SHAUN, O CARNEIRO – O FILME
NOTAS DE PRODUÇÃO
SINOPSE
SHAUN é um carneiro inteligente e arteiro que mora com seu rebanho na Fazenda, sob a pseudo
supervisão do Fazendeiro e de Bitzer, um cão de pastoreio bem-intencionado, mas nada
eficiente. Apesar dos melhores esforços de Shaun, a vida na faz enda anda um tant o
paradona, e Shaun bola um pl ano audacioso: tirar um di a de folga .
Mas a gente deve tomar cuidado com o que deseja. Os acontecimentos saem rapidamente de
controle, e a molecagem de Shaun sem querer acaba fazendo que o coitado do fazendeiro seja
levado da fazenda.
Com a ajuda do rebanho, Shaun precisa sair da fazenda pela primeira vez e viajar para a Cidade
Grande para resgatar O Fazendeiro. E o fracasso não é uma opção. Mas como as ovelhas
sobreviverão? Será que conseguem não ser reconhecidas como ovelhas? E assim evitar as garras
de um feroz apanhador de animais? Durante esta aventura repleta de ação, eles passam por um
monte de divertidos e eletrizantes contratempos. E Shaun conhece uma pequena cachorrinha
órfã chamada Slip, que o faz perceber que ter uma casa e uma família não é algo que se deva
ignorar ou deixar de valorizar.
STUDIOCANAL apresenta uma produção Aardman: Shaun, o Carneiro – O Filme.
FILME
Shaun, o Carneiro – O Filme segue fielmente a tradição dos filmes da Aardman: uma aventura
ágil e divertida, com uma sucessão estonteante de piadas de gargalhar, enredo inventivo e
comédia hilariante. Vejam um gostinho do que nos espera no filme:

Para começar, conheceremos Shaun, Bitzer e O Rebanho apresentados nos vídeos
caseiros do Fazendeiro feitos tempos atrás;

Sentiremos o gostinho do dia a dia das ovelhas numa fazenda – até mesmo as partes
tediosas;

Descobrimos que até as ovelhas precisam de um dia de folga de seus pais irritantes;

Há uma lição salutar sobre as consequências não planejadas da contagem de ovelhas;

Descobrimos os perigos de um veículo desgovernado;

Descobrimos como uma cidade pode ser grande e assustadora na primeira vez que a
visitamos;

Como é fácil ir parar atrás das grades e quantos jeitos inventivos há para sair da cadeia;

As oportunidades de trabalho que existem depois de uma vida tosquiando ovelhas;

Como até mesmo o corte de cabelo mais absurdo pode “bombar” na mídia social;

Descobrimos que não se dá valor ao que se tem até se perder tal coisa;

Ah, e há o cavalo de pantomima também.
Tudo isso, e um outro elemento sem o qual um filme da Aardman não seria um filme da
Aardman: piadas visuais e muitos trocadilhos (tanto verbais quanto visuais). Segundo um portavoz anônimo da Aardman: “Estamos confiantes que o público irá... se arrebanhar para assistir
Shaun, o Carneiro – O Filme. É o filme mais divertido do ano – o mééélhor de todos.”
NOTAS DE PRODUÇÃO
Após o grande sucesso da Aardman com a série de TV Shaun the Sheep, que tornou-se um
sucesso mundial desde que estreou em 2007, os executivos da empresa decidiram que era hora
para investigar a possibilidade de um longa estrelado por Shaun.
Mas como poderiam fazer a enorme transição de uma série composta por episódios de sete
minutos, cada um contendo uma história relativamente simples, para o universo de um filme com
uma narrativa complexa com uma duração 10 vezes maior? Que tipo de história contariam?
Conseguiriam ampliar o alcance de Shaun para incluir crianças mais velhas e até adultos? E
havia uma outra questão: apesar da falta de diálogo humano não ter sido uma barreira para levar
adiante histórias curtas na série de TV, não seria esse um problema para manter a atenção do
público durante um filme de 80 minutos? A Aardman usou esses tópicos como ponto de partida e
começou a discutir como desenvolver o filme”.
Um dos diretores do filme Richard (“Golly”) Starzak conta: “A frase à qual nós nos prendemos
para Shaun era ‘Ele nada contra a corrente.’ Ou ‘Ele é bem inteligente... para um carneiro’.” Seu
colega diretor Mark Burton, que começou trabalhando na Aardman como roteirista em A Fuga
das Galinhas, relembra: “Quando eu entrei para a produção, a ideia básica para o filme já havia
sido desenvolvida. Era simples: ‘Vamos fazer o filme de Shaun, o Carneiro, sem diálogos. E eu
pensei: ‘Que ideia louca. E me envolvi nesse trabalho’.” Starzak inicialmente trabalhou no
processo de desenvolvimento da série da TV primeiramente para dirigir um dos
episódios que ele escrevera: “Sugeri ao Nick Park a ideia de ‘envelhecer’ o Shaun agradar às
crianças de 10 anos. E ele fez alguns desenhos mostrando Shaun um pouco mais velho.” (Park
era o cri ador ori ginal de Shaun, que aparece brevemente em Wallace & Gromit: O Fio da
Navalha, seu curta vencedor do Oscar® em 1995.)
Na verdade, a série de TV agrada a um público mais amplo do que se imagina em geral. O
produtor Paul Kewley observa: “Acho que há uma expectativa na Grã-Bretanha sobre a série,
que não é necessariamente vista da mesma maneira no exterior (porque lá a série é apresentada
num canal infantil). Divertidamente, conhecemos muitos adultos que a assistem. O objetivo não
é fazer algo apenas para crianças.”
Starzak observa: “É bastante curioso, porque a série é exibida na TV há mais de oito anos, há
uma geração que cresceu com Shaun e agora está na universidade. E eles ainda assistem ao
programa!”. “É claro que esperamos que o público seja maior”, diz Burton. “Assim, com as
ideias e a comédia, é um pouco mais adulto.”
Sobre a falta de diálogo, o produtor Kewley comenta: “Lembro de Golly me dizendo que
faríamos um filme do Shaun, e p e n s e i q u e e l e t i n h a e n l o u q u e c i d o ! Mas aí percebi
que conseguiríamos fazê-lo. O bom de não haver diálogos é que amplia o público. Pode dar certo
com os mais jovens ou com os mais velhos.”
Peter Lord, cofundador da Aardman, observa: “A solução convencional seria uma narração,
então era uma escolha ousada optar pela ausência de diálogos.” A produtora Julie Lockhart
acrescenta: “Inicialmente pensamos por quanto tempo o público conseguiria assistir a um longa
sem diálogo, mas quando vimos o primeiro copião da história que durava 90 minutos, ficamos
convencidos de que funcionaria.”
No entanto, como explica Will Becher, animador chefe de Shaun, o Carneiro – O Filme, a falta
de diálogo humano no filme apresentava complicações adicionais: “Para os animadores, o
diálogo é importante. Acrescenta um determinado nível de interpretação aos personagens e
tomamos decisões baseados nisso. Mas com Shaun, O Fazendeiro e Bitzer, tudo depende do que
fazem visualmente. Depende de como conseguimos transmitir a emoção, o sentimento, o que
está acontecendo. É um grande desafio.”
E para a equipe de construtores de bonecos, Shaun foi especialmente difícil por conta de seus
olhos grandes, e diferentemente da maioria dos personagens da Aardman, ele não tem
sobrancelhas. “Geralmente, há muitas emoções nessa área que ele não tem”, diz Becher. “Então
tentamos fazer algo mais com os braços, ouvidos, poses em geral e linguagem corporal.”. Como
todo mundo sabe, a animação em stop-motion pela qual os filmes da Aardman são famosos é um
processo muito trabalhoso e lento, que exige equipe treinada e uma paciência
extraordinária. Para um leigo, esse andamento lento é talvez o aspecto mais memorável do
processo da Aardman.
Becher diz que foram necessários 20 animadores diferentes e até 30 construtores de maquetes. A
equipe completa chegou a 100 pessoas, que é pouco para um longa-metragem.
“Conseguimos fazer entre 40 a 50 tomadas por semana, que resulta em dois minutos e meio de
tempo de filme. Mas cada animador tenta fazer três segundos (de filmagem) por dia. Isso é
bastante para nós! Tudo se resume a quantos personagens estão envolvidos e o que estão
fazendo. Alguns personagens são mais complicados, se há muita massa de modelar envolvida.”
Apesar disso, o processo de produção de Shaun, o Carneiro – O Filme foi relativamente rápido:
“Iniciamos os testes (maquetes e animação) em novembro de 2013, e começamos a filmagem em
janeiro de 2014”, relembra Becher. “Para nós, isso é algo bem rápido. Em Piratas Pirados,
tivemos uma fase de desenvolvimento de seis meses. Isso deveu-se em parte a motivos
orçamentários, e em parte por Shaun ser uma entidade conhecida com a qual já trabalhamos. O
mundo de Piratas era completamente novo.”
Os dois diretores do filme escolheram os animadores cuidadosamente, pensando em seus pontos
fortes: comédia, ação ou drama. “Todos os animadores possuem seus personagens favoritos”,
ressalta Becher. “Adoro comédia e o tempo cômico. Pessoalmente, gosto de Bitzer e do
Fazendeiro, e de seu relacionamento. Adoro as expressões faciais de Bitzer e quem ele é como
personagem. E curto o fato de apesar de ouvirmos a voz do fazendeiro, ele é sempre
incompreensível.”
Apesar de Shaun, O Fazendeiro e Bitzer serem personagens centrais na série de TV, foi
decidido unanimemente que seriam necessários mais personagens para dar vida a
um longa-metragem.
A equipe começou com o rebanho. “Na série, não tivemos tempo de explorar o rebanho como
um grupo”, conta Lord. “Eles tinham sempre sido essa massa de personagens secundários
intercambiáveis, exceto pela Shirley, que come sua saída dos problemas, e o pequeno
Timmy (que tem sua própria série na TV para crianças mais novas).”
“Mas agora pudemos definir o resto do rebanho, demos-lhes características, demos nomes a
todos, e cada um tem participação na história e piadas que compõem o filme. Isso abriu as portas
para um grande número de possibilidades.
“Todo o rebanho se veste com roupas dos humanos para poder sobreviver na cidade. Estão todos
vestidos diferentemente. O pequeno Timmy é literalmente uma mochila. Nós nos divertimos
muito com isso.”
Os cineastas também introduziram personagens totalmente novos que Shaun e o rebanho
encontram na cidade grande. Com destaque entre esses novos elementos, temos Trumper, o
corpulento apanhador de animais de maxilar quadrado que é o mais próximo no filme a
um cara malvado. “Ele é alguém que sempre quis ser um policial, mas nunca passou nos
testes”, explica Lord. “Acabou aterrorizando animais porque não consegue aterrorizar pessoas.”
(Uma inspiração para a criação de Trumper f o i o p e r s o n a g e m - t í t u l o d a c o m é d i a
“ Segurança de Shopping”, sobre um segurança gordinho que queria ser policial).
E temos Slip, uma adorável cachorrinha órfã que vive na cidade e está desesperada
para ter um pai ou mãe. Em contraste, Shaun quer escapar do que ele acha que sejam pais
muito rígidos lá da fazenda. Ele conhece a Slip, e eles se aliam. “Ela tem a mesma função
emocional que a garotinha órfã num filme de Charlie Chaplin”, explica Starzak.
O fato é que em termos globais, Shaun, o Carneiro, tornou-se o personagem de animação mais
bem-sucedido da história de empresa, desbancando até os fenomenalmente famosos Wallace e
Gromit.
“Faremos uma outra série do Shaun, um especial de TV com meia hora, e se a bilheteria do
cinema for boa, pode haver uma sequência para o filme”, revela David Sproxton, cofundador da
Aardman. “Mas no momento as estações de TV internacionais levam tudo que conseguimos
fazer.
“Por exemplo, nunca havíamos entrado no Oriente Médio anteriormente. Mas conseguimos com
Shaun. Há programas ao vivo baseados nos personagens do Shaun. Já são exibidos no Oriente
Médio e a China os quer também.
“Então, em sete anos, caminhou de uma pequena série de TV para um fenômeno global. É muito
extraordinário.”
Sean Clarity, Chefe da Aardman Rights and Brand Development, concorda que o sucesso de
Shaun não tem precedentes na empresa: “Shaun foi muito bem-recebido em todo o mundo. A
série é muito acessível, e agrada à família. Também não há questões de idioma. E não é tão
profundamente britânico como Wallace e Gromit. Não importa se você é chinês, japonês ou do
Oriente Médio, é possível entender que Shaun, o Carneiro, está num ambiente rural.
“O que aprendi foi que precisamos encarar Shaun como uma marca global. Então tentamos
criar produtos para o resto do mundo ao invés de fazê-los relevantes apenas no Reino Unido. É
uma marca muito maior no exterior do que na Grã-Bretanha.”
Por que Shaun fez sucesso mundial? Pessoas diferentes da Aardman têm teorias diferentes. Nick
Park tem uma intrigante: “Acho que em parte é porque ele é pequeno, bonitinho, inocente e
heroico. Mas também acho que seus atributos, formato e design, fazem dele algo fácil de
comercializar. De repente, eles começaram a fazer essas mochilas de ovelha, e bonecos do Shaun
que balançam a cabeça para colocar na parte de trás dos carros.”
Sproxton vê o sucesso de maneira diferente: “O charme de Shaun é que ele é como um
garoto de 12 anos”, diz ele. “Acho que é a universalidade desse reconhecimento. Ele tem um
punhado de amigos, um irmão mais velho, uma figura de pai – e há comédia em tudo isso. É
algo muito típico da Aardman, e se remete ao Morph (personagem de massinha de uma antiga
série). É o que fazemos.”
Se o sucesso de Shaun indica uma nova e excitante era para a Aardman, também possibilitou os
acertos para o financiamento de Shaun, o Carneiro – O Filme. Os cinco longas anteriores da
empresa foram todos feitos em parceria com estúdios de Hollywood: A Fuga das Galinhas,
Wallace & Gromit: A Batalha dos Vegetais e Por Água Abaixo com a DreamWorks e Operação
Presente e Piratas Pirados com a Sony. Para Shaun, o Carneiro – O Filme, a Aardman fez
parceria com a empresa de produção e distribuição francesa STUDIOCANAL.
Como conta Peter Lord, parece um marco na história dos longas da Aardman: “Fiquei feliz tanto
com a DreamWorks quanto com a Sony. No geral, nos deram uma enorme liberdade para
fazermos o que quiséssemos. Mas não penetramos (nos EUA) e talvez seja porque continuamos
fazendo o que queríamos.
“Eles nunca foram parceiros opressores de modo algum, mas sempre sentimos que havia uma
outra força na equação. Foi diferente com a STUDIOCANAL, e nós nos sentimos mais livres e
confiantes no nosso trabalho.
“É irritante ser um britânico e europeu constantemente exposto à cultura norte-americana e tendo
que deliberadamente se apresentar para aquela cultura. Mas com Shaun, o Carneiro, se há uma
piada ou referência com a qual nós nos sentimos confortáveis, achamos que é justificável e
temos forças para ir adiante, e não temos que ficar pensando como vai soar para o meio oeste dos
EUA.
“Sempre lutarei para que nossos filmes sejam exibidos nos EUA, e quero que tenham sucesso.
Mas nós nos consideramos cineastas europeus.”
OS DIRETORES
Para o mundo exterior, principalmente três pessoas são associadas ao extraordinário sucesso da
história da Aardman Animação – os cofundadores Peter Lord e David Sproxton, e o aclamado
escritor-diretor Nick Park, e todos eles alcançaram a fama.
No entanto, dentro dos escritórios e estúdios da Aardman em Bristol, um outro homem tem um
status lendário entre os funcionários. Ele é conhecido por todos como “Golly”, mas seu
verdadeiro nome é Richard Starzak, e é um dos dois diretores de Shaun, o Carneiro O Filme.
Seu apelido se deve ao fato de que ele nasceu Richard Goleszowski, um nome que ele usou por
muitos anos antes de mudar seu sobrenome.
Starzak começou a trabalhar na Aardman em 1983, e foi o primeiro funcionário de Lord e
Sproxton. Ele inicialmente permaneceu na empresa por nove anos, trabalhou intermitentemente
para eles durante um longo período como freelancer e retornou a Aardman em p erí odo
i nt egr al em 2005. Nos primeiros anos, ele trabalhou em Morph (série emblemática da
Aardman), e dirigiu episódios de Rex the Runt (que ele havia criado) e Creature Comforts
(todos para a Aardman). Ele trabalhou (com Park) em Sledgehammer (vídeo pop inovador de
Peter Gabriel de 1986), e em 2007, criou e dirigiu a primeira série de TV de Shaun, o Carneiro,
também redigindo vários episódios.
“Golly veio trabalhar conosco assim que saiu da faculdade de Exeter”, Lord relembra. “Ele
sempre foi sobretudo uma pessoa de ideias desde o início. Seus desenhos eram peculiares e
criativamente ele era diferente do resto de nós. Ele era rebelde, pode-se dizer. Ele chegou como
um animador de estúdio que fazia um pouco de tudo.
“Ele sempre teve um senso de comédia muito forte. Seu humor era muito sardônico,
devido aos seus antepassados poloneses . Seu humor era britânico, mas também
do leste europeu.
“Era diferente do humor de Nick. Rex the Runt foi espetacularmente diferente de Wallace e
Gromit. Em Morph, Golly criava estas sequências que eram bastante bizarras. Ele fazia um
pouco de tudo.
-- Morph, comerciais de TV, buscando ideias para storyboards, e uma parte de Sledgehammer
em animação que foi realizada numa montanha russa.”
“Eu sempre soube que ele era diferente. Fazer com que ele fosse como eu ou Nick nunca daria
certo.”
Park admira o modo com que Starzak teve a ideia de fazer uma série de TV para Shaun e tornoua sua: “Ele tinha uma visão forte para a série e prosseguiu com ela. Essa série tem alcançado uma
audiência tanto de crianças quanto de adultos. Eu vou elogiar Golly bastante a esse respeito,
porque a série atinge as crianças de 8-9 anos, e também de certa forma interessa aos adultos
também. É o humor irônico, são as referências culturais aos filmes.
“Eu cresci com Golly na empresa. N ó s e s t á v a m o s a m b o s t r e i n a n d o j u n t o s n a
m e s m a é p o c a . N ó s e s t á v a m o s r e a l i z a n d o o s e p i s ó d i o s d e Morph n a q u e l e
t e m p o , constantemente conversando a respeito do Beano, e d o s g i b i s q u e n ó s
a m á v a m o s q u a n d o c r i a n ç a s – os Bash Street Kids e tudo aquilo E depois ele
prosseguiu e fez Rex the Runt.
“A maneira como eu me sinto em relação a meus personagens é – como deixá-los partir? Você
tem aquele sentimento de propriedade. Nunca fui capaz de deixar Wallace e Gromit partirem.
Então Shaun tem sido uma ótima experiência para mim. Eu estava no meio de Wallace e Gromit:
A Batalha dos Vegetais então não tinha muito tempo para desenvolver uma série de TV. O que
eu fiz inicialmente com Shaun parece muito pequeno agora. Entretanto tornou-se um fenômeno
muito maior.”
De sua parte, Starzak vivenciou agora com Shaun um sentimento de propriedade que Park
descreve: “Eu nunca entendi quando Nick dizia que Wallace e Gromit tinham se tornado
reais para ele. Agora eu acho que quase entendo aquilo. Você fica compondo um
personagem como Shaun por tanto tempo que você sente que o conhece.
Burton juntou-se a Starzak para atribuírem tarefas, completando o que Lord chama de “um
trabalho duplo”. Ele tem experiência em escrever comédias; ele tem e x p e r i ê n c i a e m T V
i n g l e s a , que inclui Room 101, Never Mind the Buzzcocks e Have I Got News For You.
Lord diz: “Mark escreveu um pouco para Fuga das Galinhas para nós, depois ele teve a chance
de trabalhar na DreamWorks (Burton era o escritor do primeiro filme Madagascar, que deu o
pontapé inicial na e x t r e m a m e n t e b e m - s u c e d i d a f r a n q u i a ) . E d e p o i s e l e v e i o e
r e a l i z o u u m h e r o i c o t r a b a l h o d e r e d a ç ã o p a r a n ó s e m Wallace e Gromit - A
Batalha dos Vegetais.
“Ele tem a experiência que ninguém aqui tem – a TV aberta e a comédia de rádio, aquele
conhecimento de como a comédia funciona. Nós fazemos filmes engraçados, mas há muitas
pessoas por aí que fazem comédia profissionalmente, ao vivo ou na TV ou no rádio, e se você
tiver um pouco de juízo você canaliza isso. Então é isto que Mark faz para nós.”
Como os animadores e criadores de bonecos, ambos os diretores têm seus personagens favoritos
em Shaun, o Carneiro O Filme, além de Shaun. “Você se encontra se relacionando com O
Fazendeiro”, diz Burton, rindo. “Ele é vagamente absurdo, ele se impõe um pouco, mas está
fazendo o melhor que pode.”
“Gosto muito de Bitzer”, admite Starzak. “Ele aproveita ambos os lados. Ele é um exemplo
daquele irmão mais velho, que funciona como um intermediário entre os pais de um lado e os
filhos mais novos do outro lado. Ele é um tipo facilmente reconhecível. Ele gosta de controle, ele
quer controle, mas ele não o consegue em nenhum lugar.”
BIOGRAFIAS DOS DIRETORES
Richard Starzak – Diretor
Richard Starzak (também conhecido como Golly) começou a trabalhar na Aardman em 1983 e
durante seus primeiros nove anos neste estúdio participou de Morph, Sledgehammer para Peter
Gabriel, Pee Wee Herman’s Playhouse em Nova York, de seu próprio filme Ident e de dois
filmes pilotos de Rex the Runt.
Em 1992, Golly saiu da Aardman para seguir carreira como freelancer e durante este período ele
trabalhou na Nova Zelândia como Consultor de Produção em Oscar and Friends; escreveu e
dirigiu 13 episódios de Rex the Runt para a BBC2, ganhando o Prêmio Carlton for International
Animation no The Indies em 2000. Depois ele dirigiu Robbie the Reindeer para a BBC ONE.
Robbie conseguiu ganhar 19 prêmios internacionais incluindo o prestigioso prêmio da Academia
Britânica de Artes do Cinema e Televisão (BAFTA).
Após escrever e dirigir a segunda série de Rex the Runt, e a série 2 de Creature Comforts, Golly
voltou à Aardman em tempo integral como Diretor Criativo do Departamento de Difusão e
Desenvolvimento 2 e começou a desenvolver Shaun, o Carneiro para a televisão. Nos últimos
três anos, ele trabalhou em Shaun, o Carneiro O Filme com seu colega diretor Mark Burton.
Mark Burton – Diretor
Antes de coescrever e codirigir Shaun, o Carneiro - O Filme, Mark passou bastante tempo
trabalhando
na
Aardman
(Aardman/DreamWorks
redigindo
2000)
e
ambos
Wallace
os
e
filmes
Gromit
-
A
A
Fuga
Batalha
das
dos
Galinhas
Vegetais
(Aardman/DreamWorks 2005- ganhador do Oscar® de Melhor Filme de Animação e de um
BAFTA de Melhor Filme de Animação). Ele também atuou como consultor da equipe de
Desenvolvimento de Longas-Metragens da Aardman.
Mark iniciou sua carreira como escritor de comédias para inúmeros seriados de TV britânicos
incluindo Spitting Image, Alas Smith and Jones, Clive Anderson Talks Back e Have I got News
For You. Ele coescreveu duas temporadas do seriado da BBC The Peter Principle e depois
adaptou o romance May Contain Nuts (de John O’Farrell para a ITV).
Ele posteriormente trabalhou como roteirista dos dois lados do Atlântico com seus projetos para
a BBC Films, Working Title, Universal, Fox, Warner, Disney e DreamWorks. Seus demais
trabalhos
cinematográficos
incluem
Madagascar
(Touchstone/Disney) e Pequenos Invasores (Fox).
(DreamWorks),
Gnomeu
& Julieta
SHAUN – COMO TUDO COMEÇOU
Shaun, o Carneiro fez sua estreia em 1995, quando apareceu no curta ganhador do Oscar®, de
Nick Park, Wallace & Gromit: O Fio da Navalha. Estreou na TV na véspera de Natal de 1995,
atraindo a maior audiência de todo o ano para a BBC-2. Shaun tem um papel pequeno, mas
significativo, na história, durante o qual ele resgata Gromit, que fora aprisionado por roubo de
carneiros.
“O escritor Bob Baker e eu tínhamos tido sucesso com Wallace & Gromit: As Calças Erradas”,
lembra-se Park, “e pensando sobre como dar continuidade, eu tinha um caderno de anotações
cheio de ideias, envolvendo principalmente carneiros. Entre nós, Bob e eu decidimos que deveria
ser uma história sobre um carneiro. Não me lembro qual de nós deu nome a ele. Em Wallace &
Gromit: O Fio da Navalha, é Wallace quem o batiza. Era um trocadilho jocoso, um jogo com o
som de “shorn” (tosar) muito semelhante ao do nome, e na oportunidade provavelmente rimos
muito.
“É surpreendente como em Wallace & Gromit: O Fio da Navalha, ele era em grande medida
uma vítima inocente, engraçadinho e adorável, com o cabelo em estilo militar, olhos grandes e
rosto ingênuo. Todos na Aardman gostaram dele”.
Depois disso, a imagem de Shaun apareceu em comerciais, livros e cartões comemorativos, mas
transcorreu mais de uma década antes de ser usada proeminentemente. Diz Park: “Alguns anos
depois, quando tivemos um pouco de folga no estúdio entre longas-metragens e lutávamos para
ter ideias, sugeri que talvez Shaun pudesse ter sua própria série.
“Não tinha ideias seguras sobre formato. Elas eram vagas. P ensei que el e poderi a est ar
num a faz enda, com um a famíl i a e um cachorro, e ti nha algum as i dei as para
avent uras .
Ficou na mesa por algum tempo, até que Golly as tomasse sob sua proteção e desse
continuidade. Golly criou os outros personagens, Bitzer sendo o intrometido que quer ajudar
todo mundo na fazenda e Shaun agora quase um adolescente rebelde. “Dou a Golly o crédito de
ter criado todo o mundo em torno de Shaun”.
Havia uma cena em Wallace & Gromit: O Fio da Navalha que Starzak realmente admirou:
“Shaun chega na lateral da prisão, com uma esmerilhadeira angular e começa a cortar as barras
para libertar Gromit. É totalmente inesperado. Ele tinha sido apenas um carneirinho até então.
Tanto Nick quanto eu gostávamos muito do cartunista Gary Larson (The Far Side) e essa cena
parecia uma de suas ideias loucas e incongruentes”.
Foram discutidas diversas ideias para séries de TV estreladas por Shaun. Paul Kewley, produtor
do filme, observa: “Quando Golly lançou a série originalmente, ele falou sobre a ideia de uma
situação de fábrica, onde o Fazendeiro era o dono, Bitzer o gerente de nível médio, o cara que
faz todo o trabalho duro, e O Rebanho eram os trabalhadores. Rapidamente ficou claro na série
que eles eram realmente uma família. O Fazendeiro é o pai. Shaun é o irmão mais novo, Bitzer o
irmão mais velho que tenta manter na linha todos os irmãos amalucados”.
Lord, cofundador da Aardman, acrescenta: “Shaun é uma grande conquista de Golly. Mesmo em
seus cinco minutos em Wallace & Gromit: O Fio da Navalha, Shaun é muito ativo, mas não
havia muito a respeito dele, realmente. Decidimos transformar numa série de TV e tentamos
coisas diferentes. Redatores diferentes lançaram versões da série. O resultado final foi a versão
de Golly, que é espetacular”.
Assim que foi tomada essa decisão, Starzak diz: “a série foi montada muito rapidamente, dentro
de 18 meses. A BBC adorou o piloto e queria a série”. O primeiro episódio de Shaun: o
Carneiro foi transmitido em 2007 (12 anos completos depois de Shaun ter aparecido pela
primeira vez em Wallace & Gromit: O Fio da Navalha). A série segue o formato de episódio de
sete minutos. Recentemente, a Aardman apresentou a quarta temporada e já foram gravados um
total de 140 episódios.
SHAUN, O CARNEIRO – O FILME: INFLUÊNCIAS
Assim que foi tomada a decisão de rodar Shaun, o Carneiro - O Filme sem diálogos, a equipe se
encontrou fazendo o que era essencialmente um filme mudo. Como parte da preparação, os
diretores Starzak e Burton assistiram a diversos filmes mudos para refrescar suas memórias sobre
como eles transmitiam humor.
“Costumávamos assistir muito a comédias mudas”, Burton relembra, “e não tínhamos medo de
roubar algumas piadas. Vimos filmes de Jacques Tati, que usava o som como uma forma de
contar uma história”.
Starzak acrescenta: “e sempre me voltava para Buster Keaton, com aquela fisionomia
inexpressiva. Em nível prático, Shaun não pode fazer muito com o rosto, mas novamente, gosto
de comédias sutis. Essa era a abordagem de Buster Keaton para a comédia, realmente,
pancadaria e inexpressão combinadas”.
Enquanto a equipe criativa ainda estava desenvolvendo as ideias para o filme com Shaun, houve
o lançamento da comédia muda, vencedora do Oscar®, O Artista. “Estávamos envolvidos há
cerca de seis meses”, relembra Paul Kewley, “e vimos O Artista, que era ótimo. Todos falavam a
respeito”.
Starzak sente, também, que a equipe foi influenciada pelo filme da Pixar WALL:E: “Tinha mais
de 30 minutos sem diálogo (humano). E todo mundo que conheço acredita que é a melhor parte
do filme!”
O produtor Kewley admite também: “Em nível comercial, conversamos também sobre os filmes
do Mr. Bean. Há diálogo neles, mas muitas dessas histórias são contadas por meio da comédia
física. Uma das razões por terem bilheteria tão boa em todo o mundo é precisamente por ser
comédia física, sem a barreira do idioma”.
SHAUN, O CARNEIRO: ESTATÍSTICAS

A série de TV foi vendida para 170 países.

Aplicativos de mensagem digital no Japão foram baixados por 40 milhões de pessoas.

A página no Facebook do Shaun tem 5 milhões de seguidores.

25% deles são do Oriente Médio.

Mais de 50 empresas no Japão, o maior mercado mundial para Shaun, estão fazendo
produtos relacionados com Shaun.

Um show de teatro, ao vivo, de 45 minutos, com base no Shaun e os personagens da
série, vem sendo apresentado no Cairo, Arábia Saudita e Catar.

Um evento de 20 minutos sobre Shaun e seu mundo vem sendo apresentado em shopping
centers em Jacarta e Pequim, com previsão de mais lugares.

Uma exposição relacionada com Shaun viajou pelo Japão e, em cinco dias em Tóquio, foi
vista por 30.000 pessoas.
Construção de maquetes:
 Há 21 bonecos Shaun no total. Leva uma semana e meia para fazer um boneco Shaun partindo
do zero.
 Um boneco Shaun tem 17 cm de altura e pesa 100 g.
 Foram usados no total 354 bonecos em Shaun, o Carneiro – O Filme (157 humanos e 197
animais, dos quais 116 eram carneiros!)
 Os bonecos exigiam manutenção constante. Leva 45 minutos para recobrir um carneiro.
 Mais de 80 m de tecido de lã foram usados para cobrir o rebanho. A lã tinha que ser
endurecida com spray de cola de PVA diluída, para impedi-la de “ferver” sob as luzes do estúdio
e se mover quando o animador a tocasse.
 Foram usados 3.000 tipos de bocas.
 Os menores objetos de cena usados foram o apito de Bitzer, os óculos do Fazendeiro e o
gravador de Shaun.
Animação:
 Uma equipe completa de 17 animadores trabalhou em Shaun, o Carneiro – O Filme,
produzindo uma média de 2 segundos de animação por dia.
 O filme abrange 25 sequências, que variam em duração de um minuto a cinco e meio minutos
cada.
 Havia 58 câmeras, gravando através de 33 unidades.
 Foram filmados 549.777 fotogramas, totalizando 5,5 bilhões (bilhões britânicos, não
americanos) ou 5.586.174.141.600 pixels.
 Foram desenhados 79.237 storyboards.
 1.051 das tomadas tinham efeitos visuais, variando de minúsculos clean-ups a grandes
tomadas de computação gráfica.
 O maior número de personagens de animação numa única tomada foi a cena na praça da
cidade, 42 bonecos.
 Se houvesse apenas um animador fazendo o filme todo, quanto tempo levaria para rodar?
Cada animador, em média, fazia 2 segundos de gravação por dia, como ponto de partida seriam 9
anos (ou 8,936 anos para ser mais preciso).
Equipe de filmagem:

O departamento de edição sobreviveu a 8 galões em tamanho de bufê de doces infantis
durante a produção.
Fatos triviais sobre Shaun, o Carneiro – O Filme:

Número de balidos no filme: 1589

Na primeira vez, encontramos os personagens como bebês e o Fazendeiro como um jovem

O emblema Blue Peter (do icônico programa infantil da BBC) aparece na mochila de Shaun.
Isso apareceu em outras produções do Aardman, inclusive Piratas Pirados!

Timmy é disfarçado como mochila quando o rebanho está escondido na cidade

Nick Park foi escalado numa breve aparição como o observador de pássaros

O vencedor do concurso da Radio Times (publicação do Reino Unido) é apresentado numa
cena; foi criada uma semelhança pela equipe de maquetes do Aardman

Prestamos homenagens a outros filmes durante todo o filme. Por exemplo, na cena de
detenção de animais apresentamos um gato cujo comportamento é inspirado por Hannibal Lector

Rizzle Kicks fez uma versão da canção-tema conhecida mundialmente de Shaun, o Carneiro,
“Life’s a Treat”

Eliza Doolittle gravou, também uma canção para o filme chamada “Big City”
Fatos triviais sobre Shaun, o Carneiro

Shaun tem 11 anos em idade de carneiro!

Shaun apareceu pela primeira vez no curta Wallace & Gromit: O Fio da Navalha há 20 anos.

130 episódios de 7 minutos de Shaun, o Carneiro foram rodados para a TV

Os episódios de Shaun, o Carneiro estão na TV de mais de 170 países

Shaun, o Carneiro ganhou 2 BAFTAs

Shaun, o Carneiro tem mais de 5 milhões de fãs no Facebook

2015 é o ano lunar do Carneiro
MUSICA
ILAN ESHKERI – Compositor
Ilan Eshkeri é um compositor britânico conhecido pelas trilhas sonoras de Stardust - O Mistério
da Estrela, A Jovem Rainha Vitória e Kick-Ass: Quebrando Tudo, bem como por suas
colaborações com músicos e o trabalho em shows.
Sua carreira é notável pela diversidade. Recentemente Eshkeri fez a trilha de Shaun, o Carneiro
– O Filme (da Aardman Animations), Para Sempre Alice (estrelado por Julianne Moore, Alec
Baldwin e Kristen Stewart), Mar Negro (de Kevin Macdonald, apresentando Jude Law), 47
Ronins (estrelado por Keanu Reeves), Alan Partridge: Alpha Papa, Dou-lhes Um Ano (da
Working Title) e do indicado para o Oscar O Nosso Segredo (a segunda excursão de Ralph
Fiennes como diretor).
O Natal de 2013 viu a trilha de Eshkeri para The Snowman and The Snowdog, a sequência para o
clássico de animação britânico The Snowman, executada ao vivo para as imagens numa série de
concertos na Union Chapel em Londres.
Eshkeri teve também seus trabalhos executados no Louvre em Paris, The Rudolfinum em Praga e
no The Royal Albert Hall em Londres.
Eshkeri colaborou com músicos como Tim Wheeler do Ash, Smith & Burrows, Emmy The
Great, Tom Odell, Coldplay, David Gilmour e Annie Lennox.
Trabalhou com Amon Tobin numa apresentação orquestral ao vivo de seu trabalho, compôs a
canção “Only You” do A Jovem Rainha Vitória para Sinead O'Connor, trabalhou com Take That
no filme Stardust - O Mistério da Estrela e foi contratado para compor para o pianista de renome
mundial Lang.
A trilha de Eshkeri para The Snowman and The Snowdog foi indicada para o BAFTA e a trilha
da A Jovem Rainha Vitória foi indicada para um Ivor Novello e ocupou os primeiros lugares das
paradas de música clássica por diversas semanas. Stardust - O Mistério da Estrela conquistou o
prêmio de “Melhor Trilha Original” da International Film Music Critics Association.
Eshkeri foi indicado para “Revelação do Ano” nos World Soundtrack Awards por Nem Tudo é o
Que Parece e foi indicado para três outros World Soundtrack Awards.
Para Shaun, o Carneiro – O Filme, Ilan colaborou com Nick Hodgson, famoso pela Kaiser
Chiefs, e Tim Wheeler do Ash para gravar “Feels Like Summer” e com Eliza Doolittle para
gravar “Big City”, enquanto compunha a trilha para o primeiro longa de Shaun.
NICK HODGSON – letrista “Feels Like Summer” e “Big City”
Nick foi cofundador da Kaiser Chiefs em 2003 e foi o principal compositor até deixá-los em
2012. Naquela oportunidade a banda vendeu mais de 4 milhões de discos, ganhou 3 prêmios
Brit, um Ivor Novello, teve um single número 1 com Ruby e excursionou por todo o mundo.
Desde que deixou a banda, colaborou em canções com Mark Ronson, John Newman, Olly Murs,
Nina Nesbitt, Eliot Sumner, Hurts e muitos artistas iminentes.
Ele trabalho no próprio estúdio, Chewdio, em East London.
Ele toca guitarra numa nova banda chamada Albert.
Ele torce para o Leeds United e é casado.
É membro honorário do Leeds College of Music.
Algumas vezes sua cadela Betty se junta a ele no estúdio.
Nick colaborou em canções como “Feels Like Summer” (cantada por Tim Wheeler famoso pelo
Ash) e “Big City” (executada por Eliza Doolittle para o Shaun, o Carneiro – O Filme, ao lado do
compositor do filme Ilan Eshkeri).
TIM WHEELER – “Feels Like Summer”
Tim Wheeler é um guitarrista, compositor e vocalista da Irlanda do Norte da banda de rock Ash.
Ele compôs praticamente todas as suas peças notáveis, como “Oh Yeah”, “Shining Light” que
ganhou o Ivor Novello Award for Best Contemporary Pop Song em 2001, “Girl From Mars”,
“Kung Fu” e “Goldfinger”.
Em 2014, Tim divulgou os detalhes de estreia do álbum solo Lost Domain, lançado em 3 de
novembro, e colaborou com o compositor Ilan Eshkeri e Nick Hodgson para compor e gravar os
vocais de “Feels Like Summer”, bem como tocar guitarra elétrica para a trilha sonora de Shaun,
o Carneiro – O Filme.
ELIZA DOOLITTLE – “Big City”
Nascida e criada em Camden, Eliza tinha apenas 19 anos quando assinou com a Parlophone
Records, e seu álbum de estreia autointitulado conquistou o prêmio Platina vendendo mais de
600.000 cópias apenas no Reino Unido.
Sua colaboração com o duo de dança Disclosure no hino de garagem “You & Me” fez com que
ela se apresentasse por quase 2 anos em shows incríveis para mais de um milhão de pessoas.
Compositora e vocalista igualmente talentosa, com uma postura refrescantemente relaxada,
natural e descontraída para a cultura pop, agora ela está embarcando na fase 3 de seus projetos de
estúdio com mais por vir em 2015.
Eliza apresenta a canção original “Big City” do Shaun, o Carneiro, escrita pelo compositor Ilan
Eshkeri e Nick Hodgson da Kaiser Chiefs.
RIZZLE KICKS – remix da canção tema de SHAUN, O CARNEIRO “Life’s a Treat”
Jordan “Rizzle” Stephens e Harley "Sylvester" Alexander-Sule formaram a Rizzle Kicks em
2008, tendo se encontrado anteriormente em workshops de rap e apresentações com a caridade
AudioActive com sede em Brighton e frequentado juntos a Brit School.
O par assinou com a Island Records em novembro de 2010, tendo atraído as atenções com a
presença no YouTube e nas mídias sociais, e o primeiro single oficial, “Down with the
Trumpets” foi lançado em 12 de junho de 2011.
O álbum de estreia, Stereo Typical, foi lançado em outubro do mesmo ano e certificado como
Platina em maio de 2012.
O duo embarcou na primeira turnê nos EUA, apoiando Ed Sheeran em fevereiro de 2013, tendo
lançado o segundo álbum, “Roaring 20s“, em setembro do mesmo ano.
Eles gravaram remixes para artistas como Jessie J, Foster the People e Olly Murs, e remix de
vídeo para a canção do amigo íntimo Ed Sheeran, "You Need Me, I Don't Need You" que
apresenta o próprio Ed e foi filmado no quintal da banda numa única tomada.
O duo se uniu agora a SHAUN, O CARNEIRO para fazer o remix da canção tema “Life’s A
Treat” (originalmente executada por Vic Reeves) para o primeiro longa.
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Shaun, o Carneiro