UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE
ENGENHARIA FLORESTAL
2014
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI
Administração Superior
Valéria Heloísa Kemp
Reitora
Sérgio Augusto Araújo da Gama Cerqueira
Vice-reitor
José Tarcísio Assunção
Pró-reitoria de Administração
Marcelo Pereira de Andrade
Pró-reitoria de Ensino de Graduação
André Luiz Mota
Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
Paulo Henrique Caetano
Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários
Dimas José de Rezende
Pró-reitoria de Assuntos Estudantis
Cláudio Sérgio Teixeira de Souza
Pró-reitoria de Planejamento e Desenvolvimento
Adriana Amorim da Silva
Pró-reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas
COMISSÃO DE ELABORAÇÃO
Marcelo Pereira de Andrade
Pró Reitoria de Ensino de Graduação
Iran Dias Borges - Agrônomo
Departamento de Ciências Agrárias
Renato Vinícius Oliveira Castro – Engenheiro Florestal
Departamento de Ciências Agrárias
Renato da Silva Vieira – Engenheiro Florestal
Professor Adjunto III do Curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal
do Tocantins
Silvino Guimarães Moreira – Agrônomo
Departamento de Ciências Agrárias
Diego Antônio França de Freitas – Agrônomo
Departamento de Ciências Agrárias
Leonardo Carnevalli – Agrônomo
Departamento de Ciências Exatas e Biológicas
SUMÁRIO
1. APRESENTAÇÃO E HISTÓRICO...................................................................... 7
2. BASE LEGAL DO CURSO ................................................................................. 8
3. OBJETIVOS DO CURSO ................................................................................... 8
4. PERFIL DO CURSO........................................................................................... 9
5. HABILIDADES E COMPETÊNCIAS................................................................. 11
6. PERFIL DO EGRESSO.................................................................................... 13
7. OFERECIMENTO............................................................................................. 15
7.1. Grau Acadêmico – Bacharelado.................................................................... 15
7. 2. Titulação....................................................................................................... 15
7.3. Modalidade e turno........................................................................................ 15
7.4. Regime curricular e prazos de integralização................................................ 16
7.5. Número de vagas e periodicidade................................................................. 16
7.6. Carga horária total......................................................................................... 16
7.7. Equivalência hora-aula .................................................................................. 16
8. FORMAS DE ACESSO .................................................................................... 16
9. ATIVIDADES DO CURSO................................................................................ 17
10. MATRIZ CURRICULAR.................................................................................. 17
10.1. A Interdisciplinaridade na matriz curricular dos cursos da UFSJ................. 20
10.2. Áreas do conhecimento da matriz curricular ............................................... 21
10.3. Interface com a pesquisa ............................................................................ 22
10.4. Interface com a Extensão............................................................................ 23
11. ESTRUTURA CURRICULAR ......................................................................... 24
11.1. Disciplinas obrigatórias................................................................................ 24
11.2. Disciplinas obrigatórias................................................................................ 27
11.3. Disciplinas optativas .................................................................................... 28
11.4. Matriz de organização curricular.................................................................. 29
12 FLUXOGRAMA GERAL .................................................................................. 31
13. EMENTARIO DAS DISCIPLINAS................................................................... 32
13.1. Disciplinas obrigatórias................................................................................ 32
13.1.1. Núcleo disciplinas básicas........................................................................ 32
Unidade curricular: Citologia ............................................................................... 32
i
Unidade curricular: Desenho Técnico Digital...................................................... 34
Unidade curricular: Química Geral...................................................................... 36
Unidade curricular: Química Orgânica................................................................ 38
Unidade curricular: Química Analítica................................................................. 39
Unidade curricular: Anatomia Vegetal ................................................................ 41
Unidade curricular: Cálculo I ............................................................................... 43
Unidade curricular: Física I.................................................................................. 44
Unidade curricular: Bioquímica Geral ................................................................. 45
Unidade curricular: Zoologia Geral ..................................................................... 46
Unidade curricular: Ecologia Geral ..................................................................... 48
Unidade curricular: Estatística Básica ................................................................ 50
Unidade curricular: Microbiologia Geral.............................................................. 51
Unidade curricular: Sistemática e Organografia Vegetal ................................... 52
Unidade curricular: Metodologia da Pesquisa e Redação Científica ................. 54
Unidade curricular: Algoritmos e Estrutura de Dados ........................................ 56
13.1.2 Núcleo disciplinas essenciais ................................................................... 57
Unidade curricular: Introdução à Ciência do Solo .............................................. 57
Unidade curricular: Genética e Melhoramento Florestal .................................... 59
Unidade curricular: Fisiologia Vegetal ................................................................ 61
Unidade curricular: Gênese, Propriedades e Classificação do Solo ................. 63
Unidade curricular: Métodos Estatísticos Aplicados à Engenharia Florestal .... 65
Unidade curricular: Entomologia Geral ............................................................... 67
Unidade curricular: Agrometeorologia ................................................................ 69
Unidade curricular: Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas ........... 71
Unidade curricular: Física do Solo e Conservação Do Solo e da Água ............ 73
Unidade curricular: Máquinas e Mecanização Agrícola ..................................... 75
Unidade curricular: Geoprocessamento e Topografia Aplicados às Ciências
Florestais e Ambientais ....................................................................................... 77
Unidade curricular: Sociologia e Extensão Rural ............................................... 79
Unidade curricular: Dendrometria ....................................................................... 81
Unidade curricular: Ecologia Florestal ................................................................ 82
Unidade curricular: Economia Florestal .............................................................. 84
Unidade curricular: Entomologia Florestal .......................................................... 85
Unidade curricular: Inventário Florestal .............................................................. 86
ii
Unidade curricular: Manejo e Gestão de Unidades de Conservação ................ 88
Unidade curricular: Manejo Florestal .................................................................. 90
Unidade curricular: Patologia Florestal ............................................................... 92
Unidade curricular: Política e Legislação Florestal ............................................ 93
Unidade curricular: Princípios e Métodos Silviculturais...................................... 95
Unidade curricular: Sistema Agrosilvopastoril .................................................... 97
Unidade curricular: Tecnologia da Madeira ........................................................ 99
Unidade curricular: Industrialização da Madeira .............................................. 101
Unidade curricular: Estruturas de Madeira e Construções .............................. 102
Unidade curricular: Estudos de Impactos Ambientais ...................................... 104
Unidade curricular: Energia da Biomassa ........................................................ 106
Unidade curricular: Recuperação de Ecossistemas Florestais Degradados... 108
Unidade curricular: Trabalho de Conclusão de Curso ..................................... 110
Unidade curricular: Estágio Supervisionado..................................................... 112
13.1.3 Núcleo disciplinas profissionais específicas ............................................ 114
Unidade curricular: Introdução a Engenharia Florestal .................................... 114
Unidade curricular: Bases para a Tecnologia de Produtos Florestais ............. 115
Unidade curricular: Bases à Biometria Florestal .............................................. 117
Unidade curricular: Componentes Químicos e Anatômicos da Madeira ......... 119
Unidade curricular: Colheita e Transporte Florestal ......................................... 121
Unidade curricular: Dendrologia........................................................................ 123
Unidade curricular: Produtos Florestais Não Madeireiros................................ 125
Unidade curricular: Plantas Úteis do Cerrado .................................................. 126
Unidade curricular: Manejo De Florestas Naturais........................................... 128
Unidade curricular: Manejo da Fauna Silvestre e Manejo de Criadouros
Conservacionistas ............................................................................................. 130
Unidade curricular: Viveiros e Sementes Florestais......................................... 132
Unidade curricular: Incêndios Florestais........................................................... 134
13.2 Disciplinas optativas ................................................................................... 136
Unidade curricular: Modelagem da Produção Florestal ................................... 136
Unidade curricular: Manejo de Bacias Hidrográficas e Hidrologia................... 138
Unidade curricular: Painéis de Madeira e Adesão e Adesivos ........................ 140
Unidade curricular: Cartografia e Geoprocessamento ..................................... 142
Unidade curricular: Biologia e Manejo de Plantas Daninhas ........................... 144
iii
Unidade curricular: Cultura de Essências Exóticas e Nativas ......................... 146
Unidade curricular: Educação Ambiental.......................................................... 147
Unidade curricular: Gerenciamento da Indústria Madeireira............................ 148
Unidade curricular: Gerenciamento de Resíduo de Base Florestal................. 150
Unidade curricular: Filosofia da Ciência e Ética ............................................... 152
Unidade curricular: Planejamento Florestal...................................................... 153
Unidade curricular: Propagação de Plantas ..................................................... 155
Unidade curricular: Receituário Agronômico .................................................... 157
Unidade curricular: Biologia Molecular ............................................................. 159
Unidade curricular: Produtos Energéticos da Madeira ..................................... 161
Unidade curricular: Seminários em Engenharia Florestal ................................ 163
Unidade curricular: Língua Brasileira de Sinais – Libras ................................. 164
Unidade curricular: Floricultura e Paisagismo .................................................. 166
Unidade curricular: Estradas Florestais ............................................................ 167
Unidade curricular: Legislação Ambiental I ...................................................... 169
Unidade curricular: Gestão Ambiental .............................................................. 170
Unidade curricular: Fitopatologia Geral ............................................................ 171
Unidade curricular: Hidráulica ........................................................................... 173
Unidade curricular: Irrigação e Drenagem........................................................ 174
Unidade curricular: Princípios de Economia..................................................... 175
Unidade curricular: Agroecologia ...................................................................... 177
Unidade curricular: Serraria e Secagem da Madeira ....................................... 179
Unidade curricular: Preservação e Permeabilidade da Madeira...................... 181
Unidade curricular: Tecnologia de Papel e Celulose ....................................... 183
Unidade curricular: Propriedades Físicas e Mecânicas da Madeira................ 185
Unidade curricular: Topografia Geoprocessada ............................................... 187
14. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO................................................. 189
15. Estágio supervisionado obrigatório............................................................... 189
16. Recursos Humanos e Encargos didáticos.................................................... 189
16.1. Encargos didáticos do Departamento de Ciências Exatas e Biológicas DECEB ............................................................................................................... 190
16.2. Encargos didáticos do Departamento de Ciências Agrárias - DCIAG ....... 191
16.3 Corpo técnico e administrativo necessário ................................................. 194
17 INFRAESTRUTURA...................................................................................... 194
iv
17.1 Campus de Sete Lagoas ............................................................................ 194
17.2 Áreas experimentais................................................................................... 195
17.2.1 Fazenda experimental ............................................................................. 195
17.2.2 Área experimental ................................................................................... 196
17.2.3 Estação experimental Irrigada................................................................. 196
17.3 Laboratórios específicos necessários para o Curso de Engenharia Florestal
........................................................................................................................... 196
17.3.1 Laboratório de Dendrologia e Ecologia Florestal..................................... 196
17.3.2 Laboratório de Anatomia da madeira e química da madeira ................... 197
17.3.3 Laboratório de Biometria Florestal........................................................... 197
17.3.4 Laboratório de Manejo Florestal.............................................................. 198
17.3.5 Laboratório de Tecnologia da madeira .................................................... 198
17.3.6 Laboratório de Industrialização da madeira............................................. 199
17.3.7 Laboratório de Viveiros e sementes florestais e Proteção Florestal........ 199
17.3.8 Laboratório de Melhoramento florestal e Silvicultura............................... 200
17.3.9 Laboratório de Geoprocessamento ......................................................... 200
17.3.10 Laboratório de Manejo de Fauna e Recuperação de áreas degradadas200
17.3.11 Estimativa de infraestrutura e custo para implantação dos laboratório da
Engenharia Florestal .......................................................................................... 201
17.4 Infraestrutura específica necessária para o Curso de Engenharia Florestal
........................................................................................................................... 201
17.4.1 Viveiro Florestal....................................................................................... 201
17.4.2 Galpão da Engenharia Florestal.............................................................. 202
17.4.3 Unidade de carbonização da madeira ..................................................... 202
17.4.4 Áreas da fazenda para estudo e avaliação ............................................. 202
18 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PPC............................................................. 203
19 ESTRATÉGIAS E SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM............................................................................................... 203
19.1 Metodologia de ensino ............................................................................... 203
19.2 Metodologia de avaliação........................................................................... 205
ANEXOS ............................................................................................................ 208
ANEXO I - RESOLUÇÃO CNE/CES nº 3, de 02 de fevereiro de 2006; que Institui
as diretrizes curriculares do Curso de Engenharia Florestal no Brasil ............... 208
v
ANEXO II - RESOLUÇÃO Nº 2, dispõe sobre carga horária mínima relativos à
integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial. .......................................................................................................... 212
ANEXO III: CONDIÇÕES DE OFERTA E DE CADASTRO DO CURSO PARA A
DICON................................................................................................................ 215
vi
1. APRESENTAÇÃO E HISTÓRICO
A Universidade Federal de São João del-Rei - UFSJ teve origem com a
federalização em 1987 de três instituições de ensino superior localizadas na cidade
de São João del-Rei - MG: Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras;
Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis e; Faculdade de
Engenharia Industrial. A Lei nº 7.555, de 18 de dezembro de 1986, instituiu a
Fundação de Ensino Superior de São João del-Rei - FUNREI. A então FUNREI
passa a ser UFSJ com a promulgação da Lei No 10.425, de 19 de abril de 2002. A
sede administrativa da UFSJ está localizada na cidade de São João del-Rei.
A UFSJ possui seis Campi, sendo que três estão localizados na cidade de
São João del-Rei: Campus Santo Antônio, Campus Dom Bosco e Campus Tancredo
Neves, além do Centro Cultural “Solar da Baronesa”. Em 2009, foram criados outros
três Campi fora da sede administrativa.

O Campus Centro-Oeste Dona Lindu localizado na cidade de Divinópolis
e que oferece 340 vagas anualmente, para os cursos da área de Saúde:
Bioquímica, Enfermagem, Farmácia e Medicina;

o Campus Alto Paraopeba localizado na cidade de Ouro Branco e que
oferece 500 vagas anualmente entre cinco cursos de graduação:
Engenharia Civil, Engenharia de Bioprocessos, Engenharia Mecatrônica,
Engenharia de Telecomunicações e Engenharia Química.

O Campus Sete Lagoas, que recebe o nome da cidade onde se localiza,
oferecendo 200 vagas anualmente para os cursos de Engenharia
Agronômica, Engenharia de Alimentos e Bacharelado Interdisciplinar em
Biossistemas.
O quadro de servidores públicos federais da UFSJ é composto por: 749
docentes efetivos e 475 técnicos-administrativos. Historicamente, a UFSJ primou
pela oferta de cursos noturnos. No entanto, com sua expansão a partir dos
Programas Expandir e REUNI, a partir de 2008, ampliou a oferta de cursos de
7
gradução no período integral. A instituição possui 47 cursos de graduação,
totalizando 67 alternativas de entrada tem 13.907 alunos matriculados nos seus
cursos de graduação no ano de 2014.
2. BASE LEGAL DO CURSO
O Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia Florestal da UFSJ foi
estruturado com base na legislação e normatização vigentes:
 Resolução CNE/CES N° 11, de 11 de março de 2002;
 Parecer CNE/CES N° 308, de 17 de dezembro de 2004;
 Resolução CNE/CES N° 03, de 02 de fevereiro de 2006;
 Resolução UFSJ/CONEP N° 27, de 11 de setembro de 2013.
3. OBJETIVOS DO CURSO
No processo de formação do futuro engenheiro florestal, o curso tem como
objetivos:

Identificar as prioridades e as técnicas na pesquisa florestal e ambiental e
o conhecimento da realidade sócio-política do país;

Desenvolver senso crítico para atuar no meio social buscando a conquista
de novos espaços;

Ensinar a manejar as florestas visando garantir o abastecimento de
produtos florestais em atenção à sustentabilidade ambiental;

Formar para o egresso atuar sobre o meio ambiente mantendo seu
equilíbrio e permitindo a sobrevivência da flora e da fauna, o bem estar
social, bem como a produtividade dos ecossistemas;

Desenvolver o ímpeto para planejar o setor florestal do país adequando a
política à realidade nacional;
8

Formar na elaboração de projetos ambientais para equacionar e resolver
os problemas de deterioração dos Recursos Naturais Renováveis no país;

Incentivar na implantação, manejo e utilização dos recursos florestais;

Criar o espírito para empreender a busca de modelos que conjuguem os
temas e projetos florestais e ambientais;

Desenvolver a inovação no uso de produtos florestais não madeireiros
como uma referencia de uso sustentado do cerrado como fonte de renda
e emprego;

Indicar a importância da demanda industrial regional tendo em vista a
localização do segundo maior polo siderúrgico do Brasil, além de estar
situado em um Estado com um perfil florestal de alto potencial;

Desenvolver no futuro profissional o discernimento ético (social, ambiental
e econômico);

Desenvolver a visão empresarial e o pensamento científico e analíticocrítico.

Orientar para a complementação no desenvolvimento social com vistas a
autossegurança, relacionamento humano, comunicação e expressão.
4. PERFIL DO CURSO
O Curso de Engenharia Florestal da UFSJ visa a formação de engenheiros
florestais aptos a desenvolverem atividades nas diversas áreas do conhecimento da
engenharia florestal, manejo, tecnologia de produtos florestais, conservação da
natureza e silvicultura.
O Projeto Pedagógico de Curso de Engenharia Florestal vai ao encontro das
necessidades da mesorregião de Sete Lagoas, que apresenta uma vocação florestal
de grande magnitude, além de estabelecer estreitas relações com o setor
9
siderúrgico, muito importante para região e para o país. Por esse nível de
desenvolvimento, também existem problemas ligados, principalmente, às questões
ambientais, foco de atenção das instituições de controle, como por exemplo a
degradação do cerrado. O PPC do Curso de Engenharia Florestal além de conciliar
de forma sustentável a produção e a preservação ambiental, apresenta na formação
de seus egressos, alternativas para o manejo do cerrado.
Outra contribuição do curso para Minas Gerais é a presença de grandes
maciços florestais com mais de 100.000 ha (ABRAF, 2013), tendo principalmente na
região central do Estado a maior quantidade de florestas plantadas do Brasil. Esse
pontencial ainda não está se extinguindo tendo em vista ações governamentais
como o projeto de lei 3.529/2012 apresentado pelo governo federal que propõe a
politica nacional de geração de energia elétrica a partir da biomassa, o que implicará
nas alternativas de utilização de resíduos do setor florestal, sejam eles, oriundos do
processamento mecânico da madeira ou de resíduos de colheita florestal.
Contudo, outro fator preponderante é a constatação da queda da quantidade
de florestas nativas em Minas Gerais (ABRAF, 2013). As pressões oriundas do
capital e as alterações do Código Florestal Brasileiro aprovado em 2013 podem
contribuir para uma diminuição ainda maior das áreas preservadas no Estado. É
necessário então apresentar o potencial de utilização do cerrado mineiro de forma
racional, apresentado alternativas de uso, como por exemplo os produtos florestais
não madeireiros. Isso pode contribuir para a preservação dessa fisionomia vegetal,
tendo em vista os recursos que podem ser gerados na extração racional de
compostos utilizáveis em diversos segmentos da indústria, seja ela, farmacêutica,
alimentícia e química, além da preservação da fauna do cerrado. Esta é mais uma
contribuição que o Curso de Engenharia Florestal da UFSJ poderá oferecer à
sociedade.
Neste contexto, o Curso de Engenharia Florestal se insere na proposta do
Campus de Sete Lagoas e dos cursos já existentes, que têm como princípio
contribuir no desenvolvimento do Estado de Minas Gerais e do país.
10
5. HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
O Curso de Engenharia Florestal da UFSJ objetiva desenvolver em seus alunos
as seguintes competências e habilidades:
 Coordenar o planejamento, execução e revisão de planos de manejo
florestal;
 Planejar e executar planos de implantação florestal e recuperação de áreas
deterioradas;
 Coordenar o planejamento e execução de atividades de conservação de
ecossistemas visando à manutenção da biodiversidade;
 Administrar, operar e manter sistemas de produção florestal em florestas
naturais e plantadas;
 Orientar o desenvolvimento de políticas públicas sobre a conservação e uso
de ecossistemas florestais;
 Coordenar o planejamento e linhas de atuação de entidades de defesa do
meio ambiente;
 Cooperar na elaboração e execução de projetos de desenvolvimento rural
sustentável;
 Coordenar o desenvolvimento de planos de utilização de recursos florestais
por população tradicionais;
 Coordenar sistemas de monitoramento ambiental;
 Coordenar o planejamento e execução de projetos de extensão rural;
 Coordenar e executar programas de Educação Ambiental; especificamente a
técnica;
11
 Coordenar e executar projetos ambientais;
 Planejar, mapear, coordenar e executar projetos temáticos em geral,
classificação,
espacialização
e
quantificação
de
recursos
naturais
renováveis;
 Planejar, coordenar e executar projetos de levantamento, quantificação e
qualificação de recursos florestais;
 Coordenar o planejamento e execução de projetos de abastecimento de
indústrias e controle de qualidade de matéria-prima florestal;
 Administrar, operar e manter sistemas de processamento de matéria-prima
florestal;
 Planejar e administrar sistemas de colheita e transporte florestal;
 Planejar e coordenar sistemas agrossilvipastoris;
 Planejar e coordenar sistemas de produção e cultivo de espécies florestais
de interesse regional
 Planejar e coordenar sistemas de manejo e produção de produtos
secundários
da floresta (plantas
medicinais, decorativas, palmiteiro,
sementes, resinas, cogumelos, etc.);
 Planejar e coordenar projetos de arborização e paisagismo;
 Planejar e coordenar projetos de fauna silvestre;
 Planejar e coordenar projetos de avaliação e perícia, bem como laudos
técnicos;
 Planejar e coordenar projetos de turismo rural e ecoturismo;
 Planejar e executar programas de biotecnologia e melhoramento genético de
12
plantas arbóreas e arbustivas;
 Desenvolver o uso de produto florestais não madeireiros em benefício da
sociedade.
6. PERFIL DO EGRESSO
O Engenheiro Florestal graduado na Univesidade Federal de São João delRei é um profissional que terá:
 Sólida base nas ciências biológicas, exatas e humanas com forte
consciência ética e ecológica quanto à sua responsabilidade na produção
florestal e conservação da natureza;
 Profundos conhecimentos dos ecossistemas terrestres, em particular dos
ecossistemas florestais, bem como das realidades sociais e econômicas
associadas a tais ecossistemas nas diversas regiões do Brasil;
 Profundos conhecimentos sobre métodos e técnicas de implantação,
condução e manejo de povoamentos florestais formados com espécies de
interesse sócio-econômico e sua utilização para fornecimento de matériaprima em sortimentos e qualidades exigidas pelo mercado;
 Profundos conhecimentos para a elaboração de projetos ambientais;
 Juízo crítico autônomo na sua área de conhecimento e atuação, sabendo
utilizar o método científico e técnicas de comunicação para a análise e
condução dos processos de tomadas de decisão dentro dos princípios
básicos de sustentabilidade ambiental;
 Capacidade gerencial e administrativa, desenvolvimento do espírito de
liderança e de trabalho em equipe, bem como da ação na sociedade;
 Capacidade de intervir sobre os recursos naturais renováveis através de
métodos de manejo adequados para cada situação ecológica, tecnológica,
13
sócio-econômica, ambiental e cultural;
 Conhecimento de como utilizar máquinas e equipamentos nas práticas
florestais, dentro dos critérios de racionalidade operacional e de baixo
impacto sobre o ambiente;
 Conhecimento dos processos de transformação industrial de origens
florestais, associadas às propriedades da matéria-prima florestal com a
qualidade dos produtos finais desejados;
 Conhecimento sobre a interação do homem com o meio ambiente de forma
a permitir a percepção, o equacionamento, o diagnóstico e a gestão dos
problemas
ambientais,
dentro
dos
princípios
do
desenvolvimento
sustentável;
 Conhecimento sobre representação espacial e temporal dos recursos
naturais
necessários
para o preparo de
sistemas
geográficos
de
informações;
 Visão crítica dos processos sociais, sabendo interagir com pessoas de
diferentes grupos sociais e étnicos;
 Visão holística da atuação do Engenheiro Florestal. Aptidão para o trabalho
em ambientes naturais e em atividades ligadas ao desenvolvimento rural;
 Conhecimentos temáticos interpretativos de imagens orbitais e sub-orbitais.
 Conhecimento amplo em Gestão Ambiental para trabalhar em setores
públicos e privados no que se refere às obras de infraestrutura –
saneamento, redes viárias, hidráulicas, etc.
 O
egresso
do
Curso
de
Engenharia
Florestal
deve
ser
ético,
empreendedorismo e conhecer bem as linhas de “marketing”, bem como ter
visão nas áreas de certificação, ecoturismo e manejo de produtos não
madeireiros.
14
 O profissional egresso do Curso de Engenharia Florestal da UFSJ será
capaz de atuar nas seguintes áreas:
 Gestão Ambiental e Conservação da natureza;
 Silvicultura;
 Manejo Florestal;
 Tecnologia de Produtos Florestais;
 Engenharia (Hidrologia, Georreferenciamento e Máquimas florestais e
automação).
7. OFERECIMENTO
O Curso de Engenharia Florestal será oferecido no Campus Universitário de
Sete Lagoas, situado na Rodovia MG 424 – Km 47 - Caixa Postal, 56, CEP. 35701970, em Sete Lagoas – MG.
7.1. Grau Acadêmico – Bacharelado
7. 2. Titulação
Ao profissional formado pelo Curso de Engenharia Florestal da UFSJ será
conferido o título de Bacharel em Engenharia Florestal, estabelecido nas Diretrizes
Curriculares Nacionais por meio da Resolução nº 3 do CNE/CES de fevereiro de
2006.
7.3. Modalidade e turno
O Curso de Engenharia Florestal será oferecido na modalidade de educação
presencial, em turno integral, nos períodos manhã e tarde. Em acordo com a
legislação vigente, até 20% da carga horária total do curso poderá ser de unidades
curriculares (UCs) ofertadas na modalidade de ensino a distância.
15
7.4. Regime curricular e prazos de integralização
O regime curricular do Curso de Engenharia Florestal é em progressão linear,
em que a integralização da formação do acadêmico ocorrerá em um único percurso
curricular.
O prazo mínimo e padrão para a integralização curricular, respectivamente, é
de 5 anos (10 semestres). Já o prazo máximo para a integralização curricular é de
7,5 anos (15 semestres).
7.5. Número de vagas e periodicidade
O Curso de Engenharia Florestal oferta 40 vagas anuais, distribuídas em duas
entradas semestrais com 20 vagas cada.
7.6. Carga horária total
3.789 horas
7.7. Equivalência hora-aula
A hora-aula aplicada nas unidades curriculares teóricas e práticas no curso de
Engenharia Florestal tem duração de 55 minutos. As atividades complementares, o
estágio supervisionado e os trabalhos acadêmicos são computados em horas (60
minutos).
A carga horária total do curso é composta por: 3.581 horas de disciplinas, 100
horas de atividades complementares, 72 horas de estágio supervisionado e 36 horas
de trabalhos acadêmicos, perfazendo 3.789 horas.
8. FORMAS DE ACESSO
O acesso ao curso é pelo Sistema de Seleção Unificado do Ministério da
Educação (SISU) e/ou pelos demais processos seletivos vigentes na UFSJ.
16
9. ATIVIDADES DO CURSO
As atividades complementares são denominadas as atividades acadêmicas,
científicas e culturais (simpósios, congressos, conferências, palestras, cursos,
oficinas, projetos de pesquisa e extensão, entre outras) desenvolvidas pelos
discentes ao longo do curso de Engenharia Florestal, que perfazem o total de 100
horas. Estas atividades têm como objetivo fortalecer e enriquecer o processo de
formação do discente, com especial atenção para a integração do ensino, pesquisa
e extensão. As atividades complementares são obrigatórias para conclusão do curso
e serão avaliadas pelo Colegiado de Curso, que também é o responsável por sua
normatização.
10. MATRIZ CURRICULAR
A organização da matriz curricular do Curso de Engenharia Florestal, segue o
art. 7º da Resolução CNE/CES N° 3, de 02 de fevereiro de 2006, subdividida em
núcleos: Conteúdo Básico, Conteúdo Essencial e Conteúdo Específico. O conteúdo
curricular também observa a Lei 11.645 de 10 de março de 2008, que estabelece o
estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena, que está contemplado em
disciplinas deste currículo.
Em acordo com a Lei 9.795/1999 - Art. 10º - § 1º as disciplinas elencadas na
áreas de conservação da natureza estão abordando em suas ementas
temas
relacionados a educação ambiental distribuídas no núcleo básico, perfazendo um
total de 16 disciplinas Quadro 1.
Nesta matriz curricular está inserido um grupo de disciplinas obrigatórias que
será ofertado na tipificação normal. O acadêmico do Curso de Engenharia Florestal
deverá cumprir obrigatoriamente estas disciplinas para que possa integralizar a
carga horária para sua formação como bacharel em engenharia florestal. As
disciplinas deste grupo serão ofertadas anualmente em semestres alternados de
modo a possibilitar a integralização da carga horária exigida, conforme o fluxograma.
17
QUADRO 1. DISCIPLINAS DO NÚCLEO BÁSICO
DISCIPLINAS
Citologia
Química Geral
Desenho Técnico Digital
Ecologia Geral
Sistemática e Organografia Vegetal
Anatomia Vegetal
Cálculo I
Química Orgânica
Química Analítica
Zoologia Geral
Metodologia da Pesquisa e Redação Científica
Física I
Bioquímica Geral
Estatística Básica
Microbiologia Geral
Algoritmos e Estrutura de Dados
Período
1º
1º
1º
1º
1º
2º
2º
2º
2º
2º
3º
3º
3º
3º
4º
5º
Tipo
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
(T-P)
36-18
36-18
36-18
72-0
18-36
18-54
90-0
36-18
54-18
36-36
36-18
72-0
54-18
72-0
54-18
36-36
CHA
54
54
54
72
54
72
90
54
72
72
54
72
72
72
72
72
O núcleo de conteúdo profissional essenciais abriga os conteúdos que
envolvem o saber da identidade do profissional de engenheira florestal,
representado por 31 disciplinas, apresentado no Quadro 2.
18
QUADRO 2. DISCIPLINAS DO NÚCLEO ESSENCIAL
DISCIPLINAS
Economia Florestal
Sistema Agrosilvopastoril
Política e Legislação Florestal
Manejo e Gestão de Unidades de Conservação
Introdução à Ciência do Solo: Mineralogia
Gênese Propriedade e Classificação do Solo
Métodos Estatísticos Aplicados à Eng. Florestal
Tecnologia da Madeira
Ecologia Florestal
Agrometeorologia
Entomologia geral
Fisiologia Vegetal
Dendrometria
Industrialização da Madeira
Máquinas e Mecanização Agrícola
Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas
Inventário Florestal
Genética e Melhoramento Florestal
Estudos de Impactos Ambientais
Princípios e Métodos Silviculturais
Recuperação de Ecossistemas Florestais
Degradados
Geoprocessamento e Topografia Aplicados às
Ciências Florestais e Ambientais
Entomologia Florestal
Patologia Florestal
Estruturas de Madeira e Construções
Física do Solo e Conservação do Solo e da Água
Energia da Biomassa Florestal
Sociologia e Extensão Rural
Manejo Florestal
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão de Curso
Período
4º ou 5º
6º ou 7º
6º ou 7º
4º ou 5º
1º
4º
4º
4º
4º
5º
5º
5º
5º
5º
6º
6º
6º
7º
7º
7º
Tipo
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
(T-P)
36-18
18-18
36-0
54-0
18-18
54-18
72-0
54-36
54-18
54-0
36-36
54-18
36-36
36-36
36-36
54-36
54-18
54-36
36-18
54-18
CHA
54
36
36
54
36
72
72
90
72
54
72
72
72
72
72
90
72
90
54
72
7º
OBR
36-36
72
8º
OBR
36-54
90
8º
8º
8º
8º
8º ou 9º
9º
9º
10º
10º
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
36-18
36-36
54-18
54-18
36-18
72-0
54-18
0-72
36-0
54
72
72
72
54
72
72
72
36
Já o núcleo de conteúdo profissional específico está inserido no contexto do
projeto pedagógico do curso visando a qualificar profissionais
frente às
características regionais em que o curso está inserido, dando-lhe identidade própria,
conforme apresentado no Quadro 3.
19
QUADRO 3 . DISCIPLINAS DO NÚCLEO ESPECÍFICO
DISCIPLINAS
Colheita e Transporte Florestal
Manejo de Florestas Naturais
Incêndios Florestais
Introdução à Engenharia Florestal
Bases à Tecnologia de Produtos Florestais
Dendrologia
Bases á Biometria Florestal
Componentes Químicos e Anatômicos da Madeira
Produtos Florestais não Madeireiros
Plantas Úteis do Cerrado
Viveiros e Sementes Florestais
Manejo da Fauna Silvestre e Manejo de
Criadouros Conservacionistas
Período
6º ou 7º
8º ou 9º
6º ou 7º
1°
2º
2º
3º
3º
3º
4°
6º
9º
Tipo
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
(T-P)
36-18
36-18
18-18
36-0
54-0
36-18
54-0
36-36
18-18
18-18
36-36
36-36
CHA
54
54
36
36
54
54
54
72
36
36
72
72
10.1. A Interdisciplinaridade na matriz curricular dos cursos da UFSJ
Este
Projeto
Pedagógico
tem
como
referência
básica
as
diretrizes
curriculadores nacionais para o curso de graduação em Engenharia Florestal. A
partir das concepções de eixos, temas geradores e do perfil do profissional da área
de conhecimento e do curso, a estrutura curricular deve ser construída na
perspectiva da interdisciplinaridade, tendo esta como elemento desencadeador da
problematização de sua contribuição para o desenvolvimento da ciência e melhoria
da qualidade de vida da humanidade. Deve proporcionar, durante todo o curso, a
busca de formulações a partir dos grandes questionamentos, que devem estar
representados nos objetivos gerais e específicos, nas disciplinas, interdisciplinas,
projetos, e em todas as atividades desenvolvidas no percurso acadêmico e no
trabalho de conclusão do curso. Enfim, por meio do ensino e da pesquisa, os alunos
deverão refletir sobre a área de conhecimento numa perspectiva mais ampliada e
contextualizada como forma de responder aos questionamentos formulados.
Será permitido aos acadêmicos do Curso de Engenharia Florestal cursarem
disciplinas ofertadas no âmbito da UFSJ, e o seu aproveitamento deverá ser
aprovado pelo colegiado de curso.
20
10.2. Áreas do conhecimento da matriz curricular
A matriz curricular possui áreas de conhecimento distintas que compõem o
Curso
de
Engenharia
Florestal.
Essas
áreas
apresentam
grande
interdisciplinariedade entre os temas abordados pela Engenharia Florestal. São
quatro grandes áreas do conhecimento: Tecnologia de Produtos Florestais; Manejo
Florestal; Silvicultura e Conservação da Natureza.
As disciplinas de cada área do conhecimento específicas da Engenharia
Florestal estão relacionadas no Quadro 4. Essa organização das áreas de
conhecimento da Engenharia Florestal apresenta uma ideia das potencialidades do
curso para a formação do profissional.
QUADRO 4. DISCIPLINAS DAS ÁREAS DO CONHECIMENTO DA MATRIZ
CURRICULAR
TECNOLOGIA DE PRODUTOS FLORESTAIS
DISCIPLINAS
Período
Tipo
Introdução a Engenharia Florestal
1°
OBR
Bases para a Tecnologia de Produtos Florestais
2º
OBR
Componentes Químicos e Anatômicos da
3º
OBR
Madeira
Produtos Florestais não Madeireiros
3º
OBR
Tecnologia da Madeira
4º
OBR
Plantas Úteis do Cerrado
4°
OBR
Estruturas de Madeira e Construções
8º
OBR
Energia da Biomassa Florestal
8º ou 9º
OBR
Painéis de Madeira e Adesão e Adesivos
X
OPT
Preservação e Permeabilidade da Madeira
X
OPT
Produtos Energéticos da Madeira
X
OPT
Propriedades Físicas e Mecânicas da Madeira
X
OPT
Serraria e Secagem da Madeira
X
OPT
Tecnologia de Papel e Celulose
X
OPT
Seminários em Engenharia Florestal
X
OPT
Gerenciamento da Indústria da Madeira
X
OPT
Gerenciamento de Resíduos de Base Florestal
X
OPT
MANEJO
DISCIPLINAS
Período
Tipo
Economia Florestal
4º ou 5º
OBR
Colheita e Transporte Florestal
6º ou 7º
OBR
Manejo de Florestas Naturais
8º ou 9º
OBR
Bases á Biometria Florestal
3º
OBR
Métodos Estatísticos Aplicados à Eng. Florestal
4º
OBR
Dendrometria
5º
OBR
Máquinas e Mecanização Agrícola
6º
OBR
21
(T-P)
36-0
54-0
36-36
CHA
36
54
72
18-18
54-36
18-18
54-18
36-18
36-18
36-18
18-18
54-18
36-18
36-18
18-36
36-0
36-0
36
90
36
72
54
54
54
36
72
54
54
54
36
36
(T-P)
36-18
36-18
36-18
54-0
72-0
36-36
36-36
CHA
54
54
54
54
72
72
72
Inventário Florestal
6º
Geoprocessamento e Topografia Aplicados às
8º
Ciências Florestais e Ambientais
Manejo Florestal
9º
Modelagem da Produção Florestal
X
Planejamento Florestal
X
Estradas Florestais
X
Legislação Ambiental I
X
Princípios de Economia
X
Gestão Ambiental
X
Seminários em Engenharia Florestal
X
SILVICULTURA
DISCIPLINAS
Período
Sistema Agrosilvopastoril
6º ou 7º
Viveiros e Sementes Florestais
6º
Genética e Melhoramento Florestal
7º
Princípios e Métodos Silviculturais
7º
Recuperação de Ecossistemas Florestais
7º
Degradados
Entomologia Florestal
8º
Patologia Florestal
8º
Cultura de Essências Exóticas e Nativas
X
Floricultura e Paisagismo
X
Seminários em Engenharia Florestal
X
CONSERVAÇÃO DA NATUREZA
DISCIPLINAS
Período
Política e legislação Florestal
6º ou 7º
Manejo e Gestão de Unidades de Conservação
4º ou 5º
Ecologia Geral
1º
Dendrologia
2º
Ecologia Florestal
4º
Estudos de Impactos Ambientais
7º
Manejo da Fauna Silvestre e Manejo de
9º
Criadouros Conservacionistas
Agroecologia
X
Educação Ambiental
X
Seminários em Engenharia Florestal
X
OBR
OBR
54-18
36-54
72
90
OBR
OPT
OPT
OPT
OPT
OPT
OPT
OPT
54-18
36-18
36-18
36-18
36-0
54-0
36-18
18-36
72
54
54
54
36
54
54
54
Tipo
OBR
OBR
OBR
OBR
(T-P)
18-18
36-36
54-36
54-18
CHA
36
72
90
72
OBR
36-36
72
OBR
OBR
OPT
OPT
OPT
36-18
36-36
36-18
36-18
18-36
54
72
54
54
54
Tipo
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
OBR
(T-P)
36-0
54-0
72-0
36-18
54-18
36-18
CHA
36
54
72
54
72
54
OBR
36-36
72
OPT
OPT
OPT
54-18
36-18
18-36
72
54
54
10.3. Interface com a pesquisa
Para o atendimento das necessidades da formação profissional do Engenheiro
Florestal é importante que o ensino seja permeado pela pesquisa, tendo em vista a
dinâmica do conhecimento. É na pesquisa que novos conhecimentos são gerados,
além de instigar o acadêmico à curiosidade e potencializar a percepção aos
problemas e à maneira de resolvê-los. A iniciação científica e o trabalho de
22
conclusão de curso serão importantes espaços de formação para os acadêmicos do
Curso de Engenharia Florestal.
10.4. Interface com a Extensão
A extensão universitária representa a possibilidade de intercâmbio, em que a
produção acadêmica e a tecnologia são socializadas com a sociedade. Por outro
lado, as soluções e os problemas da sociedade podem ser avaliados, com ações
que viabilizam as teorias de participação comunitária, inclusão social e educacional,
ações preventivas e curativas de bem estar social e sanitário, direitos e deveres
civis, desenvolvimento sustentável e tecnologias apropriadas.
É fundamental chamar atenção para a necessidade de sempre respeitar os
conhecimentos das comunidades com as quais o curso interagirá. Trata-se de um
processo que pode ser construido passando por pesquisas e ensino das
universidades brasileiras, legitimando os conhecimentos não acadêmicos permitindo
assim soluções mais profundas para os complexos problemas sócio-econômicos do
Brasil como um todo. Deste modo, através deste plano de ação pretende-se realizar
a interação dos acadêmicos com as comunidades, para que estes se tornem
agentes
de mudança nos seus
espaços
de inserção social, visando o
desenvolvimento sócio-econômico e a valorização histórica e cultural.
O Campus Sete Lagoas já apresenta alguns programas de extensão com
reconhecimento público, os quais envolvem docentes, discentes e técnicoadministrativos. Tais experiências serão incorporadas pelo Curso de Engenharia
Florestal.
23
11. ESTRUTURA CURRICULAR
11.1. Disciplinas obrigatórias
Carga Horária
(CHA)
Natureza do
Período
de oferta
Unidade curricular
Unidade
acadêmica Teórica
responsável
Prática
Oferecimento
Disciplina
Normal
DCIAG
18
18
x
X
Disciplina
Disciplina
Normal
Normal
DECEB
DCIAG
36
36
18
18
x
x
X
X
Disciplina
Normal
DCIAG
36
0
x
X
Disciplina
Disciplina
Normal
Normal
DECEB
DECEB
36
72
18
0
x
x
X
X
Disciplina
Normal
DECEB
18
36
x
X
Disciplina
Disciplina
Normal
Normal
DECEB
DECEB
18
90
54
0
x
x
Química
Geral
x
X
X
Química Geral
x
X
2º
2º
2º
Química analítica
Disciplina
Normal
DECEB
54
18
2º
Química orgânica
Bases para a tecnologia
de produtos florestais
Disciplina
Normal
DECEB
36
18
Disciplina
Normal
DCIAG
54
0
1º
1º
1º
1º
1º
1º
2º
correquisito
Tipologia
Introdução a ciência do
solo: Mineralogia
Citologia
Desenho Técnico Digital
Introdução a
Engenharia Florestal
Química Geral
Ecologia Geral
Sistemática e
organografia vegetal
Anatomia Vegetal
Cálculo I
1º
Prérequisito
DCIAG
2º
Dendrologia
Disciplina
Normal
2º
Zoologia Geral
Disciplina
Normal
3º
Componentes químicos
e anatômicos da
madeira
Disciplina
Normal
3º
Física I
Disciplina
Normal
DECEB
72
0
3º
Bioquímica Geral
Disciplina
Normal
DECEB
54
18
Disciplina
Normal
54
0
Calculo I
X
36
18
x
X
18
18
72
0
54
36
54
18
54
18
18
18
3º
Bases à biometria
florestal
Metodologia da
pesquisa e redação
científica
Produtos Florestais Não
Madeireiros
Estatística Básica
4º
Tecnologia da Madeira
3º
3º
3º
DCIAG
DCIAG
DCIAG
36
18
36
36
36
36
Ecologia
Geral
x
Anatomia
Vegetal,
Química
orgânica
x
Química
orgânica
X
Anatomia Vegetal
X
X
X
X
DCIAG
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
DCIAG
DECEB
DCIAG
DCIAG
4º
Gênese propriedade e
classificação do solo
Disciplina
Normal
4º
Ecologia Florestal
Disciplina
Normal
4º
Plantas Úteis do
Cerrado
Disciplina
Normal
DCIAG
DCIAG
24
Química
Geral
Cálculo I
Component
es
químicos e
anatômicos
da madeira,
Bases para
a
tecnologia
de
produtos
florestais
Introdução
a ciência
do solo:
Mineralogia
; Química
orgânica
Dendrologi
a
Dendrologi
a
Química orgânica
X
X
X
X
X
4º
4º
4º
5º
Métodos Estatísticos
Aplicados à Engenharia
Florestal
Microbiologia Geral
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
Entomologia Geral
Disciplina
Normal
DCIAG
72
0
Estatística
Básica
x
Disciplina
Normal
54
18
Citologia
x
Disciplina
Normal
DECEB
DCIAG
Disciplina
Normal
36
36
54
0
54
18
36
36
DCIAG
DCIAG
5º
Agrometeorologia
Disciplina
Normal
5º
Fisiologia vegetal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
5º
5º
Algoritmos e Estrutura
de Dados
Industrialização da
madeira
Disciplina
DECEB
DCIAG
DCIAG
Normal
36
36
36
36
DCIAG
5º
Dendrometria
Disciplina
Normal
5º
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
Disciplina
Normal
6º
Química, Fertilidade do
Solo e Nutrição de
Plantas
Disciplina
Normal
6º
Inventário Florestal
Disciplina
Normal
6º
Viveiros e sementes
florestais
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
DCIAG
54
36
54
18
36
36
36
36
DCIAG
6º
6º
6º
Máquinas e
Mecanização Agrícola
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
GRUPO DE OPTATIVAS
- I, III, V, VI
DCIAG
7º
Disciplina
Normal
7º
Princípios e métodos
silviculturais
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
7º
7º
7º
7º
7º
8º
Estudos de impactos
ambientais
Genética e
Melhoramento Florestal
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
GRUPO DE OPTATIVAS
– I, II, III, V, VI
Física do solo,
conservação do solo e
da Água
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
x
x
x
x
Gênese
propriedad
ee
classificaçã
o do solo
Dendrometr
ia
Dendrologi
a,
Fisiologia
vegetal
Física I
x
x
x
x
DCIAG
DCIAG
36
36
54
18
36
18
54
36
54
18
DCIAG
Disciplina
x
DCIAG
DCIAG
Recuperação de
ecossistemas florestais
degradados
Cálculo I
Tecnologia
da Madeira
Bases à
biometria
florestal
x
DCIAG
DCIAG
6º
Zoologia
Geral
Cálculo I,
Física I,
Bases para
a
tecnologia
de
produtos
florestais
Anatomia
Vegetal,
Bioquímica
Geral
DCIAG
DCIAG
Química,
Fertilidade
do Solo e
Nutrição de
Plantas
Viveiros e
sementes
florestais
Ecologia
Florestal
Bioquímica
Geral
Princípios e métodos
silviculturais
x
x
x
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
25
Química,
Fertilidade
do Solo e
Nutrição de
Geoprocessamento e
topografia aplicados às
ciências florestais e
ambientais
Plantas
8º
Geoprocessamento e
topografia aplicados às
ciências florestais e
ambientais
DCIAG
Disciplina
Normal
36
54
DCIAG
8º
Patologia Florestal
Disciplina
Normal
8º
Entomologia Florestal
Disciplina
Normal
36
36
18
54
18
54
18
Inventário
Florestal
X
72
0
x
X
36
36
Zoologia
Geral,
Ecologia
Florestal
X
0
72
36
0
DCIAG
Estruturas de madeira e
construções
Disciplina
Normal
8º
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
Disciplina
Normal
9º
Manejo Florestal
Disciplina
Normal
9º
9º
9º
9º
10º
10º
Sociologia e Extensão
Rural
Manejo da fauna
silvestre e manejo de
criadouros
conservacionistas
GRUPO DE OPTATIVAS
– II, IV, V, VI
GRUPO DE OPTATIVAS
– II, IV, V, VI
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão
de Curso
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Estágio
Trabalhos
acadêmicos
Normal
Viveiros e
sementes
florestais,
Microbiolog
ia Geral
Entomologi
a Geral,
Ecologia
Florestal
Desenho
Técnico
Digital,
Física I,
Tecnologia
da Madeira
X
36
DCIAG
8º
Desenho
Técnico
Digital
X
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
Normal
26
x
3.220H ou
3.497HA
X
X
11.2. Disciplinas obrigatórias
Carga Horária
(CHA)
Natureza do
Período de
oferta
Unidade curricular Tipologia Oferecimento
Unidade
acadêmica
responsável
Pré-requisito
Correquisito
Teórica Prática
DCIAG
6º ou 7º
(2° semestre)
4º ou 5º
(2° semestre)
Sistema
Agrosilvopastoril
Disciplina
Normal
Manejo e Gestão de
Unidades de
Disciplina
Conservação
Normal
18
18
Ecologia Geral
Princípios e métodos
silviculturais
54
0
Ecologia Geral
x
36
18
Introdução a
Engenharia
Florestal, Bases à
biometria florestal
x
18
18
Ecologia Florestal
Agrometeorologia
36
0
X
Ecologia Florestal
36
18
Inventário Florestal
x
36
18
Inventário Florestal
x
36
18
Tecnologia da
Madeira
x
DCIAG
DCIAG
4º ou 5º
(1° semestre)
Economia Florestal Disciplina
Normal
6º ou 7º
Incêndios Florestais Disciplina
(1° semestre)
Normal
6º ou 7º
Política e Legislação
Disciplina
(1° semestre)
Florestal
Normal
8º ou 9º
(1° semestre)
Manejo de florestas
Disciplina
naturais
Normal
6º ou 7º
Colheita e Transporte
Disciplina
(2° semestre)
Florestal
Normal
8º ou 9º
Energia da Biomassa
Disciplina
(2° semestre)
Florestal
Normal
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
Como descrito no item 10 em matriz curricular, este grupo de disciplinas
obrigatórias será ofertado na tipificação de normal. O acadêmico do Curso de
Engenharia Florestal deverá cumprir obrigatoriamente estas disciplinas para que
possa integralizar a carga horária do curso. As disciplinas deste grupo serão
ofertadas em semestres intercalados de modo a possibilitar a integralização da
carga horária exigida.
27
11.3. Disciplinas optativas
Carga Horária
(CHA)
Natureza do
Grupo
Unidade
curricular
Unidade
acadêmica
Tipologia Oferecimento
responsável Teórica Prática
DCIAG
I
Painéis de madeira
Disciplina
e adesão e adesivos
Normal
I
Preservação e
permeabilidade da
madeira
Normal
I
I
I
36
18
Tecnologia da madeira
36
18
Tecnologia da madeira
18
18
Tecnologia da madeira
54
18
Tecnologia da madeira
36
18
Tecnologia da madeira
36
18
Tecnologia da madeira
36
18
36
18
54
18
Hidráulica e agrometeorologia
36
18
Inventário florestal
36
36
Cartografia e geoprocessamento;
Desenho Técnico digital
36
36
X
36
18
Inventário florestal; princípios e met.
Silviculturais
36
18
Agrometeorologia
54
18
Ecologia Geral
36
18
Fisiologia vegetal
36
18
Princípios e met. Silviculturais
36
18
X
36
0
Politica e legislação florestal
54
18
Fisiologia vegetal
54
18
Microbiologia geral
DCIAG
Disciplina
Produtos
Disciplina
energéticos da
madeira
Propriedades
físicas e mecânicas Disciplina
da madeira
Serraria e secagem
da madeira
Pré-requisito
Disciplina
Normal
DCIAG
DCIAG
Normal
Normal
I
Tecnologia de papel
Disciplina
e celulose
Normal
II
Estradas Florestais
Disciplina
Normal
II
Hidráulica
Disciplina
Normal
II
Irrigação e
drenagem
Disciplina
Normal
II
Modelagem da
produção florestal
Disciplina
Normal
II
Topografia
Geoprocessada
Disciplina
Normal
II
Cartografia e
Disciplina
Geoprocessamento
Normal
II
Planejamento
Florestal
Disciplina
Normal
II
Manejo de bacias
hidrográficas e
hidrologia
Disciplina
Normal
III
Agroecologia
Disciplina
Normal
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
Geoprocessamento e topografia
aplicados às ciências florestais
ambientais
Geoprocessamento e topografia
aplicados às ciências florestais
ambientais
DCIAG
DCIAG
III
Floricultura e
paisagismo
Disciplina
Normal
III
Cultura de
essências exóticas
e nativas
Disciplina
Normal
III
Educação ambiental Disciplina
Normal
III
Legislação
ambiental I
Disciplina
Normal
IV
Biologia e manejo
Disciplina
de plantas daninhas
Normal
IV
Fitopatologia geral
Normal
DCIAG
DCIAG
DCIAG
Disciplina
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
28
DCIAG
IV
Receituário
agronômico
Disciplina
Normal
V
Princípios de
economia
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
V
V
Filosofia da ciência
e ética
Gerenciamento da
indústria da
madeira
36
18
Patologia Florestal; Entomologia
Florestal, Biologia e manejo de plantas
daninhas
54
0
X
36
0
X
36
0
Industrialização da madeira
36
0
Industrialização da madeira; princípios
e métodos silviculturais
36
18
X
72
0
X
36
18
Microbiologia geral e Bioquimica Geral
18
18
Fisiologia vegetal
18
36
Introdução à Engenharia Florestal
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
V
Gerenciamento de
resíduos de base
florestal
Disciplina
Normal
V
Gestão ambiental
Disciplina
Normal
V
Libras
Disciplina
Normal
VI
Biologia molecular
Disciplina
Normal
VI
Propagação de
plantas
Disciplina
Normal
VI
Seminários em
Disciplina
engenharia florestal
Normal
DCIAG
DCIAG
DECEB
DCIAG
DCIAG
Grupo – I : Tecnologia de produtos florestais; Grupo – II : Engenharia; Grupo – III : Ciências do Ambiente; Grupo – IV: Proteção Florestal; Grupo
V : Ciências Sociais Aplicadas e Humanas; Grupo VI : Outras optativas.
11.4. Matriz de organização curricular
A organização curricular está divididas em três Núcleos: Básico, Essencial e
Específico. Esses núcleos permeiam entre si de forma que os conhecimentos do
Núcleo Básico adquiridos darão subsídios para conhecimento das disciplinas do
Núcleo Essencial, que por sua vez darão conhecimento para as disciplinas do
Núcleo Específico.
Embora esses núcleos de disciplinas contemplem a formação científica do
Engenheiro Florestal também estão inseridas na organização curricular disciplinas
optativas, que dentro da expectativa do acadêmico poderão abordar conhecimentos
específicos do curso ou de outras áreas que atenderem sua demanda por conteúdo
de seu interesse.
Além desses componentes curriculares relacionados à formação científica
existem também outros elementos como as atividades acadêmicas, estágio
supervisionado e atividades complementares que atuam direta ou indiretamente na
29
formação do profissional oportunizando-lhe a aquisição de experiências diversas em
instituições privadas e públicas da sua área de formação. Também o relacionamento
com o meio cientifico-acadêmico e até mesmo profissional no intuito de estimular as
atividades extra universidade como congressos, encontros e reuniões, além da
formação de cidadania com as atividades administrativas de classe, entre outras
atividades complementares descritas no item 9 deste PPC, muito têm a colaborar na
formação do profissional Engenheiro Florestal formado pela UFSJ.
Neste projeto a carga horária do curso (CH) é baseada em horas de 60 minutos
como referência. Já a carga horária em hora-aula (CHA) é constituída por unidades
curriculares em múltiplos de dezoito horas-aula (18 horas-aula), sendo a duração
das aulas (DHA) de 55 minutos.
Carga horária (CH)/(CHA)
Unidade curricular
Conteúdo
de
natureza
científico-cultural
Atividades complementares
Estágio supervisionado
Trabalho acadêmico
Obrigatória
Optativa
3.383 H (3.690 HA)*
198 H (216 HA)*
Eletiva
Total
3.581H (3.906 HA)*
100 H
100 H
72 H
72 H
36 H
36 H
Outros:
Carga horária total para
3.789 H
Integralização
Obs.: especificar particularidades na organização curricular com implicações no cadastro
da estrutura curricular no CONTAC
Devem ser consideradas 324 HA de disciplinas ofertadas dos grupos de obrigatórias para a integralização da
carga horária total de disciplinas do curso.
* Valores de horas aula múltiplos de 18.
H- carga horária em função do tempo de referencia de 60 minutos.
30
12 FLUXOGRAMA GERAL
1° PER
2° PER
3° PER
4° PER
5° PER
6° PER
7° PER
8° PER
9° PER
10° PER
Int. à ciência do solo:
Mineralogia (36 HA) (33
H)
Anatomia Vegetal (72
HA) (66H)
Comp. químicos e
anatômicos da madeira
(72 HA) (66H)
Tecnologia da Madeira
(90 HA) (82,5H)
Entomologia Geral (72
HA) (66H)
Química, Fertilidade do
Solo e Nutrição de
Plantas (90 HA) (82,5H)
Recup. de ecossistemas
florestais degradados (72
HA) (66H)
Fís. do solo, conservação
do solo e da Água (72
HA) (66H)
Manejo Florestal (72 HA)
(66H)
Estágio Supervisionado
(72H)
Citologia (54 HA) (49,5
H)
Cálculo I (90 HA)
(82,5H)
Física I (72 HA) (66H)
Gênese propriedade e
classificação do solo (72
HA) (66H)
Agrometeorologia (54
HA) (49,5H)
Inventário Florestal (72
HA) (66H)
Princípios e métodos
silviculturais (72 HA)
(66H)
Geoproc. e top. aplicado
a ciên. Flor. e Ambientais
(90 HA) (82,5H)
Sociologia e Extensão
Rural (72 HA) (66H)
Trabalho de Conclusão
de Curso (36H)
Desenho Técnico Digital
(54 HA) (49,5H)
Química analítica (72
HA) (66H)
Bioquímica Geral (72
HA) (66H)
Ecologia Florestal (72
HA) (66H)
Fisiologia vegetal (72
HA) (66H)
Viveiros e sementes
florestais (72 HA) (66H)
Estudos de impactos
ambientais (54 HA)
(49,5H)
Patologia Florestal (72
HA) (66H)
Man. fauna silv. e man.
Criad. conserv. (72 HA)
(66H)
Intr. à Engenharia
Florestal (36 HA) (33H)
Química orgânica (54
HA) (49,5H)
Bases à biometria
florestal (54 HA) (49,5H)
Plantas Úteis do Cerrado
(36 HA) (33H)
Algoritmos e Estrutura de
Dados (72 HA) (66H)
Máquinas e Mecanização
Agrícola (72 HA) (66H)
Genética e Melhoramento
Florestal (90 HA)
(82,5H)
Entomologia Florestal
(54 HA) (49,5H)
Grupo de optativas - II,
IV, V, VI
Química Geral (54 HA)
(49,5H)
Bases para a tec.de
produtos florestais (54
HA) (49,5H)
Metod. da pesq. e
redação científica (54
HA) (49,5H)
Mét. Estat. Aplicados à
Engenharia Florestal (72
HA) (66H)
Industrialização da
madeira (72 HA) (66H)
Grupo de obrigatórias
anuais
Grupo de obrigatórias
anuais
Estruturas de madeira e
construções (72 HA)
(66H)
Grupo de optativas - II,
IV, V, VI
Ecologia Geral (72 HA)
(66H)
Dendrologia (54 HA)
(49,5H)
Prod. Flor. Não
Madeireiros (36 HA)
(33H)
Microbiologia Geral (72
HA) (66H)
Dendrometria (72 HA)
(66H)
Grupo de obrigatórias
anuais
Grupo de obrigatórias
anuais
Grupo de obrigatórias
anuais
Grupo de obrigatórias
anuais
Sistemática e
organografia vegetal(54
HA) (49,5H)
Zoologia Geral (72 HA)
(66H)
Estatística Básica (72
HA) (66H)
Grupo de obrigatórias
anuais
Grupo de obrigatórias
anuais
Grupo de optativas - I,
III, V, VI
Grupo de optativas - I, II,
III, V, VI
ATIVIDADES ESPECIAIS COMPLEMENTARES: monitoria, iniciação científica, participação e trabalho em congresso, atividade extensionista, estágio voluntário, minicurso, palestra, curso de línguas, etc. (100 h).
31
13. EMENTARIO DAS DISCIPLINAS
13.1. Disciplinas obrigatórias
13.1.1. Núcleo disciplinas básicas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Citologia
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período: 1º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Estrutura e funcionamento dos sistemas subcelulares e celulares, incluindo: organização e função no
nível supramolecular. Função de cada estrutura/organito – comparação entre células de organismos
procariotos e eucariotos: material genético/núcleo, membrana plasmática, sistema de
endomembranas (ribossomos, retículo endoplasmático rugoso e liso, aparelho de Golgi, lisossomos),
citosqueleto, relação com o meio extracelular (matriz extracelular e parede celular), processos de
geração de energia (mitocôndria/cloroplasto/peroxissomo). Comunicação, sinalização e transporte
celulares. Ciclo e divisão celular de células somáticas e germinativas. Metodologias utilizadas no
estudo das células.
OBJETIVOS
32
Esta disciplina tem como objetivo proporcionar aos alunos conhecimentos sobre sistemas
celulares, de forma individualizada ou constituindo organismos, abordando interações existentes
entre a informação genética e sua expressão, tanto: a) na forma de substâncias celulares,
quanto a sua constituição, metabolismo e fisiologia, na constituição e função das membranas e
organelas, b) nas ações celulares e c) nos ecossistemas. Os objetivos específicos abrangem: 1)
conceituar organismos eucariotos e procariotos, bem como, unicelulares e pluricelulares; 2)
caracterizar as membranas celulares e correlacionar composição, estrutura e função; 3)
compreender a síntese de macromoléculas como um processo relacionado ao sistema de
endomembranas e a interdependência entre as organelas; 4) identificar os componentes
estruturais celulares em interação com o meio extracelular em organismos pluricelulares; 4) explicar
os processos básicos de geração de energia e compará-los no nível de organelas entre células
vegetais e animais; 5) compreender que os processos celulares de sobrevivência são processos
dinâmicos de sistemas biológicos; 6) classificar os principais tipos de via de sinalização celular e
compreender a importância da comunicação celular para os processos de sobrevivência, proliferação,
diferenciação e morte celulares; 7) caracterizar as fases do ciclo celular de acordo com a integridade
das organelas e a atividade celular apresentada; 8) identificar e caracterizar as fases dos
processos de divisão mitótica e meiótica; 9) compreender que os sistemas celulares são sistemas
abertos de comunicação com o meio extracelular; 10) desenvolver o conhecimento crítico e
científico sobre biotecnologia a partir do conhecimento de estrutura celular, processos e funções
relacionadas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, H.F.; RECCO-PIMENTEL, S.M. A célula. 2 ed. São Paulo: Manole, 2007. 380p.
DE ROBERTIS JR, E.M.R; HIB, J.; PONZIO, R. Biologia celular e molecular. 1 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 413p.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. 8 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 332p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 1268p.
COOPER, G.M.; HAUSMAN, R.E. A célula: uma abordagem molecular. 3 ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009. 716p.
KARP, G. Biologia celular e molecular: conceitos e experimentos. 3 ed. Barueri: Manole, 2005.
786p.
LODISH, H. et al. Biologia celular e molecular. 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. 1054p.
MENDHAM, J. et al. Vogel, análise química quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 462p.
TURNER, P.C. et al. Biologia molecular. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 287p.
33
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Desenho Técnico Digital
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período: 1º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Primeira parte: normas e técnicas de desenho – introdução ao desenho técnico; instrumentos de
desenho, tipos e manuseio; figuras geométricas; perspectiva isométrica comum, com elementos
paralelos, oblíquos, circulares e diversos; projeção ortográfica de figuras planas de sólidos
geométricos, com elementos paralelos, oblíquos, circulares e diversos; cortes comum, composto,
parcial, meio-corte e cortes nas vistas ortográficas; seção e encurtamento; vistas auxiliares;
dimensionamento e cotagem; escalas; formatos padrões de folhas, margens e legendas;
classificação do desenho quanto ao grau de elaboração; noções de desenho técnico arquitetônico,
topográficos, de instalações elétricas e hidro-sanitárias. Segunda parte: software QCAD para
desenho técnico – introdução ao conceito de projeto auxiliado por computador (CAD – Computer
Aided Design); interface do usuário no QCAD; modos de execução de comandos; linha de
comando do QCAD; manipulação de arquivos; impressão e plotagem; comandos básicos de edição;
visualização: zoom e pan; camadas de desenho: criação, modificação e organização do arquivo; os
blocos: criação e uso; fixação relativa de entidades; comandos para criação de entidades;
comandos de modificações; comandos de texto; comandos de medições.
OBJETIVOS
Habilitar os alunos a representar corretamente os elementos físicos da bioengenharia (ex. peças
mecânicas de maquinário industrial, topografia de propriedades rurais e construções agropecuárias,
etc.) através do desenho técnico, desenvolvendo a percepção visual. Fornecer os elementos
necessários para que os alunos estejam aptos a elaborar desenhos elegantes, tecnicamente
rigorosos e amplamente legíveis. Habilitá-los na leitura e interpretação de desenhos técnicos
arquitetônicos, com noções básicas de desenho mecânico, topográfico, elétrico e hidro-sanitário.
Instrumentar os alunos com moderno software CAD para que desenvolvam desenhos técnicos de
maneira eficiente e precisa.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
34
MAGUIRE, D.E.; SIMMONS, C.H. Desenho técnico. São Paulo: Hemus, 2004. 257p.
SILVA, A. et al. Desenho técnico moderno. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 475p.
VENDITTI, M.V.R. Desenho técnico sem prancheta com AutoCAD 2010. 2 ed. Florianópolis:
Visual.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BALDAM, R.; COSTA, L. AutoCAD 2010: utilizando totalmente. São Paulo: Érica, 2010. 520p.
FONSECA, R.S. Elementos do Desenho Topográfico. São Paulo: McGraw Hill do Brasil, 1973.
192p.
FRENCH, T.E.; VIERCK, C.J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8 ed. Rio de Janeiro: Globo,
2010. 1093p.
MONTENEGRO, G.A. Desenho arquitetônico: para cursos técnicos de 2ºgrau e
faculdades de arquitetura. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2001. 167p.
NEIZEL, E. Desenho Técnico para construção civil. São Paulo: EPU, 1974. V.1. 72p.
35
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Química Geral
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período: 1º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Estrutura atômica. Noções de Mecânica Quântica. Configuração eletrônica. Números quânticos.
Classificação periódica dos elementos. Propriedades periódicas. Ligações químicas. Forças
intermoleculares. Polaridade e Solubilidade. Moléculas polares, apolares e anfifílicas. Geometria
molecular e teorias de ligação. Funções inorgânicas. Conceitos Ácido-Base e escala de pH.
Estequiometria da fórmula e da equação. Soluções: propriedades e títulos. Equilíbrio Químico.
Solução Tampão. Teoria das reações de oxidação-redução.
OBJETIVOS
Familiarizar o estudante com os fundamentos teórico-práticos da química inorgânica, conduzindo-o
ao estudo das funções inorgânicas, transformações químicas, relações estequiométricas e equilíbrio
químico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BROWN, L.S; HOLME, T.A. Química geral aplicada à engenharia. São Paulo: Cengage Learning,
2009. 653p.
KOTZ, J.C; TREICHEL JR., P.M; WEAVER, G.C. Química geral e reações químicas. 6 ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2010. V.1. 611p.
KOTZ, J.C; TREICHEL JR., P.M; WEAVER, G.C. Química geral e reações químicas. 6 ed. São
Paulo: Cengage Learning, 2010. V.2. 473p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
36
BRADY, J.E; HUMISTON, G.E. Quimica geral. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1986. V.2. 264p.
BRADY, J.E; HUMISTON, G.E. Química geral. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. V.1. 410p.
RUSSELL, J.B. Quimica geral. 2 ed. São Paulo: Pearson: Makron Books, 2008. V.1. 621p.
RUSSELL, J.B. Quimica geral. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2008. V.2. 656p.
SPENCER, J.N.; BODNER, G.M.; RICKARD, L.H. Química - Estrutura e dinâmica. 3 ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2007. V.1. 470p.
SPENCER, J.N.; BODNER, G.M.; RICKARD, L.H. Química - Estrutura e dinâmica. 3 ed. Rio
de Janeiro: LTC, 2007. V.2. 394p.
37
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Química Orgânica
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período: 1º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito Química geral
EMENTA
Introdução à química do carbono. Função e nomenclatura dos compostos orgânicos:
Hidrocarbonetos, compostos oxigenados, compostos nitrogenados, compostos aromáticos,
compostos heterocíclicos. Forças intermoleculares. Ácidos e bases em química orgânica.
Estereoquímica dos compostos orgânicos. Principais mecanismos das reações orgânicas.
OBJETIVOS
Introduzir os conceitos, teórico-práticos fundamentais da Química Orgânica, por meio do estudo das
estruturas, análise, síntese e reatividade das principais funções orgânicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RUSSELL, J.B. Quimica geral. 2 ed. São Paulo: Pearson Makron Books, 2008. V.2. 656p.
SOLOMONS, T.W.G.; FRYHLE, C.B. Química orgânica. 9 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. V.1.
675p.
SOLOMONS, T.W.G.; FRYHLE, C.B. Química orgânica. 9 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. V.2. 496p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALLINGER, N.L. et al. Química orgânica. 2 ed. Rio de Janeiro: LTC, 1976. 961p.
AMARANTE JR., O.P.; VIEIRA, E.M.; COELHO, R.S. Poluentes Orgânicos. 1 ed. São Carlos: Rima,
ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 965p.
BRUICE, P.Y. Química orgânica. 4 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. V.1. 590p.
BRUICE, P.Y. Química orgânica. 4 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. V.2. 641p.
UCKO, D.A. Química para as ciências da saúde: uma introdução à química geral, orgânica e
biológica. 2 ed. São Paulo: Manole, 1992. 646p.
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Química Analítica
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Química geral
Período: 2º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Introdução à análise qualitativa. Aplicações biológicas, fontes de erro e princípios de cada
técnica. Fenômenos de equilíbrio. Reações características de cátions e de ânions. Isolamento,
caracterização e respectivas técnicas de separação e identificação. Análises de sais minerais.
Introdução à análise quantitativa. Descrição dos princípios e dos equipamentos. Amostragem.
Tratamento dos dados analíticos. Técnicas gerais de análise quantitativa. Análises gravimétricas,
volumétricas e instrumentais de elementos e compostos minerais. Análise instrumental e identificação
e quantificação de compostos.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno fundamentos e aplicabilidades de técnicas de análise química utilizadas em
biossistemas. Ao longo do curso, o aluno adquirirá competência para: Apontar técnicas, passíveis de
aplicação, para a quantificação de analitos os quais irão fornecer subsídios na busca de soluções
para desafios dentro dos diversos biossistemas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BACCAN, N. et al. Química analítica quantitativa elementar. 3 ed. São Paulo: Edgard Blücher,
2008. 308p.
MENDHAM, J. et al. Vogel, análise química quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 462p.
SKOOG, D.A. et al. Fundamentos da química analítica. São Paulo: Cengage Learning,
2008. 999p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
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CHRISTIAN, G.D. Analytical chemistry. 6 ed. New York: John Wiley & Sons, 2004. 828p.
HARRIS, D.C. Análise química quantitativa. 6 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2005. 876p.
SETTLE, F.A. Handbook of Instrumental Techniques for Analytical Chemistry. New Jersey:
Prentice Hall PTR, 1997. 995p.
SKOOG, D.A. et al. Analytical chemistry: an introduction. 7 ed. USA: Thomson Learning, 2000.
773p. (Saunders golden sumust series).
STOEPPLER, M. Sampling and Sample Preparation: Practical Guide for Analytical
Chemists. Berlim: Springer-Verlag, 1997. 202p.
VOGEL, A.I. Quimica analítica qualitativa. 5 ed. São Paulo: Mestre Jou, 1981. 665p.
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Anatomia Vegetal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 18
Prática: 54
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito
Período: 2º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Introdução à Botânica. Embriologia: do embrião à planta adulta. Espermatófitas: morfologia
externa de raiz, caule, folha, estruturas de reprodução, fruto e semente. Célula vegetal.
Meristemas. Sistemas de tecidos: dérmico, fundamental e condutor. Anatomia da folha. Estruturas
secretoras.
OBJETIVOS
Conhecer de forma geral as partes dos vegetais, suas estruturas e funções bem como fornecer
familiaridade com a microscopia para fornecer subsídios á disciplinas essenciais aos dos estudo em
Engenharia Florestal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CUTTER, E.G. Anatomia vegetal. 2 ed. São Paulo: Roca, 2002. V.1. 304 p.
CUTTER, E.G. Anatomia vegetal. São Paulo: Roca, 2002. V.2. 336 p.
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Blucher, 2007. 293 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
41
BALTAR, S.L.S M. Manual prático de morfoanatomia vegetal. São Carlos: Rima, 2006. 88p.
BONA, C.; BOEGER, M.R.; SANTOS, G.O. Guia ilustrado de anatomia vegetal. Ribeirão Preto:
Holos Editora, 2004. 80p.
CASTRO, E.M. de; PEREIRA, F.J.; PAIVA, R. Histologia Vegetal: Estrutura e Função de
Órgãos Vegetativos. Lavras: UFLA. 2009. 234p.
DE SOUZA, L.A. Morfologia e anatomia vegetal: células, tecidos, órgãos e plântulas. 1 ed.
Ponta Grossa: UEPG, 2009. 259p. il.
DE SOUZA, L.A. Morfologia e anatomia vegetal: teorias e práticas. 1 ed. Ponta Grossa: UEPG,
2009. 259p. il.
GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H. Morfologia vegetal: organografia e dicionário ilustrado
de morfologia das plantas vasculares. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 2007.
416p.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Cálculo I
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 90 horas-aula (82,5 horas)
Teórica: 90
Prática: 0
Total: 90
Pré-requisito
Período: 2º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Funções: definição, formas de representação, gráfico cartesiano, domínio e imagem. Função
crescente e decrescente, composta e inversa. Limite e continuidade. Derivadas e Aplicações.
Integral e aplicações.
OBJETIVOS
Fornecer aos alunos conhecimentos essenciais de cálculo diferencial e integral que os permitam
observar a pertinência do estudo do assunto nas diversas sub-áreas da engenharia; Identificar
técnicas e conteúdos a serem aplicados na resolução de problemas reais da engenharia; Despertar
os alunos para a necessidade de aplicar os conteúdos trabalhados em pesquisas científicas
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTON, H.; BIVENS, I.; DAVIS, S. Cálculo. 8 ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. V.1. 581p.
ÁVILA, G. Cálculo: das funções de uma variável. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. V.1. 311p.
SIMMONS, G.F. Cálculo com geometria analítica. São Paulo: Pearson: Makron Books, 2008. V.1.
829p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
GOLDSTEIN, L.J.; LAY, D.C; SCHNEIDER, D.I. Cálculo e suas aplicações. 1 ed. São Paulo:
Hemus, 2007. 521p.
GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. V.1. 635p.
LEITHOLD, L. O cálculo com geometria analítica. 3 ed. São Paulo: Harbra, 1994. V.1. 685p.
LIMA, J. et al. Biomatemática - Uma Introdução para o curso de Medicina. 2 ed. São Paulo: Almedina
Brasil, 2004. 430p.
STEWART, J. Cálculo. 6 ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010. V. 1. 535p.
SVIERCOSKI, R.F. Matemática aplicada às ciências agrárias: análise de dados e modelos. 1
ed. Viçosa: UFV, 2008. 333p.
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Física I
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 72
Prática: 0
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito
Período: 3º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Unidades, Grandezas Físicas e Vetores; Força e Leis de Newton; Dinâmica da Partícula; Energia
Mecânica; Leis de Conservação em Mecânica; Rotação; Estática; Hidrostática.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno a capacidade de compreensão e equacionamento dos fenômenos físicos.
Desenvolver no aluno, a habilidade de observação, de análise crítica e resolução dos fenômenos
físicos. Dar ao aluno condições de analisar e raciocinar sobre problemas de física na área de
engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEER, F.P; JOHNSTON JR., E.E.R. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 5 ed. São
Paulo: Makron Books, 2006. V.1. 793p.
NUSSENZVEIG, H.M. Curso de física básica. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2009. V.1. 328p.
YOUNG, H.D; FREEDMAN, R.A. Sears & Zemansky - Física I: mecânica. 12 ed. São Paulo:
Pearson, 2008. V.1. 402p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CHAVES, A. Física básica: mecânica. 1 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007. 328p.
DURÁN, J.E.R. Biofísica: fundamentos e aplicações. São Paulo: Pearson: Prentice Hall,
2006. 318p. GARCIA, E.A.C. Biofísica. São Paulo: Sarvier, 2007. 387p.
HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos de física. 7 ed. Rio de Janeiro: LTC,
2006. V.1. 356 p.
HENEINE, H.F. Biofísica básica. São Paulo: Atheneu, 2010. 391p.
TIPLER, P.A. Física para cientistas e engenheiros: mecânica, oscilações e ondas,
termodinâmica. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. V.1. 651 p.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Bioquímica Geral
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Química orgânica
Período: 3º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Origem da vida. Água em sistemas biológicos. Aminoácidos. Proteínas: estrutura e função.
Sistema tampão, transporte de gases e equilíbrio ácido-base do sangue. Cinética enzimática.
Metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas. Aspectos bioquímicos da ação hormonal.
Integração metabólica. Fotossíntese.
OBJETIVOS
O objetivo é fornecer aos alunos uma fundamentação sobre biomoléculas, processos bioquímicos
gerais e metabolismo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERG, J.M; TYMOCZKO, J.L; STRYER, L. Bioquímica. 6 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. 1114p.
MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica básica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2007. 386p.
NELSON, D.L; COX, M.M. Lehninger princípios de bioquímica. 4 ed. São Paulo: Sarvier, 2006.
1202p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CAMPBELL, M.K. Bioquímica. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2001. 752p.
CHAMPE, P.C.; HARVEY, R.A; FERRIER, D.R. Bioquímica ilustrada. 4 ed. Porto Alegre:
Artmed, 2009. 528p.
PALERMO, J.R. Bioquímica da nutrição. São Paulo: Atheneu, 2008. 172p.
TYMOCZKO, J.L.; BERG, J.M.; STRYER, L. Bioquímica fundamental. 1 ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. 780p.
VOET, D.; VOET, J.G; PRATT, C.W. Fundamentos de bioquímica: a vida em nível molecular. 2 ed.
Porto Alegre: Artmed, 2008. XXVIII, 1241p.
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Zoologia Geral
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito
Período: 1º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Classificação e nomenclatura zoológica. Introdução ao estudo multidisciplinar da diversidade
taxonômica e ecológica dos animais invertebrados e vertebrados. Caracterização morfofisiológica,
ciclo de vida, habitat, diversidade, importância ecológica, médica e agrícola dos animais. Relação entre
os seres vivos. Protozoários. Platelmintes. Nematódeos. Anelídeos. Moluscos. Artrópodes. Cordados.
OBJETIVOS
Identificar a aplicação da classificação de animais e nomenclatura zoológica na vida profissional
do agrônomo. Descrever a estrutura e a fisiologia de animais de cada um dos grupos de
protozoários até o homem, bem como as inter-relações entre os animais, ambientes e humanidade.
Relacionar a importância dos animais com meio e suas relações com o homem. Descrever
características morfológicas externas e o funcionamento dos sistemas internos. Conhecer as
estruturas, funções, relações e história evolutiva dos principais filos de animais. Relacionar as
formas e estruturas aos mecanismos fisiológicos destes animais e principais contribuições biológicas
de cada filo. Conhecer o ciclo de vida dos principais agentes de doenças parasitárias humanas,
veterinárias e de plantas e listar as medidas para o seu controle.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GULLAN, P.J.; CRANSTON, P.S. Os insetos: um resumo de entomologia. 3 ed. São Paulo:
Roca, 2007.440p.
HICKMAN, C.P.; ROBERTS, L.S.; LARSON, A. Princípios integrados de zoologia. 11 ed. Rio
de Janeiro: Guanabara, 2004. 846p.
STORER, T.I. et al. Zoologia Geral. 6 ed. São Paulo: Nacional, 1989. 816p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
46
BRUSCA, R.C.; BRUSCA, G.J. Invertebrados. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2007. 1092p.
DELLA LUCIA, T.M.C.; REIS Jr, R.; LUCINDA, P.H.F. Zoologia dos invertebrados I: Protozoa
a Nematoda, manual de laboratório. 2 ed. Viçosa: UFV, 2002. 169p.
DELLA LUCIA, T.M.C.; REIS Jr, R.; OLIVEIRA, M.C. Zoologia dos invertebrados II: Mollusca
a Echinodermata, manual de laboratório. 2 ed. Viçosa: UFV, 2002. 193p.
RIBEIRO-COSTA, C.S.; ROCHA, R.M. Invertebrados: manual de aulas práticas. Série
manuais práticos em Biologia. 3 ed. Ribeirão Preto: Holos, 2002. 271p.
RUPPERT, E. E.; BARNES, R. D.; FOX, R. S. Zoologia dos Invertebrados: uma abordagem
funcional-evolutiva. 7 ed. São Paulo: Roca, 2005. 1168p.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Ecologia Geral
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 72
Prática: 0
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito
Período: 1º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
1. Ecologia. 2. O indivíduo, seus atributos e bases de evolução. 3. Habitat, condições, recursos
e nicho ecológico. 4. Teoria da seleção r e K. 5. Populações, atributos e sua regulação. 6.
Interações entre populações, manejo de extrativismo (vegetal e animal). 7. Comunidades e seus
atributos. Modelos de distribuição de abundância de espécies. 8. Sucessão ecológica primária e
secundária. Recuperação de áreas degradadas. 9. Fluxo de energia. Ciclos biogeoquímicos.
Ecossistemas e biomas. 10.Princípios da educação ambiental.
OBJETIVOS
Objetiva o desenvolvimento de raciocínio em ecologia de populações e de ecossistemas, estimulando
uma melhor visão estrutural e processual de ecossistemas aquáticos e terrestres, tropicais e
temperados, conservados e impactados, naturais ou cultivados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BEGON, M.; TOWNSED, C.R.; HARPER, J.L. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4 ed.
Porto Alegre: Artmed, 2007. 740 p.
ODUM, E.P; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Cengage Learning, 2008. 612
p.
RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 503 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
48
BRANCO, S.M. Ecossistêmica: uma abordagem integrada dos problemas do meio
ambiente. São Paulo: Edgard Blucher, 1989. 141p.
CULLEN, J.R.; VALLADARES-PADUA, C.; RUDRAN, R. Métodos de estudos em biologia
da conservação e manejo da vida silvestre. 2 ed. Curitiba: UFPR, 2006. 651p. (Pesquisa; n.143).
KAGEYAMA, P.Y. et al. Restauração ecológica de ecossistemas naturais. Botucatu: FEPAF,
2008. 340 p.
PRIMACK, R.B; RODRIGUES, E. Biologia da conservação. Londrina: Planta, 2001. 327 p.
TUNDISI, J. G., REBOUÇAS, A. C., BRAGA, B. Águas doces no Brasil. 3ª. ed. São Paulo:
Escrituras. 2006. v 1. 720 p.
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Estatística Básica
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 72
Prática: 0
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Cálculo I
Período: 3º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Descrição de dados. Introdução ao estudo de probabilidades. Aplicações das distribuições de
probabilidades binomial, normal, t, f e qui-quadrado. Definição dos erros. Construção de intervalos de
confiança. Testes de hipótese. Correlação e regressão linear simples.
OBJETIVOS
Apresentar aos alunos uma introdução aos princípios gerais da estatística descritiva e probabilidade,
apresentando as idéias elementares de Estatística sobre organização de dados em tabelas e
gráficos; medidas descritivas, noção de variabilidade de dados de observação e análise de dados
obtidos através de levantamentos na solução de problemas dos campos das bioengenharias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DÍAZ, F.R.; LÓPEZ, F.J.B. Bioestatística. São Paulo: Thomson Learning, 2007. 284p.
PAGANO, M.; GAUVREAU, K. Princípios de bioestatística. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
506p.
TRIOLA, M.F. Introdução à estatística. 10 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2008. 696p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BUSSAB, W.O; MORETTIN, P.A. Estatística básica. 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2010. 540p.
FERREIRA, D.F. Estatística básica. 2 ed. Lavras: UFLA, 2009. 663p.
LEVINE, D.M. Estatística: teoria e aplicações usando microsoft excel em português. 5 ed.
Rio de Janeiro: LTC, 2008. 776p.
MONTGOMERY, D.C.; RUNGER, G.C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros.
4 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 514p.
VIEIRA, S. Introdução à bioestatística. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 1980. 196p.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Microbiologia Geral
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Citologia
Período: 4º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Princípios de microbiologia. Caracterização e classificação de microrganismos. Caracterização da
estrutura e função de microrganismos. Nutrição, crescimento e cultura microbiana. Metabolismo
microbiano. Controle de crescimento microbiano. Biologia molecular de microrganismos. Genética
microbiana. Interações microbianas.
OBJETIVOS
Ao final da disciplina o aluno deverá ser capaz de conhecer os princípios da microbiologia, identificar
os tipos de microorganismos e suas interações na área das ciências agrárias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MADIGAN, M.T; MARTINKO, J.M; PARKER, J. Microbiologia de Brock. 10 ed. São Paulo:
Pearson Prentice Hall, 2008. 608p.
TORTORA, G.J; FUNKE, B.R; CASE, C.L. Microbiologia. 8 ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 894p.
WINN JR., W.C. et al. Koneman, diagnóstico microbiológico: texto e atlas colorido. 6 ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 1565p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARTER, G.R. Fundamentos de bacteriologia e micologia veterinária. São Paulo: Roca, 1988.
249p.
HIRSH, D.C; ZEE, Y.C. Microbiologia veterinária. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. 446p.
MURRAY, P.R. et al. Microbiologia médica. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. 762p.
PELCZAR, M.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2 ed. São
Paulo: Pearson Makron Books, 2008. V.1. 524p.
PELCZAR, M.; CHAN, E.C.S.; KRIEG, N.R. Microbiologia: conceitos e aplicações. 2 ed. São
Paulo: Pearson Makron Books, 2008. V.2. 517p.
SILVA FILHO, G.N.; OLIVEIRA, V.L. de. Microbiologia: manual de aulas práticas. 2
ed. Florianópolis: UFSC, 2007. 157p.
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Sistemática e Organografia Vegetal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 18
Prática: 36
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período: 1º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Importância da classificação vegetal. Estudo dos principais sistemas de classificação vegetal.
Técnicas de herborização. Noções de morfologia externa vegetal. Chaves de identificação.
Sistemática e taxonomia das principais famílias botânicas, com destaque para as de importância
agropecuária.
OBJETIVOS
Proporcionar conhecimentos sobre os principais sistemas de classificação em Botânica;
Fornecer subsídios aos alunos para a interpretação da diversidade morfológica das plantas com
sementes e suas implicações filogenéticas; Capacitar os alunos a reconhecer, usando caracteres
morfológicos, famílias botânicas importantes em nossa flora, com ênfase naquelas de interesse
agropecuário; Capacitar os alunos ao reconhecimento de um táxon, baseando-se em sistemas da
Escola Filogenética, The Angiosperm Phylogeny Group (APG III) (2009); Treinar os alunos em
projeto de florística: coleta, herborização, nomenclatura, chaves de identificação, descrição
botânica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H. Morfologia Vegetal: Organografia e dicionário ilustrado
de morfologia das plantas vasculares. São Paulo: Instituto Plantarum de estudos da Flora. 2007.
416p.
JUDD, W.S.; CAMPBELL, C.S.; KELLOGG, E.A.; STEVENS, P.F.; DONOGHUE, M.J.
Sistemática Vegetal: um enfoque filogenético. 3 ed. Porto Alegre: ARTMED. 2009. 632p.
SOUZA, V.C.; LORENZI, H. Botânica Sistematica: Guia ilustrado para identificação das famílias
de Fanerógamas nativas e exóticas no Brasil, baseado em APG II. 2 ed. Nova Odessa: Instituto
Plantarum. 2008.704p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
52
BARROSO, G.M.; PEIXOTO, A.L.; ICHASO, C.L.F.; GUIMARÃES, E.F.; COSTA, C.G. Sistemática
de Angiospermas do Brasil. 2 ed. Viçosa: UFV. 2007. V.1. 310 p.
DE SOUZA, L.A. Morfologia e anatomia vegetal: células, tecidos, órgãos e plântulas.1 ed.
Ponta Grossa: UEPG, 2009. 259 p. il.
LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas
nativas do Brasil. 3 ed. Nova Odessa: Plantarum, 2009. V.2. 384p.
LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas
nativas do Brasil. 5 ed. Nova Odessa: Plantarum, 2002. V.1. 385p.
LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. Nova
Odessa: Plantarum, 2008. 672p.
53
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Metodologia da Pesquisa e Redação Científica
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período: 3º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Metodologia Científica: fases de desenvolvimento da pesquisa, conduta na experimentação em
campo e laboratório, análise, interpretação e produção de resultados. Redação científica: estrutura
e elaboração de projetos, relatórios e monografias. Estrutura e elaboração de artigos científicos.
Comunicação científica: regras para a apresentação de palestras e pôsteres.
OBJETIVOS
Fundamentar as bases da metodologia científica preparando o aluno para o desenvolvimento de
projetos de pesquisa, monografia, dentre outros, desde a identificação do problema, levantamento
bibliográfico, proposição de hipóteses e predições coesas e o planejamento metodológico
adequado, até a representação gráfica dos resultados, sua interpretação e comunicação. Fornecer
o conhecimento necessário para a boa redação científica, em todos os estágios de desenvolvimento
da pesquisa (de projetos a artigos científicos). Preparar o aluno para a redação de projetos de
pesquisa e de monografias, assim como para a comunicação dos resultados na forma de palestras e
pôsteres.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MACHADO, A.R.; LOUSADA, E.; TARDELLI, L.S.A. Resumo - Leitura e produção de
textos Técnicos e Acadêmicos. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2004. V. 1. 69p.
VOLPATO, G. L. Administração da vida científica. 1. ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009.
V. 1. 142 p.
VOLPATO, G. L. Bases Teóricas para redação científica. 1. ed. São Paulo: Acadêmica, 2007.
V. 1. 125p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
54
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação
- referências — elaboração. Rio de Janeiro, 2000. 22p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: apresentação de citações
em documentos. Rio de Janeiro, 2001. 4p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação
- trabalhos acadêmicos — apresentação. Rio de Janeiro, 2005. 9p.
VOLPATO, G. L. Pérolas da redação científica. 1 ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010. V. 1.
189 p.
VOLPATO, G. L. Dicas para redação científica. 3 ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010. V. 1.
152p.
55
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Algoritmos e Estrutura de Dados
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Cálculo I
Período: 5º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Breve histórico do desenvolvimento de computadores e linguagens de computação, bem como as
contribuições da computação na engenharia florestal. Sistema de numeração, algoritmo, conceitos
básicos de linguagens de programação, comandos de seleção, repetição, desvio, funções e
estruturas.
OBJETIVOS
Tornar o aluno capaz de desenvolver algoritmos e codificá-los em uma linguagem de alto nível com
objetivo de resolver problemas de engenharia. Introduzir o aluno na área da computação, fazendo
com que ele perceba possibilidades de aplicações do computador digital como ferramenta auxiliar da
engenharia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C++ - Módulo 1. 2ª Ed. São Paulo, Makron Books:, 2006
SCHILDT, H. C Completo e Total. 3ª Ed. São Paulo: Makron Books, 1997.
GUIMARÃES, A. M.; LAGES, N. A. C. L. Algoritmos e Estrutura de Dados. Rio de Janeiro: Editora
LTC, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Preiss, B.R.Estruturas de Dados e Algoritmos Ed. Campus, 2000;
Goodrich, M.T. & Tomassia, R.Estruturas de Dados e Algoritmos em Java. 2a edição. Bookman,
2002.
Knuth, D.E.The Art of Computer Programming - Vols I e III. 2nd Edition. Addison Wesley, 1973.
Graham, R.L., Knuth, D.E. & Patashnik, O.Matemática Concreta. Segunda Edição, Rio de Janeiro,
LTC, 1995;
Gersting, J.L.Fundamentos Matemáticos para a Ciência da Computação. 3a Edição, Rio de Janeiro,
LTC, 1995;
Scheinerman, E.R.Matemática Discreta - Uma Introdução. THOMSON, 2003.
56
13.1.2 Núcleo disciplinas essenciais
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Introdução à Ciência do Solo
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 18
Prática: 18
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito
Período: 1º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Histórico e fundamentos da ciência do solo. Mineralogia e petrologia: estudos dos minerais e das
principais rochas magmáticas, metamórficas e sedimentares: conceitos, identificação macroscópica,
classificação e importância agrícola. Intemperismo: conceitos básicos: solo, regolito e saprolito;
relações entre material de origem e propriedades dos solos formados. Esboço geológico brasileiro:
Complexo Cristalino Brasileiro, bacias sedimentares marginais, origem e evolução.
OBJETIVOS
Apresentar os fundamentos da ciência do solo e discutir os principais materiais de origem e as interrelações entre os mesmos as propriedades dos solos formados.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRADY, N.; WEIL, R.R. The nature and properties of soils. 13 ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2002.
960p.
LEPSCH, I.F. Formação e conservação de solos. 1 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 180 p.
OLIVEIRA, J.B. Pedologia aplicada. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2008. 574p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
57
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Manual Técnico de Pedologia. 2 ed. Rio de
Janeiro,
2007.
316
p.
Disponível
“on
line”:
ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/recursosnaturais/pedologia/manual_tecnico_pedologia.pdf.
LEPSCH, I.F. Formação e conservação de solos. 1 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 180 p.
MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo. Parte 1 – Conceitos Básicos. 1 ed.
Viçosa: SBCS, 2009. V. 1. 695p.
MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo: parte 2 - Aplicações. 1 ed. Viçosa, MG:
SBCS, 2009. V. 2. 685p.
SANTOS, R.D; LEMOS, R.C.; SANTOS, H.G.; KER, J.C.; ANJOS, L.H.C. Manual de descrição e
coleta de solos no campo. 5 ed. Viçosa: SBCS, 2005. 92p.
58
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Genética e Melhoramento Florestal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 90 horas-aula (82,5 horas)
Teórica: 54
Prática: 36
Total: 90
Pré-requisito Bioquímica geral
Período: 7º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Introdução e Conceitos em genética e melhoramento florestal, fatores que devem ser considerados na
elaboração de um programa de melhoramento; variação em espécies florestais, conservação
genética, teste de procedências, estudos e análises para avaliação dos componentes de variância,
herdabilidade e ganho genético das principais características de crescimento e madeira, seleção
precoce em essências florestais. Melhoramento florestal por hibridação, clonagem e noções de
silvicultura clonal. Projeto de melhoramento florestal. Importância do estudo da genética; Variação e seu
significado biológico; Genética molecular; Organização do material genético e divisão celular;
Mendelismo; Interações alélicas e não-alélicas; Biometria; Alelismo múltiplo; Ligação, permuta genética e
pleiotropia; Efeitos do ambiente na expressão gênica; Herança e sexo; Genética quantitativa; Genética de
populações; Aberrações cromossônicas; Teoria sintética da evolução; Efeito materno e herança
extracromossônica; Regulação da expressão gênica.
OBJETIVOS
Propiciar ao estudante o conhecimento necessário para elaboração de projetos de melhoramento
florestal de espécies exóticas e nativas, sobretudo espécies nativas de difícil propagação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BORÉM, A. Melhoramento de espécies cultivadas. Viçosa: Ed. UFV, 2005. 969p.
BORÉM, A.; MIRANDA, G.V. Melhoramento de plantas. 4. Ed. – Viçosa: UFV, 2005. 525p.
XAVIER, A.; WENDLING, I.; SILVA, R.L. Silvicultura clonal – Princípios e Técnicas. Viçosa: UFV.
2009. 272p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
59
BORÉM, A. Biotecnologia Florestal. Viçosa: [s.n.], 2007. 387p.
BUENO, L.C.S.; MENDES, A.N.G.; CARVALHO, S.P. Melhoramento Genético de Plantas:
Princípios e Procedimentos. Lavras: UFLA, 2001. 282p.
FALEIRO, F.G. Marcadores Genético - Moleculares - aolicados a programas de Conservação e
Uso de Recursos Genéticos. Ed. Embrapa. 2007. 102p.
FERREIRA, M.E., GRATTAPAGLIA, D. Introdução ao uso de marcadores moleculares em análise
genética. Brasília: Embrapa-Cenargen, 1998. 220p.
RAMALHO, M.A.P., SANTOS, J.B., PINTO, C.A.B.P. Genética na agropecuária. Lavras: UFLA,
2004. 472p.
ROCHA, M.G.B. Melhoramento de espécies arbóreas nativas. Belo Horizonte: IEF, 2002. 171p.
GARDNER, E.J; SNUSTAD, P. Genética. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986. 497p.
60
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Fisiologia Vegetal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Período: 5º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito Anatomia vegetal; Bioquímica Correquisito
geral
EMENTA
Relações hídricas e transporte de solutos. Nutrição mineral. Fotossíntese. Respiração.
Crescimento e desenvolvimento vegetativo e reprodutivo. Dormência e germinação de sementes.
Fisiologia do estresse.
OBJETIVOS
Desenvolver os conceitos da Fisiologia, Biofísica e Bioquímica de Plantas e aspectos da interação
com o meio ambiente. Ao longo do curso, o aluno adquirirá competência para: 1) Entender as
relações hídricas no sistema solo-planta-atmosfera. 2) Descrever o transporte de solutos orgânicos
no floema e mobilização e redistribuição de assimilados. 3) Caracterizar a nutrição mineral de
plantas, classificar os elementos essenciais, os mecanismos de absorção e transporte dos
elementos minerais e suas funções. 4) Conhecer aspectos relacionados à fotossíntese e diferenciar
plantas do tipo C3, C4, e CAM, bem como, compreender os fatores que afetam a fotossíntese e o
seqüestro de carbono. 5) Entender como ocorre a respiração em plantas. 6) Compreender o
crescimento e desenvolvimento das plantas, estudando aspectos relacionados a diferenciação
celular e substâncias reguladoras do crescimento, como, auxinas, giberelinas, citocininas, etileno,
ácido abscísico e outros. 7) Estabelecer a relação da fotomorfogênese e o controle do
desenvolvimento das plantas pela luz. 8) Com base no conhecimento obtido identificar e caracterizar
todas as fases do biociclo vegetal, como o florescimento, frutificação, germinação de sementes,
juvenilidade, maturidade, senescência e morte celular. Bem como, identificar os mecanismos de
resistência das plantas sob estresse abiótico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
KERBAUY, G.B. Fisiologia vegetal. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. 431p.
RAVEN, P.H; EVERT, R.F; EICHHORN, S. Biologia vegetal. 7 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2007. 830p.
TAIZ, L.; ZEIGER, E. Fisiologia vegetal. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 819p.
61
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BENINCASA, M.M.P.; LEITE, I.C. Fisiologia Vegetal. Jaboticabal: Funep, 2002. 168p.
FERREIRA, A.G.; BORGHETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. Porto Alegre: Artmed,
2004. 324 p.
LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. 1 ed. São Carlos: Rima, 2004. 550p.
MARENCO, R.A.; LOPES, N.F. Fisiologia vegetal: fotossíntese, respiração, relações
hídricas e nutrição mineral. 3 ed. Viçosa: UFV, 2009. 486p.
PAIVA, R. Fisiologia e Produção Vegetal. Lavras: UFLA, 2006. 104p.
VIEIRA, E.L. et al. Manual de fisiologia vegetal. São Luís: EDUFMA, 2010. 186p.
62
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Gênese, Propriedades e Classificação do Solo
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Período: 4º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito Introdução à ciência do solo: Correquisito
Mineralogia; Química orgânica.
EMENTA
Fatores de formação dos solos; intemperismo dos minerais e a formação dos minerais de argila.
Fases do solo; composição mineralógica dos solos. Origem das cargas elétricas dos solos,
capacidade de troca catiônica (CTC) e aniônica (CTA), soma de bases e saturação por bases;
características morfológicas dos solos; atributos e horizontes diagnósticos. Sistema brasileiro de
classificação de solos e sistemas internacionais.
OBJETIVOS
Discutir os fatores de formação dos solos e as inter-relações com a formação dos minerais de argila e
composição química dos solos; discutir as relações entre os constituintes dos solos (minerais e
orgânicos) e as cargas elétricas, características morfológicas e atributos diagnósticos dos solos.
Capacitar o aluno a reconhecer no campo as diferentes ordens de solos, interpretando suas vantagens
e limitações aos usos agrícola e ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRADY, N.; WEIL, R.R. The nature and properties of soils. 13 ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2002.
960p.
EMBRAPA. Sistema brasileiro de classificação de solos. 2 ed. Brasília: EMBRAPA, 2006. 412p.
OLIVEIRA, J.B. Pedologia aplicada. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2008. 574p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
63
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Manual Técnico de Pedologia. 2 ed. Rio de Janeiro,
2007.
316
p.
Disponível
“on
line”:
ftp://geoftp.ibge.gov.br/documentos/recursosnaturais/pedologia/manual_tecnico_pedologia.pdf.
LEPSCH, I.F. Formação e conservação de solos. 1 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 180 p.
MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo. Parte 1 – Conceitos Básicos. 1 ed. Viçosa:
SBCS, 2009. V. 1. 695p.
MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo: parte 2 - Aplicações. 1 ed. Viçosa, MG:
SBCS, 2009. V. 2. 685p.
SANTOS, R.D; LEMOS, R.C.; SANTOS, H.G.; KER, J.C.; ANJOS, L.H.C. Manual de descrição e coleta
de solos no campo. 5 ed. Viçosa: SBCS, 2005. 92p.
64
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Métodos Estatísticos Aplicados à Engenharia Florestal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 72
Prática: 0
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Estatística básica
Período: 4º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Delineamentos experimentais em DIC, DBC e em Quadrado Latino. Experimentos fatoriais e em
parcelas subdivididas. Testes de comparações múltiplas de médias. Distribuições de probabilidades e
modelos estatísticos mais utilizados na Engenharia Florestal. Critérios estatísticos para avaliar
Distribuições de probabilidades e equações de regressão. Métodos de seleção de variáveis
explanatórias. Identidade de modelos de regressão. Modelagem de variáveis dendrométricas com
enfoque na relação hipsométrica e em volumetria.
OBJETIVOS
O aluno terá oportunidade de ter noções sobre as análises estatísticas de maior interesse no
campo das ciências florestais permitindo-lhe analisar os dados oriundos de experimentos de
campo e laboratório conduzidos em empresas privadas ou estatais, além de fazer com que este se
torne crítico mediante a leitura de periódicos relacionados às diversas áreas do conhecimento para
ampliar sua formação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BANZATTO, D.A.; KRONKA, S.N. Experimentação Agrícola. 4ª ed. Jaboticabal: FUNEP, 2006.
237p.
CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração Florestal: perguntas e respostas. 2ª ed. Viçosa: UFV,
2006. 470p.
SPIEGEL, M.R.; STEPHENS, L.J. Estatística. 4ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2009. 597p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
65
AVEREY, T.E; BURKHART, H. E. Forest measurements. 4 ed. New York: McGraw Hill, 1994. 408p.
FINGER, C.A.G. Fundamentos de Biometria Florestal. Santa Maria: CEPEF/FATEC, 1992. 269p.
HOFFMANN, R. Análise de Regressão: uma introdução à econometria. 4ª ed. São Paulo: Hucitec,
2006. 378p.
SCHNEIDER, P.R. Análise de Regressão Aplicada à Engenharia Florestal. Santa Maria:
CEPEF/FATEC, 1997. 217p.
SOUZA, G.S. Introdução aos Modelos de Regressão Linear e Não-linear. Brasília: EMBRAPASEA, 1998. 505p.
66
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Entomologia Geral
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Zoologia
Período: 5º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Importância e diversidade dos insetos; Anatomia e fisiologia; Sistema sensorial e comportamento
Reprodução; Desenvolvimento e história de vida; Sistemática, filogenia e evolução; Insetos
aquáticos, de solo e detritívoros; Insetos e plantas; Ecologia de insetos; Insetos como modelos
biológicos; Sociedades de insetos; Predação, parasitismo e defesa em insetos; Entomologia médicoveterinária; Manejo de integrado de pragas.
OBJETIVOS
Ao final da disciplina o estudante deverá ser capaz de identificar insetos de acordo com os
caracteres morfológicos, o meio onde vive, a alimentação, o desenvolvimento, o comportamento e
as interações com plantas e outros artrópodes.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BUZZI, Z.J. Entomologia didática. 5 ed. Curitiba: Editora da Universidade Federal do Paraná,
1985. 272p.
GULLAN, P.J.; CRANSTON, P.S. Os insetos – um resumo de entomologia. 3 ed. Ribeirão Preto:
Holos, 2008. 456p.
TRIPLEHORN, C.A.; JONNSON, N. F. Estudo dos insetos. 7 ed. São Paulo: Cengage Learning,
2011. 816p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
67
CHAPMAN, R.F. The Insects: structure and function. 4 ed. Cambridge: Cambridge University
Press, 2009.788p.
COSTA, C.; IDE, S.; SIMONKA. C.E. Insetos Imaturos - metamorfose e identificação. 1 ed.
Ribeirão Preto: Holos. 2006, 249p.
GALLO, D. et al. Entomologia agrícola. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p.
PRICE, P.W. Insect ecology. 3 ed. New York: Wiley, 1997. 874p.
SOUTHWOOD, T.R.; SOUTHWOOD, R. Ecological methods: with particular reference to the
study of insect population. 2 ed. London: Chapman & Hall, 1978. 450p.
68
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Agrometeorologia
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 54
Prática: 0
Total: 54 horas-aula
Período: 5º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito Cálculo I; Físcia I; Bases para Correquisito
tecnologia de produtos florestais
EMENTA
Relações astronômicas Terra-Sol. Estrutura e composição da atmosfera terrestre. Radiação solar e
terrestre. Balanço de energia radiante. Temperatura do ar e do solo. Precipitação atmosférica.
Psicrometria. Evapo(transpi)ração. Balanço hídrico climatológico. Mudanças climáticas globais.
Instrumentação agrometeorológica.
OBJETIVOS
Capacitar os graduandos na compreensão dos fenômenos meteorológicos e climatológicos a fim de
aplicar os conhecimentos científicos e tecnológicos no planejamento e na tomada de decisão de
atividades agrícolas e florestais, além da mitigação das adversidades climáticas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MONTEIRO, J. E. B. A. Agrometeorologia dos cultivos - o fator meteorológico na produção
agrícola. 1 ed. Brasília, DF: Instituto Nacional de Meteorologia - INMET, 2009, 530 p.
VIANELLO, R. L.; ALVES, A. R. Meteorologia básica e aplicações. 2 ed. Viçosa, MG: Universidade
Federal de Viçosa - UFV, 2013, 460 p.
OLIVEIRA, L. L.; VIANELLO, R. L.; FERREIRA, N. J. Meteorologia fundamental. 1 ed. Erechim, RS:
EdiFAPES, 2001, 432 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
69
ALLEN, R. G. et al. Crop evapotranspiration - guidelines for computing crop water
requirements. (disponível em http://www.fao.org/docrep/x0490e/x0490e00.htm). 1 ed. Paper 56.
Roma: Food and Agriculture Organization - FAO, 1998, 300 p.
FERREIRA, A. G. Meteorologia prática. 1 ed. São Paulo, SP: Oficina de Textos, 2006, 192 p.
GRIFFITHS, J. F. Handbook of agricultural meteorology. 1 ed. New York: Oxford University Press,
1994, 320 p.
ROSENBERG, N. J. Microclimate - the biological environment. 5 ed. New York: John Wiley &
Sons, 1974, 315 p.
TUBELIS, A. Conhecimentos práticos sobre clima e irrigação. 1 ed. Viçosa, MG: Aprenda Fácil,
2001, 215 p.
VAREJÃO-SILVA, M. A. Meteorologia e climatologia. Versão Digital 2 (disponível em
http://www.agritempo.gov.br). 2 ed. Recife, PE: Instituto Nacional de Meteorologia - INMET, 2006,
463 p.
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 90 horas-aula (82,5 horas)
Teórica: 54
Prática: 36
Pré-requisito
Gênese,
classificação do solo
Total: 90
propriedade
Período: 6º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
e Correquisito
EMENTA
Origem das cargas elétricas dos solos: cargas constantes e variáveis. Adsorsão dos íons aos
colóides do solo: ligações iônicas e covalentes. Conceitos e leis da fertilidade do solo. Reação do
solo e poder tampão. Macronutrientes no solo: nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio,
enxofre e micronutrientes no solo. Critérios de essencialidade (elementos essenciais e benéficos),
absorção e translocação de nutrientes pelas plantas. Funções dos macro e micronutrientes nas
plantas. Avaliação do estado nutricional das plantas. Análise química do solo para fins de
recomendação de corretivos e fertilizantes. Práticas corretivas: calagem, gessagem, potassagem e
gessagem. Metodologias de recomendações de corretivos e fertilizantes. Interpretação de análise de
solo e recomendações de corretivos e fertilizantes.
OBJETIVOS
Capacitar os alunos para manejo responsável da fertilidade dos solos, a fim de se fazer o correto
uso dos fertilizantes e corretivos, em quantidades suficientes para se atingir altas produtividades e
sem comprometimento do ambiente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FERNANDES, M.S. Nutrição mineral de plantas. 1 ed. Viçosa: SBCS, 2006. V. 1.
432p.
NOVAIS, R.F.; ALVAREZ, V.H.; BARROS, N.F.; FONTES, R.L.F.; CANTARUTTI,
R.B.; NEVES, J.C.L. Fertilidade do Solo. 1 ed.Viçosa: SBCS, 2007. 1017p.
RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ, V.H. Recomendações para o uso de corretivos e
fertilizantes em Minas Gerais: 5ª aproximação. Viçosa: CFSEMG, 1999. 359p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
71
BRADY, N.; WEIL, R.R. The nature and properties of soils. 13 ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2002.
960p.
MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo: parte 2 - Aplicações. 1 ed. Viçosa:
SBCS, 2009. V. 2. 695p.
SOUSA, D.M.G; LOBATO, E. Cerrado: correção do solo e adubação. 2 ed. Planaltina: EMBRAPA,
2002, 416p.
VITTI, G.C.; LUZ, P.H.C. Utilização agronômica de corretivos agrícolas. 2 ed. Piracicaba: FEALQ,
2004, 120p.
YAMADA, T.; ABDALA, S.R.S. Fósforo na agricultura brasileira. 2 ed. Piracicaba: POTAFOS, 2004,
726p.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Física do Solo e Conservação Do Solo e da Água
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Período: 8º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito Química, Fertilidade do Solo e Correquisito Geoprocessamento e topografia
Nutrição de Plantas
aplicado a ciências florestais e ambientais
EMENTA
Caracterização física do solo: textura, estrutura, porosidade, densidade do solo e estabilidade de
agregados, dinâmica da água no solo, conservação da água e do solo, mecanismos e formas de
erosão, fatores que influenciam a erosão: relação entre topografia, classe de solo e erosão,
práticas mecânicas de controle de erosão, espaçamento e locação de terraços, declividade e
comprimento de rampa, estimativa da vazão de enxurrada: dimensionamento de canais de terraços e
canais escoadouros. Bacias de contenção: recomendação e dimensionamento, modelos de predição
de perdas de solo. Classificação uso das de terras e levantamento e planejamento conservacionista,
visando a sustentabilidade dos diferentes sistemas de produção.
OBJETIVOS
Discutir as principais propriedades físicas do solo relacionadas ao comportamento da água no
solo, incluindo relação água-solo-planta. Objetiva-se também discutir principais fatores responsáveis
pela erosão, bem como práticas conservacionistas, necessárias para o planejamento e uso racional
do solo e da água nos diferentes sistemas de produção.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
EMBRAPA. Sistema brasileiro de classificação de solos. 2 ed. Brasília: EMBRAPA, 2006. 412p.
LEPSCH, I.F. Formação e conservação de solos. 1 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2002. 180 p.
OLIVEIRA, J.B. Pedologia aplicada. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2008. 574p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
73
BRADY, N.; WEIL, R.R. The nature and properties of soils. 13 ed. New Jersey: Prentice-Hall, 2002.
960p.
MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo. Parte 1 – Conceitos Básicos. 1 ed.
Viçosa: SBCS, 2009. V. 1. 695p.
MELO, V.F.; ALLEONI, L.R.F. Química e mineralogia do solo: parte 2 - Aplicações. 1 ed. Viçosa,
MG: SBCS, 2009. V. 2. 685p.
SANTOS, R.D; LEMOS, R.C.; SANTOS, H.G.; KER, J.C.; ANJOS, L.H.C. Manual de descrição e
coleta de solos no campo. 5 ed. Viçosa: SBCS, 2005. 92p.
BERTONI, J.; LOMBARDI NETO, F. Conservação do solo. São Paulo: Ícone, 1990.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Máquinas e Mecanização Agrícola
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Física 1
Período: 6º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Mecanização agrícola. Mecânica de tratores agrícolas. Sistemas de transmissão de potência dos
tratores. Máquinas e implementos para preparo do solo, semeadura, cultivo, aplicação de
defensivos agrícolas, colheita e beneficiamento de produtos agrícolas. Seleção de máquinas
agrícolas. Capacidade operacional dos conjuntos mecanizados. Custos operacionais das máquinas
agrícolas. Manutenção de máquinas e implementos agrícolas. Agricultura de precisão. Tratores
florestais.
OBJETIVOS
Capacitar os graduandos no desempenho de atividades de engenharia mecânica referentes à
aplicação de conhecimentos científicos e tecnológicos necessários à seleção, regulagem,
aproveitamento, manutenção e diagnóstico de problemas de máquinas e implementos agrícolas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. São Paulo: Manole, 1987. 310p.
SILVEIRA, G.M. Máquinas para colheita e transporte. 1 ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. 289p.
SILVEIRA, G.M. Máquinas para plantio e condução das culturas. 1 ed. Viçosa: Aprenda Fácil,
2001. 334p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
75
BALASTREIRE, L.A. Máquinas agrícolas. 3 ed. São Paulo: Manole, 1987. 310p.
MIALHE, L.G. Máquinas motoras na agricultura. 2 ed. São Paulo: EDUSP, 1980. V.1. 289p.
MIALHE, L.G. Máquinas motoras na agricultura. 2 ed. São Paulo: EDUSP, 1980. V.2. 367p.
ORTIZ-CANÃVATE, J.; HERNANZ, J.L. Técnica de la mecanización agraria. 3 ed. Madrid:
Mundi- Prensa, 1989. 641p.
SCOTTON, M. Fondamenti di física aplicata alle machine agricole. 5 ed. Bologna:
Rdizione Edagricole, 1989. 238p.
SRIVASTAVA, A.K.; GOERING, C.E.; ROHRBACK, R. P. Engineering principles of
agricultural machines. 3 ed. Michigan: ASAE, 1993. 601p.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Geoprocessamento e Topografia Aplicados às Ciências Florestais e
Ambientais
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 90 horas-aula (82,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 54
Total: 90
Pré-requisito Desenho Técnico Digital
Período: 8º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Definição da topografia, utilização de instrumentos eletrônicos e digitais (teodolito eletrônico, estação
total, GNSS geodésico, DGPS) medição de ângulos e distâncias, métodos de levantamento
topográfico planimétrico e altimétrico, cálculos, leitura dedesenho topográfico. Nivelamento
barométrico, geométrico, estadimétrico e trigonométrico. Levantamento planialtimétrico de
superfícies por irradiação taqueométrica. Noções de avaliação da movimentação de terra em projeto
de estradas. Introdução ao Geoprocessamento e evolução dos sistemas computacionais.
Componentes principais do SIG. Fonte e tipologia de dados para elaboração de SIG. Noções de
Cartografia digital (Digitalização e georreferenciamento). Noções de sensoriamanto remoto. Aplicação
e prática de ambiente computacional utilizando plataforma CAD e Arcview. Estudo e aplicação do
Geoprocessamento na Engenharia Florestal e Ambiental. Aplicação de GPS na coleta de
informações.
OBJETIVOS
Esta disciplina busca apresentar ao aluno os princípios básicos da topografia além de desenvolver
capacidade teórica e prática no uso de Sistema Geográfico de Informação (SIG), da tecnologia de
Sistema de Posicionamento Global (GPS), além de Sensoriamento Remoto e proporcionar
oportunidades para a aplicação destas tecnologias e de informações espaciais para entender,
analisar e resolver problemas técnicos e científicos aplicados às Ciências Florestais e Ambientais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BURROUGH, P.A. Principles of geografical informatioin systems for land resources assessment.
Claredon Press. Oxford. 194p. 1985.
CÂMARA, G.; MEDEIROS, J.S. de. Princípios Básicos do Geoprocessamento. In: Eduardo
Assad; Edson Sano. (Org.). Sistema de Informações Geográficas. Aplicações na Agricultura. 2a. ed.
Brasilia: EMBRAPA, 1998, v. único, p. 3-12.
NOVO, E.M.L. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. Ed. Edgard. Blücher. 308p. 1989.
77
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARANOFF, S. Geografic information system: a management prespectivve. WDL Publication. Ottawa,
294p. 1989.
CÂMARA, G.; MEDEIROS, J.S. de. Geoprocessamento em Projetos Ambientais. 1a.. ed. São José
dos Campos: INPE, 1998. v. único. 190 p.
MCCORMAC, J. 2007. Topografia. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC / GEN, 391p. + CD-ROM.
MOREIRA, A M. 2005. Fundamentos do Sensoriamento Remoto e Metodologias de Aplicação.
Viçosa: UFV.
PEARSON, F. Map projection: theory and applications. CRC Press, Boca Raton. 372 p. 1990.
GARCIA, G.J.; PIEDADE, G.C.R. Topografia aplicada às ciências agrárias. 5 ed. São Paulo:
Nobel, 1987. 258p.
ROCHA, J.A.M.R. GPS: uma abordagem prática. 4 ed. Curitiba: MUNDOGEO, 2003. 235p.
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Sociologia e Extensão Rural
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 72
Prática: 0
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito
Período: 9º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Conceitos básicos de sociologia e antropologia. Perspectivas teóricas e metodológicas. Relações
interétnicas. Estudos indígenas e quilombolas no Brasil. Aspectos sócio-históricos e antropológicos
do desenvolvimento agrícola brasileiro. Relações de produção e força de trabalho no campo.
Organização social e imaginário social no meio rural. O estado e a questão fundiária. As diversas
dimensões da extensão rural. Métodos e formas de trabalho de extensão rural. Elaboração de
plano/projeto de extensão rural.
OBJETIVOS
Possibilitar ao aluno a análise do processo de desenvolvimento da agricultura brasileira,
abordando as dimensões histórica, econômica, social e política. Estudo dos processos de
construção de fronteiras e de identidades étnicas. Aprofundar a reflexão sobre as transformações do
setor agropecuário, com ênfase na modernização da agricultura e suas implicações para os
segmentos envolvidos. Possibilitar o debate sobre a problemática agrária nacional, e o papel do
homem no campo. Permitir uma análise crítica a respeito do planejamento e desenvolvimento do
setor agropecuário, preparando o aluno para participar como agente de mudança.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BROSE, M. Participação na extensão rural: experiências inovadoras de desenvolvimento. 1 ed.
Porto Alegre: Tomo editorial, 2004. 256p.
NOGUEIRA, O. Preconceito Racial de Marca e Preconceito Racial de Origem. In: Tanto Preto
quanto Branco. São Paulo: Queiroz, 1985.
RAMOS, L.; TAVARES, J. Assistência técnica e extensão rural: construindo o
conhecimento agroecológico. 1 ed. Manaus: Bagaço, 2006. 118p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
79
ALMEIDA, J. A construção social de uma nova agricultura. 1 ed. Porto Alegre: UFRGS. 1999.
149p.
BURGER, A. Agricultura brasileira e reforma agrária: uma visão macroeconômica. 1 ed.
Guaíba: Agropecuária. 1999. 72p.
CAPORAL, F.R. Agroecologia e extensão rural: contribuições para a promoção do desenvolvimento
rural sustentável. 1 ed. Brasília: MDA/SAF/DATER-IICA, 2004. 166p.
FROEHLICH, M.J.; DIESEL, V. Desenvolvimento rural: tendências e debates contemporâneos. 2
ed. Ijuí: Unijuí, 2009. 198p.
FONSECA, M.T.S. da. A extensão rural no Brasil: um projeto educativo para o capital. 1 ed.
São Paulo: Loyola, 1985. 129p.
MEDEIROS, L.S. de; LEITE, S. A formação dos assentamentos rurais no Brasil: processos
sociais e políticas públicas. 1 ed. Porto Alegre/Rio de Janeiro: UFRGS/CPDA. 1999. 282p.
RIBEIRO, J. A saga da extensão rural em Minas Gerais. 1 ed. São Paulo: Annablume, 2000. 272p.
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Dendrometria
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Bases à biometria florestal
Período: 5º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Definição necessidade de mensurar e inventariar. Formas das árvores. Partes da árvore. Variáveis da
árvore e do povoamento. Idade. Área basal. Diâmetro. Altura. Taper (afilamento da árvore). Cubagem.
Estimação volumétrica. Massa de madeira. Método de Bitterlich.
OBJETIVOS
Capacitar ao aluno a realizar a mensuração das diversas variáveis da floresta, quantificar o estoque
de madeira ou produtos de interesse da floresta.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração Florestal: perguntas e respostas. 4ª ed. Viçosa: Editora
UFV, 2013. 605p.
MACHADO, S.A.; FIGUEIREDO FILHO, A. 2006. Dendrometria. 2ª ed. Guarapuava: UNICENTRO,
316p.
SOARES, C.P.B.; PAULA NETO, F.; SOUZA, A.L. Dendrometria e Inventário Florestal. Viçosa:
Editora UFV, 2011. 272p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
FINGER, C.A.G. Fundamentos de Biometria Florestal. Santa Maria: CEPEF/FATEC, 1992. 269p.
GOMES, A.M.A. Medição dos Arvoredos. Lisboa: Sá da Costa, 1957. 413p.
SILVA, J.A.A.; PAULA NETO, F. Princípios Básicos de Dendrometria. Recife: UFRPE, 1979. 185p.
PRODAN, M. Forest Biometrics. Pergamon Press. 1968.
SCOLFORO, J.R., FILHO, A.F. Mensuração Florestal I: Medição de ávores e Povoamentos
Florestais. Lavras. ESAL/FAEPE. 1994.
SCOLFORO, J.R., FILHO, A.F. Mensuração Florestal II: Volumetria. Lavras. ESAL/FAEPE. 1994.
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Ecologia Florestal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Dendrologia
Período: 4º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Introdução à ecologia florestal: conceitos e importância; fitogeografia e vegetação brasileira;
características de florestas: descrição, distribuição, estrutura (vertical e horizontal), composição e
diversidade; fatores ambientais e microclimáticos: luz, água, minerais em relação à fisiologia da
vegetação; produtividade florestal; ciclagem de nutrientes no ecossistema florestal; processos
biológicos: competição, predação, polinização, dispersão de sementes; ecologia de comunidades;
dinâmica de populações; biogeografia; fragmentação florestal: causas e consequências; conservação
florestal; temas atuais em ecologia de florestas tropicais.
OBJETIVOS
Entender a dinâmica do comportamento de biomas, quando a sua diversidade de espécies no sistema
associados a fatores edafoclimáticos, além dos processos biológicos associados aos biomas.
Entender o cerrado brasileiro de forma plena para compreender as relações entre as espécies que
compõem esse bioma..
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
RICKLEFS, R.E. A economia da natureza. Guanabara Koogan, 2003. 503p.
SCARIOT, A.; SOUSA-SILVA, J.C.; FELFILI, J.M. Cerrado: ecologia, biodiversidade e
conservação. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2005. 439p.
ODUM, E.P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de ecologia. Cengage Learning, 2008. 612p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
82
AYRES, J.M.; FONSECA, G.A.B; RYLANDS, A.B.; QUEIROZ, H.L.; PINTO, L.P.; MASTERSON, D.;
CAVALCANTI, R.B. Os corredores ecológicos das florestas tropicais do Brasil, Belém, PA :
Sociedade Civil Mamirauá, 2005. 256p.
LEIGH, E.G. Tropical forest ecology: a view from Barro Colorado Island. Oxford University Press,
USA, 1999. 264p.
MONTAGNINI, F.; JORDAN, C.F. Tropical Forest Ecology: the basis for conservation and
management. Berlin: Springer, 2005. 316p.
NEWTON, A.C. Biodiversity Loss and conservation in fragmented forest landscapes: The
Forests of Montane Mexico and Temperate South America. CABI, 2007. 416p.
NEWTON, A.C. Forest Ecology and Conservation. Oxford University Press, 2007. 454p.
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Economia Florestal
Natureza: OBRIGATORIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Período: 5º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito Introdução a Engenharia Correquisito
Florestal, Bases à biometria florestal
EMENTA
Introdução, importância e conceitos básicos em economia florestal. O setor florestal. Custos nas
empresas florestais. Rotação econômica e rotação técnica. Matemática financeira. Avaliação
econômica de projetos florestais.
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno a realização da análise econômica de um empreendimento florestal, identificando a
melhor espécie a ser trabalhada, tipo de manejo, e a avaliação de projetos florestais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
REZENDE, J.L.P.; OLIVEIRA, A.D. Análise Econômica e Social de Projetos Florestais. 2ª ed.
Viçosa: Editora UFV, 2008. 386p.
ZANETTI, E. Meio Ambiente: setor florestal. Curitiba: Juruá Editora, 2008. 265p.
SILVA, M.L.; JACOVINE, L.A.G.; VALVERDE, S.R. Economia Florestal. 2ª ed. Viçosa: Editora UFV,
2005. 178p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BLANK, L.T.; TARQUIN, A.J. Engenharia Econômica. 6ª ed. São Paulo: McGraw Hill, 2008. 780p.
DELEPINASSE, B.M. Diagnóstico da Comercialização de Produtos Florestais. Brasília:
Ministério do Meio Ambiente, 2002. 205p.
RODRIGUEZ, L.C.E. Tópicos de Economia Florestal. Documentos Florestais IPEF. n.12, p.1-50.
1991.
ROSSETTI, J.P. Introdução à Economia. 17ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil Ltda,
1997. 921p.
TROSTER, R.L.; MOCHÓN, F. Introdução à Economia. São Paulo: Pearson Education do Brasil
Ltda, 2002. 404p.
84
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Entomologia Florestal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Período: 8º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito Viveiros e sementes florestais, Correquisito
Microbiologia Geral
EMENTA
Introdução. Principais pragas de essências florestais no Brasil. Manejo Integrado de pragas florestais.
Técnicas de controle usadas no manejo integrado de pragas florestais. Legislação.
OBJETIVOS
Apresentar as pragas florestais existentes, os métodos de combate e as técnicas de manejo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COSTA, E. C., D´AVILA M., CANTARELLI, E. D., MURARI, A. B., MANZONI, C. G. 2008. Entomologia
Florestal. Editoraufsm. Santa Maria. 240pp.
BUZZI, Z., J., 2008. Entomologia Didática. EditoraUFPR. Curitiba-UFPR – 4. ed. – 348pp.
GALLO, et al. Manual de Entomologia Agrícola. Ed. Agronômica Ceres, São Paulo. 1988 e 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ARAÚJO, m. da S.; DELLA LÚCIA, T. M. C.; SOUZA, D. J. de. Estratégias alternativas de controle de
formigas –cortadeiras. Bahia Agrícola, v.6, n.1, 2003.
BERTI FILHO, E. Cupins ou Térmitas – Manual de Pragas em Florestas. IPF/SIF, 1993, v.3, 56p.
PARRA, J.R.P.; ZUCCHI, R.A.; ALVES, S.B.;VENDRAMIM, J.D. Manual de Entomologia Agrícola, 2°
ed, São Paulo, Ed. Agronômica Ceres. 1988, 649 p.
SILVA, A.G.A & ALMEIRA, D. G. Entomologia forestal. Contribuição ao estudo das coleobrocas, Serv.
Inf. Agr., Min. Agricultura, Rio de Janeiro, 1941. 100p.
SILVEIRA NETO, S..; NAKANO, O.; BARDIN, D.; VILLA NOVA, N. A. Manual de Ecologia do Insetos.
São Paulo. Ed. Agronômica Ceres, 1976. 419p.
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Inventário Florestal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Dendrometria
Período: 6º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Introdução, importância e conceitos básicos em inventário florestal. Procedimentos de amostragem
casual simples, casual estratificada, sistemática, sistemática estratificada, em dois estágios, em
conglomerados, em múltiplas ocasiões e repetitivas. Métodos de amostragem de área fixa e variável.
Sistemas de inventários florestais para povoamentos equiâneos e inequiâneos. Planejamento e
classificação de inventários florestais. Método da árvore-modelo.
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno a quantificar o volume de madeira na florestal e identificar os produtos que a
floresta avaliada pode fornecer. Planejar o manejo da floresta para a demanda de madeira de um
empreendimento para a manutenção do estoque.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração Florestal: perguntas e respostas. 2ª ed. Viçosa: Editora
UFV, 2006. 470p.
SANQUETA, C.R.; WATZLAWICK, L.F.; DALLA CORTE, A.P.; FERNANDES, L.A.V. Inventários
Florestais: planejamento e execução. Curitiba: Editora Multi-Graphic, 2006. 270p.
SOARES, C.P.B.; PAULA NETO, F.; SOUZA, A.L. Dendrometria e Inventário Florestal. Viçosa:
Editora UFV, 2006. 276p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
86
PELLICO NETTO, S.; BRENA, D.A. Inventário Florestal. Curitiba: Editado pelos autores, 1997.
241p.
UEIROZ, W.T. Técnicas de Amostragem Em Inventário Florestal Nos Trópicos. Belém: FCAP,
147p. 1998.
SHIVER, B.D.; BORDERS, B.E. Sampling techniques for forest resource inventory. New York:
John Wiley & Sons, 1996. 356p.
CLUTTER, J.L.; FORTSON, J.C.; PIENAAR, L.V.; BRISTER, G.H. & BAILEY, R.L. Timber
management: a quantitative approach. John Wiley & Sons. 1983. 333p.
GALVÃO, A.P.M. - Dendrometria e Inventário Florestal. Piracicaba, ESALQ-DS, 1969, 120p.
VEIGA, R.A.A. - Dendrometria e Inventário Florestal. Botucatu, FEPAF. 1984. 108p.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Manejo e Gestão de Unidades de Conservação
Natureza: OBRIGATORIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 54
Prática: 0
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Ecologia Geral
Período: 5º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Objetivos e importância das unidades de conservação. Conceituação, definições das categorias de
Unidades de Conservação. Histórico da conservação das áreas de vegetação natural no Mundo e
Brasil. Sistema de Unidades de conservação no Brasil. Planejamento e gestão das Unidades de
Conservação. Planos de manejo em Unidades de Conservação. Administração de Unidades de
conservação. Programas de proteção e interpretação ambiental nas Unidades de Conservação.
OBJETIVOS
Capacitar o estudante a gerenciar e elaborar as unidades de conservação levando em consideração
as categorias existentes (áreas de preservação permanente, parques, florestas nacionais, etc).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CABRAL, N.R.A.J.; SOUZA, M.P. Planejamento e Gestão de Paisagens. São Carlos: Rima, 2006.
160 p.
MORSELHO,C. Áreas Protegidas:Públicas e Privadas. São Paulo: Editora AnnaBlume, 2001. 344
p.
TERBORGH, J.; (org.). Tornando os Parques Eficientes: estratégias para a conservação da
natureza nos trópicos. Curitiba: Ed. da UFPR/Fundação O Boticário, 2002. 518 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
88
COSTA, P.C. Unidades de Conservação. São Paulo: Editora Aleph, 2002. 168p.
DIAS, B. F. S. Alternativa e Desenvolvimento dos Cerrados: Manejo e Conservação de Recursos
Naturais Renováveis. Brasília - DF – Brasil. FUNATURA/IBAMA. Ano: 1992.
MMA. Roteiro Metodológico de Planejamento: Parque Nacional Reserva Biológica, Estação
Ecológica. Brasília: MMA/IBAMA, 2002. 135 p.
MMA. ATLAS DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA BRASILEIRA -Unidades Federais. São Paulo:
Metalivros. 2004. 336p.
MMA. Gestão Participativa do SNUC. Brasília: MMA/WWF/FUNBIO/IEB/TNC. Edição compartilhada,
2004. 205 p.
89
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Manejo Florestal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Inventário Florestal
Período: 9º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Apresentação do curso e conceitos preliminares. Classificação da capacidade produtiva. Crescimento,
Produção e Mortalidade. Modelos de crescimento e produção florestal e dados para modelagem.
Modelagem do crescimento e da produção em nível de povoamento. Modelagem de Biomassa e
Carbono. Avaliação de modelos de crescimento e produção florestal. Rotação Florestal. Estudos de
desbaste. Aplicações da programação linear em manejo florestal. Regulação Florestal. Avaliação
econômica de povoamentos manejados. Introdução à inteligência artificial aplicada ao manejo
florestal.
OBJETIVOS
A disciplina de Manejo Florestal tem por objetivo capacitar o aluno para atuação na área de
gerenciamento de recursos florestais, mediante o estudo teórico/prático de diversos assuntos, tais
como: capacidade produtiva, crescimento e produção, e prescrições florestais. Ao término do curso o
estudante será capaz de manejar uma floresta visando gerar produtos e serviços com a garantia de
sustentabilidade (econômica, social e ambiental).
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração florestal: perguntas e respostas. 4ª ed. Viçosa-MG:
UFV, 2013, 605 p.
CLUTTER, J.C., PIENAAR, L.V., BRISTER, G.H. et al. Timber management: a quantitative approach.
3ª, ed. New York: Jonh Willey, 1983. 333p.
DAVIS, L.S.; JOHNSON, K.N. Forest management, 3ª ed. New York: McGraw-Hill, 1987, 790 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
90
DRAPER, N.R.; SMITH, H. Applied regression analysis. 3ª ed. New York. John Wiley & Sons, 1998,
706 p.
GUJARATI, D. N. Econometria Básica. 4ª. ed. São Paulo: Elsevier, 2006. 812 p.
HAYKIN, S. Redes neurais: princípios e prática. 2ª. ed. Porto Alegre: Bookman, 2001. 900 p.
SOUZA, A. L.; SOARES, C. P. B. Florestas Nativas: estrutura, dinâmia e manejo. Viçosa: Editora
UFV, 2013, 322 p.
VANCLAY, J.K. Modeling Forest growth and yield. Copenhagen. Cab International. 1994. 312 p.
a
WEST, P. Tree and Forest Measurement, 2 ed. Springer, 2009, 192 p.
91
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL – CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Patologia Florestal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Período: 8º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito Viveiros e sementes florestais, Correquisito
Microbiologia Geral
EMENTA
Importância das doenças florestais. Conceitos básicos em doenças de plantas. Doenças abióticas.
Doenças bióticas. Manejo de doenças em viveiros. Manejo de doenças de espécies florestais.
Doenças em espécies florestais nativas e exóticas. Ciclos das principais doenças. Manejo integrado
de doenças em viveiros de espécies florestais. Defesas em árvores a nível de casca e lenho à ação
dos patógenos apodrecedores. Quantificação de doenças. Controle químico.
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno conhecimentos básicos para identificar doenças de importância para espécies
florestais, de forma a subsidiar decisões para ações de monitoramento e controle dos patógenos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALFENAS, A.C.; ZAUZA, E.A.V.; MAFIA, R.G.; ASSIS, T.F. Clonagem e doenças do eucalipto.
Viçosa: UFV, 2004. 442p.
FERREIRA, A.F. Patologia florestal. Principais doenças florestais no Brasil. Viçosa: Sociedade de
Investigações Florestais. 1989. 570p.
FERREIRA, F.A.; MILANI, D. Diagnose visual e controle das doenças abióticas e bióticas do eucalipto
no Brasil. Mogi Guaçu: International Paper. 2002. 98p
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BERGAMIN FILHO, A.; KIMATI, H.; AMORIM, L. Manual de Fitopatologia. Princípios e conceitos. 3a
edição. São Paulo: Agronômica Ceres. 1995. 919p.
BLANCHARD, R.O. & TATTAR, T.A.; 1981. Field and Laboratory Guide to Tree Pathology. Academic
Press, New York, 285 pp.
ALFENAS, A.C.; ZAUZA, E.A.V.; MÁFIA, R.G.; ASSIS, T.F. 2004. Clonagem e Doenças do Eucalipto.
Editora UFV, Viçosa, 442 pp.
TATTAR, T.A. 1978. Diseases of Shade Trees. Academic Press, New York, 361 pp.
AGRIOS, G.N. ed. Plant Pathology. Fifth Edition. Academic Press Inc. New York. 2004. 922p.
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Política e Legislação Florestal
Natureza: OBRIGATORIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 36
Prática: 0
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito Ecologia Florestal
Período: 6º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
A Política e a Legislação Florestal no Brasil: origem, objetivos e evolução. Análise dos Objetivos da
Legislação Florestal. O Processo Legislativo no Brasil. Princípios Gerais do Direito Ambiental e
Florestal. O Novo Código Florestal brasileiro. Distribuição das Florestas no Brasil. Florestas como
Base de Desenvolvimento Econômico. Principais Políticas Florestais a Nível Nacional e Regional. A
Propriedade florestal: cadastro e tributação. Infrações Florestais. Crédito Rural para fins florestais e
outros mecanismo de fomento florestal.
OBJETIVOS
Descrever a legislação e as normas que regem as florestas e os biomas nacionais, realçando sua
importância na preservação e/ou uso sustentáveis de recursos naturais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, P. B. Direito ambiental. Rio de Janeiro: Editora Lumen Júris. 2008. 906 p.
ANTUNES, P. B. Federalismo e competências ambientais no Brasil. Rio de Janeiro: Editora
Lumen Júris. 2007. 267 p.
ANTUNES, P. B. Política Nacional do Meio Ambiente – PNMA: comentários à Lei no. 6,938, de 31
de agosto de 1981. Rio de Janeiro: Editora Lumen Júris. 2005. 229 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
93
BENSUSAN, N. Conservação da Biodiversidade em Áreas Protegidas. Rio de Janeiro: Editora
FGV. 2006. 176p.
LIMA, A. Zoneamento ecológico-econômico: à luz dos direitos socioambientais. Curitiba: Juruá.
2006. 288 p.
RIBEIRO, W. C. A ordem ambiental internacional. São Paulo: Contexto Editora. 2006. 176 p.
MAGALHÃES, J. P. Comentários ao código florestal: doutrina e jurisprudência. São Paulo: Editora
Juarez de Oliveira. 2001. 296 p.
BURSZTYN, M. A. A. Gestão ambiental: instrumentos e práticas . Brasília: IBAMA. 175p. 1994
94
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Princípios e Métodos Silviculturais
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Viveiros e sementes florestais
Período: 7º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Introdução a silvicultura - Conceitos e definições em silvicultura; Princípios básicos da silvicultura:
Classificação dos povoamentos e das árvores; sítios florestais - importância e qualidade dos sítios
florestais, métodos de classificação dos sítios florestais; Regeneração Natural, Sistemas Silviculturais
com uso da regeneração natural; Regeneração Artificial - Planejamento, Seleção de Espécies, Época
de Plantio, Regeneração por plantio de mudas - Preparo da área (Talhoamento, Preparo do solo),
Controle de formigas, Espaçamento de plantio, Fertilização, Plantio e replantio, Controle de ervas
daninhas; Regeneração por semeadura direta; Regeneração por condução de brotação - talhadia.
OBJETIVOS
Detalhar as técnicas e formas de cultivo, bem como as intervenções necessárias para
desenvolvimento e crescimento satisfatório da floresta. Subsidiar ao aluno informações sobre técnicas
de regeneração natural em áreas degradadas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CRESTANA, M.S.M.; FERRETI, A.R.; TOLEDO FILHO, D.V.; ÁRBOCZ, G.F.; SCHMIDT,
H.A.P.;GUARDIA, J.F.C. Florestas - sistemas de recuperação com essências nativas, produção
de mudas e Legislações. Editora: Cati. 2006. 248p.
DAVIDE, A.C.; SILVA, E.A.A.; FARIA, J.M.R.; ZANETTI, R.; RESENDE, M.L.V. Produção de
Sementes e Mudas de Espécies Florestais. Lavras: UFLA/FAEPE, 2008. 174p.
GONÇALVES, Jose Leornardo de Moraes (ed.); Stape, Jose Luiz. Conservação e cultivo de solos
para plantações florestais. Piracicaba: IPEF, 2002. 498p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
95
ALBRECHT, J.M F.; SANTOS, A.A.; ARRUDA T.P.M.; CALDEIRA, S.F.; LEITE, A.M.P. ;
ALBUQUERQUE, M.C.F. Manual de produção de sementes de espécies florestais nativas.
Cuiabá: UFMT, 2003, 88p.
CARNEIRO, J.G.A. Produção e controle de qualidade de mudas florestais. Curitiba:
UFPR/FUPEF, 1995. 451 p.
CORSEUIL, C.W.; MADRUGA, P.R.A. Modelagem numérica em mapa temático – sítios florestais.
Ciência Rural, Santa Maria, v.28, n. 4, p. 691-694. 1998.
LAMPRECHT, H. Silvicultura nos trópicos. GTZ, República Federal da Alemanha, -RFA. Eschborn.
1990. 343 p.
PAIVA, H.N. de.; GOMES, J.M. Propagação Vegetativa de Espécies Florestais. Viçosa: UFV, 2001.
46p. (Série cadernos didáticos, 83).
RIBEIRO, N.; SITOE, A.A.; GUEDES, B.S.; STAISS, C. Manual de Silvicultura Tropical.
Universidade Eduardo Mondlane. Maputo, 2002. 123p.
96
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Sistema Agrosilvopastoril
Natureza: OBRIGATORIA
Unidade Acadêmica: CSL
Período: 4º
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 18
Prática: 18
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito Ecologia Geral
Correquisito
silviculturais
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Princípios
e
métodos
EMENTA
Sistemas Agroflorestais no Brasil e no mundo. Conceitos de sistemas agroflorestais. Classificação de
sistemas agroflorestais. Vantagens e desvantagens dos sistemas agroflorestais. Tratos silviculturais
em SAF’s. Diagnóstico e planejamento de sistemas agroflorestais. Princípios de seleção e espécies
para sistemas agroflorestais. Análise econômica dos sistemas agroflorestais. Implantação de Estudos
e Pesquisas em SAF’s. Sistemas agrosilvopastoril. Vantagens e desvantagens. Uso do florestal para
produção de gado de corte. Manejo de animais e da florestal.
OBJETIVOS
Propiciar o aluno informações para realizar projetos agroflorestais e agrosilvopastoris, coordenar
equipe para implantação desses sistemas, fiscalizar e gerenciar empreendimentos que apliquem
agricultura, florestal e bovinocultura.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALVARES-AFONSO, F.M. Desenho, Monitoramento e Política Públicas para Sistemas Agroflorestais.
1998. IICA - Instituto Internacional de Cooperação para Agricultura – Brasília DF.
EMBRAPA. Sistemas Agroflorestais: Bases científicas para o desenvolvimento sustentável. Embrapa.
365 p. 2006.
VIVAN, J. Agricultura x Florestas. Curitiba. Editora da EMATER- PR. 212 p. 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
97
GALVÃO, A.P.M. Reflorestamento de propriedades rurais para fins produtivos e ambientais: um guia
para ações municipais e regionais. Brasília: Embrapa – CNPF, 2000.
MURGUEITIO, E. et al. Usos de la Tierra en fincas ganaderas: Guia para el pago de servicios
ambientales em el proyecto Enfoques Silvopastoriles Integrados para el Manejo de Ecosistemas. Cali:
CO, CIPAV. 2003. 96 p.
CARVALHO, F. C. de. Sustentabilidade de sistemas agroflorestais pecuários em ambientes semiáridos. In: _____ . Semi-árido: diversidades, fragilidades e potencialidades . Sobral: Sobral Gráfica,
2006. cap 5, p.71-107.
LORENZI, H. Árvores Brasileiras: Manual de Identifi cação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do
Brasil . 2 ed- Nova Odessa: Plantarum, 1998. v. 2.
RIBASKI,J.
Sistemas
agroflorestais.
04/2003.
Disponível
em:
http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/. Acesso em: 25/08/2006.
98
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Tecnologia da Madeira
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 90 horas-aula (82,5 horas)
Teórica: 54
Prática: 36
Total: 90
Pré-requisito Componentes químicos
anatômicos da madeira, Bases para
tecnologia de produtos florestais
Período: 4º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
e Correquisito
a
EMENTA
Propriedades físicas e mecânicas da madeira. Propriedades térmicas, acústicas e elétricas da
madeira. Relação água-madeira. Densidade da madeira. Permeabilidade da madeira. Difusão de
líquidos e gases através da madeira. Propriedades de resistência e propriedades elásticas.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno os fundamentos e conceitos da tecnologia da madeira e sua relação com o uso
da madeira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Madeira – Determinação da densidade
básica NBR 11941 ABNT . Rio de Janeiro. 2003.
KOLLMAN , F.F.P., CÔTÉ, W.A. Principles of wood science and tecnology. I: Solid wood. New
York, Springer – Verlag, 1968. 592p.
PANSHIN, A J. & DE ZEEUW, C. Textbook of Wood Technology. McGraw-Hill New York. 1980
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
99
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Projeto de Estruturas de madeiraNBR 7190. ABNT, Rio de Janeiro. 1997.
DESCH, H. E. Timbers, it’s structure and properties. London, MarcMillN, 1962. 350 pg.
FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood handbook - wood as an engineering material.
Madison, WI: U.S. Departament of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999.
463p.
SKAAR, C. Water in wood. Syracuse, Syracuse University Press. 1972. 218 p. (Syracuse Wood
Science Series, 4).
MARRA, A.A. Technology of wood bonding: principles in practice. New York: Van Nostrand
Reinhold. 1992. 453p.
100
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Industrialização da Madeira
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Tecnologia da madeira
Período: 4º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Carbonização da madeira: Conceitos, métodos; Processamento primário da madeira; usinagem da
madeira, secagem da madeira; tecnologia de papel e celulose; Painéis de madeira reconstituída.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno as diversas atividades aplicadas na indústria madeireira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Madeira – Determinação da densidade
básica NBR 11941 ABNT . Rio de Janeiro. 2003.
KOLLMAN , F.F.P., CÔTÉ, W.A. Principles of wood science and tecnology. I: Solid wood. New
York, Springer – Verlag, 1968. 592p.
PANSHIN, A J. & DE ZEEUW, C. Textbook of Wood Technology. McGraw-Hill New York. 1980
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Projeto de Estruturas de madeiraNBR 7190. ABNT, Rio de Janeiro. 1997.
DESCH, H. E. Timbers, it’s structure and properties. London, MarcMillN, 1962. 350 pg.
FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood handbook - wood as an engineering material.
Madison, WI: U.S. Departament of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999.
463p.
SKAAR, C. Water in wood. Syracuse, Syracuse University Press. 1972. 218 p. (Syracuse Wood
Science Series, 4).
MARRA, A.A. Technology of wood bonding: principles in practice. New York: Van Nostrand
Reinhold. 1992. 453p.
101
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Estruturas de Madeira e Construções
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Desenho Técnico
Física I, Tecnologia da Madeira
Período: 8º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Digital, Correquisito
EMENTA
Serão abordados temas relacionados às Estruturas de Madeiras indicando as suas diversas
aplicações em função das características físicas e mecânicas. Inicialmente serão abordados conceitos
da Mecânica Geral, Resistência dos Materiais e Estabilidade das Construções. Tais conceitos serão
aplicados nos critérios de dimensionamento das estruturas de madeira à luz da nova norma ABNT
7190/97. Principios de construção civil, suas etapas e peculiaridades.
OBJETIVOS
Propiciar subsídios teóricos para projetar estruturas e madeira e identificar problemas técnicos e de
qualidade nas estruturas de madeira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GOMES F.C. Estruturas de Madeira,117p. Publicações. UFLA, 2001.
PIANÇA, J. B. Manual do construtor. Ed. Globo. V1, 1976.
PIANÇA, J. B. Manual do construtor. Ed. Globo. V2, 1976.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
102
HELLLMEISTER, J.C. Madeiras e suas características. In I EBRAMEM/83. São Carlos - SP, 1983.
BODIG, J.AYN, B.A. Mechanics of wood and wood composites. Van Nostrand Reinhold. New York.
1982. 71p
KOLLMANN, F.F.P.; COTE JR. W.A. Principles of wood sience and technology I. solid wood.
Springer Verlag. New York. 1968. 502p.
LOGSDON, N. B. – Elementos de Estruturas de Madeira, Sob a Ótica da NBR 7190/1997.
Faculdade de Engenharia Florestal (FENF) - Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
Cuiabá, MT. 1999.
LOGSDON, N. B. – Uma abordagem ao cálculo rápido de telhados de madeira, sob a ótica da
NBR 7190/1997. FENF-Universidade Federal de Mato Grosso. Cuiabá, MT. 1999.
Manual de Classificação – 1997- LAMEM (Laboratório de Madeiras e Estruturas de Madeiras).
NBR 7190/1996 - Projeto de Estruturas da madeira - Associação Brasileira de Normas técnicas.
BUENO, C.F.H. Materiais e técnicas construtivas rurais. 1 ed. Lavras: UFLA, 2000. 84p
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Estudos de Impactos Ambientais
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Ecologia Florestal
Período: 7º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Princípios ecológicos para avaliação de impactos ambientais. Sistemas ambientais
impactados, seus elementos e processos; serviços ambientais; impactos ambientais; indicadores
de impactos ambientais; avaliação dos impactos. Estudos e relatórios de impacto ambiental.
EIAs e RIMAS; relação impacto / benefícios; medidas compensatórias e mitigadoras;
condicionantes ambientais; deferimento de empreendimentos potencialmente poluidores;
metodologia para EIAs e RIMAS. Legislação de EIAs e RIMAS; termos de referência. Estudo(s) de
caso.
OBJETIVOS
Identificar os impactos ambientais e eleger indicadores para a sua aferição. Conhecer a estrutura de
estudos de impacto ambiental e o processo de elaboração de parecer técnico. Desenvolver uma
simulação de estudo de impactos ambientais e emitir pareceres técnicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHAIM, A. et al. Agrotóxicos e ambiente. Brasília: EMBRAPA. 1 ed. 2004. V 1. 400p.
MAIA, N. B.; MARTOS, H. L.; BARRELLA, W. Indicadores ambientais - conceitos e aplicações.
São Paulo: Editora Educ. 1 ed. 2001. V 1. 285p.
SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental – conceitos e métodos. São Paulo: Oficina de
Textos. 1 ed. 2006. V 1. 496p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
104
CUNHA, S.B.E.; GUERRA, A.J.T. Avaliação e perícia ambiental. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
8 ed. 2007. V 1. 294p.
FONTELES, J.O. Turismo e impactos socioambientais. 1 ed. São Paulo: Aleph, 2004. V 1. 224p.
GUERRA, A.J.T.; CUNHA, S.B. Impactos ambientais urbanos no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil. 2 ed. 2004. V 1. 420p.
MARRIOTT, B. Environmental impact assessment: a practical guide. 1 ed. United States: McGraw
Hill, 1997. V 1. 320p.
NOBLE, B.F. Introduction to environmental impact assessment: a guide to principles and
practice. 1 ed. Toronto: Oxford University Press, 2006. V 1. 206p.
105
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Energia da Biomassa
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Tecnologia da Madeira
Período: 9º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
A madeira como fonte de energia, a carbonização da madeira, a gaseificação da madeira e carvão,
produção de metanol, produção de etanol.
OBJETIVOS
Conhecer os principais processos de transformação da madeira em energia, entender os processos
de produção energética a partir de produtos oriundos da atividade florestal. Conhecer os principais
combustíveis oriundos da floresta.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Produção e utilização de carvão
vegetal. Belo Horizonte, 1982. 393 p. (Série de Pub. Técnicas).
LEPAGE, E.S. Manual de preservação de madeiras. São Paulo, IPT, vol I e II, 1986
PHILIPP, P. & D'ALMEIDA, M.L.O. Celulose e papel: tecnologia de fabricação da pasta celulósica. São
Paulo, IPT, 2ª ed., Vol I e II, 1988. 964 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
106
CAVALCANTE, M.S. Deterioração biológica e preservação de madeiras. São Paulo, IPT, 1982
(Reimpressão: 1985)
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Carvão vegetal: destilação,
carvoejamento, propriedades e controle de qualidade. Belo Horizonte, 1982. 173 p. (Série de Pub.
Técnicas).
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Manual de construção e
operação de fornos de carbonização. Belo Horizonte, 1982. 55 p. (Série de Pub. Técnicas).
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Produção e utilização de carvão
vegetal. Belo Horizonte, 1982. 393 p. (Série de Pub. Técnicas).
LEPAGE, E.S. Manual de preservação de madeiras. São Paulo, IPT, vol I e II, 1986
MENDES, L.M.; TRUGILHO, P.F.; LIMA, J.T.; SILVA, J.R.M.da. Preservação de moirões de madeira
pelo processo banho quente-frio. Rev. Ciência e Prática, UFLA, p. 5-15, 1996. (Boletim Agropecuário
Nº 21)
PHILIPP, P. & D'ALMEIDA, M.L.O. Celulose e papel: tecnologia de fabricação da pasta celulósica. São
Paulo, IPT, 2ª ed., Vol I e II, 1988. 964 p.
107
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Recuperação de Ecossistemas Florestais Degradados
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Período: 7º
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Química, Fertilidade do Solo e Correquisito
Nutrição de Plantas
silviculturais
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Princípios
e
métodos
EMENTA
Processos de degradação de ecossistemas. Fragilidade de subsistemas das microbacias. Resiliência,
homeostase, resistência e elasticidade ambiental. Agentes de degradação. Estratégias de
recuperação com enfoque holístico, Restauração, reabilitação e revegetação. Técnicas de
recuperação envolvendo medidas físicas, biológicas e fisico-biológicas. Mecanismos de avaliação da
eficiência conservacionista e auto-sustentabilidade ecológica das medidas. Parâmetros legais
definidores de projetos de recuperação.
OBJETIVOS
Propriciar ao aluno o conhecimento necessário para executar projetos de recuperação de áreas
degradadas, avaliar os fatores de degradação e as formas de mitigar esses fatores.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BITAR,O.Y. Avaliação da recuperação de áreas degradadas por mineração na região metropolitana
de São Paulo. Tese (Doutorado) USP. 184fls. 1999.
CHEN,J.; BLUME,Hans-Peter & BEYER,L. Weathering of rocks induced by lichen colonization - a
review. Catena 39:121-146. 2000
DOUROJEANNI,A. & VELASQUEZ,T. Guía de practicas control de la erosión. Perú: Universidad
Nacional Agrária "La Molina". Publicaciones nº 94. 178p. 1981
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
108
KENNEDY, A GILLEN,J.; KEETCH,B. & CREASER,C. Gully erosion control at Katju orge, Uluru-Kata
Tjuba National Park, Central Australia. Ecological Management & Restoration. Vol. 2. n. 2001.
PARROTTA, J.A.; KNOWES, O.H & WUNDERLE, J.M. Development of floristic diversity in 10-year-old
restoration forest on a bauxite miner site in Amazonian. Forestry Ecology and Management (99)21-42.
1997.
GRAY, D.H. & LEISER,A.T. Biotechnical slope protection and erosion control. Krieger Publish
Company. Flórida. 271p.
HOLMES,P.M. & RICHARDSON, D.M. Protocols for restoration based on recruitment dynamics,
community structure, and ecosystem function: perspectives from south African Fymbos. Restauration
Ecology vol. 7. n3:215-230. 2000
JACQUEMYN,H.; BUTAYE,J. & HERMY,M. Impacts of restored patch density and distance from
natural forest on colonization success. Restoration Ecology 11, 4: 417-423. 2003.
109
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Trabalho de Conclusão de Curso
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas
Teórica: 36
Pré-requisito:
Prática: 0
Total: 36 horas
Período: 10º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
3.220H ou 3.497HA
EMENTA
Elaboração e execução de um projeto de monografia sobre tema relacionado à área de formação do
curso, sob orientação, incorporando conhecimentos metodológicos, científicos e tecnológicos.
OBJETIVOS
Elaboração e defesa do projeto de estudo, sob supervisão e orientação docente. Implantação de
experimento e/ou levantamento de dados com a execução das técnicas e protocolos previamente
estabelecidos no projeto aprovado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASTOS, L. da R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa,
teses, dissertações e monografias. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 222p.
VOLPATO, G.L. Bases teóricas para redação científica. 1. ed. São Paulo: Acadêmica, 2007. V. 1.
125p.
VOLPATO, G.L. Dicas para redação científica. 3. ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010. V. 1.
152p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
110
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação
- trabalhos acadêmicos — apresentação. Rio de Janeiro, 2005. 9p.
GONSALVES, E.P. Iniciação a pesquisa científica. 3 ed. Campinas: Alínea, 2003. 79p.
LAKATOS, E.M. Fundamentos de metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2003. 311p.
LIMA, M.C.; OLIVO, S. Estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso. 1 ed. São
Paulo: Thomson, 2006. 334p.
MACHADO, A.R.; LOUSADA, E.; TARDELLI, L.S.A. Resumo - leitura e produção de textos
técnicos e acadêmicos. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2004. V. 1. 69p.
MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2.ed. São Paulo: Atlas,
2000. 120p.
VOLPATO, G. L. Pérolas da redação científica. 1. ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010. V. 1.
189p.
111
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Estágio Supervisionado
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas
Teórica: 0
Prática: 72
Total: 72
Pré-requisito
Período: 10º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Realização de uma pesquisa Florestal ou estudo de caso em uma empresa rural, cooperativa,
sindicato, organização não governamental ou similar que possibilite individualmente ao aluno: i) a
sistematização, aprofundamento e a aplicação de conceitos e de relações interdisciplinares adquiridos
ao longo do curso; ii) a familiarização com procedimentos e técnicas da produção vegetal, iii) a
aquisição da experiência profissional específica da Engenharia Florestal e iii) o estabelecimento do
diálogo entre a Ciência e a realidade sócio-econômica e ambiental da região. O estágio, quando
envolver entidade externa à UFSJ, será realizado num sistema de parceria institucional, mediante
convênios e credenciamentos legais. A atividade será realizada em quatro etapas. Etapa 3. Análises
estatísticas e interpretação dos dados coletados. Etapa 4. Elaboração de relatório final, bem como
sua defesa perante uma banca examinadora de pelo menos dois docentes da UFSJ, presidida pelo
professor orientador. Durante a condução da disciplina serão seguidas as normas estabelecidas pela
Coordenação do Curso de Engenharia Florestal.
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno condições de sistematizar os conceitos teóricos-práticos em condições de campo,
a fim de o aluno ter condições de enfrentar bem o mercado de trabalho.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BASTOS, L. da R. et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa,
teses, dissertações e monografias. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2000. 222p.
BIANCHI, A.C. de M.; ALVARENGA, M.; BIANCHINI, R. Manual de orientação: estágio
supervisionado. 3 ed. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2003. 98p.
BURIOLLA, M.A.F. O estágio supervisionado. 1 ed. São Paulo: Cortez, 2009.184p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
112
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação
- trabalhos acadêmicos — apresentação. Rio de Janeiro, 2005. 9p.
GONSALVES, E.P. Iniciação a pesquisa científica. Campinas – São Paulo: Alínea, 2003.
LAKATOS, E.M. Fundamentos de metodologia científica. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2003.
LIMA, M.C.; OLIVO, S. Estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso. 1 ed. São
Paulo: Thomson, 2006. 334p.
MACHADO, A.R., LOUSADA, E.; TARDELLI, L.S.A. Resumo - leitura e produção de textos
técnicos e acadêmicos – 1. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2004. V. 1. 69p.
MARTINS, G.A. Manual para elaboração de monografias e dissertações. 2 ed. São Paulo: Atlas,
2000. 134p.
113
13.1.3 Núcleo disciplinas profissionais específicas
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Introdução a Engenharia Florestal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 36
Prática: 0
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito
Período: 1º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Conhecer as áreas de formação e de atuação do Engenheiro Florestal, através de conhecimentos
sobre legislação e políticas vigentes, bem como sobre a situação florestal brasileira.
OBJETIVOS
Entender quais as áreas de atuação do Engenheiro florestal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GALVÃO, P.M. Reflorestamento de Propriedades Rurais para Fins Produtivos e Ambientais.
EMBRAPA Florestas, 2000. 351 p.
LEÃO, R.M. A Floresta e o Homem. IPEF, 2000. 434p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
COUTO, H.T.Z. et alii. Mensuração e gerenciamento de pequenas florestas . DOCUMENTOS
FLORESTAIS, Piracicaba (5):1-37, nov. 1989.
FERREIRA, M. A situação florestal brasileira e o papel da silvicultura intensiva DOCUMENTOS
FLORESTAIS, Piracicaba (2):1-9, set. 1989.
FERREIRA, M. Escolha de espécies arbóreas para formação de maciços florestais. DOCUMENTOS
FLORESTAIS, Piracicaba (7):1-15, jan. 1990.
LIMA, W.P. Princípios de Hidrologia Florestal. IPEF/LCF/ESALQ, Piracicaba. 250p. 1986.
POGGIANI, F. Estrutura, funcionamento e classificação das florestas. DOCUMENTOS
FLORESTAIS, Piracicaba (3):1-14, set. 1989.
SIMÕES, J.W., et alii. Formação, manejo e exploração de florestas com espécies de rápido
crescimento, Brasília, IBDF, 131Pp. 1981.
114
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Bases para a Tecnologia de Produtos Florestais
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 54
Prática: 0
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período: 2º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Introdução aos princípios de física aplicada a motores e transmissão de movimentos; Termodinâmica
aplicada à degradação térmica da madeira; Relação água-madeira; Princípios de umidade
ambiente/madeira; Princípios químicos da formação da parede celular; Princípios de químicos de
compostos de degradação da madeira para produção de papel. Princípios da contração e expansão
da madeira. Introdução a fenômenos de transferência de massa, fluxo laminar e turbulento, medidores
de pressão, tensão superficial e difusão. Processos de transferência de calor em fluidos por
condução, convecção e radiação.
OBJETIVOS
Fornecer subsídios aos discentes para formar a base conceitual e associar as disciplinas essenciais e
específicas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BROWNING, B.L. The chemistry of wood. Interscience Publishers, New York, 1975, 689 p.
PANSHIN, A .S. e DE ZEEW, C. Textbook of wood technology. New York. Mc Graw Hill Book
Company, 1964, vol. I, 643 p.
KOLLMAN, F.F.P. e COTTE, W.A . Principles of wood science and technology, vol. I, 1971, 270 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
115
HAKKILA, P. Utilization of residual forest biomass. Berlin: Springer-Verlag, 1989. 568 p.
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Produção e utilização de carvão
vegetal. Belo Horizonte, 1982. 393 p. (Série de Pub. Técnicas).
GONÇALVES , M.T.T. Processamento da madeira. – Bauru SP Brasil – 2000, 242 p.
SIAU, J. F. Transport processes in wood. Springer series in wood science. Berlim: Springer-Verlag.
1984. 245p.
D’ALMEIDA, Maria Luiza Otero. Celulose e Papel. Tecnologia de fabricação da pasta celulósica.
São Paulo: IPT, 1988. Vol I.
FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood handbook - wood as an engineering material.
Madison, WI: U.S. Departament of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999.
463p.
INCROPERA, F.P. et al. Fundamentos de transferência de calor e massa. 6 ed. Rio de
Janeiro: LTC, 2008. 643p.
116
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Bases à Biometria Florestal
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 54
Prática: 0
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Calculo I
Período: 3º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Conceitos importantes sobre biometria florestal. Uso de softwares aplicados à Ciência Florestal –
principais recursos e funções (Excel, R, Access, Statistica). Relações entre caracteres e métodos
multivariados. Crescimento das árvores, curvas de crescimento. Distribuição de variáveis
dendrométricas. Análise e avaliação de projetos de pesquisa florestal.
OBJETIVOS
Fornecer subsídios aos discentes para formar a base às conceitos e associação das disciplinas
básicas com a biometria e manejo florestal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração Florestal: perguntas e respostas. 4ª ed. Viçosa: UFV,
2011. 605p.
SOARES, C.P.B.; PAULA NETO, F.; SOUZA, A.L. Dendrometria e Inventário Florestal. Viçosa: Editora
UFV, 2013. 276p.
ZANETTI, E. Certificação e Manejo de Florestas Nativas Brasileiras. Curitiba: Juruá Editora, 2007.
376p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
117
AMARAL, P.; NETO, M.A. MANEJO FLORESTAL COMUNITÁRIO: Processos e aprendizagens na
Amazônia brasileira e na América Latina. Belém: IEB/IMAZON, 2005.
HOSOKAWA, R.T.; MOURA, J.B.; CUNHA, U.S. Introdução ao Manejo e Economia de Florestas.
Curitiba: UFPR, 1998. 164p.
DRIGUEZ, L.C.E. 1991. Gerenciamento da Produção Florestal. Documentos Florestais IPEF. n.13,
p.1-41. 1991.
SCHNEIDER, P.R. Introdução ao Manejo Florestal. Santa Maria: CEPEF/FATEC/UFSM, 1993. 348p.
SCOLFORO, J.R.S. Biometria Florestal: modelos de crescimento e produção florestal. Lavras:
UFLA/FAEPE, 2006. 396p.
118
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Componentes Químicos e Anatômicos da Madeira
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Pré-requisito
orgânica
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Período: 3º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Anatomia Vegetal, Química Correquisito
EMENTA
Grupos vegetais que produzem madeiras, componentes macroscópicos do tronco, formação da
madeira, planos de corte para estudos anatômicos, propriedades organolépticas da madeira, estrutura
anatômica da madeira de coníferas e folhosas, defeitos da madeira, influência da anatomia da
madeira no comportamento tecnológica da madeira. Composição química da madeira: celulose,
hemiceluloses, lignina, componentes secundários, componentes inorgânicos, determinação dos
componentes químicos da madeira, influência da química da madeira nas propriedades da madeira.
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno um entendimento detalhado dos grupos vegetais produtores de madeira bem como
as estruturas presentes em cada um deles. A influência das estruturas anatômicas no uso da madeira
e a sua importância na identificação de espécies.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
IAWA Comittee, - IAWA list of microscopic features for hardwood identification; IAWA Bulletin
n.s., Vol. 10(3),1989, p. 221-332.
CORADIN, V. T. R.,MUNIZ, G. L.B. Normas de procedimentos em estudos de anatomia da
madeira; ABNT, Brasília, 1992, 19 p.
KOLLMAN, F.F.P. e COTTE, W.A . Principles of wood science and technology, vol. I, 1971, 270 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
119
BURGER, L.M. e RICHTER, A. G. Anatomia da madeira. São Paulo, ed. Nobel, 1991, 154 p.
BROWNING, B.L. The chemistry of wood. Interscience Publishers, New York, 1975, 689 p.
COPANT - Descripcion de caracteristicas generales, macroscópicas y microscópicas de la
madera angiosperma: dicotiledoneas. Informe COPANT 30:1-019, 1974.
ESAU, K. Anatomia das plantas com sementes. 1974. Reimpressão 1976, 293 p.
GLÓRIA,B.A., GUERREIRO, S.M. Anatomia Vegetal. Editora UFV. Universidade Federal de Viçosa,
Viçosa-MG, 2003, 437 p.
PANSHIN, A .S. e DE ZEEW, C. Textbook of wood technology. New York. Mc Graw Hill Book
Company, 1964, vol. I, 643 p.
a
MAINIERI, C. e CHIMELLO. J.P. Fichas de características das madeiras brasileiras, 2 ed. São
Paulo, Instituto de Pequisas Tecnológicas - IPT - Divisão de Madeiras, 1989, 418 p.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Colheita e Transporte Florestal
Natureza: OBRIGATORIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Inventário Florestal
Período: 7º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Introdução ao Estudo da Colheita Florestal em florestas nativas e plantadas. Corte Florestal. Extração
Florestal. Sistemas de Colheita Florestal. Controle de Produção e Custos na Colheita e Transporte
Florestal. Planejamento e Organização do Trabalho de Colheita e Transporte Florestal. Planejamento
de Estradas Florestais. Ergonomia e Segurança no Trabalho de Colheita Florestal. Controle de
Qualidade na Colheita e Transporte Florestal.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno as máquinas utilizadas na colheita florestal em florestas nativas e plantadas,
trazer o entendimento de como identificar o melhor método de colheita de forma economicamente
viável. Propiciar subsídios para uma organização da colheita por meio do planejamento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LOPES, E.S.; MIMETTI, L.J.; SOUZA, A. P.; MACHADO, C.C. Operação e manutenção de
motosserras: manual técnico. Viçosa: Aprenda Fácil, 2001. 132 p.
MACHADO, C.C. (Org.) Colheita florestal. 2ª ed. Viçosa: Editora UFV, 2002. 468p.
MACHADO, C.C.; LOPES, E.S.; BIRRO, M.H. Elementos básicos do transporte florestal
rodoviário. Viçosa: Editora UFV, 2000. 167p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
121
DUL, J., WEERDMEESTER, B. Ergonomia prática. São Paulo: Edgard Blucher, 1995. 147 p.
IIDA, I. Ergonomia: projeto e produção. São Paulo: Edgard Blucher, 1990. 465p.
MACHADO, C.C. Planejamento e controle de custos na exploração florestal. Viçosa: Editora UFV,
1994.
REZENDE, J.L.P.; FIEDLER, N.C. ; MELLO, J.M.; SOUZA, A.P. Análise técnica e de custos de
métodos de colheita e transporte florestal. Lavras: UFLA, 1997. 50p. (Boletim Técnico 22).
TRINDADE, C. et al. Ferramentas da qualidade: aplicação na atividade florestal. Viçosa: Editora
UFV, 2000. 124p.
122
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Dendrologia
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Ecologia Geral
Período: 2º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito Anatomia Vegetal
EMENTA
Introdução à dendrologia; dendrologia no contexto profissional e científico; os conceitos de árvore;
Principais grupos taxonômicos que incluem espécies arbóreas dos biomas nacionais de interesse e
potencialidades científicas e sócio-econômicas; terminologia e descrição dendrológica; características
e identificação de campo de espécies representantes dos seguintes grupos: Pteridophyta,
Gymnospermae e Angiospermae. Metodologia em estudos dendrológicos; fenologia florestal; valor
sócio-econômico das principais famílias e espécies arbóreas.
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno a capacidade de identificar de forma correta as diversas espécies arbóreas dos
biomas nacionais com potencialidades científicas e sócio-econômicas por meio da fenologia florestal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do
Brasil, vol. 1. Nova Odessa, SP:Instituto Plantarum, 2002. 352p.
LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do
Brasil, vol. 2. Nova Odessa, SP:Instituto Plantarum, 2002. 368p.
MARCHIORI, J.N.C. Elementos de Dendrologia. UFSM, 2004. 176p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
123
CAMARGOS, J.A.A. Catálogo de árvores do Brasil. 2. ed. rev. e atual. Brasília, D.F : Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, 2001. 896p. il.
CARVALHO, P. E. R. Espécies Arbóreas Brasileiras, vol 1. Brasília: Embrapa Informação
Tecnológica; Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2003. 1040p.
CARVALHO, P. E. R. Espécies Arbóreas Brasileiras, vol 2. Brasília: Embrapa Informação
Tecnológica; Colombo, PR: Embrapa Florestas, 2006. 628p.
GONÇALVES, E.G.; LORENZI, H. Morfologia vegetal. São Paulo: Instituto Plantarum, 2007. 441p.
MARCHIORI, J. N. C. Dendrologia das gimnospermas. Santa Maria: UFSM, 2005. 160p.
MARCHIORI, J. N. C. Dendrologia das angiospermas: das Magnoliáceas às Flacourtiáceas.
Santa Maria: UFSM, 1997.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Produtos Florestais Não Madeireiros
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 18
Prática: 18
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito Química Geral
Período: 4º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito Química orgânica
EMENTA
Abordagem dos aspectos botânicos, culturais e econômicos das espécies nativas de valor econômico:
Produtos de espécies oleaginosas, resiníferas, frutíferas, medicinais, produtoras de fibras corantes
entre outros. Importância econômica local, regional e racional. Produção e beneficiamento.
OBJETIVOS
Conhecer e analisar aspectos botânicos, culturais e econômicos das espécies nativas de valor
econômico conhecidas ou não. Entender e executar processos de produção, extração e
beneficiamento de Produtos florestais não madeireiros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BRETT, C.; WALDRON, K. Physiology and biochemistry of plant cell walls. Unwin Hyman,
London, 1990.
HON, D. N. S., SHIRAISHI, N. ed., Wood and Cellulosic Chemistry, Marcel Dekker, Inc., 1991.
LEWIN, M.; GOLDSTEIN, I.S. Wood structure and composition. New York, Marcel Dekker, 1991.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BROWNING, B.L. The chemistry of wood. New York, John Wiley & Sons, 1963.
CHUM, H.L. Polymers from Biobased Materials, William Andrew Publishing/Noyes, 1991.
GEORGIA INSTITUTE OF TECHNOLOGY, Engineering Experiment Station. Disign, fabrication
and operation of a biomass fermentation facility: phase IIA. Conceptual design of prototypuca
pilot plant and experiment studies. Atlanta, 1982. 64 p.
HAKKILA, P. Utilization of residual forest biomass. Berlin: Springer-Verlag, 1989. 568 p.
PAUL, J. K. Large and small scale ehtyl alcohol manufacturing processes from agricultural raw
materials.Park Ridge: N. J. Noyes Data Corp, 1980.576 p. (Chemical technology review ; no.169
Energy technology review ; no.58)
ROWEEL M.R., SCHULTY T.P., NARAYAN R., ed., Emerging Technologies for Materials and
Chemicals from Biomass, 1992.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Plantas Úteis do Cerrado
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 18
Prática: 18
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito Dendrologia
Período: 4º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Abordagem dos aspectos botânicos, culturais e econômicos das espécies nativas de valor econômico:
Produtos de espécies oleaginosas, resiníferas, frutíferas, medicinais, produtoras de fibras. Importância
econômica local, regional e nacional. Produção e beneficiamento.
OBJETIVOS
Apresentar as potencialidades das plantas do cerrado para usos alternativos aos fins madeireiros e
desenvolver processos de utilização sustentável: socialmente justo, econômicamente viável e
ambientalmente correto.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALMEIDA, S.P; PROENÇA, C.E.B.; SANO, S.M. & RIBEIRO, J.F. Cerrado: espécies vegetais úteis.
EMBRAPA: Planaltina. 1998.
LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil. 4.
ed. Instituto Plantarum, Nova Odessa, v.1, 384 p. 2002.
LORENZI, H. Árvores brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas do Brasil. 2.ed.
Instituto Plantarum, Nova Odessa, v.2, 384 p. 2002.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
126
CAMARGOS, J.A.A.; CORADIN, V.T.R.; CZARNESKI, C.M.; OLIVEIRA, D.; MEGUERDITEJIAN, I.
Catálogo de Árvores do Brasil. IBAMA: Brasília. 896 p. 2001.
LORENZI, H.; Matos, F.J.A. Plantas medicinais do Brasil: nativas e exóticas. Instituto Plantarum, Nova
Odessa, 512 p. 2002.
PROENÇA, C.; OLIVEIRA, R.S.; SILVA, A.P. Flores e frutos do cerrado. Editora Universidade de
Brasília, Brasília; Imprensa Oficial do Estado, São Paulo, 226 p. 2000.
SILVA, D.B.; et al. Frutas do Cerrado. Brasília: Emprapa Informação Tecnológica. UFLA, Lavras, 180
p. 2001.
SILVA JÚNIOR, M.C. et al. 100 Árvores do Cerrado: guia de campo. Brasília, Editora Rede de
Sementes do Cerrado, 278 p. 2005.
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Manejo De Florestas Naturais
Natureza: OBRIGATORIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Inventário Florestal
Período: 7º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Planos de manejo (Introdução ao manejo florestal no Brasil e no mundo, Manejo florestal sustentável,
Plano de manejo em unidades de conservação, Plano de manejo florestal). Base legislativa para a
elaboração de planos de manejo florestal sustentável. Pontos críticos do manejo florestal. Análise
estrutural da vegetação. (Estrutura horizontal, Estrutura vertical, Regeneração natural, Índice de valor
de importância, Índices para avaliar similaridade, diversidade e distribuição espacial de espécies
florestais). Etapas do manejo florestal e exploração de impacto reduzido. Regulação florestal (Ciclo de
corte, Floresta balanceada, Método BDq). Prognose em florestas nativas. Manejo florestal no cerrado.
Concessão florestal. Certificação florestal. Manejo florestal comunitário.
OBJETIVOS
Fornecer conhecimentos técnicos, visando à habilitação ao manejo de áreas de vegetação nativa por
meio de atividades licenciadas e sustentáveis.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DAVIS, L.S., JOHNSON, K.N., BETTINGER, P., HOWARD, T.E.Forest management: to sustain
ecological, economic and social values. 4th ed. Illinois:Waveland Pr. Inc., 2005. 816 p.
MACPHERSON, A.J., CARTER, D.R., SCHULZE, M.D., VIDAL, E., LENTINI, M.W. The sustainability
of timber production from Eastern Amazonian forests.Land Use Policy, v. 29, p. 339-350, 2012.
SABOGAL, C., POKORNY, B., SILVA, J.N.M., CARVALHO, J.O.P., ZWEEDE, J., PUERTA, R.
Diretrizes técnicas de manejo para produção madeireira mecanizada em florestas de terra firme
na Amazônia brasileira. Belém, PA: Embrapa Amazônia Oriental,2009.217p.
SOUZA, A.L.; SOARES, C.P.B. Florestas Nativas: estrutura, dinâmica e manejo. Viçosa: Editora
UFV, 2013, 322 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
128
BACHA, C.J.C., RODRIGUEZ, L.C.E. Profitability and social impacts of reduced impact logging in the
Tapajós National Forest, Brazil — A case study.Ecological studies, v. 63, p. 70–77, 2007.
BALIEIRO, M.R., ESPADA, A.L.V., NOGUEIRA, O., PALMIERI, R., LENTINI, M. As concessões de
florestas públicas na Amazônia brasileira: um manual para pequenos e médios produtores
rurais. Piracicaba: Imaflora, 2010. 204 p.
BRASIL. Normas florestais federais para a Amazônia. Brasília: IBAMA/Dbflo, 2007. 416 p.
IMAFLORA.Manual de certificação do manejo florestal no sistema do Forest
StewardshipCouncil – FSC. São Paulo: Imaflora, 2004.
PEÑA-CLAROS, M., FREDERICKSEN, T.S., ALARCÓN, A., BLATE, G.M., CHOQUE, U.,
PINTO, A., AMARAL, P., AMARAL, M.Iniciativas de manejo florestal comunitário e familiar na
Amazônia brasileira 2009/2010. Brasília, DF: GIZ, SFB, 2011. 84 p.
SCOLFORO, J.R.S. Manejo florestal. Lavras: UFLA/FAEPE, 1997. 438 p.
129
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Manejo da Fauna Silvestre e Manejo de Criadouros Conservacionistas
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Pré-requisito
Florestal
Prática: 36
Zoologia
Geral,
Total: 72 horas-aula
Período: 9º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Ecologia Correquisito
EMENTA
Ecologia das espécies da fauna brasileira, manejo das principais espécies da fauna brasileira,
especialmente as do bioma cerrado, Espécies da fauna silvestre em extinção ou em processo de
extinção. Métodos de preservação da fauna com baixa resiliencia. Métodos de captura e identificação
de espécies da fauna silvestre. Importância dos criadouros conservacionistas. Técnicas de manejo de
animais silvestres em cativeiro. Lei de Proteção a Fauna- Lei nº 5197/67. Lei de Crimes Ambientais Lei nº 9605/98 e Decreto nº 3179/99. Técnicas de acolhimento de animais silvestres apreendidos.
Soltura e Reintrodução de animais silvestre no habitat natural. Montagem de banco genético.
Técnicas de resgate de fauna.
OBJETIVOS
Identificar e conhecer a ecologia, o manejo das principais espécies da fauna brasileira, especialmente
as do bioma cerrado. Conhecer as técnicas de manejo de animais silvestres em cativeiro com o
objetivo conservacionista e readaptação de animais em condição de risco. Possibilitar ao estudante
coordenar a criação de animais silvestre com objetivos conservacionista e comerciais com as devidas
autorizações.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTAS, P.T.Z.; CAVALCANTI, R.B. Aves comuns do Planalto Central. Brasília: Editora Universidade
de Brasília, 1988. 238 p. il.
AURICCHIO, P. Primatas do Brasil. São Paulo: Terra Brasilis, 1995. 168 p. il.
BECKER, M.; DALPONTE, J.C. Rastros de mamíferos silvestres brasileiros - Um guia de campo.
Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1991. 180 p. il.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
130
NAROSKY, T.; YZURIETA, D. Guia para la identificación de las aves de Argentina y Uruguay. Buenos
Aires: Vazquez Mazzini Editores, 1993. 345 p. il.
OLIVEIRA, Tadeu Gomes de. Neotropical cats: ecology and conservation. São Luís: EDUFMA,
1994.220 p.
PAIVA, M.P. Conservação da fauna brasileira. Rio de Janeiro: Interciência, 1999, 260 p.
RIDGELY, R.S.; TUDOR, G. The birds of South America: the suboscine passerines. Austin: University
of Texas Press,1994. vol 2. 814p. il.
RIDGELY, R.S.; TUDOR, G. The birds of South America: the oscine passerines. 2 ed. Austin:
University of Texas Press,1994. vol 1. 516 p. il.
SICK, H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1997. 862 p. il.
SILVA, F. Mamíferos silvestres - Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Fundação Zoobotânica do Rio
Grande do Sul, 1984. 244p.
SOERENSEN, B. Animais peçonhentos. São Paulo: Atheneu Editora, 1990. 138 p. il.
TARRÉS, R.R. (ed.). Manual de técnicas de gestión de vida silvestre. Maryland: Wildlife Society. 1987.
703 p.
131
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Viveiros e Sementes Florestais
Natureza: OBRIGATÓRIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Período: 6º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito Dendrologia, Fisiologia vegetal Correquisito
EMENTA
Sementes Florestais: importância, formação e estrutura das sementes florestais; germinação:
conceitos, fatores ambientais e das sementes que afetam a germinação; dormência: papel ecológico,
tipos de dormência e processos de superação. vigor de sementes: conceitos e métodos de avaliação;
produção de sementes: unidades de produção, métodos de colheita e beneficiamento;
armazenamento de sementes: classificação fisiológica quanto a tolerância à secagem e ao
armazenamento; métodos de armazenamento; Análise de sementes: importância, amostragem,
análise de pureza, teste de germinação, determinação do conteúdo de água, determinação do peso,
teste de raios-X; Aspectos legais da produção e comercialização de sementes e mudas
florestais.Viveiros Florestais: Tipos de viveiros; escolha do local e dimensionamento; métodos e
técnicas de produção de mudas; introdução ao estudo da propagação de plantas; propagação
vegetativa: micropropagação, estaquia (macroestaquia, miniestaquia e microestaquia), enxertia e
alporquia; aclimatação; avaliação da qualidade e determinação de padrões de qualidade de mudas;
seleção; transporte; planejamento econômico do viveiro
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno conhecer as estruturas de sementes florestais, a fisiologia das sementes, técnicas
de análise, beneficiamento e armazenamento de diferentes tipos de sementes. Subsidiar ao aluno
conhecimento para projetar viveiros florestais, conhecer as formas de propagação de espécies
florestais, análise de qualidade de mudas e planejamento econômico do viveiro.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARNEIRO, J.G.A. Produção e controle de qualidade de mudas florestais. Curitiba:
UFPR/FUPEF; Campos: UENF, 1995. 451p.
DAVIDE, A.C.; DA SILVA, E.A.A.; FARIA, J.M.R.; ZANETTI, R.; RESENDE, M.L.V. Produção de
Sementes e Mudas de Espécies Florestais. Lavras: Editora UFLA, 2008. 174p.
FERREIRA, A.G.; BORGUETTI, F. Germinação: do básico ao aplicado. ARTMED, 2004. 324p.
132
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALFENAS, A.C.; ZAUZA, A.A.V.; MÁFIA, R.G.; ASSIS, T.F. Clonagem e Doenças do Eucalipto.
Editora UFV, 2004. 442p.
BRASIL, Lei n. 10711, 05 ago. 2003. Dispõe sobre o Sistema Nacional de Sementes e Mudas e dá
outras providências. Brasília, 2003. 9p.
BRASIL, Ministério da Agricultura. Regras Para Análise de Sementes. Brasília. 1992.
CALDAS, L. Cultura de Tecidos e Transformação Genética de Plantas, Vol. 1. EMBRAPA, 1998.
509p.
CARVALHO, N.M. de; NAKAGAWA, J. Semente: Ciência, Tecnologia e Produção. Campinas, SP,
Fundação CARGILL, 1988. 429p.
HIGA, A.R.; SILVA, L.D. Pomar de Sementes de Espécies Florestais Nativas. FUPEF, 2006. 264p.
133
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Incêndios Florestais
Natureza: OBRIGATORIA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 18
Prática: 18
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito Ecologia Florestal
Período: 5º
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito Agrometeorologia
EMENTA
Introdução: conceitos gerais de proteção florestal. Prevenção a incêndios. Caracterizar, quantificar e
controlar os efeitos e danos causados à floresta por incêndios. Impactos de incêndios florestais no
cerrado.
OBJETIVOS
Propiciar o aluno a compreender a dinâmica do fogo nos biomas nacionais de forma a subsidiar ações
de prevenção e controle de incêndios florestais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
SANT´ANNA, C.M.; FIEDLER, N.C.; MINETTE, L. J. Controle de incêndio florestais. Alegre, ES 2007
152f.
BATISTA, A. C.; SOARES, R. V. Manual de prevenção e combate a incêndios florestais. FUPEF,
1997. 50p.
BATISTA , A. C.; SOARES, R. V. Avaliação do comportamento do fogo em queimas controladas sob
povoamentos de Pinus taeda no norte do Paraná. Floresta: 25 (1/2): 31-42. 1997.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
134
REVISTA FLORESTA. Seminário de atualidades em Proteção Florestal. Vol. 30 nº. 1 e 2. 2000. 204p.
SILVA, R. G. Manual de prevenção e combate aos incêndios florestais. Brasília: Instituto Brasileiro do
Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, 1998. 80p.
SOARES, R. V. Incêndios Florestais. Controle e uso do fogo. FUPEF, 1985. 213p
WHELAN, R. J. The ecology of fire. Cambridge: Cambridge University Press, 1995. 346p.
CIANCIULLI, P. L. Incêndios florestais: prevenção e combate. São Paulo: Nobel, 1981. 169p.
COUTO, E. A.; CANDIDO J. F. Incêndios florestais. Imprensa Universitária da UFV. Viçosa. MG,
1980. 101p.
REUNIÃO TÉCNICA CONJUNTA FUPEF/SIF/IPEF, 4: Curso de Atualização em Controle de
Incêndios Florestais, 2. Anais. Curitiba, FUPEF, 1996 163p.
135
13.2 Disciplinas optativas
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Modelagem da Produção Florestal
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Inventário florestal
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Regressão linear. Regressão não-linear. Testes de confiabilidade e acuracidade. Modelagem
hipsométrica e volumétrica. Modelos de Taper. Modelos de crescimento e produção florestais e
dados para modelagem. Modelagem do crescimento e da produção em nível de povoamento.
Modelagem do crescimento e da produção em nível de distribuição diamétrica. Modelagem do
crescimento e da produção em nível de árvore individual. Avaliação de modelos de crescimento e
produção florestal. Introdução à inteligência artificial aplicada à modelagem florestal.
OBJETIVOS
A presente disciplina fornece uma base sólida sobre modelagem, principalmente para fins de
produção de madeira por florestas plantadas, com foco na quantificação de recursos florestais e
prognose florestal, tanto sobre a ótica da pesquisa, como da produção florestal propriamente dita.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração florestal: perguntas e respostas. 3ª ed. Viçosa-MG: UFV,
2009, 548 p.
DAVIS, L.S.; JOHNSON, K.N. Forest management, 3ª ed. New York: McGraw-Hill, 1987, 790 p.
DRAPER, N.R.; SMITH, H. Applied regression analysis. 3ª ed. New York. John Wiley & Sons, 1998,
706 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
136
AVERY, T.E.; BURKHART, H.E. Forest Measurements, 4ª ed. New York: McGraw-Hill Book, 1994,
400 p.
HUSCH, B.; MILLER, C.I.; BEERS, T.W. Forest mensuration. 3ª ed. New York. John Wiley & Sons,
1982, 402p.
LAAR, A.V.; AKÇA, A. Forest Mensuration, Springer, Dordrecht, 2007, 383 p.
MANLY, B.F.J. Statistics for Environmental Science and Management, 2ª ed. Chapman & Hall, 2008,
295 p.
SOKAL, R.R.; ROHLF, F.J. Biometry: the principles and practice of statics in biological research. New
York: Freeman & Company, 1997, 887 p.
TAKEZAWA, K. Introduction to Nonparametric Regression, Wiley Series, 2006, 568 p.
WEST, P. Tree and Forest Measurement, 2a ed. Springer, 2009, 192 p.
ZAR, J.H. Biostatistical analysis. 4a ed. New Jersey: Prentice-Hall, 1999, 622 p.
137
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Manejo de Bacias Hidrográficas e Hidrologia
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito
Geoprocessamento
e Correquisito
topografia aplicada às ciências florestais
ambientais
EMENTA
Conceitos. Bacia Hidrográfica. Hidrologia nos ecossistemas florestais. Aporte de Sedimentos e
Assoreamento. Conflitos de uso do solo e avaliação de risco de deterioração. Qualidade da Água em
Bacias. Medidas de recuperação dos ecossistemas florestais na bacia e microbacia hidrográfica.
OBJETIVOS
Propiciar ao estudante o entendimento da dinâmica das bacias hidrográficas e capacitá-lo a elaborar
projetos de uso e relatórios técnicos de avaliação de bacias hidrográficas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LIMA, W.P.; ZAKIA, M.J.B. As florestas plantadas e a água: Implementando o conceito da
microbacia hidrográfica como unidade de planejamento. São Carlos: Rima. 2006. 226p.
PAIVA, J. B. D., PAIVA, E. M. C. D. (Org.). Hidrologia Aplicada à Gestão de Pequenas Bacias
Hidrográficas. Porto Alegre: ABRH, 2001.
SILVA, A.M. da., SCHULZ, H.E., CAMARGO, P.B. de. Erosão e hidrossedimentologia em bacias
hidrográficas. São Carlos: RIMA, 2004. 138p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
138
CHISTOFOLETTI A. Geomorfologia Fluvial, Edgard Blücher: São Paulo, 1981.
VILLELA, S.M.; MATTOS, A. Hidrologia aplicada. São Paulo: Ed. McGraw-Hill do Brasil Ltda., 1975.
245p.
ROCHA, J. S. M. Manual de Projetos Ambientais. Santa Maria : UFSM. 1997. 446p.
KAGEYAMA, P. Y. et al. Restauração ecológica de ecossistemas naturais. Botucatu: Fundação de
Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais, 2003. 340 p.
LINSLEY, K.; PAULHUS. Hydrology for Engineers, 1985, McGraw-Hill
139
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Painéis de Madeira e Adesão e Adesivos
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Visa estudar os tipos de painéis de madeira, classificação, processos de produção, panorama
nacional e mundial do setor de painéis de madeira, geração de partículas e laminas de madeira,
secagem, aplicação de resina, tipos de resinas, formação do painel, determinação das propriedades
dos painéis de madeira, aplicação dos painéis de madeira. Conceituação básica em adesão e
adesivos. Fatores que afetam a adesão e a colagem. Qualificação dos adesivos. Adesivos de ureia
formaldeído. Adesivos de fenol-formaldeído. Adesivos à base de resorcinol. Adesivos de melaninaformaldeído. Adesivos de lignina. Adesivos à base de carboidratos.
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno a capacidade de identificar os tipos de painéis de madeira existentes, conhecer
os processos de fabricação bem como os métodos de controle de qualidade da matéria-prima para
a produção. Conhecer a natureza e os tipos de adesivos utilizados na produção de madeira
reconstituída.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood Handbook: Wood as an engeneering material.
Madison, WI: United States Department of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory,
1999, 463p.
IWAKIRI, S. Painéis de Madeira reconstituída. Curitiba: FUPEF, 2005, 247 p.
MARRA, A.A. Technology of wood bonding: principles in practice. New York: Van Nostrand
Reinhold. 1992. 453p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
140
SELLERS, T. Plywood and adhesive technology. New York: Marcel Dekker, 1985. 661p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE MADEIRA PROCESSADA MECANICAMENTE –
ABIMCI. Compensado de Pinus – Catálogo Técnico nº 1. Curitiba, 2002. 19p.
BORDEN QUÍMICA IND. E COM. LTDA. Boletim Técnico. s/data, 6p.
CANADIAN STANDARDS ASSOCIATION. OSB and Waferboard. CSA 0437.0 – 93. Ontário: 1993.
18p.
CLOUTIER, A. Oriented Strandboard (OSB): raw material, manufacturing process, properties of woodbase fiber and particle materials. In: International Seminar on Solid Wood Products of High
Technology, 1., Anais. Belo Horizonte, SIF, 1998, p. 173-185.
ERNARDI, R. Painéis de Madeira Maciça. Revista da Madeira. Curitiba, 2003. p.36
KOLLMAN , F.F.P., CÔTÉ, W.A. Principles of wood science and tecnology. II: Wood Based
Materials. New York, Springer – Verlag, 1975. 703p.
141
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Cartografia e Geoprocessamento
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Introdução ao geoprocessamento: tendências atuais. Noções de cartografia, escala de
mapeamento e projeções cartográficas. Uso de equipamentos de GPS (Sistema de Posicionamento
Global). Uso de servidores de mapas via internet (IMS), como o Expedia.com e o Google Earth.
Bases conceituais e práticas de Sistemas de Informações Geográficas (SIG ou GIS). Tabelas
relacionais e banco de dados georreferenciado. Bases conceituais e práticas sobre Sensoriamento
Remoto (SR ou RS). Fotogrametria clássica e digital. Técnicas de interpretação e classificação de
imagens de satélite. Análise da paisagem e modelagem espacial de dados. Aplicação de técnicas
de geoprocessamento: no mapeamento de recursos naturais (conservação da biodiversidade, mapa
de cobertura vegetal e uso do solo, distribuição geográfica de espécies animais e vegetais,
rastreamento de animais através de rádio-coleira com GPS); na gestão ambiental (análise do
processo de fragmentação do habitat, manejo de bacias hidrográficas, checagem e monitoramento
de parâmetros ambientais, fiscalização de desmatamento e de queimadas, cadastro de lotes
urbanos, cadastro de propriedades rurais); no zoneamento agroclimático (previsão de safra, risco
climático, aquecimento global na agricultura), e na modelagem espacial e tridimensional
(distribuição potencial de espécies animais e vegetais, desenho de rede de unidades de
conservação e corredores ecológicos, identificação de áreas prioritárias, modelos digitais de elevação,
terreno em 3D ou DEM).
OBJETIVOS
142
Apresentar ao aluno conceitos básicos sobre cartografia, sistema de posicionamento global
(GPS), servidores de mapas via internet (IMS), sistemas de informações geográficas (SIG) e
sensoriamento remoto (SR); apresentar os principais produtos de SIG, SR e GPS disponíveis no
mercado e suas aplicações, como ArGIS (ESRI), ArcExplorer (ESRI), DIVA GIS (Hijmanns et al.,
2005), Quantum GIS (“Consórcio”), ERDAS Imagine (Leyca), ERDAS ViewFinder (Leyca), SPRING
(INPE), GPS MapSource (Garmin), GPS Trackmaker (Ferreira Jr., 1998), GLONASS (Rússia),
Galileo SatNav (ESA / EU), Compass (China), Expedia.com Maps Online, Wikimapia, Google
Maps, Google Earth, etc.; apresentar a estrutura de funcionamento da tecnologia de
geoprocessamento; apresentar e analisar as principais aplicações e vantagens do uso do
geoprocessamento no mapeamento de recursos naturais, na gestão ambiental, no zoneamento
agroclimático, na modelagem espacial e nos modelos digitais de elevação; possibilitar ao aluno
experiência prática em laboratório com equipamentos e programas (softwares) de GPS, SIG e SR.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BLASCHKE, T.; KUX, H. Sensoriamento remoto e SIG avançados. 2 ed. São Paulo: Oficina de
Textos, 2009. 303p.
FITZ, P.R. Cartografia básica. 2 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2010. 143p.
ROCHA, C.H.B. Geoprocessamento: tecnologia transdisciplinar. 1 ed. Juiz de Fora: UFJF, 2007.
220p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ANDRADE, J.B. Fotogrametria. Curitiba: MUNDOGEO, 2009. 255p.
ASSAD, E.D.; SANO, E.E. Sistema de informações geográficas: aplicações na agricultura.
2 ed. Brasília: Embrapa, 1998. 434p.
FRIEDMANN, R.M.P. Fundamentos de orientação, cartografia e navegação terrestre. 2 ed.
Curitiba: UTFPR, 2008. 368p.
JENSEN, J.R. Sensoriamento remoto do ambiente: uma perspectiva em recursos
terrestres. 1 ed. Curitiba: MUNDOGEO, 2009. 672p.
SILVA, J.X. Geoprocessamento e Análise Ambiental. 1 ed. Curitiba: MUNDOGEO, 2009. 368p.
143
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Biologia e Manejo de Plantas Daninhas
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Fisiologia vegetal
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Biologia de plantas daninhas: conceito e classificação. Formas de dispersão, dormência,
germinação e alelopatia. Identificação das principais plantas daninhas. Competição entre plantas
daninhas e culturas. Métodos de controle de plantas daninhas. Herbicidas: formulações,
classificação e mecanismos de ação. Herbicidas nas plantas: absorção e translocação.
Seletividade de inseticidas a culturas. Resistência de plantas daninhas a herbicidas. Tecnologia de
aplicação de herbicidas. Manejo de plantas daninhas.
OBJETIVOS
Listar as características de plantas daninhas. Identificar os prejuízos causados pelas plantas
daninhas. Identificar as espécies de plantas daninhas que afetam as culturas agrícolas brasileiras,
listar as principais técnicas de manejo convencionais e alternativas e ainda elaborar um plano de
manejo de plantas daninhas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DEUBER, R. Ciência das plantas infestantes – Fundamentos. 2 ed. Jaboticabal: FUNEP, 2003.
V 1. 452p.
DEUBER, R. Ciência das plantas Infestantes – manejo. 1 ed. Jaboticabal: FUNEP, 1997. V. 2. 285p.
SILVA, A.A.; SILVA, J.F. Tópicos em manejo de plantas daninhas. 1 ed. Viçosa: Editora UFV,
2007. 367p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
144
AGOSTINETTO, D.; VARGAS, L. Resistência de plantas daninhas a herbicidas no Brasil. 1 ed.
Passo Fundo: Gráfica Berthier, 2009. V. 1. 352p.
ANDREI, E. Compêndio de defensivos agrícolas. 8 ed. São Paulo: Andrei, 2009, 1380p.
CHRISTOFFOLETI, P. J.; OVEJERO, R.F.L.; CARVALHO, J.C. Aspectos de resistência de
plantas daninhas a herbicidas. 1 ed. Londrina: HRAC, Editora Associação Brasileira de Ação a
Resistência de Plantas aos Herbicidas, 2003. 90p.
FERREIRA, L.R. et al. Manejo integrado de plantas daninhas em eucalipto. 1 ed. Viçosa: Editora
UFV, 2010. 140p.
LORENZI, H. Manual de Identificação e controle de plantas invasoras. 6. ed. São Paulo:
Plantarum, 2006. 394p.
LORENZI, H. Plantas daninhas do Brasil: terrestres, aquáticas, parasitas e tóxicas. 4 ed. São
Paulo: Nova Odessa, 2008. 672p.
145
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Cultura de Essências Exóticas e Nativas
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito princípios e met. silviculturais
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Introdução. Cultura da seringueira. Cultura da teca. Cultura do pinus. Cultura do eucalipto. Cultura do
cedro-maria. Cultura do Neen. Cultura de espécies nativas do cerrado e outras essências florestais.
OBJETIVOS
Conhecer as formas de propagação e cultivo de florestas para a extração de essências exóticas e
nativas. Propiciar ao aluno informações para o desenvolvimento de métodos de cultivo de essências
nativas e exóticas ainda não exploradas comercialmente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do
a
Brasil. 3 ed. Vol.1. Nova Odessa: Editora Plantarum, 1992. 352p.
LORENZI, H. Árvores brasileiras. Manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do
a
Brasil. 2 ed. Vol.2. Nova Odessa: Editora Plantarum, 2002. 368p.
SOUZA, H.M.; CERQUEIRA, L.S.C. COSTA, J.T.M. Palmeiras brasileiras e exóticas cultivadas. Nova
Odessa: Instituto Plantarum, 2004. 416p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRANDÃO, M.; LACA-BUENDIA, J.P.; MACEDO, J.F. Árvores nativas e exóticas do estado de Minas
Gerais. Belo Horizonte: EPAMIG, 2002. 528p.
LONGHI, R.A. Livro das árvores: árvores e arvoretos do Sul. Porto Alegre: L&PM.1995. 176p.
PAIVA, H.N. de.; VITAL, B.R. Escolha da Espécie Florestal. Viçosa: UFV, 2003. 42p. (Cadernos
didáticos; 93).
ALBRECHT, J.M F.; SANTOS, A.A.; ARRUDA T.P.M.; CALDEIRA, S.F.; LEITE, A.M.P. ;
ALBUQUERQUE, M.C.F. Manual de produção de sementes de espécies florestais nativas.
Cuiabá: UFMT, 2003, 88p.
CARNEIRO, J.G.A. Produção e controle de qualidade de mudas florestais. Curitiba:
UFPR/FUPEF, 1995. 451 p.
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Educação Ambiental
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Histórico do ambientalismo. Introdução à educação ambiental. Objetivos; metodologias de educação
ambiental. Políticas públicas de educação ambiental no Brasil. Programas de educação ambiental no
setor privado e publico. Análise de projetos de educação ambiental aplicados nas redes de ensino.
Interpretação ambiental. Educação e recreação, e monitoramento na interpretação da natureza.
OBJETIVOS
Repassar informações sobre ambientalismo, metodologias e políticas públicas de educação ambiental
de maneira a desenvolver e executar programas de educação ambiental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DIAS, G.F. Educação Ambiental: Princípios e Práticas. São Paulo: Editora Gaia, 2004.552p.
LOUREIRO, C.F.B. et al.Educação Ambiental: repensando o espaço da cidadania . São Paulo:
Cortez, 2002.s/p.
QUINTAS, J.S. Pensando e praticando a educação ambiental na gestão do meio ambiente.
Brasília: Ed. IBAMA, 2000. s/p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
DIAS, G.F. Atividades Interdisciplinares de Educação Ambiental. São Paulo: Editora Gaia. 2006.
224p.
MAMEDE, S.B. Interpretando a natureza: subsídios para a educação ambiental. Campo Grande:
Editora UNIDERP. 2003. 123p.
TANNER, R.T. Educação Ambiental. São Paulo: Ed. Sommuns/EDUSP, 1978. 158p.
MERGULHÃO, M. C. ; VASAKI, B. N. G. Educando para a conservação da natureza : sugestões de
atividades em educação ambiental. São Paulo : EDUC, 1998. 139 p.
DEBESSE-ARVISET, M.-L. A escola e a agressão ao meio ambiente : uma revolução pedagógica.
São Paulo: DIFEL, 1974. 129 p. : il. Título original: "L'environment à l'école".
147
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Gerenciamento da Indústria Madeireira
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 36
Prática: 0
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito Industrialização da madeira
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Visa proporcionar ao acadêmico uma visão geral sobre os fundamentos e a evolução da
administração, bem como sua relação com a gestão de empresas madeireiras. Para tanto abordará os
seguintes tópicos: As organizações e o profissional da era do conhecimento; o ambiente e as
organizações; a cadeia produtiva da madeira; o empreendedor; Administração empreendedora.
OBJETIVOS
Proporcionar ao acadêmico uma visão geral sobre os fundamentos e a evolução da administração,
bem como sua relação com a gestão de empresas madeireiras.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOM ANGELO E. Empreendedor Corporativo: a nova postura que faz a diferença. Rio de Janeiro:
Campus, 2003. 250 p.
BARBOSA, F. V.Competitividade: conceitos gerais. São Paulo: Atlas, 1999, 67 p
FLEURY, A.; FLEURY, M. T. L. Estratégias empresariais e formação de competências: um
quebra-cabeça caleidoscópio da indústria brasileira. 2 ed. São Paulo: Atlas, 2001, 176 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
148
CARROLL, S. J.; GILLEN, D. J. Are the classical management functions useful in describing
managerial work? Academy of Management Review, v. 12, n.1, p.38 51, 1987.
CHIAVENATO, I. Administração nos novos tempos. 2a. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 710 p.
CHIAVENATO, I. Introdução a Teoria Geral da Administração / Edição Compacta. 2a ed. Rio de
Janeiro: Campus, 2000. 463 p.
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração: abordagens prescritivas e
normativas da administração. v.1 3a. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987. 487 p.
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da administração: abordagens prescritivas e
normativas da administração. v.2 3a. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
DRUCKER, P. F. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios.
Tradução de Carlos Malferrari, São Paulo: Pioneira, 1987.
DRUCKER, P. F. Introdução à Administração. 3a. ed. São Paulo: Pioneira, 1998. 714 p.
DRUCKER, P. O gerente eficaz. 1 ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1987. 166 p
ENCARNAÇÃO, I.; KAHWAGE, C. In: GREATTI, L.; SENHORINI, V. M. Empreendedorismo: uma
visão comportamentalista. Anais do I EGEPE, p. 22-34, out., 2000.
149
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Gerenciamento de Resíduo de Base Florestal
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 36
Prática: 0
Total: 36 horas-aula
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito industrialização da madeira; Correquisito
princípios e métodos silviculturais
EMENTA
Conceitos e aspectos gerais sobre a questão do controle da qualidade ambiental. Resíduos florestais:
definição e classificação. Os principais problemas ambientais relacionados aos resíduos florestais.
Legislação ambiental brasileira e internacional relacionada ao manejo dos resíduos florestais.
Métodos de manejo de resíduos florestais (minimização, reciclagem, aproveitamento, tratamento e
disposição). Modelos de gestão ambiental aplicados à questão dos resíduos florestais: ISO 14000 e o
modelo de gestão ambientalmente adequado de resíduos da Agenda 21. Análise de ciclo de vida dos
produtos.
OBJETIVOS
Expor ao aluno conceitos e aspectos gerais sobre a questão do controle da qualidade ambiental.
Definição e classificação de resíduos florestais, desenvolver alternativas de aproveitamento desses
como produtos de utilidade á sociedade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. São Paulo: Ed. Atlas, 1995. Cap. 1, p. 13-27.
FONFRÍA, R.S.; RIBAS, J.P. Ingeniería ambiental: contaminación y tratamientos. Barcelona,
1989.145 p.
HAKILLA, P. Utilization of residual forest biomass. New York: Springer-Verlag, 1992. 568p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
150
ÁVILA, C.G. & ORJUELA, J.M. Estimación y usos de los resíduos generados por industrias de la
transformación de madera en Bogotá. Forestal Colombia, v.3, n.5, p.27-35. 1992.
BRITO, E.O. Estimativa de produção de resíduos na indústria brasileira de serraria e laminação
de madeira. Revista Madeira, v. 4, n.26, p. 34-39, 1996.
CETESB. Caracterização de resíduos. São Paulo: CETESB, 1997. 21 p (apostilas ambientais).
CETESB. Manual de licenciamento para o setor de resíduos sólidos. São Paulo: CETESB, 1997.
14 p (apostilas ambientais).
FALK, B. Wood recycling - opportunities for the woodwaste resource. Forest Products Journal, v.
47, no. 6, jun. 1997. p. 17-24.
IWARIRI, S.; CRUZ, C.R.; OLANDOSKI, D.P.; BRAND, M.A. Utilização de resíduos de serraria na
produção de chapas de madeira aglomerada de E. saligna, E. citriodora e E. pilularis. Floresta e
Ambiente, v.7, n.1, p. 251-256, jan/dez 2000.
Legislação brasileira de resíduos sólidos e ambiental correlata. Legislação Federal - Decretos.
Brasília. 2004.
LUND, H.F. Recycle handbook. The McGraw-Hill. New York, 1993.
NOLASCO, A.M. Resíduos da colheita e beneficiamento da caixeta - Tabebuia cassinoides
(Lam.) DC.: caracterização e perspectivas. São Carlos, EESC/USP, Tese de Doutorado, 2000. 186
p.
OTTMAN, J.A. Marketing verde: desafios e oportunidades para a nova era do marketing. São
Paulo: Makron Books, 1994. 190p.
REINFELD, N.V. Sistemas de reciclagem comunitária - do projeto à administração. São Paulo,
Ed. Makron Books, 1994. 285p.
SOUZA, M.R. Tecnologias para usos alternativos de resíduos florestais: experiência do
laboratório de produtos florestais -IBAMA na área de utilização de resíduos florestais e
agrícolas. In: Workshop Sul-Americano sobre Usos Alternativos de Resíduos de Origem Florestal e
Urbana. Curitiba, EMBRAPA, 1998. p. 49-70.
SPRINGER, A.M. Industrial environmental control - pulp and paper industry. Atlanta, TAPPI.
1993.699 p.
151
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Filosofia da Ciência e Ética
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 36
Prática: 0
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Significado de filosofia. Reflexão. A relação entre filosofia, ciência e técnica. Filosofia e ideologia. A
filosofia da ciência. O método do trabalho do cientista. O individualismo. O utilitarismo. Os princípios
de ética. Ética e legislação profissional.
OBJETIVOS
Expor ao aluno os princípios de ética, informações, conceitos e teorias da filosofia e da ética nas
relações profissionais
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ARAUJO DE OLIVEIRA, M. Correntes Fundamentais da Ética Contemporânea. Petrópolis: Vozes,
2000. 255 p.
FEIJO, R. Metodologia e Filosofia da Ciência. São Paulo: Editora Atlas. 2003. 172 p.
OLIVA, A. Filosofia da Ciência. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 2003. 75 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KOCHE, J. C. Fundamentos de metodologia científica. Petrópolis: Vozes, 2002. 179 p.
RIDLEY, M. O Que Nos Faz Humanos: Genes, Natureza e Experiência. São Paulo: Editora Record.
2004. 399 p.
STEVENSON, L. Dez Teorias da Natureza Humana. Martins Fontes, 2005. 360 p.
ANDREAS-SALOMÉ, L., Nietzsche em suas obras, Trad. José Carlos Martins Barbosa, São Paulo,
Brasiliense, 1992. ÉTICA II.
ARANHA, M. L. A.; Martins, M. H. P., Filosofando: uma tintrodução à filosofia, São Paulo,
Moderna, 1986. ÉTICA I e ÉTICA II
ARISTÓTELES, Ética a Nicômacos, Trad. Mário da Gama Kury, Brasília, Edunb, 1992. ÉTICA I
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Planejamento Florestal
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito Invetário florestal; princípios e Correquisito
met. Silviculturais
EMENTA
Introdução. Bases para o planejamento florestal (prognose da produção florestal, critérios de
avaliação econômica e pesquisa operacional). Planejamento de atividades florestais. Planejamento
global e regional. Estudo de casos do setor florestal.
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno informações sobre a dinâmica dos projetos florestais de forma a executa-los com
viabilidade dos pontos de vista operacional, ambiental, social e econômico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAMPOS, J.C.C.; LEITE, H.G. Mensuração Florestal: perguntas e respostas. 2ª ed. Viçosa: UFV,
2006. 470p.
REZENDE, J.L.P.; OLIVEIRA, A.D. Análise Econômica e Social de Projetos Florestais. 2ª ed.
Viçosa: Editora UFV, 2008. 386p.
ZANETTI, E. Meio Ambiente: setor florestal. Curitiba: Juruá Editora, 2008. 265p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
153
BLANK, L.T.; TARQUIN, A.J. Engenharia Econômica. 6ª ed. São Paulo: McGraw Hill, 2008. 780p.
CLUTTER, J.L.; FORTSON, J.C.; PIENAAR, L.V.; BRISTER, G.H. & BAILEY, R.L. Timber
Management: a quantitative approach. New York: John Wiley & Sons, 1983. 333p.
DYKSTRA, D.P. Mathematical Programming or Natural Resource Management. New York:
McGraw-Hill, 1989. 318p.
HOSOKAWA, R.T.; MOURA, J.B.; CUNHA, U.S. Introdução ao Manejo e Economia de Florestas.
Curitiba: UFPR, 1998. 164p.
JOHNSON, K.N., GRAYSON, A .J., BRADLEY, R.T. Planejamento Florestal. Lisboa: Fundação
Caloustre Goubertian, 1977. 798p.
LACHTERMACHER, G. Pesquisa Operacional Na Tomada de Decisões. 4ª ed. Rio de Janeiro:
Pearson / Prentice Hall, 2009. 224p.
RODRIGUEZ, L.C.E. Tópicos de Economia Florestal. Documentos Florestais IPEF. n.12, p.1-50.
1991.
RODRIGUEZ, L.C.E. 1991. Gerenciamento da Produção Florestal. Documentos Florestais IPEF.
n.13, p.1-41. 1991.
154
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Propagação de Plantas
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 18
Prática: 18
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito Fisiologia vegetal
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Considerações gerais sobre a propagação das plantas. Métodos de propagação das diversas
espécies cultivadas. Propagação sexuada. Propagação vegetativa natural. Propagação vegetativa
artificial. Instalações. Organização e manejo de viveiros. Substratos.
OBJETIVOS
Transmitir aos discentes conhecimentos básicos sobre as principais técnicas utilizadas na
propagação de plantas. Sensibilizar os discentes sobre as potencialidades da produção de
mudas em todos os níveis, possibilitando ao profissional uma visão empresarial do setor
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BARBOSA, J.G.; LOPES, L.C. Propagação de plantas ornamentais. 1 ed. Viçosa: UFV, 2007. 183p.
FACHINELLO, J.C.; HOFFMAN, A.; NACHTIGAL, J.C. Propagação de Plantas Frutíferas. 1
ed. Pelotas: EMBRAPA, 2005. 221p.
HILL, L. Segredos da propagação de plantas. 1 ed. São Paulo: Nobel. 1996. 240p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
155
CARVALHO, N.M.; NAKAGAWA, J. Sementes: ciência, tecnologia e produção. 3 ed.
Campinas: Fundação Cargill, 1988. 428p.
CASTRO, A.C.R de. Aspectos práticos da micropropagação de plantas. 1 ed. Brasília:
Embrapa, 2009. 385p.
DAVIDE, A.C.; SILVA, E.A.A. da. Produção de sementes e mudas de espécies florestais.1 ed.
Lavras: UFLA, 2008. 175p.
HARTMANN, H.T. et al. Plant Propagation: principles and practices. 7 ed. New Jersey: Prentice
Hall, 2002. 880p.
MELETTI, L.M.M. Propagação de frutíferas tropicais. 1 ed. Guaíba: Livraria e Editora
Agropecuária, 2000. 239p.
MINAMI, K. Produção de mudas de alta qualidade em horticultura. 1 ed. São Paulo: T.A.
Queiroz, 1995. 135p.
PASQUAL, M. et al. Propagação de Plantas Frutíferas. 1 ed. Lavras: UFLA/FAEPE. 2001. 137p.
POPINIGIS, F. Fisiologia da semente. 2 ed. Brasília: AGIPLAN, 1985. 289p.
SIMÃO, S. Tratado de fruticultura. 1 ed. Piracicaba: FEALQ, 1998. 760p.
156
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Receituário Agronômico
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito
Patologia
Florestal; Correquisito
Entomologia Florestal, Biologia e manejo de
plantas daninhas
EMENTA
Histórico do Receituário Agronômico. Princípios, objetivos e importância do Receituário
Agronômico. Semiotécnica do Receituário Agronômico. Bases do receituário Agronômico;
Vantagens e limitações do Receituário Agronômico. Legislação Federal de Agrotóxicos e afins.
Registro de Agrotóxicos. Tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários. Equipamentos de
proteção individual (EPI’s). Impacto de agrotóxicos ao ambiente. Prevenção e primeiros socorros em
acidentes com agrotóxicos.
OBJETIVOS
Ao final da disciplina o estudante deverá ser capaz de elaborar uma receita agronômica
adequando-se as exigências legais, considerando aspectos ecológicos, econômicos e técnicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANDREI. E. Compêndio de Defensivos Agrícolas. 8 ed. São Paulo: Editora Andrei, 2009. 1380p.
GALLO, D. et al. Entomologia agrícola. 3 ed. Piracicaba: FEALQ, 2002. 920p.
LIMA, A. F. de. Receituário Agronômico: pragas e praguicidas. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora
UFRRJ, 2006. 506p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
157
DEUBER, R. Ciência das plantas infestantes – manejo. V. 2. 1 ed. Jaboticabal: FUNEP, 1997,
285p.
PARRA, J.R.P. et al. Controle biológico no Brasil – parasitóides e predadores. 1 ed. São Paulo:
Manole, 2002. 626p.
PEDIGO, L.P.; RICE, M.E. Entomology and pest management. 5 ed. New Jersey: Pearson,
2006.749p. SALGADO, L.O. Informações gerais: ética profissional. Curso de Proteção de
Plantas. 1.3. Brasília: ABEAS, 1992. 32p.
SALGADO, L.O.; CONCEIÇÃO, M.Z. Manejo integrado e receituário agronômico. Curso de
Proteção de Plantas. 2. Brasília: ABEAS, 1992. 32p.
SILVA, A. A.; SILVA, J. F. Tópicos em manejo de plantas daninhas. 1 ed. Viçosa, MG: Editora
UFV, 2007. 367p.
VILELA, E.F.; DELLA LUCIA, T.M.C. Feromônios de insetos: Biologia, química e emprego no
manejo de pragas. Ribeirão Preto: Holos, 2001. 206p.
ZUCCHI, R.A.; SILVEIRA NETO, S.; NAKANO, O. Guia de identificação de pragas
agrícolas. Piracicaba: FEALQ, 1993. 139p.
SAMPAIO, D.P.A.; GUERRA, M.S. Receituário Agronômico. 2 ed. Editora Globo: São Paulo,
1991. 436p.
158
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Biologia Molecular
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Pré-requisito
Microbiologia
Bioquimica Geral
Total: 54 horas-aula
geral
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
e Correquisito
EMENTA
Princípios de Biologia Molecular. Ácidos nucléicos. Proteínas. Dogma central da biologia molecular.
Genes e Genomas. Princípios de bioinformática. Biologia molecular da célula. Genética de
microrganismos.
OBJETIVOS
Fazer com que o aluno: entenda todos os principais mecanismos biológicos envolvidos no dogma
central da biologia molecular e sua regulação em micro-organismos e plantas; conheça o histórico
da era genômica, suas principais técnicas e suas aplicações biotecnológicas nas áreas de
produção agrícola e de processamento de alimentos; tenha contato com técnicas básicas de
bioinformática.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
LEWIN, B. Genes IX. Porto Alegre: Artmed, 2009. 894p.
ZAHA, A.; BUNSELMEYER, F.H. Biologia Molecular Básica. 4ª. ed., Porto Alegre: Artmed, 2012,
403p.
MALECINSKI, G.M. Fundamentos de Biologia Molecular. 4ª. ed. Rio de Janeiro, Guanabara
Koogan, 2005.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
159
ALBERTS, B; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; RAFF, M.; ROBERTS, K. WALTER, P. Biologia
Molecular da Célula. 5ed., Porto Alegre: Artmed, 2010. 1268p.
CARVALHO, C.V. et al. Guia de Práticas em Biologia Molecular. Yendis, 2010, 283p.
LESK, A.M. Introdução à Bioinformática. 2ed., 363p.
TURNER, P.C. et al. Biologia Molecular. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004, 304p.
WATSON, JD. Biologia molecular do gene. 5ª. ed. Porto Alegre, Artmed, 2006.
160
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PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Produtos Energéticos da Madeira
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 18
Prática: 18
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito Tecnologia da madeira
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Estudo da madeira como fonte de energia, a carbonização da madeira, tipos de sistema de
carbonização, propriedades do carvão vegetal, usos do carvão vegetal.
OBJETIVOS
Apresentar as características da madeira como fonte de energia, formas de uso da energia da
madeira, entender e avaliar propriedade do carvão vegetal e sua influência no comportamento
energético.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Produção e utilização de carvão
vegetal. Belo Horizonte, 1982. 393 p. (Série de Pub. Técnicas).
CORTEZ, L.A.B; LORA, E.E.S; GOMÉZ, E.O. Biomassa para energia. 1ª Ed., Campinas, editora
Unicamp, 2008. 736p.
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Carvão vegetal: destilação,
carvoejamento, propriedades e controle de qualidade. Belo Horizonte, 1982. 173 p. (Série de Pub.
Técnicas).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
161
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Gaseificação de madeira e
carvão vegetal. Belo Horizonte, 1981. 131 p. (Série de Pub. Técnicas).
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Manual de construção e
operação de fornos de carbonização. Belo Horizonte, 1982. 55 p. (Série de Pub. Técnicas).
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Produção e utilização de carvão
vegetal. Belo Horizonte, 1982. 393 p. (Série de Pub. Técnicas).
FUNDAÇÃO CENTRO TECNOLÓGICO DE MINAS GERAIS/CETEC. Uso da madeira para fins
energéticos. Belo Horizonte, 1980. 158 p. (Série de Pub. Técnicas).
MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA/MME. Balanço energético nacional. Brasília, 2005. 188 p.
TRUGILHO, P.F. Aplicação de algumas técnicas multivariadas na avaliação da qualidade da madeira
e do carvão vegetal de Eucalyptus. Viçosa, MG, UFV, 1995. 160 p. (Tese DS)
162
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CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Seminários em Engenharia Florestal
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 18
Pré-requisito
Florestal
Prática: 36
Introdução
à
Total: 54 horas-aula
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Engenharia Correquisito
EMENTA
Técnicas de apresentação, oratória; usos de ferramentas computacionais para slides; técnicas de
montagem de apresentações.
OBJETIVOS
Capacitar ao aluno a fazer e apresentar trabalhos acadêmicos e científicos de maneira a se fazer
entender de forma dinâmica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 10520 – Informação e
Documentação – Citações em documentos – Apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 7p
HELLER, R Como se comunicar bem. São Paulo: Publifolha. 2002. 72p.
HINDLE, T. Como fazer apresentações. São Paulo: Publifolha. 1999. 71p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS -ABNT. NBR 6023– Informação e
Documentação - Referências - Elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. 24p.
MEDEIROS, J. B.; GOBES, A.; ALVES, F.; LIMA, L. Manual de redação e revisão. São Paulo: Atlas,
1995. 203p.
MEDEIROS, J.B. Redação científica. 2ed. São Paulo: Atlas, 1996. 231p.
OLIVEIRA, J.L. Textos Acadêmicos – Técnicas de Redação e de Pesquisa Científica. Editora
Vozes. 2005. 192p.
SILVA, A. et al. Guia para normalização de trabalhos técnico-científicos. Uberlândia: EDUFU,
2003.
163
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
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COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Língua Brasileira de Sinais – Libras
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 72
Prática: 0
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Conceitos e temas básicos da sociologia e da antropologia rural. Sociedades agrárias. Surdez e
deficiência auditiva (DA) nas perspectivas clínica e historicocultural. Cultura surda. Aspectos
linguísticos e teóricos da LIBRAS. Educação de surdos na formação de professores, realidade
escolar e alteridade. Papel dos tradutores-intérpretes educacionais de Libras–Português. Legislação
específica sobre LIBRAS e educação de surdos. Prática em LIBRAS: vocabulário geral e
específico da área de atuação docente.
OBJETIVOS
Criar condições iniciais para atuação na educação de surdos, por meio da Língua Brasileira de
Sinais - LIBRAS, na respectiva área de conhecimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CAPOVILLA, F.C.; RAPHAEL, W.D. Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngüe da Língua
de Sinais Brasileira. 3 ed. São Paulo: EDUSP, 2001. V. I. 834p.
FELIPE, T.A.; MONTEIRO, M.S. LIBRAS em Contexto: Curso Básico. 5. ed. Brasília: Ministério
da Educação, Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2004. 94p.
LODI, A.C.B. et al. Letramento e minorias. 3 ed. Porto Alegre: Mediação, 2009. 160p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
164
SACKS, O. Vendo vozes. Uma jornada pelo mundo dos surdos. 1 ed. São Paulo: Companhia
das Letras, 1998. 200p.
SEE-MG. A inclusão de alunos com surdez, cegueira e baixa visão na Rede Estadual de Minas
Gerais: orientações para pais, alunos e profissionais da educação. Belo Horizonte:
Secretaria do Estado da Educação de Minas Gerais, 2008.
SEE-MG. Vocabulário Básico de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Belo Horizonte:
Secretaria do Estado da Educação de Minas Gerais, 2002. Coleção Lições de Minas.
STROBEL, K. As imagens do outro sobre a cultura surda. 1 ed. Florianópolis: UFSC, 2008. 118p.
STROBEL, K. L.; FERNANDES, S. Aspectos Lingüísticos da Libras. Curitiba: SEED/SUED/DEE,
1998. (Disponível em: <http://www8.pr.gov.br/portals/portal/institucional/dee/aspectos_ ling.pdf>.
Acesso em: 01 março. 10)..
165
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Floricultura e Paisagismo
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Fisiologia vegetal
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Importância econômica. Identificação e caracterização das principais plantas ornamentais. Estilos de
jardins. Elementos de jardinagem e paisagismo. Classificação e uso de plantas ornamentais.
Planejamento de jardins e parques. Arborização urbana e rodoviária.
OBJETIVOS
Conhecer os principais aspectos da floricultura, especialmente no que se refere à produção de flores
para o mercado interno e externo. Conhecer técnicas de cultivo de plantas ornamentais.
Identificar elementos essenciais ao paisagismo e sua distribuição num projeto paisagístico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
GLOBO. Manual globo de jardinagem. 1 ed. São Paulo: Globo, 1991. 64p.
KÄMPF, A. N. Produção comercial de plantas ornamentais. 2 ed. Guaíba: Agrolivros, 2005. 254p.
LOPES, L.C.; BARBOSA, J.G. Propagação de plantas ornamentais. Viçosa: UFV, 1988. 30p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ABRIL CULTURAL.Enciclopédia plantas e flores. 1 ed. São Paulo: Abril, 1977. 4v.
FARIA, R.T. Paisagismo: harmonia, ciência e arte. 1 ed. Porto Alegre: Mecenas, 2005. 118p.
FLORTEC. Curso de produção de flores e plantas em vaso. 1 ed. Holambra: Flortec, 1999. 70p.
IEF – INSTITUTO ESTADUAL DE FLORESTAS. Manual de arborização. 1 ed. Belo
Horizonte: CEMIG, 2001. 40p.
KÄMPF, A.N. Produção comercial de plantas ornamentais. Guaiba: Agropecuária, 2000. 254p.
LORENZI, H.; SOUZA, H.M. Plantas ornamentais no Brasil: arbustivas, herbáceas e trapadeiras.
2 ed. São Paulo: Instituto Plantarum de Estudos da Flora, 1999. 1088p.
MATOS, J.R.; OLIVEIRA, M.J.G. Produção de crisântemo em vaso. 1 ed. Holambra: Flortec, 1998.
34p.
PAIVA, P.D. de O.; LANDGRAF, P.R.; CORRÊA, R.; ROCHA, T. Floricultura. Informe
Agropecuário, Belo Horizonte: EPAMIG, v. 26, n. 227, 2005.
166
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Estradas Florestais
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito
Geoprocessamento
e Correquisito
topografia aplicada às ciências florestais
ambientais
EMENTA
Histórico. Classificação. Finalidades e modelos. Parâmetros de influência. Planejamento. Projeto
geométrico. Projeto geotécnico. Técnicas construtivas. Drenagem. Manutenção e conservação.
Cargas de tráfego. Gerência de pavimentos. Impacto ambiental.
OBJETIVOS
Capacitar ao aluno o execução de projetos de estradas e o gerenciamento das estradas florestal.
Detectar os impactos ambientais causados pelas estradas nas florestas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CARVALHO, C. A. B.; LIMA, D.C.; GRIPP JÚNIOR, J.; DAMASCENO, V. M.; TRINDADE, T. P.
Projeto Geométrico de Estradas (Concordâncias Horizontal e Vertical). Viçosa: UFV. (Caderno
Didático 108). 2005.
CARVALHO, C. A. B.; LIMA, D.C.; GRIPP JÚNIOR, J.; DAMASCENO, V. M.; TRINDADE, T. P.
Projeto Geométrico de Estradas (Introdução). Viçosa: UFV. (Caderno Didático 99). 2004.
CARVALHO, C. A. B.; COMASTRI, J. A. Estradas (Traçado Geométrico). Viçosa: UFV. (Caderno
Didático 40112). 1996.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
167
ACRA, A. M. Captação e aproveitamento de águas pluviais das estradas. Campinas: CATI, 1988.
(Boletim Técnico; 185).
REVISTA ÁRVORE. Artigos técnicos sobre estradas e transporte florestal. Disponível em:
www.scielo.br.
MACHADO, C. C.; LOPES, E. S.; BIRRA, M. H. B. Elementos básicos do transporte florestal
rodoviário. Viçosa: UFV, 2000.
COMASTRI, J. A.; GRIPP JÚNIOR, J. Topografia Aplicada: medição divisão e demarcação. UFV,
1990.
REVISTA CIENCIA FLORESTAL. Artigos técnicos sobre estradas e transporte florestal.
Disponível em: http://www.ufsm.br/cienciaflorestal/index_2.html
168
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Legislação Ambiental I
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 36 horas-aula (33 horas)
Teórica: 36
Prática: 0
Total: 36 horas-aula
Pré-requisito Politica e legislação florestal
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Princípios do Direito Ambiental. Sistema Nacional do Meio Ambiente: organização administrativa e
hierarquias. Legislações específicas e correlatas referentes às águas, ao ar, ao solo, à fauna e à flora.
Licenciamento ambiental. Medidas jurídicas de proteção ao meio ambiente. Responsabilidade penal
por danos ambientais.
OBJETIVOS
Apresentar os conceitos jurídicos no direito ambiental no que tange às legislações específicas
referentes às águas, ar, solo, fauna e floras nas esferas federal, estatual e municipal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, P. B. Direito ambiental. Rio de Janeiro: Editora Lumen Júris. 2008. 906 p.
ANTUNES, P. B. Federalismo e competências ambientais no Brasil. Rio de Janeiro: Editora
Lumen Júris. 2007. 267 p.
ANTUNES, P. B. Política Nacional do Meio Ambiente – PNMA: comentários à Lei no. 6,938, de 31
de agosto de 1981. Rio de Janeiro: Editora Lumen Júris. 2005. 229 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BENSUSAN, N. Conservação da Biodiversidade em Áreas Protegidas. Rio de Janeiro: Editora
FGV. 2006. 176p.
LIMA, A. Zoneamento ecológico-econômico: à luz dos direitos socioambientais. Curitiba: Juruá.
2006. 288 p.
RIBEIRO, W. C. A ordem ambiental internacional. São Paulo: Contexto Editora. 2006. 176 p.
MAGALHÃES, J. P. Comentários ao código florestal: doutrina e jurisprudência. São Paulo: Editora
Juarez de Oliveira. 2001. 296 p.
BURSZTYN, M. A. A. Gestão ambiental: instrumentos e práticas . Brasília: IBAMA. 175p. 1994
169
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Gestão Ambiental
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Desenvolvimento da Política Ambiental. Legislação Ambiental Brasileira. Desenvolvimento das
Normas de Gestão Ambiental. Normas da série ISO 1400. Avaliação de Impactos Ambientais. O
Protocolo de Kioto 1997 e Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Tipos de Auditoria Ambiental.
Auditorias Internas de Sistemas de Gestão Ambiental (SGA). Auditorias de Conformidade Legal.
OBJETIVOS
Capacitar o aluno para a análise e a interpretação das políticas voltadas à gestão do ambiente e atuar
na aplicabilidade dos conceitos para desenvolver a política ambiental e legislação ambiental brasileira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSUMPCAO, L. F. J. Sistema de Gestão Ambiental. Curitiba: Juruá Editora. 2007. 279 p.
BRUNA, G. C. Curso de gestão ambiental. São Paulo: Manole. 2004. 157 p.
DEMAJOROVIC, J. Modelos e Ferramentas de Gestão Ambiental. São Paulo: SENAC. 2006. 400
p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
KRIEGER, M. G. Glossário de Gestão Ambiental. São Paulo: DISAL. 2006. 128 p.
KIPERSTOK, A. et al. Prevenção da Poluição: Tecnologias e Gestão Ambiental. Brasília: SENAI.
2002. 358 p.
TAUK, S. M. Análise ambiental: uma visão multidisciplinar. São Paulo: Editora da UNESP. 2004.
320 p.
FOGLIATTI, M. C. & FERRO, M. A. C. Sistema de Gestão Ambiental para Empresas. Rio de
Janeiro: Interciencia. 2008. 169 p.
BURSZTYN, M. A. A. Gestão ambiental: instrumentos e práticas . Brasília: IBAMA. 175p. 1994
170
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Fitopatologia Geral
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Microbiologia geral
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Fornecer conhecimento sobre a: História da Fitopatologia; Natureza e classificação das doenças de
plantas; Sintomatologia; Postulados de Koch; Doenças abióticas; Ciclo das relações
patógeno-hospedeiro. Características gerais agentes etiológicos causadores de doenças em plantas:
fungos, bactérias, vírus, viróides, nematóides, fitoplasma e protozoarios; Variabilidade dos agentes
fitopatogênicos; Ação do ambiente; Mecanismos de ataque e defesa nos sistema planta-patógeno.
OBJETIVOS
Propiciar a o /a aluno/a uma compreensão dos princípios básicos da Fitopatologia, com
ênfase na importância das doenças de plantas, nos principais agentes de doenças de plantas e
suas interações com o hospedeiro e o ambiente, e conhecimentos básicos dos principais grupos
etiológicos de doenças em plantas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BERGAMIM FILHO, A.; KIMATI, H. AMORIM, L. Manual de fitopatologia: princípios e conceitos. 3
ed. São Paulo: Ceres. 1995. V 1. 919p.
KIMATI , H. et al. Manual de fitopatologia: doenças das plantas cultivadas. 4 ed. São Paulo:
Ceres. 2005. V 2. 663p.
ROMEIRO, R. da S. Bactérias fitopatogênicas. 2 ed. Viçosa: UFV. 2000. 283p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
171
AGRIOS, G.N. Plant pathology. 5 ed. New York: Academic Press, 2005. 635p.
CAMPANHOLA, C.; WAGNER BETTIOL, W. Métodos alternativos de controle fitossanitário. 1
ed. Brasília: Embrapa, 2003. 279p.
FERRAZ, S. et al. Manejo Sustentável de fitonematóides. 1 ed. Viçosa: UFV, 2010. 304p.
FREITAS,L.G.; OLIVEIRA, R.L.; FERRAZ, S. Introdução à nematologia. 1 ed. Viçosa: UFV, 2010.
MONTEIRO, A.J.A.; VALE, F.X.R.; COSTA, H. Controle de doenças de plantas – Fruteiras. 1
ed. Viçosa: Suprema, 2002. V. 1. 879p.
MONTEIRO, A.J.A.; VALE, F.X.R.; COSTA, H. Controle de doenças de Plantas – fruteiras. 1
ed. Viçosa: suprema, 2002. V. 2. 1170p.
VALE, F.X.R.; JESUS JUNIOR, W.C.; ZAMBOLIM, L. Epidemiologia aplicada ao manejo de
doenças de Plantas. 1 ed. Belo Horizonte: Perfil, 2004. 532p.
ZERBINI JR., F.M.; CARVALHO, M.G.; ZAMBOLIM, E.M. Introdução à virologia vegetal. 1ed.
Viçosa: UFV, 2002. 145p.
172
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Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Hidráulica
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Pré-requisito
Geoprocessamento
e Correquisito
topografia aplicada às ciências florestais
ambientais
EMENTA
Elementos de hidráulica. Hidrostática. Hidrodinâmica. Condução livre e forçada. Instalações de
recalque. Hidrometria. Pequenas barragens de terra.
OBJETIVOS
Desenvolver com discentes os conhecimentos básicos sobre a Hidráulica aplicada no meio rural.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAPTISTA, M. B.; COELHO, M.M.L.P. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3. ed. Belo
Horizonte: UFMG, 2010. 480p.
BERNARDO, S.; SOARES, A.A.; MANTOVANI, E.C. Manual de irrigação. 8. ed. Viçosa: UFV,
2008. 625p.
NETTO, J. M. A. Manual de hidráulica. 8.ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. 680p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
CARVALHO, J. A. Dimensionamento de pequenas barragens para irrigação. 1 ed. Lavras: UFLA,
2008. 158p.
DENÍCULI, W. Bombas hidráulicas. 1.ed. Viçosa: UFV, 1993. 162p.
DENÍCULI, W. Hidráulica de condutos perfurados. 1.ed. Viçosa: UFV, 2004. 93p.
LOPES,
J.D.S.;
LIMA,
F.Z.
Pequenas
barragens
de
terra:
planejamento,
dimensionamento e construção. 1 ed. Viçosa: Aprenda Fácil, 2005. 274p.
MATOS, A.T.; SILVA, D.D.; PRUSKI, F.F. Barragens de terra de pequeno porte. 2.ed. Viçosa:
UFV, 2003. 124p.
173
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Irrigação e Drenagem
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Hidráulica e agrometeorologia
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Tópicos de irrigação e drenagem agrícola. Relação solo-água-planta-atmosfera. Qualidade de água
para a irrigação. Métodos de irrigação. Dimensionamento e manejo de sistemas irrigados. Drenagem
superficial e subterrânea. Dimensionamento dos sistemas de drenagem agrícola.
OBJETIVOS
Desenvolver com discentes os conhecimentos básicos relativos à Agricultura Irrigada, incluindo
benefícios e impactos, métodos de irrigação, estimativa de requerimento de irrigação, manejo de
irrigação, importância da drenagem agrícola e introdução a métodos de dimensionamento de sistemas
drenagem agrícola.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BAPTISTA, M.B.; Coelho, M.M.L.P. Fundamentos de engenharia hidráulica. 3 ed. Belo
Horizonte: Editora UFMG, 2010. 480p.
BERNARDO, S.; SOARES, A.A.; MANTOVANI, E.C. Manual de irrigação. 8 ed. Viçosa: UFV,
2008. 625p.
PIZARRO, F. Drenaje agrícola y recuperación de suelos salinos. 2 ed. Madrid: Agrícola Española,
1985. 521p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALBUQUERQUE, P.E.P; DURÃES, F.O.M. Uso e manejo de irrigação. 21 ed. Brasília:
EMBRAPA Informação Tecnológica, 2008. 528p.
ALLEN, R.G. et al. Crop evapotranspiration - Guidelines for computing crop water
requirements. Rome, F.A.O., 1998. (Paper 56).
DENÍCULI, W. Bombas hidráulicas. 1 ed. Viçosa: UFV, 1993. 162p.
DENÍCULI, W. Hidráulica de condutos perfurados. 1 ed. Viçosa: UFV, 2004. 93p.
NETTO, J. M.A.; Manual de hidráulica. 8 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1998. 680p.
REICHARDT, K.; TIMM, L.C. Solo, planta e atmosfera conceitos, processos e aplicações. 1
ed. São Paulo: Manole. 2003. 500p.
174
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Princípios de Economia
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 54
Prática: 0
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Princípios básicos de micro e de macroeconomia. Desenvolvimento e crescimento econômicos.
Papel e funções da agropecuária no desenvolvimento econômico. Políticas agrícola e agrária (preços,
crédito, seguro, organização fundiária, agricultura familiar, abastecimento, comercialização,
assistência técnica, extensão rural, políticas não-agrícolas). Associativismo e cooperativismo.
Desenvolvimento rural no Brasil.
OBJETIVOS
Analisar o papel da agricultura no processo de desenvolvimento econômico brasileiro e sua relação
com os demais setores da economia. Estudo da evolução recente da agricultura e as políticas
públicas relativas ao setor agrícola no Brasil. Possibilitar ao aluno noções básicas da dinâmica da
atividade econômica, de forma a capacitá-lo para melhor entendimento dos principais problemas
sociais, econômicos e financeiros do setor agropecuário. Familiarizar o corpo discente da
Agronomia da importância da administração rural em sua atividade profissional. Discutir técnicas de
gerenciamento de empresas rurais, fornecendo os conceitos indispensáveis à compreensão do
planejamento agrícola.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ANTUNES, L.M.; ENGEL, A. Manual de administração rural: custos de produção. 3 ed.
Guaíba: Agropecuária. 1999. 196p.
CAVALCANTI, J.E.A.; AGUIAR, D.R.D. Política agrícola e desenvolvimento rural. Viçosa: UFV.
1997. 202p.
VASCONCELLOS, M.A.S.; GARCIA, M.E. Fundamentos de economia. 3 ed. São Paulo: Saraiva.
2008. 292p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
175
ANTUNES, L.M.; RIES, L.R. Gerência agropecuária: análise de resultados. 2 ed. Guaíba:
Agropecuária. 2001. 272p.
LEITE, S. Políticas públicas e agricultura no Brasil. 1 ed. Porto Alegre: UFRGS, 2001. 250p.
LOPES, M. de R. Agricultura política: história dos grupos de interesse na agricultura. 1 ed.
Brasília: EMBRAPA SPI. 1996. 457p.
MENDES, J.T.G. Economia agrícola: princípios básicos e aplicações. 1 ed. Curitiba: Scientia et
Labor, 1989. 399p.
SANTOS, G.J. dos. Administração de custos na agropecuária. 3 ed. São Paulo: Atlas, 2002. 167p.
176
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Agroecologia
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Ecologia Geral
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Agroecossistemas e sistemas agrícolas sustentáveis. Fatores ambientais e produção agrícola
sustentável. Cultivo orgânico. Diversidade de recursos genéticos. Interações entre organismos nos
sistemas agroecológicos. Relação entre a diversidade ambiental, sucessão ecológica e os sistemas
agroecológicos. Transferência de energia dentro dos sistemas agroecológicos. Procedimentos,
normas e mercado para a produção orgânica. Sustentabilidade ambiental e econômica da
agroecologia. Sustentabilidade de sistemas agrícolas familiares.
OBJETIVOS
Mostrar aos alunos as diferenças entre os sistemas agrícolas tradicionais e os sistemas
agroecológicos. Apresentar elementos para que os alunos compreendam os processos ecológicos
que ocorrem dentro dos sistemas agrícolas tradicionais e agroecológicos. Proporcionar uma
análise, por parte dos alunos de sistemas agroecológicos sustentáveis do ponto de vista social,
ecológico e econômico.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ALTIERI, M.A. Agroecologia: a dinâmica produtiva da agricultura sustentável. 2 ed. Porto
Alegre: EDUFRS, 2000. V. 1. 117p.
AQUINO, A.M. et al. Agroecologia: princípios e técnicas para uma agricultura orgânica
sustentável. 1 ed. Brasília: EMBRAPA, 2005. 517p.
MACHADO, A.T. et al. Cerrado: desafios e oportunidades para o desenvolvimento sustentável.
1 ed. Brasília: EMBRAPA, 2008. 464p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
177
ABREU, L.S.A. construção da relação social com o meio ambiente entre agricultores
familiares da mata atlântica. 1 ed. Brasília: EMBRAPA, 2005. V 1. 176p.
CLEMENTS, D.; SHRESTHA, A. New dimensions in agroecology. 1 ed. California: CRC Press,
2004. V. 1. 553 p.
DIDONET, A. D. et al. Marco referencial em agroecologia. 1 ed. Brasília: Embrapa, 2006. V 1. 70 p.
MARQUES,
J.F., SKORUPA, L.A.; FERRAZ, J.M.G. Indicadores de
sustentabilidade em agroecossistemas. 1 ed. Jaguariúna: EMBRAPA, 2003. V 1. 282p.
RICHETTI, A. et al. Interações ambientais no cerrado. 1 ed. Brasília: EMBRAPA, 1998. V. 1. 340p.
178
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Serraria e Secagem da Madeira
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Tecnologia da madeira
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Processamento mecânico da madeira. Processamento de toras. Classificação de toras. Planejamento
na serraria. Sistemas de controle da serraria. Estudo da madeira como fonte para produtos sólidos. A
usinagem da madeira, fatores inerentes ao processo de usinagem da madeira, qualidade de
superfícies usinadas. Lay-out produtivo. O acabamento superficial de produtos a base de madeira.
Preparo de superfícies para recebimento de produtos de acabamento. Fatores inerentes ao processo
de acabamento superficial da madeira, qualidade de superfícies acabadas. Segurança no trabalho.
Princípios de secagem da madeira. Métodos de secagem. Programas de secagem. Defeitos de
secagem.
OBJETIVOS
Capacitar o aluno executar e identificar os problemas inerentes as máquinas de desdobro e secagem
da madeira, elaborar programas de secagem da madeira, elaborar layout de serraria, identificar a
qualidade da madeira processada em serrarias.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DÉON, G. 1989. Manual de Preservação das Madeiras em Clima Tropical. 1. ed. Japão: ITTO: Série
Técnica 3. 116p.
EATON, R.A. & HALE, M.D.C. 1993. Wood: Decay, pests and protection. 1. ed. Chapman & Hall.
546p.
GONÇALVES , M.T.T. Processamento da madeira. – Bauru SP Brasil – 2000, 242 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
179
AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS. ASTM D 1666-87 Standard method for
conducting machining testes of wood and wood base materials (reapproved 1994). Philadelphia: 1995.
P.226-245.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. MB-985: tintas: determinação da aderência.
Rio de Janeiro, 1987. 7p.
EDWARDS, R. & MILL, A.E. 1986. Termites in buildings: Their biology and control. 1. ed. W. Sussex:
Rentokil Limited. 261p.
FAO. Wood Preservation Manual. FAO Forestry Paper Nº 76. Rome. Italy. 152p. 1986.
FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood Handbook – Wood as an engineering material. Gen.
Tech. Rep. FPL- GTR-113. Madison, WI: U.S. Department of Agriculture, Forest Service, Forest
Products Laboratory. 463p.
GOMIDE, J. L. Serraria. UFV/ESF, 1977, 119 p.
LEITZ. Das leitz lexikon. 3.ed. Unterschneidheim, 2001. Não paginado
LEPAGE, E.S. (Coord.) 1986. Manual de Preservação de Madeiras. 1. ed. São Paulo: IPT. vols. 1,2.
180
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Preservação e Permeabilidade da Madeira
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Tecnologia da madeira
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Legislação e normalização em preservação da madeira. Agentes deterioradores de madeira.
Preservantes de madeira. Processos de tratamento. Fatores que afetam o tratamento. Tratamentos
retardantes de chamas. Conceito de permeabilidade. Permeabilidade aos líquidos e ao gases.
Métodos de mensuração da permeabilidade. Capilaridade. Modelo de fluxo para coníferas e folhosas.
Lei de Darcy. Fatores que afetam a permeabilidade.
OBJETIVOS
Apresentar ao aluno a importância da preservação da madeira para o uso final da madeira e como a
permeabilidade da madeira impacta os métodos de preservação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DÉON, G. 1989. Manual de Preservação das Madeiras em Clima Tropical. 1. ed. Japão: ITTO: Série
Técnica 3. 116p.
EATON, R.A. & HALE, M.D.C. 1993. Wood: Decay, pests and protection. 1. ed. Chapman & Hall.
546p.
HOADLEY, B. R. Understanding Wood: A Craftsman's Guide to Wood Technology. Taunton
Press. USA. Revised Edition. 2000. 280p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
181
EDWARDS, R. & MILL, A.E. 1986. Termites in buildings: Their biology and control. 1. ed. W. Sussex:
Rentokil Limited. 261p.
FAO. Wood Preservation Manual. FAO Forestry Paper Nº 76. Rome. Italy. 152p. 1986.
FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood Handbook – Wood as an engineering material. Gen.
Tech. Rep. FPL- GTR-113. Madison, WI: U.S. Department of Agriculture, Forest Service, Forest
Products Laboratory. 463p.
LEPAGE, E.S. (Coord.) 1986. Manual de Preservação de Madeiras. 1. ed. São Paulo: IPT. vols. 1,2.
SKAAR, C. Water in wood. Syracuse, Syracuse University Press. 1972. 218 p. (Syracuse Wood
Science Series, 4).
SIAU, J.F. Flow in wood. Syracuse, Syracuse University Press, 1971. 131p.
SIAU, J. F. Transport processes in wood. Springer series in wood science. Berlim: Springer-Verlag.
1984. 245p.
182
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Tecnologia de Papel e Celulose
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 54 horas-aula (49,5 horas)
Teórica: 36
Prática: 18
Total: 54 horas-aula
Pré-requisito Tecnologia da madeira
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
O setor nacional de celulose e papel. Matérias-primas fibrosas. Classificação e caracterização dos
processos de polpação. Preparo da madeira para polpação. Os processos alcalinos de polpação. O
processo kraft. Branqueamento da polpa celulósica. A indústria de papel. Relações entre a qualidade
da madeira e as propriedades do papel. Fundamentos tecnológicos de sistemas de preparo de massa
e de reciclagem de papéis. Estrutura do papel. Propriedades físico-mecânicas de papéis.
Propriedades óticas do papel.
OBJETIVOS
Propiciar ao aluno coordenar os processos de polpação, classificar a qualidade da matéria-prima para
a produção da polpa celulósica, identificar os métodos de qualidade na produção do papel.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
BOWYER, Jim L.; SHMULSKY, Rubin; HAYGREEN, John G. Forest products and wood science.
USA: Iowa State Press, 2003. 554p.
D’ALMEIDA, Maria Luiza Otero. Celulose e Papel. Tecnologia de fabricação da pasta celulósica.
São Paulo: IPT, 1988. Vol I.
D’ALMEIDA, Maria Luiza Otero. Celulose e Papel. Tecnologia de fabricação do papel. São Paulo:
IPT, 1988. Vol II.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
183
FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood handbook - wood as an engineering material.
Madison, WI: U.S. Departament of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999.
463p.
KLOCK, U. - Química da Madeira. Curitiba, 1995. 65 p. Universidade Federal do Paraná.
KLOCK, U. – Polpa e Papel. Curitiba. Universidade Federal do Paraná.
SJÖSTRÖM, E. Wood chemistry: fundamentals and application. London: Academic Press, 1993. 293
p.
184
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Propriedades Físicas e Mecânicas da Madeira
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 54
Prática: 18
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Tecnologia da madeira
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Propriedades físicas e mecânicas da madeira. Propriedades térmicas, acústicas e elétricas da
madeira. Relação água-madeira. Densidade da madeira. Permeabilidade da madeira. Difusão de
líquidos e gases através da madeira. Propriedades de resistência e propriedades elásticas.
OBJETIVOS
Propiciar o entendimento do comportamento físico da madeira e seus impactos na aplicação da
madeira, entender como os defeitos inerentes à madeira são explicados pelo comportamento físico da
mesma. Apresentar as propriedade de resistência e suas implicações no uso da madeira, entender
como essas propriedades são mensuradas e a importância das relações das propriedades da
resistência com o uso final da madeira.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. Projeto de Estruturas de madeiraNBR 7190. ABNT, Rio de Janeiro. 1997
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Madeira – Determinação da densidade
básica NBR 11941 ABNT . Rio de Janeiro. 2003.
KOLLMAN , F.F.P., CÔTÉ, W.A. Principles of wood science and tecnology. I: Solid wood. New
York, Springer – Verlag, 1968. 592p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
185
DESCH, H. E. Timbers, it’s structure and properties. London, MarcMillN, 1962. 350 pg.
FOREST PRODUCTS LABORATORY. Wood handbook - wood as an engineering material.
Madison, WI: U.S. Departament of Agriculture, Forest Service, Forest Products Laboratory, 1999.
463p.
PANSHIN, A J. & DE ZEEUW, C. Textbook of Wood Technology. McGraw-Hill New York. 1980
SKAAR, C. Water in wood. Syracuse, Syracuse University Press. 1972. 218 p. (Syracuse Wood
Science Series, 4).
MARRA, A.A. Technology of wood bonding: principles in practice. New York: Van Nostrand
Reinhold. 1992. 453p.
186
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL-REI – UFSJ
Instituída pela Lei nº 10.425, de 19/04/2002 – D.O.U. DE 22/04/2002
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO – PROEN
COORDENADORIA DE ENGENHARIA FLORESTAL - CEF
CURSO: ENGENHARIA FLORESTAL
Grau Acadêmico: BACHARELADO
Turno: INTEGRAL
Currículo: 2014
Unidade curricular: Topografia Geoprocessada
Natureza: OPTATIVA
Unidade Acadêmica: CSL
Carga Horária 72 horas-aula (66 horas)
Teórica: 36
Prática: 36
Total: 72 horas-aula
Pré-requisito Tecnologia da madeira
Período:
Código CONTAC (a
ser preenchido pela
DICON)
Correquisito
EMENTA
Definição, histórico, divisão, utilização de instrumentos eletrônicos e digitais (teodolito eletrônico,
estação total, GNSS geodésico, DGPS) medição de ângulos e distâncias, orientação e
georreferenciamento de plantas, métodos de levantamento topográfico planimétrico e altimétrico,
cálculos, desenho topográfico, determinação de áreas. Nivelamento barométrico, geométrico,
estadimétrico e trigonométrico. Levantamento planialtimétrico de superfícies por irradiação
taqueométrica. Técnicas de representação do relevo. Locação altimétrica de obras. Noções de
avaliação da movimentação de terra em projeto de canais e de estradas. Georreferenciamento de
propriedades rurais e adequação à legislação ambiental vigente.
OBJETIVOS
Possibilitar ao aluno a aprendizagem de métodos de levantamento topográfico planimétrico e
altimétrico. Determinar o contorno, as dimensões, o relevo e a posição relativa de uma porção limitada
da superfície da terra, de acordo com os princípios, métodos e convenções topográficas. Resolver
problemas topográficos através do uso de equipamentos adequados (estação total e GPS geodésico)
e da tecnologia de geoprocessamento (SIG e SR). Georreferenciar uma propriedade rural e verificar a
sua adequação à legislação ambiental vigente.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
COMASTRI, J.A.; GRIPP JUNIOR, J. Topografia aplicada: medição, divisão e demarcação.
3 ed. Curitiba: MUNDOGEO, 2009. 203p.
LOCH, C.; CORDINI, J. Topografia contemporânea: planimetria. 2 ed. Florianópolis: UFSC,
2000. 313p.
MCCORMAC, J. 2007. Topografia. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC / GEN, 391p. + CD-ROM.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
187
ABNT. Execução de Levantamento topográfico, NBR 13.133. Associação Brasileira de
Normas Técnicas, Rio de Janeiro. 1994. * Em formato de CD-ROM.
COMASTRI, J.A.; TULER, J.C. Topografia: altimetria. 4 ed.Viçosa: UFV, 2008. 200p.
GARCIA, G.J.; PIEDADE, G.C.R. Topografia aplicada às ciências agrárias. 5 ed. São Paulo:
Nobel, 1987. 258p.
ROCHA, J.A.M.R. GPS: uma abordagem prática. 4 ed. Curitiba: MUNDOGEO, 2003. 235p.
TEIXEIRA, R.T. 2009. Legislação e georreferenciamento. Curitiba: MUNDOGEO, 2009. CD
Legeo 2.1. Em formato de CD-ROM.
188
14. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO
O Trabalho de Conclusão e Cuso (TCC) proporcionará ao discente a
experiência da síntese do seu processo de aprendizado ao longo do curso, a
partir de temas relacionados à futura área de atuação profissional ou acadêmica.
O TCC será desenvolvido pelo discente após conclusão de pelo menos 85% da
carga horária total do curso, no décimo período, com carga horária de 36 horas.
As regras para o TCC serão reformuladas pelo Colegiado de Curso.
Para o desnvolvimento do TCC, o discente contará com a orientação de
um professor do corpo docente ou de um professor/pesquisador da UFSJ. Para o
desenvolvimento do TCC, o alunado poderá contar com os laboratórios da UFSJ,
bem como de outras instituições em que exista celebração de convênios.
15. Estágio supervisionado obrigatório
A realização do Estágio Curricular Supervisionado é parte integrante e
obrigatório do processo de formação do engenheiro florestal. O estágio ocorrerá
no 10º período do curso com carga horária de 72 horas. O Colegiado de Curso é
o responsável pela normatização do Estágio Curricular Supervisionado.
O campo de estágio é constituído pelos programas firmados entre UFSJ e
instituições públicas ou privadas. Esta atividade é supervisionada por docentes do
curso, sendo que ao seu final o discente apresenta um relatório final.
16. Recursos Humanos e Encargos didáticos
Os encargos didáticos do Curso de Engenharia Florestal serãO de
responsabilidade do Departamento de Ciências Exatas e Biológicas – DECEB e
do Departamento de Ciências Exatas e Biológicas – DECEB. Para a implantação
do curso serão contratados 15 docentes. O DECEB receberá três docentes
atender as áreas de Química, Física e Matemática. O DECIAG receberá 12
docentes distribuídos da seguinte forma: dois docentes para atender as áreas
189
comuns ao Curso de Engenharia Agronômica e 10 docentes para os encargos
didáticos da área de Engenharia Florestal.
16.1. Encargos didáticos do Departamento de Ciências Exatas e Biológicas DECEB
O Departamento de Ciências Exatas e Biológicas - DECEB será responsável
pelos encargos didáticos de 13 disciplinas do curso de Engenharia Florestal,
totalizando 1.764 horas anuais como disposto no Quadro 5.
190
QUADRO 5. DISCIPLINAS DE RESPONSABILIDADE DO DECEB
Disciplinas
Período
Carga horária
teórica
Carga horária
total
36
Carga
horária
prática
18
1º
1º
1º
36
18
54
72
0
72
18
36
54
2º
2º
18
54
72
90
0
90
2º
54
18
72
2º
36
18
54
3º
72
0
72
3º
54
18
72
3º
72
0
72
Microbiologia Geral
4º
54
18
72
Fisiologia vegetal
5º
54
18
72
Citologia
Química Geral
Ecologia
Sistemática e organografia
vegetal
Anatomia Vegetal
Cálculo I
Química analítica
Química orgânica
Física I
Bioquímica Geral
Estatística Básica
1º
54
16.2. Encargos didáticos do Departamento de Ciências Agrárias - DCIAG
O Departamento de Ciências agrárias será o responsável por 45 disciplinas
com um encargo didático de 5.796 horas anuais Quadro 6. Sendo 1.368 horas
ministradas por professores que já atuam no Curso de Engenharia Agronômica e
4.428 horas anuais por docentes que serão contratados para os encargos
didáticos do Curso de Engenharia Florestal.
QUADRO 6: DISCIPLINAS DE RESPONSABILIDADE DO DECIAG
Período
Carga
horária
teórica
Introdução a ciência do solo: Mineralogia
1º
18
18
36
Desenho Técnico Digital
1º
36
18
54
Introdução a Engenharia Florestal
1º
36
0
36
Zoologia Geral
1º
36
36
72
Bases para a tecnologia de produtos
florestais
2º
54
0
54
Disciplinas
191
Carga
horária
prática
Carga
horária
total
Dendrologia
2º
36
18
54
Componentes químicos e anatômicos da
madeira
Bases à biometria florestal
Metodologia da pesquisa e redação
científica
Produtos Florestais Não Madeireiros
3º
36
36
72
3º
3º
54
36
0
18
54
54
3º
18
18
36
Tecnologia da Madeira
4º
54
36
90
Gênese propriedade e classificação do solo
4º
54
18
72
Ecologia Florestal
4º
54
18
72
Plantas Úteis do Cerrado
4º
18
18
36
Sistema Agrosilvopastoril
4º
18
18
36
Métodos Estatísticos Aplicados à
Engenharia Florestal
Entomologia Geral
4º
72
0
72
5º
36
36
72
Agrometeorologia
5º
54
0
54
Incêndios Florestais
5º
18
18
36
Algoritmos e programação de
computadores
Industrialização da madeira
5º
36
36
72
5º
36
36
72
Manejo e Gestão de Unidades de
Conservação
Economia Florestal
5º
54
0
54
5º
36
18
54
Dendrometria
5º
36
36
72
Química, Fertilidade do Solo e Nutrição de
Plantas
Inventário Florestal
6º
54
36
90
6º
54
18
72
Viveiros e sementes florestais
6º
36
36
72
Máquinas e Mecanização Agrícola
6º
36
36
72
Política e Legislação Florestal
6º
36
0
36
Recuperação de ecossistemas florestais
degradados
Princípios e métodos silviculturais
7º
36
36
72
7º
54
18
72
Estudos de impactos ambientais
7º
36
18
54
Genética e Melhoramento Florestal
7º
54
36
90
Manejo de florestas naturais
7º
36
18
54
Colheita e Transporte Florestal
7º
36
18
54
Física do solo, conservação do solo e da
Água
Geoprocessamento e topografia aplicados
às ciências florestais e ambientais
Patologia Florestal
8º
54
18
72
8º
36
54
90
8º
36
36
72
Entomologia Florestal
8º
18
18
36
Estruturas de madeira e construções
8º
54
18
72
192
Manejo de bacias hidrográficas e Hidrologia
8º
36
18
54
Manejo Florestal
9º
54
18
72
Energia da Biomassa
9º
36
18
54
Sociologia e Extensão Rural
9º
72
0
72
Manejo da fauna silvestre e manejo de
criadouros conservacionistas
9º
36
36
72
QUADRO 7: DEMANDA DE PROFESSORES POR DISCPLINA
Disciplina
Área
CH
Introdução a Engenharia Florestal
Geral
36
Dendrologia
Conservação
54
Ecologia Florestal
Conservação
72
Floricultura e Paisagismo
Conservação
54
Manejo e Gestão de Unidades de Conservação
Conservação
54
Estudos de impactos ambientais
Conservação
54
Conservação
72
Manejo da fauna silvestre e manejo de criadouros
conservacionistas
Recuperação de ecossistemas florestais degradados
Silvicultura
72
Bases à biometria florestal
Manejo
54
Dendrometria
Manejo
72
Manejo Florestal
Manejo
72
Métodos Estatísticos Aplicados à Engenharia Florestal
Manejo
72
Inventário Florestal
Manejo
72
Manejo de florestas naturais
Manejo
54
Política e Legislação Florestal
Manejo
36
Economia Florestal
Manejo
54
Colheita e Transporte Florestal
Geoprocessamento e topografia aplicados às ciências florestais e
ambientais
Princípios de Economia
Manejo
54
Manejo
90
Geral
72
Bases para a tecnologia de produtos florestais
Tecnologia
54
Energia da Biomassa
Tecnologia
54
Estruturas de madeira e construções
Tecnologia
72
Componentes químicos e anatômicos da madeira
Tecnologia
72
Industrialização da madeira
Tecnologia
72
Produtos Florestais Não Madeireiros
Tecnologia
36
Plantas Úteis do Cerrado
Tecnologia
36
Tecnologia da Madeira
Tecnologia
90
Metodologia da pesquisa e redação científica
Tecnologia
54
Incêndios Florestais
Silvicultura
36
193
Viveiros e sementes florestais
Silvicultura
72
Patologia Florestal
Silvicultura
72
Sistema Agrosilvopastoril
Silvicultura
36
Princípios e métodos silviculturais
Silvicultura
72
Genética e Melhoramento Florestal
Silvicultura
90
Silvicultura (Agronomia)
Silvicultura
54
Geral
36
Introdução a Engenharia Florestal
16.3 Corpo técnico e administrativo necessário
O Curso de Engenharia Florestal necessitará de cinco técnicos
administrativos que serão contratados. Um para auxiliar nos trabalhos da
secretaria da coordenadoria de curso e quatro para alocação em laboratórios que
serão disponibilizados pela Universidade, sendo 1 para cada área do
conhecimento da matriz curricular.
17 INFRAESTRUTURA
17.1 Campus de Sete Lagoas
O Campus conta de uma Biblioteca com um acervo já da área de
Ciências Agrárias que deverá ser ampliado. Ainda conta com um restaurante
universitário e lanchonete que atendem durante todo o dia a comunidade
universitária do CSL.
Na estrutura do CSL estão disponíveis para os cursos lotados neste
campus diversos laboratórios. Estes equipados com equipamentos relacionados a
cada área do conhecimentos dentro das temáticas tratadas por cada um deles, de
forma a subsidiar as aulas práticas dos curso existentes neste campus. Os
laboratórios seguem listados abaixo:
1.
Laboratório Geral I
2.
Laboratório Geral II
3.
Laboratório Geral III
4.
Laboratório de Engenharia Bioquímica
194
5.
Laboratório de Microbiologia de alimentos
6.
Laboratório de microscopia
7.
Laboratório de Engenharia Agrícola
8.
Laboratório de solos
9.
Laboratório de entomologia
10. Laboratório de física
11. Laboratório de informática I
12. Laboratório de informática II
13. Laboratório de anatomia vegetal
14. Laboratório de fisiologia e melhoramento vegetal
15. Laboratório de sitemática vegetal
16. Laboratório de construções rurais e ambiência
17. Labortório de instrumentação, energia e agrometeorologia
18. Laboratório de entomologia e plantas daninhas
19. Laboratório de topografia, geoprocessamento e computação
20. Laboratório de hidráulica
21. Laboratório de fitopatologia
22. Laboratório de sementes
23. Laboratório de propagação de plantas
A estrutura administrativa acadêmica da campus conta com dois blocos
onde estão alocados as repartições administrativas como coordenadoria de
campus, prefeitura e NTI, além de salas de aulas. Conta também com um
complexo de salas denominado NIA que está a disposição para aulas e gabinetes
de docentes. Este complexo disponibilizado em contrato de locação pela
EMBRAPA Milho e Sorgo.
17.2 Áreas experimentais
17.2.1 Fazenda experimental
A fazendo experimental de propriedade da Universidade Federal de São
João Del Rei distante aproxidamente 30 km do Campus de Sete Lagoas está a
195
fazenda experimental, nesta unidade serão conduzidos experimentos aulas
práticas de diversas natureza. A fazenda possui uma área de 62 ha que atenderá
a demanda de aulas práticas de campo, atividade de extrema importância para
um curso de Engenharia Florestal.
17.2.2 Área experimental
Área
experimental
anexa
ao
Campus
de
Sete
Lagoas
de
aproximadamente 130 ha, cedida pela EMBRAPA em comodato de 25 anos.
Nesta área é composta de um cerrado característico, além de alguns
empreendimentos florestais da EMBRAPA. Esta área experimental pode ser
considerada um laboratório de campo tendo em vista sua conservação e
diversidade biológica.
17.2.3 Estação experimental Irrigada
Área experimental no interior do Campus com aproximadamente 4 ha.
Destinada á pequenos experimentos e realização de aulas práticas, abortando
temas como irrigação e drenagem.
17.3 Laboratórios específicos necessários para o Curso de Engenharia Florestal
17.3.1 Laboratório de Dendrologia e Ecologia Florestal
Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto
de bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica
e de rede lógica para essas bancadas. Será necessário uma sala dentro deste
laboratório com temperatura e umidade relativa controlada para que seja possível
o armazenamento de material vegetal com ecicatas, frutos desidratados e cascas
de árvores, onde será identificado como herbário, no interior do laboratório. Uma
lousa branca deverá também ser instalada para detalhamento das aulas. Em
anexo a este, uma sala para acondicionar uma gabinete para o professor
responsável da área.
196
A previsão para o início dos trabalhos deste laboratório deverá ser em
2015.
17.3.2 Laboratório de Anatomia da madeira e química da madeira
Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto
de bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica
e de rede lógica para essas bancas. Este laboratório deverá ser dividido em duas
partes: uma para os componentes anatômicos da madeira e outra para a
químicas da madeira. Para os componentes anatômicos da madeira as bancadas
centrais deverão ser perpendiculadares à fixação da lousa para o detalhamento
das aulas e devem ser munidas de diversas tomadas para o funcionamentos de
microscópios binoculares e lupas. A secção de química da madeira contará com
as bancadas laterias para acondicionar as estufas e outros equipamentos de
bancada para possibilitar as análise químicas e produção de laminário para as
aulas práticas. Um pequeno espaço com exaustão será necessário para
acondicionar materiais de consumo com reagentes para impedir a contamição do
ar onde serão ministradas as aulas. Este laboratório deverá ter suas atividades
iniciadas em 2016.
17.3.3 Laboratório de Biometria Florestal
Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto
de mesas onde serão acondicionados computadores de configurações específica
para a atividade. Esses computadores deverão estar em rede e não conectados a
internet, dispostos paralemente a alocação da lousa para o detalhamento das
aulas práticas. Anexo a este laboratório uma pequena sala de almoxarifado para
acondicionamento de equipamentos de biometria para uso em campo e um
gabinete para o professor responsável da área.
197
A previsão para o início dos trabalhos deste laboratório deverá ser em
2015.
17.3.4 Laboratório de Manejo Florestal
Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto
de mesas onde serão acondicionados computadores de configurações específica
para a atividade. Esses computadores deverão estar em rede e não conectados a
internet, dispostos paralemente a alocação da lousa para o detalhamento das
aulas práticas. Anexo a este laboratório um gabinete para o professor responsável
da área.
A previsão para o início dos trabalhos desde laboratório deverá ser em
2018.
17.3.5 Laboratório de Tecnologia da madeira
Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Neste caso o laboratório
deverá apresentar uma estrutura especial para acondicionar equipamentos de
maior porte como máquina universal de ensaios, pêndulos de impacto e unidades
de testes de pisos em madeira que demandam uma área maior. Estas
recomendações fazem referência à mecânica da madeira. Já a parte que cabe à
física da madeira deverá estar munida de banca central para os alunos e bancas
laterais para o acondicionamente de equipamentos como estufas, balanças e
máquinas de climatização. Anexo a este laboratório será necessária uma sala
pequena climatizada e uma pequena ante sala sem janelas para sala de aferição
de massa. Juntamente com o laboratório, dois gabinetes para os professores
responsáveis deverão ser implementados. O recomendável é que este laboratório
seja no térreo ou em construções sem pavimentos superiores.
A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano
de 2017.
198
17.3.6 Laboratório de Industrialização da madeira
Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Este laboratório deverá
apresentar uma estrutura especial para acondicionar equipamentos de maior
porte e com potência e nível de ruído mais elevado, além de necessitar de um
espaço maior entre os equipamentos em razão da periculocidade das máquinas.
Será necessário neste caso uma construção onde o vão livre terá grande
importância e também uma área anexa para o armazenamento e manuseio de
material de grandes dimensões e volume. Este laboratório consistirá de uma
planta de industrialização de madeira, onde serão produzidos madeira serrada,
carvão vegetal, painéis, móveis e polpa celulósica.
A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano
de 2017.
17.3.7 Laboratório de Viveiros e sementes florestais e Proteção Florestal
Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto
de bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica
e de rede lógica para essas bancas. No interior do laboratório deverá ser anexada
uma câmara fria para o armazenamento de sementes, e também uma sala para
que sejam acondicionados os equipamentos para a proteção florestal. Uma lousa
deverá ser instalada paralemente às bancadas centrais para o detalhamento das
aulas. Anexo a este laboratório deverá ser construído um gabinete para o docente
responsável pela área.
A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano
de 2016.
199
17.3.8 Laboratório de Melhoramento florestal e Silvicultura
Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto
de bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica
e de rede lógica para essas bancas. No interior do laboratório deverá ser anexada
uma pequena sala para que sejam acondicionados os equipamentos de campo
para práticas Silviculturais. Anexo a este laboratório deverá ser construído um
gabinete para o docente responsável pela área.
A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano
de 2017.
17.3.9 Laboratório de Geoprocessamento
Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto
de mesas onde serão acondicionados computadores de configurações específica
para a atividade. Esses computadores deverão estar em rede e não conectados a
internet, dispostos paralemente a alocação da lousa para o detalhamento das
aulas práticas. Anexo a este laboratório uma pequena sala de almoxarifado para
acondicionamento de equipamentos usados para coleta de dados em campo e
um gabinete para o professor responsável da área.
A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano
de 2018.
17.3.10 Laboratório de Manejo de Fauna e Recuperação de áreas
degradadas
Laboratório adaptado para acolher até 30 alunos. Deverá ser composto
de bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica, hidráulica
e de rede lógica para essas bancas. No interior do laboratório será necessária
uma pequena sala para acondicionamento dos equipamentos de campo para os
trabalhos de captura de animais e equipamentos de proteção individual para
200
campo. Anexos a este laboratório deverão ser construídos dois gabinetes para os
docentes responsáveis pela área.
A previsão para o início do funcionamento deste laboratório é para o ano
de 2018.
17.3.11 Estimativa de infraestrutura e custo para implantação dos
laboratório da Engenharia Florestal
Laboratório
Laboratório de Dendrologia e Ecologia
Florestal
Laboratório de Anatomia da madeira e
química da madeira
Laboratório de Biometria Florestal
Laboratório de Manejo Florestal
Laboratório de Tecnologia da madeira
Laboratório de Industrialização da
madeira (galpão com estrutura no
interior)
Laboratório de Viveiros e sementes
florestais e Proteção Florestal
Laboratório de Melhoramento florestal e
Silvicultura
Laboratório de Geoprocessamento
Laboratório de Manejo de Fauna e
Recuperação de áreas degradadas
Viveiro Florestal
Galpão da Engenharia Florestal –
Fazenda Experimental
Unidade de carbonização
Área para estudos da fazenda
Total
Área
Construída
(m²)
Estimativa de custo para
aquisição de equipamentos
(R$)
Previsão de
uso (ano)
75
50.000
2015
80
170.000
2016
70
75
90
90.000
90.000
700.000
2015
2018
2017
450
1.600.000
2017
80
250.000
2016
70
570.000
2017
75
110.000
2018
70
80.000
2018
500
45.000
2015
150
25.000
2017
25
APP e reserva
legal
1880
1.500
2018
3.000
2015
3.759.500
Até 2018
17.4 Infraestrutura específica necessária para o Curso de Engenharia
Florestal
17.4.1 Viveiro Florestal
Área adaptada para acolher até 50 alunos. Deverá ser composto de um pórtico
coberto com bancadas centrais e laterais, bem como toda infraestrutura elétrica,
hidráulica e de rede lógica para essas bancas, uma pequena sala para apoio
201
administrativo com rede lógica e elétrica, uma aréa em terra nua para desenvolver
as atidades de aulas práticas e uma casa de vegetação da a condução das
atividades práticas de viveiros. Também deverá constar com sanitário e um
pequeno vestiário.
A previsão para o início dos trabalhos do viveiro é para o ano de 2016.
17.4.2 Galpão da Engenharia Florestal
Galpão para alocação de equipamentos e material de consumo para as atividades
na fazenda experimental. Munido de uma sala de aulas e banheiros.
A previsão para o início dos trabalhos deste galpão é para o ano de 2017.
17.4.3 Unidade de carbonização da madeira
Área adaptada para acolher até 50 alunos aberta para construção de fornos de
carbonização em alvenaria. Local deverá ser afastada das áreas de circulação de
pessoas em razão das aulas práticas haver produção de gases.
A previsão para o início dos trabalhos desta unidade é para o ano de 2018.
17.4.4 Áreas da fazenda para estudo e avaliação
Àreas de reserva legal e preservação permanente já averbadas, áreas
degradadas a serem recuperadas.
Áreas reservadas a implementação de projetos florestais para a condução de
plantios puros.
A previsão para o início dos trabalhos nas áreas da fazenda é para imediatamente
à instalação do curso.
202
18 SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PPC
A avaliação do novo PPC deverá ser feita de forma contínua pelo NDE, por
meio de reuniões entre os membros e com os discentes e docentes do curso, com
o objetivo de:
• Identificar possíveis problemas e dificuldades no andamento do curso;
• Avaliar a eficiência das modificações realizadas na última atualização do
PPC;
• Identificar e propor soluções para situações de retenção e de evasão em
disciplinas do curso;
• Discutir o andamento do processo de ensino e aprendizagem no âmbito
das disciplinas comuns entre os dois graus acadêmicos;
• Identificar mudanças necessárias na abordagem dos conteúdos,
considerando a convivência de discentes de licenciatura e de bacharelado em
sala de aula.
Além disso, a equipe de docentes da área de Engenharia Florestal prevê a
realização de encontros periódicos para discutir o andamento do curso e o
desempenho dos discentes, podendo dar contribuições ao NDE ou diretamente
ao Colegiado do Curso.
19 ESTRATÉGIAS E SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E
APRENDIZAGEM
19.1 Metodologia de ensino
A metodologia de ensino proposta para o curso deve contribuir para que os
alunos desenvolvam habilidades, competências e valores que possibilitem uma
futura atuação profissional compromissada e uma visão crítica quanto aos
aspectos técnicos, científicos, éticos, humanísticos, sócio-políticos e ambientais
203
de seu tempo. Portanto, conhecimentos, habilidades, competências e valores
deverão ser conteúdos de ensino para todas as unidades curriculares do curso.
O objetivo geral será capacitar o futuro profissional a desenvolver e utilizar
novas tecnologias, gerenciar, operar e manter sistemas e processos, avaliar
criticamente ordens de grandeza e significância de resultados, comunicar-se
eficientemente
nas
formas
escrita,
oral
e
gráfica,
atuar
em
equipes
multidisciplinares, conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de
trabalhos técnicos e científicos. Assim, também será possibilitada a ele a
capacidade de adquirir novos conhecimentos durante suas vidas profissionais.
A formação com tais habilidades e competências é um dos grandes
desafios atuais. Por isso, as temáticas das unidades curriculares serão abordadas
de forma a se complementarem e a motivarem o aprendizado, promovendo a
interação entre elas.
As unidades curriculares do ciclo básico têm grande importância e deverão
ser valorizadas, pois fundamentam cientificamente toda a formação de um
profissional pensante, criativo e com conhecimentos que o capacitem a
acompanhar a evolução tecnológica. Os alunos com conhecimentos básicos bem
fundamentados serão favorecidos nas unidades curriculares específicas sendo
capazes de assimilar conceitos e desenvolverem competências com mais
facilidade e de forma mais consciente.
As unidades curriculares do ciclo profissionalizante serão essenciais ao
desenvolvimento de conhecimentos abrangentes, aprofundados e articulados na
área de atuação do futuro profissional.
Durante todo o curso serão abordados os conhecimentos considerados
como indispensáveis ou centrais em cada unidade curricular e os alunos serão
motivados a extrapolar este conhecimento de forma autônoma. Este aspecto é
importante devido ao seu caráter flexível e ao fato de que é inviável a cada
204
unidade curricular abordar todo o conhecimento atualmente disponível no âmbito
de suas especialidades.
Os procedimentos ou atividades de ensino que proporcionarão o acesso às
informações consideradas centrais poderão incluir a exposição oral de um
assunto, a exposição dialogada, o estudo de textos, o levantamento e leitura de
bibliografia específica, as atividades em laboratório ou campo e o estudo de
processos.
Para que os alunos adquiram conhecimentos além dos centrais e
processem as informações essenciais de cada unidade curricular é necessário
utilizar procedimentos ou atividades de ensino que exijam o exercício do
pensamento sobre as novas informações a que tiveram acesso, tanto nas aulas
teóricas quanto nas práticas. Assim, o professor de cada unidade curricular
deverá apresentar questões que exijam o pensamento e a crítica sobre as
informações que estão sendo abordadas na aula. As questões poderão ser
propostas oralmente ou por escrito. Outras atividades que podem contribuir para o
processo de aprendizado são os estudos de caso, a análise de situações
problemáticas e identificação de problemas, o planejamento de soluções, a
análise de soluções propostas, a formulação de soluções e a formulação de
problemas, que deverão ser realizados pelos alunos sob a orientação do
professor.
A formação dos alunos será complementada com o Trabalho de Conclusão
de Curso (TCC), que estimulará o aluno a apresentar sua contribuição para a
sistematização do conhecimento adquirido ao longo da sua formação.
19.2 Metodologia de avaliação
O plano de ensino é apresentado aos alunos nas primeiras semanas de
aula, após análise e aprovação pelo Colegiado do Curso. O sistema de avaliação
do processo ensino-aprendizagem levará em conta a participação dos alunos em
todas as atividades previstas no Plano de Ensino de cada disciplina.
205
No plano de ensino são detalhados os seguintes itens: ementa, objetivos
da disciplina, bibliografias básicas e complementares, além do sistema de
avaliação do conteúdo lecionado, como por exemplo, relatórios, seminários,
provas e outros, em consonância com as normas vigentes na UFSJ.
Cabe ao professor distribuir os pontos em atividades que possam captar o
conhecimento adquirido pelo aluno, tendo como principal determinante verificar se
o aluno está atingindo os objetivos estabelecidos em cada unidade curricular. As
avaliações de desempenho de cada aluno devem ocorrer em todas as unidades
curriculares do curso, respeitando as diretrizes e normas gerais estabelecidas
pela Universidade Federal de São João del-Rei, mas também se pautando em
resultados de aprendizagem previamente definidos e sendo coerentes com as
condições criadas para o melhor aproveitamento dos alunos.
A avaliação da aprendizagem deve ser feita ao longo de todo o processo
de ensino, e não só ao final do semestre letivo. Assim, será possível corrigir e ou
alterar a recuperação da aprendizagem pelos alunos, ter referências para este
processo e proporcionar variadas oportunidades de avaliação.
Considerando que o desenvolvimento das unidades curriculares não será
orientado apenas para a aquisição de conhecimentos, mas também para o
desenvolvimento de habilidades e competências, é desejável que cada docente
responsável por unidades curriculares do curso estabeleça o que considera
mínimo
que
seus
alunos
aprendam/desenvolvam,
seja
em
termos
de
conhecimentos ou em termos de habilidades e competências. Assim, os
instrumentos de avaliação e a atribuição de notas aos resultados apresentados
pelos alunos, isoladamente e ou em seu conjunto, deverão garantir a avaliação da
aquisição ou desenvolvimento de conhecimentos e competências desses
mínimos, bem como os que o superarem.
No final da realização de cada atividade, o aluno receberá do professor
responsável de cada unidade curricular uma nota de 0 a 10,0, sendo aprovado
quando se obtiver uma nota média superior ou igual a 6,0. O aluno será
206
considerado infreqüente se possuir um número de faltas superior a 25% da carga
horária total da unidade curricular em que se inscrever. Nesse caso, o aluno será
reprovado por infrequência.
207
ANEXOS
ANEXO I - RESOLUÇÃO CNE/CES nº 3, de 02 de fevereiro de 2006; que Institui as diretrizes
curriculares do Curso de Engenharia Florestal no Brasil
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR
RESOLUÇÃO Nº 3, DE 2 DE FEVEREIRO DE 2006
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação
em Engenharia Florestal e dá outras providências.
O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas
atribuições legais, com fundamento no art. 9º, § 2º, alínea “c”, da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de
1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995, tendo em vista as diretrizes
e os princípios fixados pelos Pareceres CNE/CES nos 776/97, 583/2001 e 67/2003, bem como
considerando o que consta do Parecer CNE/CES nº 308/2004, homologado pelo Senhor Ministro de
Estado da Educação em 17 de dezembro de 2004, resolve:
Art. 1º A presente Resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em
Engenharia Florestal, bacharelado, a serem observadas pelas instituições de ensino superior do País.
Art. 2º As Diretrizes Curriculares para o curso de graduação em Engenharia Florestal indicarão
claramente os componentes curriculares, abrangendo a organização do curso, o projeto pedagógico, o
perfil desejado do formando, as competências e habilidades, os conteúdos curriculares, o estágio
curricular supervisionado, as atividades complementares, o acompanhamento e a avaliação bem como
o trabalho de curso como componente obrigatório ao longo do último ano do curso, sem prejuízo de
outros aspectos que tornem consistente o projeto pedagógico.
Art. 3º As Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino de graduação em Engenharia Florestal são as
seguintes:
§ 1º O projeto pedagógico do curso, observando tanto o aspecto do progresso social quanto da
competência científica e tecnológica, permitirá ao profissional a atuação crítica e criativa na identificação
e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e
culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.
§ 2º O projeto pedagógico do curso de graduação em Engenharia Florestal deverá assegurar a
formação de profissionais aptos a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos
sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e
organizativos, bem como a utilizar racionalmente os recursos disponíveis, além de conservar o equilíbrio
do ambiente.
§ 3º O curso deverá estabelecer ações pedagógicas com base no desenvolvimento de condutas e de
atitudes com responsabilidade técnica e social, tendo como princípios:
a) o respeito à fauna e à flora;
b) a conservação e recuperação da qualidade do solo, do ar e da água;
c) o uso tecnológico racional, integrado e sustentável do ambiente;
d) o emprego de raciocínio reflexivo, crítico e criativo; e
e) o atendimento às expectativas humanas e sociais no exercício das atividades profissionais.
208
Art. 4º O curso de graduação em Engenharia Florestal deverá contemplar, em seus projetos
pedagógicos, além da clara concepção do curso, com suas peculiaridades, seu currículo e sua
operacionalização, sem prejuízos de outros, os seguintes aspectos:
I - objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucional, política,
geográfica e social;
II - condições objetivas de oferta e a vocação do curso;
III - formas de realização da interdisciplinaridade;
IV - modos de integração entre teoria e prática;
V - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem;
VI - modos da integração entre graduação e pós-graduação, quando houver;
VII - incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento
para a iniciação científica;
VIII - regulamentação das atividades relacionadas com trabalho de curso de acordo com as normas da
instituição de ensino, sob diferentes modalidades;
IX - concepção e composição das atividades de estágio curricular supervisionado contendo suas
diferentes formas e condições de realização, observado o respectivo regulamento; e,
X - concepção e composição das atividades complementares.
Parágrafo único. Com base no princípio de educação continuada, as IES poderão incluir no Projeto
Pedagógico do curso, o oferecimento de cursos de pós-graduação lato sensu, nas respectivas
modalidades, de acordo com as efetivas demandas do desempenho profissional.
Art. 5º O Curso de Engenharia Florestal deve ensejar como perfil:
I - sólida formação científica e profissional geral que possibilite absorver e desenvolver tecnologia;
II - capacidade crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos
políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento
às demandas da sociedade;
III - compreensão e tradução das necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com
relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, bem como utilização
racional dos recursos disponíveis, além da conservação do equilíbrio do ambiente; e
IV - capacidade de adaptação, de modo flexível, crítico e criativo, às novas situações.
Art. 6º O Curso de Engenharia Florestal deve possibilitar a formação profissional que revele, pelo
menos, as seguintes competências e habilidades:
a) estudar a viabilidade técnica e econômica, planejar, projetar, especificar, supervisionar, coordenar e
orientar tecnicamente;
b) realizar assistência, assessoria e consultoria;
c) dirigir empresas, executar e fiscalizar serviços técnicos correlatos;
d) realizar vistoria, perícia, avaliação, arbitramento, laudo e pareceres técnicos;
e) desempenhar cargo e função técnica;
f) promover a padronização, mensuração e controle de qualidade;
g) atuar em atividades docentes no ensino técnico profissional, ensino superior, pesquisa, análise,
experimentação, ensaios e divulgação técnica e extensão;
h) conhecer e compreender os fatores de produção e combiná-los com eficiência técnica e econômica;
i) aplicar conhecimentos científicos e tecnológicos;
j) conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
k) identificar problemas e propor soluções;
l) desenvolver, e utilizar novas tecnologias;
m) gerenciar, operar e manter sistemas e processos;
n) comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
o) atuar em equipes multidisciplinares;
209
p) avaliar o impacto das atividades profissionais nos contextos social, ambiental e econômico;
q) conhecer e atuar em mercados do complexo agroindustrial e de agronegócio;
r) compreender e atuar na organização e gerenciamento empresarial e comunitário;
s) atuar com espírito empreendedor;
t) conhecer, interagir e influenciar nos processos decisórios de agentes e instituições, na gestão de
políticas setoriais.
Parágrafo único. O projeto pedagógico do curso de graduação em Engenharia Florestal deve
demonstrar claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu
formando e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas, bem como garantir a
coexistência de relações entre teoria e prática, como forma de fortalecer o conjunto dos elementos
fundamentais para a aquisição de conhecimentos e habilidades necessários à concepção e à prática da
Engenharia Florestal, capacitando o profissional a adaptar-se de modo flexível, crítico e criativo às
novas situações.
Art. 7º Os conteúdos curriculares do Curso de Engenharia Florestal serão distribuídos em três núcleos
de conteúdos, recomendando-se a interpenetrabilidade entre eles:
I - O núcleo de conteúdos básicos será composto por campos de saber que forneçam o embasamento
teórico necessário para que o futuro profissional possa desenvolver seu aprendizado. Esse núcleo será
integrado por: Biologia, Estatística, Expressão Gráfica, Física,
Informática, Matemática, Metodologia Científica e Tecnológica, e Química.
II - O núcleo de conteúdos profissionais essenciais será composto por campos de saber destinados à
caracterização da identidade do profissional. O agrupamento desses campos gera grandes áreas que
definem o campo profissional e o agro-negócio, integrando as subáreas de conhecimento que
identificam o Engenheiro Florestal. Esse núcleo será constituído por:
Avaliação e Perícias Rurais; Cartografia e Geoprocessamento; Construções Rurais;
Comunicação e Extensão Rural; Dendrometria e Inventário; Economia e Mercado do Setor Florestal;
Ecossistemas Florestais; Estrutura de Madeira; Fitossanidade; Gestão Empresarial e Marketing; Gestão
dos Recursos Naturais Renováveis; Industrialização de Produtos Florestais; Manejo de Bacias
Hidrográficas; Manejo Florestal; Melhoramento Florestal; Meteorologia e Climatologia; Política e
Legislação Florestal; Proteção Florestal; Recuperação de Ecossistemas Florestais Degradados;
Recursos Energéticos Florestais; Silvicultura; Sistemas Agrossilviculturais; Solos e Nutrição de Plantas;
Técnicas e Análises Experimentais; e Tecnologia e Utilização dos Produtos Florestais.
III - O núcleo de conteúdos profissionais específicos deverá ser inserido no contexto do projeto
pedagógico do curso, visando a contribuir para o aperfeiçoamento da qualificação profissional do
formando. Sua inserção no currículo permitirá atender às peculiaridades locais
e regionais e, quando couber, caracterizar o projeto institucional com identidade própria.
IV - Os núcleos de conteúdos poderão ser ministrados em diversas formas de organização, observando
o interesse do processo pedagógico e a legislação vigente.
V - Os núcleos de conteúdos poderão ser dispostos, em termos de carga horária e de planos de estudo,
em atividades práticas e teóricas, individuais ou em equipe, tais como:
a) participação em aulas práticas, teóricas, conferências e palestras;
b) experimentação em condições de campo ou laboratório;
c) utilização de sistemas computacionais;
d) consultas à biblioteca;
e) viagens de estudo;
f) visitas técnicas;
g) pesquisas temáticas e bibliográficas;
h) projetos de pesquisa e extensão;
i) estágios profissionalizantes em instituições credenciadas pelas IES;
j) encontros, congressos, exposições, concursos, seminários, simpósios, fóruns de discussões, etc.
210
Art. 8º O estágio curricular supervisionado deverá ser concebido como conteúdo curricular obrigatório,
devendo cada instituição, por seus colegiados acadêmicos, aprovar o correspondente regulamento, com
suas diferentes modalidades de operacionalização.
§ 1º Os estágios supervisionados são conjuntos de atividades de formação, programados e diretamente
supervisionados por membros do corpo docente da instituição formadora e procuram assegurar a
consolidação e a articulação das competências estabelecidas.
§ 2º Os estágios supervisionados visam a assegurar o contato do formando com situações, contextos e
instituições, permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações
profissionais, sendo recomendável que suas atividades se distribuam ao longo do curso.
§ 3º A instituição poderá reconhecer atividades realizadas pelo aluno em outras instituições, desde que
estas contribuam para o desenvolvimento das habilidades e competências previstas no projeto de
curso.
Art. 9º As atividades complementares são componentes curriculares que possibilitem, por avaliação, o
reconhecimento de habilidades, conhecimentos, competências e atitudes do aluno, inclusive adquiridos
fora do ambiente acadêmico.
§ 1º As atividades complementares podem incluir projetos de pesquisa, monitoria, iniciação científica,
projetos de extensão, módulos temáticos, seminários, simpósios, congressos, conferências e até
disciplinas oferecidas por outras instituições de ensino.
§ 2º As atividades complementares se constituem de componentes curriculares enriquecedoras e
implementadoras do próprio perfil do formando, sem que se confundam com o estágio supervisionado.
Art. 10. O trabalho de curso é componente curricular obrigatório, a ser realizado ao longo do último ano
do curso, centrado em determinada área teórico-prática ou de formação profissional, como atividade de
síntese e integração de conhecimento e consolidação das técnicas de pesquisa.
Parágrafo único. A instituição deverá emitir regulamentação própria, aprovada pelo seu Conselho
Superior Acadêmico, contendo, obrigatoriamente, critérios, procedimentos e mecanismo de avaliação,
além das diretrizes e das técnicas de pesquisa relacionadas com sua elaboração.
Art. 11. A carga horária dos cursos de graduação será estabelecida em Resolução específica da
Câmara de Educação Superior.
Art. 12. As Diretrizes Curriculares Nacionais desta Resolução deverão ser implantadas pelas
Instituições de Educação Superior, obrigatoriamente, no prazo máximo de dois anos, aos alunos
ingressantes, a partir da publicação desta.
Parágrafo único. As IES poderão optar pela aplicação das DCN aos demais alunos do período ou ano
subseqüente à publicação desta.
Art. 13. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
contrário, expressamente a Resolução CFE nº 8/84.
EDSON DE OLIVEIRA NUNES
Presidente da Câmara de Educação Superior
211
ANEXO II - RESOLUÇÃO Nº 2, dispõe sobre carga horária mínima relativos à
integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial.
RESOLUÇÃO Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007 (*)(**)
Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e
duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação,
tendo em vista o disposto no art. 9º, do § 2º, alínea “c”, da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961,
com redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995, e com fulcro no Parecer
CNE/CES nº 8/2007, homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação,
publicado no DOU de 13 de junho de 2007, RESOLVE:
Art. 1º Ficam instituídas, na forma do Parecer CNE/CES nº 8/2007, as cargas horárias mínimas para
os cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, constantes do quadro anexo à
presente.
Parágrafo único. Os estágios e atividades complementares dos cursos de graduação, bacharelados,
na modalidade presencial, não deverão exceder a 20% (vinte por cento) da carga horária total do
curso, salvo nos casos de determinações legais em contrário.
Art. 2º As Instituições de Educação Superior, para o atendimento do art. 1º, deverão fixar os tempos
mínimos e máximos de integralização curricular por curso, bem como sua duração, tomando por
base as seguintes orientações:
I – a carga horária total dos cursos, ofertados sob regime seriado, por sistema de
crédito ou por módulos acadêmicos, atendidos os tempos letivos fixados na Lei nº 9.394/96, deverá
ser dimensionada em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de trabalho acadêmico efetivo;
II – a duração dos cursos deve ser estabelecida por carga horária total curricular,
contabilizada em horas, passando a constar do respectivo Projeto Pedagógico;
III – os limites de integralização dos cursos devem ser fixados com base na carga
horária total, computada nos respectivos Projetos Pedagógicos do curso, observados os limites
estabelecidos nos exercícios e cenários apresentados no Parecer CNE/CES nº 8/2007, da
seguinte forma:
a)Grupo de Carga Horária Mínima de 2.400h:
Limites mínimos para integralização de 3 (três) ou 4 (quatro) anos. b)Grupo de
Carga Horária Mínima de 2.700h:
Limites mínimos para integralização de 3,5 (três e meio) ou 4 (quatro) anos. c)Grupo de
Carga Horária Mínima entre 3.000h e 3.200h:
Limite mínimo para integralização de 4 (quatro) anos. d)Grupo de
Carga Horária Mínima entre 3.600 e 4.000h:
Limite mínimo para integralização de 5 (cinco) anos. e)Grupo de
Carga Horária Mínima de 7.200h:
Limite mínimo para integralização de 6 (seis) anos.
IV – a integralização distinta das desenhadas nos cenários apresentados nesta
Resolução poderá ser praticada desde que o Projeto Pedagógico justifique sua adequação.
Art. 3º O prazo para implantação pelas IES, em quaisquer das hipóteses de que tratam as respectivas
Resoluções da Câmara de Educação Superior do CNE, referentes às Diretrizes Curriculares de cursos
de graduação, bacharelados, passa a contar a partir da publicação desta.
Art. 4º As Instituições de Educação Superior devem ajustar e efetivar os projetos pedagógicos de
seus cursos aos efeitos do Parecer CNE/CES nº 8/2007 e desta Resolução, até o encerramento do
212
ciclo avaliativo do SINAES, nos termos da Portaria Normativa n° 1/2007, bem como atender ao que
institui o Parecer CNE/CES nº 261/2006, referente à hora-aula.
Art. 5º As disposições desta Resolução devem ser seguidas pelos órgãos do MEC nas suas funções
de avaliação, verificação, regulação e supervisão, no que for pertinente à matéria desta Resolução.
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
(*) Resolução CNE/CES 2/2007. Diário Oficial da União, Brasília, 19 de junho de 2007,
Seção 1, p. 6.
(**) Republicada no DOU de 17/09/2007, Seção 1, pág. 23, por ter saído no DOU de 19/06/2007,
Seção 1, pág. 6, com incorreção no original.
Antônio Carlos Caruso Ronca
Presidente da Câmara de Educação Superior
213
Carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade
presencial
Curso
Carga Horária Mínima
Administração
Agronomia
Arquitetura e Urbanismo
Arquivologia
3.000
3.600
3.600
2.400
Artes Visuais
Biblioteconomia
Ciências Contábeis
Ciências Econômicas
Ciências Sociais
Cinema e Audiovisual
Computação e Informática
Comunicação Social
Dança
Design
Direito
Economia Doméstica
Engenharia Agrícola
Engenharia de Pesca
Engenharia Florestal
Engenharias
Estatística
Filosofia
Física
Geografia
2.400
2.400
3.000
3.000
2.400
2.700
3.000
2.700
2.400
2.400
3.700
2.400
3.600
3.600
3.600
3.600
3.000
2.400
2.400
2.400
Geologia
História
Letras
Matemática
Medicina
Medicina Veterinária
Meteorologia
Museologia
Música
Oceanografia
Odontologia
Psicologia
Química
Secretariado Executivo
Serviço Social
Sistema de Informação
Teatro
Turismo
Zootecnia
3.600
2.400
2.400
2.400
7.200
4.000
3.000
2.400
2.400
3.000
4.000
4.000
2.400
2.400
3.000
3.000
2.400
2.400
3.600
214
ANEXO III: CONDIÇÕES DE OFERTA E DE CADASTRO DO CURSO PARA A DICON
Nome do curso: ENGENHARIA FLORESTAL
Modalidade:
Regime curricular: ( X ) Progressão Linear
( ) 2 ciclos:
( ) 1º ciclo
( ) 2º ciclo
( X ) Educação Presencial – EDP
( ) Educação a Distância – EAD
Condições de Oferta do Curso
Denominação
Grau Acadêmico BACHARELADO
Nº de vagas oferecidas no
Edital do Processo Seletivo
Nº de entradas por Processo
Seletivo
40
2
Semestre de entrada por
Processo Seletivo
1º semestre
2º semestre
20
20
Linhas de
BACHAREL EM ENGENHARIA FLORESTAL
Titulação
Condições de cadastro do curso
Carga horária total de integralização:
5 ANOS
Mínimo
Prazos para integralização (semestres)
Padrão
5 ANOS
7,5 ANOS
Máximo
Limite de carga horária
semestral permitida ao
discente Obs. 2
Mínimo
Padrão
Máximo
411
411
275
Condições de validação das unidades curriculares cursadas em outros cursos
As condições de validação das unidades curriculares cursadas com aprovação em outros cursos, serão analisadas pelo Colegiado de curso conforme
estabelecido no Art. 95 do Regimento Geral da UFSJ.
Condições de migração de currículo
Não se aplica.
Obs. 1: Compreende-se como número de semestres decorrentes da previsão de oferta periódica de componentes curriculares especificada no PPC; Obs. 2: O limite de carga horária semestral
é definido em resolução específica; Obs. 3: O limite padrão é relativo, pois depende de previsão de progressão curricular do PPC para oferta de componentes curriculares por período
215
QUADRO DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
Carga Horária
(CHA)
Natureza do
Período
de oferta
Unidade curricular
Unidade
acadêmica Teórica
responsável
Prática
Prérequisito
correquisito
Tipologia
Oferecimento
Disciplina
Normal
DCIAG
18
18
x
x
Disciplina
Disciplina
Normal
Normal
DECEB
DCIAG
36
36
18
18
x
x
x
x
Disciplina
Normal
DCIAG
36
0
x
x
Disciplina
Disciplina
Normal
Normal
DECEB
DECEB
36
72
18
0
x
x
x
x
Disciplina
Normal
DECEB
18
36
x
x
Disciplina
Disciplina
Normal
Normal
DECEB
DECEB
18
90
54
0
x
x
Química Geral
x
2º
2º
Introdução a ciência do
solo: Mineralogia
Citologia
Desenho Técnico Digital
Introdução a
Engenharia Florestal
Química Geral
Ecologia Geral
Sistemática e
organografia vegetal
Anatomia Vegetal
Cálculo I
2º
Química analítica
Disciplina
Normal
DECEB
54
18
2º
Química orgânica
Bases para a tecnologia
de produtos florestais
Disciplina
Normal
DECEB
36
18
x
x
Química
Geral
x
Disciplina
Normal
DCIAG
54
0
x
2º
Dendrologia
Disciplina
Normal
36
18
2º
Zoologia Geral
Disciplina
Normal
36
36
3º
Componentes químicos
e anatômicos da
madeira
Disciplina
Normal
36
36
3º
Física I
Disciplina
Normal
DECEB
72
0
3º
Bioquímica Geral
Disciplina
Normal
DECEB
54
18
Disciplina
Normal
54
0
Calculo I
x
36
18
x
x
18
18
72
0
54
36
54
18
54
18
18
18
1º
1º
1º
1º
1º
1º
1º
2º
3º
Bases à biometria
florestal
Metodologia da
pesquisa e redação
científica (Agronomia e
Eng. Florestal)
Produtos Florestais Não
Madeireiros
Estatística Básica
4º
Tecnologia da Madeira
3º
3º
3º
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
Ecologia
Geral
x
Anatomia
Vegetal,
Química
orgânica
x
Química
orgânica
x
Anatomia Vegetal
x
x
x
x
DCIAG
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
DCIAG
DECEB
DCIAG
DCIAG
4º
Gênese propriedade e
classificação do solo
Disciplina
Normal
4º
Ecologia Florestal
Disciplina
Normal
4º
Plantas Úteis do
Cerrado
Disciplina
Normal
DCIAG
DCIAG
216
Química
Geral
Cálculo I
Component
es
químicos e
anatômicos
da madeira,
Bases para
a
tecnologia
de
produtos
florestais
Introdução
a ciência
do solo:
Mineralogia
; Química
orgânica
Dendrologi
a
Dendrologi
a
Química orgânica
x
x
x
x
x
4º
4º
4º
5º
Métodos Estatísticos
Aplicados à Engenharia
Florestal
Microbiologia Geral
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
Entomologia Geral
Disciplina
Normal
DCIAG
72
0
Estatística
Básica
x
Disciplina
Normal
18
Citologia
X
Normal
DECEB
DCIAG
54
Disciplina
36
36
Disciplina
Normal
36
36
54
0
54
18
36
36
DCIAG
DCIAG
5º
Agrometeorologia
Disciplina
Normal
5º
Fisiologia vegetal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
5º
5º
Algoritmos e Estrutura
de Dados
Industrialização da
madeira
Disciplina
Normal
DECEB
DCIAG
DCIAG
36
36
36
36
DCIAG
5º
Dendrometria
Disciplina
Normal
5º
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
Disciplina
Normal
6º
Química, Fertilidade do
Solo e Nutrição de
Plantas
Disciplina
Normal
6º
Inventário Florestal
Disciplina
Normal
DCIAG
54
36
54
18
36
36
36
36
DCIAG
6º
6º
6º
6º
Viveiros e sementes
florestais
Máquinas e
Mecanização Agrícola
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
GRUPO DE OPTATIVAS
- I, III, V, VI
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
DCIAG
7º
Disciplina
Normal
7º
Princípios e métodos
silviculturais
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
7º
7º
7º
7º
7º
8º
Estudos de impactos
ambientais
Genética e
Melhoramento Florestal
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
GRUPO DE OPTATIVAS
– I, II, III, V, VI
Física do solo,
conservação do solo e
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
X
X
X
X
Gênese
propriedad
ee
classificaçã
o do solo
Dendrometr
ia
Dendrologi
a,
Fisiologia
vegetal
Física I
X
X
X
X
DCIAG
DCIAG
36
36
54
18
36
18
54
36
54
18
DCIAG
Disciplina
X
DCIAG
DCIAG
Recuperação de
ecossistemas florestais
degradados
Cálculo I
Tecnologia
da Madeira
Bases à
biometria
florestal
X
DCIAG
DCIAG
6º
Zoologia
Geral
Cálculo I,
Física I,
Bases para
a
tecnologia
de
produtos
florestais
Anatomia
Vegetal,
Bioquímica
Geral
DCIAG
DCIAG
Química,
Fertilidade
do Solo e
Nutrição de
Plantas
Viveiros e
sementes
florestais
Ecologia
Florestal
Bioquímica
Geral
Princípios e métodos
silviculturais
X
X
X
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
217
Química,
Fertilidade
Geoprocessamento e
topografia aplicados às
da Água
8º
Geoprocessamento e
topografia aplicados às
ciências florestais e
ambientais
do Solo e
Nutrição de
Plantas
DCIAG
Disciplina
Normal
36
54
DCIAG
8º
Patologia Florestal
Disciplina
Normal
36
36
36
18
54
18
54
18
72
DCIAG
8º
Entomologia Florestal
Disciplina
Normal
DCIAG
8º
Estruturas de madeira e
construções
Disciplina
Normal
8º
GRUPO DE
OBRIGATÓRIAS
Disciplina
Normal
9º
Manejo Florestal
Disciplina
Normal
9º
9º
9º
9º
10º
10º
Sociologia e Extensão
Rural
Manejo da fauna
silvestre e manejo de
criadouros
conservacionistas
GRUPO DE OPTATIVAS
– II, IV, V, VI
GRUPO DE OPTATIVAS
– II, IV, V, VI
Estágio Supervisionado
Trabalho de Conclusão
de Curso
Disciplina
Normal
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Estágio
Trabalhos
acadêmicos
Normal
Normal
Viveiros e
sementes
florestais,
Microbiolog
ia Geral
Entomologi
a Geral,
Ecologia
Florestal
Desenho
Técnico
Digital,
Física I,
Tecnologia
da Madeira
x
x
DCIAG
DCIAG
DCIAG
Inventário
Florestal
x
0
x
x
36
36
Zoologia
Geral,
Ecologia
Florestal
x
0
72
36
0
DCIAG
Disciplina
Desenho
Técnico
Digital
ciências florestais e
ambientais
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
218
x
3.220H ou
3.497HA
x
x
QUADRO DE DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS
Carga Horária
(CHA)
Natureza do
Período de
oferta
Unidade curricular Tipologia Oferecimento
Unidade
acadêmica
responsável
Pré-requisito
Correquisito
Teórica Prática
DCIAG
6º ou 7º
(2° semestre)
4º ou 5º
(2° semestre)
Sistema
Agrosilvopastoril
Disciplina
Normal
Manejo e Gestão de
Unidades de
Disciplina
Conservação
Normal
18
18
Ecologia Geral
Princípios e métodos
silviculturais
54
0
Ecologia Geral
X
36
18
Introdução a
Engenharia
Florestal, Bases à
biometria florestal
X
18
18
Ecologia Florestal
Agrometeorologia
36
0
X
Ecologia Florestal
36
18
Inventário Florestal
X
36
18
Inventário Florestal
X
36
18
Tecnologia da
Madeira
X
DCIAG
DCIAG
4º ou 5º
(1° semestre)
Economia Florestal Disciplina
Normal
6º ou 7º
Incêndios Florestais Disciplina
(1° semestre)
Normal
6º ou 7º
Política e Legislação
Disciplina
(1° semestre)
Florestal
Normal
8º ou 9º
(1° semestre)
Normal
DCIAG
DCIAG
DCIAG
Manejo de florestas
Disciplina
naturais
DCIAG
6º ou 7º
Colheita e Transporte
Disciplina
(2° semestre)
Florestal
Normal
8º ou 9º
Energia da Biomassa Disciplina
(2° semestre)
Normal
DCIAG
QUADRO DE DISCIPLINAS OPTATIVAS
Carga Horária
(CHA)
Natureza do
Grupo
Unidade
curricular
Unidade
acadêmica
Tipologia Oferecimento
responsável Teórica Prática
DCIAG
I
Painéis de madeira
Disciplina
e adesão e adesivos
Normal
I
Preservação e
permeabilidade da
madeira
Normal
I
I
Pré-requisito
36
18
Tecnologia da madeira
36
18
Tecnologia da madeira
18
18
Tecnologia da madeira
54
18
Tecnologia da madeira
DCIAG
Disciplina
Produtos
Disciplina
energéticos da
madeira
Propriedades
físicas e mecânicas Disciplina
da madeira
Normal
DCIAG
DCIAG
Normal
219
I
Serraria e secagem
da madeira
Disciplina
Normal
I
Tecnologia de papel
Disciplina
e celulose
Normal
II
Estradas Florestais
Disciplina
Normal
II
Hidráulica
Disciplina
Normal
II
Irrigação e
drenagem
Disciplina
Normal
II
Modelagem da
produção florestal
Disciplina
Normal
II
Topografia
Geoprocessada
Disciplina
Normal
II
Cartografia e
Disciplina
Geoprocessamento
Normal
II
Planejamento
Florestal
Disciplina
Normal
II
Manejo de bacias
hidrográficas e
hidrologia
Disciplina
Normal
III
Agroecologia
Disciplina
Normal
DCIAG
DCIAG
36
18
Tecnologia da madeira
36
18
Tecnologia da madeira
36
18
Geoprocessamento e topografia aplicados às
ciências florestais e ambientais
36
18
Geoprocessamento e topografia aplicados às
ciências florestais e ambientais
54
18
Hidráulica e agrometeorologia
36
18
Inventário florestal
36
36
Cartografia e geoprocessamento; Desenho Técnico
digital
36
36
X
36
18
Inventário florestal; princípios e met. silviculturais
36
18
Agrometeorologia
54
18
Ecologia Geral
36
18
Fisiologia vegetal
36
18
Princípios e met. silviculturais
36
18
X
36
0
Politica e legislação florestal
54
18
Fisiologia vegetal
54
18
Microbiologia geral
36
18
Patologia Florestal; Entomologia Florestal, Biologia e
manejo de plantas daninhas
54
0
X
36
0
X
36
0
Industrialização da madeira
36
0
Industrialização da madeira; princípios e métodos
silviculturais
36
18
X
72
0
X
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
III
Floricultura e
paisagismo
DCIAG
Disciplina
Normal
DCIAG
DCIAG
DCIAG
III
Cultura de
essências exóticas
e nativas
Disciplina
Normal
III
Educação ambiental Disciplina
Normal
III
Legislação
ambiental I
Disciplina
Normal
IV
Biologia e manejo
Disciplina
de plantas daninhas
Normal
IV
Fitopatologia geral
Disciplina
Normal
IV
Receituário
agronômico
Disciplina
Normal
V
Princípios de
economia
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
Disciplina
Normal
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
V
V
Filosofia da ciência
e ética
Gerenciamento da
indústria da
madeira
DCIAG
DCIAG
DCIAG
DCIAG
V
Gerenciamento de
resíduos de base
florestal
Disciplina
Normal
V
Gestão ambiental
Disciplina
Normal
V
Libras
Disciplina
Normal
DCIAG
DCIAG
220
VI
Biologia molecular
Disciplina
Normal
VI
Propagação de
plantas
Disciplina
Normal
VI
Seminários em
Disciplina
engenharia florestal
Normal
DECEB
DCIAG
36
18
Microbiologia geral e Bioquimica Geral
18
18
Fisiologia vegetal
18
36
Introdução à Engenharia Florestal
DCIAG
Grupo – I : Tecnologia de produtos florestais; Grupo – II : Engenharia; Grupo – III : Ciências do Ambiente; Grupo – IV: Proteção Florestal; Grupo
V : Ciências Sociais Aplicadas e Humanas; Grupo VI : Outras optativas.
Carga horária (CH)/(CHA)
Unidade curricular
Conteúdo
de
natureza
científico-cultural
Atividades complementares
Estágio supervisionado
Trabalho acadêmico
Obrigatória
Optativa
3.383 H (3.690 HA)*
198 H (216 HA)*
Eletiva
Total
3.581H (3.906 HA)*
100 H
100 H
72 H
72 H
36 H
36 H
Outros:
Carga horária total para
3.789 H
Integralização
Obs.: especificar particularidades na organização curricular com implicações no cadastro
da estrutura curricular no CONTAC
Devem ser consideradas 324 HA de disciplinas ofertadas dos grupos de obrigatórias para a integralização da
carga horária total de disciplinas do curso.
* Valores de horas aula múltiplos de 18.
H- carga horária em função do tempo de referencia de 60 minutos.
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Res. 023, de 09/07/2014 - Anexo