MANUAL DO TUTOR ENFERMAGEM 2012.1 TURMA 2015 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO OBJETIVOS DO CURSO ESTRUTURA DA MATRIZ CURRICULAR SETE PASSOS DO ABP DESCRIÇÃO DOS MÓDULOS COM BIBLIOGRAFIA HABILIDADES E ATITUDES CASOS POR MÓDULO CORPO DOCENTE CALENDÁRIO SEMESTRAL FERIADOS NACIONAIS ATIVIDADES INSTITUCIONAIS CRONOGRAMA OBSERVAÇÕES REGRAS E PRAZOS PARA REQUERIMENTOS NA ESCOLARIDADE APRESENTAÇÃO* O Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da Faculdade Pernambucana de Saúde - FPS é um convite à mudança, pois configura um processo de formação construído após a reflexão crítica sobre o saber e a experiência acumulados, estimulada em espaços de consulta com diferentes atores para possibilitar, conforme recomendam os cientistas sociais, que os formuladores/condutores se comprometam com as transformações pretendidas. Almeja-se, com essa proposta de estruturação curricular integrada, proporcionar os ensinamentos que preceituam Gilson Oliveira e Lílian Koifman, do Instituto de Saúde da Comunidade da UFF/RJ: “ a compreensão crítica da realidade de saúde, visando à formação do profissional de saúde livre, ativo e democrático”, e para isso “deve haver uma relação mais estreita entre os conhecimentos trabalhados na formação e as necessidades dos estudantes, de maneira que possam ser utilizados em diferente contextos e situações profissionais cotidianas”. Portanto, representa um compromisso que extrapola os limites individuais, que requer aprender mais a ser e a conviver, e a tornar-se otimista diante das possibilidades do novo que se manifesta a cada dia; um compromisso que impõe viver em sintonia com seu entorno social e assumir uma visão comunitária alicerçada no cultivo da solidariedade. Será o comprometimento com um ensino de qualidade, que depende não somente das informações que o estudante recebe, mas da sua curiosidade intelectual, do que seja capaz de fazer de posse delas, uma vez que a integralidade do ensino supõe também participação, diálogo, comunicação e afetividade, que devem ser aprendidas pelo seu próprio exercício. Dessa maneira haverá o crescimento mútuo de estudantes e docentes, a valorização do processo vivencial e de aprendizagem, a efetividade na humanização do atendimento à saúde. Daí a significação deste projeto formativo, que conduz não só a encontrar novos caminhos e soluções, igualmente leva a pensar sobre nossos valores, porque eles são questionados diariamente; um projeto que busca uma formação continuada, para aprender mais e não ficar defasado no tempo, que intenta desenvolver atitudes e comportamentos e não apenas conhecimentos e habilidades; um projeto que se apóia na diversidade dos cenários de atuação do Imip, que permite incorporar ao processo de ensino/aprendizagem as diferentes realidades nas quais se produz e reproduz o processo saúde/doença, e favorece a articulação entre teoria e prática, ensino e trabalho. Enfim, uma iniciativa que propicia reconhecer que não há o que substitua o contato humano, o vivenciar e o compartilhar problemas, revelando-se um projeto cuja coerência e consistência estão sintonizadas com os tempos atuais, tempos das diferenças e das pluralidades, tempos de renovação de relações e de enfrentamentos de desafios, tempos que, a nosso ver, reclamam a adoção do modo de pensar projetivo, defendido por Edward de Bonno (Novas estratégias de pensamento. São Paulo: Nobel, 1999): “ que nos faz aprender, hoje, tendo em vista o amanhã”. Prof. Antonio Carlos Figueira Diretor Presidente da FPS * Apresentação do Projeto Pedagógico do Curso de Enfermagem da FPS OBJETIVOS DO CURSO GERAL Formar o Enfermeiro generalista crítico e reflexivo, com competência técnicocientífica, ético-política, com vistas à transformação da realidade social, valorizando o ser humano em sua totalidade e, no exercício da cidadania, respeitando os princípios éticos e legais da profissão, com base nos princípios da equidade, integralidade, interdisciplinaridade e solidariedade. ESPECÍFICOS Instrumentalizar o estudante para o desenvolvimento dos processos de trabalho em enfermagem, assistir/intervir, gerenciar, ensinar/aprender e investigar – na atenção à saúde em nível coletivo e individual. Potencializar com o estudante o desenvolvimento da capacidade crítica na produção do conhecimento e no desenvolvimento de atividades relacionadas ao trabalho de saúde/enfermagem. Capacitar o estudante para a produção de novos conhecimentos em saúde/enfermagem que estejam comprometidos com a transformação dos perfis epidemiológicos do País, da Região Nordeste, do Estado e do Município. Desenvolver no estudante competências técnico-científicas, ética /humanística e política para que possa assumir a coordenação do trabalho de Enfermagem. Promover processos de capacitação para que o estudante seja também um agente, responsável pela formação e qualificação dos demais trabalhadores de enfermagem. Instrumentalizar o estudante nas normas do Sistema de Saúde vigente no exercício da profissão do enfermeiro. ESTRUTURA DA MATRIZ CURRICULAR 1O. PERÍODO: AS CIENCIAS HUMANAS, SOCIAIS E BIOLÓGICAS BASES DO TRABALHO DA ENFERMAGEM Código Módulo Carga Horária Concepções sobre o ato de estudar 40 Gênero e Enfermagem. 40 Processos morfofisiológicos: bases para a intervenção da 40 Enfermagem no processo saúde- doença O processo ensinar-aprender do Curso de Graduação em 50 Enfermagem. Determinação social, comportamental e cultural do 40 processo saúde-doença Habilidades e atitudes 1 160 TOTAL 370 2º PERÍODO: BASES TEÓRICO-METODOLÓGICAS DO TRABALHO DE ENFERMAGEM. Código Módulo Carga Horária Fundamentação histórica da saúde e semiotécnica 60 Fundamentação histórica da enfermagem e semioténica 60 O processo de enfermagem e a comunidade 60 O processo de enfermagem e a pesquisa 60 Habilidades e atitudes 2 187 TOTAL 427 3º PERÍODO: INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM EM SAÚDE COLETIVA Código TOTAL Módulo A saúde coletiva no contexto social e epidemiológico A saúde no contexto da práxis biológico e social Saúde Coletiva no contexto político, epidemiológico e gerencial A saúde do trabalhador na perspectiva da prevenção e formação profissional Habilidades e atitudes 3 Carga Horária 60 60 60 60 187 427 4o. PERÍODO: A ENFERMAGEM E O PROCESSO DE REPRODUÇÃO HUMANA Código Módulo Carga Horária A enfermagem à luz da ciência 60 O processo de reprodução humana no modelo clínico e 60 epidemiológico A saúde da mulher no contexto da práxis, biológico e 60 social A saúde no contexto político, epidemiológico e 60 gerencial Habilidades e atitudes 4 200 TOTAL 440 5º PERÍODO: ATENÇÃO EM SAUDE/ENFERMAGEM À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE Código Módulo Carga Horária A Atenção em Saúde/enfermagem à criança e ao 60 adolescente O processo de crescimento e desenvolvimento da 60 criança e do adolescente no modelo clínico e epidemiológico A saúde da criança e do adolescente no contexto da 60 práxis biológica e social A saúde da criança e do adolescente no contexto 60 político, epidemiológico e gerencial e os aspctos educacionais dos profissionais de enfermagem Habilidades e atitudes 5 200 TOTAL 440 6º PERÍODO: A ENFERMAGEM E A ATENÇÃO AO ADULTO E IDOSO Código Módulo A enfermagem e a atenção ao adulto e ao idoso O intervir da enfermagem na promoção e recuperação da saúde do adulto e do idoso O cuidar do adulto e do idoso em situações de risco, emergências e cirurgias Práticas, conhecimento e pesquisas de enfermagem na assistência integralizada ao adulto, idoso e seus familiares Habilidades e atitudes 6 TOTAL Carga Horária 60 60 60 60 200 440 7º PERÍODO: A INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE EM UNIDADES BÁSICAS E HOSPITALARES Código Módulo Carga Horária Estágio Curricular Supervisionado 1 600 TOTAL 600 8º PERÍODO: A INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM NA ATENÇÃO À SAÚDE EM UNIDADES BÁSICAS E HOSPITALARES Código Módulo Carga Horária Estágio Curricular Supervisionado 2 636 TOTAL 636 Núcleo Transversal da Matriz Curricular Carga Horária Atividades Complementares 210 TCC 100 Formação Pedagógica 110 Carga Horária Total do Curso Carga Horária Total Carga Horária 4.200 OS SETE PASSOS 1º Passo - Ler e compreender o texto, definindo os termos desconhecidos. O secretário deve listar os termos que continuarem sem esclarecimento após a discussão. 2º Passo - Definição do Problema ou Problemas a serem discutidos. 3º Passo - Tempestade de idéias. Formular hipóteses e oferecer explicações baseadas no conhecimento prévio que o grupo tem sobre o assunto proposto. 4º Passo - Rever os passos 2 e 3, resumir e listar estas explicações. 5º Passo - Estabelecer e listar os objetivos de aprendizagem, que levam o estudante a comprovar/negar, aprofundar, complementar as explicações. 6º Passo - Estudo individual. Cada estudante deve coletar informações relativas aos objetivos de aprendizagem estabelecidos. 7º Passo - Compartilhamento do conhecimento obtido. Cada estudante identifica sua fonte e partilha seus resultados com o grupo. O relatório final é elaborado. DESCRIÇÃO DOS MÓDULOS Módulo 1:Concepções sobre o ato de estudar Ementa: Neste módulo é abordado conteúdos sobre história da educação no Brasil; fatores condicionantes para o aprendizado; técnicas de ensino; políticas de educação da Enfermagem no Brasil; e normas técnicas para elaboração de trabalhos científicos. Habilidades e Competências Reconhecer a importância do saber estudar para o desenvolvimento e prática da Enfermagem; Reconhecer-se como ator principal na construção do próprio conhecimento; Reconhecer a sua responsabilidade sobre a aquisição do próprio conhecimento; Conhecer o ABP como forma de aquisição de conhecimento e autonomia intelectual do estudante; Conhecer as novas Diretrizes Curriculares Nacionais e LDB, identificando influências na construção do PPP da Faculdade Pernambucana de Saúde/Enfermagem; Conhecer a história da educação no Brasil e as concepções de educação; Conhecer a articulação ABEn/MEC em relação à formação do enfermeiro; Adquirir técnicas de estudos de produção de conhecimento; Utilizar os laboratórios, bibliotecas, textos e outras formas de construção do conhecimento disponíveis na Faculdade Pernambucana de Saúde/Enfermagem; Utilizar as normas (ABNT / Vancouver) para elaboração e apresentação de trabalhos acadêmicos. Bibliografia Básica: 1. Bottomore TB. Introdução à Sociologia. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC; 1987. 2. Chauí M. Convite à Filosofia. 13ª ed. São Paulo: Ática; 2004. 3. Durkheim É. Educação e Sociologia. Lisboa: Edições 70; 2001. 4. Hessen J. Teoria do Conhecimento. 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes; 2003. 5. Geovanini T, Moreira A, Schoeller SD, Machado WCA. História da Enfermagem – Versões e Interpretações. 2ª ed. Rio de Janeiro: Revinte; 2002. 6. Laville C, Dionne J. A Construção do Saber: Manual de Metodologia da Pesquisa Em Ciências Humanas. Porto Alegre: Artmed; 1999. 7. Matos HCJ. Aprenda a estudar: orientações metodológicas para o estudo. 13ª ed. Petrópolis: Vozes; 2008. 8. Martins GA. Manual para Elaboração de Monografias e Dissertações. 3ª ed. São Paulo: Atlas; 2002. 9. Polit DF. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: métodos, avaliação e utilização. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2004. 10. Berger P. Perspectivas Sociológicas: Uma Visão Humanística. 26ª ed. Petrópolis: Vozes; 2004. 11. WALDOW, V.R. Estrategias de Ensino na Enfermagem Serie Enfermagem. Ed VOZES, 2005. 12. Carvalho MCM. Construindo o Saber: Metodologia Científica. 15ª ed. Campinas: Papirus; 2009. Bibliografia Complementar: 1. Alves R. Filosofia da Ciência: Introdução ao Jogo e a suas Regras. 7ª ed. São Paulo: Loyola; 2003. 2. Aranha MLA. Filosofando: Introdução a Filosofia. 3ª ed. São Paulo: Moderna; 2003. 3. PERRENOUD, P Dez Novas Competências para Ensinar ,ARTMED 2000. 4. Magro MC. Estudar Também se Aprende. São Paulo: EPU; 1979. 5. Prado JC. O que é Filosofia. São Paulo: Brasiliense; 2003. 6. Ribeiro MAP. Como Estudar e Aprender: Guia para Pais, Tutores\docentes e Estudantes. 4ª ed. Petrópolis: Vozes; 2003 Módulo 2: Gênero e Enfermagem Ementa: Neste módulo será discutido temas referentes à ética; declaração dos direitos humanos; exclusão e inclusão social; violência; evolução e conceito de saúde e de doença; Sistema Único de Saúde - SUS; e processo de produção social brasileiro. Habilidades e Competências: Respeitar o Código de Ética, os valores políticos e os atos normativos da profissão; Identificar a relação entre o contexto social e o trabalho em Saúde/Enfermagem; Conhecer as múltiplas determinações do processo saúde-doença; Compreender o processo de produção social brasileiro; relações de produção e as transformações no processo produtivo brasileiro articulado ao processo de trabalho em Enfermagem; Conhecer a cultura pernambucana e sua relação com a atenção à saúde; Compreender os processos sociais e suas repercussões no indivíduo e na sociedade; Conhecer os aspectos psicológicos intrínsecos e extrínsecos relacionados ao trabalho/trabalhadores da Enfermagem; Refletir sobre a construção histórica da Enfermagem a partir de um olhar de gênero; Conhecer a construção de novos conhecimentos e atitudes no que se refere ao entendimento das questões de gênero e do processo saúde-doença; Conhecer as diferentes visões de mundo e suas repercussões no pensar /fazer da Enfermagem; Discutir e compreender a subjetividade nas relações de trabalho da saúde/Enfermagem. Discutir o processo saúde/doença numa perspectiva de gênero, articulado à historicidade da construção das identidades feminina e masculina na sociedade e a intervenção nos serviços de saúde. Bibliografia Básica: 1. Bottomore TB. Introdução à Sociologia. 9ª ed. Rio de Janeiro: LTC; 1987. 2. BRASIL. Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde - NOB - SUS96. Brasília: Ministério da Saúde; 1997. 3. Chauí M. Convite à Filosofia. 13ª ed. São Paulo: Ática; 2004. 4. Cohn A. A saúde como direito e como serviço. 3ª ed. São Paulo: Cortez; 2002. 5. Durkheim E. Educação e Sociologia. Lisboa: Edições 70; 2001. 6. Gelain I. Deontologia e enfermagem. 3ª ed. São Paulo: EDU; 2004. 7. Haag GS. A enfermagem e a saúde dos trabalhadores. 2ª ed. Goiana: AB; 2001. 8. Louro GL. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pósestruturalista. 9ªed. Petrópolis: Vozes; 2007. 9. Marquis BL. Administração e liderança em enfermagem: teoria e prática. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2005. 10. Berger P. Perspectivas Sociológicas: Uma Visão Humanística. 26ª ed. Petrópolis: Vozes; 2004. 11. GELAIN, I Etica, Bioetica e Os Profissionais de Enfermagem, EPU, 4ª Ed, 2010 Bibliografia Complementar: 1. Alves R. Filosofia da Ciência: Introdução ao Jogo e a suas Regras. 7ª ed. São Paulo: Loyola; 2003. 2. Aranha MLA. Filosofando: Introdução a Filosofia. 3ª ed. São Paulo: Moderna; 2003. 3. Prado JC. O que é Filosofia. São Paulo: Brasiliense; 2003. 4. Del Priore M. História das mulheres no Brasil. 8ª ed. São Paulo: Contexto; 2006. 5. Sawaia B. As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da desigualdade social. 5ª ed. Petrópolis: Vozes; 2004. 6. Teles MAA. O que é violência contra a mulher. São Paulo: Brasiliense; 2003. Módulo 3: Processos morfofisiológicos: bases para a intervenção da Enfermagem no processo saúde-doença Ementa: Neste módulo são abordados temas referentes ao sistema celular, genética; DNA e RNA; cromossomos; gene; genoma humano; herança genética; variação genética; mutações; aberrações cromossômicas; principais síndromes genéticas. Habilidades e Competências: Compreender a importância dos processos morfofisiológicos como base para o trabalho em Enfermagem; Compreender a importância da anatomia associada ao trabalho da Enfermagem; Conhecer os aspectos morfofuncionais do sistema celular; Conhecer a célula, tipos e funções no corpo humano. Identificar os processos destrutivos e protetores relacionados à célula; Estrutura do gene; Conceitos de DNA e RNA; Conhecer o processo de divisão celular; Diferenciar transporte ativo e passivo na célula; Conhecer os cromossomos, funções, estrutura, herança genética da célula. Bibliografia Básica: 1. De Roberts EMF. Bases da biologia celular e molecular. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2003. 2. Junqueira LC. Biologia celular e molecular. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. 3. Junqueira LC. Histologia básica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004. 4. Vogel F. Genética humana: problemas e abordagens. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. Bibliografia Complementar: 1. Abrahams PH. Atlas colorido de anatomia humana de McMinn. 4ª ed. São Paulo: Manole; 2005. 2. Brasileiro Filho G. Bogliolo patologia. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. 3. Castro SV. Anatomia fundamental. 3ª ed. São Paulo: Makron Books; 2005. 4. De Robertis EMF. Bases da biologia celular e molecular. 3ª ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan; 2001. 5. Di Fiore MSH. Atlas de histologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001. 6. Dorland: dicionário médico. 25ª ed. São Paulo: Roca; 1997. 7. Geneser F. Histologia: com bases biomoleculares. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2003. 8. George LL. Histologia comparada. 2ª ed. São Paulo: Roca; 1998. 9. Moore KL. Anatomia orientada para a clínica. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001. 10. Pereira MG. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1995. Módulo 4: O processo ensinar/aprender do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade Pernambucana de Saúde – Enfermagem Ementa: Neste módulo será discutido temas referentes à anatomia: classificação, terminologia, posição anatômica, planos e cortes, sistema tecidual e sistema ósseo. Habilidades Competências: Conhecer os conceitos fundamentais de anatomia e nomenclatura; Conhecer os aspectos morfofuncionais do sistema ósseo; Conhecer os aspectos morfofuncionais do sistema tecidual. Bibliografia Básica: 1. Johnson LR. Fundamentos de fisiologia médica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. 2. Junqueira LC. Histologia básica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004. 3. Putz R, Pabst R. Sobotta, Atlas de anatomia humana. 21ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. v. 1 4. Putz R, Pabst R. Sobotta, Atlas de anatomia humana. 21ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. v. 2 5. Moore KL, Anatomia orientada para a clínica. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001. 6. Gray H, Anatomia, 29ed Rio de Janeiro. Guanabara Koogan 1988. 7. De Robertis EMF. Bases da biologia celular e molecular. 3ª ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan; 2001. Bibliografia Complementar: 1. Abrahams P H, Atlas colorido de anatomia humana de McMinn. 4ª ed. São Paulo: Manole; 2005. 2. Brasileiro FG, Bogliolo patologia. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. 3. Castro SV, Anatomia fundamental. 3ª ed. São Paulo: Makron Books; 2005. 4. Di Fiore MSH, Atlas de histologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001. 5. Dorland, Dicionário médico. 25ª ed. São Paulo: Roca; 1997. 6. Geneser F., Histologia: com bases biomoleculares. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2003. 7. George LL., Histologia comparada. 2ª ed. São Paulo: Roca; 1998. 8. Moore EE.,Manual do Trauma. 4ª Edição. Editora Artmed.2006 Módulo 5: Determinação social, comportamental e cultural do processo saúdedoença Ementa: Neste módulo serão abordados temas referentes aos sistemas: articular e muscular; noções básicas sobre parasitologia; virologia e principais doenças prevalentes na comunidade. Habilidades e Competências: Conhecer os aspectos morfofuncionais do sistema articular; Conhecer os aspectos morfofuncionais e fisiologia do sistema muscular; Conhecer os conceitos gerais de parasitologia e os principais parasitas prevalentes na comunidade. Bibliografia Básica: 1. Almeida FN, Rouquayrol Z., Introdução à epidemiologia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2006. 2. Johnson LR, Fundamentos de fisiologia médica. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. 3. Junqueira LC, Histologia básica. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004. 4. Putz R, Pabst R, Sobotta, Atlas de anatomia humana. 21ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. v. 1 5. Putz R, Pabst R, Sobotta, Atlas de anatomia humana. 21ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2000. v. 2 6. REY, Luís, Parasitologia: parasitos e doenças parasitárias do homem nos trópicos ocidentais. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 7. Spicer W. John, Bacteriologia, micologia e parasitologia clínicas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002. 8. Veronesi R, Tratado de infectologia. 2ª ed. São Paulo: Atheneu; 2002. 9. Colombrini, M. R. C. / Figueiredo, R. M. / Marchiori, A. G., Enfermagem em Infectologia, Atheneu Editora, 2000. 10.Pedroso, Enio Roberto Pietra, Rocha, Manoel Otavio da Costa, Fundamentos em Infectologia Editora: RUBIO 11.Gray H, Anatomia, 29ed Rio de Janeiro. Guanabara Koogan 1988. 12.Neves DP, Parasitologia humana. 11ª ed. São Paulo: Atheneu; 2005. 13.Moore KL, Anatomia orientada para a clínica. 4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001. 14.Levinson W, Microbiologia médica e imunobiologia. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2005. 15.De Roberts EMF, Bases da biologia celular e molecular. 3ª ed. Rio de janeiro: Guanabara Koogan; 2001. Bibliografia Complementar: 1. Crespo PG, Sistemas de esgosto. Belo Horizonte: UFMG; 1997. 2. Abrahams PH, Atlas colorido de anatomia humana de McMinn. 4ª ed. São Paulo: Manole, 1999. 3. Brasleiro Filho G. Bogliolo, Patologia. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000. 4. Castro SV, Anatomia fundamental. 3ª ed. São Paulo: Makron Books; 2005. 5. Chin J, Manual de controle das doenças transmissíveis. Porto Alegre: Artmed; 2002. 6. Di Fiore, Mariano SH. Atlas de histologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2001. 7. Dorland, Dicionário médico. 25ª ed. São Paulo: Roca; 1997. 8. Epidemiologia: teoria e objeto. 3ª ed. São Paulo: Hucitec-Abratec; 2002 9. Geneser F, Histologia: com bases biomoleculares. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2003. 10. George LL, Histologia comparada. 2ª ed. São Paulo: Roca; 1998. 11. Pereira MG, Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1995. 12. Santos NOS, Introdução à virologia humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2002. Habilidades e atitudes 1 Ementa: No módulo de habilidades e atitudes 1 são abordados os procedimentos práticos desempenhados pelo enfermeiro, nos diferentes cenários de atuação da prática profissional; conhecimento teórico e prático sobre as técnicas desenvolvidas durante a anamnese e o exame físico, simulados em modelos humanos e em peças anatômicas. Na interação com a comunidade são realizados procedimentos, principalmente a anamnese e exame físico, assim como procedimentos pré-definidos. O estudante deverá agrupar no seu cotidiano na Unidade, novas competências àquelas previamente adquiridas. Participa, ainda, de discussões das temáticas específicas, junto à tutoria, assim como das atividades nas Unidades de Saúde da Família. No laboratório de comunicação os estudantes irão definir o âmbito da comunicação e sua ligação direta com as atividades na área de saúde, discutir a importância de uma comunicação efetiva entre a equipe multiprofissional e desenvolver habilidades específicas dentro desse processo. Habilidades e Competências Aplicar as medidas de higiene essenciais à prática profissional; Realizar registros de enfermagem na sua prática diária, nas diversas áreas de atuação; Realizar higiene do cliente, de acordo com situação específicas; Realizar as técnicas desenvolvidas durante a anamnese e o exame físico, simulados em modelos humanos e em peças anatômicas; Realizar a aferição dos sinais vitais e os principais indicadores de saúde; Administrar medicamentos através das principais vias de acesso; Desempenhar assistência de enfermagem diante de urgências; Desenvolver procedimentos relativos às vias aéreas superiores, com suporte de oxigênio. Realizar a anamnese, com preparação adequada do ambiente para consulta; Realizar sequência correta do exame físico geral e separadamente de cada sistema; Realizar a técnica do exame preventivo do câncer de próstata; Realizar a técnica do exame preventivo do câncer de mama; Realizar a técnica do exame preventivo do câncer de colo do útero; Aplicar a Escala de Coma de Glasgow; Administrar as vacinas preconizadas pelo Ministério da Saúde para o adulto e o idoso. Realizar visita domiciliar; Administrar medicamentos, aferir sinais vitais e avaliar indicadores de saúde; Realizar anamnese e exame físico durante a consulta de enfermagem; Participar na coleta de sangue, coleta de secreção vaginal e citologia oncótica; Exercitar o aprendizado prático dos procedimentos vivenciados nos laboratórios de habilidades, procedimentos e semiologia; Realizar atividades educativas, com orientações à clientela e treinamentos; Participar em campanhas de vacina e outras atividades da Unidade de Saúde. Participar do planejamento e execução de atividades educativas, tendo como público-alvo moradores da comunidade assistida e usuários do Programa de Saúde da Família. Aplicar os elementos básicos da comunicação e sua influência neste processo; Estabelecer relação entre a percepção e a comunicação; Identificar os diferentes tipos de comunicação e suas influências nas relações de cuidado; Identificar os atributos desejáveis para um entrevistador; Aplicar as etapas de uma entrevista. LABORATÓRIO DE PROCEDIMENTOS LABORATÓRIO DE SEMIOLOGIA Bibliografia 1. POSSO, M. B. S; Semiologia e Semiotécnica de Enfermagem. São Paulo: Atheneu Editora. 1999. 2. POTTER, P.A; Semiologia em Enfermagem. 4.ed. Rio de Janeiro: Reichmann e Affonso. 2002. 3. REICHMANN & AFFONSO. Administração de medicamentos. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso Editores,2002. (Enfermagem prática). 4. Smeltzer, S. Brunner & Suddarth, Tratado de enfermagem. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. v.1, 2,3,4 5. PORTO, C.C., Semiologia médica, 5.ed.- Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. Gray, H. Anatomia. 29.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,1988. 6. CARPENITO LJ, Diagnósticos de enfermagem: aplicação à prática clínica. 8ª ed. Porto Alegre: Artemed, 2002. 7. CIPE Versão 1: classificação internacional para a prática da enfermagem. São Paulo: Algol, 2007. 8. Brasil, Manual de Normas de Vacinação, 3.ed. Brasília: Ministério da Saúde: Fundação Nacional de Saúde; 2001 72p. 9. Brasil, Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica Saúde da criança: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil / Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. 10. Figueira MCS, Germano EM, Santos L, Morimura MCR, Vasconcelos S, Manual de Enfermagem. 2007. Medsi 11. Filme Crash – No limite, direção: Paul Haggis, 2004. 12. Documentário: Noite e Neblina, de Alain Resnais, 1955. 13. Filme The Truman Show, direção: Peter Weir, 1998. CASOS POR MÓDULO Casos do Módulo 1 Concepções sobre o ato de estudar Caso 1 Conteúdos essenciais: ABP como estratégia metodológica de conformação da autonomia intelectual do estudante. Titulo: Metodologia diferente Caso 2 Conteúdos essenciais: Novas Diretrizes Curriculares Nacionais e LDB, identificando influências na construção do PPP da Faculdade Pernambucana de Enfermagem.. Titulo: Uma prática educativa Caso 3 Conteúdos essenciais: Evolução histórica da educação no Brasil Título: Importância política/econômica/social na história da educação Caso 4 Conteúdos essenciais: Concepções de educação. Importância do ato de estudar para a formação acadêmica e para a prática de Enfermagem. Título: Como estudar? Caso 5 Conteúdos essenciais: A articulação da ABEn/MEC em relação à formação do enfermeiro. Título: Trajetória história da ABEn Caso 6 Conteúdos essenciais: Conhecer a importância da leitura adequada; Técnicas de elaboração de: resumo, resenha, fichamento e referências bibliográficas; Normas da ABNT e Vancouver para elaboração de trabalhos acadêmicos; Importância do ato de estudar para a formação acadêmica e para a prática de Enfermagem. Título: Conhecimento Empírico Casos do Módulo 2 Gênero e Enfermagem Caso 1 Conteúdos essenciais: Bases filosóficas para compreensão da realidade da saúde/Enfermagem O Código de Ética, valores políticos e atos normativos da Enfermagem; Título: Relações legais Caso 2 Conteúdos essenciais: A exclusão social, opressão, desigualdade e violência; Título: Violência contra a Mulher Caso 3 Conteúdos Essenciais: A Sociedade, o Estado e as Instituições Promotoras e Executoras das Políticas Públicas; Título: O que é saúde? Caso 4 Conteúdos essenciais: A cultura e sua determinação na vida e no processo saúdedoença. Título: Rezadeira Caso 5 Conteúdos essenciais: Processo de produção social brasileiro A construção histórica da Enfermagem sob a ótica de gênero; De profissionais do sexo a trabalhadores assexuados: a construção histórica da Enfermagem sob a ótica de gênero; Gênero e o processo saúde-doença; A inserção masculina na Enfermagem. Aspectos psicológicos relacionados ao trabalho/trabalhadores da Enfermagem. Título: História da Profissão Casos do Módulo 3 Processos morfofisiológicos: bases para a intervenção da Enfermagem no processo saúde-doença Caso 1 Conteúdos essenciais: Conceitos gerais sobre morfofisiologia, bases para o trabalho de Enfermagem; Aspectos morfofuncionais do sistema celular. Título: Aula de exposição Caso 2 Conteúdos Essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema celular Título: Endocitose e exocitose Caso 3 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema celular.; Transporte ativo e passivo da célula. Título: Cuidado com o “chefe” Caso 4 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema celular; O processo de divisão celular; Titulo: Próximo encontro Caso 5 Conteúdos essenciais: Estrutura do gene; Conceitos de DNA e RNA; Os cromossomos: funções, estrutura, herança genética da célula; Titulo: Alteração no DNA da célula Caso 6 Conteúdos essenciais: Estrutura do gene; Os cromossomos: funções, estrutura, herança genética da célula; Título: Interessante ser ruiva Casos do Módulo 4 O processo ensinar/aprender do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade Pernambucana de Saúde - Enfermagem Caso 1 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual Título: Eu era feliz e não sabia... Caso 2 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual Título: Gordura em lugar indevido Caso 3 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual Título: Leucemia Caso 4 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual Título: Graças às cartilagens de Claudinha Caso 5 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual Título: Psoríase Caso 6 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual Título: Raiva humana Caso 7 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema tecidual. Título: Hipertrofia muscular Caso 8 Conteúdos essenciais: Conceitos fundamentais de anatomia; Compreender a importância da anatomia associada ao trabalho da Enfermagem Título: Terminologia Universal Caso 9 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema ósseo. Título: Ossificação dificultada Caso 10 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema ósseo. Título: Preocupação de Estela Casos do Módulo 5 Determinação social, comportamental e cultural do processo saúde-doença Caso 1 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema articular Título: Conversa sobre dor Caso 2 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais o sistema muscular. Título: Aula de ginástica Caso 3 Conteúdos essenciais: Aspectos morfofuncionais do sistema muscular. Título: Liberação de ocitocina Caso 4 Conteúdos essenciais: Conceitos gerais de parasitologia. Título: Período de incubação Caso 5 Conteúdos essenciais: Principais parasitas prevalentes na comunidade. Título: Parasitoses CORPO DOCENTE Função Nome E-mail Coordenador do Curso Mª Cristina dos S. Figueira [email protected] Coordenador do Tutor Mª de Fátima Costa Caminha [email protected] Tutores: Cláudia Selfes Sandra Hipólito Integração Avaliação Laboratório Tutores dos Laboratórios: Anatomia Habilidades Procedimentos Habilidades Semiologia Informática Prog. de saúde da família Biblioteca Celina Morimura CALENDÁRIO 2012/1 Janeiro 2012 Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb/Dom 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Capacitação de novos tutores 10 Capacitação de novos tutores 11 Capacitação de novos tutores 12 Capacitação de novos tutores 13 16 17 18 19 20 14 15 21 22 23 Capacitação de tutores antigos 24 Capacitação de tutores antigos 30 31 Semana de Acolhimento Semana de Acolhimento 25 26 27 28 29 1º semestre 1ª semana Fevereiro 2012 Segunda Terça Quarta 1 Quinta 2 Semana de Acolhimento 6 7 8 Semana de Acolhimento 9 Sexta 3 Semana de Acolhimento 10 Módulo 1 Exp. Mod 1 Exp. C GT1 GT1 13 14 Exp. C GT2 Rel. C GT1 GT2 15 16 17 Exp. C GT3 Exp. C GT4 Rel. C GT2 GT3 e GT4 20 21 **feriado** Carnaval 27 **feriado** Carnaval 28 Exp. C GT5 Exp. C GT6 Rel. C GT5 Rel. C GT6 GT 5 e GT 6 22 **feriado** Cinzas 29 Módulo 2 Exp. Mod 2 Exp. C GT1 Exp. C GT2 GT1 E GT2 23 24 Rel. C GT5 Rel. C GT6 Teste Módulo 1 Sáb/Dom 4 5 11 2ª semana 12 18 3ª semana **feriado** Carnaval 19 **feriado** Carnaval 25 4ª semana 26 Março 2012 Segunda 5 12 19 Terça 6 Quarta 7 Exp. C GT4 Rel. C GT3 GT4 Recuperação Módulo 1 13 Exp. C GT5 Teste Módulo 2 20 14 28 Exp. C GT4 Rel. C GT3 GT4 Sáb/Dom 3 5ª semana 9 10 6ª semana 11 15 16 Módulo 3 Exp. Mod 3 Exp. C GT1 GT1 21 27 8 Sexta 2 Exp. C GT3 Rel. C GT1 Rel. C GT2 GT3 Exp. C GT5 Rel. C GT4 GT5 Exp. C GT2 Rel. C GT1 GT2 26 Quinta 1 22 Visita ao IMIP 23 29 30 Exp. C GT3 Rel. C GT2 GT3 Recuperação Módulo 2 Exp. C GT5 Rel. C GT4 GT5 4 17 7ª semana 18 24 8ª semana 25 31 9ª semana Abril 2012 Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sáb/Dom 1 2 3 4 5 Exp. C GT6 Rel. C GT5 GT6 9 10 6 ** feriado** Sexta feira Santa 11 12 13 Rel. C GT6 Teste Módulo 3 16 17 Módulo 4 Exp. Mod 4 Exp. C GT1 GT1 18 19 20 Exp. C GT2 Rel. C GT1 GT2 23 24 25 Exp. C GT4 Rel. C GT3 GT4 30 Exp. C GT3 Rel. C GT2 GT3 Recuperação Módulo 3 26 27 Exp. C GT5 Rel. C GT4 GT5 7 10ª semana 8 14 11ª semana 15 21 **feriado** Tiradentes 22 12ª semana 28 13ª semana 29 Maio 2012* Segunda 7 Terça 1 **feriado** Dia do Trabalhador Quarta 2 8 9 Quinta 3 10 Exp. C GT7 Rel. C GT6 GT7 Sexta 4 Exp. C GT6 Rel. C GT5 GT6 Sáb/Dom 5 14ª semana 11 12 15ª semana *Jornada Estudantil da FPS* Exp. C GT8 Rel. C GT7 GT8 6 13 14 15 16 17 23 24 30 31 Exp. C GT9 Rel. C GT8 GT9 21 22 Rel. C GT10 Teste Módulo 4 28 29 Exp. C GT2 Exp. C GT3 Rel. C GT1 GT2 e GT3 18 Exp. C GT10 Rel. C GT9 GT10 25 Módulo 5 Exp. Mod 5 Exp. C GT1 GT1 19 16ª semana 20 26 17ª semana 27 Junho 2012 Segunda 4 Terça 5 Quarta 6 Exp. C GT5 Rel. C GT4 GT5 11 12 Quinta 7 **feriado** Corpus Chisti 13 14 Sexta 1 Exp. C GT4 Rel. C GT2 Rel. C GT3 GT4 Recuperação Módulo 4 8 Rel. C GT5 Teste Módulo 5 Sáb/Dom 2 18ª semana 15 16 20ª semana 17 Recuperação Módulo 5 18 19 20 21 Tarde 14 hs Teste final MI Tarde 14 hs Teste final M2 Tarde 14 hs Teste final M4 25 Capacitação de novos tutores 26 Capacitação de novos tutores Tarde 14 hs Teste final M3 27 Capacitação de novos tutores *data limite para as recuperações finais* 28 Capacitação de novos tutores ***Início das Férias dos docentes*** 22 Tarde 14 hs Teste final M5 29 Férias dos docentes 3 9 19ª semana 10 23 São João 30 22ª semana CRONOGRAMA DE AVALIAÇÕES Teste Dia Hora Cognitivo 1 24.02 16 às 18 horas Recuperação 1 06.03 14 às 16 horas Cognitivo 2 13.03 16 às 18 horas Recuperação 2 23.03 14 às 16 horas Cognitivo 3 10.04 16 às 18 horas Recuperação 3 20.04 14 às 16 horas Cognitivo 4 22.05 16 às 18 horas Recuperação 4 01.06 14 às 16 horas Cognitivo 5 08.06 16 às 18 horas Recuperação 5 15.06 14 às 16 horas Cognitivo Final 19.06 14 às 16 horas THC OBSERVAÇÕES: 1. Em cada Módulo, o estudante que, na avaliação cognitiva ou na média das demais avaliações do módulo (avaliação do tutor, auto-avaliação e avaliação pelos pares), obtiver nota inferior a 5 (cinco), fará teste de recuperação e, se ainda obtiver nota inferior a 5,00 (cinco), fará novo exame ao final do semestre, para os Módulos correspondentes. 2. Para aprovação no módulo, tanto é obrigatória a nota mínima de 5,00 (cinco) na avaliação cognitiva quanto na média das demais avaliações do módulo (avaliação do tutor, auto-avaliação e avaliação pelos pares), independente da média final do semestre. 3. Para aprovação final do semestre, será calculada a média do semestre de acordo com cada tipo de avaliação e respectivos pesos descritos acima para cada curso. 4. O estudante que obtiver nota final do semestre maior ou igual a 5,00 (cinco), desde que cumpridos os requisitos para aprovação em cada módulo, e freqüência maior ou igual a 75% da carga horária do semestre, será considerado apto a cursar o semestre seguinte, caso contrário, terá que repetir o respectivo semestre. 5. O estudante deverá ter freqüência igual ou maior que 75% da carga horária do semestre em casa laboratório. 6. Qualquer caso excepcional será submetido ao Conselho Acadêmico paradeliberação. REGRAS E PRAZOS PARA REQUERIMENTOS NA ESCOLARIDADE 1. O prazo para publicação das notas das Avaliações Cognitivas no Portal é de 48 horas a contar da execução da última turma. 2. O prazo para solicitação de revisão de notas de Avaliações Cognitivas é de 24 horas a contar da data de publicação no Portal. 3. O prazo para análise da solicitação de revisão de notas de Avaliações Cognitivas é de 48 horas a contar da data do requerimento. 4. Só terá direito a recuperação / 2ª chamada das Avaliações Cognitivas, o estudante que justificar sua falta junto à secretaria da Escola através de requerimento e, deferimento do coordenador do curso. Aos demais casos serão cobrados taxa de solicitação (verificar tabela na secretaria). 5. Os abonos de faltas nos Grupos Tutoriais, Laboratórios, Integração e Prática Comunitária deverão ser solicitados via requerimento na secretaria da Escola, com os devidos documentos comprobatórios para que a referida solicitação seja analisada. O prazo limite para solicitação é de 48 horas após a data da Avaliação Cognitiva do módulo. 6. O prazo para fechamento da média do módulo e abonos de faltas, correções de nota é de 10 (dez) dias a contar da data de Recuperação da Avaliação Cognitiva do módulo. 7. O prazo para a publicação do gabarito oficial das Avaliações Cognitivas é de 2 horas a contar do término da realização da referida avaliação do módulo. 8. Só estará habilitado a participar de processos seletivos de monitoria, Pibic, estímulos acadêmicos financiados pela Escola e outros, o estudante que durante o semestre: a) Tenha participado do Teste Progressivo; b) Tenha feito as Avaliações Institucionais (avaliação de módulo, dos laboratórios, da vivência da prática profissional, da prática comunitária, do internato/estágio curricular, das atividades de integração); c) Ter menos de 20% de faltas na Integração. 9. Não existe 2ª chamada para o Teste Progressivo. 10. O prazo de fechamento e publicação da média do semestre é de 10 dias a contar da data de realização do THC. 11. O prazo para análise de dispensa de módulos é de 72 horas a contar da data do requerimento. 12. Demais solicitações, 72 horas para análise a contar da data do requerimento.