UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA FLORESTAL 2014 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI Administração Superior Valéria Heloísa Kemp Reitora Sérgio Augusto Araújo da Gama Cerqueira Vice-reitor José Tarcísio Assunção Pró-reitoria de Administração Marcelo Pereira de Andrade Pró-reitoria de Ensino de Graduação André Luiz Mota Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Paulo Henrique Caetano Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários Dimas José de Rezende Pró-reitoria de Assuntos Estudantis Cláudio Sérgio Teixeira de Souza Pró-reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Adriana Amorim da Silva Pró-reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas COMISSÃO DE ELABORAÇÃO Marcelo Pereira de Andrade Pró Reitoria de Ensino de Graduação Iran Dias Borges - Agrônomo Departamento de Ciências Agrárias Renato Vinícius Oliveira Castro – Engenheiro Florestal Departamento de Ciências Agrárias Renato da Silva Vieira – Engenheiro Florestal Professor Adjunto III do Curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal do Tocantins Silvino Guimarães Moreira – Agrônomo Departamento de Ciências Agrárias Diego Antônio França de Freitas – Agrônomo Departamento de Ciências Agrárias Leonardo Carnevalli – Agrônomo Departamento de Ciências Exatas e Biológicas SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO E HISTÓRICO...................................................................... 7 2. BASE LEGAL DO CURSO ................................................................................. 8 3. OBJETIVOS DO CURSO ................................................................................... 8 4. PERFIL DO CURSO........................................................................................... 9 5. HABILIDADES E COMPETÊNCIAS................................................................. 11 6. PERFIL DO EGRESSO.................................................................................... 13 7. OFERECIMENTO............................................................................................. 15 7.1. Grau Acadêmico – Bacharelado.................................................................... 15 7. 2. Titulação....................................................................................................... 15 7.3. Modalidade e turno........................................................................................ 15 7.4. Regime curricular e prazos de integralização................................................ 16 7.5. Número de vagas e periodicidade................................................................. 16 7.6. Carga horária total......................................................................................... 16 7.7. Equivalência hora-aula .................................................................................. 16 8. FORMAS DE ACESSO .................................................................................... 16 9. ATIVIDADES DO CURSO................................................................................ 17 10. MATRIZ CURRICULAR.................................................................................. 17 10.1. A Interdisciplinaridade na matriz curricular dos cursos da UFSJ................. 20 10.2. Áreas do conhecimento da matriz curricular ............................................... 21 10.3. Interface com a pesquisa ............................................................................ 22 10.4. Interface com a Extensão............................................................................ 23 11. ESTRUTURA CURRICULAR ......................................................................... 24 11.1. Disciplinas obrigatórias................................................................................ 24 11.2. Disciplinas obrigatórias................................................................................ 27 11.3. Disciplinas optativas .................................................................................... 28 11.4. Matriz de organização curricular.................................................................. 29 12 FLUXOGRAMA GERAL .................................................................................. 31 13. EMENTARIO DAS DISCIPLINAS................................................................... 32 13.1. Disciplinas obrigatórias................................................................................ 32 13.1.1. Núcleo disciplinas básicas........................................................................ 32 Unidade curricular: Citologia ............................................................................... 32 i Unidade curricular: Desenho Técnico Digital...................................................... 34 Unidade curricular: Química Geral...................................................................... 36 Unidade curricular: Química Orgânica................................................................ 38 Unidade curricular: Química Analítica................................................................. 39 Unidade curricular: Anatomia Vegetal ................................................................ 41 Unidade curricular: Cálculo I ............................................................................... 43 Unidade curricular: Física I.................................................................................. 44 Unidade curricular: Bioquímica Geral ................................................................. 45 Unidade curricular: Zoologia Geral ..................................................................... 46 Unidade curricular: Ecologia Geral ..................................................................... 48 Unidade curricular: Estatística Básica ................................................................ 50 Unidade curricular: Microbiologia Geral.............................................................. 51 Unidade curricular: Sistemática e Organografia Vegetal ................................... 52 Unidade curricular: Metodologia da Pesquisa e Redação Científica ................. 54 Unidade curricular: Algoritmos e Estrutura de Dados ........................................ 56 13.1.2 Núcleo disciplinas essenciais ................................................................... 57 Unidade curricular: Introdução à Ciência do Solo .............................................. 57 Unidade curricular: Genética e Melhoramento Florestal .................................... 59 Unidade curricular: Fisiologia Vegetal ................................................................ 61 Unidade curricular: Gênese, Propriedades e Classificação do Solo ................. 63 Unidade curricular: Métodos Estatísticos Aplicados à Engenharia Florestal .... 65 Unidade curricular: Entomologia Geral ............................................................... 67 Unidade curricular: Agrometeorologia ................................................................ 69 Unidade curricular: Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas ........... 71 Unidade curricular: Física do Solo e Conservação Do Solo e da Água ............ 73 Unidade curricular: Máquinas e Mecanização Agrícola ..................................... 75 Unidade curricular: Geoprocessamento e Topografia Aplicados às Ciências Florestais e Ambientais ....................................................................................... 77 Unidade curricular: Sociologia e Extensão Rural ............................................... 79 Unidade curricular: Dendrometria ....................................................................... 81 Unidade curricular: Ecologia Florestal ................................................................ 82 Unidade curricular: Economia Florestal .............................................................. 84 Unidade curricular: Entomologia Florestal .......................................................... 85 Unidade curricular: Inventário Florestal .............................................................. 86 ii Unidade curricular: Manejo e Gestão de Unidades de Conservação ................ 88 Unidade curricular: Manejo Florestal .................................................................. 90 Unidade curricular: Patologia Florestal ............................................................... 92 Unidade curricular: Política e Legislação Florestal ............................................ 93 Unidade curricular: Princípios e Métodos Silviculturais...................................... 95 Unidade curricular: Sistema Agrosilvopastoril .................................................... 97 Unidade curricular: Tecnologia da Madeira ........................................................ 99 Unidade curricular: Industrialização da Madeira .............................................. 101 Unidade curricular: Estruturas de Madeira e Construções .............................. 102 Unidade curricular: Estudos de Impactos Ambientais ...................................... 104 Unidade curricular: Energia da Biomassa ........................................................ 106 Unidade curricular: Recuperação de Ecossistemas Florestais Degradados... 108 Unidade curricular: Trabalho de Conclusão de Curso ..................................... 110 Unidade curricular: Estágio Supervisionado..................................................... 112 13.1.3 Núcleo disciplinas profissionais específicas ............................................ 114 Unidade curricular: Introdução a Engenharia Florestal .................................... 114 Unidade curricular: Bases para a Tecnologia de Produtos Florestais ............. 115 Unidade curricular: Bases à Biometria Florestal .............................................. 117 Unidade curricular: Componentes Químicos e Anatômicos da Madeira ......... 119 Unidade curricular: Colheita e Transporte Florestal ......................................... 121 Unidade curricular: Dendrologia........................................................................ 123 Unidade curricular: Produtos Florestais Não Madeireiros................................ 125 Unidade curricular: Plantas Úteis do Cerrado .................................................. 126 Unidade curricular: Manejo De Florestas Naturais........................................... 128 Unidade curricular: Manejo da Fauna Silvestre e Manejo de Criadouros Conservacionistas ............................................................................................. 130 Unidade curricular: Viveiros e Sementes Florestais......................................... 132 Unidade curricular: Incêndios Florestais........................................................... 134 13.2 Disciplinas optativas ................................................................................... 136 Unidade curricular: Modelagem da Produção Florestal ................................... 136 Unidade curricular: Manejo de Bacias Hidrográficas e Hidrologia................... 138 Unidade curricular: Painéis de Madeira e Adesão e Adesivos ........................ 140 Unidade curricular: Cartografia e Geoprocessamento ..................................... 142 Unidade curricular: Biologia e Manejo de Plantas Daninhas ........................... 144 iii Unidade curricular: Cultura de Essências Exóticas e Nativas ......................... 146 Unidade curricular: Educação Ambiental.......................................................... 147 Unidade curricular: Gerenciamento da Indústria Madeireira............................ 148 Unidade curricular: Gerenciamento de Resíduo de Base Florestal................. 150 Unidade curricular: Filosofia da Ciência e Ética ............................................... 152 Unidade curricular: Planejamento Florestal...................................................... 153 Unidade curricular: Propagação de Plantas ..................................................... 155 Unidade curricular: Receituário Agronômico .................................................... 157 Unidade curricular: Biologia Molecular ............................................................. 159 Unidade curricular: Produtos Energéticos da Madeira ..................................... 161 Unidade curricular: Seminários em Engenharia Florestal ................................ 163 Unidade curricular: Língua Brasileira de Sinais – Libras ................................. 164 Unidade curricular: Floricultura e Paisagismo .................................................. 166 Unidade curricular: Estradas Florestais ............................................................ 167 Unidade curricular: Legislação Ambiental I ...................................................... 169 Unidade curricular: Gestão Ambiental .............................................................. 170 Unidade curricular: Fitopatologia Geral ............................................................ 171 Unidade curricular: Hidráulica ........................................................................... 173 Unidade curricular: Irrigação e Drenagem........................................................ 174 Unidade curricular: Princípios de Economia..................................................... 175 Unidade curricular: Agroecologia ...................................................................... 177 Unidade curricular: Serraria e Secagem da Madeira ....................................... 179 Unidade curricular: Preservação e Permeabilidade da Madeira...................... 181 Unidade curricular: Tecnologia de Papel e Celulose ....................................... 183 Unidade curricular: Propriedades Físicas e Mecânicas da Madeira................ 185 Unidade curricular: Topografia Geoprocessada ............................................... 187 14. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO................................................. 189 15. Estágio supervisionado obrigatório............................................................... 189 16. Recursos Humanos e Encargos didáticos.................................................... 189 16.1. Encargos didáticos do Departamento de Ciências Exatas e Biológicas DECEB ............................................................................................................... 190 16.2. Encargos didáticos do Departamento de Ciências Agrárias - DCIAG ....... 191 16.3 Corpo técnico e administrativo necessário ................................................. 194 17 INFRAESTRUTURA...................................................................................... 194 iv 17.1 Campus de Sete Lagoas ............................................................................ 194 17.2 Áreas experimentais................................................................................... 195 17.2.1 Fazenda experimental ............................................................................. 195 17.2.2 Área experimental ................................................................................... 196 17.2.3 Estação experimental Irrigada................................................................. 196 17.3 Laboratórios específicos necessários para o Curso de Engenharia Florestal ........................................................................................................................... 196 17.3.1 Laboratório de Dendrologia e Ecologia Florestal..................................... 196 17.3.2 Laboratório de Anatomia da madeira e química da madeira ................... 197 17.3.3 Laboratório de Biometria Florestal........................................................... 197 17.3.4 Laboratório de Manejo Florestal.............................................................. 198 17.3.5 Laboratório de Tecnologia da madeira .................................................... 198 17.3.6 Laboratório de Industrialização da madeira............................................. 199 17.3.7 Laboratório de Viveiros e sementes florestais e Proteção Florestal........ 199 17.3.8 Laboratório de Melhoramento florestal e Silvicultura............................... 200 17.3.9 Laboratório de Geoprocessamento ......................................................... 200 17.3.10 Laboratório de Manejo de Fauna e Recuperação de áreas degradadas200 17.3.11 Estimativa de infraestrutura e custo para implantação dos laboratório da Engenharia Florestal .......................................................................................... 201 17.4 Infraestrutura específica necessária para o Curso de Engenharia Florestal ........................................................................................................................... 201 17.4.1 Viveiro Florestal....................................................................................... 201 17.4.2 Galpão da Engenharia Florestal.............................................................. 202 17.4.3 Unidade de carbonização da madeira ..................................................... 202 17.4.4 Áreas da fazenda para estudo e avaliação ............................................. 202 18 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PPC............................................................. 203 19 ESTRATÉGIAS E SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM............................................................................................... 203 19.1 Metodologia de ensino ............................................................................... 203 19.2 Metodologia de avaliação........................................................................... 205 ANEXOS ............................................................................................................ 208 ANEXO I - RESOLUÇÃO CNE/CES nº 3, de 02 de fevereiro de 2006; que Institui as diretrizes curriculares do Curso de Engenharia Florestal no Brasil ............... 208 v ANEXO II - RESOLUÇÃO Nº 2, dispõe sobre carga horária mínima relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. .......................................................................................................... 212 ANEXO III: CONDIÇÕES DE OFERTA E DE CADASTRO DO CURSO PARA A DICON................................................................................................................ 215 vi 1. APRESENTAÇÃO E HISTÓRICO A Universidade Federal de São João del-Rei - UFSJ teve origem com a federalização em 1987 de três instituições de ensino superior localizadas na cidade de São João del-Rei - MG: Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras; Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis e; Faculdade de Engenharia Industrial. A Lei nº 7.555, de 18 de dezembro de 1986, instituiu a Fundação de Ensino Superior de São João del-Rei - FUNREI. A então FUNREI passa a ser UFSJ com a promulgação da Lei No 10.425, de 19 de abril de 2002. A sede administrativa da UFSJ está localizada na cidade de São João del-Rei. A UFSJ possui seis Campi, sendo que três estão localizados na cidade de São João del-Rei: Campus Santo Antônio, Campus Dom Bosco e Campus Tancredo Neves, além do Centro Cultural “Solar da Baronesa”. Em 2009, foram criados outros três Campi fora da sede administrativa. O Campus Centro-Oeste Dona Lindu localizado na cidade de Divinópolis e que oferece 340 vagas anualmente, para os cursos da área de Saúde: Bioquímica, Enfermagem, Farmácia e Medicina; o Campus Alto Paraopeba localizado na cidade de Ouro Branco e que oferece 500 vagas anualmente entre cinco cursos de graduação: Engenharia Civil, Engenharia de Bioprocessos, Engenharia Mecatrônica, Engenharia de Telecomunicações e Engenharia Química. O Campus Sete Lagoas, que recebe o nome da cidade onde se localiza, oferecendo 200 vagas anualmente para os cursos de Engenharia Agronômica, Engenharia de Alimentos e Bacharelado Interdisciplinar em Biossistemas. O quadro de servidores públicos federais da UFSJ é composto por: 749 docentes efetivos e 475 técnicos-administrativos. Historicamente, a UFSJ primou pela oferta de cursos noturnos. No entanto, com sua expansão a partir dos Programas Expandir e REUNI, a partir de 2008, ampliou a oferta de cursos de 7 gradução no período integral. A instituição possui 47 cursos de graduação, totalizando 67 alternativas de entrada tem 13.907 alunos matriculados nos seus cursos de graduação no ano de 2014. 2. BASE LEGAL DO CURSO O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Florestal da UFSJ foi estruturado com base na legislação e normatização vigentes: Resolução CNE/CES N° 11, de 11 de março de 2002; Parecer CNE/CES N° 308, de 17 de dezembro de 2004; Resolução CNE/CES N° 03, de 02 de fevereiro de 2006; Resolução UFSJ/CONEP N° 27, de 11 de setembro de 2013. 3. OBJETIVOS DO CURSO No processo de formação do futuro engenheiro florestal, o curso tem como objetivos: Identificar as prioridades e as técnicas na pesquisa florestal e ambiental e o conhecimento da realidade sócio-política do país; Desenvolver senso crítico para atuar no meio social buscando a conquista de novos espaços; Ensinar a manejar as florestas visando garantir o abastecimento de produtos florestais em atenção à sustentabilidade ambiental; Formar para o egresso atuar sobre o meio ambiente mantendo seu equilíbrio e permitindo a sobrevivência da flora e da fauna, o bem estar social, bem como a produtividade dos ecossistemas; Desenvolver o ímpeto para planejar o setor florestal do país adequando a política à realidade nacional; 8 Formar na elaboração de projetos ambientais para equacionar e resolver os problemas de deterioração dos Recursos Naturais Renováveis no país; Incentivar na implantação, manejo e utilização dos recursos florestais; Criar o espírito para empreender a busca de modelos que conjuguem os temas e projetos florestais e ambientais; Desenvolver a inovação no uso de produtos florestais não madeireiros como uma referencia de uso sustentado do cerrado como fonte de renda e emprego; Indicar a importância da demanda industrial regional tendo em vista a localização do segundo maior polo siderúrgico do Brasil, além de estar situado em um Estado com um perfil florestal de alto potencial; Desenvolver no futuro profissional o discernimento ético (social, ambiental e econômico); Desenvolver a visão empresarial e o pensamento científico e analíticocrítico. Orientar para a complementação no desenvolvimento social com vistas a autossegurança, relacionamento humano, comunicação e expressão. 4. PERFIL DO CURSO O Curso de Engenharia Florestal da UFSJ visa a formação de engenheiros florestais aptos a desenvolverem atividades nas diversas áreas do conhecimento da engenharia florestal, manejo, tecnologia de produtos florestais, conservação da natureza e silvicultura. O Projeto Pedagógico de Curso de Engenharia Florestal vai ao encontro das necessidades da mesorregião de Sete Lagoas, que apresenta uma vocação florestal de grande magnitude, além de estabelecer estreitas relações com o setor 9 siderúrgico, muito importante para região e para o país. Por esse nível de desenvolvimento, também existem problemas ligados, principalmente, às questões ambientais, foco de atenção das instituições de controle, como por exemplo a degradação do cerrado. O PPC do Curso de Engenharia Florestal além de conciliar de forma sustentável a produção e a preservação ambiental, apresenta na formação de seus egressos, alternativas para o manejo do cerrado. Outra contribuição do curso para Minas Gerais é a presença de grandes maciços florestais com mais de 100.000 ha (ABRAF, 2013), tendo principalmente na região central do Estado a maior quantidade de florestas plantadas do Brasil. Esse pontencial ainda não está se extinguindo tendo em vista ações governamentais como o projeto de lei 3.529/2012 apresentado pelo governo federal que propõe a politica nacional de geração de energia elétrica a partir da biomassa, o que implicará nas alternativas de utilização de resíduos do setor florestal, sejam eles, oriundos do processamento mecânico da madeira ou de resíduos de colheita florestal. Contudo, outro fator preponderante é a constatação da queda da quantidade de florestas nativas em Minas Gerais (ABRAF, 2013). As pressões oriundas do capital e as alterações do Código Florestal Brasileiro aprovado em 2013 podem contribuir para uma diminuição ainda maior das áreas preservadas no Estado. É necessário então apresentar o potencial de utilização do cerrado mineiro de forma racional, apresentado alternativas de uso, como por exemplo os produtos florestais não madeireiros. Isso pode contribuir para a preservação dessa fisionomia vegetal, tendo em vista os recursos que podem ser gerados na extração racional de compostos utilizáveis em diversos segmentos da indústria, seja ela, farmacêutica, alimentícia e química, além da preservação da fauna do cerrado. Esta é mais uma contribuição que o Curso de Engenharia Florestal da UFSJ poderá oferecer à sociedade. Neste contexto, o Curso de Engenharia Florestal se insere na proposta do Campus de Sete Lagoas e dos cursos já existentes, que têm como princípio contribuir no desenvolvimento do Estado de Minas Gerais e do país. 10 5. HABILIDADES E COMPETÊNCIAS O Curso de Engenharia Florestal da UFSJ objetiva desenvolver em seus alunos as seguintes competências e habilidades: Coordenar o planejamento, execução e revisão de planos de manejo florestal; Planejar e executar planos de implantação florestal e recuperação de áreas deterioradas; Coordenar o planejamento e execução de atividades de conservação de ecossistemas visando à manutenção da biodiversidade; Administrar, operar e manter sistemas de produção florestal em florestas naturais e plantadas; Orientar o desenvolvimento de políticas públicas sobre a conservação e uso de ecossistemas florestais; Coordenar o planejamento e linhas de atuação de entidades de defesa do meio ambiente; Cooperar na elaboração e execução de projetos de desenvolvimento rural sustentável; Coordenar o desenvolvimento de planos de utilização de recursos florestais por população tradicionais; Coordenar sistemas de monitoramento ambiental; Coordenar o planejamento e execução de projetos de extensão rural; Coordenar e executar programas de Educação Ambiental; especificamente a técnica; 11 Coordenar e executar projetos ambientais; Planejar, mapear, coordenar e executar projetos temáticos em geral, classificação, espacialização e quantificação de recursos naturais renováveis; Planejar, coordenar e executar projetos de levantamento, quantificação e qualificação de recursos florestais; Coordenar o planejamento e execução de projetos de abastecimento de indústrias e controle de qualidade de matéria-prima florestal; Administrar, operar e manter sistemas de processamento de matéria-prima florestal; Planejar e administrar sistemas de colheita e transporte florestal; Planejar e coordenar sistemas agrossilvipastoris; Planejar e coordenar sistemas de produção e cultivo de espécies florestais de interesse regional Planejar e coordenar sistemas de manejo e produção de produtos secundários da floresta (plantas medicinais, decorativas, palmiteiro, sementes, resinas, cogumelos, etc.); Planejar e coordenar projetos de arborização e paisagismo; Planejar e coordenar projetos de fauna silvestre; Planejar e coordenar projetos de avaliação e perícia, bem como laudos técnicos; Planejar e coordenar projetos de turismo rural e ecoturismo; Planejar e executar programas de biotecnologia e melhoramento genético de 12 plantas arbóreas e arbustivas; Desenvolver o uso de produto florestais não madeireiros em benefício da sociedade. 6. PERFIL DO EGRESSO O Engenheiro Florestal graduado na Univesidade Federal de São João delRei é um profissional que terá: Sólida base nas ciências biológicas, exatas e humanas com forte consciência ética e ecológica quanto à sua responsabilidade na produção florestal e conservação da natureza; Profundos conhecimentos dos ecossistemas terrestres, em particular dos ecossistemas florestais, bem como das realidades sociais e econômicas associadas a tais ecossistemas nas diversas regiões do Brasil; Profundos conhecimentos sobre métodos e técnicas de implantação, condução e manejo de povoamentos florestais formados com espécies de interesse sócio-econômico e sua utilização para fornecimento de matériaprima em sortimentos e qualidades exigidas pelo mercado; Profundos conhecimentos para a elaboração de projetos ambientais; Juízo crítico autônomo na sua área de conhecimento e atuação, sabendo utilizar o método científico e técnicas de comunicação para a análise e condução dos processos de tomadas de decisão dentro dos princípios básicos de sustentabilidade ambiental; Capacidade gerencial e administrativa, desenvolvimento do espírito de liderança e de trabalho em equipe, bem como da ação na sociedade; Capacidade de intervir sobre os recursos naturais renováveis através de métodos de manejo adequados para cada situação ecológica, tecnológica, 13 sócio-econômica, ambiental e cultural; Conhecimento de como utilizar máquinas e equipamentos nas práticas florestais, dentro dos critérios de racionalidade operacional e de baixo impacto sobre o ambiente; Conhecimento dos processos de transformação industrial de origens florestais, associadas às propriedades da matéria-prima florestal com a qualidade dos produtos finais desejados; Conhecimento sobre a interação do homem com o meio ambiente de forma a permitir a percepção, o equacionamento, o diagnóstico e a gestão dos problemas ambientais, dentro dos princípios do desenvolvimento sustentável; Conhecimento sobre representação espacial e temporal dos recursos naturais necessários para o preparo de sistemas geográficos de informações; Visão crítica dos processos sociais, sabendo interagir com pessoas de diferentes grupos sociais e étnicos; Visão holística da atuação do Engenheiro Florestal. Aptidão para o trabalho em ambientes naturais e em atividades ligadas ao desenvolvimento rural; Conhecimentos temáticos interpretativos de imagens orbitais e sub-orbitais. Conhecimento amplo em Gestão Ambiental para trabalhar em setores públicos e privados no que se refere às obras de infraestrutura – saneamento, redes viárias, hidráulicas, etc. O egresso do Curso de Engenharia Florestal deve ser ético, empreendedorismo e conhecer bem as linhas de “marketing”, bem como ter visão nas áreas de certificação, ecoturismo e manejo de produtos não madeireiros. 14 O profissional egresso do Curso de Engenharia Florestal da UFSJ será capaz de atuar nas seguintes áreas: Gestão Ambiental e Conservação da natureza; Silvicultura; Manejo Florestal; Tecnologia de Produtos Florestais; Engenharia (Hidrologia, Georreferenciamento e Máquimas florestais e automação). 7. OFERECIMENTO O Curso de Engenharia Florestal será oferecido no Campus Universitário de Sete Lagoas, situado na Rodovia MG 424 – Km 47 - Caixa Postal, 56, CEP. 35701970, em Sete Lagoas – MG. 7.1. Grau Acadêmico – Bacharelado 7. 2. Titulação Ao profissional formado pelo Curso de Engenharia Florestal da UFSJ será conferido o título de Bacharel em Engenharia Florestal, estabelecido nas Diretrizes Curriculares Nacionais por meio da Resolução nº 3 do CNE/CES de fevereiro de 2006. 7.3. Modalidade e turno O Curso de Engenharia Florestal será oferecido na modalidade de educação presencial, em turno integral, nos períodos manhã e tarde. Em acordo com a legislação vigente, até 20% da carga horária total do curso poderá ser de unidades curriculares (UCs) ofertadas na modalidade de ensino a distância. 15 7.4. Regime curricular e prazos de integralização O regime curricular do Curso de Engenharia Florestal é em progressão linear, em que a integralização da formação do acadêmico ocorrerá em um único percurso curricular. O prazo mínimo e padrão para a integralização curricular, respectivamente, é de 5 anos (10 semestres). Já o prazo máximo para a integralização curricular é de 7,5 anos (15 semestres). 7.5. Número de vagas e periodicidade O Curso de Engenharia Florestal oferta 40 vagas anuais, distribuídas em duas entradas semestrais com 20 vagas cada. 7.6. Carga horária total 3.789 horas 7.7. Equivalência hora-aula A hora-aula aplicada nas unidades curriculares teóricas e práticas no curso de Engenharia Florestal tem duração de 55 minutos. As atividades complementares, o estágio supervisionado e os trabalhos acadêmicos são computados em horas (60 minutos). A carga horária total do curso é composta por: 3.581 horas de disciplinas, 100 horas de atividades complementares, 72 horas de estágio supervisionado e 36 horas de trabalhos acadêmicos, perfazendo 3.789 horas. 8. FORMAS DE ACESSO O acesso ao curso é pelo Sistema de Seleção Unificado do Ministério da Educação (SISU) e/ou pelos demais processos seletivos vigentes na UFSJ. 16 9. ATIVIDADES DO CURSO As atividades complementares são denominadas as atividades acadêmicas, científicas e culturais (simpósios, congressos, conferências, palestras, cursos, oficinas, projetos de pesquisa e extensão, entre outras) desenvolvidas pelos discentes ao longo do curso de Engenharia Florestal, que perfazem o total de 100 horas. Estas atividades têm como objetivo fortalecer e enriquecer o processo de formação do discente, com especial atenção para a integração do ensino, pesquisa e extensão. As atividades complementares são obrigatórias para conclusão do curso e serão avaliadas pelo Colegiado de Curso, que também é o responsável por sua normatização. 10. MATRIZ CURRICULAR A organização da matriz curricular do Curso de Engenharia Florestal, segue o art. 7º da Resolução CNE/CES N° 3, de 02 de fevereiro de 2006, subdividida em núcleos: Conteúdo Básico, Conteúdo Essencial e Conteúdo Específico. O conteúdo curricular também observa a Lei 11.645 de 10 de março de 2008, que estabelece o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena, que está contemplado em disciplinas deste currículo. Em acordo com a Lei 9.795/1999 - Art. 10º - § 1º as disciplinas elencadas na áreas de conservação da natureza estão abordando em suas ementas temas relacionados a educação ambiental distribuídas no núcleo básico, perfazendo um total de 16 disciplinas Quadro 1. Nesta matriz curricular está inserido um grupo de disciplinas obrigatórias que será ofertado na tipificação normal. O acadêmico do Curso de Engenharia Florestal deverá cumprir obrigatoriamente estas disciplinas para que possa integralizar a carga horária para sua formação como bacharel em engenharia florestal. As disciplinas deste grupo serão ofertadas anualmente em semestres alternados de modo a possibilitar a integralização da carga horária exigida, conforme o fluxograma. 17 QUADRO 1. DISCIPLINAS DO NÚCLEO BÁSICO DISCIPLINAS Citologia Química Geral Desenho Técnico Digital Ecologia Geral Sistemática e Organografia Vegetal Anatomia Vegetal Cálculo I Química Orgânica Química Analítica Zoologia Geral Metodologia da Pesquisa e Redação Científica Física I Bioquímica Geral Estatística Básica Microbiologia Geral Algoritmos e Estrutura de Dados Período 1º 1º 1º 1º 1º 2º 2º 2º 2º 2º 3º 3º 3º 3º 4º 5º Tipo OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR (T-P) 36-18 36-18 36-18 72-0 18-36 18-54 90-0 36-18 54-18 36-36 36-18 72-0 54-18 72-0 54-18 36-36 CHA 54 54 54 72 54 72 90 54 72 72 54 72 72 72 72 72 O núcleo de conteúdo profissional essenciais abriga os conteúdos que envolvem o saber da identidade do profissional de engenheira florestal, representado por 31 disciplinas, apresentado no Quadro 2. 18 QUADRO 2. DISCIPLINAS DO NÚCLEO ESSENCIAL DISCIPLINAS Economia Florestal Sistema Agrosilvopastoril Política e Legislação Florestal Manejo e Gestão de Unidades de Conservação Introdução à Ciência do Solo: Mineralogia Gênese Propriedade e Classificação do Solo Métodos Estatísticos Aplicados à Eng. Florestal Tecnologia da Madeira Ecologia Florestal Agrometeorologia Entomologia geral Fisiologia Vegetal Dendrometria Industrialização da Madeira Máquinas e Mecanização Agrícola Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Inventário Florestal Genética e Melhoramento Florestal Estudos de Impactos Ambientais Princípios e Métodos Silviculturais Recuperação de Ecossistemas Florestais Degradados Geoprocessamento e Topografia Aplicados às Ciências Florestais e Ambientais Entomologia Florestal Patologia Florestal Estruturas de Madeira e Construções Física do Solo e Conservação do Solo e da Água Energia da Biomassa Florestal Sociologia e Extensão Rural Manejo Florestal Estágio Supervisionado Trabalho de Conclusão de Curso Período 4º ou 5º 6º ou 7º 6º ou 7º 4º ou 5º 1º 4º 4º 4º 4º 5º 5º 5º 5º 5º 6º 6º 6º 7º 7º 7º Tipo OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR (T-P) 36-18 18-18 36-0 54-0 18-18 54-18 72-0 54-36 54-18 54-0 36-36 54-18 36-36 36-36 36-36 54-36 54-18 54-36 36-18 54-18 CHA 54 36 36 54 36 72 72 90 72 54 72 72 72 72 72 90 72 90 54 72 7º OBR 36-36 72 8º OBR 36-54 90 8º 8º 8º 8º 8º ou 9º 9º 9º 10º 10º OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR 36-18 36-36 54-18 54-18 36-18 72-0 54-18 0-72 36-0 54 72 72 72 54 72 72 72 36 Já o núcleo de conteúdo profissional específico está inserido no contexto do projeto pedagógico do curso visando a qualificar profissionais frente às características regionais em que o curso está inserido, dando-lhe identidade própria, conforme apresentado no Quadro 3. 19 QUADRO 3 . DISCIPLINAS DO NÚCLEO ESPECÍFICO DISCIPLINAS Colheita e Transporte Florestal Manejo de Florestas Naturais Incêndios Florestais Introdução à Engenharia Florestal Bases à Tecnologia de Produtos Florestais Dendrologia Bases á Biometria Florestal Componentes Químicos e Anatômicos da Madeira Produtos Florestais não Madeireiros Plantas Úteis do Cerrado Viveiros e Sementes Florestais Manejo da Fauna Silvestre e Manejo de Criadouros Conservacionistas Período 6º ou 7º 8º ou 9º 6º ou 7º 1° 2º 2º 3º 3º 3º 4° 6º 9º Tipo OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR OBR (T-P) 36-18 36-18 18-18 36-0 54-0 36-18 54-0 36-36 18-18 18-18 36-36 36-36 CHA 54 54 36 36 54 54 54 72 36 36 72 72 10.1. A Interdisciplinaridade na matriz curricular dos cursos da UFSJ Este Projeto Pedagógico tem como referência básica as diretrizes curriculadores nacionais para o curso de graduação em Engenharia Florestal. A partir das concepções de eixos, temas geradores e do perfil do profissional da área de conhecimento e do curso, a estrutura curricular deve ser construída na perspectiva da interdisciplinaridade, tendo esta como elemento desencadeador da problematização de sua contribuição para o desenvolvimento da ciência e melhoria da qualidade de vida da humanidade. Deve proporcionar, durante todo o curso, a busca de formulações a partir dos grandes questionamentos, que devem estar representados nos objetivos gerais e específicos, nas disciplinas, interdisciplinas, projetos, e em todas as atividades desenvolvidas no percurso acadêmico e no trabalho de conclusão do curso. Enfim, por meio do ensino e da pesquisa, os alunos deverão refletir sobre a área de conhecimento numa perspectiva mais ampliada e contextualizada como forma de responder aos questionamentos formulados. Será permitido aos acadêmicos do Curso de Engenharia Florestal cursarem disciplinas ofertadas no âmbito da UFSJ, e o seu aproveitamento deverá ser aprovado pelo colegiado de curso. 20 10.2. Áreas do conhecimento da matriz curricular A matriz curricular possui áreas de conhecimento distintas que compõem o Curso de Engenharia Florestal. Essas áreas apresentam grande interdisciplinariedade entre os temas abordados pela Engenharia Florestal. São quatro grandes áreas do conhecimento: Tecnologia de Produtos Florestais; Manejo Florestal; Silvicultura e Conservação da Natureza. As disciplinas de cada área do conhecimento específicas da Engenharia Florestal estão relacionadas no Quadro 4. Essa organização das áreas de conhecimento da Engenharia Florestal apresenta uma ideia das potencialidades do curso para a formação do profissional. QUADRO 4. DISCIPLINAS DAS ÁREAS DO CONHECIMENTO DA MATRIZ CURRICULAR TECNOLOGIA DE PRODUTOS FLORESTAIS DISCIPLINAS Período Tipo Introdução a Engenharia Florestal 1° OBR Bases para a Tecnologia de Produtos Florestais 2º OBR Componentes Químicos e Anatômicos da 3º OBR Madeira Produtos Florestais não Madeireiros 3º OBR Tecnologia da Madeira 4º OBR Plantas Úteis do Cerrado 4° OBR Estruturas de Madeira e Construções 8º OBR Energia da Biomassa Florestal 8º ou 9º OBR Painéis de Madeira e Adesão e Adesivos X OPT Preservação e Permeabilidade da Madeira X OPT Produtos Energéticos da Madeira X OPT Propriedades Físicas e Mecânicas da Madeira X OPT Serraria e Secagem da Madeira X OPT Tecnologia de Papel e Celulose X OPT Seminários em Engenharia Florestal X OPT Gerenciamento da Indústria da Madeira X OPT Gerenciamento de Resíduos de Base Florestal X OPT MANEJO DISCIPLINAS Período Tipo Economia Florestal 4º ou 5º OBR Colheita e Transporte Florestal 6º ou 7º OBR Manejo de Florestas Naturais 8º ou 9º OBR Bases á Biometria Florestal 3º OBR Métodos Estatísticos Aplicados à Eng. Florestal 4º OBR Dendrometria 5º OBR Máquinas e Mecanização Agrícola 6º OBR 21 (T-P) 36-0 54-0 36-36 CHA 36 54 72 18-18 54-36 18-18 54-18 36-18 36-18 36-18 18-18 54-18 36-18 36-18 18-36 36-0 36-0 36 90 36 72 54 54 54 36 72 54 54 54 36 36 (T-P) 36-18 36-18 36-18 54-0 72-0 36-36 36-36 CHA 54 54 54 54 72 72 72 Inventário Florestal 6º Geoprocessamento e Topografia Aplicados às 8º Ciências Florestais e Ambientais Manejo Florestal 9º Modelagem da Produção Florestal X Planejamento Florestal X Estradas Florestais X Legislação Ambiental I X Princípios de Economia X Gestão Ambiental X Seminários em Engenharia Florestal X SILVICULTURA DISCIPLINAS Período Sistema Agrosilvopastoril 6º ou 7º Viveiros e Sementes Florestais 6º Genética e Melhoramento Florestal 7º Princípios e Métodos Silviculturais 7º Recuperação de Ecossistemas Florestais 7º Degradados Entomologia Florestal 8º Patologia Florestal 8º Cultura de Essências Exóticas e Nativas X Floricultura e Paisagismo X Seminários em Engenharia Florestal X CONSERVAÇÃO DA NATUREZA DISCIPLINAS Período Política e legislação Florestal 6º ou 7º Manejo e Gestão de Unidades de Conservação 4º ou 5º Ecologia Geral 1º Dendrologia 2º Ecologia Florestal 4º Estudos de Impactos Ambientais 7º Manejo da Fauna Silvestre e Manejo de 9º Criadouros Conservacionistas Agroecologia X Educação Ambiental X Seminários em Engenharia Florestal X OBR OBR 54-18 36-54 72 90 OBR OPT OPT OPT OPT OPT OPT OPT 54-18 36-18 36-18 36-18 36-0 54-0 36-18 18-36 72 54 54 54 36 54 54 54 Tipo OBR OBR OBR OBR (T-P) 18-18 36-36 54-36 54-18 CHA 36 72 90 72 OBR 36-36 72 OBR OBR OPT OPT OPT 36-18 36-36 36-18 36-18 18-36 54 72 54 54 54 Tipo OBR OBR OBR OBR OBR OBR (T-P) 36-0 54-0 72-0 36-18 54-18 36-18 CHA 36 54 72 54 72 54 OBR 36-36 72 OPT OPT OPT 54-18 36-18 18-36 72 54 54 10.3. Interface com a pesquisa Para o atendimento das necessidades da formação profissional do Engenheiro Florestal é importante que o ensino seja permeado pela pesquisa, tendo em vista a dinâmica do conhecimento. É na pesquisa que novos conhecimentos são gerados, além de instigar o acadêmico à curiosidade e potencializar a percepção aos problemas e à maneira de resolvê-los. A iniciação científica e o trabalho de 22 conclusão de curso serão importantes espaços de formação para os acadêmicos do Curso de Engenharia Florestal. 10.4. Interface com a Extensão A extensão universitária representa a possibilidade de intercâmbio, em que a produção acadêmica e a tecnologia são socializadas com a sociedade. Por outro lado, as soluções e os problemas da sociedade podem ser avaliados, com ações que viabilizam as teorias de participação comunitária, inclusão social e educacional, ações preventivas e curativas de bem estar social e sanitário, direitos e deveres civis, desenvolvimento sustentável e tecnologias apropriadas. É fundamental chamar atenção para a necessidade de sempre respeitar os conhecimentos das comunidades com as quais o curso interagirá. Trata-se de um processo que pode ser construido passando por pesquisas e ensino das universidades brasileiras, legitimando os conhecimentos não acadêmicos permitindo assim soluções mais profundas para os complexos problemas sócio-econômicos do Brasil como um todo. Deste modo, através deste plano de ação pretende-se realizar a interação dos acadêmicos com as comunidades, para que estes se tornem agentes de mudança nos seus espaços de inserção social, visando o desenvolvimento sócio-econômico e a valorização histórica e cultural. O Campus Sete Lagoas já apresenta alguns programas de extensão com reconhecimento público, os quais envolvem docentes, discentes e técnicoadministrativos. Tais experiências serão incorporadas pelo Curso de Engenharia Florestal. 23 11. ESTRUTURA CURRICULAR 11.1. Disciplinas obrigatórias Carga Horária (CHA) Natureza do Período de oferta Unidade curricular Unidade acadêmica Teórica responsável Prática Oferecimento Disciplina Normal DCIAG 18 18 x X Disciplina Disciplina Normal Normal DECEB DCIAG 36 36 18 18 x x X X Disciplina Normal DCIAG 36 0 x X Disciplina Disciplina Normal Normal DECEB DECEB 36 72 18 0 x x X X Disciplina Normal DECEB 18 36 x X Disciplina Disciplina Normal Normal DECEB DECEB 18 90 54 0 x x Química Geral x X X Química Geral x X 2º 2º 2º Química analítica Disciplina Normal DECEB 54 18 2º Química orgânica Bases para a tecnologia de produtos florestais Disciplina Normal DECEB 36 18 Disciplina Normal DCIAG 54 0 1º 1º 1º 1º 1º 1º 2º correquisito Tipologia Introdução a ciência do solo: Mineralogia Citologia Desenho Técnico Digital Introdução a Engenharia Florestal Química Geral Ecologia Geral Sistemática e organografia vegetal Anatomia Vegetal Cálculo I 1º Prérequisito DCIAG 2º Dendrologia Disciplina Normal 2º Zoologia Geral Disciplina Normal 3º Componentes químicos e anatômicos da madeira Disciplina Normal 3º Física I Disciplina Normal DECEB 72 0 3º Bioquímica Geral Disciplina Normal DECEB 54 18 Disciplina Normal 54 0 Calculo I X 36 18 x X 18 18 72 0 54 36 54 18 54 18 18 18 3º Bases à biometria florestal Metodologia da pesquisa e redação científica Produtos Florestais Não Madeireiros Estatística Básica 4º Tecnologia da Madeira 3º 3º 3º DCIAG DCIAG DCIAG 36 18 36 36 36 36 Ecologia Geral x Anatomia Vegetal, Química orgânica x Química orgânica X Anatomia Vegetal X X X X DCIAG Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal DCIAG DECEB DCIAG DCIAG 4º Gênese propriedade e classificação do solo Disciplina Normal 4º Ecologia Florestal Disciplina Normal 4º Plantas Úteis do Cerrado Disciplina Normal DCIAG DCIAG 24 Química Geral Cálculo I Component es químicos e anatômicos da madeira, Bases para a tecnologia de produtos florestais Introdução a ciência do solo: Mineralogia ; Química orgânica Dendrologi a Dendrologi a Química orgânica X X X X X 4º 4º 4º 5º Métodos Estatísticos Aplicados à Engenharia Florestal Microbiologia Geral GRUPO DE OBRIGATÓRIAS Entomologia Geral Disciplina Normal DCIAG 72 0 Estatística Básica x Disciplina Normal 54 18 Citologia x Disciplina Normal DECEB DCIAG Disciplina Normal 36 36 54 0 54 18 36 36 DCIAG DCIAG 5º Agrometeorologia Disciplina Normal 5º Fisiologia vegetal Disciplina Normal Disciplina Normal 5º 5º Algoritmos e Estrutura de Dados Industrialização da madeira Disciplina DECEB DCIAG DCIAG Normal 36 36 36 36 DCIAG 5º Dendrometria Disciplina Normal 5º GRUPO DE OBRIGATÓRIAS Disciplina Normal 6º Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Disciplina Normal 6º Inventário Florestal Disciplina Normal 6º Viveiros e sementes florestais Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal DCIAG 54 36 54 18 36 36 36 36 DCIAG 6º 6º 6º Máquinas e Mecanização Agrícola GRUPO DE OBRIGATÓRIAS GRUPO DE OBRIGATÓRIAS GRUPO DE OPTATIVAS - I, III, V, VI DCIAG 7º Disciplina Normal 7º Princípios e métodos silviculturais Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal 7º 7º 7º 7º 7º 8º Estudos de impactos ambientais Genética e Melhoramento Florestal GRUPO DE OBRIGATÓRIAS GRUPO DE OBRIGATÓRIAS GRUPO DE OPTATIVAS – I, II, III, V, VI Física do solo, conservação do solo e da Água Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal x x x x Gênese propriedad ee classificaçã o do solo Dendrometr ia Dendrologi a, Fisiologia vegetal Física I x x x x DCIAG DCIAG 36 36 54 18 36 18 54 36 54 18 DCIAG Disciplina x DCIAG DCIAG Recuperação de ecossistemas florestais degradados Cálculo I Tecnologia da Madeira Bases à biometria florestal x DCIAG DCIAG 6º Zoologia Geral Cálculo I, Física I, Bases para a tecnologia de produtos florestais Anatomia Vegetal, Bioquímica Geral DCIAG DCIAG Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Viveiros e sementes florestais Ecologia Florestal Bioquímica Geral Princípios e métodos silviculturais x x x DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG 25 Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Geoprocessamento e topografia aplicados às ciências florestais e ambientais Plantas 8º Geoprocessamento e topografia aplicados às ciências florestais e ambientais DCIAG Disciplina Normal 36 54 DCIAG 8º Patologia Florestal Disciplina Normal 8º Entomologia Florestal Disciplina Normal 36 36 18 54 18 54 18 Inventário Florestal X 72 0 x X 36 36 Zoologia Geral, Ecologia Florestal X 0 72 36 0 DCIAG Estruturas de madeira e construções Disciplina Normal 8º GRUPO DE OBRIGATÓRIAS Disciplina Normal 9º Manejo Florestal Disciplina Normal 9º 9º 9º 9º 10º 10º Sociologia e Extensão Rural Manejo da fauna silvestre e manejo de criadouros conservacionistas GRUPO DE OPTATIVAS – II, IV, V, VI GRUPO DE OPTATIVAS – II, IV, V, VI Estágio Supervisionado Trabalho de Conclusão de Curso Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Estágio Trabalhos acadêmicos Normal Viveiros e sementes florestais, Microbiolog ia Geral Entomologi a Geral, Ecologia Florestal Desenho Técnico Digital, Física I, Tecnologia da Madeira X 36 DCIAG 8º Desenho Técnico Digital X DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG Normal 26 x 3.220H ou 3.497HA X X 11.2. Disciplinas obrigatórias Carga Horária (CHA) Natureza do Período de oferta Unidade curricular Tipologia Oferecimento Unidade acadêmica responsável Pré-requisito Correquisito Teórica Prática DCIAG 6º ou 7º (2° semestre) 4º ou 5º (2° semestre) Sistema Agrosilvopastoril Disciplina Normal Manejo e Gestão de Unidades de Disciplina Conservação Normal 18 18 Ecologia Geral Princípios e métodos silviculturais 54 0 Ecologia Geral x 36 18 Introdução a Engenharia Florestal, Bases à biometria florestal x 18 18 Ecologia Florestal Agrometeorologia 36 0 X Ecologia Florestal 36 18 Inventário Florestal x 36 18 Inventário Florestal x 36 18 Tecnologia da Madeira x DCIAG DCIAG 4º ou 5º (1° semestre) Economia Florestal Disciplina Normal 6º ou 7º Incêndios Florestais Disciplina (1° semestre) Normal 6º ou 7º Política e Legislação Disciplina (1° semestre) Florestal Normal 8º ou 9º (1° semestre) Manejo de florestas Disciplina naturais Normal 6º ou 7º Colheita e Transporte Disciplina (2° semestre) Florestal Normal 8º ou 9º Energia da Biomassa Disciplina (2° semestre) Florestal Normal DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG Como descrito no item 10 em matriz curricular, este grupo de disciplinas obrigatórias será ofertado na tipificação de normal. O acadêmico do Curso de Engenharia Florestal deverá cumprir obrigatoriamente estas disciplinas para que possa integralizar a carga horária do curso. As disciplinas deste grupo serão ofertadas em semestres intercalados de modo a possibilitar a integralização da carga horária exigida. 27 11.3. Disciplinas optativas Carga Horária (CHA) Natureza do Grupo Unidade curricular Unidade acadêmica Tipologia Oferecimento responsável Teórica Prática DCIAG I Painéis de madeira Disciplina e adesão e adesivos Normal I Preservação e permeabilidade da madeira Normal I I I 36 18 Tecnologia da madeira 36 18 Tecnologia da madeira 18 18 Tecnologia da madeira 54 18 Tecnologia da madeira 36 18 Tecnologia da madeira 36 18 Tecnologia da madeira 36 18 36 18 54 18 Hidráulica e agrometeorologia 36 18 Inventário florestal 36 36 Cartografia e geoprocessamento; Desenho Técnico digital 36 36 X 36 18 Inventário florestal; princípios e met. Silviculturais 36 18 Agrometeorologia 54 18 Ecologia Geral 36 18 Fisiologia vegetal 36 18 Princípios e met. Silviculturais 36 18 X 36 0 Politica e legislação florestal 54 18 Fisiologia vegetal 54 18 Microbiologia geral DCIAG Disciplina Produtos Disciplina energéticos da madeira Propriedades físicas e mecânicas Disciplina da madeira Serraria e secagem da madeira Pré-requisito Disciplina Normal DCIAG DCIAG Normal Normal I Tecnologia de papel Disciplina e celulose Normal II Estradas Florestais Disciplina Normal II Hidráulica Disciplina Normal II Irrigação e drenagem Disciplina Normal II Modelagem da produção florestal Disciplina Normal II Topografia Geoprocessada Disciplina Normal II Cartografia e Disciplina Geoprocessamento Normal II Planejamento Florestal Disciplina Normal II Manejo de bacias hidrográficas e hidrologia Disciplina Normal III Agroecologia Disciplina Normal DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG Geoprocessamento e topografia aplicados às ciências florestais ambientais Geoprocessamento e topografia aplicados às ciências florestais ambientais DCIAG DCIAG III Floricultura e paisagismo Disciplina Normal III Cultura de essências exóticas e nativas Disciplina Normal III Educação ambiental Disciplina Normal III Legislação ambiental I Disciplina Normal IV Biologia e manejo Disciplina de plantas daninhas Normal IV Fitopatologia geral Normal DCIAG DCIAG DCIAG Disciplina DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG 28 DCIAG IV Receituário agronômico Disciplina Normal V Princípios de economia Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal V V Filosofia da ciência e ética Gerenciamento da indústria da madeira 36 18 Patologia Florestal; Entomologia Florestal, Biologia e manejo de plantas daninhas 54 0 X 36 0 X 36 0 Industrialização da madeira 36 0 Industrialização da madeira; princípios e métodos silviculturais 36 18 X 72 0 X 36 18 Microbiologia geral e Bioquimica Geral 18 18 Fisiologia vegetal 18 36 Introdução à Engenharia Florestal DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG V Gerenciamento de resíduos de base florestal Disciplina Normal V Gestão ambiental Disciplina Normal V Libras Disciplina Normal VI Biologia molecular Disciplina Normal VI Propagação de plantas Disciplina Normal VI Seminários em Disciplina engenharia florestal Normal DCIAG DCIAG DECEB DCIAG DCIAG Grupo – I : Tecnologia de produtos florestais; Grupo – II : Engenharia; Grupo – III : Ciências do Ambiente; Grupo – IV: Proteção Florestal; Grupo V : Ciências Sociais Aplicadas e Humanas; Grupo VI : Outras optativas. 11.4. Matriz de organização curricular A organização curricular está divididas em três Núcleos: Básico, Essencial e Específico. Esses núcleos permeiam entre si de forma que os conhecimentos do Núcleo Básico adquiridos darão subsídios para conhecimento das disciplinas do Núcleo Essencial, que por sua vez darão conhecimento para as disciplinas do Núcleo Específico. Embora esses núcleos de disciplinas contemplem a formação científica do Engenheiro Florestal também estão inseridas na organização curricular disciplinas optativas, que dentro da expectativa do acadêmico poderão abordar conhecimentos específicos do curso ou de outras áreas que atenderem sua demanda por conteúdo de seu interesse. Além desses componentes curriculares relacionados à formação científica existem também outros elementos como as atividades acadêmicas, estágio supervisionado e atividades complementares que atuam direta ou indiretamente na 29 formação do profissional oportunizando-lhe a aquisição de experiências diversas em instituições privadas e públicas da sua área de formação. Também o relacionamento com o meio cientifico-acadêmico e até mesmo profissional no intuito de estimular as atividades extra universidade como congressos, encontros e reuniões, além da formação de cidadania com as atividades administrativas de classe, entre outras atividades complementares descritas no item 9 deste PPC, muito têm a colaborar na formação do profissional Engenheiro Florestal formado pela UFSJ. Neste projeto a carga horária do curso (CH) é baseada em horas de 60 minutos como referência. Já a carga horária em hora-aula (CHA) é constituída por unidades curriculares em múltiplos de dezoito horas-aula (18 horas-aula), sendo a duração das aulas (DHA) de 55 minutos. Carga horária (CH)/(CHA) Unidade curricular Conteúdo de natureza científico-cultural Atividades complementares Estágio supervisionado Trabalho acadêmico Obrigatória Optativa 3.383 H (3.690 HA)* 198 H (216 HA)* Eletiva Total 3.581H (3.906 HA)* 100 H 100 H 72 H 72 H 36 H 36 H Outros: Carga horária total para 3.789 H Integralização Obs.: especificar particularidades na organização curricular com implicações no cadastro da estrutura curricular no CONTAC Devem ser consideradas 324 HA de disciplinas ofertadas dos grupos de obrigatórias para a integralização da carga horária total de disciplinas do curso. * Valores de horas aula múltiplos de 18. H- carga horária em função do tempo de referencia de 60 minutos. 30 12 FLUXOGRAMA GERAL 1° PER 2° PER 3° PER 4° PER 5° PER 6° PER 7° PER 8° PER 9° PER 10° PER Int. à ciência do solo: Mineralogia (36 HA) (33 H) Anatomia Vegetal (72 HA) (66H) Comp. químicos e anatômicos da madeira (72 HA) (66H) Tecnologia da Madeira (90 HA) (82,5H) Entomologia Geral (72 HA) (66H) Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas (90 HA) (82,5H) Recup. de ecossistemas florestais degradados (72 HA) (66H) Fís. do solo, conservação do solo e da Água (72 HA) (66H) Manejo Florestal (72 HA) (66H) Estágio Supervisionado (72H) Citologia (54 HA) (49,5 H) Cálculo I (90 HA) (82,5H) Física I (72 HA) (66H) Gênese propriedade e classificação do solo (72 HA) (66H) Agrometeorologia (54 HA) (49,5H) Inventário Florestal (72 HA) (66H) Princípios e métodos silviculturais (72 HA) (66H) Geoproc. e top. aplicado a ciên. Flor. e Ambientais (90 HA) (82,5H) Sociologia e Extensão Rural (72 HA) (66H) Trabalho de Conclusão de Curso (36H) Desenho Técnico Digital (54 HA) (49,5H) Química analítica (72 HA) (66H) Bioquímica Geral (72 HA) (66H) Ecologia Florestal (72 HA) (66H) Fisiologia vegetal (72 HA) (66H) Viveiros e sementes florestais (72 HA) (66H) Estudos de impactos ambientais (54 HA) (49,5H) Patologia Florestal (72 HA) (66H) Man. fauna silv. e man. Criad. conserv. (72 HA) (66H) Intr. à Engenharia Florestal (36 HA) (33H) Química orgânica (54 HA) (49,5H) Bases à biometria florestal (54 HA) (49,5H) Plantas Úteis do Cerrado (36 HA) (33H) Algoritmos e Estrutura de Dados (72 HA) (66H) Máquinas e Mecanização Agrícola (72 HA) (66H) Genética e Melhoramento Florestal (90 HA) (82,5H) Entomologia Florestal (54 HA) (49,5H) Grupo de optativas - II, IV, V, VI Química Geral (54 HA) (49,5H) Bases para a tec.de produtos florestais (54 HA) (49,5H) Metod. da pesq. e redação científica (54 HA) (49,5H) Mét. Estat. Aplicados à Engenharia Florestal (72 HA) (66H) Industrialização da madeira (72 HA) (66H) Grupo de obrigatórias anuais Grupo de obrigatórias anuais Estruturas de madeira e construções (72 HA) (66H) Grupo de optativas - II, IV, V, VI Ecologia Geral (72 HA) (66H) Dendrologia (54 HA) (49,5H) Prod. Flor. Não Madeireiros (36 HA) (33H) Microbiologia Geral (72 HA) (66H) Dendrometria (72 HA) (66H) Grupo de obrigatórias anuais Grupo de obrigatórias anuais Grupo de obrigatórias anuais Grupo de obrigatórias anuais Sistemática e organografia vegetal(54 HA) (49,5H) Zoologia Geral (72 HA) (66H) Estatística Básica (72 HA) (66H) Grupo de obrigatórias anuais Grupo de obrigatórias anuais Grupo de optativas - I, III, V, VI Grupo de optativas - I, II, III, V, VI ATIVIDADES ESPECIAIS COMPLEMENTARES: monitoria, iniciação científica, participação e trabalho em congresso, atividade extensionista, estágio voluntário, minicurso, palestra, curso de línguas, etc. (100 h). 31 13. EMENTARIO DAS DISCIPLINAS 13.1. Disciplinas obrigatórias 13.1.1. Núcleo disciplinas básicas UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Citologia Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: 1º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Estrutura e funcionamento dos sistemas subcelulares e celulares, incluindo: organização e função no nível supramolecular. Função de cada estrutura/organito – comparação entre células de organismos procariotos e eucariotos: material genético/núcleo, membrana plasmática, sistema de endomembranas (ribossomos, retículo endoplasmático rugoso e liso, aparelho de Golgi, lisossomos), citosqueleto, relação com o meio extracelular (matriz extracelular e parede celular), processos de geração de energia (mitocôndria/cloroplasto/peroxissomo). Comunicação, sinalização e transporte celulares. Ciclo e divisão celular de células somáticas e germinativas. Metodologias utilizadas no estudo das células. OBJETIVOS 32 Esta disciplina tem como objetivo proporcionar aos alunos conhecimentos sobre sistemas celulares, de forma individualizada ou constituindo organismos, abordando interações existentes entre a informação genética e sua expressão, tanto: a) na forma de substâncias celulares, quanto a sua constituição, metabolismo e fisiologia, na constituição e função das membranas e organelas, b) nas ações celulares e c) nos ecossistemas. Os objetivos específicos abrangem: 1) conceituar organismos eucariotos e procariotos, bem como, unicelulares e pluricelulares; 2) caracterizar as membranas celulares e correlacionar composição, estrutura e função; 3) compreender a síntese de macromoléculas como um processo relacionado ao sistema de endomembranas e a interdependência entre as organelas; 4) identificar os componentes estruturais celulares em interação com o meio extracelular em organismos pluricelulares; 4) explicar os processos básicos de geração de energia e compará-los no nível de organelas entre células vegetais e animais; 5) compreender que os processos celulares de sobrevivência são processos dinâmicos de sistemas biológicos; 6) classificar os principais tipos de via de sinalização celular e compreender a importância da comunicação celular para os processos de sobrevivência, proliferação, diferenciação e morte celulares; 7) caracterizar as fases do ciclo celular de acordo com a integridade das organelas e a atividade celular apresentada; 8) identificar e caracterizar as fases dos processos de divisão mitótica e meiótica; 9) compreender que os sistemas celulares são sistemas abertos de comunicação com o meio extracelular; 10) desenvolver o conhecimento crítico e científico sobre biotecnologia a partir do conhecimento de estrutura celular, processos e funções relacionadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, H.F.; RECCO-PIMENTEL, S.M. A célula. 2 ed. São Paulo: Manole, 2007. 380p. DE ROBERTIS JR, E.M.R; HIB, J.; PONZIO, R. Biologia celular e molecular. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 413p. JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 8 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 332p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 1268p. COOPER, G.M.; HAUSMAN, R.E. A célula: uma abordagem molecular. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 716p. KARP, G. Biologia celular e molecular: conceitos e experimentos. 3 ed. Barueri: Manole, 2005. 786p. LODISH, H. et al. Biologia celular e molecular. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 1054p. MENDHAM, J. et al. Vogel, análise química quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 462p. TURNER, P.C. et al. Biologia molecular. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 287p. 33 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Desenho Técnico Digital Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: 1º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Primeira parte: normas e técnicas de desenho – introdução ao desenho técnico; instrumentos de desenho, tipos e manuseio; figuras geométricas; perspectiva isométrica comum, com elementos paralelos, oblíquos, circulares e diversos; projeção ortográfica de figuras planas de sólidos geométricos, com elementos paralelos, oblíquos, circulares e diversos; cortes comum, composto, parcial, meio-corte e cortes nas vistas ortográficas; seção e encurtamento; vistas auxiliares; dimensionamento e cotagem; escalas; formatos padrões de folhas, margens e legendas; classificação do desenho quanto ao grau de elaboração; noções de desenho técnico arquitetônico, topográficos, de instalações elétricas e hidro-sanitárias. Segunda parte: software QCAD para desenho técnico – introdução ao conceito de projeto auxiliado por computador (CAD – Computer Aided Design); interface do usuário no QCAD; modos de execução de comandos; linha de comando do QCAD; manipulação de arquivos; impressão e plotagem; comandos básicos de edição; visualização: zoom e pan; camadas de desenho: criação, modificação e organização do arquivo; os blocos: criação e uso; fixação relativa de entidades; comandos para criação de entidades; comandos de modificações; comandos de texto; comandos de medições. OBJETIVOS Habilitar os alunos a representar corretamente os elementos físicos da bioengenharia (ex. peças mecânicas de maquinário industrial, topografia de propriedades rurais e construções agropecuárias, etc.) através do desenho técnico, desenvolvendo a percepção visual. Fornecer os elementos necessários para que os alunos estejam aptos a elaborar desenhos elegantes, tecnicamente rigorosos e amplamente legíveis. Habilitá-los na leitura e interpretação de desenhos técnicos arquitetônicos, com noções básicas de desenho mecânico, topográfico, elétrico e hidro-sanitário. Instrumentar os alunos com moderno software CAD para que desenvolvam desenhos técnicos de maneira eficiente e precisa. BIBLIOGRAFIA BÁSICA 34 MAGUIRE, D.E.; SIMMONS, C.H. Desenho técnico. São Paulo: Hemus, 2004. 257p. SILVA, A. et al. Desenho técnico moderno. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 475p. VENDITTI, M.V.R. Desenho técnico sem prancheta com AutoCAD 2010. 2 ed. Florianópolis: Visual. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BALDAM, R.; COSTA, L. AutoCAD 2010: utilizando totalmente. São Paulo: Érica, 2010. 520p. FONSECA, R.S. Elementos do Desenho Topográfico. São Paulo: McGraw Hill do Brasil, 1973. 192p. FRENCH, T.E.; VIERCK, C.J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8 ed. Rio de Janeiro: Globo, 2010. 1093p. MONTENEGRO, G.A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2ºgrau e faculdades de arquitetura. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. 167p. NEIZEL, E. Desenho Técnico para construção civil. São Paulo: EPU, 1974. V.1. 72p. 35 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Química Geral Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: 1º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Estrutura atômica. Noções de Mecânica Quântica. Configuração eletrônica. Números quânticos. Classificação periódica dos elementos. Propriedades periódicas. Ligações químicas. Forças intermoleculares. Polaridade e Solubilidade. Moléculas polares, apolares e anfifílicas. Geometria molecular e teorias de ligação. Funções inorgânicas. Conceitos Ácido-Base e escala de pH. Estequiometria da fórmula e da equação. Soluções: propriedades e títulos. Equilíbrio Químico. Solução Tampão. Teoria das reações de oxidação-redução. OBJETIVOS Familiarizar o estudante com os fundamentos teórico-práticos da química inorgânica, conduzindo-o ao estudo das funções inorgânicas, transformações químicas, relações estequiométricas e equilíbrio químico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BROWN, L.S; HOLME, T.A. Química geral aplicada à engenharia. São Paulo: Cengage Learning, 2009. 653p. KOTZ, J.C; TREICHEL JR., P.M; WEAVER, G.C. Química geral e reações químicas. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. V.1. 611p. KOTZ, J.C; TREICHEL JR., P.M; WEAVER, G.C. Química geral e reações químicas. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. V.2. 473p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 36 BRADY, J.E; HUMISTON, G.E. Quimica geral. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986. V.2. 264p. BRADY, J.E; HUMISTON, G.E. Química geral. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. V.1. 410p. RUSSELL, J.B. Quimica geral. 2 ed. São Paulo: Pearson: Makron Books, 2008. V.1. 621p. RUSSELL, J.B. Quimica geral. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2008. V.2. 656p. SPENCER, J.N.; BODNER, G.M.; RICKARD, L.H. Química - Estrutura e dinâmica. 3 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. V.1. 470p. SPENCER, J.N.; BODNER, G.M.; RICKARD, L.H. Química - Estrutura e dinâmica. 3 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. V.2. 394p. 37 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Química Orgânica Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: 1º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito Química geral EMENTA Introdução à química do carbono. Função e nomenclatura dos compostos orgânicos: Hidrocarbonetos, compostos oxigenados, compostos nitrogenados, compostos aromáticos, compostos heterocíclicos. Forças intermoleculares. Ácidos e bases em química orgânica. Estereoquímica dos compostos orgânicos. Principais mecanismos das reações orgânicas. OBJETIVOS Introduzir os conceitos, teórico-práticos fundamentais da Química Orgânica, por meio do estudo das estruturas, análise, síntese e reatividade das principais funções orgânicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RUSSELL, J.B. Quimica geral. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2008. V.2. 656p. SOLOMONS, T.W.G.; FRYHLE, C.B. Química orgânica. 9 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. V.1. 675p. SOLOMONS, T.W.G.; FRYHLE, C.B. Química orgânica. 9 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. V.2. 496p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALLINGER, N.L. et al. Química orgânica. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1976. 961p. AMARANTE JR., O.P.; VIEIRA, E.M.; COELHO, R.S. Poluentes Orgânicos. 1 ed. São Carlos: Rima, ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 965p. BRUICE, P.Y. Química orgânica. 4 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. V.1. 590p. BRUICE, P.Y. Química orgânica. 4 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. V.2. 641p. UCKO, D.A. Química para as ciências da saúde: uma introdução à química geral, orgânica e biológica. 2 ed. São Paulo: Manole, 1992. 646p. 38 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Química Analítica Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Química geral Período: 2º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Introdução à análise qualitativa. Aplicações biológicas, fontes de erro e princípios de cada técnica. Fenômenos de equilíbrio. Reações características de cátions e de ânions. Isolamento, caracterização e respectivas técnicas de separação e identificação. Análises de sais minerais. Introdução à análise quantitativa. Descrição dos princípios e dos equipamentos. Amostragem. Tratamento dos dados analíticos. Técnicas gerais de análise quantitativa. Análises gravimétricas, volumétricas e instrumentais de elementos e compostos minerais. Análise instrumental e identificação e quantificação de compostos. OBJETIVOS Fornecer ao aluno fundamentos e aplicabilidades de técnicas de análise química utilizadas em biossistemas. Ao longo do curso, o aluno adquirirá competência para: Apontar técnicas, passíveis de aplicação, para a quantificação de analitos os quais irão fornecer subsídios na busca de soluções para desafios dentro dos diversos biossistemas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BACCAN, N. et al. Química analítica quantitativa elementar. 3 ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2008. 308p. MENDHAM, J. et al. Vogel, análise química quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 462p. SKOOG, D.A. et al. Fundamentos da química analítica. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 999p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 39 CHRISTIAN, G.D. Analytical chemistry. 6 ed. New York: John Wiley & Sons, 2004. 828p. HARRIS, D.C. Análise química quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 876p. SETTLE, F.A. Handbook of Instrumental Techniques for Analytical Chemistry. New Jersey: Prentice Hall PTR, 1997. 995p. SKOOG, D.A. et al. Analytical chemistry: an introduction. 7 ed. USA: Thomson Learning, 2000. 773p. (Saunders golden sumust series). STOEPPLER, M. Sampling and Sample Preparation: Practical Guide for Analytical Chemists. Berlim: Springer-Verlag, 1997. 202p. VOGEL, A.I. Quimica analítica qualitativa. 5 ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981. 665p. 40 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Anatomia Vegetal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 18 Prática: 54 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Período: 2º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Introdução à Botânica. Embriologia: do embrião à planta adulta. Espermatófitas: morfologia externa de raiz, caule, folha, estruturas de reprodução, fruto e semente. Célula vegetal. Meristemas. Sistemas de tecidos: dérmico, fundamental e condutor. Anatomia da folha. Estruturas secretoras. OBJETIVOS Conhecer de forma geral as partes dos vegetais, suas estruturas e funções bem como fornecer familiaridade com a microscopia para fornecer subsídios á disciplinas essenciais aos dos estudo em Engenharia Florestal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CUTTER, E.G. Anatomia vegetal. 2 ed. São Paulo: Roca, 2002. V.1. 304 p. CUTTER, E.G. Anatomia vegetal. São Paulo: Roca, 2002. V.2. 336 p. ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Blucher, 2007. 293 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 41 BALTAR, S.L.S M. Manual prático de morfoanatomia vegetal. São Carlos: Rima, 2006. 88p. BONA, C.; BOEGER, M.R.; SANTOS, G.O. Guia ilustrado de anatomia vegetal. Ribeirão Preto: Holos Editora, 2004. 80p. CASTRO, E.M. de; PEREIRA, F.J.; PAIVA, R. Histologia Vegetal: Estrutura e Função de Órgãos Vegetativos. Lavras: UFLA. 2009. 234p. DE SOUZA, L.A. Morfologia e anatomia vegetal: células, tecidos, órgãos e plântulas. 1 ed. Ponta Grossa: UEPG, 2009. 259p. il. DE SOUZA, L.A. Morfologia e anatomia vegetal: teorias e práticas. 1 ed. Ponta Grossa: UEPG, 2009. 259p. il. GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H. Morfologia vegetal: organografia e dicionário ilustrado de morfologia das plantas vasculares. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2007. 416p. 42 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Cálculo I Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 90 horas-aula (82,5 horas) Teórica: 90 Prática: 0 Total: 90 Pré-requisito Período: 2º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Funções: definição, formas de representação, gráfico cartesiano, domínio e imagem. Função crescente e decrescente, composta e inversa. Limite e continuidade. Derivadas e Aplicações. Integral e aplicações. OBJETIVOS Fornecer aos alunos conhecimentos essenciais de cálculo diferencial e integral que os permitam observar a pertinência do estudo do assunto nas diversas sub-áreas da engenharia; Identificar técnicas e conteúdos a serem aplicados na resolução de problemas reais da engenharia; Despertar os alunos para a necessidade de aplicar os conteúdos trabalhados em pesquisas científicas BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. 8 ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. V.1. 581p. ÁVILA, G. Cálculo: das funções de uma variável. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. V.1. 311p. SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Pearson: Makron Books, 2008. V.1. 829p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOLDSTEIN, L.J.; LAY, D.C; SCHNEIDER, D.I. Cálculo e suas aplicações. 1 ed. São Paulo: Hemus, 2007. 521p. GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. V.1. 635p. LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3 ed. São Paulo: Harbra, 1994. V.1. 685p. LIMA, J. et al. Biomatemática - Uma Introdução para o curso de Medicina. 2 ed. São Paulo: Almedina Brasil, 2004. 430p. STEWART, J. Cálculo. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. V. 1. 535p. SVIERCOSKI, R.F. Matemática aplicada às ciências agrárias: análise de dados e modelos. 1 ed. Viçosa: UFV, 2008. 333p. 43 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Física I Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 72 Prática: 0 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Período: 3º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Unidades, Grandezas Físicas e Vetores; Força e Leis de Newton; Dinâmica da Partícula; Energia Mecânica; Leis de Conservação em Mecânica; Rotação; Estática; Hidrostática. OBJETIVOS Fornecer ao aluno a capacidade de compreensão e equacionamento dos fenômenos físicos. Desenvolver no aluno, a habilidade de observação, de análise crítica e resolução dos fenômenos físicos. Dar ao aluno condições de analisar e raciocinar sobre problemas de física na área de engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEER, F.P; JOHNSTON JR., E.E.R. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 5 ed. São Paulo: Makron Books, 2006. V.1. 793p. NUSSENZVEIG, H.M. Curso de física básica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2009. V.1. 328p. YOUNG, H.D; FREEDMAN, R.A. Sears & Zemansky - Física I: mecânica. 12 ed. São Paulo: Pearson, 2008. V.1. 402p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAVES, A. Física básica: mecânica. 1 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 328p. DURÁN, J.E.R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson: Prentice Hall, 2006. 318p. GARCIA, E.A.C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2007. 387p. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. V.1. 356 p. HENEINE, H.F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2010. 391p. TIPLER, P.A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. V.1. 651 p. 44 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Bioquímica Geral Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Química orgânica Período: 3º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Origem da vida. Água em sistemas biológicos. Aminoácidos. Proteínas: estrutura e função. Sistema tampão, transporte de gases e equilíbrio ácido-base do sangue. Cinética enzimática. Metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas. Aspectos bioquímicos da ação hormonal. Integração metabólica. Fotossíntese. OBJETIVOS O objetivo é fornecer aos alunos uma fundamentação sobre biomoléculas, processos bioquímicos gerais e metabolismo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERG, J.M; TYMOCZKO, J.L; STRYER, L. Bioquímica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 1114p. MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica básica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 386p. NELSON, D.L; COX, M.M. Lehninger princípios de bioquímica. 4 ed. São Paulo: Sarvier, 2006. 1202p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 752p. CHAMPE, P.C.; HARVEY, R.A; FERRIER, D.R. Bioquímica ilustrada. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 528p. PALERMO, J.R. Bioquímica da nutrição. São Paulo: Atheneu, 2008. 172p. TYMOCZKO, J.L.; BERG, J.M.; STRYER, L. Bioquímica fundamental. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2011. 780p. VOET, D.; VOET, J.G; PRATT, C.W. Fundamentos de bioquímica: a vida em nível molecular. 2 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. XXVIII, 1241p. 45 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Zoologia Geral Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Período: 1º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Classificação e nomenclatura zoológica. Introdução ao estudo multidisciplinar da diversidade taxonômica e ecológica dos animais invertebrados e vertebrados. Caracterização morfofisiológica, ciclo de vida, habitat, diversidade, importância ecológica, médica e agrícola dos animais. Relação entre os seres vivos. Protozoários. Platelmintes. Nematódeos. Anelídeos. Moluscos. Artrópodes. Cordados. OBJETIVOS Identificar a aplicação da classificação de animais e nomenclatura zoológica na vida profissional do agrônomo. Descrever a estrutura e a fisiologia de animais de cada um dos grupos de protozoários até o homem, bem como as inter-relações entre os animais, ambientes e humanidade. Relacionar a importância dos animais com meio e suas relações com o homem. Descrever características morfológicas externas e o funcionamento dos sistemas internos. Conhecer as estruturas, funções, relações e história evolutiva dos principais filos de animais. Relacionar as formas e estruturas aos mecanismos fisiológicos destes animais e principais contribuições biológicas de cada filo. Conhecer o ciclo de vida dos principais agentes de doenças parasitárias humanas, veterinárias e de plantas e listar as medidas para o seu controle. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GULLAN, P.J.; CRANSTON, P.S. Os insetos: um resumo de entomologia. 3 ed. São Paulo: Roca, 2007.440p. HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2004. 846p. STORER, T.I. et al. Zoologia Geral. 6 ed. São Paulo: Nacional, 1989. 816p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 46 BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2007. 1092p. DELLA LUCIA, T.M.C.; REIS Jr, R.; LUCINDA, P.H.F. Zoologia dos invertebrados I: Protozoa a Nematoda, manual de laboratório. 2 ed. Viçosa: UFV, 2002. 169p. DELLA LUCIA, T.M.C.; REIS Jr, R.; OLIVEIRA, M.C. Zoologia dos invertebrados II: Mollusca a Echinodermata, manual de laboratório. 2 ed. Viçosa: UFV, 2002. 193p. RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M. Invertebrados: manual de aulas práticas. Série manuais práticos em Biologia. 3 ed. Ribeirão Preto: Holos, 2002. 271p. RUPPERT, E. E.; BARNES, R. D.; FOX, R. S. Zoologia dos Invertebrados: uma abordagem funcional-evolutiva. 7 ed. São Paulo: Roca, 2005. 1168p. 47 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Ecologia Geral Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 72 Prática: 0 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Período: 1º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA 1. Ecologia. 2. O indivíduo, seus atributos e bases de evolução. 3. Habitat, condições, recursos e nicho ecológico. 4. Teoria da seleção r e K. 5. Populações, atributos e sua regulação. 6. Interações entre populações, manejo de extrativismo (vegetal e animal). 7. Comunidades e seus atributos. Modelos de distribuição de abundância de espécies. 8. Sucessão ecológica primária e secundária. Recuperação de áreas degradadas. 9. Fluxo de energia. Ciclos biogeoquímicos. Ecossistemas e biomas. 10.Princípios da educação ambiental. OBJETIVOS Objetiva o desenvolvimento de raciocínio em ecologia de populações e de ecossistemas, estimulando uma melhor visão estrutural e processual de ecossistemas aquáticos e terrestres, tropicais e temperados, conservados e impactados, naturais ou cultivados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BEGON, M.; TOWNSED, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 740 p. ODUM, E.P; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 612 p. RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 503 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 48 BRANCO, S.M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio ambiente. São Paulo: Edgard Blucher, 1989. 141p. CULLEN, J.R.; VALLADARES-PADUA, C.; RUDRAN, R. Métodos de estudos em biologia da conservação e manejo da vida silvestre. 2 ed. Curitiba: UFPR, 2006. 651p. (Pesquisa; n.143). KAGEYAMA, P.Y. et al. Restauração ecológica de ecossistemas naturais. Botucatu: FEPAF, 2008. 340 p. PRIMACK, R.B; RODRIGUES, E. Biologia da conservação. Londrina: Planta, 2001. 327 p. TUNDISI, J. G., REBOUÇAS, A. C., BRAGA, B. Águas doces no Brasil. 3ª. ed. São Paulo: Escrituras. 2006. v 1. 720 p. 49 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Estatística Básica Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 72 Prática: 0 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Cálculo I Período: 3º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Descrição de dados. Introdução ao estudo de probabilidades. Aplicações das distribuições de probabilidades binomial, normal, t, f e qui-quadrado. Definição dos erros. Construção de intervalos de confiança. Testes de hipótese. Correlação e regressão linear simples. OBJETIVOS Apresentar aos alunos uma introdução aos princípios gerais da estatística descritiva e probabilidade, apresentando as idéias elementares de Estatística sobre organização de dados em tabelas e gráficos; medidas descritivas, noção de variabilidade de dados de observação e análise de dados obtidos através de levantamentos na solução de problemas dos campos das bioengenharias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DÍAZ, F.R.; LÓPEZ, F.J.B. Bioestatística. São Paulo: Thomson Learning, 2007. 284p. PAGANO, M.; GAUVREAU, K. Princípios de bioestatística. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 506p. TRIOLA, M.F. Introdução à estatística. 10 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 696p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BUSSAB, W.O; MORETTIN, P.A. Estatística básica. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 540p. FERREIRA, D.F. Estatística básica. 2 ed. Lavras: UFLA, 2009. 663p. LEVINE, D.M. Estatística: teoria e aplicações usando microsoft excel em português. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 776p. MONTGOMERY, D.C.; RUNGER, G.C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 514p. VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1980. 196p. 50 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Microbiologia Geral Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Citologia Período: 4º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Princípios de microbiologia. Caracterização e classificação de microrganismos. Caracterização da estrutura e função de microrganismos. Nutrição, crescimento e cultura microbiana. Metabolismo microbiano. Controle de crescimento microbiano. Biologia molecular de microrganismos. Genética microbiana. Interações microbianas. OBJETIVOS Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de conhecer os princípios da microbiologia, identificar os tipos de microorganismos e suas interações na área das ciências agrárias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MADIGAN, M.T; MARTINKO, J.M; PARKER, J. Microbiologia de Brock. 10 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. 608p. TORTORA, G.J; FUNKE, B.R; CASE, C.L. Microbiologia. 8 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 894p. WINN JR., W.C. et al. Koneman, diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 1565p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARTER, G.R. Fundamentos de bacteriologia e micologia veterinária. São Paulo: Roca, 1988. 249p. HIRSH, D.C; ZEE, Y.C. Microbiologia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 446p. MURRAY, P.R. et al. Microbiologia médica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 762p. PELCZAR, M.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2008. V.1. 524p. PELCZAR, M.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2008. V.2. 517p. SILVA FILHO, G.N.; OLIVEIRA, V.L. de. Microbiologia: manual de aulas práticas. 2 ed. Florianópolis: UFSC, 2007. 157p. 51 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Sistemática e Organografia Vegetal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 18 Prática: 36 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: 1º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Importância da classificação vegetal. Estudo dos principais sistemas de classificação vegetal. Técnicas de herborização. Noções de morfologia externa vegetal. Chaves de identificação. Sistemática e taxonomia das principais famílias botânicas, com destaque para as de importância agropecuária. OBJETIVOS Proporcionar conhecimentos sobre os principais sistemas de classificação em Botânica; Fornecer subsídios aos alunos para a interpretação da diversidade morfológica das plantas com sementes e suas implicações filogenéticas; Capacitar os alunos a reconhecer, usando caracteres morfológicos, famílias botânicas importantes em nossa flora, com ênfase naquelas de interesse agropecuário; Capacitar os alunos ao reconhecimento de um táxon, baseando-se em sistemas da Escola Filogenética, The Angiosperm Phylogeny Group (APG III) (2009); Treinar os alunos em projeto de florística: coleta, herborização, nomenclatura, chaves de identificação, descrição botânica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H. Morfologia Vegetal: Organografia e dicionário ilustrado de morfologia das plantas vasculares. São Paulo: Instituto Plantarum de estudos da Flora. 2007. 416p. JUDD, W.S.; CAMPBELL, C.S.; KELLOGG, E.A.; STEVENS, P.F.; DONOGHUE, M.J. Sistemática Vegetal: um enfoque filogenético. 3 ed. Porto Alegre: ARTMED. 2009. 632p. SOUZA, V.C.; LORENZI, H. Botânica Sistematica: Guia ilustrado para identificação das famílias de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG II. 2 ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum. 2008.704p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 52 BARROSO, G.M.; PEIXOTO, A.L.; ICHASO, C.L.F.; GUIMARÃES, E.F.; COSTA, C.G. Sistemática de Angiospermas do Brasil. 2 ed. Viçosa: UFV. 2007. V.1. 310 p. DE SOUZA, L.A. Morfologia e anatomia vegetal: células, tecidos, órgãos e plântulas.1 ed. Ponta Grossa: UEPG, 2009. 259 p. il. LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. 3 ed. Nova Odessa: Plantarum, 2009. V.2. 384p. LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. 5 ed. Nova Odessa: Plantarum, 2002. V.1. 385p. LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. Nova Odessa: Plantarum, 2008. 672p. 53 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Metodologia da Pesquisa e Redação Científica Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: 3º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Metodologia Científica: fases de desenvolvimento da pesquisa, conduta na experimentação em campo e laboratório, análise, interpretação e produção de resultados. Redação científica: estrutura e elaboração de projetos, relatórios e monografias. Estrutura e elaboração de artigos científicos. Comunicação científica: regras para a apresentação de palestras e pôsteres. OBJETIVOS Fundamentar as bases da metodologia científica preparando o aluno para o desenvolvimento de projetos de pesquisa, monografia, dentre outros, desde a identificação do problema, levantamento bibliográfico, proposição de hipóteses e predições coesas e o planejamento metodológico adequado, até a representação gráfica dos resultados, sua interpretação e comunicação. Fornecer o conhecimento necessário para a boa redação científica, em todos os estágios de desenvolvimento da pesquisa (de projetos a artigos científicos). Preparar o aluno para a redação de projetos de pesquisa e de monografias, assim como para a comunicação dos resultados na forma de palestras e pôsteres. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MACHADO, A.R.; LOUSADA, E.; TARDELLI, L.S.A. Resumo - Leitura e produção de textos Técnicos e Acadêmicos. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2004. V. 1. 69p. VOLPATO, G. L. Administração da vida científica. 1. ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. V. 1. 142 p. VOLPATO, G. L. Bases Teóricas para redação científica. 1. ed. São Paulo: Acadêmica, 2007. V. 1. 125p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 54 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação - referências — elaboração. Rio de Janeiro, 2000. 22p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro, 2001. 4p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação - trabalhos acadêmicos — apresentação. Rio de Janeiro, 2005. 9p. VOLPATO, G. L. Pérolas da redação científica. 1 ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010. V. 1. 189 p. VOLPATO, G. L. Dicas para redação científica. 3 ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010. V. 1. 152p. 55 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Algoritmos e Estrutura de Dados Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Prática: 36 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Cálculo I Período: 5º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Breve histórico do desenvolvimento de computadores e linguagens de computação, bem como as contribuições da computação na engenharia florestal. Sistema de numeração, algoritmo, conceitos básicos de linguagens de programação, comandos de seleção, repetição, desvio, funções e estruturas. OBJETIVOS Tornar o aluno capaz de desenvolver algoritmos e codificá-los em uma linguagem de alto nível com objetivo de resolver problemas de engenharia. Introduzir o aluno na área da computação, fazendo com que ele perceba possibilidades de aplicações do computador digital como ferramenta auxiliar da engenharia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C++ - Módulo 1. 2ª Ed. São Paulo, Makron Books:, 2006 SCHILDT, H. C Completo e Total. 3ª Ed. São Paulo: Makron Books, 1997. GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C. L. Algoritmos e Estrutura de Dados. Rio de Janeiro: Editora LTC, 1994. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Preiss, B.R.Estruturas de Dados e Algoritmos Ed. Campus, 2000; Goodrich, M.T. & Tomassia, R.Estruturas de Dados e Algoritmos em Java. 2a edição. Bookman, 2002. Knuth, D.E.The Art of Computer Programming - Vols I e III. 2nd Edition. Addison Wesley, 1973. Graham, R.L., Knuth, D.E. & Patashnik, O.Matemática Concreta. Segunda Edição, Rio de Janeiro, LTC, 1995; Gersting, J.L.Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 3a Edição, Rio de Janeiro, LTC, 1995; Scheinerman, E.R.Matemática Discreta - Uma Introdução. THOMSON, 2003. 56 13.1.2 Núcleo disciplinas essenciais UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Introdução à Ciência do Solo Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 18 Prática: 18 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Período: 1º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Histórico e fundamentos da ciência do solo. Mineralogia e petrologia: estudos dos minerais e das principais rochas magmáticas, metamórficas e sedimentares: conceitos, identificação macroscópica, classificação e importância agrícola. Intemperismo: conceitos básicos: solo, regolito e saprolito; relações entre material de origem e propriedades dos solos formados. Esboço geológico brasileiro: Complexo Cristalino Brasileiro, bacias sedimentares marginais, origem e evolução. OBJETIVOS Apresentar os fundamentos da ciência do solo e discutir os principais materiais de origem e as interrelações entre os mesmos as propriedades dos solos formados. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRADY, N.; WEIL, R.R. The nature and properties of soils. 13 ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2002. 960p. LEPSCH, I.F. Formação e conservação de solos. 1 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 180 p. OLIVEIRA, J.B. Pedologia aplicada. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2008. 574p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 57 IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Manual Técnico de Pedologia. 2 ed. Rio de Janeiro, 2007. 316 p. Disponível “on line”: ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/recursosnaturais/pedologia/manual_tecnico_pedologia.pdf. LEPSCH, I.F. Formação e conservação de solos. 1 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 180 p. MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo. Parte 1 – Conceitos Básicos. 1 ed. Viçosa: SBCS, 2009. V. 1. 695p. MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo: parte 2 - Aplicações. 1 ed. Viçosa, MG: SBCS, 2009. V. 2. 685p. SANTOS, R.D; LEMOS, R.C.; SANTOS, H.G.; KER, J.C.; ANJOS, L.H.C. Manual de descrição e coleta de solos no campo. 5 ed. Viçosa: SBCS, 2005. 92p. 58 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Genética e Melhoramento Florestal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 90 horas-aula (82,5 horas) Teórica: 54 Prática: 36 Total: 90 Pré-requisito Bioquímica geral Período: 7º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Introdução e Conceitos em genética e melhoramento florestal, fatores que devem ser considerados na elaboração de um programa de melhoramento; variação em espécies florestais, conservação genética, teste de procedências, estudos e análises para avaliação dos componentes de variância, herdabilidade e ganho genético das principais características de crescimento e madeira, seleção precoce em essências florestais. Melhoramento florestal por hibridação, clonagem e noções de silvicultura clonal. Projeto de melhoramento florestal. Importância do estudo da genética; Variação e seu significado biológico; Genética molecular; Organização do material genético e divisão celular; Mendelismo; Interações alélicas e não-alélicas; Biometria; Alelismo múltiplo; Ligação, permuta genética e pleiotropia; Efeitos do ambiente na expressão gênica; Herança e sexo; Genética quantitativa; Genética de populações; Aberrações cromossônicas; Teoria sintética da evolução; Efeito materno e herança extracromossônica; Regulação da expressão gênica. OBJETIVOS Propiciar ao estudante o conhecimento necessário para elaboração de projetos de melhoramento florestal de espécies exóticas e nativas, sobretudo espécies nativas de difícil propagação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BORÉM, A. Melhoramento de espécies cultivadas. Viçosa: Ed. UFV, 2005. 969p. BORÉM, A.; MIRANDA, G.V. Melhoramento de plantas. 4. Ed. – Viçosa: UFV, 2005. 525p. XAVIER, A.; WENDLING, I.; SILVA, R.L. Silvicultura clonal – Princípios e Técnicas. Viçosa: UFV. 2009. 272p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 59 BORÉM, A. Biotecnologia Florestal. Viçosa: [s.n.], 2007. 387p. BUENO, L.C.S.; MENDES, A.N.G.; CARVALHO, S.P. Melhoramento Genético de Plantas: Princípios e Procedimentos. Lavras: UFLA, 2001. 282p. FALEIRO, F.G. Marcadores Genético - Moleculares - aolicados a programas de Conservação e Uso de Recursos Genéticos. Ed. Embrapa. 2007. 102p. FERREIRA, M.E., GRATTAPAGLIA, D. Introdução ao uso de marcadores moleculares em análise genética. Brasília: Embrapa-Cenargen, 1998. 220p. RAMALHO, M.A.P., SANTOS, J.B., PINTO, C.A.B.P. Genética na agropecuária. Lavras: UFLA, 2004. 472p. ROCHA, M.G.B. Melhoramento de espécies arbóreas nativas. Belo Horizonte: IEF, 2002. 171p. GARDNER, E.J; SNUSTAD, P. Genética. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986. 497p. 60 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Fisiologia Vegetal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Período: 5º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Anatomia vegetal; Bioquímica Correquisito geral EMENTA Relações hídricas e transporte de solutos. Nutrição mineral. Fotossíntese. Respiração. Crescimento e desenvolvimento vegetativo e reprodutivo. Dormência e germinação de sementes. Fisiologia do estresse. OBJETIVOS Desenvolver os conceitos da Fisiologia, Biofísica e Bioquímica de Plantas e aspectos da interação com o meio ambiente. Ao longo do curso, o aluno adquirirá competência para: 1) Entender as relações hídricas no sistema solo-planta-atmosfera. 2) Descrever o transporte de solutos orgânicos no floema e mobilização e redistribuição de assimilados. 3) Caracterizar a nutrição mineral de plantas, classificar os elementos essenciais, os mecanismos de absorção e transporte dos elementos minerais e suas funções. 4) Conhecer aspectos relacionados à fotossíntese e diferenciar plantas do tipo C3, C4, e CAM, bem como, compreender os fatores que afetam a fotossíntese e o seqüestro de carbono. 5) Entender como ocorre a respiração em plantas. 6) Compreender o crescimento e desenvolvimento das plantas, estudando aspectos relacionados a diferenciação celular e substâncias reguladoras do crescimento, como, auxinas, giberelinas, citocininas, etileno, ácido abscísico e outros. 7) Estabelecer a relação da fotomorfogênese e o controle do desenvolvimento das plantas pela luz. 8) Com base no conhecimento obtido identificar e caracterizar todas as fases do biociclo vegetal, como o florescimento, frutificação, germinação de sementes, juvenilidade, maturidade, senescência e morte celular. Bem como, identificar os mecanismos de resistência das plantas sob estresse abiótico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA KERBAUY, G.B. Fisiologia vegetal. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 431p. RAVEN, P.H; EVERT, R.F; EICHHORN, S. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 830p. TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 819p. 61 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENINCASA, M.M.P.; LEITE, I.C. Fisiologia Vegetal. Jaboticabal: Funep, 2002. 168p. FERREIRA, A.G.; BORGHETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre: Artmed, 2004. 324 p. LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. 1 ed. São Carlos: Rima, 2004. 550p. MARENCO, R.A.; LOPES, N.F. Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relações hídricas e nutrição mineral. 3 ed. Viçosa: UFV, 2009. 486p. PAIVA, R. Fisiologia e Produção Vegetal. Lavras: UFLA, 2006. 104p. VIEIRA, E.L. et al. Manual de fisiologia vegetal. São Luís: EDUFMA, 2010. 186p. 62 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Gênese, Propriedades e Classificação do Solo Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Período: 4º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Introdução à ciência do solo: Correquisito Mineralogia; Química orgânica. EMENTA Fatores de formação dos solos; intemperismo dos minerais e a formação dos minerais de argila. Fases do solo; composição mineralógica dos solos. Origem das cargas elétricas dos solos, capacidade de troca catiônica (CTC) e aniônica (CTA), soma de bases e saturação por bases; características morfológicas dos solos; atributos e horizontes diagnósticos. Sistema brasileiro de classificação de solos e sistemas internacionais. OBJETIVOS Discutir os fatores de formação dos solos e as inter-relações com a formação dos minerais de argila e composição química dos solos; discutir as relações entre os constituintes dos solos (minerais e orgânicos) e as cargas elétricas, características morfológicas e atributos diagnósticos dos solos. Capacitar o aluno a reconhecer no campo as diferentes ordens de solos, interpretando suas vantagens e limitações aos usos agrícola e ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRADY, N.; WEIL, R.R. The nature and properties of soils. 13 ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2002. 960p. EMBRAPA. Sistema brasileiro de classificação de solos. 2 ed. Brasília: EMBRAPA, 2006. 412p. OLIVEIRA, J.B. Pedologia aplicada. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2008. 574p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 63 IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Manual Técnico de Pedologia. 2 ed. Rio de Janeiro, 2007. 316 p. Disponível “on line”: ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/recursosnaturais/pedologia/manual_tecnico_pedologia.pdf. LEPSCH, I.F. Formação e conservação de solos. 1 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 180 p. MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo. Parte 1 – Conceitos Básicos. 1 ed. Viçosa: SBCS, 2009. V. 1. 695p. MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo: parte 2 - Aplicações. 1 ed. Viçosa, MG: SBCS, 2009. V. 2. 685p. SANTOS, R.D; LEMOS, R.C.; SANTOS, H.G.; KER, J.C.; ANJOS, L.H.C. Manual de descrição e coleta de solos no campo. 5 ed. Viçosa: SBCS, 2005. 92p. 64 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Métodos Estatísticos Aplicados à Engenharia Florestal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 72 Prática: 0 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Estatística básica Período: 4º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Delineamentos experimentais em DIC, DBC e em Quadrado Latino. Experimentos fatoriais e em parcelas subdivididas. Testes de comparações múltiplas de médias. Distribuições de probabilidades e modelos estatísticos mais utilizados na Engenharia Florestal. Critérios estatísticos para avaliar Distribuições de probabilidades e equações de regressão. Métodos de seleção de variáveis explanatórias. Identidade de modelos de regressão. Modelagem de variáveis dendrométricas com enfoque na relação hipsométrica e em volumetria. OBJETIVOS O aluno terá oportunidade de ter noções sobre as análises estatísticas de maior interesse no campo das ciências florestais permitindo-lhe analisar os dados oriundos de experimentos de campo e laboratório conduzidos em empresas privadas ou estatais, além de fazer com que este se torne crítico mediante a leitura de periódicos relacionados às diversas áreas do conhecimento para ampliar sua formação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BANZATTO, D.A.; KRONKA, S.N. Experimentação Agrícola. 4ª ed. Jaboticabal: FUNEP, 2006. 237p. CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração Florestal: perguntas e respostas. 2ª ed. Viçosa: UFV, 2006. 470p. SPIEGEL, M.R.; STEPHENS, L.J. Estatística. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 597p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 65 AVEREY, T.E; BURKHART, H. E. Forest measurements. 4 ed. New York: McGraw Hill, 1994. 408p. FINGER, C.A.G. Fundamentos de Biometria Florestal. Santa Maria: CEPEF/FATEC, 1992. 269p. HOFFMANN, R. Análise de Regressão: uma introdução à econometria. 4ª ed. São Paulo: Hucitec, 2006. 378p. SCHNEIDER, P.R. Análise de Regressão Aplicada à Engenharia Florestal. Santa Maria: CEPEF/FATEC, 1997. 217p. SOUZA, G.S. Introdução aos Modelos de Regressão Linear e Não-linear. Brasília: EMBRAPASEA, 1998. 505p. 66 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Entomologia Geral Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Prática: 36 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Zoologia Período: 5º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Importância e diversidade dos insetos; Anatomia e fisiologia; Sistema sensorial e comportamento Reprodução; Desenvolvimento e história de vida; Sistemática, filogenia e evolução; Insetos aquáticos, de solo e detritívoros; Insetos e plantas; Ecologia de insetos; Insetos como modelos biológicos; Sociedades de insetos; Predação, parasitismo e defesa em insetos; Entomologia médicoveterinária; Manejo de integrado de pragas. OBJETIVOS Ao final da disciplina o estudante deverá ser capaz de identificar insetos de acordo com os caracteres morfológicos, o meio onde vive, a alimentação, o desenvolvimento, o comportamento e as interações com plantas e outros artrópodes. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BUZZI, Z.J. Entomologia didática. 5 ed. Curitiba: Editora da Universidade Federal do Paraná, 1985. 272p. GULLAN, P.J.; CRANSTON, P.S. Os insetos – um resumo de entomologia. 3 ed. Ribeirão Preto: Holos, 2008. 456p. TRIPLEHORN, C.A.; JONNSON, N. F. Estudo dos insetos. 7 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2011. 816p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 67 CHAPMAN, R.F. The Insects: structure and function. 4 ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.788p. COSTA, C.; IDE, S.; SIMONKA. C.E. Insetos Imaturos - metamorfose e identificação. 1 ed. Ribeirão Preto: Holos. 2006, 249p. GALLO, D. et al. Entomologia agrícola. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p. PRICE, P.W. Insect ecology. 3 ed. New York: Wiley, 1997. 874p. SOUTHWOOD, T.R.; SOUTHWOOD, R. Ecological methods: with particular reference to the study of insect population. 2 ed. London: Chapman & Hall, 1978. 450p. 68 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Agrometeorologia Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 54 Prática: 0 Total: 54 horas-aula Período: 5º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Cálculo I; Físcia I; Bases para Correquisito tecnologia de produtos florestais EMENTA Relações astronômicas Terra-Sol. Estrutura e composição da atmosfera terrestre. Radiação solar e terrestre. Balanço de energia radiante. Temperatura do ar e do solo. Precipitação atmosférica. Psicrometria. Evapo(transpi)ração. Balanço hídrico climatológico. Mudanças climáticas globais. Instrumentação agrometeorológica. OBJETIVOS Capacitar os graduandos na compreensão dos fenômenos meteorológicos e climatológicos a fim de aplicar os conhecimentos científicos e tecnológicos no planejamento e na tomada de decisão de atividades agrícolas e florestais, além da mitigação das adversidades climáticas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA MONTEIRO, J. E. B. A. Agrometeorologia dos cultivos - o fator meteorológico na produção agrícola. 1 ed. Brasília, DF: Instituto Nacional de Meteorologia - INMET, 2009, 530 p. VIANELLO, R. L.; ALVES, A. R. Meteorologia básica e aplicações. 2 ed. Viçosa, MG: Universidade Federal de Viçosa - UFV, 2013, 460 p. OLIVEIRA, L. L.; VIANELLO, R. L.; FERREIRA, N. J. Meteorologia fundamental. 1 ed. Erechim, RS: EdiFAPES, 2001, 432 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 69 ALLEN, R. G. et al. Crop evapotranspiration - guidelines for computing crop water requirements. (disponível em http://www.fao.org/docrep/x0490e/x0490e00.htm). 1 ed. Paper 56. Roma: Food and Agriculture Organization - FAO, 1998, 300 p. FERREIRA, A. G. Meteorologia prática. 1 ed. São Paulo, SP: Oficina de Textos, 2006, 192 p. GRIFFITHS, J. F. Handbook of agricultural meteorology. 1 ed. New York: Oxford University Press, 1994, 320 p. ROSENBERG, N. J. Microclimate - the biological environment. 5 ed. New York: John Wiley & Sons, 1974, 315 p. TUBELIS, A. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. 1 ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2001, 215 p. VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. Versão Digital 2 (disponível em http://www.agritempo.gov.br). 2 ed. Recife, PE: Instituto Nacional de Meteorologia - INMET, 2006, 463 p. 70 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 90 horas-aula (82,5 horas) Teórica: 54 Prática: 36 Pré-requisito Gênese, classificação do solo Total: 90 propriedade Período: 6º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) e Correquisito EMENTA Origem das cargas elétricas dos solos: cargas constantes e variáveis. Adsorsão dos íons aos colóides do solo: ligações iônicas e covalentes. Conceitos e leis da fertilidade do solo. Reação do solo e poder tampão. Macronutrientes no solo: nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio, enxofre e micronutrientes no solo. Critérios de essencialidade (elementos essenciais e benéficos), absorção e translocação de nutrientes pelas plantas. Funções dos macro e micronutrientes nas plantas. Avaliação do estado nutricional das plantas. Análise química do solo para fins de recomendação de corretivos e fertilizantes. Práticas corretivas: calagem, gessagem, potassagem e gessagem. Metodologias de recomendações de corretivos e fertilizantes. Interpretação de análise de solo e recomendações de corretivos e fertilizantes. OBJETIVOS Capacitar os alunos para manejo responsável da fertilidade dos solos, a fim de se fazer o correto uso dos fertilizantes e corretivos, em quantidades suficientes para se atingir altas produtividades e sem comprometimento do ambiente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FERNANDES, M.S. Nutrição mineral de plantas. 1 ed. Viçosa: SBCS, 2006. V. 1. 432p. NOVAIS, R.F.; ALVAREZ, V.H.; BARROS, N.F.; FONTES, R.L.F.; CANTARUTTI, R.B.; NEVES, J.C.L. Fertilidade do Solo. 1 ed.Viçosa: SBCS, 2007. 1017p. RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ, V.H. Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais: 5ª aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999. 359p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 71 BRADY, N.; WEIL, R.R. The nature and properties of soils. 13 ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2002. 960p. MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo: parte 2 - Aplicações. 1 ed. Viçosa: SBCS, 2009. V. 2. 695p. SOUSA, D.M.G; LOBATO, E. Cerrado: correção do solo e adubação. 2 ed. Planaltina: EMBRAPA, 2002, 416p. VITTI, G.C.; LUZ, P.H.C. Utilização agronômica de corretivos agrícolas. 2 ed. Piracicaba: FEALQ, 2004, 120p. YAMADA, T.; ABDALA, S.R.S. Fósforo na agricultura brasileira. 2 ed. Piracicaba: POTAFOS, 2004, 726p. 72 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Física do Solo e Conservação Do Solo e da Água Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Período: 8º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Química, Fertilidade do Solo e Correquisito Geoprocessamento e topografia Nutrição de Plantas aplicado a ciências florestais e ambientais EMENTA Caracterização física do solo: textura, estrutura, porosidade, densidade do solo e estabilidade de agregados, dinâmica da água no solo, conservação da água e do solo, mecanismos e formas de erosão, fatores que influenciam a erosão: relação entre topografia, classe de solo e erosão, práticas mecânicas de controle de erosão, espaçamento e locação de terraços, declividade e comprimento de rampa, estimativa da vazão de enxurrada: dimensionamento de canais de terraços e canais escoadouros. Bacias de contenção: recomendação e dimensionamento, modelos de predição de perdas de solo. Classificação uso das de terras e levantamento e planejamento conservacionista, visando a sustentabilidade dos diferentes sistemas de produção. OBJETIVOS Discutir as principais propriedades físicas do solo relacionadas ao comportamento da água no solo, incluindo relação água-solo-planta. Objetiva-se também discutir principais fatores responsáveis pela erosão, bem como práticas conservacionistas, necessárias para o planejamento e uso racional do solo e da água nos diferentes sistemas de produção. BIBLIOGRAFIA BÁSICA EMBRAPA. Sistema brasileiro de classificação de solos. 2 ed. Brasília: EMBRAPA, 2006. 412p. LEPSCH, I.F. Formação e conservação de solos. 1 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 180 p. OLIVEIRA, J.B. Pedologia aplicada. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2008. 574p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 73 BRADY, N.; WEIL, R.R. The nature and properties of soils. 13 ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2002. 960p. MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo. Parte 1 – Conceitos Básicos. 1 ed. Viçosa: SBCS, 2009. V. 1. 695p. MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo: parte 2 - Aplicações. 1 ed. Viçosa, MG: SBCS, 2009. V. 2. 685p. SANTOS, R.D; LEMOS, R.C.; SANTOS, H.G.; KER, J.C.; ANJOS, L.H.C. Manual de descrição e coleta de solos no campo. 5 ed. Viçosa: SBCS, 2005. 92p. BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. São Paulo: Ícone, 1990. 74 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Máquinas e Mecanização Agrícola Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Prática: 36 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Física 1 Período: 6º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Mecanização agrícola. Mecânica de tratores agrícolas. Sistemas de transmissão de potência dos tratores. Máquinas e implementos para preparo do solo, semeadura, cultivo, aplicação de defensivos agrícolas, colheita e beneficiamento de produtos agrícolas. Seleção de máquinas agrícolas. Capacidade operacional dos conjuntos mecanizados. Custos operacionais das máquinas agrícolas. Manutenção de máquinas e implementos agrícolas. Agricultura de precisão. Tratores florestais. OBJETIVOS Capacitar os graduandos no desempenho de atividades de engenharia mecânica referentes à aplicação de conhecimentos científicos e tecnológicos necessários à seleção, regulagem, aproveitamento, manutenção e diagnóstico de problemas de máquinas e implementos agrícolas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo: Manole, 1987. 310p. SILVEIRA, G.M. Máquinas para colheita e transporte. 1 ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. 289p. SILVEIRA, G.M. Máquinas para plantio e condução das culturas. 1 ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. 334p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 75 BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. 3 ed. São Paulo: Manole, 1987. 310p. MIALHE, L.G. Máquinas motoras na agricultura. 2 ed. São Paulo: EDUSP, 1980. V.1. 289p. MIALHE, L.G. Máquinas motoras na agricultura. 2 ed. São Paulo: EDUSP, 1980. V.2. 367p. ORTIZ-CANÃVATE, J.; HERNANZ, J.L. Técnica de la mecanización agraria. 3 ed. Madrid: Mundi- Prensa, 1989. 641p. SCOTTON, M. Fondamenti di física aplicata alle machine agricole. 5 ed. Bologna: Rdizione Edagricole, 1989. 238p. SRIVASTAVA, A.K.; GOERING, C.E.; ROHRBACK, R. P. Engineering principles of agricultural machines. 3 ed. Michigan: ASAE, 1993. 601p. 76 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Geoprocessamento e Topografia Aplicados às Ciências Florestais e Ambientais Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 90 horas-aula (82,5 horas) Teórica: 36 Prática: 54 Total: 90 Pré-requisito Desenho Técnico Digital Período: 8º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Definição da topografia, utilização de instrumentos eletrônicos e digitais (teodolito eletrônico, estação total, GNSS geodésico, DGPS) medição de ângulos e distâncias, métodos de levantamento topográfico planimétrico e altimétrico, cálculos, leitura dedesenho topográfico. Nivelamento barométrico, geométrico, estadimétrico e trigonométrico. Levantamento planialtimétrico de superfícies por irradiação taqueométrica. Noções de avaliação da movimentação de terra em projeto de estradas. Introdução ao Geoprocessamento e evolução dos sistemas computacionais. Componentes principais do SIG. Fonte e tipologia de dados para elaboração de SIG. Noções de Cartografia digital (Digitalização e georreferenciamento). Noções de sensoriamanto remoto. Aplicação e prática de ambiente computacional utilizando plataforma CAD e Arcview. Estudo e aplicação do Geoprocessamento na Engenharia Florestal e Ambiental. Aplicação de GPS na coleta de informações. OBJETIVOS Esta disciplina busca apresentar ao aluno os princípios básicos da topografia além de desenvolver capacidade teórica e prática no uso de Sistema Geográfico de Informação (SIG), da tecnologia de Sistema de Posicionamento Global (GPS), além de Sensoriamento Remoto e proporcionar oportunidades para a aplicação destas tecnologias e de informações espaciais para entender, analisar e resolver problemas técnicos e científicos aplicados às Ciências Florestais e Ambientais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BURROUGH, P.A. Principles of geografical informatioin systems for land resources assessment. Claredon Press. Oxford. 194p. 1985. CÂMARA, G.; MEDEIROS, J.S. de. Princípios Básicos do Geoprocessamento. In: Eduardo Assad; Edson Sano. (Org.). Sistema de Informações Geográficas. Aplicações na Agricultura. 2a. ed. Brasilia: EMBRAPA, 1998, v. único, p. 3-12. NOVO, E.M.L. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. Ed. Edgard. Blücher. 308p. 1989. 77 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARANOFF, S. Geografic information system: a management prespectivve. WDL Publication. Ottawa, 294p. 1989. CÂMARA, G.; MEDEIROS, J.S. de. Geoprocessamento em Projetos Ambientais. 1a.. ed. São José dos Campos: INPE, 1998. v. único. 190 p. MCCORMAC, J. 2007. Topografia. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC / GEN, 391p. + CD-ROM. MOREIRA, A M. 2005. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação. Viçosa: UFV. PEARSON, F. Map projection: theory and applications. CRC Press, Boca Raton. 372 p. 1990. GARCIA, G.J.; PIEDADE, G.C.R. Topografia aplicada às ciências agrárias. 5 ed. São Paulo: Nobel, 1987. 258p. ROCHA, J.A.M.R. GPS: uma abordagem prática. 4 ed. Curitiba: MUNDOGEO, 2003. 235p. 78 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Sociologia e Extensão Rural Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 72 Prática: 0 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Período: 9º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Conceitos básicos de sociologia e antropologia. Perspectivas teóricas e metodológicas. Relações interétnicas. Estudos indígenas e quilombolas no Brasil. Aspectos sócio-históricos e antropológicos do desenvolvimento agrícola brasileiro. Relações de produção e força de trabalho no campo. Organização social e imaginário social no meio rural. O estado e a questão fundiária. As diversas dimensões da extensão rural. Métodos e formas de trabalho de extensão rural. Elaboração de plano/projeto de extensão rural. OBJETIVOS Possibilitar ao aluno a análise do processo de desenvolvimento da agricultura brasileira, abordando as dimensões histórica, econômica, social e política. Estudo dos processos de construção de fronteiras e de identidades étnicas. Aprofundar a reflexão sobre as transformações do setor agropecuário, com ênfase na modernização da agricultura e suas implicações para os segmentos envolvidos. Possibilitar o debate sobre a problemática agrária nacional, e o papel do homem no campo. Permitir uma análise crítica a respeito do planejamento e desenvolvimento do setor agropecuário, preparando o aluno para participar como agente de mudança. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BROSE, M. Participação na extensão rural: experiências inovadoras de desenvolvimento. 1 ed. Porto Alegre: Tomo editorial, 2004. 256p. NOGUEIRA, O. Preconceito Racial de Marca e Preconceito Racial de Origem. In: Tanto Preto quanto Branco. São Paulo: Queiroz, 1985. RAMOS, L.; TAVARES, J. Assistência técnica e extensão rural: construindo o conhecimento agroecológico. 1 ed. Manaus: Bagaço, 2006. 118p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 79 ALMEIDA, J. A construção social de uma nova agricultura. 1 ed. Porto Alegre: UFRGS. 1999. 149p. BURGER, A. Agricultura brasileira e reforma agrária: uma visão macroeconômica. 1 ed. Guaíba: Agropecuária. 1999. 72p. CAPORAL, F.R. Agroecologia e extensão rural: contribuições para a promoção do desenvolvimento rural sustentável. 1 ed. Brasília: MDA/SAF/DATER-IICA, 2004. 166p. FROEHLICH, M.J.; DIESEL, V. Desenvolvimento rural: tendências e debates contemporâneos. 2 ed. Ijuí: Unijuí, 2009. 198p. FONSECA, M.T.S. da. A extensão rural no Brasil: um projeto educativo para o capital. 1 ed. São Paulo: Loyola, 1985. 129p. MEDEIROS, L.S. de; LEITE, S. A formação dos assentamentos rurais no Brasil: processos sociais e políticas públicas. 1 ed. Porto Alegre/Rio de Janeiro: UFRGS/CPDA. 1999. 282p. RIBEIRO, J. A saga da extensão rural em Minas Gerais. 1 ed. São Paulo: Annablume, 2000. 272p. 80 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Dendrometria Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Prática: 36 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Bases à biometria florestal Período: 5º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Definição necessidade de mensurar e inventariar. Formas das árvores. Partes da árvore. Variáveis da árvore e do povoamento. Idade. Área basal. Diâmetro. Altura. Taper (afilamento da árvore). Cubagem. Estimação volumétrica. Massa de madeira. Método de Bitterlich. OBJETIVOS Capacitar ao aluno a realizar a mensuração das diversas variáveis da floresta, quantificar o estoque de madeira ou produtos de interesse da floresta. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração Florestal: perguntas e respostas. 4ª ed. Viçosa: Editora UFV, 2013. 605p. MACHADO, S.A.; FIGUEIREDO FILHO, A. 2006. Dendrometria. 2ª ed. Guarapuava: UNICENTRO, 316p. SOARES, C.P.B.; PAULA NETO, F.; SOUZA, A.L. Dendrometria e Inventário Florestal. Viçosa: Editora UFV, 2011. 272p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FINGER, C.A.G. Fundamentos de Biometria Florestal. Santa Maria: CEPEF/FATEC, 1992. 269p. GOMES, A.M.A. Medição dos Arvoredos. Lisboa: Sá da Costa, 1957. 413p. SILVA, J.A.A.; PAULA NETO, F. Princípios Básicos de Dendrometria. Recife: UFRPE, 1979. 185p. PRODAN, M. Forest Biometrics. Pergamon Press. 1968. SCOLFORO, J.R., FILHO, A.F. Mensuração Florestal I: Medição de ávores e Povoamentos Florestais. Lavras. ESAL/FAEPE. 1994. SCOLFORO, J.R., FILHO, A.F. Mensuração Florestal II: Volumetria. Lavras. ESAL/FAEPE. 1994. 81 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Ecologia Florestal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Dendrologia Período: 4º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Introdução à ecologia florestal: conceitos e importância; fitogeografia e vegetação brasileira; características de florestas: descrição, distribuição, estrutura (vertical e horizontal), composição e diversidade; fatores ambientais e microclimáticos: luz, água, minerais em relação à fisiologia da vegetação; produtividade florestal; ciclagem de nutrientes no ecossistema florestal; processos biológicos: competição, predação, polinização, dispersão de sementes; ecologia de comunidades; dinâmica de populações; biogeografia; fragmentação florestal: causas e consequências; conservação florestal; temas atuais em ecologia de florestas tropicais. OBJETIVOS Entender a dinâmica do comportamento de biomas, quando a sua diversidade de espécies no sistema associados a fatores edafoclimáticos, além dos processos biológicos associados aos biomas. Entender o cerrado brasileiro de forma plena para compreender as relações entre as espécies que compõem esse bioma.. BIBLIOGRAFIA BÁSICA RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. Guanabara Koogan, 2003. 503p. SCARIOT, A.; SOUSA-SILVA, J.C.; FELFILI, J.M. Cerrado: ecologia, biodiversidade e conservação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2005. 439p. ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. Cengage Learning, 2008. 612p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 82 AYRES, J.M.; FONSECA, G.A.B; RYLANDS, A.B.; QUEIROZ, H.L.; PINTO, L.P.; MASTERSON, D.; CAVALCANTI, R.B. Os corredores ecológicos das florestas tropicais do Brasil, Belém, PA : Sociedade Civil Mamirauá, 2005. 256p. LEIGH, E.G. Tropical forest ecology: a view from Barro Colorado Island. Oxford University Press, USA, 1999. 264p. MONTAGNINI, F.; JORDAN, C.F. Tropical Forest Ecology: the basis for conservation and management. Berlin: Springer, 2005. 316p. NEWTON, A.C. Biodiversity Loss and conservation in fragmented forest landscapes: The Forests of Montane Mexico and Temperate South America. CABI, 2007. 416p. NEWTON, A.C. Forest Ecology and Conservation. Oxford University Press, 2007. 454p. . 83 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Economia Florestal Natureza: OBRIGATORIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Período: 5º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Introdução a Engenharia Correquisito Florestal, Bases à biometria florestal EMENTA Introdução, importância e conceitos básicos em economia florestal. O setor florestal. Custos nas empresas florestais. Rotação econômica e rotação técnica. Matemática financeira. Avaliação econômica de projetos florestais. OBJETIVOS Propiciar ao aluno a realização da análise econômica de um empreendimento florestal, identificando a melhor espécie a ser trabalhada, tipo de manejo, e a avaliação de projetos florestais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA REZENDE, J.L.P.; OLIVEIRA, A.D. Análise Econômica e Social de Projetos Florestais. 2ª ed. Viçosa: Editora UFV, 2008. 386p. ZANETTI, E. Meio Ambiente: setor florestal. Curitiba: Juruá Editora, 2008. 265p. SILVA, M.L.; JACOVINE, L.A.G.; VALVERDE, S.R. Economia Florestal. 2ª ed. Viçosa: Editora UFV, 2005. 178p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BLANK, L.T.; TARQUIN, A.J. Engenharia Econômica. 6ª ed. São Paulo: McGraw Hill, 2008. 780p. DELEPINASSE, B.M. Diagnóstico da Comercialização de Produtos Florestais. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2002. 205p. RODRIGUEZ, L.C.E. Tópicos de Economia Florestal. Documentos Florestais IPEF. n.12, p.1-50. 1991. ROSSETTI, J.P. Introdução à Economia. 17ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil Ltda, 1997. 921p. TROSTER, R.L.; MOCHÓN, F. Introdução à Economia. São Paulo: Pearson Education do Brasil Ltda, 2002. 404p. 84 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Entomologia Florestal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Período: 8º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Viveiros e sementes florestais, Correquisito Microbiologia Geral EMENTA Introdução. Principais pragas de essências florestais no Brasil. Manejo Integrado de pragas florestais. Técnicas de controle usadas no manejo integrado de pragas florestais. Legislação. OBJETIVOS Apresentar as pragas florestais existentes, os métodos de combate e as técnicas de manejo. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COSTA, E. C., D´AVILA M., CANTARELLI, E. D., MURARI, A. B., MANZONI, C. G. 2008. Entomologia Florestal. Editoraufsm. Santa Maria. 240pp. BUZZI, Z., J., 2008. Entomologia Didática. EditoraUFPR. Curitiba-UFPR – 4. ed. – 348pp. GALLO, et al. Manual de Entomologia Agrícola. Ed. Agronômica Ceres, São Paulo. 1988 e 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ARAÚJO, m. da S.; DELLA LÚCIA, T. M. C.; SOUZA, D. J. de. Estratégias alternativas de controle de formigas –cortadeiras. Bahia Agrícola, v.6, n.1, 2003. BERTI FILHO, E. Cupins ou Térmitas – Manual de Pragas em Florestas. IPF/SIF, 1993, v.3, 56p. PARRA, J.R.P.; ZUCCHI, R.A.; ALVES, S.B.;VENDRAMIM, J.D. Manual de Entomologia Agrícola, 2° ed, São Paulo, Ed. Agronômica Ceres. 1988, 649 p. SILVA, A.G.A & ALMEIRA, D. G. Entomologia forestal. Contribuição ao estudo das coleobrocas, Serv. Inf. Agr., Min. Agricultura, Rio de Janeiro, 1941. 100p. SILVEIRA NETO, S..; NAKANO, O.; BARDIN, D.; VILLA NOVA, N. A. Manual de Ecologia do Insetos. São Paulo. Ed. Agronômica Ceres, 1976. 419p. 85 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Inventário Florestal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Dendrometria Período: 6º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Introdução, importância e conceitos básicos em inventário florestal. Procedimentos de amostragem casual simples, casual estratificada, sistemática, sistemática estratificada, em dois estágios, em conglomerados, em múltiplas ocasiões e repetitivas. Métodos de amostragem de área fixa e variável. Sistemas de inventários florestais para povoamentos equiâneos e inequiâneos. Planejamento e classificação de inventários florestais. Método da árvore-modelo. OBJETIVOS Propiciar ao aluno a quantificar o volume de madeira na florestal e identificar os produtos que a floresta avaliada pode fornecer. Planejar o manejo da floresta para a demanda de madeira de um empreendimento para a manutenção do estoque. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração Florestal: perguntas e respostas. 2ª ed. Viçosa: Editora UFV, 2006. 470p. SANQUETA, C.R.; WATZLAWICK, L.F.; DALLA CORTE, A.P.; FERNANDES, L.A.V. Inventários Florestais: planejamento e execução. Curitiba: Editora Multi-Graphic, 2006. 270p. SOARES, C.P.B.; PAULA NETO, F.; SOUZA, A.L. Dendrometria e Inventário Florestal. Viçosa: Editora UFV, 2006. 276p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 86 PELLICO NETTO, S.; BRENA, D.A. Inventário Florestal. Curitiba: Editado pelos autores, 1997. 241p. UEIROZ, W.T. Técnicas de Amostragem Em Inventário Florestal Nos Trópicos. Belém: FCAP, 147p. 1998. SHIVER, B.D.; BORDERS, B.E. Sampling techniques for forest resource inventory. New York: John Wiley & Sons, 1996. 356p. CLUTTER, J.L.; FORTSON, J.C.; PIENAAR, L.V.; BRISTER, G.H. & BAILEY, R.L. Timber management: a quantitative approach. John Wiley & Sons. 1983. 333p. GALVÃO, A.P.M. - Dendrometria e Inventário Florestal. Piracicaba, ESALQ-DS, 1969, 120p. VEIGA, R.A.A. - Dendrometria e Inventário Florestal. Botucatu, FEPAF. 1984. 108p. 87 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Manejo e Gestão de Unidades de Conservação Natureza: OBRIGATORIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 54 Prática: 0 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Ecologia Geral Período: 5º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Objetivos e importância das unidades de conservação. Conceituação, definições das categorias de Unidades de Conservação. Histórico da conservação das áreas de vegetação natural no Mundo e Brasil. Sistema de Unidades de conservação no Brasil. Planejamento e gestão das Unidades de Conservação. Planos de manejo em Unidades de Conservação. Administração de Unidades de conservação. Programas de proteção e interpretação ambiental nas Unidades de Conservação. OBJETIVOS Capacitar o estudante a gerenciar e elaborar as unidades de conservação levando em consideração as categorias existentes (áreas de preservação permanente, parques, florestas nacionais, etc). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CABRAL, N.R.A.J.; SOUZA, M.P. Planejamento e Gestão de Paisagens. São Carlos: Rima, 2006. 160 p. MORSELHO,C. Áreas Protegidas:Públicas e Privadas. São Paulo: Editora AnnaBlume, 2001. 344 p. TERBORGH, J.; (org.). Tornando os Parques Eficientes: estratégias para a conservação da natureza nos trópicos. Curitiba: Ed. da UFPR/Fundação O Boticário, 2002. 518 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 88 COSTA, P.C. Unidades de Conservação. São Paulo: Editora Aleph, 2002. 168p. DIAS, B. F. S. Alternativa e Desenvolvimento dos Cerrados: Manejo e Conservação de Recursos Naturais Renováveis. Brasília - DF – Brasil. FUNATURA/IBAMA. Ano: 1992. MMA. Roteiro Metodológico de Planejamento: Parque Nacional Reserva Biológica, Estação Ecológica. Brasília: MMA/IBAMA, 2002. 135 p. MMA. ATLAS DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA BRASILEIRA -Unidades Federais. São Paulo: Metalivros. 2004. 336p. MMA. Gestão Participativa do SNUC. Brasília: MMA/WWF/FUNBIO/IEB/TNC. Edição compartilhada, 2004. 205 p. 89 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Manejo Florestal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Inventário Florestal Período: 9º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Apresentação do curso e conceitos preliminares. Classificação da capacidade produtiva. Crescimento, Produção e Mortalidade. Modelos de crescimento e produção florestal e dados para modelagem. Modelagem do crescimento e da produção em nível de povoamento. Modelagem de Biomassa e Carbono. Avaliação de modelos de crescimento e produção florestal. Rotação Florestal. Estudos de desbaste. Aplicações da programação linear em manejo florestal. Regulação Florestal. Avaliação econômica de povoamentos manejados. Introdução à inteligência artificial aplicada ao manejo florestal. OBJETIVOS A disciplina de Manejo Florestal tem por objetivo capacitar o aluno para atuação na área de gerenciamento de recursos florestais, mediante o estudo teórico/prático de diversos assuntos, tais como: capacidade produtiva, crescimento e produção, e prescrições florestais. Ao término do curso o estudante será capaz de manejar uma floresta visando gerar produtos e serviços com a garantia de sustentabilidade (econômica, social e ambiental). BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração florestal: perguntas e respostas. 4ª ed. Viçosa-MG: UFV, 2013, 605 p. CLUTTER, J.C., PIENAAR, L.V., BRISTER, G.H. et al. Timber management: a quantitative approach. 3ª, ed. New York: Jonh Willey, 1983. 333p. DAVIS, L.S.; JOHNSON, K.N. Forest management, 3ª ed. New York: McGraw-Hill, 1987, 790 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 90 DRAPER, N.R.; SMITH, H. Applied regression analysis. 3ª ed. New York. John Wiley & Sons, 1998, 706 p. GUJARATI, D. N. Econometria Básica. 4ª. ed. São Paulo: Elsevier, 2006. 812 p. HAYKIN, S. Redes neurais: princípios e prática. 2ª. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 900 p. SOUZA, A. L.; SOARES, C. P. B. Florestas Nativas: estrutura, dinâmia e manejo. Viçosa: Editora UFV, 2013, 322 p. VANCLAY, J.K. Modeling Forest growth and yield. Copenhagen. Cab International. 1994. 312 p. a WEST, P. Tree and Forest Measurement, 2 ed. Springer, 2009, 192 p. 91 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Patologia Florestal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Prática: 36 Total: 72 horas-aula Período: 8º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Viveiros e sementes florestais, Correquisito Microbiologia Geral EMENTA Importância das doenças florestais. Conceitos básicos em doenças de plantas. Doenças abióticas. Doenças bióticas. Manejo de doenças em viveiros. Manejo de doenças de espécies florestais. Doenças em espécies florestais nativas e exóticas. Ciclos das principais doenças. Manejo integrado de doenças em viveiros de espécies florestais. Defesas em árvores a nível de casca e lenho à ação dos patógenos apodrecedores. Quantificação de doenças. Controle químico. OBJETIVOS Propiciar ao aluno conhecimentos básicos para identificar doenças de importância para espécies florestais, de forma a subsidiar decisões para ações de monitoramento e controle dos patógenos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALFENAS, A.C.; ZAUZA, E.A.V.; MAFIA, R.G.; ASSIS, T.F. Clonagem e doenças do eucalipto. Viçosa: UFV, 2004. 442p. FERREIRA, A.F. Patologia florestal. Principais doenças florestais no Brasil. Viçosa: Sociedade de Investigações Florestais. 1989. 570p. FERREIRA, F.A.; MILANI, D. Diagnose visual e controle das doenças abióticas e bióticas do eucalipto no Brasil. Mogi Guaçu: International Paper. 2002. 98p BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERGAMIN FILHO, A.; KIMATI, H.; AMORIM, L. Manual de Fitopatologia. Princípios e conceitos. 3a edição. São Paulo: Agronômica Ceres. 1995. 919p. BLANCHARD, R.O. & TATTAR, T.A.; 1981. Field and Laboratory Guide to Tree Pathology. Academic Press, New York, 285 pp. ALFENAS, A.C.; ZAUZA, E.A.V.; MÁFIA, R.G.; ASSIS, T.F. 2004. Clonagem e Doenças do Eucalipto. Editora UFV, Viçosa, 442 pp. TATTAR, T.A. 1978. Diseases of Shade Trees. Academic Press, New York, 361 pp. AGRIOS, G.N. ed. Plant Pathology. Fifth Edition. Academic Press Inc. New York. 2004. 922p. 92 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Política e Legislação Florestal Natureza: OBRIGATORIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 36 Prática: 0 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Ecologia Florestal Período: 6º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA A Política e a Legislação Florestal no Brasil: origem, objetivos e evolução. Análise dos Objetivos da Legislação Florestal. O Processo Legislativo no Brasil. Princípios Gerais do Direito Ambiental e Florestal. O Novo Código Florestal brasileiro. Distribuição das Florestas no Brasil. Florestas como Base de Desenvolvimento Econômico. Principais Políticas Florestais a Nível Nacional e Regional. A Propriedade florestal: cadastro e tributação. Infrações Florestais. Crédito Rural para fins florestais e outros mecanismo de fomento florestal. OBJETIVOS Descrever a legislação e as normas que regem as florestas e os biomas nacionais, realçando sua importância na preservação e/ou uso sustentáveis de recursos naturais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, P. B. Direito ambiental. Rio de Janeiro: Editora Lumen Júris. 2008. 906 p. ANTUNES, P. B. Federalismo e competências ambientais no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Lumen Júris. 2007. 267 p. ANTUNES, P. B. Política Nacional do Meio Ambiente – PNMA: comentários à Lei no. 6,938, de 31 de agosto de 1981. Rio de Janeiro: Editora Lumen Júris. 2005. 229 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 93 BENSUSAN, N. Conservação da Biodiversidade em Áreas Protegidas. Rio de Janeiro: Editora FGV. 2006. 176p. LIMA, A. Zoneamento ecológico-econômico: à luz dos direitos socioambientais. Curitiba: Juruá. 2006. 288 p. RIBEIRO, W. C. A ordem ambiental internacional. São Paulo: Contexto Editora. 2006. 176 p. MAGALHÃES, J. P. Comentários ao código florestal: doutrina e jurisprudência. São Paulo: Editora Juarez de Oliveira. 2001. 296 p. BURSZTYN, M. A. A. Gestão ambiental: instrumentos e práticas . Brasília: IBAMA. 175p. 1994 94 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Princípios e Métodos Silviculturais Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Viveiros e sementes florestais Período: 7º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Introdução a silvicultura - Conceitos e definições em silvicultura; Princípios básicos da silvicultura: Classificação dos povoamentos e das árvores; sítios florestais - importância e qualidade dos sítios florestais, métodos de classificação dos sítios florestais; Regeneração Natural, Sistemas Silviculturais com uso da regeneração natural; Regeneração Artificial - Planejamento, Seleção de Espécies, Época de Plantio, Regeneração por plantio de mudas - Preparo da área (Talhoamento, Preparo do solo), Controle de formigas, Espaçamento de plantio, Fertilização, Plantio e replantio, Controle de ervas daninhas; Regeneração por semeadura direta; Regeneração por condução de brotação - talhadia. OBJETIVOS Detalhar as técnicas e formas de cultivo, bem como as intervenções necessárias para desenvolvimento e crescimento satisfatório da floresta. Subsidiar ao aluno informações sobre técnicas de regeneração natural em áreas degradadas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CRESTANA, M.S.M.; FERRETI, A.R.; TOLEDO FILHO, D.V.; ÁRBOCZ, G.F.; SCHMIDT, H.A.P.;GUARDIA, J.F.C. Florestas - sistemas de recuperação com essências nativas, produção de mudas e Legislações. Editora: Cati. 2006. 248p. DAVIDE, A.C.; SILVA, E.A.A.; FARIA, J.M.R.; ZANETTI, R.; RESENDE, M.L.V. Produção de Sementes e Mudas de Espécies Florestais. Lavras: UFLA/FAEPE, 2008. 174p. GONÇALVES, Jose Leornardo de Moraes (ed.); Stape, Jose Luiz. Conservação e cultivo de solos para plantações florestais. Piracicaba: IPEF, 2002. 498p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 95 ALBRECHT, J.M F.; SANTOS, A.A.; ARRUDA T.P.M.; CALDEIRA, S.F.; LEITE, A.M.P. ; ALBUQUERQUE, M.C.F. Manual de produção de sementes de espécies florestais nativas. Cuiabá: UFMT, 2003, 88p. CARNEIRO, J.G.A. Produção e controle de qualidade de mudas florestais. Curitiba: UFPR/FUPEF, 1995. 451 p. CORSEUIL, C.W.; MADRUGA, P.R.A. Modelagem numérica em mapa temático – sítios florestais. Ciência Rural, Santa Maria, v.28, n. 4, p. 691-694. 1998. LAMPRECHT, H. Silvicultura nos trópicos. GTZ, República Federal da Alemanha, -RFA. Eschborn. 1990. 343 p. PAIVA, H.N. de.; GOMES, J.M. Propagação Vegetativa de Espécies Florestais. Viçosa: UFV, 2001. 46p. (Série cadernos didáticos, 83). RIBEIRO, N.; SITOE, A.A.; GUEDES, B.S.; STAISS, C. Manual de Silvicultura Tropical. Universidade Eduardo Mondlane. Maputo, 2002. 123p. 96 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Sistema Agrosilvopastoril Natureza: OBRIGATORIA Unidade Acadêmica: CSL Período: 4º Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 18 Prática: 18 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Ecologia Geral Correquisito silviculturais Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Princípios e métodos EMENTA Sistemas Agroflorestais no Brasil e no mundo. Conceitos de sistemas agroflorestais. Classificação de sistemas agroflorestais. Vantagens e desvantagens dos sistemas agroflorestais. Tratos silviculturais em SAF’s. Diagnóstico e planejamento de sistemas agroflorestais. Princípios de seleção e espécies para sistemas agroflorestais. Análise econômica dos sistemas agroflorestais. Implantação de Estudos e Pesquisas em SAF’s. Sistemas agrosilvopastoril. Vantagens e desvantagens. Uso do florestal para produção de gado de corte. Manejo de animais e da florestal. OBJETIVOS Propiciar o aluno informações para realizar projetos agroflorestais e agrosilvopastoris, coordenar equipe para implantação desses sistemas, fiscalizar e gerenciar empreendimentos que apliquem agricultura, florestal e bovinocultura. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALVARES-AFONSO, F.M. Desenho, Monitoramento e Política Públicas para Sistemas Agroflorestais. 1998. IICA - Instituto Internacional de Cooperação para Agricultura – Brasília DF. EMBRAPA. Sistemas Agroflorestais: Bases científicas para o desenvolvimento sustentável. Embrapa. 365 p. 2006. VIVAN, J. Agricultura x Florestas. Curitiba. Editora da EMATER- PR. 212 p. 2004. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 97 GALVÃO, A.P.M. Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais: um guia para ações municipais e regionais. Brasília: Embrapa – CNPF, 2000. MURGUEITIO, E. et al. Usos de la Tierra en fincas ganaderas: Guia para el pago de servicios ambientales em el proyecto Enfoques Silvopastoriles Integrados para el Manejo de Ecosistemas. Cali: CO, CIPAV. 2003. 96 p. CARVALHO, F. C. de. Sustentabilidade de sistemas agroflorestais pecuários em ambientes semiáridos. In: _____ . Semi-árido: diversidades, fragilidades e potencialidades . Sobral: Sobral Gráfica, 2006. cap 5, p.71-107. LORENZI, H. Árvores Brasileiras: Manual de Identifi cação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do Brasil . 2 ed- Nova Odessa: Plantarum, 1998. v. 2. RIBASKI,J. Sistemas agroflorestais. 04/2003. Disponível em: http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/. Acesso em: 25/08/2006. 98 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Tecnologia da Madeira Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 90 horas-aula (82,5 horas) Teórica: 54 Prática: 36 Total: 90 Pré-requisito Componentes químicos anatômicos da madeira, Bases para tecnologia de produtos florestais Período: 4º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) e Correquisito a EMENTA Propriedades físicas e mecânicas da madeira. Propriedades térmicas, acústicas e elétricas da madeira. Relação água-madeira. Densidade da madeira. Permeabilidade da madeira. Difusão de líquidos e gases através da madeira. Propriedades de resistência e propriedades elásticas. OBJETIVOS Apresentar ao aluno os fundamentos e conceitos da tecnologia da madeira e sua relação com o uso da madeira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Madeira – Determinação da densidade básica NBR 11941 ABNT . Rio de Janeiro. 2003. KOLLMAN , F.F.P., CÔTÉ, W.A. Principles of wood science and tecnology. I: Solid wood. New York, Springer – Verlag, 1968. 592p. PANSHIN, A J. & DE ZEEUW, C. Textbook of Wood Technology. McGraw-Hill New York. 1980 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 99 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Projeto de Estruturas de madeiraNBR 7190. ABNT, Rio de Janeiro. 1997. DESCH, H. E. Timbers, it’s structure and properties. London, MarcMillN, 1962. 350 pg. FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood handbook - wood as an engineering material. Madison, WI: U.S. Departament of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999. 463p. SKAAR, C. Water in wood. Syracuse, Syracuse University Press. 1972. 218 p. (Syracuse Wood Science Series, 4). MARRA, A.A. Technology of wood bonding: principles in practice. New York: Van Nostrand Reinhold. 1992. 453p. 100 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Industrialização da Madeira Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Prática: 36 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Tecnologia da madeira Período: 4º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Carbonização da madeira: Conceitos, métodos; Processamento primário da madeira; usinagem da madeira, secagem da madeira; tecnologia de papel e celulose; Painéis de madeira reconstituída. OBJETIVOS Apresentar ao aluno as diversas atividades aplicadas na indústria madeireira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Madeira – Determinação da densidade básica NBR 11941 ABNT . Rio de Janeiro. 2003. KOLLMAN , F.F.P., CÔTÉ, W.A. Principles of wood science and tecnology. I: Solid wood. New York, Springer – Verlag, 1968. 592p. PANSHIN, A J. & DE ZEEUW, C. Textbook of Wood Technology. McGraw-Hill New York. 1980 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Projeto de Estruturas de madeiraNBR 7190. ABNT, Rio de Janeiro. 1997. DESCH, H. E. Timbers, it’s structure and properties. London, MarcMillN, 1962. 350 pg. FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood handbook - wood as an engineering material. Madison, WI: U.S. Departament of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999. 463p. SKAAR, C. Water in wood. Syracuse, Syracuse University Press. 1972. 218 p. (Syracuse Wood Science Series, 4). MARRA, A.A. Technology of wood bonding: principles in practice. New York: Van Nostrand Reinhold. 1992. 453p. 101 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Estruturas de Madeira e Construções Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Desenho Técnico Física I, Tecnologia da Madeira Período: 8º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Digital, Correquisito EMENTA Serão abordados temas relacionados às Estruturas de Madeiras indicando as suas diversas aplicações em função das características físicas e mecânicas. Inicialmente serão abordados conceitos da Mecânica Geral, Resistência dos Materiais e Estabilidade das Construções. Tais conceitos serão aplicados nos critérios de dimensionamento das estruturas de madeira à luz da nova norma ABNT 7190/97. Principios de construção civil, suas etapas e peculiaridades. OBJETIVOS Propiciar subsídios teóricos para projetar estruturas e madeira e identificar problemas técnicos e de qualidade nas estruturas de madeira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GOMES F.C. Estruturas de Madeira,117p. Publicações. UFLA, 2001. PIANÇA, J. B. Manual do construtor. Ed. Globo. V1, 1976. PIANÇA, J. B. Manual do construtor. Ed. Globo. V2, 1976. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 102 HELLLMEISTER, J.C. Madeiras e suas características. In I EBRAMEM/83. São Carlos - SP, 1983. BODIG, J.AYN, B.A. Mechanics of wood and wood composites. Van Nostrand Reinhold. New York. 1982. 71p KOLLMANN, F.F.P.; COTE JR. W.A. Principles of wood sience and technology I. solid wood. Springer Verlag. New York. 1968. 502p. LOGSDON, N. B. – Elementos de Estruturas de Madeira, Sob a Ótica da NBR 7190/1997. Faculdade de Engenharia Florestal (FENF) - Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Cuiabá, MT. 1999. LOGSDON, N. B. – Uma abordagem ao cálculo rápido de telhados de madeira, sob a ótica da NBR 7190/1997. FENF-Universidade Federal de Mato Grosso. Cuiabá, MT. 1999. Manual de Classificação – 1997- LAMEM (Laboratório de Madeiras e Estruturas de Madeiras). NBR 7190/1996 - Projeto de Estruturas da madeira - Associação Brasileira de Normas técnicas. BUENO, C.F.H. Materiais e técnicas construtivas rurais. 1 ed. Lavras: UFLA, 2000. 84p 103 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Estudos de Impactos Ambientais Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Ecologia Florestal Período: 7º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Princípios ecológicos para avaliação de impactos ambientais. Sistemas ambientais impactados, seus elementos e processos; serviços ambientais; impactos ambientais; indicadores de impactos ambientais; avaliação dos impactos. Estudos e relatórios de impacto ambiental. EIAs e RIMAS; relação impacto / benefícios; medidas compensatórias e mitigadoras; condicionantes ambientais; deferimento de empreendimentos potencialmente poluidores; metodologia para EIAs e RIMAS. Legislação de EIAs e RIMAS; termos de referência. Estudo(s) de caso. OBJETIVOS Identificar os impactos ambientais e eleger indicadores para a sua aferição. Conhecer a estrutura de estudos de impacto ambiental e o processo de elaboração de parecer técnico. Desenvolver uma simulação de estudo de impactos ambientais e emitir pareceres técnicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CHAIM, A. et al. Agrotóxicos e ambiente. Brasília: EMBRAPA. 1 ed. 2004. V 1. 400p. MAIA, N. B.; MARTOS, H. L.; BARRELLA, W. Indicadores ambientais - conceitos e aplicações. São Paulo: Editora Educ. 1 ed. 2001. V 1. 285p. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental – conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de Textos. 1 ed. 2006. V 1. 496p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 104 CUNHA, S.B.E.; GUERRA, A.J.T. Avaliação e perícia ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 8 ed. 2007. V 1. 294p. FONTELES, J.O. Turismo e impactos socioambientais. 1 ed. São Paulo: Aleph, 2004. V 1. 224p. GUERRA, A.J.T.; CUNHA, S.B. Impactos ambientais urbanos no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2 ed. 2004. V 1. 420p. MARRIOTT, B. Environmental impact assessment: a practical guide. 1 ed. United States: McGraw Hill, 1997. V 1. 320p. NOBLE, B.F. Introduction to environmental impact assessment: a guide to principles and practice. 1 ed. Toronto: Oxford University Press, 2006. V 1. 206p. 105 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Energia da Biomassa Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Tecnologia da Madeira Período: 9º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA A madeira como fonte de energia, a carbonização da madeira, a gaseificação da madeira e carvão, produção de metanol, produção de etanol. OBJETIVOS Conhecer os principais processos de transformação da madeira em energia, entender os processos de produção energética a partir de produtos oriundos da atividade florestal. Conhecer os principais combustíveis oriundos da floresta. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Produção e utilização de carvão vegetal. Belo Horizonte, 1982. 393 p. (Série de Pub. Técnicas). LEPAGE, E.S. Manual de preservação de madeiras. São Paulo, IPT, vol I e II, 1986 PHILIPP, P. & D'ALMEIDA, M.L.O. Celulose e papel: tecnologia de fabricação da pasta celulósica. São Paulo, IPT, 2ª ed., Vol I e II, 1988. 964 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 106 CAVALCANTE, M.S. Deterioração biológica e preservação de madeiras. São Paulo, IPT, 1982 (Reimpressão: 1985) FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Carvão vegetal: destilação, carvoejamento, propriedades e controle de qualidade. Belo Horizonte, 1982. 173 p. (Série de Pub. Técnicas). FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Manual de construção e operação de fornos de carbonização. Belo Horizonte, 1982. 55 p. (Série de Pub. Técnicas). FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Produção e utilização de carvão vegetal. Belo Horizonte, 1982. 393 p. (Série de Pub. Técnicas). LEPAGE, E.S. Manual de preservação de madeiras. São Paulo, IPT, vol I e II, 1986 MENDES, L.M.; TRUGILHO, P.F.; LIMA, J.T.; SILVA, J.R.M.da. Preservação de moirões de madeira pelo processo banho quente-frio. Rev. Ciência e Prática, UFLA, p. 5-15, 1996. (Boletim Agropecuário Nº 21) PHILIPP, P. & D'ALMEIDA, M.L.O. Celulose e papel: tecnologia de fabricação da pasta celulósica. São Paulo, IPT, 2ª ed., Vol I e II, 1988. 964 p. 107 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Recuperação de Ecossistemas Florestais Degradados Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Período: 7º Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Prática: 36 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Química, Fertilidade do Solo e Correquisito Nutrição de Plantas silviculturais Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Princípios e métodos EMENTA Processos de degradação de ecossistemas. Fragilidade de subsistemas das microbacias. Resiliência, homeostase, resistência e elasticidade ambiental. Agentes de degradação. Estratégias de recuperação com enfoque holístico, Restauração, reabilitação e revegetação. Técnicas de recuperação envolvendo medidas físicas, biológicas e fisico-biológicas. Mecanismos de avaliação da eficiência conservacionista e auto-sustentabilidade ecológica das medidas. Parâmetros legais definidores de projetos de recuperação. OBJETIVOS Propriciar ao aluno o conhecimento necessário para executar projetos de recuperação de áreas degradadas, avaliar os fatores de degradação e as formas de mitigar esses fatores. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BITAR,O.Y. Avaliação da recuperação de áreas degradadas por mineração na região metropolitana de São Paulo. Tese (Doutorado) USP. 184fls. 1999. CHEN,J.; BLUME,Hans-Peter & BEYER,L. Weathering of rocks induced by lichen colonization - a review. Catena 39:121-146. 2000 DOUROJEANNI,A. & VELASQUEZ,T. Guía de practicas control de la erosión. Perú: Universidad Nacional Agrária "La Molina". Publicaciones nº 94. 178p. 1981 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 108 KENNEDY, A GILLEN,J.; KEETCH,B. & CREASER,C. Gully erosion control at Katju orge, Uluru-Kata Tjuba National Park, Central Australia. Ecological Management & Restoration. Vol. 2. n. 2001. PARROTTA, J.A.; KNOWES, O.H & WUNDERLE, J.M. Development of floristic diversity in 10-year-old restoration forest on a bauxite miner site in Amazonian. Forestry Ecology and Management (99)21-42. 1997. GRAY, D.H. & LEISER,A.T. Biotechnical slope protection and erosion control. Krieger Publish Company. Flórida. 271p. HOLMES,P.M. & RICHARDSON, D.M. Protocols for restoration based on recruitment dynamics, community structure, and ecosystem function: perspectives from south African Fymbos. Restauration Ecology vol. 7. n3:215-230. 2000 JACQUEMYN,H.; BUTAYE,J. & HERMY,M. Impacts of restored patch density and distance from natural forest on colonization success. Restoration Ecology 11, 4: 417-423. 2003. 109 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Trabalho de Conclusão de Curso Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas Teórica: 36 Pré-requisito: Prática: 0 Total: 36 horas Período: 10º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito 3.220H ou 3.497HA EMENTA Elaboração e execução de um projeto de monografia sobre tema relacionado à área de formação do curso, sob orientação, incorporando conhecimentos metodológicos, científicos e tecnológicos. OBJETIVOS Elaboração e defesa do projeto de estudo, sob supervisão e orientação docente. Implantação de experimento e/ou levantamento de dados com a execução das técnicas e protocolos previamente estabelecidos no projeto aprovado. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASTOS, L. da R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 222p. VOLPATO, G.L. Bases teóricas para redação científica. 1. ed. São Paulo: Acadêmica, 2007. V. 1. 125p. VOLPATO, G.L. Dicas para redação científica. 3. ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010. V. 1. 152p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 110 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação - trabalhos acadêmicos — apresentação. Rio de Janeiro, 2005. 9p. GONSALVES, E.P. Iniciação a pesquisa científica. 3 ed. Campinas: Alínea, 2003. 79p. LAKATOS, E.M. Fundamentos de metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2003. 311p. LIMA, M.C.; OLIVO, S. Estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso. 1 ed. São Paulo: Thomson, 2006. 334p. MACHADO, A.R.; LOUSADA, E.; TARDELLI, L.S.A. Resumo - leitura e produção de textos técnicos e acadêmicos. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2004. V. 1. 69p. MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000. 120p. VOLPATO, G. L. Pérolas da redação científica. 1. ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010. V. 1. 189p. 111 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Estágio Supervisionado Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas Teórica: 0 Prática: 72 Total: 72 Pré-requisito Período: 10º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Realização de uma pesquisa Florestal ou estudo de caso em uma empresa rural, cooperativa, sindicato, organização não governamental ou similar que possibilite individualmente ao aluno: i) a sistematização, aprofundamento e a aplicação de conceitos e de relações interdisciplinares adquiridos ao longo do curso; ii) a familiarização com procedimentos e técnicas da produção vegetal, iii) a aquisição da experiência profissional específica da Engenharia Florestal e iii) o estabelecimento do diálogo entre a Ciência e a realidade sócio-econômica e ambiental da região. O estágio, quando envolver entidade externa à UFSJ, será realizado num sistema de parceria institucional, mediante convênios e credenciamentos legais. A atividade será realizada em quatro etapas. Etapa 3. Análises estatísticas e interpretação dos dados coletados. Etapa 4. Elaboração de relatório final, bem como sua defesa perante uma banca examinadora de pelo menos dois docentes da UFSJ, presidida pelo professor orientador. Durante a condução da disciplina serão seguidas as normas estabelecidas pela Coordenação do Curso de Engenharia Florestal. OBJETIVOS Propiciar ao aluno condições de sistematizar os conceitos teóricos-práticos em condições de campo, a fim de o aluno ter condições de enfrentar bem o mercado de trabalho. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BASTOS, L. da R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa, teses, dissertações e monografias. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 222p. BIANCHI, A.C. de M.; ALVARENGA, M.; BIANCHINI, R. Manual de orientação: estágio supervisionado. 3 ed. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2003. 98p. BURIOLLA, M.A.F. O estágio supervisionado. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2009.184p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 112 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação - trabalhos acadêmicos — apresentação. Rio de Janeiro, 2005. 9p. GONSALVES, E.P. Iniciação a pesquisa científica. Campinas – São Paulo: Alínea, 2003. LAKATOS, E.M. Fundamentos de metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2003. LIMA, M.C.; OLIVO, S. Estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso. 1 ed. São Paulo: Thomson, 2006. 334p. MACHADO, A.R., LOUSADA, E.; TARDELLI, L.S.A. Resumo - leitura e produção de textos técnicos e acadêmicos – 1. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2004. V. 1. 69p. MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2000. 134p. 113 13.1.3 Núcleo disciplinas profissionais específicas UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Introdução a Engenharia Florestal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 36 Prática: 0 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Período: 1º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Conhecer as áreas de formação e de atuação do Engenheiro Florestal, através de conhecimentos sobre legislação e políticas vigentes, bem como sobre a situação florestal brasileira. OBJETIVOS Entender quais as áreas de atuação do Engenheiro florestal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GALVÃO, P.M. Reflorestamento de Propriedades Rurais para Fins Produtivos e Ambientais. EMBRAPA Florestas, 2000. 351 p. LEÃO, R.M. A Floresta e o Homem. IPEF, 2000. 434p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR COUTO, H.T.Z. et alii. Mensuração e gerenciamento de pequenas florestas . DOCUMENTOS FLORESTAIS, Piracicaba (5):1-37, nov. 1989. FERREIRA, M. A situação florestal brasileira e o papel da silvicultura intensiva DOCUMENTOS FLORESTAIS, Piracicaba (2):1-9, set. 1989. FERREIRA, M. Escolha de espécies arbóreas para formação de maciços florestais. DOCUMENTOS FLORESTAIS, Piracicaba (7):1-15, jan. 1990. LIMA, W.P. Princípios de Hidrologia Florestal. IPEF/LCF/ESALQ, Piracicaba. 250p. 1986. POGGIANI, F. Estrutura, funcionamento e classificação das florestas. DOCUMENTOS FLORESTAIS, Piracicaba (3):1-14, set. 1989. SIMÕES, J.W., et alii. Formação, manejo e exploração de florestas com espécies de rápido crescimento, Brasília, IBDF, 131Pp. 1981. 114 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Bases para a Tecnologia de Produtos Florestais Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 54 Prática: 0 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: 2º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Introdução aos princípios de física aplicada a motores e transmissão de movimentos; Termodinâmica aplicada à degradação térmica da madeira; Relação água-madeira; Princípios de umidade ambiente/madeira; Princípios químicos da formação da parede celular; Princípios de químicos de compostos de degradação da madeira para produção de papel. Princípios da contração e expansão da madeira. Introdução a fenômenos de transferência de massa, fluxo laminar e turbulento, medidores de pressão, tensão superficial e difusão. Processos de transferência de calor em fluidos por condução, convecção e radiação. OBJETIVOS Fornecer subsídios aos discentes para formar a base conceitual e associar as disciplinas essenciais e específicas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BROWNING, B.L. The chemistry of wood. Interscience Publishers, New York, 1975, 689 p. PANSHIN, A .S. e DE ZEEW, C. Textbook of wood technology. New York. Mc Graw Hill Book Company, 1964, vol. I, 643 p. KOLLMAN, F.F.P. e COTTE, W.A . Principles of wood science and technology, vol. I, 1971, 270 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 115 HAKKILA, P. Utilization of residual forest biomass. Berlin: Springer-Verlag, 1989. 568 p. FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Produção e utilização de carvão vegetal. Belo Horizonte, 1982. 393 p. (Série de Pub. Técnicas). GONÇALVES , M.T.T. Processamento da madeira. – Bauru SP Brasil – 2000, 242 p. SIAU, J. F. Transport processes in wood. Springer series in wood science. Berlim: Springer-Verlag. 1984. 245p. D’ALMEIDA, Maria Luiza Otero. Celulose e Papel. Tecnologia de fabricação da pasta celulósica. São Paulo: IPT, 1988. Vol I. FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood handbook - wood as an engineering material. Madison, WI: U.S. Departament of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999. 463p. INCROPERA, F.P. et al. Fundamentos de transferência de calor e massa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 643p. 116 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Bases à Biometria Florestal Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 54 Prática: 0 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Calculo I Período: 3º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Conceitos importantes sobre biometria florestal. Uso de softwares aplicados à Ciência Florestal – principais recursos e funções (Excel, R, Access, Statistica). Relações entre caracteres e métodos multivariados. Crescimento das árvores, curvas de crescimento. Distribuição de variáveis dendrométricas. Análise e avaliação de projetos de pesquisa florestal. OBJETIVOS Fornecer subsídios aos discentes para formar a base às conceitos e associação das disciplinas básicas com a biometria e manejo florestal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração Florestal: perguntas e respostas. 4ª ed. Viçosa: UFV, 2011. 605p. SOARES, C.P.B.; PAULA NETO, F.; SOUZA, A.L. Dendrometria e Inventário Florestal. Viçosa: Editora UFV, 2013. 276p. ZANETTI, E. Certificação e Manejo de Florestas Nativas Brasileiras. Curitiba: Juruá Editora, 2007. 376p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 117 AMARAL, P.; NETO, M.A. MANEJO FLORESTAL COMUNITÁRIO: Processos e aprendizagens na Amazônia brasileira e na América Latina. Belém: IEB/IMAZON, 2005. HOSOKAWA, R.T.; MOURA, J.B.; CUNHA, U.S. Introdução ao Manejo e Economia de Florestas. Curitiba: UFPR, 1998. 164p. DRIGUEZ, L.C.E. 1991. Gerenciamento da Produção Florestal. Documentos Florestais IPEF. n.13, p.1-41. 1991. SCHNEIDER, P.R. Introdução ao Manejo Florestal. Santa Maria: CEPEF/FATEC/UFSM, 1993. 348p. SCOLFORO, J.R.S. Biometria Florestal: modelos de crescimento e produção florestal. Lavras: UFLA/FAEPE, 2006. 396p. 118 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Componentes Químicos e Anatômicos da Madeira Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Pré-requisito orgânica Prática: 36 Total: 72 horas-aula Período: 3º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Anatomia Vegetal, Química Correquisito EMENTA Grupos vegetais que produzem madeiras, componentes macroscópicos do tronco, formação da madeira, planos de corte para estudos anatômicos, propriedades organolépticas da madeira, estrutura anatômica da madeira de coníferas e folhosas, defeitos da madeira, influência da anatomia da madeira no comportamento tecnológica da madeira. Composição química da madeira: celulose, hemiceluloses, lignina, componentes secundários, componentes inorgânicos, determinação dos componentes químicos da madeira, influência da química da madeira nas propriedades da madeira. OBJETIVOS Propiciar ao aluno um entendimento detalhado dos grupos vegetais produtores de madeira bem como as estruturas presentes em cada um deles. A influência das estruturas anatômicas no uso da madeira e a sua importância na identificação de espécies. BIBLIOGRAFIA BÁSICA IAWA Comittee, - IAWA list of microscopic features for hardwood identification; IAWA Bulletin n.s., Vol. 10(3),1989, p. 221-332. CORADIN, V. T. R.,MUNIZ, G. L.B. Normas de procedimentos em estudos de anatomia da madeira; ABNT, Brasília, 1992, 19 p. KOLLMAN, F.F.P. e COTTE, W.A . Principles of wood science and technology, vol. I, 1971, 270 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 119 BURGER, L.M. e RICHTER, A. G. Anatomia da madeira. São Paulo, ed. Nobel, 1991, 154 p. BROWNING, B.L. The chemistry of wood. Interscience Publishers, New York, 1975, 689 p. COPANT - Descripcion de caracteristicas generales, macroscópicas y microscópicas de la madera angiosperma: dicotiledoneas. Informe COPANT 30:1-019, 1974. ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. 1974. Reimpressão 1976, 293 p. GLÓRIA,B.A., GUERREIRO, S.M. Anatomia Vegetal. Editora UFV. Universidade Federal de Viçosa, Viçosa-MG, 2003, 437 p. PANSHIN, A .S. e DE ZEEW, C. Textbook of wood technology. New York. Mc Graw Hill Book Company, 1964, vol. I, 643 p. a MAINIERI, C. e CHIMELLO. J.P. Fichas de características das madeiras brasileiras, 2 ed. São Paulo, Instituto de Pequisas Tecnológicas - IPT - Divisão de Madeiras, 1989, 418 p. 120 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Colheita e Transporte Florestal Natureza: OBRIGATORIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Inventário Florestal Período: 7º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Introdução ao Estudo da Colheita Florestal em florestas nativas e plantadas. Corte Florestal. Extração Florestal. Sistemas de Colheita Florestal. Controle de Produção e Custos na Colheita e Transporte Florestal. Planejamento e Organização do Trabalho de Colheita e Transporte Florestal. Planejamento de Estradas Florestais. Ergonomia e Segurança no Trabalho de Colheita Florestal. Controle de Qualidade na Colheita e Transporte Florestal. OBJETIVOS Apresentar ao aluno as máquinas utilizadas na colheita florestal em florestas nativas e plantadas, trazer o entendimento de como identificar o melhor método de colheita de forma economicamente viável. Propiciar subsídios para uma organização da colheita por meio do planejamento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LOPES, E.S.; MIMETTI, L.J.; SOUZA, A. P.; MACHADO, C.C. Operação e manutenção de motosserras: manual técnico. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. 132 p. MACHADO, C.C. (Org.) Colheita florestal. 2ª ed. Viçosa: Editora UFV, 2002. 468p. MACHADO, C.C.; LOPES, E.S.; BIRRO, M.H. Elementos básicos do transporte florestal rodoviário. Viçosa: Editora UFV, 2000. 167p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 121 DUL, J., WEERDMEESTER, B. Ergonomia prática. São Paulo: Edgard Blucher, 1995. 147 p. IIDA, I. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: Edgard Blucher, 1990. 465p. MACHADO, C.C. Planejamento e controle de custos na exploração florestal. Viçosa: Editora UFV, 1994. REZENDE, J.L.P.; FIEDLER, N.C. ; MELLO, J.M.; SOUZA, A.P. Análise técnica e de custos de métodos de colheita e transporte florestal. Lavras: UFLA, 1997. 50p. (Boletim Técnico 22). TRINDADE, C. et al. Ferramentas da qualidade: aplicação na atividade florestal. Viçosa: Editora UFV, 2000. 124p. 122 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Dendrologia Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Ecologia Geral Período: 2º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito Anatomia Vegetal EMENTA Introdução à dendrologia; dendrologia no contexto profissional e científico; os conceitos de árvore; Principais grupos taxonômicos que incluem espécies arbóreas dos biomas nacionais de interesse e potencialidades científicas e sócio-econômicas; terminologia e descrição dendrológica; características e identificação de campo de espécies representantes dos seguintes grupos: Pteridophyta, Gymnospermae e Angiospermae. Metodologia em estudos dendrológicos; fenologia florestal; valor sócio-econômico das principais famílias e espécies arbóreas. OBJETIVOS Propiciar ao aluno a capacidade de identificar de forma correta as diversas espécies arbóreas dos biomas nacionais com potencialidades científicas e sócio-econômicas por meio da fenologia florestal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, vol. 1. Nova Odessa, SP:Instituto Plantarum, 2002. 352p. LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil, vol. 2. Nova Odessa, SP:Instituto Plantarum, 2002. 368p. MARCHIORI, J.N.C. Elementos de Dendrologia. UFSM, 2004. 176p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 123 CAMARGOS, J.A.A. Catálogo de árvores do Brasil. 2. ed. rev. e atual. Brasília, D.F : Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, 2001. 896p. il. CARVALHO, P. E. R. Espécies Arbóreas Brasileiras, vol 1. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica; Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2003. 1040p. CARVALHO, P. E. R. Espécies Arbóreas Brasileiras, vol 2. Brasília: Embrapa Informação Tecnológica; Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2006. 628p. GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H. Morfologia vegetal. São Paulo: Instituto Plantarum, 2007. 441p. MARCHIORI, J. N. C. Dendrologia das gimnospermas. Santa Maria: UFSM, 2005. 160p. MARCHIORI, J. N. C. Dendrologia das angiospermas: das Magnoliáceas às Flacourtiáceas. Santa Maria: UFSM, 1997. 124 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Produtos Florestais Não Madeireiros Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 18 Prática: 18 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Química Geral Período: 4º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito Química orgânica EMENTA Abordagem dos aspectos botânicos, culturais e econômicos das espécies nativas de valor econômico: Produtos de espécies oleaginosas, resiníferas, frutíferas, medicinais, produtoras de fibras corantes entre outros. Importância econômica local, regional e racional. Produção e beneficiamento. OBJETIVOS Conhecer e analisar aspectos botânicos, culturais e econômicos das espécies nativas de valor econômico conhecidas ou não. Entender e executar processos de produção, extração e beneficiamento de Produtos florestais não madeireiros. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRETT, C.; WALDRON, K. Physiology and biochemistry of plant cell walls. Unwin Hyman, London, 1990. HON, D. N. S., SHIRAISHI, N. ed., Wood and Cellulosic Chemistry, Marcel Dekker, Inc., 1991. LEWIN, M.; GOLDSTEIN, I.S. Wood structure and composition. New York, Marcel Dekker, 1991. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BROWNING, B.L. The chemistry of wood. New York, John Wiley & Sons, 1963. CHUM, H.L. Polymers from Biobased Materials, William Andrew Publishing/Noyes, 1991. GEORGIA INSTITUTE OF TECHNOLOGY, Engineering Experiment Station. Disign, fabrication and operation of a biomass fermentation facility: phase IIA. Conceptual design of prototypuca pilot plant and experiment studies. Atlanta, 1982. 64 p. HAKKILA, P. Utilization of residual forest biomass. Berlin: Springer-Verlag, 1989. 568 p. PAUL, J. K. Large and small scale ehtyl alcohol manufacturing processes from agricultural raw materials.Park Ridge: N. J. Noyes Data Corp, 1980.576 p. (Chemical technology review ; no.169 Energy technology review ; no.58) ROWEEL M.R., SCHULTY T.P., NARAYAN R., ed., Emerging Technologies for Materials and Chemicals from Biomass, 1992. 125 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Plantas Úteis do Cerrado Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 18 Prática: 18 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Dendrologia Período: 4º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Abordagem dos aspectos botânicos, culturais e econômicos das espécies nativas de valor econômico: Produtos de espécies oleaginosas, resiníferas, frutíferas, medicinais, produtoras de fibras. Importância econômica local, regional e nacional. Produção e beneficiamento. OBJETIVOS Apresentar as potencialidades das plantas do cerrado para usos alternativos aos fins madeireiros e desenvolver processos de utilização sustentável: socialmente justo, econômicamente viável e ambientalmente correto. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALMEIDA, S.P; PROENÇA, C.E.B.; SANO, S.M. & RIBEIRO, J.F. Cerrado: espécies vegetais úteis. EMBRAPA: Planaltina. 1998. LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil. 4. ed. Instituto Plantarum, Nova Odessa, v.1, 384 p. 2002. LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil. 2.ed. Instituto Plantarum, Nova Odessa, v.2, 384 p. 2002. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 126 CAMARGOS, J.A.A.; CORADIN, V.T.R.; CZARNESKI, C.M.; OLIVEIRA, D.; MEGUERDITEJIAN, I. Catálogo de Árvores do Brasil. IBAMA: Brasília. 896 p. 2001. LORENZI, H.; Matos, F.J.A. Plantas medicinais do Brasil: nativas e exóticas. Instituto Plantarum, Nova Odessa, 512 p. 2002. PROENÇA, C.; OLIVEIRA, R.S.; SILVA, A.P. Flores e frutos do cerrado. Editora Universidade de Brasília, Brasília; Imprensa Oficial do Estado, São Paulo, 226 p. 2000. SILVA, D.B.; et al. Frutas do Cerrado. Brasília: Emprapa Informação Tecnológica. UFLA, Lavras, 180 p. 2001. SILVA JÚNIOR, M.C. et al. 100 Árvores do Cerrado: guia de campo. Brasília, Editora Rede de Sementes do Cerrado, 278 p. 2005. 127 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Manejo De Florestas Naturais Natureza: OBRIGATORIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Inventário Florestal Período: 7º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Planos de manejo (Introdução ao manejo florestal no Brasil e no mundo, Manejo florestal sustentável, Plano de manejo em unidades de conservação, Plano de manejo florestal). Base legislativa para a elaboração de planos de manejo florestal sustentável. Pontos críticos do manejo florestal. Análise estrutural da vegetação. (Estrutura horizontal, Estrutura vertical, Regeneração natural, Índice de valor de importância, Índices para avaliar similaridade, diversidade e distribuição espacial de espécies florestais). Etapas do manejo florestal e exploração de impacto reduzido. Regulação florestal (Ciclo de corte, Floresta balanceada, Método BDq). Prognose em florestas nativas. Manejo florestal no cerrado. Concessão florestal. Certificação florestal. Manejo florestal comunitário. OBJETIVOS Fornecer conhecimentos técnicos, visando à habilitação ao manejo de áreas de vegetação nativa por meio de atividades licenciadas e sustentáveis. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DAVIS, L.S., JOHNSON, K.N., BETTINGER, P., HOWARD, T.E.Forest management: to sustain ecological, economic and social values. 4th ed. Illinois:Waveland Pr. Inc., 2005. 816 p. MACPHERSON, A.J., CARTER, D.R., SCHULZE, M.D., VIDAL, E., LENTINI, M.W. The sustainability of timber production from Eastern Amazonian forests.Land Use Policy, v. 29, p. 339-350, 2012. SABOGAL, C., POKORNY, B., SILVA, J.N.M., CARVALHO, J.O.P., ZWEEDE, J., PUERTA, R. Diretrizes técnicas de manejo para produção madeireira mecanizada em florestas de terra firme na Amazônia brasileira. Belém, PA: Embrapa Amazônia Oriental,2009.217p. SOUZA, A.L.; SOARES, C.P.B. Florestas Nativas: estrutura, dinâmica e manejo. Viçosa: Editora UFV, 2013, 322 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 128 BACHA, C.J.C., RODRIGUEZ, L.C.E. Profitability and social impacts of reduced impact logging in the Tapajós National Forest, Brazil — A case study.Ecological studies, v. 63, p. 70–77, 2007. BALIEIRO, M.R., ESPADA, A.L.V., NOGUEIRA, O., PALMIERI, R., LENTINI, M. As concessões de florestas públicas na Amazônia brasileira: um manual para pequenos e médios produtores rurais. Piracicaba: Imaflora, 2010. 204 p. BRASIL. Normas florestais federais para a Amazônia. Brasília: IBAMA/Dbflo, 2007. 416 p. IMAFLORA.Manual de certificação do manejo florestal no sistema do Forest StewardshipCouncil – FSC. São Paulo: Imaflora, 2004. PEÑA-CLAROS, M., FREDERICKSEN, T.S., ALARCÓN, A., BLATE, G.M., CHOQUE, U., PINTO, A., AMARAL, P., AMARAL, M.Iniciativas de manejo florestal comunitário e familiar na Amazônia brasileira 2009/2010. Brasília, DF: GIZ, SFB, 2011. 84 p. SCOLFORO, J.R.S. Manejo florestal. Lavras: UFLA/FAEPE, 1997. 438 p. 129 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Manejo da Fauna Silvestre e Manejo de Criadouros Conservacionistas Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Pré-requisito Florestal Prática: 36 Zoologia Geral, Total: 72 horas-aula Período: 9º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Ecologia Correquisito EMENTA Ecologia das espécies da fauna brasileira, manejo das principais espécies da fauna brasileira, especialmente as do bioma cerrado, Espécies da fauna silvestre em extinção ou em processo de extinção. Métodos de preservação da fauna com baixa resiliencia. Métodos de captura e identificação de espécies da fauna silvestre. Importância dos criadouros conservacionistas. Técnicas de manejo de animais silvestres em cativeiro. Lei de Proteção a Fauna- Lei nº 5197/67. Lei de Crimes Ambientais Lei nº 9605/98 e Decreto nº 3179/99. Técnicas de acolhimento de animais silvestres apreendidos. Soltura e Reintrodução de animais silvestre no habitat natural. Montagem de banco genético. Técnicas de resgate de fauna. OBJETIVOS Identificar e conhecer a ecologia, o manejo das principais espécies da fauna brasileira, especialmente as do bioma cerrado. Conhecer as técnicas de manejo de animais silvestres em cativeiro com o objetivo conservacionista e readaptação de animais em condição de risco. Possibilitar ao estudante coordenar a criação de animais silvestre com objetivos conservacionista e comerciais com as devidas autorizações. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTAS, P.T.Z.; CAVALCANTI, R.B. Aves comuns do Planalto Central. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1988. 238 p. il. AURICCHIO, P. Primatas do Brasil. São Paulo: Terra Brasilis, 1995. 168 p. il. BECKER, M.; DALPONTE, J.C. Rastros de mamíferos silvestres brasileiros - Um guia de campo. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1991. 180 p. il. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 130 NAROSKY, T.; YZURIETA, D. Guia para la identificación de las aves de Argentina y Uruguay. Buenos Aires: Vazquez Mazzini Editores, 1993. 345 p. il. OLIVEIRA, Tadeu Gomes de. Neotropical cats: ecology and conservation. São Luís: EDUFMA, 1994.220 p. PAIVA, M.P. Conservação da fauna brasileira. Rio de Janeiro: Interciência, 1999, 260 p. RIDGELY, R.S.; TUDOR, G. The birds of South America: the suboscine passerines. Austin: University of Texas Press,1994. vol 2. 814p. il. RIDGELY, R.S.; TUDOR, G. The birds of South America: the oscine passerines. 2 ed. Austin: University of Texas Press,1994. vol 1. 516 p. il. SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1997. 862 p. il. SILVA, F. Mamíferos silvestres - Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, 1984. 244p. SOERENSEN, B. Animais peçonhentos. São Paulo: Atheneu Editora, 1990. 138 p. il. TARRÉS, R.R. (ed.). Manual de técnicas de gestión de vida silvestre. Maryland: Wildlife Society. 1987. 703 p. 131 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Viveiros e Sementes Florestais Natureza: OBRIGATÓRIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Prática: 36 Total: 72 horas-aula Período: 6º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Dendrologia, Fisiologia vegetal Correquisito EMENTA Sementes Florestais: importância, formação e estrutura das sementes florestais; germinação: conceitos, fatores ambientais e das sementes que afetam a germinação; dormência: papel ecológico, tipos de dormência e processos de superação. vigor de sementes: conceitos e métodos de avaliação; produção de sementes: unidades de produção, métodos de colheita e beneficiamento; armazenamento de sementes: classificação fisiológica quanto a tolerância à secagem e ao armazenamento; métodos de armazenamento; Análise de sementes: importância, amostragem, análise de pureza, teste de germinação, determinação do conteúdo de água, determinação do peso, teste de raios-X; Aspectos legais da produção e comercialização de sementes e mudas florestais.Viveiros Florestais: Tipos de viveiros; escolha do local e dimensionamento; métodos e técnicas de produção de mudas; introdução ao estudo da propagação de plantas; propagação vegetativa: micropropagação, estaquia (macroestaquia, miniestaquia e microestaquia), enxertia e alporquia; aclimatação; avaliação da qualidade e determinação de padrões de qualidade de mudas; seleção; transporte; planejamento econômico do viveiro OBJETIVOS Propiciar ao aluno conhecer as estruturas de sementes florestais, a fisiologia das sementes, técnicas de análise, beneficiamento e armazenamento de diferentes tipos de sementes. Subsidiar ao aluno conhecimento para projetar viveiros florestais, conhecer as formas de propagação de espécies florestais, análise de qualidade de mudas e planejamento econômico do viveiro. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARNEIRO, J.G.A. Produção e controle de qualidade de mudas florestais. Curitiba: UFPR/FUPEF; Campos: UENF, 1995. 451p. DAVIDE, A.C.; DA SILVA, E.A.A.; FARIA, J.M.R.; ZANETTI, R.; RESENDE, M.L.V. Produção de Sementes e Mudas de Espécies Florestais. Lavras: Editora UFLA, 2008. 174p. FERREIRA, A.G.; BORGUETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. ARTMED, 2004. 324p. 132 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALFENAS, A.C.; ZAUZA, A.A.V.; MÁFIA, R.G.; ASSIS, T.F. Clonagem e Doenças do Eucalipto. Editora UFV, 2004. 442p. BRASIL, Lei n. 10711, 05 ago. 2003. Dispõe sobre o Sistema Nacional de Sementes e Mudas e dá outras providências. Brasília, 2003. 9p. BRASIL, Ministério da Agricultura. Regras Para Análise de Sementes. Brasília. 1992. CALDAS, L. Cultura de Tecidos e Transformação Genética de Plantas, Vol. 1. EMBRAPA, 1998. 509p. CARVALHO, N.M. de; NAKAGAWA, J. Semente: Ciência, Tecnologia e Produção. Campinas, SP, Fundação CARGILL, 1988. 429p. HIGA, A.R.; SILVA, L.D. Pomar de Sementes de Espécies Florestais Nativas. FUPEF, 2006. 264p. 133 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Incêndios Florestais Natureza: OBRIGATORIA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 18 Prática: 18 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Ecologia Florestal Período: 5º Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito Agrometeorologia EMENTA Introdução: conceitos gerais de proteção florestal. Prevenção a incêndios. Caracterizar, quantificar e controlar os efeitos e danos causados à floresta por incêndios. Impactos de incêndios florestais no cerrado. OBJETIVOS Propiciar o aluno a compreender a dinâmica do fogo nos biomas nacionais de forma a subsidiar ações de prevenção e controle de incêndios florestais. BIBLIOGRAFIA BÁSICA SANT´ANNA, C.M.; FIEDLER, N.C.; MINETTE, L. J. Controle de incêndio florestais. Alegre, ES 2007 152f. BATISTA, A. C.; SOARES, R. V. Manual de prevenção e combate a incêndios florestais. FUPEF, 1997. 50p. BATISTA , A. C.; SOARES, R. V. Avaliação do comportamento do fogo em queimas controladas sob povoamentos de Pinus taeda no norte do Paraná. Floresta: 25 (1/2): 31-42. 1997. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 134 REVISTA FLORESTA. Seminário de atualidades em Proteção Florestal. Vol. 30 nº. 1 e 2. 2000. 204p. SILVA, R. G. Manual de prevenção e combate aos incêndios florestais. Brasília: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, 1998. 80p. SOARES, R. V. Incêndios Florestais. Controle e uso do fogo. FUPEF, 1985. 213p WHELAN, R. J. The ecology of fire. Cambridge: Cambridge University Press, 1995. 346p. CIANCIULLI, P. L. Incêndios florestais: prevenção e combate. São Paulo: Nobel, 1981. 169p. COUTO, E. A.; CANDIDO J. F. Incêndios florestais. Imprensa Universitária da UFV. Viçosa. MG, 1980. 101p. REUNIÃO TÉCNICA CONJUNTA FUPEF/SIF/IPEF, 4: Curso de Atualização em Controle de Incêndios Florestais, 2. Anais. Curitiba, FUPEF, 1996 163p. 135 13.2 Disciplinas optativas UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Modelagem da Produção Florestal Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Inventário florestal Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Regressão linear. Regressão não-linear. Testes de confiabilidade e acuracidade. Modelagem hipsométrica e volumétrica. Modelos de Taper. Modelos de crescimento e produção florestais e dados para modelagem. Modelagem do crescimento e da produção em nível de povoamento. Modelagem do crescimento e da produção em nível de distribuição diamétrica. Modelagem do crescimento e da produção em nível de árvore individual. Avaliação de modelos de crescimento e produção florestal. Introdução à inteligência artificial aplicada à modelagem florestal. OBJETIVOS A presente disciplina fornece uma base sólida sobre modelagem, principalmente para fins de produção de madeira por florestas plantadas, com foco na quantificação de recursos florestais e prognose florestal, tanto sobre a ótica da pesquisa, como da produção florestal propriamente dita. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração florestal: perguntas e respostas. 3ª ed. Viçosa-MG: UFV, 2009, 548 p. DAVIS, L.S.; JOHNSON, K.N. Forest management, 3ª ed. New York: McGraw-Hill, 1987, 790 p. DRAPER, N.R.; SMITH, H. Applied regression analysis. 3ª ed. New York. John Wiley & Sons, 1998, 706 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 136 AVERY, T.E.; BURKHART, H.E. Forest Measurements, 4ª ed. New York: McGraw-Hill Book, 1994, 400 p. HUSCH, B.; MILLER, C.I.; BEERS, T.W. Forest mensuration. 3ª ed. New York. John Wiley & Sons, 1982, 402p. LAAR, A.V.; AKÇA, A. Forest Mensuration, Springer, Dordrecht, 2007, 383 p. MANLY, B.F.J. Statistics for Environmental Science and Management, 2ª ed. Chapman & Hall, 2008, 295 p. SOKAL, R.R.; ROHLF, F.J. Biometry: the principles and practice of statics in biological research. New York: Freeman & Company, 1997, 887 p. TAKEZAWA, K. Introduction to Nonparametric Regression, Wiley Series, 2006, 568 p. WEST, P. Tree and Forest Measurement, 2a ed. Springer, 2009, 192 p. ZAR, J.H. Biostatistical analysis. 4a ed. New Jersey: Prentice-Hall, 1999, 622 p. 137 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Manejo de Bacias Hidrográficas e Hidrologia Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Geoprocessamento e Correquisito topografia aplicada às ciências florestais ambientais EMENTA Conceitos. Bacia Hidrográfica. Hidrologia nos ecossistemas florestais. Aporte de Sedimentos e Assoreamento. Conflitos de uso do solo e avaliação de risco de deterioração. Qualidade da Água em Bacias. Medidas de recuperação dos ecossistemas florestais na bacia e microbacia hidrográfica. OBJETIVOS Propiciar ao estudante o entendimento da dinâmica das bacias hidrográficas e capacitá-lo a elaborar projetos de uso e relatórios técnicos de avaliação de bacias hidrográficas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LIMA, W.P.; ZAKIA, M.J.B. As florestas plantadas e a água: Implementando o conceito da microbacia hidrográfica como unidade de planejamento. São Carlos: Rima. 2006. 226p. PAIVA, J. B. D., PAIVA, E. M. C. D. (Org.). Hidrologia Aplicada à Gestão de Pequenas Bacias Hidrográficas. Porto Alegre: ABRH, 2001. SILVA, A.M. da., SCHULZ, H.E., CAMARGO, P.B. de. Erosão e hidrossedimentologia em bacias hidrográficas. São Carlos: RIMA, 2004. 138p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 138 CHISTOFOLETTI A. Geomorfologia Fluvial, Edgard Blücher: São Paulo, 1981. VILLELA, S.M.; MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: Ed. McGraw-Hill do Brasil Ltda., 1975. 245p. ROCHA, J. S. M. Manual de Projetos Ambientais. Santa Maria : UFSM. 1997. 446p. KAGEYAMA, P. Y. et al. Restauração ecológica de ecossistemas naturais. Botucatu: Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais, 2003. 340 p. LINSLEY, K.; PAULHUS. Hydrology for Engineers, 1985, McGraw-Hill 139 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Painéis de Madeira e Adesão e Adesivos Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Visa estudar os tipos de painéis de madeira, classificação, processos de produção, panorama nacional e mundial do setor de painéis de madeira, geração de partículas e laminas de madeira, secagem, aplicação de resina, tipos de resinas, formação do painel, determinação das propriedades dos painéis de madeira, aplicação dos painéis de madeira. Conceituação básica em adesão e adesivos. Fatores que afetam a adesão e a colagem. Qualificação dos adesivos. Adesivos de ureia formaldeído. Adesivos de fenol-formaldeído. Adesivos à base de resorcinol. Adesivos de melaninaformaldeído. Adesivos de lignina. Adesivos à base de carboidratos. OBJETIVOS Fornecer ao aluno a capacidade de identificar os tipos de painéis de madeira existentes, conhecer os processos de fabricação bem como os métodos de controle de qualidade da matéria-prima para a produção. Conhecer a natureza e os tipos de adesivos utilizados na produção de madeira reconstituída. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood Handbook: Wood as an engeneering material. Madison, WI: United States Department of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999, 463p. IWAKIRI, S. Painéis de Madeira reconstituída. Curitiba: FUPEF, 2005, 247 p. MARRA, A.A. Technology of wood bonding: principles in practice. New York: Van Nostrand Reinhold. 1992. 453p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 140 SELLERS, T. Plywood and adhesive technology. New York: Marcel Dekker, 1985. 661p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MADEIRA PROCESSADA MECANICAMENTE – ABIMCI. Compensado de Pinus – Catálogo Técnico nº 1. Curitiba, 2002. 19p. BORDEN QUÍMICA IND. E COM. LTDA. Boletim Técnico. s/data, 6p. CANADIAN STANDARDS ASSOCIATION. OSB and Waferboard. CSA 0437.0 – 93. Ontário: 1993. 18p. CLOUTIER, A. Oriented Strandboard (OSB): raw material, manufacturing process, properties of woodbase fiber and particle materials. In: International Seminar on Solid Wood Products of High Technology, 1., Anais. Belo Horizonte, SIF, 1998, p. 173-185. ERNARDI, R. Painéis de Madeira Maciça. Revista da Madeira. Curitiba, 2003. p.36 KOLLMAN , F.F.P., CÔTÉ, W.A. Principles of wood science and tecnology. II: Wood Based Materials. New York, Springer – Verlag, 1975. 703p. 141 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Cartografia e Geoprocessamento Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Prática: 36 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Introdução ao geoprocessamento: tendências atuais. Noções de cartografia, escala de mapeamento e projeções cartográficas. Uso de equipamentos de GPS (Sistema de Posicionamento Global). Uso de servidores de mapas via internet (IMS), como o Expedia.com e o Google Earth. Bases conceituais e práticas de Sistemas de Informações Geográficas (SIG ou GIS). Tabelas relacionais e banco de dados georreferenciado. Bases conceituais e práticas sobre Sensoriamento Remoto (SR ou RS). Fotogrametria clássica e digital. Técnicas de interpretação e classificação de imagens de satélite. Análise da paisagem e modelagem espacial de dados. Aplicação de técnicas de geoprocessamento: no mapeamento de recursos naturais (conservação da biodiversidade, mapa de cobertura vegetal e uso do solo, distribuição geográfica de espécies animais e vegetais, rastreamento de animais através de rádio-coleira com GPS); na gestão ambiental (análise do processo de fragmentação do habitat, manejo de bacias hidrográficas, checagem e monitoramento de parâmetros ambientais, fiscalização de desmatamento e de queimadas, cadastro de lotes urbanos, cadastro de propriedades rurais); no zoneamento agroclimático (previsão de safra, risco climático, aquecimento global na agricultura), e na modelagem espacial e tridimensional (distribuição potencial de espécies animais e vegetais, desenho de rede de unidades de conservação e corredores ecológicos, identificação de áreas prioritárias, modelos digitais de elevação, terreno em 3D ou DEM). OBJETIVOS 142 Apresentar ao aluno conceitos básicos sobre cartografia, sistema de posicionamento global (GPS), servidores de mapas via internet (IMS), sistemas de informações geográficas (SIG) e sensoriamento remoto (SR); apresentar os principais produtos de SIG, SR e GPS disponíveis no mercado e suas aplicações, como ArGIS (ESRI), ArcExplorer (ESRI), DIVA GIS (Hijmanns et al., 2005), Quantum GIS (“Consórcio”), ERDAS Imagine (Leyca), ERDAS ViewFinder (Leyca), SPRING (INPE), GPS MapSource (Garmin), GPS Trackmaker (Ferreira Jr., 1998), GLONASS (Rússia), Galileo SatNav (ESA / EU), Compass (China), Expedia.com Maps Online, Wikimapia, Google Maps, Google Earth, etc.; apresentar a estrutura de funcionamento da tecnologia de geoprocessamento; apresentar e analisar as principais aplicações e vantagens do uso do geoprocessamento no mapeamento de recursos naturais, na gestão ambiental, no zoneamento agroclimático, na modelagem espacial e nos modelos digitais de elevação; possibilitar ao aluno experiência prática em laboratório com equipamentos e programas (softwares) de GPS, SIG e SR. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BLASCHKE, T.; KUX, H. Sensoriamento remoto e SIG avançados. 2 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2009. 303p. FITZ, P.R. Cartografia básica. 2 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2010. 143p. ROCHA, C.H.B. Geoprocessamento: tecnologia transdisciplinar. 1 ed. Juiz de Fora: UFJF, 2007. 220p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ANDRADE, J.B. Fotogrametria. Curitiba: MUNDOGEO, 2009. 255p. ASSAD, E.D.; SANO, E.E. Sistema de informações geográficas: aplicações na agricultura. 2 ed. Brasília: Embrapa, 1998. 434p. FRIEDMANN, R.M.P. Fundamentos de orientação, cartografia e navegação terrestre. 2 ed. Curitiba: UTFPR, 2008. 368p. JENSEN, J.R. Sensoriamento remoto do ambiente: uma perspectiva em recursos terrestres. 1 ed. Curitiba: MUNDOGEO, 2009. 672p. SILVA, J.X. Geoprocessamento e Análise Ambiental. 1 ed. Curitiba: MUNDOGEO, 2009. 368p. 143 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Biologia e Manejo de Plantas Daninhas Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Fisiologia vegetal Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Biologia de plantas daninhas: conceito e classificação. Formas de dispersão, dormência, germinação e alelopatia. Identificação das principais plantas daninhas. Competição entre plantas daninhas e culturas. Métodos de controle de plantas daninhas. Herbicidas: formulações, classificação e mecanismos de ação. Herbicidas nas plantas: absorção e translocação. Seletividade de inseticidas a culturas. Resistência de plantas daninhas a herbicidas. Tecnologia de aplicação de herbicidas. Manejo de plantas daninhas. OBJETIVOS Listar as características de plantas daninhas. Identificar os prejuízos causados pelas plantas daninhas. Identificar as espécies de plantas daninhas que afetam as culturas agrícolas brasileiras, listar as principais técnicas de manejo convencionais e alternativas e ainda elaborar um plano de manejo de plantas daninhas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DEUBER, R. Ciência das plantas infestantes – Fundamentos. 2 ed. Jaboticabal: FUNEP, 2003. V 1. 452p. DEUBER, R. Ciência das plantas Infestantes – manejo. 1 ed. Jaboticabal: FUNEP, 1997. V. 2. 285p. SILVA, A.A.; SILVA, J.F. Tópicos em manejo de plantas daninhas. 1 ed. Viçosa: Editora UFV, 2007. 367p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 144 AGOSTINETTO, D.; VARGAS, L. Resistência de plantas daninhas a herbicidas no Brasil. 1 ed. Passo Fundo: Gráfica Berthier, 2009. V. 1. 352p. ANDREI, E. Compêndio de defensivos agrícolas. 8 ed. São Paulo: Andrei, 2009, 1380p. CHRISTOFFOLETI, P. J.; OVEJERO, R.F.L.; CARVALHO, J.C. Aspectos de resistência de plantas daninhas a herbicidas. 1 ed. Londrina: HRAC, Editora Associação Brasileira de Ação a Resistência de Plantas aos Herbicidas, 2003. 90p. FERREIRA, L.R. et al. Manejo integrado de plantas daninhas em eucalipto. 1 ed. Viçosa: Editora UFV, 2010. 140p. LORENZI, H. Manual de Identificação e controle de plantas invasoras. 6. ed. São Paulo: Plantarum, 2006. 394p. LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 4 ed. São Paulo: Nova Odessa, 2008. 672p. 145 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Cultura de Essências Exóticas e Nativas Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito princípios e met. silviculturais Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Introdução. Cultura da seringueira. Cultura da teca. Cultura do pinus. Cultura do eucalipto. Cultura do cedro-maria. Cultura do Neen. Cultura de espécies nativas do cerrado e outras essências florestais. OBJETIVOS Conhecer as formas de propagação e cultivo de florestas para a extração de essências exóticas e nativas. Propiciar ao aluno informações para o desenvolvimento de métodos de cultivo de essências nativas e exóticas ainda não exploradas comercialmente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do a Brasil. 3 ed. Vol.1. Nova Odessa: Editora Plantarum, 1992. 352p. LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do a Brasil. 2 ed. Vol.2. Nova Odessa: Editora Plantarum, 2002. 368p. SOUZA, H.M.; CERQUEIRA, L.S.C. COSTA, J.T.M. Palmeiras brasileiras e exóticas cultivadas. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2004. 416p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANDÃO, M.; LACA-BUENDIA, J.P.; MACEDO, J.F. Árvores nativas e exóticas do estado de Minas Gerais. Belo Horizonte: EPAMIG, 2002. 528p. LONGHI, R.A. Livro das árvores: árvores e arvoretos do Sul. Porto Alegre: L&PM.1995. 176p. PAIVA, H.N. de.; VITAL, B.R. Escolha da Espécie Florestal. Viçosa: UFV, 2003. 42p. (Cadernos didáticos; 93). ALBRECHT, J.M F.; SANTOS, A.A.; ARRUDA T.P.M.; CALDEIRA, S.F.; LEITE, A.M.P. ; ALBUQUERQUE, M.C.F. Manual de produção de sementes de espécies florestais nativas. Cuiabá: UFMT, 2003, 88p. CARNEIRO, J.G.A. Produção e controle de qualidade de mudas florestais. Curitiba: UFPR/FUPEF, 1995. 451 p. 146 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Educação Ambiental Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Histórico do ambientalismo. Introdução à educação ambiental. Objetivos; metodologias de educação ambiental. Políticas públicas de educação ambiental no Brasil. Programas de educação ambiental no setor privado e publico. Análise de projetos de educação ambiental aplicados nas redes de ensino. Interpretação ambiental. Educação e recreação, e monitoramento na interpretação da natureza. OBJETIVOS Repassar informações sobre ambientalismo, metodologias e políticas públicas de educação ambiental de maneira a desenvolver e executar programas de educação ambiental. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DIAS, G.F. Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo: Editora Gaia, 2004.552p. LOUREIRO, C.F.B. et al.Educação Ambiental: repensando o espaço da cidadania . São Paulo: Cortez, 2002.s/p. QUINTAS, J.S. Pensando e praticando a educação ambiental na gestão do meio ambiente. Brasília: Ed. IBAMA, 2000. s/p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DIAS, G.F. Atividades Interdisciplinares de Educação Ambiental. São Paulo: Editora Gaia. 2006. 224p. MAMEDE, S.B. Interpretando a natureza: subsídios para a educação ambiental. Campo Grande: Editora UNIDERP. 2003. 123p. TANNER, R.T. Educação Ambiental. São Paulo: Ed. Sommuns/EDUSP, 1978. 158p. MERGULHÃO, M. C. ; VASAKI, B. N. G. Educando para a conservação da natureza : sugestões de atividades em educação ambiental. São Paulo : EDUC, 1998. 139 p. DEBESSE-ARVISET, M.-L. A escola e a agressão ao meio ambiente : uma revolução pedagógica. São Paulo: DIFEL, 1974. 129 p. : il. Título original: "L'environment à l'école". 147 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Gerenciamento da Indústria Madeireira Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 36 Prática: 0 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Industrialização da madeira Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Visa proporcionar ao acadêmico uma visão geral sobre os fundamentos e a evolução da administração, bem como sua relação com a gestão de empresas madeireiras. Para tanto abordará os seguintes tópicos: As organizações e o profissional da era do conhecimento; o ambiente e as organizações; a cadeia produtiva da madeira; o empreendedor; Administração empreendedora. OBJETIVOS Proporcionar ao acadêmico uma visão geral sobre os fundamentos e a evolução da administração, bem como sua relação com a gestão de empresas madeireiras. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOM ANGELO E. Empreendedor Corporativo: a nova postura que faz a diferença. Rio de Janeiro: Campus, 2003. 250 p. BARBOSA, F. V.Competitividade: conceitos gerais. São Paulo: Atlas, 1999, 67 p FLEURY, A.; FLEURY, M. T. L. Estratégias empresariais e formação de competências: um quebra-cabeça caleidoscópio da indústria brasileira. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2001, 176 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 148 CARROLL, S. J.; GILLEN, D. J. Are the classical management functions useful in describing managerial work? Academy of Management Review, v. 12, n.1, p.38 51, 1987. CHIAVENATO, I. Administração nos novos tempos. 2a. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 710 p. CHIAVENATO, I. Introdução a Teoria Geral da Administração / Edição Compacta. 2a ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000. 463 p. CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração: abordagens prescritivas e normativas da administração. v.1 3a. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. 487 p. CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração: abordagens prescritivas e normativas da administração. v.2 3a. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. DRUCKER, P. F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. Tradução de Carlos Malferrari, São Paulo: Pioneira, 1987. DRUCKER, P. F. Introdução à Administração. 3a. ed. São Paulo: Pioneira, 1998. 714 p. DRUCKER, P. O gerente eficaz. 1 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1987. 166 p ENCARNAÇÃO, I.; KAHWAGE, C. In: GREATTI, L.; SENHORINI, V. M. Empreendedorismo: uma visão comportamentalista. Anais do I EGEPE, p. 22-34, out., 2000. 149 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Gerenciamento de Resíduo de Base Florestal Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 36 Prática: 0 Total: 36 horas-aula Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito industrialização da madeira; Correquisito princípios e métodos silviculturais EMENTA Conceitos e aspectos gerais sobre a questão do controle da qualidade ambiental. Resíduos florestais: definição e classificação. Os principais problemas ambientais relacionados aos resíduos florestais. Legislação ambiental brasileira e internacional relacionada ao manejo dos resíduos florestais. Métodos de manejo de resíduos florestais (minimização, reciclagem, aproveitamento, tratamento e disposição). Modelos de gestão ambiental aplicados à questão dos resíduos florestais: ISO 14000 e o modelo de gestão ambientalmente adequado de resíduos da Agenda 21. Análise de ciclo de vida dos produtos. OBJETIVOS Expor ao aluno conceitos e aspectos gerais sobre a questão do controle da qualidade ambiental. Definição e classificação de resíduos florestais, desenvolver alternativas de aproveitamento desses como produtos de utilidade á sociedade. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Ed. Atlas, 1995. Cap. 1, p. 13-27. FONFRÍA, R.S.; RIBAS, J.P. Ingeniería ambiental: contaminación y tratamientos. Barcelona, 1989.145 p. HAKILLA, P. Utilization of residual forest biomass. New York: Springer-Verlag, 1992. 568p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 150 ÁVILA, C.G. & ORJUELA, J.M. Estimación y usos de los resíduos generados por industrias de la transformación de madera en Bogotá. Forestal Colombia, v.3, n.5, p.27-35. 1992. BRITO, E.O. Estimativa de produção de resíduos na indústria brasileira de serraria e laminação de madeira. Revista Madeira, v. 4, n.26, p. 34-39, 1996. CETESB. Caracterização de resíduos. São Paulo: CETESB, 1997. 21 p (apostilas ambientais). CETESB. Manual de licenciamento para o setor de resíduos sólidos. São Paulo: CETESB, 1997. 14 p (apostilas ambientais). FALK, B. Wood recycling - opportunities for the woodwaste resource. Forest Products Journal, v. 47, no. 6, jun. 1997. p. 17-24. IWARIRI, S.; CRUZ, C.R.; OLANDOSKI, D.P.; BRAND, M.A. Utilização de resíduos de serraria na produção de chapas de madeira aglomerada de E. saligna, E. citriodora e E. pilularis. Floresta e Ambiente, v.7, n.1, p. 251-256, jan/dez 2000. Legislação brasileira de resíduos sólidos e ambiental correlata. Legislação Federal - Decretos. Brasília. 2004. LUND, H.F. Recycle handbook. The McGraw-Hill. New York, 1993. NOLASCO, A.M. Resíduos da colheita e beneficiamento da caixeta - Tabebuia cassinoides (Lam.) DC.: caracterização e perspectivas. São Carlos, EESC/USP, Tese de Doutorado, 2000. 186 p. OTTMAN, J.A. Marketing verde: desafios e oportunidades para a nova era do marketing. São Paulo: Makron Books, 1994. 190p. REINFELD, N.V. Sistemas de reciclagem comunitária - do projeto à administração. São Paulo, Ed. Makron Books, 1994. 285p. SOUZA, M.R. Tecnologias para usos alternativos de resíduos florestais: experiência do laboratório de produtos florestais -IBAMA na área de utilização de resíduos florestais e agrícolas. In: Workshop Sul-Americano sobre Usos Alternativos de Resíduos de Origem Florestal e Urbana. Curitiba, EMBRAPA, 1998. p. 49-70. SPRINGER, A.M. Industrial environmental control - pulp and paper industry. Atlanta, TAPPI. 1993.699 p. 151 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Filosofia da Ciência e Ética Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 36 Prática: 0 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Significado de filosofia. Reflexão. A relação entre filosofia, ciência e técnica. Filosofia e ideologia. A filosofia da ciência. O método do trabalho do cientista. O individualismo. O utilitarismo. Os princípios de ética. Ética e legislação profissional. OBJETIVOS Expor ao aluno os princípios de ética, informações, conceitos e teorias da filosofia e da ética nas relações profissionais BIBLIOGRAFIA BÁSICA ARAUJO DE OLIVEIRA, M. Correntes Fundamentais da Ética Contemporânea. Petrópolis: Vozes, 2000. 255 p. FEIJO, R. Metodologia e Filosofia da Ciência. São Paulo: Editora Atlas. 2003. 172 p. OLIVA, A. Filosofia da Ciência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2003. 75 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KOCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2002. 179 p. RIDLEY, M. O Que Nos Faz Humanos: Genes, Natureza e Experiência. São Paulo: Editora Record. 2004. 399 p. STEVENSON, L. Dez Teorias da Natureza Humana. Martins Fontes, 2005. 360 p. ANDREAS-SALOMÉ, L., Nietzsche em suas obras, Trad. José Carlos Martins Barbosa, São Paulo, Brasiliense, 1992. ÉTICA II. ARANHA, M. L. A.; Martins, M. H. P., Filosofando: uma tintrodução à filosofia, São Paulo, Moderna, 1986. ÉTICA I e ÉTICA II ARISTÓTELES, Ética a Nicômacos, Trad. Mário da Gama Kury, Brasília, Edunb, 1992. ÉTICA I 152 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Planejamento Florestal Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Invetário florestal; princípios e Correquisito met. Silviculturais EMENTA Introdução. Bases para o planejamento florestal (prognose da produção florestal, critérios de avaliação econômica e pesquisa operacional). Planejamento de atividades florestais. Planejamento global e regional. Estudo de casos do setor florestal. OBJETIVOS Propiciar ao aluno informações sobre a dinâmica dos projetos florestais de forma a executa-los com viabilidade dos pontos de vista operacional, ambiental, social e econômico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração Florestal: perguntas e respostas. 2ª ed. Viçosa: UFV, 2006. 470p. REZENDE, J.L.P.; OLIVEIRA, A.D. Análise Econômica e Social de Projetos Florestais. 2ª ed. Viçosa: Editora UFV, 2008. 386p. ZANETTI, E. Meio Ambiente: setor florestal. Curitiba: Juruá Editora, 2008. 265p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 153 BLANK, L.T.; TARQUIN, A.J. Engenharia Econômica. 6ª ed. São Paulo: McGraw Hill, 2008. 780p. CLUTTER, J.L.; FORTSON, J.C.; PIENAAR, L.V.; BRISTER, G.H. & BAILEY, R.L. Timber Management: a quantitative approach. New York: John Wiley & Sons, 1983. 333p. DYKSTRA, D.P. Mathematical Programming or Natural Resource Management. New York: McGraw-Hill, 1989. 318p. HOSOKAWA, R.T.; MOURA, J.B.; CUNHA, U.S. Introdução ao Manejo e Economia de Florestas. Curitiba: UFPR, 1998. 164p. JOHNSON, K.N., GRAYSON, A .J., BRADLEY, R.T. Planejamento Florestal. Lisboa: Fundação Caloustre Goubertian, 1977. 798p. LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional Na Tomada de Decisões. 4ª ed. Rio de Janeiro: Pearson / Prentice Hall, 2009. 224p. RODRIGUEZ, L.C.E. Tópicos de Economia Florestal. Documentos Florestais IPEF. n.12, p.1-50. 1991. RODRIGUEZ, L.C.E. 1991. Gerenciamento da Produção Florestal. Documentos Florestais IPEF. n.13, p.1-41. 1991. 154 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Propagação de Plantas Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 18 Prática: 18 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Fisiologia vegetal Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Considerações gerais sobre a propagação das plantas. Métodos de propagação das diversas espécies cultivadas. Propagação sexuada. Propagação vegetativa natural. Propagação vegetativa artificial. Instalações. Organização e manejo de viveiros. Substratos. OBJETIVOS Transmitir aos discentes conhecimentos básicos sobre as principais técnicas utilizadas na propagação de plantas. Sensibilizar os discentes sobre as potencialidades da produção de mudas em todos os níveis, possibilitando ao profissional uma visão empresarial do setor BIBLIOGRAFIA BÁSICA BARBOSA, J.G.; LOPES, L.C. Propagação de plantas ornamentais. 1 ed. Viçosa: UFV, 2007. 183p. FACHINELLO, J.C.; HOFFMAN, A.; NACHTIGAL, J.C. Propagação de Plantas Frutíferas. 1 ed. Pelotas: EMBRAPA, 2005. 221p. HILL, L. Segredos da propagação de plantas. 1 ed. São Paulo: Nobel. 1996. 240p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 155 CARVALHO, N.M.; NAKAGAWA, J. Sementes: ciência, tecnologia e produção. 3 ed. Campinas: Fundação Cargill, 1988. 428p. CASTRO, A.C.R de. Aspectos práticos da micropropagação de plantas. 1 ed. Brasília: Embrapa, 2009. 385p. DAVIDE, A.C.; SILVA, E.A.A. da. Produção de sementes e mudas de espécies florestais.1 ed. Lavras: UFLA, 2008. 175p. HARTMANN, H.T. et al. Plant Propagation: principles and practices. 7 ed. New Jersey: Prentice Hall, 2002. 880p. MELETTI, L.M.M. Propagação de frutíferas tropicais. 1 ed. Guaíba: Livraria e Editora Agropecuária, 2000. 239p. MINAMI, K. Produção de mudas de alta qualidade em horticultura. 1 ed. São Paulo: T.A. Queiroz, 1995. 135p. PASQUAL, M. et al. Propagação de Plantas Frutíferas. 1 ed. Lavras: UFLA/FAEPE. 2001. 137p. POPINIGIS, F. Fisiologia da semente. 2 ed. Brasília: AGIPLAN, 1985. 289p. SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. 1 ed. Piracicaba: FEALQ, 1998. 760p. 156 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Receituário Agronômico Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Patologia Florestal; Correquisito Entomologia Florestal, Biologia e manejo de plantas daninhas EMENTA Histórico do Receituário Agronômico. Princípios, objetivos e importância do Receituário Agronômico. Semiotécnica do Receituário Agronômico. Bases do receituário Agronômico; Vantagens e limitações do Receituário Agronômico. Legislação Federal de Agrotóxicos e afins. Registro de Agrotóxicos. Tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários. Equipamentos de proteção individual (EPI’s). Impacto de agrotóxicos ao ambiente. Prevenção e primeiros socorros em acidentes com agrotóxicos. OBJETIVOS Ao final da disciplina o estudante deverá ser capaz de elaborar uma receita agronômica adequando-se as exigências legais, considerando aspectos ecológicos, econômicos e técnicos. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANDREI. E. Compêndio de Defensivos Agrícolas. 8 ed. São Paulo: Editora Andrei, 2009. 1380p. GALLO, D. et al. Entomologia agrícola. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p. LIMA, A. F. de. Receituário Agronômico: pragas e praguicidas. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora UFRRJ, 2006. 506p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 157 DEUBER, R. Ciência das plantas infestantes – manejo. V. 2. 1 ed. Jaboticabal: FUNEP, 1997, 285p. PARRA, J.R.P. et al. Controle biológico no Brasil – parasitóides e predadores. 1 ed. São Paulo: Manole, 2002. 626p. PEDIGO, L.P.; RICE, M.E. Entomology and pest management. 5 ed. New Jersey: Pearson, 2006.749p. SALGADO, L.O. Informações gerais: ética profissional. Curso de Proteção de Plantas. 1.3. Brasília: ABEAS, 1992. 32p. SALGADO, L.O.; CONCEIÇÃO, M.Z. Manejo integrado e receituário agronômico. Curso de Proteção de Plantas. 2. Brasília: ABEAS, 1992. 32p. SILVA, A. A.; SILVA, J. F. Tópicos em manejo de plantas daninhas. 1 ed. Viçosa, MG: Editora UFV, 2007. 367p. VILELA, E.F.; DELLA LUCIA, T.M.C. Feromônios de insetos: Biologia, química e emprego no manejo de pragas. Ribeirão Preto: Holos, 2001. 206p. ZUCCHI, R.A.; SILVEIRA NETO, S.; NAKANO, O. Guia de identificação de pragas agrícolas. Piracicaba: FEALQ, 1993. 139p. SAMPAIO, D.P.A.; GUERRA, M.S. Receituário Agronômico. 2 ed. Editora Globo: São Paulo, 1991. 436p. 158 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Biologia Molecular Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Pré-requisito Microbiologia Bioquimica Geral Total: 54 horas-aula geral Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) e Correquisito EMENTA Princípios de Biologia Molecular. Ácidos nucléicos. Proteínas. Dogma central da biologia molecular. Genes e Genomas. Princípios de bioinformática. Biologia molecular da célula. Genética de microrganismos. OBJETIVOS Fazer com que o aluno: entenda todos os principais mecanismos biológicos envolvidos no dogma central da biologia molecular e sua regulação em micro-organismos e plantas; conheça o histórico da era genômica, suas principais técnicas e suas aplicações biotecnológicas nas áreas de produção agrícola e de processamento de alimentos; tenha contato com técnicas básicas de bioinformática. BIBLIOGRAFIA BÁSICA LEWIN, B. Genes IX. Porto Alegre: Artmed, 2009. 894p. ZAHA, A.; BUNSELMEYER, F.H. Biologia Molecular Básica. 4ª. ed., Porto Alegre: Artmed, 2012, 403p. MALECINSKI, G.M. Fundamentos de Biologia Molecular. 4ª. ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2005. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 159 ALBERTS, B; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. WALTER, P. Biologia Molecular da Célula. 5ed., Porto Alegre: Artmed, 2010. 1268p. CARVALHO, C.V. et al. Guia de Práticas em Biologia Molecular. Yendis, 2010, 283p. LESK, A.M. Introdução à Bioinformática. 2ed., 363p. TURNER, P.C. et al. Biologia Molecular. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, 304p. WATSON, JD. Biologia molecular do gene. 5ª. ed. Porto Alegre, Artmed, 2006. 160 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Produtos Energéticos da Madeira Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 18 Prática: 18 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Tecnologia da madeira Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Estudo da madeira como fonte de energia, a carbonização da madeira, tipos de sistema de carbonização, propriedades do carvão vegetal, usos do carvão vegetal. OBJETIVOS Apresentar as características da madeira como fonte de energia, formas de uso da energia da madeira, entender e avaliar propriedade do carvão vegetal e sua influência no comportamento energético. BIBLIOGRAFIA BÁSICA FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Produção e utilização de carvão vegetal. Belo Horizonte, 1982. 393 p. (Série de Pub. Técnicas). CORTEZ, L.A.B; LORA, E.E.S; GOMÉZ, E.O. Biomassa para energia. 1ª Ed., Campinas, editora Unicamp, 2008. 736p. FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Carvão vegetal: destilação, carvoejamento, propriedades e controle de qualidade. Belo Horizonte, 1982. 173 p. (Série de Pub. Técnicas). BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 161 FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Gaseificação de madeira e carvão vegetal. Belo Horizonte, 1981. 131 p. (Série de Pub. Técnicas). FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Manual de construção e operação de fornos de carbonização. Belo Horizonte, 1982. 55 p. (Série de Pub. Técnicas). FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Produção e utilização de carvão vegetal. Belo Horizonte, 1982. 393 p. (Série de Pub. Técnicas). FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Uso da madeira para fins energéticos. Belo Horizonte, 1980. 158 p. (Série de Pub. Técnicas). MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA/MME. Balanço energético nacional. Brasília, 2005. 188 p. TRUGILHO, P.F. Aplicação de algumas técnicas multivariadas na avaliação da qualidade da madeira e do carvão vegetal de Eucalyptus. Viçosa, MG, UFV, 1995. 160 p. (Tese DS) 162 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Seminários em Engenharia Florestal Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 18 Pré-requisito Florestal Prática: 36 Introdução à Total: 54 horas-aula Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Engenharia Correquisito EMENTA Técnicas de apresentação, oratória; usos de ferramentas computacionais para slides; técnicas de montagem de apresentações. OBJETIVOS Capacitar ao aluno a fazer e apresentar trabalhos acadêmicos e científicos de maneira a se fazer entender de forma dinâmica. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 10520 – Informação e Documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 7p HELLER, R Como se comunicar bem. São Paulo: Publifolha. 2002. 72p. HINDLE, T. Como fazer apresentações. São Paulo: Publifolha. 1999. 71p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS -ABNT. NBR 6023– Informação e Documentação - Referências - Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 24p. MEDEIROS, J. B.; GOBES, A.; ALVES, F.; LIMA, L. Manual de redação e revisão. São Paulo: Atlas, 1995. 203p. MEDEIROS, J.B. Redação científica. 2ed. São Paulo: Atlas, 1996. 231p. OLIVEIRA, J.L. Textos Acadêmicos – Técnicas de Redação e de Pesquisa Científica. Editora Vozes. 2005. 192p. SILVA, A. et al. Guia para normalização de trabalhos técnico-científicos. Uberlândia: EDUFU, 2003. 163 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Língua Brasileira de Sinais – Libras Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 72 Prática: 0 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Conceitos e temas básicos da sociologia e da antropologia rural. Sociedades agrárias. Surdez e deficiência auditiva (DA) nas perspectivas clínica e historicocultural. Cultura surda. Aspectos linguísticos e teóricos da LIBRAS. Educação de surdos na formação de professores, realidade escolar e alteridade. Papel dos tradutores-intérpretes educacionais de Libras–Português. Legislação específica sobre LIBRAS e educação de surdos. Prática em LIBRAS: vocabulário geral e específico da área de atuação docente. OBJETIVOS Criar condições iniciais para atuação na educação de surdos, por meio da Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, na respectiva área de conhecimento. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua de Sinais Brasileira. 3 ed. São Paulo: EDUSP, 2001. V. I. 834p. FELIPE, T.A.; MONTEIRO, M.S. LIBRAS em Contexto: Curso Básico. 5. ed. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2004. 94p. LODI, A.C.B. et al. Letramento e minorias. 3 ed. Porto Alegre: Mediação, 2009. 160p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 164 SACKS, O. Vendo vozes. Uma jornada pelo mundo dos surdos. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1998. 200p. SEE-MG. A inclusão de alunos com surdez, cegueira e baixa visão na Rede Estadual de Minas Gerais: orientações para pais, alunos e profissionais da educação. Belo Horizonte: Secretaria do Estado da Educação de Minas Gerais, 2008. SEE-MG. Vocabulário Básico de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Belo Horizonte: Secretaria do Estado da Educação de Minas Gerais, 2002. Coleção Lições de Minas. STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. 1 ed. Florianópolis: UFSC, 2008. 118p. STROBEL, K. L.; FERNANDES, S. Aspectos Lingüísticos da Libras. Curitiba: SEED/SUED/DEE, 1998. (Disponível em: <http://www8.pr.gov.br/portals/portal/institucional/dee/aspectos_ ling.pdf>. Acesso em: 01 março. 10).. 165 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Floricultura e Paisagismo Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Fisiologia vegetal Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Importância econômica. Identificação e caracterização das principais plantas ornamentais. Estilos de jardins. Elementos de jardinagem e paisagismo. Classificação e uso de plantas ornamentais. Planejamento de jardins e parques. Arborização urbana e rodoviária. OBJETIVOS Conhecer os principais aspectos da floricultura, especialmente no que se refere à produção de flores para o mercado interno e externo. Conhecer técnicas de cultivo de plantas ornamentais. Identificar elementos essenciais ao paisagismo e sua distribuição num projeto paisagístico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA GLOBO. Manual globo de jardinagem. 1 ed. São Paulo: Globo, 1991. 64p. KÄMPF, A. N. Produção comercial de plantas ornamentais. 2 ed. Guaíba: Agrolivros, 2005. 254p. LOPES, L.C.; BARBOSA, J.G. Propagação de plantas ornamentais. Viçosa: UFV, 1988. 30p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABRIL CULTURAL.Enciclopédia plantas e flores. 1 ed. São Paulo: Abril, 1977. 4v. FARIA, R.T. Paisagismo: harmonia, ciência e arte. 1 ed. Porto Alegre: Mecenas, 2005. 118p. FLORTEC. Curso de produção de flores e plantas em vaso. 1 ed. Holambra: Flortec, 1999. 70p. IEF – INSTITUTO ESTADUAL DE FLORESTAS. Manual de arborização. 1 ed. Belo Horizonte: CEMIG, 2001. 40p. KÄMPF, A.N. Produção comercial de plantas ornamentais. Guaiba: Agropecuária, 2000. 254p. LORENZI, H.; SOUZA, H.M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trapadeiras. 2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 1999. 1088p. MATOS, J.R.; OLIVEIRA, M.J.G. Produção de crisântemo em vaso. 1 ed. Holambra: Flortec, 1998. 34p. PAIVA, P.D. de O.; LANDGRAF, P.R.; CORRÊA, R.; ROCHA, T. Floricultura. Informe Agropecuário, Belo Horizonte: EPAMIG, v. 26, n. 227, 2005. 166 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Estradas Florestais Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Geoprocessamento e Correquisito topografia aplicada às ciências florestais ambientais EMENTA Histórico. Classificação. Finalidades e modelos. Parâmetros de influência. Planejamento. Projeto geométrico. Projeto geotécnico. Técnicas construtivas. Drenagem. Manutenção e conservação. Cargas de tráfego. Gerência de pavimentos. Impacto ambiental. OBJETIVOS Capacitar ao aluno o execução de projetos de estradas e o gerenciamento das estradas florestal. Detectar os impactos ambientais causados pelas estradas nas florestas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA CARVALHO, C. A. B.; LIMA, D.C.; GRIPP JÚNIOR, J.; DAMASCENO, V. M.; TRINDADE, T. P. Projeto Geométrico de Estradas (Concordâncias Horizontal e Vertical). Viçosa: UFV. (Caderno Didático 108). 2005. CARVALHO, C. A. B.; LIMA, D.C.; GRIPP JÚNIOR, J.; DAMASCENO, V. M.; TRINDADE, T. P. Projeto Geométrico de Estradas (Introdução). Viçosa: UFV. (Caderno Didático 99). 2004. CARVALHO, C. A. B.; COMASTRI, J. A. Estradas (Traçado Geométrico). Viçosa: UFV. (Caderno Didático 40112). 1996. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 167 ACRA, A. M. Captação e aproveitamento de águas pluviais das estradas. Campinas: CATI, 1988. (Boletim Técnico; 185). REVISTA ÁRVORE. Artigos técnicos sobre estradas e transporte florestal. Disponível em: www.scielo.br. MACHADO, C. C.; LOPES, E. S.; BIRRA, M. H. B. Elementos básicos do transporte florestal rodoviário. Viçosa: UFV, 2000. COMASTRI, J. A.; GRIPP JÚNIOR, J. Topografia Aplicada: medição divisão e demarcação. UFV, 1990. REVISTA CIENCIA FLORESTAL. Artigos técnicos sobre estradas e transporte florestal. Disponível em: http://www.ufsm.br/cienciaflorestal/index_2.html 168 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Legislação Ambiental I Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 36 horas-aula (33 horas) Teórica: 36 Prática: 0 Total: 36 horas-aula Pré-requisito Politica e legislação florestal Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Princípios do Direito Ambiental. Sistema Nacional do Meio Ambiente: organização administrativa e hierarquias. Legislações específicas e correlatas referentes às águas, ao ar, ao solo, à fauna e à flora. Licenciamento ambiental. Medidas jurídicas de proteção ao meio ambiente. Responsabilidade penal por danos ambientais. OBJETIVOS Apresentar os conceitos jurídicos no direito ambiental no que tange às legislações específicas referentes às águas, ar, solo, fauna e floras nas esferas federal, estatual e municipal. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, P. B. Direito ambiental. Rio de Janeiro: Editora Lumen Júris. 2008. 906 p. ANTUNES, P. B. Federalismo e competências ambientais no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Lumen Júris. 2007. 267 p. ANTUNES, P. B. Política Nacional do Meio Ambiente – PNMA: comentários à Lei no. 6,938, de 31 de agosto de 1981. Rio de Janeiro: Editora Lumen Júris. 2005. 229 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BENSUSAN, N. Conservação da Biodiversidade em Áreas Protegidas. Rio de Janeiro: Editora FGV. 2006. 176p. LIMA, A. Zoneamento ecológico-econômico: à luz dos direitos socioambientais. Curitiba: Juruá. 2006. 288 p. RIBEIRO, W. C. A ordem ambiental internacional. São Paulo: Contexto Editora. 2006. 176 p. MAGALHÃES, J. P. Comentários ao código florestal: doutrina e jurisprudência. São Paulo: Editora Juarez de Oliveira. 2001. 296 p. BURSZTYN, M. A. A. Gestão ambiental: instrumentos e práticas . Brasília: IBAMA. 175p. 1994 169 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Gestão Ambiental Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Desenvolvimento da Política Ambiental. Legislação Ambiental Brasileira. Desenvolvimento das Normas de Gestão Ambiental. Normas da série ISO 1400. Avaliação de Impactos Ambientais. O Protocolo de Kioto 1997 e Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Tipos de Auditoria Ambiental. Auditorias Internas de Sistemas de Gestão Ambiental (SGA). Auditorias de Conformidade Legal. OBJETIVOS Capacitar o aluno para a análise e a interpretação das políticas voltadas à gestão do ambiente e atuar na aplicabilidade dos conceitos para desenvolver a política ambiental e legislação ambiental brasileira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSUMPCAO, L. F. J. Sistema de Gestão Ambiental. Curitiba: Juruá Editora. 2007. 279 p. BRUNA, G. C. Curso de gestão ambiental. São Paulo: Manole. 2004. 157 p. DEMAJOROVIC, J. Modelos e Ferramentas de Gestão Ambiental. São Paulo: SENAC. 2006. 400 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR KRIEGER, M. G. Glossário de Gestão Ambiental. São Paulo: DISAL. 2006. 128 p. KIPERSTOK, A. et al. Prevenção da Poluição: Tecnologias e Gestão Ambiental. Brasília: SENAI. 2002. 358 p. TAUK, S. M. Análise ambiental: uma visão multidisciplinar. São Paulo: Editora da UNESP. 2004. 320 p. FOGLIATTI, M. C. & FERRO, M. A. C. Sistema de Gestão Ambiental para Empresas. Rio de Janeiro: Interciencia. 2008. 169 p. BURSZTYN, M. A. A. Gestão ambiental: instrumentos e práticas . Brasília: IBAMA. 175p. 1994 170 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Fitopatologia Geral Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Microbiologia geral Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Fornecer conhecimento sobre a: História da Fitopatologia; Natureza e classificação das doenças de plantas; Sintomatologia; Postulados de Koch; Doenças abióticas; Ciclo das relações patógeno-hospedeiro. Características gerais agentes etiológicos causadores de doenças em plantas: fungos, bactérias, vírus, viróides, nematóides, fitoplasma e protozoarios; Variabilidade dos agentes fitopatogênicos; Ação do ambiente; Mecanismos de ataque e defesa nos sistema planta-patógeno. OBJETIVOS Propiciar a o /a aluno/a uma compreensão dos princípios básicos da Fitopatologia, com ênfase na importância das doenças de plantas, nos principais agentes de doenças de plantas e suas interações com o hospedeiro e o ambiente, e conhecimentos básicos dos principais grupos etiológicos de doenças em plantas. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BERGAMIM FILHO, A.; KIMATI, H. AMORIM, L. Manual de fitopatologia: princípios e conceitos. 3 ed. São Paulo: Ceres. 1995. V 1. 919p. KIMATI , H. et al. Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. 4 ed. São Paulo: Ceres. 2005. V 2. 663p. ROMEIRO, R. da S. Bactérias fitopatogênicas. 2 ed. Viçosa: UFV. 2000. 283p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 171 AGRIOS, G.N. Plant pathology. 5 ed. New York: Academic Press, 2005. 635p. CAMPANHOLA, C.; WAGNER BETTIOL, W. Métodos alternativos de controle fitossanitário. 1 ed. Brasília: Embrapa, 2003. 279p. FERRAZ, S. et al. Manejo Sustentável de fitonematóides. 1 ed. Viçosa: UFV, 2010. 304p. FREITAS,L.G.; OLIVEIRA, R.L.; FERRAZ, S. Introdução à nematologia. 1 ed. Viçosa: UFV, 2010. MONTEIRO, A.J.A.; VALE, F.X.R.; COSTA, H. Controle de doenças de plantas – Fruteiras. 1 ed. Viçosa: Suprema, 2002. V. 1. 879p. MONTEIRO, A.J.A.; VALE, F.X.R.; COSTA, H. Controle de doenças de Plantas – fruteiras. 1 ed. Viçosa: suprema, 2002. V. 2. 1170p. VALE, F.X.R.; JESUS JUNIOR, W.C.; ZAMBOLIM, L. Epidemiologia aplicada ao manejo de doenças de Plantas. 1 ed. Belo Horizonte: Perfil, 2004. 532p. ZERBINI JR., F.M.; CARVALHO, M.G.; ZAMBOLIM, E.M. Introdução à virologia vegetal. 1ed. Viçosa: UFV, 2002. 145p. 172 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Hidráulica Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Pré-requisito Geoprocessamento e Correquisito topografia aplicada às ciências florestais ambientais EMENTA Elementos de hidráulica. Hidrostática. Hidrodinâmica. Condução livre e forçada. Instalações de recalque. Hidrometria. Pequenas barragens de terra. OBJETIVOS Desenvolver com discentes os conhecimentos básicos sobre a Hidráulica aplicada no meio rural. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAPTISTA, M. B.; COELHO, M.M.L.P. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2010. 480p. BERNARDO, S.; SOARES, A.A.; MANTOVANI, E.C. Manual de irrigação. 8. ed. Viçosa: UFV, 2008. 625p. NETTO, J. M. A. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. 680p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CARVALHO, J. A. Dimensionamento de pequenas barragens para irrigação. 1 ed. Lavras: UFLA, 2008. 158p. DENÍCULI, W. Bombas hidráulicas. 1.ed. Viçosa: UFV, 1993. 162p. DENÍCULI, W. Hidráulica de condutos perfurados. 1.ed. Viçosa: UFV, 2004. 93p. LOPES, J.D.S.; LIMA, F.Z. Pequenas barragens de terra: planejamento, dimensionamento e construção. 1 ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2005. 274p. MATOS, A.T.; SILVA, D.D.; PRUSKI, F.F. Barragens de terra de pequeno porte. 2.ed. Viçosa: UFV, 2003. 124p. 173 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Irrigação e Drenagem Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Hidráulica e agrometeorologia Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Tópicos de irrigação e drenagem agrícola. Relação solo-água-planta-atmosfera. Qualidade de água para a irrigação. Métodos de irrigação. Dimensionamento e manejo de sistemas irrigados. Drenagem superficial e subterrânea. Dimensionamento dos sistemas de drenagem agrícola. OBJETIVOS Desenvolver com discentes os conhecimentos básicos relativos à Agricultura Irrigada, incluindo benefícios e impactos, métodos de irrigação, estimativa de requerimento de irrigação, manejo de irrigação, importância da drenagem agrícola e introdução a métodos de dimensionamento de sistemas drenagem agrícola. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BAPTISTA, M.B.; Coelho, M.M.L.P. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3 ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010. 480p. BERNARDO, S.; SOARES, A.A.; MANTOVANI, E.C. Manual de irrigação. 8 ed. Viçosa: UFV, 2008. 625p. PIZARRO, F. Drenaje agrícola y recuperación de suelos salinos. 2 ed. Madrid: Agrícola Española, 1985. 521p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ALBUQUERQUE, P.E.P; DURÃES, F.O.M. Uso e manejo de irrigação. 21 ed. Brasília: EMBRAPA Informação Tecnológica, 2008. 528p. ALLEN, R.G. et al. Crop evapotranspiration - Guidelines for computing crop water requirements. Rome, F.A.O., 1998. (Paper 56). DENÍCULI, W. Bombas hidráulicas. 1 ed. Viçosa: UFV, 1993. 162p. DENÍCULI, W. Hidráulica de condutos perfurados. 1 ed. Viçosa: UFV, 2004. 93p. NETTO, J. M.A.; Manual de hidráulica. 8 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. 680p. REICHARDT, K.; TIMM, L.C. Solo, planta e atmosfera conceitos, processos e aplicações. 1 ed. São Paulo: Manole. 2003. 500p. 174 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Princípios de Economia Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 54 Prática: 0 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Princípios básicos de micro e de macroeconomia. Desenvolvimento e crescimento econômicos. Papel e funções da agropecuária no desenvolvimento econômico. Políticas agrícola e agrária (preços, crédito, seguro, organização fundiária, agricultura familiar, abastecimento, comercialização, assistência técnica, extensão rural, políticas não-agrícolas). Associativismo e cooperativismo. Desenvolvimento rural no Brasil. OBJETIVOS Analisar o papel da agricultura no processo de desenvolvimento econômico brasileiro e sua relação com os demais setores da economia. Estudo da evolução recente da agricultura e as políticas públicas relativas ao setor agrícola no Brasil. Possibilitar ao aluno noções básicas da dinâmica da atividade econômica, de forma a capacitá-lo para melhor entendimento dos principais problemas sociais, econômicos e financeiros do setor agropecuário. Familiarizar o corpo discente da Agronomia da importância da administração rural em sua atividade profissional. Discutir técnicas de gerenciamento de empresas rurais, fornecendo os conceitos indispensáveis à compreensão do planejamento agrícola. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ANTUNES, L.M.; ENGEL, A. Manual de administração rural: custos de produção. 3 ed. Guaíba: Agropecuária. 1999. 196p. CAVALCANTI, J.E.A.; AGUIAR, D.R.D. Política agrícola e desenvolvimento rural. Viçosa: UFV. 1997. 202p. VASCONCELLOS, M.A.S.; GARCIA, M.E. Fundamentos de economia. 3 ed. São Paulo: Saraiva. 2008. 292p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 175 ANTUNES, L.M.; RIES, L.R. Gerência agropecuária: análise de resultados. 2 ed. Guaíba: Agropecuária. 2001. 272p. LEITE, S. Políticas públicas e agricultura no Brasil. 1 ed. Porto Alegre: UFRGS, 2001. 250p. LOPES, M. de R. Agricultura política: história dos grupos de interesse na agricultura. 1 ed. Brasília: EMBRAPA SPI. 1996. 457p. MENDES, J.T.G. Economia agrícola: princípios básicos e aplicações. 1 ed. Curitiba: Scientia et Labor, 1989. 399p. SANTOS, G.J. dos. Administração de custos na agropecuária. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2002. 167p. 176 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Agroecologia Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Ecologia Geral Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Agroecossistemas e sistemas agrícolas sustentáveis. Fatores ambientais e produção agrícola sustentável. Cultivo orgânico. Diversidade de recursos genéticos. Interações entre organismos nos sistemas agroecológicos. Relação entre a diversidade ambiental, sucessão ecológica e os sistemas agroecológicos. Transferência de energia dentro dos sistemas agroecológicos. Procedimentos, normas e mercado para a produção orgânica. Sustentabilidade ambiental e econômica da agroecologia. Sustentabilidade de sistemas agrícolas familiares. OBJETIVOS Mostrar aos alunos as diferenças entre os sistemas agrícolas tradicionais e os sistemas agroecológicos. Apresentar elementos para que os alunos compreendam os processos ecológicos que ocorrem dentro dos sistemas agrícolas tradicionais e agroecológicos. Proporcionar uma análise, por parte dos alunos de sistemas agroecológicos sustentáveis do ponto de vista social, ecológico e econômico. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ALTIERI, M.A. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. 2 ed. Porto Alegre: EDUFRS, 2000. V. 1. 117p. AQUINO, A.M. et al. Agroecologia: princípios e técnicas para uma agricultura orgânica sustentável. 1 ed. Brasília: EMBRAPA, 2005. 517p. MACHADO, A.T. et al. Cerrado: desafios e oportunidades para o desenvolvimento sustentável. 1 ed. Brasília: EMBRAPA, 2008. 464p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 177 ABREU, L.S.A. construção da relação social com o meio ambiente entre agricultores familiares da mata atlântica. 1 ed. Brasília: EMBRAPA, 2005. V 1. 176p. CLEMENTS, D.; SHRESTHA, A. New dimensions in agroecology. 1 ed. California: CRC Press, 2004. V. 1. 553 p. DIDONET, A. D. et al. Marco referencial em agroecologia. 1 ed. Brasília: Embrapa, 2006. V 1. 70 p. MARQUES, J.F., SKORUPA, L.A.; FERRAZ, J.M.G. Indicadores de sustentabilidade em agroecossistemas. 1 ed. Jaguariúna: EMBRAPA, 2003. V 1. 282p. RICHETTI, A. et al. Interações ambientais no cerrado. 1 ed. Brasília: EMBRAPA, 1998. V. 1. 340p. 178 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Serraria e Secagem da Madeira Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Tecnologia da madeira Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Processamento mecânico da madeira. Processamento de toras. Classificação de toras. Planejamento na serraria. Sistemas de controle da serraria. Estudo da madeira como fonte para produtos sólidos. A usinagem da madeira, fatores inerentes ao processo de usinagem da madeira, qualidade de superfícies usinadas. Lay-out produtivo. O acabamento superficial de produtos a base de madeira. Preparo de superfícies para recebimento de produtos de acabamento. Fatores inerentes ao processo de acabamento superficial da madeira, qualidade de superfícies acabadas. Segurança no trabalho. Princípios de secagem da madeira. Métodos de secagem. Programas de secagem. Defeitos de secagem. OBJETIVOS Capacitar o aluno executar e identificar os problemas inerentes as máquinas de desdobro e secagem da madeira, elaborar programas de secagem da madeira, elaborar layout de serraria, identificar a qualidade da madeira processada em serrarias. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DÉON, G. 1989. Manual de Preservação das Madeiras em Clima Tropical. 1. ed. Japão: ITTO: Série Técnica 3. 116p. EATON, R.A. & HALE, M.D.C. 1993. Wood: Decay, pests and protection. 1. ed. Chapman & Hall. 546p. GONÇALVES , M.T.T. Processamento da madeira. – Bauru SP Brasil – 2000, 242 p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 179 AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS. ASTM D 1666-87 Standard method for conducting machining testes of wood and wood base materials (reapproved 1994). Philadelphia: 1995. P.226-245. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. MB-985: tintas: determinação da aderência. Rio de Janeiro, 1987. 7p. EDWARDS, R. & MILL, A.E. 1986. Termites in buildings: Their biology and control. 1. ed. W. Sussex: Rentokil Limited. 261p. FAO. Wood Preservation Manual. FAO Forestry Paper Nº 76. Rome. Italy. 152p. 1986. FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood Handbook – Wood as an engineering material. Gen. Tech. Rep. FPL- GTR-113. Madison, WI: U.S. Department of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory. 463p. GOMIDE, J. L. Serraria. UFV/ESF, 1977, 119 p. LEITZ. Das leitz lexikon. 3.ed. Unterschneidheim, 2001. Não paginado LEPAGE, E.S. (Coord.) 1986. Manual de Preservação de Madeiras. 1. ed. São Paulo: IPT. vols. 1,2. 180 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Preservação e Permeabilidade da Madeira Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Tecnologia da madeira Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Legislação e normalização em preservação da madeira. Agentes deterioradores de madeira. Preservantes de madeira. Processos de tratamento. Fatores que afetam o tratamento. Tratamentos retardantes de chamas. Conceito de permeabilidade. Permeabilidade aos líquidos e ao gases. Métodos de mensuração da permeabilidade. Capilaridade. Modelo de fluxo para coníferas e folhosas. Lei de Darcy. Fatores que afetam a permeabilidade. OBJETIVOS Apresentar ao aluno a importância da preservação da madeira para o uso final da madeira e como a permeabilidade da madeira impacta os métodos de preservação. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DÉON, G. 1989. Manual de Preservação das Madeiras em Clima Tropical. 1. ed. Japão: ITTO: Série Técnica 3. 116p. EATON, R.A. & HALE, M.D.C. 1993. Wood: Decay, pests and protection. 1. ed. Chapman & Hall. 546p. HOADLEY, B. R. Understanding Wood: A Craftsman's Guide to Wood Technology. Taunton Press. USA. Revised Edition. 2000. 280p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 181 EDWARDS, R. & MILL, A.E. 1986. Termites in buildings: Their biology and control. 1. ed. W. Sussex: Rentokil Limited. 261p. FAO. Wood Preservation Manual. FAO Forestry Paper Nº 76. Rome. Italy. 152p. 1986. FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood Handbook – Wood as an engineering material. Gen. Tech. Rep. FPL- GTR-113. Madison, WI: U.S. Department of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory. 463p. LEPAGE, E.S. (Coord.) 1986. Manual de Preservação de Madeiras. 1. ed. São Paulo: IPT. vols. 1,2. SKAAR, C. Water in wood. Syracuse, Syracuse University Press. 1972. 218 p. (Syracuse Wood Science Series, 4). SIAU, J.F. Flow in wood. Syracuse, Syracuse University Press, 1971. 131p. SIAU, J. F. Transport processes in wood. Springer series in wood science. Berlim: Springer-Verlag. 1984. 245p. 182 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Tecnologia de Papel e Celulose Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas) Teórica: 36 Prática: 18 Total: 54 horas-aula Pré-requisito Tecnologia da madeira Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA O setor nacional de celulose e papel. Matérias-primas fibrosas. Classificação e caracterização dos processos de polpação. Preparo da madeira para polpação. Os processos alcalinos de polpação. O processo kraft. Branqueamento da polpa celulósica. A indústria de papel. Relações entre a qualidade da madeira e as propriedades do papel. Fundamentos tecnológicos de sistemas de preparo de massa e de reciclagem de papéis. Estrutura do papel. Propriedades físico-mecânicas de papéis. Propriedades óticas do papel. OBJETIVOS Propiciar ao aluno coordenar os processos de polpação, classificar a qualidade da matéria-prima para a produção da polpa celulósica, identificar os métodos de qualidade na produção do papel. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BOWYER, Jim L.; SHMULSKY, Rubin; HAYGREEN, John G. Forest products and wood science. USA: Iowa State Press, 2003. 554p. D’ALMEIDA, Maria Luiza Otero. Celulose e Papel. Tecnologia de fabricação da pasta celulósica. São Paulo: IPT, 1988. Vol I. D’ALMEIDA, Maria Luiza Otero. Celulose e Papel. Tecnologia de fabricação do papel. São Paulo: IPT, 1988. Vol II. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 183 FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood handbook - wood as an engineering material. Madison, WI: U.S. Departament of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999. 463p. KLOCK, U. - Química da Madeira. Curitiba, 1995. 65 p. Universidade Federal do Paraná. KLOCK, U. – Polpa e Papel. Curitiba. Universidade Federal do Paraná. SJÖSTRÖM, E. Wood chemistry: fundamentals and application. London: Academic Press, 1993. 293 p. 184 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Propriedades Físicas e Mecânicas da Madeira Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 54 Prática: 18 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Tecnologia da madeira Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Propriedades físicas e mecânicas da madeira. Propriedades térmicas, acústicas e elétricas da madeira. Relação água-madeira. Densidade da madeira. Permeabilidade da madeira. Difusão de líquidos e gases através da madeira. Propriedades de resistência e propriedades elásticas. OBJETIVOS Propiciar o entendimento do comportamento físico da madeira e seus impactos na aplicação da madeira, entender como os defeitos inerentes à madeira são explicados pelo comportamento físico da mesma. Apresentar as propriedade de resistência e suas implicações no uso da madeira, entender como essas propriedades são mensuradas e a importância das relações das propriedades da resistência com o uso final da madeira. BIBLIOGRAFIA BÁSICA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Projeto de Estruturas de madeiraNBR 7190. ABNT, Rio de Janeiro. 1997 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Madeira – Determinação da densidade básica NBR 11941 ABNT . Rio de Janeiro. 2003. KOLLMAN , F.F.P., CÔTÉ, W.A. Principles of wood science and tecnology. I: Solid wood. New York, Springer – Verlag, 1968. 592p. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 185 DESCH, H. E. Timbers, it’s structure and properties. London, MarcMillN, 1962. 350 pg. FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood handbook - wood as an engineering material. Madison, WI: U.S. Departament of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999. 463p. PANSHIN, A J. & DE ZEEUW, C. Textbook of Wood Technology. McGraw-Hill New York. 1980 SKAAR, C. Water in wood. Syracuse, Syracuse University Press. 1972. 218 p. (Syracuse Wood Science Series, 4). MARRA, A.A. Technology of wood bonding: principles in practice. New York: Van Nostrand Reinhold. 1992. 453p. 186 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002 PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL Grau Acadêmico: BACHARELADO Turno: INTEGRAL Currículo: 2014 Unidade curricular: Topografia Geoprocessada Natureza: OPTATIVA Unidade Acadêmica: CSL Carga Horária 72 horas-aula (66 horas) Teórica: 36 Prática: 36 Total: 72 horas-aula Pré-requisito Tecnologia da madeira Período: Código CONTAC (a ser preenchido pela DICON) Correquisito EMENTA Definição, histórico, divisão, utilização de instrumentos eletrônicos e digitais (teodolito eletrônico, estação total, GNSS geodésico, DGPS) medição de ângulos e distâncias, orientação e georreferenciamento de plantas, métodos de levantamento topográfico planimétrico e altimétrico, cálculos, desenho topográfico, determinação de áreas. Nivelamento barométrico, geométrico, estadimétrico e trigonométrico. Levantamento planialtimétrico de superfícies por irradiação taqueométrica. Técnicas de representação do relevo. Locação altimétrica de obras. Noções de avaliação da movimentação de terra em projeto de canais e de estradas. Georreferenciamento de propriedades rurais e adequação à legislação ambiental vigente. OBJETIVOS Possibilitar ao aluno a aprendizagem de métodos de levantamento topográfico planimétrico e altimétrico. Determinar o contorno, as dimensões, o relevo e a posição relativa de uma porção limitada da superfície da terra, de acordo com os princípios, métodos e convenções topográficas. Resolver problemas topográficos através do uso de equipamentos adequados (estação total e GPS geodésico) e da tecnologia de geoprocessamento (SIG e SR). Georreferenciar uma propriedade rural e verificar a sua adequação à legislação ambiental vigente. BIBLIOGRAFIA BÁSICA COMASTRI, J.A.; GRIPP JUNIOR, J. Topografia aplicada: medição, divisão e demarcação. 3 ed. Curitiba: MUNDOGEO, 2009. 203p. LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea: planimetria. 2 ed. Florianópolis: UFSC, 2000. 313p. MCCORMAC, J. 2007. Topografia. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC / GEN, 391p. + CD-ROM. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 187 ABNT. Execução de Levantamento topográfico, NBR 13.133. Associação Brasileira de Normas Técnicas, Rio de Janeiro. 1994. * Em formato de CD-ROM. COMASTRI, J.A.; TULER, J.C. Topografia: altimetria. 4 ed.Viçosa: UFV, 2008. 200p. GARCIA, G.J.; PIEDADE, G.C.R. Topografia aplicada às ciências agrárias. 5 ed. São Paulo: Nobel, 1987. 258p. ROCHA, J.A.M.R. GPS: uma abordagem prática. 4 ed. Curitiba: MUNDOGEO, 2003. 235p. TEIXEIRA, R.T. 2009. Legislação e georreferenciamento. Curitiba: MUNDOGEO, 2009. CD Legeo 2.1. Em formato de CD-ROM. 188 14. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO O Trabalho de Conclusão e Cuso (TCC) proporcionará ao discente a experiência da síntese do seu processo de aprendizado ao longo do curso, a partir de temas relacionados à futura área de atuação profissional ou acadêmica. O TCC será desenvolvido pelo discente após conclusão de pelo menos 85% da carga horária total do curso, no décimo período, com carga horária de 36 horas. As regras para o TCC serão reformuladas pelo Colegiado de Curso. Para o desnvolvimento do TCC, o discente contará com a orientação de um professor do corpo docente ou de um professor/pesquisador da UFSJ. Para o desenvolvimento do TCC, o alunado poderá contar com os laboratórios da UFSJ, bem como de outras instituições em que exista celebração de convênios. 15. Estágio supervisionado obrigatório A realização do Estágio Curricular Supervisionado é parte integrante e obrigatório do processo de formação do engenheiro florestal. O estágio ocorrerá no 10º período do curso com carga horária de 72 horas. O Colegiado de Curso é o responsável pela normatização do Estágio Curricular Supervisionado. O campo de estágio é constituído pelos programas firmados entre UFSJ e instituições públicas ou privadas. Esta atividade é supervisionada por docentes do curso, sendo que ao seu final o discente apresenta um relatório final. 16. Recursos Humanos e Encargos didáticos Os encargos didáticos do Curso de Engenharia Florestal serãO de responsabilidade do Departamento de Ciências Exatas e Biológicas – DECEB e do Departamento de Ciências Exatas e Biológicas – DECEB. Para a implantação do curso serão contratados 15 docentes. O DECEB receberá três docentes atender as áreas de Química, Física e Matemática. O DECIAG receberá 12 docentes distribuídos da seguinte forma: dois docentes para atender as áreas 189 comuns ao Curso de Engenharia Agronômica e 10 docentes para os encargos didáticos da área de Engenharia Florestal. 16.1. Encargos didáticos do Departamento de Ciências Exatas e Biológicas DECEB O Departamento de Ciências Exatas e Biológicas - DECEB será responsável pelos encargos didáticos de 13 disciplinas do curso de Engenharia Florestal, totalizando 1.764 horas anuais como disposto no Quadro 5. 190 QUADRO 5. DISCIPLINAS DE RESPONSABILIDADE DO DECEB Disciplinas Período Carga horária teórica Carga horária total 36 Carga horária prática 18 1º 1º 1º 36 18 54 72 0 72 18 36 54 2º 2º 18 54 72 90 0 90 2º 54 18 72 2º 36 18 54 3º 72 0 72 3º 54 18 72 3º 72 0 72 Microbiologia Geral 4º 54 18 72 Fisiologia vegetal 5º 54 18 72 Citologia Química Geral Ecologia Sistemática e organografia vegetal Anatomia Vegetal Cálculo I Química analítica Química orgânica Física I Bioquímica Geral Estatística Básica 1º 54 16.2. Encargos didáticos do Departamento de Ciências Agrárias - DCIAG O Departamento de Ciências agrárias será o responsável por 45 disciplinas com um encargo didático de 5.796 horas anuais Quadro 6. Sendo 1.368 horas ministradas por professores que já atuam no Curso de Engenharia Agronômica e 4.428 horas anuais por docentes que serão contratados para os encargos didáticos do Curso de Engenharia Florestal. QUADRO 6: DISCIPLINAS DE RESPONSABILIDADE DO DECIAG Período Carga horária teórica Introdução a ciência do solo: Mineralogia 1º 18 18 36 Desenho Técnico Digital 1º 36 18 54 Introdução a Engenharia Florestal 1º 36 0 36 Zoologia Geral 1º 36 36 72 Bases para a tecnologia de produtos florestais 2º 54 0 54 Disciplinas 191 Carga horária prática Carga horária total Dendrologia 2º 36 18 54 Componentes químicos e anatômicos da madeira Bases à biometria florestal Metodologia da pesquisa e redação científica Produtos Florestais Não Madeireiros 3º 36 36 72 3º 3º 54 36 0 18 54 54 3º 18 18 36 Tecnologia da Madeira 4º 54 36 90 Gênese propriedade e classificação do solo 4º 54 18 72 Ecologia Florestal 4º 54 18 72 Plantas Úteis do Cerrado 4º 18 18 36 Sistema Agrosilvopastoril 4º 18 18 36 Métodos Estatísticos Aplicados à Engenharia Florestal Entomologia Geral 4º 72 0 72 5º 36 36 72 Agrometeorologia 5º 54 0 54 Incêndios Florestais 5º 18 18 36 Algoritmos e programação de computadores Industrialização da madeira 5º 36 36 72 5º 36 36 72 Manejo e Gestão de Unidades de Conservação Economia Florestal 5º 54 0 54 5º 36 18 54 Dendrometria 5º 36 36 72 Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Inventário Florestal 6º 54 36 90 6º 54 18 72 Viveiros e sementes florestais 6º 36 36 72 Máquinas e Mecanização Agrícola 6º 36 36 72 Política e Legislação Florestal 6º 36 0 36 Recuperação de ecossistemas florestais degradados Princípios e métodos silviculturais 7º 36 36 72 7º 54 18 72 Estudos de impactos ambientais 7º 36 18 54 Genética e Melhoramento Florestal 7º 54 36 90 Manejo de florestas naturais 7º 36 18 54 Colheita e Transporte Florestal 7º 36 18 54 Física do solo, conservação do solo e da Água Geoprocessamento e topografia aplicados às ciências florestais e ambientais Patologia Florestal 8º 54 18 72 8º 36 54 90 8º 36 36 72 Entomologia Florestal 8º 18 18 36 Estruturas de madeira e construções 8º 54 18 72 192 Manejo de bacias hidrográficas e Hidrologia 8º 36 18 54 Manejo Florestal 9º 54 18 72 Energia da Biomassa 9º 36 18 54 Sociologia e Extensão Rural 9º 72 0 72 Manejo da fauna silvestre e manejo de criadouros conservacionistas 9º 36 36 72 QUADRO 7: DEMANDA DE PROFESSORES POR DISCPLINA Disciplina Área CH Introdução a Engenharia Florestal Geral 36 Dendrologia Conservação 54 Ecologia Florestal Conservação 72 Floricultura e Paisagismo Conservação 54 Manejo e Gestão de Unidades de Conservação Conservação 54 Estudos de impactos ambientais Conservação 54 Conservação 72 Manejo da fauna silvestre e manejo de criadouros conservacionistas Recuperação de ecossistemas florestais degradados Silvicultura 72 Bases à biometria florestal Manejo 54 Dendrometria Manejo 72 Manejo Florestal Manejo 72 Métodos Estatísticos Aplicados à Engenharia Florestal Manejo 72 Inventário Florestal Manejo 72 Manejo de florestas naturais Manejo 54 Política e Legislação Florestal Manejo 36 Economia Florestal Manejo 54 Colheita e Transporte Florestal Geoprocessamento e topografia aplicados às ciências florestais e ambientais Princípios de Economia Manejo 54 Manejo 90 Geral 72 Bases para a tecnologia de produtos florestais Tecnologia 54 Energia da Biomassa Tecnologia 54 Estruturas de madeira e construções Tecnologia 72 Componentes químicos e anatômicos da madeira Tecnologia 72 Industrialização da madeira Tecnologia 72 Produtos Florestais Não Madeireiros Tecnologia 36 Plantas Úteis do Cerrado Tecnologia 36 Tecnologia da Madeira Tecnologia 90 Metodologia da pesquisa e redação científica Tecnologia 54 Incêndios Florestais Silvicultura 36 193 Viveiros e sementes florestais Silvicultura 72 Patologia Florestal Silvicultura 72 Sistema Agrosilvopastoril Silvicultura 36 Princípios e métodos silviculturais Silvicultura 72 Genética e Melhoramento Florestal Silvicultura 90 Silvicultura (Agronomia) Silvicultura 54 Geral 36 Introdução a Engenharia Florestal 16.3 Corpo técnico e administrativo necessário O Curso de Engenharia Florestal necessitará de cinco técnicos administrativos que serão contratados. Um para auxiliar nos trabalhos da secretaria da coordenadoria de curso e quatro para alocação em laboratórios que serão disponibilizados pela Universidade, sendo 1 para cada área do conhecimento da matriz curricular. 17 INFRAESTRUTURA 17.1 Campus de Sete Lagoas O Campus conta de uma Biblioteca com um acervo já da área de Ciências Agrárias que deverá ser ampliado. Ainda conta com um restaurante universitário e lanchonete que atendem durante todo o dia a comunidade universitária do CSL. Na estrutura do CSL estão disponíveis para os cursos lotados neste campus diversos laboratórios. Estes equipados com equipamentos relacionados a cada área do conhecimentos dentro das temáticas tratadas por cada um deles, de forma a subsidiar as aulas práticas dos curso existentes neste campus. Os laboratórios seguem listados abaixo: 1. Laboratório Geral I 2. Laboratório Geral II 3. Laboratório Geral III 4. Laboratório de Engenharia Bioquímica 194 5. Laboratório de Microbiologia de alimentos 6. Laboratório de microscopia 7. Laboratório de Engenharia Agrícola 8. Laboratório de solos 9. Laboratório de entomologia 10. Laboratório de física 11. Laboratório de informática I 12. Laboratório de informática II 13. Laboratório de anatomia vegetal 14. Laboratório de fisiologia e melhoramento vegetal 15. Laboratório de sitemática vegetal 16. Laboratório de construções rurais e ambiência 17. Labortório de instrumentação, energia e agrometeorologia 18. Laboratório de entomologia e plantas daninhas 19. Laboratório de topografia, geoprocessamento e computação 20. Laboratório de hidráulica 21. Laboratório de fitopatologia 22. Laboratório de sementes 23. Laboratório de propagação de plantas A estrutura administrativa acadêmica da campus conta com dois blocos onde estão alocados as repartições administrativas como coordenadoria de campus, prefeitura e NTI, além de salas de aulas. Conta também com um complexo de salas denominado NIA que está a disposição para aulas e gabinetes de docentes. Este complexo disponibilizado em contrato de locação pela EMBRAPA Milho e Sorgo. 17.2 Áreas experimentais 17.2.1 Fazenda experimental A fazendo experimental de propriedade da Universidade Federal de São João Del Rei distante aproxidamente 30 km do Campus de Sete Lagoas está a 195 fazenda experimental, nesta unidade serão conduzidos experimentos aulas práticas de diversas natureza. A fazenda possui uma área de 62 ha que atenderá a demanda de aulas práticas de campo, atividade de extrema importância para um curso de Engenharia Florestal. 17.2.2 Área experimental Área experimental anexa ao Campus de Sete Lagoas de aproximadamente 130 ha, cedida pela EMBRAPA em comodato de 25 anos. Nesta área é composta de um cerrado característico, além de alguns empreendimentos florestais da EMBRAPA. Esta área experimental pode ser considerada um laboratório de campo tendo em vista sua conservação e diversidade biológica. 17.2.3 Estação experimental Irrigada Área experimental no interior do Campus com aproximadamente 4 ha. Destinada á pequenos experimentos e realização de aulas práticas, abortando temas como irrigação e drenagem. 17.3 Laboratórios específicos necessários para o Curso de Engenharia Florestal 17.3.1 Laboratório de Dendrologia e Ecologia Florestal Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto de bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica e de rede lógica para essas bancadas. Será necessário uma sala dentro deste laboratório com temperatura e umidade relativa controlada para que seja possível o armazenamento de material vegetal com ecicatas, frutos desidratados e cascas de árvores, onde será identificado como herbário, no interior do laboratório. Uma lousa branca deverá também ser instalada para detalhamento das aulas. Em anexo a este, uma sala para acondicionar uma gabinete para o professor responsável da área. 196 A previsão para o início dos trabalhos deste laboratório deverá ser em 2015. 17.3.2 Laboratório de Anatomia da madeira e química da madeira Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto de bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica e de rede lógica para essas bancas. Este laboratório deverá ser dividido em duas partes: uma para os componentes anatômicos da madeira e outra para a químicas da madeira. Para os componentes anatômicos da madeira as bancadas centrais deverão ser perpendiculadares à fixação da lousa para o detalhamento das aulas e devem ser munidas de diversas tomadas para o funcionamentos de microscópios binoculares e lupas. A secção de química da madeira contará com as bancadas laterias para acondicionar as estufas e outros equipamentos de bancada para possibilitar as análise químicas e produção de laminário para as aulas práticas. Um pequeno espaço com exaustão será necessário para acondicionar materiais de consumo com reagentes para impedir a contamição do ar onde serão ministradas as aulas. Este laboratório deverá ter suas atividades iniciadas em 2016. 17.3.3 Laboratório de Biometria Florestal Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto de mesas onde serão acondicionados computadores de configurações específica para a atividade. Esses computadores deverão estar em rede e não conectados a internet, dispostos paralemente a alocação da lousa para o detalhamento das aulas práticas. Anexo a este laboratório uma pequena sala de almoxarifado para acondicionamento de equipamentos de biometria para uso em campo e um gabinete para o professor responsável da área. 197 A previsão para o início dos trabalhos deste laboratório deverá ser em 2015. 17.3.4 Laboratório de Manejo Florestal Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto de mesas onde serão acondicionados computadores de configurações específica para a atividade. Esses computadores deverão estar em rede e não conectados a internet, dispostos paralemente a alocação da lousa para o detalhamento das aulas práticas. Anexo a este laboratório um gabinete para o professor responsável da área. A previsão para o início dos trabalhos desde laboratório deverá ser em 2018. 17.3.5 Laboratório de Tecnologia da madeira Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Neste caso o laboratório deverá apresentar uma estrutura especial para acondicionar equipamentos de maior porte como máquina universal de ensaios, pêndulos de impacto e unidades de testes de pisos em madeira que demandam uma área maior. Estas recomendações fazem referência à mecânica da madeira. Já a parte que cabe à física da madeira deverá estar munida de banca central para os alunos e bancas laterais para o acondicionamente de equipamentos como estufas, balanças e máquinas de climatização. Anexo a este laboratório será necessária uma sala pequena climatizada e uma pequena ante sala sem janelas para sala de aferição de massa. Juntamente com o laboratório, dois gabinetes para os professores responsáveis deverão ser implementados. O recomendável é que este laboratório seja no térreo ou em construções sem pavimentos superiores. A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano de 2017. 198 17.3.6 Laboratório de Industrialização da madeira Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Este laboratório deverá apresentar uma estrutura especial para acondicionar equipamentos de maior porte e com potência e nível de ruído mais elevado, além de necessitar de um espaço maior entre os equipamentos em razão da periculocidade das máquinas. Será necessário neste caso uma construção onde o vão livre terá grande importância e também uma área anexa para o armazenamento e manuseio de material de grandes dimensões e volume. Este laboratório consistirá de uma planta de industrialização de madeira, onde serão produzidos madeira serrada, carvão vegetal, painéis, móveis e polpa celulósica. A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano de 2017. 17.3.7 Laboratório de Viveiros e sementes florestais e Proteção Florestal Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto de bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica e de rede lógica para essas bancas. No interior do laboratório deverá ser anexada uma câmara fria para o armazenamento de sementes, e também uma sala para que sejam acondicionados os equipamentos para a proteção florestal. Uma lousa deverá ser instalada paralemente às bancadas centrais para o detalhamento das aulas. Anexo a este laboratório deverá ser construído um gabinete para o docente responsável pela área. A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano de 2016. 199 17.3.8 Laboratório de Melhoramento florestal e Silvicultura Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto de bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica e de rede lógica para essas bancas. No interior do laboratório deverá ser anexada uma pequena sala para que sejam acondicionados os equipamentos de campo para práticas Silviculturais. Anexo a este laboratório deverá ser construído um gabinete para o docente responsável pela área. A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano de 2017. 17.3.9 Laboratório de Geoprocessamento Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto de mesas onde serão acondicionados computadores de configurações específica para a atividade. Esses computadores deverão estar em rede e não conectados a internet, dispostos paralemente a alocação da lousa para o detalhamento das aulas práticas. Anexo a este laboratório uma pequena sala de almoxarifado para acondicionamento de equipamentos usados para coleta de dados em campo e um gabinete para o professor responsável da área. A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano de 2018. 17.3.10 Laboratório de Manejo de Fauna e Recuperação de áreas degradadas Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto de bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica e de rede lógica para essas bancas. No interior do laboratório será necessária uma pequena sala para acondicionamento dos equipamentos de campo para os trabalhos de captura de animais e equipamentos de proteção individual para 200 campo. Anexos a este laboratório deverão ser construídos dois gabinetes para os docentes responsáveis pela área. A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano de 2018. 17.3.11 Estimativa de infraestrutura e custo para implantação dos laboratório da Engenharia Florestal Laboratório Laboratório de Dendrologia e Ecologia Florestal Laboratório de Anatomia da madeira e química da madeira Laboratório de Biometria Florestal Laboratório de Manejo Florestal Laboratório de Tecnologia da madeira Laboratório de Industrialização da madeira (galpão com estrutura no interior) Laboratório de Viveiros e sementes florestais e Proteção Florestal Laboratório de Melhoramento florestal e Silvicultura Laboratório de Geoprocessamento Laboratório de Manejo de Fauna e Recuperação de áreas degradadas Viveiro Florestal Galpão da Engenharia Florestal – Fazenda Experimental Unidade de carbonização Área para estudos da fazenda Total Área Construída (m²) Estimativa de custo para aquisição de equipamentos (R$) Previsão de uso (ano) 75 50.000 2015 80 170.000 2016 70 75 90 90.000 90.000 700.000 2015 2018 2017 450 1.600.000 2017 80 250.000 2016 70 570.000 2017 75 110.000 2018 70 80.000 2018 500 45.000 2015 150 25.000 2017 25 APP e reserva legal 1880 1.500 2018 3.000 2015 3.759.500 Até 2018 17.4 Infraestrutura específica necessária para o Curso de Engenharia Florestal 17.4.1 Viveiro Florestal Área adaptada para acolher até 50 alunos. Deverá ser composto de um pórtico coberto com bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica e de rede lógica para essas bancas, uma pequena sala para apoio 201 administrativo com rede lógica e elétrica, uma aréa em terra nua para desenvolver as atidades de aulas práticas e uma casa de vegetação da a condução das atividades práticas de viveiros. Também deverá constar com sanitário e um pequeno vestiário. A previsão para o início dos trabalhos do viveiro é para o ano de 2016. 17.4.2 Galpão da Engenharia Florestal Galpão para alocação de equipamentos e material de consumo para as atividades na fazenda experimental. Munido de uma sala de aulas e banheiros. A previsão para o início dos trabalhos deste galpão é para o ano de 2017. 17.4.3 Unidade de carbonização da madeira Área adaptada para acolher até 50 alunos aberta para construção de fornos de carbonização em alvenaria. Local deverá ser afastada das áreas de circulação de pessoas em razão das aulas práticas haver produção de gases. A previsão para o início dos trabalhos desta unidade é para o ano de 2018. 17.4.4 Áreas da fazenda para estudo e avaliação Àreas de reserva legal e preservação permanente já averbadas, áreas degradadas a serem recuperadas. Áreas reservadas a implementação de projetos florestais para a condução de plantios puros. A previsão para o início dos trabalhos nas áreas da fazenda é para imediatamente à instalação do curso. 202 18 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PPC A avaliação do novo PPC deverá ser feita de forma contínua pelo NDE, por meio de reuniões entre os membros e com os discentes e docentes do curso, com o objetivo de: • Identificar possíveis problemas e dificuldades no andamento do curso; • Avaliar a eficiência das modificações realizadas na última atualização do PPC; • Identificar e propor soluções para situações de retenção e de evasão em disciplinas do curso; • Discutir o andamento do processo de ensino e aprendizagem no âmbito das disciplinas comuns entre os dois graus acadêmicos; • Identificar mudanças necessárias na abordagem dos conteúdos, considerando a convivência de discentes de licenciatura e de bacharelado em sala de aula. Além disso, a equipe de docentes da área de Engenharia Florestal prevê a realização de encontros periódicos para discutir o andamento do curso e o desempenho dos discentes, podendo dar contribuições ao NDE ou diretamente ao Colegiado do Curso. 19 ESTRATÉGIAS E SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 19.1 Metodologia de ensino A metodologia de ensino proposta para o curso deve contribuir para que os alunos desenvolvam habilidades, competências e valores que possibilitem uma futura atuação profissional compromissada e uma visão crítica quanto aos aspectos técnicos, científicos, éticos, humanísticos, sócio-políticos e ambientais 203 de seu tempo. Portanto, conhecimentos, habilidades, competências e valores deverão ser conteúdos de ensino para todas as unidades curriculares do curso. O objetivo geral será capacitar o futuro profissional a desenvolver e utilizar novas tecnologias, gerenciar, operar e manter sistemas e processos, avaliar criticamente ordens de grandeza e significância de resultados, comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica, atuar em equipes multidisciplinares, conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos técnicos e científicos. Assim, também será possibilitada a ele a capacidade de adquirir novos conhecimentos durante suas vidas profissionais. A formação com tais habilidades e competências é um dos grandes desafios atuais. Por isso, as temáticas das unidades curriculares serão abordadas de forma a se complementarem e a motivarem o aprendizado, promovendo a interação entre elas. As unidades curriculares do ciclo básico têm grande importância e deverão ser valorizadas, pois fundamentam cientificamente toda a formação de um profissional pensante, criativo e com conhecimentos que o capacitem a acompanhar a evolução tecnológica. Os alunos com conhecimentos básicos bem fundamentados serão favorecidos nas unidades curriculares específicas sendo capazes de assimilar conceitos e desenvolverem competências com mais facilidade e de forma mais consciente. As unidades curriculares do ciclo profissionalizante serão essenciais ao desenvolvimento de conhecimentos abrangentes, aprofundados e articulados na área de atuação do futuro profissional. Durante todo o curso serão abordados os conhecimentos considerados como indispensáveis ou centrais em cada unidade curricular e os alunos serão motivados a extrapolar este conhecimento de forma autônoma. Este aspecto é importante devido ao seu caráter flexível e ao fato de que é inviável a cada 204 unidade curricular abordar todo o conhecimento atualmente disponível no âmbito de suas especialidades. Os procedimentos ou atividades de ensino que proporcionarão o acesso às informações consideradas centrais poderão incluir a exposição oral de um assunto, a exposição dialogada, o estudo de textos, o levantamento e leitura de bibliografia específica, as atividades em laboratório ou campo e o estudo de processos. Para que os alunos adquiram conhecimentos além dos centrais e processem as informações essenciais de cada unidade curricular é necessário utilizar procedimentos ou atividades de ensino que exijam o exercício do pensamento sobre as novas informações a que tiveram acesso, tanto nas aulas teóricas quanto nas práticas. Assim, o professor de cada unidade curricular deverá apresentar questões que exijam o pensamento e a crítica sobre as informações que estão sendo abordadas na aula. As questões poderão ser propostas oralmente ou por escrito. Outras atividades que podem contribuir para o processo de aprendizado são os estudos de caso, a análise de situações problemáticas e identificação de problemas, o planejamento de soluções, a análise de soluções propostas, a formulação de soluções e a formulação de problemas, que deverão ser realizados pelos alunos sob a orientação do professor. A formação dos alunos será complementada com o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), que estimulará o aluno a apresentar sua contribuição para a sistematização do conhecimento adquirido ao longo da sua formação. 19.2 Metodologia de avaliação O plano de ensino é apresentado aos alunos nas primeiras semanas de aula, após análise e aprovação pelo Colegiado do Curso. O sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem levará em conta a participação dos alunos em todas as atividades previstas no Plano de Ensino de cada disciplina. 205 No plano de ensino são detalhados os seguintes itens: ementa, objetivos da disciplina, bibliografias básicas e complementares, além do sistema de avaliação do conteúdo lecionado, como por exemplo, relatórios, seminários, provas e outros, em consonância com as normas vigentes na UFSJ. Cabe ao professor distribuir os pontos em atividades que possam captar o conhecimento adquirido pelo aluno, tendo como principal determinante verificar se o aluno está atingindo os objetivos estabelecidos em cada unidade curricular. As avaliações de desempenho de cada aluno devem ocorrer em todas as unidades curriculares do curso, respeitando as diretrizes e normas gerais estabelecidas pela Universidade Federal de São João del-Rei, mas também se pautando em resultados de aprendizagem previamente definidos e sendo coerentes com as condições criadas para o melhor aproveitamento dos alunos. A avaliação da aprendizagem deve ser feita ao longo de todo o processo de ensino, e não só ao final do semestre letivo. Assim, será possível corrigir e ou alterar a recuperação da aprendizagem pelos alunos, ter referências para este processo e proporcionar variadas oportunidades de avaliação. Considerando que o desenvolvimento das unidades curriculares não será orientado apenas para a aquisição de conhecimentos, mas também para o desenvolvimento de habilidades e competências, é desejável que cada docente responsável por unidades curriculares do curso estabeleça o que considera mínimo que seus alunos aprendam/desenvolvam, seja em termos de conhecimentos ou em termos de habilidades e competências. Assim, os instrumentos de avaliação e a atribuição de notas aos resultados apresentados pelos alunos, isoladamente e ou em seu conjunto, deverão garantir a avaliação da aquisição ou desenvolvimento de conhecimentos e competências desses mínimos, bem como os que o superarem. No final da realização de cada atividade, o aluno receberá do professor responsável de cada unidade curricular uma nota de 0 a 10,0, sendo aprovado quando se obtiver uma nota média superior ou igual a 6,0. O aluno será 206 considerado infreqüente se possuir um número de faltas superior a 25% da carga horária total da unidade curricular em que se inscrever. Nesse caso, o aluno será reprovado por infrequência. 207 ANEXOS ANEXO I - RESOLUÇÃO CNE/CES nº 3, de 02 de fevereiro de 2006; que Institui as diretrizes curriculares do Curso de Engenharia Florestal no Brasil MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 3, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Florestal e dá outras providências. O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais, com fundamento no art. 9º, § 2º, alínea “c”, da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995, tendo em vista as diretrizes e os princípios fixados pelos Pareceres CNE/CES nos 776/97, 583/2001 e 67/2003, bem como considerando o que consta do Parecer CNE/CES nº 308/2004, homologado pelo Senhor Ministro de Estado da Educação em 17 de dezembro de 2004, resolve: Art. 1º A presente Resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Engenharia Florestal, bacharelado, a serem observadas pelas instituições de ensino superior do País. Art. 2º As Diretrizes Curriculares para o curso de graduação em Engenharia Florestal indicarão claramente os componentes curriculares, abrangendo a organização do curso, o projeto pedagógico, o perfil desejado do formando, as competências e habilidades, os conteúdos curriculares, o estágio curricular supervisionado, as atividades complementares, o acompanhamento e a avaliação bem como o trabalho de curso como componente obrigatório ao longo do último ano do curso, sem prejuízo de outros aspectos que tornem consistente o projeto pedagógico. Art. 3º As Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino de graduação em Engenharia Florestal são as seguintes: § 1º O projeto pedagógico do curso, observando tanto o aspecto do progresso social quanto da competência científica e tecnológica, permitirá ao profissional a atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade. § 2º O projeto pedagógico do curso de graduação em Engenharia Florestal deverá assegurar a formação de profissionais aptos a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como a utilizar racionalmente os recursos disponíveis, além de conservar o equilíbrio do ambiente. § 3º O curso deverá estabelecer ações pedagógicas com base no desenvolvimento de condutas e de atitudes com responsabilidade técnica e social, tendo como princípios: a) o respeito à fauna e à flora; b) a conservação e recuperação da qualidade do solo, do ar e da água; c) o uso tecnológico racional, integrado e sustentável do ambiente; d) o emprego de raciocínio reflexivo, crítico e criativo; e e) o atendimento às expectativas humanas e sociais no exercício das atividades profissionais. 208 Art. 4º O curso de graduação em Engenharia Florestal deverá contemplar, em seus projetos pedagógicos, além da clara concepção do curso, com suas peculiaridades, seu currículo e sua operacionalização, sem prejuízos de outros, os seguintes aspectos: I - objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucional, política, geográfica e social; II - condições objetivas de oferta e a vocação do curso; III - formas de realização da interdisciplinaridade; IV - modos de integração entre teoria e prática; V - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem; VI - modos da integração entre graduação e pós-graduação, quando houver; VII - incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica; VIII - regulamentação das atividades relacionadas com trabalho de curso de acordo com as normas da instituição de ensino, sob diferentes modalidades; IX - concepção e composição das atividades de estágio curricular supervisionado contendo suas diferentes formas e condições de realização, observado o respectivo regulamento; e, X - concepção e composição das atividades complementares. Parágrafo único. Com base no princípio de educação continuada, as IES poderão incluir no Projeto Pedagógico do curso, o oferecimento de cursos de pós-graduação lato sensu, nas respectivas modalidades, de acordo com as efetivas demandas do desempenho profissional. Art. 5º O Curso de Engenharia Florestal deve ensejar como perfil: I - sólida formação científica e profissional geral que possibilite absorver e desenvolver tecnologia; II - capacidade crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade; III - compreensão e tradução das necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como utilização racional dos recursos disponíveis, além da conservação do equilíbrio do ambiente; e IV - capacidade de adaptação, de modo flexível, crítico e criativo, às novas situações. Art. 6º O Curso de Engenharia Florestal deve possibilitar a formação profissional que revele, pelo menos, as seguintes competências e habilidades: a) estudar a viabilidade técnica e econômica, planejar, projetar, especificar, supervisionar, coordenar e orientar tecnicamente; b) realizar assistência, assessoria e consultoria; c) dirigir empresas, executar e fiscalizar serviços técnicos correlatos; d) realizar vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e pareceres técnicos; e) desempenhar cargo e função técnica; f) promover a padronização, mensuração e controle de qualidade; g) atuar em atividades docentes no ensino técnico profissional, ensino superior, pesquisa, análise, experimentação, ensaios e divulgação técnica e extensão; h) conhecer e compreender os fatores de produção e combiná-los com eficiência técnica e econômica; i) aplicar conhecimentos científicos e tecnológicos; j) conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos; k) identificar problemas e propor soluções; l) desenvolver, e utilizar novas tecnologias; m) gerenciar, operar e manter sistemas e processos; n) comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica; o) atuar em equipes multidisciplinares; 209 p) avaliar o impacto das atividades profissionais nos contextos social, ambiental e econômico; q) conhecer e atuar em mercados do complexo agroindustrial e de agronegócio; r) compreender e atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário; s) atuar com espírito empreendedor; t) conhecer, interagir e influenciar nos processos decisórios de agentes e instituições, na gestão de políticas setoriais. Parágrafo único. O projeto pedagógico do curso de graduação em Engenharia Florestal deve demonstrar claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu formando e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas, bem como garantir a coexistência de relações entre teoria e prática, como forma de fortalecer o conjunto dos elementos fundamentais para a aquisição de conhecimentos e habilidades necessários à concepção e à prática da Engenharia Florestal, capacitando o profissional a adaptar-se de modo flexível, crítico e criativo às novas situações. Art. 7º Os conteúdos curriculares do Curso de Engenharia Florestal serão distribuídos em três núcleos de conteúdos, recomendando-se a interpenetrabilidade entre eles: I - O núcleo de conteúdos básicos será composto por campos de saber que forneçam o embasamento teórico necessário para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. Esse núcleo será integrado por: Biologia, Estatística, Expressão Gráfica, Física, Informática, Matemática, Metodologia Científica e Tecnológica, e Química. II - O núcleo de conteúdos profissionais essenciais será composto por campos de saber destinados à caracterização da identidade do profissional. O agrupamento desses campos gera grandes áreas que definem o campo profissional e o agro-negócio, integrando as subáreas de conhecimento que identificam o Engenheiro Florestal. Esse núcleo será constituído por: Avaliação e Perícias Rurais; Cartografia e Geoprocessamento; Construções Rurais; Comunicação e Extensão Rural; Dendrometria e Inventário; Economia e Mercado do Setor Florestal; Ecossistemas Florestais; Estrutura de Madeira; Fitossanidade; Gestão Empresarial e Marketing; Gestão dos Recursos Naturais Renováveis; Industrialização de Produtos Florestais; Manejo de Bacias Hidrográficas; Manejo Florestal; Melhoramento Florestal; Meteorologia e Climatologia; Política e Legislação Florestal; Proteção Florestal; Recuperação de Ecossistemas Florestais Degradados; Recursos Energéticos Florestais; Silvicultura; Sistemas Agrossilviculturais; Solos e Nutrição de Plantas; Técnicas e Análises Experimentais; e Tecnologia e Utilização dos Produtos Florestais. III - O núcleo de conteúdos profissionais específicos deverá ser inserido no contexto do projeto pedagógico do curso, visando a contribuir para o aperfeiçoamento da qualificação profissional do formando. Sua inserção no currículo permitirá atender às peculiaridades locais e regionais e, quando couber, caracterizar o projeto institucional com identidade própria. IV - Os núcleos de conteúdos poderão ser ministrados em diversas formas de organização, observando o interesse do processo pedagógico e a legislação vigente. V - Os núcleos de conteúdos poderão ser dispostos, em termos de carga horária e de planos de estudo, em atividades práticas e teóricas, individuais ou em equipe, tais como: a) participação em aulas práticas, teóricas, conferências e palestras; b) experimentação em condições de campo ou laboratório; c) utilização de sistemas computacionais; d) consultas à biblioteca; e) viagens de estudo; f) visitas técnicas; g) pesquisas temáticas e bibliográficas; h) projetos de pesquisa e extensão; i) estágios profissionalizantes em instituições credenciadas pelas IES; j) encontros, congressos, exposições, concursos, seminários, simpósios, fóruns de discussões, etc. 210 Art. 8º O estágio curricular supervisionado deverá ser concebido como conteúdo curricular obrigatório, devendo cada instituição, por seus colegiados acadêmicos, aprovar o correspondente regulamento, com suas diferentes modalidades de operacionalização. § 1º Os estágios supervisionados são conjuntos de atividades de formação, programados e diretamente supervisionados por membros do corpo docente da instituição formadora e procuram assegurar a consolidação e a articulação das competências estabelecidas. § 2º Os estágios supervisionados visam a assegurar o contato do formando com situações, contextos e instituições, permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais, sendo recomendável que suas atividades se distribuam ao longo do curso. § 3º A instituição poderá reconhecer atividades realizadas pelo aluno em outras instituições, desde que estas contribuam para o desenvolvimento das habilidades e competências previstas no projeto de curso. Art. 9º As atividades complementares são componentes curriculares que possibilitem, por avaliação, o reconhecimento de habilidades, conhecimentos, competências e atitudes do aluno, inclusive adquiridos fora do ambiente acadêmico. § 1º As atividades complementares podem incluir projetos de pesquisa, monitoria, iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos, conferências e até disciplinas oferecidas por outras instituições de ensino. § 2º As atividades complementares se constituem de componentes curriculares enriquecedoras e implementadoras do próprio perfil do formando, sem que se confundam com o estágio supervisionado. Art. 10. O trabalho de curso é componente curricular obrigatório, a ser realizado ao longo do último ano do curso, centrado em determinada área teórico-prática ou de formação profissional, como atividade de síntese e integração de conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa. Parágrafo único. A instituição deverá emitir regulamentação própria, aprovada pelo seu Conselho Superior Acadêmico, contendo, obrigatoriamente, critérios, procedimentos e mecanismo de avaliação, além das diretrizes e das técnicas de pesquisa relacionadas com sua elaboração. Art. 11. A carga horária dos cursos de graduação será estabelecida em Resolução específica da Câmara de Educação Superior. Art. 12. As Diretrizes Curriculares Nacionais desta Resolução deverão ser implantadas pelas Instituições de Educação Superior, obrigatoriamente, no prazo máximo de dois anos, aos alunos ingressantes, a partir da publicação desta. Parágrafo único. As IES poderão optar pela aplicação das DCN aos demais alunos do período ou ano subseqüente à publicação desta. Art. 13. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, expressamente a Resolução CFE nº 8/84. EDSON DE OLIVEIRA NUNES Presidente da Câmara de Educação Superior 211 ANEXO II - RESOLUÇÃO Nº 2, dispõe sobre carga horária mínima relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007 (*)(**) Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, tendo em vista o disposto no art. 9º, do § 2º, alínea “c”, da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, com redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995, e com fulcro no Parecer CNE/CES nº 8/2007, homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação, publicado no DOU de 13 de junho de 2007, RESOLVE: Art. 1º Ficam instituídas, na forma do Parecer CNE/CES nº 8/2007, as cargas horárias mínimas para os cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, constantes do quadro anexo à presente. Parágrafo único. Os estágios e atividades complementares dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, não deverão exceder a 20% (vinte por cento) da carga horária total do curso, salvo nos casos de determinações legais em contrário. Art. 2º As Instituições de Educação Superior, para o atendimento do art. 1º, deverão fixar os tempos mínimos e máximos de integralização curricular por curso, bem como sua duração, tomando por base as seguintes orientações: I – a carga horária total dos cursos, ofertados sob regime seriado, por sistema de crédito ou por módulos acadêmicos, atendidos os tempos letivos fixados na Lei nº 9.394/96, deverá ser dimensionada em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de trabalho acadêmico efetivo; II – a duração dos cursos deve ser estabelecida por carga horária total curricular, contabilizada em horas, passando a constar do respectivo Projeto Pedagógico; III – os limites de integralização dos cursos devem ser fixados com base na carga horária total, computada nos respectivos Projetos Pedagógicos do curso, observados os limites estabelecidos nos exercícios e cenários apresentados no Parecer CNE/CES nº 8/2007, da seguinte forma: a)Grupo de Carga Horária Mínima de 2.400h: Limites mínimos para integralização de 3 (três) ou 4 (quatro) anos. b)Grupo de Carga Horária Mínima de 2.700h: Limites mínimos para integralização de 3,5 (três e meio) ou 4 (quatro) anos. c)Grupo de Carga Horária Mínima entre 3.000h e 3.200h: Limite mínimo para integralização de 4 (quatro) anos. d)Grupo de Carga Horária Mínima entre 3.600 e 4.000h: Limite mínimo para integralização de 5 (cinco) anos. e)Grupo de Carga Horária Mínima de 7.200h: Limite mínimo para integralização de 6 (seis) anos. IV – a integralização distinta das desenhadas nos cenários apresentados nesta Resolução poderá ser praticada desde que o Projeto Pedagógico justifique sua adequação. Art. 3º O prazo para implantação pelas IES, em quaisquer das hipóteses de que tratam as respectivas Resoluções da Câmara de Educação Superior do CNE, referentes às Diretrizes Curriculares de cursos de graduação, bacharelados, passa a contar a partir da publicação desta. Art. 4º As Instituições de Educação Superior devem ajustar e efetivar os projetos pedagógicos de seus cursos aos efeitos do Parecer CNE/CES nº 8/2007 e desta Resolução, até o encerramento do 212 ciclo avaliativo do SINAES, nos termos da Portaria Normativa n° 1/2007, bem como atender ao que institui o Parecer CNE/CES nº 261/2006, referente à hora-aula. Art. 5º As disposições desta Resolução devem ser seguidas pelos órgãos do MEC nas suas funções de avaliação, verificação, regulação e supervisão, no que for pertinente à matéria desta Resolução. Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. (*) Resolução CNE/CES 2/2007. Diário Oficial da União, Brasília, 19 de junho de 2007, Seção 1, p. 6. (**) Republicada no DOU de 17/09/2007, Seção 1, pág. 23, por ter saído no DOU de 19/06/2007, Seção 1, pág. 6, com incorreção no original. Antônio Carlos Caruso Ronca Presidente da Câmara de Educação Superior 213 Carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial Curso Carga Horária Mínima Administração Agronomia Arquitetura e Urbanismo Arquivologia 3.000 3.600 3.600 2.400 Artes Visuais Biblioteconomia Ciências Contábeis Ciências Econômicas Ciências Sociais Cinema e Audiovisual Computação e Informática Comunicação Social Dança Design Direito Economia Doméstica Engenharia Agrícola Engenharia de Pesca Engenharia Florestal Engenharias Estatística Filosofia Física Geografia 2.400 2.400 3.000 3.000 2.400 2.700 3.000 2.700 2.400 2.400 3.700 2.400 3.600 3.600 3.600 3.600 3.000 2.400 2.400 2.400 Geologia História Letras Matemática Medicina Medicina Veterinária Meteorologia Museologia Música Oceanografia Odontologia Psicologia Química Secretariado Executivo Serviço Social Sistema de Informação Teatro Turismo Zootecnia 3.600 2.400 2.400 2.400 7.200 4.000 3.000 2.400 2.400 3.000 4.000 4.000 2.400 2.400 3.000 3.000 2.400 2.400 3.600 214 ANEXO III: CONDIÇÕES DE OFERTA E DE CADASTRO DO CURSO PARA A DICON Nome do curso: ENGENHARIA FLORESTAL Modalidade: Regime curricular: ( X ) Progressão Linear ( ) 2 ciclos: ( ) 1º ciclo ( ) 2º ciclo ( X ) Educação Presencial – EDP ( ) Educação a Distância – EAD Condições de Oferta do Curso Denominação Grau Acadêmico BACHARELADO Nº de vagas oferecidas no Edital do Processo Seletivo Nº de entradas por Processo Seletivo 40 2 Semestre de entrada por Processo Seletivo 1º semestre 2º semestre 20 20 Linhas de BACHAREL EM ENGENHARIA FLORESTAL Titulação Condições de cadastro do curso Carga horária total de integralização: 5 ANOS Mínimo Prazos para integralização (semestres) Padrão 5 ANOS 7,5 ANOS Máximo Limite de carga horária semestral permitida ao discente Obs. 2 Mínimo Padrão Máximo 411 411 275 Condições de validação das unidades curriculares cursadas em outros cursos As condições de validação das unidades curriculares cursadas com aprovação em outros cursos, serão analisadas pelo Colegiado de curso conforme estabelecido no Art. 95 do Regimento Geral da UFSJ. Condições de migração de currículo Não se aplica. Obs. 1: Compreende-se como número de semestres decorrentes da previsão de oferta periódica de componentes curriculares especificada no PPC; Obs. 2: O limite de carga horária semestral é definido em resolução específica; Obs. 3: O limite padrão é relativo, pois depende de previsão de progressão curricular do PPC para oferta de componentes curriculares por período 215 QUADRO DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Carga Horária (CHA) Natureza do Período de oferta Unidade curricular Unidade acadêmica Teórica responsável Prática Prérequisito correquisito Tipologia Oferecimento Disciplina Normal DCIAG 18 18 x x Disciplina Disciplina Normal Normal DECEB DCIAG 36 36 18 18 x x x x Disciplina Normal DCIAG 36 0 x x Disciplina Disciplina Normal Normal DECEB DECEB 36 72 18 0 x x x x Disciplina Normal DECEB 18 36 x x Disciplina Disciplina Normal Normal DECEB DECEB 18 90 54 0 x x Química Geral x 2º 2º Introdução a ciência do solo: Mineralogia Citologia Desenho Técnico Digital Introdução a Engenharia Florestal Química Geral Ecologia Geral Sistemática e organografia vegetal Anatomia Vegetal Cálculo I 2º Química analítica Disciplina Normal DECEB 54 18 2º Química orgânica Bases para a tecnologia de produtos florestais Disciplina Normal DECEB 36 18 x x Química Geral x Disciplina Normal DCIAG 54 0 x 2º Dendrologia Disciplina Normal 36 18 2º Zoologia Geral Disciplina Normal 36 36 3º Componentes químicos e anatômicos da madeira Disciplina Normal 36 36 3º Física I Disciplina Normal DECEB 72 0 3º Bioquímica Geral Disciplina Normal DECEB 54 18 Disciplina Normal 54 0 Calculo I x 36 18 x x 18 18 72 0 54 36 54 18 54 18 18 18 1º 1º 1º 1º 1º 1º 1º 2º 3º Bases à biometria florestal Metodologia da pesquisa e redação científica (Agronomia e Eng. Florestal) Produtos Florestais Não Madeireiros Estatística Básica 4º Tecnologia da Madeira 3º 3º 3º DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG Ecologia Geral x Anatomia Vegetal, Química orgânica x Química orgânica x Anatomia Vegetal x x x x DCIAG Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal DCIAG DECEB DCIAG DCIAG 4º Gênese propriedade e classificação do solo Disciplina Normal 4º Ecologia Florestal Disciplina Normal 4º Plantas Úteis do Cerrado Disciplina Normal DCIAG DCIAG 216 Química Geral Cálculo I Component es químicos e anatômicos da madeira, Bases para a tecnologia de produtos florestais Introdução a ciência do solo: Mineralogia ; Química orgânica Dendrologi a Dendrologi a Química orgânica x x x x x 4º 4º 4º 5º Métodos Estatísticos Aplicados à Engenharia Florestal Microbiologia Geral GRUPO DE OBRIGATÓRIAS Entomologia Geral Disciplina Normal DCIAG 72 0 Estatística Básica x Disciplina Normal 18 Citologia X Normal DECEB DCIAG 54 Disciplina 36 36 Disciplina Normal 36 36 54 0 54 18 36 36 DCIAG DCIAG 5º Agrometeorologia Disciplina Normal 5º Fisiologia vegetal Disciplina Normal Disciplina Normal 5º 5º Algoritmos e Estrutura de Dados Industrialização da madeira Disciplina Normal DECEB DCIAG DCIAG 36 36 36 36 DCIAG 5º Dendrometria Disciplina Normal 5º GRUPO DE OBRIGATÓRIAS Disciplina Normal 6º Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Disciplina Normal 6º Inventário Florestal Disciplina Normal DCIAG 54 36 54 18 36 36 36 36 DCIAG 6º 6º 6º 6º Viveiros e sementes florestais Máquinas e Mecanização Agrícola GRUPO DE OBRIGATÓRIAS GRUPO DE OBRIGATÓRIAS GRUPO DE OPTATIVAS - I, III, V, VI Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal DCIAG 7º Disciplina Normal 7º Princípios e métodos silviculturais Disciplina Normal Disciplina Normal 7º 7º 7º 7º 7º 8º Estudos de impactos ambientais Genética e Melhoramento Florestal GRUPO DE OBRIGATÓRIAS GRUPO DE OBRIGATÓRIAS GRUPO DE OPTATIVAS – I, II, III, V, VI Física do solo, conservação do solo e Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal X X X X Gênese propriedad ee classificaçã o do solo Dendrometr ia Dendrologi a, Fisiologia vegetal Física I X X X X DCIAG DCIAG 36 36 54 18 36 18 54 36 54 18 DCIAG Disciplina X DCIAG DCIAG Recuperação de ecossistemas florestais degradados Cálculo I Tecnologia da Madeira Bases à biometria florestal X DCIAG DCIAG 6º Zoologia Geral Cálculo I, Física I, Bases para a tecnologia de produtos florestais Anatomia Vegetal, Bioquímica Geral DCIAG DCIAG Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Viveiros e sementes florestais Ecologia Florestal Bioquímica Geral Princípios e métodos silviculturais X X X DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG 217 Química, Fertilidade Geoprocessamento e topografia aplicados às da Água 8º Geoprocessamento e topografia aplicados às ciências florestais e ambientais do Solo e Nutrição de Plantas DCIAG Disciplina Normal 36 54 DCIAG 8º Patologia Florestal Disciplina Normal 36 36 36 18 54 18 54 18 72 DCIAG 8º Entomologia Florestal Disciplina Normal DCIAG 8º Estruturas de madeira e construções Disciplina Normal 8º GRUPO DE OBRIGATÓRIAS Disciplina Normal 9º Manejo Florestal Disciplina Normal 9º 9º 9º 9º 10º 10º Sociologia e Extensão Rural Manejo da fauna silvestre e manejo de criadouros conservacionistas GRUPO DE OPTATIVAS – II, IV, V, VI GRUPO DE OPTATIVAS – II, IV, V, VI Estágio Supervisionado Trabalho de Conclusão de Curso Disciplina Normal Normal Disciplina Normal Disciplina Normal Estágio Trabalhos acadêmicos Normal Normal Viveiros e sementes florestais, Microbiolog ia Geral Entomologi a Geral, Ecologia Florestal Desenho Técnico Digital, Física I, Tecnologia da Madeira x x DCIAG DCIAG DCIAG Inventário Florestal x 0 x x 36 36 Zoologia Geral, Ecologia Florestal x 0 72 36 0 DCIAG Disciplina Desenho Técnico Digital ciências florestais e ambientais DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG 218 x 3.220H ou 3.497HA x x QUADRO DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Carga Horária (CHA) Natureza do Período de oferta Unidade curricular Tipologia Oferecimento Unidade acadêmica responsável Pré-requisito Correquisito Teórica Prática DCIAG 6º ou 7º (2° semestre) 4º ou 5º (2° semestre) Sistema Agrosilvopastoril Disciplina Normal Manejo e Gestão de Unidades de Disciplina Conservação Normal 18 18 Ecologia Geral Princípios e métodos silviculturais 54 0 Ecologia Geral X 36 18 Introdução a Engenharia Florestal, Bases à biometria florestal X 18 18 Ecologia Florestal Agrometeorologia 36 0 X Ecologia Florestal 36 18 Inventário Florestal X 36 18 Inventário Florestal X 36 18 Tecnologia da Madeira X DCIAG DCIAG 4º ou 5º (1° semestre) Economia Florestal Disciplina Normal 6º ou 7º Incêndios Florestais Disciplina (1° semestre) Normal 6º ou 7º Política e Legislação Disciplina (1° semestre) Florestal Normal 8º ou 9º (1° semestre) Normal DCIAG DCIAG DCIAG Manejo de florestas Disciplina naturais DCIAG 6º ou 7º Colheita e Transporte Disciplina (2° semestre) Florestal Normal 8º ou 9º Energia da Biomassa Disciplina (2° semestre) Normal DCIAG QUADRO DE DISCIPLINAS OPTATIVAS Carga Horária (CHA) Natureza do Grupo Unidade curricular Unidade acadêmica Tipologia Oferecimento responsável Teórica Prática DCIAG I Painéis de madeira Disciplina e adesão e adesivos Normal I Preservação e permeabilidade da madeira Normal I I Pré-requisito 36 18 Tecnologia da madeira 36 18 Tecnologia da madeira 18 18 Tecnologia da madeira 54 18 Tecnologia da madeira DCIAG Disciplina Produtos Disciplina energéticos da madeira Propriedades físicas e mecânicas Disciplina da madeira Normal DCIAG DCIAG Normal 219 I Serraria e secagem da madeira Disciplina Normal I Tecnologia de papel Disciplina e celulose Normal II Estradas Florestais Disciplina Normal II Hidráulica Disciplina Normal II Irrigação e drenagem Disciplina Normal II Modelagem da produção florestal Disciplina Normal II Topografia Geoprocessada Disciplina Normal II Cartografia e Disciplina Geoprocessamento Normal II Planejamento Florestal Disciplina Normal II Manejo de bacias hidrográficas e hidrologia Disciplina Normal III Agroecologia Disciplina Normal DCIAG DCIAG 36 18 Tecnologia da madeira 36 18 Tecnologia da madeira 36 18 Geoprocessamento e topografia aplicados às ciências florestais e ambientais 36 18 Geoprocessamento e topografia aplicados às ciências florestais e ambientais 54 18 Hidráulica e agrometeorologia 36 18 Inventário florestal 36 36 Cartografia e geoprocessamento; Desenho Técnico digital 36 36 X 36 18 Inventário florestal; princípios e met. silviculturais 36 18 Agrometeorologia 54 18 Ecologia Geral 36 18 Fisiologia vegetal 36 18 Princípios e met. silviculturais 36 18 X 36 0 Politica e legislação florestal 54 18 Fisiologia vegetal 54 18 Microbiologia geral 36 18 Patologia Florestal; Entomologia Florestal, Biologia e manejo de plantas daninhas 54 0 X 36 0 X 36 0 Industrialização da madeira 36 0 Industrialização da madeira; princípios e métodos silviculturais 36 18 X 72 0 X DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG III Floricultura e paisagismo DCIAG Disciplina Normal DCIAG DCIAG DCIAG III Cultura de essências exóticas e nativas Disciplina Normal III Educação ambiental Disciplina Normal III Legislação ambiental I Disciplina Normal IV Biologia e manejo Disciplina de plantas daninhas Normal IV Fitopatologia geral Disciplina Normal IV Receituário agronômico Disciplina Normal V Princípios de economia Disciplina Normal Disciplina Normal Disciplina Normal DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG V V Filosofia da ciência e ética Gerenciamento da indústria da madeira DCIAG DCIAG DCIAG DCIAG V Gerenciamento de resíduos de base florestal Disciplina Normal V Gestão ambiental Disciplina Normal V Libras Disciplina Normal DCIAG DCIAG 220 VI Biologia molecular Disciplina Normal VI Propagação de plantas Disciplina Normal VI Seminários em Disciplina engenharia florestal Normal DECEB DCIAG 36 18 Microbiologia geral e Bioquimica Geral 18 18 Fisiologia vegetal 18 36 Introdução à Engenharia Florestal DCIAG Grupo – I : Tecnologia de produtos florestais; Grupo – II : Engenharia; Grupo – III : Ciências do Ambiente; Grupo – IV: Proteção Florestal; Grupo V : Ciências Sociais Aplicadas e Humanas; Grupo VI : Outras optativas. Carga horária (CH)/(CHA) Unidade curricular Conteúdo de natureza científico-cultural Atividades complementares Estágio supervisionado Trabalho acadêmico Obrigatória Optativa 3.383 H (3.690 HA)* 198 H (216 HA)* Eletiva Total 3.581H (3.906 HA)* 100 H 100 H 72 H 72 H 36 H 36 H Outros: Carga horária total para 3.789 H Integralização Obs.: especificar particularidades na organização curricular com implicações no cadastro da estrutura curricular no CONTAC Devem ser consideradas 324 HA de disciplinas ofertadas dos grupos de obrigatórias para a integralização da carga horária total de disciplinas do curso. * Valores de horas aula múltiplos de 18. H- carga horária em função do tempo de referencia de 60 minutos. 221