Município de Leiria
Câmara Municipal
Plano Operacional Municipal
Comissão Municipal de Defesa da Floresta
Leiria – 2012
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Maio 2012
Índice
1
Enquadramento do Concelho ................................................................................ 3
2
Incêndios Florestais ............................................................................................. 5
3
Análise do Risco de Incêndio ................................................................................. 8
3.1
Cartografia de Risco ...................................................................................................... 8
3.1.1
Mapa de perigosidade de incêndio florestal ............................................................ 8
3.1.2
Mapa de risco de incêndio florestal ...................................................................... 11
3.2
Mapa de prioridades de defesa .................................................................................... 13
4
Rede Natura 2000 e Regime Florestal .................................................................. 15
5
Meios e Recursos ............................................................................................... 18
5.1
Inventário de viaturas e equipamentos ......................................................................... 18
5.2
Meios complementares de apoio ao combate ................................................................ 20
6
Dispositivo Operacional de DFCI .......................................................................... 24
6.1
Esquema de comunicação ........................................................................................... 24
6.2
Procedimentos de atuação........................................................................................... 26
6.3
Lista de contactos ....................................................................................................... 27
7
Sectores Territoriais de DFCI e LEE – Vigilância e Detecção ................................... 30
7.1
Rede de vigilância e detecção de incêndios ................................................................... 30
7.2
Sectores territoriais de DFCI e LEE – Vigilância e detecção ............................................. 34
8
Sectores territoriais de DFCI e LEE – 1ª intervenção ............................................. 37
9
Sectores territoriais de DFCI e LEE – combate ...................................................... 41
10
Sectores territoriais de DFCI e LEE – rescaldo e vigilância pós-incêndio................... 43
11
Apoio ao Combate ............................................................................................. 45
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ÍNDICE FIGURAS
Figura 1.
Enquadramento Geográfico do Concelho de Leiria. .................................................. 3
Figura 2.
Áreas Ardidas (2000-2009). .................................................................................. 6
Figura 3.
Perigosidade de incêndio florestal no concelho de Leiria. ....................................... 10
Figura 4.
Risco de incêndio florestal. ................................................................................. 12
Figura 5.
Prioridades de Defesa......................................................................................... 14
Figura 6.
Rede Natura 2000 e Regime Florestal. ................................................................. 17
Figura 7.
Esquema de Comunicação dos alertas amarelo, laranja e vermelho ........................ 25
Figura 8.
Rede de vigilância e detecção de incêndios .......................................................... 32
Figura 9.
Postos de Vigia da RNPV de Crasta Alta e Pedrógão .............................................. 33
Figura 10.
Sectores territoriais de DFCI e LEE – Vigilância e detecção .................................... 36
Figura 11.
Sectores territoriais de DFCI e LEE – 1ª intervenção ............................................. 40
Figura 12.
Sectores territoriais de DFCI e LEE – combate ...................................................... 42
Figura 13.
Sectores territoriais de DFCI e LEE – rescaldo e vigilância pós-incêndio................... 44
Figura 14.
Apoio ao Combate ............................................................................................. 46
ÍNDICE QUADROS
Quadro 1.
Distribuição espacial do concelho por freguesias. .................................................... 4
Quadro 2.
Distribuição anual da área ardida e do n.º de ocorrências (1980-2010) ..................... 7
Quadro 3.
Sítios da Rede Natura 2000 do Concelho de Leiria. ................................................ 15
Quadro 4.
Áreas sob Gestão Florestal do concelho de Leiria. ................................................. 16
Quadro 5.
Inventário de viaturas e equipamentos. ............................................................... 20
Quadro 6.
Meios complementares de apoio ao combate. ....................................................... 23
Quadro 7.
Procedimentos de Atuação nos alertas amarelo, laranja e vermelho. ...................... 26
Quadro 8.
Lista Geral de Contactos. .................................................................................... 29
Quadro 9.
Lista de coordenadas da localização atual das torres de vigia. ................................ 33
Quadro 10.
Procedimentos de atuação durante o período crítico (Julho a Setembro). ................ 38
Quadro 11.
Pontos de Água – Abastecimento Aéreo. .............................................................. 47
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Enquadramento do Concelho
O Município de Leiria situa-se no Distrito de Leiria e faz fronteira com os
concelhos de Alcobaça, Batalha, Marinha Grande, Ourém, Pombal e Porto de
Mós. Tem uma superfície de aproximadamente 564km2, sendo constituído por
vinte e nove freguesias.
Figura 1.
Enquadramento Geográfico do Concelho de Leiria.
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Freguesia
Área (km2)
Freguesia
Área (km2)
Amor
18,13
Leiria
6,85
Arrabal
20,07
Maceira
48,18
Azóia
12,43
Marrazes
18,90
Bajouca
13,21
Memória
12,08
Barosa
12,55
Milagres
16,07
Barreira
11,76
Monte Real
12,23
Bidoeira de Cima
15,49
Monte Redondo
42,07
Boa Vista
8,99
Ortigosa
13,21
Caranguejeira
30,21
Parceiros
12,99
Carreira
5,44
Pousos
15,79
Carvide
17,31
Regueira de Pontes
12,04
Chainça
5,63
Santa Catarina da Serra
39,70
Coimbrão
54,62
Santa Eufémia
10,02
Colmeias
32,28
Souto da Carpalhosa
30,08
Cortes
16,33
Total
564,66
Quadro 1.
Distribuição espacial do concelho por freguesias.
O concelho é servido pelas seguintes infraestruturas:
Autoestradas:
• IP 1 (A 1) – Lisboa – Porto;
• A 8 – Leiria – Lisboa
• A 17 – Marinha Grande – Aveiro
• A 19 – Leiria – Batalha
Estradas Nacionais:
• IC 2 (EN 1) – Lisboa – Porto
• IC 9 – Nazaré - Tomar
• EN 109 – Leiria – Vila Nova de Gaia
• EN 113 – Leiria – Tomar
• EN 242 – Alfeizerão – Leiria
Rede Ferroviária:
• Linha do Oeste - Cacém – Figueira da Foz
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Incêndios Florestais
A queimada é o uso do fogo para renovação de pastagens e eliminação de
restolho e ainda, para eliminar sobrantes de exploração cortados mas não
amontoados1.
Os resíduos acumulados nas áreas florestais podem ser eliminados pelo fogo
e podem mesmo ser uma forma de prevenir incêndios. A queima periódica
dos lugares das pastagens favorece o nascimento de plantas verdes que
constituem um obstáculo à propagação do fogo. No entanto, deve-se ter em
atenção as condições meteorológicas e o período em que estas se realizam,
uma vez que são uma das maiores causas de incêndios florestais.
Incêndio florestal, é o fogo sem controle que incida sobre qualquer forma de
vegetação, podendo tanto ser provocado pelo homem ou por uma causa
natural.
A análise do histórico dos incêndios florestais entre 1980 e 2010, permite-nos
identificar os anos de 1994 com 268 ocorrências e 1995 (220) como os anos
em que ocorreram maior número de incêndios, seguidos de 2005 (199), 2008
(186), 1993 (154) e 2007 (130).
1
Decreto-Lei 17/2009 de 14 de Janeiro.
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Figura 2.
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Áreas Ardidas (2000-2009).
No que concerne à área ardida destaque para o ano de 2005 que registou
cerca 4429ha, tornando-se num ano excecional de valores elevados. Seguem-
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se os anos de 1995 (507ha), 1990 (266ha), 2007 (173ha) 1989 (154ha) e
1993 (149ha). Em termos meteorológicos, estes anos caracterizam-se por
apresentar condições especialmente favoráveis à propagação de grandes
incêndios associados a situações de bloqueio atmosférico da Península
Ibérica, donde resultaram ventos de Leste quentes e secos. As temperaturas
sobem acima dos 40ºC, o arrefecimento nocturno é reduzido, os ventos
sopram mais de 30km/h e a humidade relativa desce consideravelmente.
Quadro 2.
Distribuição anual da área ardida e do n.º de ocorrências (1980-2010)
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3
3.1
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Análise do Risco de Incêndio
Cartografia de Risco
3.1.1 Mapa de perigosidade de incêndio florestal
A perigosidade é o produto da probabilidade e da susceptibilidade. A
perigosidade é “a probabilidade de ocorrência, num determinado intervalo de
tempo e dentro de uma determinada área, de um fenómeno potencialmente
danoso” (Varnes, 1984), ou “um evento físico potencialmente danoso ou
actividade humana que possa causar perda de vidas ou ferimentos, danos em
bens, interferência social e económica ou degradação ambiental (...)”
(UN/ISDR, 2004).
A probabilidade traduz a verosimilhança de ocorrência de um fenómeno
num determinado local em determinadas condições. A probabilidade far-se-á
traduzir pela verosimilhança de ocorrência anual de um incêndio em
determinado local, neste caso, um pixel de espaço florestal. Para cálculo da
probabilidade atender-se-á ao histórico desse mesmo pixel, calculando uma
percentagem média anual, para uma dada série de observações, que
permitirá avaliar a perigosidade no tempo, respondendo no modelo desta
forma: Qual a probabilidade anual de ocorrência do fogo neste pixel?
A susceptibilidade de um território – ou de um pixel – expressa as
condições que esse território apresenta para a ocorrência e potencial de um
fenómeno danoso. Variáveis lentas como as que derivam da topografia, e
ocupação do solo, entre outras, definem se um território é mais ou menos
susceptível ao fenómeno, contribuindo melhor ou pior para que este se
verifique e, eventualmente, adquira um potencial destrutivo significativo. A
susceptibilidade define a perigosidade no espaço, respondendo no modelo
desta forma: Qual o potencial de severidade do fogo neste pixel?
Combinando a probabilidade e a susceptibilidade, este mapa apresenta o
potencial de um território para a ocorrência do fenómeno, permite responder
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“onde tenho maior potencial para que o fenómeno ocorra e adquira maior
magnitude?”. O mapa de perigosidade corresponde a um produto que muitas
vezes é chamado diretamente de mapa de risco. Esta noção está errada e
deve evitar-se.
O mapa de perigosidade de incêndio florestal é particularmente indicado para
ações de prevenção.
O concelho de Leiria apresenta, no que se refere à perigosidade de um
incêndio florestal, apresenta as classificações de alta e muito alta
essencialmente em espaços florestais, áreas de matos, e áreas de declive
mais acentuado. As áreas classificadas com esta perigosidade devem ser
sujeitas a vários tipos de intervenções no âmbito da DFCI.
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Figura 3.
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Perigosidade de incêndio florestal no concelho de Leiria.
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3.1.2 Mapa de risco de incêndio florestal
O risco é o produto da perigosidade pelo dano potencial, ou, de forma mais
desagregada,
o
produto
probabilidade
x
susceptibilidade
x
vulnerabilidade x valor. O risco pode definir-se por “probabilidade de uma
perda, o que depende de três coisas; perigosidade, vulnerabilidade e
exposição2. Se algum destes três elementos do risco subir ou descer, então o
risco sobe ou desce respectivamente” (Crichton, 1999). Numa aplicação direta
aos incêndios florestais, o risco é “a probabilidade de que um incêndio
florestal ocorra num local específico, sob determinadas circunstâncias, e as
suas consequências esperadas, caracterizadas pelos impactes nos objetos
afectados” (Bachmann e Allgower, 1998).
Sem probabilidade, susceptibilidade, vulnerabilidade e valor económico não
existe risco. Resulta, como corolário, que a generalidade dos mapas
atualmente intitulados de risco são apenas e só mapas de perigosidade, na
maioria dos casos.
O mapa de risco combina as componentes do mapa de perigosidade com as
componentes do dano potencial (vulnerabilidade e valor) para indicar qual o
potencial de perda em face do fenómeno. Quando o fenómeno passa de uma
hipótese a uma realidade, o mapa de risco informa o leitor acerca do
potencial de perda de cada lugar cartografado, respondendo à questão onde
tenho condições para perder mais?
O mapa de risco de incêndio florestal é particularmente indicado para ações
de prevenção quando lido em conjunto com o mapa de perigosidade, e para
planeamento de ações de supressão.
2
A exposição, na definição de risco de Crichton, é funcionalmente equivalente a “valor
económico”.
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Figura 4.
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Risco de incêndio florestal.
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3.2
Maio 2012
Mapa de prioridades de defesa
O objectivo da carta de prioridades de defesa é identificar claramente quais
os elementos que interessa proteger, constituindo para esse fim prioridades
de defesa. Para a elaboração da carta de prioridades de defesa incluímos a
classe de risco de incêndio alta e muito alta e outros elementos não
considerados no modelo de risco com reconhecido valor ou interesse social,
cultural e ecológico.
Para a elaboração da carta de prioridades de defesa tivemos em conta o
Património cultural do município e edifícios classificados de interesse público,
centro de interpretação ambiental, parques de campismo, parques de lazer,
áreas sujeitas a regime florestal e sob gestão da Autoridade Florestal Nacional
(Mata Nacional do Urso, Pedrógão e Ravasco, Charneca da Galga, Nicho e das
Quintãs), núcleos e árvores de interesse público e áreas susceptíveis aos
incêndios florestais, como empresas de pirotecnia e bombas de combustível.
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Figura 5.
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Prioridades de Defesa.
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Rede Natura 2000 e Regime Florestal
A Rede Natura 2000 é uma rede ecológica criada pela Directiva Habitats de
forma a assegurar a sobrevivência a longo prazo das espécies e habitats mais
ameaçados da Europa, sendo constituída por ZEC (Zonas Especiais de
Conservação) e integrando ZPE (Zonas de Protecção Especial). O objectivo
desta rede não é preservar a biodiversidade nacional, mas sim as espécies e
habitats relevantes a nível europeu.
O sítio de Azabucho, inserido na freguesia de Pousos, foi classificado pela
Rede Natura 2000 como um Habitat natural da espécie Leuzea longifolia, ao
abrigo da Directiva Comunitária 92/43/CEE, anexo 9.
Trata-se de uma espécie endémica que se encontra em vias de extinção e
cuja área de distribuição se resume ao reduzido Centro-Oeste arenoso. Este
sítio, que abrange uma área de 162ha, é rico em espécies e comunidades
raras em Portugal, sendo de salientar a presença de Scirpus fluitans,
Euphorbia ulginosa, Cheirolophus uliginosos entre outros. De destacar a
comunidade
Hyperico
elodis-Scripetum
fluitantis
que
é
raríssima
e
mencionada pela primeira vez para Portugal.
Limitado por linhas de água com galerias bem conservadas de amieiros,
salgueiros e amieiro-negro que rodeiam campos ocupados por prados de
herbáceas vivazes, o sítio do Azabucho, ocupado predominantemente por
uma mancha de pinhal que se desenvolve sobre solos turfosos, é considerado
muito vulnerável não só pela pequena dimensão como também pela
proximidade com núcleos habitacionais.
Sítios da Rede Natura 2000 do
concelho de Leiria
Azabucho/Pousos
Quadro 3.
Código do Sítio
PTCON0046
Sítios da Rede Natura 2000 do Concelho de Leiria.
Os denominados Perímetros Florestais, são constituídos por terrenos
baldio, autárquicos ou particulares e estão submetidos ao Regime
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Florestal Parcial, por força dos decretos dos anos de 1901 e 1903 e demais
legislação complementar.
O Regime Florestal é o conjunto de disposições destinadas a assegurar não só
a criação, exploração e conservação da riqueza silvícola, sob o ponto de vista
da economia nacional, mas também o revestimento florestal dos terrenos cuja
arborização seja de utilidade pública, e conveniente ou necessária para o bom
regime das águas e defesa das várzeas, para a valorização das planícies
áridas e benefício do clima, ou para a fixação e conservação do solo, nas
montanhas, e das areias, no litoral marítimo. (parte IV, artigo 25º, do Decreto
de 24 de Dezembro de 1901).
O Regime Florestal é Parcial quando aplicado a terrenos baldios, a terrenos
das autarquias ou a terrenos de particulares, subordinando a existência de
floresta a determinados fins de utilidade pública, permite que na sua
exploração sejam atendidos os interesses imediatos do seu possuidor. (parte
IV, artigo 26º e 27º, do decreto de 24 de Dezembro de 1901).
As denominadas Matas Nacionais, são constituídas por património fundiário
pertence ao domínio privado do Estado, sujeitas ao Regime Florestal Total por
força dos decretos dos anos de 1901 e 1903.
O Regime Florestal é Total quando é aplicado em terrenos do Estado, por
sua conta e administração. Sendo essencialmente de utilidade pública
incumbe, por sua natureza ao Estado. (parte IV, artigos 26.º e 27º, do
Decreto de 24 de Dezembro de 1901).
São 3 perímetros florestais e 3 Matas Nacionais do concelho de Leiria. O
quadro indica as áreas de gestão florestal do concelho, incluindo a sua área.
Gestão Florestal
Mata Nacional do Urso
Mata Nacional do Pedrógão
Mata Nacional do Ravasco
Perímetro Florestal Charneca do Nicho
Perímetro Florestal Quintas
Perímetro Florestal Pinhal da Galga
Quadro 4.
Concelhos abrangidos
Leiria/Pombal
Leiria/Marinha Grande
Leiria
Leiria
Leiria
Leiria
Área (ha)
6118
1806
10
170
5
12
Áreas sob Gestão Florestal do concelho de Leiria.
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Figura 6.
Maio 2012
Rede Natura 2000 e Regime Florestal.
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Meios e Recursos
A organização de um dispositivo que preveja a mobilização preventiva de
meios deve ter em consideração a disponibilidade dos recursos, de forma a
garantir a detecção e extinção rápidas dos incêndios, antes que eles assumam
grandes proporções, sobretudo tendo em conta que este desafio poderá ser
agravado pelos ciclos climáticos.
A definição prévia de canais de comunicação, formas de atuação,
levantamento das responsabilidades e competências das várias forças e
entidades presentes, contribuirá para uma melhor e mais eficaz resposta de
todos à questão dos incêndios florestais.
5.1
Inventário de viaturas e equipamentos
Foi elaborado um quadro com o inventário de viaturas e equipamentos, com a
seguinte informação: indicação da entidade, designação da equipa e respetivo
número de elementos, fases de perigo em que se encontram disponíveis,
inventário de viaturas, equipamento de supressão – hidráulico e ferramenta
de sapador.
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Equipamento de supressão
Inventário de
Viaturas
ancinho raspador de 4 dentes
enxada/machado (Pulaski)
Enxada
Foição
batedor/abafador
2
400
6
50
2
1
1
1
1
4
3
400
9
100
2
1
1
0
1
2
3
1
400
9
100
2
0
1
0
0
4
4X2
4X4
1
VLCI
1
500
-
a/b
25/45
120
150
0
0
0
1
0
VFCI
3
7300
-
a/b
25/45/70
760
475
0
3
1
5
VUCI
1
3500
-
a/b
25/45/70
360
450
0
2
1
VECI
1
1400
-
a/b
25/45/70
340
500
0
1
VTTU
1
10000
-
b
25/45/70
260
475
0
VTTR
1
6000
-
b
45/70
140
375
VCOT
VLCI
1
2
0
1200
0
5
0
a
0
25
0
400
VFCI
4
8000
7
a
25/45
VUCI
1
3000
8
a/b
VTTU
4
40000
6
Núcleo
Protecção
Ambiental
12
3
GIPS
Todo o
ano
PSP
BML
BVL
BVL Monte
Redondo
BVL - Sul
do
Concelho
BRIPA
Municipais
de Leiria
Voluntários
de Leiria
Companhia
de Monte
Redondo
Companhia
Sul do
Concelho
12
22
10
7
Fase
Charlie
Todo o
ano
01-07
a 3009
01-07
a 3009
01-07
a 3009
2
1
0
2
0
0
0
0
5
6
0
1
0
2
0
0
2
0
0
0
1
1
0
0
2
0
0
0
2
0
1
0
0
1
0
0
0
0
0
1
0
0
0
2
0
1
0
0
2
0
2
0
0
0
2
0
2
0
2
0
4
0
2
0
1
0
0
0
0
1200
6
4
0
4
4
4
8
4
3
1
0
45/70
300
3
1
0
1
1
1
0
2
0
0
0
b
45/70
400
4
2
0
2
2
2
0
2
0
0
0
4X4
10 - Alcaria
2
(Policiamento
descontínuo)
motorroçadoura
1
motosserra
4
mochila dorsal
Brigada
Territorial
pá de valar
4
28 (2
terrestre e 1
heli
transportada)
- Pombal
agulheta (capacidade de regulação de débito - L/min.)
4x4
SF-02-163
GNR
comprimento total de lanço de mangueiras (m)
Quantidade
Ancinho/ Enxada (McLeod)
01-07
a 3009
diâmetro das mangueiras (mm)
Tipologia
Fases
de
Perigo
pressão (alta/baixa)
Número de
Elementos
Potência (Hp)
Sapadores
Florestais
Designação
da Equipa
ferramenta
motomanual de
sapador
ferramenta de sapador
Capacidade (l)
Entidade
hidráulico
VTGC
3
36000
6
b
45/70
120
3
2
0
2
2
2
0
1
0
0
0
VCOT
VLCI
2
2
0
600
0
6
0
a
0
25
0
200
0
2
0
2
0
0
0
2
0
2
0
2
0
4
0
2
0
0
1
0
VRCI
1
3000
7
a
25/45
250
2
1
1
1
1
1
2
1
0
VTTU
1
10000
6
b
45/70
160
1
0
0
0
1
0
0
1
0
VLCI
1
600
6
a
25
200
2
1
0
1
1
1
2
1
0
VRCI
1
3000
7
a
25/45
250
2
1
0
1
1
1
2
1
0
VTTU
1
10000
6
b
45/70
200
1
0
0
0
1
0
0
1
0
VTGC
1
36000
6
b
45/70
200
1
0
0
0
1
0
0
1
0
VCOT
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
PLANO OPERACIONAL MUNICIPAL
19
Município de Leiria
Câmara Municipal
BVM
BVO
Voluntários
de Maceira
Voluntários
de Ortigosa
Total
22
15
90
01-07
a 3009
01-07
a 3009
VLCI
2
1200
AB
25 45
200
30 150
0
0
0
2
0
0
2
0
VFCI
4
9000
AB
25 70
550
50 475
0
0
0
6
0
8
6
0
VECI
1
5000
B
25 45
200
50 475
0
0
0
2
0
0
2
0
VTTU
1
9000
B
25 70
100
50 475
0
0
0
2
0
0
2
0
VTGC
1
18000
B
45 70
100
50 475
0
0
0
0
0
0
0
0
VCOT
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
VLCI
1
800
B
25/50
200m
150L
30OL
1
1
1
1
1
2
VFCI
1
300
B/A
25/45/1´
300m
2X150L
2X
400L
1X350L
1
1
1
2
1
2
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
1
0
1
0
1
0
VRCI
1
1800
B
300m
1
1
1
1
1
2
1
0
1
0
VTTU
2
25500
B/A
25/50
300m
0
0
0
0
0
0
0
0
0
0
VCOT
1
64
0
0
0
0
7260
0
25
0
14
0
26
0
46
0
21
0
51
0
51
0
5
0
8
0
0
Quadro 5.
5.2
Maio 2012
0
0
Inventário de viaturas e equipamentos.
Meios complementares de apoio ao combate
Foi efetuado levantamento dos meios complementares existentes no
Município que possam servir de apoio às ações de combate nomeadamente
de tratores, moto-niveladoras, de acordo com o seguinte quadro.
PLANO OPERACIONAL MUNICIPAL
20
Município de Leiria
Câmara Municipal
Tipologia
Características
Quantidade
Entidade
1
Porta-máquinas/
zorra
Moto-niveladora
80 ton
1
Responsável
Mca
Maio 2012
Contacto
917212777
Megavia
Jorge
Alexandre
965071661
40 ton
1
SPM 3D/8.95 comp. 13Mt; Larg.
2,50mt
1
Econeves
Paulo/Helder
Neves
919838212/919563993
Pneus
2
Município de
Leiria
Luis Oliveira
925652750
MBU
2
Champion 720A
1
Champion 710A
1
Caterpilar, 12E
1
PUH3R - 3 metros
1
1
1
fermec 860
Mca
917212777
Ford 8610 - 3147cc;
Corta-mato 1,90x1,70
Massey Fergunson,
BBC D24 ABXA (4245
4RM)
Trator com
corta matos
1
1
Herculano 70 CV
1
Landini M3PH
Cilindrada 4400
Potência Útil 68
1
John Deere 45C com
pá carregadora e
capinador (acessório)
1
965071661
Econeves
Paulo/Helder
Neves
919838212/919563993
Presidente
Freguesia
244685328
Diamantino
Brás
917814623
Colmeias
Daniel Alves
244744956
Chaínça
917212777
No local de
execução
obras
Junta de
Freguesia de
Monte
Redondo
Pinto e Brás,
Lda
Terramano,
Lda
Mca
Dionísio Ponte
Dionísio Ponte
Unipessoal, lda
Irmãos Marto,
Albino Marto
Lda
Município de
Luis Oliveira
Leiria
Econeves
Junta de
Freguesia de
Parceiros
Junta de
Freguesia de
Monte
Redondo
Junta de
Freguesia de
Carvide
1
1
1
1
Veículo com kit
1ª intervenção
Carrinha 4x4
1
1
Gruas
3
PLANO OPERACIONAL MUNICIPAL
No local de
execução
obras
Jorge
Alexandre
Retroescavadora
1
No local de
execução
obras
Megavia
3
1
Observações
Litobras
Colmeias
919737117
925652750
Paulo/Helder
Neves
919838212/919563993
José Carlos
Filipe
917500935
Presidente
Freguesia
244685328
Daniel
Casaleiro
934994350
Mca
Junta de
Freguesia de
Coimbrão
Junta de
Freguesia de
Bajouca
Junta de
Freguesia de
Bidoeira de
Cima
Junta de
Freguesia de
Colmeias
917600776
917212777
Ventura
Tomás
925411616
Hilário Estrada
916347454
Jorge Crespo
917620734
Artur Santos
917553433
Joaquim
Sismeiro
244816070
No local de
execução
obras
21
Município de Leiria
Câmara Municipal
Ex 200
Escavadora
Giratória
20-40T - Balde ou
martelo
Samsung, SE210LC3
2
4
1
Caterpilar, 320BL
1
Pneus
1
Mca
M3 - 2,5 m
1
1
Camiões
3/4 eixos, Volvo, Man
e Mercedes
20
965071661
Econeves
Paulo/Helder
Neves
919838212/919563993
Irmãos Marto,
Lda
Albino Marto
919737117
Colmeias
917212777
No local de
execução
obras
Mca
Junta de
Freguesia de
Monte
Redondo
Junta de
Freguesia de
Bidoeira de
Cima
Jorge Crespo
917620734
Mca
917212777
No local de
execução
obras
969056323
20
Corbário
Carlos Mota
967052508
20
Aldeia e Irmão
SA
Luís Filipe
917309901
10
Megavia
Jorge
Alexandre
965071661
No local de
execução
obras
Sérgio
Venâncio
918826555
Coimbrão
Daniel Alves
244744956
Chaínça
917212777
No local de
execução
obras
Sérgio
Venâncio –
Construção
Civil, Lda
Terramano,
Lda
2
1
bobcat
1
Mca
J. Frias –
Construções
Unip., Lda
Sérgio
Venâncio –
Construção
Civil, Lda
Joaquim Frias
918517160
Coimbrão
Sérgio
Venâncio
918826555
2
Corbário
Carlos Mota
967052508
2
Sorgila
Jorge
969056323
1
Colmeias
Mca
917212777
Colmeias
No local de
execução
obras
3
Corbário
Carlos Mota
967052508
2
Aldeia e Irmão
SA
Luís Filipe
917309901
Case 1150B
1
Econeves
Paulo/Helder
Neves
919838212/919563993
Komatso 6SE
1
CAT D8R
1
Megavia
Jorge
Alexandre
965071661
No local de
execução
obras
917212777
No local de
execução
obras
Caterpillar de lagartas
Bulldozer
Camiões semireboque
Cilindro
244685328
Jorge
1
Komatso
Presidente
Freguesia
Sorgila
2
Mini
escavadoras
No local de
execução
obras
Megavia
4
6x6
917212777
Jorge
Alexandre
2
Pá carregadora
Maio 2012
3
Diversas tonelagens
5
PLANO OPERACIONAL MUNICIPAL
Mca
Colmeias
22
Município de Leiria
Câmara Municipal
1
Joper
Trator
1
Sérgio
Venâncio
Mca
918826555
Coimbrão
917212777
No local de
execução
obras
Joper 8000 litros
2
Megavia
Jorge
Alexandre
Trator Agricola
1
Junta de
Freguesia de
Parceiros
José Carlos
Matias
938269222
Volvo A25
2
Megavia
Jorge
Alexandre
965071661
Presidente
962417299
Diamantino
Brás
917814623
Colmeias
934478530
Monte
Redondo
Ventura
Tomás
925411616
Coimbrão
Jaime
Gonçalves
917018764
Sérgio
Venâncio
918826555
Coimbrão
Daniel Alves
244744956
Chaínça
Ventura
Tomás
925411616
Albino Marto
919737117
António Marto
967032333
Jorge
Alexandre
965071661
Dumper
1
2
Carrinha de
caixa aberta
Sérgio
Venâncio –
Construção
Civil, Lda
Maio 2012
Carrinha com mais de
1500 kg
1
Junta de
Freguesia de
Amor
Pinto e Brás,
Lda
Carlos Alberto Santos
965071661
No local de
execução
obras
1
2
Corta-Mato
Manuais
2
1
Telescópicas
1
Geradores
1
1
Empilhadores
1
Veículo com
cisterna
Camião com tanque
de água de 8000
litros
Quadro 6.
1
Junta de
Freguesia de
Coimbrão
Junta de
Freguesia de
Chaínça
Sérgio
Venâncio –
Construção
Civil, Lda
Terramano,
Lda
Junta de
Freguesia de
Coimbrão
Irmãos Marto,
Lda
Martos e C,
Lda
Megavia
Colmeias
No local de
execução
obras
Meios complementares de apoio ao combate.
PLANO OPERACIONAL MUNICIPAL
23
Município de Leiria
Câmara Municipal
6
Maio 2012
Dispositivo Operacional de DFCI
A definição prévia de canais de comunicação e procedimentos de atuação das
várias forças e entidades do SDFCI, contribui para uma melhor e mais eficaz
resposta de todos à questão dos incêndios florestais.
6.1
Esquema de comunicação
A seguinte figura esquematiza o esquema de comunicação dos alertas
amarelo, laranja e vermelho, atendendo aos recursos existentes no concelho,
relativamente à 1ª intervenção.
PLANO OPERACIONAL MUNICIPAL
24
Município de Leiria
Câmara Municipal
Comando Distrital de Operações
e Socorro de Leiria
Alerta
Amarelo
Maio 2012
Eng.º Rosmaninho
Eng.º Rui Giestas
Alerta
Laranja
Serviço Municipal de
Proteção Civil de Leiria
Vermelho
Dr. Francisco Vasconcelos
Eng.ª Manuela Tavares
Eng.ª Edite (*)
Vigilância
Armada
Presidente Câmara
Municipal Leiria
Bombeiros
Voluntários
de Maceira
Bombeiros
Voluntários
de Ortigosa
Bombeiros
Voluntários de
Leiria
(Companhia de
Bombeiros
Voluntários
de Leiria
Bombeiros
Municipais
de Leiria
Bombeiros
Voluntários
de Leiria
(Companhia
de sul do
concelho)
Equipa SF
02-163
Mobilização de
Equipas por Sectores
Territoriais e
Locais Estratégicos de
Estacionamento
Figura 7.
Esquema de Comunicação dos alertas amarelo, laranja e vermelho
* Disponibilidade para apoio ao COS e CDOS - célula
CMDF LEIRIA
25
Município de Leiria
Câmara Municipal
6.2
Maio 2012
Procedimentos de atuação
Procedimentos de atuação nos alertas amarelo, laranja e vermelho –
indicação da entidade designação da equipa, atividades desenvolvidas,
horário praticado, número mínimo de elementos e locais estratégicos de
estacionamento.
Designação
da equipa
Bombeiros Municipais de
Leiria
BML
12
LEE100906
Bombeiros Voluntários de
Leiria
BVL
BVL-MR
BVL-SC
BVL-P
22
10
7
4
LEE100905
LEE100903
LEE100908
LEE100902
22
LEE100907
15
LEE100904
Bombeiros Voluntários de
Maceira
Bombeiros Voluntários de
Ortigosa
BVM
Guarda Nacional
Republicana
GIPS
Polícia de Segurança
Pública
BRIPA
Polícia Judiciária
PJ
Associação de Produtores
Florestais do Oeste e
Estremadura
APFOE
Junta Regional de
Escuteiros
Leiria Alerta
CMDF LEIRIA
1ª Intervenção,
Combate, Rescaldo
e Vigilância pósincêndio
BVO
SEPNA
Quadro 7.
Atividades
desenvolvidas
Número
Locais
Horário
mínimo de Estratégicos de
praticado
elementos Estacionamento
Entidade
Vigilância,
patrulhamento,
detecção e
fiscalização
Vigilância,
patrulhamento,
fiscalização e 1ª
Intervenção,
Rescaldo
Fiscalização,
Patrulhamento e
Vigilância
Investigação
Vigilância; 1ª
Intervenção,
Rescaldo e
Vigilância pósincêndio
Sensibilização e
Vigilância
28
Leiria, Monte
Real, Monte
Redondo e
Pedrógão
Pombal
10
Alcaria
2
Leiria
6
Pousos
11,3019,30
4
LEE100901
11,3019,30
8
Leiria, Bajouca
e Carvide
24
14
Procedimentos de Atuação nos alertas amarelo, laranja e vermelho.
26
Município de Leiria
Câmara Municipal
6.3
Maio 2012
Lista de contactos
Lista de contactos com a seguinte informação: entidade, serviço, cargo, nome
do responsável, telemóvel, telefone, fax e endereço de correio electrónico.
Entidade
CÂMARA
MUNICIPAL
Cargo
Nome do
Responsável
Telemóvel
Presidente
Dr. Raul Castro
927813535 244839500
[email protected]
Vice-Presidente
Dr. Gonçalo
Lopes
914935943 244839500
[email protected]
CMDF
Presidente da
CMDFCI
Dr. Raul Castro
927813535 244839500
[email protected]
SMPC
COM
Serviço
Fax
Tenente Coronel
963845995 244839598
Artur Figueiredo
Francisco
Vasconcelos
GTF
Telefone
963031670
Técnico
CMDF
Comandante
244815669
[email protected]
Tenente Coronel
963845995
Artur Figueiredo
[email protected]
244849700 244815669
Horácio
BOMBEIROS
VOLUNTÁRIOS
DE LEIRIA
Comandante
Almeida Lopes
BOMBEIROS
VOLUNTÁRIOS
DE MACEIRA
Comandante
BOMBEIROS
VOLUNTÁRIOS
DE ORTIGOSA
966826840
[email protected]
917260281 244882015 244861610
[email protected]
Luís Ferreira
912215264 244777158
[email protected]
Comandante
José Oliveira
915187699 244619000 244613219
[email protected]
CMDF
Representante
Capitão Pereira
961192056 244830150 244830163
[email protected]
GIPS
Comandante 1ª
Companhia
Tenente
Fernandes
961380057 236213021
[email protected]
Presidente de
Amor
Adelino
Fernandes
917231894 244861144 244861144
[email protected]
Presidente de
Arrabal
Arlindo Pereira
918311949 244744414 244745499
[email protected]
Presidente de
Azóia
JUNTAS DE
FREGUESIA
[email protected]
244839687
Adjunto de
comandante
GNR
Observações
[email protected]
Manuela
Tavares
BOMBEIROS
MUNICIPAIS DE
LEIRIA
E-mail
Manuel Carvalho 916138470 244871774 244871774
[email protected]
Presidente de
Bajouca
Hilário Estrada
916347454 244684004 244684004
[email protected]
Presidente de
Barosa
Daniel Carvalho
939242170 244824217 244812806
[email protected]
Presidente de
Barreira
José Cunha
917528541 244892234 244892506
[email protected]
Presidente de
Bidoeira de Cima
Jorge Crespo
917620734 244721190 244721190
[email protected]
Presidente de Boa
Mário Rodrigues 969057723 244723025 244723586
Vista
CMDF LEIRIA
[email protected]
27
Município de Leiria
Câmara Municipal
Maio 2012
Presidente de
Caranguejeira
Joaquim Mónico 912112270 244734437 244734866
Presidente de
Carreira
Mário Carvalho
917628476 244612698 244612698
[email protected]
Presidente de
Carvide
Daniel Casaleiro 934994350 244612186 244612186
[email protected]
[email protected]
Presidente de
Chaínça
Maria Santos
918973463 244744104 244745234
[email protected]
Presidente de
Coimbrão
Ventura Tomás
925401616 244606478 244606411
[email protected]
Presidente de
Cortes
Manuel Cruz
962019222 244891767 244891767
[email protected]
Presidente de
Leiria
Laura
Esperança
912242242 244827679 244827702
[email protected]
Presidente de
Maceira
Vítor Santos
934291185 244777186 244771231
[email protected]
Presidente de
Marrazes
Maria Santos
916076738 244854247 244855387
[email protected]
Presidente de
Memória
José Rodrigues
919838211 236931868 244931868
[email protected]
Presidente de
Milagres
Fernando Sousa 917225785 244851861 244851861
[email protected]
Presidente de
Monte Real
Faustino Guerra
935549380 244612777 244612639
[email protected]
Presidente de
Monte Redondo
Céline Gaspar
916688503 244685328 244684747
[email protected]
Presidente de
Ortigosa
Maria
Domingues
961329784 244613494 244614580
[email protected]
Presidente de
Parceiros
José Filipe
917500935 244826922 244826922
[email protected]
Presidente de
Pousos
Fernando
Antunes
912125945 244843290 244843299
[email protected]
Presidente de
Regueira de
Pontes
Amílcar Gaspar
914233158 244861984 244840575
[email protected]
Presidente de
Santa Catarina da
Serra
Joaquim Oliveira 919560058 244741314 244741534
[email protected]
Presidente de
Santa Eufémia
Adelino Gaspar
919560058 244801052 244801770
[email protected]
Presidente de
Souto da
Carpalhosa
José Gomes
914807116 244613198 244613751
[email protected]
Representante
Artur Santos
917553433 244722608 244722460
[email protected]
Núcleo Florestal
Chefe do Núcleo
Eng.
Rosmaninho
968072874 239855660
Divisão DFCI
Técnico DFCI
Engº Rui
Giestas
CODIS
José Moura
Equipa de
Sapadores
Florestais
Presidente
António Ferraria
961704509
Chefe de Equipa
Florindo
913413771
CMDF
[email protected]
AFN
CDOS
APFOE
CMDF LEIRIA
915286186 239990010 239990029
[email protected]
917250828 244860400 244860401
[email protected]
244837023 244837023
[email protected]
28
Colmeias
Município de Leiria
Câmara Municipal
Autoridade Militar
do Exército
Regimento de
Artilharia n.º4
Tenente Coronel
912238074 244811027
Lourenço
ICNB
Eng. Nuno
PSP
Responsável
POLÍCIA
JUDICIÁRIA
Responsável
965637733 243992921
Comissário
927411275 244859859
Hermínio Gomes
Inspetor
Fernando
Gomes
Quadro 8.
244845200
Maio 2012
lourenç[email protected]
[email protected]
[email protected]
[email protected]
Lista Geral de Contactos.
Sectores territoriais de DFCI e Locais Estratégicos de Estacionamento (LEE)
O zonamento do território em sectores territoriais de DFCI constitui uma
medida fundamental à adequada planificação e execução das ações de
vigilância e detecção, 1.ª intervenção, combate, rescaldo e vigilância pósincêndio.
Os sectores territoriais de DFCI definem parcelas contínuas do território
municipal às quais são atribuídas, no âmbito da CMDF, responsabilidades
claras quanto às ações referidas anteriormente.
Os locais estratégicos de estacionamento (LEE), integrados na rede de
vigilância das redes municipais, distritais e regionais de DFCI, constituem
pontos no território onde se considera ótimo o posicionamento de unidades
de 1ª intervenção, garantindo o objetivo de máxima rapidez nessa
intervenção e, secundariamente, os objetivos de vigilância e dissuasão
eficazes.
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7
7.1
Maio 2012
Sectores Territoriais de DFCI e LEE – Vigilância e Detecção
Rede de vigilância e detecção de incêndios
A vigilância dos espaços rurais visa contribuir para a redução do número de
ocorrências
de
incêndios
florestais,
identificando
potenciais
agentes
causadores e dissuadindo comportamentos que propiciem a ocorrência de
incêndios.
A detecção consiste num conjunto de etapas que vão desde que se avista o
fumo ou a chama, momento em que é assinalado o primeiro alarme de
incêndio; passando por uma segunda etapa, de identificação do local onde
irrompe a coluna de fumo; seguida da terceira etapa que é a comunicação
aos corpos de bombeiros do local exato da ocorrência e por ultimo, uma
quarta etapa de acompanhamento da evolução da coluna de fumo.
A rede de detecção assenta nos postos de vigia (particulares ou do Estado),
cuja concentração depende da importância da área florestal, topografia,
perigosidade, risco e da frequência dos incêndios. O inconveniente da
detecção através dos postos de vigia resulta da existência de áreas de
sombra para a vista humana.
Se um foco de incêndio for visível de mais de um posto de vigia é possível
precisar corretamente a sua localização em tempo real. O risco é tanto menor
quanto mais eficiente for a vigilância.
Rede Nacional de Postos de Vigia
A GNR garante o início do funcionamento da Rede Nacional de Postos de
Vigia (RNPV) em duas fases:
• Rede Primária de PV em 15 de Maio (Crasta Alta, Ponto Novo e
Maunça);
• Restante RNPV em 1 de Julho.
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Maio 2012
No período de 15 de maio a 30 de junho (Fase Bravo) o período de
funcionamento dos postos de vigia é das 11-19h, sendo que com o começo
da Fase Charlie os postos de vigia funcionam durante 24h.
O único posto fixo pertence à RNPV, que existe no Município de Leiria, fica
localizado na Mata Nacional do Pedrógão, na freguesia do Coimbrão, detendo
a GNR, responsabilidades na vigilância e detecção precoce de incêndios
florestais.
Para o Município de Leiria, foram identificados seis postos de vigia
pertencentes à GNR que possuem bacias de visão que abrangem o concelho.
Os postos da GNR que “visionam” o concelho são: Pedrogão (Leiria),
Crastinha, Ponto Novo e Facho (Marinha Grande), Maunça (Batalha) e Crasta
Alta (Pombal).
Foi elaborado mapa com identificação e localização dos Postos de Vigia,
pertencentes à Rede Nacional de Postos de Vigia e locais estratégicos de
estacionamento.
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Figura 8.
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Maio 2012
Rede de vigilância e detecção de incêndios
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Designação
Indicativo
Maio 2012
X (Gauss
Y (Gauss
Lat
Log
Militar)
Militar)
(WGS84)
(WGS84)
Pedrogão
44-01
131703.46
327391.24
39º54’43.9’’
8º55’54.7’’
Crastinha
44-02
128277.24
318434.22
39º49’52.5’’
8º58’15.4’’
Ponto Novo
44-03
125388.43
311179.16
39º54’56.4’’
9º00’13.9’’
Facho
44-04
125588.89
305584.97
39º42’55.1’’
9º00’03.2’’
Maunça
44-05
146249.55
300819.85
39º40’20.5’’
8º45’30’’
Crasta Alta
44-06
135613.57
332486.83
39º57’30.2’’
8º53’11.9’’
Quadro 9.
Figura 9.
Lista de coordenadas da localização atual das torres de vigia3.
Postos de Vigia da RNPV de Crasta Alta e Pedrógão
A partir dos seis postos de vigia que observam o Concelho é possível afirmar
que o Município se encontra “bem vigiado”, existindo poucas áreas de sombra
(áreas não visíveis pelos postos de vigia). A altura a que se situa a torre de
vigia é de 13 metros, considerando a altura total de cada torre de 15 metros.
A distância à qual é possível identificar e acompanhar um foco de incêndio,
depende das condições atmosféricas e da experiência do vigia.
Rede Secundária de Vigilância Fixa – Leiria Alerta
A rede secundária de vigilância fixa no Município de Leiria está a cargo dos
Escuteiros, com a localização nos pontos mais altos do concelho.
3
Guarda Nacional Republicana – Grupo Territorial de Leiria, 2008.
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Maio 2012
São determinados os locais que possivelmente melhor poderiam servir os
objectivos do Projeto, tendo em conta o seu local, visibilidade, proximidade
dos elementos participantes e a utilidade prática. De certa forma, foi
conseguida a vigilância de uma área bastante vasta do Concelho.
Este projeto é realizado de forma ininterrupta, sete dias por semana, durante
mês e meio. Diariamente, funcionam dois turnos, com um total de cinco horas
e meia por turno, compreendendo o seguinte horário: 11h30min-19h30min.
Foram definidos para este Projeto, três locais de vigilância: Leiria, Torre de
Menagem do Castelo; Bajouca, torre da Igreja e Carvide, torre construída
junto à Igreja; para além dos postos de vigia, está também em
funcionamento um posto de comando na sede dos escuteiros de Leiria, que é
responsável pela triangulação das coordenadas fornecidas por cada local de
vigilância.
7.2
Sectores territoriais de DFCI e LEE – Vigilância e detecção
Para as ações de vigilância definiram-se sectores territoriais de DFCI.
Os Bombeiros Municipais de Leiria efetuam ações de vigilância no sector
S100905. Os Bombeiros Voluntários de Leiria (sede) têm a sua área de
atuação no sector S100902. A Companhia de Monte Redondo (BVL),
conjuntamente com a equipa do Pedrógão (BVL) efetuam ações de vigilância
nas freguesias de Coimbrão, Monte Redondo, Bajouca, Carreira e Carvide. A
Companhia Sul do concelho tem a área de atuação do sector S100906. Os
Bombeiros Voluntários de Ortigosa centram as ações de vigilância no sector
S100903. A Corporação de Bombeiros Voluntários de Maceira centra as ações
de vigilância no sector S100907.
A equipa de sapadores florestais da APFOE é responsável pela vigilância fixa
no LEE100901, e é responsável pela vigilância e detecção nas freguesias de
Colmeias e Memória (sector S100901).
A GNR, na coordenação das ações de prevenção, vigilância, detecção e
fiscalização, disponibiliza informação permanente, de apoio à decisão.
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Durante o período crítico, exerce missões de condicionamento de acesso,
circulação e permanência de pessoas e bens no interior de zonas críticas, bem
como missões de fiscalização sobre o uso de fogo, queima de sobrantes,
realização de fogueiras e a utilização de foguetes ou outros artefactos
pirotécnicos. Investiga as causas de incêndios florestais. Exerce, a pedido do
CODIS ou do COS, missões de isolamento de áreas em zonas e períodos
críticos; restrição, condicionamento da circulação e abertura de corredores de
emergência para as forças de socorro; escolta e segurança de meios dos
bombeiros no TO ou em deslocação para operações e apoio à evacuação de
populações em perigo.
Durante o período crítico a PSP exerce missões de condicionamento de
acesso, circulação e permanência de pessoas e bens no interior de zonas
críticas, bem como missões de fiscalização sobre o uso de fogo, queima de
sobrantes, realização de fogueiras e a utilização de foguetes ou outros
artefactos pirotécnicos. Exerce, a pedido do CODIS ou do COS, missões de
isolamento de áreas em zonas e períodos críticos; restrição, condicionamento
da circulação e abertura de corredores de emergência para as forças de
socorro; escolta e segurança de meios dos bombeiros no TO ou em
deslocação para operações e apoio à evacuação de populações em perigo.
Elaborado mapa com representação dos sectores territoriais de DFCI
diferenciados pela equipa responsável pela ação, através de gradiente de
cores e identificados através de rótulo. Estão também representados e
identificados os locais estratégicos de estacionamento.
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Figura 10. Sectores territoriais de DFCI e LEE – Vigilância e detecção
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Maio 2012
Sectores territoriais de DFCI e LEE – 1ª intervenção
A 1ª intervenção em caso de ocorrência de fogo é uma condição fundamental
em matéria de proteção da floresta contra incêndios; assim é essencial que
todos os fogos sejam detectados logo de início.
De acordo com o art.º 5, DL 247/2007 de 27 de Junho, a responsabilidade de
atuação prioritária e comando cabe ao corpo de bombeiros profissional, sem
prejuízo de eventual primeira intervenção de algum dos outros (bombeiros
voluntários) em benefício da rapidez e prontidão do socorro. Face ao exposto,
foram definidas as áreas de atuação para os quatro corpos de bombeiros do
concelho de Leiria.
Para as acções de 1ª intervenção definiram-se áreas de atuação de DFCI.
Os Bombeiros Municipais de Leiria efetuam ações de 1ª intervenção no sector
S100905. Os Bombeiros Voluntários de Leiria (sede) têm a sua área de
atuação no sector S100902. A companhia de Monte Redondo (BVL),
conjuntamente com a equipa do Pedrógão (BVL) efetua ações de 1ª
intervenção nas freguesias de Coimbrão, Monte Redondo, Bajouca, Carreira e
Carvide. A companhia de Sul do Concelho tem a área de atuação do sector
S100906. Os Bombeiros Voluntários de Ortigosa centram as ações de 1ª
intervenção no sector S100903. A Corporação de Bombeiros Voluntários de
Maceira atua no sector S100907.
A equipa de sapadores florestais da APFOE tem como área de atuação para
as ações de 1ª intervenção as freguesias de Colmeias e Memória (sector
S100901). A 1ª intervenção dos Sapadores termina com a chegada dos
Corpos de Bombeiros, ficando disponíveis para apoio por solicitação do COS.
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Quadro 10.
Maio 2012
Procedimentos de atuação durante o período crítico (Julho a Setembro).
Durante a fase Bravo o Dispositivo de Defesa da Floresta Contra Incêndios
(DECIF) é composto por 1 ECIN (Equipa de combate incêndios florestais) nos
bombeiros Voluntários de Leiria (BVL), 1 ECIN nos Bombeiros Voluntários de
Maceira (BVM) e 1 ECIN nos Bombeiros Voluntários de Ortigosa (BVO).
Durante a fase Charlie o DECIF é composto por 4 ECIN e 2 ELAC (Equipa
logística de apoio ao combate) dos BVL, os BVM têm disponíveis 2 ECIN e 1
ELAC e os BVO dispõe de 1 ECIN e 1 ELAC.
Durante a fase Delta o DECIF é composto por 1 ECIN dos BVL, os BVM têm
disponíveis 1 ECIN e os BVO dispõe de 1 ECIN. Estas equipas estão
destinadas ao combate a incêndios florestais.
Os GIPS (Grupo de Intervenção, Proteção e Socorro) da GNR estão sedeados
no Centro de Meios Aéreos (CMA) de Pombal e em Alcaria, concelho de Porto
de Mós no Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros e efetuam ações de
1ª Intervenção num raio de 35 km, abrangendo a totalidade do concelho de
Leiria. No CMA de Pombal estão presentes três secções, sendo duas terrestres
e uma helitransportada, tendo 28 operacionais. A secção de Alcaria (terrestre)
conta com 10 elementos operacionais.
As Juntas de Freguesia que se encontram equipadas com kits de 1ª
intervenção operacionais e viatura 4x4 são as seguintes: Arrabal, Bajouca,
Bidoeira de Cima, Coimbrão, Colmeias, Maceira, Milagres e Regueira de
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Pontes. Na freguesia de Barosa o transporte de Kit é efectuado com recurso a
trator.
Relativamente aos meios aéreos, Fase Charlie (01/07-30/09) existe um
Helicóptero Bombardeiro Médio sedeado no CMA de Pombal e Helicóptero
Bombardeiro Ligeiro no CMA de Figueiró dos Vinhos. Durante a fase Bravo
apenas se encontra disponível o meio existente em Pombal.
Elaborado mapa com representação dos sectores territoriais de DFCI
diferenciados pela equipa responsável pela ação, através de gradiente de
cores e identificados através de rótulo. Estão também representados e
identificados os locais estratégicos de estacionamento.
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Figura 11. Sectores territoriais de DFCI e LEE – 1ª intervenção
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Sectores territoriais de DFCI e LEE – combate
Relativamente às ações de combate é da responsabilidade exclusiva dos
Corpos de Bombeiros assumir o comando das operações. No Concelho de
Leiria o combate é efectuado pelo corpo de bombeiros Municipais mais três
corporações de bombeiros Voluntários. A equipa de Sapadores Florestais,
quando requisitada, submete-se à ordem direta do Comandante de
Operações de Socorro (COS) que for constituído no Teatro de Operações
(TO). Para as ações de combate a área de atuação corresponde à área de 1ª
intervenção, sendo que o sector destinado à equipa de sapadores florestais
fica integrado no sector confinante dos Bombeiros Voluntários de Leiria,
conforme indicado no mapa de combate.
Elaborado mapa com representação dos sectores territoriais de DFCI
diferenciados pela equipa responsável pela ação, através de gradiente de
cores e identificados através de rótulo. Estão também representados e
identificados os locais estratégicos de estacionamento.
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Figura 12. Sectores territoriais de DFCI e LEE – combate
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10 Sectores territoriais de DFCI e LEE – rescaldo e vigilância pósincêndio
Rescaldo pode ser definido como ação descontínua e obrigatória em qualquer
incêndio, que visa eliminar toda a combustão viva e isolar o material ainda em
combustão lenta, utilizando prioritariamente ferramentas manuais, tratores
agrícolas e/ou máquinas de rasto, garantindo-se desta forma, que o incêndio
não reativa. Vigilância ativa pós-rescaldo é a operação que se realiza após a
extinção de um incêndio, com a intervenção imediata das equipas e meios de
vigilância, destinada a garantir que não surgem reacendimentos (DON n.º 2 –
DECIF 2012, ANPC).
Para as ações de rescaldo e vigilância pós-incêndio devem-se
providenciar meios dos bombeiros e sempre que necessário requisitar os
meios da Equipa de Sapadores Florestais e outras máquinas.
A vigilância pós-incêndio deve ser garantida pelo responsável da operação
através dos elementos dos Bombeiros presentes no TO de modo a intervir
rapidamente em situações de eventuais reacendimentos. Existindo no terreno
a Equipa de Sapadores Florestais, quando requisitadas pelo COS, devem
garantir a vigilância pós-incêndio. Nas freguesias equipadas com Kit de 1ª
Intervenção também poderá ser utilizado o Kit de 1ª Intervenção para apoio
às ações de rescaldo e vigilância pós-incêndio.
Para as operações de rescaldo e vigilância pós-incêndio foram definidos os
mesmos sectores DFCI utilizados nas operações de combate, como indica o
mapa de rescaldo e vigilância pós-incêndio.
Elaborado mapa com representação dos sectores territoriais de DFCI
diferenciados pela equipa responsável pela ação, através de gradiente de
cores e identificados através de rótulo. Estão também representados e
identificados os locais estratégicos de estacionamento.
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Figura 13. Sectores territoriais de DFCI e LEE – rescaldo e vigilância pós-incêndio
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11 Apoio ao Combate
A representação cartográfica das redes DFCI constitui uma importante
ferramenta de apoio às operações de, 1ª intervenção, combate e rescaldo,
procurando aumentar os níveis de segurança dos intervenientes nessas
operações.
É fundamental a constituição de uma base cartográfica simples, expedita,
precisa e de fácil leitura, que permita aumentar a eficiência dessas ações,
melhorando ainda as comunicações e uniformizando a linguagem entre as
diversas entidades envolvidas – AFN, ANPC, GNR, Câmaras Municipais,
Bombeiros e Organizações de Produtores Florestais
A carta de apoio ao combate pretende, como o próprio nome indica, ser um
instrumento de auxílio no combate aos incêndios florestais. Através da
identificação de algumas estruturas DFCI e de outros elementos que se
julgaram relevantes, chegou-se ao resultado seguidamente apresentado,
produzido em formato vectorial de modo a possibilitar uma visualização multi
escala e uma integração supra ou infra municipal.
Fazem parte do mapa de apoio ao combate a Rede Viária Florestal
Operacional hierarquizada em 1ª ordem A, B; 2ª ordem e 3ª ordem. Os
mosaicos de parcelas de gestão de combustíveis na Mata dos Parceiros e
Marrazes e os Pontos de Água por tipo de abastecimento: aéreo, terrestre ou
misto.
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Figura 14. Apoio ao Combate
O município de Leiria possui 27 pontos de água, divididos por tipo de
abastecimento Aéreo (9), Misto (10) e Terrestre (8).
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O objetivo é apoiar e facilitar tanto a análise espacial do incêndio, como o
combate aos incêndios florestais, estando ao dispor do leitor da carta, que,
através dos ventos e a figura geométrica do incêndio pode colocar forças
prevendo onde o incêndio se desenrola com menos intensidade e onde terá
barreiras físicas, protegendo os bens mais sensíveis.
PONTOS DE ÁGUA COM ACESSO A MEIOS AÉREOS
Nome
Freguesia
Latitude
Longitude
Barreiro da Mata do
Azoia
39:41:34,873 8:51:31,394
Rato
Pasolis
Azoia
39:41:58,576 8:51:24,243
Vale do Horto
Azoia
39:42:19,335 8:49:51,006
Barreiro da Marinha do
Bajouca
39:53:32,925 8:47:30,137
Engenho
Lagoa das Barrocas
Caranguejeira
39:44:14,440 8:41:49,953
Açude Carreira
Carreira
39:51:38,065 8:51:40,867
Lagoa da Ervideira
Coimbrão
39:55:57,112 8:53:40,866
Lagoa do Areeiro da
Colmeias
39:49:10,500 8:41:14,194
Igreja Velha
Pedreira do Crasto
Colmeias
39:49:03,926 8:40:41,802
Açude Fontes
Cortes
39:41:04,817 8:46:34,979
Açude Arrabalde da
Leiria
39:44:57,767 8:48:41,548
Ponte
Pedreira da Secil e CMP
Maceira
39:40:55,142 8:54:01,829
Grande
Pedreira da Secil e CMP
Maceira
39:41:17,238 8:54:30,649
Pequena
Areeiro dos Marrazes
Marrazes
39:46:49,823 8:48:52,833
Pedreira dos Montijos
Monte Redondo 39:52:54,715 8:50:32,819
Gesseira de Surradeiras
Souto da
39:50:03,826 8:49:55,841
Carpalhosa
Gesseira de Várzeas
Souto da
39:50:29,129 8:49:43,189
Carpalhosa
Quadro 11.
CMDF LEIRIA
Pontos de Água – Abastecimento Aéreo.
47
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Plano Operacional Municipal - Câmara Municipal de Leiria