Serviço Social – Antônio Carlos Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - ICSA Página1 2º Semestre de 2014 SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO ________________________________________________ 4 2. A INSTITUIÇÃO ____________________________________________________________ 6 3. 2.1. Missão _____________________________________________________________________ 8 2.2. Valores Organizacionais _______________________________________________________ 8 2.3. Histórico das Mudanças Curriculares _____________________________________________ 8 APRESENTAÇÃO DO CURSO ________________________________________________ 17 3.1. Contexto Educacional ________________________________________________________ 20 3.1.1. Missão _________________________________________________________________________ 20 3.1.2. Justificativa _____________________________________________________________________ 21 3.1.3. Objetivos _______________________________________________________________________ 22 3.1.3.1. Objetivo Geral ________________________________________________________________ 22 3.1.3.2. Objetivos Específicos ___________________________________________________________ 23 3.1.4. Perfil do Egresso _________________________________________________________________ 23 3.1.5. Competências e Habilidades _______________________________________________________ 25 3.1.6. Critérios de Avaliação _____________________________________________________________ 25 3.2. Projeto Pedagógico do Curso __________________________________________________ 27 3.2.1. 3.2.2. 3.2.3. 3.2.4 3.3. Atividades Acadêmicas Articuladas à Formação ___________________________________ 36 3.3.1. 3.3.2. 3.3.3. 3.3.4. 3.3.5. 3.3.6. 3.3.7. 3.4. Circuito Acadêmico _______________________________________________________________ 36 Trabalho Interdisciplinar de Graduação (TIG) __________________________________________ 37 Estágio _________________________________________________________________________ 38 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) _______________________________________________ 40 Monitoria ______________________________________________________________________ 41 Atividades Complementares de Graduação (ACG) ______________________________________ 41 Pesquisa e Extensão ______________________________________________________________ 45 Avaliação __________________________________________________________________ 46 3.4.1. 4. Organização Curricular ____________________________________________________________ 27 Articulação dos Núcleos de Formação ________________________________________________ 30 Estrutura Curricular ______________________________________________________________ 34 Conteúdos Curriculares - ementas das disciplinas ______________________________________ 36 Auto avaliação ___________________________________________________________________ 46 CORPOS DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO ______________________ 49 4.1. Administração Acadêmica ____________________________________________________ 49 4.1.1. 4.1.2. 4.2. Coordenação do Curso ____________________________________________________________ 49 Colegiado do Curso (Colec)_________________________________________________________ 49 Corpo Docente: Perfil ________________________________________________________ 50 Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página2 4.2.1. Perfil do Núcleo Docente Estruturante (NDE) __________________________________________ 50 4.2.2. Implementação das Políticas de Capacitação no Âmbito do Curso _________________________ 51 4.2.3. Critérios de Admissão _____________________________________________________________ 52 4.2.3.1. Do Provimento Interno _________________________________________________________ 52 4.2.3.2. Do Provimento Externo _________________________________________________________ 52 4.2.4. Plano de Carreira ________________________________________________________________ 53 4.2.5. Política de Capacitação Docente ____________________________________________________ 53 4.3. Atenção aos Discentes _______________________________________________________ 53 4.3.1. Atendimento ao Aluno pela coordenação de curso _____________________________________ 53 4.3.2. Central de Carreiras e Mercado de Trabalho ___________________________________________ 53 4.3.3. Centro de Atendimento ao Aluno (CAA) ______________________________________________ 54 4.3.3.1 Registro e Controle Acadêmico ___________________________________________________ 54 4.3.3.2. Horário de Atendimento ________________________________________________________ 55 4.3.4. Tipos de Bolsas de Estudo e Financiamento ___________________________________________ 55 5. INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES ___________________________________________ 56 5.1. Instalações Gerais ___________________________________________________________ 56 5.1.1. Espaço Físico do Curso ____________________________________________________________ 56 5.1.1.1. Salas de Aula __________________________________________________________________ 56 5.1.1.2. Instalações Administrativas ______________________________________________________ 56 5.1.1.3. Instalações para Docentes do Curso _______________________________________________ 56 5.1.1.4. Instalações para a Coordenação do Curso __________________________________________ 56 5.1.1.5. Laboratórios do Curso de Serviço Social - LCSS _______________________________________ 56 5.1.1.6. Auditório _____________________________________________________________________ 58 5.1.1.7. Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais _______________________ 58 5.1.1.8. Infraestrutura de Segurança (de pessoal, patrimonial e prevenção de incêndio e de acidentes de trabalho) ____________________________________________________________________________ 59 5.1.2. Equipamentos ___________________________________________________________________ 60 5.1.2.1. Acesso a Equipamentos de Informática pelos Docentes _______________________________ 60 5.1.2.2. Acesso a Equipamentos de Informática pelos Alunos _________________________________ 60 5.1.2.3. Recursos Audiovisuais e Multimídia _______________________________________________ 60 5.1.2.4. Existência da Rede de Comunicação (Internet) _______________________________________ 61 5.1.2.5. Plano de Expansão e de Atualização de Equipamentos ________________________________ 61 5.1.3. Serviços ________________________________________________________________________ 61 5.1.3.1. Manutenção Permanente (preventiva e corretiva) das Instalações Físicas _________________ 61 5.1.3.2. Manutenção Permanente (preventiva e corretiva) dos Equipamentos ____________________ 61 5.2. Biblioteca _________________________________________________________________ 61 5.2.1. 5.2.2. 5.2.3. 5.2.4. 6. Acervo - Política de Aquisição, Expansão e Atualização __________________________________ 62 Informatização __________________________________________________________________ 63 Armazenagem e acesso ao acervo ___________________________________________________ 63 Serviços ________________________________________________________________________ 66 REFERÊNCIAS ____________________________________________________________ 68 ANEXO 1 - CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS __________________ 73 ANEXO 2 - MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO - TIG ___________ 119 ANEXO 3 - MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC__________________ 134 ANEXO 4 - COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ________________ 141 ANEXO 5 - QUADRO DO CORPO DOCENTE _______________________________________ 142 ANEXO 6 - MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO _______________________________ 143 ANEXO 7 - REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL ____________________________________________________________________ 177 Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página3 ANEXO 8 - ESTRUTURA CURRICULAR – SERVIÇO SOCIAL ____________________________ 113 Administração Geral Reitoria: Prof. Dr. Rivadávia Correa Drummond de Alvarenga Neto Vice-Reitoria: Prof.ª Vânia Amorim Café de Carvalho. Diretoria do Instituto: Prof. Rodrigo César Severino Neiva Equipe Técnica de Construção do Projeto Político Pedagógico Coordenador de Curso: Prof.ª Msc. Ana Maria Soares Wolbert Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página4 Assessoria Pedagógica: Núcleo Acadêmico 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Curso: Serviço Social Modalidade do Curso: Bacharelado em Serviço social Modalidade de Ensino: Presencial Coordenadora: Prof.ª Msc. Ana Maria Soares Wolbert Ato e data de criação do curso: Resolução Número 2, de 20 de Abril de 2010 Duração do curso: 08 (oito) semestres Prazo máximo para integralização do currículo: 14 (quatorze) semestres Carga horária: 3640 h/a. Local de funcionamento: Campus Antônio Carlos. Contatos: Telefone: (31) 3207.2803 Fax: (31) 33199500 E-mail: [email protected] Home Page do curso: facebook/servicosocialunibh Home page da Instituição: www.unibh.br Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página5 Endereço: Rua Diamantina, 567 - Lagoinha - CEP: 31110-320 BH/MG. 2. A INSTITUIÇÃO Em 10 de março de 1964 foi criada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte (FAFI-BH), mantida pela Fundação Cultural de Belo Horizonte (FUNDAC-BH). Em um momento de lutas e retrocessos, a instituição caracterizava-se pelo compromisso social, político e educacional de um grupo de 30 professores idealistas que concretizaram o sonho do povo belo-horizontino, dotando a cidade de um espaço de formação noturno de qualidade para atender à demanda do aluno trabalhador. Fazia parte dessa demanda uma parcela significativa dos integrantes dos quadros de magistério público e privado de Minas Gerais e de serviços da área educacional, devido à exigência de maior qualificação desses profissionais. Os quatro cursos iniciais – História, Letras, Matemática e Pedagogia – da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte (FAFI-BH) tiveram como sede o anexo do Colégio Estadual, no bairro Gameleira, ocupando oito salas de aula, com turmas de 40 alunos cada uma. A explosão do então ensino de 1.º e 2.º graus, aliada ao elevado número de interessados pelos cursos, determinou o rápido crescimento da Faculdade, que, dessa forma, veio a transferir-se, após um ano de funcionamento, para a Av. Presidente Antônio Carlos, 521, no bairro Lagoinha. Em 1973, a FAFI-BH implantou o curso de Comunicação Social, com habilitações em Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Jornalismo. Na década de 80, foram implantados os primeiros cursos de pós-graduação lato sensu da instituição, com a oferta de programas de especialização nas áreas de competência dos cursos de graduação existentes. A FAFI-BH também se tornou pioneira na oferta de pós-graduação lato sensu em Comunicação Social, quando, em 1982, ofereceu, pela primeira vez em Belo Horizonte, o curso de Comunicação Empresarial e Governamental. Em 1990, a FAFI-BH instalou sua primeira sede própria, no bairro Lagoinha, consolidando, assim, o seu primeiro campus – Diamantina. Com o crescimento e a posição de destaque ocupada na Região Metropolitana da Capital mineira nas décadas de 70 a 90, a FAFI-BH foi transformada em Centro Universitário de Belo Horizonte pelo Parecer nº 115, de 29 de janeiro de 1999, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, que foi homologado, em 9 de fevereiro de 1999, pelo ministro de Estado da Educação. Nesse mesmo ato, o Plano de Desenvolvimento Institucional e o Estatuto foram aprovados. Em 23 de fevereiro de 1999, o UNIBH foi credenciado por Decreto Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página6 Federal e, em 2004, por meio da Portaria nº 3.342, de 18 de outubro de 2004, do MEC, obteve o seu recredenciamento. No dia 1º de dezembro de 2011, o MEC publica o ato de renovação do recredenciamento do UNIBH por mais 5 (cinco) anos através da Portaria Ministerial nº 1.684/2011. Cumpre ressaltar que a IES obteve o Parecer CNE/CES nº 132/2010 favorável ao seu recredenciamento, homologado pelo Sr. Ministro da Educação em 30/11/2011, publicado no DOU de 1º/12/2011. Importante registrar que na década de 90 o UNIBH chegou a um ponto de expansão que se tornou necessário a divisão do espaço físico para a acomodação dos cursos e dos equipamentos didáticos. Nesse momento ocorre a implementação de outros dois campi, Lourdes (1998) e Estoril (1999). O campus Lourdes conheceu sua expansão a partir de 1999, com a incorporação do prédio da Rua Santa Catariana, para abrigar os cursos de Direito e de Administração, e em 2002, do prédio da Rua Gonçalves Dias, para a instalação do Núcleo de Práticas Jurídicas. O campus Estoril abrigou, inicialmente, os cursos do Departamento de Ciências Biológicas, Ambientais e da Saúde e do Departamento de Ciências Exatas e Tecnologia. Em 2001 foram criados os cursos de Turismo e Engenharia de Telecomunicações e implantados os cursos sequenciais, extintos em 2005, ano em que tiveram início os cursos de graduação tecnológica. Em 2002 foram introduzidos os cursos de Arquitetura e Urbanismo e Normal Superior e, em 2003, os de Ciências Contábeis e Tributos, Relações internacionais e Ecologia. Consolidando a nossa expansão para uma nova região de Belo Horizonte, iniciamos no 2º semestre de 2013 as atividades acadêmicas no campus Cristiano Machado, situada a Av. Cristiano Machado, 4.000 / loja 1330 - Bairro São Paulo. Em uma região que vem sendo o centro de investimento do Governo do Estado e do Município, que nos últimos anos foi transformado por uma série de obras viárias e de intervenções urbanas. No campus Cristiano Machado inicialmente foi ofertado sete cursos na área da Gestão e quatro nas Engenharias. Em Janeiro de 2009, o UNIBH passa por uma reestruturação após ser adquirido pelo Grupo Ãnima Educação e Cultura. Ao final desse mesmo ano, o IMEC, Instituto Mineiro de Educação e Cultura assume a mantença da IES. Atualmente são mais de 60 cursos de graduação nas modalidades bacharelado, licenciatura e tecnologia, dezenas de cursos de pós-graduação, Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página7 projetos de pesquisa e atividades de extensão. 2.1. MISSÃO Promover o desenvolvimento integral do estudante por meio de metodologias e espaços de aprendizagem transformadores e instigantes, com vistas a fomentar autonomia criativa, competência profissional e atitude cidadã. 2.2. VALORES ORGANIZACIONAIS Para fundamentar a implementação de sua missão diariamente na prática de suas atividades, compreende os seguintes valores como núcleo de sua cultura organizacional: Diálogo: troca de conhecimentos e experiências; é uma atitude que deve ser priorizada nas nossas relações. Respeito: tratar o outro como ele gostaria de ser tratado; reconhecer o esforço do trabalho de todos; construir um ambiente inclusivo cultivando a diversidade. Integridade: se colocar por inteiro naquilo que faz; ser ético, honesto e reto. Meritocracia: transparência nos processos institucionais, através da definição e publicação de critérios claros; valorização das pessoas com base no mérito e nas competências. Comprometimento: dar o seu melhor; fazer a diferença, entender a importância do seu papel e contribuição para o todo. 2.3. HISTÓRICO DAS MUDANÇAS CURRICULARES Esse histórico está alicerçado na Reforma Curricular do UNIBH, aqui entendida como um momento em que a instituição de ensino olha para si, vê-se através de seu próprio olhar e repensa a relação de seus atores sociais (professores, alunos, coordenadores, diretores) com o conhecimento. Em outras palavras, a instituição de ensino se autoanalisa se auto avalia, se redesenha e reformula a sua maneira de gerar, entender, organizar e difundir o conhecimento. Isso pode ser representado pela FIG. 1 abaixo, gravura do artista gráfico holandês M. C. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página8 Escher (1948). Figura 1 – Drawing hands – (Desenhando-se) A concepção de currículo que dá sustentação ao Projeto Acadêmico busca uma articulação entre (1) as políticas educacionais do Conselho Nacional de Educação (CNE), expressas nas DCN; (2) os propósitos da IES expressos no PDI, no PPI, nos PPCs, nos planos de ensino e nas práticas docentes; (3) o contexto sócio histórico que envolve alunos, professores, coordenadores, diretores e a IES; e (4) a formação pretendida para nossos discentes. Essa concepção de currículo é pautada por leituras do contexto social, cultural, histórico e econômico no qual se produz, e é orientada pela seguinte pergunta: que profissional queremos formar? No contexto do UNIBH, o currículo representa, portanto, possibilidades de criação, organização e ampliação de experiências de aprendizagem que englobam todos os meios e oportunidades através dos quais se constrói conhecimento válido e desenvolvem-se as habilidades/capacidades dos agentes envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, quais sejam: alunos, professores, coordenadores e instituição de ensino. Refere-se aqui a currículos como práxis, integrados e organizados em redes de experiências que contribuem para o desenvolvimento dos alunos em múltiplas perspectivas. Essa concepção de currículo ancora-se teoricamente nas ideias de Dewey (1938)1, segundo as quais uma análise das experiências daqueles que passam boa parte de suas vidas nas instituições de ensino são essenciais para uma melhor compreensão dos sentidos da DEWEY, John education and experience. New York: Collier Books, 1938. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página9 1 educação; de Clandinin e Connelly (1988)2, que entendem currículo como um meio de se organizarem e comunicarem experiências que formam e transformam o próprio currículo; e de Sacristán (2000, p. 16)3, que, por sua vez, entende que “[o] currículo define o que se considera o conhecimento válido, as formas pedagógicas, o que se pondera como a transmissão válida do conhecimento”. O currículo deve ser, porém, pautado por leituras do contexto no qual se produz. Estamos aqui nos referindo a currículos integrados e organizados em redes de experiências. Ao compreendermos tais articulações, cabe-nos retomar a questão fundamental: qual é a formação pretendida para nossos alunos? Em outras palavras, qual é o sujeito que pretendemos formar? Essa questão orienta o eixo de formação dos cursos, articula os conteúdos e as contribuições das disciplinas na formação dos alunos, e deve nortear a construção do nosso currículo e a condução de nossos processos avaliativos. Há, porém, que se considerar a necessidade de uma elaboração coletiva para que se possa garantir a legitimação e efetivação de todos os processos de reformulação que envolve o currículo. O Projeto Acadêmico se materializa, de fato, no trabalho coletivo de todos os docentes, sujeitos essenciais dessa proposta que visa a promover o processo de ensino/aprendizagem de modo a criar novas oportunidades para que alunos e alunas pratiquem uma aprendizagem pautada pela co-construção e apropriação crítica do conhecimento e ampliada pela necessidade de uma formação que lhes garanta inserção não só no mundo do trabalho e dos negócios, mas também na vida em sociedade. Para tal, o ensino pode ajudar a aumentar ainda mais as possibilidades de alunos e alunas transformarem o que aprendem em comportamentos socialmente significativos. Por meio da elaboração coletiva e da troca de experiências com os pares, condições essenciais para a construção do Projeto Acadêmico, os professores podem se organizar para planejar suas ações, avaliar suas consequências e replanejá-las. Além do trabalho colaborativo, outro ponto de sustentação do Projeto Acadêmico é o conceito de aprendizagem significativa, de Ausubel e colaboradores, baseado em dois pilares: o da contextualização do conhecimento e o de atribuição de sentidos a ele. Embora originalmente 2 CLANDININ, Jean; CONNELLY, Michael. Teachers as curriculum planners: narratives of experience. Toronto: OISE Press; New York: Teachers College Press, 1988. SACRISTÁN, Gimeno J. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: ARTMED, 2000. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página10 3 associada à teoria cognitiva da aprendizagem4, os autores não desconsideram os aspectos afetivos da aprendizagem, como, por exemplo, a motivação. Aqui, a expressão aprendizagem significativa aparece ressignificada em um contexto que leva em consideração também outros fatores, estes de origem sociocultural, como a interação e a colaboração. Entende-se que a aprendizagem significativa possibilita aos alunos a construção do conhecimento de modo cooperativo, por meio da elaboração e da reestruturação da aprendizagem. Segundo Medina e Domingues (1989)5, a aprendizagem significativa apresenta respostas para os questionamentos, os interesses e as necessidades reais tanto dos professores quanto dos alunos e alunas. Esta nova abordagem da aprendizagem significativa está voltada, portanto, para a articulação da teoria com a prática por meio da pesquisa (Programa de Iniciação Científica, Programa de Iniciação Tecnológica, TCC, monografias, etc.) e da extensão; para a integração dos conhecimentos por meio da interdisciplinaridade; para a construção de uma relação de sentidos entre o conhecimento e a realidade dos alunos, os quais têm chegado ao ensino superior cada vez mais despreparados para a vida acadêmica e suas implicações e demandam uma relação cada vez maior entre os conteúdos aprendidos e a sua realidade; e para a inserção desses alunos em contextos econômicos, políticos e socioculturais, de forma a garantir o pleno exercício da cidadania e a promover o desenvolvimento de uma cultura profissional, humanista, artística e cultural. Nesse cenário destacam-se a orientação do professor e as suas práticas pedagógicas, uma vez que os alunos não são capazes de construir todos os processos explicitados de forma independente ou solitária, via aprendizagem apenas. Os processos de ensino são também essenciais, visto que práticas pedagógicas inovadoras e transformadoras estimulam a formação da autonomia dos alunos e das alunas. Inclui-se nesse contexto o desenvolvimento da habilidade de problematizar, identificar, descrever e solucionar problemas. Essa habilidade apoia-se em estratégias de metacognição e baseia-se no conceito de aprendizagem baseada em problemas, cujo surgimento remonta à década de 1960, quando de sua origem na Faculdade de Medicina da Universidade McMaster, Canadá. Visando à aprendizagem independente, estabelece que a formação de alunos e alunas deve se ancorar em necessidades reais que os levam à busca contínua por respostas 4 O aprendizado significativo acontece quando uma informação nova é adquirida mediante um esforço deliberado por parte do aluno em ligar a informação nova com conceitos ou proposições relevantes preexistentes em sua estrutura cognitiva (AUSUBEL, David Paul; NOVAK, Joseph; HANESSIAN, Helen educational psychology: a cognitive view. 2 ed. New York: Holt, Rinehart & Winston, 1978, p. 159, tradução dos autores. MEDINA, A.; DOMINGUES, C. La formación del profesorado en una sociedad tecnológica. Madrid: Cincel, 1989. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página11 5 às mais variadas perguntas. Dessa forma, perdem espaço as aulas puramente expositivas, centradas na transmissão de conhecimentos, com foco no professor, e ganha espaço as aulas dialógicas, centradas na interação entre professores e alunos e na construção do conhecimento, com foco no processo de aprendizagem do aluno. As estratégias das quais a aprendizagem baseada em problemas se utiliza, embora mais abertas ao tempo e às especificidades dos interesses de formação dos alunos, não descontextualizam as necessidades reais de aquisição de conhecimentos e compreensão de conceitos acadêmicos. A proposta tem por objetivo promover a autonomia, o interesse e o investimento dos próprios alunos em sua formação6. A contextualização que acaba de ser apresentada leva-nos a repensar e a reformular a orientação curricular, uma vez que o currículo não mais comporta a distribuição de disciplinas em “grades” em que o conhecimento é “prisioneiro” de pontos de vista singulares, definitivos, estanques, incomunicados. Todas as experiências que se vivenciam em uma instituição de ensino e se constituem como instrumentos viabilizadores da articulação do Ensino (presencial ou à distância), da Pesquisa e da Extensão passam, pois, a integrar o seu currículo. Os conteúdos das disciplinas se traduzem em ferramentas para novas buscas, novas descobertas, novos questionamentos, novas experimentações e desenvolvimento de novas capacidades, o que possibilita oferecer aos sujeitos alunos e alunas um autônomo, flexível, sólido e crítico processo de formação. A estrutura curricular adotada no UNIBH a partir do segundo semestre de 2009, diferentemente do modelo curricular tradicional, que privilegia uma formação rigidamente sequenciada em períodos, está organizada por ciclos modulares de aprendizagem. Essa organização curricular fundamenta-se em uma visão interdisciplinar, transversal e transdisciplinar da educação e dos conteúdos necessários à formação acadêmica, dispostos a partir das capacidades e habilidades exigidas para a formação pretendida para os alunos. Nessa nova estrutura curricular, a noção de períodos é substituída pela noção de eixos de formação/ciclos modulares de aprendizagem como elementos básicos de articulação e de progressão do processo educativo. A organização e o processo da aprendizagem passam a ser compreendidos como períodos de tempo maiores do que um semestre, constituindo um 6 Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página12 Tal proposta ganhou representação nos currículos de instituições brasileiras apenas no final da década de 1990. Trata-se de uma proposta ainda recente e sobre a qual apenas muito recentemente estudos e pesquisas acadêmicas têm se debruçado. processo contínuo, dentro de um mesmo ciclo e entre ciclos distintos, e permitindo uma maior flexibilização da entrada de alunos, devido principalmente à inexistência de pré-requisitos entre os módulos de um ciclo de aprendizagem. A estrutura curricular modular de um curso de graduação cuja matriz curricular é formada por três ciclos modulares de aprendizagem, sendo os dois primeiros compostos por dois módulos, e o terceiro, por quatro módulos, é representado pela FIG. 2 abaixo. Figura 2 – Estrutura curricular modular 5 1 2 3 4 6 7 8 Fonte: Própria, 2012 Os ciclos modulares de aprendizagem, portanto, embora articulados pelo eixo de formação geral, configuram unidades pedagógicas autônomas, representativas de um eixo de formação específica, ao qual estão ligados os módulos, cada um deles com a duração de um semestre letivo. Os módulos, por sua vez, são formados por componentes curriculares que se reúnem em torno de um tema que representa o desdobramento de um eixo de formação específica, o qual lhes confere certa identidade/unidade. Embora a discussão sobre a interdisciplinaridade esteja ganhando destaque e aceitação, sobretudo no meio acadêmico, não há, ainda, uma teorização consistente capaz de legitimar a Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página13 sua prática, em função da inexistência de um consenso sobre o que vem a ser a interdisciplinaridade e sobre qual seria a melhor metodologia para a sua realização 7. Sabe-se, porém, que essa discussão ressurgiu no século 20, no fim da década de 50, como uma resposta à excessiva especialização e fragmentação do saber, tão valorizadas no século 19, quando as disciplinas começaram a se isolar. Essa “disciplinarização” do conhecimento dissociou e desarticulou o objeto da ciência e fragmentou as percepções sobre o conhecimento escolar e acadêmico. Desde seu ressurgimento, a noção de interdisciplinaridade foi sendo constantemente modificada. Discussões em torno de um sentido epistemológico, de uma maneira ou de outra, sempre estiveram presentes. Nos últimos anos do século 20, teorizações filosóficas (década de 70), sociológicas (década de 80) e antropológicas (década de 90) foram empregadas, buscando-se dar à noção de interdisciplinaridade uma estabilidade conceitual. No entanto, tal estabilidade na verdade nunca foi encontrada (GALLO, 2000)8, o que demonstra que a noção adquiriu, ao longo desses anos, um “caráter polissêmico” e difuso (FAZENDA, 2002, p. 207)9. Em nosso Projeto Acadêmico, não nos apoiamos nos sentidos epistemológicos dados à noção de interdisciplinaridade, pelas dificuldades que eles apresentam em ser definidos e empregados. Dito de outra maneira, não acreditamos que a interdisciplinaridade tenha um conceito metafísico, genuíno e irrefutável que possa dar base às nossas discussões. A interdisciplinaridade é aqui percebida como uma prática essencialmente coletiva e política, produzida em negociações entre diferentes pontos de vista disciplinares, para finalmente se decidir quanto a que caminho coletivo seguir (FOUREZ, 1995, p. 109)10. Dessa forma, a interdisciplinaridade é tratada como uma maneira de agir sobre a disciplinaridade“. A perspectiva interdisciplinar não é [...] contrária à perspectiva disciplinar; ao 7 Cf. POMBO, Olga. Práticas interdisciplinares. Sociologias, Porto Alegre, nº. 15, Jun. 2006. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-45222006600 100008 &Ing=pt&nrm=iso>. Acesso em: 08 Nov. 2007; e GOMES, Romeu; DESLANDES, Suely Ferreira. Interdisciplinaridade na saúde pública: um campo em construção. Rev. Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 2, nº. 2, Jul.1994. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S0104-11691994000200008&Ing=pt&nrm=iso>. Acesso em: 08 Nov. 2007. 8 GALLO, S. Disciplinaridade e transversalidade. In: vários autores. (Org.). Linguagens, espaços e tempos no ensinar e no aprender. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. FAZENDA, Ivani. Diversidade cultural no currículo de formação de professores – uma dimensão interdisciplinar. In: ROSA; SOUZA (Orgs.). Políticas organizativas e curriculares, educação inclusiva e formação de professores. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. 9 FOUREZ, Girard. A construção das ciências. São Paulo: UNESP, 1995. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página14 10 contrário, não pode existir sem ela e, mais ainda, alimenta-se dela” (LENOIR, 2002, p. 46)11. Entende-se, pois, que a formação disciplinar e especializada constitui uma condição básica para o contato com outros campos do saber. Os professores não precisarão, portanto, abandonar suas formações em áreas e campos do saber específicos para buscarem um possível novo objeto do conhecimento. Na verdade, eles deverão se mover na direção de uma nova prática de diálogos para a promoção de outras formas de ensinar, produzidas coletivamente em torno do conhecimento. Nesse sentido, “o fundamental no conhecimento não é sua condição de produto, mas seu processo” de entendimento e de discussão coletiva (SEVERINO, 2002, p. 40)12. Se, como dissemos antes, a ressignificação da noção de aprendizagem significativa leva em consideração também outros fatores de origem sociocultural, como a interação e a colaboração, esse tipo de aprendizagem pode, então, se materializar na interdisciplinaridade, sobretudo em função da característica integradora desta última, bem como de sua propensão a fazer circular os saberes. A condição sine qua non para o exercício da interdisciplinaridade é, porém, a elaboração coletiva, uma vez que a interdisciplinaridade pressupõe “o engajamento de educadores de diferentes áreas do conhecimento comprometidos com o diálogo, com a reciprocidade, com a partilha” (SANTOS, no prelo, p. 6). Ainda segundo a autora (p.7), [o] trabalho interdisciplinar sustentado na parceria é muito mais fruto do encontro de sujeitos parceiros com ideias e disposição para o trabalho do que de disciplinas. A responsabilidade mútua surge como uma característica fundamental dos parceiros em um projeto interdisciplinar, fruto do envolvimento com o projeto em si, com as pessoas, com as instituições. (SANTOS, no prelo, p. 7).13 A ausência dessa atitude interdisciplinar de parceria inviabiliza a construção da interdisciplinaridade, já que esta resulta de um trabalho coletivo e implica a interpenetração das diversas esferas do conhecimento na apropriação de um tema que norteia a prática interdisciplinar. A experiência interdisciplinar exige, portanto, uma reorganização do trabalho docente, já que 11 LENOIR, Yves. Didática e interdisciplinaridade: uma complementaridade necessária e incontornável. In: FAZENDA, Ivani (Org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 2002. 12 SEVERINO, Joaquim. O conhecimento pedagógico e a interdisciplinaridade: o saber como intencionalização da prática. In: FAZENDA, Ivani (Org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 2002. 13 Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página15 SANTOS, Eloísa Helena. A interdisciplinaridade como eixo articulador do ensino médio e ensino técnico de nível médio integrados (no prelo). só se torna realidade quando partilhada por uma equipe de trabalho que confronta pontos de vista diferentes no conhecimento de uma determinada realidade, que se deixa interpenetrar por diferentes campos do saber, que se coloca como desafio permanente o conhecimento interdisciplinar de fenômenos complexos e a criação de alternativas para transformá-los. (SANTOS, no prelo, p. 8).14 Conclui-se, então, que os dois princípios centrais do Projeto Acadêmico, o trabalho coletivo e a aprendizagem significativa, estão intrinsecamente associados ao conceito de interdisciplinaridade. Se por um lado o trabalho coletivo é condição essencial para a construção da prática interdisciplinar, por outro lado a interdisciplinaridade possibilita a criação de meios para que a aprendizagem dos alunos seja significativa. Essas (inter)seções da interdisciplinaridade com o trabalho coletivo e a aprendizagem significativa é representada pela FIG. 3. Figura 3: Aprendizagem significativa. Uma vez que a interdisciplinaridade orienta todo o percurso formativo dos discentes, a inclusão da disciplina Trabalho Interdisciplinar da Graduação (TIG) nas matrizes curriculares dos cursos de graduação apresenta-se como uma tentativa de tratamento da interdisciplinaridade como componente curricular e como uma proposta de prática/construção elaborada coletivamente, para que possa desempenhar a função aglutinadora das cinco dimensões da aprendizagem significativa, apresentadas e discutidas a seguir. A disciplina TIG deve ser ofertada pelo menos até os quatro primeiros módulos dos cursos de graduação, podendo também se estender aos quatro módulos restantes, respeitadas as especificidades dos cursos. Ibidem. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página16 14 3. APRESENTAÇÃO DO CURSO O curso de Serviço Social (Bacharelado) foi criado pela Resolução no. 02/2010 da ViceReitoria de 20 de abril de 2010. Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Serviço Social, elaborado com base na Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996, nas Diretrizes Curriculares Nacionais e demais normas emanadas pelo Ministério da Educação - MEC. O Plano Curricular do Curso de Graduação em Serviço Social do UNIBH está em conformidade com as Diretrizes Curriculares do Curso de Serviço Social, expressa a partir da resolução CNE/CES 15/02, de 13 de Março de 2002, bem como de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB, Lei 9394/96, Diretrizes Gerais para o Curso de Serviço Social da ABEPSS de 1996, Código de Ética do Assistente Social CFESS/1993, Lei de Regulamentação da Profissão, Lei 8662/93, Parecer 462/82 do CFE/MEC, Lei Nacional de Estágio, Lei 11788/2008, Política Nacional de Estágio da ABEPSS, Regulamentação 533/2008 - CFESS, e demais regulamentações institucionais. O curso de Serviço Social do UNIBH, ciente das mudanças do mundo contemporâneo, reconhece que o discente esta inserido no contexto de um mundo onde as fronteiras vão além do espaço físico, por entender que o contexto é globalizado, deve se articular a questão social à aceleração gerada pela transformação tecnológica, renovação e circulação do conhecimento e da informação. Diante desta realidade, está delineado um Projeto Pedagógico de Curso que, de forma interdisciplinar, tem como proposta orientar o discente a ser construtor de seu próprio saber e de sua autonomia intelectual, entendendo que o docente é um mediador que irá auxiliá-lo no processo da aprendizagem e do conhecimento para exercício das práticas profissionais e da cidadania. Nessa mesma perspectiva, os princípios curriculares que fundamentam a formação profissional orientam-se para: Flexibilidade dos currículos plenos, expressa na possibilidade de definição de disciplinas e ou outros componentes curriculares – tais como: oficinas, seminários, atividades Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página17 complementares como forma de favorecer a dinamicidade do currículo; Rigoroso trato teórico, histórico e metodológico da realidade social e do Serviço Social; que possibilite a compreensão dos problemas e desafios com os quais o profissional se defronta no universo da produção, e (re) produção da vida social, da questão social como um todo e de suas fragmentações, espelhadas na realidade da sociedade; Adoção de uma teoria social crítica que possibilite a apreensão da totalidade em suas dimensões de universalidade, particularidade e singularidade; Superação da fragmentação de conteúdos na organização curricular, evitando-se a dispersão e a pulverização de disciplinas e outros componentes curriculares, alicerçando, assim, as bases do conhecimento com vistas a uma formação universalizada. Estabelecimento das dimensões investigativas e interventivas como princípios formativos e foco da formação profissional e da relação teoria-prática; Caráter interdisciplinar nas várias dimensões do projeto de formação profissional; Indissociabilidade nas dimensões de ensino, pesquisa e extensão; Exercício do pluralismo teórico-metodológico como elemento próprio da vida acadêmica e profissional, impondo-se o necessário debate sobre as várias tendências teóricas, em luta pela direção social da formação profissional, que compõe a produção das ciências humanas e sociais; Ética como princípio formativo, perpassando a formação curricular, tendo como pressuposto básico a formação humana, política e social do indivíduo; Indissociabilidade entre a supervisão acadêmica e profissional nas atividades do estágio curricular obrigatório para a formação do assistente social. A partir da Constituição Federal de 1988 e da aprovação da Lei nº 8742, de 07 de dezembro de 1993, Lei Orgânica de Assistência Social – LOA surge o Sistema Único de Assistência Social SUAS. O SUAS define e organiza os elementos essenciais e imprescindíveis à execução da Política de Assistência Social, possibilitando a normatização dos padrões nos serviços, qualidade no atendimento, indicadores de avaliação e resultado, nomenclatura dos serviços e da rede socioassistencial. Dessa forma, apresenta como eixos estruturantes: matricialidade sócio familiar; descentralização político-administrativa e territorialização; novas bases para a relação do Estado e Sociedade Civil, financiamento, controle social, o desafio da participação popular, Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página18 cidadão-usuário; a política de recursos humanos, a informação, o monitoramento e avaliação. Tais questões reforçam a necessidade de constituir um quadro de trabalhadores na Política de Assistência Social que a consolide como política pública de seguridade social, voltada para o enfrentamento da dramática questão social no Brasil, que se expressa na desigualdade social, pobreza, violência, barbarização e mercantilização da vida. O assistente social possui uma formação profissional que o habilita teórica, técnica e politicamente para atuar nas expressões da questão social, em suas diferentes formas de manifestação. As condições objetivas de vida da classe trabalhadora, marcadas pela fome, desemprego, violência, exclusão do acesso aos direitos como saúde, previdência, moradia, educação, transporte e assistência social, constituem a base material de sua intervenção profissional. Por isso, sua atuação exige competências que vão desde o reconhecimento crítico de necessidade sociais não contempladas no campo dos direitos, até a formulação e gestão de políticas sociais e formas de mobilização e organização política. O Curso de Serviço Social do Centro Universitário de Belo Horizonte – UNIBH colabora na resposta às demandas sociais, políticas, econômicas e culturais, atendendo ainda às exigências de excelência. Para que haja fundamentação à necessidade social desse Curso, no Município de Belo Horizonte, é necessário que se insira a própria cidade neste documento. A Região Metropolitana de Belo Horizonte, também conhecida pela abreviatura RMBH ou simplesmente Grande Belo Horizonte, é a terceira maior aglomeração urbana do Brasil, com uma população de 5.413.627 habitantes, conforme o Censo 2010. Seu produto metropolitano bruto (PMB) somava em 2008 cerca de 98,5 bilhões de reais, dos quais aproximadamente 45% pertenciam à cidade de Belo Horizonte. A RMBH é o centro político, financeiro, comercial, educacional e cultural de Minas Gerais, representando em torno de 40% da economia e 25% da população do estado. São números consideráveis para uma urbanização na taxa de 84,9% no Estado e uma população economicamente ativa de 9,96 milhões de habitantes. Além disso, o curso de Serviço Social o Estado em Minas Gerais, de acordo com informações disponibilizadas no site do e-MEC, conta-se com 57 instituições que ofertam o curso de Serviço Social na modalidade presencial, sendo que sete dessas instituições estão na cidade de Belo Horizonte. Aliada a essas informações, a demanda por profissionais formados em serviço social é crescente no país e o aumento da procura por cursos assume uma característica Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página19 peculiar, em se tratando da Região metropolitana de Belo Horizonte. Diante do exposto, o UNIBH, em agosto de 2010, cria o curso de Serviço Social, com a missão de formar Assistentes Sociais comprometidos com as causas sociais e fomentar o mercado de profissionais da área. Profissionais para atuarem em vários níveis da administração pública e privada, com capacitação e conhecimento para inúmeras frentes de trabalho, com ênfase em Assessoria, Planejamento, Gestão e Execução, nos programas sociais e acadêmicos. 3.1. CONTEXTO EDUCACIONAL O Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social do Centro Universitário de Belo Horizonte – UNIBH é um documento que expressa uma dimensão ética, pedagógica e social que resguarda especificidades e singularidades. Dessa forma, apresenta claramente os pressupostos básicos da formação profissional contidos na estrutura de funcionamento do curso, em seu eixo epistemológico e curricular, a inter-relação entre ensino, pesquisa e extensão determinando suas prioridades e estabelecendo estratégias de ação. O Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social do UNIBH norteia suas ações com base em aspirações coletivas, objetivando a contribuição na formação profissional, pessoal, com foco nas expressões da questão social e suas formas de enfrentamento por meio das dimensões ético-política, teórico-metodológica e técnico-operativa. Diante disso, a formação acadêmicoprofissional será demarcada no seu campo de atuação no que se refere às demandas tradicionais, emergentes e pós-modernas, inter-relacionadas à globalização. Tendo em vista contribuir com um projeto social em que o conhecimento esteja pautado na ampla reflexão teórico-crítica da realidade Sociohistórica é que se busca uma formação profissional com condições de construir respostas face às profundas transformações sociais que se manifestam na contemporaneidade. A efetivação do curso de Graduação de Serviço Social no Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH, encontra-se respaldo na demanda por desenvolvimento econômico e social da população de Belo Horizonte que reivindica o aprimoramento e a qualificação dos serviços, bem como no que se refere às potencialidades que se apresenta nos grandes centros metropolitanos para a implementação de políticas públicas. 3.1.1. MISSÃO O curso de Serviço Social do UNIBH tem por missão a busca da excelência na formação de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página20 assistentes sociais qualificados para atuar em vários contextos do mercado de trabalho da área social. Esse curso conseguirá incorporar saberes e fazeres significativos, necessários à compreensão do desenvolvimento social, bem como formar um profissional e cidadão crítico, participativo e competente, capaz de perceber as relações sociais, econômicas, políticas e culturais em que a democratização dos direitos e a inclusão social ocorrem. 3.1.2. JUSTIFICATIVA O Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social do UNIBH estabelece como diretriz a formação de profissionais com competências e habilidades para atuar como agentes de transformação da realidade social, a partir de uma formação reflexiva, crítica e instrumentalizada. À formação específica em Serviço Social, agregam-se instrumentais metodológicos de pesquisa e gestão de políticas públicas, conhecimentos da realidade social, política e econômica, tanto na esfera pública quanto na esfera privada, principalmente na relação capital trabalho e suas determinantes, que possibilitarão apreensão crítica dos processos sociais em sua totalidade, a compreensão do significado da sua profissão e das possibilidades de intervenção contidas na realidade, além do desenvolvimento de uma postura ética dos futuros Assistentes Sociais. Em conformidade com as recomendações das Diretrizes Curriculares para o Curso de Serviço Social, o presente Projeto Pedagógico de Curso considera os seguintes princípios, em sua organização: Flexibilidade do currículo, que integra as disciplinas teóricas com outras modalidades de abordagem acadêmica, tais como oficinas, trabalhos interdisciplinares de intervenção social, estágios curriculares e atividades complementares, que proporcionam experiências práticas; Centralidade na formação teórica, histórica e metodológica, de modo a garantir a formação de um assistente social capaz de compreender os problemas e os desafios da realidade com os quais se defronta e sobre os quais é demandado a intervir; Ênfase na dimensão investigativa e interpretativa da realidade social como desenvolvido no processo de instrumentalização das relações entre teoria e prática; Interdisciplinaridade e pluralidade teórica e metodológica como elementos centrais no Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página21 projeto/processo de formação profissional; Indissociabilidade entre a supervisão acadêmica e profissional nas atividades de estágio, obrigatória para a formação do assistente social; A ética como princípio sine qua non da formação profissional em Serviço Social. O bacharel em Serviço Social formado pelo UNIBH deverá ser um profissional preparado para atuar: No setor público, nas áreas de saúde, educação, trabalho, previdência, nos programas de assistência a crianças, adolescentes e idosos, nas políticas de habitação e outras, com vistas à implementação e implantação de políticas públicas, exercendo funções de assessoria, planejamento, gestão, consultoria e execução de serviços; Na realização de estudos socioeconômicos para fins de benefícios e serviços sociais junto à órgãos públicos, empresas privadas, movimentos sociais, organizações não governamentais; No planejamento, organização, administração, coordenação, supervisão de programas e projetos em unidades de prestação de serviços sociais; Na realização de vistorias, perícias técnicas, perícias sociais, laudos periciais, laudos sociais, informações e pareceres pertinentes sobre a matéria de serviço social junto ao poder judiciário; No planejamento, organização, administração, coordenação, supervisão de programas e projetos em organizações do primeiro, segundo e terceiro setor na prestação de serviços sociais e consultorias que demandem os conhecimentos específicos da área de formação acadêmica e profissional. 3.1.3. OBJETIVOS 3.1.3.1. OBJETIVO GERAL Formar assistentes sociais reflexivos, críticos e propositivos, capazes de contribuir para a formulação, implementação, monitoramento e avaliação de políticas, programas e projetos sociais no âmbito de organizações públicas, privadas, do terceiro setor, da sociedade civil e Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página22 dos movimentos sociais. 3.1.3.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Reafirmar o compromisso com a formação de um profissional com uma sólida capacitação teórica pratica e metodológica; Possibilitar aos alunos a identificação de espaços e fenômenos sociais passíveis de intervenção profissional, através de planos, projetos na área social; Instrumentalizar os discentes para realizar pesquisas e estudos sócio-econômicos que subsidiem a formulação de políticas e ações profissionais; Instrumentalizar os discentes para realizar a implementação e o monitoramento como forma de capacitá-los à intervenção ativa e propositiva das ações nas esferas pública, privada e do terceiro setor em âmbito tripartite por meio de pesquisas e monitoramentos que subsidiem a formulação de políticas e ações profissionais; Desenvolver a capacidade de formular e implementar propostas para o enfrentamento das vulnerabilidades sociais, que dificultam o exercício pleno da cidadania; Preparar os futuros profissionais para formular e executar políticas sociais, tendo como diretriz o Sistema Único de Assitência Social - SUAS, em órgãos de administração pública, empresas e organizações da sociedade civil e movimentos sociais; 3.1.4. PERFIL DO EGRESSO As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Serviço Social, emanadas pelo Conselho Nacional de Educação, estabelecem princípios que regulam e dão sustentação ao processo de formação do assistente social. A Lei n° 8.662, de 07 de junho de 1993, que regulamenta a profissão, nos seus Artigos 4º e 5º dispõe sobre as competências e atribuições privativas do assistente social. Para tanto, o egresso do curso de Serviço Social formado pelo UNIBH deve ser: Capaz de desenvolver e exercer a autonomia intelectual para que possa equacionar os problemas locais por meio de uma visão múltipla e interdisciplinar das inúmeras situações da condição humana. Crítico, de formação intelectual e cultural generalista que sugere soluções criativas e inovadoras para construção de possibilidades para promover o bem estar da coletividade Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página23 num contexto sustentável; Atuante nas expressões da questão social, formulando e implementando propostas para seu enfrentamento, por meio de políticas sociais públicas, empresariais, de organização da sociedade civil e movimentos sociais. O perfil traçado acima se expressa na capacidade do assistente social de: o Elaborar, implementar, executar e avaliar com segurança as políticas sociais junto a órgãos da administração pública, direta ou indireta, empresas, entidades e organizações populares; o Elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos que sejam do âmbito de atuação do Serviço Social com participação da sociedade civil; o Encaminhar providências e prestar orientação social a indivíduos, grupos e à população; o Orientar indivíduos e grupos de diferentes segmentos sociais no sentido de identificar recursos e de fazer uso dos mesmos no atendimento e na defesa de seus direitos; o Planejar, organizar e administrar benefícios e serviços sociais; o Planejar, executar e avaliar pesquisas que possam contribuir para a análise da realidade social e para subsidiar ações profissionais; o Prestar assessoria e consultoria a órgãos da administração pública direta e indireta, empresas privadas e outras entidades, com planos, programas e projetos que sejam do âmbito de atuação do Serviço Social com participação da sociedade civil; o Gerenciar e prestar apoio aos movimentos sociais em matéria relacionada às políticas sociais, no exercício e na defesa dos direitos civis, políticos e sociais da coletividade; o Planejar, organizar e administrar serviços sociais e de Unidade de Serviço Social; o Realizar estudos socioeconômicos com os usuários para fins de benefícios e serviços sociais junto a órgãos da administração pública direta e indireta, empresas privadas e outras entidades. A atuação deste profissional será pautada pelos princípios éticos profissionais do Código de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página24 Ética do Assistente Social, da responsabilidade social e do compromisso com a inclusão social. 3.1.5. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Identificar as diversas expressões da questão social por meio da contextualização crítica das contradições da sociedade capitalista. Conhecer os espaços sócios ocupacionais da profissão. Utilizar-se do aporte teórico-metodológico crítico, visando identificar as possibilidades de ação do serviço social. Apreender o significado social da profissão como fundamento para o trabalho profissional. Reconhecer as demandas postas à profissão, apresentando propostas de enfrentamento. Relacionar reflexão teórica e a pesquisa na interpretação das múltiplas dimensões da questão social. Articular os fundamentos teórico-metodológico e ético-político como requisitos fundamentais para o exercício de atividades técnico-operativas. Elaborar, executar, monitorar e avaliar planos, programas e projetos sociais. Assessorar e prestar consultoria às instituições públicas e privadas, ao terceiro setor e aos movimentos sociais em matéria relacionada ao Serviço Social. Dominar a instrumentalidade da profissão e elaborar pareceres técnicos, laudos, relatórios sociais e similares. Conceber, elaborar, monitorar e avaliar políticas sociais, bem como prestar serviços aos seus demandatários. Contribuir para a consolidação de projetos ético-político e profissional. Utilizar recursos informacionais e tecnológicos na realização do trabalho social. 3.1.6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO O sistema de avaliação dos alunos do Curso regulamenta-se pelas normas definidas e resumidas no Guia Acadêmico, distribuído aos alunos no início de cada semestre e pelos Estatuto; Regimento; Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página25 seguintes documentos: Portarias, Resoluções e Instruções Normativas institucionais. Cabe ressaltar que todos os documentos acima se encontram disponíveis para consulta de toda Comunidade Acadêmica por meio do Sistema On-Line. Os critérios de avaliação do processo de ensino-aprendizagem são baseados nas seguintes recomendações e normas: A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e o aproveitamento escolar, ao longo do respectivo período letivo. O aproveitamento escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por ele obtidos nos exercícios e trabalhos escolares escritos e/ou orais, durante o período letivo. É importante observar que a avaliação não é um instrumento de punição ou de constrangimento do aluno visando à sua reprovação, mas de justa medida do seu desenvolvimento no percurso dos fins da educação e do ensino. Compete ao professor da disciplina elaborar e aplicar os exercícios e trabalhos escolares, bem como julgar-lhes os resultados e discutir com os alunos os enganos porventura cometidos no desenvolvimento ou na solução das questões, para saná-los, respeitada a capacidade de cada aluno individualmente. Cumpridas essas etapas, o professor deverá devolver os trabalhos escolares aos alunos. Quanto à Avaliação Final, o aluno poderá solicitar, diretamente ao professor, no prazo estipulado pelo calendário acadêmico, sua devolução. Vencido esse prazo, o professor poderá inutilizar a documentação ainda em seu poder, conforme determina as normas da Instituição. Durante o semestre letivo, são atribuídos aos alunos 100 (cem) pontos cumulativos, assim distribuídos: o 50 (cinquenta), para avaliação do desempenho nas atividades desenvolvidas ao longo do período letivo, conforme esteja estabelecida na programação da disciplina (DAD); o 25 (vinte e cinco), para uma avaliação intermediária da aprendizagem ao final da Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página26 primeira metade do período letivo (AIA); o 25 (vinte e cinco), para uma avaliação da aprendizagem, ao final da segunda metade do período letivo (AF). Considera-se aprovado numa disciplina o aluno que nela tenha computado, a seu favor, o total mínimo de 70 (setenta) pontos. Independentemente dos demais resultados obtidos é considerado reprovado o aluno que não tenha frequência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais atividades programadas para cada matéria/disciplina durante o período letivo. É facultado ao aluno requerer o Exame Especial (EE), ao final do semestre letivo, que substituirá a menor nota obtida pelo aluno entre a AIA e a AF. O Exame Especial poderá ser requerido quando o aluno: o Não alcançar os 70 (setenta) pontos para a aprovação; o Tiver o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência; o Tiver alcançado o mínimo de 45 (quarenta e cinco) pontos, resultantes da soma das notas de avaliação distribuídas às atividades de DAD e AIA ou AF, realizadas durante o semestre; o Não tiver comparecido por qualquer motivo à Avaliação Final na data prevista no Calendário Escolar. Exame de proficiência (Art. 47 da lei nº 9.394/96): o aluno regularmente matriculado que tenha extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, e que se julgar em condições de eliminar disciplina(s) de sua matriz curricular por conhecer o conteúdo programático que a compõe, deverá requerer, junto ao Núcleo de Secretaria da unidade em que o curso é realizado, que lhe seja aplicado à avaliação comprobatória. 3.2. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 3.2.1. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O processo de ensino-aprendizagem exige dos docentes e discentes princípios e propostas de abertura ao conhecimento do novo, que orientam o planejamento metodológico desta construção e seus resultados. As atividades pedagógicas buscam construir competências, resgatando as experiências e vivências dos alunos, incorporando as teorias ao seu fazer. Elas Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página27 têm como pressupostos metodológicos a interdisciplinaridade e a contextualização aplicadas em diversas atividades pedagógicas, como ciclos de palestras, debates, elaboração de pesquisas, aplicação de jogos empresariais e dinâmicas vivenciais, simulações de técnicas negociais, estudo de casos, planejamento e construção de projetos aplicados, aulas dialogadas e exercícios teórico-práticos específicos. No contexto da matriz curricular (anexo 8) estão previstos projetos ou trabalhos interdisciplinares que são realizados pelos alunos em cada módulo do curso. Esses projetos ou trabalhos abrangem atividades de diagnóstico e propostas de intervenção em sistemas do entorno, extrapolando os limites da escola. São conduzidos por professores específicos, que exercem a função de articuladores dos conhecimentos junto aos demais professores do módulo. Ao final do semestre, são realizadas as apresentações dos trabalhos, de forma que todos os alunos as assistam, juntamente com os professores do módulo. É importante ressaltar que a ideia de uma ação pedagógica centrada em projetos de trabalho ultrapassa a adoção de um método ou pedagogia, sendo, principalmente, uma concepção de educação e de currículo que leva em conta os conhecimentos e problemas que circulam fora da sala de aula redimensionando os tempos e os espaços de aprendizagem. Um processo de ensino com essas premissas contribui para a valorização das experiências de conhecimento dos alunos (o trabalho, o lazer, a família e os grupos sociais, por exemplo) e para a reformulação do seu papel como sujeito do seu conhecimento, e favorece um processo de aprendizagem com foco na autonomia, na flexibilização e na atribuição de sentidos ao que é aprendido, mobilizando todos os recursos disponíveis para isso. Especificamente, nas aulas expositivas, procura-se dar ênfase ao diálogo, em que o docente deve apresentar ou coordenar a discussão de temas, conceitos e respectivas aplicações de forma a construir os conhecimentos previstos pelas unidades curriculares. A contextualização da exposição ocorre em canal de mão dupla entre docente e discente, no qual professor e aluno trocam experiências e ampliam seus conhecimentos, num movimento dialógico. O objetivo das aulas expositivas dialogadas é atingir o adequado domínio do conhecimento teórico, alicerçado nas práticas dos alunos e no conhecimento aplicado. Em relação aos exercícios, estes são desenvolvidos por meio de trabalhos individuais ou em grupos, que visam a aprimorar os conhecimentos adquiridos nas aulas expositivas e nas leituras indicadas, propiciando assim troca de experiências entre os participantes. Exemplos práticos são utilizados com o objetivo de estimular a participação dos alunos, em diferentes espaços, intra e extramuros: aulas magnas, estudos dirigidos em horários independentes, exercícios propostos no ambiente virtual de aprendizagem, saídas de campo, seminários, palestras, etc. Em suma, a abordagem didático-metodológica dos conteúdos, no conjunto das atividades Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página28 acadêmicas do Curso, busca favorecer o aprimoramento da capacidade crítica dos alunos, do pensar e agir com autonomia, estimular o desenvolvimento de competências e habilidades profissionais em um processo permanente e dinâmico, estabelecendo a necessária conexão reflexiva sobre o si mesmo e a realidade circundante, em especifico com os temas contemporâneos, como ética, sustentabilidade, diversidade cultural, étnico-racial e de gênero. Além disso, os núcleos de formação organizados para o curso de Serviço Social, intrinsecamente ligado ao perfil do egresso, devem ser organizados de acordo com a Lei 9394/96, com as Resoluções CNE/CES. Nº 2/2007 e CNE/CES nº 15/2002, e os Pareceres CNE 492/2001 e CNE 1363/2001, que estabelecem as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação do Ensino Superior. Além das exigências legais, o currículo visa proporcionar ao discente a condição efetiva de dialogar com o mundo contemporâneo, cada vez mais globalizado, no qual o conhecimento e a informação estão em constante transformação e disseminados cada vez mais rápidos pelos meios eletrônicos. Por isso, os fundamentos dos conteúdos curriculares estão divididos em três núcleos: Núcleo de Fundamentos Teórico-Metodológicos da Vida Social; Núcleo de Fundamentos da Formação Sócio Histórica da Sociedade Brasileira; Núcleo de Fundamentos do Trabalho Profissional. A estrutura modular permitirá ao aluno a adequação do curso à sua disponibilidade, permitindo o cumprimento dos créditos e carga horária de forma independente, reconhecendo o aluno como sujeito de sua formação, capaz de construir sua trajetória acadêmica de acordo com seus interesses e possibilidades. Atividades extracurriculares (tais como seminários, oficinas e palestras), além dos projetos interdisciplinares de intervenção social - que fazem parte da política de responsabilidade social do UNIBH - e o estágio supervisionado, terão caráter complementar à formação do aluno, proporcionando articulação entre a teoria e a prática profissional. O estágio supervisionado, atividade obrigatória, possibilita a inserção do aluno no espaço institucional e o capacita para o exercício profissional, o que pressupõe supervisão sistemática Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página29 acompanhada pelo professor supervisor e por profissional de campo. O trabalho de conclusão de curso – TCC fecha o processo formativo, documentando a compreensão do aluno quanto à trajetória teórica e prática do seu processo formativo. 3.2.2. ARTICULAÇÃO DOS NÚCLEOS DE FORMAÇÃO As disciplinas e atividades que constituem os núcleos de formação, além de compor a formação pedagógica do aluno, também tem a finalidade de oferecer-lhe condições de relacionar o universo pedagógico com a realidade social brasileira e desenvolver condições para agir como profissional diante de temas como a inclusão social, saúde, violência, sexualidade, meio ambiente, diversidade étnica, relações de trabalho, ética e responsabilidade social, etc. A organização articulada dos núcleos visa a garantir ao aluno condições de desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão de forma plena ao longo do curso. A preocupação com a flexibilidade dentro do currículo é contemplada pelo conjunto de disciplinas que podem ser cursadas em outros cursos da instituição, garantindo assim, oportunidade do diálogo interdisciplinar. NÚCLEO DE FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA VIDA SOCIAL O Núcleo de fundamentos teórico-metodológicos da vida social foi estruturado com conteúdos que, de forma gradativa, aproximem o ingressante do mundo acadêmico, procurando minimizar as lacunas da educação básica e inseri-lo na realidade acadêmica. As disciplinas da formação básica foram alocadas, preferencialmente, no primeiro ano do curso, pois isto favorece ao aluno uma maior aproximação com as ciências humanas e o desenvolvimento de conceitos importantes para o entendimento das disciplinas específicas do Serviço Social. NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO SÓCIO HISTÓRICA O Núcleo de Fundamentos da Formação Sócio Histórica contempla dentro de seus conteúdos, especificamente nas disciplinas: História Social e Política Brasileira; Movimentos Sociais, Cidadania e Controle Social, que aborda as relações étnico-raciais, abordando a temática referente à cultura afrodescendente, nos termos da Resolução CNE/CP n˚ 1/2004, além de tratar a transversalidade da educação ambiental integrada às demais disciplinas do curso, principalmente nas disciplinas de Trabalho Interdisciplinar de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página30 Graduação TIG que aborda as temáticas: Movimentos Sociais e Espaços de Controle Social, Fenômenos Sociais nas Metrópoles: Dilemas e Perspectivas, Análise do Contexto Social e Política. Conforme resolução CNE nº 1/2012, as questões sobre os Direitos Humanos estão colocadas de forma transversal no currículo, sendo discutidas nas disciplinas da área de ciências humanas e norteando os conteúdos e atitudes ensinadas na disciplina de Trabalho Interdisciplinar de Graduação onde a discussão perpassa todas as disciplinas do curso abordando temas relacionados aos: Direitos Humanos, Direitos de Cidadania do Idoso, da Criança e Adolescente e da Pessoa com Deficiência. NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DO TRABALHO PROFISSIONAL O Núcleo de fundamentos do trabalho profissional agrega os componentes curriculares específicos da formação do profissional do Serviço Social, sendo composto por disciplinas teóricas, práticas, metodológicas e éticas que envolvem o exercício profissional, a pesquisa, o planejamento e a administração em Serviço Social e o estágio supervisionado. O Núcleo possui disciplinas já no primeiro semestre do curso, pois entendemos que a aproximação do aluno com o conhecimento do Serviço Social deva acontecer desde os primeiros dias de aula. 1.5. ESTRUTURA CURRICULAR O conjunto das disciplinas do currículo são agrupados nos três núcleos de acordo com a afinidade de seus conteúdos. Deste modo, temos a seguinte distribuição: I- NÚCLEO DE FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA VIDA SOCIAL Sociologia Teoria Política Estatística Filosofia Psicologia Instrumentos de Análise Antropológicos Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Instrumentos de Análise Sociológicos Página31 Psicologia Social II - NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA História Social e Política Brasileira Direito e Legislação Social Políticas de Saúde e Saúde Mental Políticas de Educação, Criança e Adolescente. Política de Assistência Social Políticas Públicas e Políticas Sociais Seguridade Social e Previdência Social Movimentos Sociais, Cidadania e Controle Social. III - NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DO TRABALHO PROFISSIONAL Fundamentos do Serviço Social Desenvolvimento do Serviço Social no Brasil Pesquisa em Serviço Social Projetos de Intervenção Social Sistemas de Informação e Desenvolvimento Gerencial Ética em Serviço Social Instrumentalização da Prática do Serviço Social Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I, II, III e IV Questão Social e Serviço Social: Espaços de Intervenção Serviço Social e Mercado de Trabalho Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS Optativas Trabalho de Conclusão de Curso - TCC I e II Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Gestão em Serviço Social Trabalho Interdisciplinar de Graduação TIG (I II e III) Página32 Trabalho, Sociabilidade, Sustentabilidade e Meio Ambiente. AS DISCIPLINAS OPTATIVAS SÃO: - Serviço social e terceiro setor - Serviço Social e Judiciário - Pensamento Econômico moderno - Análise Institucional Além das disciplinas específicas da área a serem cursadas, o Curso de Serviço Social do UNIBH faz a opção de ter em sua matriz curricular a obrigatoriedade de ofertar a disciplina LIBRAS- Língua Brasileira de Sinais, entendendo que aprender língua de sinais é extremamente importante na formação do profissional em serviço social. A obrigatoriedade da disciplina de LIBRAS ocorreu com o decreto 5.626, de 22 de dezembro de 2005, após o reconhecimento da LIBRAS como uma das línguas oficiais no país, através da Lei 10.436 de 24 de abril de 2002. Segundo o decreto: Art. 3o A LIBRAS deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. § 1o Todos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do conhecimento, o curso normal de nível médio, o curso normal superior, o curso de Pedagogia e o curso de Educação Especial são considerados cursos de formação de professores e profissionais da educação para o exercício do magistério. § 2o A LIBRAS constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional, a partir de um ano da publicação deste Decreto. (BRASIL, 2005). Sendo assim, a língua de sinais não deve ser vista apenas como uma disciplina obrigatória em Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página33 um curso de graduação, ela deve ser vista como parte da formação do futuro Assistente Social. ESTRUTURA CURRICULAR CICLO I MÓDULO 1A DISCIPLINA FILOSOFIA 80 FUNDAMENTOS DO SERVIÇO SOCIAL 80 HISTÓRIA SOCIAL E POLÍTICA BRASILEIRA 80 SOCIOLOGIA 80 TIG I – TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO I 80 TOTAL DE HORAS 400 CICLO I MÓDULO 1B DISCIPLINA 80 INSTRUMENTOS DE ANÁLISE ANTROPOLÓGICA 80 INSTRUMENTOS DE ANÁLISE SOCIOLÓGICA 80 TEORIA POLÍTICA 80 TIG II – TRABALHO INTERDICIPLINAR DE GRADUAÇÃO II 80 TOTAL DE HORAS 400 DISCIPLINA CH3 DIREITO E LEGISLAÇÃO SOCIAL 80 POLÍTICAS PÚBLICAS E POLÍTICAS SOCIAIS 80 PSICOLOGIA 80 QUESTÃO SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL: ESPAÇOS DE INTERVENÇÃO 80 TIG III - TRABALHO INTERDICIPLINAR DE GRADUAÇÃO III 80 TOTAL DE HORAS 400 CICLO II MÓDULO 2B CH2 DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL NO BRASIL CICLO II MÓDULO 2A CH1 DISCIPLINA CH4 ETICA EM SERVIÇO SOCIAL 80 PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL 80 PROJETOS DE INTERVENÇÃO SOCIAL 80 ORIENTAÇÃO PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO I 60 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO GERENCIAL 40 TOTAL DE HORAS 340 Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página34 3.2.3. MÓDULO 3A DISCIPLINA CH5 INSTRUMENTALIZAÇÃO DA PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL TEÓRICA 80 METODOLOGIA DE PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL 80 POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL 80 ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II 60 TOTAL DE HORAS 300 CICLO III MÓDULO 3B DISCIPLINA ESTATISTICA 40 MOVIMENTOS SOCIAIS, CIDADANIA E CONTROLE SOCIAL 80 POLÍTICA DE SAÚDE E SAUDE MENTAL 80 PSICOLOGIA SOCIAL 40 ORIENTAÇÃO PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO III 100 TOTAL DE HORAS 340 CICLO IV MÓDULO 4A DISCIPLINA CH7 ORIENTAÇÃO PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV 100 SEGURIDADE SOCIAL E PREVIDÊNCIA SOCIAL 80 SERVIÇO SOCIAL E MERCADO DE TRABALHO 40 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 80 TOTAL DE HORAS 300 CICLO IV MÓDULO 4B CH6 DISCIPLINA CH8 GESTÃO EM SERVIÇO SOCIAL 40 OFICINA DE LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS 40 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO, CRIANÇA E ADOLESCENTE. 80 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 80 TRABALHO, SOCIABILIDADE, SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE 80 SERVIÇO SOCIAL E TERCEIRO SETOR (optativa) 40 SERVIÇO SOCIAL E JUDICIÁRIO (optativa) 40 PENSAMENTO ECONÔMICO MODERNO (optativa) 40 ANÁLISE INSTITUCIONAL (optativa) 40 TOTAL DE HORAS 480 Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página35 CICLO III INTEGRALIZAÇÃO Disciplinas obrigatórias 2640h/a Atividades Complementares de Graduação 304 h/a Estágio Supervisionado 456 h/a Optativa 80 h/a Trabalho de Conclusão 160 h/a Carga Horária Total 3640h/a* *3640 horas 3.2.4 CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS As ementas e programas das unidades de estudo são periodicamente avaliados e revisados com o efetivo apoio do Núcleo Docente Estruturante do curso e submetidos à revisão pelo COLEC - Colegiado do Curso de Serviço Social, para deliberação, e pelos professores responsáveis pelas disciplinas, no intuito de promover, se necessário, os devidos ajustes. Esse trabalho tem como pressupostos: 1) Percepção dos professores com relação às dificuldades ou necessidades de ajustes com base nas aulas ministradas; 2) Avaliação dos alunos com relação ao conteúdo ministrado; 3) Necessidade de adequação mediante mudanças ou novas tecnologias relacionadas as mídias (Digital, impressa ou eletrônica). As ementas das disciplinas que compõem o curso encontram-se no anexo 1, ao final deste projeto. 3.3. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO 3.3.1. CIRCUITO ACADÊMICO Criado em 2010, o projeto consiste em envolver todos os cursos de graduação e pósgraduação do UNIBH. Alunos e professores apresentam trabalhos desenvolvidos no TIG, Trabalho Interdisciplinar de Graduação. Durante uma semana, alunos, professores e visitantes passeiam pela “Cidade do Conhecimento”, onde os trabalhos são apresentados por diversas Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página36 formas de aprendizagem ativa. O curso de Serviço Social participa ativamente do evento, expondo os trabalhos do TIG, que são produzidos pelos alunos, orientados pelos professores nos dos laboratórios do curso. Figura 4 – Arena UNIBH e Logo “Cidade Do Conhecimento” 3.3.2. TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO (TIG) Usando a interdisciplinaridade do TIG, poderia ser reforçado as questões legais sobre étnicoraciais, sustentabilidade, direitos humanos e inclusão social. Em fevereiro de 2009 foi realizada uma reestruturação curricular nos cursos ofertados pelo Centro Universitário UNIBH com a inclusão da disciplina Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG, como forma de promover a interdisciplinaridade dentro e fora da sala de aula. Na Resolução do CEPE n. 1, de fevereiro de 2009, foram aprovadas as normas para a disciplina acima citada para os cursos de bacharelado, licenciatura e tecnologia do UNIBH. A disciplina TIG é uma proposta de prática de caráter interdisciplinar cujo tema está diretamente relacionado à formação de habilidades (específicas e globais) e competências do curso e de competências descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, de modo a corroborar com a formação profissional, humana e cidadã dos alunos da instituição, ajudando-os na sua inserção político-social. Adota ainda, como princípio, o papel ativo dos estudantes na construção do conhecimento, em que o processo de aquisição do saber é mais importante que o próprio saber. A inclusão da disciplina na estrutura curricular dos cursos do UNIBH vem propiciar, através da Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página37 elaboração coletiva e da troca de experiências necessárias à sua realização, uma constante avaliação e revitalização dos processos de ensino e aprendizagem, levando os professores a se organizar para planejar suas ações, avaliar suas consequências e planejá-las. Os alunos trabalham de forma sistemática, organizada e solidária em grupos, tanto em sala de aula quanto em outros espaços de aprendizagem, visando construir sua autonomia acadêmica, intelectual, política e profissional. O trabalho é desenvolvido em todos os períodos ou módulos, cujas matrizes curriculares contemplem a disciplina TIG. Para tal os alunos serão orientados pelo professor da disciplina sobre as regras de construção, apresentação e avaliação do trabalho interdisciplinar, estabelecidas no Manual do Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG. (ver anexo 2). Os TIGs devem estar sempre em conformidade com os Planos de Ensino indicados pelos professores dos referidos componentes curriculares. Os TIGs são desenvolvidos, obrigatoriamente, em grupos de no mínimo 3 e de no máximo 8 alunos participantes, sem interferência prévia dos professores e coordenadores de curso, tanto na composição dos grupos quanto na manutenção de seus membros, cabendo aos alunos a responsabilidade pela manutenção de um grupo solidário, ético e responsável para com suas atividades acadêmicas. Todos os trabalhos são elaborados a partir de atividades em classe, sob orientação do professor de TIG, com a co-orientação dos demais docentes das disciplinas que compõem o módulo ou período, bem como em atividades de estudo e pesquisas realizadas fora de sala de aula, de acordo com os horários disponibilizados para tal finalidade para cada turma. O produto final do TIG, correspondente à modalidade e ao tema/eixo específico para cada turma, constará de um documento final escrito, com estrutura textual e formatação gráfica de acordo com normas estabelecidas, bem como um produto final, que serão utilizados para apresentação oral a uma banca examinadora. 3.3.3. ESTÁGIO O Estágio Supervisionado no curso de Serviço Social do UNIBH será regido por uma política de estágio própria, em observância os dispositivos previstos na Lei Federal 11.788, de 25/09/08 que dispõe sobre o estágio de estudantes e também a Resolução do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS) Nº 533, de 29/09/08, que regulamenta a supervisão direta Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página38 de estágio no Serviço Social. Tal Política de Estágio compreende uma elaboração compartilhada com os atores envolvidos no processo de formação do aluno, e é um instrumento importante que norteia às atividades curriculares obrigatórias e não obrigatórias previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI e no Projeto Pedagógico de Curso do mencionado Curso. Configura-se com o ingresso do aluno no espaço socioinstitucional eleito, com o objetivo de capacitá-lo para o exercício da profissão, o que pressupõe a supervisão sistematizada. Essa supervisão é feita em conjunto por professor supervisor acadêmico e por profissional Assistente Social de campo, embasado, sempre, em planos de estágio elaborados conjuntamente pelo Professor Orientador, aluno e Assistente Social Supervisor de Campo da Instituição que viabiliza o acesso do estagiário ao campo de trabalho. O Estágio Supervisionado do Curso de Serviço Social do UNIBH encampa as disciplinas de Orientação de Estágio Supervisionando, que serão executadas do quarto ao oitavo módulos, com carga horária de 456 h/a. O processo avaliativo do estágio supervisionado envolve o desempenho acadêmico, realizado pelo professor orientador e o desempenho no campo realizado pelo supervisor de campo e pelo próprio aluno. A nota final é extraída da média aritmética da pontuação conferida ao aluno pelas três partes envolvidas. Há apresentação dos trabalhos executados pelos alunos no campo de estágio ao final de cada semestre, sob a orientação do docente responsável por esse acompanhamento, em conjunto com os supervisores de campo. Tal apresentação é feita oralmente pelos alunos, os quais produzem material escrito cujo conteúdo é à sistematização da prática vivenciada. (anexo 6) Será elaborado pelo aluno em conjunto com o Professor orientador e o Assistente Social Supervisor de Campo, um Plano de Estágio envolvendo práticas compatíveis com as diversas áreas de atuação profissional, que possibilitarão o desenvolvimento de uma postura crítica, de habilidades e competências profissionais, preconizadas pelo Projeto Pedagógico do curso. O estágio não obrigatório é ato educativo escolar supervisionado que visa à preparação para o mercado de trabalho. Poderá ser desenvolvido como atividade opcional acrescida à carga horária regular e obrigatória em empresas privadas e órgãos públicos, bem como junto a profissionais liberais de nível superior devidamente registrado em seus respectivos conselhos Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página39 de fiscalização profissional. 3.3.4. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) Nos dois módulos finais do Curso o aluno deverá produzir um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) que versará preferencialmente sobre temas oriundos da análise dos resultados da pesquisa realizada nas disciplinas de Pesquisa em Serviço Social e Trabalho Interdisciplinar de Graduação ou da análise dos dados coletados no estágio de campo supervisionado. O TCC tem como objetivo o estímulo à produção científica, sendo que sua orientação acadêmica desdobra-se na produção de um texto construído rigorosamente dentro das normas da ABNT. Tal texto baseia-se na consulta e revisão da bibliografia especializada sobre o tema tratado e no aprimoramento da capacidade de interpretação, crítica e comunicação de dados do universo investigado. O TCC, orientado por um professor nas disciplinas de “Trabalho de Conclusão de Curso I e II” será apreciado no final do Curso por uma banca examinadora, da qual farão parte o professor orientador e dois outros professores e/ou profissionais com notório conhecimento e experiência na temática tratada. O documento normalizador do Trabalho de Conclusão de Curso é um regimento elaborado pelo Colegiado do Curso de Serviço Social do UNIBH que especifica as normas gerais de funcionamento e demarcação das atribuições e competências dos atores envolvidos na construção do TCC (anexo 3). Este poderá constituir-se num estudo de caso, numa análise de intervenção em uma determinada tarefa. Ou em rotinas de trabalho nos quais esteja o aluno envolvido. Também pode apresentar-se sob a forma de uma pesquisa de caráter teórico, com ou sem etapa de campo. O trabalho sempre se converterá num relatório escrito que deverá ser redistribuído aos colegas e, a critério da instância competente, selecionado para publicação. Para o desenvolvimento do TCC o professor contará com dois momentos ao longo da semana: um encontro semanal no qual poderá lecionar questões metodológicas para o conjunto da turma, ou mesmo repassar informações e experiências de interesse geral; e, outro momento, para o qual será elaborada uma escala de atendimento individualizado com a finalidade de acompanhamento e orientação dos trabalhos em desenvolvimento. Para viabilizar tal orientação o professor deverá ser remunerado e as horas de trabalho de campo e de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página40 orientação contabilizadas na carga horária do curso. 3.3.5. MONITORIA No curso de graduação em Serviço Social, o Programa de Monitoria tem os seguintes objetivos principais: Motivar os monitores e demais alunos nos estudos das disciplinas objetivando a redução dos níveis de evasão no Curso; Propiciar o surgimento e florescimento de vocações para a docência e a pesquisa, além de promover a cooperação acadêmica entre discentes e docentes. Além dos monitores bolsistas, remunerados com recursos orçamentários do UNIBH, outros alunos podem se integrar aos projetos aprovados, na condição de monitores voluntários. As disciplinas em que os monitores geralmente atuam, desde que, aprovados e com bom rendimento nas mesmas, constituem a base indispensável ao preparo dos alunos do Curso para o prosseguimento e aprofundamento dos seus estudos no campo específico do curso. Evidencia-se a necessidade de que seja fortalecida a atividade de Monitoria, ao lado de outras iniciativas objetivando incrementar a integração teoria-prática. O horário de monitoria para o atendimento dos alunos dos turnos diurno e noturno é ofertado nos horários em que os alunos não estiverem em sala de aula, por exemplo, de 16h às 19h de segunda a sexta e aos sábados no período da tarde, para os alunos do turno da noite. A seleção dos monitores é feita, após a abertura de um edital, por três professores da disciplina através de entrevista, análise curricular e do Histórico Escolar. 3.3.6. ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO (ACG) As Atividades Complementares de Graduação (ACG), propiciam conhecimento relevante para o processo ensino-aprendizagem, considerando critérios de interdisciplinaridade e de flexibilização curricular. Os alunos que ingressarem na instituição por intermédio de transferência, obtenção de novo título, ou outras formas de ingresso, ficam sujeitos ao cumprimento das Atividades Complementares conforme previsto na estrutura curricular na qual forem matriculados, Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página41 podendo solicitar o aproveitamento de horas já computadas pela instituição de origem. Os alunos poderão realizar Atividades Complementares desde o primeiro semestre letivo de sua matrícula até o fim do período máximo de integralização curricular. Para as estruturas curriculares aprovadas e implantadas a partir do 2º semestre de 2009, a categoria Programa de Nivelamento. O aluno que não cumprir as horas de Atividades Complementares previstas em sua matriz curricular não terá direito ao Diploma de Graduação, mesmo que tenha obtido aprovação em todas as disciplinas regulares de sua estrutura curricular. O aluno será responsável por reunir os comprovantes das atividades realizadas interna ou externamente, cujas cópias deverão ser semestralmente encaminhadas à Secretaria do Instituto, juntamente com os documentos originais, para registro formal, arquivo e cômputo das horas de Atividades Complementares, além de realizar o preenchimento de todos os formulários que por ventura forem necessários para a validação da atividade. Deverá ser entregue uma cópia junto com o comprovante original da atividade e caberá ao secretário do Instituto cotejar os documentos, carimbar (confere com o original) e assinar a cópia, além de devolver ao aluno o protocolo de recebimento devidamente assinado. O aceite da aludida comprovação ficará a cargo do coordenador de curso, que poderá recrutar o seu colegiado para auxiliá-lo nessa atividade. Semestralmente o coordenador deverá solicitar os prontuários à Secretaria de Departamento, dar seu parecer e registrar em formulário próprio para controle de Atividades Complementares, definindo a natureza da atividade, sua categoria e número de horas a serem computados para cada aluno, e encaminhar o cômputo semestral à Secretaria Acadêmica na Ata destinada a essa finalidade. Não sendo aprovada a documentação apresentada pelo aluno, o mesmo deverá ser comunicado, por e-mail, pelos secretários do Instituto, com a anotação da coordenação do curso acerca da irregularidade constatada. As Atividades Complementares são classificadas, conforme sua natureza em 7 (sete) categorias: A, B, C, D, E, F, e G conforme especificado a seguir. O aluno é obrigado a fazer Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página42 atividades de pelo menos 3(três) categorias distintas. CATEGORIA A - Eventos acadêmicos Participação em palestras, seminários, congressos, conferências, ciclo de debates, oficinas, mesas redondas, jornadas, fóruns, etc. promovidos pela própria instituição ou outros órgãos e entidades externas. Organização de eventos institucionais e acadêmicos, no Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH. CATEGORIA B – Pesquisa, Iniciação Científica e publicações. Participação em Grupos de Iniciação Científica orientados por professor do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH. Participação em Programas/Projetos de Pesquisa internos ou externos Publicação individual ou coletiva de produção científica (artigos, ensaios, livros, capítulos de livros, etc.). Apresentação de comunicações científicas em eventos desta natureza promovidos interna ou externamente. Participação em grupos de pesquisa orientados por professor do UNIBH. Realização de pesquisa científica sob orientação de professor do UNIBH. Apresentação de trabalhos de pesquisa científica em painéis ou seção de pôsteres organizados pela Coordenação do Curso. Participação em seções públicas de dissertação de mestrado e tese de doutorado, com apresentação de resumo. CATEGORIA C – Enriquecimento acadêmico-pedagógico Atividade de monitoria em disciplinas ofertadas pelo UNIBH, aprovadas pelo Coordenador de Curso. Matrícula – em caráter de enriquecimento curricular - em disciplinas de outros cursos ofertados pelo UNIBH, com comprovação efetiva de aproveitamento de frequência e notas. Aprovação em disciplinas isoladas de nível superior, na área do conhecimento, em outras Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página43 instituições de ensino. Obtenção de prêmios acadêmicos. CATEGORIA D – Extensão Cursos de Extensão promovidos pelo UNIBH ou outras IES. Participação em Programas ou Projetos de Extensão Comunitária promovidos pelo UNIBH, que não constem da estrutura curricular do curso. Prestação de serviços comunitários, como voluntário, em questões ligadas à cidadania, educação, qualificação e formação profissional, saúde, etc. CATEGORIA E – Atividades Culturais, esportivas e políticas. Apresentação de certificados de cursos livres de Idiomas, não inferior ao nível intermediário ou equivalente. Apresentação de certificados de cursos livres de Informática. Apresentação de certificados de cursos de atualização profissional na área de conhecimento do curso de graduação. Apreciação de filme, sob orientação de professor do curso. Leitura de livros clássicos ou técnicos não citados na referência bibliográfica básica das disciplinas do curso, sob orientação de professor do Curso. Visitas técnicas supervisionadas por professor do curso em órgãos, entidades ou empresas externas realizadas fora do horário regular das aulas. Atuação como representante de turma ou representante acadêmico em órgãos colegiados, por período não inferior a um semestre, devidamente comprovado. Participação em atividades desportivas, artística ou culturais institucionalizadas. Exercício de mandato completo em órgãos de representação estudantil. CATEGORIA F – Estágios e experiências profissionais Estágios extracurriculares aprovados pelo órgão competente da Instituição, estágios internacionais institucionalizados, experiências nacionais e internacionais ligadas à área Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página44 do conhecimento. CATEGORIA G – Nivelamento Participação integral no programa de nivelamento em letramento e numeramento disponibilizado pela instituição. Apresentação de certificados de cursos livres de desenvolvimento do raciocínio lógico, produção de texto, revisão gramatical e outros que atendam aos conteúdos e a carga horária do programa de nivelamento da IES. Aprovação em disciplinas de nível superior, na área do conhecimento do nivelamento em letramento e numeramento, em outras instituições de ensino que atendam aos conteúdos e a carga horária do programa de nivelamento da IES e que não tenham sido aproveitadas para dispensa de disciplina. A validação de horas em atividades não inclusas nas categorias descritas dependerá de análise e aprovação do Coordenador do Curso. O número de horas a ser creditado ao aluno, para cada atividade interna ou externa, será determinado pelo Coordenador do Curso, independente do número de horas registrado na documentação apresentada pelo discente. A discriminação do valor limite em horas, ou percentuais, a serem computadas para cada uma das atividades descritas em cada categoria é disponibilizada através do documento: INFORMAÇÕES GERAIS QUE REGULAM AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DO UNIBH, disponível para o aluno no sistema de controle acadêmico - Sistema On-Line (SOL). As atividades sugeridas em cada categoria poderão ser ofertadas pela própria instituição (Coordenações de Curso, professores ou outros setores do Centro Universitário de Belo Horizonte), ou por outras entidades. As horas validadas como Atividades Complementares serão disponibilizadas semestralmente para o aluno, em seu histórico escolar. 3.3.7. PESQUISA E EXTENSÃO São espaços pedagógico-científicos complementares e integrados ao curso de Serviço Social Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página45 do UNIBH, a partir da Indissociabilidade ensino, extensão e pesquisa, em que docentes, estudantes, profissionais e cidadãos buscam aprofundar reflexões, investigações e intervenções visando à construção de conhecimento teórico-metodológicos e operativos. 3.4. AVALIAÇÃO 3.4.1. AUTO AVALIAÇÃO O modelo de auto avaliação do UNIBH foi elaborado com base nas diretrizes do Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior – Sinaes, instituído pela Lei 10.861/2004, por meio da Comissão Própria de Avaliação - CPA. A CPA elaborou o projeto de avaliação da Instituição com base nas 10 dimensões previstas pelo Sinaes. A avaliação ocorre semestralmente sob a responsabilidade da Comissão Técnica de Avaliação Institucional – Cotavi do UNIBH. O processo de auto avaliação do UNIBH é composto por cinco fases, que, de forma encadeada, devem promover o contínuo pensar sobre a qualidade da Instituição: sensibilização, execução da auto avaliação, análise dos resultados, elaboração do relatório final e discussão do relatório com a comunidade acadêmica. Os objetivos traçados para a Avaliação Institucional só serão atingidos se houver uma participação efetiva da comunidade acadêmica. Por isso, é de fundamental importância a primeira fase do processo que é a sensibilização. A sensibilização tem início, aproximadamente, um mês antes da data definida no calendário escolar para aplicação dos instrumentos e envolve primeiramente os Diretores de Institutos e Coordenadores de Curso. A seguir, os docentes e funcionários técnico-administrativos e, por fim, a comunidade discente. A versão dos modelos específicos são amplamente divulgados e apresentados aos respectivos coordenadores (acadêmicos e administrativos) em seus campi e setores para deliberação. Com o objetivo de gerar comprometimento com o processo de auto avaliação são utilizados meios formais de comunicação com todas as áreas que serão avaliadas e avaliarão, carta ao líder do setor administrativo ou acadêmico, e-mails, cartazes informativos e site. A sistemática de apuração dos resultados contempla os múltiplos recortes da avaliação: quanto à metodologia, quantitativa e qualitativa; quanto ao foco, formativo e somativo; quanto à instância, interna e externa; quanto aos objetivos, a tomada de decisão, o mérito e a Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página46 construção coletiva. Assim, a análise dos resultados da Avaliação Institucional embora da competência da Comissão Própria de Avaliação - CPA não deve se restringir aos seus membros. Do ponto de vista operacional, a Comissão Técnica de Avaliação Institucional (Cotavi) oferece o apoio operacional necessário no tratamento dos dados o que mostra o interesse da instituição na Avaliação Institucional como ferramenta privilegiada para orientação dos processos de planejamento e gestão da Instituição. Do ponto de vista humano, o processo de auto avaliação corre o risco de não conseguir traduzir todas as percepções de seus atores e por isso é necessário que mesmo durante a elaboração dos resultados sejam colhidas novas percepções que contribuam para a melhor interpretação dos resultados encontrados. A divulgação dos resultados acontece, inicialmente, com a apresentação dos dados em reunião que envolve a reitoria e respectivos setores avaliados. Já os resultados da avaliação que envolve docente, discente e coordenadores de curso, são afixados cartazes com os dados gerais da instituição em sala de aula e no site e os Coordenadores de Curso discutem os resultados de cada curso nas reuniões com os representantes de turma. No processo de divulgação a CPA procura sempre abrir o canal de comunicação com a comunidade acadêmica a fim de apurar as críticas e sugestões para o aprimoramento do modelo de avaliação institucional, incorporando sugestões de melhorias coletadas durante a auto avaliação. De acordo com o PDI, a Avaliação Institucional do UNIBH tem por finalidade principal a análise dos processos acadêmico-administrativos, de modo a possibilitar nova tomada de decisão, com vistas ao aperfeiçoamento e fortalecimento institucional. Considerando a missão do UNIBH, constata-se que a finalidade da Avaliação Institucional avança para além do formalmente expresso. A meta principal é a criação de uma cultura de avaliação por meio: da reavaliação permanente, visando ao aperfeiçoamento da própria metodologia de da prudência, clareza e ética como valores norteadores da ação avaliativa; da sensibilização e do envolvimento permanentes da comunidade acadêmica; da agilidade e simplicidade, tanto nas abordagens quanto na divulgação dos resultados; Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página47 avaliação; da mobilização para o compromisso da construção coletiva de um modelo institucional que atenda às expectativas das comunidades interna e externa. A avaliação colabora para que as reflexões de todas as atividades desenvolvidas no âmbito da instituição levem ao aperfeiçoamento e às mudanças, nas diferentes esferas, possibilitando à sua comunidade a apreciação e participação na gestão universitária e a melhoria do desempenho acadêmico, particularmente na relação pedagógica. Para que a avaliação não se transforme em instrumento de punição, por deter informações que desvelam os problemas, é necessário haver, continuamente presente, a visão da autonomia universitária, preocupada com a qualidade do ensino, com a perspectiva do crescimento humano, com a descoberta do saber científico e com a sociedade, no desenvolvimento de seus programas de extensão. A avaliação universitária deverá propor mudanças para o crescimento. O Processo de Avaliação Institucional do UNIBH foi instituído em 1998, antes do credenciamento, objetivando o aprimoramento das gestões pedagógica e administrativa com vistas à melhoria da qualidade. O Curso de Serviço Social passa por avaliações institucionais semestrais, nas quais os alunos avaliam os professores, os professores avaliam a coordenação e a coordenação avalia os professores e os professores avaliam os alunos a fim de identificar questões relativas à didática, metodologia, entre outras. Os resultados das avaliações são amplamente divulgados através de comunicação digital, reuniões presenciais e sala de aula. AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO Após a divulgação dos resultados, as coordenações de curso e os setores administrativos avaliados elaboram seus planos de ação a partir das fragilidades apontadas na avaliação. Na área acadêmica, os coordenadores de curso contam com a participação efetiva de seus respectivos NDEs para a elaboração de seus planos que são direcionados à CPA para conhecimento e divulgação. A IES Também possui um planejamento e execução efetivo de ações acadêmicoadministrativas em função dos resultados obtidos nas avaliações externas (reconhecimento, ENADE e outras). Estas ações contam com a participação dos docentes do curso em conjunto Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página48 com o NDE. As práticas encontram-se consolidadas e institucionalizadas. 4. CORPOS DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO 4.1. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA A organização acadêmica e o funcionamento dos órgãos colegiados estão descritos e regulamentados na forma do Estatuto e no Regimento do UNIBH disponíveis na intranet da Instituição para consulta de toda comunidade acadêmica e consta ainda nos seguintes documentos: Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC); Projeto Pedagógico Institucional (PPI); Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). 4.1.1. COORDENAÇÃO DO CURSO De acordo com a Resolução do UNIBH nº 3 de 22/12/2009 a política de seleção de Coordenadores de Curso é de responsabilidade da Reitoria e do Gestão de Pessoas. No Estatuto do UNIBH, são definidas todas as competências dos coordenadores no âmbito de cada curso. 4.1.2. COLEGIADO DO CURSO (COLEC) Conforme o Estatuto do UNIBH, o Colec, órgão de natureza deliberativa, normativa e consultiva da gestão pedagógica do UNIBH, é constituído pelos seguintes membros: I- O coordenador do curso, seu presidente, que tem voto de qualidade e comum; II- 5 (cinco) representantes dos professores do curso, eleitos para mandato de 2 (dois) anos, na forma deste Estatuto e do Regimento; III- 1 (um) representante do corpo discente do curso, indicado pelo DA ou CA para mandato de 1 (um) ano, vedada a recondução imediata; em caso da inexistência desses órgãos, o membro será eleito pelos representantes de turma. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página49 As atribuições do Colec são aquelas constantes no Estatuto. 4.2. CORPO DOCENTE: PERFIL O corpo docente do curso Serviço Social é composto de professores que possuem titulação obtida em Programas de Pós-graduação strictu sensu, sendo que, dentre estes, 45% são mestres e 27% são doutores, contratados em regime de tempo integral/parcial. Os professores titulados têm em média 10 anos de experiência em docência no ensino superior. (ver composição do quadro docente no anexo 5). 4.2.1. PERFIL DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE) O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Serviço Social pode ser definido como um conjunto de professores de elevada formação e titulação, contratados em tempo integral ou parcial, que respondem, mais diretamente, pela criação, implementação e consolidação do Projeto Pedagógico do Curso, além de sua permanente atualização. (ver seus constituintes no anexo 4). Procedimentos para seleção dos docentes integrantes do NDE: O Coordenador do Curso seleciona os professores que devem compor o NDE, submetendo a proposta ao Diretor e ao Núcleo Acadêmico; O Diretor e o Núcleo Acadêmico aprovam as indicações e encaminham a proposta colegiado para homologação; O Reitor divulga portaria de nomeação dos professores que integrarão o NDE do curso por um período mínimo de três anos; O Coordenador do Curso convoca os integrantes do NDE para as reuniões que deverão ocorrer, no mínimo, uma vez por mês; O NDE discute, nas reuniões, assuntos de interesse do curso, conforme atribuições citadas anteriormente; O Coordenador do Curso registra as deliberações do NDE, a cada reunião, em livro próprio, apresentando-o, quando solicitado, à Direção da IES e, obrigatoriamente, às comissões de avaliação in loco, do Inep/MEC. Procedimentos para substituição dos docentes integrantes do NDE: Decorridos três anos de participação dos docentes no NDE, o Coordenador do Curso, Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página50 ouvido o Núcleo Acadêmico ou o Diretor do Instituto, submeterá ao colegiado a sugestão de dois nomes de docentes que deverão substituir dois dos integrantes do NDE, renovando parcialmente e de forma alternada, a composição do Núcleo, de modo a garantir a continuidade no processo de acompanhamento do curso. 4.2.2. IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS DE CAPACITAÇÃO NO ÂMBITO DO CURSO A Política de Capacitação Docente do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH visa fomentar e incentivar as atividades de formação, capacitação, aprimoramento e aplicação dos professores que compõe o Corpo Docente da Instituição. A proposta de capacitação do corpo docente do UNIBH está em consonância com o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), com a missão da IES e com as demais políticas propostas. Além disso, normatiza, estimula e estabelece políticas de fomento ao ensino, a pesquisa e a extensão, como atividades fundamentais para o crescimento acadêmico da instituição, com reflexos inexoráveis à comunidade. O objetivo da Política de Capacitação de docentes no âmbito do Curso de Serviço Social do UNIBH é de promover a melhoria da qualidade das funções de ensino, pesquisa, extensão e gestão da instituição, por meio de cursos de pós-graduação, encontros, seminários, educação continuada, e atualização profissional, oportunizando a seus professores condições de aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos didáticos, científicos, tecnológicos e profissionais. São objetivos específicos da Política de Capacitação Docente: Desenvolver a rotina de capacitação institucional, visando estabelecer uma constante educacional que contribua com a otimização do Corpo Docente e a consolidação dos princípios pedagógicos institucionais; Fomentar e incentivar a participação dos professores da instituição em atividades internas e externas de formação, capacitação e aprimoramento; Normatizar e operacionalizar a participação oficial de docentes da instituição em cursos internos e externos, desde que os mesmos sejam de interesse institucional. A IES entende que a Política de Capacitação Docente deve possuir um caráter permanente buscando a melhoria contínua do processo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, a instituição Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página51 promove ininterruptamente as seguintes ações: Semana de planejamento e Reflexão Pedagógica No início de todo semestre letivo, é realizado um evento interno com todos os docentes para: planejamento pedagógico, discussão e reflexão da prática docente, reuniões e discussão das atividades docentes, avaliação docente, apresentação do plano de ensino e plano de aula e demais atividades pedagógicas. Evento de capacitação Didático-pedagógica Na Semana de Planejamento Pedagógico é realizado pela instituição um evento interno com todos os docentes, no formato de Encontro, Seminário, Simulação ou Prática, Palestra, Discussão ou Debate, Depoimentos entre outros, tendo como objetivo claro atender a uma demanda ou carência didático-pedagógica. Para tais eventos, o UNIBH poderá convidar professores da própria instituição, ou mesmo professores de notório conhecimento regional ou nacional. 4.2.3. CRITÉRIOS DE ADMISSÃO 4.2.3.1. DO PROVIMENTO INTERNO Conforme o Plano de Carreira Docente do UNIBH, para o preenchimento de vagas existentes, os órgãos competentes (Núcleo Acadêmico e Gestão de Pessoas) deverão instalar Processo de Provimento Interno de Vagas, de acordo com normas e procedimentos da Reitoria. O Processo de Provimento Interno de Vaga será divulgado por intermédio de edital publicado nos meios eletrônicos de dados da Instituição. Será constituída Comissão de Seleção conforme definido no instrumento convocatório. De acordo com a necessidade, poder-se-á instalar Processo de Provimento Externo por intermédio de edital publicado nos meios de comunicação a critério da Reitoria. 4.2.3.2. DO PROVIMENTO EXTERNO O ingresso no corpo docente do UNIBH far-se-á, preferencialmente, por processo seletivo no nível da categoria correspondente ao de sua titulação: Assistente I, Assistente III e Professor Adjunto I. O Assistente é a categoria de enquadramento inicial de professor especialista e mestre: para ingresso como Professor Assistente I exige-se formação mínima de pós-graduação lato sensu Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página52 e, para ingresso como Professor Assistente III, formação mínima de mestre. Adjunto é a categoria de enquadramento inicial de professor com grau de doutor, podendo ser ocupado por professor mestre através de progressão funcional; para ingresso como Professor Adjunto I exige-se formação mínima de doutor. 4.2.4. PLANO DE CARREIRA O Plano de Carreira Docente em vigor foi reestruturado e aprovado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) do UNIBH em 2009 e homologado pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Minas Gerais, por meio dos despachos do superintendente nos 12 e 13 de 14 de maio de 2009. O ato foi publicado no Diário Oficial da União nº 92, de 18 de maio de 2009, seção 1, p. 110. 4.2.5. POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO DOCENTE Para que possam modernizar suas práticas pedagógicas (nas quais se incluem também as práticas avaliativas), investigar metodologias inovadoras de aprendizagem e cumprir sua função de facilitadores das aprendizagens dos alunos, os professores passam por processos contínuos de formação e de capacitação, oferecidos pela própria instituição. As exigências institucionais de competências renovadas; maior qualificação; atitude interdisciplinar; utilização de novas tecnologias de comunicação e informação; domínio do conhecimento contemporâneo e aplicação desse conhecimento na solução de problemas; capacidade de integrar os conteúdos de sua disciplina com os conteúdos de outras disciplinas e com o contexto curricular e histórico-social têm colaborado para a reformulação das concepções sobre a formação de docentes no ensino superior. 4.3. ATENÇÃO AOS DISCENTES 4.3.1. ATENDIMENTO AO ALUNO PELA COORDENAÇÃO DE CURSO O atendimento aos discentes é dado pelo coordenador do curso, em períodos alternados para melhor atender os alunos. (permitindo uma maior aproximação entre alunos e coordenação) 4.3.2. CENTRAL DE CARREIRAS E MERCADO DE TRABALHO A Central de Carreiras e Mercado de Trabalho do UNIBH desenvolve atividades com o objetivo de promover a aproximação dos alunos entre o mundo acadêmico e o empresarial, o que possibilita o amadurecimento e desenvolvimento dos discentes nas atividades de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página53 aprendizagem de cunho social, profissional e cultural. O setor desenvolve vários projetos e realiza atividades diversificadas com foco na carreira e no percurso acadêmico do discente. Dentre elas é responsável pelos programas de estágio interno e externo, monitoria de disciplinas, liderança discente e apoio à prática do serviço voluntário em empresas parceiras. Realiza ainda dinâmicas para processos seletivos, workshops, palestras sobre mercado de trabalho, orientações sobre perfil e postura profissional, currículo e ética organizacional que enfocam, principalmente, motivação para a aprendizagem e o desenvolvimento de competências. O setor também, quando solicitado, desempenha atividades em salas de aula, de qualquer período, que contribuam para a melhoria das relações humanas dos alunos, entre si e com as outras pessoas implicadas no ambiente acadêmico, tendo em vista o clima organizacional favorável ao ensino-aprendizagem e o futuro profissional. É com esse propósito que o UNIBH busca a excelência na formação integral de seus alunos, enquanto pessoa, cidadão e profissional e os prepara para a inserção ativa na sociedade. 4.3.3. CENTRO DE ATENDIMENTO AO ALUNO (CAA) O CAA é a área responsável pelas informações, registros e encaminhamento das solicitações do aluno, sobre os serviços de crédito universitário, Financiamento Estudantil (Fies), ProUni, mensalidades, recolhimento de taxas (histórico, multa de biblioteca, certificados e declarações, entre outras) e emissão de segunda via de boletos de pagamento (boletos de mensalidades e/ou taxas). O atendimento presencial é realizado das 9h às 21h, de 2ª a 6ª feira. 4.3.3.1 REGISTRO E CONTROLE ACADÊMICO A Secretaria Acadêmica é o órgão administrativo-acadêmico mais próximo do aluno para seus Executar a matrícula dos alunos calouros; Controlar e acompanhar a rematrícula dos alunos veteranos; Expedir históricos escolares, atestados, certidões e declarações; Receber e encaminhar processos; Confeccionar e registrar os diplomas na forma da lei; Outras matérias de interesse acadêmico. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página54 contatos com a Instituição e para informações sobre sua vida escolar. Cabe à Secretaria: 4.3.3.2. HORÁRIO DE ATENDIMENTO O atendimento pode ser feito por telefone, por e-mail ([email protected]) ou pessoalmente, sempre das 9h às 21h, de segunda a sexta-feira, exceto na pós-graduação que atende de segunda a sexta-feira de 10h às 21h30min e aos sábados das 8h às 17h. 4.3.4. TIPOS DE BOLSAS DE ESTUDO E FINANCIAMENTO A Instituição oferece aos seus alunos vários tipos de bolsas: Programa Universidade para Todos - ProUni; Educa+Brasil Educafro Sindicato dos Auxiliares Administrativos de Minas Gerais (Saae-Mg); Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro-Mg); Bolsa Convênio (associações, com entidades públicas e privadas); Bolsa Parente; Bolsa ex-aluno; Monitoria; Pesquisa; Estágio. Temos ainda os financiamentos: Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES; Crédito Pra Valer. O regulamento para a participação desses benefícios está disponibilizado nos órgãos competentes da Instituição ou através do site da Instituição www.unibh.br onde o aluno encontra as informações sobre inscrições, documentação necessária, datas, percentual de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página55 desconto, etc. 5. INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES 5.1. INSTALAÇÕES GERAIS 5.1.1. ESPAÇO FÍSICO DO CURSO Os espaços físicos utilizados pelo curso são constituídos por infraestrutura adequada que atende as necessidades exigidas pelas normas institucionais, diretrizes do curso e órgãos oficiais de fiscalização pública. A infraestrutura compõe-se dos seguintes espaços: 5.1.1.1. SALAS DE AULA As salas de aula possuem estrutura física adequada para os usuários e para as atividades exercidas. Todas elas salas têm boa acústica, possuem iluminação e ventilação artificial e natural. Os mobiliários são adequados para as atividades; as salas são limpas três vezes ao dia e dispõem de lixeiras em seu interior e nos corredores. 5.1.1.2. INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS As instalações administrativas se caracterizam por espaço físico adequado para os usuários e para as atividades exercidas; todas as salas têm boa acústica, possuem iluminação e ventilação artificial e natural. Todos os mobiliários são adequados para as atividades; as salas são limpas três vezes ao dia e dispõem de lixeiras em seu interior e nos corredores. 5.1.1.3. INSTALAÇÕES PARA DOCENTES DO CURSO As salas de professores do UNIBH compõem-se de espaços para reunião, gabinetes de trabalho, telefone e computadores conectados a internet. 5.1.1.4. INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO As instalações que se destinam às coordenações de cursos são distribuídas pelos campi da Instituição e interagem diretamente às secretarias de cada departamento. Os espaços físicos que alocam a coordenação são adequados para as atividades exercidas. Possui mobiliário e equipamentos adequados para as atividades acadêmico-administrativas. 5.1.1.5. LABORATÓRIOS DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL - LCSS No curso de Serviço social existe uma gama de atividades complexas que necessitam de espaço físico para produção de arquivos e de acervo de dados do social, tendo como foco a Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página56 cidade de Belo Horizonte. Esta construção faz do observatório um espaço de referência de pesquisa das questões sociais na cidade de Belo Horizonte. No interior das concepções teórico-metodológicas do curso e do Centro Universitário – UNIBH, este espaço também se destina à realização da sistematização e socialização de pesquisas sociais promovidas pelo conjunto de docentes e discentes do curso, por meio de projetos de ensino vinculados às disciplinas, que englobam desde o mundo do trabalho, da seguridade social, da saúde e da escola até pesquisas que levem à reflexão dos processos de inclusão e da participação social. O Laboratório se constitui como um espaço investigativo de aproximação e interdependência entre o universo de ensino, da pesquisa e da extensão, garantindo parte importante desta Indissociabilidade e propiciando o exercício da formulação de práticas de enfrentamento das questões sociais por meio da pesquisa/ensino, uma vez que é o espaço das atividades de produção do conhecimento acadêmico de professores/alunos no intuito da formação do assistente social a partir dos princípios norteadores do curso. O observatório do Curso de Serviço Social tem como objetivos: 1. A constituição de banco de dados sobre a realidade social local articulando as pesquisas desenvolvidas pelo corpo docente que retroalimentem as práticas pedagógicas; 2. Acolher as atividades práticas das disciplinas curriculares de Orientação de estágio supervisionado nos módulos 4º, 5º, 6º e 7º; 3. Produção e o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas docentes e discentes (TCC) voltadas ao entendimento das questões sociais; 4. Socialização de resultados obtidos, por meio da produção acadêmica de artigos e trabalhos científicos, que difundam e divulguem as pesquisas realizadas; 5. Estímulo à elaboração de materiais de cunho acadêmico-científico e de divulgação que aprofundem a reflexão sobre a formação e a atuação do assistente social; 6. Promoção e organização de oficinas e seminários que possam ampliar a reflexão teórica sobre a prática profissional do assistente social. O laboratório consolida assim as atividades práticas ligadas aos projetos institucionais de ensino-aprendizagem definidas no interior do Curso de Serviço Social, que através do seu Colegiado elaborou um estatuto para a sua regulamentação interna. Quanto à infraestrutura pode-se apontar a uma sala com computadores e ponto para rede de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página57 internet com o objetivo de acesso às bases de dados nacionais, como, por exemplo, o IBGE, SUAS, CADUNICO dente outros, fundamentais para a realização da pesquisa social e para a construção de bases de dados próprias à realidade local e aos trabalhos desenvolvidos no curso. O Laboratório conta com apoio técnico e manutenção de equipamentos, realizados pelos setores da instituição para atenderem às demandas. O atendimento não se restringe apenas aos alunos, uma vez que está aberto à comunidade com parcerias e atividades de extensão. 5.1.1.6. AUDITÓRIO No campus Estoril, o espaço destinado para conferência tem 1703 metros quadrados de área total e capacidade para aproximadamente 1000 pessoas. O local apresenta iluminação e ventilação tanto natural como artificial. A acústica é adequada. O mobiliário é suficiente para as atividades de conferência. Com instalações sanitárias, masculina e feminina, o local é limpo e varrido uma vez ao dia e dispõe de lixeiras em seu interior e nos corredores. O campus Lourdes também possui auditório adequado às atividades acadêmico- administrativas. O campus Antônio Carlos possui auditório e espaço de convívio onde são realizadas atividades como Fóruns, Debates, Ciclos, Oficinas, dentre outros eventos. 5.1.1.7. CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS Para tratar especificamente da educação dos alunos com deficiência, o primeiro desafio que temos a vencer é a questão da acessibilidade. Acessibilidade implica vencer as barreiras arquitetônicas, curriculares e atitudinais. ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA Tanto na legislação nacional (Plano Nacional de Educação – Lei nº 10.172/01) quanto na legislação municipal existem metas explícitas para a melhoria das condições de acessibilidade aos deficientes físicos nas Instituições de Ensino. Para além do que propõe a legislação, por ter a diversidade humana como um valor, o CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE assume seu compromisso com a inclusão social efetuando mudanças fundamentais não apenas na adequação do espaço físico, mas sobretudo no desenvolvimento de atitudes de sua comunidade, por entender que são as ações concretas e formativas que Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página58 efetivamente contribuem para a construção de um novo tipo de sociedade. Muitas obras e adaptações são continuamente realizadas nas instalações, com vistas a atender as necessidades de locomoção e conforto das pessoas deficientes, como, por exemplo, rampas de acesso; banheiros com barras de apoio; pia e espelho adequadamente instalados; elevadores com cabines amplas e botões de acionamento acessíveis, com escritas em braile para os deficientes visuais. ACESSIBILIDADE CURRICULAR E ATITUDINAL Na perspectiva de se ter a diversidade humana como um valor é preciso considerar e defender o direito das pessoas com necessidades especiais ao acesso à educação, o que significa engajar estudantes, professores e funcionários da IES no propósito de garantia desse direito. Isso significa que os participantes do processo educativo devem valorizar as diferenças como fator de enriquecimento pessoal, acadêmico e profissional, removendo as barreiras para a aprendizagem e promovendo a participação de todos e de cada um, com igualdade de oportunidades. O princípio fundamental da inclusão e do acesso curricular é que os alunos devem aprender juntos, apesar das dificuldades ou diferenças que possam apresentar. Partindo desse princípio, o CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, desde o momento em que os alunos se inscrevem para o vestibular de acesso aos cursos, procura identificar as demandas de inclusão de alunos com deficiência, oferecendo todas as condições para que realizem a prova. Uma vez matriculados, várias ações são implementadas no sentido de garantir a qualidade de aprendizagem e de convívio desses alunos no âmbito acadêmico, envolvendo docentes, discentes e pessoais técnico-administrativo no atendimento às suas necessidades, quando necessário. Assim, no CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, os alunos com deficiência recebem todo e qualquer apoio extra que possam precisar, para que lhes seja assegurada uma aprendizagem efetiva. Reconhecer e responder às diversas necessidades de alunos e alunas com deficiência é da maior importância para que desfrutem da igualdade de oportunidades de apropriação do saber, do saber fazer e do saber ser e conviver. 5.1.1.8. INFRAESTRUTURA DE SEGURANÇA (DE PESSOAL, PATRIMONIAL E PREVENÇÃO DE INCÊNDIO E DE ACIDENTES DE TRABALHO) Em 13 de abril de 2004 foi criada a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) que Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página59 tem por finalidade a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho com as seguintes atribuições: I - identificar os riscos dos processos de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior número de trabalhadores com assessoria do SESMT, onde houver; II - Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúdes no trabalho; III - participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias, bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho; IV - realizar periodicamente, verificações nos ambientes e condições de trabalho visando a identificação de situações que venha a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores; V - realizar a cada reunião, avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de riscos que foram identificadas. Além disso, o UNIBH dispõe de uma infraestrutura que atende satisfatoriamente aos critérios de segurança e inclui os seguintes itens: portarias e postos com ramais e computadores para controle de acesso, que é feito através de catracas eletrônicas; centrais de alarmes monitorados pela empresa Semax; grades nas janelas dos setores equipados com maior volume de equipamentos. 5.1.2. EQUIPAMENTOS 5.1.2.1. ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS DOCENTES O UNIBH oferece aos docentes livre acesso aos equipamentos de informática, possuindo número suficiente de equipamentos, que atende satisfatoriamente às necessidades dos usuários para as devidas atividades. Os docentes têm acesso aos equipamentos na sala de professores, bibliotecas e nos laboratórios de informática. 5.1.2.2. ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS ALUNOS O UNIBH oferece aos discentes livre acesso aos equipamentos de informática, dispondo de um número suficiente de equipamentos, que atende satisfatoriamente às necessidades dos usuários para as devidas atividades. Os usuários contam com a ajuda de monitores nos laboratórios de informática. 5.1.2.3. RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA O UNIBH possui recursos audiovisuais e de multimídia em quantidade adequada, atendendo aos docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo, mediante agendamento antecipado. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página60 Conta com equipamentos como microcomputadores, projetores de vídeo (Datashow), retroprojetores, projetores de slides, aparelhos de som, gravadores, câmaras digitais, filmadoras, televisores, videocassetes, DVD, etc. 5.1.2.4. EXISTÊNCIA DA REDE DE COMUNICAÇÃO (INTERNET) O UNIBH possui rede de comunicação (internet e intranet) disponível a todos os docentes e discentes em todos os campi por meio de seus laboratórios e terminais disponibilizados nas bibliotecas e salas dos professores. E ainda, para todos os funcionários técnico-administrativos da Instituição. 5.1.2.5. PLANO DE EXPANSÃO E DE ATUALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS O UNIBH implementa regularmente, a cada semestre letivo, plano de expansão e atualização de equipamentos de acordo com a demanda dos cursos e o número de alunos matriculados. Em se tratando das redes de acesso, a Gerência de Tecnologia e Informação do UNIBH conta com softwares de última geração para melhor atender a sua comunidade. Além disso, a rede da instituição possui acesso sem fio (Wireless), fornecendo mobilidade e flexibilidade aos alunos. 5.1.3. SERVIÇOS 5.1.3.1. MANUTENÇÃO PERMANENTE (PREVENTIVA E CORRETIVA) DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS O UNIBH realiza manutenção adequada permanente (preventiva e corretiva) em todas as instalações físicas dos quatro campi. Técnicos especializados nas áreas elétrica, hidráulica, marcenaria, serralheria, devidamente equipados, fazem manutenções preventivas e corretivas quando necessárias. 5.1.3.2. MANUTENÇÃO PERMANENTE (PREVENTIVA E CORRETIVA) DOS EQUIPAMENTOS O UNIBH realiza manutenção adequada permanente (preventiva e corretiva) em todos os equipamentos pela própria equipe de funcionários e quando há necessidade de equipamento, a equipe deixa outro no seu lugar até que se conclua o serviço de reparos. 5.2. BIBLIOTECA O Sistema Integrado de Bibliotecas é um órgão suplementar do UNIBH, vinculado ao Núcleo Acadêmico, mantido por verbas incluídas anualmente no orçamento da Instituição, sendo Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página61 constituído pelas seguintes unidades: Biblioteca campus Antônio Carlos; Biblioteca campus Cristiano Machado; Biblioteca campus Estoril; Biblioteca campus Lourdes. A gestão multicampi das unidades do sistema é exercida por um bibliotecário líder. Cada unidade possui um bibliotecário líder, responsável pela gestão da unidade a qual está vinculado. Todos os profissionais bibliotecários são bacharéis em Biblioteconomia, devidamente registrados no Conselho Regional de Classe. O sistema é depositário de todo o material bibliográfico e especial e destina-se a prover de informações o ensino, a pesquisa e a extensão, de acordo com as políticas da Instituição. Para o bom desempenho de suas funções, observa-se unidade de patrimônio, administração e racionalidade de organização, com utilização plena de recursos humanos e materiais. Todo o sistema segue normas nacionais e internacionais para o desenvolvimento de suas atividades cujos princípios são: Regras de controle bibliográfico universal; Democratização do acesso bibliográfico disponível; Participação atenta na manutenção da qualidade de informação; Atualização constante dos canais de comunicação com os órgãos informacionais nacionais e estrangeiros; Maximização do uso de equipamentos; Desenvolvimento de programas permanentes de atualização e aperfeiçoamento de pessoal para presteza no atendimento aos seus usuários. O pessoal técnico-administrativo conta com um quadro funcional de auxiliares graduados, graduandos e com ensino médio completo, conforme a política da Instituição. 5.2.1. ACERVO - POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO A aquisição se dá de forma centralizada, por meio da Biblioteca Universitária localizada no campus Estoril. Os responsáveis pela indicação e seleção do acervo bibliográfico do UNIBH Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página62 são os coordenadores e professores, que solicitam a aquisição de obras constantes no Plano de Ensino dos cursos que contribuem para o enriquecimento pedagógico. A expansão e atualização do acervo são contínuas e baseadas no Plano de Ensino dos cursos e de acordo com a Política de Desenvolvimento de Acervo. A necessidade de uma obra bibliográfica e a quantidade de exemplares disponível obedece a critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação – MEC. A atualização acompanha novos lançamentos, por meio de catálogos de editoras e matérias publicadas em jornais e revistas e a pedidos dos coordenadores e professores. A compra é realizada periodicamente de acordo com o orçamento disponível para as bibliotecas. A Biblioteca Universitária possui autonomia sobre as obras a serem adquiridas, quando se tratar de acervo de referência (enciclopédias, dicionários, guias, catálogos e similares). 5.2.2. INFORMATIZAÇÃO As Bibliotecas estão automatizadas com o software Pergamum, programa desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC-PR em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-RJ. O sistema utiliza o formato MachineReadableCataloging (MARC) padrão internacional de catalogação – o Pergamum permite a importação e exportação de registros com intercâmbio de informações entre acervos bibliográficos e dispõe de eficientes recursos direcionados para as várias atividades desenvolvidas em bibliotecas, com destaque para os que favorecem a consulta ao catálogo por meio das redes internas e da internet. Associada ao sistema Pergamum, existe uma equipe responsável por gerenciá-lo e em função dele, realizar o processamento técnico das novas aquisições, além de coordenar a catalogação do acervo existente e integrar, de forma condigna, o catálogo coletivo da Rede Compartilhada Pergamum. Atualmente, 100% do acervo estão catalogados, com possibilidade de acesso à base de dados local e acesso remoto, para consulta (autor, título, assunto e pesquisa booleana), reserva e renovação on-line e demais acompanhamentos do usuário com as informações da biblioteca. 5.2.3. ARMAZENAGEM E ACESSO AO ACERVO O acervo é acondicionado em estantes apropriadas para livros, periódicos e armários para Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página63 materiais especiais: vídeos, DVD e CD-ROM. As bibliotecas oferecem livre acesso às estantes, o que possibilita ao usuário fazer sua escolha de leitura, de forma independente. Quando necessita de orientação, recebe atendimento personalizado. A iluminação é adequada para seu funcionamento e em casos de emergência, possui iluminação própria independente específica para este fim. Ainda, para oferecer total segurança aos seus visitantes, as bibliotecas possuem extintores de incêndio, e hidrante, além de ser muito bem sinalizada. Contém sensores de alarme instalados em pontos estratégicos nas Bibliotecas. Para os PCD (Pessoas com deficiência), as bibliotecas Estoril e Lourdes possuem um único nível, de fácil acesso interno e externo, com rampa de acesso externo. A Biblioteca do campus Antônio Carlos possui dois níveis, com acesso especial para o segundo nível com rampa e elevador. Possui catálogos automatizados de autor/título/assunto disponíveis para o público, Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2); classificação bibliográfica pelo CDU - Código de Classificação Universal; tabela de cutter; etiqueta de lombada e etiqueta de código de barras para leitora óptica; carimbo da Instituição. As Bibliotecas possuem salas e cabines para estudo individual. O espaço para estudo em grupo está distribuído na área de circulação de cada biblioteca. Informatização do acervo: informatizado com possibilidade de acesso local e pela internet. Empréstimos e Reservas: é informatizado e a circulação do acervo é realizada pelo gerenciamento do sistema Pergamum, é oferecido nas modalidades domiciliar, em sala de aula, interbibliotecas e entre instituições privadas e/ou governamentais. O empréstimo entre as bibliotecas do Sistema Integrado UNIBH é solicitado no balcão de atendimento e o material é enviado via malote. É através do Sistema Pergamum que também é feita a realização de reservas e renovação de títulos online pela internet. Base de dados eletrônica: a fim de obter informações digitalizadas como citações, resumos, Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página64 textos na íntegra, imagens, estatísticas, etc., em assuntos restritos, organizados para pesquisa e busca rápida de fácil acesso, a Biblioteca disponibiliza aos usuários acesso a bases de dados eletrônicas, tais como: COMUT eletrônico - Serviços de Comutação Bibliográfica com Periódicos e obtenção de cópias de documentos e artigos através de correio, fax ou por sistema on-line em bibliotecas nacionais e internacionais. BIREME - disponibiliza bases de dados com referências de artigos e documentos científico-técnico em saúde, assim como catálogos coletivos e coleções de bibliotecas. As bases apresentadas são MEDLINE e o conjunto de bases segue a metodologia LILACS. SCIENCE DIRECT: possui 2.700 títulos em várias áreas do conhecimento, nela os textos estão disponíveis na íntegra e nos computadores dentro do UNIBH não é necessário o uso de senha. Essa base faz parte do Portal Capes de base de dados. SCOPUS - é uma base de dados referencial (abstracts) com mais de 23.000 títulos em diversas áreas do conhecimento. O acesso nos computadores dentro do UNIBH é direto e não é necessário o uso de senha. Essa base faz parte do Portal Capes de base de dados. Periódicos Especializados - Os periódicos designados abaixo encontram-se disponíveis para 1. Jornal Brasil de Fato 2. Revista Brasileira de Ciências Sociais 3. Revista Lua Nova 4. Revista Serviço Social & Sociedade 5. Revista Temporalis - n.20 ao n.22 6. Revista Ser Social 7. Revista Serviço Social & Realidade 8. Revista Sinais Sociais 9. Revista Libertas 10. Revista Governança Social 11. Revista Brasileira de Estudos de População 12. Revista Pensar BH 13. Revista de Nutrição 14. Revista Ciência & Saúde Coletiva 15. Revista Filosofia: Ciência e Vida Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página65 consulta no UNIBH, sob forma impressa ou informatizada ou por acesso pela Internet: 16. Revista Sociologia: Ciência e Vida 17. Revista Educação & Sociedade 18. Revista de Saúde Pública – RSP 19. Revista Brasileira de Segurança Pública 20. Revista de Gestão – Rege 21. Revista de Direito Ambiental 22. Fonte: Tecnologia da Informação na Gestão Pública 23. Revista do Serviço Público 24. Revista Ação Ambiental Política de aquisição, expansão e atualização: a aquisição se dá de forma centralizada, por meio da Biblioteca Universitária Ănima, localizada no campus Estoril. Este setor não tem autonomia sobre as obras a serem adquiridas, exceto quando se trata de acervo de referência (enciclopédias, dicionários, guias, catálogos e similares). Os responsáveis pela composição do acervo bibliográfico do UNIBH são os coordenadores e professores, que solicitam a aquisição de obras, constantes no Plano de Ensino dos cursos, que contribuem pelo enriquecimento pedagógico. A expansão e a atualização do acervo é contínua e baseada no Plano de Ensino do curso e de acordo com a Política de Desenvolvimento de Acervo. A necessidade de uma obra bibliográfica e a quantidade de exemplares disponíveis obedecem a critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação - MEC. A atualização acompanha novos lançamentos, por meio de catálogos de editoras e matéria publicada em jornais e revistas. Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos: cada início de semestre letivo, a biblioteca promove visitas orientadas para os alunos novatos, fornecendo-lhes informações quanto à forma de organização do acervo, serviços oferecidos e uso dos equipamentos e de fontes de informação. Quando o usuário necessita de orientação ou ajuda para pesquisa e elaboração de trabalhos acadêmicos, ele dispõe de um atendimento personalizado oferecido por um profissional bibliotecário e o suporte bibliográfico de um manual elaborado pela instituição em conformidade com as normas e o padrão da ABNT. 5.2.4. SERVIÇOS Horário de funcionamento: as Bibliotecas dos campi Estoril, Antônio Carlos e Lourdes, abrem de segunda a sexta-feira das 07:30 às 22 horas, aos sábados das 8 às 14 horas. Durante o Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página66 período de férias escolares em horário especial. Serviços e produtos oferecidos: Acesso do usuário à internet; atendimento personalizado, bases de dados eletrônicas; normas da ABNT; empréstimo entre bibliotecas de instituições particulares e governamentais; empréstimos (domiciliar, em sala de aula, interbibliotecas e especial); orientação para a normalização de trabalhos técnicos, científicos e acadêmicos; pesquisa ao acervo da biblioteca e pesquisa em base de dados de uso local e remoto; reservas do acervo; serviço de malote entre as bibliotecas do sistema, serviços de referência e Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página67 treinamento para usuários (promoção de visitas orientadas). 6. REFERÊNCIAS BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 23 dez. 1996, seção 1, p. 27.833. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_ 03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 2 fev. 2008. BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 15 abr. 2004, Seção 1, p. 3-4. Disponível em: <http://portal.inep.gov.br/superior-condicoesdeensino-legislacao_normas>. Acesso em: 19 jul. 2011. BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 26 set. 2008, Seção 1, p. 3-4. BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 3 dez. 2004, Seção 1, p. 2-6. BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.773, de 9 de maio de 2006. Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial [da] Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página68 República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 10 mai. 2006, Seção 1, p. 6-10. BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.786, de 24 de maio de 2006. Dispõe sobre os centros universitários e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 25 mai. 2006, Seção 1, p. 9. BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 6.303, de 12 de dezembro de 2007. Altera dispositivos dos Decretos nos 5.622, de 19 de dezembro de 2005, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007, Seção 1, p. 4. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE. Estatuto (2011). Estatuto do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH: aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) em 21/12/2011. Belo Horizonte: UNIBH, 2011. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE. Regimento Geral (2012). Regimento Geral do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH: aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) em 18/04/2012. Belo Horizonte: UNIBH, 2012. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Projeto Pedagógico Institucional (PPI), 2012. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), 2012-2016. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Projeto Pedagógico Institucional (PPI), 2007. Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UNIBH em 13/07/2007. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Plano de Carreira Docente (PCD), 2009. Homologado pelo despacho nº 12 do Superintendente Regional do Trabalho e Emprego em Minas Gerais de 14 de maio de 2009. Publicado no D.O. U, nº 92, de 18/05/2009, Seção 1, p. 110. CÓDIGO DE ÉTICA DO SERVIÇO SOCIAL. DISPONÍVEL Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página69 EM<http://www.cfess.org.br/arquivos/CEP_1993.pdf> CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CNE. Câmara de Educação Superior – CES. Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/CNE/CES. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12991&Itemid=866>. Acesso em: 19 jul. 2011. INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA - INEP. Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/DEAES/CONAES, julho de 2011. Disponível em: <http://portal.inep.gov.br/superior-condicoesdeensino-manuais. Acesso em:19 jul. 2011. LEI DE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO nº 8.662/93, de 07/06/1993. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007, republicada em 29 de dezembro de 2010: Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e outras disposições. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, nº 249, Brasília, DF, 29 dez. 2010, seção 1, p. 39 a 43. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria nº 1.081, de 29 de agosto de 2008: Aprova, em extrato, o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 1º set. 2008, seção 1, p. 56. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC. Secretaria de Educação Superior - SESu. Referenciais Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura/Secretaria de Educação Superior. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior, 2010. MINISTÉRIO DA SAÚDE – CNS. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 350, de 9 de junho de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, nº 123, Brasília, DF, 29 jun. 2005, seção 1, p. 42-43. Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página70 <http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/reso_05.htm>. Acesso em: 16 jun. 2011. POLÍTICA ENSINO NACIONAL E PESQUISA DE EM ESTÁGIO DA ASSOCIAÇÃO SERVIÇO SOCIAL - BRASILEIRA DE DIPONIVEL EM ABEPSS. <www.abepss.org.br/briefing/graduacao/politica_nacional_estagio.pdf> PROJETO ACADÊMICO: Currículo, Interdisciplinaridade, Trabalho Coletivo e Aprendizagem Significativa. EVANGELISTA, Helivane de Azevedo; ALMEIDA, Inês Barreto. RESOLUÇÃO CNE/CES n. 15, 13 de março de 2002. Estabelece diretrizes curriculares para os Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página71 cursos de Serviço Social. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página72 ANEXOS ANEXO 1 - CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º MÓDULO FILOSOFIA Ementa: Reflexão crítica e filosófica de autoconstrução do homem, por meio do trabalho, da cultura e da própria filosofia, o advento e o conteúdo programático da modernidade. A crise da modernidade e a fragmentação do homem contemporâneo. Referência Básica: ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Moderna, 1993. MONDIN, Battista. Introdução à filosofia: problemas, sistemas, autores, obras. 16. Ed. São Paulo: Paulus, 2006. VAZ, Henrique C. de Lima. Antropologia filosófica I. 2.ed. corr. São Paulo: Loyola, 1992. Referência Complementar: ALVES, RUBEM. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e sua regras. 5º ed. São Paulo: LOYOLA, 2002. CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999. DELEUZE, Gilles. O que é a filosofia?. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora 34, 1997. OLIVEIRA, Admardo Serafim de Introdução ao pensamento filosófico. 8.ed. São Paulo: Loyola, 2005. SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101- Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página73 6628. FUNDAMENTOS DO SERVIÇO SOCIAL Ementa: Constituição histórica do Serviço Social, sua gênese, instrumentalização e consolidação no Brasil; influência norte-americana e europeia; significado social da profissão enquanto processo de especialização do trabalho. As principais construções teóricas e metodológicas do Serviço Social, inspiradas nas vertentes: positivista, funcionalista, estruturalfuncionalista e as matrizes do pensamento social. O Serviço Social de caso, grupo e comunidade nos diversos contextos sócio-históricos em que são aplicados e o pensamento social em que são fundamentados. Referência Básica: IAMAMOTO, Marilda Villela; CARVALHO, Raul de. Relações sociais e serviço social no Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. 33. ed. São Paulo: Cortez, 2011. AGUIAR, Antônio Geraldo de. Serviço social e filosofia: das origens a Araxá. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2011. PAULO NETTO, José. Ditadura e serviço social: uma análise do serviço social no Brasil pós-64. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2010. Referência Complementar: CASTRO, Manuel Manrique. História do serviço social na América Latina. 11.ed. São Paulo: Cortez, 2010. IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 19. ed. São Paulo: Cortez, 2010. MARTINELLI, Maria Lúcia. Serviço social: identidade e alienação. 16. ed. São Paulo: Cortez, 2011. SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628. Cortez, 2011. SILVA, Maria Ozanira da Silva e (Coord.). O serviço social e o popular: resgate teórico- Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página74 metodológico do projeto profissional de ruptura.7. ed. São Paulo: Cortez, 2011. HISTÓRIA SOCIAL E POLÍTICA BRASILEIRA Ementa: Estudo da formação socioeconômica, política e na concepção da história como processo. História do Brasil e de sua formação, heranças da colonização, o Estado Nacional, a Velha República e o Estado Novo. Contexto histórico do processo de inserção dependente do Brasil no sistema capitalista mundial. A Modernização conservadora no pós-64 e seu desfecho em fins da década de 70. Transição democrática e neoliberalismo até a atualidade. Formação da população brasileira miscigenada. A constituição de novos sujeitos políticos e a luta de classes ao longo dos principais processos históricos. As relações étnico-raciais, abordando a temática referente à cultura afrodescendente, nos termos da Resolução CNE/CP n˚ 1/2004. Referência Básica: AQUINO, Rubim Santos Leão de. et al. Sociedade brasileira: uma história através dos movimentos sociais: da crise do escravismo ao apogeu do neoliberalismo. Rio de Janeiro: Record, 2009. CAPELATO, Maria Helena Rolim. Multidões em cena: propaganda política no Varguismo e no peronismo. 2. ed. São Paulo: Ed. UNESP, 2009. FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves (Org.). O Brasil republicano: Livro 1 : o tempo do liberalismo excludente: da Proclamação de República à Revolução de 1930. 4.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010. Referência Complementar: CALDEIRA, Jorge et al. Viagem pela história do Brasil. 2 ed. rev. e ampl. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 13. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010. FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime da economia patriarcal. 51. ed. rev. São Paulo: Global, 2006. Kabengele Munanga. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus identidade negra. 3.ed. Belo Horizonte : Autêntica, 2008. REIS, José de Souza. As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. 9.ed., ampl. Rio de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página75 Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2007. SOCIOLOGIA Ementa: Desenvolvimento do campo científico da sociologia no contexto da emergência da sociedade burguesa. Estudos dos clássicos: Durkheim, Weber e Simmel. Referência Básica: QUINTANEIRO, Tania; BARBOSA, Maria Ligia de Oliveira; OLIVEIRA, Márcia Gardênia de. Um toque de clássicos: Durkheim, Marx e Weber. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1995. GIDDENS, Anthony. Política, sociologia e teoria social: encontros com o pensamento social clássico e contemporâneo. São Paulo: UNESP, 1998. LALLEMENT, Michel. História das ideias sociológicas: das origens a Max Weber. 4.ed. Petrópolis: Vozes, 2008. Referência Complementar: BERGER, Peter L. A construção social da realidade: tratado de sociologia do conhecimento. 20. ed. Petrópolis: Vozes, 2001. BRUSEKE, Franz Josef. Caos e ordem na teoria sociológica. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 1993. Disponível <http://www.anpocs.org.br/portal/publicacoes/rbcs_00_22/rbcs22_07.htm>. em: Acesso em: 24 fev. 2014. CORCUFF, Philippe. As novas sociologias: construções da realidade social. Bauru: EDUSC, 2001. COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3. ed. São Paulo: Moderna, 2005. MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página76 saúde. 7. ed. São Paulo: Hucitec, 2000. TIG I - ANÁLISE DO CONTEXTO SOCIAL E POLÍTICO DAS CIDADES Ementa: Identificação de temas transversais à formação para trabalhos interdisciplinares, a prática da interdisciplinaridade. Referência Básica: CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 2012. BOAVENTURA, Edivaldo M. Como ordenar as ideias. 5.ed. São Paulo: Ática, 1997. RIBEIRO, Luiz César de Queiroz; SANTOS JÚNIOR, Orlando Alves dos (Org.). As metrópoles e a questão social brasileira. Rio de Janeiro: Revan, 2007. Referência Complementar: CARDOSO, Fernando Henrique; SORJ, Bernardo; FONT, Maurício (Org.) Economia e movimentos sociais na América Latina. São Paulo: Brasiliense, 1985. CARLOS, Ana Fani Alessandri; CARRERAS, Carles (orgs.). Urbanização e mundialização: estudos sobre a metrópole. São Paulo: Contexto, 2005. (Biblioteca virtual). Disponível em: <http://UNIBH.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/8572442936/pages/_1> FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: qual o sentido?. 2. ed. São Paulo: Paulus, 2006. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101- Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página77 6628. 2º MÓDULO DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL NO BRASIL Ementa: A emergência do Serviço Social no Brasil e a influência europeia. Elementos históricos, teóricos e metodológicos do processo de institucionalização do Serviço Social no Brasil. Análise crítica das principais construções teóricas metodológicas do Serviço Social, inspiradas no positivismo e na fenomenologia. O processo de reconceituação e suas repercussões políticas, teóricas e metodológicas na configuração da profissão. Referência Básica: MARTINELLI, Maria Lúcia. Serviço social: identidade e alienação. 16. ed. São Paulo: Cortez, 2011. CASTRO, Manuel Manrique. História do serviço social na América Latina. 11.ed. São Paulo: Cortez, 2010. PAULO NETTO, Jose. Capitalismo monopolista e serviço social. 8. ed. ampl. São Paulo: Cortez, 2011. Referência Complementar: "BULLA, Leonia Capaverde. Relações sociais e questão social na trajetória histórica do serviço social brasileiro. Revista Virtual Textos & Contextos, n. 2, dez., 1-15 p., 2003. Disponível em: <revistaseletronicas. Pucrs. br/ojs/index.php/fass/article/view/947/727>. Acesso em 14 mar.2014. HOBSBAWM, E. J. A era das revoluções: Europa 1789-1848 . 15. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2001. IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010. SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 01016628. SILVA, Maria Izabel da. Organização política do serviço social no Brasil: de “Vargas” à “Lula”. Serviço Social & Realidade, Franca, v.16, n. 2, p. 267 - 282 2007. Disponível em: <http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/viewFile/113/143>. Acesso em: 24 Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página78 jun. 2014. INSTRUMENTOS DE ANÁLISE ANTROPOLÓGICA Ementa: O campo da antropologia no interior das ciências sociais e humanas – sua especificidade. A cultura: objeto de conhecimento da antropologia. As distintas correntes teóricas da antropologia. O olhar antropológico; a questão do etnocentrismo. A questão da interdisciplinaridade: Serviço Social e Antropologia. Referência Básica: GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989. HIZZOTTI, Antônio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 18. ed. Rio de Janeiro Jorge Zahar Editor, 2005 Referência Complementar: CARDOSO, RUTH (org.). A aventura antropológica: teoria e pesquisa . São Paulo: PAZ E TERRA, 1997. CUCHE, DENYS. A noção de cultura nas ciências sociais. 2º ed. Bauru/SP: EDUSC, 2002. HAGUETTE, Maria Tereza Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. 12. ed. Petropolis: Vozes, 2010. Os Urbanitas: Revista de antropologia urbana. Disponível em: <http://www.osurbanitas.org/os urbanitas/indexb.html>. Acesso em: 24 jun. 2014. RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página79 Companhia das Letras, [1995]. INSTRUMENTOS DE ANÁLISE SOCIOLÓGICA Ementa: O pensamento em Marx. A constituição da tradição marxista: Lucáks, Gramsci, a Escola de Frankfurt e os marxistas contemporâneos. A crise dos paradigmas da sociologia e as discussões sobre a pós-modernidade. A questão da interdisciplinaridade: Serviço Social e Sociologia. Referência Básica: ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. 15.ed. São Paulo: Loyola, 2010. ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. rev. São Paulo: Moderna, 2009. SANTOS, Boaventura de Souza. Introdução a uma ciência pós- moderna. 3º ed. Rio de Janeiro: GRAAL, 2000. Referência Complementar: CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. 20. ed. São Paulo: Cultrix, 1999. CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999. GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Artmed, 2009. KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 10. ed. São Paulo: Perspectiva, 2011. MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página80 saúde. 7. ed. São Paulo: Hucitec, 2000. TEORIA POLÍTICA Ementa: Análise do Estado Moderno a partir da conformação histórica da teoria política clássica e moderna e, suas repercussões nas organizações de agendas para a garantia de direitos. Compreensão dos conceitos básicos presentes na linguagem do mundo moderno. A questão da interdisciplinaridade: Serviço Social e Política. Referência Básica: RIBEIRO, João Ubaldo. Política: quem manda, por que manda, como manda. 3. ed. rev. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998. BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1992. CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999. Referência Complementar: ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 4. ed. rev. São Paulo: Moderna, 2009. BOBBIO, Norberto. Dicionário de política. 13.ed. Brasília: UnB, 2010. HOBSBAWM, Eric J. A era dos extremos- o breve século XX. São Paulo: Cia das letras, 1995. SADEK, Maria Tereza. Maquiavel: A política como ela é. São Paulo: FTD, [1996]. SPING‐ANDERSEN, Gosta. As três economias políticas do Welfare State. Rev. Lua Nova, São Paulo, CEDEC, n. 24, set., 1991. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-64451991000200006>. Acesso Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página81 em 14 mar.2014. TIG II- FENÔMENOS SOCIAIS NAS METRÓPOLES: DILEMAS E PERSPECTIVAS Ementa: Identificação de temas transversais à formação para trabalhos interdisciplinares, a prática da interdisciplinaridade, abordando a temática referente à cultura afrodescendente, nos termos da Resolução CNE/CP n˚ 7/2004. Referência Básica: ROLNIK, Raquel. O que é cidade. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 2012. FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade: e outros escritos. 14.ed. Rio de KOWARICK, Lucio. A espoliação urbana. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.iro: Paz e Terra, 2011. Referência Complementar: DESLANDES, Suely Ferreira; CRUZ NETO, Otávio; GOMES, Romeu. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 30.ed. Petrópolis: Vozes, 2011. DIEHL, Astor Antônio; Tatim, Denise Carvalho. Pesquisa em ciências sociais aplicadas: métodos e técnicas. São Paulo: Prentice Hall, 2004. Os Urbanitas: Revista de antropologia urbana. Disponível em: <http://www.osurbanitas.org/os urbanitas/indexb.html>. Acesso em: 24 jun. 2014. SINGER, Paul Israel. Economia política da urbanização. 2.ed. São Paulo: Contexto, 1998. SOMMERMAN, Américo. Inter ou transdiciplinaridade?: da fragmentação disciplinar ao Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página82 novo diálogo entre os saberes. 2.ed. São Paulo: Paulus, 2008. 3º MÓDULO DIREITO E LEGISLAÇÃO SOCIAL Ementa: Noções gerais de Direito. Direito Público e Direito Privado. A Constituição da República nos aspectos atinentes aos princípios fundamentais, direitos e garantias fundamentais; direitos sociais, a Ordem Social, a Organização do Estado e dos Poderes; repartição de competências. O Poder Judiciário: funções essenciais da Justiça. O papel do Ministério Público frente às políticas públicas. Relações jurídicas no processo de integração no âmbito do MERCOSUL e da ALCA. A CLT e as mudanças atuais. Referência Básica: SIMÕES, Carlos. Curso de direito do serviço social. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2012. CABRERA, Carlos Cabral, WAGNER JÚNIOR, Luiz Guilherme da Costa, FREITAS JUNIOR, Roberto Mendes de. Direitos da Criança, do Adolescente e do idoso: Doutrina e Legislação. Belo Horizonte: Del Rey, 2006. MORAES, Alexandre de. Direito constitucional. 25. ed. atual. até a EC nº 62/09 e Súmula vincul. São Paulo: Atlas, 2010. Referência Complementar: BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. 46. ed. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2011. BRASIL. Estatuto da criança e adolescente: Lei n.8.069, de 13-7-1990. 16.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. BRASIL. Lei Orgânica da Assistência Social. Brasília: MJ, 2002. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8742.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014. FORTI, Valéria Lucília; GUERRA, Yolanda (Org.). Ética e direitos: ensaios críticos: coletânea nova de serviço social. 3. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2011. MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do trabalho. 28. ed. atual. até 23-12-2011. São Paulo: Atlas, Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página83 2011. POLÍTICAS PÚBLICAS E POLÍTICAS SOCIAIS Ementa: Conceitos de política pública: estruturação e aplicações. Noções de arena política, organização de interesses e agenda governamental. Estrutruação Provisão pública de bem estar social no contexto de reorganização das relações entre Estado e sociedade. Cenários de crise e reestruturação do Welfare State, com destaque para o processo de reconfiguração dos sistemas latino americano de proteção social. Análise comparada das Políticas Sociais no Brasil em políticas sociais setoriais e transversais; constituição e gestão dos orçamentos e fundos públicos; análise comparada das políticas sociais no Brasil; políticas sociais: o público e o privado; sociedade civil e a execução das políticas sociais no Brasil; direitos emergentes na contemporaneidade; políticas sociais: globalidade e localidade. Referência Básica: CARVALHO, Alysson Massote et al. Políticas públicas. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2002. BEHRING, Elaine Rossetti; BOSCHETTI, Ivanete. Política social: fundamentos e história. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2011. PEREIRA, Potyara A. P. Politica social: temas & questões. 3. ed. Rio de Janeiro: Cortez; 2011. Referência Complementar: AS políticas públicas e a desigualdade racial no Brasil: 120 anos após a abolição. 2. ed. Brasília: IPEA, 2008. HOCHMAN, Gilberto; ARRETCHE, Marta; MARQUES, Eduardo (Org.). Políticas públicas no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007. PEREIRA, Potyara A. P. Necessidades humanas: subsídios à crítica dos mínimos sociais. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011. RODRIGUES, Marta M. Assumpção. Políticas públicas. São Paulo: Publifolha, 2010. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página84 SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628. PSICOLOGIA Ementa: Contextualização da psicologia; a psicologia e os eixos temáticos – sua especificidade. As principais matrizes teóricas do debate contemporâneo das relações indivíduo - sociedade. A constituição da subjetividade, no processo de produção e reprodução da vida social. A questão interdisciplinar: Serviço Social e Psicologia. Referência Básica: BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes T. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 1995. CODO, Wanderley; LANE, Silvia T. Maurer (Org.) Psicologia social: o homem em movimento. 13. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. DAVIDOFF, Linda L. Introdução a psicologia. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2001. Referência Complementar: AFONSO, Maria Lúcia Miranda (Org.). Oficinas em dinâmica de grupo: um método de intervenção psicossocial. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006. FREUD, Sigmund. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1969-1996. LANE, Silvia T. Maurer. O que é psicologia social. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 1983. LAPLANCHE, Jean; TAMEN, Pedro. Vocabulário da psicanálise. 4. ed. rev. atual. São Paulo: Martins Fontes, 2001. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página85 TELES Maria Luiza Silveira. O que é psicologia. São Paulo: Brasiliense, 1989. QUESTÃO SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL: ESPAÇOS DE INTERVENÇÃO Ementa: O debate contemporâneo baseado nas desigualdades sociais e suas consequências na formulação dos instrumentos e objetos de trabalho do Serviço Social. O processo de profissionalização do Serviço Social na América Latina/Brasil e as teorias do conhecimento que o embasam. A sistematização do conhecimento e o processo de trabalho no Serviço Social. O debate contemporâneo do Serviço Social: determinantes da prática profissional e as categorias de análises da intervenção. O Processo de trabalho do Serviço Social e as transformações societárias. Referência Básica: PASTORINI, Alejandra. A categoria questão social em debate. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2010. IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital financeiro, trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010. PAULO NETTO, Jose. Capitalismo monopolista e serviço social. 8. ed. ampl. São Paulo: Cortez, 2011. Referência Complementar: "BULLA, Leonia Capaverde. Relações sociais e questão social na trajetória histórica do serviço social brasileiro. Revista Virtual Textos & Contextos, n. 2, dez., 1-15 p., 2003. Disponível em: <revistaseletronicas. pucrs. br/ojs/index.php/fass/article/view/947/727>. Acesso em 14 mar.2014.” CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salario. 10.ed. Petrópolis: Vozes, 2012. YAZBEK, Maria Carmelita. Classes subalternas e assistência social. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2009 Behring, Elaine. Brasil em Contrarreforma: desestruturação do Estado e perda de direitos. São Paulo Cortez 2003. YUNUS, Muhammad. Um mundo sem pobreza: a empresa social e o futuro do capitalismo. São Paulo: Ática, 2008. (Biblioteca virtual). Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página86 <http://UNIBH.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508119943/pages/_1>. TIG III - MOVIMENTOS SOCIAIS E ESPAÇOS DE CONTROLE SOCIAL Ementa: Identificação de temas transversais à formação para trabalhos interdisciplinares, a prática da interdisciplinaridade; as relações étnico-raciais, abordando a temática referente à cultura afrodescendente, nos termos da Resolução CNE/CP n˚ 7/2004. Referência Básica: DAGNINO, Evelina (Org.). Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1996. GOHN, Maria da Glória (Org). Movimentos sociais no início do século XXI: antigos e novos atores sociais. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2011. SCHERER-WARREN, Ilse. Redes de movimentos sociais. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2011. Referência Complementar: Castro, Claudio Moura e. A prática da pesquisa. São Paulo. Pearson Prentice Hall,2006. FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade: e outros escritos. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2010. MENDONÇA, Ricardo Fabrino. Movimentos sociais como acontecimentos: linguagem e espaço público. Lua Nova, São Paulo, n. 72, p.115-142, 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ln/n72/a05n72>. Acesso em 14 mar. 2014. SADER, Eder. Quando novos personagens entraram em cena: experiências, falas e lutas dos trabalhadores da Grande São Paulo (1970-80) . Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página87 SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628. 4º MÓDULO ÉTICA EM SERVIÇO SOCIAL Ementa: A ética em geral e a ética profissional. As bases filosóficas do Código de Ética do Assistente Social. Os fundamentos ontológicos da dimensão ético-moral da vida social e suas implicações na ética do Serviço. Questões éticas contemporâneas e seus fundamentos teóricos filosóficos A Lei que regulamenta a profissão e a relevância do estudo da ética na contemporaneidade. Referência Básica: BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética e serviço social: fundamentos ontológicos. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2010. BONETTI, Dilséia Adeodata et al. Serviço social e ética: convite a uma nova práxis. 13.ed. São Paulo: Cortez, 2012. SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 22. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. Referência Complementar: BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética: fundamentos sócio-histórico. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2010. CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2004. CEFESS: Conselho Federal de Servio Social. Código de ética do serviço social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/CEP_1993.pdf>. Acesso em: 24 fev. 2014. GALLO, Silvio (Coord.). Ética e cidadania: caminhos da filosofia : elementos para o ensino de filosofia. 16. ed. Campinas: Papirus, 2008. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página88 SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628. ORIENTAÇÕES PARA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I Ementa: Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico-prática, em organizações governamentais, não governamentais, fundações e em empresas privadas. Referência Básica: LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010. BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011. LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2013. Referência Complementar: "ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas. Projeto ABEPSS itinerante, fev. 2014. Disponível em: <http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.” ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. GOUVÊIA, Maria das Graças de. Estágio supervisão e trabalho profissional. Serviço Social e Realidade, v.17, n.1, p. 62-73, 2008. Disponível em:< http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/view/4>. Acesso em 24 fev. 2014. GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do serviço social. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390, jan./jun. 2013.Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página89 <http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I Ementa: Desenvolvimento de atividade teórico-prática de aproximação dos discentes à realidade profissional em estabelecimentos públicos ou privados prestadores de serviços sociais. Processo de supervisão e atores nele envolvidos: supervisores usuários e discentes. Elaboração de plano de estágio. Desenvolvimento de competências profissionais nas dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa com relação à: análise institucional, compreensão das formas de organização da política setorial ante as expressões da questão social. Elaboração de registros técnicos. Identificação de demandas mediante à prática da observação e introdução nas atividades das práticas profissionais efetivas, tendo a participação ativa do estagiário, sob a supervisão acadêmica e de campo projeto de intervenção. Referência Básica: LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010. BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011. LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2013. Referência Complementar: ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas. Projeto ABEPSS itinerante, fev. 2014. Disponível em: <http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.” ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. GOUVÊIA, Maria das Graças de. Estágio supervisão e trabalho profissional. Serviço Social e Realidade, v.17, n.1, p. 62-73, 2008. Disponível em:< http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/view/4>. Acesso em 24 fev. 2014. GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do serviço social. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390, jan./jun. 2013.Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página90 <http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014. PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL Ementa: Construções teórico-metodológicas que informam o ato de pesquisar. Formulação de um projeto de pesquisa: escolha do tema e procedimentos metodológicos. Realização de pesquisa bibliográfica e construção do marco teórico. Execução do projeto de pesquisa: aproximação do objeto de estudo, o trabalho de campo e o tratamento dos dados. Elaboração do relatório final de pesquisa. Seminários de apresentação e debate. Referência Básica: DESLANDES, Suely Ferreira; CRUZ NETO, Otávio; GOMES, Romeu. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 19.ed. Petrópolis: Vozes, 2001. BAPTISTA, Myrian Veras. A investigação em serviço social. São Paulo: Veras Ed., 2006. SETUBAL, Aglair Alencar. Pesquisa em serviço social: utopia e realidade. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2011. Referência Complementar: BELLO, José Luiz de Paiva. Metodologia científica. Rio de Janeiro, 2004. Disponível em: <http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/met01.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014. BOURGUIGNON, Jussara Ayres. A particularidade histórica da pesquisa no serviço social. São Paulo: Veras Ed., 2008. GRESSLER, Lori Alice. Introdução à pesquisa: projetos e relatórios. 3.ed. rev. e atual. São Paulo: Loyola, 2007. LAVILLE, Christian. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Porto Alegre: Artmed Editora Ltda., 1999. MARTINELLI, Maria Lúcia (Org.). Pesquisa qualitativa: um instigante desafio. São Paulo: Veras Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página91 Ed., 1999. PROJETOS EM INTERVENÇÃO SOCIAL Ementa: Princípios orientadores da formulação e implementação de projetos de intervenção social. Instrumentos de planejamento e gestão essenciais para a ação do serviço social nas organizações públicas e também privadas: identificação do objeto, do público alvo, diagnóstico, planos de ação, instrumentos de monitoramento e avaliação. Metodologias de elaboração de projetos. Referência Básica: KAUCHAKJE, Samira. Gestão Publica de serviços sociais. 2ºed. Curitiba: Ibpex, 2008. ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, c2001. LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2005. Referência Complementar: AVANCINI, Eliane Vignatti; CORDEIRO, Sandra Maria Almeida. A importância do planejamento estratégico em organizações do terceiro setor. Serviço Social em Revista. v.7, n.1, jul./dez, 2004. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v7n1_sandra.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014. BROSE, Markus (Org.). Metodologia participativa: uma introdução a 29 instrumentos. 2.ed. Porto Alegre: Tomo Editorial, 2010. COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de projetos sociais. 10.ed. Petrópolis: Vozes, 2012. RICO, Elizabeth Melo (Org.). Avaliação de políticas sociais: uma questão em debate. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2009. YWATA, Suzana Yuriko; GIROTO, Ana Paula Santana. Indicadores sociais com instrumento de gestão social. Serviço Social em Revista. v.10, n.2, jan./jul., 2008. Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página92 <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/>. Acesso em 14 mar.2014. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO GERENCIAL Ementa: Desenvolvimento gerencial e governança informacional. A informação como recurso para à gestão de ações e políticas sociais. Os impactos das novas tecnologias de informação nos processos de trabalho do serviço social. Influência das TI's no desenho dos processos de trabalho do serviço social, dimensões éticas e políticas. Economia Política das TI's. Recursos disponíveis para a prática do assistente social: sistemas de informação, planilhas e prontuários eletrônicos, bancos de dados e sistemas de registros; sistemas de referência e contra referência; auto treinamento e educação à distância; auxílio a portadores de necessidades especiais; redes de computadores. Aplicações ao gerenciamento de serviços sociais. Referência Básica: CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 4. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000. BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Editora Atlas, 2008. MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Administração de projetos: como transformar ideias em resultados. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002 Referência Complementar: BORGES, Maria A.G. A compreensão da sociedade da informação. Rev. Ciência da Inf. v. 29, n. 3, Brasília, set/dez, 2000. Disponível http://revista.ibict.br/cienciadainformacao/index.php/ciinf/article/view/214/189>. em: Acesso < em: 10 jul.2014. GIDDENS, Anthony. As consequências da Modernidade. São Paulo: Editora da Unesp,1991. IBGE: Instituto brasileiro de geografia e estatística. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/>. Acesso em 24 fev.2014. JONAS, Liz Clara de Campos. Sistemas de informação na assistência social e parâmetros éticopolíticos. Serviço Social em Revista. Londrina, v.5, n.1, jul./dez. 2002. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/revista/c_v5n1_Liz.htm>. Acesso em 14 mar.2014. REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da informação aplicada a sistemas de informação Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página93 empresariais: o papel estratégico da informação e dos sistemas de informação nas empresas 5º MODULO INSTRUMENTALIZAÇÃO DA PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL Ementa: O significado dos instrumentais em Serviço Social na busca de formas de conhecer, intervir e atuar nas situações com as quais os profissionais se defrontam cotidianamente. Desenvolvimento de habilidades com relação à: técnicas de registro e documentação; relatórios sociais, elaboração de pareceres e laudos; laudos sociais, estudos sócio-econômicos – culturais; diferentes tipos de entrevistas e seus usos específicos. Relação profissional usuário dos serviços sociais. Referência Básica: GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do serviço social. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011. FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. 18.ed. São Paulo: Papirus, 2012. IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2010. Referência Complementar: CEFESS: Conselho Federal de Serviço Social. Subsídios para a atuação de assistente sociais na política de educação. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/BROCHURACFESS_SUBSIDIOS-AS-EDUCACAO.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. MAGALHÃES, Selma Marques. Avaliação e linguagem: relatórios, laudos e pareceres. 3. ed. São Paulo: Veras Ed., 2011. MOTA, Ana Elizabete da. O feitiço da ajuda: as determinações do serviço social na empresa. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2010. PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE. Metodologia de trabalho social com família na assistência social. Belo Horizonte: [s.n.], 2007. Disponível em: <http://www.pbh.gov.br/smaas/Publicacao_smaas_Metodologia.pdf>. Acesso em 24 fev.2014. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página94 SER SOCIAL. Brasília: UnB, 2009-. Semestral. Continuação de Debate social. ISSN 1415-6946. METODOLOGIA DE PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL Ementa: As particularidades da pesquisa social e suas tipologias. Noções básicas sobre formulação e construção de objetos de pesquisa, hipótese, variáveis e indicadores. As metodologias quantitativas e qualitativas. Estratégias para a compreensão da leitura e estratégias discursivas para a produção de textos. Trabalhos acadêmicos: produção do conhecimento. Normas de citação bibliográfica. Relatórios de pesquisa. Resumos. Resenhas, artigos, relatórios, pareceres laudos. Apresentação gráfica de trabalhos acadêmicos e normas da ABNT (associação Brasileira de Normas técnicas). Referência Básica: LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 6. ed. rev. ampl. São Paulo: Atlas, 2001. FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed. rev. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2009. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. Referência Complementar: ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas. Disponível em: < www.abnt.org.br>. Acesso em: 24 fev. 2014. DESLANDES, Suely Ferreira; CRUZ NETO, Otávio; GOMES, Romeu. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 29.ed. Petrópolis: Vozes, 2010. GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed São Paulo: Atlas, 1999. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página95 de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II Ementa: Desenvolvimento de atividade teórico-prática de aproximação dos discentes à realidade profissional em estabelecimentos públicos ou privados prestadores de serviços sociais. Processo de supervisão e atores nele envolvidos: supervisores usuários e discentes. Elaboração de plano de estágio. Desenvolvimento de competências profissionais nas dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa com relação à: análise institucional, compreensão das formas de organização da política setorial ante as expressões da questão social. Elaboração de registros técnicos. Identificação de demandas mediante à prática da observação e introdução nas atividades das práticas profissionais efetivas, tendo a participação ativa do estagiário, sob a supervisão acadêmica e de campo projeto de intervenção. Referência Básica: LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010. BURIOLLA, Marta A. Feiten. Supervisão em serviço social: o supervisor, sua relação e seus papéis. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011. LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2013. Referência Complementar: "ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas. Projeto ABEPSS itinerante, fev. 2014. Disponível em: <http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.” ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. ABREU, Marina Maciel. Serviço social e a organização da cultura: perfis pedagógicos da prática profissional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2010. GOUVÊIA, Maria das Graças de. Estágio supervisão e trabalho profissional. Serviço Social e Realidade, v.17, n.1, p. 62-73, 2008. Disponível em:< http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/view/4>. Acesso em 24 fev. 2014. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390, jan./jun. 2013.Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página96 <http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014. ORIENTAÇÃO PARA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II Ementa: Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico e prática, em organizações governamentais, não governamentais, fundações e em empresas privadas. Referência Básica: LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010. BURIOLLA, Marta A. Feiten. Supervisão em serviço social: o supervisor, sua relação e seus papéis. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011. LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2013. Referência Complementar: "ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas. Projeto ABEPSS itinerante, fev. 2014. Disponível em: <http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.” ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. ABREU, Marina Maciel. Serviço social e a organização da cultura: perfis pedagógicos da prática profissional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2010. GOUVÊIA, Maria das Graças de. Estágio supervisão e trabalho profissional. Serviço Social e Realidade, v.17, n.1, p. 62-73, 2008. Disponível em:< http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/view/4>. Acesso em 24 fev. 2014. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390, jan./jun. 2013.Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página97 <http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014. POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Ementa: A conformação da Política de Assistência Social no Brasil: o arcabouço jurídico-legal que a estabelece na atualidade no contexto da seguridade social. O papel e as atribuições do Serviço Social, frente á realidade social e econômica e suas interseções com as demais políticas sociais setoriais. O Sistema único de Assistência Social: estruturação, organização e aplicabilidade em territórios heterogêneos. A compreensão da assistência e o paradigma do direito. A política de assistência social: modelos, financiamento, operacionalização, gestão e controle social. As estratégias de proteção social ao trabalho informal. A prática profissional do assistente social na estruturação e implementação da política de assistência social. A particularidade de segmentos especiais. Referência Básica: BEHRING, Elaine Rossetti; BOSCHETTI, Ivanete. Política social: fundamentos e história. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2011. COUTO, Berenice Rojas. O direito social e a assistência social na sociedade brasileira: uma equação possível?. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2008. PEREIRA, Potyara A. P. Necessidades humanas: subsídios à crítica dos mínimos sociais. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011. Referência Complementar: ALMEIDA, NEY. Serviço social, trabalho e políticas públicas. São Paulo: Saraiva, 2007. (Minha Biblioteca). Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788502145894/page/a>. BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Política nacional de assistência social - PNAS/2004: Norma operacional básica - NOB/SUAS. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2005. LOAS: Lei orgânica de assistência social. Disponível <http://www.assistenciasocial.al.gov.br/legislacao/legislacao-federal/LOAS.pdf>. Acesso em: em 24 fev.2014. MDS: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Disponível em: <http://www.mds.gov.br/>. Acesso em 24 fev.2014. OLIVEIRA, Fátima Bayma de; KASZNAR, Istvan Karoly (Org.) Saúde, previdência e assistência social: políticas públicas integradas desafios e propostas estratégicas. São Paulo: Pearson Prentice Hall Brasil, 2007. (Biblioteca virtual). Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página98 <http://UNIBH.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050711>. 6º MÓDULO ESTATÍSTICA Ementa: A dimensão metodológica da estatística. Técnicas básicas do levantamento e noções sobre análise exploratória de dados enquanto instrumento de pesquisa social. Relação entre as dimensões quantitativas e qualitativas, enfatizando o papel de ambas na pesquisa social. Tabulação estatística. Expressão gráfica dos dados qualitativos. Leitura e interpretação de gráficos, tabelas. Técnicas de amostragem. Distribuição de freqüência, medidas de tendência central. Planilhas eletrônicas e uso da informática na pesquisa social. Referência Básica: SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994. ANDERSON, David R. Estatística aplicada à administração e economia. 2. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2007. LARSON, Ron. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2010. Referência Complementar: HEATH, Oscar Victor Sayer. A estatística na pesquisa científica. São Paulo: E.P.U., 1981. IBGE: Instituto brasileiro de geografia e estatística. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/>. Acesso em 24 fev.2014. LEVIN, Jack. Estatística aplicada a ciências humanas. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987. MDS: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Disponível em: <http://www.mds.gov.br/>. Acesso em 24 fev.2014. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página99 STEVENSON, William J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 1986. MOVIMENTOS SOCIAIS, CIDADANIA E CONTROLE SOCIAL Ementa: Comportamentos coletivos e Movimentos Sociais. Paradigmas teóricos dos Movimentos Sociais; agentes, tipos de movimentos e mudança social. A construção do ator coletivo e a crítica à representação homogênea de comunidade. O debate contemporâneo sobre Movimentos Sociais no Brasil e na América Latina. Movimentos Sociais e os processos de construção da cidadania; sua relação com a estrutura social e os novos formatos organizacionais. O papel do controle social na organização governamental. A (re) construção dos objetos de intervenção junto aos Movimentos Sociais e Conselhos de Direitos. As relações étnico-raciais frente aos movimentos sociais, conforme Resolução CNE/CP n˚ 7/2004. Referência Básica: MONTAÑO, Carlos; DURIGUETTO, Maria Lúcia. Estado, classe e movimento social. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2011. GOHN, Maria da Gloria. Novas teorias dos movimentos sociais. 3.ed. São Paulo: Loyola, 2010. HENRIQUE, Carlos Augusto Junqueira et al. Trabalho e movimentos sociais. Belo Horizonte: Del Rey, 2008. Referência Complementar: COVRE, Maria de Lourdes Manzini. O que é cidadania?. São Paulo: Brasiliense, 1991. DEMO, Pedro. Cidadania tutelada e cidadania assistida. Campinas: Autores Associados, 1995. MENDONÇA, Ricardo Fabrino. Movimentos sociais como acontecimentos: linguagem e espaço público. Lua Nova, São Paulo, n. 72, p.115-142, 2007. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ln/n72/a05n72>. Acesso em 14 mar. 2014. RAICHELIS, Raquel. Esfera pública e conselhos de assistência social: caminhos da construção democrática. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página100 SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO III Ementa: Desenvolvimento de atividade teórico-prática de aproximação dos discentes à realidade profissional em estabelecimentos públicos ou privados prestadores de serviços sociais. Processo de supervisão e atores nele envolvidos: supervisores usuários e discentes. Elaboração de plano de estágio. Desenvolvimento de competências profissionais nas dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa com relação à: análise institucional, compreensão das formas de organização da política setorial ante as expressões da questão social. Elaboração de registros técnicos. Identificação de demandas mediante a prática da observação e introdução nas atividades das práticas profissionais efetivas, tendo a participação ativa do estagiário, sob a supervisão acadêmica e do campo projeto de intervenção. Referência Básica: LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010. IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2010. LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2013. Referência Complementar: "ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas. Projeto ABEPSS itinerante, fev. 2014. Disponível em: <http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.” ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. COSTA, Selma Frossard. O planejamento do estágio em Serviço Social. Serviço Social em Revista. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v1n1_planejamento.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia para a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390, jan./jun. 2013. Disponível em: <http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página101 SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628. ORIENTAÇÕES PARA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO III Ementa: Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico e prática, em organizações governamentais, não governamentais, fundações e em empresas privadas. Referência Básica: LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010. IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2010. LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2013. Referência Complementar: “ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas. Projeto ABEPSS itinerante, fev. 2014. Disponível em: <http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.” ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. COSTA, Selma Frossard. O planejamento do estágio em Serviço Social. Serviço Social em Revista. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v1n1_planejamento.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia para a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390, jan./jun. 2013. Disponível em: <http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página102 SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628. POLÍTICAS DE SAÚDE E SAÚDE MENTAL Ementa: O Estado brasileiro e a política de saúde. A discussão da reforma sanitária. O Sistema Único de Saúde: modelo de atenção, financiamento, gerenciamento e controle social. A consolidação do Sistema Único de Saúde: impasses e perspectivas, gestão e operacionalização. Prestação e administração de serviços sociais na área da saúde. A particularidade dos segmentos especiais e grupos específicos. O histórico atual das políticas de: saúde e saúde mental. A saúde mental como objeto de atuação interdisciplinar. O arcabouço jurídico-legal que lhes dão sustentabilidade. O papel e as atribuições do Serviço Social frente às políticas de saúde e saúde mental. Referência Básica: BRAVO, Maria Inês Souza (Org.). Serviço social e reforma sanitária: lutas sociais e práticas profissionais. São Paulo: Cortez Editora, 2011. VASCONCELOS, Ana Maria de. A prática do serviço social: cotidiano, formação e alternativas na área da saúde. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2011. VASCONCELOS, Eduardo Mourão (Org.). Saúde mental e serviço social: o desafio da subjetividade e da interdisciplinaridade. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2010. Referência Complementar: LAURIDSEN-RIBEIRO, Edith; TANAKA, Oswaldo Yoshimi. Atenção em saúde mental para crianças e adolescentes no SUS. São Paulo: Hucitec, 2010. MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 7. ed. São Paulo: Hucitec, 2000. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portal da Saúde. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/>. Acesso em 24 fev.2014. ROSA, Lúcia. Transtorno mental e o cuidado na família. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2011. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página103 SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628. PSICOLOGIA SOCIAL Ementa: Contextualização histórica e epistemológica da psicologia social - sua especificidade. O estudo dos pequenos grupos. História da produção teórica e prática em pequenos grupos. Grupos: conceitos básicos, pesquisa e intervenção. História e fenômeno de grupo. Contextualização histórica e epistemológica da Psicologia Social Moderna e seus fundamentos teóricos. As relações entre indivíduo, sociedade e cultura. Temáticas como: Ideologia, Representações Sociais, Linguagem, Conhecimento, Comunicação, Identidade, Subjetividade, Gênero, Processo Grupal e Psicologia Política. O estudo dos pequenos grupos. História da produção teórica e prática em pequenos grupos. Grupos: conceitos básicos, pesquisa e intervenção. História e fenômeno de grupo. Os grupos como lugar de produção da ideologia. As questões do poder. Métodos e técnicas de formação de grupos. Grupo como lugar da diferença e não da homogeneidade. Referência Básica: CODO, Wanderley; LANE, Silvia T. Maurer (Org.) Psicologia social: o homem em movimento. 13. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. CAMPOS, Regina Helena de Freitas (Org.); LANE, Silvia T. Maurer et al. Psicologia social comunitária: da solidariedade à autonomia. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2010. LANE, Silvia T. Maurer. O que é psicologia social. 22. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. Referência Complementar: ABRAPSO: Associação brasileira de psicologia social. Disponível em: <http://www.abrapso.org.br/>. Acesso em: 24 fev. 2014. BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes T. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 1995. FÁVERO, Eunice Teresinha; MELÃO, Magda Jorge Ribeiro; JORGE, Maria Rachel Tolosa (Org.). O serviço social e a psicologia no judiciário: construindo saberes, conquistando direitos. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2008. PEREIRA, William Cesar Castilho. Dinâmica de grupos populares. 13. ed. Petrópolis: Vozes, 1998. TORRES, Cláudio. Psicologia social: principais temas e vertentes. Porto Alegre: ArtMed, 2011. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página104 (Minha Biblioteca). Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788536326528>. 7º MÓDULO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV Ementa: Desenvolvimento de atividade teórico-prática de aproximação dos discentes à realidade profissional em estabelecimentos públicos ou privados prestadores de serviços sociais. Processo de supervisão e atores nele envolvidos: supervisores usuários e discentes. Elaboração de plano de estágio. Desenvolvimento de competências profissionais nas dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa com relação à: análise institucional, compreensão das formas de organização da política setorial ante as expressões da questão social. Elaboração de registros técnicos. Identificação de demandas mediante a prática da observação e introdução nas atividades das práticas profissionais efetivas, tendo a participação ativa do estagiário, sob a supervisão acadêmica e do campo projeto de intervenção. Referência Básica: LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010. BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011. LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2013. Referência Complementar: ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas. Projeto ABEPSS itinerante, fev. 2014. Disponível em: <http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014. ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. CEFESS: Conselho Federal de serviço Social. Meia formação não garante um direito: o que você precisa saber sobre a supervisão direta de estágio em Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/BROCHURACFESS_ESTAGIO-SUPERVISIONADO.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. COSTA, Selma Frossard. O planejamento do estágio em Serviço Social. Serviço Social em Revista. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v1n1_planejamento.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390, jan./jun. 2013. Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página105 <http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014. ORIENTAÇÕES PARA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV Ementa: Desenvolvimento de atividades teoria e prática de estágio supervisionado em organizações governamentais, não governamentais, fundações e empresas privadas prestadoras de serviços sociais. Espaço de problematização e aprofundamento analítico da temática atinente ao núcleo e dos respectivos objetos do trabalho de campo profissional. Referência Básica: LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010. BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011. LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2013. Referência Complementar: ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas. Projeto ABEPSS itinerante, fev. 2014. Disponível em: <http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014. ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. CEFESS: Conselho Federal de serviço Social. Meia formação não garante um direito: o que você precisa saber sobre a supervisão direta de estágio em Serviço Social. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/BROCHURACFESS_ESTAGIO-SUPERVISIONADO.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. COSTA, Selma Frossard. O planejamento do estágio em Serviço Social. Serviço Social em Revista. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v1n1_planejamento.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014. LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estáio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390, jan./jun. 2013.Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página106 <http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014. SEGURIDADE SOCIAL E PREVIDÊNCIA SOCIAL Ementa: Panorama histórico questões relativas às áreas da Seguridade Social: Saúde, Assistência e Previdência Social, sua integração/ articulação, suas leis e desdobramentos políticos. A Previdência no contexto da Seguridade Social. O Estado brasileiro e a construção do sistema previdenciário público. A previdência social pública - estruturação, operacionalização, benefícios, financiamento, gerenciamento e controle social. A relação previdência pública e privada. A contra reforma previdenciária. Atuais tendências previdenciárias. A prática profissional do assistente social no setor previdenciário. A particularidade de segmentos especiais. O direito do trabalhador. Referência Básica: BRAGA, Léa; CABRAL, M. do Socorro Reis (Org.). Serviço social na previdência: trajetória projetos profissionais e saberes. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2011. MOTA, Ana Elisabete. Cultura da crise e seguridade social: um estudo sobre as tendências da previdência e da assistência social brasileira nos anos 80 e 90. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011. SILVA, Ademir Alves da. A gestão da seguridade social brasileira: entre a política pública e o mercado. São Paulo: Cortez Editora, 2004. Referência Complementar: FALEIROS, Vicente de Paula. A política social do estado capitalista: as funções da previdência e da assistência sociais. 12. ed. São Paulo : Cortez, 2009. MDS: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Concepção e gestao da proteção social não contributiva no Brasil. Brasília: UNESCO, 2009. Disponível em: <http://www.mds.gov.br/assistenciasocial/secretaria-nacional-de-assistencia-socialsnas/livros/concepcao-e-gestao-da-protecao-social-nao-contributiva-no-brasil/concepcao-e-gestaoda-protecao-social-nao-contributiva-no-brasil>. Acesso em: 24 fev. 2014. MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. Panorama da previdência social brasileira. 3. ed. Brasília, 2007. Disponível em: <http://www.previdencia.gov.br/arquivos/office/3_090126-092058729.pdf>. Acesso em 24 fev.2014. VIEIRA, Evaldo. Os direitos e a política social. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2007. YAZBEK, Maria Carmelita. Classes subalternas e assistência social. 7.ed. São Paulo: Cortez, Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página107 2009 SERVIÇO SOCIAL E MERCADO DE TRABALHO Ementa: As instituições/organizações: o lócus institucional dos assistentes sociais. Tendências de análise e/ou de leitura de sociedade orientadas pelas correntes positivista e marxista. Poder e legitimidade: a questão da hegemonia. Ideologia. Táticas e estratégias no exercício do poder. Processos de análise institucional. A prática do Serviço Social no espaço institucional. Conceitos relacionados à formação do mercado de trabalho para o Assistente Social, suas alternativas e desafios competitivos. Reflexões sobre a postura profissional e exigências do mercado. Identificação de oportunidades e criação de diferenciais. O trabalho do Assistente Social como especialidade do trabalho coletivo na sociedade. Áreas de atuação profissional. Referência Básica: FALEIROS, Vicente de Paula. Metodologia e ideologia do trabalho social. 12. ed. São Paulo: Cortez, 2011. CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL (BRASIL). O estudo social em perícias, laudos e pareceres técnicos: contribuição ao debate no judiciário, penitenciário e na previdência social. 10.ed. São Paulo: Cortez, 2011. IAMAMOTO, Marilda Villela. Trabalho e indivíduo social. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2012. Referência Complementar: ABREU, Marina Maciel. Serviço social e a organização da cultura: perfis pedagógicos da prática profissional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2010. BENJAMIN, Alfred. A entrevista de ajuda. 13. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2011. BRASIL. Lei Federal nº 8.662. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8662.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014. CEFSS: Conselho Federal de Servio Social. Regulamentação da profissão lei nº 8.662, de 7 de junho de 1993. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/legislacao_lei_8662.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014. CRESS: Conselho regional de Serviço Social. Sobre a profissão de Serviço Social. Disponível Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página108 em: <http://www.cress-mg.org.br/Home/Index/1>. Acesso em: 24 fev. 2014. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I Ementa: Orientação teórica e prática de temas relacionados às atividades do Assistente Social, objetivando a elaboração do trabalho de conclusão de curso. Referência Básica: FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed. rev. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009. BASTOS, Lília da Rocha et al. Manual para a elaboração de projetos e relátorios de pesquisas, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. Referência Complementar: KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 18. ed. Petrópolis, RJ : Vozes 2000. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. (Minha Biblioteca). Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522484867/page/iv>. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. TACHIZAWA, Takeshy. Como fazer monografia na prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Fund. Getúlio Vargas, 1999. TEMPORALIS. Porto Alegre: Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, 2004- Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página109 . Semestral. ISSN 1518-7934. 8º MÓDULO GESTÃO EM SERVIÇO SOCIAL Ementa: Discutir o ambiente das organizações, histórico da Administração, papel do GestorAdministrador; áreas funcionais da Empresa, funções do Administrador, funções administrativas, principais Teorias administrativas, planejamento formal e Estratégico. Tipos de estruturas organizacionais, desenvolvimento gerencial, liderança, desenvolvimento de equipes e pessoas, motivação, Responsabilidade Social e papel do Serviço Social organizacional. Conceitos básicos da nova gestão pública: descentralização, relações intergovernamentais, intersetorialidade, participação e accountability e sua relação com os principais temas da agenda social, Sistema de Monitoramento e Avaliação de políticas, programas e projetos sociais. Conceitos, origens, metodologias e desafios do Sistema de Monitoramento e Avaliação. Construção de indicadores e instrumentais para o Monitoramento e Avaliação Referência Básica: OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. 27.ed. São Paulo: Atlas, 2010. BAPTISTA, Myrian Veras. Planejamento social: intencionalidade e instrumentação. 2. ed. São Paulo, SP: Veras, 2007. RICO, Elizabeth Melo (Org.). Avaliação de políticas sociais: uma questão em debate. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2009. Referência Complementar: AVANCINI, Eliane Vignatti; CORDEIRO, Sandra Maria Almeida. A importância do planejamento estratégico em organizações do terceiro setor. Serviço Social em Revista. v.7, n.1, jul./dez, 2004. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v7n1_sandra.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014. COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de projetos sociais. 10.ed. Petrópolis: Vozes, 2012. OLIVEIRA, Fátima Bayma de; KASZNAR, Istvan Karoly (Org.) Saúde, previdência e assistência social: políticas públicas integradas desafios e propostas estratégicas. São Paulo: Pearson Prentice Hall Brasil, 2007. (Biblioteca virtual). Disponível em: <http://UNIBH.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050711>. SEN, Amartya Kumar. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. YWATA, Suzana Yuriko; GIROTO, Ana Paula Santana. Indicadores sociais com instrumento de gestão social. Serviço Social em Revista. v.10, n.2, jan./jul., 2008. Disponível em: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página110 <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/>. Acesso em 14 mar.2014. LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS Ementa: Visa conhecer a língua brasileira de sinais e sua história. Entrar em contato com a cultura e identidade dos surdos. Apresenta o alfabeto manual e os números. Introdução ao vocabulário, utilização dos pronomes pessoais, verbos e adjetivos e estruturação gramatical. Discute a importância da expressão corporal e conversação. LOPES, Maura Corcini. Surdez & educação. 2.ed., rev. e ampl. Belo Horizonte: Autêntica, 2011. CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte (Ed.). Dicionário enciclopédico ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2006. SKLIAR, Carlos (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 6. ed. Porto Alegre: Mediação, 2012. Referência Complementar: BRASIL. Lei nº 10.098 de 19/12/2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10098.htm>. Acesso em 24 fev.2014. PORTAL DO SURDO. Disponível em: <http://www.portaldosurdo.com/>. Acesso em 24 fev.2014. PORTAL LIBRAS LEGAL. Disponível em: <http://www.libraselegal.com.br/portal/>. Acesso em 24 fev.2014. QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artmed, 1997. SACKS, Oliver W. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página111 das Letras, 1998. POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO, CRIANÇA E ADOLESCENTE Ementa: O arcabouço jurídico - institucional que rege a área da educação no tocante a: educação infantil, jovem e adulto, indígena e portadores de necessidades especiais. Diagnóstico das questões sociais e assessoria das atividades sociais específicas que envolvem as famílias e a instituição escolar. Conformação histórica da política de atendimento aos direitos da criança e do adolescente no Brasil, sua evolução. Referência Básica: SALES, Mione Apolinário; MATOS, Maurílio Castro de; LEAL, Maria Cristina (Org.). Política social, família e juventude: uma questão de direitos. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2010. ROJAS ACOSTA Ana; VITALE, Maria Amália Faller (Org.). Família: redes, laços e políticas públicas. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2010. VOLPI, Mario (Org.). O adolescente e o ato infracional. 9.ed. São Paulo: Cortez, 2011. Referência Complementar: BRASIL. Estatuto da criança e adolescente: Lei n.8.069, de 13-7-1990. 16.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. CURY, Carlos Roberto Jamil. Lei de diretrizes e bases da educação (Lei 9.394/96). 4. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. KALOUSTIAN, Sílvio Manoug (Org.). Família brasileira: a base de tudo. 10. ed. São Paulo: Cortez, 2011. MÜLLER, Fernanda (Org); PROUT, Alan et al. Infância em perspectiva: políticas, pesquisas e instituições. São Paulo: Cortez, 2010. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página112 SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628. TRABALHO, SOCIABILIDADE, SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE. Ementa: O processo de trabalho na sociedade capitalista. As transformações contemporâneas no processo de acumulação e regulação social e suas derivações na organização e na gestão do trabalho. Novas relações sociais a partir das alterações no mercado de trabalho. Exclusão social e exclusão do trabalho. A polêmica em torno da crise da sociedade do trabalho. O Serviço Social como especialização do trabalho coletivo. Novos contornos do trabalho, seus reflexos na organização social, alternativas de inclusão social pelo trabalho. A inserção do Assistente Social nos processos de trabalho: sustentabilidade e meio ambiente, e a formulação de projetos de intervenção. Referência Básica: ANTUNES, Ricardo L. C. Adeus ao trabalho?: Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 7.ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez, 2000. DOMINGUEZ GÓMEZ, José Andrés; VÁZQUEZ AGUADO, Octavio; GAONA PÉREZ, Alejandro (Org.). Serviço social e meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2011. FREIRE, Lucia; FREIRE, Silene de Moraes; CASTRO, Alba Tereza Barroso de (Org.). Serviço social, política social e trabalho: desafios e perspectivas para o século XXI. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2010. Referência Complementar: ALBORNOZ, Suzana. O que é trabalho. 6.ed. São Paulo: Brasiliense, 1994. BRASIL. Ministério do meio ambiente. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/>. Acesso em 24 fev.2014. PEREIRA, Adriana Camargo. Sustentabilidade, responsabilidade social e meio ambiente. São Paulo: Saraiva, 2008. (Minha Biblioteca). Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788502151437>. SANTANA, Marco Aurélio. Sociologia do trabalho no mundo contemporâneo. 3. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar 2010. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página113 SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II: MONOGRAFIA Ementa: Orientação teórica e prática de temas relacionados às atividades do Assistente Social, objetivando a elaboração do trabalho de conclusão de curso. Referência Básica: FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed. rev. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009. BASTOS, Lília da Rocha et al. Manual para a elaboração de projetos e relátorios de pesquisas, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008. Referência Complementar: KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 18. ed. Petrópolis, RJ : Vozes 2000. LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010. (Minha Biblioteca). Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522484867/page/iv>. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11. ed. São Paulo: Atlas, 2009. TACHIZAWA, Takeshy. Como fazer monografia na prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Fund. Getúlio Vargas, 1999. TEMPORALIS. Porto Alegre: Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página114 2004-. Semestral. ISSN 1518-7934. SERVIÇO SOCIAL E TERCEIRO SETOR Ementa: A relação público/privado na história do Estado brasileiro. Condicionamento econômicopolítico da emergência do “terceiro setor” na sociedade capitalista contemporânea e, particularmente, na contextualidade brasileira Neoliberalismo e “terceiro setor”. Da seguridade social ao “terceiro setor”: o “terceiro setor” e a produção de serviços sociais no processo de reforma gerencial do Estado brasileiro. As implicações da expansão do “terceiro setor” sobre a prática profissional do serviço social. Referência Básica: MONTAÑO, Carlos. Terceiro setor e questão social: crítica ao padrão emergente de intervenção social. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2010. IOSCHPE, Evelyn Berg (Org.). 3º setor: desenvolvimento social sustentado. 3. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005. SILVA, Maria das Graças Bigal Barboza da; SILVA, Ana Maria Viegas da. Terceiro setor: gestão de entidades sociais (ONG-Oscip-OS).Belo Horizonte: Fórum, 2008. Referência Complementar: BOCCHI, Olsen Henrique. O terceiro setor: uma visão estratégica para projetos de interesse público. Curitiba: Inter Saberes, 2013. (Biblioteca virtual). Disponível em: <http://UNIBH.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582126592/pages/-2>. GOHN, Maria da Glória. O protagonismo da sociedade civil: movimentos sociais, ONGs e redes solidárias. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008. GOHN, Maria da Glória. Teorias dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2000. IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação profissional. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2010. YAZBEK, Maria Carmelita. Classes subalternas e assistência social. 7.ed. São Paulo: Cortez, Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página115 2009 SERVIÇO SOCIAL JUDICIÁRIO Ementa: O Serviço Social e a construção do conceito de sistema sócio jurídico. Práticas profissionais no sistema sócio jurídico: o Serviço Social no sistema penal, o Serviço Social na aplicação de medidas socioeducativas e o Serviço Social no Poder Judiciário. Referência Básica: FALEIROS, Vicente de Paula. Saber profissional e poder institucional. 10.ed. São Paulo: Cortez, 2011. ROJAS ACOSTA, Ana; VITALE, Maria Amália Faller (Org.). Família: redes, laços e políticas públicas. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2010. SIMÕES, Carlos. Curso de direito do serviço social. 5.ed. São Paulo, SP: Cortez, 2011. Referência Complementar: COUTO, Berenice Rojas. O direito social e a assistência social na sociedade brasileira: uma equação possível?. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2008. RICO, Elizabeth Melo (Org.). Avaliação de políticas sociais: uma questão em debate. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2009. RIZZINI, Irene. O século perdido: raízes históricas das políticas públicas para a infância no Brasil. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2011. ROSA, Felippe Augusto de Miranda. Sociologia do direito: o fenômeno jurídico como fato social. 13.ed. Rio de Janeiro : Zahar, 1996. SILVA, Maria Ozanira da Silva e; YAZBEK, Maria Carmelita (Orgs). Políticas públicas de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página116 trabalho e renda no Brasil contemporâneo. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2012. PENSAMENTO ECONÔMICO MODERNO Ementa: A constituição da economia política como campo científico. O Liberalismo, o Keynesianismo, o Neoliberalismo e a Crítica Marxista da Economia Política. As mudanças contemporâneas no padrão de acumulação e suas expressões na economia brasileira e internacional. Produto. IDH. Distribuição de renda. Política fiscal. Orçamento Público. Noções básicas de economia internacional.. Desenvolvimento econômico e sustentabilidade. Referência Básica: HUNT, E. K. História do pensamento econômico: uma perspectiva crítica . 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. COUTINHO, Maurício Chalfin. Lições de economia política clássica. São Paulo: Hucitec, 1993. HOBSBAWM, E. J. Era dos extremos: o breve século XX,1914-1991. 2. ed. Sao Paulo: Companhia das Letras, 1995. Referência Complementar: ANTUNES, Ricardo L. C. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. 2. ed. rev. e ampl. Perdizes: Boitempo, 2009. BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista: a degradação do trabalho no século XX. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1987. FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 20. ed. São Paulo: Nacional, 1985. MAAR, Wolfgang Leo. O que é política. 16. ed. Sao Paulo: Brasiliense, 1994. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página117 WEFFORT, Francisco C. (Org.). Os clássicos da política. 14. ed. Sao Paulo: Ática, 2006. ANALISE INSTITUCIONAL Ementa: Correntes da análise institucional em suas diversas abordagens. A análise como recurso técnico instrumental para o trabalho dos assistentes sociais. Poder e contra poder no espaço institucional. Processos de análise institucional. A prática do Serviço Social no espaço institucional. Referência Básica: FALEIROS, Vicente de Paula. Saber profissional e poder institucional. 10.ed. São Paulo: Cortez, 2011. BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética e serviço social: fundamentos ontológicos. 8. ed. São Paulo: Cortez, 2010. MOTA, Ana Elizabete da. O feitiço da ajuda: as determinações do serviço social na empresa. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2010. Referência Complementar: FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 37. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. FREIRE, Lúcia. O serviço social na reestruturação produtiva: espaços, programas, direções e processos do trabalho profissional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2010. GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do serviço social. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011. TEMPORALIS. Porto Alegre: Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, 2004-. Semestral. ISSN 1518-7934. TEMPORALIS. Porto Alegre: Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página118 2004-. Semestral. ISSN 1518-7934. ANEXO 2 - MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO - TIG 1. APRESENTAÇÃO Este manual é um documento interno cujo objetivo é orientar a comunidade acadêmica no processo de elaboração do Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG, disciplina que passa a compor a nova matriz curricular dos cursos de graduação a partir do segundo semestre de 2009. Partimos do entendimento de que, durante o curso de graduação, o aluno deve ser estimulado a produzir trabalhos acadêmicos que lhe propiciem o desenvolvimento de um conjunto de competências no campo de sua futura atuação profissional, por meio de uma aproximação maior entre a realidade prática e a teoria aprendida em sala de aula. Como o conhecimento na vida cotidiana não aparece fragmentado, pois a realidade é necessariamente global e multidimensional, precisamos encontrar uma forma de garantir espaço e tempo no currículo para a integração dos saberes, sem que isso signifique desconsiderar as especificidades disciplinares. Para tal, faz-se necessária a adoção de uma atitude interdisciplinar, a qual envolverá o corpo docente e discente em uma mudança no processo de tomada de decisão frente aos problemas que permeiam as disciplinas envolvidas. Nesse processo, alunos e professores atuam colaborativamente, pois são co-construtores do conhecimento, em um movimento que enfoca a metacognição (aprender a pensar) e acentua os processos gerais, como a resolução de problemas comuns às disciplinas. Assim, trabalhando em pequenos grupos e coletivamente, os alunos poderão pesquisar e resolver problemas suficientemente complexos, relacionados à realidade do mundo em que vivem, como forma de provocar a aplicação e produção de conhecimentos sobre temas que não podem ser encerrados nos compartimentos das disciplinas existentes. Nessa perspectiva, os passos que caracterizam os processos acadêmicos envolverão grupos de alunos e os levarão a atuar da seguinte maneira: Discussão de um problema particular que constitua um desafio cognitivo e cuja solução demande pesquisa; Utilização dos próprios conhecimentos e experiências dos alunos, que para isso contam com a orientação de professores e são incentivados a buscar, por si mesmos, os conhecimentos Levantamento de uma série de hipóteses que podem explicar e resolver o problema; Investigação das hipóteses apontadas; Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página119 necessários para chegarem a uma resposta para o problema abordado; Indicações de possíveis respostas e soluções e, ao final do processo, preparação de uma apresentação com os resultados para a turma. Nesse contexto da reforma curricular, a interdisciplinaridade, por meio do Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG, ajudará a abrir as portas da sala de aula, a trazer significado aos conteúdos e a construir pontes para todos os ambientes/espaços que corroborem a aventura de aprendizagem dos alunos. 2. PARADIGMA INTERDISCIPLINAR A interdisciplinaridade não é apenas a reorganização metódica de disciplinas e conteúdos numa “grade”; é também uma tomada de posição, face ao problema do conhecimento, por parte das pessoas envolvidas num projeto educativo que retoma e reconhece a complexidade do dilema da presença do homem no mundo, isto é, dos problemas com os quais nos defrontamos, e propõe soluções para que a humanidade possa se expressar em sua plenitude. Isso se manifesta em: Uma relação de reciprocidade, de mutualidade, um regime de copropriedade, de interação, que irá possibilitar o diálogo entre os envolvidos num projeto pedagógico e nutrir-se de uma intencionalidade; Um regime de cooperação entre disciplinas ou entre setores heterogêneos de uma mesma ciência, que se faz por meio de trocas e visando ao enriquecimento mútuo; Um movimento entre prática-teoria-prática nos processos de ensino e aprendizagem que favorece a eliminação do hiato existente entre a formação universitária e a atividade profissional e atribui sentido aos conteúdos; Uma premissa de que nenhuma forma de conhecimento é, em si mesma, capaz de dar conta de uma determinada realidade. O diálogo do conhecimento científico e tecnológico com formas variadas de saberes – o saber tácito, o saber intuitivo, o saber popular, o saber informal, o saber do inconsciente, os saberes presentes em toda a expressão da vida humana – é estimulado de modo a deixar-se interpenetrar por elas, preservando-se, todavia, o olhar científico sobre o fenômeno em estudo; Uma substituição da concepção fragmentária do conhecimento e do ser humano por outra, unitária, complexa e multifacetada. A interdisciplinaridade é, portanto, uma atitude epistemológica e pedagógica que incorpora uma nova concepção de: Conhecimento; Sujeito; Relação do sujeito com o conhecimento. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página120 3. ATITUDE INTERDISCIPLINAR A atitude interdisciplinar é compreendida como uma tomada de posição face ao problema do conhecimento por parte de pesquisadores, professores, alunos e demais pessoas envolvidas num projeto educativo. Não se esgota na junção de conteúdos ou de métodos, nem na junção de disciplinas ou criação de novos conteúdos, produto dessas junções. Uma vez que se trata de encontro entre sujeitos com uma determinada intencionalidade face ao conhecimento, a parceria é apontada como premissa maior da interdisciplinaridade, já que o educador que a pratica não o faz solitariamente, mas dialogando com teóricos, com seus pares, com seus alunos. O diálogo entre formas e tipos variados de conhecimento com os quais não estamos habituados e a interpenetração daí decorrente cria a possibilidade de consolidação da intersubjetividade – a possibilidade de um pensar que venha se completar no outro – e será tanto mais profícua quando houver a intencionalidade de efetivação de novas, melhores e mais consistentes parcerias. O trabalho interdisciplinar sustentado na parceria é muito mais fruto do encontro de sujeitos parceiros com ideias e disposição para o trabalho do que de disciplinas. A responsabilidade mútua surge como uma característica fundamental dos parceiros em um projeto interdisciplinar, fruto do envolvimento com o projeto em si, com as pessoas, com as instituições. 4. PRINCÍPIOS NORTEADORES DA DISCIPLINA TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO – TIG. A disciplina TIG, caminho encontrado por nossas instituições de ensino superior para a efetivação da interdisciplinaridade e circulação dos saberes, apresenta-se como uma proposta de prática interdisciplinar que desempenhará a função aglutinadora das dimensões da Aprendizagem Significativa, das quais merecem destaque: 4.1. DCNS e PPCS O tema foco do TIG deve estar diretamente relacionado à formação de habilidades (específicas e globais) e de competências descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais e nos Projetos Pedagógicos dos Cursos, de modo a corroborar a formação profissional, humana e cidadã dos alunos e a ajudar na sua inserção político-social. 4.2. Letramento Acadêmico O letramento acadêmico traduz-se em ações que viabilizam o desenvolvimento dos alunos e a sua formação como sujeitos acadêmicos. Alguns descritores são considerados fundamentais para que os Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página121 alunos possam, por exemplo, desenvolver senso crítico, capacidade de integrar conhecimentos e outras habilidades/competências essenciais para uma participação efetiva na sociedade. Esses descritores incluem, principalmente: O desenvolvimento contínuo das habilidades de leitura e escrita nas diferentes áreas do conhecimento; O desenvolvimento contínuo do raciocínio lógico-matemático; O entendimento do processo de construção do conhecimento científico. 4.3. Autonomia do Aprendiz A disciplina TIG adota como princípio o papel ativo dos estudantes na construção do conhecimento, em que o processo de aquisição do saber é mais importante que o próprio saber. Porém, para que se envolvam ativamente nas decisões relacionadas a seu processo de aprendizagem e na implementação dessas decisões, assumindo responsabilidade pela própria aprendizagem e tornando-se mais independentes da ajuda dos professores, os estudantes devem, primeiramente, se conscientizar quanto a seus estilos de aprendizagem (i.e., como aprendem) e desenvolver diferentes estratégias (i.e., procedimentos específicos – comportamentos, técnicas, recursos usados) para possibilitar e melhorar sua aprendizagem e, consequentemente, ajudá-los a construir o próprio conhecimento. O professor deve atuar, nesse contexto, como um facilitador da autonomia dos alunos. 4.4. Trabalho em Equipe Outro componente facilitador da autonomia e da autoregulação da aprendizagem é o trabalho em equipe, sustentado pela teoria sociocultural proposta por Vygostsky e colaboradores, segundo a qual a aprendizagem ocorre a partir de interações significativas, através das quais os indivíduos co-constroem o seu conhecimento. Nessa teoria fundamentam-se também os pressupostos da aprendizagem colaborativa: as interações são a chave para o desenvolvimento social, afetivo e, sobretudo, cognitivo. Trabalhando juntos, os alunos e os professores não compartilham apenas ideias e informações, mas também estilos e estratégias de aprendizagem. 4.5. Espaços de aprendizagem A sala de aula e qualquer outro ambiente/espaço de aprendizagem, intramuros (bibliotecas, laboratórios, auditórios, clínica, agência, espaços de convivência, etc.) ou extramuros (cinema, teatro, museus, empresas, portos, hospitais, postos de saúde, etc.), devem estimular a experiência, a experimentação e Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página122 a habilidade de problematizar dos alunos. 5. NORMAS GERAIS 5.1. Atribuições do Coordenador de Curso Reuniões com os professores do curso, antes do início das aulas do semestre letivo, para planejar, coletivamente, o trabalho interdisciplinar na sua totalidade, respeitando-se, porém, a especificidade de cada período/módulo; Sistematização da proposta por período/módulo em forma de Edital, elaborado pelos professores do TIG encaminhado ao Coordenador de Curso para ser publicado; Alocação, ao longo do semestre, de espaço nas reuniões com o corpo docente, com o objetivo de avaliar o andamento do trabalho interdisciplinar e definir novos encaminhamentos, quando necessário; Interlocução contínua com os professores do TIG para monitorar o processo de desenvolvimento do trabalho interdisciplinar; Preparação de cartas de apresentação de alunos às instituições, no caso de trabalho de campo, assim como certificados de participação, quando necessário; Suporte ao professor da disciplina TIG no levantamento de infraestrutura para a realização de protótipos, experiências, construção de peças/produtos/projetos; Organização, com os professores do TIG, do período/módulo de apresentação do trabalho oral; Reuniões com os professores, no final do semestre letivo, para avaliar o trabalho interdisciplinar e identificar os aspectos que devem ser revistos no planejamento do semestre seguinte. 5.2. Atribuições do professor do TIG O professor do TIG será o articulador do desenvolvimento do trabalho interdisciplinar. Sua principal atribuição é planejar e acompanhar o andamento do trabalho pelos alunos e articular a contribuição dos demais professores, de forma a garantir a construção da interdisciplinaridade. O professor da disciplina TIG se responsabilizará, antes do início das aulas, pela: Definição, em parceria com os professores do período/módulo, do tema/foco da disciplina, conforme o projeto pedagógico do curso; Envolvimento dos professores na delimitação do que deve ser pesquisado em cada disciplina do Sistematização das decisões do grupo de professores do período/módulo na forma de Edital; Entrega do Edital ao Coordenador de Curso para publicação. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página123 período/módulo (Questão); O professor da disciplina TIG será responsável, durante o semestre letivo, pela (o): Apresentação da proposta do trabalho interdisciplinar aos alunos e divulgação do Edital; Organização/distribuição dos grupos; Distribuição dos subtemas por grupo se for o caso; Descrição das tarefas a serem executadas pelos alunos e distribuição do cronograma de atividades; Levantamento de possibilidades de contatos para realização de coleta de dados e pesquisa/trabalho de campo; Levantamento de infraestrutura para realização de protótipos, experiências, construção de peças/produtos/projetos. Interlocução contínua com os professores do período/módulo para garantir a participação das diversas disciplinas; Avaliação contínua junto aos Coordenadores de Curso do processo de desenvolvimento do trabalho interdisciplinar. O professor do TIG não trabalhará o conteúdo específico das disciplinas e sim a articulação desses conteúdos no trabalho escrito e na apresentação oral. Ele se encontrará com os membros de cada grupo para: Garantir a implementação da proposta; Construir a metodologia do trabalho; Acompanhar a realização dos trabalhos nas modalidades previstas em Edital; Acompanhar a coleta de dados, se for se for o caso; Acompanhar a elaboração dos trabalhos escrito e oral; Colaborar na resolução dos obstáculos encontrados pelos grupos; Avaliar o processo de desenvolvimento (etapas do processo) e o produto gerado. 5.3. Atribuições dos professores das demais disciplinas do período/módulo Os professores dos períodos/módulos contemplados com o TIG serão responsáveis por orientar os grupos já formados, de modo a aguçar a sua percepção quanto à natureza e relevância da questão a ser investigada. Isso significa, pois, construir com os grupos uma única questão relacionada ao conteúdo da disciplina e à sua articulação com as demais, contribuindo para o diálogo entre elas. O conjunto de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página124 questões de todas as disciplinas norteará a coleta de dados empíricos e referências teóricas e/ou documentais sobre o tema proposto. Cada professor indicará material bibliográfico para análise do material empírico. Cada disciplina deve assegurar O MÍNIMO DE 10% da carga horária total de aulas para garantir a construção da resposta da questão formulada pela disciplina no trabalho interdisciplinar. A distribuição dessa carga horária deverá ser definida em cronograma durante a fase de planejamento e deverá constar do plano de ensino. Os professores das demais disciplinas do período/módulo avaliarão o produto final do TIG. A pontuação do trabalho em cada disciplina será de 10 (dez) pontos, conforme Edital do curso/período/turno. A nota será lançada na segunda etapa do semestre letivo.15 5.4. Atribuições dos alunos Formar grupos de acordo com as normas estabelecidas pelo Edital do TIG; Desenvolver o trabalho de acordo com as etapas de planejamento descritas no cronograma e seguir as orientações do professor do TIG e dos demais professores do período; Desenvolver um produto adequado à sua área de conhecimento; Elaborar o trabalho escrito e preparar a apresentação oral do TIG. 5.5. Formação dos grupos As normas para a constituição dos grupos de trabalho interdisciplinar são: o TIG será desenvolvido obrigatoriamente em grupo de no mínimo 5 e no máximo 8 alunos participantes, conforme Edital; os grupos poderão ser formados por livre escolha dos alunos. o professor do TIG deverá auxiliar no processo de constituição dos grupos para garantir que todos os alunos sejam alocados. 5.6. Produto Final A experiência do desenvolvimento do TIG deverá gerar um documento final escrito, que poderá assumir vários formatos, adequando-se às necessidades e especificidades das diversas áreas do conhecimento, respeitado o Edital do Período/Curso – Produto Final. 15 As normas de avaliação do TIG podem ser alteradas no caso de mudança no sistema de avaliação. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página125 Dentre as modalidades sugeridas, poderão ser formatos do TIG: MODALIDADE Trabalho teórico Trabalho de campo Protótipo Portfólio Material didático Projeto Case 5.7. EXEMPLO Artigo Ensaio Etc. Projetos de extensão Movimentos sociais Políticas sociais como efetivação de direitos Etc. Maquete Produtos da engenharia (bomba de calor, bomba hidráulica) Produtos da arquitetura (móveis, utensílios, edificações) Etc. Projetos gráficos com apresentação e análise do conjunto de trabalhos de um artista (designer, fotógrafo, cineasta, jornalista) na modalidade impressa ou virtual Etc. Manual Material para o ensino de Cinema e Audiovisual Produção de cartilhas para a sociedade (saúde, negócios, planejamento financeiro) Etc. Desenvolvimento de software Elaboração de uma home Page Elaboração de um blog e outros produtos relacionados às novas tecnologias (sites, podcasts, projetos de convergência) Produção de vídeo Reportagem (impressa, em vídeo, fotográfica, sonora) Ensaio fotográfico Ações de comunicação organizacional Vídeos (curtas) CD-ROM Programas de rádio Anime (animação) Empreendedorismo Etc. Diagnóstico, planejamento e execução de ações em instituições privadas, públicas e não governamentais Epidemiologia. Internacionalização de empresas Avaliação de desempenho Comportamento Etc. Avaliação O processo de avaliação do trabalho interdisciplinar será feito na disciplina TIG e em todas as demais disciplinas do período/módulo. Na disciplina TIG serão distribuídos 100 pontos, conforme descrito Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página126 abaixo: AVALIAÇÃO PROCESSUAL VALOR Apresentação da proposta aos alunos Construção da metodologia 60 Elaboração do instrumento de coleta de dados Realização das etapas do trabalho Trabalho escrito 20 Apresentação oral 20* Total 100 * Apresentação oral dividida em: Habilidades 10 Arguição da banca examinadora (foco na pertinência e articulação do conteúdo) 10 Nas demais disciplinas do período/módulo será avaliado o produto final e a pontuação deverá ser de no máximo 10 pontos, de acordo com o Edital do Período/Módulo/Curso. Os pontos serão lançados na segunda etapa de avaliação, como parte da distribuição dos pontos de trabalho. 6. OPERACIONALIZAÇÃO 6.1. Etapa 1 – Planejamento A etapa de planejamento do Trabalho Interdisciplinar será sempre realizada na primeira semana do semestre letivo, durante o Simpósio de Professores, consistirá em reunião de planejamento com todos os professores de cada Período/Módulo/Curso e elaboração de Edital por Período/Módulo/Curso, com o propósito de estabelecer as normas gerais, definir os objetivos, propor a formatação dos trabalhos e as regras para a composição dos grupos, as modalidades de apresentação escrita e oral e o cronograma. O planejamento da disciplina TIG deve contemplar as seguintes etapas: Definição do tema: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página127 Tema que será o fio condutor do projeto: Justificativa Definição dos motivos pelos quais se pretende trabalhar este ou aquele tema de forma articulada ao Projeto Político-Pedagógico do Curso. Objetivos O que se pretende alcançar e como o tema se liga ao projeto curricular do curso. Abrangência Definição de como as disciplinas e seus conteúdos estarão envolvidos no Trabalho Interdisciplinar. Metodologia Definição pelos professores de como cada um trabalhará o tema em sua disciplina e definição da(s) referência(s) bibliográfica(s), da metodologia da pesquisa, do produto final e do modelo de apresentação. Cronograma Definição de datas, etapas do processo de desenvolvimento, processos avaliativos. O trabalho escrito deverá conter no máximo dez (10) páginas, com introdução, desenvolvimento, conclusão e referências bibliográficas, e deve ser elaborado segundo as normas da ABNT. A apresentação do trabalho oral deverá ser construída através de pôster, seminário, apresentação para banca de professores ou outra modalidade de apresentação contemplada em Edital do Período/Módulo/Curso. 6.2. Etapa 2 - Desenvolvimento do Trabalho Interdisciplinar Cada trabalho, dependendo de sua natureza e das peculiaridades de cada curso, poderá subdividir o desenvolvimento em diferentes formatos, de acordo com os objetivos e as metodologias traçadas. A partir da coleta de dados, os grupos deverão começar a relatá-los por escrito, sintetizando-os e trazendo as referências teóricas e documentais para dialogar com os dados primários ou secundários. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página128 O desenvolvimento do Trabalho Interdisciplinar deverá contemplar as seguintes etapas: Articulação com os princípios norteadores da interdisciplinaridade e com o Projeto PolíticoPedagógico do Curso Depois do planejamento, o professor do TIG deve fundamentar os princípios norteadores da interdisciplinaridade e articulá-los com o Projeto Político- Pedagógico do Curso para introduzir o tema aos alunos e construir a proposta do trabalho. Desenvolvimento Os grupos de alunos se formam, fazem leituras e fichamentos dos textos indicados pelos professores das disciplinas do período/módulo, constroem instrumentos de pesquisa, realizam trabalhos de campo, reuniões, elaboram o trabalho escrito e o formato das apresentações. Ao longo do processo de desenvolvimento do Trabalho Interdisciplinar os grupos serão avaliados processualmente. Recursos, espaços de aprendizagem e definição dos campos de pesquisa. Os espaços para o desenvolvimento do Trabalho Interdisciplinar poderão ser intramuros (bibliotecas, laboratórios, auditórios, clínica, agência, espaços de convivência, etc.) ou extramuros (cinema, teatro, museus, empresas, portos, hospitais, postos de saúde, etc.). 6.3. Etapa 3 – Processo Avaliativo Tanto na disciplina TIG quanto nas demais disciplinas do período/módulo serão distribuídos pontos conforme o Edital do Período/Módulo/Curso. 7. DISCIPLINA TIG O processo avaliativo da disciplina TIG envolverá as seguintes etapas: Avaliação Processual (Avaliação Formativa) O aluno será avaliado durante o processo de formação de habilidades e competências que possam contribuir para o seu desenvolvimento. A chave para esse tipo de avaliação está no fornecimento (pelo professor) e internalização (pelo aluno) de feedback sobre o desempenho deste último, com um olhar voltado para a continuação da sua formação. Ao longo do semestre, o desenvolvimento do trabalho interdisciplinar será avaliado de acordo com Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página129 seguintes itens, dentre outros: Apresentação da proposta do problema/pesquisa Construção da problematização pelos grupos Elaboração do instrumento de coleta de dados/pesquisa Realização das etapas do trabalho pertinentes à metodologia Análise dos dados Elaboração do trabalho final escrito Trabalho Escrito O desenvolvimento do trabalho interdisciplinar produzirá um trabalho escrito final. A disciplina TIG cobrará a interlocução entre os saberes construídos a partir do trabalho. Os trabalhos deverão ser entregues ao professor do TIG na data fixada no cronograma. Os professores das demais disciplinas do período/módulo também avaliarão o trabalho escrito, com pontuação a ser definida no edital do TIG. Apresentação oral Cada grupo fará uma apresentação oral e será arguido por uma banca de professores, conforme Edital do Período/Módulo/Curso, podendo contar com a utilização de recursos de natureza variada. 8. DEMAIS DISCIPLINAS DO PERÍODO/MÓDULO A avaliação do produto final será feito por todos os professores das disciplinas do período/módulo e a nota deverá ser lançada na segunda etapa de avaliação de cada disciplina. REFERÊNCIA: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página130 Evangelista, H. Almeida, I. Projeto Acadêmico Ânima/UNI-BH. Belo Horizonte, 2009. Edital Nº 01/2013 Normas para Apresentação do Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG Primeiro Semestre de 2013 A Coordenadora do curso de Serviço Social, no uso de suas atribuições e, CONSIDERANDO: 1 – A reestruturação curricular implantada pelo Centro Universitário UNI-BH, com a inclusão da disciplina Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG – como forma de promover a interdisciplinaridade dentro e fora da sala de aula; 2 – A necessidade dos alunos trabalharem de forma sistemática, organizada e solidária em grupos, tanto na sala de aula como em outros espaços de aprendizagem, visando à construção de sua autonomia acadêmica, intelectual, política e profissional; 3 - A decisão de se reservar, em horários regulares de aulas, o tempo adequado ao desenvolvimento das diferentes atividades inerentes ao TIG; 4 – A Resolução CEPE Nº 01/2009 que aprova as Normas para o Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG – para os cursos de bacharelado, licenciatura e tecnologia do Centro Universitário de Belo Horizonte – UNIBH. RESOLVE: Art. 1º - Em todos os cursos, períodos ou módulos, cujas matrizes curriculares contemplem a disciplina TIG, os alunos serão orientados sobre as regras de construção, apresentação e avaliação do trabalho interdisciplinar, estabelecidas no Manual de Trabalho Interdisciplinar de Graduação e neste Edital. Art. 2º - Todos os alunos matriculados nas disciplinas TIG deverão desenvolver trabalho interdisciplinar que envolva atividades de estudos e pesquisa, em conformidade com os Planos de Ensino indicados pelos professores dos referidos componentes curriculares. § 1º - Os Trabalhos Interdisciplinares serão desenvolvidos, obrigatoriamente, em grupos de no mínimo 05 e no máximo 08 alunos participantes, sem interferência prévia dos professores ou Coordenadores de Curso, tanto na composição dos grupos como na manutenção de seus membros, cabendo aos alunos à responsabilidade pela manutenção de um grupo solidário, ético e responsável para com suas atividades Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página131 acadêmicas. Exceção aos alunos do primeiro ciclo – módulos A e B – que serão distribuídos nos grupos através de um sorteio que deverá ser feito pelo professor de TIG, de acordo com o Art. 8º § 1º deste Edital. O número de participantes dos grupos de cada turma deverá estar especificado no anexo 1. § 2º - Os Trabalhos Interdisciplinares deverão ser desenvolvidos a partir de atividades em classe, sob orientação do professor de TIG, com a co-orientação dos demais docentes das disciplinas que compõem o módulo ou período, bem como em atividades de estudos e pesquisas realizados fora de sala de aula, de acordo com os horários disponibilizados para tal finalidade, para cada turma. § 3º - Em nenhuma hipótese será permitida a matrícula em disciplinas cujo horário de aulas coincida com os horários reservados às atividades extraclasse do TIG. § 4º - Alunos matriculados em mais de um TIG deverão desenvolver tantos Trabalhos Interdisciplinares quantas forem as matrículas naquelas disciplinas. Art. 3º - O produto final do TIG, correspondente à modalidade, ao tema/eixo e à metodologia de trabalho especificado para cada turma no Anexo 1, constará de um documento final escrito e de uma apresentação oral a uma banca examinadora, em sala de aula, em horários previamente comunicados aos alunos. Art. 4º - O trabalho escrito deverá ser entregue obedecendo à data estipulada no cronograma. Não serão aceitos trabalhos, após a data prevista. § 1º O trabalho escrito deverá ter no máximo 20 páginas, não considerando neste limite os elementos pré-textuais. É de responsabilidade dos grupos a entrega para cada professor do período uma cópia encadernada do trabalho para avaliação. Art. 5º - Para a apresentação oral, todos os grupos deverão confeccionar um arquivo em Power point e um produto criativo de mobilização social (banner, folder ou outra modalidade) que também fará parte da avaliação. § 1º O período para as apresentações orais, no Circuito Acadêmico UNIBH, será no período de 19,20 e 21 de junho de 2013. Na data reservada para a apresentação do grupo todos os seus componentes devem estar presentes e, nos demais dias do Circuito, os componentes do grupo deverão estar presentes no espaço reservado, onde ficará exposto seu produto criativo. A ausência do aluno na apresentação oral será penalizada em perda, pelo grupo, de 5 pontos por aluno faltoso. § Único-Todos os alunos devem estar presentes em todos os dias do Circuito Acadêmico UNIBH. § 2º A avaliação do trabalho oral será feita pelos professores do módulo e, eventualmente, por um Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página132 professor convidado. Art. 6º - O produto criativo é facultativo de acordo com o tema, mas suas especificações devem constar no edital em forma de anexo. Art. 7º - Na disciplina TIG, a avaliação será processual e obedecerá ao disposto no Manual do Trabalho Interdisciplinar de Graduação, utilizando os modelos presentes no anexo 1 deste edital. § 1º – Nas demais disciplinas do período/módulo, o Trabalho Interdisciplinar será avaliado em 10 pontos. Os pontos serão lançados na segunda etapa de avaliação, como parte da distribuição dos pontos de trabalho. § 2º - O aluno em dependência que não se matricular em todas as disciplinas do período/módulo deverá se matriculado no TIG, desenvolver o Trabalho Interdisciplinar, sendo avaliado normalmente, no TIG e nas outras disciplinas em curso, de acordo com o Manual de Trabalho Interdisciplinar de Graduação. § 3º - O aluno NÃO matriculado no TIG deverá ser avaliado em 100 pontos nas disciplinas nas quais estiver matriculado. § 4º - Para a disciplina TIG não existe a possibilidade de recuperação em “Exame Especial”. Art. 8º - Demais professores do período/módulo, que não os de TIG, deverão disponibilizar, com registro em seu Plano de Ensino, o mínimo de 10% da carga horária total da disciplina para co-orientação e acompanhamento do Trabalho Interdisciplinar. Art. 9º - Os casos omissos serão resolvidos pela Pró-Reitoria de Graduação, ouvido o Colegiado do Curso respectivo. Belo Horizonte, 17 de fevereiro de 2013. Ana Maria Soares Wolbert Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página133 Coordenadora do Curso de Serviço Social ANEXO 3 - MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC Competências da Comissão de TCC e dos professores orientadores 1. COMPETÊNCIA DA COMISSÃO DE TCC Supervisionar a elaboração e implementação do Plano de Trabalho dos professores orientadores; Acompanhar e avaliar as atividades e/ou decisões dos professores orientadores de TCC; Atuar junto aos professores da área de Metodologia do Trabalho Científico e Pesquisa Social, especialmente os orientadores do TCC, na supervisão da adequação do conteúdo das referidas disciplinas desta área às exigências do Trabalho de Conclusão de Curso; Convocar e realizar reuniões periódicas com os professores orientadores e/ou alunos da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso; Organizar formalmente e em tempo hábil, os alunos do 4º ano para os professores orientadores, observando a coerência do tema que o aluno pretende desenvolver com a área de atuação do professor orientador; 2. COMPETÊNCIAS DOS PROFESSORES ORIENTADORES: Dedicar a cada orientando, no mínimo, duas horas-aula mês para tal atividade, realizadas em datas definidas pelo orientador e assinaladas em formulário próprio, no qual constará a frequência e a assinatura do aluno (planejamento de orientações); Fixar um horário, em comum acordo, devendo comunicar por escrito à Coordenação de Curso; Entregar o Formulário de Orientação, contendo frequência e avaliação bimestral dos alunos devidamente preenchido à Coordenação de Curso; Solicitar e avaliar relatórios parciais que lhe for entregue pelo orientando, atribuindo-lhes as respectivas considerações e orientações; Acompanhar o trabalho em todas as suas etapas, bem como efetuar uma revisão final antes da entrega do mesmo à banca examinadora; Ser criterioso quanto às “cópias”, plágios e não respeito às orientações da Lei sobre direitos autorais. Verificar se o trabalho ajusta-se às normas técnicas de apresentação escrita. Se houver necessidade, solicitar ao aluno que submeta o trabalho a revisão ortográfica por professor de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página134 Língua Portuguesa; Participar da banca de defesa de TCC de seus orientandos; Assinar, junto com os demais membros da banca, a ata de defesa com a avaliação final do TCC. Direitos e Deveres dos Discentes em Fase de Elaboração de TCC É obrigatório o comparecimento do aluno às reuniões agendadas com seu orientador. Será feito o controle de presença, sendo exigido o mínimo de 75% de frequência. Ausências superiores a 25% das orientações previstas determinarão a exclusão do aluno do programa de orientação do ano em curso; O trabalho será acompanhado processualmente pelo professor orientador. Não será aceito, portanto, trabalho que não tenha participado desse processo de orientação, bem como aquele que fuja ao universo temático estabelecido previamente conforme as orientações gerais; Frequentar as reuniões convocadas pela Comissão de TCC do Curso; Cumprir o calendário fixado pela Comissão de TCC e/ou professor orientador para entrega dos relatórios parcial e final; Defender o TCC no dia, horário e local determinado pela Coordenação de Curso. Cumprir com as exigências quanto ao respeito à Lei sobre direitos autorais, “cópias”, plágios, normas técnicas de apresentação escrita (ABNT) e se houver necessidade, submeter o trabalho a revisão ortográfica por professor de Língua Portuguesa. Os casos contrários a esse dever implicarão na reprovação automática do discente no ano em curso. O Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC O aluno deverá elaborar o seu projeto de TCC de acordo com as diretrizes estabelecidas pela disciplina de Pesquisa em Serviço Social. O projeto de TCC deverá ser apresentado segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas. A Elaboração do TCC A elaboração do TCC deverá ser concluída no final da 8º período do curso de Serviço Social; O trabalho deve ser elaborado segundo os padrões de um trabalho científico. O TCC deverá ter a seguinte estrutura: folha de rosto, folha de aprovação, resumo, sumário, introdução, desenvolvimento, considerações finais (conclusão), referências e anexos (se Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página135 houverem). A Entrega do TCC O aluno deverá entregar, na Coordenadoria do Curso de Serviço Social, três exemplares do TCC, encadernados de maneira simplificada (brochura); Após a defesa pública do TCC, o aluno deverá realizar as correções sugeridas pela Banca Examinadora e entregar, na Coordenação do Curso de Serviço Social, um exemplar encadernado (capa dura). A não entrega do TCC revisado e encadernado acarretará na não obtenção do título de Bacharel em Serviço Social; Os prazos para entrega das cópias preliminares para a defesa e da cópia do trabalho final serão estabelecidos em conjunto com os professores orientadores e os professores examinadores. A Banca Examinadora A versão final do TCC deverá ser defendida pelo aluno no final da , perante uma banca examinadora composta pelo professor orientador e por 02 (dois) professores examinadores; Os professores que comporão a banca examinadora serão indicados pelo orientador, que deverá ser obrigatoriamente um Assistente Social, e referendado pela Comissão de TCC, considerando a temática do TCC com a área de conhecimento específico do professor e/ou a afinidade do mesmo com o tema e obrigatoriamente, com a presença de um professor assistente social. A Defesa do TCC As sessões de defesa dos TCCs serão públicas, convocadas pela Coordenação de Curso, com datas e horários publicados e divulgados nos murais da instituição; Não é permitido aos professores componentes das bancas examinadoras comentarem sobre o conteúdo do TCC antes da sua defesa; Cabe ao professor orientador coordenar a mesa, iniciar e finalizar os trabalhos, fazer o controle do tempo e redigir a ata da apresentação em formulário próprio; A duração da Banca Examinadora será, no máximo, de 60 minutos, para cada Trabalho de Conclusão de Curso – TCC; Na avaliação do trabalho, a Banca Examinadora levará em conta os seguintes critérios: apresentação oral e escrita, análise de conteúdo e análise técnica (tema, título, metodologia); A Banca Examinadora poderá considerar o TCC: aprovado ou reprovado. Somente os TCCs considerados adequados e em condições, pelo orientador e pela banca Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página136 avaliadora, deverão compor o acervo da Biblioteca. APÊNDICE A CENTRO UNIVERSTIÁRIO DE BELO HORIZONTE Curso de Serviço Social TERMO DE COMPROMISSO DE ORIENTAÇÂO DE TCC O Prof. _____________________________________________________ e o graduando ___________________________________________________, por este documento , comprometem-se o primeiro a orientar e o último a elaborar o TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO, com base no projeto de pesquisa. O processo de orientação ocorrerá nas dependências do UNIBH, no horário de _________ a ___________, nas ___________________ e contará com, no mínimo, quatro sessões, assim discriminadas: 02 sessões – Introdução e Referencial teórico 02 sessões – Metodologia, Dadas e análise da pesquisa e considerações finais e sugestões. Belo Horizonte, _______ de _________________ de ______________. Professor-orientador____________________________________________ Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página137 Orientando ___________________________________________________ APÊNDICE B CENTRO UNIVERSTIÁRIO DE BELO HORIZONTE Curso de Serviço Social TERMO DE ACEITAÇÃO DE ALUNO PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETO DE PESQUISA Pelo presente instrumento, a instituição ___________________________ ____________________________________ e o UNIBH Curso de Serviço Social comprometem-se a primeira a receber e a última a ___________________________________________________numa orientar pesquisa o graduando na área de __________________________________, no setor ___________________________________. Para o acompanhamento do aluno durante a pesquisa, _______________________________________________________ a instituição e o indica UNIBH o Sr o Prof.____________________________________________. Belo Horizonte, _________ de __________________de ____________ Pela Instituição ___________________________________________________ Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página138 Professor-orientador_______________________________________________ APÊNDICE C CENTRO UNIVERSTIÁRIO DE BELO HORIZONTE Curso de Serviço Social FICHA DE ACOMPANHAMENTO DE ORIENTAÇÃO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Nome do Professor Orientador: ______________________________________ Semestre:_____________ Turma / Período: __________________ Curso:_________________________________________ NOME DO ALUNO _______________________________________________________________ ENDEREÇO RESIDENCIAL: Rua/Av.:___________________________________________ Nº __________ Bairro:____________________________ Cidade:____________________ CEP__________________ Fone:________________________ E-Mail_______________________________________________________ ORGANIZAÇÃO ONDE TRABALHA: Nome:________________________________________________________ Rua/AV.:__________________________________________ Nº __________ Bairro:____________________________ Cidade:_______________________ CEP__________________ Fone:__________________________ E-Mail_______________________________________________________ ÁREA Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página139 TEMA: Data Assunto da Orientação Observações Ass. Prof Ass. Aluno 1. 2. 3. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página140 4. ANEXO 4 - COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE TITULAÇÃO M ÁXIMA Ana Maria Soares Wolbert Mestrado Cássio Miranda dos Santos Doutorado Cynthia Maria Santos Águido Marisnei Souza Dourado Wilson José Antônio da Cruz Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Mestre Especialista Doutorado Página141 NOME ANEXO 5 - QUADRO DO CORPO DOCENTE Titulação Ana Maria Soares Wolbert Mestre Cássio Miranda dos Santos Doutor Cristina Marilia da Silva Especialista Cynthia Maria Santos Águido Mestre Fernanda Flaviana de Souza Martins Mestre Julio Flávio de Figueiredo Fernandes Doutor Marcio Luiz Guglielmoni Mestre Marisnei Souza Dourado Especialista Renata Silva Daniel Caldeira Especialista Ronaldo Campos Mestre Wilson José Antônio da Cruz Doutor Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página142 Docente ANEXO 6 - MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1. APRESENTAÇÃO O presente manual foi elaborado com o objetivo de apresentar a Política de Estágio Obrigatório Curricular Supervisionado do curso de Serviço Social do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH, bem como esclarecer os alunos-estagiários sobre sua inserção no campo de estágio, de forma a ajudálos a sanar as principais dúvidas nesta nova etapa acadêmica e de formação profissional. O compromisso e a atenção para com a formação acadêmica do aluno do curso de Serviço Social do UNIBH é que fomentou a definição desta Política de Estágio, consolidada no presente documento, que estabelece uma direção social e política do estágio e é responsável por regulamentar toda matéria relativa ao mesmo, balizado nas legislações que o disciplinam, nas Diretrizes Curriculares do curso de Serviço Social, no Código de Ética Profissional do Assistente Social e no Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social. Sendo assim, a Política de Estágio Obrigatório Curricular Supervisionado contida neste manual, regulamentará os procedimentos legais, acadêmicos e institucionais pertinentes ao processo de Estágio, estabelecerá as competências e atribuições dos atores envolvidos, bem como a operacionalização e a sistemática de estágio implantada no curso. Trará ainda em anexo modelos de documentos e formulários que estão em vigor. 2. INTRODUÇÃO O Estágio Supervisionado em Serviço Social constitui-se em atividade curricular obrigatória. É parte integrante, fundamental e estratégica do processo de formação acadêmica do aluno e se dá a partir de sua inserção nos espaços sócio ocupacionais do assistente social, com o objetivo de capacitá-lo para o exercício do trabalho profissional. É atividade apropriada ao aluno no processo de compreensão das diversas situações vividas pelo assistente social, pois é inserido em relações institucionais e profissionais debatidas e refletidas em sala de aula, por meio das disciplinas da matriz curricular do curso, tornando-o, então, campo privilegiado de ensino. A realização do estágio supervisionado supõe transcender o cotidiano das atividades profissionais, extrapolando o nível do fazer, o que exige supervisão sistemática realizada pelo supervisor de campo e pelo supervisor acadêmico, sendo este um momento específico e rico no processo de ensinoaprendizagem em que a síntese da relação teoria-prática se dá. O estágio é instrumento fundamental na formação da análise crítica das demandas reais colocadas à profissão e contribui, consideravelmente, para o desenvolvimento de capacidades interventivas, propositivas, investigativas e criativas do aluno. Impulsiona a identificação de competências e habilidades necessárias ao exercício profissional e Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página143 constrói, paulatinamente, e em conjunto com o desenvolvimento do curso, um perfil profissional. 3. JUSTIFICATIVA A formação integral de um Assistente Social requer fundamentalmente que a teoria esteja vinculada à prática do estágio, e que o aluno-estagiário seja capaz de estabelecer esse elo entre as disciplinas ministradas no decorrer do curso e o exercício da prática. Estagiar é a oportunidade de o aluno entrar em contato direto com a realidade profissional, analisando, dentro de um contexto social, político, econômico, cultural e ambiental, os problemas e desafios que irá enfrentar. Tal prática favorece o conhecimento da realidade e o desenvolvimento das competências e habilidades necessárias à aplicação dos conhecimentos teóricos e metodológicos trabalhados ao longo do curso. Do futuro profissional, o mercado de trabalho exigirá uma postura ética, questionadora e atenta às mudanças, pois ele é elemento de transformação da realidade observada, devendo intervir de maneira competente, ética e responsável nos trabalhos dos quais participe. O curso de Serviço Social do UNIBH visa proporcionar, nesse sentido, autonomia crescente para a organização de ações de desenvolvimento profissional, bem como articular as diferentes práticas numa perspectiva interdisciplinar, integradas no trabalho de campo. 4. LEGISLAÇÕES APLICÁVEIS O Curso de Serviço Social do UNIBH em conformidade com a Política Nacional de Estágio tem como referências a Lei nº 11788 de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes, a Lei 8662/93 (Lei de Regulamentação da Profissão), o Código de Ética do Profissional (Resolução CFESS nº 273/93 de 13 de março de 1993), as Diretrizes Curriculares da ABEPSS (1996), a Resolução CFESS nº 533 de setembro de 2008 e a Política Nacional de Estágio da ABEPSS de 2010. 5. DEFINIÇÕES CONCEITUAIS Estágio Obrigatório Curricular Supervisionado: Para efeitos da presente Política de Estágio, compreende-se como estágio obrigatório curricular supervisionado a atividade teórico-prática, efetivada por meio da inserção supervisionada do estudante nos espaços sócio institucionais nos quais trabalham os assistentes sociais, capacitando-o nas dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa para o exercício profissional. Este processo impulsiona o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao exercício profissional, bem como a construção do perfil profissional pretendido (crítico, criativo, propositivo, investigativo), comprometido com os valores e princípios que norteiam o projeto ético-político profissional. Estagiário: para tanto, estar devidamente matriculado no curso de Serviço Social. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página144 O aluno vinculado ao estágio obrigatório curricular supervisionado será denominado estagiário, devendo Estágio Obrigatório Curricular Supervisionado Externo É aquele realizado através de Acordo de Cooperação com terceiros (concedente) e celebração de Termo de Compromisso de Estágio firmado com o aluno, sob a responsabilidade da Coordenação do Curso, a quem compete a sua formalização, obedecido o fluxo de tramitação estabelecido para documentos dessa natureza. 6. OBJETIVOS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. 6.1 Objetivo Geral Desenvolver as competências e habilidades profissionais embasadas nos estudos, pesquisas e análises de conteúdos relacionados à prática no intuito de alcançar a inter-relação entre teoria e prática, com base na interdisciplinaridade requerida nas diversas situações reais do trabalho. 6.2 Objetivos Específicos Possibilitar a articulação entre teoria e prática; Adquirir competências básicas para o exercício da profissão; Participar de uma reflexão coletiva e sistemática sobre o processo social; Construir, colocar em uso e avaliar as competências essenciais ao exercício profissional; Ser capaz de desenvolver trabalho em equipe, visando à coletividade, a aprendizagem, a interdisciplinaridade; Ser capaz de cooperar na elaboração de projetos sociais para serem executados; Enfrentar os deveres e dilemas éticos da profissão; Demonstrar conhecimento teórico sólido, capaz de sintetizar saberes e fundamentar sua própria ação. 7. ORGANIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DO ESTÁGIO. A atividade de estágio supervisionado está organizada a partir da integração do desenvolvimento do estágio supervisionado propriamente dito, no campo de estágio, com a disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado, ambos previstos do 2º Ciclo ao 4º Ciclo do curso de Serviço Social do Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página145 UNIBH. 7.1 Carga Horária: A carga horária do Estágio Supervisionado I, II, III e IV e das disciplinas de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I, II, III e IV deve ser distribuída e cumprida didaticamente durante o ano letivo, observando o disposto no Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social, tendo especial atenção ao trabalhador-estudante, que poderá cumprir carga horária nos finais de semana e período de suas férias no trabalho, desde que previamente estabelecido em Plano de Estágio e acordado com o supervisor de campo, supervisor acadêmico e coordenador do estágio supervisionado do UNIBH. De acordo com o Projeto Pedagógico do curso de Serviço Social do UNIBH o estágio obrigatório curricular supervisionado tem carga horária total definida em 456 horas, organizadas da seguinte forma: 96 horas no módulo 2B; 120 horas no módulo 3A; 120 horas no módulo 3B; 120 horas no módulo 4A. Concomitante à atividade do estágio obrigatório curricular supervisionado junto ao campo de estágio, os alunos-estagiários deverão frequentar a supervisão acadêmica, atividade integradora da estrutura curricular, desenvolvida nas disciplinas de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I (módulo 2B), II (módulo 3A), III (módulo 3B) e IV (módulo 4A), com carga horária prevista de 40 horas/aula para cada módulo e 20 h/a de estudos independentes. Desta forma, fica garantido o espaço privilegiado de discussão do processo de trabalho no qual o assistente social se insere, permitindo ao aluno-estagiário a construção teórico-crítica do trabalho profissional. Será considerado aprovado na atividade de estágio supervisionado o aluno-estagiário que cumprir a carga horária do estágio supervisionado e da supervisão acadêmica desenvolvida na disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado, conforme descrito acima. 7.2 Requisitos para realização do estágio: A realização do estágio obrigatório curricular supervisionado dar-se-á mediante o cumprimento dos seguintes requisitos: Efetivação da matrícula do aluno; Formalização do Acordo de Cooperação entre a parte concedente do estágio (Instituição/empresa) e o UNIBH; Celebração do Termo de Compromisso entre o aluno-estagiário, a parte concedente do estágio e o UNIBH; Compatibilização entre as atividades desenvolvidas no estágio e as previstas no Termo de Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página146 Compromisso. Durante o período do estágio supervisionado, o estagiário ficará coberto, obrigatoriamente, por apólice de seguro, contra risco de acidentes pessoais conforme estabelecido na Lei nº 11788/2008. 7.3 Campos de Estágio: Constitui campo de estágio obrigatório curricular supervisionado os órgãos de administração pública, as empresas, instituições de assistência social, organizações não governamentais, autarquias, organizações sociais entre outros que possuam em seus quadros pelo menos um profissional de Serviço Social devidamente registrado no Conselho Regional de Serviço Social – CRESS e que se predisponha a exercer a atividade de supervisão. 7.3.1 Abertura de Campos de Estágio A abertura de campos de estágio configura-se como atividade permanente e sistemática da coordenação do curso de Serviço Social, juntamente com a coordenação do estágio, devendo ser observados os seguintes critérios: Existência de um assistente social devidamente habilitado (registro no CRESS) de acordo com a lei 8662/93 e o Código de Ética da Profissão; Apresentação pela Instituição a ser conveniada da documentação exigida para celebração do convênio; Celebração de assinatura de convênio entre o UNIBH e os campos de estágios; Assinatura de termos de compromisso celebrados entre o estagiário e a parte concedente com a interveniência da Supervisão de Estágios do Curso; Disponibilidade e interesse por parte do Assistente Social para treinar, acompanhar, avaliar, supervisionar diretamente estagiários de Serviço Social (Art.5º, inciso VI da Lei 8662/93 que regulamenta a profissão do Assistente Social); Apresentação de Plano de Estágio elaborado pelo aluno, apontando as atividades desenvolvidas pelo Serviço Social na instituição, os objetivos do estágio, as áreas em que o aluno realizará o estágio e as atividades propostas para o estagiário. 8. ATRIBUIÇÕES 8.1 Do estagiário: Ter pleno conhecimento da Política de Estágio e dos prazos estabelecidos; Observar e participar das atividades fomentadoras de aprendizagem, demonstrando interesse e Cumprir regularmente a carga horária de estágio; Participar das supervisões individual e grupal e de seminários promovidos pela disciplina; Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página147 iniciativa durante o estágio; Agir com responsabilidade e compromisso diante das solicitações dos profissionais do local de estágio; Ter comportamento ético, afastando qualquer conduta que desabone sua idoneidade e que possa trazer-lhe prejuízo; Escolher o local adequado para a realização do seu estágio; Estar ciente de que caso fique comprovado qualquer irregularidade, fraude ou falsificação, estará automaticamente reprovado na disciplina, tendo ainda seu estágio cancelado; Elaborar de acordo com orientação do professor supervisor e cumprir, individualmente, o Plano de Estágio; Cumprir os prazos previstos para entrega dos relatórios, parcial e final, bem como se submeter às avaliações determinadas pelo professor supervisor. 8.2 Do Supervisor de Campo: Incentivar a realização de pesquisas que envolvam o campo de estágio; Apresentar a Instituição (Campo de Estágio) ao aluno, dando ênfase ao trabalho desenvolvido pelo assistente social, facilitando sua inserção no campo; Contribuir na elaboração do Plano de Estágio juntamente com o aluno–estagiário a fim de organizar e sistematizar a supervisão; Acompanhar e capacitar o aluno-estagiário na sua prática institucional e, em caso de situações adversas, contactar imediatamente o Supervisor Acadêmico do UNIBH; Participar de reuniões, cursos e outras atividades relativas à formação profissional promovida pela Escola de Serviço Social, CRESS ou outras entidades, buscando aprimorar sua formação como também garantir sua atualização por meio de uma educação continuada; Encaminhar por intermédio do aluno, no final de cada mês, a ficha de frequência do estagiário; Comunicar, imediatamente, à Coordenação de Estágio do UNIBH a ocorrência de faltas injustificadas, abandono de estágio, dificuldade de adaptação, solicitando visita ao campo; Propor sugestões para o estágio supervisionado, atuando como um coparticipante do processo de ensino-aprendizagem do aluno-estagiário; Avaliar o aluno-estagiário e encaminhar parecer qualitativo por escrito, para a Coordenação de Estágio do UNIBH; Solicitar reuniões com a Coordenação de Estágio do UNIBH ou com o Supervisor Acadêmico Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página148 quando necessárias; Afirmar compromisso com o processo de formação profissional, considerando as dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa. 8.3 Do Supervisor Acadêmico: Informar os alunos-estagiários sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação do estágio; Acompanhar, orientar e avaliar, de forma sistemática, o processo de aprendizagem do aluno, buscando o conhecimento concreto da realidade bem como o entendimento da relação teoriaprática; Realizar visitas aos campos de estágios nos quais estão inseridos os alunos a fim de que a supervisão se torne mais adequada às exigências da formação profissional e do próprio campo de estágio; Avaliar e atribuir nota ao aluno, segundo os critérios estabelecidos na Política de Estágio do UNIBH; Estimular o aluno a expor suas ações, observações e indagações pertinentes ao processo de ensino-aprendizagem, possibilitando a reflexão e a apreensão a partir de referenciais históricosociais e teórico-metodológicos. Elaborar um programa de supervisão de estágio, considerando os seguintes conteúdos: a política de estágio do Curso de Serviço Social, o projeto ético-político da profissão, o diagnóstico situacional, os fundamentos legais da área específica e os fundamentos técnicos e metodológicos da atuação profissional. Orientar os alunos quanto à utilização dos principais instrumentos e técnicas desenvolvidos no campo da prática: diário de campo, relatório, relatório final, plano de estágio. Acompanhar a construção de projetos de intervenção e pesquisa no campo de estágio, incentivando a dimensão investigativa no estágio; Afirmar compromisso com o processo de formação profissional, considerando as dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa. 8.4 Da Concedente: Celebrar e cumprir o Termo de Compromisso firmado com o UNIBH, o (a) estagiário (a), zelando pelo seu cumprimento; Indicar assistente social para exercer o papel de supervisor de campo para orientar e supervisionar o aluno-estagiário, de acordo com a proporção de 01 estagiário supervisionado para Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página149 cada 10 horas de trabalho semanal do assistente social; Enviar ao UNIBH, com periodicidade máxima de 03 (três) meses, relatório de atividades, com vista obrigatória ao aluno-estagiário; Informar ao UNIBH, a disponibilidade de vagas referentes a seu programa de estágio; Autorizar, quando solicitado pelo UNIBH, a visita do professor supervisor acadêmico, nas instalações utilizadas para o desenvolvimento do estágio; Entregar, quando do desligamento do aluno-estagiário, termo de realização do estágio, com síntese das atividades desenvolvidas, com a avaliação de desempenho, durante o período estabelecido no termo de compromisso; Ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao aluno-estagiário atividades de aprendizagem social, profissional e cultural; Manter à disposição da fiscalização do CRESS documentos que comprovem a relação de estágio; Conceder ao aluno-estagiário recesso, preferencialmente no período das suas férias escolares, proporcionando remuneração quando receber bolsa ou outra forma de contraprestação, bem como o auxílio transporte nos termos da Lei nº 11788/08. 9. O PROCESSO DE SUPERVISÃO DE ESTÁGIO. A realização do estágio supervisionado articulado à disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado é requisito para a conclusão do curso de graduação e expedição do respectivo diploma. A supervisão de estágio configura a orientação fornecida ao aluno-estagiário no decorrer do estágio, por docente da Faculdade de Serviço Social do UNIBH e por profissionais do Campo de Estágio, de forma a proporcionar ao aluno-estagiário o pleno desempenho de ações, princípios e valores inerentes à realidade da profissão em que se processa a vida prática. A supervisão acadêmica será ministrada por professor assistente social do UNIBH, através da constituição de grupos de até dezoito (18) alunos, divididos a partir de critérios que garantam a diversidade e integração entre diferentes áreas de atuação. A supervisão acadêmica tem a finalidade de orientar e capacitar o acadêmico no uso de instrumentais técnico-operativos, dentro dos preceitos éticos da profissão, além de auxiliar a sistematização da prática realizada no estágio, rompendo com o empirismo e estabelecendo a relação teoria-prática de forma mais concreta e objetiva, identificando assim as categorias teóricas na prática de estágio. Na supervisão de campo, será obrigatória a presença de profissional tecnicamente habilitado e designado pela unidade concedente de estágio como supervisor de campo, sendo que será o responsável direto pela supervisão do estagiário. ORGANIZAÇÃO DA ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página150 10. O estagiário que ingressa na etapa do estágio supervisionado vivenciará gradativamente os seguintes passos necessários ao conhecimento e intervenção social: Observação, identificação da instituição e análise institucional do campo de estágio com vistas à identificação do objeto; Planejamento e construção de projeto de intervenção; Processo interventivo, desenvolvimento e monitoramento da ação profissional (execução do projeto de intervenção); Continuidade da execução e monitoramento com ênfase na avaliação do Projeto de Intervenção. A efetivação destes passos está prevista e organizada a partir dos conteúdos das disciplinas de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I,II,III e IV descritos abaixo. Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I Ementa: Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico-prática, em organizações governamentais, não governamentais, fundações e em empresas privadas. A disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I deve possibilitar ao alunoestagiário: O conhecimento da realidade organizacional de maneira a identificar as demandas dos usuários, bem como as possibilidades profissionais; A primeira aproximação com a realidade prática, de forma a contemplar permanentemente o exercício de articulação com o conteúdo de outras disciplinas curriculares do curso; A apreensão da dinâmica institucional, através de análise institucional, e a experimentação prática dos conhecimentos profissionais já construídos. Orientação de Estágio Curricular Supervisionado II Ementa: Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico-prática, em organizações governamentais, não governamentais, fundações e em empresas privadas. A disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado II deve possibilitar ao alunoestagiário: Atendimento às demandas, com o uso do devido instrumental técnico-operativo da profissão; Exercício dos processos de intervenção do Serviço Social, mediante acompanhamento, registros técnicos e realização de visitas; Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página151 objetivando a caracterização da população usuária, estudos de demandas, elaboração de Vivência da observação sistemática, planejamento de suas intervenções (plano de intervenção) e análise do planejamento das formas de organização e gerência do processo de trabalho do assistente social. Orientação de Estágio Curricular Supervisionado III Ementa: Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico-prática, em organizações governamentais, não governamentais, fundações e em empresas privadas. A disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado III deve possibilitar ao alunoestagiário: Aprimoramento do exercício profissional a partir do diagnóstico da realidade organizacional de acordo com as demandas dos usuários e dos processos de trabalho do assistente social. Execução e/ou inserção em projeto de intervenção profissional. Prática do exercício profissional em planejamento. Orientação para o Estágio Supervisionado IV Ementa: Desenvolvimento de atividades teórico-práticas de estágio supervisionado em organizações governamentais, não governamentais, fundações e empresas privadas prestadoras de serviços sociais. Espaço de problematização e aprofundamento analítico da temática atinente ao núcleo e dos respectivos objetos do trabalho de campo profissional. A disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado IV deve possibilitar ao alunoestagiário: Execução e/ou inserção em projeto de intervenção profissional; Prática do exercício profissional em planejamento; Planejamento, execução, avaliação e problematização do objeto de estudo de sua monografia. Ao longo das disciplinas de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I, II, III e IV e desenvolvimento do Estágio Supervisionado I,II,III e IV os alunos deverão deter as seguintes habilidades: Apreender a realidade organizacional de maneira a identificar as demandas dos usuários e os processos de trabalho do Serviço Social; Identificar as políticas específicas ao campo de estágio, bem como a rede socioassistencial de Adotar posturas baseadas no Projeto Ético-Político Profissional dos Assistentes Sociais; Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página152 atendimento ao usuário; Apreender o exercício do trabalho profissional do assistente social em suas dimensões teóricometodológica, ético-politica e técnico-operativa. Analisar os elementos que constituem o seu processo de trabalho enquanto estagiário; Articular os conhecimentos trabalhados no conjunto das disciplinas do curso para a análise da cotidianidade do estágio supervisionado e para a resolução de problemas; Identificar as expressões da questão social presentes na realidade observada e percepção da instrumentalidade condizente com a realidade; Manipular e analisar a instrumental do Serviço Social particularizada no campo de estágio; Formular e executar políticas sociais em órgãos da administração pública, empresas e organizações da sociedade civil; Elaborar, executar e avaliar planos, programas e projetos na área social; Contribuir para viabilizar a participação dos usuários nas decisões institucionais; Planejar, organizar e administrar benefícios e serviços sociais; Realizar pesquisas que subsidiem formulação de políticas e ações profissionais; Prestar assessoria e consultoria a órgãos da administração pública, empresas privadas e movimentos sociais em matéria relacionada às políticas sociais e à garantia dos direitos civis, políticos e sociais da coletividade; Orientar a população na identificação de recursos para atendimento e defesa de seus direitos; Realizar visitas, perícias técnicas, laudos, informações e pareceres sobre matéria de Serviço Social; Realizar estudos socioeconômicos para identificação de demandas e necessidades sociais; Exercer funções de direção em organizações públicas e privadas na área de Serviço Social; Supervisionar diretamente estagiários de Serviço Social. 11. PROCESSO AVALIATIVO A avaliação se fará presente em todo o processo de ensino-aprendizagem do Estágio Supervisionado e exigirá: O cumprimento da carga horária prevista para a disciplina Orientação de Estágio Curricular A frequência supervisão de estágio; Desempenho do aluno-estagiário nas atividades do estágio conforme parâmetros estabelecidos; Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página153 Supervisionado e do Estágio Supervisionado; O registro de todas as atividades realizadas pelo aluno-estagiário em instrumentais e documentos específicos, no período de estágio, que deverão estar organizados em uma pasta; Desenvolvimento de atividades avaliativas que serão definidas no decorrer do estágio supervisionado pelos professores supervisores acadêmicos. A avaliação do aluno-estagiário será realizada de forma sistemática e contínua pelo professor supervisor acadêmico, mediante avaliação dos acompanhamentos periódicos e pela avaliação dos relatórios de campo, além da avaliação dos supervisores de campo. Será considerado aprovado no Estágio Curricular Supervisionado, o aluno-estagiário que obtiver a média mínima de 70 (setenta) pontos após a avaliação formativa do supervisor de campo (através de conceitos) e da avaliação somativa do supervisor acadêmico (através de notas) que levará em consideração: prova, a organização da pasta com os documentos obrigatórios, a elaboração (conforme o módulo) da análise institucional, projeto de intervenção e relatório final, além de cumprir 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária prevista para cada semestre de estágio e a carga horária mínima prevista no campo de estagio. 12. DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA DURANTE O PROCESSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO. Documentos Folha de rosto do estagiário Plano de estágio Folha de frequência Avaliação semestral Supervisão de Campo de Avaliação semestral de Supervisão Acadêmica Roteiro de Relatório Semestral Análise institucional Projeto de intervenção Declaração de cumprimento do estágio Diário de campo Termo de Compromisso Registro de Supervisão Acadêmica ou de Campo Estágio I X X X X Estágio II X X X X Estágio III X X X X Estágio IV X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X Todos os documentos acima especificados deverão compor a Pasta do Estagiário. CONSIDERAÇÕES FINAIS Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página154 13. Iniciado o semestre letivo, o aluno-estagiário terá o prazo de 15 dias úteis, após a apresentação dos campos de estágios pela coordenação de estágio, para realizar sua opção no que se refere ao local do estágio; A coordenação do curso de Serviço Social, juntamente com a coordenação de estágio, com o supervisor de campo e supervisor acadêmico, deverá zelar para que o estagiário não seja utilizado como força de trabalho qualificada de baixa remuneração por parte das entidades concedentes de estágios; A coordenação de estágio e coordenação do curso de Serviço Social do UNIBH disporão sobre os Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página155 casos omissos nesta Política de Estágio. ANEXOS Do Manual de Estágio Supervisionado Curso de Serviço Social FOLHA DE ROSTO DO ESTAGIÁRIO 1. Dados Pessoais Nome: Data de Nascimento: Sexo: RG: ( )F ( )M CPF: Endereço Atual: Telefone: Módulo: E-mail: Matrícula: Nº do Seguro: 2. Situação Profissional Trabalha? ( ) Sim ( ) Não Se a resposta for sim: Local: Cargo: Horário: Endereço: Telefone: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página156 3. Dados Institucionais Nome: Endereço: Telefone: Área: Setor: Supervisor (a) de Campo: CRESS: Telefone: E-mail: Supervisor (a) Acadêmico: CRESS: Telefone: E-mail: Coordenador (a) Curso: E-mail: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página157 Telefone: Curso de Serviço Social PLANO DE ESTÁGIO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Aluno - Estagiário Nome Nº da matrícula Módulo 1.2 Campo de Estágio Nome Endereço Telefone E-mail CNPJ Estágio Remunerado ( ) Sim ( )Não 1.3 Supervisores Supervisor de Campo: CRESS Supervisor Acadêmico: CRESS 2. PERÍODO DE REALIZAÇÃO E CARGA HORÁRIA DO ESTÁGIO Horas diárias: Horas semanais: Horas mensais: Horas no semestre: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página158 Período de realização do estágio: ____/____/________ a ____/____/_________ 3. OBJETIVO(S) DO ESTÁGIO Apontar o que se pretende com a presença do aluno na instituição 4. ATIVIDADES PROGRAMADAS Explicitar as frentes de trabalho do Assistente Social. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página159 Quais as atividades a serem realizadas pelo estagiário? 5. SUPERVISÃO Formas de acompanhamento dos supervisores em relação ao estagiário. 6. AVALIAÇÃO Cabe ao Supervisor Acadêmico a avaliação somativa. Belo Horizonte, _______ de ___________________ de 20_____. Assinaturas Aluno-Estagiário Supervisor de Campo Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página160 Supervisor Acadêmico Curso de Serviço Social FOLHA DE FREQUÊNCIA E QUADRO DE ATIVIDADES Nome do Aluno-Estagiário__________________________________________ Local de Estágio__________________________________________________ Módulo_________________________________________________________ MÊS_______________________ANO_______________. Dia Hora entrada Hora saída Total diário Atividades realizadas 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Total de Horas Mês: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página161 Assinaturas Aluno-Estagiário Supervisor de Campo Supervisor Acadêmico Coordenação do Curso Curso de Serviço Social AVALIAÇÃO DE SUPERVISÃO DE CAMPO SEMESTRAL I. IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO 1. Aluno-Estagiário: 2. Módulo: 3. Ano Letivo II. ESTÁGIO 1. Inicio: ___/___/___. Término: ___/___/___ 2. Dias da Semana: Horário: 3. Reuniões de Supervisão: 4. Supervisor de Campo: CRESS: III. INSTITUIÇÃO 1. Nome: 2. Endereço: 3. Telefone: E-mail IV. AVALIAÇÃO: Esta avaliação objetiva verificar: 1. Atitudes do aluno estagiário: frente à instituição/ Campo de estágio, a supervisão, a formação profissional, e a realidade social. 2. Reconhecimento da estrutura organizacional da Instituição por parte do aluno estagiário, e a forma como este se situa frente a essa estrutura. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página162 3. O processo de ensino – aprendizagem: relação teoria/ prática, utilização da supervisão. V. CONCEITOS/ VALORES Esta avaliação será realizada mediante a atribuição dos conceitos: 1. ÓTIMO: Corresponde à atribuição de notas que variam de 09 a 10 ou à realização de 90 a 100% das tarefas estipuladas. 2. BOM: Corresponde à atribuição de notas que variam de 07 a 8,5 ou à realização de 70 a 85 % das tarefas estipuladas. 3. REGULAR: Corresponde à atribuição de notas que variam de 05 a 6,5 ou à realização de 45% das tarefas estipuladas. 4. INSUFICIENTE: Corresponde à atribuição de notas inferiores a 05 ou a menos de 45% das tarefas estipuladas. A cada subitem corresponderá um conceito. O total relativo ao item corresponde à média aritmética ou porcentual, conforme atribuição de conceitos. O mesmo critério será adotado na atribuição do conceito final. 1. CONHECIMENTO DA INSTITUIÇÃO CAMPO DE O B R I ESTÁGIO Conhecimento dos objetivos da Instituição Conhecimento do organograma e Instituição Conhecimento da observância das normas, regulamentos e rotinas da Instituição; Conhecimento dos planos, programas e /ou projetos da Instituição; Conhecimento dos programas e projetos em execução no setor a que se vincula Conhecimento e reflexão sobre a demanda que determina a existência da Instituição Capacidade de situar a atividade que desenvolve dentro da estrutura da Instituição Conhecimento das políticas sociais do setor e a atuação do Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página163 Serviço Social 2. CONHECIMENTO DO PROGRAMA DE ESTÁGIO DA O B R I O B R I O B R I INSTITUIÇÃO Conhecimento do que a Instituição espera do estagiário; Conhecimento da política para o setor; Participação na elaboração, operacionalização e avaliação do plano de estágio; Capacidade de expressar suas expectativas e críticas quanto ao estágio 3. CONHECIMENTO SOBRE O USUÁRIO Conhecimento das características e expectativas do usuário; Conhecimento do objeto de atuação; Conhecimento dos critérios de elegibilidade e atendimento (elegibilidade/ universabilidade) 4. DESEMPENHO JUNTO AOS SERVIÇOS/ PROGRAMAS/ PROJETOS Atuação com o usuário; Participação nas reuniões técnicas e administrativas/ caráter decisório, participativo; Capacidade de visão da totalidade da realidade e da atuação do Serviço Social; Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página164 Capacidade de avaliar e propor novas programações. 5. PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DO SERVIÇO SOCIAL O B R I O B R I O B R I Conhecimento das modalidades de atendimento utilizadas na Instituição Capacidade de perceber a importância de selecionar dados para a elaboração de estudo e investigação no exercício da profissão Relação teoria/ prática; Planejamento de atividades; Apropriação de conceitos teóricos, técnicos. Elaboração e/ou inovação do instrumental técnico na execução de atividade investigativa; Relação teoria/ prática; Planejamento de atividades; Aplicação de técnicas e instrumentos utilizados no Serviço Social; Documentação da atividade desenvolvida; 6. COMPROMISSO DO ESTAGIÁRIO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM Assiduidade; Pontualidade; Cumprimentos das tarefas propostas; Aviso prévio de eventuais ausências; Observância das normas da Instituição; Organização no horário de trabalho; Compromisso. 7. ATITUDE PROFISSIONAL Posição crítica frente à realidade na qual estagia, de forma clara, objetiva e fundamentada; Observância da ética profissional Capacidade de autocrítica; Capacidade de perceber e aceitar críticas. Considerações finais do Supervisor de Campo sobre o estágio realizado (opcional). ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página165 ____________________________________________________________________________________ CONCEITO: ( ) ÓTIMO ( ) BOM ( ) REGULAR ( ) INSUFICIENTE Assinatura do Supervisor de Campo: ________________________________________________________ Assinatura do Aluno-Estagiário: ________________________________________________________ Curso de Serviço Social AVALIAÇÃO SEMESTRAL DE SUPERVISÃO ACADÊMICA Nome do Aluno-estagiário: Local de Estágio: Supervisor Acadêmico: Conteúdo da Supervisão (resumo dos assuntos tratados, orientações e encaminhamentos dos trabalhos). ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página166 ____________________________________________________________________________________ Considerações do Supervisor Acadêmico ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________ RESULTADO: ( ) APROVADO ( ) REPROVADO NOTA:________________________ Assinatura do Supervisor Acadêmico: Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página167 ___________________________________________________ Curso de Serviço Social ROTEIRO DE RELATÓRIO SEMESTRAL I. IDENTIFICAÇÃO Aluno-Estagiário: Módulo: Instituição: Supervisor de Campo: Supervisor Acadêmico: Período de Referência: Carga Horária de Estágio no Período: II. ANÁLISE INSTITUCIONAL 1. Organograma da instituição 2. Objetivo Institucional: Natureza dos serviços, programas e/ou projetos (objetivos e finalidades organizacionais); Políticas(s) Sociais(s) 3. Serviço Social: Histórico do Serviço Social; Cotidiano do exercício profissional: serviços, programas, projetos e ações que desenvolve; Relações de trabalho com os demais atores institucionais e intersetorialidade; Dimensão ético-política: exercício profissional e projeto ético-político profissional; Formação profissional e exercício profissional: contribuição do Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página168 Estágio Supervisionado. III. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Descrição das atividades: identificação e análise das atividades quanto aos objetivos, projetos e ações desenvolvidas, aos resultados alcançados; Citar documentos e referenciais teóricos consultados para a realização das atividades; Sistematização das informações pela instituição e Serviço Social. Análise do trabalho do Serviço Social frente às demandas institucionais, instrumentos e técnicas utilizadas. Suscitar reflexão crítica sobre o Serviço Social na instituição (é o momento da relação teórico-prática, com utilização de bibliografia pertinente). IV. CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES Elaboração de quadro contendo as atividades desenvolvidas no estágio mês a mês. V. AVALIAÇÃO DO ALUNO-ESTAGIÁRIO: Das atividades desenvolvidas no estágio, processo de supervisão de campo, processo de supervisão acadêmica, auto avaliação do aluno-estagiário. Belo Horizonte, ___________ de______________________de 2012 Assinatura Supervisor Acadêmico:_____________________________________________________Assinatura Supervisor de Campo:_________________________________ Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página169 Assinatura Aluno-estagiário: _____________________________________ Curso de Serviço Social ROTEIRO PARA CONSTRUÇÃO DA ANÁLISE INSTITUCIONAL 1 – CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA: 1.1 – Instituição; 1.2 – Estruturas Organizacionais 2 – OBJETO INSTITUCIONAL: 2.1 Naturezas dos serviços, programas e/ou projetos (objetivos e finalidades organizacionais) 2.2 Políticas(s) Sociais(s) 3 – AMBITO INSTITUCIONAL 3.1 Atores Institucionais 3.1.1 Processo decisório 3.2 Práticas institucionais 3.2.1 Histórico do Serviço Social 3.2.2 Cotidiano do exercício profissional: serviços, programas, projetos e ações que desenvolve. 3.2.3 Relações de trabalho com os demais atores institucionais; 3.2.4 Dimensão ético-política: exercício profissional e projeto ético-político profissional. 3.2.5 Formação profissional e exercício profissional: contribuição do Estágio Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página170 Supervisionado. Curso de Serviço Social DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO DE ESTÁGIO Declaramos para fins de inscrição no Conselho Regional de Serviço Social – CRESS, que a/o acadêmico/a:_______________________________________ realizou Estágio Obrigatório em Serviço Social no setor __________________________________________da instituição:_________ __________________________________________ e recebeu supervisão acadêmica e de campo das/os assistentes sociais abaixo identificados/as, no período de____/_____/__________a____/_____/_________, totalizando______horas de estágio obrigatório. ASSISTENTE SOCIAL SUPERVISORA DE CAMPO: Nome:__________________________________________________________ Número do CRESS:_______________________________________________ Assinatura:______________________________________________________ ASSISTENTE SOCIAL SUPERVISORA ACADÊMICA Nome:__________________________________________________________ Número do CRESS:_______________________________________________ Assinatura:______________________________________________________ Coordenador (a) de Estágio:________________________________________ Coordenador (a) do Curso:_________________________________________ Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página171 Belo Horizonte, ____________ de __________________________ de 2012 Curso de Serviço Social DIÁRIO DE CAMPO O Diário de campo é um caderno em que o estagiário anotará suas atividades, percepções, encaminhamentos, avaliações, entre outros apontamentos que digam respeito à sua vivência no campo de estágio, bem como fará uma breve análise relacionando a teoria e a prática social. A sugestão apresentada pelo curso de Serviço Social do UNIBH para o preenchimento do diário de campo deve ser realizada da seguinte forma: a) Data; b) Atividade prevista; c) Objetivos; d) Atividades realizadas e instrumentos utilizados; e) Avaliação das atividades: para a formação profissional e para a demanda institucional/profissional; Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página172 f) Relação teórica e embasamento legal. Curso de Serviço Social REGISTROS DE SUPERVISÕES ACADÊMICAS SUPERVISOR: CAMPO DE ESTÁGIO: ALUNO-ESTAGIÁRIO: Assinaturas Data Supervisão Supervisão Realizada Aluno-estagiário Supervisor Assinaturas Supervisão Realizada Aluno-estagiário Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Supervisor Página173 Data Supervisão Assinaturas Data Supervisão Supervisão Realizada Aluno-estagiário Supervisor Assinaturas Supervisão Realizada Aluno-estagiário Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Supervisor Página174 Data Supervisão Curso de Serviço Social REGISTROS DE SUPERVISÕES DE CAMPO SUPERVISOR: CAMPO DE ESTÁGIO: ALUNO-ESTAGIÁRIO: Assinaturas Data Supervisão Supervisão Realizada Aluno-estagiário Supervisor Assinaturas Supervisão Realizada Aluno-estagiário Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Supervisor Página175 Data Supervisão Assinaturas Data Supervisão Supervisão Realizada Aluno-estagiário Supervisor Assinaturas Supervisão Realizada Aluno-estagiário Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Supervisor Página176 Data Supervisão ANEXO 7 - REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL Este Regulamento tem por finalidade apresentar algumas normas sobre a utilização do espaço e atribuições acadêmicas do Laboratório do Curso de Serviço Social, para o corpo docente e discente do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH, contribuindo assim, para o melhor funcionamento do local e seu uso dentro da Instituição. De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social do UNIBH, o laboratório se constitui como um espaço investigativo de aproximação e interdependência entre o universo de ensino, da pesquisa e da extensão, garantindo parte importante desta indissociabilidade e propiciando o exercício da formulação de práticas de enfrentamento das expressões da questão social por meio da pesquisa/ensino, uma vez que é o espaço das atividades de produção do conhecimento acadêmico de professores/alunos no intuito da formação do assistente social a partir dos princípios norteadores do curso. Apresentação O Laboratório do curso de Serviço Social do UNIBH foi instituído como instrumento de auxilio no processo de ensino – aprendizagem do curso de Serviço Social do UNIBH. Neste sentido, configura-se como um espaço de pesquisa, documentação, informação, análise crítica e debate sobre o serviço social e temas a ele relacionados, onde o discente de Serviço Social tem a oportunidade de poder agregar a teoria da sala de aula, com a prática que é vista no decorrer do curso. Para os docentes do curso de Serviço Social do UNIBH a perspectiva é de desenvolvimento de atividades técnicas e científicas baseadas nas condições que serão expostas a seguir neste regimento. O Laboratório de Serviço Social está localizado no Prédio do Centro de Produção Multimídia - CPM, situado à Rua Diamantina 463, 5º andar, sala 48, Bairro Lagoinha, Belo Horizonte - MG. Objetivos do Laboratório de Serviço Social Articular as pesquisas desenvolvidas pelo corpo docente com as práticas pedagógicas; Acolher as atividades práticas das disciplinas curriculares de Orientação de estágio supervisionado nos módulos 4º, 5º, 6º e 7º; Armazenar toda documentação dos discentes referentes ao estágio supervisionado curricular obrigatório; Orientação sobre as Atividades de Graduação Complementar (ACG) e arquivamento Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página177 da documentação dos discentes comprovando o desenvolvimento das atividades de ACG. Produzir e desenvolver pesquisas acadêmicas docentes e discentes (Trabalho de Conclusão de Curso - TCC) voltadas ao entendimento do serviço social, das expressões da questão social e das políticas sociais; Divulgar os resultados obtidos nas pesquisas, por meio da produção acadêmica de artigos e trabalhos científicos; Estimular a elaboração de materiais de cunho acadêmico-científico que aprofundem a reflexão sobre a formação e a atuação do assistente social; Promover e organizar oficinas, seminários e visitas técnicas que possam ampliar a reflexão teórica sobre a prática profissional do assistente social. Manter informações atualizadas sobre temas de interesse do serviço social, desde eventos específicos, até Conferências, Conselhos, dentre outros; Disponibilizar indicações bibliográficas atualizadas sobre o serviço social, bem como sobre políticas sociais e legislações sociais em geral. Estas ações serão coordenadas e supervisionadas pela coordenação do laboratório, com auxilio da coordenação do curso e do corpo docente. 2. Normas gerais de uso e desenvolvimento de atividades através do Laboratório de Serviço Social 2.1. Para o Corpo Docente Os professores do curso de Serviço Social poderão solicitar ao laboratório auxilio para a elaboração de suas atividades extracurriculares (visitas técnicas, viagens técnicas, pequenos seminários e palestras). Os professores devem solicitar por meio eletrônico (e-mail) à coordenação do laboratório o apoio para as referidas atividades com no mínimo duas semanas de antecedência. No que tange à produção cientifica, o laboratório de Serviço Social oferecerá apoio (espaço e orientação técnica) para o professor que desejar introduzir um grupo de estudo e/ou pesquisa no laboratório. Neste caso o professor deverá apresentar o projeto para a coordenação do laboratório e coordenação do curso, contendo título do projeto, identificação, localização e caracterização do lócus (instituição, comunidade, grupo social) da pesquisa, justificativa, objeto de estudo, objetivo(os), atividades que serão desenvolvidas, cronograma e número de alunos necessário ao desenvolvimento do projeto. 2.2. Para o Corpo Discente O Laboratório de Serviço Social é mais um espaço que auxiliará o corpo discente em suas atividades acadêmicas e de pesquisa na instituição. Os alunos do curso de Serviço Social poderão utilizar o espaço do laboratório nas seguintes situações: Realização de pesquisa bibliográfica; Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página178 Utilização de equipamentos (computadores e impressora) disponíveis no laboratório para auxilio em suas atividades discentes; Solicitação de apoio à coordenação do laboratório referentes aos trabalhos de sala de aula. Solicitação de apoio à coordenação do laboratório para realização de pesquisas acadêmicas. Ressalta-se que para todas as situações acima, os alunos deverão oficializar procedimento de solicitação, com antecedência de 72 horas, mediante preenchimento de formulário específico a ser fornecido pela coordenação do Laboratório de Serviço Social. 3. Utilização de equipamento e consulta a materiais disponíveis no Laboratório de Serviço Social 3.1·Periódicos Revistas e Folder. O Laboratório de Serviço Social possui um acervo de revistas, publicações e folders que podem auxiliar o corpo discente e docente de Serviço Social em suas pesquisas e trabalhos de classe. O aluno e o professor podem fazer consulta no próprio laboratório, ou solicitar o empréstimo do mesmo, comprometendo-se em devolver o material no tempo permitido pela coordenação do laboratório. Caso haja atraso na devolução, o aluno ou professor devem aguardar um tempo determinado pela coordenação para novamente, solicitar o empréstimo do material. 3.2 Equipamentos No que tange aos equipamentos, o Laboratório de Serviço Social possui computador e impressora, disponíveis aos alunos e professores para produção de artigos, trabalhos de classe, elaboração de projetos, entre outros. O aluno e professor devem comprometer-se em agendar sua atividade e chegar no horário estipulado. 3.3 Horários do Laboratório do Curso de Serviço Social. De Segunda a Sexta-feira, de 13h às 19h 4. Contatos Coordenação do Laboratório de Serviço Social: Prof.ª Renata Caldeira e Profª Marisnei Dourado Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Página179 Coordenação do Curso de Serviço Social – Prof.ª Ana Maria Soares Wolbert ANEXO 8 - ESTRUTURA CURRICULAR – SERVIÇO SOCIAL Estrutura Curricular – Bacharelado em Serviço Social 01 02 Fundamentos do serviço social - 80h 03 06 Desenvolvimento do serviço social no Brasil - 80h 07 08 Instrumentos de análise antropológica - 80h 09 11 12 Política pública e políticas sociais - 80h 13 Direito e Legislação Social 80h 14. 16 Pesquisa em Serviço Social 80h 17 18 Sistemas de informação e desenvolvimento gerencial 40h 19 Orientação para estágio curricular supervisionado I 60h 21 Política de Assistência Social 80h 22 23 Metodologia de Pesquisa em Serviço Social - 80h 24 Orientações para Estágio Curricular Supervisionado II - 60h 25 26 27 Política de Saúde e Saúde Mental - 80h 28 32 Trabalho de Conclusão de Curso I - 80h 33 Orientações para Estágio Curricular Supervisionado IV - 100h 36 Política de Educação Criança e Adolescente - 80h 37 Trabalho, sociabilidade, sustentabilidade e meio ambiente - 80h Sociologia - 80h Questão social e serviço social: espaços de intervenção - 80h Estatística - 40h Instrumentos de análise sociológica - 80h Projetos de intervenção social - 80h Instrumentalização da Prática do Serviço Social 80h 30 Serviço Social e Mercado de Trabalho - 40h Movimentos Sociais, Cidadania e Controle Social 80h s 31 80h Seguridade Social e Previdência Social - 80h 34 Oficina de Língua Brasileira de Sinais - 40h 35 Gestão em Serviço Social 40h 04 História social e política brasileira - 80h Filosofia - 80h 05 Trabalho Interdisciplinar de Graduação I - 80h Ciclo 1 Módulo A 400 horas - 20 créditos Teoria Política - 80h 10 Trabalho Interdisciplinar de Graduação II - 80h Ciclo 1 Módulo B 400 horas - 20 créditos Psicologia - 80h 10 Trabalho Interdisciplinar de Graduação III - 80h Ciclo 2 Módulo A 400 horas - 20 créditos 20 Ética em serviço social – 80h Ciclo 2 Módulo B 340 horas - 16 créditos Psicologia Social - 40h Ciclo3 Módulo A 300 horas - 14 créditos 29 Orientações para Estágio Curricular Supervisionado III - 100h Ciclo 3 Módulo B 340 horas - 16 créditos Ciclo 4 Módulo A 300 horas - 14 créditos 38 Trabalho de Conclusão de Curso II - 80h 39 Ciclo 4 Módulo B 480 horas - 24 créditos Optativas - 80h Estágio Obrigatório - 456h Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999 Atividades Complementares de Graduação - 304h Carga Horária Disciplina Obrigatória: 2640 horas Atividades Complementares: 304 horas Carga Horária Total do Curso: 3640 horas Disciplina Optativa16: 80horas Núcleo de Fund. Teóricos Metodológicos da vida Social Básico Núcleo de Fund. Sociohistórica. Formação Núcleo do trabalho profissional 16 Atividades complementares de graduação (Pode ser realizada ao longo do curso) Estágio Obrigatório Optativa Nos termos do Decreto Federal n.º 5.626/2005 e referendado pela Portaria UniBH n.º 28/2007, o curso oferece a disciplina de Libras, em caráter optativo. O aluno poderá cursá-la em qualquer período do curso, se assim o desejar. Cumpre ressaltar que todos os cursos de licenciatura do UniBH ofertam a disciplina Libras regularmente, conforme preceitua a legislação em vigor. Nesse sentido, o aluno possui um leque de opções de horário bem variado nos campi da Instituição. Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999