Aspectos emocionais e físicos em mulheres com câncer de mama: uma
revisão bibliográfica
PESSUMO, Fernanda Meirim*; DUARTE, Marcelo Silva**]
* Fisioterapeuta, Especialista em Fisioterapia Dermato Funcional – FRASCE;
** Fisioterapeuta, Mestre em fisioterapia UNIMEP SP, Professor FRASCE
Resumo
O câncer de mama é uma neoplasia, de característica degenerativa, e evolução progressiva
e demorada, onde a cirurgia para extirpação do tumor acarreta danos físicos, sociais e
emocionais. A participação dos médicos, dos psicólogos e dos fisioterapêutas, é de grande
importância neste tratamento de reabilitação, para identificar os sentimentos e as
experiências relacionadas a doença, assim as pessoas do seu convívio diário, podem
compreender melhor esta etapa na vida da mulher. No presente estudo é apresentado uma
revisão bibliográfica sobre o câncer de mama, seus fatores prognósticos e preventivos e as
possíveis alterações psicoemocionais que envolvem a questão, através de sites indexados
como BIREME, LILACS e SCIELO. Após as intervenções multidisciplinares, as mulheres
apresentam melhora na intensidade dos sintomas, principalmente nos aspectos
relacionados com o estresse, contato com amigos e familiares. Mas as mulheres que
abandonam o processo de reabilitação, não apresentam a mesma resposta terapêutica. É
importante ressaltar que a intervenção precoce no diagnóstico da doença, favorece as
chances de cura.
Palavras chave: câncer de mama / multidisciplinar / reabilitação
Abstract
Breast cancer is a neoplasyc disease of characteristic degenerative and progressive and
lengthy process, where the surgery for removal of the tumor leads to physical, social and
emotional. The participation of physicians, psychologists and physiotherapists, is of great
importance in the rehabilitation treatment, to identify the feelings and experiences related to
the disease, so people of their daily intercourse, they can better understand this step in
women's lives. In this study we present a literature review on breast cancer, prognostic
factors and their preventive and possible changes that involve the psycho-emotional issue,
via sites indexed as BIREME, LILACS and SCIELO. After multidisciplinary interventions,
women have better intensity of symptoms, especially in aspects related to stress, connect
with friends and family. But women, who leave the rehabilitation process, do not have the
same therapeutic response. Importantly, the early intervention in the diagnosis of disease,
improves the chances of cure.
Key words: breast cancer / multidisciplinary / rehabilitation
I – Introdução
O câncer de mama é um importante problema na saúde pública mundial, sendo
responsável por milhões de óbitos a cada ano. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o
câncer de mama nas mulheres ainda é a principal causa de mortalidade associada à
neoplasia.
É uma doença crônica e degenerativa que possui evolução progressiva e demorada.
Sendo assim, o fator prognóstico da doença é de fundamental importância na determinação
dos programas terapêuticos, possibilitando assim diferentes tipos de tratamento. Quanto
mais rápido for diagnostico do câncer de mama, maior é a chance de a cirurgia ser curativa.
A desatenção em relação à prevenção da doença acaba fragilizando a sua proteção.
Mesmo evidenciando que mudanças no cotidiano, relações familiares e sociais são
provocadas mais por problemas psicológicos do que físicos.
No presente estudo é apresentado uma revisão bibliográfica sobre o câncer de
mama, seus fatores prognósticos e preventivos e as possíveis alterações psicoemocionais
que envolvem a questão, através de sites indexados como BIREME, LILACS e SCIELO.
II – Desenvolvimento
O câncer de mama é a doença mais temida pelas mulheres, devido à sua alta
freqüência e, sobretudo pelos seus efeitos psicológicos, que afetam a percepção da
sexualidade e a própria imagem pessoal. Ele é raro em uma faixa etária mais jovem (antes
dos 35 anos de idade), mas acima desta idade sua incidência cresce rápida e
progressivamente. Este tipo de câncer representa nos países ocidentais, uma das principais
causas de morte em mulheres. (INCA, 2010).
Nas últimas décadas o significativo aumento da incidência do câncer de mama e
consequentemente da mortalidade associada à neoplaia têm ocorrido em todo mundo. A
doença é o resultado da interação de fatores genéticos com estilo de vida, hábitos
reprodutivos e meio ambientes. As situações que aumentam a chance de uma mulher vir a
apresentar câncer de mama são denominadas fatores de risco. (BARROS et al, 2001).
Trufelli et al (2008) identificaram as fases de atraso das pacientes com câncer de
mama atendidas desde a suspeita até o diagnóstico e o início do tratamento, no ano de
2006. As 68 mulheres analisadas, a média da faixa etária foi de 56,3 anos. O maior atraso
foi encontrado entre a suspeita mamográfica e a realização de biópsia. Nota-se que
melhorar o intervalo entre a mamografia e a obtenção da biópsia torna-se a melhor
estratégia.
Fugita; Gualda (2006) buscaram conhecer as crenças nas mulheres com câncer de
mama sobre a causalidade de sua doença. Um trabalho qualitativo com nove mulheres
mastectomizadas há mais de seis meses, participantes ou não de grupos de apoio
emocional, forem escolhidas para uma entrevista. As crenças sobre a doença e sua
causalidade, assim como percepção do risco e a importância da prevenção e da detecção
precoce, mostraram ser culturalmente construídas e que influenciam o comportamento das
mulheres quanto à própria saúde.
A confirmação da aplicação dos conhecimentos sobre os fatores prognósticos
influencia favoravelmente na condução do processo terapêutico. No entanto, vários modelos
preditivos, visam facilitar a apreciação prognostica. Torna-se importante ressaltar que não é
a sofisticação do modelo, mas a qualidade dos dados usados para elaborá-los e validá-los.
(ABREU; KOIFMAN, 2001)
Garicochea et al (2009) analisaram a idade como fator prognóstico no câncer de
mama em estadio clínico inicial, onde 280 mulheres foram acompanhadas após as cirurgias
de mastectomia. Ficou comprovado que a doença em mulheres jovens apresenta o pior
prognóstico, especialmente naquelas com estágio clínico I.
As pequenas alterações identificadas na mamografia são denominadas
microcalcificações pléomórficas, que não são percebidas pela mulher ou pelo médico, e que
podem indicar alterações benignas, alterações pré-malignas ou alterações malignas, em sua
fase inicial. Essas alterações são retiradas cirurgicamente, funcionando como tratamento
preventivo ou curativo. Esta é a grande importância da rotina de prevenção e detecção
precoce do câncer de mama. A ultra-sonografia é um exame complementar a mamografia,
principalmente nas mamas mais densas. (GOMES, 2010).
Kim et al, (2010) Buscaram informar, esclarecer e orientar a população sobre as
formas de prevenção primária e detecção precoce do câncer de mama. Um questionário foi
respondido por 72 pessoas, onde a criação da estratégia de intervenção pedagógica através
da dinâmica de grupo foi bem sucedida, uma vez que conseguiu se desenvolver uma
metodologia adequada, possibilitando assim a transmissão dos conhecimentos a respeito da
prevenção da doença.
Sclowitz et al (2005) avaliaram a prevalência de condutas na prevenção secundária
do câncer de mama e fatores associados, numa amostra de 879 mulheres de 40 a 69 anos
na cidade de Pelota-RS, em 2002. Os fatores associados a maiores prevalências das
condutas de prevenção secundária do câncer de mama foram: pertencer às classes sociais
mais altas, ter maior combinação de fatores de risco para neoplasia mamária, ter história
familiar de câncer de mama, fazer uso de reposição hormonal e ter sido submetido à biópsia
por patologia mamária. Com isso, o fator sócio-econômico torna-se fator limitante de acesso
à consulta ginecológica, consequentemente, as demais condutas na prevenção secundária.
Novaes; Mattos (2009) avaliaram a prevalência da não utilização da mamografia em
mulheres de 60 a 106 anos, de acordo com características sócio-demográficas, estado de
saúde e o uso de serviços preventivos de saúde. A não utilização deste exame foi explicada
pela falta de conhecimento dos riscos na inacessibilidade aos serviços de saúde e fatores
culturais relacionados ao processo de envelhecimento. Entretanto ainda não existe um
consenso internacional que estabeleça critérios no caso de mulheres com idade avançada.
Buscando avaliar o risco atual de câncer no Brasil, analisaram as suas tendências
em sua incidência, que é uma estratégia de fundamental valor para o desenvolvimento de
políticas de saúde adequadas que visem ao controle desta doença em nosso país. Para que
uma política de controle de câncer no Brasil tenha sucesso, deve-se considerar também a
situação sócio-econômica e as desigualdades existentes nas diversas regiões, sendo que
todas as ações programáticas devem acontecer no contexto da prevenção de doenças
crônicas não transmissíveis e de promoção da saúde. (GUERRA et al, 2005).
A prevenção do câncer de mamas em mulheres idosas deve-se ao fato da
negligência a cerca da problemática da doença, na velhice. Frente às deficiências
assistenciais e a identificação de vários determinantes desta problemática, incluir este tema
no ensino e estimular futuras investigações ajudará na prevenção do câncer de mama na
terceira idade. (CARVALHO et al, 2009).
O câncer de mama traz mudanças efetivas na vida da pessoa, sendo assim,
buscaram identificar quais são os pensamentos e os sentimentos mais comuns vivenciados
por mulheres depois do diagnóstico. As experiências relacionadas à doença, vivenciadas em
cada mulher têm um âmbito individual, porém existem muitos sentimentos que são de ordem
universal. É evidente que em cada situação deveram ser consideradas as suas
particularidades, levando-se em conta a mulher acometida pela doença e o momento em
que ela se encontra. (VIEIRA et al, 2007).
A alta incidência do câncer de mama, a possibilidade de uma sobrevida e a
desestruturação que o diagnóstico e tratamento acarretam na vida da mulher, vem trazendo
um aumento da demanda para se investir na qualidade de vida da paciente. Dessa forma, a
atuação do psicólogo torna-se fundamental ao longo do tratamento, uma vez que a sua
prática visa o bem-estar emocional da paciente, contribuindo assim na melhora da qualidade
de vida. (VENÂNCIO, 2004).
A utilização de grupos, com a proposta de apoio psicossocial a mulheres com câncer
de mama, informar aos pacientes sobre diagnósticos terminais e tratar de assuntos como
qualidade de vida e as necessidades psicossociais dos pacientes. O sofrimento emocional
torna-se controlado através da terapia em grupo, logo após o diagnóstico da doença e
durante o período subseqüente. Possibilitam também lidar com os momentos diversos que a
situação impõe. (GOMES et al, 2003).
Tavares; Trad (2010) analisaram as estratégias de enfrentamento do câncer de
mama de famílias que têm entre seus membros mulheres com esta doença. Os dados
investigados foram: busca de informação, ação direta, esforço intrapsíquicos, voltar-se para
outros. Ficou constatado que as famílias constituem importantes fontes de suporte para as
pacientes, porém torna-se preocupante a negação do câncer em alguns casos pelos
familiares, o que atrapalha o tratamento da paciente. A negação entre os filhos de pacientes,
que integram os grupos de risco elevado para desenvolvimento da doença, é um fator que
também merece atenção.
Cecília da Silva (2008) compreendeu os aspectos que influenciam o sofrimento da
mulher com câncer de mama, onde os profissionais de saúde, inclusive os de saúde mental,
buscam orientá-las de forma mais eficiente e abrangente. Os desconfortos psicológicos mais
evidentes são: depressão, raiva, mudanças na vida sexual, atividades no trabalho e possível
morte. O sofrimento psicológico da mulher que possui câncer de mama transcende o
sofrimento físico da própria doença, interferindo nas relações interpessoais.
Cangussu et al, (2010) verificaram a prevalência de sintomas depressivos em
mulheres com câncer de mama e identificaram os fatores de risco associados à sua
ocorrência. Setenta e uma mulheres com a doença foram entrevistadas, através de um
questionário para verificar os dados sociodemográficos e clínicos, e avaliaram os sintomas
depressivos. Foi constatado que a depressão é freqüente no câncer de mama, buscando
avaliar a saúde mental das mulheres que possuem a doença e tratá-las quando necessário,
para reduzir o impacto desses sintomas na vida da mulher.
Qualidade de vida relacionada à saúde e estado subjetivo de saúde são conceitos
afins, que estão ligados ao impacto do estado de saúde sobre a capacidade do indivíduo de
viver plenamente. A oncologia foi a especialidade que se viu confrontada com as
necessidades de se avaliar a qualidade de vida dos seus pacientes, ela pode ser modificada
pela idade, escolaridade e estado civil. Há o impacto negativo da mastectomia sobre a
imagem corporal. Mulheres com idade avançada relatam melhor qualidade de vida do que
as jovens, após o tratamento da doença. Existe uma dificuldade conceitual da expressão
“qualidade de vida” e não há consenso sobre qual instrumento a ser utilizado ou qual o
melhor momento para se avaliar a qualidade de vida. (MAKLUF et al, 2005).
Os parâmetros analisados na terapia neoplásica são: sobrevida livre da doença,
sobrevida global e qualidade de vida. O conceito qualidade de vida, esta relacionado ao
contexto sociocultural em que o indivíduo está inserido. O suporte emocional não pode estar
limitado durante o período do tratamento. Maior experiência e familiaridade são propostas a
serem alcançados por aqueles envolvidos com assistência de mulheres com câncer de
mama, assim estaremos mais próximos do conceito de assistência integral à saúde da
mulher e contribuindo para melhor qualidade de vida dessas mulheres. (CONDE et al,
2006).
Pereira et al, (2004) analisaram o protocolo de fisioterapia aplicado em 44 pacientes
mastectomizados a Madden. Observaram que as mulheres que sofreram a cirurgia
finalizaram o tratamento e não apresentaram limitação na amplitude de movimento e função,
linfedema e dor no membro homolateral. As mulheres que abandonaram o processo de
reabilitação, não tiveram a mesma resposta terapêutica.
Panobianco; Mamede (2002) observaram que as complicações, intercorrências e
aparecimento de edema pós-cirurgia por câncer de mama, são fatores que podem estar
relacionados ao linfedema do braço do lado operado. Eles causam um dano estético e
funcional do membro afetado. Após verificação dessas intercorrências e complicações, em
17 mulheres, levando em consideração idade, raça, atividade profissional e nível sócio
cultural, foi constatado que as mulheres que não praticavam exercício físico regularmente
para reabilitação tinham linfedema e amplitude de movimento de braço/ombro limitada do
lado operado.
O câncer de mama é a neoplasia mais freqüente em mulheres e nos últimos anos
vem apresentando o maior número de óbitos. A etiopatogenia, diagnóstico, quadro clínico,
fatores agravantes ou atenuantes e os fatores de risco relacionados à síndrome dolorosa
pós-mastectomia são abordados e observa-se que as pacientes que sofreram intervenção
cirúrgica e foram acompanhadas por equipe multidisciplinar no pré e pós-operatório,
apresentaram grandes chances de ter a dor crônica pós-cirúrgica diminuída e limitações
funcionais do membro do lado operado. (COUCEIRO et al, 2009).
Ferreira et al, (2008) avaliaram a morbidade cirúrgica pós biópsia de linfonodo
sentinela ou dissecção axilar com e sem a preservação do nervo intercosto-braquial. A
análise foi feita em 108 pacientes, divididas em três grupos, avaliando a ocorrência de déficit
sensorial, dor, linfedema, seroma no membro superior homolateral a cirurgia. A complicação
mais comum apresentada nos três grupos foi a dor, seguida de seroma, déficit sensorial,
linfedema e infecção. A secção do nervo está relacionada ao maior déficit sensorial nos três
grupos, o que não se tornou significante os outros critérios avaliados.
Borges et al, (2008) verificaram que os métodos de avaliação e os recursos usados
por fisioterapeutas nos hospitais de oncologia são divergentes, tendo em vista não existir
ainda um padrão para tratamento de pacientes oncológicos. Foi realizado um questionário
com 119 entrevistados (fisioterapeutas, pacientes e médicos), abordados para coleta de
dados em relação aos métodos e recursos utilizados na fisioterapia. Muitos médicos ainda
não reconhecem os benefícios deste tratamento não encaminhando seus pacientes, porém
estes reconhecem a importância do tratamento, e buscam a terapia por conta própria.
Tonani; Carvalho (2008) observaram que 110 pessoas foram entrevistadas, para
verificar a presença de fatores de risco determinantes para diferentes tipos de cânceres. A
persuasão ajuda a diminuir os riscos, por incentivo e manutenção de comportamentos
preventivos. A mesma mostrou-se discreta nas informações relacionadas à prevenção do
câncer de mama, visto que há divulgação, recepção e entendimento dessas informações,
mas a doação por períodos mais longos não é observada.
III – Conclusão
A mulher que passa por um câncer de mama sofre alteração de sua imagem
corporal, pois além da mutilação física há uma mutilação emocional, devido à mama estar
relacionada à feminilidade da mulher e à maternidade, trazendo repercução em seus
relacionamentos e na qualidade de vida. A participação dos médicos, dos psicólogos e dos
fisioterapêutas, é de grande importância neste tratamento de reabilitação, confirmando
assim a eficácia do trabalho multidisciplinar.
Sendo assim, somente é possível a reabilitação do corpo se houver a reabilitação
psicológica. Nós como profissionais da saúde devemos então, nos unir e trabalhar em
conjunto para que possamos prestar um atendimento integral ao paciente a fim de lhe
proporcionar melhor qualidade de vida.
VI – Referências Bibliográficas:
ABREU, Evaldo de; KOIFMAN, Sérgio. Fatores prognósticos no câncer de mama feminina –
Rev. Bras. de Cancerologia - vol.48 no.1 Rio de Janeiro – 2002.
BARROS, A.C.S.D; BARBOSA, E.M.; GEBRIM, L.H.. Diagnóstico e Tratamento do Câncer
de Mama – Rev. Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina –
Projeto Diretrizes – Rio de Janeiro – Agosto, 2001.
BORGES, Carla Andréa Machado; SILVEIRA, Caroline de Faria; LACERDA, Paulo Cezar
Menezes Tavares; NASCIMENTO, Marinha Tereza Alves – Análise dos métodos de
avaliação dos recursos e do reconhecimento da fisioterapia oncológica nos hospitais
públicos do Distrito Federal - Rev. Bras. de Cancerologia – vol.54 no.4 Rio de Janeiro,
2008.
CANGUSSU, Renata de Oliveira; SOARES, Thiago Barbabela de Castro; BARRA,
Alexandre de Almeida; NICOLATO, Rodrigo – Sintomas depressivos no câncer de mama:
Inventário de depressão de Beck – J. Bras. Psiquiatr.- vol.59 no.2 Rio de Janeiro – 2010.
CARVALHO, Cecília Maria Resende Gnçalves de; BRITO, Cleidiane Maria Sales de; NERY,
Inez Sampaio; FIGUEIREDO, Maria do Livramento Fortes – Prevenção de cancêr de mama
em mulheres idosas: uma revisão – Rev. Bras. de Enferm. – vol.62 no.4 Brasilia – Julho,
2009.
CECÍLIA DA SILVA, Lucia – Câncer de mama e sofrimento psicológico: aspectos
relacionados ao feminino – Rev. Psicol. Estud. – vol.13 no.2 Maringá – Abril/Junho, 2008.
CONDE, Délio Marques; PINTO-NETO, Aarão Mendes; JUNIOR, Ruffo de Freitas;
ALDRIGHI, José Mendes – Qualidade de vida de mulheres com câncer de mama – Rev.
Bras. de Ginicol. Obstet. – vol.28 no.3 Rio de Janeiro – Março, 2005.
COUCEIRO, Tania Cursino de Menezes; MENEZES, Telma Cursino de; VALENÇA, Marcelo
Moraes – Rev. Bras. Anestesiol. – vol.59 no. 3 Campinas – Maio/Junho, 2009.
FERREIRA, Beatriz Pifano Soares; PIMENTEL, Mônica Duarte; SANTOS, Luiz Carlos dos;
FLORA, Walace di; GOBBI, Helenice – Morbidade entre a pós-biópsia de linfonodo sentinela
e a dissecção axilar no câncer de mama – Rev. Assoc. Med. Bras. – vol.54 no.6 São Paulo
– Nov./Dez., 2008.
FUGITA, Rose Meire Imanichi; GUALDA, Dulce Maria Rosa. A causalidade do câncer de
mama à luz do Modelo de Crenças em Saúde – Rev. Esc. Enferm. USP – vol.40 no.4 São
Paulo – Dezembro, 2006.
GARICOCHEA, Bernardo; MORELLE, Alessandra; ANDRIGHETTI, Ana Elisa; CANCELLA
Anna; BÓS, Ângelo; WERUTSKY, Gustavo – Idade como fator prognóstico no câncer de
mama em estádio inicial – Rev. de Saúde Pública – vol.43 no.2 São Paulo – Abril, 2009.
GOMES, Flávia Azevedo; PANOBIANCO, Marislei Sanches; FERREIRA, Cintia Bragheto;
KEBBE, Leonardo Martins; MEIRELLES, Maria Cristina Cortez Carneiro – Utilização de
grupos na reabilitação de mulheres com câncer de mama – Rev. de Enfermagem UERJ –
Rio de Janeiro, 2003.
GOMES, Roberto – Prevenção do câncer de mama - Sociedade Brasileira de Cancerol.
Disponível em: http://www.sbcancer.org.br/final/artigossetor.asp?idart=2, Acesso em:
25/03/2010.
GUERRA, Maximiliano Ribeiro; GALLO, Cláudia Vitória de Moura; AZEVEDO, Gulnar;
MENDONÇA, Silva – Risco de câncer no Brasil: tendências e estudos epidemiológicos mais
recentes – Rev. Bras. de Cancerologia – vol.51 no.1 Rio de Janeiro – 2005.
INCA, Secretaria de assistência à saúde. Instituto Nacional Do Câncer. Coordenação.
Coordenação de Prevenção e vigilância – Prevenção do Câncer de mama – Disponível em:
HTTP://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=336, Acesso em: 25/03/2010.
KIN, Daniel Dongiu; ARAÚJO, Ana Laura Lima; TSAI, Andréia I An; KOJIMA, Fabio
Henrique; TAKASHIMA, Jorge Shiro Inamori; JUNIOR, Lauro Fumiyuki Otsuka; GAMBOA,
Ricardo Augusto Bravo; KIMURA, Ricardo; SUGAWARA, Ricardo Takashi; TAMBELLINI,
Elaine Fracasso; SILVEIRA, Cássio; OLIVEIRA, Rute Loreto Sampaio de – Saber é prevenir:
uma nova abordagem no combate ao câncer de mama – Rev. Ciência & Saúde Coletiva –
vol.15 supl.1 Rio de Janeiro – Junho, 2010.
MAKLUF, Ana Silvia Diniz; DIAS, Rosângela Corrêa; BARRA, Alexandre de Almeida –
Avaliação da qualidade de vida em mulheres com câncer da mama - Rev. Bras. de
Cancerologia – vol.52 no.1 Rio de Janeiro, 2006.
NOVAES, Cristiane de Oliveira; MATTOS, Inês Echenique – Prevalência e fatores
associados a não utilização de mamografia em mulheres idosas – Cad. Saúde Pública –
vol.25 supl.2 Rio de Janeiro, 2009.
PANOBIANCO, Marislei Sanches; MAMEDE, Marli Villela – Complicações e intercorrências
associadas ao edema de braço nos três primeiros meses pós mastectomia – Rev. Latino
Am. Enfermagem – vol.10 no4. Ribeirão Preto – Julho/Agosto, 2002.
PEREIRA, Carla Maria de Abreu; VIEIRA, Elidia Orie Rodrigues Yamada; ALCÂNTARA,
Paulo Sergio Martins – Avaliação de Protocolo de Fisioterapia aplicado a pacientes
mastectomizados a Madden - Rev. Bras. de Cancerologia – vol.51 no.2 Rio de Janeiro,
2005.
SCLOWITZ, Marcelo Leal; MENEZES, Ana Maria Baptista; GIGANTE, Denise Petrucci;
TESSARO, Sérgio – Condutas na prevenção secundária do câncer de mama e fatores
associados – Rev. de Saúde Pública – vol.39 no.3 São Paulo – Junho, 2005.
TAVARES, Jeane Saskya Campos; TRAD, Leny Alves Bomfim; Estratégias de
enfrentamento do câncer de mama: um estudo de caso com famílias de mulheres
mastectomizadas – Rev. Ciência & Saúde Coletiva – vol.15 supl.1 Rio de Janeiro – Junho,
2010.
TONANI, Marcela; CARVALHO, Emília Campos de – Risco de câncer e comportamento
preventivos: a persuasão como estratégia de intervenção - Rev. Latino Am. Enfermagem –
vol.16 no.5 Ribeirão Preto – Setembro/Outubro, 2008.
TRUFELLI, Damila Cristina; MIRANDA, Vanessa da Costa; SANTOS, Maria Beatriz Brisola
dos; FRAILE, Natália Moreno Peres; PECORONI, Priscila Guedes; GONZAGA, Suzana de
França Ribeiro; RIECHELMANN, Rachel; KALIKS, Rafael; GIGLIO, Auro Del. Análise do
atraso no diagnóstico e tratamento do câncer de mama em um hospital público. Rev.
Assoc. Med. Bras. – Vol.54 no.1 São Paulo – Jan./Fev., 2008.
VENÂNCIO, Juliana Lima – Importância da atuação do psicólogo no tratamento de mulheres
com câncer de mama – Rev. Bras. de Cancerologia – vol.50 no.1 Rio de Janeiro, 2004.
VIEIRA, Carolina Pasquote; LOPES, Maria Helena Baena de; SHIMO, Antonieta Keiko
Kakuda – Sentimentos e experiências na vida das mulheres com câncer de mama – Rev.
Esc. Enferm. – vol.41 no.2 São Paulo – Junho, 2007.
Download

Aspectos emocionais e físicos em mulheres com câncer