PATOLOGIA
PATOLOGIA DA
DA CONSTRUÇÃO
CONSTRUÇÃO
ESTUDO
ESTUDO DE
DE CASOS
CASOS
Vasco
Vasco Peixoto
Peixoto de
de Freitas
Freitas
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 1
www.patorreb.com
Estrutura do Site
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 2
1
ESTUDO DE CASOS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 3
FICHAS DE PATOLOGIA - EXEMPLO
Descriç
Descri
ção da Patologia
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 4
2
FICHAS DE PATOLOGIA - EXEMPLO
Sondagens e Medidas
•
•
•
Análise da configuração do pavimento
Determinação do perfil de teor de humidade da camada de suporte
Caracterização das condições higrotérmicas
Teor de Humidade - w das amostras
0,072
0,037
0,022 w [kg/kg]
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
Profundidade [cm]
0,082
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 5
FICHAS DE PATOLOGIA - EXEMPLO
Causas da Patologia
Noite  6 ºC
13 ºC
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 6
3
FICHAS DE PATOLOGIA - EXEMPLO
Soluç
Solu
ções Possí
Poss íveis de Reparaç
Repara ção
Solução A
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 7
FICHAS DE PATOLOGIA - EXEMPLO
Soluç
Solu
ções Possí
Poss íveis de Reparaç
Repara ção
Solução A
Solução B
Barreira
pára-vapor
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 8
4
FICHAS DE PATOLOGIA - EXEMPLO
Soluç
Solu
ções Possí
Poss íveis de Reparaç
Repara ção
Solução A
Solução B
Barreira
pára-vapor
Vasco Peixoto de Freitas
Revestimento
e sistema de
fixação não
“sensível” à
água
FC_FEUP Novembro de 2007- 9
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO À BASE
DE RESINAS EPOXY DO PAVIMENTO DE UM
LABORATÓRIO
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 10
5
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO À BASE
DE RESINAS EPOXY DO PAVIMENTO DE UM
LABORATÓRIO
SONDAGENS E MEDIDAS
•
Recolha de am ostras e análise da configuração do
pavimento
•
Medição da temperatura e da hum idade relativa do
laboratório e da zona técnica (piso inferior)
•
Medição da temperatura da laje
•
Medição do teor de hum idade do betão celular e da
cam ada de argam assa
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 11
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO À BASE
DE RESINAS EPOXY DO PAVIMENTO DE UM
LABORATÓRIO
CAUSAS DA PATOLOGIA
Dia
ºC
Inverno
Noite
ºC
ºC
ºC
Vasco Peixoto de Freitas
ºC
FC_FEUP Novembro de 2007- 12
6
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO À BASE
DE RESINAS EPOXY DO PAVIMENTO DE UM
LABORATÓRIO
CAUSAS DA PATOLOGIA
Inverno
Noite
Impermeá
Imperme
á vel ao vapor de água
Impermeá
Imperme
á vel à á gua lí
líquida
permeá
perme
á vel ao vapor de á gua
Impermeá
Imperme
á vel à á gua lí
líquida
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 13
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO À BASE
DE RESINAS EPOXY DO PAVIMENTO DE UM
LABORATÓRIO
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
• Aquecimento contínuo do laboratório
• Substituição do revestimento por outro que
seja permeável ao vapor de água
• Colocação de uma barreira pára­vapor
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 14
7
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO DO
PAVIMENTO EM LADRILHOS VINÍLICOS
SOBRE AGLOMERADO DE CORT IÇA
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 15
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO DO
PAVIMENTO EM LADRILHOS VINÍLICOS
SOBRE AGLOMERADO DE CORT IÇA
SONDAGENS E MEDIDAS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 16
8
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO DE
PAVIMENTO EM LADRILHOS VINÍLICOS
SOBRE AGLOMERADO DE CORT IÇA
SONDAGENS E MEDIDAS
•
Medição da temperatura e da hum idade relativa no
interior de diversos com partimentos e nos vários
pisos
•
Registo da situação com o edifício desocupado
(sistem a de aquecim ento desligado) e de m áxim a
ocupação
•
Medição da temperatura no interior do pavimento
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 17
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO DE
PAVIMENTO EM LADRILHOS VINÍLICOS
SOBRE AGLOMERADO DE CORT IÇA
CAUSAS DA PATOLOGIA
• Ocupação e aquecimento descontínuos
• No Inverno a temperatura acima da laje era
inferior à dos espaços técnicos
• Fluxo de vapor ascendente
• Revestimento do pa vimento impermeável ao
vapor
• Condensações no plano de colagem
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 18
9
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO DE
PAVIMENTO EM LADRILHOS VINÍLICOS
SOBRE AGLOMERADO DE CORT IÇA
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
 Substituição do revestimento por outro que seja
permeável ao vapor de água
 Colocação de uma barreira pára­v apor numa posição
adequada
Barreira pá
pára
ra-- vapor
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 19
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO INTERIOR
EM GESSO CARTONADO DE UMA
COBERTURA EM TERRAÇO
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 20
10
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO INTERIOR
EM GESSO CARTONADO DE UMA
COBERTURA EM TERRAÇO
SONDAGENS E MEDIDAS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 21
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO INTERIOR
EM GESSO CARTONADO DE UMA
COBERTURA EM TERRAÇO
CAUSAS DA PATOLOGIA
Inverno
ºC
Vasco Peixoto de Freitas
Primavera
ºC
FC_FEUP Novembro de 2007- 22
11
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO INTERIOR
EM GESSO CARTONADO DE UMA
COBERTURA EM TERRAÇO
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
Isolamento té
t érmico
Cobertura existente
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 23
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM
MADEIRA DE UM PAVIMENTO TÉRREO
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 24
12
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM
MADEIRA DE UM PAVIMENTO TÉRREO
SONDAGENS E MEDIDAS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 25
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM
MADEIRA DE UM PAVIMENTO TÉRREO
SONDAGENS E MEDIDAS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 26
13
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM
MADEIRA DE UM PAVIMENTO TÉRREO
CAUSAS DA PATOLOGIA
Com aquecimento
Vasco Peixoto de Freitas
Sem aquecimento
FC_FEUP Novembro de 2007- 27
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM
MADEIRA DE UM PAVIMENTO TÉRREO
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
Barreira pá
pára
ra-- vapor
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 28
14
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM ZINCO
DE UMA COBERT URA
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 29
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM ZINCO
DE UMA COBERT URA
SONDAGENS E MEDIDAS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 30
15
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM ZINCO
DE UMA COBERT URA
CAUSAS DA PATOLOGIA
•
Processo de corrosão originado por cloretos e sulfatos
transportados pela água, provenientes do aglomerado de
cortiça e do betão celular
•
Presença de água líquida no interior da cobertura deve-se
á condensação do vapor de água
•
Revestimento em zinco aplicado sem que o betão celular
estivesse em equilíbrio higroscópico
•
Chapas de zinco estavam em contacto directo com o
aglom erado de cortiça, não existindo ventilação
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 31
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM ZINCO
DE UMA COBERT URA
CAUSAS DA PATOLOGIA
Betão Celular
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 32
16
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM ZINCO
DE UMA COBERT URA
CAUSAS DA PATOLOGIA
% de ar
50% (volume)
Teor de humidade (saturação)
1,2 kg/kg
Resistência mecânica (27 dias)
0,7 - 2,1 MPa
440 - 600 kg/m3
Massa volúmica
Teor de humidade higroscópico (98% H.R.)
0,21 kg/kg
Teor de humidade (50% H.R.)
0,08 kg/kg
Betão Celular - Propriedades
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 33
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM ZINCO
DE UMA COBERT URA
Valores de teor de humidade de amostras secas em laboratório (média)
MASSA VOLÚMICA
3
(kg/m )
440
TEOR EM ÁGUA ( kg/kg )
ESPESSURA DA
CAMADA
23
30
46
53
74
102
127
(dias)
(dias)
(dias)
(dias)
(dias)
(dias)
(dias)
200
-
0,32
0,28
-
0,27
0,26
0,22
100
0,23
0,17
0,15
0,14
0,12
0,10
0,09
200
0,23
-
0,22
0,22
0,21
0,18
0,17
(mm)
600
+ 15 l/m2
+ 1,2 l/m2
+ 12 l/m2
EXCEDE
T eor de Humidade
50% H.R.
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 34
17
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM ZINCO
DE UMA COBERT URA
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 35
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM ZINCO
DE UMA COBERT URA
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
Espaç
Espa
ç o de ar ventilado
Barreira pá
pá ra
ra-- vapor
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 36
18
FISSURAÇÃO DA ENVOLVENTE EXT ERIOR DA
ALVENARIA EM T IJOLO
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 37
FISSURAÇÃO DA ENVOLVENTE EXT ERIOR DA
ALVENARIA EM T IJOLO
SONDAGENS E MEDIDAS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 38
19
FISSURAÇÃO DA ENVOLVENTE EXT ERIOR DA
ALVENARIA EM T IJOLO
CAUSAS DA PATOLOGIA
Expansão do
tijolo com a
humidade
 t  60 ºC
 t  15 ºC
l  0,3 mm/m
l  1 mm/m
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 39
FISSURAÇÃO DA ENVOLVENTE EXT ERIOR DA
ALVENARIA EM T IJOLO
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
 Travamento dos panos exteriores de alvenaria
A rgamassa esp ecial
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 40
20
FISSURAÇÃO DA ENVOLVENTE EXT ERIOR DA
ALVENARIA EM T IJOLO
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
Suporte (alv enar ia ou betã o)
Isolamento térmic o
(poli estiren o expan did o - EPS)
Camad a de bas e
Armadura (fibr a de vidr o)
Camad a de prim ário
Camad a de aca bamento (RPE)
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 41
DEGRADAÇÃO DE PEITORIS EM PEDRA
CALCÁRIA
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 42
21
DEGRADAÇÃO DE PEITORIS EM PEDRA
CALCÁRIA
SONDAGENS E MEDIDAS
•
Verificação da estabilidade dos peitoris
•
Análise da configuração dos peitoris
•
Caracterização da ligação peitoril/ fachada
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 43
DEGRADAÇÃO DE PEITORIS EM PEDRA
CALCÁRIA
CAUSAS DA PATOLOGIA
• Envelhecimento do material
• Solicitações de carácter higrotérmico
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 44
22
DEGRADAÇÃO DE PEITORIS EM PEDRA
CALCÁRIA
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
 Aplicação de revestimento contínuo à base de resina de
poliuretano
Resina d e
poliuretano
Armadur a
Primár io
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 45
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO INTERIOR
DO CONTORNO DE UM VÃO ENVIDRAÇADO
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 46
23
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO INTERIOR
DO CONTORNO DE UM VÃO ENVIDRAÇADO
SONDAGENS E MEDIDAS
•
Desmontagem de uma j anela
•
Análise da configuração dos peitoris
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 47
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO INTERIOR
DO CONTORNO DE UM VÃO ENVIDRAÇADO
CAUSAS DA PATOLOGIA
•
•
•
Solução de caixilharia adoptada
Deficiente configuração da ligação da caixilharia /fachada
Deficiente configuração da ligação peitoril/ombreira
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 48
24
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO INTERIOR
DO CONTORNO DE UM VÃO ENVIDRAÇADO
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
 Substituição por uma caixilharia certificada
 Correcção da configuração da ombreira e do peitoril
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 49
DESENVOLVIMENTO DE BOLORES NA
SUPERFÍCIE INTERIOR DE UMA INSTALAÇÃO
SANITÁRIA
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 50
25
DESENVOLVIMENTO DE BOLORES NA
SUPERFÍCIE INTERIOR DE UMA INSTALAÇÃO
SANITÁRIA
SONDAGENS E MEDIDAS
•
Medição da temperatura e humidade relativa do ar e
do caudal de ventilação da instalação sanitária
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 51
DESENVOLVIMENTO DE BOLORES NA
SUPERFÍCIE INTERIOR DE UMA INSTALAÇÃO
SANITÁRIA
CAUSAS DA PATOLOGIA
•
Ausência de aquecimento do ambiente interior ou aquecimento
insuficiente e intermitente
•
•
Deficiente isolamento térmico da env olv ente
•
•
Ventilação insuficiente
Produção de v apor de água no interior da habitação/
compartimento significativ a
Higroscopicidade inadequada dos revestimentos interiores
CONDENSAÇÕES SUPERFICIAIS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 52
26
DESENVOLVIMENTO DE BOLORES NA
SUPERFÍCIE INTERIOR DE UMA INSTALAÇÃO
SANITÁRIA
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
 Criação de um sistema de ventilação geral e permanente
 Reforço do aquecimento
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 53
DESTACAMENTO DO BETÃO À VISTA DA
FACHADA DE UM EDIFÍCIO
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 54
27
DESTACAMENTO DO BETÃO À VISTA DA
FACHADA DE UM EDIFÍCIO
SONDAGENS E MEDIDAS
•
Recolha de amostras e caracterização
do estado de conservação do betão
– Profundidade de carbonatação
– Avaliação do teor em cloretos e
sulfatos totais do betão
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 55
DESTACAMENTO DO BETÃO À VISTA DA
FACHADA DE UM EDIFÍCIO
CAUSAS DA PATOLOGIA
•
•
•
Carbonatação do betão
Deficiente espessura da camada de protecção das armaduras
Localização do edifício num ambiente marinho
CORROSÃO DAS ARMADURAS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 56
28
DESTACAMENTO DO BETÃO À VISTA DA
FACHADA DE UM EDIFÍCIO
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
 Substituição das armaduras degradadas
 Protecção das armaduras (aplicação de barreira
estanque/anticorrosão e de protecção “passivante”)
 Reconstituição do betão
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 57
FISSURAÇÃO DA GUARDA DE UMA
COBERTURA EM TERRAÇO
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 58
29
FISSURAÇÃO DA GUARDA DE UMA
COBERTURA EM TERRAÇO
SONDAGENS E MEDIDAS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 59
FISSURAÇÃO DA GUARDA DE UMA
COBERTURA EM TERRAÇO
CAUSAS DA PATOLOGIA
•
Deform ações de carácter higrotérm ico do tijolo, devido às
variações dimensionais quer pela acção da temperatura,
quer pela expansão irreversível pela acção da humidade
•
Diferenças de com portamento face ás solicitações de
caracter higrotérmico dos dois m ateriais que constituem a
guarda – o betão, que constitui a parte interior da guarda,
e a “forra” exterior em tijolo vazado
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 60
30
FISSURAÇÃO DA GUARDA DE UMA
COBERTURA EM TERRAÇO
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
 Reforço da estabilidade da “forra” em tijolo vazado
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 61
DEGRADAÇÃO DAS JUNTAS DE DILATAÇÃO
VERTICAIS DE UM EDIFÍCIO
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 62
31
DEGRADAÇÃO DAS JUNTAS DE DILATAÇÃO
VERTICAIS DE UM EDIFÍCIO
SONDAGENS E MEDIDAS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 63
DEGRADAÇÃO DAS JUNTAS DE DILATAÇÃO
VERTICAIS DE UM EDIFÍCIO
CAUSAS DA PATOLOGIA
•
Envelhecimento natural do m aterial de
preenchimento das juntas face às solicitações de
caracter higrotérmico
•
Falta de protecção mecânica das juntas
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 64
32
DEGRADAÇÃO DAS JUNTAS DE DILATAÇÃO
VERTICAIS DE UM EDIFÍCIO
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 65
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM
MADEIRA DE UM PAVIMENTO
DESCRIÇÃO DA PATOLOGIA
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 66
33
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM
MADEIRA DE UM PAVIMENTO
SONDAGENS E MEDIDAS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 67
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM
MADEIRA DE UM PAVIMENTO
CAUSAS DA PATOLOGIA
Sistema ETICS
Revestimento cerâmico
impermeá
imperme
á vel ao vapor
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 68
34
DEGRADAÇÃO DO REVESTIMENTO EM
MADEIRA DE UM PAVIMENTO
SOLUÇÕES POSSÍVEIS DE REPARAÇÃO
 Não é
aconselhável
aplicar uma
camada
impermeável ao
vapor de água
sobre um sistema
ETICS
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 69
CONCLUSÕES
?
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 70
35
CONCLUSÕES
?
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 71
CONCLUSÕES
?
CONFORTO
DURABILIDADE
Vasco Peixoto de Freitas
FC_FEUP Novembro de 2007- 72
36
Download

PATOLOGIA DA CONSTRUÇÃO ESTUDO DE CASOS