Marques de Oliveira: história, estética e vida
Resumo
Pintor naturalista de renome na história da arte portuguesa, João Marques de Oliveira é
conhecido também pela sua grande amizade com o pintor portuense Silva Porto, tendo ambos
partido e feito formação em França como alunos bolseiros da Academia de Belas-Artes, do
Porto. Embora centrado em obras de Marques de Oliveira, o nosso trabalho envolve os dois
artistas. O presente estudo surge no contexto do trabalho que realizaremos e que consiste
na análise de três pinturas de Marques de Oliveira. As três retratam o seu amigo Silva Porto a
pintar nos arredores de Paris, nas margens do rio Oise. São três pinturas em papel, de pequenas
dimensões, do acervo do Museu Nacional de Soares dos Reis.
Influenciados pelas correntes artísticas europeias mais importantes dos finais do séc. XIX e
inícios do séc. XX – grupo de Barbizon e Impressionismo- os dois pintores do Porto constituemse como locomotiva no arranque, apesar de desfasados, relativamente ao resto da Europa, do
período Naturalista em Portugal.
Retratista, criador de cenas campestres, intimistas e até de cenas mitológicas e de história,
Marques de Oliveira fez estudos de pintura clássica, mas terminará o seu percurso artístico
evidenciando uma mistura de várias correntes e ideologias. Um pouco à semelhança das
divergentes e diferentes correntes artísticas que iam nascendo na Europa, de um modo rápido,
nos seus tempos de formação em Paris.
O presente estudo tem como objectivo dar a conhecer alguns dos dados mais importantes
e que consideramos mais relevantes do período em que viveu o artista; do modo como se
vivia politica, social e economicamente neste período de grandes mudanças, tanto na Europa,
como em Portugal. E também dar a conhecer os traços biográficos mais importantes do artista,
para que deste modo se compreenda também o porquê e a forma como criou o seu espólio
artístico.
Portugal e a Europa no tempo de Marques de Oliveira
No período entre 1850 e inícios do século XX, a Europa vive um período de grandes mudanças.
Após uma onda de revoluções: liberais, industriais, demográficas, dos transportes e agrícolas,
o continente vê-se perante uma série de transformações que abalam toda a estrutura social.
Um novo estilo de vida contemporânea se impõe.
É no final do século XIX que se dá o triunfo e consolidação de democracias liberais, que
parte de um ponto de vista político, mas que naturalmente se repercute nos campos social,
demográfico e também cultural.
Esta estabilidade política leva ao aparecimento de novos estratos sociais; de uma classe média,
de grande peso numérico e de grande importância a nível da promoção de uma estabilidade
social. O aparecimento desta nova classe introduz um “tom” mais cultural e novos pontos de
vista “mental”.
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Importante será também referir que é neste período que se dá uma nova importância à vida
nas cidades, onde agora tudo se passa. A vida campestre, de retiro e solidão, passa portanto
para um segundo plano, menos desejado devido à estagnação mental aí vivida. Por existir
este novo fôlego, esta nova agitação citadina, abre-se um espaço para o divertimento, de
distracção, uma vontade de valorizar coisas até agora inexistentes. É nesta onda que surgem
os teatros, as óperas, os cafés, os cafés-concerto, e os tão conhecidos cabarets.
A estabilidade social e política conduz indubitavelmente à estabilidade económica, e isto
reflectir-se-á numa melhoria geral das condições de vida e numa nova abertura de mentalidades
que conduzem ao maior interesse pela cultura e suas expressões: música, bailado, literatura,
pintura, etc.
A arte e mais especificamente a pintura, não escapa a esta viragem que se estende um pouco
por toda a Europa. Muda sobretudo a pré-disposição do artista face à sua própria obra de
arte. Ou seja, muda-se o conceito e o sentimento que este tem face à obra, despojando-se um
pouco do todos os academismos e institucionalismos até então quase que impostos.
Esta aproximação de artista e obra faz com que o artista seja o produtor, mas também um
fruidor da sua própria arte. Assim, multiplicam-se as correntes artísticas, inovam-se técnicas
de pintura (alarga-se o consumo e venda de objectos artísticos, agora também com uma certa
preocupação e controlo económico e produzidos industrialmente. A par do aparecimento de
novas estéticas, surgem novos objectivos para a arte e a pintura adquire novas funções.
No entanto pairará sempre neste início de período uma certa dualidade relativamente ao
espírito e à forma como se cria: há uma certa tendência a conservar raízes académicas impostas
por escolas e antigos mestres, como por outro lado há um desejo (de uma, até então, minoria)
em inovar e mudar toda a génese da pintura deste período moderno.
Em Portugal, nesse mesmo período, há uma mudança, mas as transformações, ocorrendo
paralelamente são distintas. Passado um período de estagnação que adveio da Regeneração,
várias peripécias políticas se passam, fazendo com que haja uma discrepância visível entre as
modificações artísticas que ocorrem nesse momento na Europa. A contestação republicana, o
Regicídio, a Implantação da República, a participação na Primeira Guerra Mundial e o princípio
do Estado Novo contribuem para que se dê uma quase obrigatória atenção à situação política
do país, deixando as áreas das artes e da cultura inevitavelmente mais lesadas.
Há um menor conhecimento por parte dos artistas nacionais quer dos movimentos europeus,
externos ao país, quer do conhecimento da Europa dos artistas nacionais. Não existe uma
projecção dos nossos artistas e aqueles que realmente sobressaem neste período são os
que saem do país e têm uma formação no estrangeiro, como o caso dos já referidos António
Carvalho Silva Porto e João Marques da Silva Oliveira.
Existe uma permanência acentuada de uma mentalidade conservadora e historicista, que
continua a prender os artistas nacionais a raízes antigas, do foro clássico e arcaico. Para além
destes factores, os próprios portugueses, pouco conhecedores em matéria das artes plásticas,
não demonstram o interesse e o conhecimento necessário para que este ramo prolifere.
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Biografia
Os dados biográficos sobre a vida do artista dizem respeito, maioritariamente, ao seu percurso
académico e profissional, vivido sobretudo na cidade do Porto.
Nascido e falecido nesta cidade (1853 – 1927), entra na Academia de Belas-Artes do Porto aos
doze anos e estuda com o mestre Correia, pintor de flores e naturezas mortas.
Em 1873 termina o seu curso e candidata-se com o seu amigo e conterrâneo Silva Porto a uma
bolsa de estudo no estrangeiro (sendo as cidades eleitas Paris ou Roma). Realizam provas de
apetência onde pinta retratos, e outros tipos de pinturas, todos eles ligados a um academismo
quase que imposto. Acabam por partir para Paris, tornando-se assim os primeiros pintores e
estudantes de pintura portuguesa a usufruir de bolsas de estudo. Para poder gozar desta bolsa,
envereda pelo estudo de pintura histórica. Durante o período em que estão no estrangeiro
ambos fazem inúmeras viagens – Itália, Inglaterra e norte Europeu – que influenciam o seu
modo de pintar, nomeadamente no que toca ao tratamento das figuras, à paleta cromática e
aos temas retratados.
Ainda neste período de bolseiro, entre 1874 e 1878, envia obras para o Porto com a finalidade
de serem expostas na exposição de pintura da Escola Portuense. Finaliza os seus estudos no
estrangeiro com uma prova final de pintura, no ano de 1879.
De regresso ao Porto, em 1881, torna-se mestre de desenho na Academia de Belas-Artes,
assumindo em 95 o papel de professor da disciplina de pintura histórica, terminando os seus
últimos anos da sua vida (1926) como director da Academia.
Funda com o escultor António Soares dos Reis, em 1881, o Centro Artístico Portuense.
Actuando sempre em meios pequenos, praticamente cingido à cidade do Porto, Marques de
Oliveira foi um dos melhores artistas naturalistas do seu tempo. É importante reter que possui
um vasto espólio de pintura a óleo, formado entre Paris e o Porto e que o seu companheiro
Silva Porto será sempre uma referência no seu percurso como pintor. Mas ao contrário de Silva
Porto, que partiu para Lisboa, inserindo-se em vários meios artísticos como o Grupo de Leão,
Marques de Oliveira ficará sempre pelo Porto, o que faz com que não tivesse ou tenha uma
notoriedade tão grande como a de seu companheiro e amigo.
A pintura de Marques de Oliveira
Apesar de se ter movido em ambientes muitos restritos (apenas sai do país para estudar)
Marques de Oliveira acaba por criar um conjunto de quadros bastante distintos e muito ao
modo europeu, atravessando determinadas fases que estão completamente patentes nas
obras.
Relativamente às temáticas retratadas, as mais evidentes são a mitológica1, ligada sobretudo
à realização de provas de pintura na Academia; realista2, reflectido sobretudo na realização de
cenas intimistas, sempre ligadas à sua cidade, à vida quotidiana do Porto e também ao período
1 Céfalo e Procris, 1877, Museu Nacional Soares dos Reis.
2 Costureiras trabalhando, Museu Nacional Soares dos Reis, 1884.
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em que está em contacto com artistas estrangeiros que têm agora uma nova ideologia acerca
do que deve ser a pintura e do pensamento sobre como deve nascer uma pintura ou retrato,
o que neste campo é muito parecido com Corot.
Todo o seu percurso denuncia a formação na disciplina de pintura de história, onde prevalecem
academismos e gostos por um neoclassicismo, agora cada vez mais posto em plano secundário
pelos artistas, em geral.
Na paleta cromática, começamos por ver uma paleta “plana”, associada ao estilo de pintura
histórica. Cada cor tem o seu lugar devido e estrito, onde não há uma inovação e uma grande
mudança face àquilo que já havia sido feito. Contudo, começa a tratar os tons e as cores de
um modo mais delicado e mais fluído, não tanto no tipo de cores que escolhe, mas sim no
modo como as aplica. Sobretudo o modo como a partir das cores adquire a capacidade de
modelar e de criar volumes. Aproveita também a colocação de figuras e posições para criar
jogos lumínicos, de contrastes e de sombreados nos corpos.
A pincelada terá também as suas mudanças consoante a temática que pinta e a corrente artística
a que está mais ligado. Trabalha a colocação da pincelada justaposta ao jeito impressionista,
sendo ela rápida, muitas vezes pastosa (quando associada aos trabalhos realizados em campo;
as denominadas pochades3.) e sem preocupação de pormenor. Quando falamos da elaboração
de quadros históricos, a pincelada muda, sendo mais contida, respeitando pormenores. O
desenho nesta fase suplanta a pincelada.
Há um tratamento da luz e aos valores espaciais, quando falamos de pintura que retrata o
quotidiano citadino portuense, dos areais, ao movimento das águas, as tonalidades delicadas,
delimita as figuras e os volumes com a noção do essencial. Há um apuramento das emoções
que se pretendem transmitir sobre o assunto. Dono de uma capacidade de desenho exímia,
em muitas das suas pinturas verifica-se o desenho preparatório, no resultado final das suas
pinturas. A forma, em alguns dos seus quadros mais realistas, é dada precisamente pelo
esboço inicial.
As suas composições formam-se de maneira sólida, sendo o quadro construído de maneira
simples e perfeitamente equilibrada. A escolha e colocação das cores ajudam na criação das
formas, sobretudo na fase em que mais se assemelha aos quadros impressionistas. Criador do
primeiro nu feminino Céfalo e Prócris) sensivelmente pintado, as figuras e retratos que cria são
expressivos e desenhados.
A unidade surge da cuidada ligação entre a linha e a cor, resultando numa pintura de grande
originalidade e consciente modernidade de tratamento da forma e da matéria.
As influências
A pintura naturalista e realista europeia, apesar de surgir mais cedo na Europa (por volta
1830/1840) que em Portugal, assenta nas mesmas bases. Maior realismo nas cenas pintadas,
3 Pochade é um termo francês utilizado para se referir a um tipo de esboço, na gíria da arte. Trata-se de um estudo de
pequenas dimensões, elaborado de forma rápida, que tenta capturar as cores e as cenas do momento. Geralmente é utilizado
como um estudo prévio, que depois poderá ser melhorado em atelier.
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e um gosto pela natureza observável que deverá ser representada com a maior fidelidade e
minúcia. O principal objectivo é pintar a vida tal como ela é, tanto da vida citadina, como as
temáticas rurais, sempre locais onde se reflectisse uma realidade social verdadeira.
Desta nova vontade de criar surge, talvez, a maior influência do pintor Marques de Oliveira: a
escola de Barbizon (c. 1830-60), que tem o seu pico de importância por volta de 1848. Formado
por um conjunto de pintores franceses, concentra um grupo de artistas de acentuação
romântica e de uma natureza lírica dominada ainda por algum romantismo.
Com claras influências das paisagens inglesas, o grupo de Barbizon estabelece-se assim
próximo ao povoado de Barbizon, nas cercanias do bosque de Fontainebleau, deixando a
agitada movimentação de Paris.
A pintura deste grupo assume um papel importante na paisagem francesa e em alguma parte,
na génese da arte impressionista, uma vez que trata de figurar paisagens, com o estudo directo
do natural. Tratam de capturar imagens e momentos únicos, campestres, de um isolamento
rural e simples, utilizando para isso uma das inovações que o mundo industrial lançara:
cavaletes portáteis, estojos e tubos de tinta sintéticos.
Acabam por manter uma ideologia realista, com um leve apontamento romântico.
Precisamente como Marques de Oliveira, também os pintores do grupo de Barbizon elaboravam
os esboços no próprio campo e eventualmente terminavam-nos em atelier. Estudam e fazem
uma análise, quase clínica à natureza perceptível, produzindo um dramatismo sentimental às
obras.
Associados a este grupo temos alguns dos mais conhecidos pintores como Corot, que não
estando associado a nenhuma escola, traz influência do século XVIII, sobretudo no que toca
a uma sobriedade clássica na composição dos seus quadros realistas de paisagens e retratos;
Delacroix, cuja obra se foca na voluptuosidade ao estilo de Rubens, a expressividade cromática
advinda do paisagista Turner e num sentimento meio patético, influência de Géricault.
Também Millet é associado a este grupo e uma clara influência de M. de Oliveira. Conhecido
como o pintor dos camponeses, partiu também para Paris, frequentando ateliers privados. Em
1840, ganhava a vida como retratista, sendo o seu período mais rico entre 43 e 46. Estabelecese em Barbizon em 1849 onde passou o resto da sua vida. O espírito do público de Millet
estava associado a Courbet na renovação de um naturalismo capaz de rivalizar com os estilos
aceites do classicismo e do romantismo. O seu desejo era mostrar as transformações sociais, a
transferência em massa das populações rurais, para as cidades industriais em plena expansão.
Nos anos 50 pinta principalmente representações de homens e mulheres a trabalhar no
campo, criando formas monumentais e poses estáticas. Executou pinturas de pequenos
tamanhos, desenhos e pinturas e em 1860 pinta quase única e exclusivamente paisagens (que
representam os campos em Barbizon), muito por influência do seu amigo Rousseau, “chefe”
na linha da frente da escola de Barbizon. Transmite sobretudo a relação do Homem com a
natureza.
M. de Oliveira é o pintor português que mais se aproxima do estilo Impressionista, que prolifera
por toda a Europa no seu tempo.
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Esta corrente inicia-se no ano de 1874, sob mão do fotógrafo Nadar e de uma exposição feita
no seu atelier, onde Monet expõe a sua obra Impressão, sol nascente.
Apesar de quase nenhuma das orientações gerais do impressionismo corresponderem à pintura
do artista português, este vai buscar algumas das suas bases à tão famosa corrente, sobretudo
no que diz respeito aos efeitos de óptica e jogos de luz e contrastes de luz e sombra e da
vontade recente de pintar no exterior (algo facilitado, como já havíamos dito, pela revolução
industrial).
Finalmente, uma última influência do artista será a arte italiana deste período, principalmente
a produzida no Sul. O ecletismo dominou neste período muito importante, favorecido pelas
descobertas das ruínas de Pompeia. Prolifera uma mistura de estilos (patentes como se
pode ver pelo monumento a Vítor Emanuel II, 1885-1911), mas com um estilo que baseia
em orientações ao modo Clássico. Este estilo Clássico e antigo avulta em obras de Marques
de Oliveira como Céfalo e Prócris (1877). Também alguns retratistas italianos como Giovanni
Boldinni e Giuseppe de Nittis, partiram para Paris na esperança de vingar no mundo da pintura.
Conclusão
Pintor da passagem do séc. XIX para o séc. XX, formado na Escola de Belas Artes do Porto, a
obra de Marques de Oliveira vai rompendo o academismo depois da sua formação em Paris,
para onde seguiu com o colega e amigo Silva Porto.
Ambos são responsáveis pela introdução do Naturalismo em Portugal. Mas seguem percursos
diferentes no regresso de Paris, onde experimentaram a efervescência estética em torno
da concepção da obra de arte e da pintura, e do papel desempenhado pela arte no seio da
sociedade.
Depois de Paris, Silva Porto muda-se Lisboa para Lisboa, Marques de Oliveira regressa ao Porto
e à sua escola de Belas Artes, como professor e por fim, director.
Marques Oliveira é inovador não só no que respeita à sua saída do país como aluno bolseiro,
mas na forma como recebe e reflectirá as novas influências das correntes europeias, sobretudo
do Impressionismo, e a capacidade que tem em trazer essas mesmas influências para o seio
português.
Marques de Oliveira acaba por criar uma estética livre, difícil de contrariar, uma vez que
recebe estudos em pintura histórica, com mestres académicos (Adolph Yvon e Cabanel),
completamente presos a um gosto do Segundo Império Francês.
As três pinturas em estudo pela investigadora, são um exemplo vivo destas mesmas influencias,
acabando por corroborar as ideias e o percurso tomado pelo artista.
Referências
FRANÇA, José-Augusto – A Arte em Portugal no século XIX. Lisboa: Bertrand Editora. 1990, vol. 1 e 2.
Idem. – História da Arte em Portugal – O Pombalismo e o Romantismo. Lisboa: Editorial
Presença. 2004.
Materiais e Técnicas de Pintores do Norte de Portugal – Processo nº 3-6-15-6-1199 (QREN)
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Marques de Oliveira: história, estética e vida | Ana Lopes
ENCICLOPÉDIA Verbo Edição Século XXI. Lisboa: Editorial Verbo, 1998, vol. 4 e 15.
LEMOS, Maria Assunção Oliveira Costa – Marques de Oliveira (1853 – 1927) e a cultura artística
portuense do seu tempo. Dissertação de doutoramento em Ciências das Artes. Faculdade de
Belas Artes do Porto. Porto, 2005.
RODRIGUES, António Augusto Simões [et tal.] – História Comparada – Portugal – Europa e o
Mundo. Uma visão cronológica. Navarra: Círculo de Leitores. 1996.
SERRÃO, Joel – Cronologia Geral da História de Portugal. 4ª Ed. Lisboa: Livros Horizonte. 1980.
UPJOHN, Everard M., [e tal.] – História Mundial da Arte. 9ª Edição. Venda Nova: Bertrand
Editora, 1966.
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