor administrar o Projeto Pedagógico de seu curso, no intuito de atender às necessidades da comunidade em que está inserido e para a qual são formados os agentes de transformação social (egressos do curso). b) O coordenador é um incentivador de professores e alunos, em sua natureza profissional deverá, além das competências do saber inerente à sua área de atuação, conter habilidades e competências que possam funcionar como instrumentos de estímulo, participação e articulação do grupo. c) O coordenador é um representante legítimo de seu curso. Não basta exercer o cargo, deverá ser eleito e/ou indicado pelo Colegiado. Desta forma, a sua figura torna-se representativa e respeitada nas tomadas de decisões junto aos segmentos internos da IES. d) O coordenador é um propagador das concepções, dos objetivos, dos meios e dos fins previstos pelo Projeto Pedagógico. Deverá ser aquele que garante a existência do curso, porque, assim procedendo, estará afiançando o bem-estar das famílias daqueles que dependem do 119 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 desempenho das atividades profissionais que, inevitavelmente, serão molas propulsoras e sustentadoras do padrão de vida bio-físico-intelectual. De igual forma, será também responsável pela formação do capital intelectual a ser desenvolvido e estimulado nos egressos, fato que os tornarão idôneos no exercício do estado profissional, a fim de garantirem sucesso na escalada da pirâmide de estratificação social. e) O coordenador é responsável pela vinculação do curso aos anseios e desejos de mercado. Nenhuma sociedade é estática, o homem evolui e com ele todas as coisas. Compete ao gestor do curso instigar a avaliação periódica do Projeto Pedagógico, a fim de propor mudanças que possam nivelar suas matrizes, ementas, conteúdos, bibliografias, competências e habilidades às exigências para formação do profissional crítico, competente, reflexivo e transformador. 2.1.6 - Regime de Trabalho da Coordenadora do Curso A Coordenadora de Curso é contratada em regime de tempo integral, com 40 horas de atividades semanais, com carga horária prevista para aulas, coordenação, administração e condução do curso. 2.1.7 - Titulação e Formação da Coordenadora do Curso A Coordenadora do curso de enfermagem é Bacharel em Enfermagem, Mestre em Ciências da Saúde, Especialista em Metodologia e Didática do Ensino Superior e em Formação Pedagógica em Educação Profissional – área Enfermagem . Tem 09 (nove) anos de experiência de magistério superior e está na coordenação do curso há 05 anos. 2.1.8 - Organização do Controle Acadêmico O Colegiado de Curso é o órgão normativo, deliberativo, executivo e consultivo que é constituído para cada um dos cursos superiores da FACIMED e que exerce as atribuições previstas no Regimento Geral, subordinando-se ao CEPEX e ao CONSUP. A organização do controle acadêmico segue as normas regimentais estabelecidas. O órgão central de desempenho das atividades acadêmico-administrativas é a Secretaria. O registro e o controle acadêmico de matrícula, trancamento, transferência e aproveitamento de estudos são de responsabilidade da Secretaria Geral da FACIMED. As questões acadêmicas, expedição de atestados, históricos escolares, registro de diplomas, entre outras atividades, também estão a cargo da Secretaria Geral - SEGEA. A verificação e o registro de freqüência, notas, aprovação/reprovação são de responsabilidade do professor e o seu controle de responsabilidade da Secretaria Geral. A SEGEA é o órgão de apoio ao qual compete centralizar todo o movimento acadêmico e administrativo da FACIMED dirigida por um Secretário Geral, sob a orientação da Direção Geral e da Direção Acadêmica. O secretário tem sob sua guarda todos os livros de escrituração escolar, arquivos, prontuários dos alunos e demais assentamentos em livros fixados pelo Regimento e pela legislação vigente. À SEGEA compete: I - inscrever os candidatos à seleção e admissão; II - proceder à matrícula dos alunos; 120 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 III - expedir documentação escolar geral; IV - expedir diplomas e certificados; V - organizar e manter atualizados arquivos e fichários da Secretaria; VI - manter o controle dos registros acadêmicos; VII - divulgar as diversas atividades do setor escolar; VIII - executar outros trabalhos que lhes sejam atribuídos pelo Diretor da FACIMED e pela Direção Acadêmica. Ao Secretário compete: I - dirigir a Secretaria, observadas as normas regimentais, e as que lhe forem conferidas pelo Diretor da Facimed e pela Direção Acadêmica; II - comparecer às sessões do CONSUP e do CEPEX, desde que convocado; III - assinar diplomas, certificados e documentos escolares gerais; IV - cumprir e fazer cumprir as determinações do Diretor Acadêmico; V - abrir e encerrar os termos referentes a todos os atos escolares, submetendo-os, quando necessário, à assinatura do Diretor Acadêmico; VI - expedir, receber e arquivar toda a correspondência oficial; VII - apresentar anualmente ao Diretor Acadêmico relatório dos trabalhos da Secretaria; VIII - exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas pelo Diretor da FACIMED e pela Direção Acadêmica. 2.1.9 - Pessoal Técnico e Administrativo A Coordenadoria do Curso de Graduação em Enfermagem tem à sua disposição pessoal de apoio técnico e administrativo necessário à execução de seus serviços e ao cumprimento de suas atribuições. Na FACIMED o corpo técnico-administrativo, constituído por todos os funcionários não docentes, tem sob sua responsabilidade os serviços administrativos e técnicos de apoio necessários ao normal funcionamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão. A Faculdade zela pela manutenção de padrões de recrutamento e condições de trabalho condizentes com sua natureza, bem como por oferecer oportunidades de aperfeiçoamento técnicoprofissional a seus funcionários. Os funcionários não-docentes são contratados sob o regime da legislação trabalhista, estando sujeitos, ainda, ao disposto neste regimento, no Estatuto da Mantenedora e nas demais normas expedidas pelos órgãos da administração superior da FACIMED. 121 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 2.2 - Perfil dos Docentes 2.2.1 - Titulação do Corpo Docente O corpo docente do Curso de Graduação em Enfermagem é composto por 28 professores, sendo 06 doutores (21,4%), 11 mestres (39,3%) e 11 especialistas (39,3%). Assim, 60,7% dos docentes do Curso de Graduação em Enfermagem têm titulação obtida em programas de pós-graduação stricto sensu. 122 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 N° Nome do Docente Tempo Docência Superior Graduado em Área da maior titulação Àrea 1 2 Adélia Cileode Gomes Castelo Branco Kaiser Ana Célia Cavalcante Lima 3 08 anos 09 anos 4 Ângela Antunes de Morais Lima 08 anos 5 Antônio Carlos da S.C.de Souza Tony 06 meses 6 Enfermagem Ciências da Saúde dos Biomedicina Ciências Médicas Enfermagem Saúde da família Letras Educação Farmácia Biotecnologia Farmácia Ciências com área de atuação em Microbiologia 02 ano Daniele Cazoni Balthazar 8 Administração Serviços de Saúde Nivel IES que estudou Ano de conclusão Especialização UNAERP 1995 Mestrado Universidade de Brasília 2006 03 anos André Nazário de Oliveira 7 Enfermagem Elessandra Silvestro Maria Elizabete Sarzi Zamberlan 9 10 Elídio Rodrigues Neto 11 Fabrício Barbosa Fernando do Carmo Silva Almeida 06 anos 29 anos 08 anos 06 anos 08 anos Mestrado Especialização Mestrado Mestrado Ciências Matemática Odontologia Medicina Veterinária Fisioterapia e Matemática Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de CampinasUNICAMP Parcial Integral Integral 2009 UNIR 2002 UFMT 2007 UFES Integral Parcial Integral 2011 Mestrado Especialização Anestesiologia Doutorado Doutorado Ciências da Saúde Mestrado Dentística restauradora Regime de Trabalho Universidade Paulo USP de São 2006 UNIR 2001 UNITAU Faculdade de Medicina de Botucatu 1989 UnB 2007 2011 Integral Parcial Parcial Integral Integral 123 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 12 13 14 15 16 17 Helizandra Simoneti Biianchini Romanholo 04 anos 02 anos Isis Lazzarini Janice Santana Nascimento Segura do Juliana Perin Vendrusculo Kátia Cristina Salvi de Abreu Laurindo Pereira de 09 anos 06 anos 21 anos Souza 18 19 20 21 Luis Fernando Bastianini Matos Maria Neuma Sampaio Maira Melisse Gonçalves 01 ano 07 anos 24 anos Mansueto Dal Maso Beck 22 06 anos Medicina Veterinária Produção animal Enfermagem Ciências da Saúde Enfermagem Saúde do Trabalhador Odontologia Odontopediatria Doutorado Especialização Enfermagem Enfermagem em unidade de terapia intensiva adulto Roberta Grain Barreto 2007 Doutorado UFV 2011 Mestrado Universidade de Brasília 2006 Especialização Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP Fisiologia Mestrado Enfermagem Desenvolvimento Gerencial em Unidade Básica de Saúde Especialização Ciências Sociais Fisioterapia aplicada ortopedia,traumatológica e desportiva Filosofia Teologia e Fisioterapia Fisioterapia 04 anos Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal Ciências biológicas Modalidade médica 03 anos Mileidy Von Rondon 23 Ginecologia Obstetrícia 02 anos e Especialização Enfermagem FarmáciaBioquímica Analises Clínicas Ciências biológicas Universidade Paulo, USP de São 2003 Integral Parcial Integral 2011 Parcial 2011 1996 Doutorado UNICAMP 2004 Especialização Universidade de Santo Amaro – UNISA 2005 Mestrado Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca da Fundação Oswaldo Cruz no Rio de Janeiro 2009 Federal de Ouro PretoUFOP 2003 Mestrado Parcial Parcial UNIR Saúde Pública e Unidade de Ensino Superior Ingá, UNINGA, 2002 Parcial Parcial Integral Integral Integral Integral 124 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 24 Raul Dirceu Pazdiora 02 anos Medicina Veterinária Produção Animal Doutorado Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita (UNESP), campus Jaboticabal 25 Sheila Carminati de Lima Soares 08 anos Enfermagem e Obstetrícia Ciências da Saúde Mestrado Universidade de Brasília 2007 Enfermagem e Obstetrícia Desenvolvimento Gerencial de Unidade Básica de Saúde Especialização FIOCRUZ 1995 Psicologia Saúde Mental Especialização UNIR-FIOCRUZ 2008 Enfermagem Didática Superior Especialização Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal 2008 26 27 28 Tânia Roberta Furtado Pereira Rosângela Martins Vieira Teresinha Cícera T.Viana 08 anos 08 anos 04 aos do Ensino 2011 Parcial Parcial Parcial Parcial Parcial 125 2.2.2 - Regime de Trabalho do Corpo Docente A FACIMED investe na composição de um corpo docente que possui uma dedicação preferencial, cujo resultado seja a construção de uma carreira assentada em valores acadêmicos. Os professores possuem diferentes regimes de trabalho, 46,4% dos docentes do Curso de Graduação em Enfermagem possuem contrato de trabalho em regime de tempo integral e 53,6% em regime de tempo parcial. 2.2.3 Experiência Profissional do Corpo Docente Quando mais experiente é o corpo docente, melhor será o desempenho do curso na formação do Egresso. A FACIMED, instituição que já nasceu no século XXI, como é o seu slogan, em cumprimento à sua missão e aos seus objetivos, prima pela contratação de profissionais que sejam devidamente titulados em programas de pós-graduação strito sensu e que tenham experiência no magistério, quer seja superior, quer seja na educação básica. Quando possível, a FACIMED investe na formação de seus professores incentivando-os financeiramente a cursarem pós-graduação lato e strito sensu e outros cursos de formação e especialização docente como se pode verificar nas anotações do departamento próprio e conforme depoimento dos próprios professores. 2.2.4 Experiência de Magistério Superior ou Experiência do Corpo Docente e em Outras Atividades Profissionais No que se refere à experiência profissional, a FACIMED, ao selecionar os professores para os seus cursos, assume como compromisso priorizar a contratação de profissionais com experiência no magistério superior e com experiência profissional, fora do magistério, na área de formação, e, em determinados casos, com experiência na educação básica como docentes. A experiência no magistério superior possibilita ao professor uma atuação segura, focada na aprendizagem dos alunos e integrada à proposta pedagógica da FACIMED. A experiência profissional, fora do magistério, na área de formação, possibilita ao professor uma abordagem mais prática dos conteúdos curriculares ministrados em sala de aula. Assim o sendo, a FACIMED busca formar seus quadros de professores dando preferência àqueles que, além do conhecimento teórico, tenha habilidades práticas adquiridas no exercício profissional. 2.2.5 Relação entre o número de docentes e o número de estudantes Será obedecido o número médio de alunos por Turma – seguindo os critérios de números de alunos por turmas de acordo com os Padrões Mínimos de Qualidade divulgados para Cursos de Enfermagem, a saber: 126 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Aulas teóricas – proporção aluno/professor - 50/1 Aulas práticas de laboratório - proporção aluno/professor - 25/1 Em campos de estágios a proporção de aluno/professor obedece a RESOLUÇÂO/COFEN - 299/2005: Art. 7º As instituições cedentes do campo de estágio curricular supervisionado devem contar com a efetiva participação do responsável técnico da área de enfermagem, na formalização e operacionalização dos programas de estágio, quanto os procedimentos a serem adotados pelas instituições, para a aceitação de estagiários referente a: I – Proporcionalidade do número de estagiário por área de atividade, segundo a natureza da atividade exercida, supervisão requerida e o nível de complexidade do cliente, a saber: a) assistência mínima/auto cuidado até 10 (dez) alunos; b) assistência intermediária até 8 (oito) alunos; c) assistência semi-intensiva até 6 (seis) alunos; e d) assistência intensiva até 5 (cinco) alunos. 2.2.6 - Produção Científica, cultural, artística ou tecnológica A FACIMED oferece todas as condições para o desenvolvimento de pesquisa e inovação tecnológica, inclusive com participação de alunos, conforme detalhamento no item 2.1 da Organização Didático Pedagógica deste Projeto Pedagógico de Curso. Os docentes do curso produziram material didático ou científico nos últimos três (03) anos. 127 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DIMENSÃO 3- INSTALAÇÕES FÍSICAS 3.1 - Infra- estrutura física e acadêmica A SOREC, mantenedora da FACIMED, é legítima proprietária do lote urbano sob nº 04, com área de 4.080,86 m2, Quadra 51, Setor 03, localizado na Avenida Cuiabá, 3087, Bairro Jardim Clodoaldo, Cacoal - RO. Para atender, de forma adequada, as necessidades acadêmicas da FACIMED, foram projetadas suas instalações prediais, com um total de 5.451,75m2, em dois anexos I e anexo II. O curso de enfermagem está sendo realizado no anexo I. As instalações prediais construídas, de excelente qualidade, são em alvenaria e estrutura de concreto aramado, com fechamento em vidro e tijolo cerâmico, piso cerâmico antiderrapante, revestimento externo com reboco, massa acrílica e no interno com reboco, massa corrida, pintura látex/acrílica, textura e azulejos (laboratórios e conjuntos sanitários) com portas internas de madeira e janelas com vidro temperado. A instalação elétrica está de acordo com as normas da concessionária local, sendo substação, parte interna, todo o sistema embutido com quadros de distribuição de acordo com as cargas, interruptores, tomadas e luminárias fluorescentes distribuídos em conformidade com as necessidades e código de obra. Todos os ambientes são climatizados por ar condicionados tipo Split, dimensionados de acordo com a área e normas técnicas. A instalação hidrosanitária atende as normas da concessionária local, inclusive às exigências de segurança. O prédio utiliza cobertura de telha fibrocimento 5mm, apoiada em estrutura de madeira, tipo garapeira. Quadro - Infra-estrutura física no ano 2012 Espaço Físico Área Sede Área de Convivência Auditório Biblioteca Sala de Coordenação Sala de Aula Laboratório de Informática I Laboratório de Informática II Sala dos Professores Sala NUPPES Sala SAAP Coordenação Pedagogica, CPA, CEP e CEUA Banheiros M e F Laboratório de Habilidades Clinicas Laboratório de Microscopia I M² 01 01 01 03 31 01 01 01 01 01 01 06 01 01 300,m2 334,11 m² 479,24 m² 58,41 m² 58,19 m² (média) 40,96 m² 44,38 m² 52,03 m² 50m2 10,m2 58,06 m² 16,39 m² 150,88 m² 72,41 m² 128 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Laboratório de Microscopia II Morfofuncional (sala 205) Morfofuncional (sala 206) Morfofuncional (sala 208) Morfofuncional (sala 209) Morfofuncional (sala 210) Laboratório de Farmacotécnica Laboratório Química Orgânica Laboratório de matemática e física Laboratório de Bioquímica Laboratório de Psicologia Experimental Unidade I Sala de Aula Banheiros M e F Laboratorio de Fisioterapia Clinica de fisioterapia Laboratorio de Informatica Biblioteca Sala de Professores Sala de Coordenação Quadra Poliesportiva Clinica de Psicologia (Predio Locado) Clinica Veterinária (Locado) Clínica Odontologia Recepção Laboratório Pré Clínica A Laboratório Pré Clínica B Sala Esterilizada Sala Raio X Sala Distribuição de Materiais 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 86,59 m² 23 04 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 03 01 60,m2 cada 65,86 m² 60,06 m² 59,66 m² 59,05 m² 59,65 m² 62,40 m² 62,40 m² 57,44 m² 59,75 m² 43,m2 60,m2 200m2 64,m2 160,m2 52,03 m² 58,41 m² 1.267,m2 150,m2 198,7m2 29m2 59m2 59m2 15,34m2 3,5m2 3,9m2 Quadro - Infra-estrutura Acadêmica - Recursos Multimídia Equipamentos Computadores Data show Retroprojetores Televisores Vídeo Cassete / DVD Scanner Power Vision ( retroprojetor digital) Sala de áudio e vidio Cx Som Micro system Especificação Sistema Operacional Windows XP 06 Epson, 05 Sony 29´ Philco 2010 87 60 10 04 04 01 1 1 1 2 2011 95 70 10 04 5 02 1 1 2 2 129 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 3.1.1 – Gabinetes de trabalho para docentes do tempo integral A FACIMED dispõe de espaço para os professores que trabalham em regime de 40 horas. A maior parte desses professores desenvolve outras atividades na IES e, por isso, tem salas que servem para o desenvolvimento das ações específicas da função também para o atendimento ao discente. Os professores que são 40 horas e que não exercem funções e cargos na IES trabalham na sala dos professores e atendem os alunos nos gabinetes anexos às coordenações de curso. 3.1.2 – Espaço de trabalho para coordenação de curso e serviços acadêmicos Todos os coordenadores da FACIMED são lotados no regime de 40 horas e possuem gabinetes de trabalho, no qual desenvolve suas ações administrativas, pedagógicas e de atendimento aos professores e alunos. 3.1.3 – Sala de Professores A FACIMED conta com duas salas de professores, uma na sede e a outra na unidade I, mobiliadas por mesas de trabalho, geladeira, sofás, cadeiras e gabinetes para trabalho individual. 3.1.4 - Salas de aula A Instituição disponibiliza aos seus acadêmicos salas de aula adequadas e confortáveis, com dimensões médias de 58,19 m², comportando turmas com 50 alunos, em alvenaria e concreto armado, fechamento em vidros temperados, piso cerâmico antiderrapante, revestimento em massa corrida e pintura látex/acrílica. Há em cada sala um retroprojetor. Todas as salas de aula são mobiliadas com 50 carteiras individuais, com acabamento em fórmica, acompanhadas de 50 cadeiras estofadas, em tecido, com 10mm de espessura, quadros brancos, climatizadas com ar condicionado Split e cortinas tipo persiana. A FACIMED conta com salas de aula padronizadas, com capacidade para cinqüenta alunos e planejadas para oferecer as melhores condições de aprendizagem atendendo às disposições regulamentares quanto a dimensão, iluminação, ventilação (todas as salas são climatizadas), mobiliário e limpeza. 3.1.5- Auditório/Sala de Conferência A FACIMED coloca a disposição da comunidade acadêmica o auditório, localizado no pavimento térreo do prédio, com 334,11 m². Mantendo o seu padrão de qualidade, o auditório conta com rebaixamento do teto em gesso melhorando, assim, a distribuição da acústica e da climatização ambiente. 3.1.6 - Instalações Sanitárias As instalações sanitárias da FACIMED foram construídas de acordo com as normas hidro sanitárias da concessionária local, composta de três conjuntos sanitários masculinos e três femininos. Com área de 16,39m2, cada conjunto possui quatro divisórias com vasos sanitários, 130 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 sendo uma planejada para atendimento aos portadores de necessidades especiais e uma bancada com lavatórios. Todos os conjuntos têm piso cerâmico antiderrapante, revestimento total das paredes em azulejos, janelas com vidros temperados, portas em madeira. As divisórias e as bancadas são de pedra tipo granito. 3.1.7 - Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais A FACIMED está atenta às determinações da Portaria Ministerial n.º 3.284, de 7 de novembro de 2003, que Dispõe sobre os requisitos de acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências, para instruir os processos de autorização e de reconhecimento de cursos, e de credenciamento de instituições. Na elaboração de sua planta-baixa e em todo o projeto arquitetônico de suas instalações, foram previstos espaços e facilidades para portadores de deficiências físicas: a eliminação de barreiras arquitetônicas para circulação do estudante, permitindo-lhe o acesso aos espaços de uso coletivo; a reserva de vagas em estacionamentos nas proximidades das unidades de serviços e a construção de rampas com corrimãos, para permitir a circulação com cadeiras de rodas; adaptação de portas e banheiros com espaço suficiente para permitir o acesso a cadeira de rodas; a colocação de barras de apoio nas paredes dos banheiros; instalação de lavabos, bebedouros e telefones públicos em altura acessível aos usuários de cadeiras de rodas. No que concerne a alunos portadores de deficiência visual, a SOREC assume o compromisso formal, no caso de vir a ser solicitada e até que o aluno conclua o curso: a) de manter sala de apoio equipada como teclado em braile, impressora braile acoplada ao computador, sistema de síntese de voz, gravador e fotocopiadora que amplie textos, software de ampliação de tela, equipamentos para ampliação de textos como lupas, réguas de leitura, etc. b) de adotar um plano de aquisição gradual de acervo bibliográfico em braile e de fitas sonoras para uso didático; III - quanto a alunos portadores de deficiência auditiva, compromisso formal da instituição, no caso de vir a ser solicitada e até que o aluno conclua o curso: a) de propiciar, sempre que necessário intérprete de língua de sinais/língua portuguesa, especialmente quando da realização e revisão de provas, complementando a avaliação expressa em texto escrito ou quando este não tenha expressado o real conhecimento do aluno; b) de adotar flexibilidade na correção das provas escritas, valorizando o conteúdo semântico; c) de estimular o aprendizado da língua portuguesa, principalmente na modalidade escrita, para o uso de vocabulário pertinente às matérias do curso em que o estudante estiver matriculado; d) de proporcionar aos professores acesso à literatura e informações sobre a especificidade lingüística do portador de deficiência auditiva. 3.1.8 - Infra-estrutura de Segurança 131 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 A instalação da FACIMED foi projetada para atender as normas do Código de Segurança e Proteção contra Incêndio – CBM RO, através da instalação dos seguintes sistemas: - Extintores CO2 nos corredores e laboratórios; - Para-peito no mezanino/saguão; - Saída de emergência; - Luminárias de emergência; - Ducha d’água nos laboratórios; - Corrimão na escada e rampa; - Sinalizações; - Parte elétrica: Substação e quadros de distribuição compatíveis com as cargas. 3.1.9 - Área de Convivência Nesses espaços são contemplados os serviços de alimentação, reprografia, e outros, além da área de convivência ampla, arejada e confortável. 3.1.10 - Acesso a equipamentos de informática pelos docentes Todos os docentes da FACIMED têm acesso a equipamentos de informática. A Instituição disponibiliza, em seus três turnos de funcionamento, o Laboratório de Informática I e II composto por 25 microcomputadores AMD DURON, 1.100, 128 MB, 20 GB, 52x, todos interligados por 02 switchs de 16 portas cada, que distribuem a Internet independentemente, através de um modem Alcatel Touch Pro. Encontra-se instalados em todos os microcomputadores o pacote Office completo constituído dos programas Word, Excel, Power Point e Access. Além do laboratório, os docentes contam ainda com equipamentos de informática instalados nas coordenadorias dos cursos, Núcleo de Pesquisa e Extensão e Serviço de Apoio Psicopedagógico. Todo o acesso a Internet pela FACIMED e realizado através de um canal de alta velocidade, com 600KBps/s - DSL, provido pela Embratel. Os microcomputadores disponibilizados aos docentes permitem, também, acesso através do Sistema GIZ Faculdade, fornecido pela empresa AIX Sistemas, informações sobre as suas turmas, impressão do diário de classe, cadastro de notas, faltas e conteúdo, podendo assim, acompanhar o rendimento acadêmico de cada aluno. 3.1.11 - Acesso a equipamentos de informática pelos alunos A FACIMED coloca à serviço das necessidades acadêmicas dos aluno, o Laboratório de Informática I e II, especificado no item anterior, onde todos os equipamentos são utilizados diariamente, das 7:30 às 22:30horas. Foi implantado o sistema WEB que possibilita ao aluno acompanhar sua situação acadêmica, via Internet, permitindo-lhe acesso ao relatório de notas, resultado de avaliação, gráficos comparatórios de suas notas com a média da turma, emissão de 2ª via do boleto bancário, extrato financeiro, reserva de livros, rematrícula on-line, minuta de contrato, comprovante de matrícula e outros. 3.1.12 - Recursos audiovisuais 132 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Entendendo ser os recursos audiovisuais imprescindíveis ao bom desenvolvimento das aulas, a FACIMED dispõe e possibilita a aos seus docentes e alunos os seguintes equipamentos e materiais: projetores multimídia, projetor de slides, aparelhos de televisores, de som, de DVD, vídeo cassete, episcópio, unidade ótica, painéis e flip-chart. Ressaltamos que a Instituição disponibiliza um retro projetor em cada sala de aula. A FACIMED possui, ainda, duas salas com equipamentos audiovisuais fixos, onde atendemos não só aos cursos de graduação, como também ao ensino à distância, telepresencial, do Sistema IELF. Outras informações referentes aos recursos audiovisuais encontram-se no Regulamento de requisição, manutenção e atualização de recursos audiovisuais. 3.2 - Biblioteca A biblioteca possui espaço adequado para o acervo, instalações para estudos individuais e instalações para estudo em grupo. Além disso é dotada de isolamento acústico, iluminação, ventilação, mobiliário e aparelhagem específica, atendendo a todas as condições de salubridade. O acervo encontra-se organizado em estantes próprias de ferro, com livre acesso aos usuários. Está instalado em local com iluminação natural e artificial adequada e as condições para armazenagem, preservação e a disponibilização atendem aos padrões exigidos. Há extintor de incêndio e sinalização bem distribuída. As disciplinas ministradas no Curso de Graduação em Enfermagem possuem no mínimo 03 (três) títulos indicados para a bibliografia básica, em proporção adequada de exemplares por acadêmicos, e está devidamente tombada junto ao patrimônio da FACIMED. A Política de Aquisição de acervos determinar-se-á pelos aspectos qualitativos e quantitativos, possibilitando acesso à bibliografia básica do Curso, em número e conteúdo. A ampliação do acervo do Curso ocorrerá gradativamente de acordo com o cronograma de aquisição apresentado abaixo, que corresponde à seguinte evolução percentual de exemplares: ocorrerá gradativamente de acordo com o crescimento do número de alunos e a necessidade de atualização do acervo da área, com planejamento de expansão superior a 20% anual, em títulos novos, edições novas e número de exemplares básicos e complementares. A política de atualização gira em torno de: a) Solicitação de docentes; b) Solicitação de discentes; c) Indicação da Bibliotecária; d) Pesquisa bibliográfica; e) Lançamentos. Os Serviços Oferecidos pela biblioteca são: • • • • Seleção e aquisição de material bibliográfico (livros, periódicos, vídeos, bases de dados e material especial); Base de dados de controle de pedidos, encomendas, recebimentos e tombamento; Distribuição para processamento técnico, seleção de material para restauração e encadernação periódica; Indicações bibliográficas dos coordenadores dos respectivos Cursos; 133 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 • • • • Catalogação automatizada – Uso das Normas da CDU (Código Decimal Universal) e registro no Sistema para Biblioteca; Preparação do material processado para encaminhamento aos acervos específicos (material especial, referência, acervo geral), etiquetagem de lombada por número de chamada e identificação dos exemplares do acervo de uso local um exemplar não circulável para cada título) de tarja vermelha; Normalização e Regulamentação de serviços, Relatórios, Estatísticas, Controle de pessoal, horários e serviços, Administração das bases de dados (Coordenação geral); Participação da Biblioteca em atividades dos Programas e campanhas da Instituição (site Internet, programa de integração de professores e funcionários, planejamento geral e orçamentário), em reuniões e seminários; treinamento de pessoal técnico e auxiliar; Serviços de divulgação e marketing da Biblioteca. Serviço de arquivo, protocolo, recepção e controle de material. a) Serviços de atendimento ao usuário: • • • • • • orientação no uso em terminais do Programa no computador; orientação de busca e recuperação de documentos e informações; elaboração de iniciação científica bibliográfica; avaliação de acervos e ordenação de estantes. controle de entrada e saída dos usuários; controle de uso dos salões de leitura, salas de leitura individual, salas de estudo em grupo, sala de reuniões e videoteca. b) Serviço de Circulação de acervos • empréstimo, devolução e serviço de Reserva de livros emprestados – Sistema automatizado; • cobranças de atrasos, multas por atraso nas devoluções; • aplicação da suspensão por dois dias para cada dia de atraso na devolução do empréstimo domiciliar e aplicação da suspensão por dez dias para cada dia de atraso na devolução do empréstimo local; • relatórios mensais e estatísticas; diárias de freqüência por Curso, e de Assuntos consultados e empréstimos efetuado. c) Serviço de Iniciação Científica • bases em CD-ROM; • acesso via Internet; • levantamentos bibliográficos para iniciação científica e pesquisa; • acesso a referências e textos; • orientações quanto as normas técnicas para elaboração e apresentação de trabalhos científicos; • cópias de documentos através do Serviço de Comutação Bibliográfica (COMUT, IBICT e BIREME). 134 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 d)Empréstimo entre Bibliotecas Intercâmbio de informações e documentos através de participação da Biblioteca em Sistemas Cooperativos de Informações nacionais e internacionais disponíveis, como cooperantes ou solicitantes. e) Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos Os alunos da FACIMED têm à disposição para elaboração de trabalhos acadêmicos o Laboratório de Informática e contará com terminais de consulta individuais na Biblioteca, conectados em rede como inesgotável fonte de pesquisa. Os professores, designados para atendimento extraclasse, orientam os alunos na elaboração de seus trabalhos. Podem também buscar orientações junto aos docentes componentes do PROBIC. Conforme objetivos da FACIMED, foi criada a Revista Científica, para a divulgação da produção docente e discente, e será criado o de Jornal, de boletim e de home page, ou de outros veículos de comunicação. 3.2.1- Livros da Bibliografia Básica A bibliografia básica atende aos programas das disciplinas do Curso de Graduação em Enfermagem. A bibliografia foi recomendada pelos docentes responsáveis pelas disciplinas, supervisionada pela Coordenadora de Curso e pelo Núcleo Docente Estruturante. O Núcleo Docente Estruturante do Curso trabalha também no sentido de recomendar a atualização bibliográfica, através de seu acervo de livros e periódicos. 3.2.2- Livros da Bibliografia Complementar A bibliografia complementar indicada atente aos programas das disciplinas com o mínimo de 05 (cinco) títulos para cada disciplina. A bibliografia complementar atua como um acervo complementar na formação dos alunos, e foi recomendada pelos docentes responsáveis pelas disciplinas, supervisionada pela Coordenadora de Curso. 3.2.3 - Periódicos Especializados A biblioteca conta em seu acervo com periódicos, nacionais e estrangeiros, específicos para os cursos e outros de interesse da comunidade acadêmica. Para tanto são mantidas assinaturas correntes de periódicos, que podem ser ampliadas, de acordo com as indicações da comunidade acadêmica. Além das assinaturas de periódicos a FACIMED viabiliza acesso aos periódicos disponíveis livremente no site da Capes. Para o Curso de Graduação em Enfermagem foram adquiridas as assinaturas de periódicos que atendem às necessidades acadêmico-científicas da comunidade acadêmica. 135 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Tabela - Acervo por área do conhecimento Especificação 2010 Títulos Livros 3208 Periódicos e revistas 2212 Fitas de Vídeo 52 Cd Ron/DVD 338 Dicionários 40 Monografias/Dissertações e 564 Teses 2011 Acervo 15184 2613 59 704 78 917 15394 2724 61 879 82 963 Para o Curso de Graduação em Enfermagem foram adquiridas as assinaturas de periódicos que atendem às necessidades acadêmico-científicas da comunidade acadêmica. A maioria deles com acervo disponível em relação aos últimos 03 (três) anos: PERIÓDICOS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM ISSN TÍTULOS 1679-4974 Epidemiologia e Serviços de Saúde 0034-8910 RSP: Revista de Saúde Pública 1415-8264 NURSING 0034-7167 REBEN – Revista Brasileira de Enfermagem 0104-1169 Revista Latino-Americana de Enfermagem 1414-4225 SOBECC 1808-3269 Revista Intensiva 1981335X Revista Emergência da Clinica 1413-8123 Saúde Coletiva 2177-4285 Enfermagem em Foco 3.2.4 Laboratórios Didáticos Especializados A FACIMED oferece, em suas instalações prediais, espaço físico específico para cada necessidade laboratorial. Laboratório Multifuncional Discriminação das peças sinteticas Esqueleto padrão e base móvel montada sob a pélvis – A 10 Esqueleto c/ ligamento e base móvel montada sob pélvis -A 12 Esqueleto patrão sob base móvel A- 11 Esqueleto patrão sob base vermelho/branco Coluna vertebral clássica flexível c/ costela Coração gigante Figura muscular masculina em tamanho natural – 37 peças – VA 01 Qt 01 01 01 01 01 01 01 136 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Luxuosa figura muscular bissexual tamanho natural - 45 peças – B50 Torso clássico c/ dorso aberto – 18 partes – B 19 Torso – 13 partes – B13 Pélvis Feminina – 02 partes – H 10 Pélvis Masculina – 02 partes – H11 Modelo de pélvis Masculina – 04 partes Modelo de pélvis Feminino – 03 partes Modelo de Genital Masculino – 04 partes Modelo de Genital Feminino – 04 partes Pélvis e assoalho pélvico Feminino – 05 partes Esqueleto pélvico c/ órgão genitais -03 partes Modelo de Corte Mediano do Trato Urinário Feminino/Masculino Modelo de Bexiga Masculina c/ Próstata – 02 partes Sistema Urinário Masculino – W 42510 Modelo do Sistema Endócrino 01 01 01 01 01 02 02 02 02 01 01 01 01 01 03 Laringe – 07 partes – G 21 Estomago – 02 partes – K 15 Fígado c/ Visicula Biliar – W 42508 Coração Clássico c/ Sistema Condutor – 02 partes – G 08/03 Dupla Hélice de DNA –W 19205 Artéria c/ Ateroma (propaganda de Medicamento) Modelo de Pele 70x, o tamanho natural – J 13 Sistema Circulatório Humano ½ - Tamanho natural – G 30 Sistema Nervoso Tamanho natural modelo relevo – C 30 Cérebro c/ Artérias Montado sob a base da Cabeça – 8 partes – C 25 Cérebro c/ Artéria – 9 partes – C 20 Cabeça Padrão 6 partes – C 9/1 Ouvido padrão 3x tamanho natural – 4 partes – E 10 Olho Gigante – 6 partes –F 10 Olho natural 5x6 partes – VJ 500 C Olho na Órbita tamanho natural – 07 partes – F13 C Escova Dental 36,5 cm – 3B Molar Gigante c/ Cárie 15x o tamanho natural -0 6 partes – 3B- D 15 Desenvolvimento de Dentição – 3 B – D 20 Dentição de Leite - Altay Metade Inferior da Mandíbula 3x o tamanha natural – 06 partes - Altay Crânio Branco Crânio Vermelho/Branco Crânio Colorido desmontável Cérebro 04 partes C 16 Cérebro 08 partes C 17 Cérebro 03 partes Cérebro Neuro-anatonico 08 partes Cérebro Gigante WH 409 Figado c/ Visicula Bilar Pâncreas e Duodemo 02 partes Órgão Abdominal Posterio 01 01 01 02 01 01 01 01 01 03 01 06 04 01 01 02 01 03 01 03 02 08 02 05 01 01 01 01 01 01 02 137 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Estomago 02 partes Rim c/ Glândula Supra-renal 02 partes K 12 Rim c/ Glândula Supra-renal 02 partes K 12 Rins Nefrons, Vasos Sanguinéos e Corpusculo Renal K 11 Dente de Geso do nº 01 a 13 Meio Dente nº 04-10, 03-11, 01-12. Ouvido 3x tamanho natural Olho c/ Pálpebras e Sistema Decrimal 5x tamanho natural 08 partes – F 12 Pélvis c/ Ligamento Períneo Feminino Medula Espinhal c/Terminação Nervosa C 41 Pé c/ Ligamento Direito (tíbia/fíbula) Mão c/ Ligamento Direito (ulna/radio) Pélvis c/ Ligamento Modelo Esqueleto do Pé c/ Ligamento Túnel do Corpo Modelo Esqueleto da Mão c/ Ligamento e Musculo Torso c/ 15 Disco VA 20 Artéria Veias 642 Esqueleto Patrão A10 Torso Clássico B 09/1 Reprodutor Feminino Reprodutor Masculino 02 01 01 01 13 08 01 01 01 03 02 01 01 01 01 01 02 01 01 01 02 01 Ossos Descrição Ossos do MMSS Crãnio Mão Radio Ulna Úmero Clavícula Escapula Esterno Costela Ossos do MMII Sacro Quadril Fêmur Fíbula Tíbia Patela Pé Falange-Tarso-Carpo-Metacarpo VERTEBRAS Atlas Sintética Biológica 08 09 10 12 11 10 10 06 100 11 -18 17 16 13 08 -86 06 08 10 10 10 13 09 -- 06 07 21 18 21 13 -90 03 10 138 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Axis Glote Toracicas Lombar Cervical 03 04 53 18 24 10 -72 25 46 Museu do Corpo Humano DISCRIMINAÇÃO DAS PEÇAS Coração Clássico c/ Sistema Condutor 02 partes 608/3 Rim c/ Glandula Adrenal 02 partes K12 Nefrons de Vasos Sanguineos 120x tamanho natural K 10/1 Olho 3x tamanho natural 07 partes F13 Metade Secção Lateral Cabeça 03 partes Ouvido 3x tamanho natural 02 partes Sistema Reprodutor Feminino Útero Períneo Masculino Glândula da Póstata Secção Lateral da Cabeça 05 partes VB156 Estrutura Ósseas A79 Fibra Músculo Ampliada Cérebro Gigante VH 409 Cérebro 02 partes Colorido Cérebro 02 partes Colorido Cérebro c/ Artéria montado sob base da Cabeça 08 parte C25 Cabeça ½ e Cérebro 1/2 Crânio Neurovascular W 19018 Crânio Colorido Versão Didático A291 Medula Espinhal c/ Terminação Nervosa C 41 Braço Vascular W 19019 Coccix (biológico) Vértebras Lombar, Tórax, Cervical (biológica)completa Crânio (biológico) Mão Esquerda Pé Esquerdo Esqueleto Clássico A10 Mandíbula Inferior e Superior c/ Arcada Dentaria Reprodutor Masculino Reprodutor Feminino QT 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 09 01 01 01 01 01 01 01 Laboratório de Química Orgânica e Bromatologia Laboratório de Química Orgânica-Vidrarias Vidraria Especificação Béquer de Vidro 3000 ml Bastão de Vidro --------- Quantidade 04 04 139 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Balão Volumétrico de fundo chato Balão Volumétrico de fundo chato Balão Volumétrico de fundo chato Balão Volumétrico de fundo chato Balão Volumétrico de fundo Redondo Balão Volumétrico de fundo Redondo Balão Volumétrico de fundo Redondo Balão Volumétrico de fundo Redondo Balão Volumétrico de fundo Redondo Balão Volumétrico de fundo Redondo Para Destilação Balão Volumétrico de fundo Redondo Para Destilação Balão Volumétrico de fundo Redondo Para Destilação Béquer de Vidro Béquer de Vidro Béquer de Vidro Béquer de Vidro Béquer de Vidro Bureta Bureta Bureta Dessecador Dessecador Dessecador Cubo de Vidro Cubo de Vidro Cadinho Erlenmeyer Erlenmeyer Erlenmeyer Funil de Vidro Funil Para Filtração por Sucção de Porcelana Funil Para Filtração por Sucção de Porcelana Funil Para Filtração por Sucção de vidro Funil Para Filtração por Sucção de vidro Funil de Decantação Estilo Bola 1000 ml 500 ml 250 ml 100 ml 500 ml 22 23 30 25 08 250 ml 02 1000 ml 03 800 ml 06 2000 ml 02 500 ml 01 250 ml 05 125 ml 05 2000 ml 1000 ml 250 ml 100 ml 50 ml 25 ml 50 ml 10 ml Grande Médio Pequeno Pequeno Grande ----125 ml 250 ml 500 ml -------90 02 14 01 16 37 10 7 5 02 02 01 05 01 13 17 28 11 20 10 70 08 125 ml 09 50 ml 03 500 ml 10 140 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Funil de Decantação Estilo Bola Funil de Decantação Estilo Pera Funil de Decantação Estilo Pera Garrafa Para Bureta Garrafa Para Bureta Grau de Porcelana Grau de Porcelana Grau de Porcelana Placa de Petri Placa de Petri Placa de Petri Pipeta Graduada Pipeta Graduada Pipeta Graduada Pipeta Graduada Pipeta Graduada Pipeta Graduada Pipeta Graduada Pipeta Graduada Pipeta Graduada Pipeta Graduada Pistilo Proveta Proveta Proveta Proveta Proveta Tubo de Ensaio Tubo de ensaio cônico Trompa a Vácuo Vidro Relógio Vidro Relógio Vidro Relógio 250 ml 125 ml 1000 ml 1000 ml 2000 ml 610 180 100 Grande Média Pequena 1 ml 10 ml 5 ml 2 ml 20 ml 10 ml 50 ml 20 ml 25 ml 15 ml ---------1000 ml 10 ml 25 ml 50 ml 100 ml 9,5 cm 11,5 cm --------Grande Médio Pequeno Material Agitador Magnético com Placa Aquecedora Agitador Magnético com Placa Aquecedora Agitador Magnético com Placa Aquecedora Agitador Magnético com Placa Aquecedora Agitador Magnético com Placa Aquecedora Agitador Magnético Agitador Magnético Agitador Magnético Agitador Magnético Agitador Magnético 03 10 04 18 14 06 03 01 02 01 08 42 26 47 5 8 17 8 16 6 20 11 04 08 07 02 22 152 50 01 01 24 16 Especificação Mod. 752 A Mod.752 A Mod. 752 A Mod. 752 A Mod. 78HW-1 Mod. Q-799-2 Mod. 752 Mod. 752 Mod. 752 Mod. 752 Quantidade 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 141 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Agitador Magnético Armário de Metal Armário de madeira Suspenso na parede Bancada em Formica Banqueta de Madeira Branca Barrilhete Para Água Destilada Bandeja de Inox Bandeja de Inox Bastão de Plástico Balcão em Madeira com 8 portas Mufla Cadinho de Inox Capela de Exaustão de Gases Condutivímetro Condutivímetro Compressor Extração de Fitoterápica Dispenser Para Papel Toalha Dispenser Para Sabonete Líquido Estante Para Tubo de Ensaio 84 Furos Estante Para Tubo de Ensaio 72 Furos Estante Para Tubo de Ensaio 24 Furos Espátula de Metal Evaporador Rotativo Fotômetro de Chamas Garra de Metal Garra de Metal Garra de Metal Garra Para Suporte Universal Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Manta de aquecimento Placa Aquecedora MultiparamenterbenchPhotometer Placa de Aquecimento pHmetro Mod. 752 4 Portas 8 Portas 3.50x1.30 ----------20 LT 22x9 23x13 ---------4 Metros Mod. Q-314m242 ----------Mod. Q-216-21 MB-11 Mod. MCA 150 131 B Q-327-26B ----------------Plástico Metal Metal ---------TE-211 Mod. 7000 38 cm 22 cm 26 cm ---------Mod. 202 Mod. 102 Mod. 3320 Mod. 3320 Mod. 3320 Mod. 3320 Mod. 3320 Mod. 202 Mod. 202 Mod. 067-1 Mod. 68-0 Mod. 102 Mod. Q-32-1A13 Mod. O18 Mod. C 99 Mod. Q-313-F21 Mod. mPA-210 01 01 01 01 20 01 05 05 16 01 01 05 01 01 01 01 01 02 01 01 02 04 17 01 01 05 02 02 21 02 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 142 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 pHmetro pHmetro pHmetro pHmetro Pêra de borracha Pregador de Madeira Placa aquecedora Quadro Branco Suporte universal Metálico Para Bureta Tela de Amianto Termômetro Termômetro Termômetro Tripé Turbidímetro Turbidímetro Triturador Viscosímetro Mod. mPA-210 Mod. mPA-210 -----------Mod. Q-799-2 ------------------Mod. HI839800 1.20x1.20 Mod. 022/2 ---------200c 300c 110c ---------TB-1000 TB-1000 --------------Metal 01 01 01 01 25 03 01 01 06 05 01 02 01 06 01 01 01 01 Laboratório de Microscopia Multidisciplinar-1 DESCRIÇAO DO BEM Agitador Orbital Kline Ar condicionado Armário em aço c/4portas 1,85x0,35 Banqueta em madeira 0,80x0,20 Cadeira de coleta Cadeira em aço Cadeira escolar Caixa de transporte de microscópio Centrifuga benfer Contador de células Contador diferencial de celulas CC900 Controlador diferencial de células Esterilizador infravermelho Estufa de esterilização Homogeneizador BHS 300 Lava olhos Lavadora de microplaca Leitor de Microplaca Maquina tecnica Permatron Temporizador Max can câmera de documentos avervision/positivos 130B Micro hematócrato Microscópio Microscopio Biol. Binocular Quadro branco QUANTIDADE 1 1 1 21 1 1 1 2 1 10 1 4 1 1 1 1 1 1 1 1 15 7 1 143 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Relogio Digital Suporte carrinho para TV Suporte para Pipeta westergreen Televisor 29P LG Ventilador de parede 1 1 1 1 1 Laboratório de Microscopia Multidisciplinar 2 LABORATORIO MICROSCOPIA 2 DESCRIÇAO DO BEM Ar Condicionado Armário de vidro Auto clave vertical phoenix Balança Banqueta em madeira 0,80x0,20 Cadeira coletora Caixa para transportar microscópio Caixinhas de som Câmara de fluxo laminar trox Centrífuga Benfer Contador colônias manual Esterilizador infravermelho Estufa p/cultura de bacteriológica Estufa p/esterilização e secagem Geladeira Lava olhos Máquina Banho Maria Máquina tecnica Permatron Temporizador Max can câmera de documentos avervision/positivos 130B Microscópio biol.binocular Quadro branco 1,50x1,50mt Suporte carrinho para TV Televisão Semp Toshiba Ventilador de parede Visor de aglutinação VP Vidrarias, Equipamentos e Materiais Almotolia marrom c/ bico curvo 500 ml Almotolia branca c/ bico reto 250 ml Avental de napa cor marrom Balança BG 400 Quimis ES20.400 Série 103988 Bandeja plástica cor branca pequena Bastão de vidro Béquer de 150ml QUANTIDADES 1 1 1 1 27 1 22 1 1 2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 21 1 1 1 1 1 Quantidade 03 01 01 01 02 01 04 144 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Béquer de 250ml Béquer de 600ml Cuba de vidro p/ coloração c/ tampa Cuba de vidro s/ tampa grande Cx. Com capacidade p/ 100 lâminas de madeira Cx. Com capacidade p/ 25 lâminas cor rosa Cx. Com capacidade p/ 50 lâminas de madeira Despertador cor branca herweg Escova p/ lavar tubo de ensaio médio Escova p/ lavar tubo de ensaio pequeno Estante p/ tubo de ensaio c/ 12 furos pequena Estante p/ tubo de ensaio c/ 72 furos grande Estante p/ tubos de ensaio c/ 24 furos grande Estante p/ tubos de ensaio c/ 72 furos pequena Estufa p/ cultura bacteriológica mod. EC-11 nº 412000058 Estufa p/ esterilização e secagem mod. EL-1.2 nº 401012651 mod. Fio de platina Funil de vidro Galão de plástico 5 litros cor branco Lamparina álcool denetal Lente objetiva 25 Lente objetiva 40 Lupas clássicas 90mm Microscópio Biológico Binocular CE Microscópio champion GLX-109 gold DMI série 0003 Microscópio lupe Óculos de proteção Pestilho completo Pinça de madeira Pipeta de 1ml Pipeta de 5ml Pipeta paster graduada plástica 3m Placa de petri média Placa de petri pequena Ponteiras amarelas p/ pipetas 1 a 200 ul Raque ponteiras 0 a 200 ul Suporte de metal p/ coloração Tesoura cor preta Tubo de ensaio 18cm Tubo de plástico p/ coloração capac. 3 laminas Tubos cônicos graduados Tubos de ensaio 10cm Tubos de ensaio 15cm Ventilador parede grande classe C-2 mod. VP-60 3 velocidades Vidro relógio 03 01 05 01 09 09 07 01 01 01 03 02 01 01 0 02 10 01 01 03 05 01 03 20 05 02 01 01 05 01 01 400 02 12 200 100 01 01 16 13 25 17 04 04 05 145 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Banqueta de madeira branco 0,80 x 0,20 Dispenser sabonete líquido Dispenser Toalha Livro ata cor preto Lixeira capacidade p/ 26 litros cor cinza Pasta AZ Pasta c/ elástico Quadro fórmica branco 1.00 x 1.20 31 01 01 01 03 01 01 01 Lâminas de Histologia Lâminas – Material Adrenal Amígdala palatina (HE) Aorta (orceina) Aorta (Weigert) Apêndice (HE) Art. Elástica Baço Baço (HE) Bexiga Bexiga (HE) Bochecha (mallory) Brônquio Brônquio interlobular (HE) Canal Deferente Canal deferente (HE) Cárdia Cartilagem Elástica Cartilagem Hialina Cauda de rato (HE) Célula Calciforme Célula Gigante Célula Purkinge Célula T. Gig. Cerebelo Cerebelo (HE) Cérebro Cerebro (Del Rio Hortega) Coração Coração Cordão Umbilical Cordão umbilical (HE) Dente (HE) Referência 84 39 U 21 U 24 U 51 U 44 23 41 U 79 08 U 19 U 74 54 U 87 60 U 61 4 23 27 U 8 9 32 106 34 36 U 33 34 U 31 32 U 101 22 U 48 U Quantidade 05 01 01 01 01 05 05 01 05 01 01 05 01 05 01 05 05 05 01 05 05 05 05 05 01 05 01 05 01 05 01 01 146 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Esfregaço (MG) Esôfago Esôfago (HE) Estômago Estômago região cárdica/fundica/pilorica Feixe vasculo - nervoso (HE) Fêmur - osso desgastado Feto (ossificação endocondral) Feto (ossificação intramembranosa) Fibras Colágenas Fibras Elásticas Fibras Reticulares Fibroblasto Fígado Fígado (HE) Fígado (HE) Injetado com nanquim Fígado (nitratado) Folículo piloso/Glândula sebácea (HE) Fossas nasais G. Parasimpático G. Sensitiva G. Simpático Gânglio Linfático Gânglio linfático ou linfonodo (HE) Gânglio R. Gânglios nervosos (HE) Gl.Lacrimal Gl.Paratireóide Gl.Parótida Gl.Sub.Mandibular Gl.Tireóide Glândula mamaria (HE) Glândula submandibular (HE) Glândula sudorípara-lábios (HE) Glicogênio Granuloma dentário Hipófise Hipófise (HE) Íleo Intestino (HE) Intestino grosso (HE) Intestino grosso (HE) Jejuno Linfonodo (HE) Língua (HE) M. Estriado Esquelético 69 U 58 09 U 109 49 U 35 U 28 U 30 U 29 U 15 16 17 13 68 52 U 17U 20 U 44 U 55 U 38 30 37 50 40 U 36 37 U 109 83 72 71 82 15 U 12 U 45 U 7 18 U 81 66 U 64 05 U 38 U 50 U 63 23 U 31 U 30 01 05 01 01 01 01 01 01 01 05 05 05 05 05 01 01 01 01 01 05 02 05 05 01 05 01 04 05 05 05 05 01 01 01 05 01 05 01 05 01 01 01 05 01 01 03 147 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 M. Liso Macrófago Mastócito Medula (nitratada) Medula Óssea Mesentério (Mallory) Mesentério nitratado (nitrato de prata) N. Piramidal Nervo Nervo T. Olho Olho (HE) Orelha (tec. própria) Osso Intra Ouvido Interno Ouvido interno (HE) Ovário Ovário (HE) P. Coróide Pâncreas Pâncreas (HE) Papila F. Papila Valada Papilas circunvaladas ou calciformes Papilas filiformes e fungiformes Paratireóide Parótida (HE) Pele Pele espessa (HE) Pele Fina Pele humana (HE) Pênis Pênis (HE) Piloro Placenta Plasmócito Próstata Próstata Pulmão Pulmão (HE) Região Fúndica Região Pilórica Reto Rim Rim de rato (HE) Sub.Lingual 29 10 11 33 U 35 16 U 01 U 39 42 43 105 67 U 26 U 27 104 68 U 92 03 U 41 4 14 U 56 57 47 U 46 U 70 U 11 U 21 43 U 20 10 U 90 63 U 62 100 12 89 62 U 75 56 U 59 60 66 76 02 U 70 05 05 05 01 05 01 01 05 05 05 05 01 01 05 05 01 05 01 05 05 01 05 05 01 01 01 01 05 01 05 01 05 01 05 05 05 05 01 05 01 05 05 05 05 01 05 148 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Supra renal (HE) Tecido Adiposo Multilobular Tendão (HE) Testículo Testículo (HE) Timo Timo (HE) Tireóide (HE) Traquéia Traquéia (HE) Trompa Tuba uterina Ureter Ureter (HE) Uretra (HE) Útero (HE) V. Pacini Vagina (HE) Vaso Linfático Veia e artéria (HE) Vesícula Biliar Vesícula biliar (HE) Vesícula seminal (HE) 13 U 19 25 U 85 59 U 53 42 U 04 U 73 07 U 93 06 U 77 57 U 58 U 64 U 102 65 U 46 71 U 69 53 U 61 U 01 05 01 05 01 05 01 01 05 01 05 01 05 01 01 01 05 01 05 01 05 01 01 A2 SISTEMAS CIRCULATÓRIO, RESPIRATÓRIO E ENDÓCRINO (20 LÂMINAS PREPARADAS) (01 CONJUNTO) – LIEDER Ho172e Artéria humana, seção transversal corada para mostrar fibras elásticas Ho174e Veia humana, seção transversal corada para mostrar fibras elásticas Ho175e Artéria e veia humanas de tamanho menor, seção transversal com coloração de rotina Ho1762e Aorta humana, seção transversal corada para mostrar fibras elásticas Ho180c Esfregaço de sangue humano, coloração pelo método de Giemsa Ma197c Esfregaço de sangue de rã, eritrócitos com núcleos Ma211e Região nasal de pequeno mamífero (camundongo ou rato), seçào transversal mostrando o epitélio repiratório e olfativo, osso etc. Ho214f Traquéia humana, seção transversal Ho216e Pulmão humano, seção com coloração de rotina Ho231e Nó linfático humano, seção transversal Ho234e Baço humano, seção transversal Ho233e Amígdala (tonsila palatina) humana, seção transversal Ho237f Medula óssea vermelha humana, esfregaço com coloração Giemsa Ho238f Timo de criança, seção transversal Ho252e Glândula tiróide humana, seção transversal Ho253f Glândula adrenal (gl. supra-renal) humana, seção transversal Ho255f Glândula pituitária (hipófise) humana, seção transversal Ma255e Glândula pituitária (hipófise), seção longitudinal sagital do órgão completo de vaca ou porco mostrando a adeno e neuro-hipófise Ho257f Corpo pineal (epífise) humano, seção transversal Ho254f Ilhotas de Langerhans no pâncreas humano, seção 149 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 SÉRIE “U” - COLEÇÃO UNIVERSITÁRIA (71 LÂMINAS) (03 CONJUNTOS) - BIOTEC 01U - Mesentério nitratado (nitrato de prata) 02U - Rim de rato (HE) 03U - Ovário (HE) 04U - Tireóide (HE) 05U - Intestino (HE) 06U - Tuba uterina 07U - Traquéia (HE) 08U - Bexiga (HE) 09U - Esôfago (HE) 10U - Pele humana (HE) 11U - Parótida (HE) 12U - Glândula submandibular (HE) 13U - Supra Renal (HE) 14U - Pâncreas (HE) 15U - Glândula Mamária (HE) 16U - Mesentério (Mallory) 17U - Fígado (HE) - Injetado com Nanquim 18U - Granuloma dentário 19U - Bochecha (Mallory) 20U - Fígado (nitratado) 21U - Aorta (orceína) 22U - Cordão umbilical (HE) 23U - Linfonodo (HE) 24U - Aorta (Weigert) 25U - Tendão (HE) 26U - Orelha (tec. própria) 27U - Cauda de rato (HE) 28U - Fêmur - Osso Desgastado(HE) 29U - Feto (ossificação intramembranosa) 30U - Feto (ossificação endocondral) 31U - Língua (HE) 32U – Coração 33U - Medula (nitratada) 34U - Cérebro (Del Rio Hortega) 35U - Feixe vasculo - nervoso (HE) 36U - Cerebelo (HE) 37U - Gânglios nervosos (HE) 38U - Intestino grosso (HE) 39U - Amígdala palatina (HE) 40U - Gânglio linfático ou linfonodo (HE) 41U - Baço (HE) 42U - Timo(HE) 43U - Pele espessa (HE) 44U - Folículo piloso/Glandula sebácea(HE) 45U - Glandula Sudorípara-Lábios(HE) 46U - Papilas filiformes e fungiformes (HE) 47U - Papilas Circunvaladas ou calciformes 48U - Dente (HE) 49U - Estômago região cárdica/fúndica/pilórica 50U - Intestino grosso (HE) 51U - Apêndice (HE) 52U - Fígado (HE) 53U - Vesícula biliar (HE) 54U - Brônquio interlobular (HE) 150 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 55U - Fossas Nasais 56U - Pulmão (HE) 57U - Ureter (HE) 58U - Uretra (HE) 59U - Testículo (HE) 60U - Canal deferente (HE) 61U - Vesícula seminal (HE) 62U - Próstata 63U - Pênis (HE) 64U - Útero (HE) 65U - Vagina (HE) 66U - Hipófise (HE) 68U - Ouvido interno (HE) 69U - Esfregaço (MG) 70U - Paratireóide 71U - Veia e Artéria (HE) Lâminas de Citologia E1 CÉLULAS ANIMAIS E GENÉTICA (25 LÂMINAS PREPARADAS) (03 CONJUNTOS) – LIEDER 5001c Epitélio escamoso, células isoladas de boca humana. Núcleos e citoplasmas são mostrados 5002d Músculo estriado, seção longitudinal mostrando os núcleos, estrias, miofibrilas 5003d Osso compacto e cartilagem hialina, seção transversal, duas seções em uma lâmina para comparação 5004e Fibras nervosas isoladas, fixas e coradas por ácido ósmico para mostrar as bainhas de mielina e nódulos de Ranvier 5005d Células animais simples no fígado de salamandra, seção transversal mostrando a membrana celular, núcleo e citoplasma Ma1067f Fagocitose em células estreladas de Kupfer do fígado, seção de fígado de mamífero injetado com azul tripano 5007d Ovário de gato, seção transversal mostrando o folículo primário, secundário e folículo de Graaf 5008d Testículo de rã, seção transversal mostrando a espermatogênese. Espermatogônios, espermatócitos, espermátides e espermatozóides maduros 76015e Testículo de camarão de água doce, seção mostrando meiose e espermatogênese 5009e Larva de salamandra, seção transversal da pele e outros órgãos selecionados para mostrar a divisão celular (mitose) em vários estágios 5010f Útero de Ascaris meglocephallia, seção transversal corada com ferro-hematoxilina para mostrar detalhes da meiose com cromossomos e fusos nucleares 5011f Cromossomos gigantes na glândula salivar da larva de Chironomus, mostrando grandes cromômeros. Corado para mostrar DNA após Feulgen 5012e Ovos de Psammechinus (ouriço do mar). Ovos não fertilizados, ovos fertilizados, primeiros estágios de clivagem Ma104h Cromossomos humanos em esfregaço de cultura de sangue, sexo masculino Ma1041i Cromossomos humanos em esfregaço de cultura de sangue, sexo feminino Ma1045f Corpúsculos de Barr (cromatina sexual humana) em esfregaço de epitélio escamoso feminino Ma105f Mitocôndria em seção fina de rim ou fígado, especialmente preparada e corada Ma1055g Aparelho de Golgi em seção de gânglio espinhal ou outro órgão Ma1058e Células pigmentadas da pele Ma1061e Armazenamento de glicogênio nas células de fígado, seção corada com carmim após 151 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Beast ou reação PAS 76021f Genética de Drosophila, tipo selvagem adulto, e.i. 76022f Genética de Drosophila, "olho de Barr" mutante, e.i. 76023f Genética de Drosophila, "olho marrom" mutante, e.i. 76024f Genética de Drosophila, "asa vestigial" mutante, e.i. 76025f Genética de Drosophila, "olho branco" mutante, e.i. E2 CÉLULAS VEGETAIS E GENÉTICA (15 LÂMINAS PREPARADAS) (02 CONJUNTOS) – LIEDER 5101c Epiderme de cepa Allium (cebola), unidade integral mostrando células simples da planta com membrana, núcleo e citoplasma As121e Ápice de caule e tecido meristemático de Elodea, seção longitudinal mostrando a zona de crescimento e origem da folha 5102d Pontas de raiz de cepa Allium, seção longitudinal mostrando a divisão celular (mitose) em todos os estágios, claramente corada 5103e Células-mãe de pólen de Lilium. Prófase da primeira divisão de maturação (meiose) mostrando os cromossomos como finos fios 5104f Células-mãe de pólen de Lilium. Metáfase e anáfase da primeira divisão de maturação (meiose) mostrando os fusos nucleares e cromossomos contraídos 76005f Células-mãe de pólen do Lilium. Segunda divisão, intercinese, estágio de quatro células As119g Mitocôndria, fina seção longtudinal de ponta de raiz de Allium especialmente fixada e corada para mostrar a mitocôndria claramente As1488e Plasmodesmas em seção transversal de semente de palmeira (Phytelephas) 5105c Madeira de Tilia macerada e unidade integral mostrando as células, vasos e fibras da madeira 5106d Fruto do Pyrus (pera), seção transversal mostrando as células pétreas (células esclerenquimáticas) 5107c Tubérculo de Solanum (batata), seção transversal mostrando grãos de amido e cortiça 5108s Cucurbita pepo (abóbora), seção longitudinal do caule mostrando feixes vasculares com tubos em peneira, espiral e vasos anulares, fibras de esclerênquima 5109c Seção transversa de endosperma de Ricinus mostrando grãos de aleurona 5111d Ovário de Lilium (lírio), seção transversal mostrando o arranjo dos óvulos e saco embrionário 5112e Spirogyra, alga verde, mostrando estágios de conjugação e formação de zigotos Lâminas - Material Aparelho de Golgi Células em descamação Cromatóforos Cromossomos politênicos Mitose Sangue de ave Sangue humano Tecido adiposo Testículo de mamífero Referência 03C 02C 04C 05C 01C 08C 07C 09C 06C Lâminas de Histologia e Citologia Vegetal BRÁS LÂMINAS - VEGETAL (25 LÂMINAS) (02 CONJUNTOS) 26 Raiz de monocotiledônea Quantidade 01 01 01 01 01 01 01 01 01 152 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 Raiz de dicotiledônea Raiz aérea Raiz tuberosa Tecido meristemático Caule de monocotiledônea Caule de dicotiledônea Folha de arruda Folha de Eucalyptus sp Folha de Legustrum japonicum Folha aquática Estômatos de monocotiledônea Estômatos de dicotiledônea Pétala Ovário de monocotiledônea Ovário de dicotiledônea Antera Solarium sp Pólen de N. Tabacum Pólen de Hibiscus sp Grãos de aleusona Fruto e semente Cogumelo Fungo interior Hepática Soros pteridófita BRÁS LÂMINAS - ANIMAL (25 LÂMINAS) (02 CONJUNTOS) 3 Mucosa Bucal 4 Bexiga 5 Pâncreas 7 Esfregaço de Sangue 8 Estômago 9 Esôfago 10 Traquéia 11 Artéria 12 Ovário 14 Intestino Delgado 15 Fígado 16 Intestino Grosso 17 Músculo Estriado 18 Epiglote 19 Parótida 20 Útero 21 Coração 22 Epidídimo 23 Testículo 24 Supra-renal 25 Tecido Adiposo 51 Rim 52 Baço 53 Pulmão 54 Língua Brás Lâminas – Zoo/Ento (25 Lâminas) (03 Conjuntos) 153 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 55 Aparelho bucal Ápis melífera 56 Asa anterior e posterior Ápis melífera 57 Perna de Ápis melífera 58 Ferrão de Ápis melífera 59 Asa de abelha sem ferrão 60 Perna de abelha sem ferrão 61 Cabeça de mosca de fruta (Drosóphila) 62 Asa de mosca de fruta 63 Perna de mosca de fruta 64 Asa de vespa 65 Perna de vespa 66 Ferrão de vespa 67 Escama de mariposa 68 Daphnia 69 Ovos de piolho humano (lêndea) 70 Piolho humano 71 Carrapato 72 Pulga canina 73 Carruncho 74 Formiga 75 Formiga II 76 Asa de mosca 77 Perna de mosca 78 Perna de Opilião 79 Protozoários (variados) Brás Lâminas – Básico (25 LÂMINAS) (02 CONJUNTOS) 1 Letrinha “a” 2 Cortiça 3 Mucosa Bucal 4 Bexiga 5 Pâncreas 6 Raiz de cebola 7 Esfregaço de Sangue 8 Estômago 9 Esôfago 10 Traquéia 11 Artéria 12 Ovário 13 Epiderme de cebola 14 Intestino Delgado 15 Fígado 16 Intestino Grosso 17 Músculo Estriado 18 Epiglota 19 Parótida 20 Útero 21 Coração 22 Epidídimo 23 Testículos 24 Supra-renal 25 Tecido Adiposo Lâminas de Embriologia 154 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 F1 EMBRIOLOGIA DO OURIÇO DO MAR (12 LÂMINAS PREPARADAS) (04 CONJUNTOS) LIEDER 5201c Ovos não fertilizados 5202d Ovos fertilizados 5203d Duas células 5204d Quatro células 5205d Oito células 5206d Dezesseis células 5207d Trinta e duas células 5208d Mórula 5209d Blástula 5210d Blástula, início de gastrulação 5211d Blástula, gastrulação progressiva 5212d Larva plúteo F2 EMBRIOLOGIA DO SAPO (10 LÂMINAS PREPARADAS) (04 CONJUNTOS) - LIEDER 8301f Mórula, seção longitudinal com macrômeros e micrômeros 8302f Blástula, seção longitudinal mostrando blastocele 8303f Gástrula, seção longitudinal sagital mostrando as camadas germinativas, lábio dorsal, tampão vitelino 8304f Neurula, seção transversal mostrando os primórdios da notocorda, endoderme com a cavidade intestinal primária 8305f Estágio precoce do botão caudal, s.trans. com tubo neural, notocorda 8306f Estágio precoce do botão caudal, seção longitudinal sagital com primórdios do cérebro, intestino, segmentação do mesoderme 8307f Estágio de incubação, seção transversal através da região da cabeça ou brânquias 8308f Estágio de incubação, s.transv. através da região central do corpo 8309e Girino jovem, seção transversal através da cabeça 8310e Girino jovem, seção transversal através do tórax ou abdomen F3 EMBRIOLOGIA DA GALINHA (10 LÂMINAS PREPARADAS) (04 CONJUNTOS) - LIEDER 8201f 24 horas, seção transversal com sulco neural, notocorda, camadas germinativas 8202f 36 horas, seção transversal com tubo neural, diferenciação do mesoderme 8203g 48 horas, seção longitudinal com diferenciação do mesoderme e ectoderme 8204f 3 dias, seção transversal através do corpo mostrando saco amniótico e membrana serosa, miótomo, primórdios do rim, aorta, vasos extra-embrionários 8205f 3 dias, seção transversal da cabeça com primórdios de cérebro, olhos e coração 8206g 3-4 dias, seção horizontal do espécime inteiro mostrando os primórdios de vários órgãos, fendas branquiais 8207f 4-5 dias, seção transversal através da região da cabeça e cérebro, arcos branquiais 8208f 4-5 dias, seção transversal através da região do coração mostra o coração, pulmões, vértebras, cordão espinhal 8209g 8 dias, seção longitudinal sagital através do espécime inteiro mostrando vários órgãos embrionários 8210f Desenvolvimento das penas, seção através das asas em diferentes estágios do desenvolvimento Lâminas de Parasitologia 155 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Lâmina – Material Acarapis woodi Ancylostoma Anguillula aceti Anopheles (larva) Anopheles (parte da cabeça e boca de fêmea) Ascaris lumbricoides (fêmea) Ascaris lumbricoides (macho) Ascaris lumbricoides (ovos) Babesia canis Cimex lectularius Ctenocephalus canis Culex pipiens (larva) Culex pipiens (parte da cabeça e boca de fêmea) Culex pipiens (pupa) Dermanyssus gallinae Echinococcus granulosus Echinococcus granulosus Eimeria stiedae Entamoeba histolytica Enterobius vermiculares (oxyuris) Fasciola hepatica Fasciola hepatica (ovos) Fasciola hepatica s.t. Hetereakis spumosa Hymenolepis nana Ixodes sp Leishmania donovani Leishmania enrietti Moniezia expansa Monocystis agilis Nosema apis Pediculus humanus Pediculus humanus (ovos presos ao cabelo) Plasmodium gallinaceum Plasmodium sp Sarcocystis sp Sarcoptes scabiei Schistosoma mansoni (bilharziosis) Schistosoma mansoni (bilharziosis) Schistosoma mansoni (ovos) Schistosoma mansoni (rédias e cercárias) Stomoxys calcitrans Taenia pisiformis Taenia saginata Taenia saginata (ovos) Toxoplasma gondii Trichinella spiralis Trichuris trichiura Trypanosoma cruzi Ref. 3939e 3933h Ne138d 3944f 3942f 3928d 3929d 3930d 3909f 3947f 3950e 3945d 3943e 3946d 3938d 3926f 3927f 3913d 3901f 3931f 3914f 3916d 3915c 3936f 3925f 3937g 3902f Pr240f Py3282g 3912d 3911e 3948f 3949e Pr327f 3907g 3910f 3940e Py224e Py226h 3920e 3919g 3941e 3922f 3923d 3924d 3908f 3932d 3934d Pr237g Quantidade 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 156 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Trypanosoma gambiense 3903f 01 G1 BACTÉRIAS ÚTEIS E NOCIVAS (25 LÂMINAS PREPARADAS) (03 CONJUNTOS) LIEDER 3001d Staphylococcus aureus, organismo que produz pus 3002d Sarcina lutea, bastonetes cromogênicos 3003e Streptococcus pyogenes, organismo que produz pus 3004d Streptococcus lactis, organismo que azeda o leite, cadeias curtas 3005d Bacillus subtilis, bacilo do feno, esfregaço com bacilos e esporos 3006d Bacillus mycoides, organismo do solo 3007e Bacillus anthracis, doença dos separadores de lã 3008e Mycobacterium tuberculosis, causador da tuberculose 3009d Corynebacterium diphtheriae, causador da difteria 3010e Bacterium erysipelatos, causador da erisipela 3011d Rhizobium radicicola, bactéria fixadora de nitrogênio em nódulos de raiz 3012d Proteus vulgaris, putrefação 3013d Escherichia coli, bactéria do cólon 3014d Eberthela typhi, causadora da febre tifóide 3015d Salmonella paratyphi, causadora da febre paratifóide 3016f Vibrio comma, cólera asiática 3017d Shigella dysenteriae, desinteria bacilar 3018d Hemophilus influenzae, bacilo de Pfeiffer 3019e Spirilum volutans, de águas pútridas 3020d Rhodospirillum rubrum, espírilo cromogênico 3021e Clostridium botulinum, botulismo, envenenamento de alimentos 3022g Spirochaeta duttoni (Borelia recurrentis) em esfregaço de sangue 3023d Bactérias da boca, esfregaço com bastonetes Gram positivos e negativos 3024d Bactérias do pão 3025d Bactérias do queijo G3 DOENÇAS HUMANAS (PATOLOGIA) (50 LÂMINAS PREPARADAS) (02 CONJUNTOS) - LIEDER 9201e Degeneração de parênquima e gordura do fígado 9202e Hemossiderose do fígado 9203e Glicogenose do fígado 9204e Cirrose pigmentar do fígado 9205e Esofagite necrótica 9206e Granuloma por corpo estranho com hemossiderina e células gigantes 9207e Tonsilite 9208e Cirrose hepática 9209e Adipose do coração 9210e Calosidade cardíaca 9211e Miocardite crônica aguda recidivante 9212e Trombose venosa organizada de músculo 9213e Infarto de baço 9214e Leucemia mielóide crônica de baço 9215g Melanemia malárica de baço 9216e Antracose de pulmão 9217e Calosidade cardíaca 9218e Pneumonia de gripe 9219e Pneumonia cruposa 9220e Pneumonia crônica 9221e Pneumonia necrótica (caseosa) 157 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 9222e Tuberculose miliar do pulmão 9223e Tuberculose crônica da cavidade pulmonar com bactérias 9224e Hepatite com icterícia 9225e Atrofia glomerular de rim 9226e Degeneração amilóide do rim 9227e Nefrite hemorrágica aguda 9228e Glomerulonefrite crônica 9229e Nefrite embólica séptica 9230e Colite disentérica Shiga-Kruse 9231g Sífilis congênita de fígado, spirochaetae prateada após Levaditi 9232f Sifilis congênita de fígado (fígado feuerstein), coloração de rotina 9233f Goma de testículo 9234e Ateroma de cabeça 9235e Estruma colóide 9236f Testículo retido no abdomen mostrando hiperplasia das células de Leydig 9237e Hipertrofia de próstata 9238f Sarcoma de célula gigante do maxilar 9239e Condroma do osso púbico 9240e Mioma de útero 9241e Fibroadenoma do seio 9242e Tumor fibroepitelial misto de glândula parótida 9243e Melanossarcoma de pele 9244e Sarcoma de células fusiformes 9245e Carcinoma de colo de útero 9246e Sarcoma de testículo 9247e Cistadenoma papilífero de ovário 9248e Carcinoma gelatinoso do reto 9249e Linfossarcoma do mediastino 9250e Carcinoma metastático de fígado COLEÇÃO PARASITOLOGIA – CÓD. 325004 (30 LÂMINAS) (04 CONJUNTO) – COM CIÊNCIA 1. Ascarid, Ova, W.M 2. Ascarid (Female) C.S 3. Ascarid (Male) C.S 4. Schistosome Infected Livea Sec 5. Schistosome Infected Lung Sec 6. Fasciolopsis Buski, C.S 7. Taenia Egg W.M 8. Taenia W.M 9. Taenia Mature Proglottid W.M 10.Taenia Nourish Egg W.M 11.Cysticercus W.M 12. Schistosome Egg W.M 13.Schistosome (Male) W.M 14. Schistosome (Female) W.M 15.Schistosome (F And M Coupling) W.M 16. Schistosome Miracidium W.M 17.Schistosome Cercaria W.M 18.Culex Male W.M 19. Culex Female W.M 20.Anopheles Female W.M 21.Anopheles Male W.M 158 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 22.Culex Female Mouth W.M 23. Anopheles Female Mouth W.M 24. Anopheles Egg W.M 25.Anopheles Pupa W.M 26.Anopheles Larve W.M 27.Culex Egg W.M 28.Culex Pupa W.M 29.Culex Larva W.M 30.Hirudo Nipponia W.M Laboratorio de Habilidades Consultorio Simulado Posto de Enfermagem Internação Simulada 1 1 1 LABORATÓRIO DE HABILIDADES CLÍNICAS – LHC O LHC está situado na Unidade Sede, apresenta uma área de 150,88 m² e é composto por um conjunto de três salas de treinamento prático entre elas Posto de Enfermagem com 28,56 m², Uma Unidade de internação simulada com 49,84 m², um Consultório simulado com (72,48 m², além de um almoxarifado de apoio para a guarda e manutenção do conjunto de modelos utilizados nas aulas práticas, além de banheiros femininos e masculinos. Seguindo a tendência de um campo de prática moderno, o laboratório adquiriu novos manequins que permitem com fidedignidade situações reais que o acadêmico irá encontrar em sua prática clínica, como o simulador de entubação recém nascido, simulador de gerenciamento de vias aéreas e entubação, simulador de episiotomia, simulador ginecológico e de parto corpo inteiro, além de um moderno manequim interativo para reanimação cardiopulmonar. Os materiais e equipamentos disponíveis são: Discriminação Afastador 12 cm infantil Afastador 18 cm adulto Afastador balfour c/ válvula 24cm Afastador farabeuf 13mn15cm adulto Afastador farabeuf 13mn15cm adulto Aparelho de medir pressão Arterial coluna merc. Base e rodízio Aparelho estetoscópio heidji Aparelho p medir pressão arterial adulto Aparelho p/ determinação de glicemia Aparelho p/ medir pressão arterial Pediátrico Armário 2 portas inox cor branco c/ visor Bacia 50 x 20 x 25cm fava Bacia artinox 30cm Bacia de 35cm 4,7 litros Bacia de 41cm 63,3 litros Bandeja 35 x 25 x0 fava Balança Cambe cor branca cap. 150 kg Qtde. 01 02 01 01 01 02 02 05 01 03 01 02 01 05 03 02 01 159 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Balança Cambe mod. 104 nº 738 Bandeja 20 x 25 x 1,5cm Bandeja 30 x 20 x 04cm espessura 0,80m fava Bandeja plástica cor branca 0,30 x 0,44 Bandeja 15 x 25 x 1,5cm Biombo móvel Bolsa p/ água quente Bolsa p/ gelo Boneco p/ primeiro socorro (P10) Braçadeira injeção estofada lm 1022 Braço p/ injeção e IV Cabo 3 p/ lamina 10,11,12,15 Cabo 4 p/ lamina 20 a 24 Cabo bisturi 13cm n. 4 Cabo bisturi 13cm n. 4 Cadeira de rodas standard adulto, dobrável,estrutura em aço Cadeira inox cor branco Cama inox cor branco c/ regulagem c/ colchão 0,90 x 1,85cm Campos cirúrgicos 50 x 50 Campos cirúrgicos 170 x 150 Campos cirúrgicos 90 x 90 Capotes cirúrgicos Carinho aço inox branco 0,40 x 0,80 x 0,80 Carro curativo pint c/ rodas Cesto lixo inox cor branco c/ 3 rodas móveis Colchão cor azul adulto 1,90 x 0,60 Colchão cor azul pediátrico 1,60 x 0,60 Condicionador de ar Carrier 36.000 Btus Cuba redonda Cuba rim 26 x 12cm fava Escada de metal c/ 2 degraus cor branca Escada inox cor branco 2 degraus Estetoscópio adulto Estetoscópio Pediátrico Estojo 42 x 28 x 12 mf - 108 Inalador Laringoscópio adulto Laringoscópio pediátrico Lixeiro artinox capacidade p/ 10 lts Manequim cuidado paciente W75001 Mesa inox cor branco 0,40 x 0,60 com regulagem altura Mesa p/ maquina de escrever Pinça allis 20cm Pinça bachaus 11cm Pinça backhaus 11cm Pinça c/ dente de rato 14cm 01 05 04 01 05 02 10 10 01 04 02 01 02 02 02 01 01 01 10 10 10 15 01 01 01 02 01 01 05 12 03 01 13 02 01 03 02 01 01 01 03 01 01 06 06 07 160 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Pinça cheron 25cm Pinça cheron 25cm Pinça collin f/ coração 16cm Pinça collin f/ coração 16cm Pinça dissecação anatômica 14 cm Pinça dissecação anatômica c/ serrilha 14 cm Pinça dissecação anatômica 18cm Pinça dissecação anatômica c/ serrilha 14 cm Pinça dissecação anatômica 20cm c/ serrilha Pinça dissecação anatômica c/ dente 14cm Pinça dissecação anatômica c/ dente de rato Pinça dissecação anatômica c/ dente de rato 16 cm Pinça dissecação anatômica c/ serrelha 16 cm Pinça dissecação c/ dente 20cm Pinça dissecação anatômica 20cm Pinça dissecação c/ dente cm Pinça duval-callin 22cm Pinça ellis 20cm Pinça hocher curva 18cm Pinça hocher reta 18cm Pinça kelli 14cm reta Pinça kelli curva 14cm Pinça kelli reta 14cm Pinça kelli 14cm curva Pinça Kelly curva 14cm Pinça Kelly curva 25cm Pinça kocher 14cm reta Pinça kocher 16cm Pinça kocher 18cm reta Pinça kocher curva 14cm Pinça kocher curva 18 cm Pinça koicher 14cm Pinça pozzi reta 25cm Porta agulha mayo hegar 20 cm Porta agulha mathern 17cm 610.030 Porta agulha mathien 17cm Porta agulha mayo hegar 16cm 610.047 Porta agulha mayo hegar 16cm 610.047 Porta agulha mayo hegar 20cm Quadro branco de fórmica 3,20 x 1,20 Sim. Injeção Intravenosa Sistema cat/ Masculino e feminino Suporte p/ balde a pedal Suporte p/ soro inox cor branco Tambor grande p/ colocar algodão Tambor médio p/ colocar algodão 01 02 02 02 01 01 03 01 01 01 01 01 02 01 01 01 01 01 01 01 07 02 02 01 04 03 08 04 02 04 02 02 01 01 01 01 01 01 01 01 05 01 03 01 01 02 161 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Tambor pequeno p/ colocar algodão Tentacanula 15cm 750.001 Tentacuna 15cm Termometro clínico oval Tesoura mayo (stille) 14cm Tesoura metzenbaun curva 14cm Tesoura íris 11,5cm curva Tesoura íris reta 10,5 cm Tesoura mayo ( stille) reta 14cm Tesoura mayo ( stille) reta 17cm Tesoura mayo ( stille) reta 17cm Tesoura mayo stile 17cm reta Tesoura metzenbaum curva 14cm Tesoura metzenbaum reta 23cm Tesoura metzenbaum reta 23cm Válvula de doyen 60 x 50cm Válvula reguladora oxigel 06 01 01 62 01 01 01 01 01 01 01 03 01 01 01 01 05 Novos modelos adquiridos Aparelho code blue Aparelho simulador de sopros cardiacoW44119 Boneca SUE p/efeitos do tabaco w43010 Braço p/injeção venosa e muscular 50c Braço p/pratica de suturas w44003 Braço p/pratica de suturas w44003 Cartuchos de sons para simulador cardíaco Costelas sem circuito de compressao universal linha 40 Manequim bebe p/treinamento de enfermagem 51b Manequim bissexual p/cuidados criança W45085 MANEQUIM DE ACLS MEGA CODE KELLY AVANÇADO Manequim interativo p/reanimação cardiopulmonar Manequim p/resgate aquático adolescente W44554 Manequim p/treinamento RCP sani baby w44570 Manequim torso p/reanimação RCP c/monitor 40BB Modelo boneco tractrostomia Modelo de boca com efeitos do tabaco Modelo p/apalpação p/mamas Leopoldo w45150 Modelo p/aplicação de suturas Modelo para exame de mamas Modelo para exame de mamas p/amarar 150 3B Modulo de estágios trabalho de parto w45151 Nelbulizador inalatec plus sem estojo Nelbulizador inalatec plus sem estojo Nelbulizador inalatec plus sem estojo Nelbulizador inalatec plus sem estojo 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 162 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 Pélvis e assoalho pélvico fem.w19025 Pênis de borracha p/uso de codons pm10 Pênis de borracha p/uso de codons pm10 Pênis de borracha p/uso de codons pm10 Pênis de borracha p/uso de codons pm10 Pênis de borracha p/uso de codons pm10 Pênis de borracha p/uso de codons pm10 Pênis de borracha p/uso de codons pm10 Pênis de borracha p/uso de codons pm10 Pulmao descartavel com valvula universal linha 40 Simulador De Acesso Venoso Torso Avançado Simulador De Entubaçao Recem Nascido Simulador De Episiotomia Completo C/ 3 Peças Simulador De Gerenciamento De Vias Aereas E Entubaçao Simulador De Parto Corpo Inteiro Noelle Avançado Simulador De Ritimos Vitalsin Para Mega Code Simulador Ginecologico Gynaid Sistema De Pulso Carotideo Universal Linha 40 Útero com embrião de 1 mês Útero com embrião de 2 mês Útero com embrião de 3 mês Útero com feto de 4 mês posição transversa Útero com feto de 5 més posição transversa Útero com feto de 5 mês-em pé Útero com feto gêmios de 5 mês posição normal Útero com o feto 7 mês posição normal OBS. Os materiais de consumo são adquiridos semestralmente conforme a necessidade. Os laboratórios têm instalado, ainda, suportes para papel toalha, saboneteira para sabonete líquido, armários para arquivo, quadro branco, luminárias com lâmpadas fluorescentes, piso cerâmico antiderrapante e aparelhos de ar condicionado tipo Split. 3.2.5 - Outros laboratórios da Instituição utilizados pelos acadêmicos: Academia de ginástica no campos II Equipamentos Cross Over Esteira Vertical Leg Curl Vertical Calf Pulley Alto Pullover Peck Deck (voador) Supino Convergente Especificação High On Fitness Sistem Moviment High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem Quantidade 01 01 01 01 01 01 01 01 163 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Leg Press Agachamento (Smith) Supino Inclinado Supino Reto Leg Press (Horizontal) Remada convergente Scoot Remada sentado Bicicleta vertical Flexor sentado (cadeira flexora) Bicicleta horizontal Adutora Colchonete Mesa de Som Amplificador DVD Mini Trampolim Step Halteres Dumbells Barras High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem High On Fitness Sistem Moviment High On Fitness Sistem Moviment High On Fitness Sistem Righetto HM x4 VoxMan Philips Polimet Actual Equilíbrio Righeto - 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 01 46 01 01 01 06 15 40 54 08 Laboratório de Informática 1 Discriminação Ar condicionado Bancada p/computadores méd. 2,00M e alt.0,65 Bancada p/computadores méd. 3,00M e alt.0,65 Bancada para computador Cadeira escolar CPU Data Show Filtro de linha tomada extensao Mesa escolar Monitor Quadro branco 3,20x1,20 MT Quadro mural azul 1,00x1,00 MT Teclado e mouse Qtde. 01 03 04 01 42 19 01 18 02 20 01 01 20 Laboratório de Informática 2 Discriminação Ar Condicionado Arquivo com 04 portas Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,65 Qtde. 01 01 01 164 CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM Reconhecido Conforme Portaria Ministerial MEC n° 233 de 07 de junho de 2006 Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,66 Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,67 Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,68 Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,69 Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,70 Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,71 Bancada p/ computadores méd.2,00 e alt. 0,72 Cadeira escolar CPU Mesa escolar Monitor Mural azul 1,00x1,00 Nobreak Quadro branco grande Retroprojetor Switch 16 portas Teclado e mouse 01 01 01 01 01 01 01 37 17 02 20 01 19 01 01 03 18 3.2.6 - Informatização, Base de Dados e Multimídia A BIBLIOTECA da FACIMED funciona a partir do Microsoft Access com banco de dados em SQL. Este sistema permite o controle necessário para o bom funcionamento da biblioteca, como quantidade em estoque, posicionamento do livro na estante, emissão de carteirinha para alunos, professores e outros usuários, organiza e classifica o acervo com mais eficiência, realiza operações de consulta, empréstimos e devoluções com mais agilidade, cadastra autores, assuntos, editores, idiomas e coleções, controla o empréstimo, a reserva e a devolução de exemplares do acervo, emite etiquetas de lombada e código de barras. Os usuários têm acesso às bases de dados on line através dos terminais localizados no espaço de multimídia. Destacamos: - Base de Teses do IBICT (www.ibict.br) Base de dados Scielo ( www.scielo.br) Base de dados Brasileira na Internet do PROSSIGA (www.prossiga.br) Base de dados Bireme (www. bireme.br) Base de dados EBSCO