I ENINED - Encontro Nacional de Informática e Educação ISSN:2175-5876
O que os alunos das séries finais do ensino fundamental fazem
com o lixo eletrônico?
Eduarda Maria Schneider, Luciana Paula Vieir, Ana Carolina de Sousa,
Daniela Frigo Ferraz
UNIOESTE - Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Laboratório de Ensino de Biologia/Grupo de Pesquisa em Educação em Ciências e
Biologia - GECIBIO
Rua Universitária, 2069. Jardim Universitário.
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Resumo. Sabe-se que o lixo gerado pelos produtos eletrônicos estão entre as
categorias de lixo que mais cresce no mundo, este além de acarretar uma
série de problemas sociais está diretamente ligado à danos a saúde humana e
ao meio ambiente. Neste contexto ações que levem a sensibilização sobre o
assunto são de grande valia. O projeto de extensão com interface na pesquisa
denominado “Articulação entre formação inicial na licenciatura em Ciências
Biológicas e a comunidade escolar: Trilhando novos caminhos”, que está
inserido no programa “Universidade sem Fronteiras”, financiado pela
SETI/PR, é desenvolvido em cidades com baixo índice de desenvolvimento
humano (IDH) e busca contribuir com as escolas de educação básica (EEB),
desenvolvendo temas considerados prioritários pelas mesmas como: Drogas,
Sexualidade, Afetividade, Higiene e Nutrição e Meio Ambiente. Um dos
assuntos abordados na temática Meio Ambiente é o lixo eletrônico. Para
verificar qual o destino dado pelos alunos ao lixo eletrônico foi aplicada uma
questão aberta, para que relatassem o que fazem com este tipo de lixo. Após a
análise desta questão, verificou-se que a maioria dos alunos joga o lixo
eletrônico no lixo comum.
1. A problemática do lixo eletrônico e o meio ambiente
A ligação da tecnologia com o meio ambiente é um tema cada vez mais abordado no
cotidiano atual, despertando discussões sobre as conseqüências do lixo eletrônico
produzido [1]. Lixo eletrônico é considerado como sendo todo o resíduo resultante da
rápida obsolescência de equipamentos eletro-eletrônicos, que são dados por inúteis,
supérfluos ou sem valor e que são produzidos pela atividade humana [2]. Nestes, estão
incluídos aparelhos compostos quase que totalmente por circuitos eletrônicos como
televisores, celulares, computadores e também equipamentos eletrodomésticos que
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possuem alguma parte eletro-eletrônica como geladeiras, máquinas de lavar, batedeiras,
entre outros [3].
Os avanços tecnológicos que a sociedade moderna vive, juntamente com o regime
capitalista, motivam as pessoas a darem seus antigos aparelhos como desatualizados,
pois o ritmo rápido de inovações tecnológicas faz com que os equipamentos se
transformem em sucata numa velocidade cada vez maior [2]. Tal fato leva o nome de
consumismo, que tem relação direta com o aumento da produção do lixo eletrônico.
Bacelar (2005) indica que o desperdício imposto pelo pensamento capitalista, junto com
a ausência de consciência coletiva faz com que a produção de lixo atinja níveis
assustadores, o que torna o lixo eletrônico um dos maiores desafios e um dos problemas
de mais difícil solução da humanidade [4]. Conseqüentemente o problema da coleta de
resíduos que mais cresce no mundo é o de lixo eletrônico [5]. Isto se deve ao fato de que
constantemente está se produzindo novos produtos para manter o mercado em constante
crescimento, por esse motivo uma grande quantidade desses equipamentos se
desatualiza a cada ano, produzindo grandes parcelas de lixo [3].
Sabe-se que o avanço tecnológico ocorrido nas últimas décadas trouxe inúmeros
benefícios para o ser humano, dos quais o principal refere-se à facilitação e aumento da
produtividade do trabalho. Porém por serem vistas como movedoras do progresso, as
inovações tecnológicas foram empregadas sem a devida atenção aos seus possíveis
efeitos prejudiciais ao homem e ao meio ambiente. A necessidade de discussão sobre os
problemas ambientais causados pela industrialização obrigou a iniciar discussões
voltadas à reciclagem destes produtos, porém pouco se fala a respeito de reciclagem de
equipamentos, principalmente eletrônicos [5].
Para indicar a crescente produção de lixo eletrônico no mundo, Moreira, (2007) coloca
como exemplo os países desenvolvidos, onde os ciclos de substituição de aparelhos
estão cada vez mais acelerados [6]. O tempo médio para troca dos celulares é de menos
de dois anos, já os computadores, são substituídos a cada quatro anos nas empresas e a
cada cinco anos pelos usuários domésticos [3]. Concordando com o mesmo autor,
Doyle, (2007) também apresenta dados sobre esta questão:
Os detritos elétricos e eletrônicos estão entre as categorias de lixo de mais alto
crescimento no mundo, e em breve deve atingir a marca dos 40 milhões de
toneladas anuais, o suficiente para encher uma fileira de caminhões de lixo
que se estenderia por metade do planeta [7].
Apesar desta produção exacerbada, na maior parte do mundo, não existem leis que
definam os locais onde deve ser depositado esse tipo de lixo [8]. Isso torna habitual o
depósito dele no lixo comum ou sua queima a céu aberto, sem que as precauções
apropriadas para evitar danos sejam realizadas. Na legislação Brasileira, a lei n°6938/81
resolução 257/99, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), especifica
apenas sobre o descarte de pilhas e baterias, que podem ser devolvidas ao revendedor,
quando forem substituídas e encaminhadas para os fabricantes [9].
Atualmente existe uma iniciativa do estado de São Paulo, para obrigar quem produz ou
importa produtos eletroeletrônicos, como computadores e televisões, a reciclar ou
reutilizar, ao menos parcialmente, o material descartado. Em caso de matérias que não
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podem ser reutilizados, a empresa fica responsável por neutralizá-lo [10]. Este ainda é
um projeto de lei que aguarda aprovação do governador do estado. Leis como esta,
deveriam existir em âmbito nacional, como forma de tentar resolver, ou ao menos
minimizar os problemas do descarte incorreto dos materiais eletrônicos no lixo comum
e no meio ambiente.
A questão se torna mais grave graças a presença de substâncias tóxicas não
biodegradáveis na maioria dos produtos que constituem o lixo eletrônico. Tais
substâncias, quando não tratadas adequadamente, oferecem sérios riscos à saúde e ao
meio ambiente [3]. Juntamente com os danos a saúde humana e ao meio ambiente, o
lixo eletrônico vem causando o surgimento de uma série de problemas sociais
relacionados a ele, grande parte resultantes de diversos fatores, sendo os principais: a
falta de leis que responsabilizem os fabricantes pelo descarte correto dos produtos
inutilizados, a falta de fiscalização quanto ao destino dos materiais encaminhados à
reciclagem e a pouca divulgação ao consumidor sobre a forma correta de descartar os
eletrônicos [8].
Visando evitar e reduzir os danos causados pelo lixo eletrônico algumas entidades têm
criado iniciativas que pretendem influenciar a população e os governos a tomarem
medidas para que os prejuízos sejam reduzidos. Desta forma faz-se necessária a
implementação de programas voltados à reciclagem desse tipo de lixo, a exemplo da
reciclagem do lixo doméstico que já é empregada significativamente em diversos países.
O que se percebe em relação à reciclagem dos aparelhos eletro-eletrônicos é a sua
realização em condições precárias, colocando em perigo a saúde daqueles que o
manipulam [11].
Apesar disto, a maioria da população não tem a consciência de que estes componentes
podem ser reciclados e acabam os depositando no lixo comum. Este hábito é muito
comum na sociedade brasileira que tem o costume de jogar no lixo todos os objetos
inutilizados sem discriminação e sem atenção aos possíveis impactos que estes produtos
podem causar ao meio ambiente e à saúde do homem [11]. Além disso, é necessário
pensar no tempo de decomposição destes materiais. As pilhas, por exemplo, demoram
de 100 a 500 anos para se decompor [2].
Cada dia se torna mais necessária a preocupação com o lixo eletrônico, pois este pode
causar muitos danos à natureza devido a sua composição, gerando intoxicação onde é
jogado. Sendo assim, se não for descartado de forma adequada, em poucos anos a
humanidade iniciara um processo de intoxicação se ninguém começar a ser
responsabilizado [12].
Desta forma, os consumidores e as empresas ao depositarem seus equipamentos no lixo
comum não têm a consciência das conseqüências deste ato e também não possuem
informações necessárias sobre reciclagem de lixo eletrônico, isto devido à reciclagem
empregada majoritariamente em outros produtos.
Neste contexto o projeto “Articulação entre a formação inicial na licenciatura em
Ciências Biológicas e a comunidade escolar: Trilhando novos caminhos,” ao trabalhar
com a temática Educação Ambiental, buscou sensibilizar os alunos de Escolas de
Educação Básica envolvidas sobre o lixo eletrônico, mostrando a eles os perigos do
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descarte incorreto deste lixo e dando alternativas para o descarte correto. Para isso foi
desenvolvido um módulo didático fundamentado em uma metodologia
problematizadora [13], com a utilização de atividades lúdicas tais como: jogos,
dinâmicas, brincadeiras e vídeos, que abordam diversas questões sobre a temática,
como: o que é meio ambiente; quais os problemas ambientais presentes na escola, no
município e no mundo; quais as possíveis soluções para esses problemas; reciclagem,
entre outras a questão do lixo eletrônico.
No presente trabalho objetiva-se, portanto, verificar qual a atitude de jovens
consumidores com o lixo eletrônico para analisar a destinação dada ao mesmo, e as
possíveis causas, no contexto do desenvolvimento do projeto citado anteriormente.
2. Aspectos Metodológicos:
A temática Educação Ambiental foi desenvolvida no primeiro semestre de 2009 e
abrangeu alunos do ensino fundamental de quatro escolas públicas de três municípios
do estado do Paraná (Campo Bonito, Ibema e Catanduvas), que foram escolhidas tendo
como critério o baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Para a coleta de dados foi aplicado um questionário para aproximadamente 175 alunos
das séries finais do ensino fundamental de uma das escolas de Educação Básica do
município de Campo Bonito – PR O questionário foi aplicado durante o
desenvolvimento de um (MD) sobre Educação Ambiental, por acadêmicos da
Universidade Estadual do Oeste do Paraná envolvidos no Projeto.
O questionário aplicado aos alunos constava de cinco perguntas abertas. No entanto, por
estar mais próxima do objetivo deste trabalho, foi analisada apenas uma das questões,
que versava sobre o destino do lixo eletrônico (pilhas, baterias, computadores, rádios,
televisores, vídeo games) quando tornam-se inutilizados, através da seguinte pergunta:
“O que você faz com pilhas baterias, computadores, televisores, vídeo-game entre
outros equipamentos quando não é mais possível utilizá-los?”. A análise dos dados foi
feita de forma quanti-qualitativa [14].
3. Resultados e discussões:
Ao questionarmos os alunos sobre o que eles fazem com os equipamentos eletrônicos
quando estes deixam de ser utilizados, os mesmos relataram diversas destinações.
Mediante a análise dos dados, obtiveram-se as seguintes respostas demonstradas no
Gráfico 1.
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Gráfico 1. Destinação dada ao lixo eletrônico pelos alunos.
Verifica-se, portanto, que a maioria dos alunos, 52%, responderam que jogam o lixo
eletrônico no lixo comum. Além destes, outros 2% enterram ou colocam junto ao lixo
orgânico. Segundo Azevedo et al. (2008), a maioria da população não tem a consciência
de que estes componentes podem ser reciclados e acabam os depositando no lixo
comum [11]. Este hábito de jogar no lixo todos os objetos inutilizados sem
discriminação e sem atenção é muito prejudicial, pois as pessoas não sabem dos
impactos que estes produtos podem causar ao meio ambiente e à saúde do homem.
Alguns alunos responderam que guardam o lixo eletrônico (19%), demonstrando não
saber o destino certo a ser dado. Segundo Volponi (2008), uma dúvida bastante
recorrente é qual destino dar ao lixo eletrônico, isto é, como se livrar de um aparelho
que perdeu sua capacidade de utilização. Muitas pessoas permanecem com seus
aparelhos antigos, guardados em casa, mesmo com a aquisição de novos equipamentos
[15].
Aproximadamente 14%, um índice considerado muito baixo, mandam para a
reciclagem, conforme demonstram as falas de alguns alunos participantes da pesquisa:
A1: “Dou para quem consegue reciclar”
A2: “Jogo no lixo reciclável”
A3: “Vendo para a reciclagem, para eles fazerem materiais novos”
Infere-se que esse baixo índice se deva tanto à falta de informação sobre a possibilidade
de reciclagem destes produtos, como pela falta de leis que definam sobre a destinação
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correta destes lixos. Na legislação brasileira, apenas a Resolução n 257/99 do
CONAMA enuncia em seu artigo primeiro sobre o descarte de pilhas e baterias:
As pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio,
mercúrio e seus compostos, necessário ao funcionamento de quaisquer tipos
de aparelhos, veículos ou sistemas, móveis ou fixos, bem como os produtos
eletroeletrônicos que os contenham integrados em sua estrutura de forma não
substituível, após seu esgotamento energético, serão entregues pelos usuários
aos estabelecimentos que as comercializam ou a rede de assistência técnica
autorizada pelas respectivas indústrias, para repasse aos fabricantes ou
importadores, para que estes adotem diretamente, ou por meio de terceiros, os
procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final
ambientalmente adequado [9].
Do total de alunos, cinco não responderam o que fazem com o lixo, mas demonstraram
preocupação com a questão, como pôde ser observado nas falas abaixo:
A4: “Guardá-los ou reciclá-los”.
A5: “É bom reciclar, por que dá pra ser utilizado como outras coisas”.
A6: "Devolvê-los onde comprou. Pode poluir o meio ambiente”.
Outros 5% responderam combinando duas ou mais respostas, como nas falas:
A7: “Juntamos em um lugar, reciclamos ou às vezes jogamos no lixo
comum”.
A8: “Jogamos fora ou, vendemos, mandamos para o conserto”.
A9: “Vendemos ou colocamos no lixo”.
Apenas 1% dos alunos disseram que mandam consertar e isso se deve ao fato de que a
utilização de produtos eletrônicos tem durado um tempo cada vez menor devido à
rápida modernização, que acaba deixando os aparelhos cada vez mais ultrapassados
[16]. Exemplos práticos disto são os aparelhos de celular, que em nosso país, são
utilizados por menos de dois anos, e computadores, que são utilizados por cerca de
quatro a cinco anos, nas empresas e moradias, respectivamente. Isto acontece também
porque em geral a aquisição de um aparelho novo é, monetária e tecnologicamente,
mais vantajosa que o reparo de um produto usado. As pessoas perdem o hábito de usar
algo até que ele esteja completamente desgastado, ao primeiro sinal de defeito são
substituídos por um novo produto [3].
4. Conclusões
Constatou-se com essa pesquisa que a grande maioria dos alunos das séries finais do
Ensino Fundamental acaba por misturar seus lixos eletrônicos ao lixo comum, jogandoos nos lixos que serão coletados pela empresa responsável pelo serviço e que os levará
até o aterro. Desta forma ocorre a contaminação do solo e água por elementos químicos
pesados. A maior parte dos sujeitos da amostra não era consciente, até então, deste
problema, que constitui um sério problema ambiental.
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Foi também evidenciado que algumas famílias deixam esses produtos amontoados em
algum canto de suas casas por um bom tempo, ainda que já possuam novos aparelhos,
pensando em talvez algum dia utilizá-los ou vendê-los.
Verificamos que alguns sujeitos encaminham o lixo eletrônico para a reciclagem,
indicando que algumas pessoas possuem a informação e já foram sensibilizadas pela
questão ambiental, enquanto que outras, não.
Em algumas respostas diferenciadas de pouquíssimos sujeitos foi possível constatar que
há, mesmo que em poucos casos, a preocupação com a questão ambiental, quando estes
nos disseram o que seria correto fazer com estes produtos, mas não nos disseram se o
fazem.
Alguns dos alunos citaram ainda vários destinamentos que dão aos seus lixos
eletrônicos, e não apenas um, evidenciando que estes ora agem de uma forma, ora de
outra. Há ainda respostas adversas, que nos levou a uma reflexão: não é apenas
informação que falta, mas também sensibilização sobre a Educação Ambiental e sobre
políticas de incentivo à reciclagem de materiais.
Apenas um aluno citou o conserto destes aparelhos como uma alternativa, evidenciando
ainda mais que a sociedade está carregada de idéias consumistas, que não permitem que
seus elementos trabalhem com idéias de reutilização.
Referências
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Empresas de Tecnologia. Artigo referente ao seminário apresentado à Profª Andrea
Schwertner Charão, na disciplina de Computadores e Sociedade do Curso de Ciência da
Computação da UFSM, em outubro de 2007.
[2] Ferreira, J. M. B.; Ferreira, A. C. A sociedade da informação e o desafio da sucata
eletrônica. Revista de Ciências Exatas e Tecnologia. Valinhos - SP. v. 3, n. 3, 2008.
[3] Favera, E. C. D. “Lixo Eletrônico e a Sociedade”. Disponível em: <http://wwwusr.inf.ufsm.br/~favera/elc1020/t1/artigo-elc1020.pdf>, Junho 2009, 7.
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Junho 2009, 7.
[5] Sommer, M. “O lado obscuro do lixo eletrônico”. Tierramérica – Meio Ambiente e
Desenvolvimento.
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Disponível
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<http://www.tierramerica.net/2005/0402/pgrandesplumas.shmtl>. Junho 2009, 7.
[6] Moreira, D. (2007a). “Brasil tem problema de estrutura e legislação para enfrentar
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Disponível
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<http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/04/26/idgnoticia2007-0425.266997646/>, Junho 2009, 7.
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[7] Doyle, A. “Nova aliança para combater as montanhas de lixo eletrônico”,
<http://www.hsm.com.br/canais/notic.php?marcabusca=reciclagem#marcabusca>,
Junho 2009, 7.
[8] Moreira, D. (2007b). “Lixo eletrônico mundial cabe em trem capaz de dar a volta ao
mundo”. <http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/04/26/idgnoticia.200704-25.0842446258/>, Junho 2009, 7.
[9] Conama “Conselho Nacional do Meio Ambiente - Resolução 257/99”,
<http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=257>, Junho 2009, 8.
[10] Amaro, M. “Lei define destino de lixo tecnológico”. Disponível em:
<http://info.abril.com.br/noticias/negocios/fabricantes-serao-responsaveis-pelo-lixo-tec10062009-10.shl>, Junho 2009, 7.
[11] Azevêdo, A. C.; Filho, E.K.I.; Galão, F.P. “Percepções do consumidor sobre o
meio ambiente e o lixo eletrônico em empresas de informática: um estudo exploratório
na cidade de Londrina”. Congresso Internacional de Administração – Gestão Estratégica
na Era do Conhecimento. Ponta Grossa, PR. 2008.
[12] Filho, E. D.; Guimarães, F. S.; Silva, M. F.; Pombeiro, O. J. “Lixo Eletrônico”,
<http://www.assespropr.org.br/uploadAddress/Lixo_Eletronico.pdf>, Junho 2009, 7.
[13] Delizoicov, D.; Angotti, J.P. Metodologia do ensino de ciências. 2. ed. São Paulo:
Cortez, 2000. Coleção Magistério – 2º Grau. Série Formação do Professor
[14] Bauer, M. W.; Gaskell, G. Pesquisa qualitativa com texto imagem e som: um
manual prático. Petrópolis: Vozes, 2002.
[15] Volponi, F. B.; Gioto JR, M. E.; Fajgenbaum, R. Estudo sobre o destino de
estimativa da vida útil de computadores e celulares da comunidade da UNICAMP.
Revista Ciências do Ambiente On-Line. v. 4, n. 1, 2008.
[16] Brasil, 2009. “O que é o lixo eletrônico”. Disponível em:
<http://www.ambiente.sp.gov.br/mutiraodolixoeletronico/oque_e_lixo.htm>,
Junho
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