Serviço Social – Antônio Carlos
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - ICSA
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2º Semestre de 2014
SUMÁRIO
1.
IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO ________________________________________________ 4
2.
A INSTITUIÇÃO ____________________________________________________________ 6
3.
2.1.
Missão _____________________________________________________________________ 8
2.2.
Valores Organizacionais _______________________________________________________ 8
2.3.
Histórico das Mudanças Curriculares _____________________________________________ 8
APRESENTAÇÃO DO CURSO ________________________________________________ 17
3.1.
Contexto Educacional ________________________________________________________ 20
3.1.1.
Missão _________________________________________________________________________ 20
3.1.2.
Justificativa _____________________________________________________________________ 21
3.1.3.
Objetivos _______________________________________________________________________ 22
3.1.3.1. Objetivo Geral ________________________________________________________________ 22
3.1.3.2. Objetivos Específicos ___________________________________________________________ 23
3.1.4.
Perfil do Egresso _________________________________________________________________ 23
3.1.5.
Competências e Habilidades _______________________________________________________ 25
3.1.6.
Critérios de Avaliação _____________________________________________________________ 25
3.2.
Projeto Pedagógico do Curso __________________________________________________ 27
3.2.1.
3.2.2.
3.2.3.
3.2.4
3.3.
Atividades Acadêmicas Articuladas à Formação ___________________________________ 36
3.3.1.
3.3.2.
3.3.3.
3.3.4.
3.3.5.
3.3.6.
3.3.7.
3.4.
Circuito Acadêmico _______________________________________________________________ 36
Trabalho Interdisciplinar de Graduação (TIG) __________________________________________ 37
Estágio _________________________________________________________________________ 38
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) _______________________________________________ 40
Monitoria ______________________________________________________________________ 41
Atividades Complementares de Graduação (ACG) ______________________________________ 41
Pesquisa e Extensão ______________________________________________________________ 45
Avaliação __________________________________________________________________ 46
3.4.1.
4.
Organização Curricular ____________________________________________________________ 27
Articulação dos Núcleos de Formação ________________________________________________ 30
Estrutura Curricular ______________________________________________________________ 34
Conteúdos Curriculares - ementas das disciplinas ______________________________________ 36
Auto avaliação ___________________________________________________________________ 46
CORPOS DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO ______________________ 49
4.1.
Administração Acadêmica ____________________________________________________ 49
4.1.1.
4.1.2.
4.2.
Coordenação do Curso ____________________________________________________________ 49
Colegiado do Curso (Colec)_________________________________________________________ 49
Corpo Docente: Perfil ________________________________________________________ 50
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4.2.1.
Perfil do Núcleo Docente Estruturante (NDE) __________________________________________ 50
4.2.2.
Implementação das Políticas de Capacitação no Âmbito do Curso _________________________ 51
4.2.3.
Critérios de Admissão _____________________________________________________________ 52
4.2.3.1. Do Provimento Interno _________________________________________________________ 52
4.2.3.2. Do Provimento Externo _________________________________________________________ 52
4.2.4.
Plano de Carreira ________________________________________________________________ 53
4.2.5.
Política de Capacitação Docente ____________________________________________________ 53
4.3.
Atenção aos Discentes _______________________________________________________ 53
4.3.1.
Atendimento ao Aluno pela coordenação de curso _____________________________________ 53
4.3.2.
Central de Carreiras e Mercado de Trabalho ___________________________________________ 53
4.3.3.
Centro de Atendimento ao Aluno (CAA) ______________________________________________ 54
4.3.3.1
Registro e Controle Acadêmico ___________________________________________________ 54
4.3.3.2. Horário de Atendimento ________________________________________________________ 55
4.3.4.
Tipos de Bolsas de Estudo e Financiamento ___________________________________________ 55
5.
INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES ___________________________________________ 56
5.1.
Instalações Gerais ___________________________________________________________ 56
5.1.1.
Espaço Físico do Curso ____________________________________________________________ 56
5.1.1.1. Salas de Aula __________________________________________________________________ 56
5.1.1.2. Instalações Administrativas ______________________________________________________ 56
5.1.1.3. Instalações para Docentes do Curso _______________________________________________ 56
5.1.1.4. Instalações para a Coordenação do Curso __________________________________________ 56
5.1.1.5. Laboratórios do Curso de Serviço Social - LCSS _______________________________________ 56
5.1.1.6. Auditório _____________________________________________________________________ 58
5.1.1.7. Condições de Acesso para Portadores de Necessidades Especiais _______________________ 58
5.1.1.8. Infraestrutura de Segurança (de pessoal, patrimonial e prevenção de incêndio e de acidentes de
trabalho) ____________________________________________________________________________ 59
5.1.2.
Equipamentos ___________________________________________________________________ 60
5.1.2.1. Acesso a Equipamentos de Informática pelos Docentes _______________________________ 60
5.1.2.2. Acesso a Equipamentos de Informática pelos Alunos _________________________________ 60
5.1.2.3. Recursos Audiovisuais e Multimídia _______________________________________________ 60
5.1.2.4. Existência da Rede de Comunicação (Internet) _______________________________________ 61
5.1.2.5. Plano de Expansão e de Atualização de Equipamentos ________________________________ 61
5.1.3.
Serviços ________________________________________________________________________ 61
5.1.3.1. Manutenção Permanente (preventiva e corretiva) das Instalações Físicas _________________ 61
5.1.3.2. Manutenção Permanente (preventiva e corretiva) dos Equipamentos ____________________ 61
5.2.
Biblioteca _________________________________________________________________ 61
5.2.1.
5.2.2.
5.2.3.
5.2.4.
6.
Acervo - Política de Aquisição, Expansão e Atualização __________________________________ 62
Informatização __________________________________________________________________ 63
Armazenagem e acesso ao acervo ___________________________________________________ 63
Serviços ________________________________________________________________________ 66
REFERÊNCIAS ____________________________________________________________ 68
ANEXO 1 - CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS __________________ 73
ANEXO 2 - MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO - TIG ___________ 119
ANEXO 3 - MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC__________________ 134
ANEXO 4 - COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE ________________ 141
ANEXO 5 - QUADRO DO CORPO DOCENTE _______________________________________ 142
ANEXO 6 - MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO _______________________________ 143
ANEXO 7 - REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO DO CURSO DE SERVIÇO
SOCIAL ____________________________________________________________________ 177
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ANEXO 8 - ESTRUTURA CURRICULAR – SERVIÇO SOCIAL ____________________________ 113
Administração Geral
Reitoria: Prof. Dr. Rivadávia Correa Drummond de Alvarenga Neto
Vice-Reitoria: Prof.ª Vânia Amorim Café de Carvalho.
Diretoria do Instituto: Prof. Rodrigo César Severino Neiva
Equipe Técnica de Construção do Projeto Político Pedagógico
Coordenador de Curso: Prof.ª Msc. Ana Maria Soares Wolbert
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Assessoria Pedagógica: Núcleo Acadêmico
1.
IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO
Curso: Serviço Social
Modalidade do Curso: Bacharelado em Serviço social
Modalidade de Ensino: Presencial
Coordenadora: Prof.ª Msc. Ana Maria Soares Wolbert
Ato e data de criação do curso: Resolução Número 2, de 20 de Abril de 2010
Duração do curso: 08 (oito) semestres
Prazo máximo para integralização do currículo: 14 (quatorze) semestres
Carga horária: 3640 h/a.
Local de funcionamento: Campus Antônio Carlos.
Contatos: Telefone:
(31) 3207.2803
Fax:
(31) 33199500
E-mail:
[email protected]
Home Page do curso:
facebook/servicosocialunibh
Home page da Instituição:
www.unibh.br
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Endereço: Rua Diamantina, 567 - Lagoinha - CEP: 31110-320 BH/MG.
2.
A INSTITUIÇÃO
Em 10 de março de 1964 foi criada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte
(FAFI-BH), mantida pela Fundação Cultural de Belo Horizonte (FUNDAC-BH). Em um momento
de lutas e retrocessos, a instituição caracterizava-se pelo compromisso social, político e
educacional de um grupo de 30 professores idealistas que concretizaram o sonho do povo
belo-horizontino, dotando a cidade de um espaço de formação noturno de qualidade para
atender à demanda do aluno trabalhador. Fazia parte dessa demanda uma parcela significativa
dos integrantes dos quadros de magistério público e privado de Minas Gerais e de serviços da
área educacional, devido à exigência de maior qualificação desses profissionais.
Os quatro cursos iniciais – História, Letras, Matemática e Pedagogia – da Faculdade de
Filosofia, Ciências e Letras de Belo Horizonte (FAFI-BH) tiveram como sede o anexo do
Colégio Estadual, no bairro Gameleira, ocupando oito salas de aula, com turmas de 40 alunos
cada uma. A explosão do então ensino de 1.º e 2.º graus, aliada ao elevado número de
interessados pelos cursos, determinou o rápido crescimento da Faculdade, que, dessa forma,
veio a transferir-se, após um ano de funcionamento, para a Av. Presidente Antônio Carlos, 521,
no bairro Lagoinha.
Em 1973, a FAFI-BH implantou o curso de Comunicação Social, com habilitações em
Publicidade e Propaganda, Relações Públicas e Jornalismo. Na década de 80, foram
implantados os primeiros cursos de pós-graduação lato sensu da instituição, com a oferta de
programas de especialização nas áreas de competência dos cursos de graduação existentes.
A FAFI-BH também se tornou pioneira na oferta de pós-graduação lato sensu em Comunicação
Social, quando, em 1982, ofereceu, pela primeira vez em Belo Horizonte, o curso de
Comunicação Empresarial e Governamental. Em 1990, a FAFI-BH instalou sua primeira sede
própria, no bairro Lagoinha, consolidando, assim, o seu primeiro campus – Diamantina.
Com o crescimento e a posição de destaque ocupada na Região Metropolitana da Capital
mineira nas décadas de 70 a 90, a FAFI-BH foi transformada em Centro Universitário de Belo
Horizonte pelo Parecer nº 115, de 29 de janeiro de 1999, da Câmara de Educação Superior do
Conselho Nacional de Educação, que foi homologado, em 9 de fevereiro de 1999, pelo ministro
de Estado da Educação. Nesse mesmo ato, o Plano de Desenvolvimento Institucional e o
Estatuto foram aprovados. Em 23 de fevereiro de 1999, o UNIBH foi credenciado por Decreto
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Federal e, em 2004, por meio da Portaria nº 3.342, de 18 de outubro de 2004, do MEC, obteve
o seu recredenciamento. No dia 1º de dezembro de 2011, o MEC publica o ato de renovação
do recredenciamento do UNIBH por mais 5 (cinco) anos através da Portaria Ministerial nº
1.684/2011. Cumpre ressaltar que a IES obteve o Parecer CNE/CES nº 132/2010 favorável ao
seu recredenciamento, homologado pelo Sr. Ministro da Educação em 30/11/2011, publicado
no DOU de 1º/12/2011.
Importante registrar que na década de 90 o UNIBH chegou a um ponto de expansão que se
tornou necessário a divisão do espaço físico para a acomodação dos cursos e dos
equipamentos didáticos. Nesse momento ocorre a implementação de outros dois campi,
Lourdes (1998) e Estoril (1999). O campus Lourdes conheceu sua expansão a partir de 1999,
com a incorporação do prédio da Rua Santa Catariana, para abrigar os cursos de Direito e de
Administração, e em 2002, do prédio da Rua Gonçalves Dias, para a instalação do Núcleo de
Práticas Jurídicas. O campus Estoril abrigou, inicialmente, os cursos do Departamento de
Ciências Biológicas, Ambientais e da Saúde e do Departamento de Ciências Exatas e
Tecnologia. Em 2001 foram criados os cursos de Turismo e Engenharia de Telecomunicações
e implantados os cursos sequenciais, extintos em 2005, ano em que tiveram início os cursos de
graduação tecnológica. Em 2002 foram introduzidos os cursos de Arquitetura e Urbanismo e
Normal Superior e, em 2003, os de Ciências Contábeis e Tributos, Relações internacionais e
Ecologia.
Consolidando a nossa expansão para uma nova região de Belo Horizonte, iniciamos no 2º
semestre de 2013 as atividades acadêmicas no campus Cristiano Machado, situada a Av.
Cristiano Machado, 4.000 / loja 1330 - Bairro São Paulo. Em uma região que vem sendo o
centro de investimento do Governo do Estado e do Município, que nos últimos anos foi
transformado por uma série de obras viárias e de intervenções urbanas. No campus Cristiano
Machado inicialmente foi ofertado sete cursos na área da Gestão e quatro nas Engenharias.
Em Janeiro de 2009, o UNIBH passa por uma reestruturação após ser adquirido pelo Grupo
Ãnima Educação e Cultura. Ao final desse mesmo ano, o IMEC, Instituto Mineiro de Educação
e Cultura assume a mantença da IES. Atualmente são mais de 60 cursos de graduação nas
modalidades bacharelado, licenciatura e tecnologia, dezenas de cursos de pós-graduação,
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projetos de pesquisa e atividades de extensão.
2.1. MISSÃO
Promover o desenvolvimento integral do estudante por meio de metodologias e espaços de
aprendizagem transformadores e instigantes, com vistas a fomentar autonomia criativa,
competência profissional e atitude cidadã.
2.2. VALORES ORGANIZACIONAIS
Para fundamentar a implementação de sua missão diariamente na prática de suas atividades,
compreende os seguintes valores como núcleo de sua cultura organizacional:

Diálogo: troca de conhecimentos e experiências; é uma atitude que deve ser priorizada
nas nossas relações.

Respeito: tratar o outro como ele gostaria de ser tratado; reconhecer o esforço do
trabalho de todos; construir um ambiente inclusivo cultivando a diversidade.

Integridade: se colocar por inteiro naquilo que faz; ser ético, honesto e reto.

Meritocracia: transparência nos processos institucionais, através da definição e
publicação de critérios claros; valorização das pessoas com base no mérito e nas
competências.

Comprometimento: dar o seu melhor; fazer a diferença, entender a importância do seu
papel e contribuição para o todo.
2.3. HISTÓRICO DAS MUDANÇAS CURRICULARES
Esse histórico está alicerçado na Reforma Curricular do UNIBH, aqui entendida como um
momento em que a instituição de ensino olha para si, vê-se através de seu próprio olhar e
repensa a relação de seus atores sociais (professores, alunos, coordenadores, diretores) com
o conhecimento. Em outras palavras, a instituição de ensino se autoanalisa se auto avalia, se
redesenha e reformula a sua maneira de gerar, entender, organizar e difundir o conhecimento.
Isso pode ser representado pela FIG. 1 abaixo, gravura do artista gráfico holandês M. C.
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Escher (1948).
Figura 1 – Drawing hands – (Desenhando-se)
A concepção de currículo que dá sustentação ao Projeto Acadêmico busca uma articulação
entre (1) as políticas educacionais do Conselho Nacional de Educação (CNE), expressas nas
DCN; (2) os propósitos da IES expressos no PDI, no PPI, nos PPCs, nos planos de ensino e
nas práticas docentes; (3) o contexto sócio histórico que envolve alunos, professores,
coordenadores, diretores e a IES; e (4) a formação pretendida para nossos discentes. Essa
concepção de currículo é pautada por leituras do contexto social, cultural, histórico e
econômico no qual se produz, e é orientada pela seguinte pergunta: que profissional queremos
formar?
No contexto do UNIBH, o currículo representa, portanto, possibilidades de criação, organização
e ampliação de experiências de aprendizagem que englobam todos os meios e oportunidades
através
dos
quais
se
constrói
conhecimento
válido
e
desenvolvem-se
as
habilidades/capacidades dos agentes envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, quais
sejam: alunos, professores, coordenadores e instituição de ensino. Refere-se aqui a currículos
como práxis, integrados e organizados em redes de experiências que contribuem para o
desenvolvimento dos alunos em múltiplas perspectivas.
Essa concepção de currículo ancora-se teoricamente nas ideias de Dewey (1938)1, segundo as
quais uma análise das experiências daqueles que passam boa parte de suas vidas nas
instituições de ensino são essenciais para uma melhor compreensão dos sentidos da
DEWEY, John education and experience. New York: Collier Books, 1938.
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educação; de Clandinin e Connelly (1988)2, que entendem currículo como um meio de se
organizarem e comunicarem experiências que formam e transformam o próprio currículo; e de
Sacristán (2000, p. 16)3, que, por sua vez, entende que “[o] currículo define o que se considera
o conhecimento válido, as formas pedagógicas, o que se pondera como a transmissão válida
do conhecimento”.
O currículo deve ser, porém, pautado por leituras do contexto no qual se produz. Estamos aqui
nos referindo a currículos integrados e organizados em redes de experiências. Ao
compreendermos tais articulações, cabe-nos retomar a questão fundamental: qual é a
formação pretendida para nossos alunos? Em outras palavras, qual é o sujeito que
pretendemos formar? Essa questão orienta o eixo de formação dos cursos, articula os
conteúdos e as contribuições das disciplinas na formação dos alunos, e deve nortear a
construção do nosso currículo e a condução de nossos processos avaliativos.
Há, porém, que se considerar a necessidade de uma elaboração coletiva para que se possa
garantir a legitimação e efetivação de todos os processos de reformulação que envolve o
currículo. O Projeto Acadêmico se materializa, de fato, no trabalho coletivo de todos os
docentes, sujeitos essenciais dessa proposta que visa a promover o processo de
ensino/aprendizagem de modo a criar novas oportunidades para que alunos e alunas
pratiquem uma aprendizagem pautada pela co-construção e apropriação crítica do
conhecimento e ampliada pela necessidade de uma formação que lhes garanta inserção não
só no mundo do trabalho e dos negócios, mas também na vida em sociedade. Para tal, o
ensino pode ajudar a aumentar ainda mais as possibilidades de alunos e alunas transformarem
o que aprendem em comportamentos socialmente significativos. Por meio da elaboração
coletiva e da troca de experiências com os pares, condições essenciais para a construção do
Projeto Acadêmico, os professores podem se organizar para planejar suas ações, avaliar suas
consequências e replanejá-las.
Além do trabalho colaborativo, outro ponto de sustentação do Projeto Acadêmico é o conceito
de aprendizagem significativa, de Ausubel e colaboradores, baseado em dois pilares: o da
contextualização do conhecimento e o de atribuição de sentidos a ele. Embora originalmente
2
CLANDININ, Jean; CONNELLY, Michael. Teachers as curriculum planners: narratives of experience. Toronto: OISE
Press; New York: Teachers College Press, 1988.
SACRISTÁN, Gimeno J. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: ARTMED, 2000.
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associada à teoria cognitiva da aprendizagem4, os autores não desconsideram os aspectos
afetivos da aprendizagem, como, por exemplo, a motivação. Aqui, a expressão aprendizagem
significativa aparece ressignificada em um contexto que leva em consideração também outros
fatores, estes de origem sociocultural, como a interação e a colaboração. Entende-se que a
aprendizagem significativa possibilita aos alunos a construção do conhecimento de modo
cooperativo, por meio da elaboração e da reestruturação da aprendizagem. Segundo Medina e
Domingues
(1989)5,
a
aprendizagem
significativa
apresenta
respostas
para
os
questionamentos, os interesses e as necessidades reais tanto dos professores quanto dos
alunos e alunas.
Esta nova abordagem da aprendizagem significativa está voltada, portanto, para a articulação
da teoria com a prática por meio da pesquisa (Programa de Iniciação Científica, Programa de
Iniciação Tecnológica, TCC, monografias, etc.) e da extensão; para a integração dos
conhecimentos por meio da interdisciplinaridade; para a construção de uma relação de
sentidos entre o conhecimento e a realidade dos alunos, os quais têm chegado ao ensino
superior cada vez mais despreparados para a vida acadêmica e suas implicações e demandam
uma relação cada vez maior entre os conteúdos aprendidos e a sua realidade; e para a
inserção desses alunos em contextos econômicos, políticos e socioculturais, de forma a
garantir o pleno exercício da cidadania e a promover o desenvolvimento de uma cultura
profissional, humanista, artística e cultural. Nesse cenário destacam-se a orientação do
professor e as suas práticas pedagógicas, uma vez que os alunos não são capazes de
construir todos os processos explicitados de forma independente ou solitária, via aprendizagem
apenas. Os processos de ensino são também essenciais, visto que práticas pedagógicas
inovadoras e transformadoras estimulam a formação da autonomia dos alunos e das alunas.
Inclui-se nesse contexto o desenvolvimento da habilidade de problematizar, identificar,
descrever e solucionar problemas. Essa habilidade apoia-se em estratégias de metacognição e
baseia-se no conceito de aprendizagem baseada em problemas, cujo surgimento remonta à
década de 1960, quando de sua origem na Faculdade de Medicina da Universidade McMaster,
Canadá. Visando à aprendizagem independente, estabelece que a formação de alunos e
alunas deve se ancorar em necessidades reais que os levam à busca contínua por respostas
4
O aprendizado significativo acontece quando uma informação nova é adquirida mediante um esforço deliberado por parte do
aluno em ligar a informação nova com conceitos ou proposições relevantes preexistentes em sua estrutura cognitiva (AUSUBEL,
David Paul; NOVAK, Joseph; HANESSIAN, Helen educational psychology: a cognitive view. 2 ed. New York: Holt, Rinehart
& Winston, 1978, p. 159, tradução dos autores.
MEDINA, A.; DOMINGUES, C. La formación del profesorado en una sociedad tecnológica. Madrid: Cincel, 1989.
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às mais variadas perguntas. Dessa forma, perdem espaço as aulas puramente expositivas,
centradas na transmissão de conhecimentos, com foco no professor, e ganha espaço as aulas
dialógicas, centradas na interação entre professores e alunos e na construção do
conhecimento, com foco no processo de aprendizagem do aluno. As estratégias das quais a
aprendizagem baseada em problemas se utiliza, embora mais abertas ao tempo e às
especificidades dos interesses de formação dos alunos, não descontextualizam as
necessidades reais de aquisição de conhecimentos e compreensão de conceitos acadêmicos.
A proposta tem por objetivo promover a autonomia, o interesse e o investimento dos próprios
alunos em sua formação6.
A contextualização que acaba de ser apresentada leva-nos a repensar e a reformular a
orientação curricular, uma vez que o currículo não mais comporta a distribuição de disciplinas
em “grades” em que o conhecimento é “prisioneiro” de pontos de vista singulares, definitivos,
estanques, incomunicados. Todas as experiências que se vivenciam em uma instituição de
ensino e se constituem como instrumentos viabilizadores da articulação do Ensino (presencial
ou à distância), da Pesquisa e da Extensão passam, pois, a integrar o seu currículo. Os
conteúdos das disciplinas se traduzem em ferramentas para novas buscas, novas descobertas,
novos questionamentos, novas experimentações e desenvolvimento de novas capacidades, o
que possibilita oferecer aos sujeitos alunos e alunas um autônomo, flexível, sólido e crítico
processo de formação.
A estrutura curricular adotada no UNIBH a partir do segundo semestre de 2009, diferentemente
do modelo curricular tradicional, que privilegia uma formação rigidamente sequenciada em
períodos, está organizada por ciclos modulares de aprendizagem. Essa organização curricular
fundamenta-se em uma visão interdisciplinar, transversal e transdisciplinar da educação e dos
conteúdos necessários à formação acadêmica, dispostos a partir das capacidades e
habilidades exigidas para a formação pretendida para os alunos.
Nessa nova estrutura curricular, a noção de períodos é substituída pela noção de eixos de
formação/ciclos modulares de aprendizagem como elementos básicos de articulação e de
progressão do processo educativo. A organização e o processo da aprendizagem passam a
ser compreendidos como períodos de tempo maiores do que um semestre, constituindo um
6
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Tal proposta ganhou representação nos currículos de instituições brasileiras apenas no final da década de 1990.
Trata-se de uma proposta ainda recente e sobre a qual apenas muito recentemente estudos e pesquisas
acadêmicas têm se debruçado.
processo contínuo, dentro de um mesmo ciclo e entre ciclos distintos, e permitindo uma maior
flexibilização da entrada de alunos, devido principalmente à inexistência de pré-requisitos entre
os módulos de um ciclo de aprendizagem.
A estrutura curricular modular de um curso de graduação cuja matriz curricular é formada por
três ciclos modulares de aprendizagem, sendo os dois primeiros compostos por dois módulos,
e o terceiro, por quatro módulos, é representado pela FIG. 2 abaixo.
Figura 2 – Estrutura curricular modular
5
1
2
3
4
6
7
8
Fonte: Própria, 2012
Os ciclos modulares de aprendizagem, portanto, embora articulados pelo eixo de formação
geral, configuram unidades pedagógicas autônomas, representativas de um eixo de formação
específica, ao qual estão ligados os módulos, cada um deles com a duração de um semestre
letivo. Os módulos, por sua vez, são formados por componentes curriculares que se reúnem
em torno de um tema que representa o desdobramento de um eixo de formação específica, o
qual lhes confere certa identidade/unidade.
Embora a discussão sobre a interdisciplinaridade esteja ganhando destaque e aceitação,
sobretudo no meio acadêmico, não há, ainda, uma teorização consistente capaz de legitimar a
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sua prática, em função da inexistência de um consenso sobre o que vem a ser a
interdisciplinaridade e sobre qual seria a melhor metodologia para a sua realização 7. Sabe-se,
porém, que essa discussão ressurgiu no século 20, no fim da década de 50, como uma
resposta à excessiva especialização e fragmentação do saber, tão valorizadas no século 19,
quando as disciplinas começaram a se isolar. Essa “disciplinarização” do conhecimento
dissociou e desarticulou o objeto da ciência e fragmentou as percepções sobre o conhecimento
escolar e acadêmico.
Desde seu ressurgimento, a noção de interdisciplinaridade foi sendo constantemente
modificada. Discussões em torno de um sentido epistemológico, de uma maneira ou de outra,
sempre estiveram presentes. Nos últimos anos do século 20, teorizações filosóficas (década de
70), sociológicas (década de 80) e antropológicas (década de 90) foram empregadas,
buscando-se dar à noção de interdisciplinaridade uma estabilidade conceitual. No entanto, tal
estabilidade na verdade nunca foi encontrada (GALLO, 2000)8, o que demonstra que a noção
adquiriu, ao longo desses anos, um “caráter polissêmico” e difuso (FAZENDA, 2002, p. 207)9.
Em nosso Projeto Acadêmico, não nos apoiamos nos sentidos epistemológicos dados à noção
de interdisciplinaridade, pelas dificuldades que eles apresentam em ser definidos e
empregados. Dito de outra maneira, não acreditamos que a interdisciplinaridade tenha um
conceito metafísico, genuíno e irrefutável que possa dar base às nossas discussões. A
interdisciplinaridade é aqui percebida como uma prática essencialmente coletiva e política,
produzida em negociações entre diferentes pontos de vista disciplinares, para finalmente se
decidir quanto a que caminho coletivo seguir (FOUREZ, 1995, p. 109)10.
Dessa forma, a interdisciplinaridade é tratada como uma maneira de agir sobre a
disciplinaridade“. A perspectiva interdisciplinar não é [...] contrária à perspectiva disciplinar; ao
7
Cf. POMBO, Olga. Práticas interdisciplinares. Sociologias, Porto Alegre, nº. 15, Jun. 2006. Disponível em:
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-45222006600 100008 &Ing=pt&nrm=iso>. Acesso em: 08 Nov.
2007; e GOMES, Romeu; DESLANDES, Suely Ferreira. Interdisciplinaridade na saúde pública: um campo em construção. Rev.
Latino-Am. Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 2, nº. 2, Jul.1994. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_arttext&pid=S0104-11691994000200008&Ing=pt&nrm=iso>. Acesso em: 08 Nov. 2007.
8
GALLO, S. Disciplinaridade e transversalidade. In: vários autores. (Org.). Linguagens, espaços e tempos no
ensinar e no aprender. Rio de Janeiro: DP&A, 2000.
FAZENDA, Ivani. Diversidade cultural no currículo de formação de professores – uma dimensão interdisciplinar. In: ROSA;
SOUZA (Orgs.). Políticas organizativas e curriculares, educação inclusiva e formação de professores. Rio de Janeiro:
DP&A, 2002.
9
FOUREZ, Girard. A construção das ciências. São Paulo: UNESP, 1995.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página14
10
contrário, não pode existir sem ela e, mais ainda, alimenta-se dela” (LENOIR, 2002, p. 46)11.
Entende-se, pois, que a formação disciplinar e especializada constitui uma condição básica
para o contato com outros campos do saber. Os professores não precisarão, portanto,
abandonar suas formações em áreas e campos do saber específicos para buscarem um
possível novo objeto do conhecimento. Na verdade, eles deverão se mover na direção de uma
nova prática de diálogos para a promoção de outras formas de ensinar, produzidas
coletivamente em torno do conhecimento. Nesse sentido, “o fundamental no conhecimento não
é sua condição de produto, mas seu processo” de entendimento e de discussão coletiva
(SEVERINO, 2002, p. 40)12.
Se, como dissemos antes, a ressignificação da noção de aprendizagem significativa leva em
consideração também outros fatores de origem sociocultural, como a interação e a
colaboração, esse tipo de aprendizagem pode, então, se materializar na interdisciplinaridade,
sobretudo em função da característica integradora desta última, bem como de sua propensão a
fazer circular os saberes. A condição sine qua non para o exercício da interdisciplinaridade é,
porém, a elaboração coletiva, uma vez que a interdisciplinaridade pressupõe “o engajamento
de educadores de diferentes áreas do conhecimento comprometidos com o diálogo, com a
reciprocidade, com a partilha” (SANTOS, no prelo, p. 6). Ainda segundo a autora (p.7),
[o] trabalho interdisciplinar sustentado na parceria é muito mais
fruto do encontro de sujeitos parceiros com ideias e disposição
para o trabalho do que de disciplinas. A responsabilidade mútua
surge como uma característica fundamental dos parceiros em um
projeto interdisciplinar, fruto do envolvimento com o projeto em si,
com as pessoas, com as instituições. (SANTOS, no prelo, p. 7).13
A
ausência
dessa
atitude
interdisciplinar
de
parceria
inviabiliza
a
construção
da
interdisciplinaridade, já que esta resulta de um trabalho coletivo e implica a interpenetração das
diversas esferas do conhecimento na apropriação de um tema que norteia a prática
interdisciplinar. A experiência interdisciplinar exige, portanto, uma reorganização do trabalho
docente, já que
11 LENOIR, Yves. Didática e interdisciplinaridade: uma complementaridade necessária e incontornável. In:
FAZENDA, Ivani (Org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 2002.
12
SEVERINO, Joaquim. O conhecimento pedagógico e a interdisciplinaridade: o saber como intencionalização da
prática. In: FAZENDA, Ivani (Org.). Didática e interdisciplinaridade. Campinas: Papirus, 2002.
13
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página15
SANTOS, Eloísa Helena. A interdisciplinaridade como eixo articulador do ensino médio e ensino técnico de nível médio
integrados (no prelo).
só se torna realidade quando partilhada por uma equipe de
trabalho que confronta pontos de vista diferentes no conhecimento
de uma determinada realidade, que se deixa interpenetrar por
diferentes campos do saber, que se coloca como desafio
permanente o conhecimento interdisciplinar de fenômenos
complexos e a criação de alternativas para transformá-los.
(SANTOS, no prelo, p. 8).14
Conclui-se, então, que os dois princípios centrais do Projeto Acadêmico, o trabalho coletivo e a
aprendizagem
significativa,
estão
intrinsecamente
associados
ao
conceito
de
interdisciplinaridade. Se por um lado o trabalho coletivo é condição essencial para a construção
da prática interdisciplinar, por outro lado a interdisciplinaridade possibilita a criação de meios
para
que
a
aprendizagem
dos
alunos
seja
significativa.
Essas
(inter)seções
da
interdisciplinaridade com o trabalho coletivo e a aprendizagem significativa é representada pela
FIG. 3.
Figura 3: Aprendizagem significativa.
Uma vez que a interdisciplinaridade orienta todo o percurso formativo dos discentes, a inclusão
da disciplina Trabalho Interdisciplinar da Graduação (TIG) nas matrizes curriculares dos cursos
de graduação apresenta-se como uma tentativa de tratamento da interdisciplinaridade como
componente curricular e como uma proposta de prática/construção elaborada coletivamente,
para que possa desempenhar a função aglutinadora das cinco dimensões da aprendizagem
significativa, apresentadas e discutidas a seguir. A disciplina TIG deve ser ofertada pelo menos
até os quatro primeiros módulos dos cursos de graduação, podendo também se estender aos
quatro módulos restantes, respeitadas as especificidades dos cursos.
Ibidem.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página16
14
3.
APRESENTAÇÃO DO CURSO
O curso de Serviço Social (Bacharelado) foi criado pela Resolução no. 02/2010 da ViceReitoria de 20 de abril de 2010. Este documento apresenta o Projeto Pedagógico do Curso de
Graduação em Serviço Social, elaborado com base na Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/1996,
nas Diretrizes Curriculares Nacionais e demais normas emanadas pelo Ministério da Educação
- MEC.
O Plano Curricular do Curso de Graduação em Serviço Social do UNIBH está em conformidade
com as Diretrizes Curriculares do Curso de Serviço Social, expressa a partir da resolução
CNE/CES 15/02, de 13 de Março de 2002, bem como de acordo com a Lei de Diretrizes e
Bases da Educação - LDB, Lei 9394/96, Diretrizes Gerais para o Curso de Serviço Social da
ABEPSS de 1996, Código de Ética do Assistente Social CFESS/1993, Lei de Regulamentação
da Profissão, Lei 8662/93, Parecer 462/82 do CFE/MEC, Lei Nacional de Estágio, Lei
11788/2008, Política Nacional de Estágio da ABEPSS, Regulamentação 533/2008 - CFESS, e
demais regulamentações institucionais.
O curso de Serviço Social do UNIBH, ciente das mudanças do mundo contemporâneo,
reconhece que o discente esta inserido no contexto de um mundo onde as fronteiras vão além
do espaço físico, por entender que o contexto é globalizado, deve se articular a questão social
à aceleração gerada pela transformação tecnológica, renovação e circulação do conhecimento
e da informação.
Diante desta realidade, está delineado um Projeto Pedagógico de Curso que, de forma
interdisciplinar, tem como proposta orientar o discente a ser construtor de seu próprio saber e
de sua autonomia intelectual, entendendo que o docente é um mediador que irá auxiliá-lo no
processo da aprendizagem e do conhecimento para exercício das práticas profissionais e da
cidadania.
Nessa mesma perspectiva, os princípios curriculares que fundamentam a formação profissional
orientam-se para:

Flexibilidade dos currículos plenos, expressa na possibilidade de definição de disciplinas
e ou outros componentes curriculares – tais como: oficinas, seminários, atividades
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página17
complementares como forma de favorecer a dinamicidade do currículo;

Rigoroso trato teórico, histórico e metodológico da realidade social e do Serviço Social;
que possibilite a compreensão dos problemas e desafios com os quais o profissional se
defronta no universo da produção, e (re) produção da vida social, da questão social como
um todo e de suas fragmentações, espelhadas na realidade da sociedade;

Adoção de uma teoria social crítica que possibilite a apreensão da totalidade em suas
dimensões de universalidade, particularidade e singularidade;

Superação da fragmentação de conteúdos na organização curricular, evitando-se a
dispersão e a pulverização de disciplinas e outros componentes curriculares, alicerçando,
assim, as bases do conhecimento com vistas a uma formação universalizada.

Estabelecimento das dimensões investigativas e interventivas como princípios formativos
e foco da formação profissional e da relação teoria-prática;

Caráter interdisciplinar nas várias dimensões do projeto de formação profissional;

Indissociabilidade nas dimensões de ensino, pesquisa e extensão;

Exercício do pluralismo teórico-metodológico como elemento próprio da vida acadêmica e
profissional, impondo-se o necessário debate sobre as várias tendências teóricas, em luta
pela direção social da formação profissional, que compõe a produção das ciências
humanas e sociais;

Ética como princípio formativo, perpassando a formação curricular, tendo como
pressuposto básico a formação humana, política e social do indivíduo;

Indissociabilidade entre a supervisão acadêmica e profissional nas atividades do estágio
curricular obrigatório para a formação do assistente social.
A partir da Constituição Federal de 1988 e da aprovação da Lei nº 8742, de 07 de dezembro de
1993, Lei Orgânica de Assistência Social – LOA surge o Sistema Único de Assistência Social SUAS. O SUAS define e organiza os elementos essenciais e imprescindíveis à execução da
Política de Assistência Social, possibilitando a normatização dos padrões nos serviços,
qualidade no atendimento, indicadores de avaliação e resultado, nomenclatura dos serviços e
da rede socioassistencial.
Dessa
forma,
apresenta
como
eixos
estruturantes:
matricialidade
sócio
familiar;
descentralização político-administrativa e territorialização; novas bases para a relação do
Estado e Sociedade Civil, financiamento, controle social, o desafio da participação popular,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página18
cidadão-usuário; a política de recursos humanos, a informação, o monitoramento e avaliação.
Tais questões reforçam a necessidade de constituir um quadro de trabalhadores na Política de
Assistência Social que a consolide como política pública de seguridade social, voltada para o
enfrentamento da dramática questão social no Brasil, que se expressa na desigualdade social,
pobreza, violência, barbarização e mercantilização da vida.
O assistente social possui uma formação profissional que o habilita teórica, técnica e
politicamente para atuar nas expressões da questão social, em suas diferentes formas de
manifestação.
As condições objetivas de vida da classe trabalhadora, marcadas pela fome, desemprego,
violência, exclusão do acesso aos direitos como saúde, previdência, moradia, educação,
transporte e assistência social, constituem a base material de sua intervenção profissional. Por
isso, sua atuação exige competências que vão desde o reconhecimento crítico de necessidade
sociais não contempladas no campo dos direitos, até a formulação e gestão de políticas sociais
e formas de mobilização e organização política. O Curso de Serviço Social do Centro
Universitário de Belo Horizonte – UNIBH colabora na resposta às demandas sociais, políticas,
econômicas e culturais, atendendo ainda às exigências de excelência. Para que haja
fundamentação à necessidade social desse Curso, no Município de Belo Horizonte, é
necessário que se insira a própria cidade neste documento.
A Região Metropolitana de Belo Horizonte, também conhecida pela abreviatura RMBH ou
simplesmente Grande Belo Horizonte, é a terceira maior aglomeração urbana do Brasil, com
uma população de 5.413.627 habitantes, conforme o Censo 2010. Seu produto metropolitano
bruto (PMB) somava em 2008 cerca de 98,5 bilhões de reais, dos quais aproximadamente 45%
pertenciam à cidade de Belo Horizonte. A RMBH é o centro político, financeiro, comercial,
educacional e cultural de Minas Gerais, representando em torno de 40% da economia e 25%
da população do estado. São números consideráveis para uma urbanização na taxa de 84,9%
no Estado e uma população economicamente ativa de 9,96 milhões de habitantes.
Além disso, o curso de Serviço Social o Estado em Minas Gerais, de acordo com informações
disponibilizadas no site do e-MEC, conta-se com 57 instituições que ofertam o curso de Serviço
Social na modalidade presencial, sendo que sete dessas instituições estão na cidade de Belo
Horizonte. Aliada a essas informações, a demanda por profissionais formados em serviço
social é crescente no país e o aumento da procura por cursos assume uma característica
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página19
peculiar, em se tratando da Região metropolitana de Belo Horizonte.
Diante do exposto, o UNIBH, em agosto de 2010, cria o curso de Serviço Social, com a missão
de formar Assistentes Sociais comprometidos com as causas sociais e fomentar o mercado de
profissionais da área. Profissionais para atuarem em vários níveis da administração pública e
privada, com capacitação e conhecimento para inúmeras frentes de trabalho, com ênfase em
Assessoria, Planejamento, Gestão e Execução, nos programas sociais e acadêmicos.
3.1. CONTEXTO EDUCACIONAL
O Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social do Centro Universitário de Belo Horizonte –
UNIBH é um documento que expressa uma dimensão ética, pedagógica e social que resguarda
especificidades e singularidades. Dessa forma, apresenta claramente os pressupostos básicos
da formação profissional contidos na estrutura de funcionamento do curso, em seu eixo
epistemológico e curricular, a inter-relação entre ensino, pesquisa e extensão determinando
suas prioridades e estabelecendo estratégias de ação.
O Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social do UNIBH norteia suas ações com base em
aspirações coletivas, objetivando a contribuição na formação profissional, pessoal, com foco
nas expressões da questão social e suas formas de enfrentamento por meio das dimensões
ético-política, teórico-metodológica e técnico-operativa. Diante disso, a formação acadêmicoprofissional será demarcada no seu campo de atuação no que se refere às demandas
tradicionais, emergentes e pós-modernas, inter-relacionadas à globalização.
Tendo em vista contribuir com um projeto social em que o conhecimento esteja pautado na
ampla reflexão teórico-crítica da realidade Sociohistórica é que se busca uma formação
profissional com condições de construir respostas face às profundas transformações sociais
que se manifestam na contemporaneidade.
A efetivação do curso de Graduação de Serviço Social no Centro Universitário de Belo
Horizonte - UNIBH, encontra-se respaldo na demanda por desenvolvimento econômico e social
da população de Belo Horizonte que reivindica o aprimoramento e a qualificação dos serviços,
bem como no que se refere às potencialidades que se apresenta nos grandes centros
metropolitanos para a implementação de políticas públicas.
3.1.1.
MISSÃO
O curso de Serviço Social do UNIBH tem por missão a busca da excelência na formação de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página20
assistentes sociais qualificados para atuar em vários contextos do mercado de trabalho da área
social. Esse curso conseguirá incorporar saberes e fazeres significativos, necessários à
compreensão do desenvolvimento social, bem como formar um profissional e cidadão crítico,
participativo e competente, capaz de perceber as relações sociais, econômicas, políticas e
culturais em que a democratização dos direitos e a inclusão social ocorrem.
3.1.2.
JUSTIFICATIVA
O Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social do UNIBH estabelece como diretriz a
formação de profissionais com competências e habilidades para atuar como agentes de
transformação da realidade social, a partir de uma formação reflexiva, crítica e
instrumentalizada.
À formação específica em Serviço Social, agregam-se instrumentais metodológicos de
pesquisa e gestão de políticas públicas, conhecimentos da realidade social, política e
econômica, tanto na esfera pública quanto na esfera privada, principalmente na relação capital
trabalho e suas determinantes, que possibilitarão apreensão crítica dos processos sociais em
sua totalidade, a compreensão do significado da sua profissão e das possibilidades de
intervenção contidas na realidade, além do desenvolvimento de uma postura ética dos futuros
Assistentes Sociais.
Em conformidade com as recomendações das Diretrizes Curriculares para o Curso de Serviço
Social, o presente Projeto Pedagógico de Curso considera os seguintes princípios, em sua
organização:

Flexibilidade do currículo, que integra as disciplinas teóricas com outras modalidades
de abordagem acadêmica, tais como oficinas, trabalhos interdisciplinares de intervenção
social,
estágios
curriculares
e
atividades
complementares,
que
proporcionam
experiências práticas;

Centralidade na formação teórica, histórica e metodológica, de modo a garantir a
formação de um assistente social capaz de compreender os problemas e os desafios da
realidade com os quais se defronta e sobre os quais é demandado a intervir;

Ênfase na dimensão investigativa e interpretativa da realidade social como
desenvolvido no processo de instrumentalização das relações entre teoria e prática;

Interdisciplinaridade e pluralidade teórica e metodológica como elementos centrais no
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página21
projeto/processo de formação profissional;

Indissociabilidade entre a supervisão acadêmica e profissional nas atividades de
estágio, obrigatória para a formação do assistente social;

A ética como princípio sine qua non da formação profissional em Serviço Social.
O bacharel em Serviço Social formado pelo UNIBH deverá ser um profissional preparado para
atuar:

No setor público, nas áreas de saúde, educação, trabalho, previdência, nos programas de
assistência a crianças, adolescentes e idosos, nas políticas de habitação e outras, com
vistas à implementação e implantação de políticas públicas, exercendo funções de
assessoria, planejamento, gestão, consultoria e execução de serviços;

Na realização de estudos socioeconômicos para fins de benefícios e serviços sociais
junto à órgãos públicos, empresas privadas, movimentos sociais, organizações não
governamentais;

No planejamento, organização, administração, coordenação, supervisão de programas e
projetos em unidades de prestação de serviços sociais;

Na realização de vistorias, perícias técnicas, perícias sociais, laudos periciais, laudos
sociais, informações e pareceres pertinentes sobre a matéria de serviço social junto ao
poder judiciário;
No planejamento, organização, administração, coordenação, supervisão de programas e
projetos em organizações do primeiro, segundo e terceiro setor na prestação de serviços
sociais e consultorias que demandem os conhecimentos específicos da área de formação
acadêmica e profissional.
3.1.3.
OBJETIVOS
3.1.3.1.
OBJETIVO GERAL
Formar assistentes sociais reflexivos, críticos e propositivos, capazes de contribuir para a
formulação, implementação, monitoramento e avaliação de políticas, programas e projetos
sociais no âmbito de organizações públicas, privadas, do terceiro setor, da sociedade civil e
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página22
dos movimentos sociais.
3.1.3.2.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Reafirmar o compromisso com a formação de um profissional com uma sólida
capacitação teórica pratica e metodológica;

Possibilitar aos alunos a identificação de espaços e fenômenos sociais passíveis de
intervenção profissional, através de planos, projetos na área social;

Instrumentalizar os discentes para realizar pesquisas e estudos sócio-econômicos que
subsidiem a formulação de políticas e ações profissionais;

Instrumentalizar os discentes para realizar a implementação e o monitoramento como
forma de capacitá-los à intervenção ativa e propositiva das ações nas esferas pública,
privada e do terceiro setor em âmbito tripartite por meio de pesquisas e monitoramentos
que subsidiem a formulação de políticas e ações profissionais;

Desenvolver a capacidade de formular e implementar propostas para o enfrentamento
das vulnerabilidades sociais, que dificultam o exercício pleno da cidadania;

Preparar os futuros profissionais para formular e executar políticas sociais, tendo como
diretriz o Sistema Único de Assitência Social - SUAS, em órgãos de administração
pública, empresas e organizações da sociedade civil e movimentos sociais;
3.1.4.
PERFIL DO EGRESSO
As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Serviço Social, emanadas pelo Conselho
Nacional de Educação, estabelecem princípios que regulam e dão sustentação ao processo de
formação do assistente social. A Lei n° 8.662, de 07 de junho de 1993, que regulamenta a
profissão, nos seus Artigos 4º e 5º dispõe sobre as competências e atribuições privativas do
assistente social. Para tanto, o egresso do curso de Serviço Social formado pelo UNIBH deve
ser:

Capaz de desenvolver e exercer a autonomia intelectual para que possa equacionar os
problemas locais por meio de uma visão múltipla e interdisciplinar das inúmeras situações
da condição humana.

Crítico, de formação intelectual e cultural generalista que sugere soluções criativas e
inovadoras para construção de possibilidades para promover o bem estar da coletividade
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página23
num contexto sustentável;

Atuante nas expressões da questão social, formulando e implementando propostas para
seu enfrentamento, por meio de políticas sociais públicas, empresariais, de organização
da sociedade civil e movimentos sociais.

O perfil traçado acima se expressa na capacidade do assistente social de:
o
Elaborar, implementar, executar e avaliar com segurança as políticas sociais junto a
órgãos da administração pública, direta ou indireta, empresas, entidades e
organizações populares;
o
Elaborar, coordenar, executar e avaliar planos, programas e projetos que sejam do
âmbito de atuação do Serviço Social com participação da sociedade civil;
o
Encaminhar providências e prestar orientação social a indivíduos, grupos e à
população;
o
Orientar indivíduos e grupos de diferentes segmentos sociais no sentido de
identificar recursos e de fazer uso dos mesmos no atendimento e na defesa de
seus direitos;
o
Planejar, organizar e administrar benefícios e serviços sociais;
o
Planejar, executar e avaliar pesquisas que possam contribuir para a análise da
realidade social e para subsidiar ações profissionais;
o
Prestar assessoria e consultoria a órgãos da administração pública direta e indireta,
empresas privadas e outras entidades, com planos, programas e projetos que
sejam do âmbito de atuação do Serviço Social com participação da sociedade civil;
o
Gerenciar e prestar apoio aos movimentos sociais em matéria relacionada às
políticas sociais, no exercício e na defesa dos direitos civis, políticos e sociais da
coletividade;
o
Planejar, organizar e administrar serviços sociais e de Unidade de Serviço Social;
o
Realizar estudos socioeconômicos com os usuários para fins de benefícios e
serviços sociais junto a órgãos da administração pública direta e indireta, empresas
privadas e outras entidades.
A atuação deste profissional será pautada pelos princípios éticos profissionais do Código de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página24
Ética do Assistente Social, da responsabilidade social e do compromisso com a inclusão social.
3.1.5.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
Identificar as diversas expressões da questão social por meio da contextualização crítica
das contradições da sociedade capitalista.

Conhecer os espaços sócios ocupacionais da profissão.

Utilizar-se do aporte teórico-metodológico crítico, visando identificar as possibilidades de
ação do serviço social.

Apreender o significado social da profissão como fundamento para o trabalho
profissional.

Reconhecer as demandas postas à profissão, apresentando propostas de enfrentamento.

Relacionar reflexão teórica e a pesquisa na interpretação das múltiplas dimensões da
questão social.

Articular
os
fundamentos
teórico-metodológico
e
ético-político
como
requisitos
fundamentais para o exercício de atividades técnico-operativas.

Elaborar, executar, monitorar e avaliar planos, programas e projetos sociais.

Assessorar e prestar consultoria às instituições públicas e privadas, ao terceiro setor e
aos movimentos sociais em matéria relacionada ao Serviço Social.

Dominar a instrumentalidade da profissão e elaborar pareceres técnicos, laudos,
relatórios sociais e similares.

Conceber, elaborar, monitorar e avaliar políticas sociais, bem como prestar serviços aos
seus demandatários.

Contribuir para a consolidação de projetos ético-político e profissional.

Utilizar recursos informacionais e tecnológicos na realização do trabalho social.
3.1.6.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
O sistema de avaliação dos alunos do Curso regulamenta-se pelas normas definidas e
resumidas no Guia Acadêmico, distribuído aos alunos no início de cada semestre e pelos

Estatuto;

Regimento;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página25
seguintes documentos:

Portarias, Resoluções e Instruções Normativas institucionais.
Cabe ressaltar que todos os documentos acima se encontram disponíveis para consulta de
toda Comunidade Acadêmica por meio do Sistema On-Line.
Os critérios de avaliação do processo de ensino-aprendizagem são baseados nas seguintes
recomendações e normas:

A avaliação do desempenho escolar é feita por disciplina, incidindo sobre a frequência e
o aproveitamento escolar, ao longo do respectivo período letivo. O aproveitamento
escolar é avaliado por meio de acompanhamento contínuo do aluno e dos resultados por
ele obtidos nos exercícios e trabalhos escolares escritos e/ou orais, durante o período
letivo.

É importante observar que a avaliação não é um instrumento de punição ou de
constrangimento do aluno visando à sua reprovação, mas de justa medida do seu
desenvolvimento no percurso dos fins da educação e do ensino.

Compete ao professor da disciplina elaborar e aplicar os exercícios e trabalhos escolares,
bem como julgar-lhes os resultados e discutir com os alunos os enganos porventura
cometidos no desenvolvimento ou na solução das questões, para saná-los, respeitada a
capacidade de cada aluno individualmente. Cumpridas essas etapas, o professor deverá
devolver os trabalhos escolares aos alunos.

Quanto à Avaliação Final, o aluno poderá solicitar, diretamente ao professor, no prazo
estipulado pelo calendário acadêmico, sua devolução. Vencido esse prazo, o professor
poderá inutilizar a documentação ainda em seu poder, conforme determina as normas da
Instituição.

Durante o semestre letivo, são atribuídos aos alunos 100 (cem) pontos cumulativos,
assim distribuídos:
o
50 (cinquenta), para avaliação do desempenho nas atividades desenvolvidas ao
longo do período letivo, conforme esteja estabelecida na programação da disciplina
(DAD);
o
25 (vinte e cinco), para uma avaliação intermediária da aprendizagem ao final da
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página26
primeira metade do período letivo (AIA);
o
25 (vinte e cinco), para uma avaliação da aprendizagem, ao final da segunda
metade do período letivo (AF).

Considera-se aprovado numa disciplina o aluno que nela tenha computado, a seu favor, o
total mínimo de 70 (setenta) pontos.

Independentemente dos demais resultados obtidos é considerado reprovado o aluno que
não tenha frequência de, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) das aulas e demais
atividades programadas para cada matéria/disciplina durante o período letivo.

É facultado ao aluno requerer o Exame Especial (EE), ao final do semestre letivo, que
substituirá a menor nota obtida pelo aluno entre a AIA e a AF. O Exame Especial poderá
ser requerido quando o aluno:
o
Não alcançar os 70 (setenta) pontos para a aprovação;
o
Tiver o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência;
o
Tiver alcançado o mínimo de 45 (quarenta e cinco) pontos, resultantes da soma das
notas de avaliação distribuídas às atividades de DAD e AIA ou AF, realizadas
durante o semestre;
o
Não tiver comparecido por qualquer motivo à Avaliação Final na data prevista no
Calendário Escolar.

Exame de proficiência (Art. 47 da lei nº 9.394/96): o aluno regularmente matriculado que
tenha extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e
outros instrumentos de avaliação específicos, e que se julgar em condições de eliminar
disciplina(s) de sua matriz curricular por conhecer o conteúdo programático que a
compõe, deverá requerer, junto ao Núcleo de Secretaria da unidade em que o curso é
realizado, que lhe seja aplicado à avaliação comprobatória.
3.2. PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO
3.2.1.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O processo de ensino-aprendizagem exige dos docentes e discentes princípios e propostas de
abertura ao conhecimento do novo, que orientam o planejamento metodológico desta
construção e seus resultados. As atividades pedagógicas buscam construir competências,
resgatando as experiências e vivências dos alunos, incorporando as teorias ao seu fazer. Elas
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página27
têm como pressupostos metodológicos a interdisciplinaridade e a contextualização aplicadas
em diversas atividades pedagógicas, como ciclos de palestras, debates, elaboração de
pesquisas, aplicação de jogos empresariais e dinâmicas vivenciais, simulações de técnicas
negociais, estudo de casos, planejamento e construção de projetos aplicados, aulas dialogadas
e exercícios teórico-práticos específicos. No contexto da matriz curricular (anexo 8) estão
previstos projetos ou trabalhos interdisciplinares que são realizados pelos alunos em cada
módulo do curso. Esses projetos ou trabalhos abrangem atividades de diagnóstico e propostas
de intervenção em sistemas do entorno, extrapolando os limites da escola. São conduzidos por
professores específicos, que exercem a função de articuladores dos conhecimentos junto aos
demais professores do módulo. Ao final do semestre, são realizadas as apresentações dos
trabalhos, de forma que todos os alunos as assistam, juntamente com os professores do
módulo. É importante ressaltar que a ideia de uma ação pedagógica centrada em projetos de
trabalho ultrapassa a adoção de um método ou pedagogia, sendo, principalmente, uma
concepção de educação e de currículo que leva em conta os conhecimentos e problemas que
circulam fora da sala de aula redimensionando os tempos e os espaços de aprendizagem. Um
processo de ensino com essas premissas contribui para a valorização das experiências de
conhecimento dos alunos (o trabalho, o lazer, a família e os grupos sociais, por exemplo) e
para a reformulação do seu papel como sujeito do seu conhecimento, e favorece um processo
de aprendizagem com foco na autonomia, na flexibilização e na atribuição de sentidos ao que é
aprendido, mobilizando todos os recursos disponíveis para isso. Especificamente, nas aulas
expositivas, procura-se dar ênfase ao diálogo, em que o docente deve apresentar ou coordenar
a discussão de temas, conceitos e respectivas aplicações de forma a construir os
conhecimentos previstos pelas unidades curriculares. A contextualização da exposição ocorre
em canal de mão dupla entre docente e discente, no qual professor e aluno trocam
experiências e ampliam seus conhecimentos, num movimento dialógico. O objetivo das aulas
expositivas dialogadas é atingir o adequado domínio do conhecimento teórico, alicerçado nas
práticas dos alunos e no conhecimento aplicado. Em relação aos exercícios, estes são
desenvolvidos por meio de trabalhos individuais ou em grupos, que visam a aprimorar os
conhecimentos adquiridos nas aulas expositivas e nas leituras indicadas, propiciando assim
troca de experiências entre os participantes. Exemplos práticos são utilizados com o objetivo
de estimular a participação dos alunos, em diferentes espaços, intra
e extramuros: aulas magnas, estudos dirigidos em horários independentes, exercícios
propostos no ambiente virtual de aprendizagem, saídas de campo, seminários, palestras, etc.
Em suma, a abordagem didático-metodológica dos conteúdos, no conjunto das atividades
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página28
acadêmicas do Curso, busca favorecer o aprimoramento da capacidade crítica dos alunos, do
pensar e agir com autonomia, estimular o desenvolvimento de competências e habilidades
profissionais em um processo permanente e dinâmico, estabelecendo a necessária conexão
reflexiva sobre o si mesmo e a realidade circundante, em especifico com os temas
contemporâneos, como ética, sustentabilidade, diversidade cultural, étnico-racial e de gênero.
Além disso, os núcleos de formação organizados para o curso de Serviço Social,
intrinsecamente ligado ao perfil do egresso, devem ser organizados de acordo com a Lei
9394/96, com as Resoluções CNE/CES. Nº 2/2007 e CNE/CES nº 15/2002, e os Pareceres
CNE 492/2001 e CNE 1363/2001, que estabelecem as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Formação do Ensino Superior.
Além das exigências legais, o currículo visa proporcionar ao discente a condição efetiva de
dialogar com o mundo contemporâneo, cada vez mais globalizado, no qual o conhecimento e a
informação estão em constante transformação e disseminados cada vez mais rápidos pelos
meios eletrônicos. Por isso, os fundamentos dos conteúdos curriculares estão divididos em três
núcleos:

Núcleo de Fundamentos Teórico-Metodológicos da Vida Social;

Núcleo de Fundamentos da Formação Sócio Histórica da Sociedade Brasileira;

Núcleo de Fundamentos do Trabalho Profissional.
A estrutura modular permitirá ao aluno a adequação do curso à sua disponibilidade,
permitindo o cumprimento dos créditos e carga horária de forma independente, reconhecendo
o aluno como sujeito de sua formação, capaz de construir sua trajetória acadêmica de acordo
com seus interesses e possibilidades.
Atividades extracurriculares (tais como seminários, oficinas e palestras), além dos projetos
interdisciplinares de intervenção social - que fazem parte da política de responsabilidade social
do UNIBH - e o estágio supervisionado, terão caráter complementar à formação do aluno,
proporcionando articulação entre a teoria e a prática profissional.
O estágio supervisionado, atividade obrigatória, possibilita a inserção do aluno no espaço
institucional e o capacita para o exercício profissional, o que pressupõe supervisão sistemática
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página29
acompanhada pelo professor supervisor e por profissional de campo.
O trabalho de conclusão de curso – TCC fecha o processo formativo, documentando a
compreensão do aluno quanto à trajetória teórica e prática do seu processo formativo.
3.2.2.
ARTICULAÇÃO DOS NÚCLEOS DE FORMAÇÃO
As disciplinas e atividades que constituem os núcleos de formação, além de compor a
formação pedagógica do aluno, também tem a finalidade de oferecer-lhe condições de
relacionar o universo pedagógico com a realidade social brasileira e desenvolver condições
para agir como profissional diante de temas como a inclusão social, saúde, violência,
sexualidade, meio ambiente, diversidade étnica, relações de trabalho, ética e responsabilidade
social, etc.
A organização articulada dos núcleos visa a garantir ao aluno condições de desenvolvimento
do ensino, da pesquisa e da extensão de forma plena ao longo do curso. A preocupação com a
flexibilidade dentro do currículo é contemplada pelo conjunto de disciplinas que podem ser
cursadas em outros cursos da instituição, garantindo assim, oportunidade do diálogo
interdisciplinar.
NÚCLEO DE FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA VIDA SOCIAL
O Núcleo de fundamentos teórico-metodológicos da vida social foi estruturado com
conteúdos que, de forma gradativa, aproximem o ingressante do mundo acadêmico,
procurando minimizar as lacunas da educação básica e inseri-lo na realidade acadêmica.
As disciplinas da formação básica foram alocadas, preferencialmente, no primeiro ano do
curso, pois isto favorece ao aluno uma maior aproximação com as ciências humanas e o
desenvolvimento de conceitos importantes para o entendimento das disciplinas específicas do
Serviço Social.
NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO SÓCIO HISTÓRICA
O Núcleo de Fundamentos da Formação Sócio Histórica contempla dentro de seus
conteúdos,
especificamente
nas
disciplinas:
História
Social
e
Política
Brasileira;
Movimentos Sociais, Cidadania e Controle Social, que aborda as relações étnico-raciais,
abordando a temática referente à cultura afrodescendente, nos termos da Resolução
CNE/CP n˚ 1/2004, além de tratar a transversalidade da educação ambiental integrada às
demais disciplinas do curso, principalmente nas disciplinas de Trabalho Interdisciplinar de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página30
Graduação TIG que aborda as temáticas: Movimentos Sociais e Espaços de Controle Social,
Fenômenos Sociais nas Metrópoles: Dilemas e Perspectivas, Análise do Contexto Social e
Política. Conforme resolução CNE nº 1/2012, as questões sobre os Direitos Humanos estão
colocadas de forma transversal no currículo, sendo discutidas nas disciplinas da área de
ciências humanas e norteando os conteúdos e atitudes ensinadas na disciplina de Trabalho
Interdisciplinar de Graduação onde a discussão perpassa todas as disciplinas do curso
abordando temas relacionados aos: Direitos Humanos, Direitos de Cidadania do Idoso, da
Criança e Adolescente e da Pessoa com Deficiência.
NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DO TRABALHO PROFISSIONAL
O Núcleo de fundamentos do trabalho profissional agrega os componentes curriculares
específicos da formação do profissional do Serviço Social, sendo composto por disciplinas
teóricas, práticas, metodológicas e éticas que envolvem o exercício profissional, a pesquisa, o
planejamento e a administração em Serviço Social e o estágio supervisionado. O Núcleo
possui disciplinas já no primeiro semestre do curso, pois entendemos que a aproximação do
aluno com o conhecimento do Serviço Social deva acontecer desde os primeiros dias de aula.
1.5. ESTRUTURA CURRICULAR
O conjunto das disciplinas do currículo são agrupados nos três núcleos de
acordo com a afinidade de seus conteúdos. Deste modo, temos a seguinte
distribuição:
I-
NÚCLEO DE FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DA
VIDA SOCIAL
Sociologia
Teoria Política
Estatística
Filosofia
Psicologia
Instrumentos de Análise Antropológicos
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Instrumentos de Análise Sociológicos
Página31
Psicologia Social
II -
NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO SÓCIO-HISTÓRICA
História Social e Política Brasileira
Direito e Legislação Social
Políticas de Saúde e Saúde Mental
Políticas de Educação, Criança e Adolescente.
Política de Assistência Social
Políticas Públicas e Políticas Sociais
Seguridade Social e Previdência Social
Movimentos Sociais, Cidadania e Controle Social.
III - NÚCLEO DE FUNDAMENTOS DO TRABALHO PROFISSIONAL
Fundamentos do Serviço Social
Desenvolvimento do Serviço Social no Brasil
Pesquisa em Serviço Social
Projetos de Intervenção Social
Sistemas de Informação e Desenvolvimento Gerencial
Ética em Serviço Social
Instrumentalização da Prática do Serviço Social
Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I, II, III e IV
Questão Social e Serviço Social: Espaços de Intervenção
Serviço Social e Mercado de Trabalho
Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS
Optativas
Trabalho de Conclusão de Curso - TCC I e II
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Gestão em Serviço Social
Trabalho Interdisciplinar de Graduação TIG (I II e III)
Página32
Trabalho, Sociabilidade, Sustentabilidade e Meio Ambiente.
AS DISCIPLINAS OPTATIVAS SÃO:
- Serviço social e terceiro setor
- Serviço Social e Judiciário
- Pensamento Econômico moderno
- Análise Institucional
Além das disciplinas específicas da área a serem cursadas, o Curso de Serviço Social do
UNIBH faz a opção de ter em sua matriz curricular a obrigatoriedade de ofertar a disciplina
LIBRAS- Língua Brasileira de Sinais,
entendendo que aprender língua de sinais é
extremamente importante na formação do profissional em serviço social.
A obrigatoriedade da disciplina de LIBRAS ocorreu com o decreto 5.626, de 22 de dezembro
de 2005, após o reconhecimento da LIBRAS como uma das línguas oficiais no país, através da
Lei 10.436 de 24 de abril de 2002. Segundo o decreto:
Art. 3o A LIBRAS deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de
formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos
cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e privadas, do sistema federal de
ensino e dos sistemas de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
§ 1o Todos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do conhecimento, o curso normal de
nível médio, o curso normal superior, o curso de Pedagogia e o curso de Educação Especial
são considerados cursos de formação de professores e profissionais da educação para o
exercício do magistério.
§ 2o A LIBRAS constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação
superior e na educação profissional, a partir de um ano da publicação deste Decreto. (BRASIL,
2005).
Sendo assim, a língua de sinais não deve ser vista apenas como uma disciplina obrigatória em
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página33
um curso de graduação, ela deve ser vista como parte da formação do futuro Assistente Social.
ESTRUTURA CURRICULAR
CICLO I
MÓDULO 1A
DISCIPLINA
FILOSOFIA
80
FUNDAMENTOS DO SERVIÇO SOCIAL
80
HISTÓRIA SOCIAL E POLÍTICA BRASILEIRA
80
SOCIOLOGIA
80
TIG I – TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO I
80
TOTAL DE HORAS
400
CICLO I
MÓDULO 1B
DISCIPLINA
80
INSTRUMENTOS DE ANÁLISE ANTROPOLÓGICA
80
INSTRUMENTOS DE ANÁLISE SOCIOLÓGICA
80
TEORIA POLÍTICA
80
TIG II – TRABALHO INTERDICIPLINAR DE GRADUAÇÃO II
80
TOTAL DE HORAS
400
DISCIPLINA
CH3
DIREITO E LEGISLAÇÃO SOCIAL
80
POLÍTICAS PÚBLICAS E POLÍTICAS SOCIAIS
80
PSICOLOGIA
80
QUESTÃO SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL: ESPAÇOS DE
INTERVENÇÃO
80
TIG III - TRABALHO INTERDICIPLINAR DE GRADUAÇÃO
III
80
TOTAL DE HORAS
400
CICLO II
MÓDULO 2B
CH2
DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL NO BRASIL
CICLO II
MÓDULO 2A
CH1
DISCIPLINA
CH4
ETICA EM SERVIÇO SOCIAL
80
PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL
80
PROJETOS DE INTERVENÇÃO SOCIAL
80
ORIENTAÇÃO PARA ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
60
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
GERENCIAL
40
TOTAL DE HORAS
340
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página34
3.2.3.
MÓDULO 3A
DISCIPLINA
CH5
INSTRUMENTALIZAÇÃO DA PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL
TEÓRICA
80
METODOLOGIA DE PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL
80
POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
80
ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
60
TOTAL DE HORAS
300
CICLO III
MÓDULO 3B
DISCIPLINA
ESTATISTICA
40
MOVIMENTOS SOCIAIS, CIDADANIA E CONTROLE SOCIAL
80
POLÍTICA DE SAÚDE E SAUDE MENTAL
80
PSICOLOGIA SOCIAL
40
ORIENTAÇÃO PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
100
TOTAL DE HORAS
340
CICLO IV
MÓDULO 4A
DISCIPLINA
CH7
ORIENTAÇÃO PARA O ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV
100
SEGURIDADE SOCIAL E PREVIDÊNCIA SOCIAL
80
SERVIÇO SOCIAL E MERCADO DE TRABALHO
40
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
80
TOTAL DE HORAS
300
CICLO IV
MÓDULO 4B
CH6
DISCIPLINA
CH8
GESTÃO EM SERVIÇO SOCIAL
40
OFICINA DE LINGUA BRASILEIRA DE SINAIS
40
POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO, CRIANÇA E ADOLESCENTE.
80
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
80
TRABALHO, SOCIABILIDADE, SUSTENTABILIDADE E MEIO
AMBIENTE
80
SERVIÇO SOCIAL E TERCEIRO SETOR (optativa)
40
SERVIÇO SOCIAL E JUDICIÁRIO (optativa)
40
PENSAMENTO ECONÔMICO MODERNO (optativa)
40
ANÁLISE INSTITUCIONAL (optativa)
40
TOTAL DE HORAS
480
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página35
CICLO III
INTEGRALIZAÇÃO
Disciplinas obrigatórias
2640h/a
Atividades Complementares de Graduação
304 h/a
Estágio Supervisionado
456 h/a
Optativa
80 h/a
Trabalho de Conclusão
160 h/a
Carga Horária Total
3640h/a*
*3640 horas
3.2.4
CONTEÚDOS CURRICULARES - EMENTAS DAS DISCIPLINAS
As ementas e programas das unidades de estudo são periodicamente avaliados e revisados
com o efetivo apoio do Núcleo Docente Estruturante do curso e submetidos à revisão pelo
COLEC - Colegiado do Curso de Serviço Social, para deliberação, e pelos professores
responsáveis pelas disciplinas, no intuito de promover, se necessário, os devidos ajustes. Esse
trabalho tem como pressupostos:
1)
Percepção dos professores com relação às dificuldades ou necessidades de ajustes com
base nas aulas ministradas;
2)
Avaliação dos alunos com relação ao conteúdo ministrado;
3)
Necessidade de adequação mediante mudanças ou novas tecnologias relacionadas as
mídias (Digital, impressa ou eletrônica).
As ementas das disciplinas que compõem o curso encontram-se no anexo 1, ao final deste
projeto.
3.3. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO
3.3.1.
CIRCUITO ACADÊMICO
Criado em 2010, o projeto consiste em envolver todos os cursos de graduação e pósgraduação do UNIBH. Alunos e professores apresentam trabalhos desenvolvidos no TIG,
Trabalho Interdisciplinar de Graduação. Durante uma semana, alunos, professores e visitantes
passeiam pela “Cidade do Conhecimento”, onde os trabalhos são apresentados por diversas
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página36
formas de aprendizagem ativa.
O curso de Serviço Social participa ativamente do evento, expondo os trabalhos do TIG, que
são produzidos pelos alunos, orientados pelos professores nos dos laboratórios do curso.
Figura 4 – Arena UNIBH e Logo “Cidade Do Conhecimento”
3.3.2.
TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE GRADUAÇÃO (TIG)
Usando a interdisciplinaridade do TIG, poderia ser reforçado as questões legais sobre étnicoraciais, sustentabilidade, direitos humanos e inclusão social.
Em fevereiro de 2009 foi realizada uma reestruturação curricular nos cursos ofertados pelo
Centro Universitário UNIBH com a inclusão da disciplina Trabalho Interdisciplinar de
Graduação – TIG, como forma de promover a interdisciplinaridade dentro e fora da sala de
aula. Na Resolução do CEPE n. 1, de fevereiro de 2009, foram aprovadas as normas para a
disciplina acima citada para os cursos de bacharelado, licenciatura e tecnologia do UNIBH.
A disciplina TIG é uma proposta de prática de caráter interdisciplinar cujo tema está
diretamente relacionado à formação de habilidades (específicas e globais) e competências do
curso e de competências descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais, de modo a corroborar
com a formação profissional, humana e cidadã dos alunos da instituição, ajudando-os na sua
inserção político-social. Adota ainda, como princípio, o papel ativo dos estudantes na
construção do conhecimento, em que o processo de aquisição do saber é mais importante que
o próprio saber.
A inclusão da disciplina na estrutura curricular dos cursos do UNIBH vem propiciar, através da
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página37
elaboração coletiva e da troca de experiências necessárias à sua realização, uma constante
avaliação e revitalização dos processos de ensino e aprendizagem, levando os professores a
se organizar para planejar suas ações, avaliar suas consequências e planejá-las. Os alunos
trabalham de forma sistemática, organizada e solidária em grupos, tanto em sala de aula
quanto em outros espaços de aprendizagem, visando construir sua autonomia acadêmica,
intelectual, política e profissional.
O trabalho é desenvolvido em todos os períodos ou módulos, cujas matrizes curriculares
contemplem a disciplina TIG. Para tal os alunos serão orientados pelo professor da disciplina
sobre as regras de construção, apresentação e avaliação do trabalho interdisciplinar,
estabelecidas no Manual do Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG. (ver anexo 2). Os
TIGs devem estar sempre em conformidade com os Planos de Ensino indicados pelos
professores dos referidos componentes curriculares.
Os TIGs são desenvolvidos, obrigatoriamente, em grupos de no mínimo 3 e de no máximo 8
alunos participantes, sem interferência prévia dos professores e coordenadores de curso, tanto
na composição dos grupos quanto na manutenção de seus membros, cabendo aos alunos a
responsabilidade pela manutenção de um grupo solidário, ético e responsável para com suas
atividades acadêmicas.
Todos os trabalhos são elaborados a partir de atividades em classe, sob orientação do
professor de TIG, com a co-orientação dos demais docentes das disciplinas que compõem o
módulo ou período, bem como em atividades de estudo e pesquisas realizadas fora de sala de
aula, de acordo com os horários disponibilizados para tal finalidade para cada turma.
O produto final do TIG, correspondente à modalidade e ao tema/eixo específico para cada
turma, constará de um documento final escrito, com estrutura textual e formatação gráfica de
acordo com normas estabelecidas, bem como um produto final, que serão utilizados para
apresentação oral a uma banca examinadora.
3.3.3.
ESTÁGIO
O Estágio Supervisionado no curso de Serviço Social do UNIBH será regido por uma política
de estágio própria, em observância os dispositivos previstos na Lei Federal 11.788, de
25/09/08 que dispõe sobre o estágio de estudantes e também a Resolução do Conselho
Federal de Serviço Social (CFESS) Nº 533, de 29/09/08, que regulamenta a supervisão direta
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página38
de estágio no Serviço Social.
Tal Política de Estágio compreende uma elaboração compartilhada com os atores envolvidos
no processo de formação do aluno, e é um instrumento importante que norteia às atividades
curriculares obrigatórias e não obrigatórias previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional
– PDI e no Projeto Pedagógico de Curso do mencionado Curso.
Configura-se com o ingresso do aluno no espaço socioinstitucional eleito, com o objetivo de
capacitá-lo para o exercício da profissão, o que pressupõe a supervisão sistematizada. Essa
supervisão é feita em conjunto por professor supervisor acadêmico e por profissional
Assistente Social de campo, embasado, sempre, em planos de estágio elaborados
conjuntamente pelo Professor Orientador, aluno e Assistente Social Supervisor de Campo da
Instituição que viabiliza o acesso do estagiário ao campo de trabalho.
O Estágio Supervisionado do Curso de Serviço Social do UNIBH encampa as disciplinas de
Orientação de Estágio Supervisionando, que serão executadas do quarto ao oitavo módulos,
com carga horária de 456 h/a.
O processo avaliativo do estágio supervisionado envolve o desempenho acadêmico, realizado
pelo professor orientador e o desempenho no campo realizado pelo supervisor de campo e
pelo próprio aluno. A nota final é extraída da média aritmética da pontuação conferida ao aluno
pelas três partes envolvidas.
Há apresentação dos trabalhos executados pelos alunos no campo de estágio ao final de cada
semestre, sob a orientação do docente responsável por esse acompanhamento, em conjunto
com os supervisores de campo. Tal apresentação é feita oralmente pelos alunos, os quais
produzem material escrito cujo conteúdo é à sistematização da prática vivenciada. (anexo 6)
Será elaborado pelo aluno em conjunto com o Professor orientador e o Assistente Social
Supervisor de Campo, um Plano de Estágio envolvendo práticas compatíveis com as diversas
áreas de atuação profissional, que possibilitarão o desenvolvimento de uma postura crítica, de
habilidades e competências profissionais, preconizadas pelo Projeto Pedagógico do curso.
O estágio não obrigatório é ato educativo escolar supervisionado que visa à preparação para o
mercado de trabalho. Poderá ser desenvolvido como atividade opcional acrescida à carga
horária regular e obrigatória em empresas privadas e órgãos públicos, bem como junto a
profissionais liberais de nível superior devidamente registrado em seus respectivos conselhos
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página39
de fiscalização profissional.
3.3.4.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC)
Nos dois módulos finais do Curso o aluno deverá produzir um Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC) que versará preferencialmente sobre temas oriundos da análise dos resultados da
pesquisa realizada nas disciplinas de Pesquisa em Serviço Social e Trabalho Interdisciplinar de
Graduação ou da análise dos dados coletados no estágio de campo supervisionado.
O TCC tem como objetivo o estímulo à produção científica, sendo que sua orientação
acadêmica desdobra-se na produção de um texto construído rigorosamente dentro das normas
da ABNT. Tal texto baseia-se na consulta e revisão da bibliografia especializada sobre o tema
tratado e no aprimoramento da capacidade de interpretação, crítica e comunicação de dados
do universo investigado.
O TCC, orientado por um professor nas disciplinas de “Trabalho de Conclusão de Curso I e II”
será apreciado no final do Curso por uma banca examinadora, da qual farão parte o professor
orientador e dois outros professores e/ou profissionais com notório conhecimento e experiência
na temática tratada.
O documento normalizador do Trabalho de Conclusão de Curso é um regimento elaborado
pelo Colegiado do Curso de Serviço Social do UNIBH que especifica as normas gerais de
funcionamento e demarcação das atribuições e competências dos atores envolvidos na
construção do TCC (anexo 3).
Este poderá constituir-se num estudo de caso, numa análise de intervenção em uma
determinada tarefa. Ou em rotinas de trabalho nos quais esteja o aluno envolvido. Também
pode apresentar-se sob a forma de uma pesquisa de caráter teórico, com ou sem etapa de
campo. O trabalho sempre se converterá num relatório escrito que deverá ser redistribuído aos
colegas e, a critério da instância competente, selecionado para publicação.
Para o desenvolvimento do TCC o professor contará com dois momentos ao longo da semana:
um encontro semanal no qual poderá lecionar questões metodológicas para o conjunto da
turma, ou mesmo repassar informações e experiências de interesse geral; e, outro momento,
para o qual será elaborada uma escala de atendimento individualizado com a finalidade de
acompanhamento e orientação dos trabalhos em desenvolvimento. Para viabilizar tal
orientação o professor deverá ser remunerado e as horas de trabalho de campo e de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página40
orientação contabilizadas na carga horária do curso.
3.3.5.
MONITORIA
No curso de graduação em Serviço Social, o Programa de Monitoria tem os seguintes
objetivos principais:

Motivar os monitores e demais alunos nos estudos das disciplinas objetivando a redução
dos níveis de evasão no Curso;

Propiciar o surgimento e florescimento de vocações para a docência e a pesquisa, além
de promover a cooperação acadêmica entre discentes e docentes.
Além dos monitores bolsistas, remunerados com recursos orçamentários do UNIBH, outros
alunos podem se integrar aos projetos aprovados, na condição de monitores voluntários.
As disciplinas em que os monitores geralmente atuam, desde que, aprovados e com bom
rendimento nas mesmas, constituem a base indispensável ao preparo dos alunos do Curso
para o prosseguimento e aprofundamento dos seus estudos no campo específico do curso.
Evidencia-se a necessidade de que seja fortalecida a atividade de Monitoria, ao lado de outras
iniciativas objetivando incrementar a integração teoria-prática.
O horário de monitoria para o atendimento dos alunos dos turnos diurno e noturno é ofertado
nos horários em que os alunos não estiverem em sala de aula, por exemplo, de 16h às 19h de
segunda a sexta e aos sábados no período da tarde, para os alunos do turno da noite.
A seleção dos monitores é feita, após a abertura de um edital, por três professores da disciplina
através de entrevista, análise curricular e do Histórico Escolar.
3.3.6.
ATIVIDADES COMPLEMENTARES DE GRADUAÇÃO (ACG)
As Atividades Complementares de Graduação (ACG), propiciam conhecimento relevante para
o processo ensino-aprendizagem, considerando critérios de interdisciplinaridade e de
flexibilização curricular.
Os alunos que ingressarem na instituição por intermédio de transferência, obtenção de novo
título, ou outras formas de ingresso, ficam sujeitos ao cumprimento das Atividades
Complementares conforme previsto na estrutura curricular na qual forem matriculados,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página41
podendo solicitar o aproveitamento de horas já computadas pela instituição de origem.
Os alunos poderão realizar Atividades Complementares desde o primeiro semestre letivo de
sua matrícula até o fim do período máximo de integralização curricular. Para as estruturas
curriculares aprovadas e implantadas a partir do 2º semestre de 2009, a categoria Programa de
Nivelamento.
O aluno que não cumprir as horas de Atividades Complementares previstas em sua matriz
curricular não terá direito ao Diploma de Graduação, mesmo que tenha obtido aprovação em
todas as disciplinas regulares de sua estrutura curricular.
O aluno será responsável por reunir os comprovantes das atividades realizadas interna ou
externamente, cujas cópias deverão ser semestralmente encaminhadas à Secretaria do
Instituto, juntamente com os documentos originais, para registro formal, arquivo e cômputo das
horas de Atividades Complementares, além de realizar o preenchimento de todos os
formulários que por ventura forem necessários para a validação da atividade.
Deverá ser entregue uma cópia junto com o comprovante original da atividade e caberá ao
secretário do Instituto cotejar os documentos, carimbar (confere com o original) e assinar a
cópia, além de devolver ao aluno o protocolo de recebimento devidamente assinado.
O aceite da aludida comprovação ficará a cargo do coordenador de curso, que poderá recrutar
o seu colegiado para auxiliá-lo nessa atividade.
Semestralmente o coordenador deverá solicitar os prontuários à Secretaria de Departamento,
dar seu parecer e registrar em formulário próprio para controle de Atividades Complementares,
definindo a natureza da atividade, sua categoria e número de horas a serem computados para
cada aluno, e encaminhar o cômputo semestral à Secretaria Acadêmica na Ata destinada a
essa finalidade.
Não sendo aprovada a documentação apresentada pelo aluno, o mesmo deverá ser
comunicado, por e-mail, pelos secretários do Instituto, com a anotação da coordenação do
curso acerca da irregularidade constatada.
As Atividades Complementares são classificadas, conforme sua natureza em 7 (sete)
categorias: A, B, C, D, E, F, e G conforme especificado a seguir. O aluno é obrigado a fazer
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página42
atividades de pelo menos 3(três) categorias distintas.
CATEGORIA A - Eventos acadêmicos

Participação em palestras, seminários, congressos, conferências, ciclo de debates,
oficinas, mesas redondas, jornadas, fóruns, etc. promovidos pela própria instituição ou
outros órgãos e entidades externas.

Organização de eventos institucionais e acadêmicos, no Centro Universitário de Belo
Horizonte - UNIBH.
CATEGORIA B – Pesquisa, Iniciação Científica e publicações.

Participação em Grupos de Iniciação Científica orientados por professor do Centro
Universitário de Belo Horizonte - UNIBH.

Participação em Programas/Projetos de Pesquisa internos ou externos

Publicação individual ou coletiva de produção científica (artigos, ensaios, livros, capítulos
de livros, etc.).

Apresentação de comunicações científicas em eventos desta natureza promovidos
interna ou externamente.

Participação em grupos de pesquisa orientados por professor do UNIBH.

Realização de pesquisa científica sob orientação de professor do UNIBH.

Apresentação de trabalhos de pesquisa científica em painéis ou seção de pôsteres
organizados pela Coordenação do Curso.

Participação em seções públicas de dissertação de mestrado e tese de doutorado, com
apresentação de resumo.
CATEGORIA C – Enriquecimento acadêmico-pedagógico

Atividade de monitoria em disciplinas ofertadas pelo UNIBH, aprovadas pelo
Coordenador de Curso.

Matrícula – em caráter de enriquecimento curricular - em disciplinas de outros cursos
ofertados pelo UNIBH, com comprovação efetiva de aproveitamento de frequência e
notas.

Aprovação em disciplinas isoladas de nível superior, na área do conhecimento, em outras
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página43
instituições de ensino.

Obtenção de prêmios acadêmicos.
CATEGORIA D – Extensão

Cursos de Extensão promovidos pelo UNIBH ou outras IES.

Participação em Programas ou Projetos de Extensão Comunitária promovidos pelo
UNIBH, que não constem da estrutura curricular do curso.

Prestação de serviços comunitários, como voluntário, em questões ligadas à cidadania,
educação, qualificação e formação profissional, saúde, etc.
CATEGORIA E – Atividades Culturais, esportivas e políticas.

Apresentação de certificados de cursos livres de Idiomas, não inferior ao nível
intermediário ou equivalente.

Apresentação de certificados de cursos livres de Informática.

Apresentação de certificados de cursos de atualização profissional na área de
conhecimento do curso de graduação.

Apreciação de filme, sob orientação de professor do curso.

Leitura de livros clássicos ou técnicos não citados na referência bibliográfica básica das
disciplinas do curso, sob orientação de professor do Curso.

Visitas técnicas supervisionadas por professor do curso em órgãos, entidades ou
empresas externas realizadas fora do horário regular das aulas.

Atuação como representante de turma ou representante acadêmico em órgãos
colegiados, por período não inferior a um semestre, devidamente comprovado.

Participação em atividades desportivas, artística ou culturais institucionalizadas.

Exercício de mandato completo em órgãos de representação estudantil.
CATEGORIA F – Estágios e experiências profissionais

Estágios extracurriculares aprovados pelo órgão competente da Instituição, estágios
internacionais institucionalizados, experiências nacionais e internacionais ligadas à área
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página44
do conhecimento.
CATEGORIA G – Nivelamento

Participação integral no programa de nivelamento em letramento e numeramento
disponibilizado pela instituição.

Apresentação de certificados de cursos livres de desenvolvimento do raciocínio lógico,
produção de texto, revisão gramatical e outros que atendam aos conteúdos e a carga
horária do programa de nivelamento da IES.

Aprovação em disciplinas de nível superior, na área do conhecimento do nivelamento em
letramento e numeramento, em outras instituições de ensino que atendam aos conteúdos
e a carga horária do programa de nivelamento da IES e que não tenham sido
aproveitadas para dispensa de disciplina.
A validação de horas em atividades não inclusas nas categorias descritas dependerá de
análise e aprovação do Coordenador do Curso.
O número de horas a ser creditado ao aluno, para cada atividade interna ou externa, será
determinado pelo Coordenador do Curso, independente do número de horas registrado na
documentação apresentada pelo discente.
A discriminação do valor limite em horas, ou percentuais, a serem computadas para cada uma
das atividades descritas em cada categoria é disponibilizada através do documento:
INFORMAÇÕES GERAIS QUE REGULAM AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL DO UNIBH, disponível para o aluno no sistema de controle
acadêmico - Sistema On-Line (SOL).
As atividades sugeridas em cada categoria poderão ser ofertadas pela própria instituição
(Coordenações de Curso, professores ou outros setores do Centro Universitário de Belo
Horizonte), ou por outras entidades.
As horas validadas como Atividades Complementares serão disponibilizadas semestralmente
para o aluno, em seu histórico escolar.
3.3.7.
PESQUISA E EXTENSÃO
São espaços pedagógico-científicos complementares e integrados ao curso de Serviço Social
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página45
do UNIBH, a partir da Indissociabilidade ensino, extensão e pesquisa, em que docentes,
estudantes, profissionais e cidadãos buscam aprofundar reflexões, investigações e
intervenções visando à construção de conhecimento teórico-metodológicos e operativos.
3.4. AVALIAÇÃO
3.4.1.
AUTO AVALIAÇÃO
O modelo de auto avaliação do UNIBH foi elaborado com base nas diretrizes do Sistema
Nacional de Avaliação do Ensino Superior – Sinaes, instituído pela Lei 10.861/2004, por meio
da Comissão Própria de Avaliação - CPA.
A CPA elaborou o projeto de avaliação da Instituição com base nas 10 dimensões previstas
pelo Sinaes. A avaliação ocorre semestralmente sob a responsabilidade da Comissão Técnica
de Avaliação Institucional – Cotavi do UNIBH.
O processo de auto avaliação do UNIBH é composto por cinco fases, que, de forma
encadeada, devem promover o contínuo pensar sobre a qualidade da Instituição:
sensibilização, execução da auto avaliação, análise dos resultados, elaboração do relatório
final e discussão do relatório com a comunidade acadêmica.
Os objetivos traçados para a Avaliação Institucional só serão atingidos se houver uma
participação efetiva da comunidade acadêmica. Por isso, é de fundamental importância a
primeira
fase
do
processo
que
é
a
sensibilização.
A
sensibilização
tem
início,
aproximadamente, um mês antes da data definida no calendário escolar para aplicação dos
instrumentos e envolve primeiramente os Diretores de Institutos e Coordenadores de Curso. A
seguir, os docentes e funcionários técnico-administrativos e, por fim, a comunidade discente. A
versão dos modelos específicos são amplamente divulgados e apresentados aos respectivos
coordenadores (acadêmicos e administrativos) em seus campi e setores para deliberação.
Com o objetivo de gerar comprometimento com o processo de auto avaliação são utilizados
meios formais de comunicação com todas as áreas que serão avaliadas e avaliarão, carta ao
líder do setor administrativo ou acadêmico, e-mails, cartazes informativos e site.
A sistemática de apuração dos resultados contempla os múltiplos recortes da avaliação: quanto
à metodologia, quantitativa e qualitativa; quanto ao foco, formativo e somativo; quanto à
instância, interna e externa; quanto aos objetivos, a tomada de decisão, o mérito e a
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página46
construção coletiva.
Assim, a análise dos resultados da Avaliação Institucional embora da competência da
Comissão Própria de Avaliação - CPA não deve se restringir aos seus membros. Do ponto de
vista operacional, a Comissão Técnica de Avaliação Institucional (Cotavi) oferece o apoio
operacional necessário no tratamento dos dados o que mostra o interesse da instituição na
Avaliação Institucional como ferramenta privilegiada para orientação dos processos de
planejamento e gestão da Instituição. Do ponto de vista humano, o processo de auto avaliação
corre o risco de não conseguir traduzir todas as percepções de seus atores e por isso é
necessário que mesmo durante a elaboração dos resultados sejam colhidas novas percepções
que contribuam para a melhor interpretação dos resultados encontrados.
A divulgação dos resultados acontece, inicialmente, com a apresentação dos dados em reunião
que envolve a reitoria e respectivos setores avaliados. Já os resultados da avaliação que
envolve docente, discente e coordenadores de curso, são afixados cartazes com os dados
gerais da instituição em sala de aula e no site e os Coordenadores de Curso discutem os
resultados de cada curso nas reuniões com os representantes de turma.
No processo de divulgação a CPA procura sempre abrir o canal de comunicação com a
comunidade acadêmica a fim de apurar as críticas e sugestões para o aprimoramento do
modelo de avaliação institucional, incorporando sugestões de melhorias coletadas durante a
auto avaliação.
De acordo com o PDI, a Avaliação Institucional do UNIBH tem por finalidade principal a análise
dos processos acadêmico-administrativos, de modo a possibilitar nova tomada de decisão, com
vistas ao aperfeiçoamento e fortalecimento institucional.
Considerando a missão do UNIBH, constata-se que a finalidade da Avaliação Institucional
avança para além do formalmente expresso. A meta principal é a criação de uma cultura de
avaliação por meio:

da reavaliação permanente, visando ao aperfeiçoamento da própria metodologia de

da prudência, clareza e ética como valores norteadores da ação avaliativa;

da sensibilização e do envolvimento permanentes da comunidade acadêmica;

da agilidade e simplicidade, tanto nas abordagens quanto na divulgação dos resultados;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página47
avaliação;

da mobilização para o compromisso da construção coletiva de um modelo institucional
que atenda às expectativas das comunidades interna e externa.
A avaliação colabora para que as reflexões de todas as atividades desenvolvidas no âmbito da
instituição levem ao aperfeiçoamento e às mudanças, nas diferentes esferas, possibilitando à
sua comunidade a apreciação e participação na gestão universitária e a melhoria do
desempenho acadêmico, particularmente na relação pedagógica.
Para que a avaliação não se transforme em instrumento de punição, por deter informações que
desvelam os problemas, é necessário haver, continuamente presente, a visão da autonomia
universitária, preocupada com a qualidade do ensino, com a perspectiva do crescimento
humano, com a descoberta do saber científico e com a sociedade, no desenvolvimento de seus
programas de extensão. A avaliação universitária deverá propor mudanças para o crescimento.
O Processo de Avaliação Institucional do UNIBH foi instituído em 1998, antes do
credenciamento, objetivando o aprimoramento das gestões pedagógica e administrativa com
vistas à melhoria da qualidade.
O Curso de Serviço Social passa por avaliações institucionais semestrais, nas quais os alunos
avaliam os professores, os professores avaliam a coordenação e a coordenação avalia os
professores e os professores avaliam os alunos a fim de identificar questões relativas à
didática, metodologia, entre outras. Os resultados das avaliações são amplamente divulgados
através de comunicação digital, reuniões presenciais e sala de aula.
AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO
Após a divulgação dos resultados, as coordenações de curso e os setores administrativos
avaliados elaboram seus planos de ação a partir das fragilidades apontadas na avaliação. Na
área acadêmica, os coordenadores de curso contam com a participação efetiva de seus
respectivos NDEs para a elaboração de seus planos que são direcionados à CPA para
conhecimento e divulgação.
A IES Também possui um planejamento e execução efetivo de ações acadêmicoadministrativas em função dos resultados obtidos nas avaliações externas (reconhecimento,
ENADE e outras). Estas ações contam com a participação dos docentes do curso em conjunto
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página48
com o NDE. As práticas encontram-se consolidadas e institucionalizadas.
4.
CORPOS DOCENTE, DISCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO
4.1. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA
A organização acadêmica e o funcionamento dos órgãos colegiados estão descritos e
regulamentados na forma do Estatuto e no Regimento do UNIBH disponíveis na intranet da
Instituição para consulta de toda comunidade acadêmica e consta ainda nos seguintes
documentos:

Projetos Pedagógicos dos Cursos (PPC);

Projeto Pedagógico Institucional (PPI);

Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
4.1.1.
COORDENAÇÃO DO CURSO
De acordo com a Resolução do UNIBH nº 3 de 22/12/2009 a política de seleção de
Coordenadores de Curso é de responsabilidade da Reitoria e do Gestão de Pessoas.
No Estatuto do UNIBH, são definidas todas as competências dos coordenadores no âmbito de
cada curso.
4.1.2.
COLEGIADO DO CURSO (COLEC)
Conforme o Estatuto do UNIBH, o Colec, órgão de natureza deliberativa, normativa e consultiva
da gestão pedagógica do UNIBH, é constituído pelos seguintes membros:
I-
O coordenador do curso, seu presidente, que tem voto de qualidade e comum;
II-
5 (cinco) representantes dos professores do curso, eleitos para mandato de 2 (dois) anos,
na forma deste Estatuto e do Regimento;
III-
1 (um) representante do corpo discente do curso, indicado pelo DA ou CA para mandato
de 1 (um) ano, vedada a recondução imediata; em caso da inexistência desses órgãos, o
membro será eleito pelos representantes de turma.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página49
As atribuições do Colec são aquelas constantes no Estatuto.
4.2. CORPO DOCENTE: PERFIL
O corpo docente do curso Serviço Social é composto de professores que possuem titulação
obtida em Programas de Pós-graduação strictu sensu, sendo que, dentre estes, 45% são
mestres e 27% são doutores, contratados em regime de tempo integral/parcial. Os professores
titulados têm em média 10 anos de experiência em docência no ensino superior. (ver
composição do quadro docente no anexo 5).
4.2.1.
PERFIL DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)
O Núcleo Docente Estruturante do Curso de Serviço Social pode ser definido como um
conjunto de professores de elevada formação e titulação, contratados em tempo integral ou
parcial, que respondem, mais diretamente, pela criação, implementação e consolidação do
Projeto Pedagógico do Curso, além de sua permanente atualização. (ver seus constituintes no
anexo 4).
Procedimentos para seleção dos docentes integrantes do NDE:

O Coordenador do Curso seleciona os professores que devem compor o NDE,
submetendo a proposta ao Diretor e ao Núcleo Acadêmico;

O Diretor e o Núcleo Acadêmico aprovam as indicações e encaminham a proposta
colegiado para homologação;

O Reitor divulga portaria de nomeação dos professores que integrarão o NDE do curso
por um período mínimo de três anos;

O Coordenador do Curso convoca os integrantes do NDE para as reuniões que deverão
ocorrer, no mínimo, uma vez por mês;

O NDE discute, nas reuniões, assuntos de interesse do curso, conforme atribuições
citadas anteriormente;

O Coordenador do Curso registra as deliberações do NDE, a cada reunião, em livro
próprio, apresentando-o, quando solicitado, à Direção da IES e, obrigatoriamente, às
comissões de avaliação in loco, do Inep/MEC.
Procedimentos para substituição dos docentes integrantes do NDE:

Decorridos três anos de participação dos docentes no NDE, o Coordenador do Curso,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página50
ouvido o Núcleo Acadêmico ou o Diretor do Instituto, submeterá ao colegiado a sugestão
de dois nomes de docentes que deverão substituir dois dos integrantes do NDE,
renovando parcialmente e de forma alternada, a composição do Núcleo, de modo a
garantir a continuidade no processo de acompanhamento do curso.
4.2.2.
IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS DE CAPACITAÇÃO NO ÂMBITO DO CURSO
A Política de Capacitação Docente do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH visa
fomentar e incentivar as atividades de formação, capacitação, aprimoramento e aplicação dos
professores que compõe o Corpo Docente da Instituição.
A proposta de capacitação do corpo docente do UNIBH está em consonância com o Plano de
Desenvolvimento Institucional (PDI), com a missão da IES e com as demais políticas
propostas. Além disso, normatiza, estimula e estabelece políticas de fomento ao ensino, a
pesquisa e a extensão, como atividades fundamentais para o crescimento acadêmico da
instituição, com reflexos inexoráveis à comunidade.
O objetivo da Política de Capacitação de docentes no âmbito do Curso de Serviço Social do
UNIBH é de promover a melhoria da qualidade das funções de ensino, pesquisa, extensão e
gestão da instituição, por meio de cursos de pós-graduação, encontros, seminários, educação
continuada, e atualização profissional, oportunizando a seus professores condições de
aprofundamento e/ou aperfeiçoamento de seus conhecimentos didáticos, científicos,
tecnológicos e profissionais.
São objetivos específicos da Política de Capacitação Docente:

Desenvolver a rotina de capacitação institucional, visando estabelecer uma constante
educacional que contribua com a otimização do Corpo Docente e a consolidação dos
princípios pedagógicos institucionais;

Fomentar e incentivar a participação dos professores da instituição em atividades
internas e externas de formação, capacitação e aprimoramento;

Normatizar e operacionalizar a participação oficial de docentes da instituição em cursos
internos e externos, desde que os mesmos sejam de interesse institucional.
A IES entende que a Política de Capacitação Docente deve possuir um caráter permanente
buscando a melhoria contínua do processo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, a instituição
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página51
promove ininterruptamente as seguintes ações:
Semana de planejamento e Reflexão Pedagógica
No início de todo semestre letivo, é realizado um evento interno com todos os docentes para:
planejamento pedagógico, discussão e reflexão da prática docente, reuniões e discussão das
atividades docentes, avaliação docente, apresentação do plano de ensino e plano de aula e
demais atividades pedagógicas.
Evento de capacitação Didático-pedagógica
Na Semana de Planejamento Pedagógico é realizado pela instituição um evento interno com
todos os docentes, no formato de Encontro, Seminário, Simulação ou Prática, Palestra,
Discussão ou Debate, Depoimentos entre outros, tendo como objetivo claro atender a uma
demanda ou carência didático-pedagógica. Para tais eventos, o UNIBH poderá convidar
professores da própria instituição, ou mesmo professores de notório conhecimento regional ou
nacional.
4.2.3.
CRITÉRIOS DE ADMISSÃO
4.2.3.1.
DO PROVIMENTO INTERNO
Conforme o Plano de Carreira Docente do UNIBH, para o preenchimento de vagas existentes,
os órgãos competentes (Núcleo Acadêmico e Gestão de Pessoas) deverão instalar Processo
de Provimento Interno de Vagas, de acordo com normas e procedimentos da Reitoria.
O Processo de Provimento Interno de Vaga será divulgado por intermédio de edital publicado
nos meios eletrônicos de dados da Instituição. Será constituída Comissão de Seleção conforme
definido no instrumento convocatório. De acordo com a necessidade, poder-se-á instalar
Processo de Provimento Externo por intermédio de edital publicado nos meios de comunicação
a critério da Reitoria.
4.2.3.2.
DO PROVIMENTO EXTERNO
O ingresso no corpo docente do UNIBH far-se-á, preferencialmente, por processo seletivo no
nível da categoria correspondente ao de sua titulação: Assistente I, Assistente III e Professor
Adjunto I.
O Assistente é a categoria de enquadramento inicial de professor especialista e mestre: para
ingresso como Professor Assistente I exige-se formação mínima de pós-graduação lato sensu
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página52
e, para ingresso como Professor Assistente III, formação mínima de mestre. Adjunto é a
categoria de enquadramento inicial de professor com grau de doutor, podendo ser ocupado por
professor mestre através de progressão funcional; para ingresso como Professor Adjunto I
exige-se formação mínima de doutor.
4.2.4.
PLANO DE CARREIRA
O Plano de Carreira Docente em vigor foi reestruturado e aprovado pelo Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão (Cepe) do UNIBH em 2009 e homologado pela Superintendência
Regional do Trabalho e Emprego em Minas Gerais, por meio dos despachos do
superintendente nos 12 e 13 de 14 de maio de 2009. O ato foi publicado no Diário Oficial da
União nº 92, de 18 de maio de 2009, seção 1, p. 110.
4.2.5.
POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO DOCENTE
Para que possam modernizar suas práticas pedagógicas (nas quais se incluem também as
práticas avaliativas), investigar metodologias inovadoras de aprendizagem e cumprir sua
função de facilitadores das aprendizagens dos alunos, os professores passam por processos
contínuos de formação e de capacitação, oferecidos pela própria instituição. As exigências
institucionais de competências renovadas; maior qualificação; atitude interdisciplinar; utilização
de novas tecnologias de comunicação e informação; domínio do conhecimento contemporâneo
e aplicação desse conhecimento na solução de problemas; capacidade de integrar os
conteúdos de sua disciplina com os conteúdos de outras disciplinas e com o contexto curricular
e histórico-social têm colaborado para a reformulação das concepções sobre a formação de
docentes no ensino superior.
4.3. ATENÇÃO AOS DISCENTES
4.3.1.
ATENDIMENTO AO ALUNO PELA COORDENAÇÃO DE CURSO
O atendimento aos discentes é dado pelo coordenador do curso, em períodos alternados para
melhor atender os alunos. (permitindo uma maior aproximação entre alunos e coordenação)
4.3.2.
CENTRAL DE CARREIRAS E MERCADO DE TRABALHO
A Central de Carreiras e Mercado de Trabalho do UNIBH desenvolve atividades com o objetivo
de promover a aproximação dos alunos entre o mundo acadêmico e o empresarial, o que
possibilita o amadurecimento e desenvolvimento dos discentes nas atividades de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página53
aprendizagem de cunho social, profissional e cultural.
O setor desenvolve vários projetos e realiza atividades diversificadas com foco na carreira e no
percurso acadêmico do discente. Dentre elas é responsável pelos programas de estágio
interno e externo, monitoria de disciplinas, liderança discente e apoio à prática do serviço
voluntário em empresas parceiras. Realiza ainda dinâmicas para processos seletivos,
workshops, palestras sobre mercado de trabalho, orientações sobre perfil e postura
profissional, currículo e ética organizacional que enfocam, principalmente, motivação para a
aprendizagem e o desenvolvimento de competências.
O setor também, quando solicitado, desempenha atividades em salas de aula, de qualquer
período, que contribuam para a melhoria das relações humanas dos alunos, entre si e com as
outras pessoas implicadas no ambiente acadêmico, tendo em vista o clima organizacional
favorável ao ensino-aprendizagem e o futuro profissional.
É com esse propósito que o UNIBH busca a excelência na formação integral de seus alunos,
enquanto pessoa, cidadão e profissional e os prepara para a inserção ativa na sociedade.
4.3.3.
CENTRO DE ATENDIMENTO AO ALUNO (CAA)
O CAA é a área responsável pelas informações, registros e encaminhamento das solicitações
do aluno, sobre os serviços de crédito universitário, Financiamento Estudantil (Fies), ProUni,
mensalidades, recolhimento de taxas (histórico, multa de biblioteca, certificados e declarações,
entre outras) e emissão de segunda via de boletos de pagamento (boletos de mensalidades
e/ou taxas). O atendimento presencial é realizado das 9h às 21h, de 2ª a 6ª feira.
4.3.3.1
REGISTRO E CONTROLE ACADÊMICO
A Secretaria Acadêmica é o órgão administrativo-acadêmico mais próximo do aluno para seus

Executar a matrícula dos alunos calouros;

Controlar e acompanhar a rematrícula dos alunos veteranos;

Expedir históricos escolares, atestados, certidões e declarações;

Receber e encaminhar processos;

Confeccionar e registrar os diplomas na forma da lei;

Outras matérias de interesse acadêmico.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página54
contatos com a Instituição e para informações sobre sua vida escolar. Cabe à Secretaria:
4.3.3.2.
HORÁRIO DE ATENDIMENTO
O atendimento pode ser feito por telefone, por e-mail ([email protected]) ou pessoalmente,
sempre das 9h às 21h, de segunda a sexta-feira, exceto na pós-graduação que atende de
segunda a sexta-feira de 10h às 21h30min e aos sábados das 8h às 17h.
4.3.4.
TIPOS DE BOLSAS DE ESTUDO E FINANCIAMENTO
A Instituição oferece aos seus alunos vários tipos de bolsas:

Programa Universidade para Todos - ProUni;

Educa+Brasil

Educafro

Sindicato dos Auxiliares Administrativos de Minas Gerais (Saae-Mg);

Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro-Mg);

Bolsa Convênio (associações, com entidades públicas e privadas);

Bolsa Parente;

Bolsa ex-aluno;

Monitoria;

Pesquisa;

Estágio.
Temos ainda os financiamentos:

Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior - FIES;

Crédito Pra Valer.
O regulamento para a participação desses benefícios está disponibilizado nos órgãos
competentes da Instituição ou através do site da Instituição www.unibh.br onde o aluno
encontra as informações sobre inscrições, documentação necessária, datas, percentual de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página55
desconto, etc.
5.
INFRAESTRUTURA E INSTALAÇÕES
5.1. INSTALAÇÕES GERAIS
5.1.1.
ESPAÇO FÍSICO DO CURSO
Os espaços físicos utilizados pelo curso são constituídos por infraestrutura adequada que
atende as necessidades exigidas pelas normas institucionais, diretrizes do curso e órgãos
oficiais de fiscalização pública. A infraestrutura compõe-se dos seguintes espaços:
5.1.1.1.
SALAS DE AULA
As salas de aula possuem estrutura física adequada para os usuários e para as atividades
exercidas. Todas elas salas têm boa acústica, possuem iluminação e ventilação artificial e
natural. Os mobiliários são adequados para as atividades; as salas são limpas três vezes ao
dia e dispõem de lixeiras em seu interior e nos corredores.
5.1.1.2.
INSTALAÇÕES ADMINISTRATIVAS
As instalações administrativas se caracterizam por espaço físico adequado para os usuários e
para as atividades exercidas; todas as salas têm boa acústica, possuem iluminação e
ventilação artificial e natural. Todos os mobiliários são adequados para as atividades; as salas
são limpas três vezes ao dia e dispõem de lixeiras em seu interior e nos corredores.
5.1.1.3.
INSTALAÇÕES PARA DOCENTES DO CURSO
As salas de professores do UNIBH compõem-se de espaços para reunião, gabinetes de
trabalho, telefone e computadores conectados a internet.
5.1.1.4.
INSTALAÇÕES PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO
As instalações que se destinam às coordenações de cursos são distribuídas pelos campi da
Instituição e interagem diretamente às secretarias de cada departamento. Os espaços físicos
que alocam a coordenação são adequados para as atividades exercidas. Possui mobiliário e
equipamentos adequados para as atividades acadêmico-administrativas.
5.1.1.5.
LABORATÓRIOS DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL - LCSS
No curso de Serviço social existe uma gama de atividades complexas que necessitam de
espaço físico para produção de arquivos e de acervo de dados do social, tendo como foco a
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página56
cidade de Belo Horizonte. Esta construção faz do observatório um espaço de referência de
pesquisa das questões sociais na cidade de Belo Horizonte. No interior das concepções
teórico-metodológicas do curso e do Centro Universitário – UNIBH, este espaço também se
destina à realização da sistematização e socialização de pesquisas sociais promovidas pelo
conjunto de docentes e discentes do curso, por meio de projetos de ensino vinculados às
disciplinas, que englobam desde o mundo do trabalho, da seguridade social, da saúde e da
escola até pesquisas que levem à reflexão dos processos de inclusão e da participação social.
O Laboratório se constitui como um espaço investigativo de aproximação e interdependência
entre o universo de ensino, da pesquisa e da extensão, garantindo parte importante desta
Indissociabilidade e propiciando o exercício da formulação de práticas de enfrentamento das
questões sociais por meio da pesquisa/ensino, uma vez que é o espaço das atividades de
produção do conhecimento acadêmico de professores/alunos no intuito da formação do
assistente social a partir dos princípios norteadores do curso. O observatório do Curso de
Serviço Social tem como objetivos:
1.
A constituição de banco de dados sobre a realidade social local articulando as pesquisas
desenvolvidas pelo corpo docente que retroalimentem as práticas pedagógicas;
2.
Acolher as atividades práticas das disciplinas curriculares de Orientação de estágio
supervisionado nos módulos 4º, 5º, 6º e 7º;
3.
Produção e o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas docentes e discentes (TCC)
voltadas ao entendimento das questões sociais;
4.
Socialização de resultados obtidos, por meio da produção acadêmica de artigos e
trabalhos científicos, que difundam e divulguem as pesquisas realizadas;
5.
Estímulo à elaboração de materiais de cunho acadêmico-científico e de divulgação que
aprofundem a reflexão sobre a formação e a atuação do assistente social;
6.
Promoção e organização de oficinas e seminários que possam ampliar a reflexão teórica
sobre a prática profissional do assistente social.
O laboratório consolida assim as atividades práticas ligadas aos projetos institucionais de
ensino-aprendizagem definidas no interior do Curso de Serviço Social, que através do seu
Colegiado elaborou um estatuto para a sua regulamentação interna.
Quanto à infraestrutura pode-se apontar a uma sala com computadores e ponto para rede de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página57
internet com o objetivo de acesso às bases de dados nacionais, como, por exemplo, o IBGE,
SUAS, CADUNICO dente outros, fundamentais para a realização da pesquisa social e para a
construção de bases de dados próprias à realidade local e aos trabalhos desenvolvidos no
curso.
O Laboratório conta com apoio técnico e manutenção de equipamentos, realizados pelos
setores da instituição para atenderem às demandas. O atendimento não se restringe apenas
aos alunos, uma vez que está aberto à comunidade com parcerias e atividades de extensão.
5.1.1.6.
AUDITÓRIO
No campus Estoril, o espaço destinado para conferência tem 1703 metros quadrados de área
total e capacidade para aproximadamente 1000 pessoas. O local apresenta iluminação e
ventilação tanto natural como artificial. A acústica é adequada. O mobiliário é suficiente para as
atividades de conferência. Com instalações sanitárias, masculina e feminina, o local é limpo e
varrido uma vez ao dia e dispõe de lixeiras em seu interior e nos corredores.
O
campus
Lourdes também
possui
auditório
adequado às
atividades
acadêmico-
administrativas.
O campus Antônio Carlos possui auditório e espaço de convívio onde são realizadas atividades
como Fóruns, Debates, Ciclos, Oficinas, dentre outros eventos.
5.1.1.7.
CONDIÇÕES DE ACESSO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS
Para tratar especificamente da educação dos alunos com deficiência, o primeiro desafio que
temos a vencer é a questão da acessibilidade. Acessibilidade implica vencer as barreiras
arquitetônicas, curriculares e atitudinais.
ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA
Tanto na legislação nacional (Plano Nacional de Educação – Lei nº 10.172/01) quanto na
legislação municipal existem metas explícitas para a melhoria das condições de acessibilidade
aos deficientes físicos nas Instituições de Ensino. Para além do que propõe a legislação, por
ter a diversidade humana como um valor, o CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO
HORIZONTE assume seu compromisso com a inclusão social efetuando mudanças
fundamentais não apenas na adequação do espaço físico, mas sobretudo no desenvolvimento
de atitudes de sua comunidade, por entender que são as ações concretas e formativas que
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página58
efetivamente contribuem para a construção de um novo tipo de sociedade.
Muitas obras e adaptações são continuamente realizadas nas instalações, com vistas a
atender as necessidades de locomoção e conforto das pessoas deficientes, como, por
exemplo, rampas de acesso; banheiros com barras de apoio; pia e espelho adequadamente
instalados; elevadores com cabines amplas e botões de acionamento acessíveis, com escritas
em braile para os deficientes visuais.
ACESSIBILIDADE CURRICULAR E ATITUDINAL
Na perspectiva de se ter a diversidade humana como um valor é preciso considerar e defender
o direito das pessoas com necessidades especiais ao acesso à educação, o que significa
engajar estudantes, professores e funcionários da IES no propósito de garantia desse direito.
Isso significa que os participantes do processo educativo devem valorizar as diferenças como
fator de enriquecimento pessoal, acadêmico e profissional, removendo as barreiras para a
aprendizagem e promovendo a participação de todos e de cada um, com igualdade de
oportunidades. O princípio fundamental da inclusão e do acesso curricular é que os alunos
devem aprender juntos, apesar das dificuldades ou diferenças que possam apresentar.
Partindo desse princípio, o CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, desde o
momento em que os alunos se inscrevem para o vestibular de acesso aos cursos, procura
identificar as demandas de inclusão de alunos com deficiência, oferecendo todas as condições
para que realizem a prova.
Uma vez matriculados, várias ações são implementadas no sentido de garantir a qualidade de
aprendizagem e de convívio desses alunos no âmbito acadêmico, envolvendo docentes,
discentes e pessoais técnico-administrativo no atendimento às suas necessidades, quando
necessário.
Assim, no CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, os alunos com deficiência
recebem todo e qualquer apoio extra que possam precisar, para que lhes seja assegurada uma
aprendizagem efetiva. Reconhecer e responder às diversas necessidades de alunos e alunas
com deficiência é da maior importância para que desfrutem da igualdade de oportunidades de
apropriação do saber, do saber fazer e do saber ser e conviver.
5.1.1.8.
INFRAESTRUTURA DE SEGURANÇA (DE PESSOAL, PATRIMONIAL E PREVENÇÃO DE
INCÊNDIO E DE ACIDENTES DE TRABALHO)
Em 13 de abril de 2004 foi criada a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) que
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Página59
tem por finalidade a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho com as
seguintes atribuições: I - identificar os riscos dos processos de trabalho, e elaborar o mapa de
riscos, com a participação do maior número de trabalhadores com assessoria do SESMT, onde
houver; II - Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de
problemas de segurança e saúdes no trabalho; III - participar da implementação e do controle
da qualidade das medidas de prevenção necessárias, bem como da avaliação das prioridades
de ação nos locais de trabalho; IV - realizar periodicamente, verificações nos ambientes e
condições de trabalho visando a identificação de situações que venha a trazer riscos para a
segurança e saúde dos trabalhadores; V - realizar a cada reunião, avaliação do cumprimento
das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de riscos que foram
identificadas.
Além disso, o UNIBH dispõe de uma infraestrutura que atende satisfatoriamente aos critérios
de segurança e inclui os seguintes itens: portarias e postos com ramais e computadores para
controle de acesso, que é feito através de catracas eletrônicas; centrais de alarmes
monitorados pela empresa Semax; grades nas janelas dos setores equipados com maior
volume de equipamentos.
5.1.2.
EQUIPAMENTOS
5.1.2.1.
ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS DOCENTES
O UNIBH oferece aos docentes livre acesso aos equipamentos de informática, possuindo
número suficiente de equipamentos, que atende satisfatoriamente às necessidades dos
usuários para as devidas atividades. Os docentes têm acesso aos equipamentos na sala de
professores, bibliotecas e nos laboratórios de informática.
5.1.2.2.
ACESSO A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA PELOS ALUNOS
O UNIBH oferece aos discentes livre acesso aos equipamentos de informática, dispondo de um
número suficiente de equipamentos, que atende satisfatoriamente às necessidades dos
usuários para as devidas atividades. Os usuários contam com a ajuda de monitores nos
laboratórios de informática.
5.1.2.3.
RECURSOS AUDIOVISUAIS E MULTIMÍDIA
O UNIBH possui recursos audiovisuais e de multimídia em quantidade adequada, atendendo
aos docentes, discentes e pessoal técnico-administrativo, mediante agendamento antecipado.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página60
Conta com equipamentos como microcomputadores, projetores de vídeo (Datashow),
retroprojetores, projetores de slides, aparelhos de som, gravadores, câmaras digitais,
filmadoras, televisores, videocassetes, DVD, etc.
5.1.2.4.
EXISTÊNCIA DA REDE DE COMUNICAÇÃO (INTERNET)
O UNIBH possui rede de comunicação (internet e intranet) disponível a todos os docentes e
discentes em todos os campi por meio de seus laboratórios e terminais disponibilizados nas
bibliotecas e salas dos professores. E ainda, para todos os funcionários técnico-administrativos
da Instituição.
5.1.2.5.
PLANO DE EXPANSÃO E DE ATUALIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS
O UNIBH implementa regularmente, a cada semestre letivo, plano de expansão e atualização
de equipamentos de acordo com a demanda dos cursos e o número de alunos matriculados.
Em se tratando das redes de acesso, a Gerência de Tecnologia e Informação do UNIBH conta
com softwares de última geração para melhor atender a sua comunidade. Além disso, a rede
da instituição possui acesso sem fio (Wireless), fornecendo mobilidade e flexibilidade aos
alunos.
5.1.3.
SERVIÇOS
5.1.3.1.
MANUTENÇÃO PERMANENTE (PREVENTIVA E CORRETIVA) DAS INSTALAÇÕES FÍSICAS
O UNIBH realiza manutenção adequada permanente (preventiva e corretiva) em todas as
instalações físicas dos quatro campi. Técnicos especializados nas áreas elétrica, hidráulica,
marcenaria, serralheria, devidamente equipados, fazem manutenções preventivas e corretivas
quando necessárias.
5.1.3.2.
MANUTENÇÃO PERMANENTE (PREVENTIVA E CORRETIVA) DOS EQUIPAMENTOS
O UNIBH realiza manutenção adequada permanente (preventiva e corretiva) em todos os
equipamentos pela própria equipe de funcionários e quando há necessidade de equipamento, a
equipe deixa outro no seu lugar até que se conclua o serviço de reparos.
5.2. BIBLIOTECA
O Sistema Integrado de Bibliotecas é um órgão suplementar do UNIBH, vinculado ao Núcleo
Acadêmico, mantido por verbas incluídas anualmente no orçamento da Instituição, sendo
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página61
constituído pelas seguintes unidades:

Biblioteca campus Antônio Carlos;

Biblioteca campus Cristiano Machado;

Biblioteca campus Estoril;

Biblioteca campus Lourdes.
A gestão multicampi das unidades do sistema é exercida por um bibliotecário líder. Cada
unidade possui um bibliotecário líder, responsável pela gestão da unidade a qual está
vinculado.
Todos
os profissionais
bibliotecários
são
bacharéis em
Biblioteconomia,
devidamente registrados no Conselho Regional de Classe.
O sistema é depositário de todo o material bibliográfico e especial e destina-se a prover de
informações o ensino, a pesquisa e a extensão, de acordo com as políticas da Instituição. Para
o bom desempenho de suas funções, observa-se unidade de patrimônio, administração e
racionalidade de organização, com utilização plena de recursos humanos e materiais.
Todo o sistema segue normas nacionais e internacionais para o desenvolvimento de suas
atividades cujos princípios são:

Regras de controle bibliográfico universal;

Democratização do acesso bibliográfico disponível;

Participação atenta na manutenção da qualidade de informação;

Atualização constante dos canais de comunicação com os órgãos informacionais
nacionais e estrangeiros;

Maximização do uso de equipamentos;

Desenvolvimento de programas permanentes de atualização e aperfeiçoamento de
pessoal para presteza no atendimento aos seus usuários.
O pessoal técnico-administrativo conta com um quadro funcional de auxiliares graduados,
graduandos e com ensino médio completo, conforme a política da Instituição.
5.2.1.
ACERVO - POLÍTICA DE AQUISIÇÃO, EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO
A aquisição se dá de forma centralizada, por meio da Biblioteca Universitária localizada no
campus Estoril. Os responsáveis pela indicação e seleção do acervo bibliográfico do UNIBH
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página62
são os coordenadores e professores, que solicitam a aquisição de obras constantes no Plano
de Ensino dos cursos que contribuem para o enriquecimento pedagógico. A expansão e
atualização do acervo são contínuas e baseadas no Plano de Ensino dos cursos e de acordo
com a Política de Desenvolvimento de Acervo. A necessidade de uma obra bibliográfica e a
quantidade de exemplares disponível obedece a critérios estabelecidos pelo Ministério da
Educação – MEC. A atualização acompanha novos lançamentos, por meio de catálogos de
editoras e matérias publicadas em jornais e revistas e a pedidos dos coordenadores e
professores. A compra é realizada periodicamente de acordo com o orçamento disponível para
as bibliotecas. A Biblioteca Universitária possui autonomia sobre as obras a serem adquiridas,
quando se tratar de acervo de referência (enciclopédias, dicionários, guias, catálogos e
similares).
5.2.2.
INFORMATIZAÇÃO
As Bibliotecas estão automatizadas com o software Pergamum, programa desenvolvido pela
Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUC-PR em conjunto com a Pontifícia
Universidade Católica do Rio de Janeiro – PUC-RJ. O sistema utiliza o formato
MachineReadableCataloging (MARC)  padrão internacional de catalogação – o Pergamum
permite a importação e exportação de registros com intercâmbio de informações entre acervos
bibliográficos e dispõe de eficientes recursos direcionados para as várias atividades
desenvolvidas em bibliotecas, com destaque para os que favorecem a consulta ao catálogo por
meio das redes internas e da internet.
Associada ao sistema Pergamum, existe uma equipe responsável por gerenciá-lo e em função
dele, realizar o processamento técnico das novas aquisições, além de coordenar a catalogação
do acervo existente e integrar, de forma condigna, o catálogo coletivo da Rede Compartilhada
Pergamum.
Atualmente, 100% do acervo estão catalogados, com possibilidade de acesso à base de dados
local e acesso remoto, para consulta (autor, título, assunto e pesquisa booleana), reserva e
renovação on-line e demais acompanhamentos do usuário com as informações da biblioteca.
5.2.3.
ARMAZENAGEM E ACESSO AO ACERVO
O acervo é acondicionado em estantes apropriadas para livros, periódicos e armários para
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página63
materiais especiais: vídeos, DVD e CD-ROM.
As bibliotecas oferecem livre acesso às estantes, o que possibilita ao usuário fazer sua escolha
de leitura, de forma independente. Quando necessita de orientação, recebe atendimento
personalizado.
A iluminação é adequada para seu funcionamento e em casos de emergência, possui
iluminação própria independente específica para este fim.
Ainda, para oferecer total segurança aos seus visitantes, as bibliotecas possuem extintores de
incêndio, e hidrante, além de ser muito bem sinalizada. Contém sensores de alarme instalados
em pontos estratégicos nas Bibliotecas.
Para os PCD (Pessoas com deficiência), as bibliotecas Estoril e Lourdes possuem um único
nível, de fácil acesso interno e externo, com rampa de acesso externo.
A Biblioteca do campus Antônio Carlos possui dois níveis, com acesso especial para o
segundo nível com rampa e elevador.
Possui catálogos automatizados de autor/título/assunto disponíveis para o público, Código de
Catalogação Anglo-Americano (AACR2); classificação bibliográfica pelo CDU - Código de
Classificação Universal; tabela de cutter; etiqueta de lombada e etiqueta de código de barras
para leitora óptica; carimbo da Instituição.
As Bibliotecas possuem salas e cabines para estudo individual. O espaço para estudo em
grupo está distribuído na área de circulação de cada biblioteca.
Informatização do acervo: informatizado com possibilidade de acesso local e pela internet.
Empréstimos e Reservas: é informatizado e a circulação do acervo é realizada pelo
gerenciamento do sistema Pergamum, é oferecido nas modalidades domiciliar, em sala de
aula, interbibliotecas e entre instituições privadas e/ou governamentais. O empréstimo entre as
bibliotecas do Sistema Integrado UNIBH é solicitado no balcão de atendimento e o material é
enviado via malote.
É através do Sistema Pergamum que também é feita a realização de reservas e renovação de
títulos online pela internet.
Base de dados eletrônica: a fim de obter informações digitalizadas como citações, resumos,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página64
textos na íntegra, imagens, estatísticas, etc., em assuntos restritos, organizados para pesquisa
e busca rápida de fácil acesso, a Biblioteca disponibiliza aos usuários acesso a bases de dados
eletrônicas, tais como:

COMUT eletrônico - Serviços de Comutação Bibliográfica com Periódicos e obtenção de
cópias de documentos e artigos através de correio, fax ou por sistema on-line em
bibliotecas nacionais e internacionais.

BIREME - disponibiliza bases de dados com referências de artigos e documentos
científico-técnico em saúde, assim como catálogos coletivos e coleções de bibliotecas. As
bases apresentadas são MEDLINE e o conjunto de bases segue a metodologia LILACS.

SCIENCE DIRECT: possui 2.700 títulos em várias áreas do conhecimento, nela os textos
estão disponíveis na íntegra e nos computadores dentro do UNIBH não é necessário o
uso de senha. Essa base faz parte do Portal Capes de base de dados.

SCOPUS - é uma base de dados referencial (abstracts) com mais de 23.000 títulos em
diversas áreas do conhecimento. O acesso nos computadores dentro do UNIBH é direto
e não é necessário o uso de senha. Essa base faz parte do Portal Capes de base de
dados.
Periódicos Especializados - Os periódicos designados abaixo encontram-se disponíveis para
1.
Jornal Brasil de Fato
2.
Revista Brasileira de Ciências Sociais
3.
Revista Lua Nova
4.
Revista Serviço Social & Sociedade
5.
Revista Temporalis - n.20 ao n.22
6.
Revista Ser Social
7.
Revista Serviço Social & Realidade
8.
Revista Sinais Sociais
9.
Revista Libertas
10.
Revista Governança Social
11.
Revista Brasileira de Estudos de População
12.
Revista Pensar BH
13.
Revista de Nutrição
14.
Revista Ciência & Saúde Coletiva
15.
Revista Filosofia: Ciência e Vida
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página65
consulta no UNIBH, sob forma impressa ou informatizada ou por acesso pela Internet:
16.
Revista Sociologia: Ciência e Vida
17.
Revista Educação & Sociedade
18.
Revista de Saúde Pública – RSP
19.
Revista Brasileira de Segurança Pública
20.
Revista de Gestão – Rege
21.
Revista de Direito Ambiental
22.
Fonte: Tecnologia da Informação na Gestão Pública
23.
Revista do Serviço Público
24.
Revista Ação Ambiental
Política de aquisição, expansão e atualização: a aquisição se dá de forma centralizada, por
meio da Biblioteca Universitária Ănima, localizada no campus Estoril. Este setor não tem
autonomia sobre as obras a serem adquiridas, exceto quando se trata de acervo de referência
(enciclopédias, dicionários, guias, catálogos e similares). Os responsáveis pela composição do
acervo bibliográfico do UNIBH são os coordenadores e professores, que solicitam a aquisição
de obras, constantes no Plano de Ensino dos cursos, que contribuem pelo enriquecimento
pedagógico. A expansão e a atualização do acervo é contínua e baseada no Plano de Ensino
do curso e de acordo com a Política de Desenvolvimento de Acervo. A necessidade de uma
obra bibliográfica e a quantidade de exemplares disponíveis obedecem a critérios
estabelecidos pelo Ministério da Educação - MEC. A atualização acompanha novos
lançamentos, por meio de catálogos de editoras e matéria publicada em jornais e revistas.
Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos: cada início de semestre letivo, a biblioteca
promove visitas orientadas para os alunos novatos, fornecendo-lhes informações quanto à
forma de organização do acervo, serviços oferecidos e uso dos equipamentos e de fontes de
informação.
Quando o usuário necessita de orientação ou ajuda para pesquisa e elaboração de trabalhos
acadêmicos, ele dispõe de um atendimento personalizado oferecido por um profissional
bibliotecário e o suporte bibliográfico de um manual elaborado pela instituição em conformidade
com as normas e o padrão da ABNT.
5.2.4.
SERVIÇOS
Horário de funcionamento: as Bibliotecas dos campi Estoril, Antônio Carlos e Lourdes, abrem
de segunda a sexta-feira das 07:30 às 22 horas, aos sábados das 8 às 14 horas. Durante o
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página66
período de férias escolares em horário especial.
Serviços e produtos oferecidos: Acesso do usuário à internet; atendimento personalizado,
bases de dados eletrônicas; normas da ABNT; empréstimo entre bibliotecas de instituições
particulares e governamentais; empréstimos (domiciliar, em sala de aula, interbibliotecas e
especial); orientação para a normalização de trabalhos técnicos, científicos e acadêmicos;
pesquisa ao acervo da biblioteca e pesquisa em base de dados de uso local e remoto; reservas
do acervo; serviço de malote entre as bibliotecas do sistema, serviços de referência e
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página67
treinamento para usuários (promoção de visitas orientadas).
6.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 9.394 de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as
Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Poder Legislativo, Brasília, DF, 23 dez. 1996, seção 1, p. 27.833. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_ 03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: 2 fev. 2008.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004. Institui o Sistema
Nacional de Avaliação da Educação Superior – Sinaes e dá outras providências. Diário Oficial
[da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 15 abr. 2004, Seção 1, p.
3-4. Disponível em: <http://portal.inep.gov.br/superior-condicoesdeensino-legislacao_normas>.
Acesso em: 19 jul. 2011.
BRASIL. Congresso Nacional. Lei nº. 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o
estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho –
CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de
março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o
art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 26 set. 2008,
Seção 1, p. 3-4.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.296, de 2 de dezembro de 2004. Regulamenta as Leis
nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que
especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com
mobilidade reduzida, e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do
Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 3 dez. 2004, Seção 1, p. 2-6.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.773, de 9 de maio de 2006. Dispõe sobre o exercício
das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e
cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial [da]
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página68
República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 10 mai. 2006, Seção 1, p. 6-10.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 5.786, de 24 de maio de 2006. Dispõe sobre os centros
universitários e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder
Executivo, Brasília, DF, 25 mai. 2006, Seção 1, p. 9.
BRASIL. Poder Executivo. Decreto nº. 6.303, de 12 de dezembro de 2007. Altera dispositivos
dos Decretos nos 5.622, de 19 de dezembro de 2005, que estabelece as diretrizes e bases da
educação nacional, e 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções
de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores
de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 13 dez. 2007, Seção 1, p. 4.
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE. Estatuto (2011). Estatuto do Centro
Universitário de Belo Horizonte - UNIBH: aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) em
21/12/2011. Belo Horizonte: UNIBH, 2011.
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE. Regimento Geral (2012). Regimento Geral
do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH: aprovado pelo Conselho Universitário
(Consun) em 18/04/2012. Belo Horizonte: UNIBH, 2012.
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Projeto Pedagógico
Institucional (PPI), 2012.
CENTRO
UNIVERSITÁRIO
DE
BELO
HORIZONTE,
Belo
Horizonte.
Plano
de
Desenvolvimento Institucional (PDI), 2012-2016.
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Projeto Pedagógico
Institucional (PPI), 2007. Aprovado pelo Conselho Universitário (Consun) do UNIBH em
13/07/2007.
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BELO HORIZONTE, Belo Horizonte. Plano de Carreira
Docente (PCD), 2009. Homologado pelo despacho nº 12 do Superintendente Regional do
Trabalho e Emprego em Minas Gerais de 14 de maio de 2009. Publicado no D.O. U, nº 92, de
18/05/2009, Seção 1, p. 110.
CÓDIGO
DE
ÉTICA
DO
SERVIÇO
SOCIAL.
DISPONÍVEL
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página69
EM<http://www.cfess.org.br/arquivos/CEP_1993.pdf>
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO – CNE. Câmara de Educação Superior – CES.
Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/CNE/CES.
Disponível
em:
<http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12991&Itemid=866>.
Acesso em: 19 jul. 2011.
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA - INEP.
Instrumento de Avaliação dos Cursos de Graduação. Brasília, MEC/DEAES/CONAES, julho de
2011. Disponível em: <http://portal.inep.gov.br/superior-condicoesdeensino-manuais. Acesso
em:19 jul. 2011.
LEI DE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO nº 8.662/93, de 07/06/1993.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria Normativa nº 40, de 12 de dezembro de 2007,
republicada em 29 de dezembro de 2010: Institui o e-MEC, sistema eletrônico de fluxo de
trabalho e gerenciamento de informações relativas aos processos de regulação, avaliação e
supervisão da educação superior no sistema federal de educação, e o Cadastro e-MEC de
Instituições e Cursos Superiores e consolida disposições sobre indicadores de qualidade,
banco de avaliadores (Basis) e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE) e
outras disposições. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, nº 249, Brasília, DF, 29
dez. 2010, seção 1, p. 39 a 43.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO - MEC. Portaria nº 1.081, de 29 de agosto de 2008: Aprova, em
extrato, o Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do Sistema Nacional de
Avaliação da Educação Superior - SINAES. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil,
Brasília, DF, 1º set. 2008, seção 1, p. 56.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC. Secretaria de Educação Superior - SESu. Referenciais
Curriculares Nacionais dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura/Secretaria de Educação
Superior. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Superior, 2010.
MINISTÉRIO DA SAÚDE – CNS. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 350, de 9 de
junho de 2005. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, nº 123, Brasília, DF, 29 jun.
2005, seção 1, p. 42-43. Disponível em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página70
<http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/reso_05.htm>. Acesso em: 16 jun. 2011.
POLÍTICA
ENSINO
NACIONAL
E
PESQUISA
DE
EM
ESTÁGIO
DA
ASSOCIAÇÃO
SERVIÇO
SOCIAL
-
BRASILEIRA
DE
DIPONIVEL
EM
ABEPSS.
<www.abepss.org.br/briefing/graduacao/politica_nacional_estagio.pdf>
PROJETO ACADÊMICO: Currículo, Interdisciplinaridade, Trabalho Coletivo e Aprendizagem
Significativa. EVANGELISTA, Helivane de Azevedo; ALMEIDA, Inês Barreto.
RESOLUÇÃO CNE/CES n. 15, 13 de março de 2002. Estabelece diretrizes curriculares para os
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página71
cursos de Serviço Social.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página72
ANEXOS
ANEXO
1
-
CONTEÚDOS
CURRICULARES
-
EMENTAS
DAS
DISCIPLINAS
1º MÓDULO
FILOSOFIA
Ementa: Reflexão crítica e filosófica de autoconstrução do homem, por meio do trabalho, da
cultura e da própria filosofia, o advento e o conteúdo programático da modernidade. A crise da
modernidade e a fragmentação do homem contemporâneo.
Referência Básica:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à
filosofia. 2. ed. rev. e atual. São Paulo: Moderna, 1993.
MONDIN, Battista. Introdução à filosofia: problemas, sistemas, autores, obras. 16. Ed.
São Paulo: Paulus, 2006.
VAZ, Henrique C. de Lima. Antropologia filosófica I. 2.ed. corr. São Paulo: Loyola, 1992.
Referência Complementar:
ALVES, RUBEM. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e sua regras. 5º ed. São Paulo:
LOYOLA, 2002.
CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999.
DELEUZE, Gilles. O que é a filosofia?. 2.ed. Rio de Janeiro: Editora 34, 1997.
OLIVEIRA, Admardo Serafim de Introdução ao pensamento filosófico. 8.ed. São Paulo:
Loyola, 2005.
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página73
6628.
FUNDAMENTOS DO SERVIÇO SOCIAL
Ementa: Constituição histórica do Serviço Social, sua gênese, instrumentalização e
consolidação no Brasil; influência norte-americana e europeia; significado social da profissão
enquanto processo de especialização do trabalho. As principais construções teóricas e
metodológicas do Serviço Social, inspiradas nas vertentes: positivista, funcionalista, estruturalfuncionalista e as matrizes do pensamento social. O Serviço Social de caso, grupo e
comunidade nos diversos contextos sócio-históricos em que são aplicados e o pensamento
social em que são fundamentados.
Referência Básica:
IAMAMOTO, Marilda Villela; CARVALHO, Raul de. Relações sociais e serviço social no
Brasil: esboço de uma interpretação histórico-metodológica. 33. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
AGUIAR, Antônio Geraldo de. Serviço social e filosofia: das origens a Araxá. 6.ed. São
Paulo: Cortez, 2011.
PAULO NETTO, José. Ditadura e serviço social: uma análise do serviço social no Brasil
pós-64. 15. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
Referência Complementar:
CASTRO, Manuel Manrique. História do serviço social na América Latina. 11.ed. São
Paulo: Cortez, 2010.
IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação
profissional. 19. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
MARTINELLI, Maria Lúcia. Serviço social: identidade e alienação. 16. ed. São Paulo:
Cortez, 2011.
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628.
Cortez, 2011.
SILVA, Maria Ozanira da Silva e (Coord.). O serviço social e o popular: resgate teórico-
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página74
metodológico do projeto profissional de ruptura.7. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
HISTÓRIA SOCIAL E POLÍTICA BRASILEIRA
Ementa: Estudo da formação socioeconômica, política e na concepção da história como
processo. História do Brasil e de sua formação, heranças da colonização, o Estado Nacional, a
Velha República e o Estado Novo. Contexto histórico do processo de inserção dependente do
Brasil no sistema capitalista mundial. A Modernização conservadora no pós-64 e seu desfecho
em fins da década de 70. Transição democrática e neoliberalismo até a atualidade. Formação
da população brasileira miscigenada. A constituição de novos sujeitos políticos e a luta de
classes ao longo dos principais processos históricos. As relações étnico-raciais, abordando a
temática referente à cultura afrodescendente, nos termos da Resolução CNE/CP n˚ 1/2004.
Referência Básica:
AQUINO, Rubim Santos Leão de. et al. Sociedade brasileira: uma história através dos
movimentos sociais: da crise do escravismo ao apogeu do neoliberalismo. Rio de
Janeiro: Record, 2009.
CAPELATO, Maria Helena Rolim. Multidões em cena: propaganda política no Varguismo e
no peronismo. 2. ed. São Paulo: Ed. UNESP, 2009.
FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucília de Almeida Neves (Org.). O Brasil republicano: Livro
1 : o tempo do liberalismo excludente: da Proclamação de República à Revolução de 1930.
4.ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
Referência Complementar:
CALDEIRA, Jorge et al. Viagem pela história do Brasil. 2 ed. rev. e ampl. São Paulo:
Companhia das Letras, 1997.
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. 13. ed. Rio de Janeiro:
Civilização Brasileira, 2010.
FREYRE, Gilberto. Casa-grande & senzala: formação da família brasileira sob o regime
da economia patriarcal. 51. ed. rev. São Paulo: Global, 2006.
Kabengele Munanga. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: identidade nacional versus
identidade negra. 3.ed. Belo Horizonte : Autêntica, 2008.
REIS, José de Souza. As identidades do Brasil: de Varnhagen a FHC. 9.ed., ampl. Rio de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página75
Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2007.
SOCIOLOGIA
Ementa: Desenvolvimento do campo científico da sociologia no contexto da emergência da
sociedade burguesa. Estudos dos clássicos: Durkheim, Weber e Simmel.
Referência Básica:
QUINTANEIRO, Tania; BARBOSA, Maria Ligia de Oliveira; OLIVEIRA, Márcia Gardênia
de. Um toque de clássicos: Durkheim, Marx e Weber. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1995.
GIDDENS, Anthony. Política, sociologia e teoria social: encontros com o pensamento
social clássico e contemporâneo. São Paulo: UNESP, 1998.
LALLEMENT, Michel. História das ideias sociológicas: das origens a Max Weber. 4.ed.
Petrópolis: Vozes, 2008.
Referência Complementar:
BERGER, Peter L. A construção social da realidade: tratado de sociologia do
conhecimento. 20. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
BRUSEKE, Franz Josef. Caos e ordem na teoria sociológica. Revista Brasileira de Ciências
Sociais,
1993.
Disponível
<http://www.anpocs.org.br/portal/publicacoes/rbcs_00_22/rbcs22_07.htm>.
em:
Acesso em: 24
fev. 2014.
CORCUFF, Philippe. As novas sociologias: construções da realidade social. Bauru:
EDUSC, 2001.
COSTA, Cristina. Sociologia: introdução à ciência da sociedade. 3. ed. São Paulo:
Moderna, 2005.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página76
saúde. 7. ed. São Paulo: Hucitec, 2000.
TIG I - ANÁLISE DO CONTEXTO SOCIAL E POLÍTICO DAS CIDADES
Ementa: Identificação de temas transversais à formação para trabalhos interdisciplinares, a
prática da interdisciplinaridade.
Referência Básica:
CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salário. 10. ed.
Petrópolis: Vozes, 2012.
BOAVENTURA, Edivaldo M. Como ordenar as ideias. 5.ed. São Paulo: Ática, 1997.
RIBEIRO, Luiz César de Queiroz; SANTOS JÚNIOR, Orlando Alves dos (Org.). As
metrópoles e a questão social brasileira. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
Referência Complementar:
CARDOSO, Fernando Henrique; SORJ, Bernardo; FONT, Maurício (Org.) Economia e
movimentos sociais na América Latina. São Paulo: Brasiliense, 1985.
CARLOS, Ana Fani Alessandri; CARRERAS, Carles (orgs.). Urbanização e mundialização:
estudos sobre a metrópole. São Paulo: Contexto, 2005. (Biblioteca virtual). Disponível em:
<http://UNIBH.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/8572442936/pages/_1>
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: qual o sentido?. 2. ed. São Paulo:
Paulus, 2006.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento
e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e
interpretação de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página77
6628.
2º MÓDULO
DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL NO BRASIL
Ementa: A emergência do Serviço Social no Brasil e a influência europeia. Elementos
históricos, teóricos e metodológicos do processo de institucionalização do Serviço Social no
Brasil. Análise crítica das principais construções teóricas metodológicas do Serviço Social,
inspiradas no positivismo e na fenomenologia. O processo de reconceituação e suas
repercussões políticas, teóricas e metodológicas na configuração da profissão.
Referência Básica:
MARTINELLI, Maria Lúcia. Serviço social: identidade e alienação. 16. ed. São Paulo:
Cortez, 2011.
CASTRO, Manuel Manrique. História do serviço social na América Latina. 11.ed. São
Paulo: Cortez, 2010.
PAULO NETTO, Jose. Capitalismo monopolista e serviço social. 8. ed. ampl. São Paulo:
Cortez, 2011.
Referência Complementar:
"BULLA, Leonia Capaverde. Relações sociais e questão social na trajetória histórica do
serviço social brasileiro. Revista Virtual Textos & Contextos, n. 2, dez., 1-15 p., 2003.
Disponível em: <revistaseletronicas. Pucrs. br/ojs/index.php/fass/article/view/947/727>. Acesso
em 14 mar.2014.
HOBSBAWM, E. J. A era das revoluções: Europa 1789-1848 . 15. ed. São Paulo: Paz e
Terra, 2001.
IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital financeiro,
trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 01016628.
SILVA, Maria Izabel da. Organização política do serviço social no Brasil: de “Vargas” à
“Lula”. Serviço Social & Realidade, Franca, v.16, n. 2, p. 267 - 282 2007. Disponível em:
<http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/viewFile/113/143>. Acesso em: 24
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página78
jun. 2014.
INSTRUMENTOS DE ANÁLISE ANTROPOLÓGICA
Ementa: O campo da antropologia no interior das ciências sociais e humanas – sua
especificidade. A cultura: objeto de conhecimento da antropologia. As distintas correntes
teóricas da antropologia. O olhar antropológico; a questão do etnocentrismo. A questão da
interdisciplinaridade: Serviço Social e Antropologia.
Referência Básica:
GEERTZ, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: LTC, 1989.
HIZZOTTI, Antônio. Pesquisa qualitativa em ciências humanas e sociais. 3. ed. Petrópolis:
Vozes, 2010.
LARAIA, Roque de Barros. Cultura: um conceito antropológico. 18. ed. Rio de Janeiro
Jorge Zahar Editor, 2005
Referência Complementar:
CARDOSO, RUTH (org.). A aventura antropológica: teoria e pesquisa . São Paulo: PAZ E
TERRA, 1997.
CUCHE, DENYS. A noção de cultura nas ciências sociais. 2º ed. Bauru/SP: EDUSC, 2002.
HAGUETTE, Maria Tereza Frota. Metodologias qualitativas na sociologia. 12. ed.
Petropolis: Vozes, 2010.
Os
Urbanitas:
Revista
de
antropologia
urbana.
Disponível
em:
<http://www.osurbanitas.org/os urbanitas/indexb.html>. Acesso em: 24 jun. 2014.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página79
Companhia das Letras, [1995].
INSTRUMENTOS DE ANÁLISE SOCIOLÓGICA
Ementa: O pensamento em Marx. A constituição da tradição marxista: Lucáks, Gramsci, a
Escola de Frankfurt e os marxistas contemporâneos. A crise dos paradigmas da sociologia e
as discussões sobre a pós-modernidade. A questão da interdisciplinaridade: Serviço Social e
Sociologia.
Referência Básica:
ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. 15.ed. São Paulo:
Loyola, 2010.
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à
filosofia. 4. ed. rev. São Paulo: Moderna, 2009.
SANTOS, Boaventura de Souza. Introdução a uma ciência pós- moderna. 3º ed. Rio de
Janeiro: GRAAL, 2000.
Referência Complementar:
CAPRA, Fritjof. O ponto de mutação: a ciência, a sociedade e a cultura emergente. 20. ed.
São Paulo: Cultrix, 1999.
CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999.
GIBBS, Graham. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Artmed, 2009.
KUHN, Thomas S. A estrutura das revoluções científicas. 10. ed. São Paulo: Perspectiva,
2011.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página80
saúde. 7. ed. São Paulo: Hucitec, 2000.
TEORIA POLÍTICA
Ementa: Análise do Estado Moderno a partir da conformação histórica da teoria política
clássica e moderna e, suas repercussões nas organizações de agendas para a garantia de
direitos. Compreensão dos conceitos básicos presentes na linguagem do mundo moderno. A
questão da interdisciplinaridade: Serviço Social e Política.
Referência Básica:
RIBEIRO, João Ubaldo. Política: quem manda, por que manda, como manda. 3. ed. rev.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.
BOBBIO, Norberto. A era dos direitos. 2.ed. Rio de Janeiro: Campus, 1992.
CHAUÍ, Marilena de Sousa. Convite à filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999.
Referência Complementar:
ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à
filosofia. 4. ed. rev. São Paulo: Moderna, 2009.
BOBBIO, Norberto. Dicionário de política. 13.ed. Brasília: UnB, 2010.
HOBSBAWM, Eric J. A era dos extremos- o breve século XX. São Paulo: Cia das letras,
1995.
SADEK, Maria Tereza. Maquiavel: A política como ela é. São Paulo: FTD, [1996].
SPING‐ANDERSEN, Gosta. As três economias políticas do Welfare State. Rev. Lua Nova,
São
Paulo,
CEDEC,
n.
24,
set.,
1991.
Disponível
em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-64451991000200006>. Acesso
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página81
em 14 mar.2014.
TIG II- FENÔMENOS SOCIAIS NAS METRÓPOLES: DILEMAS E PERSPECTIVAS
Ementa: Identificação de temas transversais à formação para trabalhos interdisciplinares, a
prática da interdisciplinaridade, abordando a temática referente à cultura afrodescendente, nos
termos da Resolução CNE/CP n˚ 7/2004.
Referência Básica:
ROLNIK, Raquel. O que é cidade. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 2012.
FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade: e outros escritos. 14.ed. Rio de
KOWARICK, Lucio. A espoliação urbana. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1993.iro: Paz e
Terra, 2011.
Referência Complementar:
DESLANDES,
Suely
Ferreira;
CRUZ
NETO,
Otávio;
GOMES,
Romeu. Pesquisa
social: teoria, método e criatividade. 30.ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
DIEHL, Astor Antônio; Tatim, Denise Carvalho. Pesquisa em ciências sociais aplicadas:
métodos e técnicas. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
Os
Urbanitas:
Revista
de
antropologia
urbana.
Disponível
em:
<http://www.osurbanitas.org/os urbanitas/indexb.html>. Acesso em: 24 jun. 2014.
SINGER, Paul Israel. Economia política da urbanização. 2.ed. São Paulo: Contexto, 1998.
SOMMERMAN, Américo. Inter ou transdiciplinaridade?: da fragmentação disciplinar ao
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página82
novo diálogo entre os saberes. 2.ed. São Paulo: Paulus, 2008.
3º MÓDULO
DIREITO E LEGISLAÇÃO SOCIAL
Ementa: Noções gerais de Direito. Direito Público e Direito Privado. A Constituição da
República nos aspectos atinentes aos princípios fundamentais, direitos e garantias
fundamentais; direitos sociais, a Ordem Social, a Organização do Estado e dos Poderes;
repartição de competências. O Poder Judiciário: funções essenciais da Justiça. O papel do
Ministério Público frente às políticas públicas. Relações jurídicas no processo de integração no
âmbito do MERCOSUL e da ALCA. A CLT e as mudanças atuais.
Referência Básica:
SIMÕES, Carlos. Curso de direito do serviço social. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2012.
CABRERA, Carlos Cabral, WAGNER JÚNIOR, Luiz Guilherme da Costa, FREITAS JUNIOR,
Roberto Mendes de. Direitos da Criança, do Adolescente e do idoso: Doutrina e
Legislação. Belo Horizonte: Del Rey, 2006.
MORAES, Alexandre de. Direito constitucional. 25. ed. atual. até a EC nº 62/09 e Súmula
vincul. São Paulo: Atlas, 2010.
Referência Complementar:
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro
de 1988. 46. ed. atual. e ampl. São Paulo: Saraiva, 2011.
BRASIL. Estatuto da criança e adolescente: Lei n.8.069, de 13-7-1990. 16.ed. São Paulo:
Saraiva, 2013.
BRASIL. Lei Orgânica da Assistência Social. Brasília: MJ, 2002. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8742.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014.
FORTI, Valéria Lucília; GUERRA, Yolanda (Org.). Ética e direitos: ensaios críticos:
coletânea nova de serviço social. 3. ed. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2011.
MARTINS, Sérgio Pinto. Direito do trabalho. 28. ed. atual. até 23-12-2011. São Paulo: Atlas,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página83
2011.
POLÍTICAS PÚBLICAS E POLÍTICAS SOCIAIS
Ementa: Conceitos de política pública: estruturação e aplicações. Noções de arena política,
organização de interesses e agenda governamental. Estrutruação Provisão pública de bem
estar social no contexto de reorganização das relações entre Estado e sociedade. Cenários de
crise e reestruturação do Welfare State, com destaque para o processo de reconfiguração dos
sistemas latino americano de proteção social. Análise comparada das Políticas Sociais no
Brasil em políticas sociais setoriais e transversais; constituição e gestão dos orçamentos e
fundos públicos; análise comparada das políticas sociais no Brasil; políticas sociais: o público
e o privado; sociedade civil e a execução das políticas sociais no Brasil; direitos emergentes
na contemporaneidade; políticas sociais: globalidade e localidade.
Referência Básica:
CARVALHO, Alysson Massote et al. Políticas públicas. Belo Horizonte: Editora da UFMG,
2002.
BEHRING, Elaine Rossetti; BOSCHETTI, Ivanete. Política social: fundamentos e história. 8.
ed. São Paulo: Cortez, 2011.
PEREIRA, Potyara A. P. Politica social: temas & questões. 3. ed. Rio de Janeiro: Cortez;
2011.
Referência Complementar:
AS políticas públicas e a desigualdade racial no Brasil: 120 anos após a abolição. 2. ed.
Brasília: IPEA, 2008.
HOCHMAN, Gilberto; ARRETCHE, Marta; MARQUES, Eduardo (Org.). Políticas públicas no
Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2007.
PEREIRA, Potyara A. P. Necessidades humanas: subsídios à crítica dos mínimos
sociais. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
RODRIGUES, Marta M. Assumpção. Políticas públicas. São Paulo: Publifolha, 2010.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página84
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628.
PSICOLOGIA
Ementa: Contextualização da psicologia; a psicologia e os eixos temáticos – sua
especificidade. As principais matrizes teóricas do debate contemporâneo das relações
indivíduo - sociedade. A constituição da subjetividade, no processo de produção e reprodução
da vida social. A questão interdisciplinar: Serviço Social e Psicologia.
Referência Básica:
BOCK,
Ana
Mercês
Bahia;
FURTADO,
Odair;
TEIXEIRA,
Maria
de
Lourdes
T. Psicologias: uma introdução ao estudo da psicologia. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.
CODO, Wanderley; LANE, Silvia T. Maurer (Org.) Psicologia social: o homem em
movimento. 13. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
DAVIDOFF, Linda L. Introdução a psicologia. 3. ed. São Paulo: Makron Books, 2001.
Referência Complementar:
AFONSO, Maria Lúcia Miranda (Org.). Oficinas em dinâmica de grupo: um método de
intervenção psicossocial. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006.
FREUD, Sigmund. Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de
Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1969-1996.
LANE, Silvia T. Maurer. O que é psicologia social. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 1983.
LAPLANCHE, Jean; TAMEN, Pedro. Vocabulário da psicanálise. 4. ed. rev. atual. São
Paulo: Martins Fontes, 2001.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página85
TELES Maria Luiza Silveira. O que é psicologia. São Paulo: Brasiliense, 1989.
QUESTÃO SOCIAL E SERVIÇO SOCIAL: ESPAÇOS DE INTERVENÇÃO
Ementa: O debate contemporâneo baseado nas desigualdades sociais e suas consequências
na formulação dos instrumentos e objetos de trabalho do Serviço Social. O processo de
profissionalização do Serviço Social na América Latina/Brasil e as teorias do conhecimento
que o embasam. A sistematização do conhecimento e o processo de trabalho no Serviço
Social. O debate contemporâneo do Serviço Social: determinantes da prática profissional e as
categorias de análises da intervenção. O Processo de trabalho do Serviço Social e as
transformações societárias.
Referência Básica:
PASTORINI, Alejandra. A categoria questão social em debate. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2010.
IAMAMOTO, Marilda Villela. Serviço social em tempo de capital fetiche: capital financeiro,
trabalho e questão social. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
PAULO NETTO, Jose. Capitalismo monopolista e serviço social. 8. ed. ampl. São Paulo:
Cortez, 2011.
Referência Complementar:
"BULLA, Leonia Capaverde. Relações sociais e questão social na trajetória histórica do
serviço social brasileiro. Revista Virtual Textos & Contextos, n. 2, dez., 1-15 p., 2003.
Disponível em: <revistaseletronicas. pucrs. br/ojs/index.php/fass/article/view/947/727>. Acesso
em 14 mar.2014.”
CASTEL, Robert. As metamorfoses da questão social: uma crônica do salario. 10.ed.
Petrópolis: Vozes, 2012.
YAZBEK, Maria Carmelita. Classes subalternas e assistência social. 7.ed. São Paulo:
Cortez, 2009
Behring, Elaine. Brasil em Contrarreforma: desestruturação do Estado e perda de
direitos. São Paulo Cortez 2003.
YUNUS, Muhammad. Um mundo sem pobreza: a empresa social e o futuro do capitalismo.
São
Paulo:
Ática,
2008.
(Biblioteca
virtual).
Disponível
em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página86
<http://UNIBH.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788508119943/pages/_1>.
TIG III - MOVIMENTOS SOCIAIS E ESPAÇOS DE CONTROLE SOCIAL
Ementa: Identificação de temas transversais à formação para trabalhos interdisciplinares, a
prática da interdisciplinaridade; as relações étnico-raciais, abordando a temática referente à
cultura afrodescendente, nos termos da Resolução CNE/CP n˚ 7/2004.
Referência Básica:
DAGNINO, Evelina (Org.). Os anos 90: política e sociedade no Brasil. São Paulo:
Brasiliense, 1996.
GOHN, Maria da Glória (Org). Movimentos sociais no início do século XXI: antigos e
novos atores sociais. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
SCHERER-WARREN, Ilse. Redes de movimentos sociais. 5. ed. São Paulo: Loyola, 2011.
Referência Complementar:
Castro, Claudio Moura e. A prática da pesquisa. São Paulo. Pearson Prentice Hall,2006.
FREIRE, Paulo. Ação cultural para a liberdade: e outros escritos. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 2010.
MENDONÇA, Ricardo Fabrino. Movimentos sociais como acontecimentos: linguagem e
espaço público. Lua Nova, São Paulo, n. 72, p.115-142, 2007. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/ln/n72/a05n72>. Acesso em 14 mar. 2014.
SADER, Eder. Quando novos personagens entraram em cena: experiências, falas e lutas
dos trabalhadores da Grande São Paulo (1970-80) . Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página87
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628.
4º MÓDULO
ÉTICA EM SERVIÇO SOCIAL
Ementa: A ética em geral e a ética profissional. As bases filosóficas do Código de Ética do
Assistente Social. Os fundamentos ontológicos da dimensão ético-moral da vida social e suas
implicações na ética do Serviço. Questões éticas contemporâneas e seus fundamentos teóricos
filosóficos A Lei que regulamenta a profissão e a relevância do estudo da ética na
contemporaneidade.
Referência Básica:
BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética e serviço social: fundamentos ontológicos. 8. ed. São
Paulo: Cortez, 2010.
BONETTI, Dilséia Adeodata et al. Serviço social e ética: convite a uma nova práxis. 13.ed. São
Paulo: Cortez, 2012.
SÁNCHEZ VÁZQUEZ, Adolfo. Ética. 22. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
Referência Complementar:
BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética: fundamentos sócio-histórico. 3. ed. São Paulo: Cortez,
2010.
CAMARGO, Marculino. Fundamentos de ética geral e profissional. 5. ed. Petrópolis: Vozes,
2004.
CEFESS: Conselho Federal de Servio Social. Código de ética do serviço social. Disponível em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/CEP_1993.pdf>. Acesso em: 24 fev. 2014.
GALLO, Silvio (Coord.). Ética e cidadania: caminhos da filosofia : elementos para o ensino de
filosofia. 16. ed. Campinas: Papirus, 2008.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página88
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628.
ORIENTAÇÕES PARA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I
Ementa:
Propiciar
o
desenvolvimento
da
atividade
teórico-prática,
em
organizações
governamentais, não governamentais, fundações e em empresas privadas.
Referência Básica:
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a
formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Lumen Juris, 2013.
Referência Complementar:
"ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo
alternativas.
Projeto
ABEPSS
itinerante,
fev.
2014.
Disponível
em:
<http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.”
ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em
Serviço
Social.
Disponível
em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014.
GOUVÊIA, Maria das Graças de. Estágio supervisão e trabalho profissional. Serviço Social e
Realidade,
v.17,
n.1,
p.
62-73,
2008.
Disponível
em:<
http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/view/4>. Acesso em 24 fev. 2014.
GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do serviço social. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia
ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390,
jan./jun.
2013.Disponível
em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página89
<http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO I
Ementa: Desenvolvimento de atividade teórico-prática de aproximação dos discentes à realidade
profissional em estabelecimentos públicos ou privados prestadores de serviços sociais. Processo
de supervisão e atores nele envolvidos: supervisores usuários e discentes. Elaboração de plano de
estágio. Desenvolvimento de competências profissionais nas dimensões teórico-metodológica,
ético-política e técnico-operativa com relação à: análise institucional, compreensão das formas de
organização da política setorial ante as expressões da questão social. Elaboração de registros
técnicos. Identificação de demandas mediante à prática da observação e introdução nas atividades
das práticas profissionais efetivas, tendo a participação ativa do estagiário, sob a supervisão
acadêmica e de campo projeto de intervenção.
Referência Básica:
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a
formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Lumen Juris, 2013.
Referência Complementar:
ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas.
Projeto
ABEPSS
itinerante,
fev.
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Disponível
em:
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ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em
Serviço
Social.
Disponível
em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014.
GOUVÊIA, Maria das Graças de. Estágio supervisão e trabalho profissional. Serviço Social e
Realidade,
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n.1,
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62-73,
2008.
Disponível
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http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/view/4>. Acesso em 24 fev. 2014.
GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do serviço social. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia
ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390,
jan./jun.
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em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página90
<http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014.
PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL
Ementa: Construções teórico-metodológicas que informam o ato de pesquisar. Formulação de um
projeto de pesquisa: escolha do tema e procedimentos metodológicos. Realização de pesquisa
bibliográfica e construção do marco teórico. Execução do projeto de pesquisa: aproximação do
objeto de estudo, o trabalho de campo e o tratamento dos dados. Elaboração do relatório final de
pesquisa. Seminários de apresentação e debate.
Referência Básica:
DESLANDES, Suely Ferreira; CRUZ NETO, Otávio; GOMES, Romeu. Pesquisa social: teoria,
método e criatividade. 19.ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
BAPTISTA, Myrian Veras. A investigação em serviço social. São Paulo: Veras Ed., 2006.
SETUBAL, Aglair Alencar. Pesquisa em serviço social: utopia e realidade. 5.ed. São Paulo:
Cortez, 2011.
Referência Complementar:
BELLO, José Luiz de Paiva. Metodologia científica. Rio de Janeiro, 2004. Disponível em:
<http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/met01.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014.
BOURGUIGNON, Jussara Ayres. A particularidade histórica da pesquisa no serviço social.
São Paulo: Veras Ed., 2008.
GRESSLER, Lori Alice. Introdução à pesquisa: projetos e relatórios. 3.ed. rev. e atual. São Paulo:
Loyola, 2007.
LAVILLE, Christian. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências
humanas. Porto Alegre: Artmed Editora Ltda., 1999.
MARTINELLI, Maria Lúcia (Org.). Pesquisa qualitativa: um instigante desafio. São Paulo: Veras
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página91
Ed., 1999.
PROJETOS EM INTERVENÇÃO SOCIAL
Ementa: Princípios orientadores da formulação e implementação de projetos de intervenção social.
Instrumentos de planejamento e gestão essenciais para a ação do serviço social nas organizações
públicas e também privadas: identificação do objeto, do público alvo, diagnóstico, planos de ação,
instrumentos de monitoramento e avaliação. Metodologias de elaboração de projetos.
Referência Básica:
KAUCHAKJE, Samira. Gestão Publica de serviços sociais. 2ºed. Curitiba: Ibpex, 2008.
ALVES-MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências
naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 2.ed. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, c2001.
LÜCK, Heloísa. Metodologia de projetos: uma ferramenta de planejamento e gestão. 4. ed.
Petrópolis: Vozes, 2005.
Referência Complementar:
AVANCINI, Eliane Vignatti; CORDEIRO, Sandra Maria Almeida. A importância do planejamento
estratégico em organizações do terceiro setor. Serviço Social em Revista. v.7, n.1, jul./dez, 2004.
Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v7n1_sandra.htm>.
Acesso em: 24 fev.
2014.
BROSE, Markus (Org.). Metodologia participativa: uma introdução a 29 instrumentos. 2.ed.
Porto Alegre: Tomo Editorial, 2010.
COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de projetos sociais. 10.ed. Petrópolis: Vozes,
2012.
RICO, Elizabeth Melo (Org.). Avaliação de políticas sociais: uma questão em debate. 6.ed. São
Paulo: Cortez, 2009.
YWATA, Suzana Yuriko; GIROTO, Ana Paula Santana. Indicadores sociais com instrumento de
gestão social. Serviço Social em Revista. v.10, n.2, jan./jul., 2008. Disponível em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página92
<http://www.uel.br/revistas/ssrevista/>. Acesso em 14 mar.2014.
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO GERENCIAL
Ementa: Desenvolvimento gerencial e governança informacional. A informação como recurso para
à gestão de ações e políticas sociais. Os impactos das novas tecnologias de informação nos
processos de trabalho do serviço social. Influência das TI's no desenho dos processos de trabalho
do serviço social, dimensões éticas e políticas. Economia Política das TI's. Recursos disponíveis
para a prática do assistente social: sistemas de informação, planilhas e prontuários eletrônicos,
bancos de dados e sistemas de registros; sistemas de referência e contra referência; auto
treinamento e educação à distância; auxílio a portadores de necessidades especiais; redes de
computadores. Aplicações ao gerenciamento de serviços sociais.
Referência Básica:
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 4. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000.
BIO, Sérgio Rodrigues. Sistemas de informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Editora Atlas,
2008.
MAXIMIANO, Antônio César Amaru. Administração de projetos: como transformar ideias em
resultados. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2002
Referência Complementar:
BORGES, Maria A.G. A compreensão da sociedade da informação. Rev. Ciência da Inf. v. 29, n.
3,
Brasília,
set/dez,
2000.
Disponível
http://revista.ibict.br/cienciadainformacao/index.php/ciinf/article/view/214/189>.
em:
Acesso
<
em:
10
jul.2014.
GIDDENS, Anthony. As consequências da Modernidade. São Paulo: Editora da Unesp,1991.
IBGE: Instituto brasileiro de geografia e estatística. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/>.
Acesso em 24 fev.2014.
JONAS, Liz Clara de Campos. Sistemas de informação na assistência social e parâmetros éticopolíticos. Serviço Social em Revista. Londrina, v.5, n.1, jul./dez. 2002. Disponível em:
<http://www.uel.br/revistas/revista/c_v5n1_Liz.htm>. Acesso em 14 mar.2014.
REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da informação aplicada a sistemas de informação
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página93
empresariais: o papel estratégico da informação e dos sistemas de informação nas empresas
5º MODULO
INSTRUMENTALIZAÇÃO DA PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL
Ementa: O significado dos instrumentais em Serviço Social na busca de formas de conhecer,
intervir e atuar nas situações com as quais os profissionais se defrontam cotidianamente.
Desenvolvimento de habilidades com relação à: técnicas de registro e documentação; relatórios
sociais, elaboração de pareceres e laudos; laudos sociais, estudos sócio-econômicos – culturais;
diferentes tipos de entrevistas e seus usos específicos. Relação profissional usuário dos serviços
sociais.
Referência Básica:
GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do serviço social. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Interdisciplinaridade: história, teoria e pesquisa. 18.ed. São
Paulo: Papirus, 2012.
IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação
profissional. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
Referência Complementar:
CEFESS: Conselho Federal de Serviço Social. Subsídios para a atuação de assistente sociais
na
política
de
educação.
Disponível
em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/BROCHURACFESS_SUBSIDIOS-AS-EDUCACAO.pdf>. Acesso
em: 24 jun. 2014.
MAGALHÃES, Selma Marques. Avaliação e linguagem: relatórios, laudos e pareceres. 3. ed.
São Paulo: Veras Ed., 2011.
MOTA, Ana Elizabete da. O feitiço da ajuda: as determinações do serviço social na
empresa. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE. Metodologia de trabalho social com família
na
assistência
social.
Belo
Horizonte:
[s.n.],
2007.
Disponível
em:
<http://www.pbh.gov.br/smaas/Publicacao_smaas_Metodologia.pdf>. Acesso em 24 fev.2014.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página94
SER SOCIAL. Brasília: UnB, 2009-. Semestral. Continuação de Debate social. ISSN 1415-6946.
METODOLOGIA DE PESQUISA EM SERVIÇO SOCIAL
Ementa: As particularidades da pesquisa social e suas tipologias. Noções básicas sobre
formulação e construção de objetos de pesquisa, hipótese, variáveis e indicadores. As
metodologias quantitativas e qualitativas. Estratégias para a compreensão da leitura e estratégias
discursivas para a produção de textos. Trabalhos acadêmicos: produção do conhecimento. Normas
de citação bibliográfica. Relatórios de pesquisa. Resumos. Resenhas, artigos, relatórios, pareceres
laudos. Apresentação gráfica de trabalhos acadêmicos e normas da ABNT (associação Brasileira
de Normas técnicas).
Referência Básica:
LAKATOS,
Eva
Maria;
MARCONI,
Marina
de
Andrade. Metodologia
do
trabalho
científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e
trabalhos científicos. 6. ed. rev. ampl. São Paulo: Atlas, 2001.
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed.
rev. Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2009.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
Referência Complementar:
ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas. Disponível em: < www.abnt.org.br>. Acesso em:
24 fev. 2014.
DESLANDES, Suely Ferreira; CRUZ NETO, Otávio; GOMES, Romeu. Pesquisa social: teoria,
método e criatividade. 29.ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed São Paulo: Atlas, 1999.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e
execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página95
de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
Ementa: Desenvolvimento de atividade teórico-prática de aproximação dos discentes à realidade
profissional em estabelecimentos públicos ou privados prestadores de serviços sociais. Processo
de supervisão e atores nele envolvidos: supervisores usuários e discentes. Elaboração de plano de
estágio. Desenvolvimento de competências profissionais nas dimensões teórico-metodológica,
ético-política e técnico-operativa com relação à: análise institucional, compreensão das formas de
organização da política setorial ante as expressões da questão social. Elaboração de registros
técnicos. Identificação de demandas mediante à prática da observação e introdução nas atividades
das práticas profissionais efetivas, tendo a participação ativa do estagiário, sob a supervisão
acadêmica e de campo projeto de intervenção.
Referência Básica:
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a
formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
BURIOLLA, Marta A. Feiten. Supervisão em serviço social: o supervisor, sua relação e seus
papéis. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Lumen Juris, 2013.
Referência Complementar:
"ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo
alternativas.
Projeto
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itinerante,
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Disponível
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<http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.”
ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em
Serviço
Social.
Disponível
em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014.
ABREU, Marina Maciel. Serviço social e a organização da cultura: perfis pedagógicos da prática
profissional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
GOUVÊIA, Maria das Graças de. Estágio supervisão e trabalho profissional. Serviço Social e
Realidade,
v.17,
n.1,
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2008.
Disponível
em:<
http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/view/4>. Acesso em 24 fev. 2014.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia
ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390,
jan./jun.
2013.Disponível
em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página96
<http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014.
ORIENTAÇÃO PARA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
Ementa: Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico e prática, em organizações
governamentais, não governamentais, fundações e em empresas privadas.
Referência Básica:
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a
formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
BURIOLLA, Marta A. Feiten. Supervisão em serviço social: o supervisor, sua relação e seus
papéis. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Lumen Juris, 2013.
Referência Complementar:
"ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo
alternativas.
Projeto
ABEPSS
itinerante,
fev.
2014.
Disponível
em:
<http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.”
ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em
Serviço
Social.
Disponível
em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014.
ABREU, Marina Maciel. Serviço social e a organização da cultura: perfis pedagógicos da prática
profissional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
GOUVÊIA, Maria das Graças de. Estágio supervisão e trabalho profissional. Serviço Social e
Realidade,
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n.1,
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Disponível
em:<
http://periodicos.franca.unesp.br/index.php/SSR/article/view/4>. Acesso em 24 fev. 2014.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia
ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390,
jan./jun.
2013.Disponível
em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página97
<http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014.
POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
Ementa: A conformação da Política de Assistência Social no Brasil: o arcabouço jurídico-legal que
a estabelece na atualidade no contexto da seguridade social. O papel e as atribuições do Serviço
Social, frente á realidade social e econômica e suas interseções com as demais políticas sociais
setoriais. O Sistema único de Assistência Social: estruturação, organização e aplicabilidade em
territórios heterogêneos. A compreensão da assistência e o paradigma do direito. A política de
assistência social: modelos, financiamento, operacionalização, gestão e controle social. As
estratégias de proteção social ao trabalho informal. A prática profissional do assistente social na
estruturação e implementação da política de assistência social. A particularidade de segmentos
especiais.
Referência Básica:
BEHRING, Elaine Rossetti; BOSCHETTI, Ivanete. Política social: fundamentos e história. 8. ed.
São Paulo: Cortez, 2011.
COUTO, Berenice Rojas. O direito social e a assistência social na sociedade brasileira: uma
equação possível?. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2008.
PEREIRA, Potyara A. P. Necessidades humanas: subsídios à crítica dos mínimos sociais. 6. ed.
São Paulo: Cortez, 2011.
Referência Complementar:
ALMEIDA, NEY. Serviço social, trabalho e políticas públicas. São Paulo: Saraiva, 2007. (Minha
Biblioteca). Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788502145894/page/a>.
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Política nacional de
assistência social - PNAS/2004: Norma operacional básica - NOB/SUAS. Brasília: Ministério do
Desenvolvimento Social e Combate à Fome, 2005.
LOAS:
Lei
orgânica
de
assistência
social.
Disponível
<http://www.assistenciasocial.al.gov.br/legislacao/legislacao-federal/LOAS.pdf>.
Acesso
em:
em
24
fev.2014.
MDS:
Ministério
do
Desenvolvimento
Social
e
Combate
à
Fome.
Disponível
em:
<http://www.mds.gov.br/>. Acesso em 24 fev.2014.
OLIVEIRA, Fátima Bayma de; KASZNAR, Istvan Karoly (Org.) Saúde, previdência e assistência
social: políticas públicas integradas desafios e propostas estratégicas. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall
Brasil,
2007.
(Biblioteca
virtual).
Disponível
em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página98
<http://UNIBH.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050711>.
6º MÓDULO
ESTATÍSTICA
Ementa: A dimensão metodológica da estatística. Técnicas básicas do levantamento e noções
sobre análise exploratória de dados enquanto instrumento de pesquisa social. Relação entre as
dimensões quantitativas e qualitativas, enfatizando o papel de ambas na pesquisa social.
Tabulação estatística. Expressão gráfica dos dados qualitativos. Leitura e interpretação de gráficos,
tabelas. Técnicas de amostragem. Distribuição de freqüência, medidas de tendência central.
Planilhas eletrônicas e uso da informática na pesquisa social.
Referência Básica:
SPIEGEL, Murray R. Estatística. 3. ed. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1994.
ANDERSON, David R. Estatística aplicada à administração e economia. 2. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2007.
LARSON, Ron. Estatística aplicada. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2010.
Referência Complementar:
HEATH, Oscar Victor Sayer. A estatística na pesquisa científica. São Paulo: E.P.U., 1981.
IBGE: Instituto brasileiro de geografia e estatística. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/>.
Acesso em 24 fev.2014.
LEVIN, Jack. Estatística aplicada a ciências humanas. 2. ed. São Paulo: Harbra, 1987.
MDS:
Ministério
do
Desenvolvimento
Social
e
Combate
à
Fome.
Disponível
em:
<http://www.mds.gov.br/>. Acesso em 24 fev.2014.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página99
STEVENSON, William J. Estatística aplicada à administração. São Paulo: Harbra, 1986.
MOVIMENTOS SOCIAIS, CIDADANIA E CONTROLE SOCIAL
Ementa: Comportamentos coletivos e Movimentos Sociais. Paradigmas teóricos dos Movimentos
Sociais; agentes, tipos de movimentos e mudança social. A construção do ator coletivo e a crítica à
representação homogênea de comunidade. O debate contemporâneo sobre Movimentos Sociais
no Brasil e na América Latina. Movimentos Sociais e os processos de construção da cidadania; sua
relação com a estrutura social e os novos formatos organizacionais. O papel do controle social na
organização governamental. A (re) construção dos objetos de intervenção junto aos Movimentos
Sociais e Conselhos de Direitos. As relações étnico-raciais frente aos movimentos sociais,
conforme Resolução CNE/CP n˚ 7/2004.
Referência Básica:
MONTAÑO, Carlos; DURIGUETTO, Maria Lúcia. Estado, classe e movimento social. 3. ed. São
Paulo: Cortez, 2011.
GOHN, Maria da Gloria. Novas teorias dos movimentos sociais. 3.ed. São Paulo: Loyola, 2010.
HENRIQUE, Carlos Augusto Junqueira et al. Trabalho e movimentos sociais. Belo Horizonte: Del
Rey, 2008.
Referência Complementar:
COVRE, Maria de Lourdes Manzini. O que é cidadania?. São Paulo: Brasiliense, 1991.
DEMO, Pedro. Cidadania tutelada e cidadania assistida. Campinas: Autores Associados, 1995.
MENDONÇA, Ricardo Fabrino. Movimentos sociais como acontecimentos: linguagem e espaço
público.
Lua
Nova,
São
Paulo,
n.
72,
p.115-142,
2007.
Disponível
em:
<http://www.scielo.br/pdf/ln/n72/a05n72>. Acesso em 14 mar. 2014.
RAICHELIS, Raquel. Esfera pública e conselhos de assistência social: caminhos da construção
democrática. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
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Página100
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628.
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO III
Ementa: Desenvolvimento de atividade teórico-prática de aproximação dos discentes à realidade
profissional em estabelecimentos públicos ou privados prestadores de serviços sociais. Processo
de supervisão e atores nele envolvidos: supervisores usuários e discentes. Elaboração de plano de
estágio. Desenvolvimento de competências profissionais nas dimensões teórico-metodológica,
ético-política e técnico-operativa com relação à: análise institucional, compreensão das formas de
organização da política setorial ante as expressões da questão social. Elaboração de registros
técnicos. Identificação de demandas mediante a prática da observação e introdução nas
atividades das práticas profissionais efetivas, tendo a participação ativa do estagiário, sob a
supervisão acadêmica e do campo projeto de intervenção.
Referência Básica:
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a
formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação
profissional. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Lumen Juris, 2013.
Referência Complementar:
"ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo
alternativas.
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ABEPSS
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Disponível
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<http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.”
ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em
Serviço
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Disponível
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<http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014.
COSTA, Selma Frossard. O planejamento do estágio em Serviço Social. Serviço Social em
Revista. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v1n1_planejamento.htm>. Acesso
em: 24 fev. 2014.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia
para a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390,
jan./jun.
2013.
Disponível
em:
<http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página101
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628.
ORIENTAÇÕES PARA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO III
Ementa: Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico e prática, em organizações
governamentais, não governamentais, fundações e em empresas privadas.
Referência Básica:
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a
formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação
profissional. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Lumen Juris, 2013.
Referência Complementar:
“ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo
alternativas.
Projeto
ABEPSS
itinerante,
fev.
2014.
Disponível
em:
<http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.”
ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em
Serviço
Social.
Disponível
em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014.
COSTA, Selma Frossard. O planejamento do estágio em Serviço Social. Serviço Social em
Revista. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v1n1_planejamento.htm>. Acesso
em: 24 fev. 2014.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia
para a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390,
jan./jun.
2013.
Disponível
em:
<http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página102
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628.
POLÍTICAS DE SAÚDE E SAÚDE MENTAL
Ementa: O Estado brasileiro e a política de saúde. A discussão da reforma sanitária. O Sistema
Único de Saúde: modelo de atenção, financiamento, gerenciamento e controle social. A
consolidação do Sistema Único de Saúde: impasses e perspectivas, gestão e operacionalização.
Prestação e administração de serviços sociais na área da saúde. A particularidade dos segmentos
especiais e grupos específicos. O histórico atual das políticas de: saúde e saúde mental. A saúde
mental como objeto de atuação interdisciplinar. O arcabouço jurídico-legal que lhes dão
sustentabilidade. O papel e as atribuições do Serviço Social frente às políticas de saúde e saúde
mental.
Referência Básica:
BRAVO, Maria Inês Souza (Org.). Serviço social e reforma sanitária: lutas sociais e práticas
profissionais. São Paulo: Cortez Editora, 2011.
VASCONCELOS, Ana Maria de. A prática do serviço social: cotidiano, formação e alternativas
na área da saúde. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2011.
VASCONCELOS, Eduardo Mourão (Org.). Saúde mental e serviço social: o desafio da
subjetividade e da interdisciplinaridade. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
Referência Complementar:
LAURIDSEN-RIBEIRO, Edith; TANAKA, Oswaldo Yoshimi. Atenção em saúde mental para
crianças e adolescentes no SUS. São Paulo: Hucitec, 2010.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em
saúde. 7. ed. São Paulo: Hucitec, 2000.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Portal da Saúde. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/>.
Acesso em 24 fev.2014.
ROSA, Lúcia. Transtorno mental e o cuidado na família. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página103
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez, 1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628.
PSICOLOGIA SOCIAL
Ementa: Contextualização histórica e epistemológica da psicologia social - sua especificidade. O
estudo dos pequenos grupos. História da produção teórica e prática em pequenos grupos. Grupos:
conceitos básicos, pesquisa e intervenção. História e fenômeno de grupo. Contextualização
histórica e epistemológica da Psicologia Social Moderna e seus fundamentos teóricos. As relações
entre indivíduo, sociedade e cultura. Temáticas como: Ideologia, Representações Sociais,
Linguagem, Conhecimento, Comunicação, Identidade, Subjetividade, Gênero, Processo Grupal e
Psicologia Política. O estudo dos pequenos grupos. História da produção teórica e prática em
pequenos grupos. Grupos: conceitos básicos, pesquisa e intervenção. História e fenômeno de
grupo. Os grupos como lugar de produção da ideologia. As questões do poder. Métodos e técnicas
de formação de grupos. Grupo como lugar da diferença e não da homogeneidade.
Referência Básica:
CODO,
Wanderley;
LANE,
Silvia
T.
Maurer
(Org.) Psicologia
social: o
homem
em
movimento. 13. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
CAMPOS, Regina Helena de Freitas (Org.); LANE, Silvia T. Maurer et al. Psicologia social
comunitária: da solidariedade à autonomia. 16. ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
LANE, Silvia T. Maurer. O que é psicologia social. 22. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
Referência Complementar:
ABRAPSO:
Associação
brasileira
de
psicologia
social.
Disponível
em:
<http://www.abrapso.org.br/>. Acesso em: 24 fev. 2014.
BOCK, Ana Mercês Bahia; FURTADO, Odair; TEIXEIRA, Maria de Lourdes T. Psicologias: uma
introdução ao estudo da psicologia. 8. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.
FÁVERO, Eunice Teresinha; MELÃO, Magda Jorge Ribeiro; JORGE, Maria Rachel Tolosa (Org.).
O serviço social e a psicologia no judiciário: construindo saberes, conquistando direitos. 3.ed.
São Paulo: Cortez, 2008.
PEREIRA, William Cesar Castilho. Dinâmica de grupos populares. 13. ed. Petrópolis: Vozes,
1998.
TORRES, Cláudio. Psicologia social: principais temas e vertentes. Porto Alegre: ArtMed, 2011.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página104
(Minha Biblioteca). Disponível em: <http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788536326528>.
7º MÓDULO
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV
Ementa: Desenvolvimento de atividade teórico-prática de aproximação dos discentes à realidade
profissional em estabelecimentos públicos ou privados prestadores de serviços sociais. Processo
de supervisão e atores nele envolvidos: supervisores usuários e discentes. Elaboração de plano de
estágio. Desenvolvimento de competências profissionais nas dimensões teórico-metodológica,
ético-política e técnico-operativa com relação à: análise institucional, compreensão das formas de
organização da política setorial ante as expressões da questão social. Elaboração de registros
técnicos. Identificação de demandas mediante a prática da observação e introdução nas atividades
das práticas profissionais efetivas, tendo a participação ativa do estagiário, sob a supervisão
acadêmica e do campo projeto de intervenção.
Referência Básica:
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a
formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Lumen Juris, 2013.
Referência Complementar:
ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas.
Projeto
ABEPSS
itinerante,
fev.
2014.
Disponível
em:
<http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.
ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em
Serviço
Social.
Disponível
em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014.
CEFESS: Conselho Federal de serviço Social. Meia formação não garante um direito: o que
você precisa saber sobre a supervisão direta de estágio em Serviço Social.
Disponível em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/BROCHURACFESS_ESTAGIO-SUPERVISIONADO.pdf>.
Acesso em: 24 jun. 2014.
COSTA, Selma Frossard. O planejamento do estágio em Serviço Social. Serviço Social em
Revista. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v1n1_planejamento.htm>. Acesso
em: 24 fev. 2014.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estágio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia
ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390,
jan./jun.
2013.
Disponível
em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página105
<http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014.
ORIENTAÇÕES PARA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO IV
Ementa: Desenvolvimento de atividades teoria e prática de estágio supervisionado em
organizações governamentais, não governamentais, fundações e empresas privadas prestadoras
de serviços sociais. Espaço de problematização e aprofundamento analítico da temática atinente
ao núcleo e dos respectivos objetos do trabalho de campo profissional.
Referência Básica:
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. Supervisão de estágio em serviço social: desafios para a
formação e o exercício profissional. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
BURIOLLA, Marta A. Feiten. O estágio supervisionado. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
LOBATO, Alzira Tereza et al. Serviço social: temas, textos e contextos. 4. ed. Rio de Janeiro:
Lumen Juris, 2013.
Referência Complementar:
ABEPSS. Estágio supervisionado em Serviço Social: desfazendo os nós e construindo alternativas.
Projeto
ABEPSS
itinerante,
fev.
2014.
Disponível
em:
<http://abepss.org.br/files/up/ABEPSS%20ITINERANTE%281%29.pdf>. Acesso em 24 jun. 2014.
ABEPSS. Política nacional de estágio da Associação brasileira de ensino e pesquisa em
Serviço
Social.
Disponível
em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/pneabepss_maio2010_corrigida.pdf>. Acesso em: 24 jun. 2014.
CEFESS: Conselho Federal de serviço Social. Meia formação não garante um direito: o que
você precisa saber sobre a supervisão direta de estágio em Serviço Social.
Disponível em:
<http://www.cfess.org.br/arquivos/BROCHURACFESS_ESTAGIO-SUPERVISIONADO.pdf>.
Acesso em: 24 jun. 2014.
COSTA, Selma Frossard. O planejamento do estágio em Serviço Social. Serviço Social em
Revista. Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v1n1_planejamento.htm>. Acesso
em: 24 fev. 2014.
LEWGOY, Alzira Maria Baptista. O Estáio supervisionado em Serviço Social: desafios e estratégia
ára a articulação entre formação e exercício profissional. Temporalis. Brasília, v. 13, n. 25, p. 6390,
jan./jun.
2013.Disponível
em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página106
<http://www.cressrn.org.br/files/arquivos/9EKbSiTI4wl79N0dO3D9.pdf>. Acesso em: 25 jun. 2014.
SEGURIDADE SOCIAL E PREVIDÊNCIA SOCIAL
Ementa: Panorama histórico questões relativas às áreas da Seguridade Social: Saúde, Assistência
e Previdência Social, sua integração/ articulação, suas leis e desdobramentos políticos. A
Previdência no contexto da Seguridade Social. O Estado brasileiro e a construção do sistema
previdenciário público. A previdência social pública - estruturação, operacionalização, benefícios,
financiamento, gerenciamento e controle social. A relação previdência pública e privada. A contra
reforma previdenciária. Atuais tendências previdenciárias. A prática profissional do assistente social
no setor previdenciário. A particularidade de segmentos especiais. O direito do trabalhador.
Referência Básica:
BRAGA, Léa; CABRAL, M. do Socorro Reis (Org.). Serviço social na previdência: trajetória
projetos profissionais e saberes. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
MOTA, Ana Elisabete. Cultura da crise e seguridade social: um estudo sobre as tendências da
previdência e da assistência social brasileira nos anos 80 e 90. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
SILVA, Ademir Alves da. A gestão da seguridade social brasileira: entre a política pública e o
mercado. São Paulo: Cortez Editora, 2004.
Referência Complementar:
FALEIROS, Vicente de Paula. A política social do estado capitalista: as funções da previdência
e da assistência sociais. 12. ed. São Paulo : Cortez, 2009.
MDS: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Concepção e gestao da
proteção social não contributiva no Brasil. Brasília:
UNESCO, 2009. Disponível em:
<http://www.mds.gov.br/assistenciasocial/secretaria-nacional-de-assistencia-socialsnas/livros/concepcao-e-gestao-da-protecao-social-nao-contributiva-no-brasil/concepcao-e-gestaoda-protecao-social-nao-contributiva-no-brasil>. Acesso em: 24 fev. 2014.
MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL. Panorama da previdência social brasileira. 3. ed.
Brasília, 2007. Disponível em: <http://www.previdencia.gov.br/arquivos/office/3_090126-092058729.pdf>. Acesso em 24 fev.2014.
VIEIRA, Evaldo. Os direitos e a política social. 2.ed. São Paulo: Cortez, 2007.
YAZBEK, Maria Carmelita. Classes subalternas e assistência social. 7.ed. São Paulo: Cortez,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página107
2009
SERVIÇO SOCIAL E MERCADO DE TRABALHO
Ementa: As instituições/organizações: o lócus institucional dos assistentes sociais. Tendências de
análise e/ou de leitura de sociedade orientadas pelas correntes positivista e marxista. Poder e
legitimidade: a questão da hegemonia. Ideologia. Táticas e estratégias no exercício do poder.
Processos de análise institucional. A prática do Serviço Social no espaço institucional. Conceitos
relacionados à formação do mercado de trabalho para o Assistente Social, suas alternativas e
desafios competitivos. Reflexões sobre a postura profissional e exigências do mercado.
Identificação de oportunidades e criação de diferenciais. O trabalho do Assistente Social como
especialidade do trabalho coletivo na sociedade. Áreas de atuação profissional.
Referência Básica:
FALEIROS, Vicente de Paula. Metodologia e ideologia do trabalho social. 12. ed. São Paulo:
Cortez, 2011.
CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL (BRASIL). O estudo social em perícias, laudos e
pareceres técnicos: contribuição ao debate no judiciário, penitenciário e na previdência social.
10.ed. São Paulo: Cortez, 2011.
IAMAMOTO, Marilda Villela. Trabalho e indivíduo social. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2012.
Referência Complementar:
ABREU, Marina Maciel. Serviço social e a organização da cultura: perfis pedagógicos da prática
profissional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
BENJAMIN, Alfred. A entrevista de ajuda. 13. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2011.
BRASIL. Lei Federal nº 8.662. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8662.htm>. Acesso em: 24 fev. 2014.
CEFSS: Conselho Federal de Servio Social. Regulamentação da profissão lei nº 8.662, de 7 de
junho de 1993. Disponível em: <http://www.cfess.org.br/arquivos/legislacao_lei_8662.pdf>. Acesso
em: 24 jun. 2014.
CRESS: Conselho regional de Serviço Social. Sobre a profissão de Serviço Social. Disponível
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página108
em: <http://www.cress-mg.org.br/Home/Index/1>. Acesso em: 24 fev. 2014.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
Ementa: Orientação teórica e prática de temas relacionados às atividades do Assistente Social,
objetivando a elaboração do trabalho de conclusão de curso.
Referência Básica:
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed.
rev. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009.
BASTOS, Lília da Rocha et al. Manual para a elaboração de projetos e relátorios de pesquisas,
teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e
execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação
de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Referência Complementar:
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da
pesquisa. 18. ed. Petrópolis, RJ : Vozes 2000.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 7.
ed.
São
Paulo:
Atlas,
2010. (Minha
Biblioteca).
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522484867/page/iv>.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11.
ed. São Paulo: Atlas, 2009.
TACHIZAWA, Takeshy. Como fazer monografia na prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Fund. Getúlio
Vargas, 1999.
TEMPORALIS. Porto Alegre: Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social, 2004-
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página109
. Semestral. ISSN 1518-7934.
8º MÓDULO
GESTÃO EM SERVIÇO SOCIAL
Ementa: Discutir o ambiente das organizações, histórico da Administração, papel do GestorAdministrador; áreas funcionais da Empresa, funções do Administrador, funções administrativas,
principais Teorias administrativas, planejamento formal e Estratégico. Tipos de estruturas
organizacionais, desenvolvimento gerencial, liderança, desenvolvimento de equipes e pessoas,
motivação, Responsabilidade Social e papel do Serviço Social organizacional. Conceitos básicos
da nova gestão pública: descentralização, relações intergovernamentais, intersetorialidade,
participação e accountability e sua relação com os principais temas da agenda social, Sistema de
Monitoramento e Avaliação de políticas, programas e projetos sociais. Conceitos, origens,
metodologias e desafios do Sistema de Monitoramento e Avaliação. Construção de indicadores e
instrumentais para o Monitoramento e Avaliação
Referência Básica:
OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e
práticas. 27.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
BAPTISTA, Myrian Veras. Planejamento social: intencionalidade e instrumentação. 2. ed. São
Paulo, SP: Veras, 2007.
RICO, Elizabeth Melo (Org.). Avaliação de políticas sociais: uma questão em debate. 6.ed. São
Paulo: Cortez, 2009.
Referência Complementar:
AVANCINI, Eliane Vignatti; CORDEIRO, Sandra Maria Almeida. A importância do planejamento
estratégico em organizações do terceiro setor. Serviço Social em Revista. v.7, n.1, jul./dez, 2004.
Disponível em: <http://www.uel.br/revistas/ssrevista/c_v7n1_sandra.htm>.
Acesso em: 24 fev.
2014.
COHEN, Ernesto; FRANCO, Rolando. Avaliação de projetos sociais. 10.ed. Petrópolis: Vozes,
2012.
OLIVEIRA, Fátima Bayma de; KASZNAR, Istvan Karoly (Org.) Saúde, previdência e assistência
social: políticas públicas integradas desafios e propostas estratégicas. São Paulo: Pearson
Prentice
Hall
Brasil,
2007.
(Biblioteca
virtual).
Disponível
em:
<http://UNIBH.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788576050711>.
SEN, Amartya Kumar. Desenvolvimento como liberdade. São Paulo: Companhia das Letras,
2001.
YWATA, Suzana Yuriko; GIROTO, Ana Paula Santana. Indicadores sociais com instrumento de
gestão social. Serviço Social em Revista. v.10, n.2, jan./jul., 2008. Disponível em:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página110
<http://www.uel.br/revistas/ssrevista/>. Acesso em 14 mar.2014.
LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS
Ementa: Visa conhecer a língua brasileira de sinais e sua história. Entrar em contato com a
cultura e identidade dos surdos. Apresenta o alfabeto manual e os números. Introdução ao
vocabulário, utilização dos pronomes pessoais, verbos e adjetivos e estruturação gramatical.
Discute a importância da expressão corporal e conversação.
LOPES, Maura Corcini. Surdez & educação. 2.ed., rev. e ampl. Belo Horizonte: Autêntica,
2011.
CAPOVILLA, Fernando César; RAPHAEL, Walkiria Duarte (Ed.). Dicionário enciclopédico
ilustrado trilíngue da língua de sinais brasileira. 3. ed. São Paulo: Edusp, 2006.
SKLIAR, Carlos (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. 6. ed. Porto Alegre: Mediação,
2012.
Referência Complementar:
BRASIL. Lei nº 10.098 de 19/12/2000. Estabelece normas gerais e critérios básicos para a
promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida,
e dá outras providências. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l10098.htm>.
Acesso em 24 fev.2014.
PORTAL DO SURDO. Disponível em: <http://www.portaldosurdo.com/>. Acesso em 24
fev.2014.
PORTAL LIBRAS LEGAL. Disponível em: <http://www.libraselegal.com.br/portal/>. Acesso em
24 fev.2014.
QUADROS, Ronice Müller de. Educação de surdos: a aquisição da linguagem. Porto Alegre:
Artmed, 1997.
SACKS, Oliver W. Vendo vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página111
das Letras, 1998.
POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO, CRIANÇA E ADOLESCENTE
Ementa: O arcabouço jurídico - institucional que rege a área da educação no tocante a:
educação infantil, jovem e adulto, indígena e portadores de necessidades especiais. Diagnóstico
das questões sociais e assessoria das atividades sociais específicas que envolvem as famílias e
a instituição escolar. Conformação histórica da política de atendimento aos direitos da criança e
do adolescente no Brasil, sua evolução.
Referência Básica:
SALES, Mione Apolinário; MATOS, Maurílio Castro de; LEAL, Maria Cristina (Org.). Política
social, família e juventude: uma questão de direitos. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
ROJAS ACOSTA Ana; VITALE, Maria Amália Faller (Org.). Família: redes, laços e políticas
públicas. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
VOLPI, Mario (Org.). O adolescente e o ato infracional. 9.ed. São Paulo: Cortez, 2011.
Referência Complementar:
BRASIL. Estatuto da criança e adolescente: Lei n.8.069, de 13-7-1990. 16.ed. São Paulo:
Saraiva, 2013.
CURY, Carlos Roberto Jamil. Lei de diretrizes e bases da educação (Lei 9.394/96). 4. ed. Rio
de Janeiro: DP&A, 2001.
KALOUSTIAN, Sílvio Manoug (Org.). Família brasileira: a base de tudo. 10. ed. São Paulo:
Cortez, 2011.
MÜLLER, Fernanda (Org); PROUT, Alan et al. Infância em perspectiva: políticas, pesquisas e
instituições. São Paulo: Cortez, 2010.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página112
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628.
TRABALHO, SOCIABILIDADE, SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE.
Ementa: O processo de trabalho na sociedade capitalista. As transformações contemporâneas
no processo de acumulação e regulação social e suas derivações na organização e na gestão do
trabalho. Novas relações sociais a partir das alterações no mercado de trabalho. Exclusão social
e exclusão do trabalho. A polêmica em torno da crise da sociedade do trabalho. O Serviço Social
como especialização do trabalho coletivo. Novos contornos do trabalho, seus reflexos na
organização social, alternativas de inclusão social pelo trabalho. A inserção do Assistente Social
nos processos de trabalho: sustentabilidade e meio ambiente, e a formulação de projetos de
intervenção.
Referência Básica:
ANTUNES, Ricardo L. C. Adeus ao trabalho?: Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade
do mundo do trabalho. 7.ed. rev. ampl. São Paulo: Cortez, 2000.
DOMINGUEZ GÓMEZ, José Andrés; VÁZQUEZ AGUADO, Octavio; GAONA PÉREZ, Alejandro
(Org.). Serviço social e meio ambiente. 4.ed. São Paulo: Cortez, 2011.
FREIRE, Lucia; FREIRE, Silene de Moraes; CASTRO, Alba Tereza Barroso de (Org.). Serviço
social, política social e trabalho: desafios e perspectivas para o século XXI. 3.ed. São Paulo:
Cortez, 2010.
Referência Complementar:
ALBORNOZ, Suzana. O que é trabalho. 6.ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
BRASIL. Ministério do meio ambiente. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/>. Acesso em 24
fev.2014.
PEREIRA, Adriana Camargo. Sustentabilidade, responsabilidade social e meio ambiente.
São
Paulo:
Saraiva,
2008.
(Minha
Biblioteca).
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788502151437>.
SANTANA, Marco Aurélio. Sociologia do trabalho no mundo contemporâneo. 3. ed. Rio de
Janeiro: Jorge Zahar 2010.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página113
SERVIÇO SOCIAL & SOCIEDADE. São Paulo: Cortez,1992-. Quadrimestral. ISSN 0101-6628.
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO II: MONOGRAFIA
Ementa: Orientação teórica e prática de temas relacionados às atividades do Assistente Social,
objetivando a elaboração do trabalho de conclusão de curso.
Referência Básica:
FRANÇA, Júnia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed.
rev. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009.
BASTOS, Lília da Rocha et al. Manual para a elaboração de projetos e relátorios de
pesquisas, teses, dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2003.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e
execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e
interpretação de dados . 7. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
Referência Complementar:
KOCHE, José Carlos. Fundamentos de metodologia científica: teoria da ciência e prática da
pesquisa. 18. ed. Petrópolis, RJ : Vozes 2000.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 7.
ed.
São
Paulo:
Atlas,
2010. (Minha
Biblioteca).
Disponível
em:
<http://online.minhabiblioteca.com.br/books/9788522484867/page/iv>.
MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. 11.
ed. São Paulo: Atlas, 2009.
TACHIZAWA, Takeshy. Como fazer monografia na prática. 3. ed. Rio de Janeiro: Fund. Getúlio
Vargas, 1999.
TEMPORALIS. Porto Alegre: Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página114
2004-. Semestral. ISSN 1518-7934.
SERVIÇO SOCIAL E TERCEIRO SETOR
Ementa: A relação público/privado na história do Estado brasileiro. Condicionamento econômicopolítico da emergência do “terceiro setor” na sociedade capitalista contemporânea e,
particularmente, na contextualidade brasileira Neoliberalismo e “terceiro setor”. Da seguridade
social ao “terceiro setor”: o “terceiro setor” e a produção de serviços sociais no processo de
reforma gerencial do Estado brasileiro. As implicações da expansão do “terceiro setor” sobre a
prática profissional do serviço social.
Referência Básica:
MONTAÑO, Carlos. Terceiro setor e questão social: crítica ao padrão emergente de
intervenção social. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
IOSCHPE, Evelyn Berg (Org.). 3º setor: desenvolvimento social sustentado. 3. ed. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 2005.
SILVA, Maria das Graças Bigal Barboza da; SILVA, Ana Maria Viegas da. Terceiro setor: gestão
de entidades sociais (ONG-Oscip-OS).Belo Horizonte: Fórum, 2008.
Referência Complementar:
BOCCHI, Olsen Henrique. O terceiro setor: uma visão estratégica para projetos de interesse
público.
Curitiba:
Inter
Saberes,
2013.
(Biblioteca
virtual).
Disponível
em:
<http://UNIBH.bv3.digitalpages.com.br/users/publications/9788582126592/pages/-2>.
GOHN, Maria da Glória. O protagonismo da sociedade civil: movimentos sociais, ONGs e
redes solidárias. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2008.
GOHN, Maria da Glória. Teorias dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e
contemporâneos. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2000.
IAMAMOTO, Marilda Villela. O serviço social na contemporaneidade: trabalho e formação
profissional. 19.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
YAZBEK, Maria Carmelita. Classes subalternas e assistência social. 7.ed. São Paulo: Cortez,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página115
2009
SERVIÇO SOCIAL JUDICIÁRIO
Ementa: O Serviço Social e a construção do conceito de sistema sócio jurídico. Práticas
profissionais no sistema sócio jurídico: o Serviço Social no sistema penal, o Serviço
Social na aplicação de medidas socioeducativas e o Serviço Social no Poder Judiciário.
Referência Básica:
FALEIROS, Vicente de Paula. Saber profissional e poder institucional. 10.ed. São Paulo:
Cortez, 2011.
ROJAS ACOSTA, Ana; VITALE, Maria Amália Faller (Org.). Família: redes, laços e políticas
públicas. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2010.
SIMÕES, Carlos. Curso de direito do serviço social. 5.ed. São Paulo, SP: Cortez, 2011.
Referência Complementar:
COUTO, Berenice Rojas. O direito social e a assistência social na sociedade brasileira: uma
equação possível?. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2008.
RICO, Elizabeth Melo (Org.). Avaliação de políticas sociais: uma questão em debate. 6.ed. São
Paulo: Cortez, 2009.
RIZZINI, Irene. O século perdido: raízes históricas das políticas públicas para a infância no
Brasil. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
ROSA, Felippe Augusto de Miranda. Sociologia do direito: o fenômeno jurídico como fato social.
13.ed. Rio de Janeiro : Zahar, 1996.
SILVA, Maria Ozanira da Silva e; YAZBEK, Maria Carmelita (Orgs). Políticas públicas de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página116
trabalho e renda no Brasil contemporâneo. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
PENSAMENTO ECONÔMICO MODERNO
Ementa: A constituição da economia política como campo científico. O Liberalismo, o
Keynesianismo, o Neoliberalismo e a Crítica Marxista da Economia Política. As mudanças
contemporâneas no padrão de acumulação e suas expressões na economia brasileira e
internacional. Produto. IDH. Distribuição de renda. Política fiscal. Orçamento Público. Noções
básicas de economia internacional.. Desenvolvimento econômico e sustentabilidade.
Referência Básica:
HUNT, E. K. História do pensamento econômico: uma perspectiva crítica . 3. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2013.
COUTINHO, Maurício Chalfin. Lições de economia política clássica.
São Paulo: Hucitec,
1993.
HOBSBAWM, E. J. Era dos extremos: o breve século XX,1914-1991. 2. ed. Sao Paulo:
Companhia das Letras, 1995.
Referência Complementar:
ANTUNES, Ricardo L. C. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do
trabalho. 2. ed. rev. e ampl. Perdizes: Boitempo, 2009.
BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista: a degradação do trabalho no século XX.
3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1987.
FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. 20. ed. São Paulo: Nacional, 1985.
MAAR, Wolfgang Leo. O que é política. 16. ed. Sao Paulo: Brasiliense, 1994.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página117
WEFFORT, Francisco C. (Org.). Os clássicos da política. 14. ed. Sao Paulo: Ática, 2006.
ANALISE INSTITUCIONAL
Ementa: Correntes da análise institucional em suas diversas abordagens. A análise como
recurso técnico instrumental para o trabalho dos assistentes sociais. Poder e contra poder no
espaço institucional. Processos de análise institucional. A prática do Serviço Social no espaço
institucional.
Referência Básica:
FALEIROS, Vicente de Paula. Saber profissional e poder institucional. 10.ed. São Paulo:
Cortez, 2011.
BARROCO, Maria Lucia Silva. Ética e serviço social: fundamentos ontológicos. 8. ed. São
Paulo: Cortez, 2010.
MOTA, Ana Elizabete da. O feitiço da ajuda: as determinações do serviço social na
empresa. 6.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
Referência Complementar:
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. 37. ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
FREIRE, Lúcia. O serviço social na reestruturação produtiva: espaços, programas, direções e
processos do trabalho profissional. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2010.
GUERRA, Yolanda. A instrumentalidade do serviço social. 9. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
TEMPORALIS. Porto Alegre: Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social,
2004-. Semestral. ISSN 1518-7934.
TEMPORALIS. Porto Alegre: Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social,
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página118
2004-. Semestral. ISSN 1518-7934.
ANEXO 2 - MANUAL DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR DE
GRADUAÇÃO - TIG
1.
APRESENTAÇÃO
Este manual é um documento interno cujo objetivo é orientar a comunidade acadêmica no processo de
elaboração do Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG, disciplina que passa a compor a nova
matriz curricular dos cursos de graduação a partir do segundo semestre de 2009.
Partimos do entendimento de que, durante o curso de graduação, o aluno deve ser estimulado a produzir
trabalhos acadêmicos que lhe propiciem o desenvolvimento de um conjunto de competências no campo
de sua futura atuação profissional, por meio de uma aproximação maior entre a realidade prática e a
teoria aprendida em sala de aula. Como o conhecimento na vida cotidiana não aparece fragmentado,
pois a realidade é necessariamente global e multidimensional, precisamos encontrar uma forma de
garantir espaço e tempo no currículo para a integração dos saberes, sem que isso signifique
desconsiderar as especificidades disciplinares. Para tal, faz-se necessária a adoção de uma atitude
interdisciplinar, a qual envolverá o corpo docente e discente em uma mudança no processo de tomada
de decisão frente aos problemas que permeiam as disciplinas envolvidas.
Nesse processo, alunos e professores atuam colaborativamente, pois são co-construtores do
conhecimento, em um movimento que enfoca a metacognição (aprender a pensar) e acentua os
processos gerais, como a resolução de problemas comuns às disciplinas. Assim, trabalhando em
pequenos grupos e coletivamente, os alunos poderão pesquisar e resolver problemas suficientemente
complexos, relacionados à realidade do mundo em que vivem, como forma de provocar a aplicação e
produção de conhecimentos sobre temas que não podem ser encerrados nos compartimentos das
disciplinas existentes.
Nessa perspectiva, os passos que caracterizam os processos acadêmicos envolverão grupos de alunos
e os levarão a atuar da seguinte maneira:

Discussão de um problema particular que constitua um desafio cognitivo e cuja solução demande
pesquisa;

Utilização dos próprios conhecimentos e experiências dos alunos, que para isso contam com a
orientação de professores e são incentivados a buscar, por si mesmos, os conhecimentos

Levantamento de uma série de hipóteses que podem explicar e resolver o problema;

Investigação das hipóteses apontadas;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página119
necessários para chegarem a uma resposta para o problema abordado;

Indicações de possíveis respostas e soluções e, ao final do processo, preparação de uma
apresentação com os resultados para a turma.
Nesse contexto da reforma curricular, a interdisciplinaridade, por meio do Trabalho Interdisciplinar de
Graduação – TIG, ajudará a abrir as portas da sala de aula, a trazer significado aos conteúdos e a
construir pontes para todos os ambientes/espaços que corroborem a aventura de aprendizagem dos
alunos.
2.
PARADIGMA INTERDISCIPLINAR
A interdisciplinaridade não é apenas a reorganização metódica de disciplinas e conteúdos numa “grade”;
é também uma tomada de posição, face ao problema do conhecimento, por parte das pessoas
envolvidas num projeto educativo que retoma e reconhece a complexidade do dilema da presença do
homem no mundo, isto é, dos problemas com os quais nos defrontamos, e propõe soluções para que a
humanidade possa se expressar em sua plenitude.
Isso se manifesta em:

Uma relação de reciprocidade, de mutualidade, um regime de copropriedade, de interação, que irá
possibilitar o diálogo entre os envolvidos num projeto pedagógico e nutrir-se de uma
intencionalidade;

Um regime de cooperação entre disciplinas ou entre setores heterogêneos de uma mesma
ciência, que se faz por meio de trocas e visando ao enriquecimento mútuo;

Um movimento entre prática-teoria-prática nos processos de ensino e aprendizagem que favorece
a eliminação do hiato existente entre a formação universitária e a atividade profissional e atribui
sentido aos conteúdos;

Uma premissa de que nenhuma forma de conhecimento é, em si mesma, capaz de dar conta de
uma determinada realidade. O diálogo do conhecimento científico e tecnológico com formas
variadas de saberes – o saber tácito, o saber intuitivo, o saber popular, o saber informal, o saber
do inconsciente, os saberes presentes em toda a expressão da vida humana – é estimulado de
modo a deixar-se interpenetrar por elas, preservando-se, todavia, o olhar científico sobre o
fenômeno em estudo;

Uma substituição da concepção fragmentária do conhecimento e do ser humano por outra,
unitária, complexa e multifacetada.
A interdisciplinaridade é, portanto, uma atitude epistemológica e pedagógica que incorpora uma nova
concepção de:
Conhecimento;
Sujeito;
Relação do sujeito com o conhecimento.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página120



3.
ATITUDE INTERDISCIPLINAR
A atitude interdisciplinar é compreendida como uma tomada de posição face ao problema do
conhecimento por parte de pesquisadores, professores, alunos e demais pessoas envolvidas num
projeto educativo. Não se esgota na junção de conteúdos ou de métodos, nem na junção de disciplinas
ou criação de novos conteúdos, produto dessas junções. Uma vez que se trata de encontro entre
sujeitos com uma determinada intencionalidade face ao conhecimento, a parceria é apontada como
premissa maior da interdisciplinaridade, já que o educador que a pratica não o faz solitariamente, mas
dialogando com teóricos, com seus pares, com seus alunos.
O diálogo entre formas e tipos variados de conhecimento com os quais não estamos habituados e a
interpenetração daí decorrente cria a possibilidade de consolidação da intersubjetividade – a
possibilidade de um pensar que venha se completar no outro – e será tanto mais profícua quando houver
a intencionalidade de efetivação de novas, melhores e mais consistentes parcerias. O trabalho
interdisciplinar sustentado na parceria é muito mais fruto do encontro de sujeitos parceiros com
ideias e disposição para o trabalho do que de disciplinas. A responsabilidade mútua surge como
uma característica fundamental dos parceiros em um projeto interdisciplinar, fruto do envolvimento com o
projeto em si, com as pessoas, com as instituições.
4.
PRINCÍPIOS
NORTEADORES
DA
DISCIPLINA
TRABALHO
INTERDISCIPLINAR
DE
GRADUAÇÃO – TIG.
A disciplina TIG, caminho encontrado por nossas instituições de ensino superior para a efetivação da
interdisciplinaridade e circulação dos saberes, apresenta-se como uma proposta de prática
interdisciplinar que desempenhará a função aglutinadora das dimensões da Aprendizagem Significativa,
das quais merecem destaque:
4.1.
DCNS e PPCS
O tema foco do TIG deve estar diretamente relacionado à formação de habilidades (específicas e
globais) e de competências descritas nas Diretrizes Curriculares Nacionais e nos Projetos Pedagógicos
dos Cursos, de modo a corroborar a formação profissional, humana e cidadã dos alunos e a ajudar na
sua inserção político-social.
4.2.
Letramento Acadêmico
O letramento acadêmico traduz-se em ações que viabilizam o desenvolvimento dos alunos e a sua
formação como sujeitos acadêmicos. Alguns descritores são considerados fundamentais para que os
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página121
alunos possam, por exemplo, desenvolver senso crítico, capacidade de integrar conhecimentos e outras
habilidades/competências essenciais para uma participação efetiva na sociedade. Esses descritores
incluem, principalmente:

O desenvolvimento contínuo das habilidades de leitura e escrita nas diferentes áreas do
conhecimento;

O desenvolvimento contínuo do raciocínio lógico-matemático;

O entendimento do processo de construção do conhecimento científico.
4.3.
Autonomia do Aprendiz
A disciplina TIG adota como princípio o papel ativo dos estudantes na construção do conhecimento, em
que o processo de aquisição do saber é mais importante que o próprio saber. Porém, para que se
envolvam ativamente nas decisões relacionadas a seu processo de aprendizagem e na implementação
dessas decisões, assumindo responsabilidade pela própria aprendizagem e tornando-se mais
independentes da ajuda dos professores, os estudantes devem, primeiramente, se conscientizar quanto
a seus estilos de aprendizagem (i.e., como aprendem) e desenvolver diferentes estratégias (i.e.,
procedimentos específicos – comportamentos, técnicas, recursos usados) para possibilitar e melhorar
sua aprendizagem e, consequentemente, ajudá-los a construir o próprio conhecimento. O professor deve
atuar, nesse contexto, como um facilitador da autonomia dos alunos.
4.4.
Trabalho em Equipe
Outro componente facilitador da autonomia e da autoregulação da aprendizagem é o trabalho em
equipe, sustentado pela teoria sociocultural proposta por Vygostsky e colaboradores, segundo a qual a
aprendizagem ocorre a partir de interações significativas, através das quais os indivíduos co-constroem o
seu conhecimento. Nessa teoria fundamentam-se também os pressupostos da aprendizagem
colaborativa: as interações são a chave para o desenvolvimento social, afetivo e, sobretudo, cognitivo.
Trabalhando juntos, os alunos e os professores não compartilham apenas ideias e informações, mas
também estilos e estratégias de aprendizagem.
4.5.
Espaços de aprendizagem
A sala de aula e qualquer outro ambiente/espaço de aprendizagem, intramuros (bibliotecas, laboratórios,
auditórios, clínica, agência, espaços de convivência, etc.) ou extramuros (cinema, teatro, museus,
empresas, portos, hospitais, postos de saúde, etc.), devem estimular a experiência, a experimentação e
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página122
a habilidade de problematizar dos alunos.
5.
NORMAS GERAIS
5.1.
Atribuições do Coordenador de Curso

Reuniões com os professores do curso, antes do início das aulas do semestre letivo, para
planejar, coletivamente, o trabalho interdisciplinar na sua totalidade, respeitando-se, porém, a
especificidade de cada período/módulo;

Sistematização da proposta por período/módulo em forma de Edital, elaborado pelos professores
do TIG encaminhado ao Coordenador de Curso para ser publicado;

Alocação, ao longo do semestre, de espaço nas reuniões com o corpo docente, com o objetivo de
avaliar o andamento do trabalho interdisciplinar e definir novos encaminhamentos, quando
necessário;

Interlocução contínua com os professores do TIG para monitorar o processo de desenvolvimento
do trabalho interdisciplinar;

Preparação de cartas de apresentação de alunos às instituições, no caso de trabalho de campo,
assim como certificados de participação, quando necessário;

Suporte ao professor da disciplina TIG no levantamento de infraestrutura para a realização de
protótipos, experiências, construção de peças/produtos/projetos;

Organização, com os professores do TIG, do período/módulo de apresentação do trabalho oral;

Reuniões com os professores, no final do semestre letivo, para avaliar o trabalho interdisciplinar e
identificar os aspectos que devem ser revistos no planejamento do semestre seguinte.
5.2.
Atribuições do professor do TIG
O professor do TIG será o articulador do desenvolvimento do trabalho interdisciplinar. Sua principal
atribuição é planejar e acompanhar o andamento do trabalho pelos alunos e articular a contribuição dos
demais professores, de forma a garantir a construção da interdisciplinaridade.
O professor da disciplina TIG se responsabilizará, antes do início das aulas, pela:

Definição, em parceria com os professores do período/módulo, do tema/foco da disciplina,
conforme o projeto pedagógico do curso;

Envolvimento dos professores na delimitação do que deve ser pesquisado em cada disciplina do

Sistematização das decisões do grupo de professores do período/módulo na forma de Edital;

Entrega do Edital ao Coordenador de Curso para publicação.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página123
período/módulo (Questão);
O professor da disciplina TIG será responsável, durante o semestre letivo, pela (o):

Apresentação da proposta do trabalho interdisciplinar aos alunos e divulgação do Edital;

Organização/distribuição dos grupos;

Distribuição dos subtemas por grupo se for o caso;

Descrição das tarefas a serem executadas pelos alunos e distribuição do cronograma de
atividades;

Levantamento de possibilidades de contatos para realização de coleta de dados e
pesquisa/trabalho de campo;

Levantamento de infraestrutura para realização de protótipos, experiências, construção de
peças/produtos/projetos.

Interlocução contínua com os professores do período/módulo para garantir a participação das
diversas disciplinas;

Avaliação contínua junto aos Coordenadores de Curso do processo de desenvolvimento do
trabalho interdisciplinar.
O professor do TIG não trabalhará o conteúdo específico das disciplinas e sim a articulação desses
conteúdos no trabalho escrito e na apresentação oral. Ele se encontrará com os membros de cada grupo
para:

Garantir a implementação da proposta;

Construir a metodologia do trabalho;

Acompanhar a realização dos trabalhos nas modalidades previstas em Edital;

Acompanhar a coleta de dados, se for se for o caso;

Acompanhar a elaboração dos trabalhos escrito e oral;

Colaborar na resolução dos obstáculos encontrados pelos grupos;

Avaliar o processo de desenvolvimento (etapas do processo) e o produto gerado.
5.3.
Atribuições dos professores das demais disciplinas do período/módulo
Os professores dos períodos/módulos contemplados com o TIG serão responsáveis por orientar os
grupos já formados, de modo a aguçar a sua percepção quanto à natureza e relevância da questão a ser
investigada. Isso significa, pois, construir com os grupos uma única questão relacionada ao conteúdo da
disciplina e à sua articulação com as demais, contribuindo para o diálogo entre elas. O conjunto de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página124
questões de todas as disciplinas norteará a coleta de dados empíricos e referências teóricas e/ou
documentais sobre o tema proposto. Cada professor indicará material bibliográfico para análise do
material empírico.
Cada disciplina deve assegurar O MÍNIMO DE 10% da carga horária total de aulas para garantir a
construção da resposta da questão formulada pela disciplina no trabalho interdisciplinar. A distribuição
dessa carga horária deverá ser definida em cronograma durante a fase de planejamento e deverá
constar do plano de ensino.
Os professores das demais disciplinas do período/módulo avaliarão o produto final do TIG. A pontuação
do trabalho em cada disciplina será de 10 (dez) pontos, conforme Edital do curso/período/turno. A nota
será lançada na segunda etapa do semestre letivo.15
5.4.
Atribuições dos alunos

Formar grupos de acordo com as normas estabelecidas pelo Edital do TIG;

Desenvolver o trabalho de acordo com as etapas de planejamento descritas no cronograma e
seguir as orientações do professor do TIG e dos demais professores do período;

Desenvolver um produto adequado à sua área de conhecimento;

Elaborar o trabalho escrito e preparar a apresentação oral do TIG.
5.5.
Formação dos grupos
As normas para a constituição dos grupos de trabalho interdisciplinar são:

o TIG será desenvolvido obrigatoriamente em grupo de no mínimo 5 e no máximo 8 alunos
participantes, conforme Edital;

os grupos poderão ser formados por livre escolha dos alunos.

o professor do TIG deverá auxiliar no processo de constituição dos grupos para garantir que todos
os alunos sejam alocados.
5.6.
Produto Final
A experiência do desenvolvimento do TIG deverá gerar um documento final escrito, que poderá assumir
vários formatos, adequando-se às necessidades e especificidades das diversas áreas do conhecimento,
respeitado o Edital do Período/Curso – Produto Final.
15
As normas de avaliação do TIG podem ser alteradas no caso de mudança no sistema de avaliação.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página125
Dentre as modalidades sugeridas, poderão ser formatos do TIG:
MODALIDADE
Trabalho teórico
Trabalho de
campo
Protótipo
Portfólio
Material didático
Projeto
Case
5.7.
EXEMPLO
Artigo
Ensaio
Etc.
Projetos de extensão
Movimentos sociais
Políticas sociais como efetivação de direitos
Etc.
Maquete
Produtos da engenharia (bomba de calor, bomba hidráulica)
Produtos da arquitetura (móveis, utensílios, edificações)
Etc.
Projetos gráficos com apresentação e análise do conjunto de trabalhos
de um artista (designer, fotógrafo, cineasta, jornalista) na modalidade
impressa ou virtual
Etc.
Manual
Material para o ensino de Cinema e Audiovisual
Produção de cartilhas para a sociedade (saúde, negócios,
planejamento financeiro)
Etc.
Desenvolvimento de software
Elaboração de uma home Page
Elaboração de um blog e outros produtos relacionados às novas
tecnologias (sites, podcasts, projetos de convergência)
Produção de vídeo
Reportagem (impressa, em vídeo, fotográfica, sonora)
Ensaio fotográfico
Ações de comunicação organizacional Vídeos (curtas)
CD-ROM
Programas de rádio
Anime (animação)
Empreendedorismo
Etc.
Diagnóstico, planejamento e execução de ações em instituições
privadas, públicas e não governamentais
Epidemiologia.
Internacionalização de empresas
Avaliação de desempenho
Comportamento
Etc.
Avaliação
O processo de avaliação do trabalho interdisciplinar será feito na disciplina TIG e em todas as demais
disciplinas do período/módulo. Na disciplina TIG serão distribuídos 100 pontos, conforme descrito
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página126
abaixo:
AVALIAÇÃO PROCESSUAL
VALOR
Apresentação da proposta aos alunos
Construção da metodologia
60
Elaboração do instrumento de coleta de dados
Realização das etapas do trabalho
Trabalho escrito
20
Apresentação oral
20*
Total
100
* Apresentação oral dividida em:
Habilidades
10
Arguição da banca examinadora (foco na pertinência e
articulação do conteúdo)
10
Nas demais disciplinas do período/módulo será avaliado o produto final e a pontuação deverá ser de
no máximo 10 pontos, de acordo com o Edital do Período/Módulo/Curso. Os pontos serão lançados na
segunda etapa de avaliação, como parte da distribuição dos pontos de trabalho.
6.
OPERACIONALIZAÇÃO
6.1.
Etapa 1 – Planejamento
A etapa de planejamento do Trabalho Interdisciplinar será sempre realizada na primeira semana do
semestre letivo, durante o Simpósio de Professores, consistirá em reunião de planejamento com todos
os professores de cada Período/Módulo/Curso e elaboração de Edital por Período/Módulo/Curso, com o
propósito de estabelecer as normas gerais, definir os objetivos, propor a formatação dos trabalhos e as
regras para a composição dos grupos, as modalidades de apresentação escrita e oral e o cronograma.
O planejamento da disciplina TIG deve contemplar as seguintes etapas:

Definição do tema:
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Página127
Tema que será o fio condutor do projeto:

Justificativa
Definição dos motivos pelos quais se pretende trabalhar este ou aquele tema de forma articulada
ao Projeto Político-Pedagógico do Curso.

Objetivos
O que se pretende alcançar e como o tema se liga ao projeto curricular do curso.

Abrangência
Definição de como as disciplinas e seus conteúdos estarão envolvidos no Trabalho Interdisciplinar.

Metodologia
Definição pelos professores de como cada um trabalhará o tema em sua disciplina e definição
da(s) referência(s) bibliográfica(s), da metodologia da pesquisa, do produto final e do modelo de
apresentação.

Cronograma
Definição de datas, etapas do processo de desenvolvimento, processos avaliativos.
O trabalho escrito deverá conter no máximo dez (10) páginas, com introdução, desenvolvimento,
conclusão e referências bibliográficas, e deve ser elaborado segundo as normas da ABNT.
A apresentação do trabalho oral deverá ser construída através de pôster, seminário, apresentação
para banca de professores ou outra modalidade de apresentação contemplada em Edital do
Período/Módulo/Curso.
6.2.
Etapa 2 - Desenvolvimento do Trabalho Interdisciplinar
Cada trabalho, dependendo de sua natureza e das peculiaridades de cada curso, poderá subdividir o
desenvolvimento em diferentes formatos, de acordo com os objetivos e as metodologias traçadas. A
partir da coleta de dados, os grupos deverão começar a relatá-los por escrito, sintetizando-os e trazendo
as referências teóricas e documentais para dialogar com os dados primários ou secundários.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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O desenvolvimento do Trabalho Interdisciplinar deverá contemplar as seguintes etapas:

Articulação com os princípios norteadores da interdisciplinaridade e com o Projeto PolíticoPedagógico do Curso
Depois do planejamento, o professor do TIG deve fundamentar os princípios norteadores da
interdisciplinaridade e articulá-los com o Projeto Político- Pedagógico do Curso para introduzir o tema
aos alunos e construir a proposta do trabalho.

Desenvolvimento
Os grupos de alunos se formam, fazem leituras e fichamentos dos textos indicados pelos professores
das disciplinas do período/módulo, constroem instrumentos de pesquisa, realizam trabalhos de campo,
reuniões, elaboram o trabalho escrito e o formato das apresentações. Ao longo do processo de
desenvolvimento do Trabalho Interdisciplinar os grupos serão avaliados processualmente.

Recursos, espaços de aprendizagem e definição dos campos de pesquisa.
Os espaços para o desenvolvimento do Trabalho Interdisciplinar poderão ser intramuros (bibliotecas,
laboratórios, auditórios, clínica, agência, espaços de convivência, etc.) ou extramuros (cinema, teatro,
museus, empresas, portos, hospitais, postos de saúde, etc.).
6.3.
Etapa 3 – Processo Avaliativo
Tanto na disciplina TIG quanto nas demais disciplinas do período/módulo serão distribuídos pontos
conforme o Edital do Período/Módulo/Curso.
7.
DISCIPLINA TIG
O processo avaliativo da disciplina TIG envolverá as seguintes etapas:

Avaliação Processual (Avaliação Formativa)
O aluno será avaliado durante o processo de formação de habilidades e competências que possam
contribuir para o seu desenvolvimento. A chave para esse tipo de avaliação está no fornecimento (pelo
professor) e internalização (pelo aluno) de feedback sobre o desempenho deste último, com um olhar
voltado para a continuação da sua formação.
Ao longo do semestre, o desenvolvimento do trabalho interdisciplinar será avaliado de acordo com
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página129
seguintes itens, dentre outros:
Apresentação da proposta do problema/pesquisa
Construção da problematização pelos grupos
Elaboração do instrumento de coleta de dados/pesquisa
Realização das etapas do trabalho pertinentes à metodologia
Análise dos dados
Elaboração do trabalho final escrito

Trabalho Escrito
O desenvolvimento do trabalho interdisciplinar produzirá um trabalho escrito final. A disciplina TIG
cobrará a interlocução entre os saberes construídos a partir do trabalho. Os trabalhos deverão ser
entregues ao professor do TIG na data fixada no cronograma.
Os professores das demais disciplinas do período/módulo também avaliarão o trabalho escrito, com
pontuação a ser definida no edital do TIG.

Apresentação oral
Cada grupo fará uma apresentação oral e será arguido por uma banca de professores, conforme Edital
do Período/Módulo/Curso, podendo contar com a utilização de recursos de natureza variada.
8.
DEMAIS DISCIPLINAS DO PERÍODO/MÓDULO
A avaliação do produto final será feito por todos os professores das disciplinas do período/módulo e a
nota deverá ser lançada na segunda etapa de avaliação de cada disciplina.
REFERÊNCIA:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página130
Evangelista, H. Almeida, I. Projeto Acadêmico Ânima/UNI-BH. Belo Horizonte, 2009.
Edital Nº 01/2013
Normas para Apresentação do Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG
Primeiro Semestre de 2013
A Coordenadora do curso de Serviço Social, no uso de suas atribuições e,
CONSIDERANDO:
1 – A reestruturação curricular implantada pelo Centro Universitário UNI-BH, com a inclusão da disciplina
Trabalho Interdisciplinar de Graduação – TIG – como forma de promover a interdisciplinaridade dentro
e fora da sala de aula;
2 – A necessidade dos alunos trabalharem de forma sistemática, organizada e solidária em grupos, tanto
na sala de aula como em outros espaços de aprendizagem, visando à construção de sua autonomia
acadêmica, intelectual, política e profissional;
3 - A decisão de se reservar, em horários regulares de aulas, o tempo adequado ao desenvolvimento
das diferentes atividades inerentes ao TIG;
4 – A Resolução CEPE Nº 01/2009 que aprova as Normas para o Trabalho Interdisciplinar de Graduação
– TIG – para os cursos de bacharelado, licenciatura e tecnologia do Centro Universitário de Belo
Horizonte – UNIBH.
RESOLVE:
Art. 1º - Em todos os cursos, períodos ou módulos, cujas matrizes curriculares contemplem a disciplina
TIG, os alunos serão orientados sobre as regras de construção, apresentação e avaliação do trabalho
interdisciplinar, estabelecidas no Manual de Trabalho Interdisciplinar de Graduação e neste Edital.
Art. 2º - Todos os alunos matriculados nas disciplinas TIG deverão desenvolver trabalho interdisciplinar
que envolva atividades de estudos e pesquisa, em conformidade com os Planos de Ensino indicados
pelos professores dos referidos componentes curriculares.
§ 1º - Os Trabalhos Interdisciplinares serão desenvolvidos, obrigatoriamente, em grupos de no mínimo
05 e no máximo 08 alunos participantes, sem interferência prévia dos professores ou Coordenadores de
Curso, tanto na composição dos grupos como na manutenção de seus membros, cabendo aos alunos à
responsabilidade pela manutenção de um grupo solidário, ético e responsável para com suas atividades
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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acadêmicas. Exceção aos alunos do primeiro ciclo – módulos A e B – que serão distribuídos nos grupos
através de um sorteio que deverá ser feito pelo professor de TIG, de acordo com o Art. 8º § 1º deste
Edital. O número de participantes dos grupos de cada turma deverá estar especificado no anexo 1.
§ 2º - Os Trabalhos Interdisciplinares deverão ser desenvolvidos a partir de atividades em classe, sob
orientação do professor de TIG, com a co-orientação dos demais docentes das disciplinas que compõem
o módulo ou período, bem como em atividades de estudos e pesquisas realizados fora de sala de aula,
de acordo com os horários disponibilizados para tal finalidade, para cada turma.
§ 3º - Em nenhuma hipótese será permitida a matrícula em disciplinas cujo horário de aulas coincida com
os horários reservados às atividades extraclasse do TIG.
§ 4º - Alunos matriculados em mais de um TIG deverão desenvolver tantos Trabalhos Interdisciplinares
quantas forem as matrículas naquelas disciplinas.
Art. 3º - O produto final do TIG, correspondente à modalidade, ao tema/eixo e à metodologia de trabalho
especificado para cada turma no Anexo 1, constará de um documento final escrito e de uma
apresentação oral a uma banca examinadora, em sala de aula, em horários previamente comunicados
aos alunos.
Art. 4º - O trabalho escrito deverá ser entregue obedecendo à data estipulada no cronograma. Não
serão aceitos trabalhos, após a data prevista.
§ 1º O trabalho escrito deverá ter no máximo 20 páginas, não considerando neste limite os elementos
pré-textuais. É de responsabilidade dos grupos a entrega para cada professor do período uma cópia
encadernada do trabalho para avaliação.
Art. 5º - Para a apresentação oral, todos os grupos deverão confeccionar um arquivo em Power point e
um produto criativo de mobilização social (banner, folder ou outra modalidade) que também fará parte da
avaliação.
§ 1º O período para as apresentações orais, no Circuito Acadêmico UNIBH, será no período de 19,20 e
21 de junho de 2013. Na data reservada para a apresentação do grupo todos os seus componentes
devem estar presentes e, nos demais dias do Circuito, os componentes do grupo deverão estar
presentes no espaço reservado, onde ficará exposto seu produto criativo. A ausência do aluno na
apresentação oral será penalizada em perda, pelo grupo, de 5 pontos por aluno faltoso.
§ Único-Todos os alunos devem estar presentes em todos os dias do Circuito Acadêmico UNIBH.
§ 2º A avaliação do trabalho oral será feita pelos professores do módulo e, eventualmente, por um
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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professor convidado.
Art. 6º - O produto criativo é facultativo de acordo com o tema, mas suas especificações devem constar
no edital em forma de anexo.
Art. 7º - Na disciplina TIG, a avaliação será processual e obedecerá ao disposto no Manual do Trabalho
Interdisciplinar de Graduação, utilizando os modelos presentes no anexo 1 deste edital.
§ 1º – Nas demais disciplinas do período/módulo, o Trabalho Interdisciplinar será avaliado em 10 pontos.
Os pontos serão lançados na segunda etapa de avaliação, como parte da distribuição dos pontos de
trabalho.
§ 2º - O aluno em dependência que não se matricular em todas as disciplinas do período/módulo deverá
se matriculado no TIG, desenvolver o Trabalho Interdisciplinar, sendo avaliado normalmente, no TIG e
nas outras disciplinas em curso, de acordo com o Manual de Trabalho Interdisciplinar de Graduação.
§ 3º - O aluno NÃO matriculado no TIG deverá ser avaliado em 100 pontos nas disciplinas nas quais
estiver matriculado.
§ 4º - Para a disciplina TIG não existe a possibilidade de recuperação em “Exame Especial”.
Art. 8º - Demais professores do período/módulo, que não os de TIG, deverão disponibilizar, com registro
em seu Plano de Ensino, o mínimo de 10% da carga horária total da disciplina para co-orientação e
acompanhamento do Trabalho Interdisciplinar.
Art. 9º - Os casos omissos serão resolvidos pela Pró-Reitoria de Graduação, ouvido o Colegiado do
Curso respectivo.
Belo Horizonte, 17 de fevereiro de 2013.
Ana Maria Soares Wolbert
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página133
Coordenadora do Curso de Serviço Social
ANEXO 3 - MANUAL DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC
Competências da Comissão de TCC e dos professores orientadores
1.
COMPETÊNCIA DA COMISSÃO DE TCC

Supervisionar a elaboração e implementação do Plano de Trabalho dos professores orientadores;

Acompanhar e avaliar as atividades e/ou decisões dos professores orientadores de TCC;

Atuar junto aos professores da área de Metodologia do Trabalho Científico e Pesquisa Social,
especialmente os orientadores do TCC, na supervisão da adequação do conteúdo das referidas
disciplinas desta área às exigências do Trabalho de Conclusão de Curso;

Convocar e realizar reuniões periódicas com os professores orientadores e/ou alunos da disciplina
Trabalho de Conclusão de Curso;

Organizar formalmente e em tempo hábil, os alunos do 4º ano para os professores orientadores,
observando a coerência do tema que o aluno pretende desenvolver com a área de atuação do
professor orientador;
2.
COMPETÊNCIAS DOS PROFESSORES ORIENTADORES:

Dedicar a cada orientando, no mínimo, duas horas-aula mês para tal atividade, realizadas em
datas definidas pelo orientador e assinaladas em formulário próprio, no qual constará a frequência
e a assinatura do aluno (planejamento de orientações);

Fixar um horário, em comum acordo, devendo comunicar por escrito à Coordenação de Curso;

Entregar o Formulário de Orientação, contendo frequência e avaliação bimestral dos alunos
devidamente preenchido à Coordenação de Curso;

Solicitar e avaliar relatórios parciais que lhe for entregue pelo orientando, atribuindo-lhes as
respectivas considerações e orientações;

Acompanhar o trabalho em todas as suas etapas, bem como efetuar uma revisão final antes da
entrega do mesmo à banca examinadora;

Ser criterioso quanto às “cópias”, plágios e não respeito às orientações da Lei sobre direitos
autorais.

Verificar se o trabalho ajusta-se às normas técnicas de apresentação escrita. Se houver
necessidade, solicitar ao aluno que submeta o trabalho a revisão ortográfica por professor de
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Língua Portuguesa;

Participar da banca de defesa de TCC de seus orientandos;

Assinar, junto com os demais membros da banca, a ata de defesa com a avaliação final do TCC.
Direitos e Deveres dos Discentes em Fase de Elaboração de TCC

É obrigatório o comparecimento do aluno às reuniões agendadas com seu orientador. Será feito o
controle de presença, sendo exigido o mínimo de 75% de frequência. Ausências superiores a 25%
das orientações previstas determinarão a exclusão do aluno do programa de orientação do ano
em curso;

O trabalho será acompanhado processualmente pelo professor orientador. Não será aceito,
portanto, trabalho que não tenha participado desse processo de orientação, bem como aquele que
fuja ao universo temático estabelecido previamente conforme as orientações gerais;

Frequentar as reuniões convocadas pela Comissão de TCC do Curso;

Cumprir o calendário fixado pela Comissão de TCC e/ou professor orientador para entrega dos
relatórios parcial e final;

Defender o TCC no dia, horário e local determinado pela Coordenação de Curso. Cumprir com as
exigências quanto ao respeito à Lei sobre direitos autorais, “cópias”, plágios, normas técnicas de
apresentação escrita (ABNT) e se houver necessidade, submeter o trabalho a revisão ortográfica
por professor de Língua Portuguesa. Os casos contrários a esse dever implicarão na reprovação
automática do discente no ano em curso.
O Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso – TCC

O aluno deverá elaborar o seu projeto de TCC de acordo com as diretrizes estabelecidas pela
disciplina de Pesquisa em Serviço Social.

O projeto de TCC deverá ser apresentado segundo as normas da Associação Brasileira de
Normas Técnicas.
A Elaboração do TCC

A elaboração do TCC deverá ser concluída no final da 8º período do curso de Serviço Social;

O trabalho deve ser elaborado segundo os padrões de um trabalho científico.

O TCC deverá ter a seguinte estrutura: folha de rosto, folha de aprovação, resumo, sumário,
introdução, desenvolvimento, considerações finais (conclusão), referências e anexos (se
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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houverem).
A Entrega do TCC

O aluno deverá entregar, na Coordenadoria do Curso de Serviço Social, três exemplares do TCC,
encadernados de maneira simplificada (brochura);

Após a defesa pública do TCC, o aluno deverá realizar as correções sugeridas pela Banca
Examinadora e entregar, na Coordenação do Curso de Serviço Social, um exemplar encadernado
(capa dura). A não entrega do TCC revisado e encadernado acarretará na não obtenção do título
de Bacharel em Serviço Social;

Os prazos para entrega das cópias preliminares para a defesa e da cópia do trabalho final serão
estabelecidos em conjunto com os professores orientadores e os professores examinadores.
A Banca Examinadora

A versão final do TCC deverá ser defendida pelo aluno no final da , perante uma banca
examinadora composta pelo professor orientador e por 02 (dois) professores examinadores;

Os professores que comporão a banca examinadora serão indicados pelo orientador, que deverá
ser obrigatoriamente um Assistente Social, e referendado pela Comissão de TCC, considerando a
temática do TCC com a área de conhecimento específico do professor e/ou a afinidade do mesmo
com o tema e obrigatoriamente, com a presença de um professor assistente social.
A Defesa do TCC

As sessões de defesa dos TCCs serão públicas, convocadas pela Coordenação de Curso, com
datas e horários publicados e divulgados nos murais da instituição;

Não é permitido aos professores componentes das bancas examinadoras comentarem sobre o
conteúdo do TCC antes da sua defesa;

Cabe ao professor orientador coordenar a mesa, iniciar e finalizar os trabalhos, fazer o controle do
tempo e redigir a ata da apresentação em formulário próprio;

A duração da Banca Examinadora será, no máximo, de 60 minutos, para cada Trabalho de
Conclusão de Curso – TCC;

Na avaliação do trabalho, a Banca Examinadora levará em conta os seguintes critérios:
apresentação oral e escrita, análise de conteúdo e análise técnica (tema, título, metodologia);

A Banca Examinadora poderá considerar o TCC: aprovado ou reprovado.

Somente os TCCs considerados adequados e em condições, pelo orientador e pela banca
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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avaliadora, deverão compor o acervo da Biblioteca.
APÊNDICE A
CENTRO UNIVERSTIÁRIO DE BELO HORIZONTE
Curso de Serviço Social
TERMO DE COMPROMISSO DE ORIENTAÇÂO DE TCC
O
Prof.
_____________________________________________________
e
o
graduando
___________________________________________________, por este documento , comprometem-se
o primeiro a orientar e o último a elaborar o TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO, com base no
projeto de pesquisa.
O processo de orientação ocorrerá nas dependências do UNIBH, no horário de _________ a
___________, nas ___________________ e contará com, no mínimo, quatro sessões, assim
discriminadas:
02 sessões – Introdução e Referencial teórico
02 sessões – Metodologia, Dadas e análise da pesquisa e considerações finais e sugestões.
Belo Horizonte, _______ de _________________ de ______________.
Professor-orientador____________________________________________
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Orientando ___________________________________________________
APÊNDICE B
CENTRO UNIVERSTIÁRIO DE BELO HORIZONTE
Curso de Serviço Social
TERMO DE ACEITAÇÃO DE ALUNO PARA DESENVOLVIMENTO DE PROJETO
DE PESQUISA
Pelo presente instrumento, a instituição ___________________________
____________________________________ e o UNIBH Curso de Serviço Social comprometem-se a
primeira
a
receber
e
a
última
a
___________________________________________________numa
orientar
pesquisa
o
graduando
na
área
de
__________________________________, no setor ___________________________________.
Para
o
acompanhamento
do
aluno
durante
a
pesquisa,
_______________________________________________________
a
instituição
e
o
indica
UNIBH
o
Sr
o
Prof.____________________________________________.
Belo Horizonte, _________ de __________________de ____________
Pela Instituição ___________________________________________________
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Professor-orientador_______________________________________________
APÊNDICE C
CENTRO UNIVERSTIÁRIO DE BELO HORIZONTE
Curso de Serviço Social
FICHA DE ACOMPANHAMENTO DE ORIENTAÇÃO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DE SERVIÇO SOCIAL
Nome do Professor Orientador: ______________________________________
Semestre:_____________ Turma / Período: __________________
Curso:_________________________________________
NOME DO ALUNO
_______________________________________________________________
ENDEREÇO RESIDENCIAL:
Rua/Av.:___________________________________________ Nº __________
Bairro:____________________________ Cidade:____________________ CEP__________________
Fone:________________________
E-Mail_______________________________________________________
ORGANIZAÇÃO ONDE TRABALHA:
Nome:________________________________________________________
Rua/AV.:__________________________________________
Nº
__________
Bairro:____________________________ Cidade:_______________________
CEP__________________ Fone:__________________________
E-Mail_______________________________________________________
ÁREA
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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TEMA:
Data
Assunto da Orientação
Observações
Ass. Prof
Ass. Aluno
1.
2.
3.
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Página140
4.
ANEXO 4 - COMPOSIÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE
TITULAÇÃO M ÁXIMA
Ana Maria Soares Wolbert
Mestrado
Cássio Miranda dos Santos
Doutorado
Cynthia Maria Santos Águido
Marisnei Souza Dourado
Wilson José Antônio da Cruz
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Mestre
Especialista
Doutorado
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NOME
ANEXO 5 - QUADRO DO CORPO DOCENTE
Titulação
Ana Maria Soares Wolbert
Mestre
Cássio Miranda dos Santos
Doutor
Cristina Marilia da Silva
Especialista
Cynthia Maria Santos Águido
Mestre
Fernanda Flaviana de Souza Martins
Mestre
Julio Flávio de Figueiredo Fernandes
Doutor
Marcio Luiz Guglielmoni
Mestre
Marisnei Souza Dourado
Especialista
Renata Silva Daniel Caldeira
Especialista
Ronaldo Campos
Mestre
Wilson José Antônio da Cruz
Doutor
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Docente
ANEXO 6 - MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
1.
APRESENTAÇÃO
O presente manual foi elaborado com o objetivo de apresentar a Política de Estágio Obrigatório
Curricular Supervisionado do curso de Serviço Social do Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH,
bem como esclarecer os alunos-estagiários sobre sua inserção no campo de estágio, de forma a ajudálos a sanar as principais dúvidas nesta nova etapa acadêmica e de formação profissional.
O compromisso e a atenção para com a formação acadêmica do aluno do curso de Serviço Social do
UNIBH é que fomentou a definição desta Política de Estágio, consolidada no presente documento, que
estabelece uma direção social e política do estágio e é responsável por regulamentar toda matéria
relativa ao mesmo, balizado nas legislações que o disciplinam, nas Diretrizes Curriculares do curso de
Serviço Social, no Código de Ética Profissional do Assistente Social e no Projeto Pedagógico do Curso
de Serviço Social.
Sendo assim, a Política de Estágio Obrigatório Curricular Supervisionado contida neste manual,
regulamentará os procedimentos legais, acadêmicos e institucionais pertinentes ao processo de Estágio,
estabelecerá as competências e atribuições dos atores envolvidos, bem como a operacionalização e a
sistemática de estágio implantada no curso. Trará ainda em anexo modelos de documentos e formulários
que estão em vigor.
2.
INTRODUÇÃO
O Estágio Supervisionado em Serviço Social constitui-se em atividade curricular obrigatória. É parte
integrante, fundamental e estratégica do processo de formação acadêmica do aluno e se dá a partir de
sua inserção nos espaços sócio ocupacionais do assistente social, com o objetivo de capacitá-lo para o
exercício do trabalho profissional.
É atividade apropriada ao aluno no processo de compreensão das diversas situações vividas pelo
assistente social, pois é inserido em relações institucionais e profissionais debatidas e refletidas em sala
de aula, por meio das disciplinas da matriz curricular do curso, tornando-o, então, campo privilegiado de
ensino.
A realização do estágio supervisionado supõe transcender o cotidiano das atividades profissionais,
extrapolando o nível do fazer, o que exige supervisão sistemática realizada pelo supervisor de campo e
pelo supervisor acadêmico, sendo este um momento específico e rico no processo de ensinoaprendizagem em que a síntese da relação teoria-prática se dá. O estágio é instrumento fundamental na
formação da análise crítica das demandas reais colocadas à profissão e contribui, consideravelmente,
para o desenvolvimento de capacidades interventivas, propositivas, investigativas e criativas do aluno.
Impulsiona a identificação de competências e habilidades necessárias ao exercício profissional e
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página143
constrói, paulatinamente, e em conjunto com o desenvolvimento do curso, um perfil profissional.
3.
JUSTIFICATIVA
A formação integral de um Assistente Social requer fundamentalmente que a teoria esteja vinculada à
prática do estágio, e que o aluno-estagiário seja capaz de estabelecer esse elo entre as disciplinas
ministradas no decorrer do curso e o exercício da prática.
Estagiar é a oportunidade de o aluno entrar em contato direto com a realidade profissional, analisando,
dentro de um contexto social, político, econômico, cultural e ambiental, os problemas e desafios que irá
enfrentar. Tal prática favorece o conhecimento da realidade e o desenvolvimento das competências e
habilidades necessárias à aplicação dos conhecimentos teóricos e metodológicos trabalhados ao longo
do curso.
Do futuro profissional, o mercado de trabalho exigirá uma postura ética, questionadora e atenta às
mudanças, pois ele é elemento de transformação da realidade observada, devendo intervir de maneira
competente, ética e responsável nos trabalhos dos quais participe. O curso de Serviço Social do UNIBH
visa proporcionar, nesse sentido, autonomia crescente para a organização de ações de desenvolvimento
profissional, bem como articular as diferentes práticas numa perspectiva interdisciplinar, integradas no
trabalho de campo.
4.
LEGISLAÇÕES APLICÁVEIS
O Curso de Serviço Social do UNIBH em conformidade com a Política Nacional de Estágio tem como
referências a Lei nº 11788 de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes, a Lei
8662/93 (Lei de Regulamentação da Profissão), o Código de Ética do Profissional (Resolução CFESS nº
273/93 de 13 de março de 1993), as Diretrizes Curriculares da ABEPSS (1996), a Resolução CFESS nº
533 de setembro de 2008 e a Política Nacional de Estágio da ABEPSS de 2010.
5.
DEFINIÇÕES CONCEITUAIS
Estágio Obrigatório Curricular Supervisionado:
Para efeitos da presente Política de Estágio, compreende-se como estágio obrigatório curricular
supervisionado a atividade teórico-prática, efetivada por meio da inserção supervisionada do estudante
nos espaços sócio institucionais nos quais trabalham os assistentes sociais, capacitando-o nas
dimensões teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa para o exercício profissional. Este
processo impulsiona o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao exercício
profissional, bem como a construção do perfil profissional pretendido (crítico, criativo, propositivo,
investigativo), comprometido com os valores e princípios que norteiam o projeto ético-político
profissional.
Estagiário:
para tanto, estar devidamente matriculado no curso de Serviço Social.
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O aluno vinculado ao estágio obrigatório curricular supervisionado será denominado estagiário, devendo
Estágio Obrigatório Curricular Supervisionado Externo
É aquele realizado através de Acordo de Cooperação com terceiros (concedente) e celebração de Termo
de Compromisso de Estágio firmado com o aluno, sob a responsabilidade da Coordenação do Curso, a
quem compete a sua formalização, obedecido o fluxo de tramitação estabelecido para documentos
dessa natureza.
6.
OBJETIVOS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO.
6.1 Objetivo Geral
Desenvolver as competências e habilidades profissionais embasadas nos estudos, pesquisas e análises
de conteúdos relacionados à prática no intuito de alcançar a inter-relação entre teoria e prática, com
base na interdisciplinaridade requerida nas diversas situações reais do trabalho.
6.2 Objetivos Específicos

Possibilitar a articulação entre teoria e prática;

Adquirir competências básicas para o exercício da profissão;

Participar de uma reflexão coletiva e sistemática sobre o processo social;

Construir, colocar em uso e avaliar as competências essenciais ao exercício profissional;

Ser capaz de desenvolver trabalho em equipe, visando à coletividade, a aprendizagem, a
interdisciplinaridade;

Ser capaz de cooperar na elaboração de projetos sociais para serem executados;

Enfrentar os deveres e dilemas éticos da profissão;

Demonstrar conhecimento teórico sólido, capaz de sintetizar saberes e fundamentar sua própria
ação.
7.
ORGANIZAÇÃO E OPERACIONALIZAÇÃO DO ESTÁGIO.
A atividade de estágio supervisionado está organizada a partir da integração do desenvolvimento do
estágio supervisionado propriamente dito, no campo de estágio, com a disciplina de Orientação de
Estágio Curricular Supervisionado, ambos previstos do 2º Ciclo ao 4º Ciclo do curso de Serviço Social do
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UNIBH.
7.1 Carga Horária:
A carga horária do Estágio Supervisionado I, II, III e IV e das disciplinas de Orientação de Estágio
Curricular Supervisionado I, II, III e IV deve ser distribuída e cumprida didaticamente durante o ano letivo,
observando o disposto no Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social, tendo especial atenção ao
trabalhador-estudante, que poderá cumprir carga horária nos finais de semana e período de suas férias
no trabalho, desde que previamente estabelecido em Plano de Estágio e acordado com o supervisor de
campo, supervisor acadêmico e coordenador do estágio supervisionado do UNIBH.
De acordo com o Projeto Pedagógico do curso de Serviço Social do UNIBH o estágio obrigatório
curricular supervisionado tem carga horária total definida em 456 horas, organizadas da seguinte forma:

96 horas no módulo 2B;

120 horas no módulo 3A;

120 horas no módulo 3B;

120 horas no módulo 4A.
Concomitante à atividade do estágio obrigatório curricular supervisionado junto ao campo de estágio, os
alunos-estagiários deverão frequentar a supervisão acadêmica, atividade integradora da estrutura
curricular, desenvolvida nas disciplinas de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I (módulo
2B), II (módulo 3A), III (módulo 3B) e IV (módulo 4A), com carga horária prevista de 40 horas/aula para
cada módulo e 20 h/a de estudos independentes. Desta forma, fica garantido o espaço privilegiado de
discussão do processo de trabalho no qual o assistente social se insere, permitindo ao aluno-estagiário a
construção teórico-crítica do trabalho profissional.
Será considerado aprovado na atividade de estágio supervisionado o aluno-estagiário que cumprir a
carga horária do estágio supervisionado e da supervisão acadêmica desenvolvida na disciplina de
Orientação de Estágio Curricular Supervisionado, conforme descrito acima.
7.2 Requisitos para realização do estágio:
A realização do estágio obrigatório curricular supervisionado dar-se-á mediante o cumprimento dos
seguintes requisitos:

Efetivação da matrícula do aluno;

Formalização do Acordo de Cooperação entre a parte concedente do estágio (Instituição/empresa)
e o UNIBH;

Celebração do Termo de Compromisso entre o aluno-estagiário, a parte concedente do estágio e
o UNIBH;

Compatibilização entre as atividades desenvolvidas no estágio e as previstas no Termo de
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Compromisso.
Durante o período do estágio supervisionado, o estagiário ficará coberto, obrigatoriamente, por apólice
de seguro, contra risco de acidentes pessoais conforme estabelecido na Lei nº 11788/2008.
7.3 Campos de Estágio:
Constitui campo de estágio obrigatório curricular supervisionado os órgãos de administração pública, as
empresas,
instituições
de
assistência
social,
organizações
não
governamentais,
autarquias,
organizações sociais entre outros que possuam em seus quadros pelo menos um profissional de Serviço
Social devidamente registrado no Conselho Regional de Serviço Social – CRESS e que se predisponha
a exercer a atividade de supervisão.
7.3.1 Abertura de Campos de Estágio
A abertura de campos de estágio configura-se como atividade permanente e sistemática da coordenação
do curso de Serviço Social, juntamente com a coordenação do estágio, devendo ser observados os
seguintes critérios:

Existência de um assistente social devidamente habilitado (registro no CRESS) de acordo com a lei
8662/93 e o Código de Ética da Profissão;

Apresentação pela Instituição a ser conveniada da documentação exigida para celebração do
convênio;


Celebração de assinatura de convênio entre o UNIBH e os campos de estágios;
Assinatura de termos de compromisso celebrados entre o estagiário e a parte concedente com a
interveniência da Supervisão de Estágios do Curso;

Disponibilidade e interesse por parte do Assistente Social para treinar, acompanhar, avaliar,
supervisionar diretamente estagiários de Serviço Social (Art.5º, inciso VI da Lei 8662/93 que
regulamenta a profissão do Assistente Social);

Apresentação de Plano de Estágio elaborado pelo aluno, apontando as atividades desenvolvidas
pelo Serviço Social na instituição, os objetivos do estágio, as áreas em que o aluno realizará o
estágio e as atividades propostas para o estagiário.
8.
ATRIBUIÇÕES
8.1 Do estagiário:

Ter pleno conhecimento da Política de Estágio e dos prazos estabelecidos;

Observar e participar das atividades fomentadoras de aprendizagem, demonstrando interesse e

Cumprir regularmente a carga horária de estágio;

Participar das supervisões individual e grupal e de seminários promovidos pela disciplina;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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iniciativa durante o estágio;

Agir com responsabilidade e compromisso diante das solicitações dos profissionais do local de
estágio;

Ter comportamento ético, afastando qualquer conduta que desabone sua idoneidade e que possa
trazer-lhe prejuízo;

Escolher o local adequado para a realização do seu estágio;

Estar ciente de que caso fique comprovado qualquer irregularidade, fraude ou falsificação, estará
automaticamente reprovado na disciplina, tendo ainda seu estágio cancelado;

Elaborar de acordo com orientação do professor supervisor e cumprir, individualmente, o Plano de
Estágio;

Cumprir os prazos previstos para entrega dos relatórios, parcial e final, bem como se submeter às
avaliações determinadas pelo professor supervisor.
8.2 Do Supervisor de Campo:

Incentivar a realização de pesquisas que envolvam o campo de estágio;

Apresentar a Instituição (Campo de Estágio) ao aluno, dando ênfase ao trabalho desenvolvido
pelo assistente social, facilitando sua inserção no campo;

Contribuir na elaboração do Plano de Estágio juntamente com o aluno–estagiário a fim de
organizar e sistematizar a supervisão;

Acompanhar e capacitar o aluno-estagiário na sua prática institucional e, em caso de situações
adversas, contactar imediatamente o Supervisor Acadêmico do UNIBH;

Participar de reuniões, cursos e outras atividades relativas à formação profissional promovida pela
Escola de Serviço Social, CRESS ou outras entidades, buscando aprimorar sua formação como
também garantir sua atualização por meio de uma educação continuada;

Encaminhar por intermédio do aluno, no final de cada mês, a ficha de frequência do estagiário;

Comunicar, imediatamente, à Coordenação de Estágio do UNIBH a ocorrência de faltas
injustificadas, abandono de estágio, dificuldade de adaptação, solicitando visita ao campo;

Propor sugestões para o estágio supervisionado, atuando como um coparticipante do processo de
ensino-aprendizagem do aluno-estagiário;

Avaliar o aluno-estagiário e encaminhar parecer qualitativo por escrito, para a Coordenação de
Estágio do UNIBH;

Solicitar reuniões com a Coordenação de Estágio do UNIBH ou com o Supervisor Acadêmico
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quando necessárias;

Afirmar compromisso com o processo de formação profissional, considerando as dimensões
teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa.
8.3 Do Supervisor Acadêmico:

Informar os alunos-estagiários sobre as normas, procedimentos e critérios de avaliação do
estágio;

Acompanhar, orientar e avaliar, de forma sistemática, o processo de aprendizagem do aluno,
buscando o conhecimento concreto da realidade bem como o entendimento da relação teoriaprática;

Realizar visitas aos campos de estágios nos quais estão inseridos os alunos a fim de que a
supervisão se torne mais adequada às exigências da formação profissional e do próprio campo de
estágio;

Avaliar e atribuir nota ao aluno, segundo os critérios estabelecidos na Política de Estágio do
UNIBH;

Estimular o aluno a expor suas ações, observações e indagações pertinentes ao processo de
ensino-aprendizagem, possibilitando a reflexão e a apreensão a partir de referenciais históricosociais e teórico-metodológicos.

Elaborar um programa de supervisão de estágio, considerando os seguintes conteúdos: a política
de estágio do Curso de Serviço Social, o projeto ético-político da profissão, o diagnóstico
situacional, os fundamentos legais da área específica e os fundamentos técnicos e metodológicos
da atuação profissional.

Orientar os alunos quanto à utilização dos principais instrumentos e técnicas desenvolvidos no
campo da prática: diário de campo, relatório, relatório final, plano de estágio.

Acompanhar a construção de projetos de intervenção e pesquisa no campo de estágio,
incentivando a dimensão investigativa no estágio;

Afirmar compromisso com o processo de formação profissional, considerando as dimensões
teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa.
8.4 Da Concedente:

Celebrar e cumprir o Termo de Compromisso firmado com o UNIBH, o (a) estagiário (a), zelando
pelo seu cumprimento;

Indicar assistente social para exercer o papel de supervisor de campo para orientar e
supervisionar o aluno-estagiário, de acordo com a proporção de 01 estagiário supervisionado para
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página149
cada 10 horas de trabalho semanal do assistente social;

Enviar ao UNIBH, com periodicidade máxima de 03 (três) meses, relatório de atividades, com vista
obrigatória ao aluno-estagiário;

Informar ao UNIBH, a disponibilidade de vagas referentes a seu programa de estágio;

Autorizar, quando solicitado pelo UNIBH, a visita do professor supervisor acadêmico, nas
instalações utilizadas para o desenvolvimento do estágio;

Entregar, quando do desligamento do aluno-estagiário, termo de realização do estágio, com
síntese das atividades desenvolvidas, com a avaliação de desempenho, durante o período
estabelecido no termo de compromisso;

Ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao aluno-estagiário atividades de
aprendizagem social, profissional e cultural;

Manter à disposição da fiscalização do CRESS documentos que comprovem a relação de estágio;

Conceder ao aluno-estagiário recesso, preferencialmente no período das suas férias escolares,
proporcionando remuneração quando receber bolsa ou outra forma de contraprestação, bem como
o auxílio transporte nos termos da Lei nº 11788/08.
9.
O PROCESSO DE SUPERVISÃO DE ESTÁGIO.
A realização do estágio supervisionado articulado à disciplina de Orientação de Estágio Curricular
Supervisionado é requisito para a conclusão do curso de graduação e expedição do respectivo diploma.
A supervisão de estágio configura a orientação fornecida ao aluno-estagiário no decorrer do estágio, por
docente da Faculdade de Serviço Social do UNIBH e por profissionais do Campo de Estágio, de forma a
proporcionar ao aluno-estagiário o pleno desempenho de ações, princípios e valores inerentes à
realidade da profissão em que se processa a vida prática.
A supervisão acadêmica será ministrada por professor assistente social do UNIBH, através da
constituição de grupos de até dezoito (18) alunos, divididos a partir de critérios que garantam a
diversidade e integração entre diferentes áreas de atuação. A supervisão acadêmica tem a finalidade de
orientar e capacitar o acadêmico no uso de instrumentais técnico-operativos, dentro dos preceitos éticos
da profissão, além de auxiliar a sistematização da prática realizada no estágio, rompendo com o
empirismo e estabelecendo a relação teoria-prática de forma mais concreta e objetiva, identificando
assim as categorias teóricas na prática de estágio.
Na supervisão de campo, será obrigatória a presença de profissional tecnicamente habilitado e
designado pela unidade concedente de estágio como supervisor de campo, sendo que será o
responsável direto pela supervisão do estagiário.
ORGANIZAÇÃO DA ORIENTAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página150
10.
O estagiário que ingressa na etapa do estágio supervisionado vivenciará gradativamente os seguintes
passos necessários ao conhecimento e intervenção social:

Observação, identificação da instituição e análise institucional do campo de estágio com vistas à
identificação do objeto;

Planejamento e construção de projeto de intervenção;

Processo interventivo, desenvolvimento e monitoramento da ação profissional (execução do
projeto de intervenção);

Continuidade da execução e monitoramento com ênfase na avaliação do Projeto de Intervenção.
A efetivação destes passos está prevista e organizada a partir dos conteúdos das disciplinas de
Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I,II,III e IV descritos abaixo.
Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I
Ementa:
Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico-prática, em organizações governamentais, não
governamentais, fundações e em empresas privadas.
A disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I deve possibilitar ao alunoestagiário:

O conhecimento da realidade organizacional de maneira a identificar as demandas dos usuários,
bem como as possibilidades profissionais;

A primeira aproximação com a realidade prática, de forma a contemplar permanentemente o
exercício de articulação com o conteúdo de outras disciplinas curriculares do curso;

A apreensão da dinâmica institucional, através de análise institucional, e a experimentação prática
dos conhecimentos profissionais já construídos.
Orientação de Estágio Curricular Supervisionado II
Ementa:
Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico-prática, em organizações governamentais, não
governamentais, fundações e em empresas privadas.
A disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado II deve possibilitar ao alunoestagiário:

Atendimento às demandas, com o uso do devido instrumental técnico-operativo da profissão;

Exercício dos processos de intervenção do Serviço Social, mediante acompanhamento,
registros técnicos e realização de visitas;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página151
objetivando a caracterização da população usuária, estudos de demandas, elaboração de

Vivência da observação sistemática, planejamento de suas intervenções (plano de intervenção) e
análise do planejamento das formas de organização e gerência do processo de trabalho do
assistente social.
Orientação de Estágio Curricular Supervisionado III
Ementa:
Propiciar o desenvolvimento da atividade teórico-prática, em organizações governamentais, não
governamentais, fundações e em empresas privadas.
A disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado III deve possibilitar ao alunoestagiário:

Aprimoramento do exercício profissional a partir do diagnóstico da realidade organizacional de
acordo com as demandas dos usuários e dos processos de trabalho do assistente social.

Execução e/ou inserção em projeto de intervenção profissional.

Prática do exercício profissional em planejamento.
Orientação para o Estágio Supervisionado IV
Ementa:
Desenvolvimento
de
atividades
teórico-práticas
de
estágio
supervisionado
em
organizações
governamentais, não governamentais, fundações e empresas privadas prestadoras de serviços sociais.
Espaço de problematização e aprofundamento analítico da temática atinente ao núcleo e dos respectivos
objetos do trabalho de campo profissional.
A disciplina de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado IV deve possibilitar ao alunoestagiário:

Execução e/ou inserção em projeto de intervenção profissional;

Prática do exercício profissional em planejamento;

Planejamento, execução, avaliação e problematização do objeto de estudo de sua monografia.
Ao longo das disciplinas de Orientação de Estágio Curricular Supervisionado I, II, III e IV e
desenvolvimento do Estágio Supervisionado I,II,III e IV os
alunos deverão deter as seguintes
habilidades:

Apreender a realidade organizacional de maneira a identificar as demandas dos usuários e os
processos de trabalho do Serviço Social;

Identificar as políticas específicas ao campo de estágio, bem como a rede socioassistencial de

Adotar posturas baseadas no Projeto Ético-Político Profissional dos Assistentes Sociais;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página152
atendimento ao usuário;

Apreender o exercício do trabalho profissional do assistente social em suas dimensões teóricometodológica, ético-politica e técnico-operativa.

Analisar os elementos que constituem o seu processo de trabalho enquanto estagiário;

Articular os conhecimentos trabalhados no conjunto das disciplinas do curso para a análise da
cotidianidade do estágio supervisionado e para a resolução de problemas;

Identificar as expressões da questão social presentes na realidade observada e percepção da
instrumentalidade condizente com a realidade;

Manipular e analisar a instrumental do Serviço Social particularizada no campo de estágio;

Formular e executar políticas sociais em órgãos da administração pública, empresas e
organizações da sociedade civil;

Elaborar, executar e avaliar planos, programas e projetos na área social;

Contribuir para viabilizar a participação dos usuários nas decisões institucionais;

Planejar, organizar e administrar benefícios e serviços sociais;

Realizar pesquisas que subsidiem formulação de políticas e ações profissionais;

Prestar assessoria e consultoria a órgãos da administração pública, empresas privadas e
movimentos sociais em matéria relacionada às políticas sociais e à garantia dos direitos civis,
políticos e sociais da coletividade;

Orientar a população na identificação de recursos para atendimento e defesa de seus direitos;

Realizar visitas, perícias técnicas, laudos, informações e pareceres sobre matéria de Serviço
Social;

Realizar estudos socioeconômicos para identificação de demandas e necessidades sociais;

Exercer funções de direção em organizações públicas e privadas na área de Serviço Social;

Supervisionar diretamente estagiários de Serviço Social.
11.
PROCESSO AVALIATIVO
A avaliação se fará presente em todo o processo de ensino-aprendizagem do Estágio Supervisionado e
exigirá:

O cumprimento da carga horária prevista para a disciplina Orientação de Estágio Curricular

A frequência supervisão de estágio;

Desempenho do aluno-estagiário nas atividades do estágio conforme parâmetros estabelecidos;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página153
Supervisionado e do Estágio Supervisionado;

O registro de todas as atividades realizadas pelo aluno-estagiário em instrumentais e documentos
específicos, no período de estágio, que deverão estar organizados em uma pasta;

Desenvolvimento de atividades avaliativas que serão definidas no decorrer do estágio
supervisionado pelos professores supervisores acadêmicos.
A avaliação do aluno-estagiário será realizada de forma sistemática e contínua pelo professor supervisor
acadêmico, mediante avaliação dos acompanhamentos periódicos e pela avaliação dos relatórios de
campo, além da avaliação dos supervisores de campo.
Será considerado aprovado no Estágio Curricular Supervisionado, o aluno-estagiário que obtiver a média
mínima de 70 (setenta) pontos após a avaliação formativa do supervisor de campo (através de
conceitos) e da avaliação somativa do supervisor acadêmico (através de notas) que levará em
consideração: prova, a organização da pasta com os documentos obrigatórios, a elaboração (conforme o
módulo) da análise institucional, projeto de intervenção e relatório final, além de cumprir 75% (setenta e
cinco por cento) da carga horária prevista para cada semestre de estágio e a carga horária mínima
prevista no campo de estagio.
12.
DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA DURANTE O PROCESSO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO.
Documentos
Folha de rosto do estagiário
Plano de estágio
Folha de frequência
Avaliação
semestral
Supervisão de Campo
de
Avaliação
semestral
de
Supervisão Acadêmica
Roteiro de Relatório Semestral
Análise institucional
Projeto de intervenção
Declaração de cumprimento do
estágio
Diário de campo
Termo de Compromisso
Registro
de
Supervisão
Acadêmica ou de Campo
Estágio I
X
X
X
X
Estágio II
X
X
X
X
Estágio III
X
X
X
X
Estágio IV
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
X
Todos os documentos acima especificados deverão compor a Pasta do Estagiário.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página154
13.

Iniciado o semestre letivo, o aluno-estagiário terá o prazo de 15 dias úteis, após a apresentação
dos campos de estágios pela coordenação de estágio, para realizar sua opção no que se refere ao
local do estágio;

A coordenação do curso de Serviço Social, juntamente com a coordenação de estágio, com o
supervisor de campo e supervisor acadêmico, deverá zelar para que o estagiário não seja utilizado
como força de trabalho qualificada de baixa remuneração por parte das entidades concedentes de
estágios;

A coordenação de estágio e coordenação do curso de Serviço Social do UNIBH disporão sobre os
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página155
casos omissos nesta Política de Estágio.
ANEXOS
Do Manual de Estágio Supervisionado
Curso de Serviço Social
FOLHA DE ROSTO DO ESTAGIÁRIO
1. Dados Pessoais
Nome:
Data de Nascimento:
Sexo:
RG:
(
)F
( )M
CPF:
Endereço Atual:
Telefone:
Módulo:
E-mail:
Matrícula:
Nº do Seguro:
2. Situação Profissional
Trabalha? ( ) Sim ( ) Não
Se a resposta for sim:
Local:
Cargo:
Horário:
Endereço:
Telefone:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página156
3. Dados Institucionais
Nome:
Endereço:
Telefone:
Área:
Setor:
Supervisor (a) de Campo:
CRESS:
Telefone:
E-mail:
Supervisor (a) Acadêmico:
CRESS:
Telefone:
E-mail:
Coordenador (a) Curso:
E-mail:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página157
Telefone:
Curso de Serviço Social
PLANO DE ESTÁGIO
1. IDENTIFICAÇÃO
1.1 Aluno - Estagiário
Nome
Nº da matrícula
Módulo
1.2 Campo de Estágio
Nome
Endereço
Telefone
E-mail
CNPJ
Estágio Remunerado
( ) Sim
(
)Não
1.3 Supervisores
Supervisor de Campo:
CRESS
Supervisor Acadêmico:
CRESS
2. PERÍODO DE REALIZAÇÃO E CARGA HORÁRIA DO ESTÁGIO
Horas diárias:
Horas semanais:
Horas mensais:
Horas no semestre:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página158
Período de realização do estágio: ____/____/________ a ____/____/_________
3. OBJETIVO(S) DO ESTÁGIO
Apontar o que se pretende com a presença do aluno na instituição
4. ATIVIDADES PROGRAMADAS
Explicitar as frentes de trabalho do Assistente Social.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página159
Quais as atividades a serem realizadas pelo estagiário?
5. SUPERVISÃO
Formas de acompanhamento dos supervisores em relação ao estagiário.
6. AVALIAÇÃO
Cabe ao Supervisor Acadêmico a avaliação somativa.
Belo Horizonte, _______ de ___________________ de 20_____.
Assinaturas
Aluno-Estagiário
Supervisor de Campo
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página160
Supervisor Acadêmico
Curso de Serviço Social
FOLHA DE FREQUÊNCIA E QUADRO DE ATIVIDADES
Nome do Aluno-Estagiário__________________________________________
Local de Estágio__________________________________________________
Módulo_________________________________________________________
MÊS_______________________ANO_______________.
Dia
Hora
entrada
Hora
saída
Total
diário
Atividades realizadas
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
Total de Horas Mês:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Assinaturas
Aluno-Estagiário
Supervisor de Campo
Supervisor Acadêmico
Coordenação do Curso
Curso de Serviço Social
AVALIAÇÃO DE SUPERVISÃO DE CAMPO SEMESTRAL
I. IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO
1. Aluno-Estagiário:
2. Módulo:
3. Ano Letivo
II. ESTÁGIO
1. Inicio: ___/___/___. Término: ___/___/___
2. Dias da Semana:
Horário:
3. Reuniões de Supervisão:
4. Supervisor de Campo:
CRESS:
III. INSTITUIÇÃO
1. Nome:
2. Endereço:
3. Telefone:
E-mail
IV. AVALIAÇÃO: Esta avaliação objetiva verificar:
1. Atitudes do aluno estagiário: frente à instituição/ Campo de estágio, a supervisão, a
formação profissional, e a realidade social.
2. Reconhecimento da estrutura organizacional da Instituição por parte do aluno estagiário, e
a forma como este se situa frente a essa estrutura.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página162
3. O processo de ensino – aprendizagem: relação teoria/ prática, utilização da supervisão.
V. CONCEITOS/ VALORES
Esta avaliação será realizada mediante a atribuição dos conceitos:
1. ÓTIMO: Corresponde à atribuição de notas que variam de 09 a 10 ou à realização de 90 a
100% das tarefas estipuladas.
2. BOM: Corresponde à atribuição de notas que variam de 07 a 8,5 ou à realização de 70 a
85 % das tarefas estipuladas.
3. REGULAR: Corresponde à atribuição de notas que variam de 05 a 6,5 ou à realização de
45% das tarefas estipuladas.
4. INSUFICIENTE: Corresponde à atribuição de notas inferiores a 05 ou a menos de 45%
das tarefas estipuladas.
A cada subitem corresponderá um conceito. O total relativo ao item corresponde à média
aritmética ou porcentual, conforme atribuição de conceitos.
O mesmo critério será adotado na atribuição do conceito final.
1.
CONHECIMENTO
DA
INSTITUIÇÃO
CAMPO
DE
O
B
R
I
ESTÁGIO
Conhecimento dos objetivos da Instituição
Conhecimento do organograma e Instituição
Conhecimento da observância das normas, regulamentos e
rotinas da Instituição;
Conhecimento dos planos, programas e /ou projetos da
Instituição;
Conhecimento dos programas e projetos em execução no
setor a que se vincula
Conhecimento e reflexão sobre a demanda que determina a
existência da Instituição
Capacidade de situar a atividade que desenvolve dentro da
estrutura da Instituição
Conhecimento das políticas sociais do setor e a atuação do
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página163
Serviço Social
2. CONHECIMENTO DO PROGRAMA DE ESTÁGIO DA
O
B
R
I
O
B
R
I
O
B
R
I
INSTITUIÇÃO
Conhecimento do que a Instituição espera do estagiário;
Conhecimento da política para o setor;
Participação na elaboração, operacionalização e avaliação do
plano de estágio;
Capacidade de expressar suas expectativas e críticas quanto
ao estágio
3. CONHECIMENTO SOBRE O USUÁRIO
Conhecimento das características e expectativas do usuário;
Conhecimento do objeto de atuação;
Conhecimento dos critérios de elegibilidade e atendimento
(elegibilidade/ universabilidade)
4. DESEMPENHO JUNTO AOS SERVIÇOS/ PROGRAMAS/
PROJETOS
Atuação com o usuário;
Participação nas reuniões técnicas e administrativas/ caráter
decisório, participativo;
Capacidade de visão da totalidade da realidade e da atuação
do Serviço Social;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página164
Capacidade de avaliar e propor novas programações.
5. PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DO SERVIÇO
SOCIAL
O
B
R
I
O
B
R
I
O
B
R
I
Conhecimento das modalidades de atendimento utilizadas na
Instituição
Capacidade de perceber a importância de selecionar dados
para a elaboração de estudo e investigação no exercício da
profissão
Relação teoria/ prática;
Planejamento de atividades;
Apropriação de conceitos teóricos, técnicos.
Elaboração e/ou inovação do instrumental técnico na
execução de atividade investigativa;
Relação teoria/ prática;
Planejamento de atividades;
Aplicação de técnicas e instrumentos utilizados no Serviço
Social;
Documentação da atividade desenvolvida;
6. COMPROMISSO DO ESTAGIÁRIO NO PROCESSO DE
APRENDIZAGEM
Assiduidade;
Pontualidade;
Cumprimentos das tarefas propostas;
Aviso prévio de eventuais ausências;
Observância das normas da Instituição;
Organização no horário de trabalho;
Compromisso.
7. ATITUDE PROFISSIONAL
Posição crítica frente à realidade na qual estagia, de forma
clara, objetiva e fundamentada;
Observância da ética profissional
Capacidade de autocrítica;
Capacidade de perceber e aceitar críticas.
Considerações finais do Supervisor de Campo sobre o estágio realizado (opcional).
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página165
____________________________________________________________________________________
CONCEITO: ( ) ÓTIMO ( ) BOM ( ) REGULAR ( ) INSUFICIENTE
Assinatura do Supervisor de Campo:
________________________________________________________
Assinatura do Aluno-Estagiário:
________________________________________________________
Curso de Serviço Social
AVALIAÇÃO SEMESTRAL DE SUPERVISÃO ACADÊMICA
Nome do Aluno-estagiário:
Local de Estágio:
Supervisor Acadêmico:
Conteúdo da Supervisão (resumo dos assuntos tratados, orientações e encaminhamentos dos
trabalhos).
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página166
____________________________________________________________________________________
Considerações do Supervisor Acadêmico
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________
____________________
RESULTADO: ( ) APROVADO ( ) REPROVADO
NOTA:________________________
Assinatura do Supervisor Acadêmico:
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página167
___________________________________________________
Curso de Serviço Social
ROTEIRO DE RELATÓRIO SEMESTRAL
I. IDENTIFICAÇÃO
Aluno-Estagiário:
Módulo:
Instituição:
Supervisor de Campo:
Supervisor Acadêmico:
Período de Referência:
Carga Horária de Estágio no Período:
II. ANÁLISE INSTITUCIONAL
1. Organograma da instituição
2. Objetivo Institucional: Natureza dos serviços, programas e/ou projetos (objetivos e
finalidades organizacionais); Políticas(s) Sociais(s)
3. Serviço Social: Histórico do Serviço Social; Cotidiano do exercício profissional: serviços,
programas, projetos e ações que desenvolve; Relações de trabalho com os demais atores
institucionais e intersetorialidade; Dimensão ético-política: exercício profissional e projeto
ético-político profissional; Formação profissional e exercício profissional: contribuição do
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página168
Estágio Supervisionado.
III. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
Descrição das atividades: identificação e análise das atividades quanto aos objetivos,
projetos e ações desenvolvidas, aos resultados alcançados; Citar documentos e referenciais
teóricos consultados para a realização das atividades; Sistematização das informações pela
instituição e Serviço Social. Análise do trabalho do Serviço Social frente às demandas
institucionais, instrumentos e técnicas utilizadas. Suscitar reflexão crítica sobre o Serviço
Social na instituição (é o momento da relação teórico-prática, com utilização de bibliografia
pertinente).
IV. CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES
Elaboração de quadro contendo as atividades desenvolvidas no estágio mês a mês.
V. AVALIAÇÃO DO ALUNO-ESTAGIÁRIO:
Das atividades desenvolvidas no estágio, processo de supervisão de campo, processo de
supervisão acadêmica, auto avaliação do aluno-estagiário.
Belo Horizonte, ___________ de______________________de 2012
Assinatura Supervisor
Acadêmico:_____________________________________________________Assinatura
Supervisor
de Campo:_________________________________
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página169
Assinatura Aluno-estagiário: _____________________________________
Curso de Serviço Social
ROTEIRO PARA CONSTRUÇÃO DA ANÁLISE INSTITUCIONAL
1 – CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA:
1.1 – Instituição;
1.2 – Estruturas Organizacionais
2 – OBJETO INSTITUCIONAL:
2.1 Naturezas dos serviços, programas e/ou projetos (objetivos e finalidades organizacionais)
2.2 Políticas(s) Sociais(s)
3 – AMBITO INSTITUCIONAL
3.1 Atores Institucionais
3.1.1 Processo decisório
3.2 Práticas institucionais
3.2.1 Histórico do Serviço Social
3.2.2 Cotidiano do exercício profissional: serviços, programas, projetos e ações que
desenvolve.
3.2.3 Relações de trabalho com os demais atores institucionais;
3.2.4 Dimensão ético-política: exercício profissional e projeto ético-político profissional.
3.2.5 Formação profissional e exercício profissional: contribuição do Estágio
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página170
Supervisionado.
Curso de Serviço Social
DECLARAÇÃO DE CUMPRIMENTO DE ESTÁGIO
Declaramos para fins de inscrição no Conselho Regional de Serviço Social – CRESS, que a/o
acadêmico/a:_______________________________________ realizou Estágio Obrigatório em Serviço
Social no setor __________________________________________da instituição:_________
__________________________________________ e recebeu supervisão acadêmica e de campo
das/os
assistentes
sociais
abaixo
identificados/as,
no
período
de____/_____/__________a____/_____/_________, totalizando______horas de estágio obrigatório.
ASSISTENTE SOCIAL SUPERVISORA DE CAMPO:
Nome:__________________________________________________________
Número do CRESS:_______________________________________________
Assinatura:______________________________________________________
ASSISTENTE SOCIAL SUPERVISORA ACADÊMICA
Nome:__________________________________________________________
Número do CRESS:_______________________________________________
Assinatura:______________________________________________________
Coordenador (a) de Estágio:________________________________________
Coordenador (a) do Curso:_________________________________________
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página171
Belo Horizonte, ____________ de __________________________ de 2012
Curso de Serviço Social
DIÁRIO DE CAMPO
O Diário de campo é um caderno em que o estagiário anotará suas atividades, percepções,
encaminhamentos, avaliações, entre outros apontamentos que digam respeito à sua vivência no campo
de estágio, bem como fará uma breve análise relacionando a teoria e a prática social.
A sugestão apresentada pelo curso de Serviço Social do UNIBH para o preenchimento do diário de
campo deve ser realizada da seguinte forma:
a) Data;
b) Atividade prevista;
c) Objetivos;
d) Atividades realizadas e instrumentos utilizados;
e) Avaliação das atividades: para a formação profissional e para a demanda institucional/profissional;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Página172
f) Relação teórica e embasamento legal.
Curso de Serviço Social
REGISTROS DE SUPERVISÕES ACADÊMICAS
SUPERVISOR:
CAMPO DE ESTÁGIO:
ALUNO-ESTAGIÁRIO:
Assinaturas
Data Supervisão
Supervisão Realizada
Aluno-estagiário
Supervisor
Assinaturas
Supervisão Realizada
Aluno-estagiário
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Supervisor
Página173
Data Supervisão
Assinaturas
Data Supervisão
Supervisão Realizada
Aluno-estagiário
Supervisor
Assinaturas
Supervisão Realizada
Aluno-estagiário
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Supervisor
Página174
Data Supervisão
Curso de Serviço Social
REGISTROS DE SUPERVISÕES DE CAMPO
SUPERVISOR:
CAMPO DE ESTÁGIO:
ALUNO-ESTAGIÁRIO:
Assinaturas
Data Supervisão
Supervisão Realizada
Aluno-estagiário
Supervisor
Assinaturas
Supervisão Realizada
Aluno-estagiário
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Supervisor
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Data Supervisão
Assinaturas
Data Supervisão
Supervisão Realizada
Aluno-estagiário
Supervisor
Assinaturas
Supervisão Realizada
Aluno-estagiário
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Supervisor
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Data Supervisão
ANEXO 7 - REGULAMENTO PARA UTILIZAÇÃO DO LABORATÓRIO
DO CURSO DE SERVIÇO SOCIAL
Este Regulamento tem por finalidade apresentar algumas normas sobre a utilização do espaço e
atribuições acadêmicas do Laboratório do Curso de Serviço Social, para o corpo docente e discente do
Centro Universitário de Belo Horizonte - UNIBH, contribuindo assim, para o melhor funcionamento do
local e seu uso dentro da Instituição.
De acordo com o Projeto Pedagógico do Curso de Serviço Social do UNIBH, o laboratório se constitui
como um espaço investigativo de aproximação e interdependência entre o universo de ensino, da
pesquisa e da extensão, garantindo parte importante desta indissociabilidade e propiciando o exercício
da formulação de práticas de enfrentamento das expressões da questão social por meio da
pesquisa/ensino, uma vez que é o espaço das atividades de produção do conhecimento acadêmico de
professores/alunos no intuito da formação do assistente social a partir dos princípios norteadores do
curso.
Apresentação
O Laboratório do curso de Serviço Social do UNIBH foi instituído como instrumento de auxilio no
processo de ensino – aprendizagem do curso de Serviço Social do UNIBH. Neste sentido, configura-se
como um espaço de pesquisa, documentação, informação, análise crítica e debate sobre o serviço social
e temas a ele relacionados, onde o discente de Serviço Social tem a oportunidade de poder agregar a
teoria da sala de aula, com a prática que é vista no decorrer do curso. Para os docentes do curso de
Serviço Social do UNIBH a perspectiva é de desenvolvimento de atividades técnicas e científicas
baseadas nas condições que serão expostas a seguir neste regimento. O Laboratório de Serviço Social
está localizado no Prédio do Centro de Produção Multimídia - CPM, situado à Rua Diamantina 463, 5º
andar, sala 48, Bairro Lagoinha, Belo Horizonte - MG.
Objetivos do Laboratório de Serviço Social

Articular as pesquisas desenvolvidas pelo corpo docente com as práticas pedagógicas;

Acolher as atividades práticas das disciplinas curriculares de Orientação de estágio
supervisionado nos módulos 4º, 5º, 6º e 7º;

Armazenar toda documentação dos discentes referentes ao estágio supervisionado curricular
obrigatório;

Orientação
sobre as
Atividades
de
Graduação
Complementar
(ACG)
e
arquivamento
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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da documentação dos discentes comprovando o desenvolvimento das atividades de ACG.

Produzir e desenvolver pesquisas acadêmicas docentes e discentes (Trabalho de Conclusão de
Curso - TCC) voltadas ao entendimento do serviço social, das expressões da questão social e das
políticas sociais;

Divulgar os resultados obtidos nas pesquisas, por meio da produção acadêmica de artigos e
trabalhos científicos;

Estimular a elaboração de materiais de cunho acadêmico-científico que aprofundem a reflexão
sobre a formação e a atuação do assistente social;

Promover e organizar oficinas, seminários e visitas técnicas que possam ampliar a reflexão teórica
sobre a prática profissional do assistente social.

Manter informações atualizadas sobre temas de interesse do serviço social, desde eventos
específicos, até Conferências, Conselhos, dentre outros;

Disponibilizar indicações bibliográficas atualizadas sobre o serviço social, bem como sobre
políticas sociais e legislações sociais em geral.
Estas ações serão coordenadas e supervisionadas pela coordenação do laboratório, com auxilio da
coordenação do curso e do corpo docente.
2.
Normas gerais de uso e desenvolvimento de atividades através do Laboratório de Serviço
Social
2.1.
Para o Corpo Docente
Os professores do curso de Serviço Social poderão solicitar ao laboratório auxilio para a elaboração de
suas atividades extracurriculares (visitas técnicas, viagens técnicas, pequenos seminários e palestras).
Os professores devem solicitar por meio eletrônico (e-mail) à coordenação do laboratório o apoio para as
referidas atividades com no mínimo duas semanas de antecedência.
No que tange à produção cientifica, o laboratório de Serviço Social oferecerá apoio (espaço e orientação
técnica) para o professor que desejar introduzir um grupo de estudo e/ou pesquisa no laboratório. Neste
caso o professor deverá apresentar o projeto para a coordenação do laboratório e coordenação do
curso, contendo título do projeto, identificação, localização e caracterização do lócus (instituição,
comunidade, grupo social) da pesquisa, justificativa, objeto de estudo, objetivo(os), atividades que serão
desenvolvidas, cronograma e número de alunos necessário ao desenvolvimento do projeto.
2.2.
Para o Corpo Discente
O Laboratório de Serviço Social é mais um espaço que auxiliará o corpo discente em suas atividades
acadêmicas e de pesquisa na instituição. Os alunos do curso de Serviço Social poderão utilizar o espaço
do laboratório nas seguintes situações:
Realização de pesquisa bibliográfica;
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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

Utilização de equipamentos (computadores e impressora) disponíveis no laboratório para auxilio
em suas atividades discentes;

Solicitação de apoio à coordenação do laboratório referentes aos trabalhos de sala de aula.

Solicitação de apoio à coordenação do laboratório para realização de pesquisas acadêmicas.
Ressalta-se que para todas as situações acima, os alunos deverão oficializar procedimento de
solicitação, com antecedência de 72 horas, mediante preenchimento de formulário específico a ser
fornecido pela coordenação do Laboratório de Serviço Social.
3.
Utilização de equipamento e consulta a materiais disponíveis no Laboratório de Serviço
Social
3.1·Periódicos Revistas e Folder.
O Laboratório de Serviço Social possui um acervo de revistas, publicações e folders que podem auxiliar
o corpo discente e docente de Serviço Social em suas pesquisas e trabalhos de classe. O aluno e o
professor podem fazer consulta no próprio laboratório, ou solicitar o empréstimo do mesmo,
comprometendo-se em devolver o material no tempo permitido pela coordenação do laboratório. Caso
haja atraso na devolução, o aluno ou professor devem aguardar um tempo determinado pela
coordenação para novamente, solicitar o empréstimo do material.
3.2
Equipamentos
No que tange aos equipamentos, o Laboratório de Serviço Social possui computador e impressora,
disponíveis aos alunos e professores para produção de artigos, trabalhos de classe, elaboração de
projetos, entre outros. O aluno e professor devem comprometer-se em agendar sua atividade e chegar
no horário estipulado.
3.3
Horários do Laboratório do Curso de Serviço Social.
De Segunda a Sexta-feira, de 13h às 19h
4.
Contatos
Coordenação do Laboratório de Serviço Social:
Prof.ª Renata Caldeira e Profª Marisnei Dourado
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Coordenação do Curso de Serviço Social – Prof.ª Ana Maria Soares Wolbert
ANEXO 8 - ESTRUTURA CURRICULAR – SERVIÇO SOCIAL
Estrutura Curricular – Bacharelado em Serviço Social
01
02
Fundamentos do serviço
social - 80h
03
06
Desenvolvimento do serviço
social no Brasil - 80h
07
08
Instrumentos de análise
antropológica - 80h
09
11
12
Política pública e políticas
sociais - 80h
13
Direito e Legislação Social 80h
14.
16
Pesquisa em Serviço Social 80h
17
18
Sistemas de informação e
desenvolvimento gerencial 40h
19
Orientação para estágio
curricular supervisionado I 60h
21
Política de Assistência Social 80h
22
23
Metodologia de Pesquisa
em Serviço Social - 80h
24
Orientações para Estágio
Curricular Supervisionado II
- 60h
25
26
27
Política de Saúde e Saúde
Mental - 80h
28
32
Trabalho de Conclusão de
Curso I - 80h
33
Orientações para Estágio
Curricular Supervisionado IV
- 100h
36
Política de Educação Criança
e Adolescente - 80h
37
Trabalho, sociabilidade,
sustentabilidade e meio
ambiente - 80h
Sociologia - 80h
Questão social e serviço
social: espaços de
intervenção - 80h
Estatística - 40h
Instrumentos de análise
sociológica - 80h
Projetos de intervenção
social - 80h
Instrumentalização da
Prática do Serviço Social 80h
30
Serviço Social e Mercado de
Trabalho - 40h
Movimentos Sociais,
Cidadania e Controle Social 80h
s
31
80h
Seguridade Social e
Previdência Social - 80h
34
Oficina de Língua Brasileira
de Sinais - 40h
35
Gestão em Serviço Social 40h
04
História social e política
brasileira - 80h
Filosofia - 80h
05
Trabalho Interdisciplinar de
Graduação I - 80h
Ciclo 1
Módulo A
400 horas - 20 créditos
Teoria Política - 80h
10
Trabalho Interdisciplinar de
Graduação II - 80h
Ciclo 1
Módulo B
400 horas - 20 créditos
Psicologia - 80h
10
Trabalho Interdisciplinar de
Graduação III - 80h
Ciclo 2
Módulo A
400 horas - 20 créditos
20
Ética em serviço social – 80h
Ciclo 2
Módulo B
340 horas - 16 créditos
Psicologia Social - 40h
Ciclo3
Módulo A
300 horas - 14 créditos
29
Orientações para Estágio
Curricular Supervisionado III
- 100h
Ciclo 3
Módulo B
340 horas - 16 créditos
Ciclo 4
Módulo A
300 horas - 14 créditos
38
Trabalho de Conclusão de
Curso II - 80h
39
Ciclo 4
Módulo B
480 horas - 24 créditos
Optativas - 80h
Estágio Obrigatório - 456h
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
Atividades
Complementares de
Graduação - 304h
Carga Horária Disciplina Obrigatória: 2640 horas
Atividades Complementares: 304 horas
Carga Horária Total do Curso: 3640 horas
Disciplina Optativa16: 80horas
Núcleo de Fund. Teóricos
Metodológicos da vida Social
Básico
Núcleo
de
Fund.
Sociohistórica.
Formação
Núcleo do trabalho profissional
16
Atividades complementares de
graduação (Pode ser realizada ao
longo do curso)
Estágio
Obrigatório
Optativa
Nos termos do Decreto Federal n.º 5.626/2005 e referendado pela Portaria UniBH n.º 28/2007, o curso oferece a disciplina de Libras, em caráter optativo. O aluno poderá cursá-la em qualquer período do curso, se
assim o desejar. Cumpre ressaltar que todos os cursos de licenciatura do UniBH ofertam a disciplina Libras regularmente, conforme preceitua a legislação em vigor. Nesse sentido, o aluno possui um leque de opções
de horário bem variado nos campi da Instituição.
Credenciamento: Decreto Presidencial de 23 de fevereiro de 1999
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Serviço Social – Antônio Carlos - Uni-BH