MANUAL DO TUTOR
ENFERMAGEM 2012.1
TURMA 2015
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO
OBJETIVOS DO CURSO
ESTRUTURA DA MATRIZ CURRICULAR
SETE PASSOS DO ABP
DESCRIÇÃO DOS MÓDULOS COM BIBLIOGRAFIA
HABILIDADES E ATITUDES
CASOS POR MÓDULO
CORPO DOCENTE
CALENDÁRIO SEMESTRAL
FERIADOS NACIONAIS
ATIVIDADES INSTITUCIONAIS
CRONOGRAMA
OBSERVAÇÕES
REGRAS E PRAZOS PARA REQUERIMENTOS NA ESCOLARIDADE
APRESENTAÇÃO*
O Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da Faculdade Pernambucana de
Saúde - FPS é um convite à mudança, pois configura um processo de formação
construído após a reflexão crítica sobre o saber e a experiência acumulados,
estimulada em espaços de consulta com diferentes atores para possibilitar,
conforme recomendam os cientistas sociais, que os formuladores/condutores se
comprometam com as transformações pretendidas. Almeja-se, com essa proposta
de estruturação curricular integrada, proporcionar os ensinamentos que preceituam
Gilson Oliveira e Lílian Koifman, do Instituto de Saúde da Comunidade da UFF/RJ: “ a
compreensão crítica da realidade de saúde, visando à formação do profissional de
saúde livre, ativo e democrático”, e para isso “deve haver uma relação mais estreita
entre os conhecimentos trabalhados na formação e as necessidades dos estudantes,
de maneira que possam ser utilizados em diferente contextos e situações
profissionais cotidianas”.
Portanto, representa um compromisso que extrapola os limites individuais, que
requer aprender mais a ser e a conviver, e a tornar-se otimista diante das
possibilidades do novo que se manifesta a cada dia; um compromisso que impõe
viver em sintonia com seu entorno social e assumir uma visão comunitária alicerçada
no cultivo da solidariedade. Será o comprometimento com um ensino de qualidade,
que depende não somente das informações que o estudante recebe, mas da sua
curiosidade intelectual, do que seja capaz de fazer de posse delas, uma vez que a
integralidade do ensino supõe também participação, diálogo, comunicação e
afetividade, que devem ser aprendidas pelo seu próprio exercício. Dessa maneira
haverá o crescimento mútuo de estudantes e docentes, a valorização do processo
vivencial e de aprendizagem, a efetividade na humanização do atendimento à saúde.
Daí a significação deste projeto formativo, que conduz não só a encontrar novos
caminhos e soluções, igualmente leva a pensar sobre nossos valores, porque eles são
questionados diariamente; um projeto que busca uma formação continuada, para
aprender mais e não ficar defasado no tempo, que intenta desenvolver atitudes e
comportamentos e não apenas conhecimentos e habilidades; um projeto que se
apóia na diversidade dos cenários de atuação do Imip, que permite incorporar ao
processo de ensino/aprendizagem as diferentes realidades nas quais se produz e
reproduz o processo saúde/doença, e favorece a articulação entre teoria e prática,
ensino e trabalho. Enfim, uma iniciativa que propicia reconhecer que não há o que
substitua o contato humano, o vivenciar e o compartilhar problemas, revelando-se
um projeto cuja coerência e consistência estão sintonizadas com os tempos atuais,
tempos das diferenças e das pluralidades, tempos de renovação de relações e de
enfrentamentos de desafios, tempos que, a nosso ver, reclamam a adoção do modo
de pensar projetivo, defendido por Edward de Bonno (Novas estratégias de
pensamento. São Paulo: Nobel, 1999): “ que nos faz aprender, hoje, tendo em vista o
amanhã”.
Prof. Antonio Carlos Figueira
Diretor Presidente da FPS
* Apresentação do Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da FPS
OBJETIVOS DO CURSO
GERAL
Formar o Enfermeiro generalista crítico e reflexivo, com competência técnicocientífica, ético-política, com vistas à transformação da realidade social, valorizando
o ser humano em sua totalidade e, no exercício da cidadania, respeitando os
princípios éticos e legais da profissão, com base nos princípios da equidade,
integralidade, interdisciplinaridade e solidariedade.
ESPECÍFICOS

Instrumentalizar o estudante para o desenvolvimento dos processos de
trabalho em enfermagem, assistir/intervir, gerenciar, ensinar/aprender e
investigar – na atenção à saúde em nível coletivo e individual.

Potencializar com o estudante o desenvolvimento da capacidade crítica na
produção do conhecimento e no desenvolvimento de atividades relacionadas
ao trabalho de saúde/enfermagem.

Capacitar o estudante para a produção de novos conhecimentos em
saúde/enfermagem que estejam comprometidos com a transformação dos
perfis epidemiológicos do País, da Região Nordeste, do Estado e do Município.

Desenvolver
no
estudante
competências
técnico-científicas,
ética
/humanística e política para que possa assumir a coordenação do trabalho de
Enfermagem.

Promover processos de capacitação para que o estudante seja também um
agente, responsável pela formação e qualificação dos demais trabalhadores de
enfermagem.

Instrumentalizar o estudante nas normas do Sistema de Saúde vigente no
exercício da profissão do enfermeiro.
ESTRUTURA DA MATRIZ CURRICULAR
1O. PERÍODO: AS CIENCIAS HUMANAS, SOCIAIS E BIOLÓGICAS BASES DO
TRABALHO DA ENFERMAGEM
Código
Módulo
Carga Horária
Concepções sobre o ato de estudar
40
Gênero e Enfermagem.
40
Processos morfofisiológicos: bases para a intervenção da
40
Enfermagem no processo saúde- doença
O processo ensinar-aprender do Curso de Graduação em
50
Enfermagem.
Determinação social, comportamental e cultural do
40
processo saúde-doença
Habilidades e atitudes 1
160
TOTAL
370
2º PERÍODO: BASES TEÓRICO-METODOLÓGICAS DO TRABALHO DE ENFERMAGEM.
Código
Módulo
Carga Horária
Fundamentação histórica da saúde e semiotécnica
60
Fundamentação histórica da enfermagem e semioténica
60
O processo de enfermagem e a comunidade
60
O processo de enfermagem e a pesquisa
60
Habilidades e atitudes 2
187
TOTAL
427
3º PERÍODO: INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA
Código
TOTAL
Módulo
A saúde coletiva no contexto social e epidemiológico
A saúde no contexto da práxis biológico e social
Saúde Coletiva no contexto político, epidemiológico e
gerencial
A saúde do trabalhador na perspectiva da prevenção e
formação profissional
Habilidades e atitudes 3
Carga Horária
60
60
60
60
187
427
4o. PERÍODO: A ENFERMAGEM E O PROCESSO DE REPRODUÇÃO HUMANA
Código
Módulo
Carga Horária
A enfermagem à luz da ciência
60
O processo de reprodução humana no modelo clínico e
60
epidemiológico
A saúde da mulher no contexto da práxis, biológico e
60
social
A saúde no contexto político, epidemiológico e
60
gerencial
Habilidades e atitudes 4
200
TOTAL
440
5º PERÍODO: ATENÇÃO EM SAUDE/ENFERMAGEM À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE
Código
Módulo
Carga Horária
A Atenção em Saúde/enfermagem à criança e ao
60
adolescente
O processo de crescimento e desenvolvimento da
60
criança e do adolescente no modelo clínico e
epidemiológico
A saúde da criança e do adolescente no contexto da
60
práxis biológica e social
A saúde da criança e do adolescente no contexto
60
político, epidemiológico e gerencial e os aspctos
educacionais dos profissionais de enfermagem
Habilidades e atitudes 5
200
TOTAL
440
6º PERÍODO: A ENFERMAGEM E A ATENÇÃO AO ADULTO E IDOSO
Código
Módulo
A enfermagem e a atenção ao adulto e ao idoso
O intervir da enfermagem na promoção e recuperação
da saúde do adulto e do idoso
O cuidar do adulto e do idoso em situações de risco,
emergências e cirurgias
Práticas, conhecimento e pesquisas de enfermagem na
assistência integralizada ao adulto, idoso e seus
familiares
Habilidades e atitudes 6
TOTAL
Carga Horária
60
60
60
60
200
440
7º PERÍODO: A INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE EM
UNIDADES BÁSICAS E HOSPITALARES
Código
Módulo
Carga Horária
Estágio Curricular Supervisionado 1
600
TOTAL
600
8º PERÍODO: A INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE EM
UNIDADES BÁSICAS E HOSPITALARES
Código
Módulo
Carga Horária
Estágio Curricular Supervisionado 2
636
TOTAL
636
Núcleo Transversal da Matriz Curricular
Carga Horária
Atividades Complementares
210
TCC
100
Formação Pedagógica
110
Carga Horária Total do Curso
Carga Horária Total
Carga Horária
4.200
OS SETE PASSOS
1º Passo - Ler e compreender o texto, definindo os termos desconhecidos. O
secretário deve listar os termos que continuarem sem esclarecimento após a
discussão.
2º Passo - Definição do Problema ou Problemas a serem discutidos.
3º Passo - Tempestade de idéias. Formular hipóteses e oferecer explicações
baseadas no conhecimento prévio que o grupo tem sobre o assunto proposto.
4º Passo - Rever os passos 2 e 3, resumir e listar estas explicações.
5º Passo - Estabelecer e listar os objetivos de aprendizagem, que levam o estudante
a comprovar/negar, aprofundar, complementar as explicações.
6º Passo - Estudo individual. Cada estudante deve coletar informações relativas aos
objetivos de aprendizagem estabelecidos.
7º Passo - Compartilhamento do conhecimento obtido. Cada estudante identifica
sua fonte e partilha seus resultados com o grupo. O relatório final é elaborado.
DESCRIÇÃO DOS MÓDULOS
Módulo 1:Concepções sobre o ato de estudar
Ementa:
Neste módulo é abordado conteúdos sobre história da educação no Brasil; fatores
condicionantes para o aprendizado; técnicas de ensino; políticas de educação da
Enfermagem no Brasil; e normas técnicas para elaboração de trabalhos científicos.
Habilidades e Competências
 Reconhecer a importância do saber estudar para o desenvolvimento e
prática da Enfermagem;
 Reconhecer-se como ator principal na construção do próprio conhecimento;
 Reconhecer a sua responsabilidade sobre a aquisição do próprio
conhecimento;
 Conhecer o ABP como forma de aquisição de conhecimento e autonomia
intelectual do estudante;
 Conhecer as novas Diretrizes Curriculares Nacionais e LDB, identificando
influências na
construção
do
PPP da
Faculdade
Pernambucana de
Saúde/Enfermagem;
 Conhecer a história da educação no Brasil e as concepções de educação;
 Conhecer a articulação ABEn/MEC em relação à formação do enfermeiro;
 Adquirir técnicas de estudos de produção de conhecimento;
 Utilizar os laboratórios, bibliotecas, textos e outras formas de construção do
conhecimento disponíveis na Faculdade Pernambucana de Saúde/Enfermagem;
 Utilizar as normas (ABNT / Vancouver) para elaboração e apresentação de
trabalhos acadêmicos.
Bibliografia Básica:
1. Bottomore TB. Introdução à Sociologia. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC; 1987.
2. Chauí M. Convite à Filosofia. 13ª ed. São Paulo: Ática; 2004.
3. Durkheim É. Educação e Sociologia. Lisboa: Edições 70; 2001.
4. Hessen J. Teoria do Conhecimento. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes; 2003.
5. Geovanini T, Moreira A, Schoeller SD, Machado WCA. História da
Enfermagem – Versões e Interpretações. 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinte; 2002.
6. Laville C, Dionne J. A Construção do Saber: Manual de Metodologia da
Pesquisa Em Ciências Humanas. Porto Alegre: Artmed; 1999.
7. Matos HCJ. Aprenda a estudar: orientações metodológicas para o estudo. 13ª
ed. Petrópolis: Vozes; 2008.
8. Martins GA. Manual para Elaboração de Monografias e Dissertações. 3ª ed.
São Paulo: Atlas; 2002.
9. Polit DF. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e
utilização. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2004.
10. Berger P. Perspectivas Sociológicas: Uma Visão Humanística. 26ª ed.
Petrópolis: Vozes; 2004.
11. WALDOW, V.R. Estrategias de Ensino na Enfermagem Serie Enfermagem. Ed
VOZES, 2005.
12. Carvalho MCM. Construindo o Saber: Metodologia Científica. 15ª ed.
Campinas: Papirus; 2009.
Bibliografia Complementar:
1. Alves R. Filosofia da Ciência: Introdução ao Jogo e a suas Regras. 7ª ed. São
Paulo: Loyola; 2003.
2. Aranha MLA. Filosofando: Introdução a Filosofia. 3ª ed. São Paulo: Moderna;
2003.
3. PERRENOUD, P Dez Novas Competências para Ensinar ,ARTMED 2000.
4. Magro MC. Estudar Também se Aprende. São Paulo: EPU; 1979.
5. Prado JC. O que é Filosofia. São Paulo: Brasiliense; 2003.
6. Ribeiro MAP. Como Estudar e Aprender: Guia para Pais, Tutores\docentes e
Estudantes. 4ª ed. Petrópolis: Vozes; 2003
Módulo 2: Gênero e Enfermagem
Ementa:
Neste módulo será discutido temas referentes à ética; declaração dos direitos
humanos; exclusão e inclusão social; violência; evolução e conceito de saúde e de
doença; Sistema Único de Saúde - SUS; e processo de produção social brasileiro.
Habilidades e Competências:
 Respeitar o Código de Ética, os valores políticos e os atos normativos da
profissão;
 Identificar a relação entre o contexto social e o trabalho em
Saúde/Enfermagem;
 Conhecer as múltiplas determinações do processo saúde-doença;
 Compreender o processo de produção social brasileiro; relações de produção
e as transformações no processo produtivo brasileiro articulado ao processo de
trabalho em Enfermagem;
 Conhecer a cultura pernambucana e sua relação com a atenção à saúde;
 Compreender os processos sociais e suas repercussões no indivíduo e na
sociedade;
 Conhecer os aspectos psicológicos intrínsecos e extrínsecos relacionados ao
trabalho/trabalhadores da Enfermagem;
 Refletir sobre a construção histórica da Enfermagem a partir de um olhar de
gênero;
 Conhecer a construção de novos conhecimentos e atitudes no que se refere
ao entendimento das questões de gênero e do processo saúde-doença;
 Conhecer as diferentes visões de mundo e suas repercussões no pensar
/fazer da Enfermagem;
 Discutir e compreender a subjetividade nas relações de trabalho da
saúde/Enfermagem.
 Discutir o processo saúde/doença numa perspectiva de gênero, articulado à
historicidade da construção das identidades feminina e masculina na sociedade
e a intervenção nos serviços de saúde.
Bibliografia Básica:
1. Bottomore TB. Introdução à Sociologia. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC; 1987.
2. BRASIL. Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde - NOB - SUS96.
Brasília: Ministério da Saúde; 1997.
3. Chauí M. Convite à Filosofia. 13ª ed. São Paulo: Ática; 2004.
4. Cohn A. A saúde como direito e como serviço. 3ª ed. São Paulo: Cortez; 2002.
5. Durkheim E. Educação e Sociologia. Lisboa: Edições 70; 2001.
6. Gelain I. Deontologia e enfermagem. 3ª ed. São Paulo: EDU; 2004.
7. Haag GS. A enfermagem e a saúde dos trabalhadores. 2ª ed. Goiana: AB;
2001.
8. Louro GL. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pósestruturalista. 9ªed. Petrópolis: Vozes; 2007.
9. Marquis BL. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 4ª
ed. Porto Alegre: Artmed; 2005.
10. Berger P. Perspectivas Sociológicas: Uma Visão Humanística. 26ª ed.
Petrópolis: Vozes; 2004.
11. GELAIN, I Etica, Bioetica e Os Profissionais de Enfermagem, EPU, 4ª Ed, 2010
Bibliografia Complementar:
1. Alves R. Filosofia da Ciência: Introdução ao Jogo e a suas Regras. 7ª ed. São
Paulo: Loyola; 2003.
2. Aranha MLA. Filosofando: Introdução a Filosofia. 3ª ed. São Paulo: Moderna;
2003.
3. Prado JC. O que é Filosofia. São Paulo: Brasiliense; 2003.
4. Del Priore M. História das mulheres no Brasil. 8ª ed. São Paulo: Contexto;
2006.
5. Sawaia B. As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da
desigualdade social. 5ª ed. Petrópolis: Vozes; 2004.
6. Teles MAA. O que é violência contra a mulher. São Paulo: Brasiliense; 2003.
Módulo 3: Processos morfofisiológicos: bases para a intervenção da
Enfermagem
no processo saúde-doença
Ementa:
Neste módulo são abordados temas referentes ao sistema celular, genética; DNA e
RNA; cromossomos; gene; genoma humano; herança genética; variação genética;
mutações; aberrações cromossômicas; principais síndromes genéticas.
Habilidades e Competências:
 Compreender a importância dos processos morfofisiológicos como base para o
trabalho em Enfermagem;
 Compreender a importância da anatomia associada ao trabalho da
Enfermagem;
 Conhecer os aspectos morfofuncionais do sistema celular;
 Conhecer a célula, tipos e funções no corpo humano.
 Identificar os processos destrutivos e protetores relacionados à célula;
 Estrutura do gene;
 Conceitos de DNA e RNA;
 Conhecer o processo de divisão celular;
 Diferenciar transporte ativo e passivo na célula;
 Conhecer os cromossomos, funções, estrutura, herança genética da célula.
Bibliografia Básica:
1. De Roberts EMF. Bases da biologia celular e molecular. 3ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2003.
2. Junqueira LC. Biologia celular e molecular. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2000.
3. Junqueira LC. Histologia básica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
2004.
4. Vogel F. Genética humana: problemas e abordagens. 3ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2000.
Bibliografia Complementar:
1. Abrahams PH. Atlas colorido de anatomia humana de McMinn. 4ª ed. São
Paulo: Manole; 2005.
2. Brasileiro Filho G. Bogliolo patologia. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2000.
3. Castro SV. Anatomia fundamental. 3ª ed. São Paulo: Makron Books; 2005.
4. De Robertis EMF. Bases da biologia celular e molecular. 3ª ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan; 2001.
5. Di Fiore MSH. Atlas de histologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
2001.
6. Dorland: dicionário médico. 25ª ed. São Paulo: Roca; 1997.
7. Geneser F. Histologia: com bases biomoleculares. 3ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2003.
8. George LL. Histologia comparada. 2ª ed. São Paulo: Roca; 1998.
9. Moore KL. Anatomia orientada para a clínica. 4ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2001.
10. Pereira MG. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 1995.
Módulo 4: O processo ensinar/aprender do Curso de Graduação em Enfermagem da
Faculdade Pernambucana de Saúde – Enfermagem
Ementa:
Neste módulo será discutido temas referentes à anatomia: classificação,
terminologia, posição anatômica, planos e cortes, sistema tecidual e sistema ósseo.
Habilidades Competências:

Conhecer os conceitos fundamentais de anatomia e nomenclatura;

Conhecer os aspectos morfofuncionais do sistema ósseo;

Conhecer os aspectos morfofuncionais do sistema tecidual.
Bibliografia Básica:
1.
Johnson LR. Fundamentos de fisiologia médica. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2000.
2.
Junqueira LC. Histologia básica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
2004.
3.
Putz R, Pabst R. Sobotta, Atlas de anatomia humana. 21ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2000. v. 1
4.
Putz R, Pabst R. Sobotta, Atlas de anatomia humana. 21ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2000. v. 2
5.
Moore KL, Anatomia orientada para a clínica. 4ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2001.
6.
Gray H, Anatomia, 29ed Rio de Janeiro. Guanabara Koogan 1988.
7.
De Robertis EMF. Bases da biologia celular e molecular. 3ª ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan; 2001.
Bibliografia Complementar:
1. Abrahams P H, Atlas colorido de anatomia humana de McMinn. 4ª ed. São
Paulo: Manole; 2005.
2. Brasileiro FG, Bogliolo patologia. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
2000.
3. Castro SV, Anatomia fundamental. 3ª ed. São Paulo: Makron Books; 2005.
4. Di Fiore MSH, Atlas de histologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
2001.
5. Dorland, Dicionário médico. 25ª ed. São Paulo: Roca; 1997.
6. Geneser F., Histologia: com bases biomoleculares. 3ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2003.
7. George LL., Histologia comparada. 2ª ed. São Paulo: Roca; 1998.
8. Moore EE.,Manual do Trauma. 4ª Edição. Editora Artmed.2006
Módulo 5: Determinação social, comportamental e cultural do processo saúdedoença
Ementa:
Neste módulo serão abordados temas referentes aos sistemas: articular e muscular;
noções básicas sobre parasitologia; virologia e principais doenças prevalentes na
comunidade.
Habilidades e Competências:

Conhecer os aspectos morfofuncionais do sistema articular;

Conhecer os aspectos morfofuncionais e fisiologia do sistema muscular;

Conhecer os conceitos gerais de parasitologia e os principais parasitas
prevalentes na comunidade.
Bibliografia Básica:
1. Almeida FN, Rouquayrol Z., Introdução à epidemiologia. 4ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2006.
2. Johnson LR, Fundamentos de fisiologia médica. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2000.
3. Junqueira LC, Histologia básica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
2004.
4. Putz R, Pabst R, Sobotta, Atlas de anatomia humana. 21ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2000. v. 1
5. Putz R, Pabst R, Sobotta, Atlas de anatomia humana. 21ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2000. v. 2
6. REY, Luís, Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos
trópicos ocidentais. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
7. Spicer W. John, Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
8. Veronesi R, Tratado de infectologia. 2ª ed. São Paulo: Atheneu; 2002.
9. Colombrini, M. R. C. / Figueiredo, R. M. / Marchiori, A. G., Enfermagem em
Infectologia, Atheneu Editora, 2000.
10.Pedroso, Enio Roberto Pietra, Rocha, Manoel Otavio da Costa, Fundamentos
em Infectologia Editora: RUBIO
11.Gray H, Anatomia, 29ed Rio de Janeiro. Guanabara Koogan 1988.
12.Neves DP, Parasitologia humana. 11ª ed. São Paulo: Atheneu; 2005.
13.Moore KL,
Anatomia orientada para a clínica. 4ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2001.
14.Levinson W, Microbiologia médica e imunobiologia. 7ª ed. Porto Alegre:
Artmed; 2005.
15.De Roberts EMF, Bases da biologia celular e molecular. 3ª ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan; 2001.
Bibliografia Complementar:
1. Crespo PG, Sistemas de esgosto. Belo Horizonte: UFMG; 1997.
2. Abrahams PH, Atlas colorido de anatomia humana de McMinn. 4ª ed. São
Paulo: Manole, 1999.
3. Brasleiro Filho G. Bogliolo, Patologia. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2000.
4. Castro SV, Anatomia fundamental. 3ª ed. São Paulo: Makron Books; 2005.
5. Chin J, Manual de controle das doenças transmissíveis. Porto Alegre: Artmed;
2002.
6. Di Fiore, Mariano SH. Atlas de histologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2001.
7. Dorland, Dicionário médico. 25ª ed. São Paulo: Roca; 1997.
8. Epidemiologia: teoria e objeto. 3ª ed. São Paulo: Hucitec-Abratec; 2002
9. Geneser F, Histologia: com bases biomoleculares. 3ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2003.
10. George LL, Histologia comparada. 2ª ed. São Paulo: Roca; 1998.
11. Pereira MG, Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 1995.
12. Santos NOS, Introdução à virologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2002.
Habilidades e atitudes 1
Ementa: No módulo de habilidades e atitudes 1 são abordados os procedimentos
práticos desempenhados pelo enfermeiro, nos diferentes cenários de atuação da
prática profissional; conhecimento teórico e prático sobre as técnicas desenvolvidas
durante a anamnese e o exame físico, simulados em modelos humanos e em peças
anatômicas.
Na interação com a comunidade são realizados procedimentos, principalmente a
anamnese e exame físico, assim como procedimentos pré-definidos. O estudante
deverá agrupar no seu cotidiano na Unidade, novas competências àquelas
previamente adquiridas. Participa, ainda, de discussões das temáticas específicas,
junto à tutoria, assim como das atividades nas Unidades de Saúde da Família.
No laboratório de comunicação os estudantes irão definir o âmbito da comunicação
e sua ligação direta com as atividades na área de saúde, discutir a importância de
uma comunicação efetiva entre a equipe multiprofissional e desenvolver habilidades
específicas dentro desse processo.
Habilidades e Competências

Aplicar as medidas de higiene essenciais à prática profissional;

Realizar registros de enfermagem na sua prática diária, nas diversas áreas de
atuação;

Realizar higiene do cliente, de acordo com situação específicas;

Realizar as técnicas desenvolvidas durante a anamnese e o exame físico,
simulados em modelos humanos e em peças anatômicas;

Realizar a aferição dos sinais vitais e os principais indicadores de saúde;

Administrar medicamentos através das principais vias de acesso;

Desempenhar assistência de enfermagem diante de urgências;

Desenvolver procedimentos relativos às vias aéreas superiores, com suporte de
oxigênio.

Realizar a anamnese, com preparação adequada do ambiente para consulta;

Realizar sequência correta do exame físico geral e separadamente de cada
sistema;

Realizar a técnica do exame preventivo do câncer de próstata;

Realizar a técnica do exame preventivo do câncer de mama;

Realizar a técnica do exame preventivo do câncer de colo do útero;

Aplicar a Escala de Coma de Glasgow;

Administrar as vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde para o adulto e
o idoso.

Realizar visita domiciliar;

Administrar medicamentos, aferir sinais vitais e avaliar indicadores de saúde;

Realizar anamnese e exame físico durante a consulta de enfermagem;

Participar na coleta de sangue, coleta de secreção vaginal e citologia
oncótica;

Exercitar o aprendizado prático dos procedimentos vivenciados nos
laboratórios de habilidades, procedimentos e semiologia;

Realizar atividades educativas, com orientações à clientela e treinamentos;

Participar em campanhas de vacina e outras atividades da Unidade de Saúde.

Participar do planejamento e execução de atividades educativas, tendo como
público-alvo moradores da comunidade assistida e usuários do Programa de
Saúde da Família.

Aplicar os elementos básicos da comunicação e sua influência neste processo;

Estabelecer relação entre a percepção e a comunicação;

Identificar os diferentes tipos de comunicação e suas influências nas relações de
cuidado;

Identificar os atributos desejáveis para um entrevistador;

Aplicar as etapas de uma entrevista.
LABORATÓRIO DE PROCEDIMENTOS
LABORATÓRIO DE SEMIOLOGIA
Bibliografia
1.
POSSO, M. B. S; Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. São Paulo:
Atheneu Editora. 1999.
2.
POTTER, P.A; Semiologia em Enfermagem. 4.ed. Rio de Janeiro: Reichmann e
Affonso. 2002.
3.
REICHMANN & AFFONSO. Administração de medicamentos. Rio de Janeiro:
Reichmann & Affonso Editores,2002. (Enfermagem prática).
4.
Smeltzer, S. Brunner & Suddarth, Tratado de enfermagem. 10.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. v.1, 2,3,4
5.
PORTO, C.C., Semiologia médica, 5.ed.- Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2005. Gray, H. Anatomia. 29.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,1988.
6.
CARPENITO LJ, Diagnósticos de enfermagem: aplicação à prática clínica. 8ª ed.
Porto Alegre: Artemed, 2002.
7.
CIPE Versão 1: classificação internacional para a prática da enfermagem. São
Paulo: Algol, 2007.
8. Brasil, Manual de Normas de Vacinação, 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde:
Fundação Nacional de Saúde; 2001 72p.
9.
Brasil, Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de
Atenção Básica Saúde da criança: acompanhamento do crescimento e
desenvolvimento infantil / Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de
Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
10. Figueira MCS, Germano EM, Santos L, Morimura MCR, Vasconcelos S, Manual
de Enfermagem. 2007. Medsi
11. Filme Crash – No limite, direção: Paul Haggis, 2004.
12. Documentário: Noite e Neblina, de Alain Resnais, 1955.
13. Filme The Truman Show, direção: Peter Weir, 1998.
CASOS POR MÓDULO
Casos do Módulo 1
Concepções sobre o ato de estudar
Caso 1
Conteúdos essenciais: ABP como estratégia metodológica de conformação da
autonomia intelectual do estudante.
Titulo: Metodologia diferente
Caso 2
Conteúdos essenciais: Novas Diretrizes Curriculares Nacionais e LDB, identificando
influências na construção do PPP da Faculdade Pernambucana de Enfermagem..
Titulo: Uma prática educativa
Caso 3
Conteúdos essenciais: Evolução histórica da educação no Brasil
Título: Importância política/econômica/social na história da educação
Caso 4
Conteúdos essenciais: Concepções de educação.
Importância do ato de estudar para a formação acadêmica e para a prática de
Enfermagem.
Título: Como estudar?
Caso 5
Conteúdos essenciais: A articulação da ABEn/MEC em relação à formação do
enfermeiro.
Título: Trajetória história da ABEn
Caso 6
Conteúdos essenciais:
Conhecer a importância da leitura adequada;
Técnicas de elaboração de: resumo, resenha, fichamento e referências bibliográficas;
Normas da ABNT e Vancouver para elaboração de trabalhos acadêmicos;
Importância do ato de estudar para a formação acadêmica e para a prática de
Enfermagem.
Título: Conhecimento Empírico
Casos do Módulo 2
Gênero e Enfermagem
Caso 1
Conteúdos essenciais: Bases filosóficas para compreensão da realidade da
saúde/Enfermagem
O Código de Ética, valores políticos e atos normativos da Enfermagem;
Título: Relações legais
Caso 2
Conteúdos essenciais: A exclusão social, opressão, desigualdade e violência;
Título: Violência contra a Mulher
Caso 3
Conteúdos Essenciais: A Sociedade, o Estado e as Instituições Promotoras e
Executoras das Políticas Públicas;
Título: O que é saúde?
Caso 4
Conteúdos essenciais: A cultura e sua determinação na vida e no processo saúdedoença.
Título: Rezadeira
Caso 5
Conteúdos essenciais: Processo de produção social brasileiro
A construção histórica da Enfermagem sob a ótica de gênero;
De profissionais do sexo a trabalhadores assexuados: a construção histórica da
Enfermagem sob a ótica de gênero;
Gênero e o processo saúde-doença;
A inserção masculina na Enfermagem.
Aspectos psicológicos relacionados ao trabalho/trabalhadores da Enfermagem.
Título: História da Profissão
Casos do Módulo 3
Processos morfofisiológicos: bases para a intervenção da Enfermagem no processo
saúde-doença
Caso 1
Conteúdos essenciais: Conceitos gerais sobre morfofisiologia, bases para o trabalho
de Enfermagem; Aspectos morfofuncionais do sistema celular.
Título: Aula de exposição
Caso 2
Conteúdos Essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema celular
Título: Endocitose e exocitose
Caso 3
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema celular.;
Transporte ativo e passivo da célula.
Título: Cuidado com o “chefe”
Caso 4
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema celular;
O processo de divisão celular;
Titulo: Próximo encontro
Caso 5
Conteúdos essenciais: Estrutura do gene;
Conceitos de DNA e RNA;
Os cromossomos: funções, estrutura, herança genética da célula;
Titulo: Alteração no DNA da célula
Caso 6
Conteúdos essenciais: Estrutura do gene;
Os cromossomos: funções, estrutura, herança genética da célula;
Título: Interessante ser ruiva
Casos do Módulo 4
O processo ensinar/aprender do Curso de Graduação em Enfermagem da
Faculdade Pernambucana de Saúde - Enfermagem
Caso 1
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual
Título: Eu era feliz e não sabia...
Caso 2
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual
Título: Gordura em lugar indevido
Caso 3
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual
Título: Leucemia
Caso 4
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual
Título: Graças às cartilagens de Claudinha
Caso 5
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual
Título: Psoríase
Caso 6
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual
Título: Raiva humana
Caso 7
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual.
Título: Hipertrofia muscular
Caso 8
Conteúdos essenciais: Conceitos fundamentais de anatomia;
Compreender a importância da anatomia associada ao trabalho da Enfermagem
Título: Terminologia Universal
Caso 9
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema ósseo.
Título: Ossificação dificultada
Caso 10
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema ósseo.
Título: Preocupação de Estela
Casos do Módulo 5
Determinação social, comportamental e cultural do processo saúde-doença
Caso 1
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema articular
Título: Conversa sobre dor
Caso 2
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais o sistema muscular.
Título: Aula de ginástica
Caso 3
Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema muscular.
Título: Liberação de ocitocina
Caso 4
Conteúdos essenciais: Conceitos gerais de parasitologia.
Título: Período de incubação
Caso 5
Conteúdos essenciais: Principais parasitas prevalentes na comunidade.
Título: Parasitoses
CORPO DOCENTE
Função
Nome
E-mail
Coordenador do Curso
Mª Cristina dos S. Figueira
[email protected]
Coordenador do Tutor
Mª de Fátima Costa Caminha [email protected]
Tutores:
Cláudia Selfes
Sandra Hipólito
Integração
Avaliação
Laboratório
Tutores dos Laboratórios:
Anatomia
Habilidades Procedimentos
Habilidades Semiologia
Informática
Prog. de saúde da família
Biblioteca
Celina Morimura
CALENDÁRIO 2012/1
Janeiro 2012
Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
Sáb/Dom
1
2
3
4
5
6
7
8
9
Capacitação de
novos tutores
10
Capacitação de
novos tutores
11
Capacitação de
novos tutores
12
Capacitação de
novos tutores
13
16
17
18
19
20
14
15
21
22
23
Capacitação de
tutores antigos
24
Capacitação de
tutores antigos
30
31
Semana de
Acolhimento
Semana de
Acolhimento
25
26
27
28
29
1º semestre
1ª semana
Fevereiro 2012
Segunda
Terça
Quarta
1
Quinta
2
Semana de
Acolhimento
6
7
8
Semana de
Acolhimento
9
Sexta
3
Semana de
Acolhimento
10
Módulo 1
Exp. Mod 1
Exp. C GT1
GT1
13
14
Exp. C GT2
Rel. C GT1
GT2
15
16
17
Exp. C GT3
Exp. C GT4
Rel. C GT2
GT3 e GT4
20
21
**feriado**
Carnaval
27
**feriado**
Carnaval
28
Exp. C GT5
Exp. C GT6
Rel. C GT5
Rel. C GT6
GT 5 e GT 6
22
**feriado**
Cinzas
29
Módulo 2
Exp. Mod 2
Exp. C GT1
Exp. C GT2
GT1 E GT2
23
24
Rel. C GT5
Rel. C GT6
Teste Módulo 1
Sáb/Dom
4
5
11
2ª semana
12
18 3ª semana
**feriado**
Carnaval
19
**feriado**
Carnaval
25
4ª semana
26
Março 2012
Segunda
5
12
19
Terça
6
Quarta
7
Exp. C GT4
Rel. C GT3
GT4
Recuperação
Módulo 1
13
Exp. C GT5
Teste Módulo 2
20
14
28
Exp. C GT4
Rel. C GT3
GT4
Sáb/Dom
3
5ª semana
9
10
6ª semana
11
15
16
Módulo 3
Exp. Mod 3
Exp. C GT1
GT1
21
27
8
Sexta
2
Exp. C GT3
Rel. C GT1
Rel. C GT2
GT3
Exp. C GT5
Rel. C GT4
GT5
Exp. C GT2
Rel. C GT1
GT2
26
Quinta
1
22
Visita ao IMIP
23
29
30
Exp. C GT3
Rel. C GT2
GT3
Recuperação
Módulo 2
Exp. C GT5
Rel. C GT4
GT5
4
17
7ª semana
18
24
8ª semana
25
31
9ª semana
Abril 2012
Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
Sáb/Dom
1
2
3
4
5
Exp. C GT6
Rel. C GT5
GT6
9
10
6
** feriado**
Sexta feira Santa
11
12
13
Rel. C GT6
Teste Módulo 3
16
17
Módulo 4
Exp. Mod 4
Exp. C GT1
GT1
18
19
20
Exp. C GT2
Rel. C GT1
GT2
23
24
25
Exp. C GT4
Rel. C GT3
GT4
30
Exp. C GT3
Rel. C GT2
GT3
Recuperação
Módulo 3
26
27
Exp. C GT5
Rel. C GT4
GT5
7
10ª semana
8
14
11ª semana
15
21
**feriado**
Tiradentes
22
12ª semana
28
13ª semana
29
Maio 2012*
Segunda
7
Terça
1
**feriado**
Dia do
Trabalhador
Quarta
2
8
9
Quinta
3
10
Exp. C GT7
Rel. C GT6
GT7
Sexta
4
Exp. C GT6
Rel. C GT5
GT6
Sáb/Dom
5
14ª semana
11
12
15ª semana
*Jornada
Estudantil da
FPS*
Exp. C GT8
Rel. C GT7
GT8
6
13
14
15
16
17
23
24
30
31
Exp. C GT9
Rel. C GT8
GT9
21
22
Rel. C GT10
Teste Módulo 4
28
29
Exp. C GT2
Exp. C GT3
Rel. C GT1
GT2 e GT3
18
Exp. C GT10
Rel. C GT9
GT10
25
Módulo 5
Exp. Mod 5
Exp. C GT1
GT1
19
16ª semana
20
26
17ª semana
27
Junho 2012
Segunda
4
Terça
5
Quarta
6
Exp. C GT5
Rel. C GT4
GT5
11
12
Quinta
7
**feriado**
Corpus Chisti
13
14
Sexta
1
Exp. C GT4
Rel. C GT2
Rel. C GT3
GT4
Recuperação
Módulo 4
8
Rel. C GT5
Teste Módulo 5
Sáb/Dom
2
18ª semana
15
16
20ª semana
17
Recuperação
Módulo 5
18
19
20
21
Tarde
14 hs
Teste final MI
Tarde
14 hs
Teste final M2
Tarde
14 hs
Teste final M4
25
Capacitação de
novos tutores
26
Capacitação de
novos tutores
Tarde
14 hs
Teste final
M3
27
Capacitação
de novos
tutores
*data limite
para as
recuperações
finais*
28
Capacitação de
novos tutores
***Início das
Férias dos
docentes***
22
Tarde
14 hs
Teste final M5
29
Férias dos
docentes
3
9
19ª semana
10
23
São João
30
22ª semana
CRONOGRAMA DE AVALIAÇÕES
Teste
Dia
Hora
Cognitivo 1
24.02
16 às 18 horas
Recuperação 1
06.03
14 às 16 horas
Cognitivo 2
13.03
16 às 18 horas
Recuperação 2
23.03
14 às 16 horas
Cognitivo 3
10.04
16 às 18 horas
Recuperação 3
20.04
14 às 16 horas
Cognitivo 4
22.05
16 às 18 horas
Recuperação 4
01.06
14 às 16 horas
Cognitivo 5
08.06
16 às 18 horas
Recuperação 5
15.06
14 às 16 horas
Cognitivo Final
19.06
14 às 16 horas
THC
OBSERVAÇÕES:
1. Em cada Módulo, o estudante que, na avaliação cognitiva ou na média das
demais avaliações do módulo (avaliação do tutor, auto-avaliação e avaliação
pelos pares), obtiver nota inferior a 5 (cinco), fará teste de recuperação e, se
ainda obtiver nota inferior a 5,00 (cinco), fará novo exame ao final do
semestre, para os Módulos correspondentes.
2. Para aprovação no módulo, tanto é obrigatória a nota mínima de 5,00 (cinco)
na avaliação cognitiva quanto na média das demais avaliações do módulo
(avaliação do tutor, auto-avaliação e avaliação pelos pares), independente da
média final do semestre.
3. Para aprovação final do semestre, será calculada a média do semestre de
acordo com cada tipo de avaliação e respectivos pesos descritos acima para
cada curso.
4. O estudante que obtiver nota final do semestre maior ou igual a 5,00 (cinco),
desde que cumpridos os requisitos para aprovação em cada módulo, e
freqüência maior ou igual a 75% da carga horária do semestre, será
considerado apto a cursar o semestre seguinte, caso contrário, terá que
repetir o respectivo semestre.
5. O estudante deverá ter freqüência igual ou maior que 75% da carga horária
do semestre em casa laboratório.
6. Qualquer caso excepcional será submetido ao Conselho Acadêmico
paradeliberação.
REGRAS E PRAZOS PARA REQUERIMENTOS NA ESCOLARIDADE
1. O prazo para publicação das notas das Avaliações Cognitivas no Portal é de
48 horas a contar da execução da última turma.
2. O prazo para solicitação de revisão de notas de Avaliações Cognitivas é de 24
horas a contar da data de publicação no Portal.
3. O prazo para análise da solicitação de revisão de notas de Avaliações
Cognitivas é de 48 horas a contar da data do requerimento.
4. Só terá direito a recuperação / 2ª chamada das Avaliações Cognitivas, o
estudante que justificar sua falta junto à secretaria da Escola através de
requerimento e, deferimento do coordenador do curso. Aos demais casos
serão cobrados taxa de solicitação (verificar tabela na secretaria).
5. Os abonos de faltas nos Grupos Tutoriais, Laboratórios, Integração e Prática
Comunitária deverão ser solicitados via requerimento na secretaria da Escola,
com os devidos documentos comprobatórios para que a referida solicitação
seja analisada. O prazo limite para solicitação é de 48 horas após a data da
Avaliação Cognitiva do módulo.
6. O prazo para fechamento da média do módulo e abonos de faltas, correções
de nota é de 10 (dez) dias a contar da data de Recuperação da Avaliação
Cognitiva do módulo.
7. O prazo para a publicação do gabarito oficial das Avaliações Cognitivas é de 2
horas a contar do término da realização da referida avaliação do módulo.
8. Só estará habilitado a participar de processos seletivos de monitoria, Pibic,
estímulos acadêmicos financiados pela Escola e outros, o estudante que
durante o semestre: a) Tenha participado do Teste Progressivo; b) Tenha
feito as Avaliações Institucionais (avaliação de módulo, dos laboratórios, da
vivência da prática profissional, da prática comunitária, do internato/estágio
curricular, das atividades de integração); c) Ter menos de 20% de faltas na
Integração.
9. Não existe 2ª chamada para o Teste Progressivo.
10. O prazo de fechamento e publicação da média do semestre é de 10 dias a
contar da data de realização do THC.
11. O prazo para análise de dispensa de módulos é de 72 horas a contar da data
do requerimento.
12. Demais solicitações, 72 horas para análise a contar da data do requerimento.
Download

MANUAL DO TUTOR ENFERMAGEM 2012.1 TURMA 2015